Integrando informação, indicadores e melhoria: experiências internacionais. OECD e da Europa. Niek Klazinga, QualiHosp Sao Paulo, April 3th 2012

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Integrando informação, indicadores e melhoria: experiências internacionais. OECD e da Europa. Niek Klazinga, QualiHosp Sao Paulo, April 3th 2012"

Transcrição

1 Integrando informação, indicadores e melhoria: experiências internacionais sobre assistência à saúde da OECD e da Europa Niek Klazinga, QualiHosp Sao Paulo, April 3th 2012

2 Por que a qualidade do cuidado é importante Para a Organizaçãopara a Cooperaçãoe Desenvolvimento Econômico(OCDE) Para paísesnaeuropae para a União Européia(UE) Para cidadãos, pacientes, profissionais, gestores e financiadores

3

4

5 Tendências gerais Aumento na expectativa de vida Aumento nos custos Aumento nas possibilidades tecnológicas Aumento na demanda Lidando com problemas de saúde do século XXI com profissionais e organizações/serviços de saúde do século XX Buscando mecanismos de financiamento que aumentam a equidade, eficiência e o valor global da assistência à saúde Mudança de modelos de governança em sistemas de assistência à saúde baseados no controle de custos para modelos de governança baseados em resultados de saúde

6 Melhorando valor medindo a qualidade Desempenho de todo o Sistema de Saúde Resultados: Efetividade, Segurança e Cuidado Focado no Paciente (Projeto Indicadores de Qualidade em Assistência à Saúde) Resultados: Custos (Sistema de Contas em Saúde) medindo adequação e medindo desperdício Sub-otimizado devido a fronteiras entre os serviços, profissionais, sistemas de remuneração e de financiamento e modelos de regulação Cadeias de valor baseadas em doenças (políticas de saúde, promoção de saúde, prevenção, diagnóstico precoce, tratamento precoce, fases agudas, fase crônica, vivendo com limitações, fase de final da vida)

7 Medindo a qualidade do cuidado Taxas de mortalidade em 30 dias para internação por IAM, AVC Taxas de sobrevida em pacientes oncológicos Taxas de internação por enfermidades crônicas Indicadores de segurança do paciente Vivências dos pacientes

8 Taxas de mortalidade baseadas em internações e em pacientes internados, 30 dias após internações por IAM, 2009 (ou ano mais próximo) Admission-based rates (same hospital) Patient-based rates (in & out of hospital) 25 21,5 22,1 9,7 12,8 8,2 9,3 8,6 13,4 6,8 10,4 6,6 9,7 6,3 7,8 5,7 7,3 5,7 8,6 5,6 8,4 5,4 7,9 5,3 7,2 5,2 9,1 5,2 5,0 4,8 10,6 4,7 6,4 4,5 6,9 4,5 6,8 4,3 6,6 4,3 6,8 4,3 5,9 3,9 4,8 3,8 5,9 3,7 6,5 3,2 5,2 3,2 5,3 3,0 7,1 2,9 6,6 Age-sex standardised rate 2,5 5,0 Crude rate 2,3 3, Rates per 100 patients Mexico Japan Singapore Belgium Germany Portugal Korea Slovak Republic Austria Spain OECD Netherlands United Kingdom Luxembourg Finland Slovenia Switzerland Israel Czech Republic Ireland United States Poland Canada Italy Australia New Zealand Iceland Sweden Norway Denmark 7,6 7,2 6,8 7,6 6,8 7,8 6,7 6,4 5,4 n.a; 5,5 6, Age-standardised rates per 100 patients Note: Rates age-sex standardised to 2005 OECD population (45+). 95% confidence intervals represented by H. Source: OECD Health Data 2011.

9 Redução em taxas de mortalidade em pacientes internados 30 dias após internações por IAM, (ou ano mais próximo) 12 Age-sex standardised rates per 100 patients ,3 3,4 2,3 9,0 4,2 2,5 6,2 3,9 2,9 6,4 3,7 3,2 6,9 4,1 3,2 5,8 5,2 3,8 5,9 4,6 4,3 8,1 5,2 4,3 9,9 6,2 4,3 10,5 6,6 4,3 7,1 4,6 4,5 8,3 5,5 7,6 3,8 5,2 9,0 6,3 5,3 9,4 6,6 5,6 11,1 6,8 5,7 10,3 8,1 6,6 10,3 9,5 8, ,8 0 Note: Rates age-sex standardised to 2005 OECD population (45+). 95% confidence intervals represented by H. Source: OECD Health Data 2011.

10 Taxa relativa de sobrevida de mais de 5 anos em pacientes com cancer de mama, e (ou período mais próximo ) United States Japan Canada Norway Finland Iceland Belgium Sweden New Zealand Netherlands OECD (16) Germany France Malta Korea Portugal Denmark United Kingdom Austria Ireland Czech Republic Singapore Slovenia Latvia 0,0 89,3 88,6 87,3 86,1 86,6 85,6 86,5 82,4 86,3 84,2 86,3 86,2 86,0 83,1 84,5 77,0 84,4 79,5 83,5 78,7 83,3 74,5 82,8 82,7 82,2 76,7 82,0 82,0 76,2 81,3 75,0 81,2 79,3 80,3 72,3 78,6 70,8 78,5 68,7 76,9 67,9 73, % confidence intervals are represented by H. Source: OECD Health Data Age-standardised rates (%)

11 Mortalidade por cancer de mama, mulheres, 2000 to 2009 (ou ano mais próximo) Age-standardised rates per females ,7 18,6 16,4 17,4 17,7 18,1 18,5 18,6 19,4 19,1 19,1 19,8 19,3 18,9 19,7 22,5 20,8 20,0 21,1 25,6 21,2 19,7 19,8 19,8 19,9 20,3 21,0 21,4 21,6 22,1 22,3 24,3 23,1 22,9 27,0 23,9 25,4 23,6 27,2 25,8 24,5 23,2 24,6 23,6 24,1 24,7 25,0 25,6 26,1 28,8 27,0 30,6 29,4 30,5 31,5 33,4 28, ,9 6,1 9,7 10,8 10,8 11,4 13, Source: OECD Health Data 2011.

12 Rastreio por mamografia, porcentagem de mulheres de 50 a 69 anos examinadas, 2000 a 2009 (ou ano mais próximo) Finland ¹ Netherlands ¹ United States ² France ² Norway ¹ United Kingdom ¹ Denmark ¹ Ireland ¹ Canada ² Spain ² Israel ¹ New Zealand ¹ OECD (15) Luxembourg ¹ Iceland ¹ Italy ¹ Belgium ¹ Australia ¹ Greece ² Germany ² Estonia ¹ Korea ¹ Hungary ¹ Czech Republic ¹ Slovenia ² Chile ¹ Japan ² Mexico ¹ Slovak Republic ¹ Turkey ¹ 26,7 23,8 22,5 16,6 16,0 6,9 12, ,8 50,0 63,0 59,9 61,0 55,9 31,8 79,2 75,3 76,3 72,7 80,5 87,4 86,9 47,2 51,4 49,1 48,5 54,9 53,8 53,6 52,0 62,2 61,0 61,0 60,0 59,0 69,5 66,9 74,1 74,0 73,7 73,1 72,5 71,8 76,7 84,4 82,1 81, Women screened (%) 1. Programme. 2. Survey. Source: OECD Health Data 2011.

13 Taxas de internação por DPOC na população com 15 anos e mais, 2009 (ou ano mais próximo) Rates per population 100 Portugal France Switzerland Mexico Slovenia Italy Malta Sweden Spain Finland Czech Republic Netherlands Latvia Singapore Canada OECD Germany Slovak Republic United Kingdom Poland Korea Belgium Iceland United States Israel Norway Hungary Denmark Austria Australia New Zealand Ireland Female Male Rates per population Note: Rates are age-sex standardised to 2005 OECD population. 95% confidence intervals are represented by H. Source: OECD Health Data 2011.

14 Taxas de internação hospitalar por diabetes descompensada, população com 15 anos e mais, 2009 (ou ano mais próximo) 187, ,9 127,5 129, ,3 7,0 7,5 7,6 15,2 16,3 17,5 18,5 18,8 20,4 21,2 23,9 31,4 32,4 33,1 40,8 42,0 46,7 50,3 50,3 65,4 65,9 66,0 78, Spain Israel Australia New Zealand Canada Portugal Latvia Singapore Switzerland Iceland United States United Kingdom Czech Republic Ireland Italy Malta Slovenia Norway OECD Germany Denmark Poland Sweden Finland Mexico Korea Hungary Austria Female Male Rates per population Rates per population Note: Rates are age-sex standardised to 2005 OECD population. 95% confidence intervals are represented by H. Source: OECD Health Data 2011.

15 Punção ou laceração acidental, 2009 (ou ano mais próximo) Canada Belgium New Zealand Switzerland Australia Portugal 255 OECD Sweden United Kingdom Finland ¹ United States France Denmark Ireland Italy ¹ Spain Germany SDx-adj. standardised rates Israel Age/sex standardised rates Rates per hospital discharges 1.The average number of secondary diagnoses is < 1.5. Source: OECD Health Data 2011.

16 Embolia pulmonar ou trombose venosa profunda pós operatória 2009 (ou ano mais próximo) Australia United States France United Kingdom Sweden Ireland Finland ¹ New Zealand Portugal Norway OECD Canada Switzerland Italy ¹ Denmark Israel Germany Spain Belgium SDx-adj. standardised rates Age/sex standardised rates Rates per hospital discharges 1. The average number of secondary diagnoses is < 1.5. Source: OECD Health Data Note: Some of the variations across countries are due to different classification systems and recording practices.

17 Q18. Durante sua última consulta, o prestador de assistência à saúde ao qual você recorre para a maior parte do cuidado de que necessita a(o) envolveu tanto quanto você gostaria para tomar decisões sobre o cuidado ou o tratamento que você vai receber? Note: refer to the previous slide. Source: The 2010 Commonwealth Fund International Health Policy Survey and the 2010 Czech and Luxembourgish data collected through the OECD pilot questionnaire on Experiences with Ambulatory Care.

18 Infraestrutura de informações para medir a qualidade e a segurança Estatísticas de Mortalidade Registros Bancos de Dados Administrativos Prontuários Eletronicos Surveys codificação, data-linkage, utilização secundária de dados dos prontuários eletronicos

19 Estratégias nacionais de qualidade Acreditação/certificação (re) autorização (é isto mesmo?) Protocolos/padrões Auditorias Relatórios públicos de desempenho Programas de melhoria da qualidade e de segurança Prestação de Cuidados Integrada Compra/Financiamento de Serviços com base em Valor

20 O ciclo de vida dos hospitais Raízes no século XIX Século XX: era de ouro para o hospital como uma indústria moderna, com alta tecnologia, força de trabalho especializada focada na medicina clínica Século XXI: declínio e transformção dos hospitais

21 O ciclo de vida dos hospitais Menor necessidade de concentrar a tecnologia associada ao cuidado clínico num único local (equipamentos para diagnóstico e tratamento menores e mais portáteis) Menor necessidade de concentrar todas as funções assistenciais num único local (TIC) Mudança gradual no sentido de lidar com as fases agudas das enfermidades crônicas

22 O ciclo de vida dos hospitais Cuidado de emergência em unidades de saúde locais e ambulâncias Mudança do cuidado ao paciente em regime de internação para hospitais dia e tratamento ambulatorial Mudança voltada ao cuidado de longo prazo (hospitais de longa permanência, assistência domiciliar) Mudança da especialização visando tornar mais generalista a força de trabalho profissional

23 Estratégias de Qualidade em Hospitais Resultados do Projeto Marquis, financiado pela UE Assunto da edição especial da revista Quality and Safety in Health Care. February 2009, Vol.18 Supplement 1

24 Estratégias estudadas Hospital Level Q.I. Strategies Ward Level AIM Deliveries Appendicitis QI Strategies QI Strategies QI Strategies Outputs Outputs Outputs 1- Pressão externa (Acreditação) 2- Programas organizacionais de gestão da qualidade (TQM) 3- Auditoria, avaliação interna de padrões clínicos 4- Sistemas de segurança para pacientes 5- Protocolos para a prática assistencial 6- Indicadores de desempenho 7- Sistemas para obter opiniões dos pacientes

25 Participação no estudo Questionnaire Audit UK 14 5 Ireland 25 6 The Netherlands 10 0 Belgium 25 1 France Spain Poland Czech Rep Total hospitals

26 Análise da conexão entre as estratégias Análise de fator exploratório : Hospital Level Q.I. Strategies Ward Level AIM Deliveries Appendici tis QI Strategies QI Strategies QI Strategies Outputs Outputs Outputs Explicação da variação total Indicadores das estratégias Pesos - Indicadores ou medidas de desempenho Programas organizacionais de gestão da qualidade (TQM) Sistemas de segurança para.695 pacientes Protocolos para a prática assistencial Auditoria, avaliação interna de padrões clínicos Sistemas para obter opiniões dos pacientes Cronbach s alpha=0.724 Protocolo para a prática assistenci al 47% Opiniões dos pacientes N=389

27 Recomendações - Recomendamos que os hospitais trabalhem com diversos tipos de estratégias de qualidade, em vez de focar todos os esforços em uma delas, pois nossos achados foram que as estratégias de qualidade estudadas são parte de um único constructo. - Nós não encontramos evidências do efeito de propriedade ou da condição de ser ou não de ensino nas medidas de resultado. Não há porque diferenciar as estratégias de melhoria da qualidade a serem implantadas com base na classificação como hospital de ensino ou da sua propriedade. - Nós recomendamos apromoção da avaliação externa dos hospitais, e consideramos que o tipo de pressão externa deveria ser adequada aos objetivos e ao contexto da prestação de assistência à saúde - Apoiar mais pesquisas para desenvolver ainda mais e validar o índice de maturidade do sistema de gestão da qualidade do hospital e promover o seu uso por organizações de saúde.

28 Integrando informação, indicadores e melhoria no nível do sistema de saúde Fortalecimento da infraestrutura nacional de informações Avaliação do Desempenho do Sistema de Saúde com indicadores de qualidade que abranjam todo o sistema Comparações internacionais (OCDE) Ligação com as estratégias nacionais de qualidade

29 Criando valor no sistema de saúde Assumir a perspectiva de um sistema (promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação, viver comlimitações, fase de final da vida). Ligar a informação sobre a qualidade na prestação de assistência com dados de desempenho em outras áreas, como custos, eficiência, equidade e inovação. Ligar dados de desempenho a mudanças na educação dos profissionais, redesenho dos serviços de saúde e novos modelos de remuneração

30 Integrando informação, indicadores e melhoria em hospitais Fortalecendo a infraestrutura de informações do hospital Indicadores de desempenho da assistência hospitalar Intercâmbio de informações com hospitais comparáveis em outros países (UE) Integração entre as estratégias internas e externas (acreditação) de qualidade dos hospitais

31

DESPESA EM I&D E Nº DE INVESTIGADORES EM 2007 EM PORTUGAL

DESPESA EM I&D E Nº DE INVESTIGADORES EM 2007 EM PORTUGAL DESPESA EM I&D E Nº DE INVESTIGADORES EM 2007 EM PORTUGAL Súmula dos dados provisórios do Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional, IPCTN, 2007 I DESPESA 1. Despesa em I&D nacional total

Leia mais

Educação, Economia e Capital Humano em Portugal Notas sobre um Paradoxo

Educação, Economia e Capital Humano em Portugal Notas sobre um Paradoxo Portugal na União Europeia 1986-2010 Faculdade de Economia, Universidade do Porto - 21 Janeiro 2011 Educação, Economia e Capital Humano em Portugal Notas sobre um Paradoxo Pedro Teixeira (CEF.UP/UP e CIPES);

Leia mais

Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2006/2007. João Amador Seminário de Economia Europeia. Economia Portuguesa e Europeia. Exame de 1 a época

Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2006/2007. João Amador Seminário de Economia Europeia. Economia Portuguesa e Europeia. Exame de 1 a época Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2006/2007 FaculdadedeEconomia João Salgueiro João Amador Seminário de Economia Europeia Economia Portuguesa e Europeia Exame de 1 a época 5 de Janeiro de 2007 Atenção:

Leia mais

EDUCAÇÃO. Base para o desenvolvimento

EDUCAÇÃO. Base para o desenvolvimento EDUCAÇÃO Base para o desenvolvimento 1 Por que investir em educação? 2 Por que investir em educação? 1. Acesso à cidadania. 2. Aumento da renda pessoal (prêmio salarial): 10% por um ano a mais de escolaridade.

Leia mais

EDUCAÇÃO. Base do Desenvolvimento Sustentável

EDUCAÇÃO. Base do Desenvolvimento Sustentável EDUCAÇÃO Base do Desenvolvimento Sustentável 1 Por que investir em educação? 2 Por que investir em educação? 1. Acesso à cidadania. 2. Aumento da renda pessoal (prêmio salarial): 10% por um ano a mais

Leia mais

Terceiro Sector, Contratualização para ganhos em saúde

Terceiro Sector, Contratualização para ganhos em saúde Terceiro Sector, Contratualização para ganhos em saúde 1º Encontro Nacional - Desafios do presente e do futuro Alexandre Lourenço www.acss.min-saude.pt Sumário Organizações do Terceiro Sector Necessidade

Leia mais

Financiamento: Inovação e / ou Sustentabilidade em tempos de crise. Adalberto Campos Fernandes

Financiamento: Inovação e / ou Sustentabilidade em tempos de crise. Adalberto Campos Fernandes Financiamento: Inovação e / ou Sustentabilidade em tempos de crise Adalberto Campos Fernandes O Contexto FINANCIAMENTO: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE EM TEMPOS DE CRISE O CONTEXTO A ESPECIFICIDADE DO BEM

Leia mais

Desafios Institucionais do Brasil: A Qualidade da Educação

Desafios Institucionais do Brasil: A Qualidade da Educação Desafios Institucionais do Brasil: A Qualidade da Educação André Portela Souza EESP/FGV Rio de Janeiro 13 de maio de 2011 Estrutura da Apresentação 1. Porque Educação? Educação e Crescimento 2. Educação

Leia mais

A procura de novas soluções para os problemas do envelhecimento: As abordagens integradas.

A procura de novas soluções para os problemas do envelhecimento: As abordagens integradas. A procura de novas soluções para os problemas do envelhecimento: As abordagens integradas. Constança Paúl, 19 Abril 2012, IPO-Porto Health Cluster Portugal: Encontros com a inovação em saúde A procura

Leia mais

PRODUTIVIDADE DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE: BRASIL E SEUS CONCORRENTES

PRODUTIVIDADE DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE: BRASIL E SEUS CONCORRENTES PRODUTIVIDADE DO TRABALHO E COMPETITIVIDADE: BRASIL E SEUS CONCORRENTES Eduardo Augusto Guimarães Maio 2012 Competitividade Brasil 2010: Comparação com Países Selecionados. Uma chamada para a ação África

Leia mais

Sessão de Informação ERASMUS+ 1 9 d e m a r ç o d e 2 0 1 4 I n s t i t u t o P o l i t é c n i c o d e B e j a

Sessão de Informação ERASMUS+ 1 9 d e m a r ç o d e 2 0 1 4 I n s t i t u t o P o l i t é c n i c o d e B e j a Sessão de Informação ERASMUS+ 1 9 d e m a r ç o d e 2 0 1 4 I n s t i t u t o P o l i t é c n i c o d e B e j a Mobilidade de indivíduos para aprendizagem (KA1) Mobilidade de staff, em particular de pessoal

Leia mais

HCC - HEALTH CARE COMPLIANCE

HCC - HEALTH CARE COMPLIANCE HCC - HEALTH CARE COMPLIANCE Discutir a importância do cumprimento dos requisitos de conformidade e comportamento ético à luz de leis e regulamentações estrangeira em vigor. FEIRA HOSPITALAR Junho de 2008

Leia mais

Políticas para Inovação no Brasil

Políticas para Inovação no Brasil Políticas para Inovação no Brasil Naercio Menezes Filho Centro de Políticas Públicas do Insper Baixa Produtividade do trabalho no Brazil Relative Labor Productivity (GDP per Worker) - 2010 USA France UK

Leia mais

useful phone numbers Students Union Associação Académica da Universidade da Beira Interior

useful phone numbers Students Union Associação Académica da Universidade da Beira Interior useful phone numbers Students Union Associação Académica da Universidade da Beira Interior Headquarters: Rua Senhor da Paciência, 39 6200-158 Covilhã Portugal Telephone: +351 275 319 530 Fax: +351 275

Leia mais

Associação KNX Portugal

Associação KNX Portugal Associação KNX Portugal Organização KNX e rede de parceiros KNX Association International Page No. 3 Associações Nacionais: Membros Membros KNX Nacionais: Fabricantes: Empresas fabricantes ou representantes

Leia mais

ESPANHA Porta de acessoà Europa para as multinacionais brasileiras

ESPANHA Porta de acessoà Europa para as multinacionais brasileiras ESPANHA Porta de acessoà Europa para as multinacionais brasileiras Existem muitas empresas e investimentos espanhóis no Brasil. É a hora de ter investimentos brasileiros na Espanha Presidente Lula da Silva,

Leia mais

A Norma Brasileira e o Gerenciamento de Projetos

A Norma Brasileira e o Gerenciamento de Projetos A Norma Brasileira e o Gerenciamento de Projetos Realidade Operacional e Gerencial do Poder Judiciário de Mato Grosso Na estrutura organizacional, existe a COPLAN que apoia administrativamente e oferece

Leia mais

www.pwc.com/br Audiência no Senado Escolha e Contratação da Entidade Aferidora da Qualidade 22 de Março de 2012 Luiz Eduardo Viotti Sócio da PwC

www.pwc.com/br Audiência no Senado Escolha e Contratação da Entidade Aferidora da Qualidade 22 de Março de 2012 Luiz Eduardo Viotti Sócio da PwC www.pwc.com/br Audiência no Senado Escolha e Contratação da Entidade Aferidora da Qualidade 22 de Março de 2012 Luiz Eduardo Viotti Sócio da PwC Participamos do processo de escolha da Entidade Aferidora

Leia mais

Empreender em Portugal: Rumo a um Empreendedorismo Sustentado

Empreender em Portugal: Rumo a um Empreendedorismo Sustentado Empreender em Portugal: Rumo a um Empreendedorismo Sustentado Patrícia Jardim da Palma Professora Universitária no ISCSP Coordenadora do Hélios Directora do INTEC ppalma@iscsp.utl.pt Agenda O empreendedorismo

Leia mais

"SMS sem fronteiras": Comissão planeia pôr fim aos abusos nos preços das mensagens de texto enviadas do estrangeiro

SMS sem fronteiras: Comissão planeia pôr fim aos abusos nos preços das mensagens de texto enviadas do estrangeiro IP/08/1144 Bruxelas, 15 de Julho de 2008 "SMS sem fronteiras": Comissão planeia pôr fim aos abusos nos preços das mensagens de texto enviadas do estrangeiro Os 2500 milhões de mensagens de texto enviadas

Leia mais

Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006

Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006 Curso e Learning Sistema de Gestão de Segurança da Informação Interpretação da norma NBR ISO/IEC 2700:2006 Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste

Leia mais

2,7. Brasil sairá de 374 mil para 600 mil médicos até 2026. 11,5 mil novas vagas de graduação até 2017. 12,4 mil novas vagas de residência

2,7. Brasil sairá de 374 mil para 600 mil médicos até 2026. 11,5 mil novas vagas de graduação até 2017. 12,4 mil novas vagas de residência Brasil sairá de 374 mil para 600 mil médicos até 2026 Atingindo a meta de 2,7 médicos por mil habitantes 11,5 mil novas vagas de graduação até 2017 12,4 mil novas vagas de residência para formação de especialistas

Leia mais

Foad Shaikhzadeh Presidente Furukawa Industrial SA

Foad Shaikhzadeh Presidente Furukawa Industrial SA Para ajudar a proteger sua privacidade, o PowerPoint impediu o download automático desta imagem externa. Para baixar e exibir esta imagem, clique em Opções na Barra de Mensagens e clique em Habilitar conteúdo

Leia mais

Economia Social Pós. Ações governamentais com impacto sobre rendimento e emprego: Ações governamentais com impacto sobre rendimento e emprego:

Economia Social Pós. Ações governamentais com impacto sobre rendimento e emprego: Ações governamentais com impacto sobre rendimento e emprego: Economia Social Pós Parte III: Mercado de Trabalho Ênfase na parte de políticas Profa. Danielle Carusi Prof. Fábio Waltenberg Aula 5 (parte III) setembro de 2010 Economia UFF 1. Políticas macroeconômicas,

Leia mais

Eficiência Energética

Eficiência Energética Eficiência Energética Compromisso para o Crescimento Verde Sessão de discussão pública Porto, 2 de dezembro de 2014 Apresentado por: Gabriela Prata Dias 1 Conceito de Eficiência Energética (EE) 2 As medidas

Leia mais

ED 2068/09. 16 junho 2009 Original: inglês. Obstáculos ao consumo

ED 2068/09. 16 junho 2009 Original: inglês. Obstáculos ao consumo ED 2068/09 16 junho 2009 Original: inglês P Obstáculos ao consumo 1. Cumprimentando os Membros, o Diretor-Executivo recorda-lhes que, de acordo com o Artigo 33 do Convênio Internacional do Café de 2001

Leia mais

CARTA DO DIRETOR-EXECUTIVO

CARTA DO DIRETOR-EXECUTIVO International Coffee Organization Organización Internacional del Café Organização Internacional do Café Organisation Internationale du Café P CARTA DO DIRETOR-EXECUTIVO RELATÓRIO SOBRE O MERCADO CAFEEIRO

Leia mais

Q: Preciso contratar um numero de empregados para solicitar o visto E2? R: Não, o Visto E2 não requer um numero de empregados como o Visto Eb5.

Q: Preciso contratar um numero de empregados para solicitar o visto E2? R: Não, o Visto E2 não requer um numero de empregados como o Visto Eb5. RE: Visto E1 O E2 Visto E1 O E2 Q :Preciso contratar um advogado para solicitar o Visto E2? R: Sim, o visto E2 requer o conhecimento especializado da legislacao migratória e a experiência de um advogado

Leia mais

ERASMUS+ AÇÕES PRIORITÁRIAS E BOAS PRÁTICAS. E d u c a ç ã o e F o r m a ç ã o

ERASMUS+ AÇÕES PRIORITÁRIAS E BOAS PRÁTICAS. E d u c a ç ã o e F o r m a ç ã o ERASMUS+ E d u c a ç ã o e F o r m a ç ã o AÇÕES PRIORITÁRIAS E BOAS PRÁTICAS CIM ALTO MINHO COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO ALTO MINHO ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE PONTE DE LIMA 17 DE JULHO DE 2014 O projeto

Leia mais

Relatório Gráfico de Acessibilidade à Página www.ceivap.org.br Janeiro até Dezembro / 2007

Relatório Gráfico de Acessibilidade à Página www.ceivap.org.br Janeiro até Dezembro / 2007 Relatório Gráfico de Acessibilidade à Página www.ceivap.org.br Janeiro até Dezembro / 2007 1. Visitações Diárias ( Y ) Visitas ( X ) Dia do mês 1.1) Janeiro 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15

Leia mais

A importância e desafios da agricultura na economia regional. Assessoria Econômica

A importância e desafios da agricultura na economia regional. Assessoria Econômica A importância e desafios da agricultura na economia regional Assessoria Econômica A Agricultura é importante para o crescimento e desenvolvimento econômico ou é apenas fornecedora de alimentos? Taxa Média

Leia mais

Lisboa, 25 de Fevereiro de 2014. José António Vieira da Silva

Lisboa, 25 de Fevereiro de 2014. José António Vieira da Silva Lisboa, 25 de Fevereiro de 2014 José António Vieira da Silva 1. A proteção social como conceito amplo a ambição do modelo social europeu 2. O modelo de proteção social no Portugal pós 1974 3. Os desafios

Leia mais

Retribuição Mínima Mensal Garantida em Portugal

Retribuição Mínima Mensal Garantida em Portugal Retribuição Mínima Mensal Garantida em Portugal Memorando Complementar ao Relatório de Setembro de 2011 13 de Dezembro de 2012 Carla Sá João Cerejeira Miguel Portela NIPE Núcleo de Investigação em Políticas

Leia mais

Segurança Rodoviária: Lições resultantes do trabalho do International Transport Forum

Segurança Rodoviária: Lições resultantes do trabalho do International Transport Forum Segurança Rodoviária: Lições resultantes do trabalho do International Transport Forum José Viegas Secretário Geral International Transport Forum 19º Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito, Brasília,

Leia mais

Gestão Educacional. Ciclo de Debates

Gestão Educacional. Ciclo de Debates Gestão Educacional Ciclo de Debates 2012 Gestão Educacional Ciclo de Debates 2012 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Dialogos sobre a gestão

Leia mais

Pesquisa TIC Kids Online Brasil

Pesquisa TIC Kids Online Brasil Semana da Infraestrutura da Internet no Brasil Grupo de Trabalho de Engenharia e Operação de Redes GTER Grupo de Trabalho em Segurança de Redes GTS Pesquisa TIC Kids Online Brasil Parte I: Visão geral

Leia mais

Evolução Nacional da Sociedade da Informação e Comparações Internacionais

Evolução Nacional da Sociedade da Informação e Comparações Internacionais Evolução Nacional da Sociedade da Informação e Comparações Internacionais Forum para a Sociedade da Informação Aveiro, 10 Mar 2006 Luis Magalhães Presidente da UMIC Agência para a Sociedade do Conhecimento,

Leia mais

Maria João da Cruz Nogueira

Maria João da Cruz Nogueira Maria João da Cruz Nogueira Trabalho elaborado para a Oficina de Formação: A Educação Sexual em Meio Escolar: metodologias de abordagem/intervenção Formadoras: Cândida Ramoa, Isabel Leitão Matosinhos Fevereiro

Leia mais

Programa Mais Médicos

Programa Mais Médicos II ENCONTRO NACIONAL DE MUNICÍPIOS Programa Mais Médicos Brasília- 02/03/16 Lançado em julho de 2013 para atender demanda histórica da insuficiência de médicos no Brasil, em especial, no SUS e na Atenção

Leia mais

A GESTÃO DA PERFORMANCE NA NAV Portugal

A GESTÃO DA PERFORMANCE NA NAV Portugal A GESTÃO DA PERFORMANCE NA NAV Portugal APDH - CONVERSAS DE FIM DE TARDE O Desempenho Organizacional Hospitalar. Como Obter Ganhos de Eficiência nos Serviços de Saúde 22 de Junho de 2006 João Batista Controlo

Leia mais

Estrutura da Apresentação. i. Onde estamos e como aqui chegámos: Evoluções da PAC desde a adesão de Portugal

Estrutura da Apresentação. i. Onde estamos e como aqui chegámos: Evoluções da PAC desde a adesão de Portugal Reflexões e preocupações para o sector dos pequenos ruminantes na PAC-pós 213 -------------------------------------------------------------------- Reunião da SPOC Evolução Recente dos Sistemas de Produção

Leia mais

Sobre este inquérito. Sobre a sua organização

Sobre este inquérito. Sobre a sua organização Sobre este inquérito Por toda a União Europeia, diferentes organizações proporcionam acesso e formação sobre Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC), juntamente com outros serviços para grupos

Leia mais

ESPANHA Porta de acesso à Europa para as multinacionais brasileiras

ESPANHA Porta de acesso à Europa para as multinacionais brasileiras ESPANHA Porta de acesso à Europa para as multinacionais brasileiras ESPANHA: UM PAÍS QUE SAE DA CRISE 2,00% 1,50% Evolução do PIB espanhol 1,70% 1,00% 1% 0,50% 0,00% -0,50% -0,20% 0,10% 2010 2011 2012

Leia mais

EUROPEAN SOCIAL SURVEY 2006. Atitudes face à Prisão Preventiva e à Tortura como forma de evitar actos terroristas

EUROPEAN SOCIAL SURVEY 2006. Atitudes face à Prisão Preventiva e à Tortura como forma de evitar actos terroristas EUROPEAN SOCIAL SURVEY 2006 Atitudes face à Prisão Preventiva e à Tortura como forma de evitar actos terroristas Junho 2009 1 Amostra O European Social Survey 3 foi aplicado a amostras aleatórias e probabilísticas

Leia mais

A Governança da Internet no Brasil e os padrões para Web

A Governança da Internet no Brasil e os padrões para Web A Governança da Internet no Brasil e os padrões para Web ALGUNS EVENTOS E DADOS IMPORTANTES DA INTERNET NO BRASIL E NO MUNDO NO BRASIL Primeira conexão à redes (Bitnet) => Outubro 88 Domínio.br foi registrado

Leia mais

e-freight Apresentação Sindicomis IATA 13 de Junho de 2011

e-freight Apresentação Sindicomis IATA 13 de Junho de 2011 e-freight Apresentação Sindicomis IATA 13 de Junho de 2011 Agenda Sobre a IATA O que é e-freight Mensagens Padronizadas Requerimentos básicos para a Aduana Conhecimento Aéreo Eletrônico (e-awb) 2 IATA

Leia mais

Os Desafios da Economia Portuguesa no Contexto Europeu e Mundial. João César das Neves Universidade Católica Portuguesa 8 de Julho de 2015

Os Desafios da Economia Portuguesa no Contexto Europeu e Mundial. João César das Neves Universidade Católica Portuguesa 8 de Julho de 2015 Os Desafios da Economia Portuguesa no Contexto Europeu e Mundial João César das Neves Universidade Católica Portuguesa 8 de Julho de 215 Pode o capitalismo sobreviver? «A tese que tentarei estabelecer

Leia mais

Mudanças na Educação Médica do Brasil. Brasília, agosto de 2015

Mudanças na Educação Médica do Brasil. Brasília, agosto de 2015 Mudanças na Educação Médica do Brasil Brasília, agosto de 2015 Mais Médicos para o Brasil Eixos do Programa Ampliação e Melhoria da Infraestrutura Formação para o SUS Provimento Emergencial Ampliação da

Leia mais

O trabalho da Organização das Nações Unidas

O trabalho da Organização das Nações Unidas O trabalho da Organização das Nações Unidas Report A Inclusion Europe e os seus 49 membros de 36 países lutam contra a Inclusion Europe and its 47 members in these 34 countries are fighting exclusão social

Leia mais

Sessão de Informação ERASMUS+

Sessão de Informação ERASMUS+ Sessão de Informação ERASMUS+ 18 de março de 2014 - Universidade de Évora Instituto de Investigação e Formação Avançada PROGRAMA APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA PROGRAMAS INTERNACIONAIS PARA O ENSINO SUPERIOR

Leia mais

NOVOS DESAFIOS DO SISTEMA DE SAÚDE. Adalberto Campos Fernandes

NOVOS DESAFIOS DO SISTEMA DE SAÚDE. Adalberto Campos Fernandes NOVOS DESAFIOS DO SISTEMA DE SAÚDE Adalberto Campos Fernandes O Contexto NOVOS DESAFIOS DO SISTEMA DE SAÚDE O CONTEXTO OS OBJECTIVOS DAS POLÍTICAS DE SAÚDE O SISTEMA DE SAÚDE, OS MODELOS DE FINANCIAMENTO,

Leia mais

PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS

PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS 1 RELATÓRIO Nº CCT, DE 2015 AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS Presidente: SENADOR CRISTOVAM BUARQUE Vice-Presidente:

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE O DESEMPENHO ESCOLAR E OS SALÁRIOS NO BRASIL

A RELAÇÃO ENTRE O DESEMPENHO ESCOLAR E OS SALÁRIOS NO BRASIL A RELAÇÃO ENTRE O DESEMPENHO ESCOLAR E OS SALÁRIOS NO BRASIL Andréa Zaitune Curi Tendências Consultoria Naercio Aquino Menezes Filho IBMEC-SP, USP, IFB e Fundação Itaú Social Introdução Processo de educação

Leia mais

Smart City. Smart Governance. Smart Economy. Vila do Conde 25 e 26 de Novembro de 2013

Smart City. Smart Governance. Smart Economy. Vila do Conde 25 e 26 de Novembro de 2013 Smart City. Smart Governance. Smart Economy. Vila do Conde 25 e 26 de Novembro de 2013 Objectivo: sensibilizar para a importancia das smart cities. A razão pela qual cascais decidiu implementar este processo

Leia mais

A valorização do professor no Brasil no contexto das tendências globais

A valorização do professor no Brasil no contexto das tendências globais A valorização do professor no Brasil no contexto das tendências globais Teachers appreciation in Brazil in global trends context Aline Chalus Vernick Carissimi 1 Rose Meri Trojan 2 Resumo Este trabalho

Leia mais

Agenda Digital para a Europa ponto de situação 2013

Agenda Digital para a Europa ponto de situação 2013 Agenda Digital para a Europa ponto de situação 2013 DAE Going Local Portugal 12 de Novembro de 2013, Lisboa Mário Campolargo European Commission - DG CONNECT Director, NET Futures "The views expressed

Leia mais

CISCO ETHERNET PARA A FÁBRICA

CISCO ETHERNET PARA A FÁBRICA OVERVIEW CISCO ETHERNET PARA A FÁBRICA A solução Ethernet para a Fábrica (EttF) da Cisco é um componente da visão Rede Inteligente para Manufatura (INM) da Cisco. Ela elimina a distância entre o escritório

Leia mais

CREBi Media Kit. Site CREBI Conforme relatórios de visitas emtidos em dezembro de 2008, temos os seguintes dados médios:

CREBi Media Kit. Site CREBI Conforme relatórios de visitas emtidos em dezembro de 2008, temos os seguintes dados médios: CREBi Media Kit Atualmente, somos a mais representativa mídia eletrônica do setor de jóias e afins e também já superamos em muito as maiores médias de outras categorias de mídia. O CREBi oferece três canais

Leia mais

Inês Nolasco Senior Regulatory Affairs Manager European Competitive Telecommunications Association

Inês Nolasco Senior Regulatory Affairs Manager European Competitive Telecommunications Association Inês Nolasco Senior Regulatory Affairs Manager European Competitive Telecommunications Association Exposição ECTA: quem somos, o que fazemos, os nossos membros Modelo Europeu pro-competitivo de sucesso

Leia mais

PERSPECTIVAS ECONÓMICAS PARA OS EUA E A ZONA EURO. J. Silva Lopes

PERSPECTIVAS ECONÓMICAS PARA OS EUA E A ZONA EURO. J. Silva Lopes PERSPECTIVAS ECONÓMICAS PARA OS EUA E A ZONA EURO J. Silva Lopes IDEEF, 28 Setembro 2010 ESQUEMA DA APRESENTAÇÃO I As perspectivas económicas para os tempos mais próximos II Políticas de estímulo à recuperação

Leia mais

Fonte: http://www.mckinsey.com

Fonte: http://www.mckinsey.com 30000000 70000000 Fonte: http://www.mckinsey.com 700000 1400000 Fonte: http://www.mckinsey.com 22000 43000 Fonte: http://www.mckinsey.com Fonte: http://www.mckinsey.com Disponível em: http://www.gs1.org/healthcare/mckinsey

Leia mais

NT 223 2012 GESTÃO DA INFORMAÇÃO E REDUÇÃO DE ACIDENTES DE TRÂNSITO NO BRASIL

NT 223 2012 GESTÃO DA INFORMAÇÃO E REDUÇÃO DE ACIDENTES DE TRÂNSITO NO BRASIL NT 223 2012 GESTÃO DA INFORMAÇÃO E REDUÇÃO DE ACIDENTES DE TRÂNSITO NO BRASIL Denise Lima Lopes 1 INTRODUÇÃO Este trabalho identifica o histórico da coleta de dados de acidentes de trânsito no Brasil e

Leia mais

MVNO Operadoras Virtuais no Brasil. Conhecendo o usuário brasileiro. Valter Wolf 18 de Novembro de 2010

MVNO Operadoras Virtuais no Brasil. Conhecendo o usuário brasileiro. Valter Wolf 18 de Novembro de 2010 MVNO Operadoras Virtuais no Brasil Conhecendo o usuário brasileiro Valter Wolf 18 de Novembro de 2010 O estudo A&R contempla 17 países com mais de 20 mil entrevistas, agrupadas em 3 categorias: Mature,

Leia mais

Macroeconomia II (1E207)

Macroeconomia II (1E207) Macroeconomia II (1E207) Equipa docente 2010/11 20 Maio 2011 Conceitos e factos Funções económicas do Estado - estabilização macroeconómica O financiamento da despesa pública e a dinâmica da dívida Financiamento

Leia mais

Cirurgia Robótica. Enfermeiro Rodrigo Pinheiro Clinical Sales Manager

Cirurgia Robótica. Enfermeiro Rodrigo Pinheiro Clinical Sales Manager Cirurgia Robótica Enfermeiro Rodrigo Pinheiro Clinical Sales Manager Décadas de mudanças na formação cirúrgica 1950 1960 1970 1980 1990 2000 Anfiteatros Cirúrgicos Cirurgia Experimental Indústria de pesquisa

Leia mais

Revitalização da Indústria Fonográfica no Brasil

Revitalização da Indústria Fonográfica no Brasil Revitalização da Indústria Fonográfica no Brasil Impacto Positivo de uma Redução de Tributos para Empresas e Consumidores Rio de Janeiro, 27 de maio de 2009 Em 2008, o mercado brasileiro de CDs e DVDs

Leia mais

CIP ECO-INOVAÇÃO - Candidaturas Projectos de Replicação de Mercado Panorama Global

CIP ECO-INOVAÇÃO - Candidaturas Projectos de Replicação de Mercado Panorama Global CIP ECO-INOVAÇÃO - Candidaturas Projectos de Replicação de Mercado Panorama Global Eco-Inovação, EACI, Comissão Europeia Beatriz Yordi, Chefe de Unidade Replicação de Mercado, Eco-Inovação e Energia Inteligente

Leia mais

FAQ Obrigatoriedade do GTIN

FAQ Obrigatoriedade do GTIN FAQ Obrigatoriedade do GTIN 1. O que é o GTIN? GTIN, acrônimo para Global Trade Item Number é um identificador para itens comerciais desenvolvido e controlado pela GS1, antiga EAN/UCC. GTINs, anteriormente

Leia mais

www.dalecarnegie.com. Programa de Treinamentos De Alta Performance

www.dalecarnegie.com. Programa de Treinamentos De Alta Performance www.dalecarnegie.com. Programa de Treinamentos De Alta Performance Copyright 2007 Dale Carnegie & Associates, Inc. 290 Motor Parkway Hauppauge, New York 11788 All rights reserved. Tabela de Conteúdos 1.

Leia mais

Tecnologia Conectividade

Tecnologia Conectividade Funcionalidade de Alimentos como Ferramenta de Marketing Mª Engª Alexia Hoppe I Mostra de Ciência e Tecnologia TecnoDohms Porto Alegre, Maio 2012 Tecnologia Conectividade Geração Y: valores e atitudes

Leia mais

Public Debt Dívida Pública. dossiers. Economic Outlook Conjuntura Económica. Conjuntura Económica. Estado e Governo. Public Debt / Dívida Pública

Public Debt Dívida Pública. dossiers. Economic Outlook Conjuntura Económica. Conjuntura Económica. Estado e Governo. Public Debt / Dívida Pública dossiers Economic Outlook Conjuntura Public Debt Dívida Pública Last Update Última Actualização:08/12/2015 Portugal Economy Probe (PE Probe) Prepared by PE Probe Preparado por PE Probe Copyright 2015 Portugal

Leia mais

Soluções Completas de Suspensão

Soluções Completas de Suspensão Soluções Completas Aplicações em Veículos Com mais 20 anos experiencia na indústria automóvel, a Drive-Rite tornou-se lír em fornecimento soluções suspensão pneumática. O centro produção da Drive-Rite

Leia mais

OECD Science, Technology and Industry: Outlook 2004. Ciência, Tecnologia e Indústria na OCDE: Edição 2004. Summary in Portuguese. Sumário em Português

OECD Science, Technology and Industry: Outlook 2004. Ciência, Tecnologia e Indústria na OCDE: Edição 2004. Summary in Portuguese. Sumário em Português OECD Science, Technology and Industry: Outlook 2004 Summary in Portuguese Ciência, Tecnologia e Indústria na OCDE: Edição 2004 Sumário em Português DESTAQUE Ganhando terreno em ciência, tecnologia e inovação

Leia mais

Mais de 250 milhões de europeus utilizam regularmente a Internet, diz relatório de progresso da Comissão relativo às TIC

Mais de 250 milhões de europeus utilizam regularmente a Internet, diz relatório de progresso da Comissão relativo às TIC IP/08/605 Bruxelas, 18 de Abril de 2008 Mais de 250 milhões de europeus utilizam regularmente a Internet, diz relatório de progresso da Comissão relativo às TIC Mais de metade dos europeus são neste momento

Leia mais

Fresas Interpoladoras de Rosca em Metal Duro

Fresas Interpoladoras de Rosca em Metal Duro Fresas Interpoladoras de Rosca em Metal Duro Introdução O programa de fresas de metal duro para interpolar rosca da Dormer é abrangente e as ferramentas são de alta performance oferecendo ao usuário uma

Leia mais

RESULTADOS DO NUTRIDIA AO LONGO DO TEMPO

RESULTADOS DO NUTRIDIA AO LONGO DO TEMPO RESULTADOS DO NUTRIDIA AO LONGO DO TEMPO Desnutrição Hospitalar Prof a Dr a M. Cristina Gonzalez Nutrition Day Europeu -greater unity between its members states -facilitating economic and social progress

Leia mais

Políticas de Inovação no Brasil. Naercio Menezes Filho, Bruno Komatsu, Andrea Lucchesi e Marcela Ferrario

Políticas de Inovação no Brasil. Naercio Menezes Filho, Bruno Komatsu, Andrea Lucchesi e Marcela Ferrario Políticas de Inovação no Brasil Naercio Menezes Filho, Bruno Komatsu, Andrea Lucchesi e Marcela Ferrario Policy Paper Nº 11 Agosto, 2014 Políticas de Inovação no Brasil Naercio Menezes Filho, Bruno Komatsu,

Leia mais

Serviços Postais. Postal Services

Serviços Postais. Postal Services 002 Serviços Postais Postal Services 019 Serviços Postais Postal Services Prestadores de Serviços Postais Postal services Providers * Serviços não enquadrados na categoria de Correio Expresso Services

Leia mais

Seminário integrado no Ciclo Sextas da Reforma

Seminário integrado no Ciclo Sextas da Reforma Seminário integrado no Ciclo Sextas da Reforma Objectivos dos Sistemas Públicos de Pensões Future pension systems can continue to provide adequate pensions only if they are financially sustainable; conversely,

Leia mais

Tendências Econômicas e seu Impacto na Área Educacional

Tendências Econômicas e seu Impacto na Área Educacional Tendências Econômicas e seu Impacto na Área Educacional Antonio Delfim Netto 25/03/2009 São Paulo, SP I. A Economia de Mercado A. O que ela produziu 1. Melhoria nas condições de vida 2. Tecnologia e crescimento

Leia mais

A Relação entre o Desempenho Escolar e os Salários no Brasil. Andréa Zaitune Curi Naércio Aquino Menezes Filho

A Relação entre o Desempenho Escolar e os Salários no Brasil. Andréa Zaitune Curi Naércio Aquino Menezes Filho A Relação entre o Desempenho Escolar e os Salários no Brasil Andréa Zaitune Curi Naércio Aquino Menezes Filho A Relação entre o Desempenho Escolar e os Salários no Brasil Andréa Zaitune Curi * Naércio

Leia mais

Reunião Informal Investigação em Doenças Degenerativas

Reunião Informal Investigação em Doenças Degenerativas Reunião Informal Investigação em Doenças Degenerativas Programa Conjunto Ambient Assisted Living - AAL Art. 185º TFUE Margarida Ribeiro Departamento da Sociedade da Informação FCT (NCP e ProxiGA) EXCELÊNCIA

Leia mais

Estudo de Caso da Folha de Pagamento dos Servidores do Estado do Rio Grande do Sul

Estudo de Caso da Folha de Pagamento dos Servidores do Estado do Rio Grande do Sul Estudo de Caso da Folha de Pagamento dos Servidores do Estado do Rio Grande do Sul 1 - Introdução Fernando de Holanda Barbosa Filho Samuel de Abreu Pessôa A literatura econômica estabelece um consenso

Leia mais

SciELO e o aperfeiçoamento da qualidade dos periódicos científicos brasileiros

SciELO e o aperfeiçoamento da qualidade dos periódicos científicos brasileiros SciELO e o aperfeiçoamento da qualidade dos periódicos científicos brasileiros Fabiana Montanari Lapido Projeto SciELO FAPESP, CNPq, BIREME, FapUNIFESP Informação Conhecimento científico pesquisa científica

Leia mais

Serviços de Transmissão de Dados (STD) Serviço de Acesso à Internet (ISP) Data Transmission Services / Internet Access Service

Serviços de Transmissão de Dados (STD) Serviço de Acesso à Internet (ISP) Data Transmission Services / Internet Access Service 009 Serviços de Transmissão de Dados (STD) Serviço de Acesso à Internet (ISP) Data Transmission Services / Internet Access Service 087 Serviços de Transmissão de Dados (STD) / Serviço de acesso à Internet

Leia mais

PROJETO SERIALIZAÇÃO. Projeto Serialização DHL

PROJETO SERIALIZAÇÃO. Projeto Serialização DHL PROJETO SERIALIZAÇÃO Projeto Serialização DHL 1 Serialização SETRM 2015 DEUTSCHE POST DHL DHL Supply Chain é parte do Grupo Deutsche Post com presença global e extensivo portifólio em serviços Logísticos

Leia mais

III.4.1 - Indicadores do comércio internacional por NUTS II, 2004. III.4.1 - Indicators of international trading by NUTS II, 2004

III.4.1 - Indicadores do comércio internacional por NUTS II, 2004. III.4.1 - Indicators of international trading by NUTS II, 2004 III.4.1 - Indicadores do comércio internacional por NUTS II, 2004 III.4.1 - Indicators of international trading by NUTS II, 2004 Unidade: % Unit:% Taxa de cobertura das pelas para os 4 principais mercados

Leia mais

Amartya Sen e os desafios da educação. Wanda Engel Superintendente Executiva do Instituto Unibanco

Amartya Sen e os desafios da educação. Wanda Engel Superintendente Executiva do Instituto Unibanco Amartya Sen e os desafios da educação Wanda Engel Superintendente Executiva do Instituto Unibanco 1 O desenvolvimento pode ser visto como um processo de expansão das liberdades reais que as pessoas desfrutam.

Leia mais

O Papel da Educação no Desenvolvimento Econômico e Social

O Papel da Educação no Desenvolvimento Econômico e Social O Papel da Educação no Desenvolvimento Econômico e Social Naércio Aquino Menezes Filho Instituto Futuro Brasil, Ibmec São Paulo e USP 1ª Jornada da Educação - TCE - 04/12/2008 Roteiro 1) Introdução O papel

Leia mais

2º Seminário Nacional sobre o Complexo Industrial da Saúde Doença Arterioesclerótica : Endopróteses Arteriais e Catéteres

2º Seminário Nacional sobre o Complexo Industrial da Saúde Doença Arterioesclerótica : Endopróteses Arteriais e Catéteres 2º Seminário Nacional sobre o Complexo Industrial da Saúde Doença Arterioesclerótica : Endopróteses Arteriais e Catéteres Antonio Jorge Kropf - Amil ADMIRÁVEL MUNDO NOVO SISTEMA DE SAÚDE NO BRASIL SISTEMAS

Leia mais

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 AUDITORIA NA SAÚDE Na saúde, historicamente, as práticas, as estruturas e os instrumentos de controle, avaliação e auditoria das ações estiveram,

Leia mais

1. AS RAÍZES DE HOJE: O ATRASO EDUCATIVO PORTUGUÊS NO CONTEXTO OCIDENTAL

1. AS RAÍZES DE HOJE: O ATRASO EDUCATIVO PORTUGUÊS NO CONTEXTO OCIDENTAL Opções educativas sectoriais de alguns países integrados no PISA 1. AS RAÍZES DE HOJE: O ATRASO EDUCATIVO PORTUGUÊS NO CONTEXTO OCIDENTAL António Candeias 1.1. Dados sobre o lugar de Portugal nos processos

Leia mais

A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA EM NÚMEROS

A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA EM NÚMEROS A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA EM NÚMEROS THE PHARMACEUTICAL INDUSTRY IN FIGURES 2012 1ª EDIÇÃO 2012 1 ST EDITION 2012 2 de 93 I 1 2 3 4 5 PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS MAIN ECONOMIC INDICATORS Dados gerais

Leia mais

Colóquio QUANTO CUSTA ESTUDAR NO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS?

Colóquio QUANTO CUSTA ESTUDAR NO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS? Colóquio QUANTO CUSTA ESTUDAR NO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS? 1 CESTES O Custo dos Estudantes no Ensino Superior Português UIDEF Unidade de I&D em Educação e Formação do Instituto de Educação da U. Lisboa

Leia mais

Com base nesse diagnóstico, a consultoria analisou uma série de determinantes para evidenciar as possibilidades de sucesso no torneio:

Com base nesse diagnóstico, a consultoria analisou uma série de determinantes para evidenciar as possibilidades de sucesso no torneio: Press release Data: 11 de Junho de 2014 Contato: Marta Telles Tel: (11) 3526-4508 marta.telles@imagemcorporativa.com.br Marcia Avruch Tel: (11) 3674-3762 marcia.avruch@br.pwc.com Brasil tem vantagem na

Leia mais

Indicadores da Internet no Brasil

Indicadores da Internet no Brasil Indicadores da Internet no Brasil Estatísticas sobre o uso das TIC para o monitoramento da Sociedade da Informação Alexandre F. Barbosa, PhD Porto Alegre, 8 de novembro de 2012 CGI.br Comitê Gestor da

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS E A EDUCAÇÃO BÁSICA: PROPOSTAS PARA SUPERAR A CRISE

O ENSINO DE CIÊNCIAS E A EDUCAÇÃO BÁSICA: PROPOSTAS PARA SUPERAR A CRISE O ENSINO DE CIÊNCIAS E A EDUCAÇÃO BÁSICA: PROPOSTAS PARA SUPERAR A CRISE 2007 Grupo de Estudo Ernst Wolfgang Hamburger Fernando Galembeck Joao Lucas Marques Barbosa Keti Tenenblat (Coordenadora) Luiz Davidovich

Leia mais

ICC 109 8. 14 setembro 2012 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 109 a sessão 24 28 setembro 2012 Londres, Reino Unido

ICC 109 8. 14 setembro 2012 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 109 a sessão 24 28 setembro 2012 Londres, Reino Unido ICC 109 8 14 setembro 2012 Original: inglês P Conselho Internacional do Café 109 a sessão 24 28 setembro 2012 Londres, Reino Unido Tendências do consumo de café em países importadores selecionados Antecedentes

Leia mais

Maximizando os Incentivos à Inovação

Maximizando os Incentivos à Inovação TAX CIESP Maximizando os Incentivos à Inovação R&D Tax Incentives Proposta para prestação de serviços profissionais Agosto de 2014 Agenda Ambiente de Inovação e Incentivos Incentivos Fiscais à Inovação

Leia mais

Os desafios legais da globalização estratégica

Os desafios legais da globalização estratégica Os desafios legais da globalização estratégica 08/10/2015 Pamela Helena Borges Global Mobility Services Agenda 1) Residência Fiscal sob ótica da IN SRF208/2002 e acordos internacionais 2) Obrigações fiscais

Leia mais