MATEMÁTICA FINANCEIRA
|
|
|
- Diego Guimarães do Amaral
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MATEMÁTICA FINANCEIRA Professor Pacher Tema da aula 7 VP - Valor Presete de um fluxo de caixa Avaliação de projetos - Valor presete liquido (VPL) - taxa itera de retoro (TIR) - Equivalêcias de capitais Gráfico VPE 4 VPE VPS VPS 4 Data focal E E 4 4 S S 4 Tabela Etradas Saídas E S 4 E 4 S 4 4
2 VP - Valor Presete de um fluxo de caixa Do poto de vista de quem iveste VP - Valor Presete de um fluxo de caixa Do poto de vista de quem paga Gráfico Tabela Gráfico Tabela VPFC VPFC FC = 5 FC = Etradas Saídas FC =5 FC = 5 FC = VPFC = FC = 5 Etradas Saídas Data focal FC =5 FC = 5 FC = VPFC = FC = 5 i máxima Data focal VPFC VPFC FC = 5 FC = 5 6 Taxa de atratividade Taxa de atratividade é a taxa de juros praticada pelo mercado fiaceiro. Taxa de atratividade míima ou taxa míima é referêcia para ivestimetos (ivestidor). Taxa de atratividade míima ou taxa míima é referêcia para TIR. Taxa De Atratividade Míima Do poto de vista do ivestidor Para um ivestidor que deseja avaliar um projeto de ivestimeto é desejável que a taxa itera de retoro (TIR) apurada seja maior ou pelo meos igual à taxa de atratividade do mercado fiaceiro. Quato meor a taxa de atratividade do mercado fiaceiro em relação à TIR, maior será o retoro para o ivestidor. Como este caso é tomada como referêcia a meor taxa praticada pelo mercado fiaceiro para comparar com a TIR, dizemos que é taxa de atratividade míima ou simplesmete taxa míima. 7 8
3 VPL - Aplicador de recursos - Ivestimetos $ VPL VPL - Tabelas para tomada de decisão de projeto simples VPL(i = %) VPL(i a ) Ivestimeto Compare Avalie VPL para (i MÍN ) o projeto Pagameto Compare Avalie VPL para (i MÁX ) o projeto VPL(i TIR ) VPL(i P ) i a=aterior TIR i p=posterior i descoto i míima VPL > VPL = VPL < Rejeite VPL > VPL = VPL < Rejeite Itervalo i míima favorável Itervalo i míima desfavorável 9 Taxa de atratividade Taxa de atratividade é a taxa de juros praticada pelo mercado fiaceiro. Taxa de atratividade míima ou taxa míima é referêcia para ivestimetos (ivestidor). Taxa de atratividade míima ou taxa míima é referêcia para TIR.
4 Taxa De Atratividade Míima Do poto de vista do ivestidor TIR - Aplicador de recursos - Ivestimetos $ VPL VPL(i = %) Para um ivestidor que deseja avaliar um projeto de ivestimeto é desejável que a taxa itera de retoro (TIR) apurada seja maior ou pelo meos igual à taxa de atratividade do mercado fiaceiro. Quato meor a taxa de atratividade do mercado fiaceiro em relação à TIR, maior será o retoro para o ivestidor. Como este caso é tomada como referêcia a meor taxa praticada pelo mercado fiaceiro para comparar com a TIR, dizemos que é taxa de atratividade míima ou simplesmete taxa míima. VPL(i a ) VPL(i TIR ) VPL(i P ) i a=aterior Itervalo i míima favorável TIR i p=posterior Itervalo i míima desfavorável i descoto i míima 4 TIR - Tabelas para tomada de decisão de projeto simples TIR Taxa Itera De Retoro Ivestimeto Compare Avalie i MÍN com TIR o projeto Pagameto Compare Avalie i MÁX com TIJ o projeto Fórmula TIR ) TIR > i MÍN TIR = i MÍN TIR < i MÍN Rejeite TIJ > i MÁX TIJ = i MÁX TIJ < i MÁX Rejeite Para ivestimetos ( TIR ) ( TIR ) ( TIR ) 4 ( TIR ) 4... ( TIR ) 5 6 4
5 TIR Taxa Itera De Retoro Para aálise em recebimetos Fórmula ( TIR ) ( TIR ) ( TIR ) Data Focal (+TIJ) (+TIJ) (+TIJ) (+TIJ) x(+tij) x(+tij) x(+tij) x(+tij) Data Focal 4 x(+tij) x(+tij) x(+tij)
6 PAGAMENTO OU RECEBIMENTO ÚNICO Relacioameto CAPITAL E MONTANTE Ordem M=C FAC(i,) C=M FVA(i,) Simbologia FAC(i,) FVA(i,) Sigificado Fator Acumulação Fator de Valor de Capital Atual Taxa i % % Expressão Fator Fator,,99,,98,,9759 4,46,9698 5,5,9547 Tabela 7 de fatores FAC(, i) ( + i)^ FAC i % % % 4% 5% 6% 7% 8% U,,,,4,5,6,7,8,,44,69,86,5,6,449,664,,6,97,49,576,9,5,597 4,46,84,55,699,55,65,8,65 5,5,4,59,67,76,8,46,469 6,65,6,94,65,4,485,57,5869 7,7,487,99,59,47,56,658,78 8,89,77,668,686,4775,598,78,859 9,97,95,48,4,55,6895,885,999,46,9,49,48,689,798,967,589,57,44,84,595,7,898,49,6,68,68,458,6,7959,,5,58 Tabela 7 de fatores FAC(, i) ( + i)^ FAC i % % % 4% 5% 6% 7% 8% U,,,,4,5,6,7,8,,44,69,86,5,6,449,664,,6,97,49,576,9,5,597 4,46,84,55,699,55,65,8,65 5,5,4,59,67,76,8,46,469 6,65,6,94,65,4,485,57,5869 Tabela 8 de fatores FAC(, i) ( + i)^ FAC i % % % 4% 5% 6% 7% 8% U,8,96,4685,665,8856,9,498,796 4,495,95,56,77,9799,69,5785,97 5,6,459,558,89,789,966,759,7 6,76,78,647,87,89,544,95,459 7,84,4,658,9479,9,698,588,7 8,96,48,74,58,466,854,799,996 9,8,4568,755,68,57,56,665 4,57,,4859,86,9,65,7,8697 4,66,4,557,86,788,786,996 4,46 5,8,447,546,96,699,95,65 4,44 5,465,57,5769,976,4647,75,897 4,745 5,875 4,697,684,8,56,5 4,489 5,74 6,4 4 6
7 Tabela 9 de fatores FAC(, i) ( + i)^ FAC i % % % 4% 5% 6% 7% 8% U 5,84,646,98,6658,864 4,99 5,474 6,8485 6,95,674,566,775,5557 4,5494 5,874 7,964 7,8,769,,884,75 4,8 6,9 7,988 8,,74,879,9987,9 5,7 6,6488 8,67 9,45,7758,566,87 4,6 5,484 7,4 9,7,478,84,47,44 4,9 5,745 7,6,6,6,8476,5,7 4,58 6,88 8,45,867,749,8845,575,58 4,7649 6,454 8,75,77,887,9,65,6484 5, 6,846 9,5,676 4,46,967,79,794 5,5 7,5 9,978,69 5,466,9999,89,946 5,56 7,686,676 4,785 6,48,99,898 4,9 5,798 8,47,4 5,968 Tabela de fatores FAC(, i) ( + i)^ FAC i 9% % % 5% 8% 4% % 6% U,9,,,5,8,4,,6,88,,544,5,94,576,69,8496,95,,449,59,64,966,97,555 4,46,464,575,749,988,64,856,4 5,586,65,76,4,878,96,79 4,656 6,677,776,978,,6996,65 4,868 6,75 7,88,9487,7,66,855 4,577 6,749 8,654 8,996,46,476,59,7589 5,5895 8,57,7 9,79,579,77,579 4,455 6,9,64 5,96,674,597,58 4,456 5,8 8,5944,785,646,584,85,4785 4,654 6,759,657 7,9 9,49,87,84,896 5,5 7,876,4,98 4,7 5 6 Tabela de fatores FAC(, i) ( + i)^ Tabela de fatores FAC(, i) ( + i)^ FAC i 9% % % 5% 8% 4% % 6% U,658,45 4,65 6,58 8,5994 6,86,875 54,45 4,47,7975 4,887 7,757,47,9 9,78 74,54 5,645 4,77 5,476 8,7,977 5,956 5,859,76 6,97 4,595 6,4 9,576 4,9,46 66,547 6, ,76 5,545 6,866,76 6,67 8,748 86,54 86, ,77 5,5599 7,69,755 9,67 48,86,4554 5,8 9 5,47 6,59 8,68 4,8,44 59, ,9 44,597 5,644 6,775 9,646 6,665 7,9 7,864 9, ,574 6,88 7,4,88 8,85,8 9,595 47,645 67,66 6,6586 8,4,,6447 8,4,575,89 866,6744 7,579 8,954,55 4,895 45,76 4,8 47,59 78, ,9 9,8497 5,786 8,65 5,9 74,66 54,88 6, FAC i 9% % % 5% 8% 4% % 6% U 5 8,6,847 7,,99 6,6686 6,54 75,64 8,84 6 9,99,98 9,4 7,8568 7,949 68,5 97, 964,97 7,45,,49 4,55 87,598,955 9,5 4,786 8,67 4,4,889 5,656,9666 4,864 55,9 548,8988 9,7 5,86 6, ,5755,55 5,956 5,8 7458,4,677 7,4494 9, ,8 4,76 64,899 69,9956 4,9 4,468 9,94,555 76,45 69, ,767 45, ,56 5,76,8 7,587 87,565 99,69 976,99 447, ,58 7,8,5 4,95,6998 5,565,6 5756,4 554,8 4 8,784 5, ,45 5,848 77,968 5,85 748, ,47 5,44 8,4 5,7996,755 7,997 86,54 977, ,8 6,5,97 59,56 5,59 87,68 7,77 646,8 648,
8 TESTES VALOR PRESENTE LÍQUIDO E TAXA INTERNA DE RETORNO I Tema da aula 7 Avaliação de projetos. A tabela abaixo apreseta o fluxo de caixa de um certo projeto. Para que a taxa itera de retoro aual seja 5%, o valor de P, em milhares de reais, deve ser Período (aos) Valor (milhares de reais) - 4 P P - Valor presete liquido (VPL) - taxa itera de retoro (TIR) - Equivalêcias de capitais a) 6,5 b) 7,5 c) 8,5 d) 9,5 e),5. Um projeto de ivestimeto, cujo aporte de capital iicial é de R$.,, irá gerar, após um período, retoro de R$ 5.,. A Taxa Itera de Retoro (TIR) desse ivestimeto é a) 4% b) 4% c) 75% d) 75% e) 75% 8
9 GABARITO VALOR PRESENTE LÍQUIDO E TAXA INTERNA DE RETORNO I E Aula 7 C Aula 7 D Aula 8 4 C Aula 8 5 E Aula 8 6 A Aula 8 7 B Para o aluo(a) 8 E Para o aluo(a) 9 D Para o aluo(a) C Para o aluo(a) C Para o aluo(a) 9
MATEMÁTICA FINANCEIRA
MATEMÁTICA FINANCEIRA Professor Pacher Tema da aula 8 VP - Valor Presete de um fluxo de caixa Avaliação de projetos - Valor presete liquido (VPL) - taxa itera de retoro (TIR) - Equivalêcias de capitais
RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE MATEMÁTICA FINANCEIRA
RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Caro aluo, Dispoibilizo abaixo a resolução resumida das 10 questões de Matemática Fiaceira da prova de Auditor do ISS/Cuiabá 2014. Para sua orietação, utilizei
IAG. Definições: O valor do dinheiro no tempo Representação: (100) 100. Visualização: Fluxo de Caixa B&A B&A
IAG Matemática Fiaceira Fluxo de Caixa O valor do diheiro o tempo Represetação: Saídas Etradas (100) 100 Prof. Luiz Bradão 2012 1 2 Visualização: Fluxo de Caixa 0 1 2 3 4 5 Defiições: Fluxo de Caixa VP
Conceito 31/10/2015. Módulo VI Séries ou Fluxos de Caixas Uniformes. SÉRIES OU FLUXOS DE CAIXAS UNIFORMES Fluxo de Caixa
Módulo VI Séries ou Fluxos de Caixas Uiformes Daillo Touriho S. da Silva, M.Sc. SÉRIES OU FLUXOS DE CAIXAS UNIFORMES Fluxo de Caixa Coceito A resolução de problemas de matemática fiaceira tora-se muito
Aula 7. Em outras palavras, x é equivalente a y se, ao aplicarmos x até a data n, o montante obtido for igual a y.
DEPARTAMENTO...: ENGENHARIA CURSO...: PRODUÇÃO DISCIPLINA...: ENGENHARIA ECONÔMICA / MATEMÁTICA FINANCEIRA PROFESSORES...: WILLIAM FRANCINI PERÍODO...: NOITE SEMESTRE/ANO: 2º/2008 Aula 7 CONTEÚDO RESUMIDO
Projetos Agropecuários - Módulo 4 ANÁLISE FINANCEIRA DE INVESTIMENTO
Projetos Agropecuários - Módulo 4 ANÁLISE FINANCEIRA DE INVESTIMENTO A parte fiaceira disciplia todas as áreas de uma orgaização que esteja direta ou idiretamete ligadas à tomada de decisão. Todo profissioal
Capitulo 2 Resolução de Exercícios
FORMULÁRIO Regime de Juros Simples S C J S 1 C i J Ci S C (1 i) S 1 C i Juro exato C i 365 S C 1 i C i 360 Juro Comercial 2.7 Exercícios Propostos 1 1) Qual o motate de uma aplicação de R$ 100.000,00 aplicados
Matemática Financeira I 3º semestre 2013 Professor Dorival Bonora Júnior Lista de teoria e exercícios
www/campossalles.br Cursos de: dmiistração, Ciêcias Cotábeis, Ecoomia, Comércio Exterior, e Sistemas de Iformação - telefoe (11) 3649-70-00 Matemática Fiaceira I 3º semestre 013 Professor Dorival Boora
AUTOR: MAURÍCIO ROBERTO CURY
APOSTILA EDIÇÃO: 2-2011 AUTOR: MAURÍCIO ROBERTO CURY www.mauriciocury.com ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 3 2. JUROS SIMPLES 5 2.1 Coceitos e Cálculos 5 2.2 Descoto Simples 8 2.2.1 Descoto Simples Bacário 8 2.2.2
Exemplos: 15%ao ano = 15% a.a Em um ano o capital empregado renderá 15 partes de 100 deste capital.
JURO E MONTANTE JURO É o custo do crédito ou a remueração do capital aplicado. Isto é, o juro é o pagameto pelo uso do poder aquisitivo por um determiado período de tempo. O custo da uidade de capital
Economia Florestal. A floresta como um capital
Ecoomia Florestal A floresta como um capital O que é um capital? Defiição Capital é um fudo ou valor (pode ser moetário, bes, maquiaria, etc.) que pode gerar redimetos futuros durate um certo tempo, capazes
Capitulo 3 Resolução de Exercícios
S C J J C i FORMULÁRIO Regime de Juros Compostos S C i C S i S i C S LN C LN i 3.7 Exercícios Propostos ) Qual o motate de uma aplicação de R$ 00.000,00 aplicados por um prazo de meses, a uma taxa de 5%
Capitulo 6 Resolução de Exercícios
FORMULÁRIO Cojutos Equivaletes o Regime de Juros Simples./Vecimeto Comum. Descoto Racioal ou Por Detro C1 C2 Cm C1 C2 C...... 1 i 1 i 1 i 1 i 1 i 1 i 1 2 m 1 2 m C Ck 1 i 1 i k1 Descoto Por Fora ou Comercial
Portanto, os juros podem induzir o adiamento do consumo, permitindo a formação de uma poupança.
Matemática Fiaceira Deixar de cosumir hoje, visado comprar o futuro pode ser uma boa decisão, pois podemos, durate um período de tempo, ecoomizar uma certa quatia de diheiro para gahar os juros. Esses
Profs. Alexandre Lima e Moraes Junior 1
Aula 23 Juros Compostos. Motate e juros. Descoto Composto. Taxa real e taxa efetiva. Taxas equivaletes. Capitais equivaletes. Capitalização cotíua. Equivalêcia Composta de Capitais. Descotos: Descoto racioal
PARECER SOBRE A PROVA DE MATEMATICA FINANCEIRA CAGE SEFAZ RS
PARECER SOBRE A PROVA DE MATEMATICA FINANCEIRA CAGE SEFAZ RS O coteúdo programático das provas objetivas, apresetado o Aexo I do edital de abertura do referido cocurso público, iclui etre os tópicos de
Considerações Preliminares
Matemática Fiaceira para Gestão de Negócios Júlio Cezar dos Satos Patrício Cosiderações Prelimiares O objeto do presete estudo, que ão tem a pretesão de esgotar o assuto, é oferecer base aos empresários
Notas de aula de Matemática Financeira
Notas de aula de Matemática Fiaceira Professores: Gelso Augusto SUMÁRIO 1. Sistema de capitalização simples...3 1.1 Itrodução:...3 1.2 Coceitos Iiciais....3 1.3 Juros Simples...5 1.3.1 Motate simples...5
Amortização ou parcela de amortização É a parte embutida na prestação que devolve o valor principal do empréstimo ou financiamento
1. SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS Estudaremos este capítulo os vários sistemas de amortização de empréstimos e fiaciametos, sua metodologia e cálculos para determiação do saldo
MATEMÁTICA FINANCEIRA
MATEMÁTICA FINANCEIRA VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO Notas de aulas Gereciameto do Empreedimeto de Egeharia Egeharia Ecoômica e Aálise de Empreedimetos Prof. Márcio Belluomii Moraes, MsC CONCEITOS BÁSICOS
TAXA DE JUROS NOMINAL, PROPORCIONAL, EFETIVA E EQUIVALENTE
ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2 2. JUROS SIMPLES 3 2.1 Coceitos e Cálculos 3 2.2 Descoto Simples 6 2.2.1 Descoto Simples Bacário 6 2.2.2 Descoto Simples Racioal 8 3. JUROS COMPOSTOS 9 3.1 Coceitos e Cálculos 9
PROFESSOR: SEBASTIÃO GERALDO BARBOSA
UNESPAR/FAFIPA - Professor Sebastião Geraldo Barbosa - 0 - PROFESSOR: SEBASTIÃO GERALDO BARBOSA Outubro/203 UNESPAR/FAFIPA - Professor Sebastião Geraldo Barbosa - - TÓPICOS DE MATEMÁTICA FINANCIEIRA ATRAVÉS
Matemática Financeira
Evaivaldo Castro Silva Júior 1 3. Regime de Juros Compostos 2 Coceitos fudametais em capitalização composta Regime de Juros ode os juros são calculados a partir do capital iicial de cada período No processo
Sumário SUMÁRIO 1 CAPÍTULO 1 NOÇÕES DE MATEMÁTICA FINANCEIRA 3 CAPÍTULO 2 - ANÁLISE DE INVESTIMENTOS 12
Sumário SUMÁRIO 1 CAPÍTULO 1 NOÇÕES DE MATEMÁTICA FINANCEIRA 3 PARTE 1 - ASPECTOS ECONÔMICOS DOS JUROS 3 PARTE 2 - ASPECTOS FINANCEIROS DOS JUROS 3 PARTE 3 - VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO 6 PARTE 4 DESCONTO
Fundamentos da Engenharia Econômica. Professor Ivan Faccinetto Böttger. Profº Ivan Faccinetto Böttger - 1 -
Fudametos da Egeharia Ecoômica Professor Iva Faccietto Böttger Profº Iva Faccietto Böttger - 1-2012 Ouvimos costatemete frases como estas: Vou depositar meu diheiro a poupaça ou Vou aplicar meu diheiro
MATEMÁTICA FINANCEIRA E ENGENHARIA ECONÔMICA: a teoria e a prática
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Roberta Torres MATEMÁTICA FINANCEIRA E ENGENHARIA ECONÔMICA: a teoria e a prática Trabalho de Coclusão de Curso submetido ao Curso de Matemática Habilitação Liceciatura
Matemática Financeira e Análise de Investimentos
e Aálise de Ivestimetos 1 e Aálise de Ivestimetos Objetivos 1. Coceitos fudametais em capitalização simples e compostos 2. Cálculo de juros e descotos 3. Atualização de ídices iflacioários 4. Amortização
Matemática Financeira. Evanivaldo Castro Silva Júnior
Evaivaldo Castro Silva Júior 1 3. Regime de Juros Compostos 2 * Coceitos fudametais em capitalização composta * Regime de Juros ode os juros são calculados a partir do capital iicial de cada período *
Matemática Financeira. Prof. MSc. Denilson Nogueira da Silva [email protected]
Matemática Fiaceira Prof. MSc. Deilso Nogueira da Silva [email protected] Juho/03 Ídice -INTRODUÇÃO... 3. O Excel... 3. A Calculadora HPC.... 3.3 Pricipais Operações do Excel... 4.4 Operações com
MATEMÁTICA FINANCEIRA UNIDADE IX DESCONTOS
UNIDADE IX DESCONTOS Itrodução: Em cotabilidade, chama-se descoto a operação bacária de etrega do valor de um título ao seu detetor, ates do prazo do vecimeto, e mediate o pagameto de determiada quatia
Estudando complexidade de algoritmos
Estudado complexidade de algoritmos Dailo de Oliveira Domigos wwwdadomicombr Notas de aula de Estrutura de Dados e Aálise de Algoritmos (Professor Adré Bala, mestrado UFABC) Durate os estudos de complexidade
M = C (1 + i) n. Comparando o cálculo composto (exponencial) com o cálculo simples (linear), vemos no cálculo simples:
PEDRO ORBERTO JUROS COMPOSTOS Da capitalização simples, sabemos que o redimeto se dá de forma liear ou proporcioal. A base de cálculo é sempre o capital iicial. o regime composto de capitalização, dizemos
MATEMÁTICA FINANCEIRA. Capitalização
MATEMÁTICA FINANCEIRA Capitalização Seu estudo é desevolvido, basicamete, através do seguite raciocíio: ao logo do tempo existem etradas de diheiro (RECEITAS) e saídas de diheiro (DESEMBOLSOS) os caixas
Carteiras de Mínimo VAR ( Value at Risk ) no Brasil
Carteiras de Míimo VAR ( Value at Risk ) o Brasil Março de 2006 Itrodução Este texto tem dois objetivos pricipais. Por um lado, ele visa apresetar os fudametos do cálculo do Value at Risk, a versão paramétrica
CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA MATEMÁTICA FINANCEIRA
CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA MATEMÁTICA FINANCEIRA Coceito de taxa de juros Taxa de juro é a relação etre o valor dos juros pagos (ou recebidos) o fial de um determiado período de tempo e o valor do capital
FEA RP - USP. Matemática Financeira 3 - Séries e Avaliação de Investimentos
FEA RP - USP Matemática Financeira 3 - Séries e Avaliação de Investimentos Prof. Dr. Daphnis Theodoro da Silva Jr. Daphnis Theodoro da Silva Jr 1 Séries uniformes - Juros Compostos Series uniformes são
Matemática Financeira Aplicada
Séries Periódicas Uiformes Séries Uiformes Postecipadas 0 1 2 3 4 Séries Uiformes Atecipadas 0 1 2 3 4-1 Séries Uiformes Diferidas (atecipada/postecipada) carêcia 0 c c+1 c+2 c+3 Valor Presete das Séries
Equivalência de capitais a juros compostos
Comercial e Fiaceira Equivalêcia de capitais a juros compostos Dois capitais são equivaletes se comparados em uma mesma data, descotados ou capitalizados por uma mesma taxa de juros produzem um mesmo valor
ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA
ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA INTRODUÇÃO MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO [email protected] 1 1 Itrodução à Egeharia Ecoômica A egeharia, iserida detro do cotexto de escassez de recursos, pode aplicar
MATEMÁTICA FINANCEIRA COM MICROSOFT EXCEL
MATEMÁTICA FINANCEIRA COM MICROSOFT EXCEL 2 OBJETIVO Trasmitir ao participate as formas de evolução do diheiro com o tempo as aplicações e empréstimos e istrumetos para aálise de alterativas de ivestimetos,
JUROS SIMPLES. 1. Calcule os juros simples referentes a um capital de mil reais, aplicado em 4 anos, a uma taxa de 17% a.a.
JUROS SIMPLES 1. Calcule os juros simples referetes a um capital de mil reais, aplicado em 4 aos, a uma taxa de 17% a.a. 2. Calcule o capital ecessário para que, em 17 meses, a uma taxa de juros simples
Prof. Marcelo Delsoto
Orçamento de Capital Sem Riscos Orçamento de capital refere-se aos métodos para avaliar, comparar e selecionar projetos que obtenham o máximo retorno (lucro) ou, a máxima riqueza (valor das ações no mercado)
Rentabilidade e risco de RENTABILIDADE investimento na produção... E RISCO DE INVESTIMENTO NA PRODUÇÃO DE PALMITO DE PUPUNHA (Bactris gasipaes Kunth.
Retabilidade e risco de RENTABILIDADE ivestimeto a produção... E RISCO DE INVESTIMENTO NA PRODUÇÃO DE PALMITO DE PUPUNHA (Bactris gasipaes Kuth.) 53 Sidey Arauo Cordeiro, Márcio Lopes da Silva 2 (recebido:
Matemática. Apostila Prof. Ricardo Alves Data de impressão: 23/04/2008. www.conquistadeconcurso.com.br
Matemática Apostila Data de impressão: 23/04/2008 UMA PARCERIA Visite o Portal dos Cocursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.BR/CURITIBA Visite a loja virtual www.coquistadecocurso.com.br MATERIAL DIDÁTICO
A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagina10.com.br
A seguir, uma demostração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagia10.com.br Matemática comercial & fiaceira - 2 4 Juros Compostos Iiciamos o capítulo discorredo sobre como
Histograma. Faixas de salários
1. Respoda as pergutas a seguir, cosiderado a tabela abaixo represeta os salários dos fucioários de uma empresa de Logística: Tabela 1 Classe Salário (R$) Limite if Limite sup Número de fucioários 1 5
Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Critérios de Valorização e Selecção de Investimentos. Métodos Estáticos
Aálise de Projectos ESAPL / IPVC Critérios de Valorização e Selecção de Ivestimetos. Métodos Estáticos Como escolher ivestimetos? Desde sempre que o homem teve ecessidade de ecotrar métodos racioais para
Módulo 4 Matemática Financeira
Módulo 4 Matemática Fiaceira I Coceitos Iiciais 1 Juros Juro é a remueração ou aluguel por um capital aplicado ou emprestado, o valor é obtido pela difereça etre dois pagametos, um em cada tempo, de modo
Rentabilidade Econômica do Arrendamento de Terra para Cultivo de Eucalipto em São Paulo
Floresta e Ambiete 2015; 22(3): 345-354 http://dx.doi.org/10.1590/2179-8087.033113 ISSN 1415-0980 (impresso) ISSN 2179-8087 (olie) Artigo Origial Retabilidade Ecoômica do Arredameto de Terra para Cultivo
Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Biodigestores em Propriedades Rurais
Aais do CNMAC v.2 ISSN 1984-820X Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Ecoômica da Implatação de Biodigestores em Propriedades Rurais Eliaa Walker Depto de Física, Estatística e Matemática, DEFEM,
Matemática Financeira
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Ecoomia, Admiistração e Cotabilidade de Ribeirão Preto - FEA-RP Matemática Fiaceira Profa. Dra.Luciaa C.Siqueira Ambrozii Juros Compostos 1 Juros compostos Cosidera
Centro Educacional Sesc Cidadania
Cetro Educacioal Sesc Cidadaia Prof.(a): Kátia Lima Lista de Exercícios Matemática Fiaceira Se ão existe esforço, ão existe progresso (F. Douglas) ENSINO MÉDIO Aluo(a): ANO TURMA DATA: Questão 01) Um líquido
JURO E MONTANTE. Material de Matemática Financeira Prof. Mário Roberto 1
Material de Matemática Fiaceira Prof. Mário Roberto 1 JURO E MONTANTE JURO É o custo do crédito ou a remueração do capital aplicado. Isto é, o juro é o pagameto pelo uso do poder aquisitivo por um determiado
Prof. Eugênio Carlos Stieler
http://wwwuematbr/eugeio SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO A ecessidade de recursos obriga aqueles que querem fazer ivestimetos a tomar empréstimos e assumir dívidas que são pagas com juros que variam de acordo
Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Casos Particulares de VLA e TIR. Efeitos de Impostos, Inflação e Risco.
Aálise de Projectos ESAPL / IPVC Casos Particulares de VLA e TIR. Efeitos de Impostos, Iflação e Risco. O Caso dos Fluxos de Caixa Costates uado um ivestimeto apreseta fluxos de caixa costates ao logo
Cap.20 Avaliação Econ. Financ. de Projetos de Inv. Sumário. Jim Lane. $20 mi. Gordon Letwin $20 mi Paul Allen $25 bi
Pol-UFRJ/25.1 Cap.2 Avalação Eco. Fac. de Projetos de Iv. Ecooma Carlos Nemer 3ª Ed. Capítulo 2 Avalação Ecoômco Facera de Projetos de Ivestmeto Steve Wood $15 m Bob O' Rear $1 mllo Bob Wallace $5 m Bob
Matemática Financeira
FGV Maagemet Matemática Fiaceira Paulo Lamosa Berger [email protected] Realização Fudação Getulio Vargas FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS PRESIDENTE arlos Iva Simose Leal ESOLAS FGV EAESP Diretor Ferado S.
MEDIDAS DESCRITIVAS DE POSIÇÃO, TENDÊNCIA CENTRAL E VARIABILIDADE
MEDIDAS DESCRITIVAS DE POSIÇÃO, TENDÊNCIA CENTRAL E VARIABILIDADE 1 Estatística descritiva (Eploratória) PRIMEIRO PASSO: Tabelas (distribuição de frequêcia) e Gráficos. SEGUNDO PASSO: Cálculo de medidas
CONTABILIDADE GERAL. Balanço Patrimonial. Situação Líquida e VPL. Prof. Cláudio Alves
CONTABILIDADE GERAL Balanço Patrimonial Situação Líquida e VPL Prof. Cláudio Alves Equação Patrimonial ATIVO PASSIVO = SITUAÇÃO LÍQUIDA (Bens + Direito) - (Obrigações) = ( Capital Próprio ) O item 4.4
Prova Resolvida e Comentada Prof. Joselias (011 ) AFRF 2005 Matemática Financeira e Estatística
Prova Resolvida e Cometada Prof. Joselias [email protected] (0 )9654-53 FRF 005 Matemática Fiaceira e Estatística Soluções das Provas do FRF-005 de Matemática Fiaceira e de Estatística Prof. Joselias
SENAC - Professor: Rikey Felix, Sorriso MT
Matemática Fiaceira e uso da Calculadora HP 12c (curso prático) Serão abordados esta aula. Fuções primordiais da HP 12c Porcetagem Vedas com lucro e prejuízo (modelo matemático) Juros simples, composto,
SUMÁRIO. 1 Introdução Conceitos básicos O valor do dinheiro ao longo do tempo Principais variáveis e simbologia...
SUMÁRIO 1 Introdução..................................................... 1 1.1 O crédito e o juro......................................................... 1 1.2 O surgimento do crédito e do sistema financeiro..............................
Curso MIX. Matemática Financeira. Juros compostos com testes resolvidos. 1.1 Conceito. 1.2 Período de Capitalização
Curso MI Matemática Fiaceira Professor: Pacífico Referêcia: 07//00 Juros compostos com testes resolvidos. Coceito Como vimos, o regime de capitalização composta o juro de cada período é calculado tomado
RENDAS CERTAS OU ANUIDADES
RENDAS CERTAS OU ANUIDADES Matemática Fiaceira/Mário Nas aplicações fiaceiras o capital pode ser pago ou recebido de uma só vez ou através de uma sucessão de pagametos ou de recebimetos. Quado o objetivo
JUROS SIMPLES. i 100 i 100. TAXA PROPORCIONAL: É aquela que aplicada ao mesmo capital, no mesmo prazo, produze o mesmo juros.
JUROS MONTANTE JUROS SIMPLES J = C 0 * * t 00 M = C * + * t 00 TAXA PROPORCIONAL: É aquela que aplcada ao mesmo captal, o mesmo prazo, produze o mesmo juros. * = * JUROS COMPOSTOS MONTANTE M = C * + 00
16/03/2014. IV. Juros: taxa efetiva, equivalente e proporcional. IV.1 Taxa efetiva. IV.2 Taxas proporcionais. Definição:
6// IV. Juros: taxa efetva, equvalete e proporcoal Matemátca Facera Aplcada ao Mercado Facero e de Captas Professor Roaldo Távora IV. Taxa efetva Defção: É a taxa de juros em que a udade referecal de seu
Exercícios da vídeoaula 7 Matemática
Curso de Egeharia - UNIVESP Disciplia Matemática Bimestre 1 Exercícios da semaa - videoaulas 7 e 8 RECOMENDAÇÕES GERAIS SOBRE A AVALIAÇÃO (PORTFÓLIO) Caro aluo, Nesta semaa, a sua avaliação para as aulas
Exercícios Propostos
Exercícios Propostos Ateção: Na resolução dos exercícios cosiderar, salvo eção e cotrário, ao coercial de 360 dias. 1. Calcular o otate de ua aplicação de $3.500 pelas seguite taxas de juros e prazos:
MATEMÁTICA FINANCEIRA. UNIDADE XI RENDAS Capitalização e Amortização Compostas (Séries de Pagamentos ou Rendas)
1 UNIDADE XI RENDAS Capitalização e Amortização Compostas (Séries de Pagametos ou Redas) Elemetos ou Classificação: - Redas: Sucessão de depósitos ou de prestações, em épocas diferetes, destiados a formar
a taxa de juros i está expressa na forma unitária; o período de tempo n e a taxa de juros i devem estar na mesma unidade de tempo.
UFSC CFM DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MTM 5151 MATEMÁTICA FINACEIRA I PROF. FERNANDO GUERRA. UNIDADE 3 JUROS COMPOSTOS Capitalização composta. É aquela em que a taxa de juros icide sempre sobre o capital
DETERMINANDO A SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA PARA AS DIFERENÇAS ENTRE MÉDIAS
DTRMINANDO A SIGNIFIÂNIA STATÍSTIA PARA AS DIFRNÇAS NTR MÉDIAS Ferado Lag da Silveira Istituto de Física - UFRGS [email protected] O objetivo desse texto é apresetar através de exemplos uméricos como se
Sumário. Prefácio, xiii
Prefácio, xiii 1 Função dos juros na economia, 1 1.1 Consumo e poupança, 1 1.1.1 Necessidade natural de poupar, 2 1.1.2 Consumo antecipado paga juro, 2 1.2 Formação da taxa de juro, 4 1.2.1 Juro e inflação,
5 Metodologia Informações e ferramentas:
9 5 Metodologia Para torar o problema de localização dos telefoes públicos meos complexo e de fácil aplicação prática, será apresetado um processo maual cojugado com aálises gráficas ode o ARCGIS terá
Analise de Investimentos e Custos Prof. Adilson C. Bassan email: [email protected]
Aalise de Ivestimetos e Custos Prof. Adilso C. Bassa email: [email protected] JUROS SIMPLES 1 Juro e Cosumo Existe juro porque os recursos são escassos. As pessoas têm preferêcia temporal: preferem
MATEMÁTICA FINANCEIRA
Uiversidade Comuitária da Região de Chapecó Sistemas de Iformação $$$$$$$$$$$$ $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ MATEMÁTICA FINANCEIRA (MATERIAL DE APOIO E EXERCÍCIOS) $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$
Cálculo da Taxa de Juros
1 Conceito Cálculo da Taxa de Juros A taxa de juros de qualquer operação (empréstimo ou aplicação) é aquela que faz com que as entradas de caixa sejam equivalentes a TODAS as saídas de caixa da operação.
ESTUDO DE FONTES RENOVÁVEIS DE ENERGIA PARA A POUSADA NOSSO LAR UTILIZANDO TÉCNICAS DE VIABILIDADE FINANCEIRAS
ESTUDO DE FONTES RENOVÁVEIS DE ENERGIA PARA A POUSADA NOSSO LAR UTILIZANDO TÉCNICAS DE VIABILIDADE FINANCEIRAS Resumo Buscar fotes de eergias reováveis que sejam proveietes do sol e que esteja fiaceiramete
XII PREMIO DO TESOURO NACIONAL TEMA 4: QUALIDADE DO GASTO PÚBLICO SUBTEMA 4.2: QUALIDADE DO INVESTIMENTO PÚBLICO TÍTULO:
XII PREMIO DO TESOURO NACIONAL TEMA 4: QUALIDADE DO GASTO PÚBLICO SUBTEMA 4.2: QUALIDADE DO INVESTIMENTO PÚBLICO TÍTULO: INVESTIMENTO PÚBLICO OU PARCERIA PÚBLICO PRIVADA? PROPOSTA A REGRA DE DECISÃO COM
OPERAÇÃO 1 OPERAÇÃO 2 OPERAÇÃO 3 OPERAÇÃO mês 10% a.m. 100,00 110,00 121,00
Módulo 7 J uros Compostos Os juros compostos são cohecidos, popularmete, como juros sobre juros. 7.1 Itrodução: Etedemos por juros compostos quado o fial de cada período de capitalização, os redimetos
Juros Simples e Compostos
Juros Simples e Compostos 1. (G1 - epcar (Cpcar) 2013) Gabriel aplicou R$ 6500,00 a juros simples em dois bacos. No baco A, ele aplicou uma parte a 3% ao mês durate 5 6 de um ao; o baco B, aplicou o restate
