1/6 TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº /11 ACÓRDÃO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1/6 TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 26.310/11 ACÓRDÃO"

Transcrição

1 TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº /11 ACÓRDÃO Embarcação a remo tipo Double Skiff sem nome e não inscrita. Naufrágio como resultado de navegação fora da raia destinada ao esporte por decisão dos remadores. Alteração no vento que provocou marolas e virou o barco. Responsabilidade pelo acidente apontada ao instrutor não configurada. Falta de embarcação de apoio que não configura fato da navegação, mas descumprimento do Regulamento da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário. Penalidade administrativa a ser imposta pelo representante da Autoridade Marítima. Arquivamento. Vistos, relatados e discutidos o presente processo. Tratam os autos do naufrágio de um barco a remos, ocorrido no dia 14 de abril de 2011, na baía sul, Florianópolis/SC, tendo por consequência a morte de um remador adolescente. A embarcação envolvida foi um double skiff não inscrito, construído em fibra de vidro, com 9,7m de comprimento, 0,34m de boca, com capacidade para dois remadores, pertencente ao Clube de Remo Aldo Luz. Segundo se apurou, dois adolescentes alunos de uma escolinha de remo organizada pela ONG Floripafuturo, que utiliza os equipamentos e o espaço do Clube de Remo Aldo Luz, remavam um double skiff nas proximidades da ponte Pedro Ivo. Em determinado momento uma onda teria desestabilizado o barco e o adolescente que estava sentado a ré levantou seu remo provocando o emborcamento. Inicialmente os dois subiram no casco, mas em seguida tentaram chegar à margem nadando. Um deles desistiu e voltou para o barco emborcado, sendo resgatado pelo corpo de bombeiros. O outro se afogou, tendo seu corpo sido encontrado dias depois. Durante o inquérito foram ouvidas sete testemunhas, entre elas o adolescente sobrevivente e o instrutor de remo da ONG. O adolescente relatou os fatos como transcritos acima, acrescentando que, logo que a embarcação virou, os dois se seguraram no casco e seu companheiro o convenceu de nadar até a margem. No entanto ele resolveu voltar para o barco, pois seu companheiro estava muito nervoso e tentava se segurar nele. Em seguida teria passado um barco e ele não viu seu companheiro mais. Disse também que o instrutor nunca ia com eles a bordo, dando instruções da praia, mas que naquele dia o instrutor estava com outro grupo. Afirmou que nenhum adulto acompanhava as atividades, seja a bordo ou em outra embarcação e que não havia, portanto, nenhuma embarcação dando cobertura. Disse que o tempo estava bom e que 1/6

2 receberam orientação do instrutor de que voltassem quando começasse a fazer marola. O instrutor, Lucas Zoldan Marin, disse à Capitania que é o presidente da ONG Floripafuturo e instrutor voluntário de remo havia oito meses quando de seu depoimento. Relatou que existe uma embarcação a motor que acompanha os alunos ou então o instrutor embarca na função de timoneiro e que os adolescentes que se acidentaram sabiam nadar e estavam instruídos a usar o próprio barco como salva-vidas em caso de emborcamento. Disse que viu do trapiche que os alunos tinham se afastado da raia de segurança e estavam com dificuldade de voltar, tendo acionado os bombeiros. Informou que eles remavam em um mar tranquilo e sem ventos e que o vento sul começou a soprar somente às 16h30min, mas que a aula se encerraria às 16h. Por fim, reiterou que os alunos foram treinados por três meses acerca dos procedimentos de segurança, que deveriam se segurar no barco em caso de emborcamento enquanto o pessoal de terra providenciaria socorro, mas que não teve como conter a impulsividade deles. Duas testemunhas que estavam embarcadas na lancha MARGILL, que foi acionada para ajudar no resgate, disseram que acreditam que o acidente tenha ocorrido em função do vento sul que entrou por volta das 16h muito forte, com rajadas de até 70km/h, provocando carneirinhos. Disseram que quando chegaram ao skiff este tinha apenas a proa para fora d água e quando o içaram para bordo o mesmo se partiu. A pessoa que resgatou o adolescente disse que passava pelo local e o avistou sobre o casco acenando. Colocou-o a bordo e depois o transferiu para o barco do corpo de bombeiros. Disse que o menino lhe contou que seu companheiro se apavorou com a chegada do vento sul e resolveu seguir a nado desaparecendo nas águas. Relatou que o vento sul atingia 70km/h e formou ondas de até 2m e que o menino estava bastante longe de terra e não havia nenhuma pessoa olhando. O membro do corpo de bombeiros que atendeu ao pedido de socorro disse que foi acionado às 15h50min, na mesma hora em que o vento sul entrou e que 30 minutos depois começou a chover. Confirmou que pegou o adolescente de uma outra lancha e que ele contou que seu amigo sabia nadar, mas se apavorou e desapareceu. Por fim foi ouvido o presidente da Federação Catarinense de Remo que afirmou que em nenhum lugar do mundo o esporte é praticado com os atletas usando coletes salvavidas. O Encarregado do Inquérito relatou o acidente pessoal com o adolescente, que faleceu vítima de afogamento, com danos materiais, pois a embarcação se partiu enquanto tentavam resgatá-la e disse, como é óbvio, que não houve poluição marinha. Na análise dos dados obtidos durante a perícia, os peritos ressaltaram, em suas palavras, que dois menores, sem a necessária experiência para tripular uma embarcação 2/6

3 relativamente instável fizeram-se ao mar, nessa embarcação, sem o devido acompanhamento por parte de instrutores. Também não souberam identificar condições climáticas adversas que contribuíram para o ocorrido. Ressaltaram os peritos também que, embora exista previsão normativa que dispensa o uso de coletes salva-vidas durante treinamentos ou competições em embarcações a remo, há a obrigatoriedade do acompanhamento de uma embarcação de apoio. Sua falta impossibilitou um resgate com maior presteza de modo a evitar o falecimento do adolescente. Na resposta aos quesitos os peritos ressaltaram também que, embora apresentasse indícios de pequenos reparos, o estado geral do barco a remo não trazia indicativos de que pudesse ter contribuído para o acidente. O encarregado do inquérito concluiu, assim, que o instrutor de remo Lucas Zoldan Marin agira com negligência, responsabilizando-o pelo acidente, anotando, porém que contribuíram para o acidente a inexperiência dos remadores e a condição meteorológica adversa. Notificado do resultado do inquérito apresentou defesa prévia firmada por advogado devidamente constituído, na qual informa que a ONG por ele presidida, Instituto Floripafuturo, busca, em convênio com a FUCAS Fundação CASAN, promover a inclusão de jovens carentes no esporte. Nessa condição usa as instalações e equipamentos do Clube de Regatas Aldo Luz, tradicional clube catarinense, com cerca de 50 alunos na faixa dos 12 aos 18 anos de idade. No clube, antes de começarem a remar embarcações no mar, passam primeiramente por uma prática ministrada no tanque de remo e num simulador. Da mesma forma, antes de se lançarem ao mar, passam por um longo período de adestramento teórico, no qual são enfatizadas as normas e procedimentos de segurança, limites de segurança para navegação desse tipo de embarcação e uso da embarcação como salva-vidas no caso de emborcamento. Seguindo a defesa, disse que no dia do acidente estava no trapiche que fica defronte a três dos clubes de remo locais e viu quando os dois remadores se afastaram da raia de regatas em direção à Praia do Riso, contrariando as instruções de segurança recebidas e ignorando os acenos e gritos de advertência que fazia. Disse também que viu o remador que se afogou se sentar numa pedra, enquanto o outro aguardava a bordo e ali ter consumido maconha. A informação sobre uso de drogas pelo adolescente vítima do acidente teria sido passada pelo outro adolescente em seu depoimento perante a Polícia Civil. Esse depoimento não consta dos autos. O instrutor em sua defesa prévia disse, ainda, que no instante em que viu os 3/6

4 adolescentes saindo da raia teria começado os procedimentos de resgate dos dois. Os remadores começaram a remar de volta para o clube e o remador que havia consumido entorpecente, soltou os remos, provocando o desequilíbrio e o emborcamento do skiff. Contrariando novamente os ensinamentos, ao invés de se manterem no barco, teriam os remadores começado a nadar para terra, vindo um deles a se afogar. Assistindo tudo de onde estava, acionou o Corpo de Bombeiros, que imediatamente se dirigiu para o local, mas não a tempo de evitar o afogamento de um dos remadores. Com esse relato dos fatos busca sua exculpabilidade apontando o acidente à culpa exclusiva da vítima, negando a conclusão do inquérito, que apontara o acidente à negligência do Instituto Floripafuturo no desenvolvimento das atividades desportivas. Destacou, ainda, que o adolescente sobrevivente em seu depoimento afirmou categoricamente que eles receberam todas as instruções de segurança e os procedimentos que deveriam ter tomado em caso de acidente, demonstrando que não seria correto afirmar que a vítima não estaria apta à prática do remo desportivo. Ressalta por fim que seu projeto tem grande importância social no sentido da aproximação de jovens carentes do esporte e que conta com parcos recursos, não sendo razoável obrigá-lo a manter uma embarcação de apoio, que não é utilizada nem mesmo pelos atletas profissionais. Destacou também que em toda a história do remo catarinense nunca houve outro caso de morte por afogamento de um remador por naufrágio da embarcação. Pede, assim, que o inquérito seja arquivado ou, que, ao menos, lhe seja aplicado o perdão judicial, pois sofre o trauma pela perda de um dos alunos de seu projeto social. Juntou procuração, cópia do contrato entre a ONG Instituto Floripafuturo e a Fundação CASAN FUCAS e o convênio firmado com o Clube de Regatas Aldo Luz. Os autos vieram a este Tribunal que os encaminhou à PEM, que ofereceu representação em face do Instituto Floripafuturo e de Lucas Zoldan Marin, este na qualidade de presidente do instituto, com fulcro nos art. 14, a e 15, e, da Lei nº 2.180/54. Depois de resumir os principais fatos narrados no inquérito a PEM afirma que os representados teriam infringido normas e procedimentos da navegação contribuindo para o incidente. Disse que os adolescentes navegavam sem o acompanhamento de uma embarcação de apoio e que não dispunham da necessária experiência, visto que não observaram as condições meteorológicas reinantes. Disse a PEM, ainda, que a falta do uso de material de salvatagem e de uma lancha de apoio ensejaram no desfecho trágico, promovendo pela responsabilização do Instituto e do Sr. Lucas, pois teriam autorizado o uso do skiff por adolescentes sem disponibilizarem uma embarcação de apoio, atitude que teria culminado no emborcamento e 4/6

5 no afogamento de um dos remadores. Pede sejam condenados nas iras da Lei e ao pagamento das custas processuais. Publicada Nota de Arquivamento por ordem deste Relator, transcorreu o prazo sem que houvesse manifestação de interessados. Decide-se. Ainda que se encontre na atitude dos representados uma transgressão à NORMAM 03/DPC, que no seu item 0410 estabelece que... as embarcações de competição a remo estão dispensadas de dotar o material previsto neste capítulo, desde que utilizadas em treinamento ou competição e, em qualquer caso, acompanhadas por uma embarcação de apoio (...), não se pode afirmar que o naufrágio se deu em razão da falta desta embarcação de apoio. O naufrágio foi fruto da atitude desastrada dos dois adolescentes que remavam o double skiff que, contrariando as ordens de seu instrutor e as instruções de segurança passadas, se afastaram da raia delimitada para navegação de seu tipo de embarcação enquanto o tempo estava bom e quando o tempo virou não tiveram a habilidade suficiente para evitar o emborcamento. Sabe-se que esse tipo de embarcação não é preparada para navegar em águas agitadas e, assim, mesmo remadores experientes poderiam naufragar com o skiff se colhidos pelo vento sul e por ondas. Assim, não foi a atitude dos representados que permitiu o naufrágio, mas o conjunto formado pela virada do tempo com o desprezo pela segurança demonstrada pelos rapazes que causou o acidente. Quanto ao fato da navegação, exposição a risco, que estaria caracterizado por não haver por perto uma embarcação de apoio, tampouco pode ser vista como caracterizadora do fato da navegação expor a risco as vidas e fazendas de bordo. Quem colocou em risco as vidas e fazendas de bordo, pelo que foi apurado durante o inquérito, foram os remadores quando desobedeceram as instruções de segurança passadas pelo segundo representado. A navegação com o skiff na forma como foram orientados os adolescentes era absolutamente segura. A vítima, no entanto, aumentou exponencialmente o grau de risco de uma atividade segura, ao deixar a raia definida para o esporte indo navegar em local sujeito a marolas. O descumprimento do item 0410 da NORMAM-03/DPC não representa, em si, o fato da navegação caracterizado por expor a risco as vidas e fazendas de bordo. Se assim o fosse, os vários clubes de remo desportivo que há no país estariam cometendo esse fato diariamente, pois que é prática comum que seus atletas saiam de suas sedes desacompanhados. O descumprimento da norma, no entanto, quando noticiada à Capitania como in casu, impõe a aplicação de sanção prevista no RLESTA. Assim, por não enxergar nas atitudes dos representados o fato da navegação e, 5/6

6 menos ainda, relação com o acidente, entendo que o processo deva ser arquivado em seu início, não sendo recebida a representação. Deve-se, por outro lado, oficiar à CPSC para que aplique ao primeiro representado, Instituto Floripafuturo, a penalidade constante do art. 23, inc. VIII, do RLESTA, por terem descumprido o item 0410 da NORMAM-03/DPC. Assim, ACORDAM os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do acidente e do fato da navegação: xxx; b) quanto à causa determinante: xxx; e c) decisão: julgar prejudicada a análise deste processo, por entender que a atitude dos representados não configura fato ou acidente da navegação, mandando arquivar os autos, não recebendo a representação. Oficiar à Capitania dos Portos de Santa Catarina, agente da Autoridade Marítima, para que aplique ao primeiro representado, Instituto Floripafuturo, a penalidade constante do art. 23, inciso VIII, do RLESTA, por terem descumprido o item 0410 da NORMAM-03/DPC. Publique-se. Comunique-se. Registre-se. Rio de Janeiro, RJ, em 16 de outubro de Cumpra-se o Acórdão: Aos 15 de fevereiro de NELSON CAVALCANTE E SILVA FILHO Juiz-Relator LUIZ AUGUSTO CORREIA Vice-Almirante (RM1) Juiz-Presidente DINÉIA DA SILVA Diretora da Divisão Judiciária AUTENTICADO DIGITALMENTE 6/6

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.684/11 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.684/11 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.684/11 ACÓRDÃO Canoa sem nome não inscrita. Naufrágio durante brincadeira dos passageiros. Embarcação desprovida de material de salvatagem. Condução por pessoa sem

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 20.113/02 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 20.113/02 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 20.113/02 ACÓRDÃO Jangada "CARINA". Emborcamento quando navegava a 05 milhas da praia de Ponta Negra, Natal, RN. Sem vítimas. Condenação. Vistos, relatados e discutidos os

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.438/2003 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.438/2003 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.438/2003 ACÓRDÃO Lancha "FARUSCA". Explosão seguida de incêndio. Causa não apurada. Arquivamento. Vistos os presentes autos. Consta dos Autos que, no dia 13 outubro de

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.446/03 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.446/03 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.446/03 ACÓRDÃO B/P DOM ISAAC V. Abordagem de barco pesqueiro em plena viagem por pessoas desconhecidas que roubaram toda a carga. Delito cuja materialidade foi comprovada,

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.994/98 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.994/98 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.994/98 ACÓRDÃO N/M BETELGEUSE. Não configurada a ocorrência de acidente e/ou fato da navegação elencados na Lei nº 2.180/54. Infração ao artigo 378 do RTM. Arquivamento.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº 23.325/08 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº 23.325/08 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº 23.325/08 ACÓRDÃO Embarcação sem nome. Colisão com banhista na praia Mar de Minas, represa de Três Marias, no município de Três Marias, MG, com vítima. Arquivamento.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.874/06 ACÓRDÃO Canoa sem nome. Naufrágio de embarcação a remo com exposição a risco da referida embarcação e das vidas e fazendas de bordo, provocando a morte de uma passageira

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.726/05 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.726/05 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.726/05 ACÓRDÃO Catamarã JUMBO CAT II. Colisão de catamarã com pedras, seguida de encalhe, provocando avarias na embarcação, sem ocorrência de vítimas. Avaria sofrida no

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.093/2000 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.093/2000 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.093/2000 ACÓRDÃO Comboio Integrado pelas Chatas TQ-61 / TQ-38 com o empurrador TQ-25 e o batelão areeiro ER-II. Abalroação provocando avarias e o naufrágio parcial do batelão,

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.032/10 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.032/10 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.032/10 ACÓRDÃO N/M TEAL ARROW. Acidente com estivador a bordo. Trabalhador que se colocou no caminho de ponte rolante denotando imprudência. Ferimentos no representado

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.897/2002 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.897/2002 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.897/2002 ACÓRDÃO L/M CAVITOS. Impropriedade da embarcação para o serviço em que era utilizada e empregada para prática de ato ilícito previsto em lei como crime (descaminho).

Leia mais

Número de inscrição: 443-004663-8; e Proprietário/armador: Alcione Catarina Bacheschi Sponton. Documentação de praxe anexada.

Número de inscrição: 443-004663-8; e Proprietário/armador: Alcione Catarina Bacheschi Sponton. Documentação de praxe anexada. TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.383/05 ACÓRDÃO B/P GLORIA I. Naufrágio de barco de pesca que fica sem governo. Quebra da haste do leme manual. Arquivamento. Vistos os presentes autos. Consta dos autos

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.230/01 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.230/01 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.230/01 ACÓRDÃO Comboio integrado R/M ARENA III / Balsas NAVEZON 53, NAVEZON 25 e NBI X Canoa motorizada sem nome. Abalroação resultando em naufrágio da canoa, com posterior

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO WM/SCB PROCESSO Nº 23.020/07 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO WM/SCB PROCESSO Nº 23.020/07 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO WM/SCB PROCESSO Nº 23.020/07 ACÓRDÃO L/M ILSA-MAR. Queda na água de condutor de lancha, provocando-lhe lesões leves. Falha do condutor da lancha na operação do motor da embarcação. Imperícia.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.795/11 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.795/11 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NCF PROCESSO Nº 25.795/11 ACÓRDÃO Lancha ARPEDI. Naufrágio no local de fundeio devido a admissão de água pelas obras vivas e pelas obras mortas. Defeito no calafeto do casco e do convés.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N.º 20.561/03 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N.º 20.561/03 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N.º 20.561/03 ACÓRDÃO B/M VOVÔ ORLANDO CIDADE. Queda de tripulante na água, estando a embarcação atracada, da prancha de embarque/desembarque, colocada conforme os usos e costumes,

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.065/04 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.065/04 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.065/04 ACÓRDÃO B/P TOCANTINS. Trumatismo sofrido por pescador que caiu no convés principal. Sendo a causa determinante provável descuido da própria vítima. Arquivamento.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.911/2000 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.911/2000 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.911/2000 ACÓRDÃO B/M JOSILANDE. Água aberta seguida de naufrágio com perda total da embarcação e sua carga. Não houve acidentes pessoais e/ou danos ao meio ambiente marinho.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.043/00 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.043/00 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.043/00 ACÓRDÃO Veleiro NIGHT JAR. Encalhe em banco de areia, resultando em naufrágio com perda total da embarcação, sem vítimas. Tráfego da embarcação em região de bancos,

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/MDG PROCESSO Nº 21.096/04 ACÓRDÃO. N/M ICE FLAKE. Arribada para reparos, forçada e injustificada. Condenação

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/MDG PROCESSO Nº 21.096/04 ACÓRDÃO. N/M ICE FLAKE. Arribada para reparos, forçada e injustificada. Condenação TRIBUNAL MARÍTIMO JP/MDG PROCESSO Nº 21.096/04 ACÓRDÃO N/M ICE FLAKE. Arribada para reparos, forçada e injustificada. Condenação Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. No dia 03/06/04, cerca

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.689/04 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.689/04 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.689/04 ACÓRDÃO REM JEAN FILHO XXXIV e Balsa CONAVE XVII. Colisão de comboio com muro de marina. Possíveis influência de fortes ventos. Arquivamento. Vistos os presentes

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.116/99 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.116/99 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.116/99 ACÓRDÃO Moto-aquática não identificada X flutuante tipo BANANA BOAT, rebocado pela moto-aquática SPX-I. Abalroação resultando em lesões corporais de natureza grave

Leia mais

PROCESSO N 13.586 ACÓRDÃO

PROCESSO N 13.586 ACÓRDÃO PROCESSO N 13.586 ACÓRDÃO N/T FO G Á S XV I - Explosão durante faina de transbordo de gás provocando ferimentos em dois tripulantes ccm a morte de um deles; uso indevido de equi* 408 TRIBUNAL MARÍTIMO

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.855/2000 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.855/2000 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.855/2000 ACÓRDÃO B/P DONA NORIS. Interceptação e apresamento de pesqueiro venezuelano por prática de pesca não autorizada na zona econômica exclusiva brasileira, aplicação

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.884/98 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.884/98 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.884/98 ACÓRDÃO Moto-aquática VIPER. Colisão com altos fundos de corais, resultando em lesões corporais nos dois ocupantes, adolescentes inabilitados, e em avarias na embarcação.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº. 22.902/07 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº. 22.902/07 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº. 22.902/07 ACÓRDÃO Embarcação sem nome. Emborcamento quando navegava no rio Paraná do Manaquiri, AM, com danos materiais e uma vítima fatal. Condenação. Vistos, relatados

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.092/2002 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.092/2002 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.092/2002 ACÓRDÃO Jet-sky VADIO x veleiro BONS VENTOS I. Abalroação envolvendo veleiro e jet-sky não identificado. Causa indeterminada devido a falta de elementos de prova

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO WM/SBM PROCESSO Nº 22.450/06 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO WM/SBM PROCESSO Nº 22.450/06 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO WM/SBM PROCESSO Nº 22.450/06 ACÓRDÃO Rebocador RIO BRANCO. Acidente da Navegação. Naufrágio de rebocador no terminal da PETROBRAS da ilha D água, Rio de Janeiro, RJ, sem danos pessoais

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 26.186/11 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 26.186/11 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 26.186/11 ACÓRDÃO Plataforma NOBLE THERALD MARTIN. Acidente de trabalho a bordo, vítima não fatal. Desequilíbrio da própria vítima, durante operação com chave flutuante

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº 21.462/05 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº 21.462/05 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO JP/ET PROCESSO Nº 21.462/05 ACÓRDÃO B/P CANADÁ. Naufrágio, quando adentrava na barra do rio Mampituba, município de Torres, SC, com danos materiais, sem vítimas. Condenação. Vistos, relatados

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.183/99 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.183/99 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.183/99 ACÓRDÃO Lancha de passageiros COMDUSA XII. Queda de passageira a bordo, provocando-lhe ferimentos graves, com fraturas múltiplas no ombro. Desequilíbrio sofrido

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.419/05 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.419/05 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.419/05 ACÓRDÃO N/T MARTA. Acidente de Trabalho com trabalhador durante a montagem de andaime no tanque do navio que se encontrava docado no estaleiro. Não configurada a

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N 0 20.018/02 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N 0 20.018/02 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N 0 20.018/02 ACÓRDÃO N/M "ASTERI". Morte de trabalhador em operação de raspagem no casco de navio mercante quando em faina de mergulho no porto de Sepetiba, RJ. Condenação.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.281/01 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.281/01 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.281/01 ACÓRDÃO B/P BRUCUTU. Naufrágio com perda total e vítimas fatais. Condenação. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Trata-se de analisar o naufrágio

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/SCB PROCESSO Nº 22.624/07 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/SCB PROCESSO Nº 22.624/07 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO JP/SCB PROCESSO Nº 22.624/07 ACÓRDÃO R/E CAPITÃO JOSÉ ALECRIM VIII. Incêndio na praça de máquinas de rebocador / empurrador, provocando avarias no motor e nas suas partes elétricas e

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.822/2004 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.822/2004 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.822/2004 ACÓRDÃO L/M LAGOMAR II. Avaria no motor, deixando a embarcação á deriva, com assistência de reboque. Danos materiais, sem ocorrência de acidentes pessoais ou danos

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO JP//MDG PROCESSO Nº. 22.804/07 ACORDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO JP//MDG PROCESSO Nº. 22.804/07 ACORDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO JP//MDG PROCESSO Nº. 22.804/07 ACORDÃO Catamarã TURISMANDO. Avaria deixando a embarcação à deriva. Deficiência de manutenção. Condenação. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N 0 18.880/00 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N 0 18.880/00 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N 0 18.880/00 ACÓRDÃO B/M LUANA. Naufrágio de embarcação provocando vítimas fatais e desaparecimento de passageiros. Causa, manobra brusca de embarcação ocasionando o deslocamento

Leia mais

PROCESSO Nº 16.496/95 ACÓRDÃO

PROCESSO Nº 16.496/95 ACÓRDÃO 690 TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 16.496/95 ACÓRDÃO B/M VIDA NOVA". Naufrágio com danos materiais c o desaparecimento de 05 passageiros. Condições meteorológicas adversas, excesso de confiança do condutor,

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO CB/MCP PROCESSO Nº 25.503/10 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO CB/MCP PROCESSO Nº 25.503/10 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO CB/MCP PROCESSO Nº 25.503/10 ACÓRDÃO Balsa ENCONTRO DAS ÁGUAS. Colisão de embarcação contra duas casas palafitas, situadas às margens do rio Solimões, proximidades do porto Careiro da

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 19.663/01 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 19.663/01 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 19.663/01 ACÓRDÃO Aerobarco FLECHA DE IPANEMA e Chata DIALCAR II. Abalroação entre aerobarco e comboio formado por rebocador e chata, provocando avarias na proa do aerobarco,

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.325/2005 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.325/2005 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.325/2005 ACÓRDÃO L/M MAKARI. Colisão de lancha contra seu próprio condutor e posteriormente contra trapiche, vindo a encalhar na margem do canal, colocando em risco a incolumidade

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 20.217/03 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 20.217/03 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N0 20.217/03 ACÓRDÃO N/M "RUBENS". Colisão com terminal de granéis sólidos. Falha do motor propulsor, devido a avaria do diafragma da válvula termo eletromagnética do motor propulsor.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 25.923/11 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 25.923/11 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 25.923/11 ACÓRDÃO Moto aquática FEIO II e L/M PAPA LÉGUAS II. Exposição a risco que se materializou em abalroamento e no óbito de duas pessoas. Moto aquática imprópria

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.687/2004 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.687/2004 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.687/2004 ACÓRDÃO Comboio R/E SM e Balsa NB II. Colisão de comboio contra casas de palafitas, provocando danos materiais, sem ocorrência de vítimas. Falta de condições físicas

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/SCB PROCESSO Nº. 20.784/2004 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO JP/SCB PROCESSO Nº. 20.784/2004 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO JP/SCB PROCESSO Nº. 20.784/2004 ACÓRDÃO L/M ARROZ. Colisão, seguida de encalhe, água aberta e naufrágio, de lancha de esporte e recreio, provocando avarias na embarcação, sem ocorrência

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.149/04 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.149/04 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.149/04 ACÓRDÃO Plataforma P-31. Incêndio no motor gerador da praça de máquinas a bordo de plataforma, tendo como causa determinante o rompimento de uma conexão da rede

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.912/02 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.912/02 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 19.912/02 ACÓRDÃO L/M "O VIGILANTE III". Emborcamento quando em faina de demanda do canal de Marapendi, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ, com danos materiais e vítima com

Leia mais

1/6 TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NC PROCESSO Nº 23.384/08 ACÓRDÃO

1/6 TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NC PROCESSO Nº 23.384/08 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/NC PROCESSO Nº 23.384/08 ACÓRDÃO B/P SANTA ROSA R x baleeira MARAJÁ II. Abalroamento com perda total da última. Embriaguez confessada do condutor. Imperícia e imprudência provadas.

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.306/97 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.306/97 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 17.306/97 ACÓRDÃO B/P ITAPEVA. Avaria por ato de sabotagem. Ação dolosa de autoria indeterminada. Arquivamento, exculpando-se os representados. Vistos, relatados e discutidos

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 25.742/11 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 25.742/11 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FAL PROCESSO Nº 25.742/11 ACÓRDÃO B/P ALIANÇA e moto aquática ÁGUA AZUL. Abalroação. Danos materiais e lesões corporais graves nos ocupantes da moto aquática. Erro de navegação do

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.030/04 ÁCÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.030/04 ÁCÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.030/04 ÁCÓRDÃO Embarcação DA SILVA. Naufrágio de embarcação que navegava fora de sua área de classificação, conduzida por pessoas não habilitadas. Morte de um de seus tripulantes.

Leia mais

É importante que todos os envolvidos no remo tenham em mente a segurança como ponto de partida, o remar seguro.

É importante que todos os envolvidos no remo tenham em mente a segurança como ponto de partida, o remar seguro. SEGURANÇA REMAR SEGURO Texto de Mauro de Oliveira (maurobranco2002@yahoo.com.br) Introdução A segurança se transformou em uma questão crescente no esporte, e também em nossas vidas. Para algumas pessoas

Leia mais

Definições (NORMAM-2)

Definições (NORMAM-2) Definições (NORMAM-2) Embarcação - Qualquer construção, inclusive as plataformas flutuantes e as fixas quando rebocadas, sujeita a inscrição na autoridade marítima e suscetível de se locomover na água,

Leia mais

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento.

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. museudapessoa.net P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. R Eu nasci em Piúma, em primeiro lugar meu nome é Ivo, nasci

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.289/03 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.289/03 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.289/03 ACÓRDÃO N/M LORETA D. Queda de carga na água devido a não colocação de redes de proteção ao costado, com poluição ao meio ambiente marinho, sem vítima. Negligência.

Leia mais

1/6 TRIBUNAL MARÍTIMO JP/FAL PROCESSO Nº 20.643/03 ACÓRDÃO

1/6 TRIBUNAL MARÍTIMO JP/FAL PROCESSO Nº 20.643/03 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO JP/FAL PROCESSO Nº 20.643/03 ACÓRDÃO N/M SOTIRIA. Quedas de carga n água, sacaria de açúcar, com sua perda, durante operação de carregamento, junto ao armazém nº 11 do porto de Santos,

Leia mais

UNESC Faculdades Integradas de Cacoal Mantidas pela Associação Educacional de Rondônia E-mail: unesc@unescnet.br - Internet: www.unescnet.

UNESC Faculdades Integradas de Cacoal Mantidas pela Associação Educacional de Rondônia E-mail: unesc@unescnet.br - Internet: www.unescnet. NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) ANEXO VI (Edital n. 02/2014-2) CRONOGRAMA SEMESTRAL 9.º PERÍODO DEPENDÊNCIA N. DATAS ATIVIDADES EQUIVALÊNCIA Disponibilização do Cronograma Semestral de atividades no átrio

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS MC/CR/13/I DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS PORTARIA Nº 45/DPC, DE 28 DE MARÇO DE 2007. Altera as Normas da Autoridade Marítima para Aquaviários - NORMAM-13/DPC. O DIRETOR DE PORTOS E COSTAS, no uso das atribuições

Leia mais

PROCESSO Nº TST-RR-315-13.2013.5.09.0029. A C Ó R D Ã O 6ª Turma KA/cbb/tbc

PROCESSO Nº TST-RR-315-13.2013.5.09.0029. A C Ó R D Ã O 6ª Turma KA/cbb/tbc A C Ó R D Ã O 6ª Turma KA/cbb/tbc RECURSO DE REVISTA. INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. ASSÉDIO MORAL E VIOLAÇÃO DE CORRESPONDÊNCIA ELETRÔNICA (E-MAIL). Trata-se de pedido de indenização por danos morais,

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.366/05 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.366/05 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 21.366/05 ACÓRDÃO R/E ASSO VENTI. Ferimento em tripulante durante faina de reinstalação de rede de resfriamento do diesel-gerador, provocando-lhe a amputação traumática parcial

Leia mais

Processo Administrativo Sancionador nº CVM RJ 2008-2530 RELATÓRIO

Processo Administrativo Sancionador nº CVM RJ 2008-2530 RELATÓRIO Indiciado: Carlos Alberto Cardoso Moreira : Resumo Processo Administrativo Sancionador nº CVM RJ 2008-2530 RELATÓRIO 1. Trata-se de Termo de Acusação apresentado pela Superintendência de Registro de Valores

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.471/2003 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.471/2003 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.471/2003 ACÓRDÃO Lancha MAR DE ESPANHA. Colisão com mergulhador. Deficiência de sinalização de mergulho. Exculpar o 1º representado e condenar o 2º. Condenação. Vistos,

Leia mais

PROCESSO N 14.797/92

PROCESSO N 14.797/92 362 TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N 14.797/92 ACÓRDÃO Veleiro "ANGELUS". Encalhe. Erro de navegação do condutor do veleiro. Condenação. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. No dia 10 de dezembro

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/SCB PROCESSO Nº 23.918/09 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/SCB PROCESSO Nº 23.918/09 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/SCB PROCESSO Nº 23.918/09 ACÓRDÃO R/E CLOTILDES BERNARDES e Balsa JOSÉ BERNARDO DA SILVA. Queda de caminhão do convés de balsa de travessia, operada por tripulação inabilitada, nas

Leia mais

Juntam-se documentos. Tomam-se os depoimentos das partes e são inquiridas testemunhas.

Juntam-se documentos. Tomam-se os depoimentos das partes e são inquiridas testemunhas. Fl. 1 Aos seis de julho do ano de dois mil e dez, às 18h, estando aberta audiência na, com a presença do Exmo. Sr. Juiz do Trabalho, Rui Ferreira dos Santos, são apregoadas as partes, para audiência de

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO WM/MCP PROCESSO Nº 24.137/09 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO WM/MCP PROCESSO Nº 24.137/09 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO WM/MCP PROCESSO Nº 24.137/09 ACÓRDÃO Moto aquática RAFAEL ELITE X Moto aquática D FORÇA. Abalroação entre motos aquáticas nas proximidades da ilha do Sol, canal de Marapendi, Barra da

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado do Pará

Tribunal de Contas do Estado do Pará A C Ó R D Ã O Nº 43.099 (Processo nº 2005/53339-0) Assunto: Prestação de Contas relativa ao Convênio nº 027/2005, firmado entre a FEDERAÇÃO PARAENSE DE VOLEIBOL e a SEEL. Responsável: Sr. CARLOS GETÚLIO

Leia mais

Ata de Sessão de Julgamento Processo n 02/2013

Ata de Sessão de Julgamento Processo n 02/2013 Ata de Sessão de Julgamento Processo n 02/2013 Aos trinta e um dias do mês de outubro de dois mil e treze (31/10/2013) na sede da Confederação Brasileira de Atletismo, localizada na Rua Jorge Chammas,

Leia mais

MUDANÇA NA NORMA QUE REGE A CONDUÇÃO E HABILITAÇÃO PARA AMADORES NORMAM 03 CAPÍTULO 5 HABILITAÇÃO DA CATEGORIA DE AMADORES

MUDANÇA NA NORMA QUE REGE A CONDUÇÃO E HABILITAÇÃO PARA AMADORES NORMAM 03 CAPÍTULO 5 HABILITAÇÃO DA CATEGORIA DE AMADORES MUDANÇA NA NORMA QUE REGE A CONDUÇÃO E HABILITAÇÃO PARA AMADORES NORMAM 03 CAPÍTULO 5 HABILITAÇÃO DA CATEGORIA DE AMADORES PROPÓSITO Divulgar as instruções gerais para habilitação da categoria de amadores

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.821/2000 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.821/2000 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 18.821/2000 ACÓRDÃO Moto-aquática SP 2318-01 X flutuante tipo banana boat, rebocado pela L/M KATITA. Abalroação resultando em lesões corporais em dois ocupantes do flutuante.

Leia mais

25 julho'15 RIO SADO DESCIDA. Partida às 09h30 Moinho de Maré da Mourisca. Participe com a família ou amigos!

25 julho'15 RIO SADO DESCIDA. Partida às 09h30 Moinho de Maré da Mourisca. Participe com a família ou amigos! DESCIDA DO RIO SADO Moinho de Maré da Mourisca ao Parque Urbano de Albarquel 25 julho'15 Partida às 09h30 Moinho de Maré da Mourisca Participe com a família ou amigos! Inscrições gratuitas: jogodosado@gmail.com

Leia mais

TERMO DE CONVÊNIO Nº 89000/2012-026/00

TERMO DE CONVÊNIO Nº 89000/2012-026/00 MARINHA DO BRASIL COMANDO DO 8º DISTRITO NAVAL PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO TERMO DE CONVÊNIO Nº 89000/2012-026/00 PROCESSO Nº 62455.001094/2012-95 CONVÊNIO QUE ENTRE SI CELEBRAM O MUNICÍPIO DE

Leia mais

DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL

DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL DIREITO PENAL E DIREITO PROCESSUAL PENAL PEÇA PROFISSIONAL Mariano Pereira, brasileiro, solteiro, nascido em 20/1/1987, foi denunciado pela prática de infração prevista no art. 157, 2.º, incisos I e II,

Leia mais

decorrentes de descumprimento total ou parcial de contrato fica regulamentado por

decorrentes de descumprimento total ou parcial de contrato fica regulamentado por c Poder Judiciário ctóáça INSTRUÇÃO NORMATIVA N5 24, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2013 Dispõe sobre o procedimento de apuração e aplicação de penalidades às empresas contratadas pelo Conselho Nacional de Justiça.

Leia mais

OBJETO DA PERÍCIA INADMISSIBILIDADE DA PERÍCIA. artigo 145 do CPC:

OBJETO DA PERÍCIA INADMISSIBILIDADE DA PERÍCIA. artigo 145 do CPC: Aulas Completas a partir de 10 de Agosto 2011, a saber: 1 Perícia (Continuação) 2 Prova Pericial 3 Perito 4 Inspeção judicial OBJETO DA PERÍCIA artigo 145 do CPC: Quando a prova do fato depender de conhecimento

Leia mais

1. PETIÇÃO INICIAL RECLAMAÇÃO TRABALHISTA.

1. PETIÇÃO INICIAL RECLAMAÇÃO TRABALHISTA. 1. PETIÇÃO INICIAL RECLAMAÇÃO TRABALHISTA. Fundamento legal: Art. 840 CLT Subsidiariamente: 282 do CPC. Partes: Reclamante (autor), Reclamada (ré). Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz do Trabalho da ª Vara

Leia mais

N 70003709201 PORTO ALEGRE

N 70003709201 PORTO ALEGRE AÇÃO DE DESPEJO POR INFRAÇÃO CONTRATUAL. NÃO PAGAMENTO DO IPTU E NÃO EFETIVAÇÃO DE SEGURO CONTRA INCÊNDIO DO PRÉDIO LOCADO POR DISTRIBUIDORA DE PETRÓLEO LOCATÁRIA E SUB-LOCADORA E POSTO DE GASOLINA SUB-LOCATÁRIO.

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 19ª REGIÃO 1ª VARA DO TRABALHO DE MACEIÓ/AL PROCESSO: 00377-2007-001-19-00-6

TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 19ª REGIÃO 1ª VARA DO TRABALHO DE MACEIÓ/AL PROCESSO: 00377-2007-001-19-00-6 TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 19ª REGIÃO 1ª VARA DO TRABALHO DE MACEIÓ/AL PROCESSO: 00377-2007-001-19-00-6 Aos 09 dias do mês de maio do ano dois mil e sete, às 15:18 horas, estando aberta a audiência

Leia mais

Ministro Gilmar Mendes, Presidente do Supremo Tribunal. Federal, na pessoa de quem cumprimento todas as autoridades

Ministro Gilmar Mendes, Presidente do Supremo Tribunal. Federal, na pessoa de quem cumprimento todas as autoridades O SR. ALEXANDRE SAMPAIO ZAKIR Senhor Ministro Gilmar Mendes, Presidente do Supremo Tribunal Federal, na pessoa de quem cumprimento todas as autoridades presentes. O tema que abordaremos trata da judicialização

Leia mais

Iate Clube do Rio de Janeiro

Iate Clube do Rio de Janeiro 09 á 18 de janeiro de 2015 AUTORIDADES ORGANIZADORAS: Iate Clube do Rio de Janeiro Associação Brasileira da Classe Optimist Confederação Brasileira de Vela PATRIOCÍNIO: APOIO: INSTRUÇÕES DE REGATA 1. REGRAS

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FA PROCESSO Nº 000-4477/13 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 96R/13 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FA PROCESSO Nº 000-4477/13 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 96R/13 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO FC/FA PROCESSO Nº 000-4477/13 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 96R/13 ACÓRDÃO N/M GUANABARA BAY. Recurso de Agravo. Agravante: Procuradoria Especial da Marinha. Agravada: Companhia de Navegação

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º 16, DE 23 DE ABRIL DE 2014.

RESOLUÇÃO N.º 16, DE 23 DE ABRIL DE 2014. RESOLUÇÃO N.º 16, DE 23 DE ABRIL DE 2014. Regulamenta a implantação do serviço voluntário no âmbito do Poder Judiciário do Estado de Roraima e dá outras providências. O EGRÉGIO, em sua composição plenária,

Leia mais

Prefeito de São Bernardo do Campo: Hoje tem um show no Cedesc, às 18 horas (incompreensível).

Prefeito de São Bernardo do Campo: Hoje tem um show no Cedesc, às 18 horas (incompreensível). , Luiz Inácio Lula da Silva, durante a inauguração da República Terapêutica e do Consultório de Rua para Dependentes Químicos e outras ações relacionadas ao Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack São

Leia mais

REGATA FESTIVA DE ANIVERSÁRIO CIR 113 ANOS. Santos / SP.

REGATA FESTIVA DE ANIVERSÁRIO CIR 113 ANOS. Santos / SP. O CIR Clube Internacional de Regatas convida a todos os Velejadores de Oceano, Hobie Cat, Super Cat, Snipe e Classe Aberta para demais monotipos não citados anteriormente, para a a realizar-se em Santos,

Leia mais

Iate Clube do Rio de Janeiro

Iate Clube do Rio de Janeiro 18, 19, 20 e 21 de abril de 2015 IATE CLUBE DO RIO DE JANEIRO INSTRUÇÕES DE REGATA 01 - REGRAS: 01.1 A regata será regida pelas regras, tais como enumeradas nas definições das Regras de Regata a Vela 2013-2016

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N.º 21.616/05 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N.º 21.616/05 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO N.º 21.616/05 ACÓRDÃO N/M FLAMENGO. Ferimentos corto-contuso na região occipto-frontal e fratura de dentes sofridos por estivador durante faina de embarque de contêineres. Não

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução.

Copyright Proibida Reprodução. PROCEDIMENTO PADRÃO PERÍCIA AMBIENTAL Prof. Éder Responsabilidade Clementino dos civil Santos INTRODUÇÃO BRASIL: Perícia Ambiental É um procedimento utilizado como meio de prova; Fornecimento de subsídios

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 Dispõe sobre instauração e organização de processo de tomada de contas especial e dá outras providências. O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso do

Leia mais

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos!

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! Documento final aprovado por adolescentes dos Estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso,

Leia mais

A CURA DE UM MENINO Lição 31

A CURA DE UM MENINO Lição 31 A CURA DE UM MENINO Lição 31 1 1. Objetivos: Mostrar o poder da fé. Mostrar que Deus tem todo o poder. 2. Lição Bíblica: Mateus 17.14-21; Marcos 9.14-29; Lucas 9.37-43 (Leitura bíblica para o professor)

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) RELATOR(A): Inquérito policial n. 27-65.2013.6.20.0000 (IP 011/2013). Relator: Desembargador Amílcar Maia. Autor: MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL. Denunciados: Lucicleide Ferreira

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N.º 13, DE 02 DE OUTUBRO DE 2006. (Alterada pela Res. 111/2014) Regulamenta o art. 8º da Lei Complementar 75/93 e o art. 26 da Lei n.º 8.625/93, disciplinando, no âmbito do Ministério Público,

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE PRÁTICA JURÍDICA

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE PRÁTICA JURÍDICA Em cumprimento ao disposto no art. 10 da Portaria de nº 1886 de 30 de dezembro de 1994, do Ministério da Educação, combinado

Leia mais

ADVERTÊNCIA E SUSPENSÃO DISCIPLINAR

ADVERTÊNCIA E SUSPENSÃO DISCIPLINAR ADVERTÊNCIA E SUSPENSÃO DISCIPLINAR A CLT ao estabelecer em seu artigo 2º a definição de empregador, concede a este o poder e o risco da direção da atividade, controlando e disciplinando o trabalho, aplicando,

Leia mais

0504 - PROCEDIMENTOS PARA HABILITAÇÃO

0504 - PROCEDIMENTOS PARA HABILITAÇÃO CAPÍTULO 5 HABILITAÇÃO DA CATEGORIA DE AMADORES 0501 - APLICAÇÃO Este capítulo estabelece as categorias de amadores, sua correspondência com categorias profissionais, dos procedimentos para habilitação,

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS Órgão : Segunda Turma Criminal Classe : Apelação Criminal Nº Processo : 1999 04 1 000829-4 Apelante : JOÃO AMARO FERNANDES Apelada : A JUSTIÇA PÚBLICA Relator : Des or GETULIO PINHEIRO Delito de trânsito.

Leia mais

Origem : 01920050029000 Machadinho do Oeste/RO (1ª Vara Criminal)

Origem : 01920050029000 Machadinho do Oeste/RO (1ª Vara Criminal) TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE RONDÔNIA Câmara Criminal Data de distribuição :31/07/2007 Data de julgamento :25/09/2008 100.019.2005.002900-0 Apelação Criminal Origem : 01920050029000 Machadinho do Oeste/RO (1ª

Leia mais

TOMADA DE CONTAS ESPECIAL

TOMADA DE CONTAS ESPECIAL TOMADA DE CONTAS ESPECIAL COMPARATIVO ENTRE A IN TCU Nº 13/1996 E A IN TCU Nº 56/2007 IN TCU Nº 13/1996 IN TCU Nº 56/2007 Art. 1º Diante da omissão no dever de prestar contas, da não comprovação da Aplicação

Leia mais

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.348/03 ACÓRDÃO

TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.348/03 ACÓRDÃO TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº 20.348/03 ACÓRDÃO N/M BOIURA. Acidente ocorrido com estivador Alcides de Jesus Barbosa a bordo do navio quando em faina de carregamento, no cais comercial do porto de Vitória,

Leia mais