Revisão Vetores e Matrizes
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- Natália Cavalheiro Brunelli
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1 Revisão Vetores e trizes
2 Vetores Vetores no R n R n {(x,..., x n ) tl que x,..., x n R} com s definições usuis de dição e multilicção Adição (x,..., x n ) (y,..., y n ) (x y,..., x n y n )
3 Vetores ultilicção Se c R, um esclr, então c(x,..., x n ) (cx,..., cx n ) Sej x (x,..., x n ) e y (y,..., y n ) dois vetores xn, temos w x.y T x.y... x n.y n (w éum esclr) Cominção iner Ddos u,..., u k vetores do R n, um cominção liner de u,..., u k éum exressão do tio α u... α k u k, onde α,..., α k são coef. reis 3
4 Vetores Indeendênci iner Dizemos que os vetores u,..., u k são linermente indeendentes qundo α u... α k u k 0 imlic em α... α k 0. Cso contrário dizemos que u,..., u k são linermente deendentes. 4
5 5 triz Def.: um mtriz nx de elementos reis é um rrnjo de n. números reis, num estrutur retngulr de n linhs e coluns. n n A
6 6 trizes Som e Sutrção A oerção de som/sutrção é definid ens entre mtrizes que têm mesm dimensão, ou sej, com o mesmo número de linhs e coluns. n n A n n B n n n n B A C
7 Som e Sutrção Prorieddes Associtiv (A B) C A (B C) Comuttiv A B B A Elemento Neutro 0 A A Elemento osto A (-A) 0 7
8 8 trizes ultilicção A oerção de multilicção de um mtriz A or um mtriz B é definid ens se o número de coluns de A for igul o número de linhs de B. n n A k k k B ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (. k n k n n n k k k k A B K K K K K K
9 trizes ultilicção ultilicção de um mtriz or um esclr c. c. c. A c. n c. c. c. n 9
10 ultilicção Prorieddes Distriutiv com esclr q(a B) qa qb Distriutiv entre mtrizes A(B C) AB AC Comuttiv AB BA Elemento Neutro 0.A 0 onde 0 é um mtriz Nul. 0
11 trizes Eseciis triz Qudrd Possuem o mesmo número de linhs e coluns triz Digonl Um mtriz qudrd A é dit mtriz digonl qundo todos os elementos não ertencentes digonl são diferentes de zero. A A 0 0
12 trizes Eseciis triz Tringulr Um mtriz qudrd A é dit ser tringulr: (i) se e somente se todo elemento ij A, tl que i < j, é igul zero; (ii) todo elemento ij A, tl que i > j, é igul zero; triz Simétric A Um mtriz qudrd A é simétric, se e somente se, x A y x z y z ij ji r todo i j {,,..., n}
13 trizes Eseciis triz Identidde Um mtriz qudrd A é um mtriz identidde, se e somente se, todo elemento ij A, tl que i j, é igul zero e todo elemento ij A, tl que i j, é igul ; 0 I 0 triz Idemotente 0 0 Um mtriz qudrd A é idemotente, se e somente se, A.A A 0 0 3
14 4 trizes Eseciis triz Trnsost Dd um mtriz A de qulquer dimensão nx, chmmos de mtriz trnsost de A, reresentd or A ou A T, mtriz xn tl que ji ij, ou sej, s linhs de A são s coluns de A, n mesm ordem. n n n A n n n T A 3 3 3
15 trizes Eseciis triz Invers Dd um mtriz qudrd A de dimensão nxn, chmmos de mtriz invers de A, denotd or A -, mtriz de dimensão nxn que tende seguinte roriedde:. A. A A A I n Regr do Coftor 5
16 Trnsost e Invers Prorieddes triz Trnsost (A T ) T A (A B) T A T B T (A. B) T B T. A T triz Invers (A - ) - A (A. B) - B -. A - (A T ) - (A - ) T 6
17 trizes Eseciis triz de Projeção Um mtriz simétric e Idemotente é chmd mtriz de rojeção. Exemlo P (x,y) Rere que: 0 x x. 0 0 y 0 (x,0) 7
18 trizes Eseciis triz Singulr Sej A um mtriz qudrd, dizemos que A é um mtriz singulr qundo seu determinnte é igul zero. triz Não-Singulr Sej A um mtriz qudrd, dizemos que A é não-singulr qundo seu determinnte é diferente de zero. BS: Um mtriz não-singulr tmém é inversível vel 8
19 trizes Eseciis triz Positiv Definid Um mtriz simétric A, nxn, é ositivdefinid qundo x Ax > 0, / todo vetor x, nx. BS : Tod mtriz simétric ositiv-definid é não-singulr, logo tmém é inversível. BS : Se A é ositiv-definid, então A - é ositiv-definid. BS 3 BS 3: Se X é nx (n >> ), com osto ρ(x), então X X é ositiv-definid. 9
20 trizes Eseciis Posto de um triz Sej A um mtriz qulquer, o osto de A reresentdo or ρ(a), corresonde o número máximo de linhs (ou coluns) linermente indeendente de A. Trço de um triz Sej A um mtriz qudrd nxn, definimos o trço de A como n (Som dos elementos tr( A) i ii d digonl) 0
21 trizes Eseciis Trço de um triz (Prorieddes) tr(a B) tr(a) tr(b) tr(λa) λtr(a), onde λ éum esclr tr(ab) tr(ba)
22 trizes Eseciis Determinntes A tod mtriz qudrd A, tem-se um número (esclr) conhecido como determinnte d mtriz, que é indicdo or det A ou elo símolo A. Note que um mtriz or si não tem vlor numérico lgum, ms o determinnte de um mtriz é um número inteiro. A A
23 trizes Eseciis Cálculo de um Determinnte triz x Det A A triz 3x3 (Regr de Srrus) A Det A ( ) - ( ) 3 ( 3 3 ) 3
24 trizes Eseciis Cálculo de um Determinnte triz nxn A n n Det A C C 3 C 3... (ou ) n C n, onde C, C, C 3,..., C n são os comlementres dos elementos,, 3,..., n. n n nn 4
25 trizes Eseciis Cálculo de um Determinnte Pr clculr os comlementres devemos eliminr linh e colun que o número em questão ertence. Deste modo, r clculr o comlementr de, devemos eliminr linh e colun d mtriz A. Já r encontrr o comlementr de 3, devemos eliminr linh e 3 colun d mtriz A Cso C ij tenh dimensão suerior 3, devemos reduzi-lá sucessivmente té que el tinj ordem 3, qundo então licmos regr de Srrus. 5
26 trizes Eseciis triz Prticiond uits vezes é comum trlhr com mtrizes n form de locos, or exemlo X A C B D onde A, B, C e D são mtrizes 6
27 trizes Eseciis Produto de trizes Prticionds uits vezes é comum trlhr com mtrizes n form de locos, or exemlo A C B E. D G F H AE BG CE DG AF CF BH DH desde que todos os rodutos e soms cim estejm em definidos. 7
28 trizes Eseciis Exercício Escrever um ensio de té 5 ágins sore trizes Prticionds 8
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DERIVADA DIRECIONAL E PLANO TANGENTE8 TÓPICO Gil d Cost Mrques Fundmentos d Mtemátic II 8.1 Diferencil totl de um função esclr 8.2 Derivd num Direção e Máxim Derivd Direcionl 8.3 Perpendiculr um superfície
1. Conhecendo-se somente os produtos AB e AC, calcule A = X 2 = 2X. 3. Mostre que se A e B são matrizes que comutam com a matriz M = 1 0
Lista de exercícios. AL. 1 sem. 2015 Prof. Fabiano Borges da Silva 1 Matrizes Notações: 0 para matriz nula; I para matriz identidade; 1. Conhecendo-se somente os produtos AB e AC calcule A(B + C) B t A
EQUAÇÃO DO 2 GRAU. Seu primeiro passo para a resolução de uma equação do 2 grau é saber identificar os valores de a,b e c.
EQUAÇÃO DO GRAU Você já estudou em série nterior s equções do 1 gru, o gru de um equção é ddo pelo mior expoente d vriável, vej lguns exemplos: x + = 3 equção do 1 gru já que o expoente do x é 1 5x 8 =
3 Teoria dos Conjuntos Fuzzy
0 Teori dos Conjuntos Fuzzy presentm-se qui lguns conceitos d teori de conjuntos fuzzy que serão necessários pr o desenvolvimento e compreensão do modelo proposto (cpítulo 5). teori de conjuntos fuzzy
CURSO INTRODUTÓRIO DE MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA Produtos Notáveis. Isabelle da Silva Araujo - Engenharia de Produção
CURSO INTRODUTÓRIO DE MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA 2015.1 Produtos Notáveis Isbelle d Silv Arujo - Engenhri de Produção Proprieddes d multiplicção Algums proprieddes d multiplicção são: Comuttiv: b = b;
IFRN Campus Natal/Central. Prof. Tibério Alves, D. Sc. FIC Métodos matemáticos para físicos e engenheiros - Aula 02.
IFRN Cmpus Ntl/Centrl Prof. Tibério Alves, D. Sc. FIC Métodos mtemáticos pr físicos e engenheiros - Aul 0 Séries de Fourier 3 de gosto de 08 Resumo Neste ul, vmos estudr o conceito de conjunto completo
FUNÇÕES. Funções. TE203 Fundamentos Matemáticos para a Engenharia Elétrica I. TE203 Fundamentos Matemáticos para a Engenharia Elétrica I
FUNÇÕES DATA //9 //9 4//9 5//9 6//9 9//9 //9 //9 //9 //9 6//9 7//9 8//9 9//9 //9 5//9 6//9 7//9 IBOVESPA (fechmento) 8666 9746 49 48 4755 4 47 4845 45 467 484 9846 9674 97 874 8 88 88 DEFINIÇÃO Um grndez
Integrais Imprópias Aula 35
Frções Prciis - Continução e Integris Imprópis Aul 35 Alexndre Nolsco de Crvlho Universidde de São Pulo São Crlos SP, Brzil 05 de Junho de 203 Primeiro Semestre de 203 Turm 20304 - Engenhri de Computção
Diferenciação Numérica
Cpítulo 6: Dierencição e Integrção Numéric Dierencição Numéric Em muits circunstâncis, torn-se diícil oter vlores de derivds de um unção: derivds que não são de ácil otenção; Eemplo clculr ª derivd: e
( 2 5 ) simplificando a fração. Matemática A Extensivo V. 8 GABARITO. Matemática A. Exercícios. (( ) ) trocando a base log 5 01) B 04) B.
Mtemátic A Etensivo V. Eercícios 0) B 0) B f() = I. = y = 6 6 = ftorndo 6 = = II. = y = 6 = 6 = pel propriedde N = N = De (I) e (II) podemos firmr que =, então: ) 6 = = 6 ftorndo 6 = = pel propriedde N
MATRIZES. Em uma matriz M de m linhas e n colunas podemos representar seus elementos da seguinte maneira:
MATRIZES Definiçã Chm-se mtriz d tip m x n (m IN* e n IN*) td tel M frmd pr númers reis distriuíds em m linhs e n cluns. Em um mtriz M de m linhs e n cluns pdems representr seus elements d seguinte mneir:
