Introdução ao Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva (IEAc) Profª. Drª. Raquel Janissek-Muniz

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Introdução ao Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva (IEAc) Profª. Drª. Raquel Janissek-Muniz"

Transcrição

1 Introdução ao Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva (IEAc)

2 Informação sistematizada: rumo à inteligência estratégica Econômico Social - Legal Ambiente social Concorrência - Mercado Fornecedores Ambiente organizacional Capacidade - Forças Fraquezas - Restrições Ambiente intraorganizacional Dados [internos e externos, formais e informais, quanti e qualitativos] INTELIGÊNCIA ESTRATÉGICA Processo individual e coletivo Identificar oportunidades Antecipar problemas e expectativas Schewe e Smith, 1980 Kotler, 1992 Lesca, 2003 Freitas e Janissek-Muniz, 2006

3 SISTEMA DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO decisões e comunicações necessidade e provisão infos Ambiente: fornecedores clientes concorrentes outros RUMORES CLIENTES AMIGOS INFOS INTERNAS INTELIGÊNCIA Escutar o ambiente Antenas - Radar Schewe e Smith, 1980 Kotler, 1992 Freitas e Janissek-Muniz, 2006 Capitalizar a experiência adquirida ANÁLISE Interpretação Coletiva CONSULTORES PESQUISA Conhecer o mercado MÍDIA Decisor: análise, metas, programas planejamento implementação controle

4 Inteligência Estratégica? Alguns pontos iniciais Sistema de Informação Informação: tipo especial Ambiente externo: clientes, concorrentes, fornecedores, clientes, parceiros Analisar o ambiente para melhor transformá-lo, ou para adaptar-se Apoio da Direção Geral Finalidades estratégicas Explorar os dados, encontrar os bons filões -Informações -Dados heterogêneos -Informação a descobrir Moscarola, 1997 Dimensões da informação -Interna e externa -Formal e informal -Quantitativo e Qualitativo -Disponível e não disponível -Estruturada e Não-estruturada

5 O que quer dizer Inteligência Estratégica? É a exploração de informações provenientes do ambiente externo da empresa, tendo por objetivo proteger o patrimônio e criar novas oportunidades. É um sistema que permite que todos os membros da empresa se coloquem em situação de perceber [o mais cedo possível] as novas tendências (as inovações, oportunidades, ameaças ) ligadas ao contexto, negócio, produto ou serviço da empresa, traduzindo-as em atividades gerenciais, inserindo-as no seu sistema de forma a rapidamente aplicá-las e, se necessário, adaptar-se, transformar-se.

6 A Inteligência Estratégica é normalmente realizada para ajudar a identificar ameaças e oportunidades 3,4 para ajudar no desenvolvimento de planos estratégicos 3,26 para ajudar na implementação ou ajuste de nossas estratégias 3,22 para conhecer melhor nossos concorrentes 3,2 porque nossos concorrentes fazem 2,1 Respostas sobre uma escala likert de 5 pontos Livro «L intelligence économique et stratégique dans les entreprises françaises», F. Bournois et P.J Romani, Ed Economica, 2000

7 Organização da Inteligência Estratégica 15% 8% 47% 30% En permanence De forma permanente De façon ad-hoc sur des projet précis De forma ad-hoc em projetos específicos De façon forma totalement totalmente informal informelle A Numa l'intérieur equipe d'une organizada structure organisationnelle Livro «L intelligence économique et stratégique dans les entreprises françaises», F. Bournois et P.J Romani, Ed Economica, 2000

8 Vocabulário utilizado na empresa 37% 11% 52% Intelligence économique Inteligência econômica / estratégica Intelligence compétitive, concurrentielle, stratégique Inteligência competitiva Veille Inteligência estratégica antecipativa Livro «L intelligence économique et stratégique dans les entreprises françaises», F. Bournois et P.J Romani, Ed Economica, 2000

9 Inteligência Econômica... «A Inteligência Econômica pode ser definida como o conjunto de ações de pesquisa, de tratamento, de difusão (visando sua exploração) e de proteção da informaçãoútilaosdiferentesatoreseconômicos.» Relatório Martre, 1994 (http://www.arphi.fr/martre.htm) (http://www.veilledulendemain.com/fichiers/definition_operationnelle.pdf) IE distingue-se de IEAc: Micro x Macro-econômico. São conceitos interconectados, e as práticas podem se reforçar mutuamente. Inteligência Econômica é baseada em práticas semelhantes às da Inteligência Estratégica: definem o conjunto de ações de pesquisa, de tratamento e de difusão de informação visando sua exploração; são baseadas na circulação de informação. às quais se adicionam alguns itens bem específicos: a construção de uma rede de contatos que ultrapassa os limites da empresa; a atividade de influência; a proteção do patrimônio informacional.

10 Alguns componentes Pesquisar a informação Pesquisar, tratar e divulgar a informação visando sua exploração IEA Agir sobre o ambiente Exercer uma influência sobre certos atores para influenciar o ambiente em nosso favor INTELIGÊNCIA ECONÔMICA ESTRATÉGICA Organização em rede Construir uma rede de conhecimentos além dos limites da empresa Proteger a informação Proteger sua própria informação contra os riscos de vazamento - involuntário ou não - e de espionagem

11 Qual direção? Quais limites? Inteligência Econômica Criminalidade econômica Ação de influência Lobbying Corrupção Proteção da informação Segurança Decepção econômica Desinformação Pesquisa de informação Pesquisa de informação Violência econômica Espionagem IEA Legalidade Realidade jurídica Ilegalidade

12 Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva

13 INTELIGÊNCIA A palavra «inteligência» vem do Latim e significa: - (ligere ou legere): saber escolher, saber eleger dentre diversos elementos; - (IntelLigere): saber estabelecer relações entre os elementos, para formar um conjunto significativo. INTELIGÊNCIA = faculdade de conhecer localizar comparar selecionar associar representar INTELIGÊNCIA DO AMBIENTE DA EMPRESA = Fase 1 do modelo de Processo de tomada de decisão estratégica de H. Simon

14 ESTRATÉGICA A palavra estratégica, quando aplicada a uma decisão, significa que esta decisão possui as seguintes características : - ela não é repetitiva, logo, o decisor não sabe muito bem o que fazer; - ela não pode se apoiar em modelos comprovados pela experiência; - ela pode ter consequências importantes, com riscos à organização; - ela é tomada em situação de incertezas. RELATIVIZANDO A PALAVRA ESTRATÉGIA Em Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva, a palavra estratégica é utilizada para indicar que a IEAc tem por missão fornecer aos decisores informações úteis (informações estratégicas).

15 Articulação com a estratégia Diagnóstico interno da empresa Capacidades, Forças e Fraquezas Estratégias dos Atores Internos (coleta de informações orientada para o interior da empresa) Inteligência prospectiva do ambiente Conhecimento do ambiente Nível 1 Análise do posicionamento estratégico da empresa Valores fundamentais Finalidades, Missões Posicionamento estratégico desejado e definição de objetivos gerais Concepção de estratégias possíveis para atingir estes objetivos Pesquisa de informações sobre o ambiente Conhecimento do ambiente Nível 2

16 ANTECIPATIVA QUAL É O OBJETIVO DA IEAc? PROCURAR TENDÊNCIAS (CONTINUIDADE) OU PROCURAR AS DIFERENÇAS (RUPTURAS)

17 ANTECIPATIVA Mudanças, Rupturas Previsão, Tendência O adjetivo antecipativa refere-se ao tipo das informações de IEAc. Elas permitem a criação de uma visão diferente e inovadora das oportunidades ou riscos que podem surgir, que não seriam tão evidentes sem um dispositivo de IEAc. Exteriores à empresa, elas permitem antecipar representações (interpretações) de alterações que podem ocorrer no ambiente da empresa, e inferir ações a realizar.

18 Investigar pontos de vista complementares Nuvem de Pontos Previsão x Antecipação Retrovisor x Radar Interpretação frequente Previsão / Cálculo de tendências Pontos singulares (Antecipação) Nichos de inovação Janissek-Muniz, 2004

19 Metáforas do retrovisor e do radar As metáforas do retrovisor e do radar, utilizadas para representar as informações de funcionamento e as informações de evolução na empresa, resumem o posicionamento de uma empresa no seu ambiente. O retrovisor ilustra a reação a um evento, usando informações do passado, buscando entender algo que já ocorreu para redirecionar o presente. O radar é postura pró-ativa diante das informações e escuta do ambiente. A empresa é livre na escolha de qual delas deseja priorizar. Contudo, deve estar ciente que a escolha entre uma ou outra determinará sua atuação e posição competitiva.

20 COLETIVA Inteligência Coletiva: várias pessoas de competências e áreas diversas que contribuem com parte variável de seu tempo. A questão de coletividade, em IEAc, representa um esforço fundamental, pois a pesquisa, interpretação e uso das informações não pode ser uma atividade individual. Ao contrário, exige intervenção de diversos membros da empresa em função de suas atividades, experiências e competências.

21 Porquê fazer IEAc? Adaptar a empresa às mudanças, incertezas e turbulências de seu ambiente Definir/conduzir estratégias da empresa em acordo com seu ambiente Auxiliar a empresa a integrar informações e conhecimentos em seus produtos, serviços e decisões Utilizar os recursos da empresa de forma mais adequada Alimentar diretores com informações úteis à tomada de decisão Informar o processo de decisão da empresa «informar a decisão» (a intenção de decisão precede a busca pela informação) «decidir a partir de uma informação» (a atenção precede a decisão) Antecipar mudanças para - beneficiar-se de oportunidades - proteger-se de ameaças

22 Inteligência Estratégica nossos conceitos de base Antecipar oportunidades e problemas/ameaças pela capacidade de coletar e analisar (individual e coletivamente) dados [internos e externos, formais e informais, quanti e qualitativos] para apoiar a tomada de decisão (Freitas e Janissek-Muniz, 2006). Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva (IEAc( IEAc) é um processo coletivo, proativo e contínuo, pelo qual os membros da empresa coletam (de forma voluntária) e utilizam informações pertinentes relativas ao seu ambiente e às mudanças que podem nele ocorrer, visando criar oportunidades de negócios, inovar, adaptar-se (e mesmo antecipar-se) à evolução do ambiente, evitar surpresas estratégicas desagradáveis, e reduzir riscos e incerteza em geral (Lesca, 2003).

23 Utilidade de realizar IEAc: definição da estratégia Identificar mudanças no ambiente Reduzir contexto de incerteza Apoiar a gestão da organização Estar preparado para reagir rápido e bem Identificar atores influentes Economizar recursos, pois «mais tarde é mais caro» Aumentar a capacidade de inovação da empresa Toda estratégia da empresa é baseada em limites e oportunidades que vêm do ambiente Identificar novos mercados Apoiar a tomada de decisão

24 Utilidade da IEAc: Redução da vulnerabilidade «A vulnerabilidade da empresa deve ser considerada como um conceito chave na inteligência estratégica. Ela conduz naturalmente à idéia de monitoramento, de vigília, de observação, de atenção, de pesquisa em diversas fontes A empresa não deveria mais ser surda nem cega» (Marmuse, 1992)

25 Utilidade da IEAc: Inovação «A utilidade da IEAc é essencialmente útil especialmente para empresas que buscam inovar de forma contínua Relações fortes entre Capacidade de inovar e Capacidade de escutar o ambiente externo foram confirmadas por pesquisas realizadas em empresas. Sob certas condições, o processo de inovação nasce com informações obtidas a campo, recolhidas por pessoas formadas capazes de estar atentas, de ligar informações e de alimentar um processo coletivo» Lesca e Mancret (2003)

26 Finalidades de IEAc - defensiva (reativa): antecipar o que poderia fragilizar a empresa - ofensiva (criativa): abrir novas frentes ou janelas de atividade tudo depende de escolhas no momento da definição da IEAc tudo depende da maneira como o processo de IEAc será conduzido tudo depende do estilo da organização (cultura, gerência, atuação ão) tudo depende

27 Tipos de Informações para Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva

28 Empresa adaptativa através de informações? Empresa adaptativa: informação & imaginação! Para se adaptar, a empresa deve integrar informações e conhecimentos em seus produtos, serviços e decisões Adaptação? Significa, num primeiro momento, conhecer aquilo ao qual a empresa deseja adaptar-se necessidade de coleta de informações Quanto mais informações tivermos sobre nosso ambiente melhor perceberemos as ações de nossos concorrentes melhor poderemos controlar ou adaptar-se a uma determinada situação poderemos agir mais rapidamente

29 Valor agregado A informação não se limita ao simples conhecimento do ambiente: Ela constitui a base de tudo o que envolve o produto para que este se torne utilizável De certa forma, a informação prolonga o produto! Ela constitui igualmente um ingrediente do produto. Aos componentes materiais são adicionados os componentes imateriais que são as informações! A importância da informação pode aumentar ao ponto de tornar-se, muitas vezes, o coração da atividade da empresa, onde o produto é totalmente desmaterializado. Em ambos os casos, as informações constituem o valor agregado! Esse valor varia em função da estratégia escolhida pela empresa, e constitui um forte diferenciador para se desmarcar da concorrência.

30 Tipologia da informação Informação de funcionamento (operacional) indispensável ao funcionamento diário da empresa repetitiva, formalizada facilmente localizável e rapidamente acessível Informação de influência (tática) influi sobre os autores pertinentes da empresa animação, estimulação, motivação, coordenação formal ou informal Informação de antecipação (estratégica) «antecipa» certas alterações no ambiente sócio-econômico da empresa pouco repetitiva, dificilmente acessível incerta, ambígua, fragmentada, contraditória...

31 Os fluxos de informação na empresa Fluxos de saída Fluxos de entrada Empresa Fluxos Internos

32 Tabela da informação 3 tipos de informação 3 grandes fluxos de informação Fluxo interno Fluxo de saída Fluxo de entrada Push Pull Push Pull Informações de funcionamento Informações de influência Informações de antecipação

33 Características das informações de IEAc Informações operacionais quantitativas completas confiáveis acesso fácil (fonte) formato/apresentação uniformes significado claro suportes uniformes internas Informações de IEAc qualitativas parciais incertas acesso pouco usual (quais fontes?!) apresentação variável ambíguas suportes multiformes externas Os Os sistemas sistemastradicionais tradicionaisnão nãosão sãonormalmente normalmenteadaptados adaptadosàà escuta escuta antecipativa antecipativado do ambiente: ambiente: deve-se deve-se criar criarnovos novossistemas! sistemas!

34 Problemática essencial: Qual informação devo observar? Qual informação devo comunicar? Informação pertinente? Oqueéisto?

35 O IMPORTANTE É TER A BOA INFORMAÇÃO NO BOM MOMENTO BOA INFORMAÇÃO? * informação coletada, agrupada, selecionada, verificada * enriquecida com comentários de especialistas * divulgada, podendo deflagrar certas ações BOM MOMENTO? * acesso fácil à informação * acesso rápido A boa informação não se improvisa: é necessário que as informações sejam coletadas, organizadas, exploradas, armazenadas. Isto decorre de uma atividade, de um processo bottom-up, seriamente organizado e praticado.

36 Natureza das informações Os sinais de alerta precoces ou sinais fracos são informações à caractere antecipativo relacionados ao futuro da empresa. Contribuem a imaginar o futuro de um concorrente, de uma tecnologia, de um fornecedor, etc. Os Sinais de Alerta Precoces ou Sinais Fracos são: mais extravertidos que introvertidos porque são mais ligados ao exterior da empresa que ao interior, qualitativos, raramente quantitativos, possuem uma vida útil limitada e rapidamente obsoleta, incertos, imprecisos e incompletos (somente possuem sentido se unidos uns aos outros, assim como um quebra-cabeça), originais de diversas fontes. Os decisores não são habituados a este tipo de informação!!

37 DOIS TIPOS DE INFORMAÇÕES ANTECIPATIVAS INFORMAÇÕES DE PERFIL OU DE POTENCIAL potencialmente susceptíveis de influenciar uma decisão SINAIS DE ALERTA PRECOCES (indícios) OU SINAIS FRACOS sinais anunciadores de mudanças, que dão a entender que algo poderia ser feito, no momento adequado, para o ator considerado Situação financeira sólida Crescimento econômico Capacidade de autofinanciamento Competências Rede de distribuição... Contratações específicas Interesse forte pela qualidade Inovação Projeto de desenvolvimento do cliente Parcerias da concorrência com uma equipe de pesquisa (P&D)

38 Intensidade do sinal forte Anúncio na imprensa especializada Exemplo Lançamento de um novo produto: EVENTO Contratação de um engenheiro altamente especializado fraca Contrução de novos estabelecimentos T-3 T-2 Natureza dos sinais: ambíguos, fragmentados, de diferentes fontes de info. T-1 T Tempo

39 Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva: Ambiente da empresa

40 IEAc: Qual ambiente? Externo Ambiente global Ambiente específico Empresa

41 Ambiente da organização? Ambiente atual (!) Fornecedores Os produtos EMPRESA (organização) Os procedimentos e tecnologias Os poderes públicos Conhecido? De fato? O MERCADO concorrentes clientes Os grupos de pressão (agindo sobre o político, o econômico, o social) Ambiente Previsional (?)

42 O ambiente específico CONCORRENCIAL ENTRANTES POTENCIAIS FORNECEDORES FORNECEDORES Poder de negociação de fornecedores Ameaça dos produtos ou serviços de substituição CONCORRENTES DO SETOR Rivalidade entre as firmas existentes Ameaças e novos entrantes Poder de negociação dos clientes CLIENTES COMERCIAL PRODUTOS DE SUBSTITUIÇÃO TECNOLOGIA

43 Qual ambiente? personalizado O ambiente da empresa não é um conceito abstrato ou um objeto estático. Ele é constituído de atores atuantes. Esses atores são normalmente conhecidos pelos responsáveis da empresa, e fazem parte do seu quotidiano. Por exemplo : Os concorrentes, Os clientes, Os fornecedores, Os parceiros, Os investidores, Os poderes públicos, Os grupos de pressão, etc. O ambiente pode ser -«real» - percebido - desejado Ambiente ALVO

44 Ambiente alvo? O ambiente alvo é composto por pessoas ou entidades nominalmente designáveis. O ambiente será delimitado de forma operacional no momento de especificar o alvo de um processo de IEAc. O ambiente alvo será composto por uma quantidade relativamente reduzida de atores (pessoas ou entidades).

45 Informação antecipativa: obtida a campo (ambiente externo) Informação antecipativa é normalmente obtida a campo no ambiente exterior à empresa * Uma «informação obtida a campo» é uma informação de «primeira mão», que foi observada por uma pessoa na ocasião de um deslocamento sobre um determinado lugar. * Ela pode resultar de uma observação visual, ou de uma frase escutada, ou de uma sensação ao tocar algo, de um cheiro, de um gosto * Uma «informação obtida a campo» resulta da percepção de uma pessoa. Captá-la requer que a pessoa esteja naquele lugar, e não dentro da sua empresa. Ela difere totalmente de uma informação documentada que teria sido lida em uma mídia qualquer. * Uma informação obtida a campo será sempre informal na sua origem.

46 Fontes de informação formais Imprensa (jornais, revistas, televisão, cinema, rádio), Publicações científicas e técnicas, Publicações da empresa (relatório anual, ofertas de empresa ), Banco de dados, Marcas e patentes, Sociedades de serviço e conselho, Tribunais de comércio, cadastro e hipotecas, Bancos, Internet.

47 Fontes de informação informais Produtos concorrentes, Fornecedores, sub fornecedores, Clientes, Missões e viagens de estudos, Exposições e salões, Seminários, congressos ou eventos de toda natureza, contatos pessoais, etc, Contratos de pesquisa, dissertações/teses de estudantes, Candidatos a um cargo, Negociações comerciais, Outras fontes externas (bancos, associações de empresas em projetos, capital de risco ), Fontes internas da empresa, Internet.

48 Mudanças no Ambiente Um dos objetivos da IEAc é informar a respeito das mudanças que podem ocorrer no ambiente alvo da empresa. As mudanças possíveis podem ser de naturezas diversas * Mudanças progressivas, contínuas (a partir de fatos do passado) * Mudanças descontínuas (não ligadas ao passado) mas pouco surpreendentes * Mudança do tipo ruptura com o passado

49 Mudanças no Ambiente: Incertezas Mudanças no ambiente da empresa podem ocorrer a diversos ritmos * Mudança lenta * Mudança acelerada mas numa direção previsível * Mudanças numerosas, desordenadas e em todas as direções (situação caótica) Descontinuidades, rupturas, aceleração, caos são características de um ambiente incerto que pode caracterizar o ambiente da empresa no qual decisões estratégicas deverão ser tomadas

50 Múltiplas Facetas da IEAc IEAc tecnológica IEAc competitiva IEAc comercial IEAc fornecedores IEAc de regulamentos, normas e leis IEAc de aquisição IEAc dos poderes públicos A ESCOLHA DE UMA OU MAIS DENTRE ELAS DEVE SER FEITA DE FORMA SENSATA, COM BASE EM CRITÉRIOS E ARGUMENTOS IEAc política IEAc de parcerias (alianças)

51 Exemplo IEAc Comercial Uma abordagem inteligente de clientes potenciais Objetivo: antecipar para identificar novos negócios detectar clientes potenciais encontrar pontos de entrada para o contato definir ações objetivas e específicas para a aproximação do cliente dispor de informações úteis buscando sucesso no contato suscitar contatos com clientes potenciais apreender as necessidades latentes do cliente potencial buscar agregação de valor conforme perfil do cliente

52 Ambiente, Informação, Decisão Necessidade Necessidadeem em inteligência inteligênciaestratégica estratégica IEA IEA Alvo no ambiente Capacidades Capacidadescoletivas coletivas do do tratamento tratamentoda da informação informação (S.I.) (S.I.) os os atores atoresinfluentes do do ambiente ambiente informações informaçõesexternas externas representações representações antecipativas antecipativaspara para ação ação umaaprendizagem umaaprendizagem organizacional organizacional Seleção de informações de VS Circulação de informações Exploração de informações membros membrosda da organização organização meios meiosorganizacionais organizacionais tecnologias tecnologiasde de informação informação Difusão Ação

53 Em relação a IEAc, qual é a situação da minha empresa? Incertezas do meu ambiente Vontade estratégica da minha empresa Necessidade de IEAc Capacidade de IEAc Tipo de IEAc Atitude dos responsáveis

54 Em relação a IEAc, qual é a situação da minha empresa? Atitude dos diretores relacionada à informação de IEAc Atitude dos membros da empresa relacionada à informação de IEAc Capacidade de IEAc Organização do suporte ao processo de IEAc

55 Diagnóstico IEAc Exemplo de diagnóstico Domínio Esforço prioritário Deve progredir Satisfatório Comercial Competitiva Tecnológica Estilo de direção Formalização Fontes de info. Transmissão de info. Uso da informação Motivação

56 Problemática Especificidades das informações de IEAc Natureza da tarefa a efetuar Falta de métodos Dificuldade em explorar informações - Perda de informações (infos tornam-se obsoletas) - Não identificação de oportunidades ou ameaças a tempo - Custos inúteis - Equipe desmotivada

57 Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva: Métodos para operacionalizar o processo de inteligência nas organizações

58 Ambiente, Informação, Decisão Necessidade Necessidadeem em inteligência inteligênciaestratégica estratégica IEA IEA Alvo no ambiente Capacidades Capacidadescoletivas coletivas do do tratamento tratamentoda da informação informação (S.I.) (S.I.) os os atores atoresinfluentes do do ambiente ambiente informações informaçõesexternas externas representações representações antecipativas antecipativaspara para ação ação umaaprendizagem umaaprendizagem organizacional organizacional Seleção de informações de VS Circulação de informações Exploração de informações membros membrosda da organização organização meios meiosorganizacionais organizacionais tecnologias tecnologiasde de informação informação Difusão Ação

59 Representação morfológica da IEAc ENTRADAS dadosbrutos/ informações PROCESSO atividades SAIDAS produtos e serviços de inteligência De quais tipos de recursos de informação dispomos? Quais tipos de recursos de informação privilegiamos? atual / estruturada documentada / relacional qualitativa / quantitativa primária / secundária certa / incerta ambígua / clara fatual / sensorial fatal / interessante / crítica / útil retrospectiva / atual / prospectiva / antecipativa sinal fraco / sinal de alerta precoce Quais tipos de recursos de informação deveríamos privilegiar para elaborar os produtos e serviços de inteligência esperados? De quais tipos de recursos de informação deveríamos dispor para elaborar os produtos e serviços de inteligência esperados? Quais produtos e serviços de inteligência pode-se elaborar com os recursos de informação disponíveis privilegiados para uso? (g) Difusão / Acesso (1) Processo de transformação (e) Memória (i) Animação (F) Exploração (h) Uso para Ação (d) Circulação (a) Alvo (c) Seleção (b) Coleta Quais tipos de informação deveríamos utilisar se tivermos como intenção elaborar um certo tipo de produto ou serviço de inteligência? Quais produtos e serviços de inteligência elaboramos com esses tipos de recurso de informação? Uma informação especificamente definida Uma coleção de informações especificamente definidas Um estado da arte sobre um assunto Um estudo de mercado Uma análise Uma representação visual Quais produtos e serviços de inteligência desejaríamos elaborar / esperamos? NLesca e Caron-Fasan, 2005

60 espaço Dimensões Espaço x Tempo externo «Observatório» Panorâmica passado Retrospectiva 0 Antecipativa futuro tempo interno LESCA

61 Terminologias associadas à IEAc Longo prazo Social / Economic Intelligence IEAc Environmental Scanning Tempo de Realização Business Intelligence Competitive Intelligence + IEA Technologic Competitor Intelligence Curto prazo Reduzida Dimensão da coleta de informação Extensa

62 Tipologia Termo utilizado pelos autores para qualificar o tipo de inteligência Autor histórico Publicações identificadas Business intelligence Business intelligence Business environmental scanning Business scanning Intelligence program Automação Greene (1966) Kefalas e Shoderbeck (1973) Calori (1989) Fuld (1991a) Environmental scanning Veille technologique Environmental scanning Mixed-scanning Organisational intelligence Multinational scanning Environmental analysis Corporate intelligence Global scanning Monitoring the environment Documentation Veille technologique Veille Information scanning Ambiente Novas TI Aguilar (1967) Etzioni (1967) Wilensky (1967) Keegan (1974) Diffenbach (1983) Tomioka (1990) Davison (1991) Bright (1970) Jakobiak (1991) Lainée (1991) Dou et al. (1995) Vandenbosch e Huff (1997) Veille stratégique Competitor intelligence Strategic information scanning system Strategic scanning Management stratégique de l information Surveillance de l environnement Chief executive scanning Veille stratégique Antecipação Vigilence Strategic environmental scanning Strategic intelligence system Intelligence stratégique Veille anticipative stratégique-intelligence collective VASIC Business competitor intelligence Competitor intelligence Competitor analysis Inteligência Indivíduo Aacker (1983) El Sawy (1985) Lesca (1986) Marteau e Lesca (1986) Daft et al. (1988) Calori et al. (1988) Walls et al. (1992) Stoffels (1992) Montgomery et Weinberg (1998) Revelli (1998) Lesca (2003) Sammon et al. (1984) Fuld (1985) Goshal et Westney (1991) Competitive intelligence Competitive analysis Competitive intelligence Veille prospective Veille concurrentielle Inteligência dos concorrentes Prescott et Smith (1987) Goshal (1988) Antoine (1992) Delbes (1995) Social intelligence Social intelligence Techno-economic intelligence Intelligence économique Dedijer et Jéquier (1987) Radosevic (1991) Inteligência Martre (1994) Profª. Drª. Social Raquel Janissek-Muniz 5 1 5

63 VIGILÂNCIA EXPLORAÇÃO PESQUISA COLETA DIFUSÃO TRATAMENTO ANALISE/ VALIDAÇÃO UTILIZAÇÃO JAKOBIAK 4S, 1992 STRUCTURE DE SURVEILLANCE SECTORIELLE SYSTEMATIQUE (REDE 1) REDE DE ESPECIALISTAS DA INFORMACAO DOCUMENTADA (BIBLIOTECARIAS por exemplo) O TRATAMENTO PODE SER FEITO PELAS REDES 1 E 2 REDE DE EXPERTS DO ASSUNTO (REDE 2) RESPONSAVEIS, DECISORES (REDE 3) ESTRATEGIA POLITICA DE PROPRIEDADE POLITICA DE P&D INDUSTRIAL

64 GILAD & GILAD, 1988 ALVOS DA INTELIGENCIA COLETA AVALIACAO ESTOQUE ANALISE DIFUSAO FORMULACAO DA ESTRATEGIA

65 SCANNING BEHAVIOR (ELENKOV, 1997) DEGREE OF CALCULATIVE STRATEGIC DECISION MAKING ENVIRONMENTAL UNCERTAINTY PERCEPTION SCANNING FREQUENCY STRATEGIC UNCERTAINTY ENVIRONMENTAL CONSTRAINTS PERCEIVED SECTOR IMPORTANCE USE OF SCANNING MODE

66 SCANNING BEHAVIOR (O SAWYERR, 1993) OBJECTIF ENVIRONMENTAL PERCEPTION OF HIGHT SECTOR UNCERTAINTY PERCEPTION OF LOW SECTOR UNCERTAINTY HIGHT SECTOR SCANNING FREQUENCY AND INTREST INCREASE USE OF EXTERNAL AND PERSONAL SOURCES OF INFORMATION LOW SECTOR SCANNING FREQUENCY AND INTREST NO DISCRIMINATION IS THE SOURCES UTILIZED

67 UN MODELE D INTEGRATION DE L INTELLIGENCE COMPETITIVE INDIVIDUELLE ET ORGANISATIONELLE GIBBONS & PRESCOTT, 1996 A INDIVIDUAL COMPETITIVE INFORMATION NEEDS E INDIVIDUAL INFORMAL COMPETITIVE INTELLIGENCE * GATHERING * ANALYSIS C ORGANIZATION STRUCTURE AND CULTURE F ORGANIZATIONAL COMPETITIVE INTELLIGENCE INTEGRATION MECANISMS G PERCEIVED EFFECTIVENESS OF COMPETITIVE INTELLIGENCE H INTELLIGENCE DEVELLOPMENT NEEDS B ORGANIZATIONAL COMPETITIVE INFORMATION NEEDS D ORGANIZATIONAL FORMAL COMPETITIVE INTELLIGENCE * GATHERING * ANALYSIS

68 CHOO, 2002 INFORMATION NEEDS - IDENTIFY WHO THE USERS ARE - UNDERSTAND WHEN INFORMATION USE ENVIRONMENT INFORMATION ORGANIZATION AND STORAGE - CENTRALIZED DATA BASE OF THE SYSTEM - ORGANIZED TO FACILITATE SEARCHING AS WELL AS BROWSING INFORMATION ACQUISITION - INFORMATION GATHERING - DISTRIBUTED BUT CENTRALY COORDINATED INFORMATION PRODUCTS DISSEMINATION - RELEVANT CONTENT - VALUE ADDED SERVICES - DISSEMINATION CHANELS INFORMATION USE - SENSEMAKING - KNOWLEDGE CREATING - DECISION MAKING ADAPTATIVE BEHAVIOR

69 PROCESSUS DE SURVEILLANCE DE L ENVIRONMENT (THIETART, 1984) ENVIRONNEMENT COLLECTE DE L INFORMATION ANALYSE ET TRAITEMENT DE L INFORMATION COMMUNICATION DE L INFORMATION STRATEGIQUE DECIDEUR 1 DECIDEUR 2 DECIDEUR 3 IDENTIFICATION DE L INFORMATION NECESSAIRE

Inteligência Estratégica

Inteligência Estratégica Inteligência Estratégica Henrique Freitas & Raquel Janissek-Muniz PPGA/EA/UFRGS SPHINX Brasil E-mail: inteligencia@sphinxbrasil.com Pesquisa: http://gianti.ea.ufrgs.br Soluções: http://www.sphinxbrasil.com/inteligencia

Leia mais

Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico

Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico Pedro Freitas pedrof86@terra.com.br Henrique Freitas hf@ea.ufrgs.br Raquel Janissek-Muniz rjmuniz@ea.ufrgs.br

Leia mais

http://www.ieabrasil.com.br

http://www.ieabrasil.com.br http://www.ieabrasil.com.br Desenvolvimento da capacidade de antecipação pela identificação e captação de indícios antecipativos em contexto de Inteligência Estratégica Antecipativa Raquel Janissek-Muniz

Leia mais

Inteligência Competitiva II

Inteligência Competitiva II Inteligência Competitiva II P R O F A L I L L I A N A L V A R E S F A C U L D A D E D E C I Ê N C I A D A I N F O R M A Ç Ã O U N I V E R S I D A D E D E B R A S Í L I A Contexto de Surgimento Tomada de

Leia mais

INTELIGÊNCIA ESTRATÉGICA ANTECIPATIVA E COLETIVA Conceitos e procedimentos para implantação em empresas

INTELIGÊNCIA ESTRATÉGICA ANTECIPATIVA E COLETIVA Conceitos e procedimentos para implantação em empresas INTELIGÊNCIA ESTRATÉGICA ANTECIPATIVA E COLETIVA Conceitos e procedimentos para implantação em empresas Humbert LESCA Professeur Emérite Université Pierre Mendès France Laboratoire CERAG UMR 5820 CNRS

Leia mais

As Faces da Inteligência: como direcionar a sua organização e definir o perfil profissional

As Faces da Inteligência: como direcionar a sua organização e definir o perfil profissional As Faces da Inteligência: como direcionar a sua organização e definir o perfil profissional *Daniela Ramos Teixeira A aplicabilidade da Inteligência não deve se limitar a grandes organizações. É essencial

Leia mais

Utilizando a Inteligência Competitiva para Tomar Decisões

Utilizando a Inteligência Competitiva para Tomar Decisões Utilizando a Inteligência Competitiva para Tomar Decisões São Paulo, 9 de outubro de 2006. 0 Apresentação da MKM Consulting 1 Mauro Martins Sócio Diretor da MKM Consulting MKM Consulting Mauro Martins

Leia mais

Inteligência Estratégica Antecipativa: uma ação empresarial coletiva e pró-ativa

Inteligência Estratégica Antecipativa: uma ação empresarial coletiva e pró-ativa Inteligência Estratégica Antecipativa: uma ação empresarial coletiva e pró-ativa Humbert Lesca (humbert.lesca@esa.upmf-grenoble.fr) Professor, CERAG/ESA/UPMF (Grenoble, França) Raquel Janissek-Muniz (janissek@libertysurf.fr)

Leia mais

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes Unidade IV Marketing Profª. Daniela Menezes Comunicação (Promoção) Mais do que ter uma ideia e desenvolver um produto com qualidade superior é preciso comunicar a seus clientes que o produto e/ ou serviço

Leia mais

Monitoração Ambiental e Uso de Fontes de Informação no Setor de Saúde: Estudo de Caso de uma Cooperativa Médica 1

Monitoração Ambiental e Uso de Fontes de Informação no Setor de Saúde: Estudo de Caso de uma Cooperativa Médica 1 Monitoração Ambiental e Uso de Fontes de Informação no Setor de Saúde: Estudo de Caso de uma Cooperativa Médica 1 Cristiana Elisa Aguiar Ribeiro (UFMG) Jaime Sadao Yamassaki Bastos (IBMEC-MG) Resumo: Este

Leia mais

Inteligência Competitiva

Inteligência Competitiva PROFA. LILLIAN ALVARES FACULDADE DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA 2 Encontrando o que você precisa, usando o que você conhece A inteligência competitiva gerenciando o conhecimento estratégico

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 1. Comercial e Marketing 1.1 Neurovendas Objetivo: Entender

Leia mais

As duas leis fundamentais da Gestão do Conhecimento

As duas leis fundamentais da Gestão do Conhecimento As duas leis fundamentais da Gestão do Conhecimento Como e por que aumentar a Potência de Aprendizagem nas organizações. Filipe M. Cassapo, Gerente de TI, SIEMENS, Filipe@siemens.com Competição e ciclos

Leia mais

Plenária II O Profissional Arquivista e a Gestão do Conhecimento: demandas contemporâneas nas organizações.

Plenária II O Profissional Arquivista e a Gestão do Conhecimento: demandas contemporâneas nas organizações. Plenária II O Profissional Arquivista e a Gestão do Conhecimento: demandas contemporâneas nas organizações. Profa. Dra. Maria do Rocio F. Teixeira Salvador, 2013 Conhecimento Organizacional 2 A Produção

Leia mais

As Faces da Inteligência: como direcionar a sua organização e definir o perfil profissional

As Faces da Inteligência: como direcionar a sua organização e definir o perfil profissional As Faces da : como direcionar a sua organização e definir o perfil profissional *Daniela Ramos Teixeira A aplicabilidade da não deve se limitar a grandes organizações. É essencial que cada empresa, seja

Leia mais

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento Profa. Marta Valentim Marília 2014 Modelos,

Leia mais

SEMINÁRIO INTELIGENCIA ESTRATÉGICA

SEMINÁRIO INTELIGENCIA ESTRATÉGICA SEMINÁRIO INTELIGENCIA ESTRATÉGICA São Paulo, 15 de Outubro de 2007 Crescendo Consultoria Crescendo Consultoria Tel:(011) 3525 7554 e-mail: crescendo@crescendo-consult.com.br web site: www.crescendo-consult.com.br

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DA GESTÃO ESTRATÉGICA. Profª. Danielle Valente Duarte

GESTÃO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DA GESTÃO ESTRATÉGICA. Profª. Danielle Valente Duarte GESTÃO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DA GESTÃO ESTRATÉGICA Profª. Danielle Valente Duarte 2014 Abrange três componentes interdependentes: a visão sistêmica; o pensamento estratégico e o planejamento. Visão Sistêmica

Leia mais

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES 202 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO ALGUNS COMENTÁRIOS ANTES DE INICIAR O PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO: a) Os blocos a seguir visam obter as impressões do ENTREVISTADO quanto aos processos de gestão da Policarbonatos,

Leia mais

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO Profa. Leonor Cordeiro Brandão Relembrando Vimos alguns conceitos importantes: O que são dados; O que é informação; Quando uma informação se transforma em conhecimento;

Leia mais

Consciências de Desempenho Empresarial

Consciências de Desempenho Empresarial Quando o Design Thinking surgiu como uma alternativa para Solucionar Problemas, apresentando um novo perfil de raciocínio, considerando as partes interessadas como eixo de referência, ousando em pensar

Leia mais

Caixa de ferramentas de Inteligência Competitiva para monitorização, recolha e tratamento de informação aberta na Web

Caixa de ferramentas de Inteligência Competitiva para monitorização, recolha e tratamento de informação aberta na Web Caixa de ferramentas de Inteligência Competitiva para monitorização, recolha e tratamento de informação aberta na Web Ruben Eiras Inovação, Desenvolvimento e Sustentabilidade 5 de Dezembro de 2012 Definição

Leia mais

Inteligência Competitiva: Relações com a Gestão do Conhecimento e Prospecção Científica e Tecnológica. Centro de Gestão e Estudos Estratégicos

Inteligência Competitiva: Relações com a Gestão do Conhecimento e Prospecção Científica e Tecnológica. Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Inteligência Competitiva: Relações com a Gestão do Conhecimento e Prospecção Científica e Tecnológica Jornada de Prospectiva e Gestão de Conhecimento Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Dezembro 2002

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE CURITIBA ABRIL - 2000 ODILIO SEPULCRI TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA

Leia mais

Conceitos e técnicas. Devem ser contempladas algumas atividades típicas de vendas:

Conceitos e técnicas. Devem ser contempladas algumas atividades típicas de vendas: Administração da equipe de vendas (Neste texto de apoio: Conceitos e técnicas e Plano de ação de vendas) Conceitos e técnicas A correta administração da equipe de vendas é fundamental para o bom desempenho

Leia mais

Pesquisa de Marketing

Pesquisa de Marketing Pesquisa de Marketing CONCEITOS INICIAIS Prof. Daciane de Oliveira Silva Fonte: MALHORTA, Naresh K. Pesquisa de Marketing: uma orientação aplicada. 4 ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. MATTAR, Fauze Najib.

Leia mais

Gerenciamento de Riscos

Gerenciamento de Riscos Gerenciamento de Riscos o Processo sistemático o Análise e resposta aos riscos do projeto o Minimizar as consequências dos eventos negativos o Aumento dos eventos positivos Gerenciamento de Riscos o Principais

Leia mais

ORGANIZAÇÕES EM CONTEXTO

ORGANIZAÇÕES EM CONTEXTO Inteligência estratégica antecipativa e coletiva para tomada de decisão Antecipative, collective and strategic intelligence for decision making process RAQUEL JANISSEK-MUNIZ* HUMBERT LESCA** HENRIQUE FREITAS***

Leia mais

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING Gestão de Negócios Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING 3.1- CONCEITOS DE MARKETING Para a American Marketing Association: Marketing é uma função organizacional e um Marketing é uma função organizacional

Leia mais

De Boas Ideias para Uma Gestão Baseada em Processos

De Boas Ideias para Uma Gestão Baseada em Processos De Boas Ideias para Uma Gestão Baseada em Processos O que você vai mudar em sua forma de atuação a partir do que viu hoje? Como Transformar o Conteúdo Aprendido Neste Seminário em Ação! O que debatemos

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE MARKETING

SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE MARKETING SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE MARKETING DESAFIOS PARA O SÉC. XXI A globalização, que obrigará a empresa a comparar-se com o que há de melhor no mundo. A necessidade de educar, treinar, motivar e liderar talentos.

Leia mais

4/2/2008. 2) Tomar grandes decisões = 1)Analisar a situação externa e interna. Leitura do mercado e das condições internas da organização

4/2/2008. 2) Tomar grandes decisões = 1)Analisar a situação externa e interna. Leitura do mercado e das condições internas da organização PLANO DE MARKETING Ferramenta importante do plano estratégico de uma empresa. Deve estar em perfeita sintonia com os objetivos estabelecidos pela empresa. É um passo para a elaboração do PLANO DE NEGÓCIOS

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

Somos uma consultoria especializada em Varejo Financeiro

Somos uma consultoria especializada em Varejo Financeiro 1 Somos uma consultoria especializada em Varejo Financeiro Atuamos junto a estes três grupos de empresas, ajudando-os a atender da melhor maneira às necessidades do consumidor 2 Atendemos às necessidades

Leia mais

Informação para a Tomada de Decisão Executivo-Gerencial 1

Informação para a Tomada de Decisão Executivo-Gerencial 1 1 Informação para a Tomada de Decisão Executivo-Gerencial 1 Henrique Freitas Professor do PPGA/EA/UFRGS, Pesquisador CNPq Doutor em Gestão (França) Porto Alegre, Brasil hf@ea.ufrgs.br Web-Sites: http://gianti.ea.ufrgs.br

Leia mais

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL ZAROS, Raíssa Anselmo. Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG E-mail: raissa_zaros@hotmail.com LIMA, Sílvia Aparecida Pereira

Leia mais

Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico

Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico FREITAS, P.; FREITAS, H.; JANISSEK-MUNIZ, R,; GENSAS, G. Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico. Texto vencedor do II Prêmio de Inovação

Leia mais

Cada empresa é uma empresa de informação. Não

Cada empresa é uma empresa de informação. Não Gestão da Informação Corporativa OpenText Desligue o seu celular e o seu computador. Desligue os seus servidores. E agora você consegue fazer negócios? Cada empresa é uma empresa de informação. Não importa

Leia mais

INTELIGÊNCIA COMPETITIVA ELICITAÇÃO

INTELIGÊNCIA COMPETITIVA ELICITAÇÃO INTELIGÊNCIA COMPETITIVA ELICITAÇÃO Sobre Edson Ito Diretor do Board da SCIP Consultor, Palestrante, Instrutor, Professor. Experiência desde 1996 na Motorola, Ericsson, Embraer, Givaudan e Intelligencia:

Leia mais

Informação estratégica

Informação estratégica IVENS CONSULT Informação estratégica Ivan Leão diretor da Ivens Consult Introdução A revolução em andamento é que a manufatura ou produção não é mais principal centro de lucro e sim a logística, os sistemas

Leia mais

Por que ouvir é fundamental.

Por que ouvir é fundamental. Por que ouvir é fundamental. Apresentação GRUPO ATTITUDE SA Líder na América Latina em comunicação de negócios e construção de relacionamentos para incremento da reputação Atuação no âmbito estratégico

Leia mais

e-business Novas Tendências Tecnologias da Informação com aplicabilidade ao RH

e-business Novas Tendências Tecnologias da Informação com aplicabilidade ao RH Tecnologias da Informação com aplicabilidade ao RH e-rh / Recursos Humanos Virtual Novas Tendências Como já foi visto com o advento da globalização e do crescimento da tecnologia e a difusão da Internet,

Leia mais

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios UNIMEP MBA em Gestão e Negócios Módulo: Sistemas de Informações Gerenciais Aula 4 TI com foco nos Negócios: Áreas envolvidas (Parte II) Flávio I. Callegari www.flaviocallegari.pro.br O perfil do profissional

Leia mais

A Inteligência Estratégica no apoio à Decisão de uma Empresa de TI

A Inteligência Estratégica no apoio à Decisão de uma Empresa de TI Referência para citação: FREITAS, P.; FREITAS, H.; GENSAS, G. A Inteligência Estratégica no apoio à Decisão de uma Empresa de TI. Revista REAd. Vol. 13 No. 2, Mai - Jun de 2007. A Inteligência Estratégica

Leia mais

Aplicação de Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva em Empresa do Setor Varejista de Calçados

Aplicação de Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva em Empresa do Setor Varejista de Calçados Aplicação de Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva em Empresa do Setor Varejista de Calçados Marcell Fernando Oliveira Ferreira marcellferreira@hotmail.com Graduação em Administração UFRGS Profa.

Leia mais

ITIL (INFORMATION TECHNOLOGY INFRASTRUCTURE LIBRARY)

ITIL (INFORMATION TECHNOLOGY INFRASTRUCTURE LIBRARY) Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Informática e Estatística INE Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Projetos I Professor: Renato Cislaghi Aluno: Fausto Vetter Orientadora: Maria

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PROFª DANIELLE VALENTE DUARTE

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PROFª DANIELLE VALENTE DUARTE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PROFª DANIELLE VALENTE DUARTE MODELO PARA FORMULAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Análise do ambiente externo Macroambiente Ambiente setorial feedback Ambiente Interno (forças e

Leia mais

REAd - Revista Eletrônica de Administração ISSN: 1980-4164 ea_read@ufrgs.br. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Brasil

REAd - Revista Eletrônica de Administração ISSN: 1980-4164 ea_read@ufrgs.br. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Brasil REAd - Revista Eletrônica de Administração ISSN: 1980-4164 ea_read@ufrgs.br Universidade Federal do Rio Grande do Sul Brasil de Freitas, Pedro H. N. R.; Freitas, Henrique; Gensas, Gerson A INTELIGÊNCIA

Leia mais

MONITORAMENTO DO AMBIENTE CONCORRENCIAL PELAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS (PMEs)

MONITORAMENTO DO AMBIENTE CONCORRENCIAL PELAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS (PMEs) MONITORAMENTO DO AMBIENTE CONCORRENCIAL PELAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS (PMEs) Autor: Alsones Balestrin Doutorando em administração pelo PPGA/UFRGS Mestre em administração pelo PPGA/UFRGS Professor/Pesquisador

Leia mais

* Endereço: UFRGS Rua Washington Luis, 855 Centro Porto Alegre RS 90010-460 Telefone para contato: (51) 9911-6559 ou (51) 3308-3891

* Endereço: UFRGS Rua Washington Luis, 855 Centro Porto Alegre RS 90010-460 Telefone para contato: (51) 9911-6559 ou (51) 3308-3891 Referência para citação: JANISSEK-MUNIZ, R.; FREITAS, H.; LESCA, H. A Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva como apoio ao desenvolvimento da capacidade de adaptação das organizações. Revista

Leia mais

ESTRATÉGIA DE FIDELIZAÇÃO

ESTRATÉGIA DE FIDELIZAÇÃO ESTRATÉGIA DE FIDELIZAÇÃO PLANEJAMENTO, SEGMENTAÇÃO E AÇÕES DE PROMOÇÃO CASO ABIHPEC EIXOS ESTRATÉGICOS DO PROJETO DE (Resultado do Workshop out 2008) Objetivos Relacionados: 11 - AUMENTAR A DECLARAÇÃO

Leia mais

Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos.

Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos. Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos. Fundada em 1989, a MicroStrategy é fornecedora líder Mundial de plataformas de software empresarial. A missão é fornecer as plataformas mais

Leia mais

HQN 27-06-2015 PLANOS REGIONAIS DE DINAMIZAÇÃO DA ECONOMIA SOCIAL. Ponte de Lima, 27 Junho 2015. www.hqnstrategyconsulting.com

HQN 27-06-2015 PLANOS REGIONAIS DE DINAMIZAÇÃO DA ECONOMIA SOCIAL. Ponte de Lima, 27 Junho 2015. www.hqnstrategyconsulting.com PLANOS REGIONAIS DE DINAMIZAÇÃO DA ECONOMIA SOCIAL Ponte de Lima, 27 Junho 2015 www.hqnstrategyconsulting.com 1 PLANO REGIONAL DE DINAMIZAÇÃO DA ECONOMIA SOCIAL O desenvolvimento de um Plano Regional para

Leia mais

PNQS - Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Gestão Classe Mundial

PNQS - Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Gestão Classe Mundial PNQS - Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Gestão Classe Mundial O principal vetor para alavancar a universalização dos serviços de saneamento ambiental com competitividade e sustentabilidade PNQS

Leia mais

#11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

#11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO #11 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ÍNDICE 1. 2. 3. 4. 5. 6. Apresentação Níveis de planejamento Conceito geral Planejamento estratégico e o MEG Dicas para elaborar um planejamento estratégico eficaz Sobre a

Leia mais

Parte integrante da Metodologia Tear de Trabalho em Cadeia de Valor

Parte integrante da Metodologia Tear de Trabalho em Cadeia de Valor Parte integrante da Metodologia Tear de Trabalho em Cadeia de Valor 2 Apresentando as etapas da Metodologia Tear de forma simplificada, esta versão resumida foi preparada para permitir um acesso rápido

Leia mais

A importância da estratégia para mapear mercados e concorrentes. Inteligência competitiva como uma alternativa

A importância da estratégia para mapear mercados e concorrentes. Inteligência competitiva como uma alternativa A importância da estratégia para mapear mercados e concorrentes. Inteligência competitiva como uma alternativa Luiz Rogério S. Santos Empreendedor de Negócios e Marketing Corporativo Sábia Experience www.sabiax.com.br

Leia mais

Uma visão abrangente dos negócios. Solução para superar barreiras e otimizar recursos na sua empresa

Uma visão abrangente dos negócios. Solução para superar barreiras e otimizar recursos na sua empresa Uma visão abrangente dos negócios Solução para superar barreiras e otimizar recursos na sua empresa Negócios sem barreiras O fenômeno da globalização tornou o mercado mais interconectado e rico em oportunidades.

Leia mais

Inteligência Competitiva e Tecnológica

Inteligência Competitiva e Tecnológica Inteligência Competitiva e Tecnológica Gilda Massari Coelho, Lúcia Regina Fernandes, Cícera Henrique da Silva, Vera Lúcia Maria Lellis A globalização constitui uma chave essencial para explicar os fenomênos

Leia mais

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercício 1: Leia o texto abaixo e identifique o seguinte: 2 frases com ações estratégicas (dê o nome de cada ação) 2 frases com características

Leia mais

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que ANEXO II Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui registro em base de patentes brasileira. Também serão considerados caráter inovador para este Edital os registros de patente de domínio público

Leia mais

ASPECTOS GERAIS DE PROJETOS

ASPECTOS GERAIS DE PROJETOS ASPECTOS GERAIS DE PROJETOS O que é PROJETO Um empreendimento com começo e fim definidos, dirigido por pessoas, para cumprir objetivos estabelecidos dentro de parâmetros de custo, tempo e especificações.

Leia mais

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Vantagens e desvantagens de uma rede para a organização Maior agilidade com o uso intenso de redes de computadores; Grandes interações

Leia mais

Vigilância Tecnológica

Vigilância Tecnológica Vigilância Tecnológica Filipe Duarte, 2010 1 Objectivo Conhecer as bases para implementar um sistema de vigilância tecnológica (SVT) 2 O que É? Um sistema de vigilância tecnológica (SVT) é uma ferramenta

Leia mais

4. ESTRATÉGIAS DE MARKETING INTERNACIONAL

4. ESTRATÉGIAS DE MARKETING INTERNACIONAL 4. ESTRATÉGIAS DE MARKETING INTERNACIONAL 4.1- TIPOS DE ESTRATÉGIA DE MARKETING 4.2- PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O MARKETING 4.3- ESTRUTURA CONCEPTUAL PARA ESTRATÉGIA DE MARKETING 4.4- MODELOS COMO INSTRUMENTOS

Leia mais

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA 1. Introdução A apresentação dos Projetos de Inovação e Melhoria - PIM pelos Escalões/Divisões possui os seguintes objetivos: a. Estimular os Escalões e Divisões do Cmdo

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

BOLSA DO EMPREENDEDORISMO 2015. Sara Medina saramedina@spi.pt. IDI (Inovação, Investigação e Desenvolvimento) - Algumas reflexões

BOLSA DO EMPREENDEDORISMO 2015. Sara Medina saramedina@spi.pt. IDI (Inovação, Investigação e Desenvolvimento) - Algumas reflexões BOLSA DO EMPREENDEDORISMO 2015 INSERIR IMAGEM ESPECÍFICA 1 I. Sociedade Portuguesa de Inovação (SPI) Missão: Apoiar os nossos clientes na gestão de projetos que fomentem a inovação e promovam oportunidades

Leia mais

ENGENHARIA DE PROCESSOS E GESTÃO DA SEGURANÇA EMPRESARIAL

ENGENHARIA DE PROCESSOS E GESTÃO DA SEGURANÇA EMPRESARIAL ENGENHARIA DE PROCESSOS E GESTÃO DA SEGURANÇA EMPRESARIAL Engº Fernando Só e Silva, Diretor da Deggy Brasil, fso@deggy.com.br Numa análise histórica da segurança privada, temos registrado seu surgimento,

Leia mais

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014 #5 EMPREENDEDORISMO Outubro de 2014 ÍNDICE 1. Apresentação 2. Definição 3. Empreendedorismo: necessidade ou oportunidade? 4. Características do comportamento empreendedor 5. Cenário brasileiro para o empreendedorismo

Leia mais

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES t COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES Joaquim Domingos Maciel Faculdade Sumaré joaquim.mackim@gmail.com RESUMO: Este artigo pretende alertar estudantes e profissionais para a compreensão

Leia mais

ASSUNTO DO MATERIAL DIDÁTICO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET

ASSUNTO DO MATERIAL DIDÁTICO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET AULA 05 ASSUNTO DO MATERIAL DIDÁTICO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET JAMES A. O BRIEN MÓDULO 01 Páginas 26 à 30 1 AULA 05 DESAFIOS GERENCIAIS DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA A GESTÃO DAS EMPRESAS DE PROJETO

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA A GESTÃO DAS EMPRESAS DE PROJETO A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA A GESTÃO DAS EMPRESAS DE PROJETO Flávia SOUZA Mestranda pela Escola Politécnica da USP. Av. Prof. Almeida Prado, travessa 2 n 83, CEP 05508-900 São Paulo (SP)

Leia mais

SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO SAD

SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO SAD SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO SAD Conceitos introdutórios Decisão Escolha feita entre duas ou mais alternativas. Tomada de decisão típica em organizações: Solução de problemas Exploração de oportunidades

Leia mais

Ilca Maria Moya de Oliveira

Ilca Maria Moya de Oliveira Ilca Maria Moya de Oliveira As necessidades de seleção de pessoal na organização são inúmeras e vão exigir diferentes ações da área de Gestão de Pessoas para cada uma delas. A demanda de seleção de pessoal

Leia mais

Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Projetos PMI, PMP e PMBOK PMI (Project Management Institute) Estabelecido em 1969 e sediado na Filadélfia, Pensilvânia EUA, o PMI é a principal associação mundial, sem fins lucrativos,

Leia mais

Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC

Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC Uma estrutura de apoio à Inovação Eliza Coral, Dr. Eng., PMP Outubro, 2010 Diretrizes Organizacionais Missão Contribuir para o desenvolvimento sustentável

Leia mais

Direcionando o Planejamento Estratégico com Modelo de Previsão Um artigo técnico da Oracle Junho de 2007

Direcionando o Planejamento Estratégico com Modelo de Previsão Um artigo técnico da Oracle Junho de 2007 Direcionando o Planejamento Estratégico com Modelo de Previsão Um artigo técnico da Oracle Junho de 2007 Direcionando o Planejamento Estratégico com Modelo de Previsão Com um processo funcional de planejamento

Leia mais

Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico

Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico Pedro H. N. R. de Freitas Graduando Adm/EA/ Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre,

Leia mais

ABCE REVITALIZADA PLANEJAMENTO 2011-2015

ABCE REVITALIZADA PLANEJAMENTO 2011-2015 ABCE REVITALIZADA PLANEJAMENTO 2011-2015 1 Destaques do levantamento de referências de associações internacionais Além dos membros associados, cujos interesses são defendidos pelas associações, há outras

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSU EMENTA MBA GESTÃO DE VAREJO

PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSU EMENTA MBA GESTÃO DE VAREJO MBA GESTÃO DE VAREJO 1 - FORMAÇÃO DE PREÇO E ANÁLISE DE MARGEM NO VAREJO: Ementa: Conhecer o conceito de lucro na visão da precificação baseada no custo; demonstrar termos utilizados na formação de preço

Leia mais

Fusão & Aquisição para uma Vantagem Competitiva Melhores Práticas

Fusão & Aquisição para uma Vantagem Competitiva Melhores Práticas Competitiva Melhores Práticas A consolidação e a convergência estão intensificando a concretização de operações de - FA (tradicionalmente conhecidas como MA mergers and acquisitions) considerada uma das

Leia mais

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento 1 2 Planejamento Estratégico: conceitos e evolução; administração e pensamento estratégico Profª Ms Simone Carvalho simonecarvalho@usp.br Profa. Ms. Simone Carvalho Conteúdo 3 1. Origens e Surgimento 4

Leia mais

O Perfil do Profissional Contábil

O Perfil do Profissional Contábil O Perfil do Profissional Contábil 1 Márcia Covaciuc Kounrouzan RESUMO Na era da informação, o profissional detentor desta, tem um lugar de destaque, o profissional contábil é o profissional que detém as

Leia mais

Pós-Graduação Lato Sensu em ENGENHARIA DE MARKETING

Pós-Graduação Lato Sensu em ENGENHARIA DE MARKETING Pós-Graduação Lato Sensu em ENGENHARIA DE MARKETING Inscrições Abertas: Início das aulas: 28/03/2016 Término das aulas: 10/12/2016 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 18h30 às 22h30 Semanal Quarta-Feira

Leia mais

Rumo à Integração de Segurança. IDC FutureScape IT Security Products and Services 2015 Predictions

Rumo à Integração de Segurança. IDC FutureScape IT Security Products and Services 2015 Predictions Rumo à Integração de IDC FutureScape IT Security Products and Services 0 Predictions ª Plataforma Processo de Decisão Evolução da ª Plataforma focalizada no risco do acesso a servidores centralizados e

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

O PLANO DE COMUNICAÇÃO INTERNA

O PLANO DE COMUNICAÇÃO INTERNA O PLANO DE COMUNICAÇÃO INTERNA O plano de Comunicação Interna è a tradução operacional da estratégia. É um instrumento de gestão cujo objectivo é traduzir a política de comunicação interna da empresa num

Leia mais

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 INTRODUÇÃO Sobre o Relatório O relatório anual é uma avaliação do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da FDC sobre as práticas

Leia mais

O Desenvolvimento de Novos Produtos Importância, abordagens e metodologias. Susana Seabra / Miguel Carnide - SPI

O Desenvolvimento de Novos Produtos Importância, abordagens e metodologias. Susana Seabra / Miguel Carnide - SPI Susana Seabra / Miguel Carnide - SPI Conteúdos. 1. INOVAÇÃO DE PRODUTO 2. RISCOS NO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS 3. DETERMINANTES DE SUCESSO DE DNP 4. O CICLO DE DNP 2 01. INOVAÇÃO DE PRODUTO 3 01.

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão História e Evolução do Conceito

Sistemas Integrados de Gestão História e Evolução do Conceito Sistemas Integrados de Gestão História e Evolução do Conceito Sistemas de Informação Prof. Gerson gerson.prando@fatec.sp.gov.br Evolução dos SI OPERACIONAL TÁTICO OPERACIONAL ESTRATÉGICO TÁTICO ESTRATÉGICO

Leia mais

INOVAÇÃO como DIFERENCIAL ESTRATÉGICO

INOVAÇÃO como DIFERENCIAL ESTRATÉGICO INOVAÇÃO como DIFERENCIAL ESTRATÉGICO Março/2010 A empresa A Empresa nasceu em março de 1977, como uma farmácia de manipulação, no centro de Curitiba. Durante seus 32 anos, evoluiu por diferentes cenários,

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em CONSULTORIA EMPRESARIAL

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em CONSULTORIA EMPRESARIAL Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em CONSULTORIA EMPRESARIAL Inscrições Abertas: Início das aulas: 24/08/2015 Término das aulas: 14/08/2016 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 18h30 às

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO ENTRA NUM NÍVEL SUPERIOR. 2012/2013 ECONOMIC AND STRATEGIC INTELLIGENCE WWW.IDEFE.PT PÁG. 1

PÓS-GRADUAÇÃO ENTRA NUM NÍVEL SUPERIOR. 2012/2013 ECONOMIC AND STRATEGIC INTELLIGENCE WWW.IDEFE.PT PÁG. 1 PÓS-GRADUAÇÃO ECONOMIC AND STRATEGIC INTELLIGENCE 2012/2013 ENTRA NUM NÍVEL SUPERIOR. WWW.IDEFE.PT PÁG. 1 ECONOMIC AND STRATEGIC INTELLIGENCE 1ª EDIÇÃO COORDENAÇÃO CIENTÍFICA E DIREÇÃO EXECUTIVA Prof.

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA DESDOBRADOS

CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA DESDOBRADOS CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA DESDOBRADOS Avaliação e diagnóstico da gestão organizacional Proposta Núcleo Técnico da Rede QPC Compromisso com a Excelência 7ª EDIÇÃO 250 pontos Rede de Qualidade, Produtividade

Leia mais

PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011

PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011 CENTRO DA QUALIDADE, SEGURANÇA E PRODUTIVIDADE PARA O BRASIL E AMÉRICA LATINA PREVIEW DAS PRINCIPAIS SEÇÕES DA NBR ISO 19011 Diretrizes para auditorias de sistemas de gestão da qualidade e/ou ambiental

Leia mais

USO DA COMUNICAÇÃO ALINHADA A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO

USO DA COMUNICAÇÃO ALINHADA A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO USO DA COMUNICAÇÃO ALINHADA A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO Alexandra Lemos Ferraz 1 Evandro Oliveira da Silva 2 Edimar Luiz Bevilaqua 3 Fernando Nobre gomes da silva 4 Matheus Trindade

Leia mais