TRIBUNAL MARÍTIMO WM/SBM PROCESSO Nº /06 ACÓRDÃO

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1 TRIBUNAL MARÍTIMO WM/SBM PROCESSO Nº /06 ACÓRDÃO Rebocador RIO BRANCO. Acidente da Navegação. Naufrágio de rebocador no terminal da PETROBRAS da ilha D água, Rio de Janeiro, RJ, sem danos pessoais e nem ambientais. Causa não apurada. Arquivamento. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Consta dos autos que no dia 18/03/2006, cerca de 14h50min, ocorreu o naufrágio do rebocador RIO BRANCO, atracado a contrabordo da barcaça MS XVI que realizaria uma operação de carregamento de óleo no terminal da PETROBRAS da ilha D água, Rio de Janeiro, RJ, caracterizando o acidente da navegação capitulado no art. 14, alínea a, da Lei nº 2.180/54. Não houve danos pessoais e nem ambientais. A embarcação é de propriedade e armação de Navegação São Miguel Ltda., possui 11 metros de comprimento e 17 AB. No Inquérito instaurado pela Capitania dos Portos dos Portos do Rio de Janeiro foram ouvidos dois depoimentos, elaborado o Laudo de Exame Pericial e anexados os documentos de praxe. No Laudo de Exame Pericial, fls. 07 a 10, efetuado no dia 18/03/2006, os Peritos concluíram que a causa determinante foi o agulheiro de acesso à praça de máquinas não ter sido fechado em tempo hábil. Dos depoimentos colhidos, em síntese, extrai-se que Ednei Jamal Diniz declarou (fls. 30 a 33) que estava na embarcação com o marinheiro Roberto Maurício; que ao atracar no terminal não dava para perceber a mudança climática que estava por vir, pois o mar estava normal e o vento se apresentava moderado; que ao perceber o temporal correu para a popa da embarcação, fechou a tampa e apertou os grampos do paiol de popa; que em seguida arriou a tampa de acesso à praça de máquinas, porém não teve tempo suficiente para fechá-la com os grampos; que tentou desentupir os ralos da popa que ficaram obstruídos pelo cabo de reboque, mas não conseguiu; que por não conseguir liberar os ralos pulou para a barcaça e com o machado cortou o cabo de popa do rebocador e o Marinheiro cortou o de través; que sua intenção foi deixar o reboque livre; que não suspendeu do terminal no início da chuva e ventos fortes porque a barreira de contenção arrebentou e foi empurrada pelo vento até ser encostada no rebocador, impedindo que ele suspendesse; que tão logo atracou o vento aumentou de intensidade, não permitindo a conexão do mangote para abastecimento da 1/6

2 barcaça; que se a embarcação estivesse com a porta de acesso à praça de máquinas devidamente fechada o rebocador teria conseguido manter-se flutuando; que não fechou o acesso a ela porque não deu tempo, direcionando suas forças na tentativa de desobstruir os ralos que ficaram entupidos com o cabo de reboque; que o cabo fica aduchado no convés na popa do rebocador; que após o acidente a empresa São Miguel decidiu não mais deixar o rebocador a contrabordo das barcaças durante o carregamento no terminal, foram abertos mais ralos na popa e também colocadas duas bolinas, uma a boreste e outra a bombordo, proporcionando maior estabilidade; que o acidente ocorreu em razão das condições climáticas que se abateram sobre o terminal. Roberto Maurício declarou que (fls. 38 e 40) realizava a função de marinheiro de máquinas no rebocador RIO BRANCO no dia do acidente; que atracou no terminal minutos antes de começar as mudanças climáticas; que as mudanças do tempo se deram de forma muito rápida; que a água entrou pela gaiuta e vigias da praça de máquinas; que elas viajam abertas pela necessidade de acesso rápido ao local e para ventilar o compartimento que é rico em gases decorrentes da combustão; que após ser procedida a amarração da chata o mar ficou revolto e a água começou a entrar pela borda do rebocador; que estava no rebocador e pulou para a chata com o intuito de cortar o cabo e assim liberar o rebocador para que pudesse sair do local; que o cabo de través foi cortado, porém mesmo se tivesse sido cortado todos os cabos o rebocador não teria conseguido suspender por causa das bóias de contenção; que em seguida ocorreu o naufrágio. No Relatório de IAFN, fls. 51 a 56, o Encarregado concluiu que apenas o fator operacional contribuiu para o acidente, na medida em que a gaiuta e as vigias não foram fechadas em tempo hábil, ante a aproximação de mau tempo. Apontou como possíveis responsáveis pelo acidente os tripulantes Ednei Jamal Diniz e Roberto Maurício, por imprudência. Notificados da conclusão do Inquérito (fls. 58 e 59), os indiciados não apresentaram defesa prévia. A D. Procuradoria Especial da Marinha, após análise dos autos ofereceu representação em face de Ednei Jamal Diniz e Roberto Maurício, por imprudência, ambos com fulcro no art. 14, alínea a, da Lei nº 2.180/54, fundamentando às fls. 63 a /03/2007. As Representações foram recebidas na Sessão ordinária nº 6.270ª, do dia Citados (fls. 73 e 75), os Representados, que não possuem antecedentes neste Tribunal, foram regularmente defendidos por I. Advogado constituído. 2/6

3 A defesa conjunta dos Representados (fls. 79 a 95) trouxe a tese da exculpabilidade, alegando que o acidente teria sido causado pelo mau tempo repentino e de grande intensidade, somado à rápida sequência de acontecimentos e que apesar dos esforços dos Representados para tentar evitar o naufrágio, arriscando suas vidas até o último minuto, não obtiveram êxito. Ressalta que a água das ondas ingressou violentamente na praça de máquinas, em razão de o agulheiro ter permanecido aberto e que tal fato ocorreu de forma rápida sem que houvesse tempo para isolar o compartimento. O rebocador naufragou minutos depois do alagamento. Refuta a conclusão da Procuradoria Especial da Marinha de que não havia motivos razoáveis para que o agulheiro permanecesse aberto, pois tal fato teria sido em razão da necessidade de ventilar o compartimento para não acumular os gases decorrentes da combustão. Aponta contradições no Inquérito, notadamente porque o Encarregado indica os Representados como responsáveis pelo acidente por imprudência e ao analisar os acontecimentos afirma que o mau tempo foi o principal fator contribuinte para o naufrágio. Conclui que a Representação reflete conjectura, suposição e especulação de suposto ilícito sequer tipificado. Aberta a instrução, a defesa requereu a exibição das imagens do acidente gravadas pelo sistema de segurança do terminal da PETROBRAS em sessão de julgamento ou em audiência de instrução (fl. 100). Foi deferida a obtenção da gravação junto à PETROBRAS (fl. 101) e indeferida a exibição preliminar em sessão ou audiência (fl. 112), após este Relator ter assistido a fita de DVD juntada à fl. 105 e conhecer seu teor. No vídeo juntado aos autos pela defesa, que não mostra o momento da atracação, pode-se observar o rebocador amarrado a contrabordo da chata sem qualquer problema. Após um minuto de gravação percebe-se certo movimento nas bóias de contenção que parece ser por ação do aumento do vento. direção ao cais. Aos três minutos de gravação observa-se que uma pessoa deixa a chata em Aos cinco minutos de gravação percebe-se o início da formação de ondas e o posicionamento das bóias de contenção já próximas ao rebocador por ação do vento. A partir dos nove minutos de gravação o rebocador passa a jogar muito e a partir dos treze minutos percebem-se ondas que quebram sobre a popa do rebocador. 3/6

4 Somente aos dezessete minutos de gravação percebe-se o jogo violento do rebocador que indica o início do emborcamento, que efetivamente ocorre em seguida. Neste momento também se percebe a chegada de duas pessoas à chata. Aos dezenove minutos a gravação no DVD é encerrada. Em alegações finais manifestaram-se as partes. Decide-se: Relatados os fatos e analisadas as provas carreadas aos autos verifica-se que Mestre descreveu a dinâmica dos acontecimentos, afirmando que assim que atracou no terminal ocorreu uma mudança repentina das condições climáticas com o aumento da intensidade do vento e formação de altas ondas no local. Que então se dirigiu à popa onde fechou corretamente a escotilha de acesso ao paiol, apertando corretamente seus grampos e, em seguida, arriou a escotilha de acesso à praça de máquina, contudo, devido ao mau tempo, não teve como apertar os seus grampos. Ato contínuo, ele tentou desentupir as escoas que ficaram entupidas pelo cabo de reboque empurrado pela força das águas que entrava pela popa. Sem sucesso, pulou para a barcaça e cortou os cabos de amarração do rebocador que foi então emborcando por ação da força das águas até virar por completo. O vídeo juntado pela defesa é claro em demonstrar a ocorrência do mau tempo e sua contribuição para o naufrágio. Entretanto, também é claro em demonstrar que teria ocorrido pelo menos treze minutos entre o início do mau tempo e o agravamento da situação que levaria ao naufrágio do rebocador. Verifica-se também que a causa eficiente do naufrágio foi a entrada de água no rebocador pela escotilha de acesso à praça de máquinas, em decorrência das ondas do mar geradas em função do mau tempo. Portanto, não há dúvidas quanto à ocorrência do fato da natureza inevitável e que sem ele o naufrágio não teria se consumado. Quanto à deficiência no fechamento dos grampos da escotilha de acesso à praça de máquinas por falta de tempo hábil, não parece sustentável. Conforme o tempo medido na gravação, teria decorrido cerca de treze minutos entre o início do mau tempo e a situação crítica de jogo do rebocador. Este tempo é razoavelmente suficiente para que os grampos sejam corretamente fechados, não devendo ser acolhida a argumentação do Mestre. No que tange à tese da Representação sobre a impudência do Mestre em deixar o agulheiro aberto, também não deve ser acolhida, visto que a embarcação se encontrava 4/6

5 atracada em local abrigado, havia um tripulante a bordo e o outro na chata a contrabordo, o agulheiro localiza-se acima da linha d água, seria realizada uma faina de recebimento de óleo e tudo transcorria à luz do dia. Portanto, não havia qualquer motivo razoável para que ele permanecesse fechado. Entretanto, restaram dúvidas se houve exposição a risco das fazendas de bordo antes da ocorrência do fato da natureza. Na gravação apresentada não é possível determinar o tempo decorrido entre a atracação e o início do mau tempo, porém observa-se a saída de uma pessoa antes do mau tempo ser percebido e a chegada de duas quando o naufrágio do rebocador se tornara inevitável, circunstâncias não abordadas nos autos. Se estas pessoas fossem os tripulantes, estaria configurada a exposição a risco anterior. No tocante à sequência de suas ações, os depoimentos dos tripulantes não são consistentes e chegam até a serem contraditórios. Ademais, o rebocador teria sofrido alterações estruturais após o acidente, com a instalação de duas bolinas para dar maior estabilidade e a abertura de mais ralos na popa, circunstâncias também não apuradas. Também teria sido modificado o procedimento operacional de espera durante o abastecimento, não sendo mais permitido a permanência do rebocador a contrabordo da chata. Segundo o Encarregado do Inquérito houve um naufrágio anterior da mesma embarcação em condições semelhantes (processo /03), onde nenhuma irregularidade teria sido apurada. Diante do exposto, embora tenha ocorrido um fato da natureza inevitável que romperia o nexo de causalidade entre as condutas dos Representados e o naufrágio do rebocador RIO BRANCO, como não foi apurado acima de qualquer dúvida se houve exposição a risco das vidas e fazendas de bordo, fato da navegação anterior ao acidente, deve-se julgar improcedentes os fundamentos da representação da Procuradoria Especial da Marinha, exculpar os Representados por insuficiência de provas e mandar arquivar os autos. Assim, A C O R D A M os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do acidente da navegação: naufrágio do rebocador RIO BRANCO, atracado a contrabordo da barcaça MS XVI que realizaria uma operação de carregamento de óleo no terminal da PETROBRAS da ilha D água, Rio de Janeiro, RJ, sem danos pessoais e nem ambientais; b) quanto à causa determinante: não apurada acima de qualquer dúvida; c) decisão: julgar o acidente da navegação capitulado no art. 14, alínea a, da Lei nº 2.180/54, 5/6

6 como decorrente de causa não apurada acima de qualquer dúvida, exculpar os Representados por insuficiência de provas e mandar arquivar os autos. Publique-se. Comunique-se. Registre-se. Rio de Janeiro, RJ, em 05 de maio de SERGIO BEZERRA DE MATOS Juiz-Relator LUIZ AUGUSTO CORREIA Vice-Almirante (RM1) Juiz-Presidente DINÉIA DA SILVA Diretora da Divisão Judiciária AUTENTICADO DIGITALMENTE 6/6

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