TREINAMENTO ARQUIVO MAGNÉTICO CONVENIO 57/95 SINTEGRA

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1 TREINAMENTO ARQUIVO MAGNÉTICO CONVENIO 57/95 SINTEGRA X VISUAL EFISCAL VERSÃO WINDOWS

2 Treinamento - Arquivo Magnético - Convênio 57/95 (SINTEGRA) X EFISCAL * Algumas alteraçőes do Convênio 69/02 e 142/02 - inclusão dos registros tipo 60i 60d 60r, 74 - código de identificação da estrutura do arquivo magnético entregue - Situação da Nota Fiscal. * Algumas alteraçőes do Convênio 76/03 -Tabela de códigos de Antecipação Tributária da Nota. * Algumas alteraçőes do Convęnio 18/04-19/04 33/04 e 114/04. - Inclusão de Novo Código da Antecipação Tributária. - Inclusão do Código 26 à Tabela de Modelos de Documentos Fiscais- 18/04. - CFOP s de Combustível e os Novos CFOP s de * Explanação sobre os diversos registros do convênio O arquivo deverá ser composto pelos seguintes conjuntos de registros: Tipo 10 - registro mestre do estabelecimento, destinado à identificação do estabelecimento informante (cadastro de empresas), estrutura conforme Convênio ICMS 57/95, com as alterações promovidas pelo Convênio ICMS 76/03. Tipo 11 - dados complementares do informante (cadastro de empresas). Tipo 50 - registro de valor total da Nota Fiscal, (modelos 1 e 1-A), Nota Fiscal de Entrada, (modelo 3), Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica, (modelo 6), e Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações, (modelo 22), destinado a especificar as informações de totalização do documento fiscal, relativamente ao ICMS. No caso de documentos com mais de uma alíquota de ICMS e/ou mais de um Código Fiscal de Operação CFOP, deve ser gerado para cada combinação de "alíquota" e "CFOP" um registro tipo 50, com valores nos campos monetários (11, 12, 13, 14 e 15) correspondendo à soma dos ítens que compõe o mesmo, de tal forma que as somas dos valores dos campos monetários dos diversos registros que representam uma mesma nota fiscal, corresponderão aos valores totais da mesma; Tipo 51 - registro de total de Nota Fiscal modelos 1 e 1 A e de Nota Fiscal de Entrada, (modelo 3), destinado a especificar as informações de totalização do documento fiscal, relativamente ao IPI; (deverão ser gerados somente por contribuintes de IPI). Os contribuintes exclusivamente de ICMS não deverão informar registros tipo 51, ainda que tenham recebido mercadorias sujeitas ao IPI. Tipo 53 - registro de total de documento fiscal, quanto à substituição tributária; Tipo 54 - registro de produto (classificação fiscal); Deverá ser informado um registro tipo 54 para cada item (mercadoria) constante da nota fiscal, e ainda registros para informar os valores de frete, seguro e outras despesas que também constem do documento. Tipo 55 - registro de Guia Nacional de Recolhimento Estadual; só deverão ser informados por contribuintes substitutos tributários. Tipo 56 Registro complementar relativo às operações com veículos automotores novos realizados por montadoras, concessionárias e importadoras. Tipo 60 registro destinado a informar as operações e prestações realizadas com documentos fiscais emitidos por equipamento emissor de cupom fiscal, sendo eles: Cupom Fiscal, Cupom Fiscal PDV, Nota Fiscal de Venda a Consumidor (modelo 2), Bilhete de Passagem Rodoviário (modelo 13), Bilhete de Passagem Aquaviário (modelo 14), Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem (modelo 15) e Bilhete de Passagem Ferroviário (modelo 16); Mestre (60M): Identificador do equipamento. Analítico (60A):Identifica as situações tributárias individualmente no final do dia em cada emissor de cupom fiscal.

3 Resumo Diário (60D): Registro de mercadoria/produto ou serviço constante em documento fiscal emitido por Terminal Ponto de Venda (PDV) ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). Ítem (60I): Item do documento fiscal emitido por Terminal Ponto de Venda (PDV) ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) Resumo Mensal (60R): Registro de mercadoria/produto ou serviço processado em equipamento Emissor de Cupom Fiscal. Tipo 61 - para os documentos fiscais descritos a seguir, quando não emitidos por equipamento emissor de cupom fiscal: Bilhete de Passagem Rodoviário (modelo 13), Bilhete de Passagem Aquaviário (modelo 14), Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem (modelo 15), Bilhete de Passagem Ferroviário (modelo 16), Nota Fiscal de Venda a Consumidor (modelo 2), Nota Fiscal de Serviço de Comunicação (modelo 21), Nota Fiscal de Produtor (modelo 4), Nota Fiscal de Serviço de Transporte (modelo 7), exceto quando emitida por prestador de serviços de transporte ferroviário de cargas. Tipo 70 - registro do total da Nota Fiscal de Serviço de Transporte (modelo 7), quando emitida por prestador de serviço de transporte ferroviário de cargas, de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas (modelo 8), de Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas (modelo 9), de Conhecimento Aéreo (modelo 10) e de Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas (modelo 11), responsável pela especificação das informações de totalização do documento fiscal, relativamente ao ICMS. Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas-CTMC (modelo 26). Tipo 71 - registro de informações da carga transportada referente a Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas (modelo 8), Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas ( modelo 9), Conhecimento Aéreo (modelo 10) e Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas (modelo 11). Tipo 74 - Registro de Inventário. Tipo 75 - Registro de Código de Produto e Serviço. Tipo 76 - Nota Fiscal de Serviços de comunicação (mod. 21) nas prestações de serviços e Nota Fiscal de Serviços de Telecomunicações (Mod. 22) nas prestações de serviço. Tipo 77 - Serviços de Comunicação e Telecomunicação. Tipo 90 - Registro de totalização do arquivo, destinado a fornecer dados indicando a quantidade de registros. Para os Registros 10 e 90 O usuário não precisa identificar S ou N no período, pois o sistema busca automaticamente estes registros. * Lançamentos e Validaçőes do sistema Efiscal, para geraçőes corretas. O arquivo que será gerado pelo programa EFISCAL e lido pelo programa validador nacional do SINTEGRA, origina-se de suas bases de dados e, dessa forma, qualquer deficiência na qualidade das mesmas refletirá no arquivo, podendo implicar sua rejeição. Portanto, zele pela qualidade de suas bases de dados e dos arquivos, adotando, entre outros que se fizerem necessários, alguns cuidados simples que poderão evitar a rejeição dos arquivos. * Lançamento de entradas/saídas: Campo: CNPJ O preenchimento nas entradas é obrigatório, nas saídas, só poderá deixar o campo vazio quando lançamento de Nota Fiscal ao consumidor (modelo 02) ou Emissor de Cupom Fiscal, demais hipóteses deverá ter um CNPJ ou CPF. Campo: Espécie: informar a espécie do documento a ser cadastrado exemplo: NF, CMR, ECF, PDV, CTRC, CTAC, CTFC, CA... etc. Há algumas espécies que são válidas no sistema (dependendo das informações será apresentado uma tela), para fins de geração do arquivo magnético, somatória do redutor Z e outras. ECF, CMR, PDV, o sistema habilitará a informação do grande total e redutor Z. Abaixo segue um exemplo de validação das espécies onde o sistema abrirá telas para seleção e digitação dos dados ref. aos registros 70 e 71.

4 Registro 70: Quando for nf de entradas ou saídas com espécie de transporte, o sistema usará o campo: Frete por Conta do, <Emitente Destinatário > conforme figura abaixo: para gerar este registro, o tomador do serviço será sempre o mesmo que paga o frete. Após selecionar umas das espécies válidas de transportes para geração, o sistema habilitará o botão Registro 71, e posteriormente abrirá uma outra tela (figura abaixo)que deverá ser informado dados do conhecimento de transporte para fins da geração do Registro 71 do arquivo magnético, o qual será utilizado por contribuintes do icms, tomadores ou prestadores de serviços de transportes. Dados da NF que acoberta a Carga: informar neste campo dados da nf que está acobertando a carga: data da emissão, modelo da nf ex. Única, o número da nf, série (ler validações para série no próximo item) e valor da nota que acoberta a carga, e estes dados são obrigatórios e, caso tenha mais que uma Nf para este conhecimento, lançar quantas vezes for necessários.... SÉRIE/SUB SÉRIE - informar a série da NF ou número da máquina registradora quando se tratar de CMR, PDV e ECF. Ex: Máq.1, informe 001 e Máq.2, informe 002. Em se tratando de documentos com série indicada por letra, preencher com a respectiva letra (B ou C). No caso de Série Única preencher com a letra U. Em se tratando dos documentos fiscais de série indicada por letra seguida da expressão Única ( Série B-Única, Série C-Única ), preencher o campo série com a respectiva letra (B ou C) e a primeira posição do campo sub série com a letra U, deixando em branco a posição não significativa. No caso de documento fiscal de Série Única seguida por algarismo arábico ( Série Única 1, Série Única 2 etc...) preencher com a letra U. O algarismo respectivo deverá ser indicado no campo Sub série. Em se tratando de documento fiscal sem série e sem sub série, deixar em branco.

5 MODELO: Tabela de Modelos de Documentos Fiscais 01- Nota Fiscal 02- Nota Fiscal de Venda a Consumidor 03- Nota Fiscal de Entrada (somente até 1996) 04- Nota Fiscal de Produtor 06- Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica 07- Nota Fiscal de Serviço de Transporte 08- Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas 09- Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas 10- Conhecimento Aéreo 11- Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas 13- Bilhete de Passagem Rodoviário 14- Bilhete de Passagem Aquaviário 15- Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem 16- Bilhete de Passagem Ferroviário 17- Despacho de Transporte 18- Resumo Movimento Diário 20- Ordem de Coleta de Carga 21- Nota Fiscal de Serviço de Comunicaçăo 22- Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicaçőes 24- Autorizaçăo de Carregamento e Transporte 25- Manifesto de Carga 26- Conhecimento Transporte multimodal de cargas-ctmc. 99- Outros Opções da N.F. : Emitente da N.F. Próprio - NF Emitida pelo próprio contribuinte informante. Terceiros - NF emitida por terceiros. Obs: O sistema sempre selecionará como Próprio nas emissões de notas de saídas, e como Terceiros para notas de entradas, permitindo alterar caso a situação seja diferente. Situação da N.F. : NF de Complemento (selecione esta opção quando a NF for complementar). Lançamento Extemporâneo (selecionar esta opção quando a nf for lançada fora do tempo, ou seja, em mês diferente da data de emissão ou de documento. Canceladas : está opção só habilitará nas saídas, selecione assim quando for cancelada e não informe valores. * Lançamento dos Produtos: Selecionar este botão se desejar lançar os dados descritos no corpo da nota fiscal, portanto, é necessário lançar ítem a ítem do corpo da nota, que săo os produtos discriminados. Estas informaçőes serăo utilizadas nas gerações dos registros 54 e 75 do arquivo magnético (convęnio 57/95). Lançamento de Valores descritos no corpo da NF como :Frete, Seguro, Desp. Acessórias e Pis/Cofins. Serão necessários somente gerar o registro 54 do arquivo magnético. Obs: Não terá acesso a este campo quando se tratar de notas fiscais de venda a consumidor (modelo 02, série D..), CMR.

6 Na primeira parte da tela de lançamento do corpo da nota fiscal terá os seguintes campos: N º COO: Refere-se ao numero do cupom fiscal de ECF e PDV, em que está o produto. O sistema traz automático o primeiro número do ECF neste campo da tela de lançamentos da NF, e deixa aberto caso seja necessário mudar, (terá que lançar item a item do cupom por cupom.) Ex: No lançamento da Nota lancei um cupom de 01 a 03, então no lançamento do produto, lançar COO 001, COO 002 e COO 003 com seus respectivos itens. Número do item: informar o número do item, que será o número de ordem do produto discriminado no corpo da nota fiscal, em lançamento. CFOP: informar o cfop referente a este produto que está sendo lançado. Código do Produto: Informe o código do produto conforme cadastro de produtos constante no menu arquivos ou tecle <enter> para acionar o cadastro de produtos, onde poderá consultar, alterar ou cadastrar um novo produto. O sistema também fará uma verificação da data em que está sendo lançada a nota fiscal, com a data de validade do produto conforme cadastro. Caso o produto esteja fora de validade, o sistema apresentará uma mensagem conforme tela. Ao teclar em <OK> abrirá a tela de cadastro do produto, para inclusão do mesmo produto, porém com outra data de validade.

7 Detalhes sobre cadastro de produtos em relação ao arquivo magnético: Este cadastro de produtos é individual para cada empresa e, ao cadastrá-lo, deverá ser informado o código (número de cadastro no sistema) e a descrição do produto. O sistema não dará continuidade no campo código, por isso, è necessário informar o código do produto conforme a seqüência cadastrada. Quando informado um código já cadastrado, o sistema abrirá uma tela com a mensagem: Para geração do Registro 54/75 do arquivo magnético (corpo da nota fiscal entradas e saídas) os produtos cadastrados, deverá conter informações como percentual de redução no icms (caso houver) e período de validade. Caso seja informado o período de validade, ao tentar fazer uma digitação após a validade do produto, o sistema não permitirá o lançamento desse produto até que seja cadastrado novamente com outra data de validade. Se no período de validade não for informado nenhuma data o sistema sempre considerará a validade do produto o mês ativo, assim só será cadastrado novamente se o produto mudar de descrição. Campo Tipo refere-se ao tipo de mercadoria cadastrada no livro de Inventário (matéria-prima, mercadoria p/ revenda...). Campo NBM/SH refere-se ao código da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias, Sistema Harmonizado ou NCM Nomenclatura Comum no Mercosul. Essas informações encontram-se no corpo da nota fiscal conforme tabela da Tipi. Para efeito da geraçao do Arquivo magnético, este campo é obrigatório somente para Indústrias. Obs: No sistema visual efiscal para outros tipos de empresas ex: Comércio etc,,, este campo também é obrigatório, então deverá digitar um número ex: 111 para que o sistema possa permitir o cadastro do produto. Campo Alíquota ICMS/IPI Informe a alíquota de ICMS/IPI do produto cadastrado. Campo Unidade Informar a unidade de medida de comercialização do produto (Kg, Un...). Campo Sit. Tributária ( Tab. A) e ( Tab. B): Informar o código da situação tributária do produto. Campo % de Redução na Base de Calc. do ICMS: Informar a redução da base de cálculo do ICMS (Ex: Gás natural alíquota 33.33%). Campo Unit. Base ICMS S.T: Informar o valor unitário da base de cálculo do Icms na substituição tributária. Campo Período de Validade das Informações: Informar a data inicial e final de validade das informações do produto cadastrado. Esse campo poderá ficar em branco apenas se o produto estiver cadastrado uma única vez no sistema, a partir da segunda, é necessário a alteração da data do primeiro cadastro, para depois cadastrar o novo produto. Veja exemplo abaixo: Eu tenho um produto chamado LOLO, Em 06/1981 ele mudou de nome passando a se chamar MILKBAR. Ao invés de alterar o primeiro cadastro para MILKBAR, eu informo que a data de validade dele foi até 31/05/1981 e cadastro novamente o produto com o mesmo código, porém, com o nome MILKBAR, assuma a data de validade será de 01/06/1981 até... DNF ( Demonstrativo de Notas Fiscais) Conforme IN SRF 63 de 28-06/2001, a DNF deve ser apresentada mensalmente (mesmo sem movimento) pelas pessoas jurídicas fabricantes, importadoras e distribuidoras atacadistas dos produtos relacionados no Anexo I da referida Instrução Normativa. Para todo NBM/SH válidos cadastrados, o sistema habilitará o campo DNF, selecionando o item de lançamento (cod. Espécie) conforme a tabela que o próprio sistema traz; informando a unidade de medida e o fator de conversão para a unidade de medida. Para empresas que entregam o arquivo da DNF (Demonstrativo Notas Fiscais), existem alguns NBM/SH que se faz obrigatório o preenchimento referente ao código: (EX= exceção) conforme

8 Tabela Anexo I IN SRF 359 SRF 15/09/03. Exemplo: Ao fazer o lançamento de um produto com NBM/SH e tentar passar pelo campo sem fazer a informação do código EX, aparecerá a seguinte mensagem: Para que fique correto, no campo NBM/SH deve ser preenchido da seguinte maneira: EX 002 = Concentrado não-alcoólico para elaboração de bebida refrigerante do capítulo 22. Obs: Para empresas que entregam o Arquivo da DNF (Demonstrativo Notas Fiscais) o sistema faz uma validação neste campo NBM/SH. Para os Produtos cadastrados, até 08/2003 será gerado o arquivo dos produtos classificados com NBM/SH conforme IN 63 de 20/06/2003, e a partir de 09/2003 será gerado o arquivo dos produtos classificados com NBM/SH conforme IN 359 de 15/09/2003, então conforme o período em que a empresa estiver ativa, será habilitado o campo para preenchimento dos dados da DNF. Para atender a IN SRF 445 de 20/08/04 que instituiu a versão 2.0 da DNF, a partir de 09/2004 para alguns NBM/SH que tiveram seus códigos alterados foram incluídos os campos <capacidade volumétrica (ml)> conforme tabela do Anexo I e II são estes: < >. Dados dos Lançamentos dos Produtos: O sistema apresentará na tela os dados do produto utilizado conforme cadastro. (tela anterior) campos: Desc. NBM/SH, Sit. Trib A e B, Unidade, Aliq. IPI, Unit. Base ST. Valor Unitário: Este campo só será preenchido quando se tratar ECF ou PDV, em caso de itens de NF, esta informação será somente para fins da geração do Arquivo Magnético(Sinco) e DNF. Quantidade: Informar a quantidade de mercadoria/produto do item que está sendo lançado. Fator de Conversão: este campo só habilitará para lançamento, quando no cadastro da empresa estiver selecionado o campo DNF.

9 Na segunda parte da tela de lançamento do corpo da nota fiscal terá os seguintes campos Qtd. Un. Med.Pad.: Este campo só habilitará para lançamento, quando no cadastro da empresa estiver selecionado o campo DNF. Valor Mercadoria: Informar o valor bruto do produto no item que está sendo lançado. Valor Desconto: Informar o valor do desconto concedido no item. Base de cálculo do ICMS: Informar o valor da base de cálculo de ICMS do item que está sendo lançado. Alíq. ICMS: Informar a alíquota do ICMS do produto conforme destacado na nota fiscal, inclusive quando se tratar de emissor cupom fiscal (ECF) ou (PDV). Valor do ICMS: Este campo só habilitará e deverá ser preenchido quando se tratar ECF ou PDV, em caso de itens de NF, não preencher este campo. Isentos de ICMS: Este campo só habilitará e deverá ser preenchido quando se tratar ECF ou PDV, em caso de itens de NF, não preencher este campo. Outros de ICMS: Este campo só habilitará e deverá ser preenchido quando se tratar ECF ou PDV, em caso de itens de NF, não preencher este campo. Base Subst.Tributária: Informar o valor da base cálculo do ICMS de retenção na substituição tributária (somente habilita para CFOP de substituição). Essas informações não deverão ser lançadas para a venda a consumidor (desde que não sejam emitidas no modelo 1 ou 1-A) e nas operações com Ativo imobilizado, Energia Elétrica, Comunicação e Transportes. ICMS Subst. Trib.(ICMS Substituição Tributária): Este campo somente será habilitado para os CFOP's de substituição tributária (exceto quando ECF - CMR e PDV).

10 Na terceira parte da tela de lançamento do corpo da nota fiscal terá os seguintes campos: BC ST na Origem/Destino (Base Cálculo Substituição Tributária na Origem/ Destino): informação utilizada para geração do Arquivo Magnético (GRF-CBT). Este campo será habilitado somente para lançamento de produtos das notas fiscais de entrada e saída com CFOP de substituição tributária com inicio < 2 entrada> e < 6 saida> e se o produto que esta sendo lançado estiver classificado como <combustível/solvente>, deverá informar a base de cálculo utilizada para a substituição tributária na unidade federada de origem e registrada no campo: Informações Complementares da nota fiscal conf. Convênio ICMS 03/99 alterado pelo 138/01, somente para operações com combustíveis, quando o imposto devido à unidade federada de destino for diverso do imposto cobrado na unidade federada de origem. ICMS-ST a Complementar: informação utilizada para geração do Arquivo Magnético (GRF-CBT). Este campo será habilitado somente para lançamento de produtos das notas fiscais de entrada e saída com CFOP de substituição tributária com inicio < 2 entrada> e <6 saida> e se o produto que esta sendo lançado estiver classificado como <combustível/solvente>, devendo informar o valor do imposto relativo à diferença entre o repassado pela refinaria e o devido no estado de destino (em qualquer ponto da cadeia de comercialização), se for o caso, somente para operações com combustíveis, quando o imposto devido à unidade da federação de destino for diverso do imposto cobrado na UF de origem, ICMS-ST a Repassar: Este campo será habilitado somente para lançamento de produtos das notas fiscais de entrada e saída com CFOP de substituição tributária com inicio < 2 entrada> e < 6 saida> caso o produto que está sendo lançado estiver classificado como <combustível/solvente>, devendo informar o valor do imposto que deverá ser deduzido da UF de origem e repassado a UF de destino, somente para operações com combustíveis, quando o imposto devido à unidade federada de destino for diverso do imposto cobrado na unidade federada de origem. Vr. Un.Base S.T (Valor Unitário Base Substituição Tributária): Ao selecionar um produto já cadastrado contendo esta informação, o sistema traz automaticamente o valor unitário para este campo, informação utilizada para geração do Arquivo Magnético (Sintegra).

11 Base IPI: Informe o valor da base de cálculo do IPI referente o produto digitado. Alíquota IPI: O sistema traz automaticamente esta informação do Menu Arquivos- Produtos - do campo <Alíquota de IPI>quando cadastrado. Valor IPI: Informe o valor do IPI do produto que está sendo digitado. Isentos de IPI: Informe o valor neste campo quando o produto for isentos de IPI. Outros de IPI: Informe o valor neste campo quando o produto não for tributado de IPI, informação utilizada para geração do Arquivo Magnético (Sintegra e Sinco). Número DI: Informe o número da <declaração de importação>. Este campo somente habilita para empresa que entrega arquivo (DNF) e esteja digitando nota fiscal com CFOP de Importação. Houve Movimentação Física da Mercadoria: Selecione esse campo somente para movimentação física da mercadoria. Informação utilizada para geração do Arquivo Magnético (Sinco)e geração do arquivo GRF-CBT combustível. Item Canc.: Selecione este campo quando o item que está sendo lançado for cancelado. Este campo somente habilitará quando a espécie informada na nota fiscal for ECF ou PDV. ISS: Selecione esse campo se o item que está sendo lançado for referente a ISS, somente será habilitado quando se tratar de lançamento de ECF ou PDV. Esta informação será utilizada na geração dos registros 60 D, 60 I e 60 R do SINTEGRA. Frete: Informe o valor do frete quando destacado na nota fiscal, para fins da geração do Arquivo Magnético (Sintegra e Sinco). Seguro: Informe o valor do seguro quando destacado na nota fiscal, para fins da geração do Arquivo Magnético (Sintegra e Sinco). Outras Despesas Acessórias: Informe o valor referente outras despesas acessórias quando destacada na nota fiscal, para fins da geração do Arquivo Magnético (Sintegra e Sinco). Pis/Cofins: Informe o valor do Pis e Cofins retido anteriormente quando destacado na nota fiscal. Informação utilizada para geração do Arquivo Magnético (Sintegra). Peso Bruto (Quilograma): Informe o peso bruto da mercadoria destacado na nota fiscal. Informação utilizada para geração do Arquivo Magnético (Sinco). Peso Líquido (Quilograma): Informe o peso líquido da mercadoria destacado na nota fiscal. Informação utilizada para geração do Arquivo Magnético (Sinco). Via de Transporte: (ex: Rodoviário) Informe a via de transporte utilizada. O sistema apresentará um combo para que seja selecionada uma das opções < Rodoviária Ferroviária

12 Rodo/Ferroviário Aquaviário Dutoviário Aéreo Outro>. Informação utilizada para geração do Arquivo Magnético (Sinco), e quando houver lançamento de produto que esteja classificado como <combustível/solvente>,. Este campo <via de transporte> só será habilitado se pelo menos um dos produtos lançado estiver com opção: houve movimentação física da mercadoria, se selecionada esta informação será utilizada para geração do Arquivo Magnético < GRF-CBT>. CNPJ/CPF e UF do Transportador: Informe o CNPJ do transportador. Informação utilizada para geração do Arquivo Magnético (Sinco). Selecione também a UF, no qual será habilitado a partir de 01/2004 se no momento do lançamento do produto existir produto classificado como <combustível/solvente>e se pelo menos um dos produtos lançado estiver selecionado a opção: houve movimentação física da mercadoria, Esta informação será utilizada para geração do Arquivo Magnético (GRF-CBT). Inscrição Estadual do Transportador Informe a Inscr. Estadual do transportador confome destacado na nota fiscal, este campo será habilitado a partir de 01/2004 se no momento do lançamento do produto existir produto classificado como <combustível/solvente>e se pelo menos um dos produtos lançado estiver selecionado a opção: houve movimentação física da mercadoria, no qual esta informação será utilizada para geração do Arquivo Magnético (GRF- CBT). Placa 1 e Respectiva UF Informe a identificação do veículo que transportou a mercadoria, para geração do Arquivo Magnético (Sinco). Selecione também a UF da placa no qual será habilitado a partir de 01/2004. Se no momento do lançamento do produto existir algum classificado como <combustível/solvente>, se pelo menos um dos produtos lançado estiver selecionado a opção: houve movimentação física da mercadoria e quando o campo <via de transporte> estiver selecionado uma das opções:<ex: Rodoviário ou Rodo-Ferroviário>. Esta informação será utilizada para geração do Arquivo Magnético(GRF_CBT). Placa 2 e Respectiva UF Este campo somente será habilitado a partir de 01/2004 se no momento do lançamento do produto existir produto classificado como <combustível/solvente> se pelo menos um dos produtos lançado estiver selecionado a opção: houve movimentação física da mercadoria e quando o campo <via de transporte> estiver selecionado uma das opções:<ex: Rodoviário ou Rodo-Ferroviário> Este campo será acionado quando for utilizado veículo <Semi- Reboque ou Reboque>. Esta informação será utilizada para geração do Arquivo Magnético (GRF_CBT). Placa 3 e Respectiva UF Mesma situação do item acima. Inscrição Estadual do Substituto Tributário A informação deste campo será utilizada para geração do Arquivo Magnético (Sinco). Local de Saída da Mercadoria (Emitente/Outro) Informe o CNPJ, UF e Inscr. Estadual do estabelecimento em que houve a saída física da mercadoria, estas informações serão utilizadas para geração do Arquivo Magnético (GRF-CBT). Recebimento da Mercadoria (Destinatário/Outro) Informe o CNPJ UF e Inscr. Est. do estabelecimento em que houve o recebimento físico da mercadoria. Informações utilizadas para geração do Arquivo Magnético (GRF-CBT). Obs: Não deverá ser informado o CPF no campo CNPJ. Na hipótese do lugar de destino físico da mercadoria não ser inscrito no CNPJ, informe o CNPJ UF e Inscr. Est. do destinatário.

13 Botão Orientações de Preenchimento Ao clicar neste botão, serão apresentadas orientações de preenchimento de alguns campos da tela de lançamento dos produtos. Após digitar as informações referentes os campos acima, clicar no botão <Gravar>, caso necessite fazer alguma alteração, clicar no botão <Alterar>, ou para excluir o produto já gravado clicar no botão <Excluir>, onde o sistema fará a inclusão a tela inteira de lançamento do produto, para retornar a tela principal, clicar no botão <Sair>. Para fins do Registro 60 na tela de lançamento das notas fiscais de entradas/saídas e cadastros è a configuração de alguns campos cadastradaos para que seja efetuado corretamente a rotina dos lançamentos para emissão dos livros fiscais, e também para geração do arquivo magnético, primeiramente no: a) Menu Arquivos Empresas Usuárias Efiscal, no campo Tipo, deve estar preenchido como R Comércio /Registradora. b) Menu Arquivo Máquina Registradora, informar o código (série) e número de fabricação. c) Menu Movimentos Entr/Saídas Informar os dados necessários no lançamento fiscal como: Série: informe o número da máquina registradora, emissor de cupom fiscal ou PDV, definido pelo estabelecimento exemplo: para máquina 1 e para máquina 2; Espécie: necessariamente ECF, PDV ou CMR. d) Em seguida, no primeiro lançamento, ou seja, na primeira vez que lançar um cupom de uma máquina registradora, ECF ou PDV, no sistema, será habilitado automaticamente o botão Grande total, que habilitará no canto inferior direito, e abrirá a seguinte tela.

14 Cálculo Automático: Para que o sistema totalize seu GT corretamente, no dia em que ocorrer Cancelamento, desconto de valores, ou até mesmo para as empresas que prestam serviços e faturam pela máquina registradora, deverá informar os valores no momento do lançamento de saídas do dia, nos respectivos campos conforme figura acima. OBS: para efeito de cálculo dos impostos, as prestações de serviços realizadas através de máquina registradora, ECF, PDV, deverão ser escrituradas também no Menu Movimentos item ISS, modelo 51 ou 53 conforme a determinação de cada município. Grande Total: Informar e imprimir o valor do GT do dia referente a máquina registradora para que o sistema siga uma somatória diária, apresentando na coluna: observações do livro registro de saídas. Selecionar a opção "Não alterar estes dados quando recalcular" apenas no primeiro lançamento, para os demais lançamentos, esta informação será controlada automaticamente. Redutor Z: Informar o número da redução em Z referente a cada máquina registradora, para que o sistema siga uma somatória diária. Contador de Reinicio de operações: Este dado poderá ser extraído do Atestado de Intervenção do equipamento, ou na fita de redução Z, a partir do dia que for cadastrado este número, o sistema levará para os outros dias a mesma numeração, porém quando alterar este número em um determinado dia, a partir daí o sistema levará o nº alterado a partir daquela data em diante. Obs. Ao lançar os cupons fiscais no Menu Movimentos- Saídas, deverá informar no campo espécie: CMR, PDV, ou ECF. No campo série informar o número da máquina registradora definido pelo estabelecimento. Ex. 001 para máquina 1, e o sistema assumirá CF na impressão do livros de saídas. Cadastro de Máquina Registradora : Campo Código: Informar série, com 03 dígitos, ou seja, o número da máquina registradora, PDV ou ECF. Definido pelo estabelecimento, exemplo: máquina para máquina 2, assim o sistema buscará pela série a somatória do grande total e redutor Z. No campo Máquina: informar número de fabricação do equipamento. Cada máquina tem o seu número. Obs: Poderá verificar estas informações no rodapé do cupom fiscal leitura Z. Para fins do Registro 61 na tela de lançamento das notas fiscais de saídas, deve-se apenas efetuar os lançamentos de saídas em NF saídas, informando a série e sub série corretamente D. Para Fins do Registro 74 Nesta opção deve-se efetuar os lançamentos dos produtos para o livro de Inventário. Se os produtos estiverem cadastrados anteriormente no Menu Arquivos Produtos, ao digitar o Código, o sistema traz automaticamente os campos: Descrição, Unidade, Tipo e NBM/SH, ou poderá cadastrá-los diretamente no lançamento do inventário. Ao informar um código novo, o sistema abre a tela de cadastro dos produtos

15 Quantidade: informar o total em estoque de cada produto. Valor Bruto: informe esse valor caso não tenha conhecimento do preço unitário de aquisição do produto. Margem de Lucro: informe o percentual de Lucro utilizado pela empresa, o qual será aplicado e deduzido sobre o valor bruto e o resultado será informado no campo Valor Unitário. Se o usuário conhecer o valor de aquisição do produto, digite direto no campo valor unitário. Valor unitário: informe o valor unitário de aquisição do produto. Alíquota ICMS: informe o percentual utilizado na tributação do ICMS, a incidência deverá ser correspondente ao produto ora cadastrado. Esta informação será impressa na coluna Observações. Subst.Trib.: Informar este campo somente para empresa do método anual da cat. 17/99. Alíquota Interna: informar somente para empresa do método anual da cat. 17/99. Data do Inventário: O sistema assumirá automaticamente neste campo data o último dia do mês e ano ativo, podendo ser alterado caso necessário. Código de Posse das Mercadorias Inventariadas: 1 Mercadorias de propriedade do Informante e em seu poder. 2 Mercadorias de propriedade do Informante em poder de terceiros. 3 Mercadorias de propriedade de terceiros em poder do Informante. CNPJ: Se o código de posse for 1, não será habilitado este campo; se o código de posse for 2, preencher com o CNPJ da empresa que detém a posse da mercadoria de propriedade do informante; se o código de posse for 3, preencher com o CNPJ da proprietária da mercadoria em poder do informante. Inscrição Estadual: Se o código de posse for 1, o campo ficará desabilitado, se o código de posse for 2, preencher com a Inscrição Estadual da empresa que detém a posse da mercadoria de propriedade do informante; se o código de posse for 3, preencher com a Inscrição Estadual da proprietária da mercadoria em poder do informante. UF: Unidade da Federação do Possuidor da Mercadoria de propriedade do Informante, ou do proprietário da Mercadoria em poder do Informante. * Geraçăo para Fiscalizaçăo (arquivo solicitado por Fiscais da fazenda) Geração do arquivo magnético contendo os registros fiscais da empresa, conforme convênio 142/02, a ser entregue a fiscalização quando solicitado. Ao acessar Menu Diversos Arquivo Magnético, o sistema traz selecionados todos os registros a serem gerados, caso não queira gerar algum, desmarque a opção. Você também poderá informar o período a ser gerado. No término da geração, o sistema mostra a opção para impressão da etiqueta para o disquete, recibo de entrega, e listagem de acompanhamento. O mês inicial e final a ser gerado, deverá ser informado conforme o ano que a empresa estiver ativa. Informar também a marca e modelo do computador. Obs. Caso a empresa não tenha que gerar algum dos registros acima devida falta de informações, não há necessidade de desmarcar, pois no momento da geração, o sistema não

16 encontrará dados para ser gerados. Este arquivo é gerado no diretório da empresa, podendo ser alterado para outro diretório desejado. Para gerar em disquete, selecione a pasta no final do campo: caminho a ser gerado e selecione o drive A ou B ou. Ex: \folhawin\efiscal\ o nome do arquivo será 9999_03_0105.txt que 9999 é o numero da empresa, 03 é o ano ativo, e 01 é o primeiro mês e 05 o ultimo mês do arquivo a ser gerado. Geração do arquivo por Estados. (obrigação mensal de alguns contribuintes) Geração do arquivo magnético mensal com registros fiscais relativos as operações interestaduais conforme convenio 142/02: Conforme figura acima no canto superior direito temos as opções: Selecionar todos os estados Desmarcar todos os estados. Obs: caso queira gerar mais de um estado ao mesmo tempo, é necessário selecionar os estados desejado, pois na geração, o sistema criará um arquivo para cada estado. Após conclusão da geração do arquivo, o sistema emite uma listagem com os estados gerados. Este arquivo é gerado no diretório da empresa, podendo ser alterado para o diretório desejado, e para gerar em disquete, selecione a pasta no final do campo: caminho a ser gerado e selecione o drive A ou B ou. Ex: \folhawin\efiscal\ o nome do arquivo será 9999_03_0103BA.txt que 9999 é o numero da empresa, 03 é o ano ativo, e 01 é o primeiro mês e 03 é o ultimo mês do arquivo a ser gerado, e BA é o estado que está sendo gerado. Validador do Arq. Magnético: Selecione o caminho onde está instalado seu validador Sintegra, ou seja, o executável. Após informar o caminho, todas as vezes que for validar o arquivo magnético para Fiscalização ou Por Estado basta clicar em Validador do Arq. Magnético o sistema abre automaticamente o validador.

17 * duvidas freqüentes Dúvidas gerais: (extraído do Manual do Sintegra) 1 - Quem deve apresentar o arquivo magnético? R - Todos os contribuintes que utilizam processamento de dados para a emissão de documentos fiscais (Ex: Nota Fiscal, Conhecimento de Transporte, etc.) ou para a escrituração de Livros Fiscais, inclusive quando a escrituração fiscal for feita em escritório de contabilidade. 2. Contribuinte enquadrado como microempresa no cadastro de contribuintes do ICMS da SEFAZ/SP está obrigado a entregar informações em meio digital? R - Não, conforme disposto pelo parágrafo 6º do artigo 4º da Portaria CAT 32/ Contribuinte enquadrado como Empresa de Pequeno Porte EPP no cadastro de contribuintes do ICMS da SEFAZ/SP está obrigado a gerar e entregar informações em meio digital? R - Sim, pois não existe previsão de dispensa desta obrigação na legislação. <nobr> 4 - Somente as operações fiscais de saída devem ser apresentadas no arquivo magnético? R - Não. Devem ser apresentadas todas as operações fiscais interestaduais, tanto as de entrada como as de saída, e em algumas unidades federadas devem apresentar também as operações internas, consulte a sua Secretaria de Fazenda ou Finanças. 5 - Como entregar o arquivo magnético quando não houver movimento? R - O arquivo magnético deve ser entregue, apenas, com os registros 10, 11 e Posso entregar operações de entradas em um arquivo e as de saídas em outro? R - Não. 7 Como posso entregar o arquivo magnético? R - Os arquivos magnéticos devem ser entregues na Unidade Fiscal determinada pela sua Secretaria de Fazenda ou Finanças ou transmitidos via Internet, caso sua SEFAZ tenha habilitado essa opção. 8 - O usuário de Cupom Fiscal (ECF, MR, PDV) deve apresentar o Arquivo Magnético? R - Somente se o usuário de Cupom Fiscal emitir documento fiscal e/ou faça a escrituração de livro fiscal, por processamento de dados. 9 - Como informar o Número da Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações/ Energia Elétrica, no; Arquivo Magnético? R - Deve ser informado apenas os seis últimos dígitos à direita, no número seqüencial, desprezando os dígitos a esquerda. Exemplo: , informar apenas o número Como informar o valor do Seguro discriminado no corpo da Nota Fiscal? R - No Registro 54, informando o campo 08 - Número do Item com o número 992 e o valor do Seguro no campo 12 - Valor do Desconto/Despesa Acessória/Frete/Seguro. Devem ser informados também os campos 02 a 07. Os demais campos devem ser preenchidos com zeros, pois têm o formato Numérico Como informar o valor da Despesa Acessória discriminado no corpo da Nota Fiscal? R - No Registro 54, informando o campo 08 - Número do Item com o número 999 e o valor da Despesa Acessória no campo 12 - Valor do Desconto/Despesa Acessória/Frete/Seguro. Devem ser informados também os campos 02 a 07. Os demais campos devem ser preenchidos com zeros, pois têm o Formato Numérico. 12- Onde é possível localizar os Códigos de Documentos Fiscais e como saber quais Registros Magnéticos devem ser gerados? R - Consultando o Manual de Orientação do Convênio ICMS 57/95 no item Tabela de Documentos Fiscais e no item 7 - Estrutura do Arquivo Magnético, o Código do Modelo e o Registro Magnético que deve ser gerado.

18 13- Qual a diferença entre o Convênio ICMS 57/95 e a Portaria CAT 32/96? R - A Portaria CAT 32/96 é a regulamentação do Convênio ICMS 57/95 no estado de São Paulo. Os contribuintes paulistas do ICMS devem seguir as disposições contidas na Portaria CAT 32/96, de acordo com o artigo 250 do RICMS aprovado pelo decreto /00. O arquivo deve ser entregue de acordo com o leiaute estabelecido na versão mais atualizada da Portaria CAT 32/96 ou do Convênio ICMS 57/95. Este resumo não dispensa a leitura do item - Estrutura do Arquivo Magnético, do Manual de Orientação do Sintegra Observação 01: * Caso o informante seja contribuinte do IPI deverá ser gerado também o registro tipo 51. * Caso o informante seja substituto tributário deverá ser gerado também o registro tipo 53, 54, 55 e 75. * Caso o informante seja usuário de processamento de dados para a emissão de documentos fiscais deverá ser gerado também os registros tipo 54 e 75. Observação 02: *Consulte o Fisco da sua Unidade Federada para saber se esse documento deve ou não ser informado no arquivo. Dúvidas Registro 11úv idas Registro 11: 1 - Como informar um endereço sem número? R - Preencher o campo Número com zeros, pois o campo é numérico e, no campo complemento, informar a situação: SEM NÚMERO ou KM-XXX ou outra situação. 2- Como informar um endereço com número composto (por ex: 101-A)? R - Preencher o campo número com e no campo complemento informar CASA-A, LOJA-A ou a informação que melhor identificar o imóvel. Dúvidas Registro O Validador está rejeitando a inscrição estadual, o que pode estar errado? R - Se o validador rejeitar a inscrição, consulte o cadastro, usando o CNPJ/CPF, na página "http://www.sintegra.gov.br". 2 - Como proceder quando o destinatário/remetente não tem inscrição estadual? R - No campo Inscrição Estadual deve-se colocar a palavra "ISENTO", Independente de ser Pessoa Física ou Jurídica. 3 - Como proceder quando o destinatário/remetente tem CPF e não tem CGC? R - Deve informar o CPF no campo CGC/MF. 4- Por que o programa Validador rejeita o registro de entrada informando que o mesmo se encontra fora do período informado no Registro 10? R - Porque não foi informada a data de entrada. Foi informada a data de emissão. Ou então a entrada realmente pertence a outro período. Dúvidas Registro Quem deve gerar o Registro 51? R - Apenas o contribuinte do IPI. 2- Por que o Validador informa que não existe um Registro Tipo 50 correspondente? R - Pode estar acontecendo uma das situações abaixo: a) - O registro tipo 50 existe, mas os campos comuns aos dois tipos de registros (UF, CGC, Data, Série, Número, Modelo e CFOP), não foram informados exatamente da mesma forma no registro tipo 50 e no registro tipo 51. Só deverão ser informadas no registro tipo 51 operações acobertadas

19 por notas fiscais modelo 1 ou 1A (código de modelo = 01 no tipo 50), não devendo ser informadas operações acobertadas por outros modelos de documentos fiscais (principalmente os modelos 06 e 22, que são informados somente no tipo 50). Observar que no layout do tipo 51 não existe campo para modelo de documento fiscal, sendo que o validador SINTEGRA assume que todos os registros são modelo 01 para comparação das críticas de integridade relacional entre os tipos 50 e 51. b) - O Registro tipo 50 realmente não existe. Neste caso deve ser informado o Registro 50 correspondente. Dúvidas Registro Quem deve apresentar o registro 54? R - Apenas os contribuintes que emitem documento fiscal por processamento de dados (Nota fiscal Modelo 1 e 1A). Os contribuintes que apenas escrituram os livros fiscais por processamento estão dispensados de apresentar o registro 54, ou a critério de sua Unidade Federada. 2 -Tenho que informar o registro 54 na aquisição de material para uso/consumo e ativo fixo? R Consulte sua Unidade Federada. 3 - Por que o Validador informa que não existe um Registro Tipo 50 correspondente? R - Pode estar acontecendo uma das situações abaixo: a) - O registro tipo 50 existe, mas os campos comuns aos dois tipos de registros (CGC/MF, Modelo, Série, Subsérie, Número da NF e CFOP), não foram informados exatamente da mesma forma no registro tipo 50 e no registro tipo 54. b) - O Registro tipo 50 realmente não existe. Neste caso deve ser informado o Registro 50 correspondente. Dúvidas Registro 61: 1 - Deve ser gerado um registro para cada Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 02? R - Não. Será gerado apenas um registro diário por modelo/série/subsérie. Dúvidas Registro 70: 1 - Quem deve gerar o Registro 70? R - Os contribuintes de ICMS tomadores ou prestadores de serviços de transporte. 2 - Quem é o Tomador do Serviço de Transporte? R - É o contribuinte que paga o Serviço de Transporte. Na modalidade CIF o Tomador é o remetente. Na modalidade FOB o Tomador é o destinatário. 3 - CGC de quem deve ser informado? R - No caso de aquisição (contratação) de Serviço de Transporte, o CGC a ser informado é do emitente do Conhecimento de Transporte. No caso de Emissão do Conhecimento de Transporte, o CGC a ser informado é o do tomador do Serviço de Transporte. Dúvidas Registro 71: 1- Quem deve gerar o Registro 71? R - Apenas os prestadores de serviços de transporte. Dúvidas Registro 75: 1- Quando gerar o Registro 75? R É obrigatório para informar as condições do produto/serviço, codificando de acordo com o sistema de controle de estoque/emissão de nota fiscal utilizado pelo contribuinte. 2- Porque o Validador Sintegra informa que não existe um Registro 54, correspondente? R - Porque o Código de Produto ou Serviço do Registro 75 não é exatamente o mesmo do Registro 54. Ou o Código de Produto ou Serviço do Registro 75 não foi citado em nenhum dos Registros 54 (está sobrando Registro 75).

20 3- Onde pode ser encontrado a tabela de Código da Situação Tributária do produto ou serviço? R - Esta tabela encontra-se no menu Ajuda/Legislação do programa Validador Sintegra. 4- Quem deve apresentar o Código NCM no Registro 75? R - O Código NCM é obrigatório para todos os contribuintes do IPI e opcional para os demais contribuintes. * Importação e validação no Sintegra (versão ) * Advertências e rejeições do Sintegra relacionadas a lançamentos incorretos. NOTA: neste treinamento não será esclarecido dúvidas específicas sobre o Validador (Sintegra) e nem sobre a transmissão de arquivo. INSTRUÇÕES COLETADAS DO SITE PFE -SP VALIDAÇÃO E ENTREGA DE ARQUIVOS DIGITAIS CONVÊNIO ICMS 57/95 PORTARIA CAT 32/96 I) INSTRUÇÕES PARA CONTRIBUINTES PAULISTAS 1.1- Contribuintes Paulistas notificados para entregar arquivos ao Sintegra-SP: Devem validar o arquivo e gerar a mídia usando Validador do Sintegra, versão ou superior, e enviá-la pela internet à SEFAZ/SP através do Programa de Transmissão TED, versão ou superior. Estes programas estão disponíveis no PFE da SEFAZ/SP e no site do Sintegra. -> Mais informações clique aqui -> Consulte o saiba mais sobre o Sintegra. ATENÇÃO: A implantação do Sintegra em São Paulo é gradual. Somente os contribuintes paulistas que receberam notificação do Sintegra-SP devem entregar os arquivos. Portanto, os demais devem aguardar notificação da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo para iniciar a entrega Contribuintes Paulistas que realizaram operações com outras Unidades Federadas e que ainda não foram notificados para entregar arquivos ao Sintegra-SP: Devem enviar os arquivos diretamente para as Unidades Federadas com as quais realizaram operações (cláusula 8ª do Convênio ICMS 57/95, atualizado pelo Convênio ICMS 69/02). Devem validar o arquivo e gerar a mídia usando o Validador do Sintegra, versão ou superior. Devem consultar a forma de envio da mídia no site do Sintegra, item "Recepção de Arquivos" Contribuintes Paulistas notificados diretamente pelo Agente Fiscal de Rendas da Secretaria

21 da Fazenda do Estado de São Paulo a entregar arquivos para fins de auditoria - art.30 da Port. CAT 32/96: Devem elaborar os arquivos e entregá-los em meio físico diretamente ao Agente Fiscal de Rendas solicitante, de acordo com as instruções contidas na sua notificação. ATENÇÃO: As situações previstas no item 1.1 e neste item 1.3 têm natureza legal distintas e por esta razão, são independentes. O envio de arquivos ao Sintegra-SP, a qualquer tempo, não substitui e nem desobriga a entrega dos mesmos diretamente ao Agente Fiscal de Rendas solicitante. Alertamos que o contribuinte pode ser notificado a simultaneamente entregar arquivos ao Sintegra-SP e diretamente ao Agente Fiscal de Rendas e, neste caso, deve cumprir ambas obrigações separadamente. II) INSTRUÇÕES PARA CONTRIBUINTES DE OUTRAS UNIDADES FEDERADAS Contribuintes de outras Unidades Federadas que realizaram operações com o Estado de São Paulo e que ainda não foram enquadrados no Sintegra de seu Estado: Devem validar o arquivo e gerar a mídia usando Validador do Sintegra,, versão ou superior, e enviá-la pela internet à SEFAZ/SP através do Programa de Transmissão TED, versão ou superior. Estes programas estão disponíveis no PFE da SEFAZ/SP e no site do Sintegra. VALIDAÇÃO E ENTREGA DE ARQUIVOS DIGITAIS CONVÊNIO ICMS 57/95 PORTARIA CAT 32/96 I) INSTRUÇÕES PARA CONTRIBUINTES PAULISTAS 1.1- Contribuintes Paulistas notificados para entregar arquivos ao Sintegra-SP: Devem validar o arquivo e gerar a mídia usando Validador do Sintegra, versão ou superior, e enviá-la pela internet à SEFAZ/SP através do Programa de Transmissão TED, versão ou superior. Estes programas estão disponíveis no PFE da SEFAZ/SP e no site do Sintegra. -> Mais informações clique aqui -> Consulte o saiba mais sobre o Sintegra. ATENÇÃO: A implantação do Sintegra em São Paulo é gradual. Somente os contribuintes paulistas que receberam notificação do Sintegra-SP devem entregar os arquivos. Portanto, os demais devem aguardar notificação da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo para iniciar a entrega Contribuintes Paulistas que realizaram operações com outras Unidades Federadas e que ainda não foram notificados para entregar arquivos ao Sintegra-SP: Devem enviar os arquivos diretamente para as Unidades Federadas com as quais realizaram operações (cláusula 8ª do Convênio ICMS 57/95, atualizado pelo Convênio ICMS 69/02). Devem validar o arquivo e gerar a mídia usando o Validador do Sintegra, versão ou superior. Devem consultar a forma de envio da mídia no site do Sintegra, item "Recepção de Arquivos" Contribuintes Paulistas notificados diretamente pelo Agente Fiscal de Rendas da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo a entregar arquivos para fins de auditoria - art.30 da Port. CAT 32/96: Devem elaborar os arquivos e entregá-los em meio físico diretamente ao Agente Fiscal de Rendas solicitante, de acordo com as instruções contidas na sua notificação. ATENÇÃO: As situações previstas no item 1.1 e neste item 1.3 têm natureza legal distintas e por esta razão, são independentes. O envio de arquivos ao Sintegra-SP, a qualquer tempo, não substitui e nem desobriga a entrega dos mesmos diretamente ao Agente Fiscal de Rendas

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