Ministério Semeadores da Palavra. Curso de Teologia

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1 Curso Tologi Mtril ompilo por José Joquim Gonçlvs Fri Assssori Milton Vill Doutrin Cristã D Dus

2 DE DE Ministério Smors Plvr PG. = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = =DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS. 03 INTRODUÇÃO. 03 I, DEFINIÇÃO DE DEUS. 04 II, ENTENDENDO DEUS, A PARTIR DA DEFINIÇÃO DO TEÓLOGO A. B. LANGSTON. 04 II, 1, A NATUREZA DE DEUS. 05 II, 1, A, DEUS É ESPÍRITO. 05 II, 1, B, DEUS É ESPÍRITO PESSOAL. 06 II, 1, C, A APARÊNCIA DE DEUS. 08 II, 2, O CARÁTER DE DEUS. 09 II, 3, RELAÇÃO DE DEUS COM O UNIVERSO. 09 II, 3, A, DEUS É O CRIADOR DE TUDO O QUE HÁ. 09 II, 3, B, DEUS É O SUSTENTADOR DE TUDO O QUE HÁ. 09 II, 3, C, DEUS É DIRIGENTE DE TUDO O QUE HÁ. 09 II, 4, OS MOTIVOS DE DEUS PARA COM TUDO O QUE FOI CRIADO. 10 III, A EXISTÊNCIA DE DEUS. 10 III, 1, PROVAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS. 11 III, 1, A, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DO UNIVERSO. 11 III, 1, A,, PRIMEIRA ALTERNATIVA PARA A EXISTÊNCIA DO UNIVERSO. 12 III, 1, A,, SEGUNDA ALTERNATIVA PARA A EXISTÊNCIA DO UNIVERSO. 13 III, 1, B, PROVA DA EXISTÊNCIA DEUS ATRAVÉS DA HISTÓRIA UNIVERSAL. 14 III, 1, C, PROVA DA EXISTÊNCIA DEUS ATRAVÉS DAS PERCEPÇÕES HUMANAS. 15 III, 1, D, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DA FÉ. 16 III, 1, E, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DA EXPERIÊNCIA CRISTÃ. 17 III, 2, A ETERNIDADE DE DEUS. 18 IV, ATRIBUTOS DE DEUS. 18 IV, 1, ATRIBUTOS NATURAIS DE DEUS. 18 IV, 1, A, ONIPRESENÇA. 20 IV, 1, B, ONISCIÊNCIA. 20 IV, 1, C, ONIPOTÊNCIA. 21 IV, 1, C,, ONIPOTÊNCIA MORAL. 21 IV, 1, D, UNIDADE. 22 IV, 1, E, INFINIDADE. 22 IV, 1, F, IMUTABILIDADE. 23 IV, 2, ATRIBUTOS MORAIS DE DEUS. 23 IV, 2, A, SANTIDADE. 23 IV, 2, B, JUSTIÇA, (RETIDÃO). 24 V, A SOBERANIA DE DEUS. 24 V, 1, CARACTERÍSTICAS DA SOBERANIA DE DEUS. 25 V, 1, A, A SOBERANIA UNIVERSAL DE DEUS. 25 V, 1, B, A SOBERANIA ABSOLUTA, TOTAL, COMPLETA E PERPÉTUA DE DEUS. 2 5 V, 2, A S O B E R A N I A D E D E U S E M R E L A Ç Ã O A O S S E R E S M O R A I S, I N C L U S I V E O 27 VI, A ADORAÇÃO A DEUS. 29 VII, DEUS E O MAL. 31 VIII, ALGUNS NOMES DE DEUS, NA BÍBLIA SAGRADA. 33 CONCLUSÃO. 34 BIBLIOGRAFIA. 35 PROVA DE AVALIAÇÃO. H O M E M; O L I V R E A R B Í T R I O. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 2

3 DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS. INTRODUÇÃO. A psso slv por JESUS CRISTO jmis porá prsinir o stuo sor DEUS, O CRIADOR, SUSTENTADOR, LEGISLADOR E GOVERNADOR tuo o qu há, qur sj no muno visívl ou invisívl. Est stuo não ontém totli, nm profuni, o onhimnto humno r o SER DIVINO qu é us tuo o qu vio xistir, porém, om to rtz, nos olorá pr os nsinmntos ásios sor DEUS. Estumos, portnto, om muito mor, vont ição, sor o mis importnt sr xistnt m to xtnsão o univrso, pr noss omprnsão nfíio, m tos s árs vi, priniplmnt spiritul. I, DEFINIÇÃO DE DEUS. Dfinir DEUS, tlvz sj trf impossívl o sr humno, priniplmnt, porqu, pr o sr imnsão DEUS, um finição há sr m pous plvrs. Porém, qum rê n xistêni DEUS stu o qu sor l stá rvlo n BÍBLIA SAGRADA, há tr oniçõs finilo, in qu sj um finição suint um tnto qunto inomplt. Vjmos lgums finiçõs DEUS, s quis são, n vr, tnttivs finilo, já qu smpr fltrá lgo, importnt, ns msms. O miniiionário Aurélio fin DEUS omo: 01. Sr infinito, prfito, rior o univrso. O oniso iionário tologi CRISTÃ, iz: 01. Pul Tillih onu DEUS não omo um sr ntr muitos nm té msmo omo o sr suprmo, ms o funmnto toos os srs, forç ou o por ntro o qul tos s oiss são su utori. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 3

4 O iionário BÍBLIA nos iz: 01. Nom suprm ivin qu os homns invom orm. 02. A plvr grg qu m o Novo Tstmnto truz o ojto orção, é Espírito. 03. A plvr hri o Antigo Tstmnto qu por su vz, rprsnt st iéi, lvnos pnsr n forç gror tos s ouss. 04. Nos láios CRISTÃOS, portnto, plvr DEUS sign funmntlmnt o Espírito Poroso qu é oro, ujo uxílio invomos. O tólogo A. B. Lngston, ssim fin DEUS: DEUS É ESPÍRITO PESSOAL, PERFEITAMENTE BOM, QUE, EM SANTO AMOR, CRIA, SUSTENTA E DIRIGE TUDO. N últim finição ivismos, filmnt, nturz DEUS, su rátr, su rlção om o univrso sus motivos pr om tuo o qu foi rio. NOTA IMPORTANTE; É sum importâni orr st finição. Estumos toos sts sptos DEUS. II, ENTENDENDO DEUS, A PARTIR DA DEFINIÇÃO DO TEÓLOGO A. B. LANGSTON. Como já tivmos oportuni vrifir, nontrmos n finição DEUS A. B. Lngston: 1. A NATUREZA DE DEUS. 2. O CARÁTER DE DEUS. 3. A RELAÇÃO DE DEUS COM O UNIVERSO. 4. OS MOTIVOS DE DEUS, PARA COM TUDO O QUE FOI CRIADO. Vjmos um sts itns m prtiulr. II, 1, A NATUREZA DE DEUS. DEUS É ESPÍRITO PESSOAL. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 4

5 II, 1, A, DEUS É ESPÍRITO. João=4:24; 2ªCor=3:17. II, 1, B, DEUS É ESPÍRITO PESSOAL. Êx=3:122; Is=43:1115; Jr=26:12; At=1:24, 2:34, 39. Vimos nsts pssgns çõs qu só um sr pssol po fzr. A nturz DEUS é muito ifrnt nturz o sr humno. Est ifrnç stá no fto DEUS não possuir orpo físio. DEUS não tm orpo físio, nm po têlo porqu é ESPÍRITO. Por sr ESPÍRITO, DEUS xist num imnsão invisívl o sr humno, plo mnos, nqunto st stivr m su xistêni trrn, oto orpo físio. Toos nós onhmos muits pssos, tos ls, om orpo físio, ou sj, orpo omposto mtéri onrt, plpávl visívl, por isso, à primir vist, tlvz sj ifíil o sr humno, rr n xistêni um sr pssol qu não tnh orpo. Porém, tmém o homm pós mort físi ontinu xistino sm orpo físio, 1ªCor=5:5; Tigo=2:26, já qu, o orpo físio o sr humno, s torn pó, Gên=3:19; El=12:7. Comprnno st rli, não é tão ifíil itr vr qu DEUS, in qu, sno ESPÍRITO sm orpo físio, é psso. Psso é too o sr qu tm, plo mnos três rtrístis, quis sjm: 01. INTELIGÊNCIA. 02. AFEIÇÃO. 03. VONTADE. Ests três rtrístis, por su vz, s xprssm trvés vários pors, quis sjm: 01. PODER DE PENSAR. 02. PODER DE SENTIR. 03. PODER DE QUERER. 04. PODER DE PENSAR EM SI MESMO. 05. PODER DE DIRIGIRSE A SI MESMO. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 5

6 Nos stuos sor DOUTRINA CRISTÃ DO ESPÍRITO SANTO, DO HOMEM E ACERCA DO io, ntrmos nos tlhs sts itns. Plos txtos lios, no iníio st itm, stá lrmnt provo qu DEUS é, om to rtz, um sr pssol. Não há ifiul pr vrifirmos qu quno DEUS s omuni om o sr humno, o rfrirs si msmo, us o pronom pssol primir psso o singulr omo qulqur psso humn, Gên=17:1, 26:24; Lv=22:33, 23:22; Dut=5:6; Juí=6:810; 1ºSm=10:18; Is=41:17; Jr=7:23; Ez=20:19; At=2:17, 7:7, 32; 2ªCor=6:16, t. Por outro lo, váris vzs m qu o homm s irig DEUS tmém o trt omo psso, Gên=3:910, 16:13; Êx=32:11; Sl=38:15; At=4:24; Apo=4:11, t. E in, váris vzs m qu o homm s rfr DEUS, tmém o trt omo psso, Êx=15:2, 23:25; Josué=7:19; Sof=3:17; At=2:24, 36, 7:4, 11:9; Rom=1:24; Ef=1:3; 1ªTss=5:9; Apo=22:6, t. Nos três sos listmos, pns, lguns xmplos, porém, n BÍBLIA há inúmros sos smlhnts. Prstmos tnção, porqu, omo m to litrtur, m muitos muitos sos, o pronom só é sorto prournoo n flxão o vro. II, 1, C, A APARÊNCIA DE DEUS. Trá o homm susíios ou oniçõs, sufiints, pr onr ou trminr um form ou prêni DEUS=? A BÍBLIA SAGRADA, m muits pssgns, triui DEUS muits prts ou órgãos qu fzm prt o orpo humno, s quis prntmnt, tmém, fzm prt nturz DIVINA. Vjmos: 01. Bo o SENHOR (DEUS), Dut=8:3; Mt=4:4; 2ªTss=2: Brço DEUS, Êx=6:6; João=12:38; At=13: Cç o SENHOR, Sl=60:67 (7), 108:78 (8). 04. Corção o SENHOR, Gên=8:21; At=13: Costs o SENHOR, Êx=33:2123 (23). 06. Do DEUS, Êx=31:18; Lu=11: Dstr (mão irit) o SENHOR, Êx=15:6; At=2:33; Col=3:1. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 6

7 08. F o SENHOR (DEUS), Êx=33:1720 (20); H=9: Mão o SENHOR, Êx=33:2123; At=4:2630; H=8: Nrins o SENHOR, Êx=15:68 (8); Sl=18: Olhos o SENHOR, Dut=11:12; 1ªP=3: Ouvios o SENHOR, Núm=11:1, 18; Tigo=5:4; 1ªP=3: Pés o SENHOR, 2ºSm=22:710; 1ºCrô=28:2; At=7: Rosto o SENHOR, Núm=6:26; Dut=31:1618; 1ªP=3:12. Porá lguém firmr: S Moisés viu o SENHOR pls osts, omo nos lr Êx=33:23, DEUS tm form homm =! Além st visão qu Moisés tv DEUS, há mis um oportuni m qu lém Moisés, tmém Arão, N, Aiú mis stnt niãos Isrl virm DEUS, é o qu vrifimos n nrrtiv Êx=24:911. Por isso, m onsqüêni sts ftos há, não pous, pssos qu, inflizmnt, pnsm qu DEUS tm form humn. Porém, vjmos o qu Moisés, o lgislor isrlit, nos fl m Dut=4:120 (1220). Os órgãos humnos triuíos DEUS stão oloos n BÍBLIA SAGRADA m lingugm ntropológi, fim qu o sr humno poss ntnr o por, mjst glóri DEUS. A vr é qu nm Moisés, o qul, BÍBLIA SAGRADA iz qu viu DEUS pls osts, onsirou possiili DEUS tr prêni humn. O qu houv foi um Tofni ou um Epifni. Tofni é, mnifstção Dus m lgum lugr, ontimnto ou psso. Epifni é, prição ou mnifstção ivin. Por isso, DEUS, trvés, Moisés proiiu o povo isrlit, por xtnsão, toos os mis povos jmis omprrm DEUS qulqur ois xistnt no éu, n Trr, ixo trr ou n águ ixo trr, Dut=4:1520. Outr ifiul qu s nos prsnt stá m Gên=1:2627, on s José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 7

8 lê qu DEUS fz o homm à su imgm smlhnç, m Gên=5:1, vrifimos, novmnt, qu DEUS riou o homm à SUA smlhnç. À primir vist, po prr qu o homm tm su imgm físi smlhnt DEUS. Fto st qu por su vz po lvr o homm pnsr qu Dus é, m su prêni, smlhnt o homm. Porém imgm smlhnç qu o homm tm om DEUS não stão no su orpo, ms m su lm ou spírito qu por su vz proporion o homm sus rtrístis pors. Além isso, os onhors o hrio, iiom originl qus totli o ANTIGO TESTAMENTO, inlusiv s pssgns its, nsinm qu: As plvrs hris TSELEM DEMUT, truzis por imgm smlhnç, não s rfrm o spto físio. Est fto onor, prfitmnt, om João=4:24 2ªCor=3:17, pssgns qu nos mostrm lrmnt qu: DEUS É ESPÍRITO. Porqu DEUS É ESPÍRITO é invisívl o sr humno, plo mnos, nqunto st stivr no su orpo orruptívl mortl, Col=1:15; 1ªTim=1:17. Em Lu=24:39, JESUS CRISTO lr, tgorimnt, qu um spírito não tm rn nm ossos. Pr trminr st ssunto, vjmos João=1:18; 1ªTim=1:17, 6:16; 1ªJoão=4:12, pssgns sts qu nos firmm qu DEUS nun foi visto por homm lgum, isto, por sr invisívl imortl. Portnto, pr noss trnqüili mstr spiritul, jmis triumos DEUS qulqur tipo imgm ou smlhnç om qulqur ois mtril, At=17:29. II, 2, O CARÁTER DE DEUS. DEUS É PERFEITAMENTE BOM. Váris pssgns BÍBLICAS tstm prfit on DEUS, 1ºCrô=16:34; 2ºCrô=5:13, 7:3, 30:1819; Es=3:11; Sl=25:8, 34:8, 52:89, 54:6, 73:1, 86:5, 100:5, 106:1, 107:1, 118:15, 29, 119:68, 135:3, 136:126; Jr=33:11; Lm=3:25; Num=1:7; Mr=10:18; Lu=18:1819; 1ªP=2:3. II, 3, RELAÇÃO DE DEUS COM O UNIVERSO. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 8

9 DEUS s rlion om o univrso om tuo o qu nl há, num rlção totl irrstrit supriori. Tl rlção supriori é omprov m três sptos: A. DEUS É CRIADOR DE TUDO O QUE HÁ. B. DEUS É SUSTENTADOR DE TUDO O QUE HÁ. C. DEUS É DIRIGENTE DE TUDO O QUE HÁ. II, 3, A, DEUS É O CRIADOR DE TUDO O QUE HÁ. Váris pssgns BÍBLICAS firmm qu DEUS é rior tuo o qu há, Gên=1:1, 1112, 21, 27, 2:3, 5:12, 6:7; Dut=4:32; Nm=9:6; El=11:5; Is=42:5, 43:7, 44:24, 45:7, 51:13, 65:17; Jr=10:12, 16, 51:15, 19; João=1:34; Rom=11:36; Ef=3:9; Col=1:16; H=3:4, 11:3; Apo=4:11, 10:6. II, 3, B, DEUS É O SUSTENTADOR DE TUDO O QUE HÁ. DEUS sustnt tuo o qu há, não só n Trr, ms m too o univrso, Dut=8:316; Col=1:17; H=1:13, últim pssgm é rfrnt JESUS CRISTO, porém, JESUS CRISTO é DEUS, omo pomos vrifir m João=1:114 (1, 14); 1ªJoão=5:20. II, 3, C, DEUS É DIRIGENTE DE TUDO O QUE HÁ. As próxims pssgns BÍBLICAS tstm qu DEUS irig tuo o qu há, Sl=45:6, 66:7, 145:13; Lm=5:19; Dn=4:3; At=4:131 (2728); Rom=13:12. II, 4, OS MOTIVOS DE DEUS PARA COM TUDO O QUE FOI CRIADO. A vin JESUS CRISTO à Trr, pr r SALVAÇÃO ETERNA o sr humno, mostr, lrmnt, qul é o motivo DEUS m rlção à rição, priniplmnt m rlção o sr humno, João=3:16; Rom=5:8. Ests pssgns mostrm qu DEUS s rlion om o sr humno m mor, não pori sr outr form, porqu DEUS É AMOR, 1ªJoão=4:721. Porém, sorm motivos pr rrmos qu DEUS s rlion om tuo o qu riou om snto mor. III, A EXISTÊNCIA DE DEUS. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 9

10 Com rtz, DEUS é um sr provávl, ou sj, é possívl o homm provr xistêni DEUS. DEUS, n psso DIVINA o ESPÍRITO SANTO, o inspirr o sritor SACRO o livro Gênsis, não s proupou m provr por A + B su xistêni, pns fz um simpls rv lrção, porém, ot um onvição tão rt inuitávl qu é impossívl rruál. Vjmos trnsrição lrção o primiro vrsíulo o primiro livro BÍBLIA SAGRADA, Gên=1:1: No prinípio riou DEUS os éus Trr. Sno DEUS um sr provávl, é possívl provr su xistêni, não só prtir st lrção BÍBLICA, ms tmém, prtir lgums outrs viênis, omo vrifirmos sguir. III, 1, PROVAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS. Esturmos lgums provs xistêni DEUS, s quis, hão str oro om finição DEUS, stu ntriormnt. Não irmos, portnto, provr xistêni um DEUS qulqur, porém, O DEUS rvlo n BÍBLIA SAGRADA. Pr muits pssos, provr xistêni DEUS, é ois snssári, porqu s DEUS xist, su xistêni v sr ptnt inuitávl. Porém, fçmos um simpls nlogi, tomno omo s um sr humno sprovio o formiávl sntio visão. A psso sm o sntio visão sonh, ompltmnt, luz. Qum vê, prov qu luz xist, ms qum não vê, há tr um norm os o vont pr itr rli um ois qu não po sr onstt por l. Por isso, itção s provs xistêni DEUS pn, muito, psso qu s sut ou lê, já qu, um é livr pr rr itr ou rjitr quilo qu ouv. Entrtnto, DEUS xist é possívl provr su xistêni, m, José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 10

11 plo mnos ino sptos. A. PELO UNIVERSO. B. PELA HISTÓRIA UNIVERSAL. C. PELAS PERCEPÇÕES HUMANAS. D. PELA FÉ. E. PELA EXPERIÊNCIA CRISTÃ. Vjmos um m prtiulr. III, 1, A, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DO UNIVERSO. Pr xistêni o univrso, há pns us ltrntivs possívis:. PRIMEIRA ALTERNATIVA. O univrso é prouto um rição, volução irção própris.. SEGUNDA ALTERNATIVA. O univrso foi rio, é sustnto irigio por um sr intlignt onipotnt. S primir opção for prov, o univrso strá impossiilito nos prsntr qulqur prov xistêni DEUS. Porém, s primir opção não pur sr omprov, há rzõs sufiints pr prourrmos no univrso lgums provs xistêni um sr totlmnt poroso intlignt, pr o qul nos rnrmos m ronhimnto su totl pi pr CRIAR, SUSTENTAR E DIRIGIR TUDO O QUE HÁ. III, 1, A,, PRIMEIRA ALTERNATIVA PARA A EXISTÊNCIA DO UNIVERSO. O UNIVERSO COMO PRODUTO DE UMA CRIAÇÃO, EVOLUÇÃO E DIREÇÃO PRÓPRIAS. A iêni onluiu qu há novnt ois lmntos n nturz (hoj há mis, porém, lém os novnt ois, são toos rtifiiis), os quis, ominos n imnsião s possiilis m vris quntis, possiilitm xistêni tuo o qu há, no muno físio. Imginmos os novnt ois lmntos oxistino José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 11

12 irrionlmnt. Apsr su irrionli, ominrms ntr si, onstruírm (pr não multiplir, possívl, onfusão noss mnt pnsno no univrso) o plnt Trr, om toos os mtriis qu o onstitui. Além s mtéris o plnt Trr, sss novnt ois lmntos, irrionis, nturz, tmém rirm os srs vivos, quis sjm, s plnts to spéi, os nimis to spéi, im tuo, o sr humno. Notmos qu, itrmos primir possiili xistêni o univrso, forçoso é itr qu sss novnt ois lmntos irrionis tivrm pi prouzir (no so o sr humno) um sr vivo, intlignt, fiçoo voluntrioso, qu tm os pors pnsr, sntir, qurr, onsiêni própri irção própri. Aitr st hipóts é itr: 01. Qu DEUS, O CRIADOR, não xist (tísmo). 02. Qu os novnt ois lmntos primários são trnos riors por so. 03. Qu o sr humno (sm ontr om tuo o qu mis xist, pns n Trr) foi rio plo so, ou sj, é um prouto osiono pl junção inisrimin sss novnt ois lmntos primários, rutos, ignornts impnsnts. 04. Qu ois ri (plo mnos, no so o sr humno) é infinitmnt suprior o qu riou. III, 1, A,, SEGUNDA ALTERNATIVA PARA A EXISTÊNCIA DO UNIVERSO. O UNIVERSO FOI CRIADO, É SUSTENTADO E DIRIGIDO POR UM SER INTELIGENTE E ONIPOTENTE (DEUS). Olhmos o univrso omo lgo qu pssou xistir m rsulto or o Crior, DEUS, Gên=1:1; Is=44:24, 45:7; Col=1:16. Amitir qu mtéri (os novnt ois lmntos primários) José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 12

13 omçou xistir, é mitir qu foi prouzi por lgo ou lguém qu já xisti. Em virtu isso, mtéri é fito, não us. N rlção us fito, há um spto importnt onsirr, qul sj: Nm tuo o qu us tm é nontro no fito. Porém, tuo o qu é nontro no fito, us, tmém, possui. Por isso, us é smpr suprior o fito. Lmrmos qu n primir ltrntiv pr xistêni o univrso (plo mnos m rlção o sr humno) ont o ontrário, ou sj, o fito é mior qu us. O univrso, om su imnsião hrmoni, s quis, ultrpssm noss finit omprnsão, monstr grniosi o por, onhimnto, prsnç hrmoni o CRIADOR. Portnto, sm ntrrmos m mis tlhs, om to rtz: O UNIVERSO PROVA A EXISTÊNCIA DE DEUS. III, 1, B, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DA HISTÓRIA UNIVERSAL. É m vr qu iéi orrt DEUS foi pri n miori s ivilizçõs muniis, porém, é importnt notr qu iéi DEUS smpr stv, stá prsnt, on qur qu o sr humno sj nontro. DEUS mnou struir os povos trr promti, m virtu su rligiosi não str oro om vr, Êx=23:2325. Porém, não há úvi qu tis povos, in qu rrmnt, tntvm tnr os nsios lm ou spírito, trvés omunhão om DEUS. O povo gípio, não orv o DEUS vriro, porém, José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 13

14 históri mostr qu o srviço vi rligios os gípios gstv muito mis, rursos finniros, o qu s nssis vi otiin o povo. A sfing s pirâmis gípis stão í omo, grniosos, monumntos à rligiosi qul povo, ou sj, à su prtnsão, in qu rr srvir ou hgr DEUS. A rquologi tm nontro muits provs rnç (in qu form rr) o povo ilônio m DEUS. Qunto o povo isrlit, há um fto, ltmnt, rlvnt, qul sj, históri Isrl jmis porá sr xpli ou ntni, s msm for issoi ligção qu st povo tinh om DEUS. Lvno m onsirção toos sts ftos, muitos outros, qu fogm um pouo o nívl ásio st mtéri, é impossívl qu DEUS não xist. O mior monumnto prov xistêni DEUS, trvés históri univrsl, prsrvo ntr humni, é BÍBLIA SAGRADA, qul, o longo os tmpos, tm molo muo, smpr pr mlhor, nturz inúmrs inúmrs pssos, Prov=30:5; Lu=11:28; João=5:24; 1ªCor=1:18; 2ªTim=3:16. Não há úvi: A HISTÓRIA UNIVERSAL PROVA A EXISTÊNCIA DE DEUS. III, 1, C, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DAS PERCEPÇÕES HUMANAS. As prpçõs humns ontm m, plo mnos, três árs: 01. PERCEPÇÕES DO MUNDO OBJETIVO. 02. PERCEPÇÕES DO MUNDO SUBJETIVO. 03. PERCEPÇÕES DO MUNDO ESPIRITUAL (TAMBÉM, OBJETIVO). Pr qu hj um prpção é nssário qu hj lgo prr. Ninguém pr o qu não xist. Pnsmos num ois qu não xist. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 14

15 Como foi tl pnsmnto=? As prpçõs o muno ojtivo s o muno sujtivo, ninguém olo úvi, já qu s primirs toos pom vr muit ois, s últims toos sntm. As prpçõs o muno spiritul (tmém, ojtivo) são mis ifíis provr, visto qu sts porão ontr m nívis sptos ifrnts psso pr psso. Vjmos o qu nos iz o utor o Slmo=42:12, Assim omo o rvo rm pls orrnts s águs, ssim suspir minh lm por ti, ó DEUS=! minh lm tm s DEUS, o DEUS vivo. Vjmos tmém Dvi, Sl=63:1 A minh lm tm s ti. É vr qu sts slmists fzm prt o povo DEUS. Porém, m virtu rli o sr humno tr prpçõs o muno spiritul, é qu são forms tnts tnts rligiõs plo muno for, s quis já form, rpimnt, onsirs no itm ntrior. Assim sno: AS PERCEPÇÕES HUMANAS PROVAM A EXISTÊNCIA DE DEUS. III, 1, D, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DA FÉ. Fé é onfinç, porém, fé é mis pris prios, s tivrmos omo rtz. Nos rlionmntos humnos, fé qu positmos m lguém, ou m lgum ois, po flhr. Quno lguém rê num promss BÍBLICA, ms intrprt ou ntni inorrtmnt, tmém, porá fir siluio, ontuo, tl silusão não é us por flh DEUS ou BÍBLIA SAGRADA, ms qum ntnu, intrprtou, ru nsinou, rrmnt, 2ªP=2:122 (13), 3:1516. Porém, quno positmos noss fé m DEUS, om s m sus rvlçõs rgistrs n BÍBLIA SAGRADA, jmis srmos ngnos ou iluios, m qulqur tmpo, lugr ou situção, Sl=37:28; 2ªCor=4:89; H=13:5. Quno um psso it JESUS CRISTO omo SEU ÚNICO E José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 15

16 SUFICIENTE SALVADOR, onsqüntmnt, pss sr filh DEUS, João=1:12; Gál=3:26, DEUS ri um lo inqurntávl intrminávl om ss psso, tl form qu, JESUS CRISTO sgur n su mão, tl ponto qu, ontç o qu ontr, jmis lnçrá for, João=6:3740, nm, form lgum, prmitirá qu n ou ninguém rrt su mão, nm mão o Pi, João=10:2730. Est or JESUS CRISTO opr no orção o slvo um rtz instrutívl, inqurávl intrminávl form qu o msmo jmis s rrpnrá tr ito JESUS CRISTO omo su únio sufiint SALVADOR, 2ªCor=7:10. Pr ompltr vjmos H=11:6. Est vrsíulo nos mostr qu, não hvno FÉ CRISTÃ, é impossívl grr DEUS. Com solut rtz: A VERDADEIRA FÉ CRISTÃ PROVA A EXISTÊNCIA DE DEUS. III, 1, E, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DA EXPERIÊNCIA CRISTÃ. Já onvrtio, ou sj, já rgnro, 2ªCor=5:17; Tito=3:5, trnsformo m filho DEUS, João=1:12, o rnt pss tr xpriênis ção DEUS m su vi otiin, s quis jmis xprimntri so não houvss onvrsão gnuín. Tis xpriênis, não signifim, txtivmnt, qu hvrá plno susso ns árs onômi, finnir, intltul, físi, soil, t, ms qu, priniplmnt im tuo, hvrá sumissão à sorn vont DEUS, o póstolo Pulo é um xmplo isto, 2ªCor=4:818; Filip=4:1013. Estêvão, tmém, sofrno o prjmnto qu o lvou à mort, tv um formiávl xpriêni CRISTÃ om DEUS, At=6:87:60 (7:5460). E ssim rnt m JESUS CRISTO tm s sus xpriênis formiávis insquívis om DEUS, s quis provm, in qu não pr os inréulos, ms, priniplmnt im tuo, o mnos pr si, qu DEUS xist, o qul, é muito rl m su vis. AS EXPERIÊNCIAS DE TODOS OS FILHOS DE DEUS, COM O PAI CELESTIAL, ABSOLUTAMENTE, COMPROVAM A EXISTÊNCIA DE DEUS. III, 2, A ETERNIDADE DE DEUS. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 16

17 Vimos im lgums provs xistêni DEUS. Porém, xistêni DEUS é, um tnto qunto, ifrnt tos s mis oiss srs xistnts no univrso. Como já vimos, DEUS é rior tos s oiss, qur sjm visívis ou invisívis, Col=1:16. Um prgunt, prntmnt, lógi po florr à noss mnt, ou hgr os nossos ouvios, qul sj: Qum riou DEUS=? A rspost po prr sur ms BÍBLIA SAGRADA nos iz qu DEUS é trno, Gên=21:33; Dut=33:27; Is=40:28; Jr=10:10; Rom=1:20, 16:26. Por sr trno, DEUS não foi rio. Por sr trno, DEUS não tv iníio nm trá fim, Sl=90:2, 93:2; Is=57:15; H=1:12, 3:6. Vjmos lgums pssgns no livro Apolips qu nos slrm orrtmnt r trni DEUS, Apo=1:8, 21:6, 22:13, sts pssgns são rfrnts JESUS CRISTO, porém, JESUS CRISTO, sm qulqur somr úvi, é DEUS, omo pomos vrifir m João=1:114 (1, 14); 1ªJoão=5:20. Somnt o trno DEUS po lrrs omo ALFA E ÔMEGA, PRINCÍPIO E FIM. Pr trmos um iéi prinípio fim sm qu hj um mrção, olhmos um nl. Qum tivr orgm, trmin on stá o omço on stá o finl o nl. Nós não tmos ss orgm. Assim é DEUS, é trno, smpr xistiu smpr há xistir; jmis tv omço jmis trá fim. IV, ATRIBUTOS DE DEUS. NÃO HÁ COMO DISTINGUI R O INICIO NEM O FINAL José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 17

18 Os triutos um psso são o onjunto sus rtrístis ou qulis spiis, s quis s istingum tos s mis pssos. Os triutos DEUS são o onjunto s sus rtrístis ou qulis, s quis pom sr sortins o longo s págins BÍBLIA SAGRADA. Os triutos DIVINOS mis onhios stão iviios m us lsss, quis sjm: 1. ATRIBUTOS NATURAIS. 2. ATRIBUTOS MORAIS. Vjmos, ivisão m spro. IV, 1, ATRIBUTOS NATURAIS DE DEUS. Os triuts nturis DEUS são inrnts pns, tão somnt, DEUS, ou sj, são triutos qu só DEUS ninguém ou n mis os possui. Os triuts nturis DEUS são rfrnts à su nturz mostrm omo Dus é. Os triutos nturis DEUS são: A. ONIPRESENÇA. B. ONISCIÊNCIA. C. ONIPOTÊNCIA. D. UNIDADE. E. INFINIDADE. F. IMUTABILIDADE. Vjmos um m prtiulr. IV, 1, A, ONIPRESENÇA. A oniprsnç DEUS é pi qu só DEUS possui, qul sj, por str m toos os lugrs, o msmo tmpo, Dut=4:39; Sl=139:316; Prov=15:3; Is=66:1; Jr=23:2324; At=7: Porém, DEUS não é mtéri, não stá n mtéri, nm José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 18

19 mtéri é DEUS, porqu DEUS é ESPÍRITO, João=4:24; 2ªCor=3: S DEUS foss mtéri, stivss n mtéri, ou s mtéri foss DEUS, trímos qu itr o (suro) pntísmo omo vriro. 03. DEUS tmém, não tm nssi nhr o univrso om su prsnç. Vjmos Gên=3:8; Is=57:15; Jr=23:2324; At=3:22, 7:2; Rom=1:28; 1ªCor=10:13, 2ªCor=5:19, 6:16, por sts vrsíulos, pomos vrifir qu oniprsnç DEUS não é, nm stá, limit plo tmpo nm plo spço, ms qu on houvr nssi su prsnç, lá stá DEUS m ção. 04. Por isso, DEUS é, simultnmnt, imnnt trnsnnt. Trnsnêni signifi: 01. Quli ou sto trnsnnt. 02. Em Rligião, o onjunto triutos o Crior qu lh rssltm supriori m rlção à ritur. Trnsnnt ntr outros, tm st signifio: 01. Qu trnsn; muito lvo; suprior, sulim, xlso. Por isso, DEUS é infinitmnt suprior nós, ou sj, stá muito im lém nós, m ssêni, por mjst, Sl=7:17, 57:2; Miq=6:6; At=113:17, 20:32; 2ªCor=9:8; 1ªTim=6:15; Col=2:9. Imnêni signifi: 01. Quli imnnt. Imnnt signifi: 01. Qu xist smpr m um o ojto insprávl l. Ms, imnêni DEUS não s rstring pns st finição Aurélio. DEUS não stá m nnhum mtéri, muito mnos n noss, lém isso, noss mtéri tmém não é DEUS. Contuo, DEUS g junto nós m nós. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 19

20 É vr qu DEUS, n psso o ESPÍRITO SANTO, hit m toos os sus filhos, sno sts o tmplo o ESPÍRTO SANTO, 1ºCor=3:16, 6:19; 2ªTim=1:14. Entrtnto, firmr qu DEUS é o orpo o slvo por JESUS CRISTO ou qu o orpo st é DEUS, é lrr lgo hrétio, porqu ompltmnt stituío vr. Crr nss mntir lrál omo vrir é lrr qu Dus é por, lrção st qu t frontlmnt snti DEUS, Is=5:16, 6:3; João=17:11; 1ªP=1:1516; Apo=4:8, 15:4. Pl pi DEUS sr, o msmo tmpo, trnsnnt imnnt, tm possiili gir istânis stronômis, sm qu ss ção longínqu o impç gir prtiulr onomitntmnt m um ou m toos nós. Vjmos novmnt Is=57:15; Jr=23:2324, pr grvrmos o rl onito trnsnêni imnêni DEUS. 01. A trnsnêni pur é ísmo, st nsin qu, hvri um DEUS muito istnt por isso, inlnçávl, ou sj, for o ln o homm. 02. A imnêni pur é pntísmo, st nsin qu, DEUS stá m tuo, DEUS é tuo tuo é DEUS. 03. Por isso, trnsnêni DEUS strói o pntísmo puro su imnêni strói o ísmo puro. Grçs DEUS por nos nfiir om tão glorios pi. IV, 1, B, ONISCIÊNCIA. A onisiêni DEUS é pi qu só DEUS tm, qul sj, pi sr tuo, qunto o psso, prsnt futuro, 1ºRis=8:39; Sl=139:14; Mt=6:8; H=4:13; 1ªJoão=3:20. IV, 1, C, ONIPOTÊNCIA. A onipotêni DEUS é pi qu só DEUS possui, qul sj, pi tr too o por (DEUS é TooPoroso), Gên=17:1; Is=43:13, 45:7; Sl=68:14, 91:1; Ez=1:24; Mt=19:26; Mr=14:36; Lu=1:37; Apo=21:22. IV, 1, C,, ONIPOTÊNCIA MORAL. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 20

21 A onipotêni morl DEUS é pi qu só DEUS possui, qul sj, pi jmis pr. DEUS não é, nm, tnto plo ml, Tigo=1:13. S DEUS omtss po, não sri DEUS. É importnt notr qu, ONIPOTÊNCIA DEUS stá smpr volt pr o m, jmis pr o ml, porqu su nigni ur pr smpr, Sl=136:126, não pori sr ifrnt, visto qu DEUS é mor, 1ªJoão=4:8. IV, 1, D, UNIDADE. A oniprsnç, onisiêni onipotêni DEUS nos ão iéi rl su uni. N su oniprsnç, tmos prsnç DEUS on qur qu sj. N su onisiêni, tmos o onhimnto totl DEUS r tuo. N su onipotêni, tmos o por ilimito DEUS. Somos os triutos moris qu srão stuos qui pouo, vmos qu. N su snti, tmos qu, m DEUS não há n qu não sj snto. N su justiç, tmos qu, m DEUS não há n injusto. No su mor, tmos qu, m DEUS não há n qu não sj mor. Com toos os sus triutos, DEUS g uniformmnt, tl form qu, quno no uso um sus triutos, não há nutrlizção, iminuição ou ontrição lgum om toos os mis. A UNIDADE DE DEUS É SEM PARALELO. IV, 1, E, INFINIDADE. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 21

22 A infini DEUS é su quli sr infinito m: 01. SUA PRESENÇA (ONIPRESENÇA). 02. SEU CONHECIMENTO (ONISCIÊNCIA). 03. SEU PODER (ONIPOTÊNCIA). 04. SUA SANTIDADE. 05. SUA JUSTIÇA. 06. SEU AMOR. Visto qu DEUS é trno, não há, mis rmot, possiili qulqur triuto DEUS hgr o fim. IV, 1, F, IMUTABILIDADE. Imutili é pi qu só DEUS tm, qul sj, pi jmis mur os sus propósitos, Sl=33:11, 102:27; Rom=11:29; H=13:8; Tigo=1:17. Além isso, lógi nos lv rr qu, om rtz, DEUS jmis ixrá sr oniprsnt, onisint, onipotnt, snti, justiç nm mor. Há váris pssgns BÍBLICAS qu, por fzrm rfrêni rrpnimnto DEUS, prntmnt, ontrizm o triuto IMUTABILIDADE DE DEUS, Gên=6:67; Êx=32:14; 1ºSm=15:11, 35; 2ºSm=24:16; Sl=135:14; Jr=15:6, 18:8, 10, 26:3, 13, 19; 42:10; Ez=24:14; Jol=2:13; Amós=7:3, 6; Jons=3:910, 4:2; Z=8:14. Porém, o rrpnimnto DEUS é ifrnt o rrpnimnto humno. Quno o homm s rrpn, lgum ois qu prtiou, é porqu mu su moo pnsr por hvr fito lgo qu não vi tr fito. Dpois ss su munç, mu su moo gir. Já o rrpnimnto DEUS ont pns no su moo gir. Isto m virtu DEUS sr, totlmnt, justo, por isso, não fz n rro qu nssit rrpnimnto smlhnt o o sr humno. IV, 2, ATRIBUTOS MORAIS DE DEUS. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 22

23 Atriutos moris, tmém são nontros no sr humno, porém, só DEUS os possui, no mis lto gru, ou sj, num gru intingívl insuprávl. Os triutos moris DEUS mostrm su morli m su moo gir. Os triutos moris DEUS são: A. SANTIDADE. B. JUSTIÇA (RETIDÃO). C. AMOR. Vjmos um m spro. IV, 2, A, SANTIDADE. A snti DEUS é pi qu só DEUS tm, qul sj, pi sr totlmnt SANTO, Lv=11:4445, 19:2; 1ªP=1:16. DEUS é sntíssimo, Is=6:13; Apo=4:8. DEUS não p (n psso JESUS CRISTO), João=8:46; 2ªCor=5:2021. DEUS não é, nm, tnto plo ml, Tigo=1:13. IV, 2, B, JUSTIÇA, (RETIDÃO). A justiç DEUS é pi qu só DEUS tm, qul sj, sr totlmnt justo (rto), 2ºCrô=12:6; Sl=9:8, 50:6, 119:142; Jr=33:16; Rom=1: DEUS é sm injustiç, Dut=32: DEUS é juiz justo, Sl=7:11; Jr=11: DEUS julg o muno om justiç os povos om rtião, Sl=9: DEUS tm su justiç muito lt, Sl=71: DEUS tm su trono so n justiç no juízo, Sl=89:14, 97: DEUS não é injusto, Sl=92:15; Rom=9:14; H=6:10. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 23

24 07. DEUS julg o muno om justiç o povo om qüi, Sl=98: DEUS m o juízo fz juízo justiç, Sl=99: DEUS é tntor justiç trn, Sl=111:3, 119:142; Is=51: DEUS é totlmnt justo, Sl=145: DEUS justo SALVADOR não há lém mim, iz DEUS, Is=45: DEUS fz su julgmnto sguno vr, Rom=2: DEUS, pl su justiç, onn too o po om mort, Rom=6:23. IV, 2, C, AMOR. O mor DEUS é pi qu só DEUS tm, qul sj, pi sr totlmnt mor, João=3:16. Em Rom=5:8 tmos um lr monstrção o mor DEUS. DEUS é mor, 1ªJoão=4:8,16. V, A SOBERANIA DE DEUS. Pl su nturz, rátr, rição, rlionmnto om o univrso triutos, onluímos, sm ifiul, qu sorni DEUS não é omo sorni humn, ms xtrmmnt suprior, visto qu, su utori ultrpss tuo toos, pois não há n, o qu vio à xistêni, qu não lh stj sujito, qur sj no spto mtril visívl o sr humno, qur no invisívl imtril, 1ºCrô=29:11; Col=1:16; 1ªP=3:22. V, 1, CARACTERÍSTICAS DA SOBERANIA DE DEUS. A sorni DEUS tm simnt us rtrístis, s quis são: A. SOBERANIA UNIVERSAL. B. SOBERANIA ABSOLUTA, TOTAL E COMPLETA. Vjmos um m spro. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 24

25 V, 1, A, A SOBERANIA UNIVERSAL DE DEUS. A sorni DEUS s sorpõ tos s oiss qu, m virtu su vont, form trzis à xistêni. A sorni DEUS rng totli imnsião o univrso, om sus mis stronômis om tuo o qu st ontém, Dut=4:39; 1ºCrô=29:1012; Sl=103:19. V, 1, B, A SOBERANIA ABSOLUTA, TOTAL, COMPLETA E PERPÉTUA DE DEUS. Além univrsl, sorni DEUS é solut, totl, omplt prpétu, sor tuo o qu riou, Sl=45:6, 103:19, 145:13; Dn=4:13, 34; H=1:8; 2ªP=1:11. Não há, portnto, rstriçõs ou limitçõs à sorni DEUS. V, 2, A SOBERANIA DE DEUS EM RELAÇÃO AOS SERES MORAIS, INCLUSIVE O HOMEM; O LIVRE ARBÍTRIO. O homm junto om os njos são os únios srs rios por DEUS otos intligêni morl, s quis, são xlts porqu mos têm o livr rítrio, tmém o por DEUS. Qunto o livr rítrio os njos, vjmos 2ªP=2:4; Jus=6. Qunto o homm, st us o livr rítrio, m virtu su intligêni, qul lh á oniçõs isrnir iir onut su vi ntr o m o ml, Gên=3:124; Rom=7:1425, 12:9, 21; 2ªCor=5:10; 1ªTss=5:15; H=5:14. O sorno DEUS otou o homm om st pi g, pr om o sr humno, tl form qu não intrfr ritrrimnt, ns isõs qu o msmo tom urnt su vi. Contuo, DEUS xr su sorni sor o homm, in qu, um moo, um tnto qunto, ifrnt sorni xri sor os mis srs mtriis o univrso. Por osião qu Aão Ev no po, Gên=3:124, o homm morru (nturl spiritulmnt) m onsqüêni soiêni sts o, simpls, onslho DEUS, Gên=2:1617. Tl soiêni foi provo pl tntção ióli, ntrtnto, foi lv fito, porqu o sr humno oloou o su livr rítrio m ção usouo ml. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 25

26 Est mort spiritul foi um tástrof pr humni, visto qu, sprou o homm DEUS tingiu totli os snnts Aão Ev, Rom=3:23, 5:12. A união ntr o homm DEUS, pri por osião qu os nossos primiros pis, jmis pori sr rupr, pns tãosomnt, pl ção sforço o sr humno. Porém, ompio o lmntávl sto o sr humno, o sorno DEUS tom glorios iniitiv tirálo o su sto prição. Est iniitiv é lv fito m us tps, quis sjm: 01. A proiição o homm omr árvor vi. Est proiição vitou qu o homm l omss vivss trnmnt m sto prição, ou sj, spro DEUS, Gên=3:2224. Em Apo=22:12 pomos sorir árvor vi, rg om s águs o rio qu si o trono DEUS o CORDEIRO, qul stá rsrv toos os filhos DEUS. 02. A provini DEUS m nvir psso DIVINA DO SEU FILHO, O SENHOR E SALVADOR, JESUS CRISTO, João=3:1618. Aliás, JESUS CRISTO é o próprio DEUS qu nrnou, qu s fz homm, João=1:14, pr onrtizr or SALVAÇÃO ETERNA, João=3:1618, ou sj, proporionr o sr humno possiili ruprr vi spiritul pri por osião qu no po, Gên=3:124. Dst form, sorni DEUS é xri mnifst sor o sr humno, porqu, por um to su strit vont utori, á oportuni o homm ruprr vi qu hvi prio, ou sj VIDA ETERNA, Mt=18:11; Lu=19:10. Portnto, om rlção à SALVAÇÃO ETERNA o homm, sorni DEUS é xri, porqu; É DEUS, qum tom iniitiv slvr o homm, m omo, qum rliz or SALVAÇÃO ETERNA, João=3:1618. VI, A ADORAÇÃO A DEUS. A plvr orção tm vários signifios, ntr os quis José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 26

27 stmos os qu intrssm pr orção DEUS: 1. Ato orr. 2. Culto um ivin. 3. (Por xtnsão) Culto, rvrêni, vnrção. Pr orr, tmos, tmém ntr outros signifios: 1. Rnr ulto (ivin). 2. Cultur, rvrnir, vnrr. 3. Prstr ulto orção. Nos signifios s plvrs orr orção stá prsnt plvr ulto, qul, por su vz, novmnt ntr outros signifios é: 1. Aorção ou homngm à ivin m qulqur sus forms, m qulqur rligião. 2. (Figuro) Aorção, vnrção, rvrêni, prito. Como pomos vr, os signifios s três plvrs s ntrlçm tl form, qu sus signifios são m smlhnts. Chmmos, tmém, tnção pr plvr rvrêni nontr nos três signifios, qul, mis um vz ntr outros, tm st signifio: 1. Rspito, mro plo tmor, às oiss sgrs. 2. (Figuro) Rspito, tmnto; vnrção. Pimos mis um vz tnção pr plvr nontr nos qutro signifios, qul sj, vnrção, ms, fiqumos por qui. Por tuo o qu vimos, pomos izr qu orção DEUS é o to rvrnir ou homngr DEUS. Porém, orção DEUS é mis qu isto, é, tmém im tuo, xltção DEUS. Est xltção v sr fit, lvnos m onsirção o qu DEUS é m su nturz, m omo, por toos os sus triutos. Por isso, orção DEUS é um pouo ifrnt o louvor. Aorção DEUS é, rsumimnt, xltção DEUS plo qu l é. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 27

28 Louvor DEUS é, tmém rsumimnt, xltção DEUS plo qu l fz, fz ou frá. Já vimos o qu é orção DEUS, por xtnsão, tmém o qu é louvor DEUS. Vjmos gor omo v sr fit orção DEUS. Em João=4:2324 JESUS CRISTO nos nsin: Ms hor vm, gor é, m qu os vriros orors orrão o Pi m spírito m vr; porqu o Pi prour tis qu ssim o orm. DEUS é Espírito, import qu os qu o orm o orm m spírito m vr. Aí stá form orrt orr Dus nsin, plo próprio JESUS CRISTO, não só pr mulhr smritn, ms pr toos os homns qu qurm orr DEUS orrtmnt. As plvrs spírito vr os ois vrsíulos im são, omo qu, us fs um msm mo, s quis jmis porão fir issois n orção DEUS. A orção DEUS v sr fit m, om, plo ou no spírito humno, prt o sr humno fit à imgm smlhnç DEUS. DEUS é ESPÍRITO, por isso no to orção o sr humno DEUS, o homm totl v ixrs omnr plo su próprio spírito, tl form qu too o su sr rvrni xlt DEUS orrtmnt. Entrtnto, po hvr orção DEUS m spírito, ms form inorrt. Isto po ontr s fltr o sguno ftor orção, qul sj, m vr. O sguno ftor orção orrt DEUS po fltr, s orção for fit ontrrimnt à PALAVRA DE DEUS, plo fto msm sr vr, João=17:17, vr st qu JESUS CRISTO tmém é, João=14:6. A BÍBLIA SAGRADA é vr, João=17:17, JESUS CRISTO é vr, João=14:6. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 28

29 Ms JESUS CRISTO é tmém o únio intrmiário ou mior ntr o únio DEUS o homm, 1ªTim=2:5, o qul frnqui pont ligção ntr DEUS o homm, porém, pont é frnqu pns os filhos DEUS, João=1:12. Portnto, orção orrt prst DEUS só po sr fit por um filho DEUS, João=1:12, ou sj, por qum já rnu glóri JESUS CRISTO ( vr) qu oro om BÍBLIA SAGRADA ( vr) o itou omo únio sufiint SALVADOR, 3:1618. A qum não é filho DEUS inflizmnt stá v tl pont ligção. Tovi, JESUS CRISTO flou qu o PAI prour os vriros orors pr o orrm m spírito m vr, João=4:23. Pr prour, fit por DEUS, orors qu o orm m spírito m vr, o EVANGELHO é prgo plos sus filhos, trvés o muno, m oiêni à orm JESUS CRISTO, Mt=28:1820; Mr=16:1516; At=1:8. Ess orm v sr umpri pr qu o xérito os qu orm DEUS m spírito m vr s multipliqu muno for, pr honr glóri DEUS, pr lgri o povo DEUS pr o m os onvrtios. Apns rlmrno. A orção DEUS v sr fit m spírito m vr. Só o filho DEUS tm oniçõs orr DEUS m spírito m vr. O povo DEUS (filhos DEUS, pl fé m JESUS CRISTO omo únio sufiint SALVADOR) tm sor os sus omros o nrgo or EVANGELIZAÇÃO humni, pr qu o xérito DEUS rsç s multipliqu m to Trr. VII, DEUS E O MAL. Como já vimos, DEUS é rior tuo, Is=44:24; H=11:3; Apo=4:11, inlusiv o ml, Is=45:7. Já no Én stv árvor o onhimnto o m o ml, Gên=2:9. Sguno Aurélio, ntr outros signifios, ml signifi: 01. Aquilo qu é noivo, prjuiil, mu; quilo qu prjui José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 29

30 ou fr. 02. Aquilo qu s opõ o m, à virtu, à proi, à honr. Alguém porá firmr: S DEUS riou o ml é porqu não é om omo firmm qu é. Porém, isso é um invr, porqu xistêni o ml não é prolm. O prolm stá no uso o ml. Um rog mortífr só mt qum us form, ftlmnt, inonvnint. No qu onrn o sr humno, st só viu forç o ml pós soiêni, Gên=3:17, à orm qu DEUS hvi o, Gên=2:1517. Crmos qu, s Aão não houvss soio DEUS, o momnto rto hgri m qu tri o onhimnto orrto o m o ml, tl form qu tl onhimnto srlhi muito útil. Qus smpr, o qu ont nts hor rt é mu. Só um xmplo, pr ilustrr. Plo mnos m ts, qulqur flor é lin, porém, s lguém forçál mnifstrs omo flor nqunto in não o é, ou sj nos stos ntriors à flor, trrá nos ftis o qu sri um l prfum flor. Assim sno, o qu prjuiou o sr humno, não foi xistêni o ml qu hvi sio rio, sornmnt, por DEUS. O qu prjuiou Aão foi su uso m usr quilo qu DEUS rir ms qu, por um orm su, stv vo o uso. Em trmos humnos, o ml é rltivo, porqu, muits vzs o qu é um ml pr um rt psso, po sr um m pr outro lguém. Apns um xmplo, onç é um ml pr o nfrmo, porém, pr o méio, o frint rméios sus funionários, frmái sus funionários é um m, já qu, sts vivm m José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 30

31 virtu s nfrmis. VIII, ALGUNS NOMES DE DEUS, NA BÍBLIA SAGRADA. Ns págins BÍBLIA SAGRADA (ns língus originis) nos prmos om vários noms plos quis DEUS é onhio. É om sr qu no Antigo Tstmnto os noms próprios, ostumm srvr o rátr psso qu os possui. Os noms triuíos DEUS tmém têm st rtrísti. Vjmos lguns noms, usos n BÍBLIA SAGRADA, triuíos DEUS: 1. EL. Tlvz sj o nom mis ntigo grl o DEUS. Est nom, tmém r uso pr uss pgãos. Est nom, á iéi, qul qu vi int, omç, ou sj, ri s oiss. Dá tmém iéi, o fort, o poroso. Prtino ss nom simpls, tmos lgums omposiçõs, vjmos. 1. A. ELOAH. Est nom, é singulr signifi, qul qum prtn too o por; o plurl ELOAH é ELOHIM. N form plurl, é nontro n BÍBLIA SAGRADA, r vzs. Est nom, é truzio por DEUS. 1. B. EL SHADDAY. Est nom, signifi: DEUS ONIPOTENTE, ou sj, TODO PODEROSO, Gên=17:1. 1. C. EL EYON. O DEUS ALTÍSSIMO, Gên=14:19. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 31

32 1. D. EL OLAM. O DEUS ETERNO, Gên=21: JAVÉ OU JEOVÁ. Apr mis vzs no ANTIGO TESTAMENTO. Er o nom mis triuío DEUS pns DEUS, o SANTO ISRAEL. Est nom pr ns nosss BÍBLIAS, ou sj, ns truzis m língu portugus, om s sguints truçõs: 01. SENHOR. 02. O DEUS ETERNO. 03. EU SOU. A xmplo o nom El, tmém, o nom JEOVÁ po sr omposto, grgnos l outros noms, os quis trium DEUS lgo rltivo à su psso, omo pomos vr sguir. 2. A, JEOVÁ JIRÉ. O SENHOR PROVERÁ, Gên=22: B, JEOVÁ NISSI. O SENHOR É MINHA BANDEIRA, Êx=17: ADONAI. Est nom grlmnt mostr DEUS, omo grn juor m tmpo nssi. Josué, u o nom ADONAI A DEUS, pós rrot o povo Isrlit m Ai, Josué=7:9. 4. KÚRIOS. Est é um plvr grg, quivlnt à plvr hri ADONAI. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 32

33 Est plvr é truzi por SENHOR, om rfrêni JESUS CRISTO. Tnto ADONAI, no ANTIGO TESTAMENTO, omo KÚRIOS, no NOVO TESTAMENTO, são plvrs tis omo quivlnts JEOVÁ. CONCLUSÃO. Finlizmos st stuo sor DEUS. Ronhmos rvi o msmo, ntrtnto, rmos qu, msmo suinto, srvirá s pr o fortlimnto noss fé, m omo, prâmtro, pr os mis stuos outrinários ou sor os mis vrios ssuntos, qur sjm BÍBLICOS ou não, on pormos omprr o pnsmnto fé s pssos qu nos roim quno onoso orrm tms, tis omo mjst, por, glóri, snti, mor, on DEUS, SALVAÇÃO ETERNA, t. BIBLIOGRAFIA. 01, BÍBLIA SAGRADA. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 33

34 02, CONCISO DICIONÁRIO DE TEOLOGIA CRISTÃ. Erikson, Millr J. JUERP, 1.991, Rio Jniro, RJ, Brsil. 03, DICIONÁRIO DA BÍBLIA. Dvis, John D. JUERP, 7 Eição, 1.980, Rio Jniro, RJ. 04, DOUTRINAS 1. Novs Eiçõs Lírs Evngélios. 1 Eição, 1.979, São Pulo, SP, Brsil. 05, ESBOÇO DE TEOLOGIA SISTEMÁTICA. Lngston, A. B. JUERP, 8 Eição, 1.986, Rio Jniro, RJ, Brsil. 06, MINIDICIONÁRIO AURÉLIO. Frrir, Aurélio Burqu Holn. Eitor Nov Frontir, 1 ição, 6 imprssão, Rio Jniro, RJ, Brsil. 07, O PENTATEUCO E SUA CONTEMPORANEIDADE. Colho Filho, Isltino Goms. JUERP, 2.000, Rio Jniro, RJ, Brsil. Ministério Smors Plvr Avlição José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 34

35 Móulo I Mtéri 1 - Dus Cro () Irmão (ã). Pr o su próprio m, omplt prfit stisfção pssol, romnmos qu prov sj rliz sm onsult, já qu vlição prfit é qu Dus fz, o qul é Oniprsnt Onisint, por isso, n s lh oult. Sig noss romnção pr qu, intimmnt, voê tnh lgri rtz não tr-s ngno si msmo, simpls homns, tmpouo pnsr qu po ngnr Dus. Est práti rá, futurmnt, onfinç sgurnç inimginávl n Plvr Dus. Est prov po sr fit nvi isolmnt ou fzr prt o Móulo omplto. D qulqur form not mínim provção é 7 (st). Aso not 7 (st) não for lnç, voê trá tnts oportunis qunts form nssáris té lnçr not mínim provção. Est rgr s pli tmém pr vlição o Móulo omplto. Isso porqu méi vlição o Móulo omplto não é méi totli s rsposts, ms méi méi tos s provs. Por isso, voê v prnhr prov lápis, m lv, porqu, so not mínim não for lnç, voê rfrá sm qulqur no o ppl. Fç gor su prov. Fliis Dus o () Anço urnt rlizção msm. 1 - Dus tm pi sr. Trnsnnt, simultnmnt iminnt. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 35

36 Trnsprnt, simultnmnt imnnt. Trnsnnt, simultnmnt imnnt. Trnspnnt, simultnmnt imnnt. Trnsnnt, simultnmnt imnnt. 2 - Os triutos nturis Dus são. A) Oniprsnç; B) Onisiêni; C) Onipotêni; D) Uni; E) Imortli; F) Imutili. A) Oniprsnç; B) Onisiêni; C) Onipotêni; D) Uni; E) Infini; F) Imutili. A) Oniprsnç; B) Onisiêni; C) Onipotêni; D) Cpi; E) Infini; F) Imutili. A) Oniprsnç; B) Onisiêni; C) Onipotêni; D) Uni; E) Infini; F) Animosi. A) Oniprsnç; B) Onisiêni; C) Onipotêni; D) Pi; E) Infini; F) Comptiili. 3 - Em su rlção om o univrso, Dus é o. A) Crior tuo; B) Sustntor tuo; José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 36

37 C) Dirignt qus tuo. A) Crior tuo; B) Sustntor tuo; C) Dirignt tuo o qu é vivo. A) Crior tuo; B) Sustntor tuo; C) Dirignt tuo. A) Crior tuo; B) Sustntor tuo; C) Dirignt os stinos trr. A) Crior tuo; B) Sustntor o rino niml; C) Dirignt tuo. 4 - Dus otou o homm om intligêni morl, m virtu isso, o homm. Tri oniçõs isrnir iviir onut su vi ntr o m o ml. Tm oniçõs isrnir irimir onut su vi ntr o m o ml. Tm oniçõs isrnir iir onut su vi ntr o m o ml. Não tm oniçõs isrnir iir onut su vi ntr o m o ml. Trá oniçõs isrnir iir onut su vi ntr o m o ml. 5 - Os triutos Dus são o onjunto s sus. Crtrístis imgináris. Qulis invntivs. Crtrístis ou qulis. Crtrístis ritivs. Qulis justiirs. 6 - O rior o ml. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 37

38 É o io. É o po. É Dus. É o homm. É um mônio. 7 - A sorni Dus é. Asolut, totl mor. Asolut, totl omplt. Asolut, omplt poros. Asolut, totl mávl. Asolut, mávl poros. 8 - Os triutos Dus ivim-s m triutos. A) Inispnsávéis; B) Dispnsávis. A) Nturis; B) Sornturis. A) Nturis; B) Moris. A) Nturis; B) Mntis. A) Moris; B) Milgrosos. 9 - É possívl provr xistêni Dus trvés. A) Do sol; B) D históri univrsl; C) Ds prpçõs humns; José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 38

39 D) D fé; E) D xpriêni ristã. A) Do univrso; B) D históri univrsl; C) Ds flors; D) D fé; E) D xpriêni ristã. A) Do univrso; B) D históri univrsl; C) Ds prpçõs humns; D) D fé; E) D xpriêni ristã. A) Do univrso; B) D históri univrsl; C) Ds prpçõs humns; D) D fili os sus ntigos srvos; E) D xpriêni ristã. A) Do univrso; B) D históri univrsl; C) Ds prpçõs visuis; D) D fé; E) D xpriêni ristã A finição Dus o tólogo A. B. Lngston é. Dus é spírito pssol, prfitmnt om, qu, m snto mor, ri s irigir tuo. Dus é spírito, prfitmnt om, qu, m snto mor, ri, sustnt irig tuo. Dus é sr pssol, prfitmnt om, qu, m imnso mor, ri, sustnt irig tuo. Dus é spírito pssol, prfitmnt om, qu, m snto mor, ri, sustnt irig tuo. Dus é spírito pssol, muitíssimo om, qu, m snto mor, ri, sustnt irig qus tuo A sorni Dus é. Mtril. Univrsl. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 39

40 Filosofl. Frtrnl. Amintl Dus não tm orpo físio. Por isso não é um psso. Ms é possívl qu sj um psso. Porém, é um psso. Porém, é omo s foss um psso. Por isso, jmis srá um psso As rtrístis too o sr pssol são. Intligêni, ftção vont. Intligêni, fluição vont. Intligêni, frição vont. Intligêni, flição vont. Intligêni, fição vont Os triutos moris Dus são. A) Sni; B) Justiç; C) Amor. A) Snili; B) Justiç; C) Amor. A) Snti; B) Justiç; C) Amor. A) Snti; B) Jurisição; C) Amor. A) Tni; José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 40

41 B) Justiç; C) Amor O motivo Dus pr om tuo o qu foi rio. É snto mor. É snto olhr. É snt vr. É snto lor. É snt vont N finição Dus o tólogo A. B. Lngston, nontrmos. A) A nturz Dus; B) A prsonli Dus; C) A rlção Dus om o univrso; D) Os motivos Dus, pr om tuo o qu foi rio. A) A nturz Dus; B) A impssoli Dus; C) A soliri Dus; D) A lgri Dus, por um por qu s rrpn. A) A nturz Dus; B) O rátr Dus; C) O prão Dus o por rrpnio; D) Os motivos Dus, pr om tuo o qu foi rio. A) A nturz Dus; B) O rátr Dus; C) A rlção Dus om o univrso; D) A lgri Dus, por um por qu s rrpn. A) A nturz Dus; B) O rátr Dus; C) A rlção Dus om o univrso; D) Os motivos Dus, pr om tuo o qu foi rio. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 41

42 17 - Os pors qu fzm prt toos os srs pssois são os pors. A) Pnsr; B) Sntir; C) Qurr; D) Pnsr m si msmo; E) Dirigir-s si msmo. A) Pnsr; B) Convrsr; C) Qurr; D) Pnsr m si msmo; E) Dirigir-s si msmo. A) Pnsr; B) Sntir; C) Govrnr; D) Pnsr m si msmo; E) Dirigir-s si msmo. A) Pnsr; B) Sntir; C) Flr; D) Pnsr m si msmo; E) Dirigir-s si msmo. A) Pnsr; B) Amr; C) Qurr; D) Pnsr m si msmo; E) Dirigir-s si msmo Crmos qu Dus xist porqu é possívl. Ofusr su xistêni. Provr su xistêni. Oultr su xistêni. Toos rêm n su xistêni. Toos usm su xistêni. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 42

43 19 - Em su xistêni, Dus. É Etrno, ou sj, jmis tv omço virá o su fim. É Etrno, ou sj, jmis tv omço, ms hgrá o fim. É Etrno, ou sj, jmis tv omço jmis trá fim. É Etrno, ou sj, jmis tv omço, ms tri su fim. É Etrno, ou sj, jmis tv omço vrmos su fim Em su prêni, Dus. É m tuo smlhnt o homm. É totlmnt smlhnt o sol. Não é smlhnt n o qu riou. Não é ifrnt tuo o qu riou. É smlhnt tuo o qu riou Os triutos um psso. São o onjunto sus rtrístis ou qulis virtuis. São o onjunto sus rtrístis ou qulis mtriis. São o onjunto sus rtrístis ou qulis ptrnis. São o onjunto sus rtrístis ou qulis positivs. São o onjunto sus rtrístis ou qulis spiis Em su rátr, Dus é. Prtimnt om. Prfitmnt om. Prfrnilmnt om. Prilmnt om. Cprihosmnt om. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 43

44 23 - Em su nturz, Dus é spírito. Espil. Bipssol. Impssol. Pssol. Apssoo A trnsnêni Dus. Dstrói o ltruísmo puro. Dstrói misrióri pur. Dstrói su pur trni. Dstrói o pntísmo puro. Dstrói o mor puro A onipotêni morl Dus. É su ifiul jmis pr. É su fili jmis pr. É su si jmis pr. É su pi jmis pr. É su sgi jmis pr. Préns, mo () irmão (ã), pl onlusão os stuos pl rlizção prov. Pr nos nvir prov prnhi, por gntilz: 1.- Ar págin om o grito provs. 2.- Prnh toos os os soliitos, os quis vm oiniir om os os stris iniiis. 3. Digit o nom st mtéri no mpo rfrnt à mtéri. 4. O grito tm pns ois mpos pr qustão; um mpo numro orrsponnt qustão um vzio pr rspost. 5.- Copi ltr solhi, omo rt, qustão n élul orrsponnt à rspost qustão o grito. 4.- Envi su prov o sort. Dus o () nço. Ministério Smors Plvr. José Joquim Gonçlvs Fri Milton Vill 44

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