UNIVERSIDADE TUIUTÍ DO PARANÁ. Paulo Roberto Alonso EFICÁCIA DE COMUNICAÇÃO EM WEBSITES

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1 UNIVERSIDADE TUIUTÍ DO PARANÁ Paulo Roberto Alonso EFICÁCIA DE COMUNICAÇÃO EM WEBSITES CURITIBA 2010

2 EFICÁCIA DE COMUNICAÇÃO EM WEBSITES CURITIBA 2010

3 Paulo Roberto Alonso EFICÁCIA DE COMUNICAÇÃO EM WEBSITES Trabalho apresentado ao Curso de MBA em Gestão da Comunicação Empresarial da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Tuiuti do Paraná, como requisito parcial para a obtenção do título de Especialista em Gestão da Comunicação Empresarial. Orientadora: Evary Elys Anghinoni CURITIBA 2010

4 TERMO DE APROVAÇÂO Paulo Roberto Alonso EFICÁCIA DE COMUNICAÇÃO EM WEBSITES Esta Dissertação foi julgada e aprovada para a obtenção do título de Especialista em Gestão da Comunicação Empresarial no Curso de MBA em Gestão da Comunicação Empresarial da Universidade Tuiutí do Paraná. Curitiba, 21 de Junho de 2010 MBA em Gestão da Comunicação Empresarial Universidade Tuiutí do Paraná Profa. Denise Stacheski Universidade Tuiutí do Paraná Profa. Ana Melech Universidade Tuiutí do Paraná Profa. Patrícia Brum Universidade Tuiutí do Paraná

5 DEDICATÓRIA A todos que me ensinaram a caminhar em vez de levarem-me ao colo. E aos caminhos que me levaram até onde hoje me encontro.

6 AGRADECIMENTOS Agradeço ao passado pelas memórias. Ao presente pela força e vida, E ao futuro pelas esperanças. Ao desconhecido que nos conhece mais que nós mesmos.

7 EPÍGRAFE To see a world in a grain of sand And a heaven in a wild flower Hold infinity in the palm of your hand And eternity in an hour. (William Blake)

8 RESUMO Este trabalho aborda o estudo da internet como meio interativo de comunicação empresarial, aplicando eficácia no desenvolvimento de ferramentas para esse meio, assim como eficácia na criação do conteúdo dessa ferramenta. Na criação de conteúdo para a web, o trabalho aborda questões que definem o que são elementos verbais e não-verbais eficazes. Já do lado do desenvolvedor, o presente trabalho aborda assuntos técnicos importantes para que o produto final desenvolvido seja eficiente e eficaz para seu público-alvo, no caso, os internautas. Os assuntos técnicos são: usabilidade, projeto navegacional, projeto visual e acessibilidade. Palavras-chave: interatividade, conteúdo web, hipermídia, usabilidade, acessibilidade.

9 ABSTRACT This work approaches the study of internet as business communication interactive environment, applying effectiveness on developing tools for this media, as well effectiveness on creating the content for this tool. On creating web content, this work approaches issues that define what verbal and nonverbal elements are, and its effectiveness. Already, on the side of the developer, this work approaches technical issues relevant to the final product be efficiently and effectively to your target, in this case, the surfers. The technical issues are: usability, navigation design, visual design, and accessibility. Palavras-chave: interactivity, web content, hypermedia, usability, accessibility.

10 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 PIRÂMIDE DO CONTEÚDO... 9 FIGURA 2 DIAGRAMA DE PRIORIDADE DE LEITURA FIGURA 3 EXEMPLO DE TEXTO EFICAZ FIGURA 4 EXEMPLO DE TEXTO INEFICAZ FIGURA 5 EXEMPLO DE USO DE IMAGEM 3D FIGURA 6 EXEMPLO DE ANIMAÇÃO CONTENDO OUTROS ELEMENTOS FIGURA 7 EXEMPLO DO USO DE ANIMAÇÃO FIGURA 8 EXEMPLO DE SITE COM ÁUDIO FIGURA 9 MODELO CONCEITUAL FIGURA 10 METAS DE USABILIDADE... 26

11 LISTA DE TABELAS TABELA 1 CREDIBILIDADE EM WEBSITES... 12

12 LISTA DE ABREVIATURAS HTML Hypertext Markup Language W3C World Wide Web Consortium WAI Web Accessibility Initiative WCAG Web Content Accessibility Guidelines

13 SUMÁRIO TERMO DE APROVAÇÃO... iii DEDICATÓRIA... iv AGRADECIMENTOS... v EPÍGRAFE... vi RESUMO... vii ABSTRACT... viii LISTA DE FIGURAS... ix LISTA DE TABELAS... x LISTA DE ABREVIATURAS... xi SUMÁRIO... xii 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS COMUNICAÇÃO E INTERNET O SITE COMO CANAL DE COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A INTERATIVIDADE COMO DIFERENCIAL CONTEÚDO EFICAZ NA INTERNET A Criação do Conteúdo Elementos Verbais Elementos Não-Verbais ESTRUTURAS DE QUALIDADE A Usabilidade Projeto Navegacional Projeto Visual A Acessibilidade CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 43

14 1 INTRODUÇÃO Este trabalho apresenta o desenvolvimento de uma pesquisa direcionada sobre o ambiente da internet, com foco na eficácia da comunicação dirigida nessa mídia, tanto na concepção do conteúdo quanto na criação visual e estrutural de um website. Ao navegar pela internet, é difícil encontrar um site que agrade totalmente o internauta, isso se deve ao desconhecimento das empresas de desenvolvimento de sistemas e/ou das empresas que as contratam sobre técnicas que aplicam melhoria na eficácia de uma ferramenta de comunicação como um website. Esse desconhecimento deve-se à complexidade que hoje envolve a comunicação para a internet. Precisa-se de conhecimentos em diversas áreas e a bibliografia atual está muito segmentada nesse sentido, cada autor conhece sua área e não há um que una esses conhecimentos para a construção de um guia simplificado. Com um pouco de conhecimento de cada área envolvida nesse processo, é possível ter uma noção inicial e compreensível da complexidade e amplitude que a internet possui nos dias de hoje. O estudo abrangeu diversas áreas do conhecimento como: desenvolvimento de sistemas web, comunicação empresarial, design gráfico, jornalismo, hipermídia, entre outras. Creio que o resultado agrade àqueles que desejam além de apenas criar um website, que este seja eficaz para com o seu público atingindo seu objetivo.

15 2 1.1 OBJETIVOS Como objetivo geral, o trabalho pretendeu: Estudar e analisar características particulares da internet como meio de comunicação aplicando eficácia na concepção de um website. Como objetivos específicos, o trabalho almejou: Especificar a utilização da internet dentro do uso empresarial e as questões envolvidas nesta escolha. Apresentar a interatividade como grande diferencial da nova era dos meios de comunicação. Conceituar conteúdo eficaz para internet e mostrar sua importância frente ao público-alvo do website. Promover as boas técnicas para criação das estruturas de websites.

16 2 COMUNICAÇÃO E INTERNET Antes de adentrar ao estudo propriamente dito, é importante citar o que Veen (2001) afirma sobre o comportamento da internet e como ela modifica nosso olhar: A internet é uma lente que torna magnífico e modifica tudo o que vemos. Comprar é diferente quando visto nessa lente, mas continua sendo comprar. O mudou fundamentalmente como nos comunicamos uns com os outros e como as empresas operam. Mas continua sendo comunicação e negócios. 2.1 O SITE COMO CANAL DE COMUNICAÇÃO Depois de tornar-se um fenômeno de dimensão global, com as taxas de crescimento vertiginosas e estimuladas pala difusão do acesso à rede e pelo ingresso de organizações, instituições e principalmente de empresas comerciais, a internet começou a ser encarada como um meio de comunicação potencial. Pinho (2000) diz que, hoje, tanto as grandes corporações quanto os pequenos negócios utilizam os serviços da Internet para que seus negócios estejam disponíveis ao consumidor 24 horas por dia, todos os dias. Numerosas funções de marketing e atividades comerciais são desenvolvidas com sucesso na web, como a comunicação interna e externa, os serviços ao consumidor, a assistência técnica e, naturalmente, a publicidade e as vendas. Mas o que permitiu a internet chegar a este patamar? Shiva (1997) identifica sete conceitos fundamentais da internet como vantagens do meio de comunicação a seguir serão apresentados três destes conceitos relevantes para este trabalho. O primeiro conceito é o fato de que a internet é um meio e não um fim em si mesmo. Fisicamente, ela é uma estrada de informação, um mecanismo de

17 4 transporte que a conduz por um caminho de milhões de computadores interligados, no qual se pode receber e enviar informação de um site para outro. O segundo conceito é que a internet cria a unicidade de cada site ou localização no tempo e espaço. Cada site da rede é igual em razão do sistema de comunicação não hierárquica. O sétimo conceito é que a internet possui uma cultura própria, portanto, na rede temos de acatar e seguir as regras específicas ditadas pela cultura do ciberespaço. No entanto é preciso caracterizar o uso da internet como instrumento de promoção de marca (podendo ser caracterizado empresarial ou corporativo), para isso, Sampaio (1997) ressalta que a propaganda desempenha oito tarefas primordiais, sendo elas: divulgação da marca, promoção da marca, criação de mercado, expansão de mercado, correção de mercado, educação de mercado, consolidação de mercado, e manutenção de mercado. Portanto uma ação desenvolvida na internet (podendo ser um website) pode ter como objetivo uma ou mais dessas tarefas citadas. Para consolidar essa afirmação, Pinho (2000) afirma que a internet possui todas as características para alcançar os clientes: interação com o consumidor, respostas mensuráveis e um alto nível de segmentação e personalização. Deste modo, as características formam um cenário favorável para a comunicação empresarial. 2.2 A INTERATIVIDADE COMO DIFERENCIAL As mídias em geral, tanto a tradicional quanto às novas providas pela tecnologia recente, oferecem recursos de informação e entretenimento para grandes

18 5 públicos. Como citado anteriormente, a internet não passa de uma lente que modifica tudo o que vemos através dela. Porém, a internet ganha espaço a cada dia. O que permite este crescimento? O que ela possui de diferente que os outros meios de comunicação não têm? Dizard (2000) afirma que para a indústria da mídia, a Internet amplifica a distribuição de diversos serviços avançados de informação e entretenimento para maiores audiências. O autor traz também o conceito de uma nova mídia, a qual o mundo está imerso atualmente. Essa nova mídia possui três características: (1) em termos de alcance e influência, possui os mesmos da mídia de massa tradicional. (2) opera basicamente sobre a mídia de massa eletrônica de última geração (banco de dados, computadores, internet, etc). (3) possui a mídia eletrônica pessoal compostas de agrupamentos de pessoas de mentalidade semelhante como uma nova forma de comunicação em massa, com a internet sendo o exemplo mais evidente de formação de redes de massa. Essa convergência das mídias é conceituada por Straubhaar (2004), como sendo as formas convencionais de mídia (rádio, televisão, impressos, filmes, etc) juntamente com outras formas híbridas que convergem em um único meio. A hipermídia pode descrever corretamente esse desenvolvimento, pois ela permite aos usuários um controle de seu próprio consumo de mídia que levam o usuário através da informação em formatos digitais que combinam áudios, imagens e textos. Isso quer dizer que estamos caminhando sobre um patamar nunca antes atingido dentro da comunicação. Estamos aproximando cada vez mais o consumidor do fornecedor de informação, e ainda mais, tornando esse consumidor um gerador de informação. Assim sendo, Dizard (2000) afirma que a nova mídia é

19 6 crescentemente interativa, permitindo escolher quais recursos de informação e entretenimento deseja-se, quando os querem e sob qual forma. Ou seja, é o consumidor quem seleciona o que deseja, ao contrário das mídias tradicionais, que impõem um conteúdo. A principal característica dessa revolução é a interatividade. Veen (2001) defende que a internet é funcional; possui interatividade; possui comportamento. Essas qualidades de fato separam a internet das outras mídias, dos impressos, filmes, ou qualquer animação. E por isso podemos chamá-la de hipermídia, pois contém elementos das diversas outras mídias em si, como textos, músicas, sons, animações, filmes, etc. Contudo Dizard (2000) defende que não se trata apenas de novas maneiras de comercializar produtos; o conteúdo e as funções dos próprios produtos estão mudando. Isso significa que a internet está indo além do meio eletrônico: está atingindo o meio social, alterando a forma das pessoas se relacionarem com outras pessoas e com as máquinas, está mudando seus hábitos de consumo, de comunicação, de lazer e muito mais. Podemos pegar como exemplo o velho costume de assistir a um telejornal diário reunindo toda a família. Atualmente o telejornal perdeu sua exclusividade, pois, como diz Pinho (2000), na web a interação com o consumidor potencial é instantânea e acontece a qualquer hora do dia. Vemos empresas virtuais vendendo produtos virtuais para usuários virtuais. Vemos relacionamentos virtuais entre pessoas reais. Vemos também negócios gerarem milhões de dólares sem possuírem nada palpável em nosso mundo concreto. É a era da interatividade e da tecnologia, e nesse mar imenso de possibilidades, é preciso ser seletivo e distinguir o que possui e o que não possui qualidade.

20 7 2.3 CONTEÚDO EFICAZ NA INTERNET Devido à sua recente expansão, a internet é um meio de comunicação muito imaturo, diante de comunicações impressas como por exemplo o jornal. Segundo Pinho (2000), a internet tornou-se acessível ao público em 1993, ano em que foram abolidas as restrições para seu uso comercial. O público também evoluiu com essa acessibilidade. Hoje possuímos um tipo de consumidor mais dinâmico, interligado com o mundo, possuidor de acesso a um vasto conhecimento disponível e de poder de escolha. Pois como afirma Kendzerski (2009), o que importa, hoje, é quem está mais bem preparado para conhecer, entender, respeitar e se comunicar com as gerações de novos consumidores, que hoje decidem o futuro das empresas. E para estar preparado para esses novos consumidores, Erthal (2008) sustenta que a internet merece um tratamento diferenciado em seu conteúdo visando a qualidade de sua comunicação ao seu respectivo público. Portanto é importante a definição de informações sobre os consumidores/clientes respectivos da marca que serão alvo da ferramenta de marketing, no nosso caso: o website. A importância de se ter bem definido quem é o alvo de seu site, é explicada por Gerry McGovern, cuja idéia central se apega ao conceito de convergência dentro da organização de um site: A internet nos desafia a organizar acerca do consumidor, quem quer que ele seja. A organização que houver na internet é a que colocará o consumidor no centro de tudo. Um grande website leva os consumidores rapidamente a fazer o que precisam fazer, de preferência levando-os a fazer as coisas da forma que a organização quer que as faça. Quando se organiza o conteúdo web, coloca-se o consumidor no centro da estrutura. Encontre as tarefas do seu consumidor e faça delas a base da classificação de seu site. É como acontece na internet. É como se faz uma venda, entrega um serviço, e constrói uma marca (2006).

21 8 Já na ótica de Camila Leporace, Ao pensar o conteúdo online, é preciso avaliar a informação como um todo, a comunicação que aquele site deseja fazer, que tipo de impressão deseja despertar nos internautas e quais as perguntas do público que ele se prestará a responder. É preciso ainda pensar em caminhos, de preferência simples, que façam sentido para o internauta chegar ao que deseja, e isso tem tudo a ver com arquitetura da informação, usabilidade e acessibilidade, três inseparáveis companheiras. De que adianta um conteúdo maravilhoso, mas que ninguém encontra? É algo que tem tão pouca utilidade quanto um site visualmente lindo, mas sem conteúdo algum (2009). Para fortalecer o tratamento diferenciado proposto por Erthal para o público alvo da comunicação, Leporace (2009) conclui que quanto mais informação sobre o público ao qual o site se destina, os webwriters, arquitetos da informação, designers e programadores tiverem, mais chances eles terão de desenvolver um trabalho que de fato atenda aos internautas e lhes dê aquilo que procuram e esperam. Podemos ir mais adiante, numa análise holística de um website, como afirma Vitale (2010) que o conteúdo deve refletir a imagem de sua empresa e parecer atrativo aos olhos do público. Essa percepção pode ser considerada sinestésica, como um parágrafo ou uma foto do conteúdo do site evocar a marca da empresa, atingindo esse objetivo por seus padrões estéticos. Avaliar a eficácia de um conteúdo exige a análise de diversos fatores que vão desde o desenvolvimento do sistema online até a geração do conteúdo que o alimenta. Como afirma Leporace (2009), faz-se necessário verificar se o que é apresentado está sendo dito de uma forma que os internautas entendem e gostam. Se o conteúdo está bem feito e bem organizado, se os caminhos estabelecidos pela equipe são fáceis de serem compreendidos pelos usuários, enfim, se o site é eficiente.

22 9 Há ainda algumas comprovações sobre quantidade de conteúdo e localização de elementos numa página para melhor prover qualidade num site, como veremos a seguir. A pirâmide do conteúdo explicada por McGovern (2006) (figura 1), sugere uma estrutura quantitativa e hierárquica para inserção do conteúdo nas páginas. Na página principal, por ser a primeira a ser acessada, o conteúdo deve ser curto e objetivo, para, se houver maior interesse, levar o internauta a níveis mais internos da estrutura do website. E quanto mais profundo está a página na estrutura do site, mais conteúdo detalhado deve conter. FIGURA 1 Pirâmide do Conteúdo (FONTE: MCGOVERN, 2006) Quanto à localização de elementos dentro da estrutura visual da página, McGovern explica o diagrama de prioridade de leitura de uma página qualquer na internet (figura 2).

23 10 FIGURA 2 Diagrama de Prioridade de Leitura (FONTE: MCGOVERN, 2006) O diagrama na figura 2 mostra onde os olhos dão mais atenção durante a visualização de uma página na internet. Prioridade 1 em vermelho é onde os olhos olham em primeiro lugar. A prioridade 2 em amarelo, é o espaço mais popular, e a prioridade 3 em verde recebe a menor atenção. Na web, o achismo não tem valor e nem é necessário, como afirma Leporace (2009), com estatísticas de fácil acesso e fácil compreensão, como por exemplo, as mostradas anteriormente, pode-se ter certeza de que o trabalho está bem feito, e de que o conteúdo está categorizado e disponibilizado de uma forma que lhe permite ser encontrado e que provavelmente tenha boa aceitação entre os usuários A Criação do Conteúdo Um dos aspectos mais críticos de todo o projeto web é a criação de conteúdo eficaz. É o fator que determina se os usuários permanecerão interessados em sua página ou partirão para outro site sem ter encontrado o que procuram, às vezes pior, sem ter se interessado em procurar o que quer que seja em sua página. Hoje não basta marcar presença na internet com seu site e ter usuários acessando-

24 11 o. É preciso fazer com que estes usuários permaneçam navegando pelo site. É preciso manter sua atenção. Nielsen (2002) explica que a maioria dos usuários bate os olhos no conteúdo on-line, em vez de ler cuidadosamente, desse modo deve-se otimizar esse conteúdo quanto a qual modalidade de varredura e projetá-lo de modo a transmitir o máximo de informações com o mínimo de palavras. Segundo uma pesquisa da Universidade de Stanford, Califórnia, foi encontrada uma relação de credibilidade entre internautas e websites avaliando os aspectos visuais e funcionais dos websites. A tabela 1 exibe a porcentagem para cada aspecto. Com participação de pessoas, a pesquisa levantou 10 websites para cada categoria, sendo elas: Comércio eletrônico, entretenimento, finanças, saúde, notícias, sem-fins lucrativos, opinião, mecanismos de busca, esportes e viagem. Os pesquisados escolheram para cada categoria o website mais confiável, na maioria das vezes gerando um comentário sobre sua escolha. Este comentário dizia respeito aos aspectos visuais ou funcionais do site. O resultado geral segue abaixo.

25 12 TABELA 1: Credibilidade em websites (fonte: Como se pode notar, em primeiro lugar, com 46,1%, foi projeto visual (Design Look) o aspecto mais influente quanto à criação da relação de credibilidade com o site, seguido pela estrutura da informação (Information Design/Structure) com 28,5%, e em terceiro lugar pelo aspecto do Foco da informação (Information Focus) com 25,1%. Podemos concluir facilmente que estes três aspectos são altamente influentes para o internauta estabelecer uma relação de credibilidade com o site. E credibilidade na internet é sinal de eficácia Elementos Verbais Como visto anteriormente, a internet é um meio de comunicação diferente do meio impresso. Contextualmente, a mensagem a ser transmitida merece um

26 13 tratamento diferenciado em sua forma. Até mesmo a elaboração de textos exige particularidades. McGovern (2002) sustenta que um dos impedimentos da leitura online é físico: é mais difícil ler numa tela que ler no papel. Até mesmo os melhores monitores para computadores comparados às brilhosas páginas de revistas, e o esforço extra exigido dos olhos humanos diminuem a capacidade de leitura. Quanto maior o documento, maior o problema. Portanto, um texto de internet deve prever isso e oferecer um conteúdo que possa ser consumido na velocidade da leitura. Erthal (2008) propõe quatro sugestões para otimizar os textos produzidos para a web. A primeira sugestão é deixar as informações mais importantes no começo do texto, evitando rodeios. A segunda é usar apenas uma idéia por sentença e parágrafos com três linhas no máximo. A terceira é tratar cada parágrafo individualmente. A quarta e última sugestão é fazer ganchos cuidadosos entre um parágrafo e outro. McGovern (2002) também sugere ações para melhorar a fluência dos textos na internet, são elas: Quanto o menor tamanho dos textos, melhor: os textos para internet raramente devem ter mais que 1000 palavras, uma boa quantidade é de 600 a 700; Ser direto na abordagem do assunto: o texto deve ser objetivo sem ter barreiras ou escape para informações supérfluas; Utilizar cabeçalhos (ou títulos) eficazes: cabeçalho é sinal de organização e chama mais atenção que o próprio texto. Por este motivo ajuda a

27 14 encontrar o que se procura, pois é ele quem deve fisgar o leitor e convidálo à continuar a leitura; Utilizar subtítulos: funcionam como os títulos, fazem com que o leitor continue lendo; Ser adequado com o tamanho dos parágrafos: o tamanho dos parágrafos é relativo ao contexto, sites com diferentes públicos-alvo e diferentes assuntos merecem padrões diferentes; Manter uma simplicidade nas frases: sentenças curtas e simples são amigáveis aos usuários. As duas figuras (3 e 4) exemplificam as propostas de McGovern aplicadas ou não. FIGURA 3 Exemplo de texto eficaz (FONTE:

28 15 FIGURA 4 Exemplo de texto ineficaz (FONTE: Na figura 3, podemos destacar sua objetividade e clareza na apresentação visual. Com três parágrafos curtos e um título chamativo e simples. Já na figura 4 notamos o contrário: não há distinção de parágrafos, há poluição visual pela profusão de informação, o que dificulta muito a leitura e o interesse pela navegação Elementos Não-Verbais Tamanho é o poder da imagem que como visto anteriormente na pesquisa realizada pela Universidade de Stanford (FOGG, 2002) comprova que o que mais estabelece a relação de credibilidade com um site é o visual. Como afirma Ferreira (2002), a informação visual influencia-nos mais do que qualquer outra modalidade sensorial. Atualmente somos constantemente bombardeados com informações, mas sabe-se que a percepção de um elemento visual faz-se sem esforço. Uma vez que o contato que o homem de hoje tem com a

29 16 internet é essencialmente visual, através da imagem que aparece no monitor, parece ter coerência prestar atenção a um discurso que procura convencer pela imagem. Portanto está mais do que provado que é importante para os produtores de conteúdo web, que o uso de fotografias, ilustrações entre outros, auxiliam e muito a compreensão da idéia a ser transmitida pelo conteúdo. Por essa razão, a imagem deve ser coerente com os demais elementos. Devido à interatividade, a imagem na internet pode tornar-se mais moderna, dinâmica e é claro, interativa. Como podemos observar em (Casos de Sucesso..., 2010), diversos websites, a maior parte deles lojas virtuais, têm optado pelo uso de imagens 3D para apresentar os seus produtos, serviços ou conteúdo em detrimento ao tradicional uso de fotografias. A figura 5 é um exemplo de website que utiliza imagem 3D para apresentação de produtos. A principal vantagem de uma imagem 3D está no fato de que ela apresenta todos os detalhes de um produto muito melhor do que qualquer fotografia. Muitos clientes que só têm a opção de visualizar o produto através de fotografias em uma loja on-line acabam não se convencendo em realizar a compra. Eles acabam preferindo ir a uma loja física para ver o produto de verdade e assim efetuar a compra (Uso de Imagens 3D..., 2010).

30 17 FIGURA 5 Exemplo de uso de imagem 3D (FONTE: Podemos concluir que a internet permite o uso de recursos visuais avançados para ilustrar um conteúdo. Esses recursos de imagens fundem-se aos conceitos de vídeos e animações vistos a seguir, e cada vez mais se perde os limites conceituais do que é um e o que é outro. A internet proporciona essa evolução nas mídias de comunicação. Quando é conveniente e necessário o uso de elementos mais atrativos para seduzir o usuário ao seu site, pode-se utilizar a multimídia para esse objetivo. Porém, deve-se ter em mente certas limitações que proporcionam qualidade.

31 18 Nossos olhos dirigem-se para o movimento, por isso gráficos animados naturalmente atraem mais atenção que imagens estáticas (VEST, 2005). Podemos comprovar essa afirmação por nós mesmos, em nossas experiências diárias, em frente à televisão, ou ao computador, em sites repletos de elementos multimídias. Porém, deve-se utilizar a multimídia com cuidado, como afirma Vest (2005), Manter as pessoas em seu site é tudo, então você não irá querer entediá-los ou aborrecê-los. O primeiro cuidado é quanto ao tamanho dos arquivos a serem carregados. O autor conclui a esse respeito que, arquivos grandes tomam muito tempo para carregar, e isso pode funcionar contra você na internet. Se um site demora muito para carregar, os usuários o deixarão. Devemos também ter o cuidado de escolher o tipo de multimídia a ser utilizada, porém, os limites que determinam os tipos de mídia estão desaparecendo com o tempo, como Smith (2006) explica que, no mundo da multimídia computadorizada, as linhas de distinção muitas vezes desaparecem. Por exemplo, animações podem conter texto, som e vídeo. Vídeos podem incluir texto, animação, e imagens estáticas. A figura 6, exemplifica um website construído basicamente sobre uma única animação e dentro desta está todo o conteúdo.

32 19 FIGURA 6 Exemplo de animação contendo outros elementos(fonte: Veremos neste tópico o conceito de três destes tipos de multimídia e suas aplicações: animação, vídeo e áudio. Animação pode ser definida como a criação da ilusão de movimento. Ela pode realizar várias mudanças súbitas em uma sequência de elementos ou imagens estáticas. Uma animação não é apenas um objeto visualizável, ela pode incorporar também elementos da interatividade para resposta do usuário (SMITH, 2006). Quanto ao uso apropriado de animações em websites, Nielsen (2000) define alguns propósitos favoráveis como: indicar transições, ilustrar mudanças no tempo, mostrar múltiplos objetos no mesmo espaço, enriquecer a representação gráfica, visualizar estruturas tridimensionais, atrair atenção.

33 20 FIGURA 7 Exemplo do uso de animação (FONTE: A figura 7, ilustra uma animação utilizada com o objetivo de apresentar estruturas tridimensionais, sobretudo para enriquecer a apresentação gráfica. O vídeo tem se tornado progressivamente mais digital e a união com o computador já era uma realidade na década passada, agora com o microcomputador, se faz mais acessível para o produtor de vídeo de orçamento limitado (ARMES, 1998). Mas o que é o vídeo? E como podemos utilizá-lo na internet? Armes (1998) sustenta que vídeo é um meio criativo independente que, ao mesmo tempo que reflete ou repete conquistas passadas, pode ser encarado como a nova fusão e som, imagem e atuação, novas maneiras de representar tempo e espaço. O autor ainda afirma que ele tem o potencial de ser verdadeiramente a arte do século XXI.

34 21 Segundo um próprio vídeo, publicado na internet por Thomas (2010), somente no Youtube, um bilhão de vídeos são vistos por dia e 12.2 bilhões são assistidos por mês. Somente nos Estados Unidos, 82% dos internautas assistem vídeos na internet, e destes, a média de vídeos assistidos por mês é de 182. Não podemos chegar a números aproximados no Brasil com essa fonte, mas podemos concluir que a tendência do consumo desses vídeos e sua considerada importância no interesse do internauta não muda muito em qualquer lugar. Armes (1998) explica, que a conseqüência da acessibilidade na produção de um vídeo é mais produtores produzindo para muitos. A internet é um caso extremo dessa conseqüência. A digitalização progressiva tem colocado muitos falando para muitos. A tendência digital confirma que o vídeo é o elemento central da nova convergência. Porém, alguns anos atrás um site com vídeos era motivo para muitas críticas, por tornar a página pesada e pelo fato de usuários de conexão discada (grande maioria) levar horas para poder visualizarem o arquivo de mídia (ALVES, 2006). Hoje, vemos um cenário invertido. O crescente acesso da internet de alta velocidade, e barateamento da mesma, que contribui para o aprimoramento do desenvolvimento de websites, que cada dia exige mais criatividade e inovação. Apesar da web ser um meio que prima pelo visual, o uso de áudio tem cada dia se tornado mais comum, permitido por essa evolução da internet. Smith (2006) afirma que o áudio pode servir à muitos propósitos em um site. Dar humor, auxiliar a comunicação da parte visual, ou dar pistas audíveis para diferentes ações da interface. Porém é necessária uma atenção quanto à qualidade do recurso sonoro. Assim como o olho consegue perceber muitas variações diferentes de luz, o ouvido

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