TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº /2005 ACÓRDÃO

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1 TRIBUNAL MARÍTIMO PROCESSO Nº /2005 ACÓRDÃO L/M MAKARI. Colisão de lancha contra seu próprio condutor e posteriormente contra trapiche, vindo a encalhar na margem do canal, colocando em risco a incolumidade e segurança da embarcação, as vidas e fazendas de bordo. Falta de cuidado do condutor da embarcação acidentada na sua condução, agravada pela falta de uso pelo referido condutor do dispositivo de segurança que uma vez acionado determina a imediata interrupção da ignição do motor. Negligência e imprudência. Condenação. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Trata-se de analisar a colisão envolvendo a L/M MAKARI, de propriedade de Ronaldo César Zavagli Costa, quando, cerca de 16h30min do dia 06/09/2004, encontrava-se navegando na lagoa da Conceição, Florianópolis, SC, provocando ferimentos no seu condutor/proprietário e avaria no hélice da embarcação. Dos depoimentos colhidos extrai-se que Ronaldo César Zavagli Costa adquiriu a lancha MAKARI em perfeito estado de conservação e funcionamento, e, uma semana após, no dia 06/09/2004, saiu para passear levando um passageiro, o Sr. Wadir Giannattasio Junior; que, cerca de 15h30min, zarpou da marina Canto da Lagoa, navegando pelo canal de acesso a Barra da Lagoa, sendo que dentro do canal, encontrou uma outra lancha de amigos, parando, sob máquinas, para conversar; que, estando lado a lado da outra lancha, o proprietário/condutor da lancha MAKARI, fez um movimento brusco, provavelmente ao deslocar-se sobre o encosto do banco, este foi para a frente, em razão de ser móvel e sem trava, encostando na manete e fazendo com que a embarcação acelerasse muito rapidamente, executando uma curva para bombordo,

2 lançando o condutor e o passageiro na água; que, em seguida, a lancha navegou com velocidade, em círculos em volta dos náufragos, no sentido anti-horário, até que atingiu o condutor/proprietário da embarcação, provocando-lhe sérios ferimentos; que, após a colisão, a lancha continuou sua navegação sem controle, vindo a se chocar contra um trapiche da margem esquerda do canal, ocasião em que mudou de direção, vindo a encalhar na margem direita do canal, sendo o seu motor desligado por um morador local; que o Corpo de Bombeiros foi chamado e compareceu rapidamente ao local prestando os primeiros socorros à vítima; e que a vítima, Ronaldo César Zavagli Costa, foi levada para o Hospital Regional de São José pelo helicóptero, onde foi devidamente medicada. Em seu depoimento, o proprietário/condutor da lancha MAKARI, Ronaldo César Zavagli Costa, declarou que adquiriu a lancha uma semana antes do acidente, tendo testado a mesma que não apresentou nenhum problema; que estava navegando no canal de acesso a Barra da Lagoa quando encontrou uma outra lancha de amigos, tendo parado no meio do canal, sob máquinas, para conversar; que estando lado a lado da outra lancha, neste momento, quando foi sentar, caiu, virando o banco do condutor, já que o banco era dobrável, sendo que, durante a queda, provavelmente, não sabendo afirmar com certeza, tocou no manete de aceleração do motor; que a lancha acelerou-se muito e de forma repentina, jogando na água o tripulante e passageiro; que não tinha ingerido bebida alcoólica antes do acidente; que a lancha não possuía chave de segurança, do tipo que sai da ignição quando o condutor cai na água; que, segundo sua opinião pessoal, a aceleração brusca do motor foi causada pelo banco do condutor, já que este é dobrável para frente e sem trava, levando-o a cair e esbarrar no manete de aceleração; que foi atingido pelo hélice no pé direito, panturrilha direita, coxa direita, tríceps direito e costas; e que já foi dada entrada no processo de transferência de propriedade da lancha. 2

3 Laudo de exame pericial, ilustrado com fotos, apontou como causa determinante a negligência do condutor que se afastou dos comandos de leme e motor, deixando o manete fora da posição de segurança e sem estar com a chave de segurança presa a seu pulso, permitindo então que a manete fosse acionada involuntariamente, não estando próximo dos comandos para reverter a situação e quando foi projetado para a água sem estar atado a chave de segurança não acionou o dispositivo instalado especificamente para evitar que tal fato ocorra. Documentação de praxe anexada. No relatório, o encarregado do inquérito concluiu que o fator operacional contribuiu para o acidente, pois o condutor da lancha quando manobrava com a lancha ao lado de outra embarcação, deixou o manete de comando na posição próxima de neutro, não permitindo que a trava de segurança fosse ativada, deixando a possibilidade de que qualquer pessoa ou objetos a bordo pudesse acionar acidentalmente o manete para vante, o que realmente aconteceu. Da mesma forma, manobrava a embarcação sem estar sentado no banco do condutor, permitindo que o mesmo fosse deslocado para vante e tocado o manete de acionamento do motor, o que de fato ocorreu. Também não usava a chave de segurança presa ao pulso, o que teria feito a chave sair de seu local e cortado automaticamente o sistema de ignição do motor. Apontou como possível responsável direto pelo acidente Ronaldo César Zavagli Costa, por negligência na condução da embarcação. Notificação formalizada. Defesa prévia juntada. A D. Procuradoria ofereceu representação contra Ronaldo César Zavagli Costa, proprietário e condutor da lancha MAKARI, com fulcro no art.14, letra a (colisão de lancha contra pessoa) e no art.15, letra e (todos os fatos que colocam em risco embarcações e vidas de bordo) da Lei 2.180/54, sustentando, em resumo, que os 3

4 peritos atestaram e provaram, através de fotos, que o conjunto comando e manete possuem um dispositivo que, em caso de queda do condutor ou mesmo um afastamento deste do comando da embarcação, é acionado e causa interrupção imediata da ignição do motor; que tal dispositivo não estava sendo usado pelo representado, que desrespeitou e negligenciou para com as normas de segurança, dando causa ao acidente que o vitimou; que, portanto, caiu por terra a afirmação, no mínimo enganosa, do representado e de seu amigo passageiro da lancha, de que a lancha não possuía chave de segurança, do tipo que sai da ignição quando o condutor cai na água; que a perícia também deixou bem claro que o assento do condutor é articulável para frente, para permitir que se utilize um compartimento logo abaixo do mesmo, onde é possível guardar pequenos objetos, provando sua constatação através de fotos, que esclarecem que o banco do condutor ao ser rebatido para frente encosta no manete, forçando-o para frente e acelerando a embarcação quando com o motor ligado; que o manete de aceleração possui uma trava de segurança que quando na posição neutro, não permite que seja acionada nem para frente nem para trás, sem que uma tecla existente na parte inferior da alavanca seja acionada simultaneamente; que o representado tinha pleno conhecimento destes fatos, eis que deixou claro, em seu depoimento de fls.28, que ao adquirir a embarcação vistoriou e testou a lancha, antes do acidente, e que esta encontrava-se em boas condições e que seu motor funcionou perfeitamente bem; que, portanto, teve a oportunidade de saber desse particular quanto ao banco da lancha e não o achou perigoso, tanto que comprou a embarcação e com ela navegou, mantendo as mesmas condições do banco do condutor, rebatendo facilmente ao ser empurrado para frente; que o mesmo aconteceu quanto ao dispositivo de segurança do manete de aceleração, eis que irresponsavelmente, já que é um experiente arrais amador, não fazia uso do fiel (cabo) de segurança preso ao seu corpo, simples atitude que teria evitado o acidente; e que diante das provas, cabais e concludentes produzidas nos autos conclui 4

5 que o acidente e o fato da navegação apurado teve causa nas condutas negligente e imprudente do ora representado, amplamente demonstrada nesta peça exordial. Apontou, ainda, a infração ao RLESTA, falta de transferência de propriedade da embarcação, e a infração à Lei 8.374/91, falta de seguro obrigatório DPEM, cometidas pelo proprietário da lancha MAKARI, Ronaldo César Zavagli Costa. Recebida a representação e citado, o representado foi regularmente defendido. A defesa de Ronaldo César Zavagli Costa, por I. advogado constituído, suscitou preliminar de inépcia da inicial tendo em vista que a representação não especificou o enquadramento para a condenação que pretende ao representado, logo, não há que se acolher o pedido genérico, porquanto na Lei pertinente, várias são e podem ser as penalidades de acordo com a falta eventualmente cometida. O Juiz-Relator, em despacho saneador irrecorrido, indeferiu a preliminar suscitada, tendo em vista que a representação de fls. 65 a 72 preenche os requisitos formais exigíveis, sendo elaborada de acordo com a Lei 2.180/54 e com o Regimento Interno do Tribunal Marítimo, não havendo que se falar em falta de enquadramento para a condenação. Quanto ao mérito, a defesa de Ronaldo César Zavagli Costa, alega, em resumo, que diferentemente do consignado por ocasião do procedimento administrativo, a D. Representante pretende dar aos fatos, conotação diversa daquela que efetivamente ocorreu; que o encarregado do inquérito no item 1 da conclusão diz não houve fator humano que contribuísse para o acidente, nem mesmo fator material, ora como pode alguém ser enquadrado como negligente se é atestado pelo próprio encarregado investigativo que não houve fator humano para tal?; que conclui-se daí, portanto, que é improcedente a possibilidade atribuída no item 3 de que o condutor da embarcação seja responsável direto pelo acidente; que, ainda que vencida essa questão, não é demais trazer a colação, que é igualmente controversa o consignado no Laudo de Exame Pericial à fl.45, quando sugere que a causa determinante para o acidente fora o fato de o 5

6 condutor, quando concluía a atracação no posto náutico, colocou a manete de comando na posição próxima do neutro, não permitindo que a trava de segurança fosse ativada, pasmem, mas como alguém pode fazer a manobra com a manete em neutro?; que esta simples observação do laudo pericial, faz com que os argumentos expendidos na Representação se tornem passíveis de dúvidas, visto que inconclusivo; que relativamente a transferência da embarcação, o representado apresentou suas razões em Defesa Prévia, contudo, em que pese ter declinado os fatos e inclusive nominando o vendedor da lancha, não houve por parte do encarregado do procedimento administrativo interesse de verificar a procedência das alegações, com a simples ouvida do antigo proprietário; e que, diante disto, e especialmente pela forma do pedido genérico apresentado pela representação, requer o representado a total improcedência da presente demanda. Na instrução, nenhuma prova foi produzida. Em alegações finais, nada foi acrescentado. Decide-se. De tudo o que consta nos presentes autos, conclui-se que a natureza e extensão do acidente e fato da navegação sob análise, tipificados no artigo 14, letra a e no artigo 15, letra e, da Lei nº 2.180/54, ficaram caracterizadas como colisão de lancha contra seu próprio condutor e posteriormente contra trapiche, vindo a encalhar na margem do canal, colocando em risco a incolumidade e segurança da embarcação, as vidas e fazendas de bordo. A causa determinante foi a falta de cuidado do condutor da embarcação acidentada na sua condução, agravada pela falta de uso pelo referido condutor do dispositivo de segurança que uma vez acionado determina a imediata interrupção da ignição do motor. 6

7 Analisando-se os autos, verifica-se que, segundo o depoimento do próprio condutor da lancha acidentada, estava navegando no canal de acesso a barra da Lagoa quando encontrou uma outra lancha de amigos, tendo parado no meio do canal, sob máquinas, para conversar, estando lado a lado da outra lancha, neste momento, quando foi sentar, caiu, virando o banco do condutor, já que o banco era dobrável, sendo que, durante a queda, provavelmente, não sabendo afirmar com certeza, tocou no manete de aceleração do motor, sendo que a lancha acelerou-se muito e de forma repentina, jogando na água o tripulante e passageiro. Declarou, ainda, que a lancha não possuía chave de segurança, do tipo que sai da ignição quando o condutor cai na água e que, segundo sua opinião pessoal, a aceleração brusca do motor foi causada pelo banco do condutor, já que este é dobrável para frente e sem trava, levando-o a cair e esbarrar no manete de aceleração, o que não condiz com a realidade, uma vez que no Laudo de Exame Pericial ficou demonstrado que tal dispositivo de segurança existia a bordo da embarcação sinistrada, sendo que o referido dispositivo não estava sendo usado pelo representado, uma vez que se usado teria cortado o motor e a colisão com o condutor, que caiu na água após a manobra desastrada, teria sido evitada. Deste modo, embora a queda do condutor quando foi sentar virando o banco possa ser considerada de natureza imprevisível, ficou caracterizada a sua falta de cuidado na condução da lancha de sua propriedade, pois, os fatos do condutor estar sob máquinas e sem portar o dispositivo de segurança contribuíram decisivamente para a eclosão do evento em tela, cujo desfecho veio a causar ferimentos no próprio condutor vitimado, colocando em risco a navegação e a incolumidade e segurança da embarcação, as vidas e fazendas de bordo. Quanto à transferência de propriedade, não trouxe a defesa do representado qualquer documento que evidenciasse que o processo de transferência já tivesse em andamento, conforme alegado em seu depoimento às fls. 29, em sua defesa prévia de fls.59 a 61 e reafirmado em sua defesa de fls. 85 a 87, sendo que quanto ao seguro 7

8 obrigatório DPEM, não apresentou o respectivo bilhete com validade à época do acidente. Pelo exposto, deve-se considerar procedente a fundamentação da PEM, julgando o acidente e fato como decorrentes de negligência e imprudência, condenando Ronaldo César Zavagli Costa. Deve ser oficiado à DPC a infração ao RLESTA art.16 (falta de transferência de propriedade) e a infração à Lei 8.374/91 (falta de seguro obrigatório DPEM em vigor à época do acidente) cometidas pelo proprietário da L/M MAKARI, Ronaldo César Zavagli Costa. Assim, ACORDAM os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do acidente e fato da navegação: colisão de lancha contra seu próprio condutor e posteriormente contra trapiche, vindo a encalhar na margem do canal, colocando em risco a incolumidade e segurança da embarcação, as vidas e fazendas de bordo; b) quanto à causa determinante: falta de cuidado do condutor da embarcação acidentada na sua condução, agravada pela falta de uso pelo referido condutor do dispositivo de segurança que uma vez acionado determina a imediata interrupção da ignição do motor; c) decisão: julgar o acidente e fato da navegação previstos no art. 14, letra a e no art. 15, letra e, da Lei 2.180/54, como decorrentes de negligência e imprudência, condenando Ronaldo César Zavagli Costa à pena de multa de R$ 500,00 (Quinhentos reais) e ao pagamento das custas processuais. Oficiar à DPC a infração ao RLESTA art.16 (falta de transferência de propriedade) e a infração à Lei 8.374/91 (falta de seguro obrigatório DPEM em vigor à época do acidente) cometidas pelo proprietário da L/M MAKARI, Ronaldo César Zavagli Costa. P.C.R. Rio de Janeiro, RJ, em 21 de fevereiro de SERGIO CEZAR BOKEL Juiz-Relator

9 WALDEMAR NICOLAU CANELLAS JÚNIOR Almirante-de-Esquadra (RM1) Juiz-Presidente 9

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