Pompeia Santana Ipiranga

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1 Pompeia Santana Ipiranga

2 Apresentação dos Resultados Gerenciamento de Leitos

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4 Gerenciamento de leitos Significa buscar a utilização dos leitos disponíveis em sua capacidade máxima dentro dos critérios técnicos definidos pela instituição, visando a diminuição da espera para internação, transferências externas e satisfação dos nossos clientes pacientes e clientes médicos.

5 Diagnóstico 1. Embora algumas regras estejam descritas em regimentos, manuais e outros documentos, algumas ações dependem exclusivamente da vontade dos profissionais envolvidos com o processo da alta. Não há diretrizes institucionais formalmente estabelecidas. 2. Média de permanência alta em função de pacientes crônicos, considerado rentabilidade do atendimento. Intensificar o trabalho de desospitalização.

6 Diagnóstico 3. Observamos que a informação da programação da alta não chega ao Dep. Internação, os envolvidos como: equipe assistencial, paciente, equipe de apoio e o próprio paciente possuem a informação, mas o principal interessado, desconhece a informação e tem tomado decisões errôneas em função da falta de informação.

7 4. Ao ter contemplado a alta médica percebemos que ela não é a prioridade pelos envolvidos no processo, protelando a desocupação do leito do paciente em alta, elevando o tempo para re-ocupação do leito e novas admissões.

8 5. Promovemos transferência de paciente dos Dep. Emergência Adulto e Infantil pelo simples fato da alta não ser sinalizada previamente e/ou pela omissão da informação. OBS.: realizamos contato com as unidades de internação para certificar se realmente não há altas e/ou previsão para os próximos horários.

9 6. Fluxo Cirúrgico: concentração de pacientes nos primeiros horários da manhã, ausência de leitos para admissão a atrasos na agenda cirúrgica, ocasionando insatisfação do cliente paciente, médico, unidades de internação e centro cirúrgico.

10 Gerenciamento de leitos Significa buscar a utilização dos leitos disponíveis em sua capacidade máxima dentro dos critérios técnicos definidos pela instituição, visando a diminuição da espera para internação, transferências externas e satisfação dos nossos clientes pacientes e clientes médicos. Fases para a implantação do Gerenciamento de leitos: Medição dos indicadores estabelecidos e ação sobre eles Sensibilização da equipe médica médicos da casa - sobre a permanência do paciente dentro de critérios técnicos estabelecidos pela instituição Sensibilização da equipe médica médicos da casa sobre sua atuação no processo de liberação do leito Sensibilização dos setores envolvidos no processo de liberação do leito Processo de liberação/ocupação de leito Alta do paciente e liberação do leito para higiene Higienização do leito e liberação para internação de novo paciente Internação de pacientes eletivos e de urgência.

11 AÇÕES: Admissão Enfermeira Gerenciamento de Leitos Treinamos equipe assistencial e apoio Divulgamos ao corpo clínico através das reuniões mensais Implantação Procedimento Pré Alta (Equipe Médica, Equipe Multidisciplinar, Administrativo e Apoio) Implantação Fluxo Check Out Revisão Fluxo internação eletiva (Time Cirúrgico)

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15 5,25 Evolução do tempo de permanencia 5,00 Permanencia 4,75 4,50 4,25 4,00 3,75 4,48 3,90 3, Ano

16 Relação entre taxa de ocupação e ISL 95 Ocupação ISL 3, Ocupação (%) jan/02 abr/02 ago/02 dez/02 abr/03 ago/03 dez/03 abr/04 ago/04 dez/04 abr/05 ago/05 dez/05 abr/06 ago/06 dez/06 abr/07 ago/07 dez/07 abr/08 ago/08 dez/08 abr/09 ago/09 dez/09 abr/10 2,5 2,0 1,5 1,0 ISL

17 Gráfico sequencial para o tempo de espera e o numero total de internações Tempo de espera Internação total 1500 Tempo de espera Tempo de espera jan/07 fev/07 mar /07 abr /07 mai /07 jun/07 jul/07 ago/07 set/07 out/07 nov/07 dez /07 jan/08 fev/08 mar /08 abr /08 mai /08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 out/08 nov/08 dez/08 jan/09 fev/09 mar /09 abr /09 mai /09 jun/09 jul/09 ago/09 set/09 out/09 nov/09 dez/09 jan/10 fev/10 mar /10 Correlação entre o tempo de espera e o numero total de internações abr /10 mai /10 jun/ Total de internações Tempo de espera (min) Análise de tendência para o tempo de espera Linear Trend Model Yt = 110,88 + 0,358*t Variable Actual Fits Total de internações abr/07 ago/07 dez/07 abr/08 ago/08 Mês dez/08 abr/09 ago/09 dez/09 abr/10

18

19 07:40 06:28 00:40 Intervalos de set-up Início da higienização - Final da higienização Alta Hospitalar - Início da Higienização Alta Médica - Alta Hospitalar 05:16 03:19 Horas 04:04 02:52 01:40 03:06 00:31 00:38 00:36 00:38 02:36 02:00 01:26 01:46 00:50 01:03 01:10 00:58 02:13 02:20 01:50 02:05 00:42 01:24 00:50 00:39 00:34 02:18 01:17 01:00 00:28 01:14 01:12 01:20 00:58 01:18 01:00 01:05 01:13 00:58 01:00 01:39 01:26 jul/09 ago/09 set/09 out/09 nov/09 dez/09 jan/10 fev/10 mar/10 abr/10 mai/10 jun/10 jul/10

20 Observamos melhora na adesão dos processos que envolvem a alta, entre eles a participação da equipe médica, assistencial, multiprofissional, apoio e administrativo, garantindo a utilização dos leitos disponíveis em sua capacidade máxima, visando a redução de espera para internação e reduzindo transferências externas.

21 NOVAS AÇÕES: Treinar multiplicadores para treinamento da equipe assistencial recém-admitida Formalizado Time de Pacientes Crônicos e Longa Permanência

22 Obrigada Admª Alessandra Rallo Ferreira Enfª Kely Fabiana de Souza Gonçalves Fone: (11) /// ramais 4208 / 4209

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