Full Music Escola de Música 27 - Professor Marcio Amaral 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Full Music Escola de Música 27 - Professor Marcio Amaral 1"

Transcrição

1 Full Music Escol de Músic 27 - Professor Mrcio Amrl 1

2 IMPORTANTE Este mteril não represent totlidde d propost de curso oferecido pel escol. Dispomos de um progrm de curso e de um repertório didático elbordo de cordo com o perfil de cd luno (idde, conhecimento musicl, preferênci musicl). Tmbém, é indispensável orientção de um professor pr utilizção corret do mesmo e evitr erros e costumes incorretos de postur e execução. Pr usufruir plenmente desse mteril e seguir pr os demis níveis entre em contto e gende um ul demonstrtiv grtuit presencil ou online. Full Music Escol de Músic fullmusic.com.br online.fullmusic.com.br Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 2

3 HISTÓRICO O violão sempre foi visto, erronemente, pens como instrumento populr e não erudito. Originário d viuel, instrumento usdo pelos menestréis e trovdores (cntores do povo), desde o período medievl é ssocido imgem populr. Populr é um gênero musicl existente no repertório de qulquer instrumento. Crcteriz-se por compreender músics de complexidde técnic e elborção hrmônic de pouc complexidde. Logo, cessível tods s pessos com interesse e um pdrão norml de musiclidde. É importnte estrmos cientes de que o curso de violão denomindo populr busc dr o luno conhecimento básico de músic e domínio do instrumento. Não vis o desenvolvimento de técnics purds ou repertório de elevd complexidde técnic ou hrmônic. Contudo, experiênci musicl que o curso proporcionrá despertrá, de form nturl, o gosto e o interesse por um conhecimento mis profundo do instrumento. Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 3

4 NOMENCLATURA DO VIOLÃO Plet Pestn Trste Trrch Escl Brço Tábu de Ressonânci ou Tmpão Lterl Quilh ou Cálice Leque Hrmônico Fundo ou Prte Posterior Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 4

5 Trrchs: loclizds n extremidde do brço (mão) tem função de esticr ou frouxr s cords (finção). Brço: Prte sobre qul fix-se escl e tem num extremidde s trrchs e outr fixd no corpo ou cix de ressonânci. Escl: prte frontl do brço. Trstes: loclizm-se n escl e são responsáveis pel divisão em semitons d mesm. Cix de Ressonânci: responsável pel mplificção do som produzido pels cords. É constituíd do tmpão (frente), tls (lterl), fundo e estrutur intern (leque hrmônico e trvesss). Cvlete: loclizdo sobre cix de ressonânci, fix um ds extremiddes ds cords. Rstilho: Peç de osso ou plástico posiciond no cvlete sobre qul se poim s cords. Pestn: peç loclizd no início do brço sobre qul se poim s cords. Junto com o rstilho determin o tmnho exto d cord. Mosico: ornmentção crcterístic d bertur d cix de ressonânci. Cords: responsáveis pel produção do som. São seis. São contds de bixo pr cim n seguinte finção: 1 mi, 2 si, 3 sol, 4 ré, 5 lá, 6 mi. POSTURA PARA TOCAR VIOLÃO N primeir postur pode-se cruzr pern direit ou usr o poio pr o pé que prece n figur 2. Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 5

6 NOTAS MUSICAIS O nome ds nots musicis tem origem n músic corl medievl. Foi Guido D Arezzo, um monge itlino, que criou esse sistem de nomer s nots musicis. Observndo s iniciis de cd um dos versos dispostos n versão em ltim, o monge criou grnde miori ds nots musicis. Inicilmente, s nots musicis ficrm convencionds como ut, ré, mi, fá, sol, lá e si. O si foi obtido d junção ds inicis de Sncte Iohnnes, o homengedo d cnção que inspirou Guido de Arezzo.. UT quent lxis REsonre fibris MIr gestorum FAmuli tuorum, SOLve polluti LAbii retum, Sncte Iohnnes Trdução: Pr que teus servos / Possm, ds entrnhs / Fluts ressor / Teus feitos dmiráveis / Absolve o pecdo / Desses lábios impuros / Ó São João. Mis trde ut foi substituído por do, sugestão feit por Giovnni Bttist Doni, um músico itlino que chv sílb incômod pr o solfejo. AFINAÇÃO Afin-se 5 ª cord solt por um dipsão (prelho que emite o som d not lá) ou qulquer outro instrumento já findo. Em seguid, de cordo com seqüênci bixo, pression-se e toc-se: A 5 ª cord n 5 ª cs pr finr 4 ª cord solt. A 4 ª cord n 5 ª cs pr finr 3 ª cord solt. A 3 ª cord n 4 ª cs pr finr 2 ª cord solt. A 2 ª cord n 5 ª cs pr finr 1 ª cord solt. A 6 ª cord n 5 ª cs pr ser find pel 5 ª cord solt. Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 6

7 DIAPASÃO Aprto usdo pr finr instrumentos musicis. A form mis conhecid é um objeto metálico precido com letr Y que, o ser percutido (btido) emite o som d not Lá (A) n frequênci de 440 Hz. Existem tmbém dipsões de sopro com o formto de pito. Podem ser de um som ou mis dependendo do modelo e do número de cords do instrumento pr o qul foi dquirido. Esse sistem exige um treino mior por prte do músico, pois é um form totlmente uditiv de finr o violão.. AFINADOR ELETRÔNICO Hoje dispomos de diversos modelos de findores eletrônicos. Os mis comuns são os de clip, pois o contrário dos nteriores que cptvm o som do instrumento por um microfone ou cbo, estes, um vez presos o instrumento não sofrem interferênci dos sons internos. O uso é simples, porém é visul. Ou sej, mesmo sem um ouvido educdo pr músic é possível finr o instrumento verificndo no visor do prelho se CIFRA indicd corresponde à finção d cord. Se estiver correto devemos esticr cord pr ficr mis gudo ou frouxr pr ficr mis grve. Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 7

8 CAPOTRASTE Cpotrste é um prendedor usdo em instrumentos de cords como violão e guitrr, tundo como um pestn móvel, usdo pr encurtr s cords e tornr s nots mis guds. Qundo queremos que um determindo corde fique mis gudo no violão, vnçmos lgums trstes e fzemos o mesmo corde em outr posição, gerlmente usndo pestn. Qundo usmos o Cpotrste podemos deixr de tocr cordes com pestn nos registros mis ltos e ter cesso o cordes d primeir posição em qulquer lugr do brço do seu instrumento. Existem diversos modelos. Exemplo: METRÔNOMO O metrônomo é um relógio que mede o tempo (ndmento) musicl. Produzindo pulsos de durção regulr, ele pode ser utilizdo pr fins de estudo ou interpretção musicl. Ometrônomo mecânico consiste num pêndulo oscilnte cujs oscilções, regulds pel distânci de um peso n hste do pêndulo, podem ser mis lents ou mis rápids, sendo que cd oscilção corresponde um tempo do compsso. Há tmbém metrônomos eletrônicos, em que cd tempo do compsso é indicdo pelo piscr de um LED e por um som eletrônico. Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 8

9 DEDILHADO Esse sistem é muito eficiente, pois evit confusão entre nomencltur dos dedos ds mãos, tribuindo números e letrs pr representá-los. Mão Direit (letrs) Mão Esquerd (números) Polegr...p Indicdor..i Médio...m Anulr... Indicdor..1 Médio...2 Anulr...3 Mínimo...4 CONCEITOS MUSICAIS Músic: rte de combinr os sons de form grdável o ouvido. Ritmo: Movimento dos sons de cordo com durções miores ou menores. Melodi: sucessão de nots num sentido musicl. Hrmoni: execução simultâne de vários sons bsed em regrs pré estbelecids. Escl: conjunto de nots musicis ordends em um estrutur de tons e semitons (Ditônic) ou semitons (Cromátic). Grus: nome ddo cd not d escl e representdo por lgrismos romnos. Nots: É cd um dos sons musicis existentes já clssificdos. São sete: DÓ RÉ MI FÁ SOL LÁ SI Intervlo: distânci entre dois sons. Semitom: menor distânci entre dois sons. Tom: distânci equivlente dois semitons. Semitom nturl: são compostos pels nots mi-fá e si-dó. Sinis de lterção: símbolos que lterm ltur ds nots. São eles: Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 9

10 (#) Sustenido: torn not mis gud em um semitom (um cs à frente). ( ) Bemol: torn not mis grve em um semitom (um cs trás). ( ) Bequdro: nul o efeito ds lterções nteriores. Acordes: execução simultâne de váris nots. Cifrs: letrs miúsculs que representm os cordes. LÁ SI DÓ RE MI FÁ SOL A B C D E F G Bixo: é not mis grve do corde. Compsso: é orgnizção d músic de cordo com o número de pulsções (tempos). Os compssos podem ser binários (2 tempos), ternários (3 tempos) e quternários (4 tempos). LOCALIZAÇÃO DAS NOTAS NO BRAÇO DO VIOLÃO Como podemos perceber nos desenhos bixo é importnte sber que entre o E (Mi) e o F (F) não tem sustenido. Assim, prtindo do nome de cd cord solt vmos crescentndo o sustenido n ordem scendente ou o bemol se contrmos n ordem descendente. É importnte o conhecimento ds nots ns cords, pois será bstnte utilizdo n execução dos cordes com dedilhdos. Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 10

11 SOLO POR NÚMEROS O sistem de escrit ds nots sem prtitur é muito usdo n músic populr. Um deles é o sistem por números, onde os números d ordem ds dezens indic cord e o segundo d unidde cs ser pressiond. O zero 0 indic cord solt. Exemplo.: Prbéns pr Você TABLATURA Consiste no uso de linhs pr representr s cords do instrumento. O número de linhs mud de cordo com o número de cords do instrumento usdo (violão-6, cvco-4, viol cipir-10, etc). A linh debixo represent cord grve (6ª cord) e de cim cord gud (1ª cord). Exemplo: PARABÉNS PRA VOCÊ FINA GROSSA FINA GROSSA Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 11

12 EXERCÍCIOS BÁSICOS MÃO DIREITA Ex. 1: Com os dedos I M A poidos ns 3 primeirs cords, formndo um C n mão direit, utilizr o polegr pr tocr seguinte sequênci: 1 FINA GROSSA P P P P Ex. 2: Com o polegr (P) poido n 6ª cord (gross) e mntendo postur de C n mão direit, executr s primeirs cords do violão, lentmente, utilizndo lterndmente os dedos i (indicdor) e m (médio). 1 FINA GROSSA 6 I M I M Ex. 3: Com os dedos i-m- poidos ns 3 primeirs, conforme o exercício 1, e mntendo postur de C n mão direit, executr os dedilhdos bixo. GRUPO I GRUPO II I P I M - A P - I P A M - I P - - P I M A M I P I M I A I M - I MÃO ESQUERDA M A I P - M- - A Os exercícios bixo devem ser executdos com os dedos indicdor e médio lterndmente ou com plhetd lternd. OBS.: Mnter o polegr poido n 6ª cord no início do estudo. GRUPO I GRUPO II GRUPO III GRUPO IV M A I M A I M A I M A Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 12

13 MELODIAS POR TABLATURA Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 13

14 Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 14

15 ACORDES Cifr Dedos d Mão Esquerd Cord que não deve ser tocd X Fm7 3 Not do bixo tocd com o Polegr Css Cords dedilhds com os dedos i - m - Os cordes (posições) são indicdos por números (Mão Esquerd) colocdos sobre o desenho de prte do brço do violão e representdos pels cifrs. Ests podem vir complementds por números que indicm os intervlos musicis e são lidos como 2ª, 3ª, 5ª, 13ª, etc. Ou outrs indicções como M (Mior), m (menor), dim ou o (diminuto) e um (umentdo). ACORDES MAIORES, MENORES E DOMINANTES C Dó Mior D Ré Mior E Mi mior F Fá Mior G Sol Mior A Lá Mior B Si Mior X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X C7 Dó sete D7 Ré sete E7 Mi sete F7 Fá Sete G7 Sol Sete A7 Lá sete B7 Si sete X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Cm Dó menor Dm Ré menor Em Mi menor Fm Fá menor Gm Sol menor Am Lá menor Bm Si menor 3. Cs Cs Cs 2 34 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 15

16 EXERCÍCIO DE ACORDES Abixo lgums combinções de cordes de fácil execução. Importnte observr que, em lguns csos, podemos mnter lguns dedos n mesm cord e cs pr mbs s posições. Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 16

17 COMPASSO CONCEITO Pulso Musicl ou Pulsção: é centução nturl que todos nós sentimos o ouvir um músic. Ou sej, mrcção nturl do pulso d músic trvés de movimentos como estlr os dedos, blnçr o corpo ou bter os pés ou plms. Compsso Musicl: é orgnizção do pulso nturl d músic em grupos de 2, 3 ou 4 pulsos. O que crcteriz cd compsso é centução forte de cd pulso que musiclmente é chmdo de Tempo Musicl, originndo os compssos binários, ternários e quternários. Compsso binário: grupmento dos tempos de 2 em 2, sendo que o primeiro tempo recebe um centução mis forte. Compsso ternário: grupmento dos tempos de 3 em 3, sendo que o primeiro tempo recebe um centução mis forte Compsso quternário: grupmento dos tempos de 4 em 4, sendo que o primeiro tempo recebe um centução mis forte Pr cd tipo de compsso temos diferentes estilos musicis. Exemplo: Binário Mrch, xote, country, boss, regge, etc Ternário Vls, Gurâni, etc Quternário Cnção, Tod, Rock, etc Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 17

18 RITMO DE REGGAE Considerções O ritmo de regge é crcterizdo pelo contrtempo. Ou sej, comprndo com o ritmo de mrch, substituimos btid com o polegr pelo bfmento ds cords. Devemos bfr s cords com o polegr direito direciondo pr bixo e tocr em seguid com os dedos i-m- juntos. Nos exemplos bixo vmos indicr o bfmento com o X sobre set. Desenho de Deus (Armndinho) Ritmo:Regge E A7M Qundo Deus te desenhou Ele tv nmorndo E A7M Qundo Deus te desenhou Ele tv nmorndo E A7M N beir do mr N beir do mr do mor E A7M N beir do mr N beir do mr do mor Full Music Escol de Músic - Professor Mrcio Amrl 18

Full Music Escola de Música - Professor Marcio Amaral

Full Music Escola de Música - Professor Marcio Amaral Full Music scol de Músic - Professor Mrcio mrl 1 IMPORTNT ste mteril não represent totlidde d propost de curso oferecido pel escol. ispomos de um progrm de curso e de um repertório didático elbordo de

Leia mais

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Apostila de Iniciação ao Violão e Guitarra Miigueell do Prrado Urrttado São Carlos SP, 23 de fevereiro de 2006. Contatos: miguelurtado@yahoo.com.br miguelurtado@polvo.ufscar.br Proibido reprodução do material

Leia mais

Simbolicamente, para. e 1. a tem-se

Simbolicamente, para. e 1. a tem-se . Logritmos Inicilmente vmos trtr dos ritmos, um ferrment crid pr uilir no desenvolvimento de cálculos e que o longo do tempo mostrou-se um modelo dequdo pr vários fenômenos ns ciêncis em gerl. Os ritmos

Leia mais

Relações em triângulos retângulos semelhantes

Relações em triângulos retângulos semelhantes Observe figur o ldo. Um escd com seis degrus está poid em num muro de m de ltur. distânci entre dois degrus vizinhos é 40 cm. Logo o comprimento d escd é 80 m. distânci d bse d escd () à bse do muro ()

Leia mais

Algoritmos de Busca de Palavras em Texto

Algoritmos de Busca de Palavras em Texto Revisdo 08Nov12 A busc de pdrões dentro de um conjunto de informções tem um grnde plicção em computção. São muits s vrições deste problem, desde procurr determinds plvrs ou sentençs em um texto té procurr

Leia mais

Página 1 de 18. CANTO PRA VIVER WWW.CANTOPRAVIVER.COM 2568-6544 cantopraviver@cantopraviver.com

Página 1 de 18. CANTO PRA VIVER WWW.CANTOPRAVIVER.COM 2568-6544 cantopraviver@cantopraviver.com Página 1 de 18 Página 2 de 18 APOSTILA PERCEPÇÃO HARMÔNICA BÁSICO A OFICINA DE PERCEPÇÃO HARMÔNICA SERÁ TRABALHADA EM DOIS NÍVEIS (MÓDULOS): MÓDULO A ==> Serão passadas noções de teoria musical, intervalos,

Leia mais

1º semestre de Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 1 Profa Olga (1º sem de 2015) Função Exponencial

1º semestre de Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 1 Profa Olga (1º sem de 2015) Função Exponencial º semestre de Engenhri Civil/Mecânic Cálculo Prof Olg (º sem de 05) Função Eponencil Definição: É tod função f: R R d form =, com R >0 e. Eemplos: = ; = ( ) ; = 3 ; = e Gráfico: ) Construir o gráfico d

Leia mais

Apostila de Ensino Violão (Módulo I)

Apostila de Ensino Violão (Módulo I) Apostila de Ensino Violão (Módulo I) APRESENTAÇÃO Esta apostila reúne uma compilação de estudos embasados nas devidas referências bibliográficas, notações complementares e exercícios práticos criados;

Leia mais

São possíveis ladrilhamentos com um único molde na forma de qualquer quadrilátero, de alguns tipos de pentágonos irregulares, etc.

São possíveis ladrilhamentos com um único molde na forma de qualquer quadrilátero, de alguns tipos de pentágonos irregulares, etc. LADRILHAMENTOS Elvi Mureb Sllum Mtemtec-IME-USP A rte do ldrilhmento consiste no preenchimento do plno, por moldes, sem superposição ou burcos. El existe desde que o homem começou usr pedrs pr cobrir o

Leia mais

Título: Partitura Total

Título: Partitura Total Título: Partitura Total 1. Apresentação: O método dmusichouse é reconhecido como o pioneiro do mundo e atualmente como o melhor da América Latina. Nosso trabalho é facilmente demonstrado através de diversos

Leia mais

NOTAÇÃO MUSICAL TRADICIONAL: Como se escrever música?

NOTAÇÃO MUSICAL TRADICIONAL: Como se escrever música? NOTAÇÃO MUSICAL TRADICIONAL: Como se escrever música? A música é uma linguagem sonora como a fala. Assim como representamos a fala por meio de símbolos do alfabeto, podemos representar graficamente a música

Leia mais

FÓRMULA VIOLÃO EXPRESS

FÓRMULA VIOLÃO EXPRESS Direitos Autorais Todos os Direitos reservados a Fábio de Amorim Teodoro. Este e-book só pode ser distribuído juntamente com o Curso Gratuito Fórmula Violão Express. Parartestes Alongamento dodo ViolãoViolão

Leia mais

IGREJA CRISTÃ MARANATA. Apostila De Teclado. Comissão de ensino Vale do Aço

IGREJA CRISTÃ MARANATA. Apostila De Teclado. Comissão de ensino Vale do Aço IGREJA CRISTÃ MARANATA Apostila De Teclado Comissão de ensino Vale do Aço Introdução O Teclado é um dos instrumentos mais utilizados hoje em dia, por sua grande flexibilidade e diversificação. Com um simples

Leia mais

Projecções Cotadas. Luís Miguel Cotrim Mateus, Assistente (2006)

Projecções Cotadas. Luís Miguel Cotrim Mateus, Assistente (2006) 1 Projecções Cotds Luís Miguel Cotrim Mteus, Assistente (2006) 2 Nestes pontmentos não se fz o desenvolvimento exustivo de tods s mtéris, focndo-se pens lguns items. Pelo indicdo, estes pontmentos não

Leia mais

NOTAÇÃO MUSICAL: Como se escreve música?

NOTAÇÃO MUSICAL: Como se escreve música? NOTAÇÃO MUSICAL: Como se escreve música? A música é uma linguagem sonora como a fala. Assim como representamos a fala por meio de símbolos do alfabeto, podemos representar graficamente a música por meio

Leia mais

FORMAÇÃO E ESTRUTURAS DOS ACORDES; ESCALAS:

FORMAÇÃO E ESTRUTURAS DOS ACORDES; ESCALAS: FORMAÇÃO E ESTRUTURAS DOS ACORDES; ESCALAS: CROMÁTICA, DIATÔNICA, NATURAL, GREGAS, MELÓDICAS, HARMÔNICAS, DIMINUTAS, PENTATÔNICAS. SINAIS COMUNS E SÍMBOLOS MUSICAIS NOÇÕES DE IMPROVISAÇÃO: RITÍMICA, BASE

Leia mais

1 Fórmulas de Newton-Cotes

1 Fórmulas de Newton-Cotes As nots de ul que se seguem são um compilção dos textos relciondos n bibliogrfi e não têm intenção de substitui o livro-texto, nem qulquer outr bibliogrfi. Integrção Numéric Exemplos de problems: ) Como

Leia mais

ÍNDICE... 1 APRESENTAÇÃO... 3 CONHECENDO O SEU INSTRUMENTO...

ÍNDICE... 1 APRESENTAÇÃO... 3 CONHECENDO O SEU INSTRUMENTO... Índice ÍNDICE... 1 APRESENTAÇÃO... 3 CONHECENDO O SEU INSTRUMENTO... 4 O TECLADO... 4 TIPOS DE TECLADOS... 4 Sintetizadores... 4 Teclados com acompanhamento automático... 4 Workstations... 4 Pianos digitais...

Leia mais

Tríades. Teoria Musical. Formação acordes I. Tríades. Assista a aula completa em: http://youtu.be/zw7v4tma8j4

Tríades. Teoria Musical. Formação acordes I. Tríades. Assista a aula completa em: http://youtu.be/zw7v4tma8j4 Teoria Musical Formação acordes I Tríades Assista a aula completa em: http://youtu.be/zw7v4tma8j4 1 Fórmula para Tríades Maiores: Fundamental 3ª Maior 5ª Justa C Dó Mi Sol Terça maior Fórmula para Tríades

Leia mais

Apostila Básica de Violão

Apostila Básica de Violão Apostila Básica de Violão Resumos para aulas MARANATA O Senhor Jesus Vem! Sumário Introdução... 2 Estrutura musical... 3 Cifras... 4 Acordes e Escalas... 4 Conhecendo o violão... 5 Enfim a prática!...

Leia mais

Acordes para Teclado e Piano by Ernandes

Acordes para Teclado e Piano by Ernandes Acordes para Teclado e Piano by Ernandes As notas abaixo formam a escala de C, com sua representação na pauta do piano: Os acordes cifrados são formados por três ou mais notas tocadas ao mesmo tempo ou

Leia mais

APRENDA MÚSICA Vol I 1. As notas musicais no endecagrama

APRENDA MÚSICA Vol I 1. As notas musicais no endecagrama APRENDA MÚSICA Vol I 1. As notas musicais no endecagrama Devido à grande extensão do teclado e conseqüentemente um grande número de notas, localizadas em diferentes oitavas, precisamos de dois pentagramas.

Leia mais

Rolamentos com uma fileira de esferas de contato oblíquo

Rolamentos com uma fileira de esferas de contato oblíquo Rolmentos com um fileir de esfers de contto oblíquo Rolmentos com um fileir de esfers de contto oblíquo 232 Definições e ptidões 232 Séries 233 Vrintes 233 Tolerâncis e jogos 234 Elementos de cálculo 236

Leia mais

Violão Clássico. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos!

Violão Clássico. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Violão Clássico Prof. Juarez Barcellos Licença Creative Commons Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Em 2002, comecei a dar aulas particulares nas Em 2002, comecei a dar aulas

Leia mais

!!!!!! Este programa foi desenvolvido pelo Departamento dos ministérios da Criança a partir das propostas de textos das palestras para os adultos.!

!!!!!! Este programa foi desenvolvido pelo Departamento dos ministérios da Criança a partir das propostas de textos das palestras para os adultos.! Este progrm foi desenvolvido pelo Deprtmento dos ministérios d Crinç prtir ds proposts de textos ds plestrs pr os dultos. Nots importntes pr o Monitor: Sempre que ler um texto bíblico, fç-o com Bíbli bert.

Leia mais

Português. Manual de Instruções. Função USB. Transferindo padrões de bordado para a máquina Atualização fácil da sua máquina

Português. Manual de Instruções. Função USB. Transferindo padrões de bordado para a máquina Atualização fácil da sua máquina Mnul de Instruções Função USB Trnsferindo pdrões de borddo pr máquin Atulizção fácil d su máquin Português Introdução Este mnul fornece descrições sobre trnsferênci de pdrões de borddo de um mídi USB

Leia mais

Professores Edu Vicente e Marcos José Colégio Pedro II Departamento de Matemática Potências e Radicais

Professores Edu Vicente e Marcos José Colégio Pedro II Departamento de Matemática Potências e Radicais POTÊNCIAS A potênci de epoente n ( n nturl mior que ) do número, representd por n, é o produto de n ftores iguis. n =...... ( n ftores) é chmdo de bse n é chmdo de epoente Eemplos =... = 8 =... = PROPRIEDADES

Leia mais

A Notação Musical no Ocidente: uma História

A Notação Musical no Ocidente: uma História A Notação Musical no Ocidente: uma História O sistema de notação musical moderno teve suas origens nos NEUMAS (do latim: sinal), pequenos símbolos que representavam as notas musicais em peças vocais do

Leia mais

Dó Dó# - Ré Ré# - Mi Fá Fá# - Sol Sol# - Lá Lá# - Si Dó

Dó Dó# - Ré Ré# - Mi Fá Fá# - Sol Sol# - Lá Lá# - Si Dó Introdução às Escalas Musicais Por certo todos já ouviram falar de escalas musicais. A mais conhecida de todas é a escala de Dó maior, onde abrange as notas: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si. Além dessas notas,

Leia mais

APONTAMENTOS DE ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA

APONTAMENTOS DE ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA APONTAMENTOS DE ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA (II Determinntes) ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL Determinntes Índice 2 Determinntes 2

Leia mais

Liberdade de expressão na mídia: seus prós e contras

Liberdade de expressão na mídia: seus prós e contras Universidde Estdul de Cmpins Fernnd Resende Serrdourd RA: 093739 Disciplin: CS101- Métodos e Técnics de Pesquis Professor: Armndo Vlente Propost de Projeto de Pesquis Liberdde de expressão n mídi: seus

Leia mais

TRIGONOMETRIA. A trigonometria é uma parte importante da Matemática. Começaremos lembrando as relações trigonométricas num triângulo retângulo.

TRIGONOMETRIA. A trigonometria é uma parte importante da Matemática. Começaremos lembrando as relações trigonométricas num triângulo retângulo. TRIGONOMETRIA A trigonometri é um prte importnte d Mtemátic. Começremos lembrndo s relções trigonométrics num triângulo retângulo. Num triângulo ABC, retângulo em A, indicremos por Bˆ e por Ĉ s medids

Leia mais

Manual de Operações Atualização do KIT I

Manual de Operações Atualização do KIT I Mnul de Operções Atulizção do KIT I ÍNDICE ANTES DE INICIAR... 2 NOVOS RECURSOS...2 EXIBIÇÃO DO TECIDO DURANTE O ALINHAMENTO DA POSIÇÃO DO BORDADO... 3 ALTERAÇÃO DO TAMANHO DO DESENHO, MANTENDO A DENSIDADE

Leia mais

CAPOTRASTE ou BRAÇADEIRA VOCÊ SABE COMO USAR?

CAPOTRASTE ou BRAÇADEIRA VOCÊ SABE COMO USAR? CAPOTRASTE ou BRAÇADEIRA VOCÊ SABE COMO USAR? MARCAS - FABRICANTES As Fotos mostram alguns modelos mais usados de Capotraste. Teoricamente o capotraste ou braçadeira, uma vez adaptado ao braço do violão,

Leia mais

apostila de VIOLÃO Para melhor aproveitamento deste material acesse: www.allansales.com.br autor: ALLAN SALES

apostila de VIOLÃO Para melhor aproveitamento deste material acesse: www.allansales.com.br autor: ALLAN SALES apostila de VIOLÃO Para melhor aproveitamento deste material acesse: autor: LLN SLS 1º NÍVL UL 1 1) presentação do violão a) Corpo b) Braço c) Trastes d) Casas e) Boca f) Cordas g) Tarrachas h) Cavalete

Leia mais

b 2 = 1: (resp. R2 e ab) 8.1B Calcule a área da região delimitada pelo eixo x, pelas retas x = B; B > 0; e pelo grá co da função y = x 2 exp

b 2 = 1: (resp. R2 e ab) 8.1B Calcule a área da região delimitada pelo eixo x, pelas retas x = B; B > 0; e pelo grá co da função y = x 2 exp 8.1 Áres Plns Suponh que cert região D do plno xy sej delimitd pelo eixo x, pels rets x = e x = b e pelo grá co de um função contínu e não negtiv y = f (x) ; x b, como mostr gur 8.1. A áre d região D é

Leia mais

Violão Popular. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos!

Violão Popular. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Violão Popular Prof. Juarez Barcellos Licença Creative Commons Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Em 2002, comecei a dar aulas particulares nas Em 2002, comecei a dar aulas particulares

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Mnul de Operção e Instlção Clh Prshll MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS Cód: 073AA-025-122M Rev. B Novembro / 2008 S/A. Ru João Serrno, 250 Birro do Limão São Pulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999

Leia mais

A ordem do nome das notas

A ordem do nome das notas Teoria Musical1 Cap.1 Altura dos sons João Carlos Almeida 1 1. ALTURA O SOM tem quatro características principais: Altura sons graves, médios e agudos; Duração sons curtos e longos; Intensidade sons muito

Leia mais

Como Tocar Cavaquinho

Como Tocar Cavaquinho Como Tocar Cavaquinho Conteúdo Introdução... 4 O Objetivo... 4 Música... 5 O Cavaquinho... 5 Início... 6 Conhecendo As Cifras... 6 (Tríade)... 7 Escalas... 7 Mão Esquerda... 11 Mão Direita... 12 Conhecendo

Leia mais

Programação Linear Introdução

Programação Linear Introdução Progrmção Liner Introdução Prof. Msc. Fernndo M. A. Nogueir EPD - Deprtmento de Engenhri de Produção FE - Fculdde de Engenhri UFJF - Universidde Federl de Juiz de For Progrmção Liner - Modelgem Progrmção

Leia mais

FACULDADE ANCHIETA DE ENSINO SUPERIOR DO PARANÁ FAESP BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO INFOMASTER MUSIC

FACULDADE ANCHIETA DE ENSINO SUPERIOR DO PARANÁ FAESP BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO INFOMASTER MUSIC FACULDADE ANCHIETA DE ENSINO SUPERIOR DO PARANÁ FAESP BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO INFOMASTER MUSIC Curitiba, 2005 FACULDADE ANCHIETA DE ENSINO SUPERIOR DO PARANÁ FAESP BACHARELADO EM SISTEMAS

Leia mais

POLINÔMIOS. Definição: Um polinômio de grau n é uma função que pode ser escrita na forma. n em que cada a i é um número complexo (ou

POLINÔMIOS. Definição: Um polinômio de grau n é uma função que pode ser escrita na forma. n em que cada a i é um número complexo (ou POLINÔMIOS Definição: Um polinômio de gru n é um função que pode ser escrit n form P() n n i 0... n i em que cd i é um número compleo (ou i 0 rel) tl que n é um número nturl e n 0. Os números i são denomindos

Leia mais

Matemática Aplicada. A Mostre que a combinação dos movimentos N e S, em qualquer ordem, é nula, isto é,

Matemática Aplicada. A Mostre que a combinação dos movimentos N e S, em qualquer ordem, é nula, isto é, Mtemátic Aplicd Considere, no espço crtesino idimensionl, os movimentos unitários N, S, L e O definidos seguir, onde (, ) R é um ponto qulquer: N(, ) (, ) S(, ) (, ) L(, ) (, ) O(, ) (, ) Considere ind

Leia mais

Noções Básicas de Teoria Musical. por Alessandro Penezzi

Noções Básicas de Teoria Musical. por Alessandro Penezzi Noções Básicas de Teoria Musical por Alessandro Penezzi São Paulo, 1999 1) INTRODUÇÃO...4 a) Som é tudo o que ouvimos....4 b) Música é a arte de combinar sons....4 c) Notas Musicais...4 d) Grau Conjunto...5

Leia mais

Área de Conhecimento ARTES. Período de Execução. Matrícula. Telefone. (84) 8112-2985 / ramal: 6210

Área de Conhecimento ARTES. Período de Execução. Matrícula. Telefone. (84) 8112-2985 / ramal: 6210 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROGRAMA DE APOIO INSTITUCIONAL À EXTENSÃO PROJETOS DE EXTENSÃO EDITAL 01/014-PROEX/IFRN Os cmpos sombredos

Leia mais

Fundamentação Metodológica

Fundamentação Metodológica E M.Montessori Fundmentção Metodológic Mnuis Didáticos Progrms em Níveis Listgens de Ambientes Preprdos Progrms Anuis - Bimestris As crinçs, em contto com um mbiente dequdo desenvolvem s potenciliddes

Leia mais

Internação WEB BR Distribuidora v20130701.docx. Manual de Internação

Internação WEB BR Distribuidora v20130701.docx. Manual de Internação Mnul de Internção ÍNDICE CARO CREDENCIADO, LEIA COM ATENÇÃO.... 3 FATURAMENTO... 3 PROBLEMAS DE CADASTRO... 3 PENDÊNCIA DO ATENDIMENTO... 3 ACESSANDO O MEDLINK WEB... 4 ADMINISTRAÇÃO DE USUÁRIOS... 5 CRIANDO

Leia mais

Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 9

Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 9 Técnic ds Construções Edmundo Rodrigues 9 2.4. Elborção dos projetos construtivos Os projetos que devem ser elbordos de modo definir todos os procedimentos construtivos clssificm-se como: projeto de rquitetur;

Leia mais

FUNCIONAL ENTORNO ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERANDO OS ATRIBUTOS DO LUGAR - MASSAS TOPOGRAFIA #8. fonte imagem: Google Earth

FUNCIONAL ENTORNO ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERANDO OS ATRIBUTOS DO LUGAR - MASSAS TOPOGRAFIA #8. fonte imagem: Google Earth FUNCIONL ENTORNO IDENTIFICR RELÇÃO DO EDIFÍCIO COM OS ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERNDO OS TRIBUTOS DO LUGR - MSSS EDIFICDS, RELÇÕES DE PROXIMIDDE, DIÁLOGO, INTEGRÇÃO OU UTONOMI O ENTORNO D CSH #9 É COMPOSTO

Leia mais

Uma roda gigante tem 10m de raio e possui 12 assentos, igualmente espaçados, e gira no sentido horário.

Uma roda gigante tem 10m de raio e possui 12 assentos, igualmente espaçados, e gira no sentido horário. Questão PROVA FINAL DE MATEMÁTICA - TURMAS DO O ANO DO ENSINO MÉDIO COLÉGIO ANCHIETA-BA - OUTUBRO DE. ELABORAÇÃO: PROFESSORES OCTAMAR MARQUES E ADRIANO CARIBÉ. PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA Um rod

Leia mais

Início em Arranjos Musicais

Início em Arranjos Musicais Marcelo Morales Torcato Início em Arranjos Musicais 1ª. Edição Pauliceia Marcelo Morales Torcato 2009 PRIMEIRA AULA. As notas musicais são sete: dó; ré; mi; fá; sol; lá; si. Também podem ser representadas

Leia mais

Transporte de solvente através de membranas: estado estacionário

Transporte de solvente através de membranas: estado estacionário Trnsporte de solvente trvés de membrns: estdo estcionário Estudos experimentis mostrm que o fluxo de solvente (águ) em respost pressão hidráulic, em um meio homogêneo e poroso, é nálogo o fluxo difusivo

Leia mais

ESCOLA BÁSICA 2º CICLO GASPAR FRUTUOSO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO MUSICAL

ESCOLA BÁSICA 2º CICLO GASPAR FRUTUOSO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO MUSICAL ESCOLA BÁSICA 2º CICLO GASPAR FRUTUOSO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO MUSICAL 2011/2012 5º ANO Timbre: a qualidade do som que permite identificar a sua fonte. Figuras rítmicas: sinais musicais que indicam a duração

Leia mais

A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELHADOS COM DIFERENTES TIPOS DE TELHAS

A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELHADOS COM DIFERENTES TIPOS DE TELHAS A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELADOS COM DIFERENTES TIOS DE TELAS Angéli Cervi, Rosne Bins, Til Deckert e edro A.. Borges 4. Resumo A modelgem mtemátic é um método de investigção que utiliz

Leia mais

Índice. Curso Prático de Guitarra

Índice. Curso Prático de Guitarra Índice Introdução... 01 Notas no seu Instrumento... 02 Escala Cromática Diatônica... 04 Relatividade entre Acordes... 05 Harmonia... 06 Formação de Dissonâncias... 07 Conhecendo melhor os Intervalos...

Leia mais

BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS

BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS A BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS Últim tulizção Mio/2011 VERSÃO MAIO/2011 ACABAMENTOS NATURAL: O cbmento pdrão d chp possui bi reflectânci e pode presentr vrições de brilho. BRILHANTE: Esse tipo de cbmento

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE CURSO: ADMINISTRAÇÃO/CIÊNCIAS CONTÁBEI /LOGISTICA ASSUNTO: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE FUNÇÕES

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE CURSO: ADMINISTRAÇÃO/CIÊNCIAS CONTÁBEI /LOGISTICA ASSUNTO: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE FUNÇÕES FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE CURSO: ADMINISTRAÇÃO/CIÊNCIAS CONTÁBEI /LOGISTICA ASSUNTO: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE FUNÇÕES PROFESSOR: MARCOS AGUIAR MAT. BÁSICA I. FUNÇÕES. DEFINIÇÃO Ddos

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Comissão Permanente de Concurso Público CONCURSO PÚBLICO 23 / MAIO / 2010

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Comissão Permanente de Concurso Público CONCURSO PÚBLICO 23 / MAIO / 2010 Ministério d Educção Universidde Tecnológic Federl do Prná Comissão Permnente de Concurso Público PR CONCURSO PÚBLICO 23 / MAIO / 2010 ÁREA / SUBÁREA: ELETROTÉCNICA GABARITO PROJETOS ELÉTRICOS INSTRUÇÕES

Leia mais

Convocatòri a 2015. Pàg. 2 / 4. c) por ruas muito ruidosas. (0, 5punts)

Convocatòri a 2015. Pàg. 2 / 4. c) por ruas muito ruidosas. (0, 5punts) Convoctòri Aferru un etiquet identifictiv v999999999 de codi de brres Portuguès (més grns de 25 nys) Model 1 Not 1ª Not 2ª Aferru l cpçler d exmen un cop cbt l exercici TEXTO Um clássico lisboet O elétrico

Leia mais

1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C.

1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C. As grndezs A, B e C são tis que A é diretmente proporcionl B e inversmente proporcionl C. Qundo B = 00 e C = 4 tem-se A = 5. Qul será o vlor de A qundo tivermos B = 0 e C = 5? B AC Temos, pelo enuncido,

Leia mais

TEMA CENTRAL: A interface do cuidado de enfermagem com as políticas de atenção ao idoso.

TEMA CENTRAL: A interface do cuidado de enfermagem com as políticas de atenção ao idoso. TERMO DE ADESÃO A POLITICA DE INSCRIÇÃO NOS EVENTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM 9ª. JORNADA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM GERIÁTRICA E GERONTOLÓGICA TEMA CENTRAL: A interfce do cuiddo de enfermgem

Leia mais

Escalas I. Escalas - I. Escala Pentatônica Menor e Escala Penta-blues. Assista a aula completa em: http://www.youtube.com/watch?

Escalas I. Escalas - I. Escala Pentatônica Menor e Escala Penta-blues. Assista a aula completa em: http://www.youtube.com/watch? Escalas - I Escala Pentatônica Menor e Escala Penta-blues Assista a aula completa em: http://www.youtube.com/watch?v=ek0phekndbu Sumário Introdução Escalas Musicais...0 Escala Pentatônica Menor Histórico

Leia mais

Guia de operação para 3079

Guia de operação para 3079 MA1204-PA Gui de operção pr 3079 Sobre este mnul As operções dos botões são indicds usndo s letrs mostrds n ilustrção. Cd seção deste mnul oferece s informções que você precis sber pr relizr s operções

Leia mais

Acoplamento. Tipos de acoplamento. Acoplamento por dados. Acoplamento por imagem. Exemplo. É o grau de dependência entre dois módulos.

Acoplamento. Tipos de acoplamento. Acoplamento por dados. Acoplamento por imagem. Exemplo. É o grau de dependência entre dois módulos. Acoplmento É o gru de dependênci entre dois módulos. Objetivo: minimizr o coplmento grndes sistems devem ser segmentdos em módulos simples A qulidde do projeto será vlid pelo gru de modulrizção do sistem.

Leia mais

Citologia das alterações leucocitárias

Citologia das alterações leucocitárias Citologi ds lterções leucocitáris Principis lterções leucocitáris recionis o Infecções bcterins e processos inflmtórios gudos: frequentemente há leucocitose com desvio à esquerd gerlmente esclondo nesss

Leia mais

24 Acorde Maior X Acorde Menor - Conteúdo

24 Acorde Maior X Acorde Menor - Conteúdo Introdução Formação de Escalas e de Acordes Encadeamentos e Harmonia Acordes Maiores e Menores Tons Homônimos Encadeamento V7 i em Fá Menor (Fm) Cadência de Picardia próxima 2 Introdução Nas Unidades de

Leia mais

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama.

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama. Crtilh Explictiv Segurnç pr quem você m. Bem-vindo, novo prticipnte! É com stisfção que recebemos su desão o Fmíli Previdênci, plno desenhdo pr oferecer um complementção de posentdori num modelo moderno

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande FURG. Instituto de Matemática, Estatística e Física IMEF Edital 15 - CAPES SISTEMAS LINEARES

Universidade Federal do Rio Grande FURG. Instituto de Matemática, Estatística e Física IMEF Edital 15 - CAPES SISTEMAS LINEARES Universidde Federl do Rio Grnde FURG Instituto de Mtemátic, Esttístic e Físic IMEF Editl 5 - CAPES SISTEMAS LINEARES Prof. Antônio Murício Medeiros Alves Profª Denise Mri Vrell Mrtinez Mtemátic Básic r

Leia mais

Agora imagine pegar essas ondas com seus amigos

Agora imagine pegar essas ondas com seus amigos s v i d l M Com GABRIEL PASTORI Com certez você já sonhou com esse lugr... Agor imgine pegr esss onds com seus migos em um bot trip e um profissionl pr dr dics de surf... de do i Fer 9 1 9 0 UTubro O A

Leia mais

Leonardo Belga Improvisação LIVRO 3 Iniciando na Improvisação No Violão, Guitarra, Baixo Elétrico E Outros Instrumentos

Leonardo Belga Improvisação LIVRO 3 Iniciando na Improvisação No Violão, Guitarra, Baixo Elétrico E Outros Instrumentos Leonardo Belga mprovisação LVR niciando na mprovisação No Violão, Guitarra, Baixo Elétrico E utros nstrumentos Arpejo (Tríades e Tétrades), Escala Pentatônica Menor, Pentatônica Menor com Blue note Para

Leia mais

TECLADO. Curso Intensivo Nível Básico. Método: Victor Sousa

TECLADO. Curso Intensivo Nível Básico. Método: Victor Sousa 1 TELADO urso Intensivo Nível Básico Método: Victor Sousa 2 Aula 1 BREVE ONEITO DE MÚSIA: Música é a arte e ciência da combinação dos sons; qualquer conjunto de sons. A música contém três elementos essenciais:

Leia mais

APOSTILAS DAS ESPECIALIDADES DO CLUBE TERRAS

APOSTILAS DAS ESPECIALIDADES DO CLUBE TERRAS APOSTILAS DAS ESPECIALIDADES DO CLUBE TERRAS I - INTRODUÇÃO Para começar precisamos entender dois conceitos principais. 1. SOM: Onda que vibra no ar, numa freqüência em que o ouvido capta essa vibração

Leia mais

A RELAÇÃO MATEMÁTICA E MÚSICA. Resumo: Este trabalho procura estudar a relação entre a matemática e a música.

A RELAÇÃO MATEMÁTICA E MÚSICA. Resumo: Este trabalho procura estudar a relação entre a matemática e a música. A RELAÇÃO MATEMÁTICA E MÚSICA Adriano Luís Simonato (Faculdades Integradas FAFIBE) Maria Palmira Minholi Dias (Faculdade de Ciências e Tecnologia de Birigüi/SP) Resumo: Este trabalho procura estudar a

Leia mais

Operadores momento e energia e o Princípio da Incerteza

Operadores momento e energia e o Princípio da Incerteza Operdores momento e energi e o Princípio d Incertez A U L A 5 Mets d ul Definir os operdores quânticos do momento liner e d energi e enuncir o Princípio d Incertez de Heisenberg. objetivos clculr grndezs

Leia mais

Obrigado por escolher Besafe izi Kid i-size. Informação vital. Preparação para instalação SIP+

Obrigado por escolher Besafe izi Kid i-size. Informação vital. Preparação para instalação SIP+ 1 6 d c e Mnul de utilizção f h g i j k l m 7 8 10 2 3 9 c e d no sentido inverso o d mrch Altur 61-105 cm 4 5 11 12 Peso máximo 18 kg Idde 6m-4 UN regultion no. R129 i-size 8 9 Origdo por escolher Besfe

Leia mais

Função de onda e Equação de Schrödinger

Função de onda e Equação de Schrödinger Função de ond e Equção de Schrödinger A U L A 4 Met d ul Introduzir função de ond e Equção de Schrödinger. objetivos interpretr fisicmente função de ond; obter informção sobre um sistem microscópico, prtir

Leia mais

GUITARRA 1. da afinação ao improviso, escalas maiores, menores, pentatônicas e de blues, formação de acordes e bicordes. CD com solos e acompanhamento

GUITARRA 1. da afinação ao improviso, escalas maiores, menores, pentatônicas e de blues, formação de acordes e bicordes. CD com solos e acompanhamento GUITARRA 1 da afinação ao improviso, escalas maiores, menores, pentatônicas e de blues, formação de acordes e bicordes CD com solos e acompanhamento Apoios: Saulo van der Ley Guitarrista e violonista Composição

Leia mais

MANUAL DE USO DA MARCA DA FORÇA AÉREA BRASILEIRA

MANUAL DE USO DA MARCA DA FORÇA AÉREA BRASILEIRA MANUAL DE USO DA MARCA DA MARÇO/2011 1 Identidde Visul Sobre o Mnul d Mrc Este mnul vis pdronizr e estbelecer regrs de uso pr mrc d Forç Aére Brsileir. Mrc é um símbolo que funcion como elemento identificdor

Leia mais

Acordes, sua estrutura e cifragem

Acordes, sua estrutura e cifragem Por Turi Collura Acordes, sua estrutura e cifragem O acorde é composto por um grupo de notas que soam simultaneamente. É uma unidade sonora, formada de, no mínimo 3 sons (certamente, podemos ter harmonias

Leia mais

TECLADO PARA INICIANTES

TECLADO PARA INICIANTES TECLADO PARA INICIANTES Esqueça tocar com ritmo, só a sua tia e a sua avó vão achar bonito. Talvez a turma do buteco. Se você quer tocar na sua igreja ou na sua banda aprenda desta maneira: FASE 1 - HARMONIA

Leia mais

a) sexto b) sétimo c) oitavo d) nono e) décimo

a) sexto b) sétimo c) oitavo d) nono e) décimo 1 INSPER 16/06/013 Seu Pé Direito ns Melhores Fculddes 1. Nos plnos seguir, estão representds dus relções entre s vriáveis x e y: y = x e y = x, pr x 0.. Em um sequênci, o terceiro termo é igul o primeiro

Leia mais

COLÉGIO NAVAL 2016 (1º dia)

COLÉGIO NAVAL 2016 (1º dia) COLÉGIO NAVAL 016 (1º di) MATEMÁTICA PROVA AMARELA Nº 01 PROVA ROSA Nº 0 ( 5 40) 01) Sej S som dos vlores inteiros que stisfzem inequção 10 1 0. Sendo ssim, pode-se firmr que + ) S é um número divisíel

Leia mais

EXAME DE INGRESSO 2014 3º Período

EXAME DE INGRESSO 2014 3º Período PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA ÁREA DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO (141) ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO EXAME DE INGRESSO 2014 º Período NOME: Oservções Importntes: 1. Não

Leia mais

COMO LER E ESCREVER PARTITURAS - I

COMO LER E ESCREVER PARTITURAS - I COMO LER E ESCREVER PARTITURAS - I ALTURAS Philippe Lobo 03 Introdução Um pouco de História 06 Conhecimentos Preliminares Contextualização Teórica Cordas Soltas + Escala Cromática 08 Entendendo a Pauta

Leia mais

1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE

1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE Vriáveis Aletóris 1. VARIÁVEL ALEATÓRIA Suponhmos um espço mostrl S e que cd ponto mostrl sej triuído um número. Fic, então, definid um função chmd vriável letóri 1, com vlores x i2. Assim, se o espço

Leia mais

Apostila - Estruturação e Linguagem Musical I (2011) PARTE II TEORIA MUSICAL

Apostila - Estruturação e Linguagem Musical I (2011) PARTE II TEORIA MUSICAL PARTE II TEORIA MUSICAL 75 HARMONIA: produção e estudo das relações de tensão e relaxamento entre as notas. "Tensão" e "relaxamento" são termos abstratos que sempre acabam surgindo na literatura sobre

Leia mais

VIOLÃO 1. escalas, formação de acordes, tonalidade e um sistema inédito de visualização de trechos para improvisar.

VIOLÃO 1. escalas, formação de acordes, tonalidade e um sistema inédito de visualização de trechos para improvisar. VIOLÃO 1 escalas, formação de acordes, tonalidade e um sistema inédito de visualização de trechos para improvisar CD com solos e acompanhamento Saulo van der Ley Guitarrista e violonista Composição & Regência

Leia mais

Álgebra Linear Tema # 3. Resolução de problema que conduzem a S.E.L. de infinita solução. Introdução aos problemas com infinitas soluções

Álgebra Linear Tema # 3. Resolução de problema que conduzem a S.E.L. de infinita solução. Introdução aos problemas com infinitas soluções Álgebr Liner Tem # 3. Resolução de problem que conduzem S.E.L. de infinit solução Assunto: Resolução de problems modeld trvés Sistem de Equções Lineres utilizndo comndo Solve no Derive. Introdução os problems

Leia mais

Valores: R$ 21,00 (comerciário/dependente), R$ 37,00 (conveniado) e R$ 48,00 (usuário).

Valores: R$ 21,00 (comerciário/dependente), R$ 37,00 (conveniado) e R$ 48,00 (usuário). CURSOS DE MÚSICA DO SESC (2º Semestre) MODALIDADE INICIANTE 1) VIOLÃO POPULAR Este curso está direcionado ao estudo da música popular com acompanhamento harmônico. Serão praticadas canções do repertório

Leia mais

Escalas II Escalas - II Escala Maior Natural Assista a aula completa em: http://cifraclub.tv/v977

Escalas II Escalas - II Escala Maior Natural Assista a aula completa em: http://cifraclub.tv/v977 Escalas - II Escala Maior Natural Assista a aula completa em: http://cifraclub.tv/v977 Sumário Introdução Escalas Naturais... 0 Conceitos preliminares Tônica, Tom e Tonalidade... 0 Melodia e Harmonia...

Leia mais

Escalas III Escalas - III Escala Menor Natural Assista a aula completa em: http://cifraclub.tv/v1393

Escalas III Escalas - III Escala Menor Natural Assista a aula completa em: http://cifraclub.tv/v1393 Escalas - III Escala Menor Natural Assista a aula completa em: http://cifraclub.tv/v9 Philippe Lobo Sumário Introdução Escalas Menores... 0 Entendendo a escala Contextualização teórica... 0 Transpondo

Leia mais

Colchões mais seguros

Colchões mais seguros Colchões mis seguros Eficáci comprovd n prevenção e terpi de úlcers por pressão Úlcers por pressão um grve risco à súde Apesr de todos os vnços d medicin, s úlcers por pressão (tmbém denominds escrs de

Leia mais

Trabalhando-se com log 3 = 0,47 e log 2 = 0,30, pode-se concluir que o valor que mais se aproxima de log 146 é

Trabalhando-se com log 3 = 0,47 e log 2 = 0,30, pode-se concluir que o valor que mais se aproxima de log 146 é Questão 0) Trlhndo-se com log = 0,47 e log = 0,0, pode-se concluir que o vlor que mis se proxim de log 46 é 0),0 0),08 0),9 04),8 0),64 Questão 0) Pr se clculr intensidde luminos L, medid em lumens, um

Leia mais

CONJUNTOS NUMÉRICOS Símbolos Matemáticos

CONJUNTOS NUMÉRICOS Símbolos Matemáticos CONJUNTOS NUMÉRICOS Símolos Mtemáticos,,... vriáveis e prâmetros igul A, B,... conjuntos diferente pertence > mior que não pertence < menor que está contido mior ou igul não está contido menor ou igul

Leia mais

VETORES. Com as noções apresentadas, é possível, de maneira simplificada, conceituar-se o

VETORES. Com as noções apresentadas, é possível, de maneira simplificada, conceituar-se o VETORES INTRODUÇÃO No módulo nterior vimos que s grndezs físics podem ser esclres e vetoriis. Esclres são quels que ficm perfeitmente definids qundo expresss por um número e um significdo físico: mss (2

Leia mais

Característica de Regulação do Gerador de Corrente Contínua com Excitação em Derivação

Característica de Regulação do Gerador de Corrente Contínua com Excitação em Derivação Experiênci I Crcterístic de egulção do Gerdor de Corrente Contínu com Excitção em Derivção 1. Introdução Neste ensio máquin de corrente contínu ANEL trblhrá como gerdor utoexcitdo, não sendo mis necessári

Leia mais

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra Serviços de Acção Socil d Universidde de Coimbr Serviço de Pessol e Recursos Humnos O que é o bono de fmíli pr crinçs e jovens? É um poio em dinheiro, pgo menslmente, pr judr s fmílis no sustento e n educção

Leia mais

Otaniel Ricardo. Nomenclatura (Partes do Violão) Afinacão (Padrão e outras) Teoria Geral (Escalas/Acordes) Exercícios (Dedilhado)

Otaniel Ricardo. Nomenclatura (Partes do Violão) Afinacão (Padrão e outras) Teoria Geral (Escalas/Acordes) Exercícios (Dedilhado) , METODO violão Nomenclatura (artes do Violão) finacão (adrão e outras) Teoria Geral (Escalas/cordes) Exercícios (Dedilhado) Gráfico de cordes (M; m; M7+; M7; m7) VOLUME 1 Otaniel Ricardo www.otaniel.cjb.net

Leia mais