NÍVEL SUPERIOR ÁREA: LOGÍSTICA LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NÍVEL SUPERIOR ÁREA: LOGÍSTICA LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO."

Transcrição

1 NÍVEL SUPERIOR LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 06 AGOSTO/ Você recebeu do fiscal o seguinte material: a) este caderno, com o enunciado das 50 questões das Provas Objetivas, sem repetição ou falha, assim distribuídas: PROVA 1 (LÍNGUA PORTUGUESA) PROVA 2 (MATEMÁTICA I) PROVA 3 (RACIOCÍNIO LÓGICO) PROVA 4 (CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS) Questão Pontos Questão Pontos Questão Pontos Questão Pontos 1a5 2,0 11a15 1,0 21a25 1,0 31a35 1,5 6a10 3,0 16a20 2,0 26a30 2,0 36a40 2,0 41a45 2,5 46a50 3,0 b) 1 CARTÃO-RESPOSTA destinado às respostas às questões objetivas formuladas nas provas Verifique se este material está em ordem e se o seu nome e número de inscrição conferem com os que aparecem no CARTÃO-RESPOSTA. Caso contrário, notifique IMEDIATAMENTE o fiscal Após a conferência, o candidato deverá assinar no espaço próprio do CARTÃO-RESPOSTA, preferivelmente a caneta esferográfica de tinta na cor preta No CARTÃO-RESPOSTA, a marcação das letras correspondentes às respostas certas deve ser feita cobrindo a letra e preenchendo todo o espaço compreendido pelos círculos, a caneta esferográfica de tinta na cor preta, de forma contínua e densa. A LEITORA ÓTICA é sensível a marcas escuras; portanto, preencha os campos de marcação completamente, sem deixar claros. Exemplo: A C D E 05 - Tenha muito cuidado com o CARTÃO-RESPOSTA, para não o DOBRAR, AMASSAR ou MANCHAR. O CARTÃO-RESPOSTA SOMENTE poderá ser substituído caso esteja danificado em suas margens superior ou inferior - BARRA DE RECONHECIMENTO PARA LEITURA ÓTICA Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E); só uma responde adequadamente ao quesito proposto. Você só deve assinalar UMA RESPOSTA: a marcação em mais de uma alternativa anula a questão, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS ESTEJA CORRETA As questões objetivas são identificadas pelo número que se situa acima de seu enunciado SERÁ ELIMINADO do Processo Seletivo Público o candidato que: a) se utilizar, durante a realização das provas, de máquinas e/ou relógios de calcular, bem como de rádios gravadores, headphones, telefones celulares ou fontes de consulta de qualquer espécie; b) se ausentar da sala em que se realizam as provas levando consigo o Caderno de Questões e/ou o CARTÃO-RESPOSTA Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no Caderno de Questões NÃO SERÃO LEVADOS EM CONTA Quando terminar, entregue ao fiscal O CADERNO DE QUESTÕES E O CARTÃO-RESPOSTA e ASSINE A LISTA DE PRESENÇA. Obs. O candidato só poderá se ausentar do recinto das provas após 1 (uma) hora contada a partir do efetivo início das mesmas. Por motivos de segurança, o candidato não poderá levar o Caderno de Questões O TEMPO DISPONÍVEL PARA ESTAS PROVAS DE QUESTÕES OBJETIVAS É DE 3 (TRÊS) HORAS As questões e os gabaritos das Provas Objetivas serão divulgados no primeiro dia útil após a realização das provas nas páginas do PROMINP (www.prominp.com.br) e da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (www.cesgranrio.org.br).

2 2

3 PROVA 1 (LÍNGUA PORTUGUESA) Biblioteca universal ao alcance do mouse Em vários escritórios desconhecidos em todo o mundo, milhares de trabalhadores estão usando scanners para inserir livros empoeirados em arquivos de alta tecnologia. Eles estão reunindo, página por página, a biblioteca universal. O sonho é antigo: reunir em um único lugar todo o conhecimento, passado e presente. Todos os livros, documentos e ferramentas conceituais, em todas as línguas. A esperança é bem conhecida, pois há muito tempo tivemos, por um breve período, tal biblioteca. A grande biblioteca de Alexandria, construída em torno de 300 a. C., pretendia conter todos os pergaminhos que circulavam no mundo conhecido. Em certo momento, dispôs de meio milhão de pergaminhos, algo em torno de 30% a 70% de todos os livros então conhecidos. Mas mesmo antes de essa biblioteca ser perdida, já havia passado o momento em que todo o conhecimento podia ser abrigado em um único edifício. Desde então, a constante expansão da informação ultrapassou nossa capacidade de reuni-la. Até agora. Quando o Google anunciou, em dezembro de 2004, que digitalizaria, por scanner, os livros das cinco maiores bibliotecas dos Estados Unidos, tornando disponível o conteúdo para pesquisa, ressurgiu a promessa de uma biblioteca universal. De fato, o tremendo desenvolvimento da rede mundial de computadores, que há uma década era quase um nada, nos encorajou a acreditar novamente no impossível. Estará realmente ao nosso alcance a sonhada biblioteca de todo o conhecimento? Os livros digitais não faziam muito sentido há pouco tempo, até que surgiram os serviços de busca como Google, Yahoo, Ask e MSN. Quando milhões de livros forem digitalizados e os textos ficarem disponíveis em um único banco de dados, a tecnologia de busca permitirá o acesso e a leitura de qualquer livro escrito. Será uma biblioteca realmente grande e seremos capazes de acessá-la a partir de qualquer aparelho que tenha uma tela. Dos tabletes sumérios até hoje os humanos publicaram pelo menos 32 milhões de livros, 750 milhões de artigos e ensaios, 500 mil filmes, 3 milhões de vídeos e programas de TV e 100 bilhões de páginas da internet. Todo esse material está atualmente nas bibliotecas de todo o mundo. Uma vez digitalizado, tudo isso poderá ser condensado (de acordo com os atuais recursos tecnológicos) em discos rígidos de 50 petabytes [que equivalem a 52,4 milhões de gigabytes]. Seria preciso hoje um edifício do tamanho de uma biblioteca municipal para abrigar 50 petabytes. Com a tecnologia do futuro, tudo caberá num ipod. KELLY, Kevin. Revista Entrelivros, n o 15, jul. 2006, pp.57/58 (com adaptações) 1 Assinale a afirmação que NÃO diz respeito à biblioteca de que trata o título do texto. (A) milhares de trabalhadores (...) estão reunindo, página por página, a biblioteca universal. (l. 2-5) (B) A grande biblioteca de Alexandria,... (l. 11) (C)...o Google anunciou, (...) que digitalizaria, (...) ressurgiu a promessa de uma biblioteca... (l ) (D) Estará realmente ao nosso alcance a sonhada biblioteca... (l ) (E) Será uma biblioteca realmente grande e seremos capazes de acessá-la... (l ) 2 De acordo com o texto, sobre a Biblioteca de Alexandria, só NÃO se pode afirmar que: (A) se propunha a armazenar todo o material informativo disponível na época. (B) ainda se encontra em sua localização original. (C) foi construída há mais de dois mil anos. (D) continha um acervo em forma de pergaminhos. (E) preencheu o sonho de ser uma biblioteca universal por algum tempo. 3 A sentença Os livros digitais não faziam muito sentido há pouco tempo, até que surgiram os serviços de busca como Google, Yahoo, Ask e MSN. (l ) permite inferir que: (A) a pesquisa por meio de ferramentas disponíveis na internet ajudará na compreensão de livros digitais. (B) a idéia de digitalizar livros é uma conseqüência natural e necessária do aparecimento dos serviços de busca. (C) as empresas de serviço de busca Google, Yahoo, Ask e MSN se dispuseram a digitalizar todos os livros editados. (D) os sites de busca, como Google, Yahoo, Ask e MSN, permitem que os livros tenham mais espaço de armazenamento. (E) sem uma forma de acesso aos livros digitais, não havia razões para investir nesse empreendimento. 4 A forma verbal publicaram (l ) pode ser substituída no texto por: (A) comercializaram. (B) gravaram. (C) divulgaram. (D) venderam. (E) proferiram. 3

4 5 Desde então, a constante expansão da informação ultrapassou nossa capacidade de reuni-la. Até agora. (l ) No extrato de texto acima, as expressões desde então e até indicam, respectivamente, o(a): (A) período de tempo que vai de um momento anterior ao fim da biblioteca de Alexandria ao instante em que se obteve conhecimento suficiente para armazenamento eletrônico de informações impressas. (B) período de tempo em que o ser humano sonhava com a possibilidade de gravar e guardar todo o conhecimento produzido, ou seja, mais ou menos, 300 a.c. até o desenvolvimento dos primeiros computadores. (C) período de tempo que vai do término da biblioteca de Alexandria ao momento em que a reportagem foi escrita e publicada, em julho de (D) verificação não só da perda da biblioteca de Alexandria como também da crença de que todo o conhecimento podia ser contido num edifício no instante presente. (E) constatação de que já havia passado o momento em que seria possível armazenar todo o conhecimento até dezembro de 2004, quando se soube do anúncio do Google. 6 Indique a sentença em que a troca de lugar da expressão adverbial assinalada provoca mudança de sentido em relação às demais opções. (A) Em dezembro de 2004, quando o Google anunciou que digitalizaria [...] os livros das cinco maiores bibliotecas dos Estados Unidos [...], ressurgiu a promessa de uma Biblioteca Virtual. (B) Quando, em dezembro de 2004, o Google anunciou que digitalizaria [...] os livros das cinco maiores bibliotecas dos Estados Unidos [...], ressurgiu a promessa de uma Biblioteca Virtual. (C) Quando o Google anunciou, em dezembro de 2004, que digitalizaria [...] os livros das cinco maiores bibliotecas dos Estados Unidos [...], ressurgiu a promessa de uma Biblioteca Virtual. (D) Quando o Google anunciou que digitalizaria, em dezembro de 2004, [...] os livros das cinco maiores bibliotecas dos Estados Unidos [...], ressurgiu a promessa de uma Biblioteca Virtual. (E) Quando o Google, em dezembro de 2004, anunciou que digitalizaria [...] os livros das cinco maiores bibliotecas dos Estados Unidos [...], ressurgiu a promessa de uma Biblioteca Virtual. 7 Assinale a opção em que há ERRO de concordância. (A) Havia muitas informações no mundo que não mereciam a digitalização. (B) Os Estados Unidos prometem lutar a favor da paz. (C) Cinqüenta petabytes contém incrível quantidade de informação. (D) Seguem anexas as informações sobre o processo da biblioteca. (E) O projeto está com problemas, haja vista os erros do relatório. 8 A opção em que o pronome pessoal está adequadamente selecionado e colocado, de acordo com a norma culta da língua, é: (A) Me sinto honrado com o convite, que agradeço. (B) Comunico que as tarefas listadas são para mim fazer. (C) Agradeço-o o comunicado que recebi por . (D) Ao diretor nada lhe peço, porque já sei a resposta. (E) No chefe, que não pede-me relatório, não confio. 9 Assinale a opção em que a forma verbal indicada entre parênteses NÃO está adequadamente usada. (A) Que o gerente o advirta dos prazos é o que se espera. (advertir) (B) Se eu supor que a equipe não é boa, não lhe confio o trabalho. (supor) (C) Não acredito que o trabalho valha o esforço da equipe. (valer) (D) Não expeçamos as remessas sem que haja o pedido expresso do diretor. (expedir) (E) Quando eu vir seu chefe, darei o recado que me pediu. (ver) 10 Solicito secretária do departamento, quem antecipadamente agradeço, o envio do relatório final pessoa assinalada. Lembro que daqui poucos meses repetiremos o procedimento, como vem sendo feito muito tempo. Os vocábulos que preenchem as lacunas, na ordem de sua ocorrência, de acordo com a norma culta da língua, são: (A) à, a, à, a, há. (B) à, à, a, à, há. (C) a, há, a, a, à. (D) a, a, à, há, a. (E) há, a, a, à, à. 4

5 PROVA 2 (MATEMÁTICA I) 11 Uma urna contém 3 bolas brancas e 4 bolas pretas. Sacam-se, sucessivamente e sem reposição, duas bolas dessa urna. A probabilidade de as bolas sacadas terem cores diferentes vale: (A) 1/7 (B) 2/7 (C) 3/7 (D) 4/7 (E) 5/7 12 A probabilidade de se obter pelo menos um resultado cara em três lançamentos de uma moeda não tendenciosa vale: (A) 1/8 (B) 3/8 (C) 1/2 (D) 5/8 (E) 7/8 13 Se P e Q são matrizes nxn invertíveis, assinale a afirmativa FALSA. (A) (2P) 1 1 = P 1 2 (B) (PQ) 1 = P 1.Q 1 (C) (P 1 ) 1 = P (D) det(p 1 ) = 1/detP (E) P. P 1 = P 1.P 14 O produto vetorial (i + 3j k) x (2i j + k) é igual a: (A) 2i 3j k (B) 2i 3j 5k (C) 2i 3j 7k (D) 2i + 3j k (E) 3i + 2j 15 A solução de y + y = 1, y(0) = 0 é: (A) y = 1 e x (B) y = 1 e x (C) y = 1 + e x (D) y = 1 + e x (E) y = x 16 Se y 2 y = 2 e y(0) = 1, y(1) vale: (A) 3 3 (B) 3 4 (C) 3 5 (D) 3 6 (E) O mínimo valor de y = x 4 4x + 1, x real, é: (A) 3 (B) 2 (C) 1 (D) 0 (E) 1 18 (A) 1 (C) (E) 0 vale: (B) (D) 19 Se x 2 + y 2 + z 2 = 1 define implicitamente z como função de x e y, a derivada parcial é igual a: (A) (C) (E) 1 4 z x y z x + y z (B) (D) 20 Os vetores pi + 2j 3k e i + j + k serão ortogonais se p valer: (A) 1 (B) 2 (C) 3 (D) 4 (E) z y x z 5

6 PROVA 3 (RACIOCÍNIO LÓGICO) 21 Se a b, então c d. Se c d, então f a. Ora, f a. Logo: (A) a b (B) a c (C) a d (D) b c (E) b d 22 A negação de se hoje chove então fico em casa é: (A) hoje não chove e fico em casa. (B) hoje chove e não fico em casa. (C) hoje chove ou não fico em casa. (D) hoje não chove ou fico em casa. (E) se hoje chove então não fico em casa. 23 Considere verdadeira a premissa: se estudo, passo. Analise as afirmativas a seguir. I - Se passo, estudo. II - Se não passo, não estudo. III - Se não estudo, não passo. É(São) verdadeira(s) a(s) afirmativa(s): (A) I, apenas. (B) II, apenas. (C) I e III, apenas. (D) II e III, apenas. (E) I, II e III. 24 Considere verdadeira a premissa: somente se estudo, passo. Analise as afirmativas a seguir. I - Se passo, estudo. II - Se não passo, não estudo. III - Se não estudo, não passo. É(São) verdadeira(s) a(s) afirmativa(s): (A) I, apenas. (B) II, apenas. (C) I e III, apenas. (D) II e III, apenas. (E) I, II e III. 25 Analise as afirmativas a seguir. I - Para x 3 é necessário x 1. II - Para x 3 é suficiente x 1. III - Para 2x 6 é necessário e suficiente x 3. É (São) verdadeira(s) a(s) afirmativa(s): (A) III, apenas. (B) I e II, apenas. (C) I e III, apenas. (D) II e III, apenas. (E) I, II e III. 26 Se todo P é Q e todo Q é R, então: (A) todo P é R. (B) todo R é P. (C) todo R é Q. (D) todo Q é P. (E) todo não-p é não-q. 27 Nesta questão, há duas afirmações. Analise-as e assinale a conclusão correta a respeito delas. I. x > 3 II. x < 5 (A) A primeira afirmação acarreta a segunda, mas a segunda NÃO acarreta a primeira. (B) A segunda afirmação acarreta a primeira, mas a primeira NÃO acarreta a segunda. (C) As duas afirmações são equivalentes, isto é, cada uma delas acarreta a outra. (D) As duas afirmações podem ser verdadeiras simultaneamente, mas nenhuma delas acarreta a outra. (E) As duas afirmações são contraditórias, isto é, elas NÃO podem ser verdadeiras simultaneamente. 6

7 O enunciado a seguir refere-se às questões de n os 28 e 29. RASCUNHO Em uma empresa, 30% dos empregados têm nível superior e 70%, nível médio. 10% dos empregados de nível superior e 20% dos de nível médio exercem funções administrativas. 28 Qual é a porcentagem de empregados que exercem funções administrativas? (A) 9% (B) 11% (C) 13% (D) 17% (E) 30% 29 Dentre os empregados que exercem funções administrativas, qual é, aproximadamente, a porcentagem dos que têm nível superior? (A) 8% (B) 10% (C) 12% (D) 15% (E) 18% 30 Nesta questão, há uma pergunta e duas informações. Analise-as e assinale a conclusão correta a respeito delas. Pergunta: x é par? Informações: I. 3x é par II. x + 5 é par (A) A primeira informação, sozinha, é suficiente para que se responda corretamente à pergunta e a segunda, insuficiente. (B) A segunda informação, sozinha, é suficiente para que se responda corretamente à pergunta e a primeira, insuficiente. (C) As duas informações, em conjunto, são suficientes para que se responda corretamente à pergunta e cada uma delas, sozinha, é insuficiente. (D) As duas informações, em conjunto, são insuficientes para que se responda corretamente à pergunta. (E) Cada uma das informações, sozinha, é suficiente para que se responda corretamente à pergunta. CONTINUA 7

8 PROVA 4 (CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS) 31 O arranjo físico de uma operação produtiva preocupa-se com o posicionamento físico dos recursos em unidades de produção. De uma forma simples, significa decidir onde colocar as máquinas, os equipamentos e o pessoal da produção. Nos estudos teóricos, os arranjos físicos são divididos em tipos básicos, entre os quais o arranjo físico posicional, que apresenta a característica de: (A) o projeto (ou objeto a ser transformado) permanecer em um lugar e os trabalhadores, equipamentos e matérias-primas serem deslocados para essa mesma área de trabalho. (B) processos produtivos similares (ou com necessidades similares) serem localizados juntos uns com os outros. (C) usar layouts em forma de células de trabalho, especializadas por produtos ou grupos de produtos. (D) promover a localização física de uma unidade fabril, procurando-se uma posição de melhor custo e produtividade. (E) especializar uma linha de produção para um único componente do produto. 32 Dentre os estudos para projeto e organização do trabalho, destaca-se a ergonomia. O termo Ergonomia é conceituado como estudo: (A) antropológico para a gestão de conhecimentos tácitos e explícitos. (B) de fatores extra-sensoriais para alinhamento estratégico da função produção. (C) de aspectos neurológicos para viabilizar o trabalho de pessoas com problemas motivacionais. (D) dos aspectos tecno-financeiros para adequação do corpo humano ao ambiente de trabalho. (E) dos aspectos fisiológicos do projeto de trabalho, isto é, com o corpo humano e como ele se ajusta ao ambiente de trabalho. 33 O Planejamento e Controle da Produção (PCP) envolve várias atividades, dentre elas uma chamada de programação. Na visão do PCP, programação é o(a): (A) método de trabalho de uma célula de trabalhadores dentro de uma unidade fabril. (B) monitoramento e controle das não-conformidades das unidades produzidas. (C) gestão do estoque de matérias-primas do lote econômico produtivo dentro da linha de produção. (D) definição do seqüenciamento e do momento em que os trabalhos serão desenvolvidos numa linha de produção. (E) localização dos armazéns em uma rede de suprimento logístico. 34 O estoque é definido como a acumulação armazenada de recursos materiais em um sistema de transformação. Em sistemas de produção, os estoques existem porque: (A) tornam os sistemas produtivos mais eficientes, com a diminuição dos custos de armazenagem. (B) há uma diferença entre o ritmo de fornecimento de matérias-primas e a demanda por produtos e serviços. (C) visam ao abastecimento dos armazéns nas cadeias de suprimentos. (D) contribuem para evitar a falta de ética e transparência nos sistemas de compra e suprimento. (E) fornecem às empresas as ferramentas de que precisam para reter produtos e forçar um aumento dos preços. 35 Uma questão importante para a logística é otimizar o fluxo de materiais. Os armazéns são um dos elementos mais importantes de uma rede de suprimentos porque: (A) as empresas precisam registrar as movimentações através de notas ficais por questões de impostos de circulação de mercadorias. (B) as lojas varejistas precisam reservar o seu espaço físico apenas para atendimento aos seus consumidores. (C) os carregamentos precisam ficar protegidos contra furtos e desvios comuns nos canais de escoamento como rodovias e ferrovias. (D) eles simplificam as rotas de distribuição e a comunicação entre as fábricas e os clientes finais. (E) eles diminuem o número de estágios de armazenagem. 36 O Just in Time (JIT) é uma filosofia e uma série de técnicas desenvolvidas pelos japoneses da Toyota Motor Corporation, que tem como princípio o(a): (A) planejamento das necessidades de material para determinação dos estoques intermediários, evitando a interrupção das linhas de produção. (B) administração científica, com a especialização dos postos de trabalho e a divisão das tarefas em unidades mínimas. (C) otimização do fluxo logístico internacional de peças e sobressalentes para veículos automotores. (D) proteção do meio ambiente, atendendo aos requisitos do Protocolo de Kioto para a fabricação de motores de combustão. (E) produção de bens e serviços exatamente no momento em que são necessários, evitando a formação de estoques. 8

9 37 Um departamento de produção deve atender as aspirações estratégicas da empresa. Analisando as dimensões operação e produção da organização industrial, os objetivos básicos de desempenho operacional, além da qualidade, são: (A) durabilidade, confiabilidade, rigidez e custo. (B) despesas, abrangência, flexibilidade e custo. (C) rapidez, confiabilidade, flexibilidade e custo. (D) rapidez, estocagem, rigidez e custo. (E) rapidez, lucratividade, flexibilidade e receitas. 38 No planejamento e controle de produção, as empresas utilizam sistemas de informação para auxiliar o planejamento. Existem três métodos muito importantes que são representados pelas siglas MRP I, MRP II e ERP. Um desses métodos envolve todos os recursos da empresa, entre os quais os da própria manufatura, marketing, finanças e engenharia, e outro integra toda a organização, permitindo que as decisões em uma parte sejam refletidas no restante da empresa. Trata-se, respectivamente, dos métodos: (A) MRP I e MRP II. (B) MRP I e ERP. (C) MRP II e ERP. (D) ERP e MRP I. (E) ERP e MRP II. 39 O estudo dos tempos e movimentos na linha de produção permite otimizar e aumentar a eficiência do processo produtivo. O tempo de set-up é um dos alvos dos Gerentes de Operações para aumento da eficiência e produtividade. Entende-se por tempo de set-up o tempo: (A) de transporte de matérias-primas dos fornecedores até a fábrica, incluindo processos de estocagem, arranjo e despacho de itens. (B) de atendimento desde a colocação firme de um pedido de compra até a entrega do produto no local desejado pelo cliente. (C) gasto para a troca ou ajuste do processo após o final da produção de um lote até o início da produção do próximo lote. (D) necessário para treinamento de um novo operário desde sua contratação até a sua plena integração ao processo produtivo. (E) decorrido desde o registro de um pedido de reparo até o retorno completo da linha de produção aos níveis de regime de carga. 40 A tarefa de carregamento é responsável pela alocação da quantidade de trabalho para um centro de trabalho, por exemplo, uma máquina numa fábrica. Na prática, não se pode contar com 100% do tempo da máquina para alocação de trabalho, pois os(as): (A) operários precisam de tempo de relaxamento muscular de modo a evitar doenças como a LER (Lesão por Esforços Repetitivos). (B) períodos de tempo sem produção são necessários para ajuste das máquinas entre linhas de produtos distintos, além de haver os tempos gastos com manutenção. (C) Gerentes de Operações devem trabalhar com uma margem de segurança mantendo certas linhas de produção paradas para evitar o desgaste dos equipamentos. (D) máquinas de uma fábrica não são projetadas para trabalhar 100% do tempo em função dos riscos de acidentes com os equipamentos, trabalhadores e meio ambiente. (E) fábricas brasileiras não têm padrões de qualidade a níveis internacionais que proporcionem uma alocação de 100% do tempo disponível. 41 A criação de bens e serviços requer a transformação de insumos e matérias-primas em produtos e serviços. Quanto mais eficiente for o processo de transformação das empresas, mais produtivas elas serão. Nesse sentido, considera-se produtividade como a razão entre: (A) as saídas do processo de transformação (produtos e serviços) e as entradas (recursos como insumos, mão-de-obra e matérias-primas). (B) as entradas do processo de transformação (recursos como insumos, mão-de-obra e matérias-primas) e as saídas (produtos e serviços). (C) a soma das entradas e saídas do processo de transformação (recursos, produtos e serviços) e o valor total das vendas da empresa. (D) o valor total das compras da empresa e a soma das entradas e saídas do processo de transformação (recursos, produtos e serviços). (E) o valor total das compras da empresa e as entradas do processo de transformação (recursos, matérias-primas e mão-de-obra). 9

10 42 O uso de programas de computador para projetar produtos interativamente, preparar a documentação de engenharia e traduzi-la em instruções para dirigir e controlar equipamentos de produção constitui o: (A) CRM. (B) SAP. (C) AGV. (D) SMBD. (E) CAD/CAM. 43 Muitas empresas, a exemplo das montadoras de automóveis, gastam 50% do seu faturamento pagando os mais diversos fornecedores. A necessidade de trabalhar e otimizar estes gastos deu origem a um campo de estudo denominado Gestão da Cadeia de Suprimentos, que estuda: (A) os projetos de localização e instalação das unidades de produção dentro de sistema produtivo modular de menor custo, formando uma cadeia integrada. (B) o relacionamento com os clientes, identificando suas necessidades básicas, expectativas e ofertando um serviço personalizado. (C) a estrutura de competição de um setor industrial, tendo como método básico o Modelo de Cinco Forças de Porter. (D) as atividades de obtenção dos materiais, a transformação em bens intermediários e produtos finais e, por fim, a entrega dos produtos aos clientes. (E) a controladoria empresarial para garantir que as atividades de compras sejam lícitas e estejam alinhadas com a estratégia de custos da empresa. 44 Uma das teorias utilizadas na programação de produção de curto prazo é a Teoria das Restrições (TOC Theory of Constraints). Assinale a afirmativa correta em realção a essa teoria. (A) As restrições de capacidade se originam principalmente das questões motivacionais, enquanto as restrições salariais devem ser tratadas pelo Método de Maslow. (B) As restrições devem ser guardadas e utilizadas em momentos de aumento da demanda, principalmente devido à sazonalidade de alguns produtos. (C) Devem ser ignoradas as restrições e mantida a programação de acordo com a demanda, evitando interrupções na linha de produção para manutenção. (D) Deve-se trabalhar a função produção restringindo os desperdícios para aumento da produtividade e competitividade da empresa. (E) Deve-se aumentar a capacidade dos centros de trabalho que são gargalos, pois são eles que limitarão os resultados finais de produção. 45 Os sistemas de manutenção em processos produtivos são fundamentais para aumentar a produtividade. Entre os objetivos básicos de um sistema de manutenção, inclui-se o de manter o(s): (A) bom clima entre os colaboradores e equipes de técnicos dos equipamentos de um sistema produtivo. (B) fluxo constante de matérias-primas entre os armazéns e os estoques de segurança das linhas de produção. (C) estoques nos pontos de distribuição, de forma a ter sempre um produto disponível aos clientes. (D) equipamentos de um sistema disponíveis e com desempenho esperado para a produção. (E) postos de trabalho, aumentando-os nas linhas de produção contínua de bens de capital e de consumo. 46 No planejamento e controle da produção existem métodos aplicados pelas empresas para aumentar, no curto prazo, a capacidade de produção, a fim de atender aos aumentos transitórios de demandas do mercado, entre os quais podem ser apontados os de: (A) utilizar horas-extras e contratação de mão-de-obra temporária. (B) construir mais fábricas e linhas de produção. (C) demitir pessoal e cortar custos de produção. (D) aumentar a equipe administrativa e de Recursos Humanos. (E) aumentar nominalmente os salários e benefícios sociais. 47 Os custos totais de produção de uma fábrica têm elementos fixos e variáveis. Custos fixos são: (A) as despesas com energia elétrica, telefone e combustíveis, visto que elas existem em qualquer indústria. (B) os gastos totais de uma indústria num período de tempo fixo. (C) aqueles que, com a estrutura de produção constante, não variam com a quantidade produzida. (D) aqueles que, no período em estudo, variam de forma diretamente proporcional à quantidade produzida. (E) aqueles que aumentam linearmente, mesmo mantendo a produção constante. 48 Os custos devem representar as despesas relativas a um bem ou serviço utilizado na produção de outros bens e serviços. Os custos relativos às compras de fornecedores, despesas de produção, despesas de manipulação de estoques e de transportes podem ser agrupados na categoria de custos: (A) contábeis. (B) unitários. (C) operacionais. (D) marginais. (E) econômicos. 10

11 49 Os sistemas logísticos requerem quantidades substanciais de investimento de capital para instalações e estoques. O ônus pelo uso desse capital investido é o custo de capital, que corresponde à taxa: (A) mínima de rendimento que um investimento em ativos reais precisa oferecer de retorno para valer a pena. (B) de retorno de capital investido em ações de empresas logísticas na bolsa de valores. (C) de retorno de investimento em estoques reguladores para diminuição dos custos da entressafra. (D) de retorno de revenda dos estoques não consumidos no processo produtivo. (E) de retorno com a maximização da produção. 50 Dentro da Gestão de Operações, a análise de custos é fundamental. Nessa análise destacam-se os conceitos de custos unitários de produção, podendo-se definir Custo Médio Unitário como o custo: (A) total de produção dividido pelo número de fábricas que participaram da cadeia de produção. (B) total de produção das unidades produzidas dividido pela quantidade produzida em determinado período. (C) total de unidades produzidas não conformes dividido pelo número de unidades produzidas. (D) de uma unidade de produto produzida dentro de determinada linha de produção. (E) de uma unidade de produto produzida e comercializada dentro de uma empresa fabril. 11

NÍVEL SUPERIOR ÁREA: QUALIDADE LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

NÍVEL SUPERIOR ÁREA: QUALIDADE LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. NÍVEL SUPERIOR LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 05 AGOSTO/ 2006 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: a) este caderno, com o enunciado das 50 questões das Provas Objetivas, sem repetição

Leia mais

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO. (FORMAÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL) 2 a FASE

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO. (FORMAÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL) 2 a FASE 10 EDITAL N o 02/2011 (FORMAÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL) 2 a FASE 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. a) este CADERNO DE QUESTÕES, com os enunciados das

Leia mais

O BANCO DO DESENVOLVIMENTO PROVA DISCURSIVA PROFISSIONAL BÁSICO - CIÊNCIAS CONTÁBEIS LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

O BANCO DO DESENVOLVIMENTO PROVA DISCURSIVA PROFISSIONAL BÁSICO - CIÊNCIAS CONTÁBEIS LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 04 NOVEMBRO / 2009 O BANCO DO DESENVOLVIMENTO PROVA DISCURSIVA PROFISSIONAL BÁSICO - CIÊNCIAS CONTÁBEIS (2 a FASE) LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material:

Leia mais

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO (FORMAÇÃO DE ARQUIVOLOGIA) 2 a FASE

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO (FORMAÇÃO DE ARQUIVOLOGIA) 2 a FASE 18 BNDES EDITAL N o N 02/2011 o 01/2012 - () 2 a FASE LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: a) este CADERNO DE QUESTÕES, com os enunciados das 5 (cinco)

Leia mais

NÍVEL SUPERIOR ÁREA: AMBIENTAL LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

NÍVEL SUPERIOR ÁREA: AMBIENTAL LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. NÍVEL SUPERIOR LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 AGOSTO/ 2006 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: a) este caderno, com o enunciado das 50 questões das Provas Objetivas, sem repetição

Leia mais

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO (FORMAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO) 2 a FASE

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO (FORMAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO) 2 a FASE 14 BNDES EDITAL N o N 02/2011 o 01/2012 - () 2 a FASE LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: a) este CADERNO DE QUESTÕES, com os enunciados das 5 (cinco)

Leia mais

ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO

ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 3 CEFET LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - O candidato recebeu do fiscal o seguinte material: a) este CADERNO DE QUESTÕES, com o enunciado das 40 (quarenta) questões objetivas, sem repetição ou

Leia mais

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO. FORMAÇÃO: ANÁLISE DE SISTEMAS - SUPORTE (2 a FASE)

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO. FORMAÇÃO: ANÁLISE DE SISTEMAS - SUPORTE (2 a FASE) 02 TARDE SETEMBRO / 2010 FORMAÇÃO: ANÁLISE DE SISTEMAS - SUPORTE (2 a FASE) LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: a) este Caderno, com o enunciado das

Leia mais

NÍVEL SUPERIOR ÁREA: INFORMÁTICA LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

NÍVEL SUPERIOR ÁREA: INFORMÁTICA LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. NÍVEL SUPERIOR LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 04 AGOSTO/ 2006 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: a) este caderno, com o enunciado das 50 questões das Provas Objetivas, sem repetição

Leia mais

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO (FORMAÇÃO DE ANÁLISE DE SISTEMAS - SUPORTE) 2 a FASE

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO (FORMAÇÃO DE ANÁLISE DE SISTEMAS - SUPORTE) 2 a FASE 16 BNDES EDITAL N o N 02/2011 o 01/2012 - () 2 a FASE 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. a) este CADERNO DE QUESTÕES, com os enunciados das 5 (cinco)

Leia mais

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Após a Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos da América passaram por um longo período de crescimento. Responsáveis pela reconstrução de muitos

Leia mais

O BANCO DO DESENVOLVIMENTO PROVA DISCURSIVA PROFISSIONAL BÁSICO - ADMINISTRAÇÃO LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

O BANCO DO DESENVOLVIMENTO PROVA DISCURSIVA PROFISSIONAL BÁSICO - ADMINISTRAÇÃO LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 NOVEMBRO / 2009 O BANCO DO DESENVOLVIMENTO PROVA DISCURSIVA PROFISSIONAL BÁSICO - ADMINISTRAÇÃO (2 a FASE) LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: a)

Leia mais

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO. (FORMAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO) 2 a FASE

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO. (FORMAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO) 2 a FASE 7 EDITAL N o 02/2011 (FORMAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO) 2 a FASE 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. a) este CADERNO DE QUESTÕES, com os enunciados das 5 (cinco)

Leia mais

Aplicações de Otimização em Processos Industriais

Aplicações de Otimização em Processos Industriais Aplicações de Otimização em Processos Industriais Maria Cristina N. Gramani gramani@mackenzie.com.br Departamento de Engenharia de Produção Escola de Engenharia Universidade Presbiteriana Mackenzie Organização

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo: Administração de Materiais Profª Neuza AULA ANTERIOR: Compras O que é??? É uma atividade de aquisição que visa garantir o abastecimento da empresa

Leia mais

Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I SISTEMA FINANCEIRO LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I SISTEMA FINANCEIRO LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 9 EDITAL N o 04/2013 LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - O candidato recebeu do fiscal o seguinte material: a) este CADERNO DE QUESTÕES, com os enunciados das 8 (oito) questões discursivas, sem

Leia mais

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi Marketing Prof. Angelo Polizzi Gestão de Produção Gestão de Produção Objetivos: Mostrar que produtos (bens e serviços) consumidos, são produzidos em uma ordem lógica, evitando a perda ou falta de insumos

Leia mais

PUC - Rio - 2012 Rio VESTIBULAR 2012 PROVAS DISCURSIVAS DE HISTÓRIA LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

PUC - Rio - 2012 Rio VESTIBULAR 2012 PROVAS DISCURSIVAS DE HISTÓRIA LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. PUC - Rio - 2012 Rio VESTIBULAR 2012 PROVAS DISCURSIVAS DE HISTÓRIA 2 o DIA MANHÃ GRUPO 2 Novembro / 2011 LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: a) este

Leia mais

2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado

2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado 2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado Conteúdo 1. Função Produção 3. Administração da Produção 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Introdução à Administração Eunice Lacava Kwasnicka - Editora

Leia mais

Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I GESTÃO DA QUALIDADE LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I GESTÃO DA QUALIDADE LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 7 EDITAL N o 04/2013 LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - O candidato recebeu do fiscal o seguinte material: a) este CADERNO DE QUESTÕES, com os enunciados das 8 (oito) questões discursivas, sem

Leia mais

SIMULAÇÃO DE GESTÃO EMPRESARIAL

SIMULAÇÃO DE GESTÃO EMPRESARIAL SIMULAÇÃO DE GESTÃO EMPRESARIAL I INTRODUÇÃO O JOGO DE GESTÃO EMPRESARIAL é uma competição que simula a concorrência entre empresas dentro de um mercado. O jogo se baseia num modelo que abrange ao mesmo

Leia mais

E P E ADVOGADO ÁREA JURÍDICA LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

E P E ADVOGADO ÁREA JURÍDICA LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 E P E ADVOGADO ÁREA JURÍDICA EDITAL N o 001/2012 - EPE LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: a) este caderno, com os enunciados das 50 (cinquenta) questões

Leia mais

BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES

BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES O BANCO DO DESENVOLVIMENTO DE TODOS OS BRASILEIROS BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES JANEIRO / 2008 PROVA DISCURSIVA PROFISSIONAL BÁSICO - LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

PRODUÇÃO - Conceitos Iniciais

PRODUÇÃO - Conceitos Iniciais PRODUÇÃO - Conceitos Iniciais 1. Conceito - é a atividade de transformação (processo) de matéria-prima em utilidades necessárias ao consumidor. * Nenhuma organização sobrevive, a menos que produza alguma

Leia mais

CURSO de CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Gabarito

CURSO de CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Gabarito UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2006 e 1 o semestre letivo de 2007 CURSO de CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Gabarito INSTRUÇÕES AO CANDIDATO Verifique se este caderno contém:

Leia mais

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12)

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) As siglas MRP, MRP II e ERP são bastante difundidas e significam: MRP Materials Requirements Planning Planejamento das Necessidades de Materiais; MRP II Resource

Leia mais

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 Caderno de Provas GESTÃO DE COOPERATIVAS E AGRONEGÓCIOS Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 INSTRUÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Use apenas caneta esferográfica azul ou preta. Escreva o

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos ... lembrando Uma cadeia de suprimentos consiste em todas

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

7. Viabilidade Financeira de um Negócio

7. Viabilidade Financeira de um Negócio 7. Viabilidade Financeira de um Negócio Conteúdo 1. Viabilidade de um Negócios 2. Viabilidade Financeira de um Negócio: Pesquisa Inicial 3. Plano de Viabilidade Financeira de um Negócio Bibliografia Obrigatória

Leia mais

JUST-IN-TIME & KANBAN

JUST-IN-TIME & KANBAN JUST-IN-TIME & KANBAN Prof. Darli Rodrigues Vieira darli@darli.com.br 1 OBJETIVO DA AULA OBJETIVO: EVIDENCIAR O QUE É JUST IN TIME E QUAL É SUA UTILIDADE EM PROJETOS DE OTIMIZAÇÃO DE RECURSOS EM OPERAÇÕES

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO-MG PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO - EDITAL 001/2009 CARGO: MONITOR DE INCLUSÃO DIGITAL CADERNO DE PROVAS

PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO-MG PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO - EDITAL 001/2009 CARGO: MONITOR DE INCLUSÃO DIGITAL CADERNO DE PROVAS CADERNO DE PROVAS 1 A prova terá a duração de duas horas, incluindo o tempo necessário para o preenchimento do gabarito. 2 Marque as respostas no caderno de provas, deixe para preencher o gabarito depois

Leia mais

Departamento de Engenharia. ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção

Departamento de Engenharia. ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engenharia de Produção ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles Faz

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1

Introdução e Planejamento Cap. 1 BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@fae.br L

Leia mais

Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como:

Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como: Fascículo 4 Gestão na cadeia de suprimentos Cadeias de suprimentos Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como:

Leia mais

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO OS NEGÓCIOS Odilio Sepulcri* INTRODUÇÃO A sobrevivência dos negócios, dentre outros fatores, se dará pela sua capacidade de gerar lucro. O lucro, para um determinado produto, independente da forma como

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

Controle de estoques. Capítulo 6. André Jun Nishizawa

Controle de estoques. Capítulo 6. André Jun Nishizawa Controle de estoques Capítulo 6 Sumário Conceito de estoque Tipos Sistemas de controle de estoques Fichas de estoque Classificação de estoque Dimensionamento de estoque Logística e Cadeia de suprimentos

Leia mais

NÍVEL SUPERIOR ÁREA: NAVAL LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

NÍVEL SUPERIOR ÁREA: NAVAL LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. NÍVEL SUPERIOR LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 07 AGOSTO/ 2006 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: a) este caderno, com o enunciado das 50 questões das Provas Objetivas, sem repetição

Leia mais

Recursos Materiais 1

Recursos Materiais 1 Recursos Materiais 1 FCC - 2008 No processo de gestão de materiais, a classificação ABC é uma ordenação dos itens consumidos em função de um valor financeiro. São considerados classe A os itens de estoque

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS CONHECER A ELABORAÇÃO, CARACTERÍSTICAS E FUNCIONALIDADES UM PLANO DE NEGÓCIOS.

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Prof. Rafael Roesler Aula 5 Sumário Classificação ABC Previsão de estoque Custos

Leia mais

Aspectos Sociais de Informática. Simulação Industrial - SIND

Aspectos Sociais de Informática. Simulação Industrial - SIND Aspectos Sociais de Informática Simulação Industrial - SIND Jogos de Empresas Utilizada com sucesso para o treinamento e desenvolvimento gerencial Capacita estudantes e profissionais de competência intelectual

Leia mais

APS Advanced Plainning and Scheduling Sistema Avançado de Produção

APS Advanced Plainning and Scheduling Sistema Avançado de Produção APS Advanced Plainning and Scheduling Sistema Avançado de Produção O módulo APS é a mais nova ferramenta que irá auxiliar no gerenciamento da produção. O principal objetivo do APS é a determinação exata

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística CONCEITOS O nome Supply Chain, cujo termo têm sido utilizado em nosso país como Cadeia de Suprimentos, vem sendo erroneamente considerado como

Leia mais

Definição. Kaizen na Prática. Kaizen para a Administração. Princípios do Just in Time. Just in Time 18/5/2010

Definição. Kaizen na Prática. Kaizen para a Administração. Princípios do Just in Time. Just in Time 18/5/2010 Uninove Sistemas de Informação Teoria Geral da Administração 3º. Semestre Prof. Fábio Magalhães Blog da disciplina: http://fabiotga.blogspot.com Semana 15 e 16 Controle e Técnicas de controle de qualidade

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

CASA DA MOEDA DO BRASIL

CASA DA MOEDA DO BRASIL CASA DA MOEDA DO BRASIL SETEMBRO 2005 ANALIST ALISTA A DE NÍVEL SUPERIOR/SUPRIMENTOS OS 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. a) este caderno, com o enunciado

Leia mais

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL 0405 05 IDENTIFICAÇÃO: Título: ORÇAMENTO EMPRESARIAL Atributo: ADMINISTRAÇÃO EFICIENTE Processo: PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO O QUE É : É um instrumento de planejamento

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Prof. Fernando Leonel Conteúdo da aula de hoje 1. Custos dos estoques 2. Custos diretamente proporcionais 3. Custos inversamente proporcionais 4.

Leia mais

Planejamento da produção. FATEC Prof. Paulo Medeiros

Planejamento da produção. FATEC Prof. Paulo Medeiros Planejamento da produção FATEC Prof. Paulo Medeiros Planejamento da produção O sistema de produção requer a obtenção e utilização dos recursos produtivos que incluem: mão-de-obra, materiais, edifícios,

Leia mais

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Profa. Lérida Malagueta Planejamento e controle da produção O PCP é o setor responsável por: Definir quanto e quando comprar Como fabricar ou montar cada

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade I GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Prof. Fernando Leonel Conteúdo da aula de hoje 1. Planejamento e controle de estoques. 2. A importância dos estoques. 3. Demanda na formação dos estoques.

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL 2015 Sabemos que as empresas atualmente utilizam uma variedade muito grande de sistemas de informação. Se você analisar qualquer empresa que conheça, constatará que existem

Leia mais

SISTEMAS DE TRANSPORTES

SISTEMAS DE TRANSPORTES ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS, PRODUÇÃO E LOGÍSTICA SISTEMAS DE TRANSPORTES TRANSPORTES Transportes, para a maioria das firmas, é a atividade logística mais importante, simplesmente porque ela absorve, em

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações I 22º Encontro - 11/05/2012 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? - ABERTURA - CAPACIDADE E TURNOS DE TRABALHO. 02 Introdução

Leia mais

Gerenciamento da produção

Gerenciamento da produção 74 Corte & Conformação de Metais Junho 2013 Gerenciamento da produção Como o correto balanceamento da carga de dobradeiras leva ao aumento da produtividade e redução dos custos (I) Pedro Paulo Lanetzki

Leia mais

Unidade II RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS

Unidade II RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Unidade II 2 TENDÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS 2.1 Gestão de compras 1 A gestão de compras assume papel estratégico na Era da competição global, devido ao volume de recursos envolvidos no processo,

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações I 21º Encontro - 07/05/2012 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? - ABERTURA - LAYOUTS DE EMPRESAS INDIVIDUAIS 02 ABERTURA

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção Curso de Engenharia de Produção Organização do Trabalho na Produção Organização do Trabalho na Produção Projeto do Trabalho -Objetivo: criar um ambiente produtivo e eficiente, onde cada um saiba o que

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte.

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. GERENCIAMENTO DO TRANSPORTE Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. Trade-off CUSTO x NÍVEL DE SERVIÇO FORMAÇÃO DO PREÇO FINAL Para elaboração de uma estratégia

Leia mais

Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil.

Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil. Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01 PROMOVA A INTEGRAÇÃO ENTRE AS ÁREAS DE SUA

Leia mais

Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION BX PRODUCTION. Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva.

Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION BX PRODUCTION. Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva. Brochura BX PRODUCTION Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva SAP Business One para manufatura discreta e repetitiva A combinação de

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br @ribeirord Pesquisa e Propagação do conhecimento: Através da Web, é possível

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Logistica e Distribuição. Manuseio de Materiais. Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993

Logistica e Distribuição. Manuseio de Materiais. Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição Manuseio de Materiais / Gestão de Informações Primárias Apoio 1 2 Manuseio de Materiais Refere-se aos deslocamentos de materiais

Leia mais

CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos

CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos ADMINISTRAÇÃO GESTÃO DA PRODUÇÃO CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos 4.1 Arranjo físico GESTÃO DA PRODUÇÃO É a maneira segundo a qual se encontram dispostos fisicamente

Leia mais

S I S T E M A S D E P R O D U Ç Ã O

S I S T E M A S D E P R O D U Ç Ã O COM DIFERENCIAÇÃO COM DIFERENCIAÇÃO COM DIFERENCIAÇÃO COM DIFEREN SOB ENCOMENDA S I S T E M A S D E P R O D U Ç Ã O CONTÍNUA IN TER MI TEN TE IN TER Página 2 de 17 SISTEMAS FATORES AS PRINCIPAIS DIVISÕES

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11 Questões sobre o tópico Administração de Materiais. Olá Pessoal, Hoje veremos um tema muito solicitado para esse concurso do MPU! Administração de Materiais.

Leia mais

Para ser competitivo é fundamental reduzir continuamente o lead time de todos os processos da organização.

Para ser competitivo é fundamental reduzir continuamente o lead time de todos os processos da organização. Cap. II PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO No atual contexto da economia globalizada, a velha estratégia da produção em massa, derivada da economia de escala, já não é mais válida. Hoje as empresas devem possuir

Leia mais

Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação

Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação Jean Cunningham Quando eu era CFO (Chief Financial Officer) da Lantech (Louisville, KY), ajudei a adaptar o sistema de tecnologia de informação

Leia mais

Realizado por: Crist..., Mar... MODELAGEM. FIB - Faculdades. Administração de Empresas

Realizado por: Crist..., Mar... MODELAGEM. FIB - Faculdades. Administração de Empresas Realizado por: Crist..., Mar... MODELAGEM FIB - Faculdades Administração de Empresas 2009 MODELAGEM ESTUDO DE CASO: Trabalho solicitado pelo Prof.: Trabalho realizado para a disciplina de FIB - Faculdades

Leia mais

Microsoft Project 2003

Microsoft Project 2003 Microsoft Project 2003 1 [Módulo 4] Microsoft Project 2003 2 Definindo durações Inter-relacionamentorelacionamento Caminho crítico Microsoft Project 2003 3 1 Duração das Atividades Microsoft Project 2003

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL

LOGÍSTICA EMPRESARIAL LOGÍSTICA EMPRESARIAL FORNECEDORES Erros de compras são dispendiosos Canais de distribuição * Compra direta - Vendedores em tempo integral - Representantes dos fabricantes Compras em distribuidores Localização

Leia mais

MRP MRP. Módulo 5 MRP e JIT. Demanda de produtos e serviços. Fornecimento de produtos e serviços

MRP MRP. Módulo 5 MRP e JIT. Demanda de produtos e serviços. Fornecimento de produtos e serviços Módulo 5 MRP e JIT Adm Prod II 1 MRP Fornecimento de produtos e serviços Recursos de produção MRP Decisão de quantidade e momento do fluxo de materiais em condições de demanda dependente Demanda de produtos

Leia mais

Nota Técnica Entendendo o custo total de propriedade de um sistema de aplicação e de impressão de etiquetas

Nota Técnica Entendendo o custo total de propriedade de um sistema de aplicação e de impressão de etiquetas Nota Técnica Entendendo o custo total de propriedade de um sistema de aplicação e de impressão de etiquetas Uma visão informativa sobre os custos de longo prazo de um sistema LPA O investimento em um sistema

Leia mais

SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO EMPRESARIAL CADERNO DE RASCUNHO

SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO EMPRESARIAL CADERNO DE RASCUNHO SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM DIREITO EMPRESARIAL CADERNO DE RASCUNHO Leia com atenção as instruções a seguir: Você está recebendo do fiscal de sala, além deste caderno de rascunho contendo o enunciado

Leia mais

COMO PROJETAR AS ENTRADAS DO FLUXO DE CAIXA E OS PAGAMENTOS A FORNECEDORES?

COMO PROJETAR AS ENTRADAS DO FLUXO DE CAIXA E OS PAGAMENTOS A FORNECEDORES? COMO PROJETAR AS ENTRADAS DO FLUXO DE CAIXA E OS PAGAMENTOS A FORNECEDORES?! Qual a importância do orçamento de caixa?! Como os grandes orçamentos da empresa se inter-relacionam?! Quais as maneiras de

Leia mais

CARGOS DE CLASSE D TÉCNICO DE ELETRÔNICA E TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA: ELETRÔNICA

CARGOS DE CLASSE D TÉCNICO DE ELETRÔNICA E TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA: ELETRÔNICA 7 CEFET CARGOS DE CLASSE D TÉCNICO DE ELETRÔNICA E TÉCNICO DE LABORATÓRIO LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - O candidato recebeu do fiscal o seguinte material: a) este CADERNO DE QUESTÕES, com

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO TRANSCREVA PARA A FOLHA DE RESPOSTAS, COM CANETA DE

CONCURSO PÚBLICO TRANSCREVA PARA A FOLHA DE RESPOSTAS, COM CANETA DE CONCURSO PÚBLICO 39. PROVA OBJETIVA ANALISTA NÍVEL III (ÁREA DE ATUAÇÃO: ADMINISTRATIVA) VOCÊ RECEBEU SUA FOLHA DE RESPOSTAS E ESTE CADERNO CONTENDO 30 QUESTÕES OBJETIVAS. CONFIRA SEU NOME E NÚMERO DE

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. Concurso Público n.º 01/2015. Estado de Santa Catarina MUNICÍPIO DE IOMERÊ

MANUAL DO CANDIDATO. Concurso Público n.º 01/2015. Estado de Santa Catarina MUNICÍPIO DE IOMERÊ MANUAL DO CANDIDATO Concurso Público n.º 01/2015 Estado de Santa Catarina MUNICÍPIO DE IOMERÊ Orientações e Instruções para a Realização das Provas 1. Do horário de comparecimento para a realização das

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL - CTAE

Leia mais

Lágrimas não são argumentos.

Lágrimas não são argumentos. FUNDAÇÃO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DO SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL DO PODER EXECUTIVO FUNPRESP-EXE PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA CONTRATAÇÃO POR TEMPO DETERMINADO DE PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR

Leia mais

Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção

Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção Fascículo 6 Arranjo físico e fluxo O arranjo físico (em inglês layout) de uma operação produtiva preocupa-se com o posicionamento dos recursos de transformação. Isto é, definir onde colocar: Instalações

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais