O Trabalho de Mobilização Comunitária no Estado do Ceará

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Trabalho de Mobilização Comunitária no Estado do Ceará"

Transcrição

1 O Trabalho de Mobilização Comunitária no Estado do Ceará João Pessoa(PB), 06 de novembro de 2012

2 EVOLUÇÃO DO SANEAMENTO RURAL NO CEARÁ/CAGECE 2000 Ampliação da atuação da CAGECE no saneamento rural e 2002 Replicação do modelo de gestão em todo Estado Constituição do primeiro SISAR em Sobral Implantação de SAA e esgoto em 42 comunidades rurais.financiamento: KfW Execução: CAGECE. A CAGECE criou gerências exclusivas para trabalhar com o Saneamento Rural.

3 GERÊNCIAS PARA O SANEAMENTO RURAL / CAGECE GESAR Gerencia de Saneamento Rural - Desenvolver e monitorar implementação de políticas de saneamento rural e sua gestão autosustentável. UEPSJ Unidade Executora do Projeto São José - Desenvolver as ações de responsabilidade da CAGECE em relação ao Projeto São José, nas suas diversas fases de implantação. UGP Unidade de Gestão dos Programas - Gerenciar os Programas de Investimento que tenham ações em Saneamento Básico no Estado do Ceará, tendo uma supervisão direcionada para o saneamento rural KfW.

4 ESTRUTURA DA CAGECE PARA O MODELO DE GESTÃO GESAR Auxiliar Administrativo Apoio técnico Controle Técnico do modelo de gestão Controle da qualidade da água Apoio administrativofinanceiro Políticas Públicas de saneamento rural Controle administrativo do Sisar Controle contábilfinanceiro do SISAR Supervisão de capacitação social Capacitação Social Modelos de gestão Desenvolvimento comunitário Técnico Administrativofinanceiro Capacitação social

5 MOBILIZAÇÃO SOCIAL NAS COMUNIDADES RURAIS NA IMPLANTAÇÃO DE PROJETOS - Explicação do programa de saneamento; - Capacitação da associação para viabilizar o projeto; - Apresentação do projeto executivo; - Discussão e participação da população no projeto; - Informações das responsabilidades dos atores envolvidos.

6 MOBILIZAÇÃO SOCIAL NAS COMUNIDADES RURAIS NA EXECUÇÃO DA OBRA - Reuniões de acompanhamento; - Discussão na comunidade sobre: * Importância da água tratada; * Preservação dos mananciais; * Necessidade da organização comunitária; * Pagamento da tarifa para manutenção do SAA.

7 MOBILIZAÇÃO SOCIAL NAS COMUNIDADES RURAIS PARA GESTÃO - Apresentar a proposta do Modelo de Gestão SISAR; - Definição de operador e taxas; - Facilitar o processo de adesão da associação ao SISAR; - Realizar visita técnica e social para avaliação do sistema e elaborar pareceres; - Preparar documentação para filiação; - Definir responsabilidades da gestão; -Treinar associadas para operação, manutenção e administração do sistema; - Oficializar filiação.

8 O QUE É SISAR É uma organização não governamental, sem fins econômicos, formada pelas associações filiadas com sistemas de abastecimento de água e esgoto, pertencentes à mesma bacia hidrográfica e as circunvizinhas O SISAR é uma federação de Associações Manutenção Conta de Água SISAR - Modelo de Gestão adotado pelo Governo do Estado do Ceará.

9 ÁREA DE ATUAÇÃO Bacias Hidrográficas SISAR/BAC Sobral SISAR/BAJ Acopiara SISAR/BBA Quixadá SISAR/BBJ Russas SISAR/BCL Itapipoca SISAR-BPA Fundação - 02/08/01 SISAR-BAC Fundação - 27/01/96 Crateús Sobral SISAR-BCL Fundação - 07/03/02 Itapipoca SISAR-BBA Fundação - 31/08/01 Quixadá Fortaleza SISAR-BME Fundação - 29/06/01 Russas SISAR-BBJ Fundação - 07/02/02 SISAR/BME Fortaleza SISAR/BPA Crateus SISAR/BSA Juazeiro do Norte SISAR-BAJ Fundação - 09/10/01 Acopiara SISAR-BSA Fundação - 25/10/01 Juazeiro

10 MOBILIZAÇÃO SOCIAL NAS COMUNIDADES RURAIS NA GESTÃO Treinamento e assessoramento aos órgãos de administração do SISAR

11 MOBILIZAÇÃO SOCIAL NAS COMUNIDADES RURAIS NA GESTÃO Palestras Educativas Acompanhamento das associadas, visando sua legalização e fortalecimento

12 MOBILIZAÇÃO SOCIAL NAS COMUNIDADES RURAIS NA GESTÃO Capacitação dos dirigentes das associações para gestão Ações para fortalecimento do associativismo e educação sanitária e ambiental

13 MOBILIZAÇÃO SOCIAL NAS COMUNIDADES RURAIS NA GESTÃO Avaliação da satisfação dos usuários: Resultados de 2010: Ótimo 25% Bom 60% Regular 8% Ruim 1% Não Sabe 6% Apoio nas assembleias

14 MOBILIZAÇÃO SOCIAL NAS COMUNIDADES RURAIS NA GESTÃO SISAR em ação Implementação de indicadores Sociais

15 PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE NA GESTÃO Filiação Tarifa Operador Conselhos Taxa Assembleia

16 PARTICIPAÇÃO DO PODER PÚBLICO NA GESTÃO Membro co-participe; CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Delibera sobre questões administrativas, financeiras, sociais e técnicas. LEI MUNICIPAL DELEGATÓRIA AO ESTADO E CONCESSIVA DE ISENÇÃO DE ISS Delegação dos serviços públicos de abastecimento de água e esgoto no meio rural ao Estado Isenção dos tributos - ISS CONVÊNIO TERMO DE COOPERAÇÃO Transfere ao Estado, através da CAGECE, que delega ao SISAR a responsabilidade pela prestação dos serviços; Define a execução dos serviços com vistas à garantia da sua prestação adequada contínua e com qualidade. INSTRUMENTO CONTRATUAL DE DELEGAÇÃO DOS SERVIÇOS Regula as condições de exploração dos serviços; Regula todas as fases de operação e manutenção dos sistemas desde a sua relação com usuários, estrutura tarifaria, regras para operação e manutenção, prazo de delegação, etc.

17 LEI REGULATÓRIA PARA GESTÃO Assegura maior estabilidade e confiabilidade aos investimentos realizados na área do saneamento rural. Sustentabilidade jurídica para os SISARs. Assegura e dá consistência às parcerias estratégicas. Assegura a continuidade dos serviços, a manutenção corretiva e preventiva, a continuidade e perenidade dos sistemas. Em implantação nos SISAR s de Russas e Quixadá.

18 INDICADORES SOCIAIS Índice de filiação ao SISAR Percentual de Associações regularizadas Ações acumuladas nas localidades filiadas População atendida

19 INDICE DE FILIAÇÃO AO SISAR %

20 80% 79% 85% 81% 80% 83% 84% 85% 84% 90% ASSOCIAÇÕES REGULARIZADAS - % 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET META REGULARIZADAS SAA s : 656 Associações: 682 Localidades: 963

21 AÇÕES ACUMULADAS NAS LOCALIDADES FILIADAS

22 POPULAÇÃO ATENDIDA ACUMULADA

23 Equipe Social Jeane Assistente social SISAR - Russas Vanusa Pedagoga SISAR - Acopiara Luciana Assistente social Quixadá/GESAR Joana Assistente social Sup. Social/GESAR Nigéria Assistente social GESAR Aurelio e Edinilson Ag. de ação Social SISAR - Sobral Sonia Pedagoga SISAR - Crateus Valéria Assistente social SISAR - Fortaleza Dean Assistente social SISAR - Itapipoca Marty Assistente social SISAR - Juazeiro Márcia Assistente social SISAR - Quixadá

24 Obrigada Joana Marinho e Silva Supervisora Social da Gerencia de Saneamento Rural GESAR Fone:

Apresentação do Modelo SISAR: envolvimento da população, gestão compartilhada, pagamentos dos serviços e resultados obtidos

Apresentação do Modelo SISAR: envolvimento da população, gestão compartilhada, pagamentos dos serviços e resultados obtidos SEMINÁRIO REGIONAL DE SANEAMENTO RURAL Apresentação do Modelo SISAR: envolvimento da população, gestão compartilhada, pagamentos dos serviços e resultados obtidos Campinas(SP), 23 de Junho 2015 Mobilização

Leia mais

2ª Conferência Internacional do Projeto DESAFIO. Valeria Melo

2ª Conferência Internacional do Projeto DESAFIO. Valeria Melo 2ª Conferência Internacional do Projeto DESAFIO Valeria Melo Rio de Janeiro(RJ), 28 de Julho de 2015 Fatores e processos facilitadores e obstáculos que contribuem para explicar os sucessos, fracassos e

Leia mais

Modelo de gestão SISAR. Novo Hamburgo, 03 de Dezembro de 2013

Modelo de gestão SISAR. Novo Hamburgo, 03 de Dezembro de 2013 Modelo de gestão SISAR Novo Hamburgo, 03 de Dezembro de 2013 DADOS POPULACIONAIS Brasil População Total 190.755.799 hab. Ceará População Total 8.452.381 hab. População Urbana 84,35% 160.914.804 hab. População

Leia mais

SISAR - Sistema Integrado de Saneamento Rural GESTÃO NOS ESTADOS DO: CEARÁ, BAHIA E PICOS.

SISAR - Sistema Integrado de Saneamento Rural GESTÃO NOS ESTADOS DO: CEARÁ, BAHIA E PICOS. SISAR - Sistema Integrado de Saneamento Rural GESTÃO NOS ESTADOS DO: CEARÁ, BAHIA E PICOS. Campinas(SP), 23 de junho 2015 APRESENTANDO CENTRAL SEABRA: Central de Associações Comunitárias para Manutenção

Leia mais

Importância dos Indicadores Técnicos no Controle da Gestão do Modelo SISAR Ceará

Importância dos Indicadores Técnicos no Controle da Gestão do Modelo SISAR Ceará Importância dos Indicadores Técnicos no Controle da Gestão do Modelo SISAR Ceará 12 de Novembro de 2014 Objetivos Supervisão técnica GESAR; Atividades Supervisão técnica; Indicadores técnicos. Objetivos

Leia mais

IV Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública MODELO DE GESTÃO SISAR - CEARÁ

IV Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública MODELO DE GESTÃO SISAR - CEARÁ IV Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública MODELO DE GESTÃO SISAR - CEARÁ Belo Horizonte, 18 de março de 2013 HISTÓRICO DO SANEAMENTO RURAL NO CEARÁ Implantação do Programa KfW I pela CAGECE

Leia mais

CONTROLE DE QUALIDADE DE ÁGUA SISAR/CE

CONTROLE DE QUALIDADE DE ÁGUA SISAR/CE CONTROLE DE QUALIDADE DE ÁGUA SISAR/CE João Pessoa, 06 de Novembro de 2012 SISAR O SISAR é uma federação de Associações Manutenção Conta de Água QUADRO RESUMO SISAR MUNICÍPIOS SISTEMAS LOC. FILIADAS LOC.

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

ASSEMBLÉIA GERAL DA RELOB AS ESTRUTURAS DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS NAS BACIAS PCJ

ASSEMBLÉIA GERAL DA RELOB AS ESTRUTURAS DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS NAS BACIAS PCJ ASSEMBLÉIA GERAL DA RELOB AS ESTRUTURAS DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS NAS BACIAS PCJ Dalto Favero Brochi Consórcio PCJ Rio de Janeiro Novembro / 2008 LOCALIZAÇÃO DAS BACIAS PCJ CARACTERIZAÇÃO DAS BACIAS

Leia mais

O Programa de Educação em Saúde e Mobilização Social em Guarulhos-SP: desenvolvimento e contribuições

O Programa de Educação em Saúde e Mobilização Social em Guarulhos-SP: desenvolvimento e contribuições O Programa de Educação em Saúde e Mobilização Social em Guarulhos-SP: desenvolvimento e contribuições Autora: Vânia Maria Nunes dos Santos Outros autores: Marcos Tsutomu Tamai, Erotides Lacerda Choueri

Leia mais

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir:

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir: Termo de Referência 1. Objeto Contratação de empresa especializada em gestão de saúde para execução de atividades visando a reestruturação do modelo de atenção à saúde, objetivando diagnosticar novas proposituras

Leia mais

PMS-MT Cartilha. Breve histórico e Abrangência Objetivos gerais e benefícios esperados Componentes. Governança Funcionamento do Programa

PMS-MT Cartilha. Breve histórico e Abrangência Objetivos gerais e benefícios esperados Componentes. Governança Funcionamento do Programa PMS-MT Cartilha Breve histórico e Abrangência Objetivos gerais e benefícios esperados Componentes Fortalecimento da gestão ambiental municipal Contexto e benefícios Tarefas Regularização ambiental e fundiária

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010. PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS

PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010. PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010 PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS Propósito da Coopaer Identificar problemas oriundos da Cadeia produtiva leite;

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA NO BRASIL

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA NO BRASIL Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00

Leia mais

Palavras-chave: Recursos hídricos; participação comunitária.

Palavras-chave: Recursos hídricos; participação comunitária. Título: Recursos Hídricos: a participação social como requisito para o financiamento de projetos Tema: Recursos Hídricos Autora: Luciana Cibelle Araujo dos Santos Co-autoras: Marize Castro e Isabela dos

Leia mais

BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS

BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS Um programa para integrar objetivos ambientais e sociais na gestão das águas Superintendência de Desenvolvimento da Capital -

Leia mais

Pauta do Grito da Terra Brasil GTB Estadual 2014 APRESENTAÇÃO

Pauta do Grito da Terra Brasil GTB Estadual 2014 APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO O ano de 2014 foi eleito oficialmente pela FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) como o Ano Internacional da Agricultura familiar. Tendo como objetivo aumentar

Leia mais

Audiência Pública. Piedade. 20 de Junho de 2013

Audiência Pública. Piedade. 20 de Junho de 2013 Audiência Pública Piedade 20 de Junho de 2013 Objetivo do Encontro Audiência Pública sobre o Convênio com o Governo do Estado, Contrato de Programa com a Sabesp e Plano Municipal de Saneamento do município

Leia mais

GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL - PARATY. Oficina de Planejamento 2010-2012

GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL - PARATY. Oficina de Planejamento 2010-2012 GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL - PARATY Oficina de Planejamento 2010-2012 Paraty, agosto de 2010 Objetivo da oficina Elaborar o Direcionamento Estratégico da Gastronomia Sustentável de Paraty para os próximos

Leia mais

Esfera Fiscal. Subfunção Administração Geral

Esfera Fiscal. Subfunção Administração Geral Governo do do Amazonas Secretaria de de Planejamento e Desenvolvimento Econômico SEPLAN Sistema de Planejamento, Orçamento e Gestão do do Amazonas SPLAM Pág. 3 de 2001 - da 25000 - Secretaria de de Infraestrutura

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

OBJETIVO BENEFICIÁRIOS AGRICULTORES FAMILIARES CONTRIBUIR PARA O DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DO CEARÁ

OBJETIVO BENEFICIÁRIOS AGRICULTORES FAMILIARES CONTRIBUIR PARA O DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DO CEARÁ OBJETIVO CONTRIBUIR PARA O DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DO CEARÁ BENEFICIÁRIOS AGRICULTORES FAMILIARES Entidades Representativas (Associações, Cooperativas e outras) Desenvolvam atividades

Leia mais

Programa Consumo Responsável. Julho 2015

Programa Consumo Responsável. Julho 2015 Programa Consumo Responsável Julho 2015 PORTO ALEGRE - BRASIL População (2014): 1.472.482 habitantes PIB Brasil (2014): R$ 5,52 trilhões PIB Brasil (2012) per capita: R$ 22,6 mil PIB Rio Grande do Sul

Leia mais

Mesa Redonda Universalização do saneamento e mobilização social em comunidades de baixa renda

Mesa Redonda Universalização do saneamento e mobilização social em comunidades de baixa renda Secretaria Nacional de Mesa Redonda Universalização do saneamento e mobilização social em comunidades de baixa renda PLANEJAMENTO E CONTROLE SOCIAL COMO ESTRATÉGIAS PARA UNIVERSALIZAR O SANEAMENTO Marcelo

Leia mais

Não fique para trás! Submeta seu projeto. Fonte de recursos para projetos julho 2012

Não fique para trás! Submeta seu projeto. Fonte de recursos para projetos julho 2012 Não fique para trás! Submeta seu projeto. Fonte de recursos para projetos julho 2012 1. Patrocínios 1.1 Patrocínio a Eventos e Publicações Data limite: 60 dias de antecedência da data de início do evento

Leia mais

Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Guarulhos Departamento de Relações Comunitárias PROGRAMA DE USO RACIONAL DA ÁGUA MOBILIZAÇÃO COMUNITÁRIA

Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Guarulhos Departamento de Relações Comunitárias PROGRAMA DE USO RACIONAL DA ÁGUA MOBILIZAÇÃO COMUNITÁRIA Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Guarulhos Departamento de Relações Comunitárias PROGRAMA DE USO RACIONAL DA ÁGUA MOBILIZAÇÃO COMUNITÁRIA AUTOR: Tatiana Rodrigues Moura. Chefe de Seção de Expediente

Leia mais

Programa de Capacitação Gerente Municipal de Convênios e Contratos - GMC

Programa de Capacitação Gerente Municipal de Convênios e Contratos - GMC Programa de Capacitação Gerente Municipal de Convênios e Contratos - GMC Programa de Capacitação - Gerente Municipal de Convênios e Contratos 1 Gerente Municipal de Convênios e Contratos OBJETIVOS GERAIS:

Leia mais

EVENTO CEU HORIZONTE/CE SNEAR/ME JUL/15

EVENTO CEU HORIZONTE/CE SNEAR/ME JUL/15 Centro de Iniciação i ao Esporte Gestão de Equipamento Esportivo EVENTO CEU HORIZONTE/CE SNEAR/ME JUL/15 Similaridades entre os projetos CIE e CEU: Projetos do PAC; Incentivo a participação comunitária;

Leia mais

A Experiência da Educação Corporativa no Estado de Pernambuco

A Experiência da Educação Corporativa no Estado de Pernambuco O Desafio das Universidades Corporativas no desenvolvimento de pessoas: Utopia ou requer criatividade? A Experiência da Educação Corporativa no Estado de Pernambuco 12 de Setembro/ 2007 N o 1976 Ano 30

Leia mais

SWAP II - Objetivos, Indicadores, Programas Elegíveis e Assistência Técnica por Setorial

SWAP II - Objetivos, Indicadores, Programas Elegíveis e Assistência Técnica por Setorial SWAP II - Objetivos, Indicadores, Programas Elegíveis e Assistência Técnica por Setorial Objetivos Prioritários e Problemas Visados Primários (Relacionados a Desembolso) Indicadores Secundários Programas

Leia mais

AÇÃO DE COMBATE À DENGUE: Micro-Crédito para Vedação de Caixas D água no Bairro Alto do Cristo Sobral/Ceará

AÇÃO DE COMBATE À DENGUE: Micro-Crédito para Vedação de Caixas D água no Bairro Alto do Cristo Sobral/Ceará AÇÃO DE COMBATE À DENGUE: Micro-Crédito para Vedação de Caixas D água no Bairro Alto do Cristo Sobral/Ceará 2004 Autores: Ondina Canuto (Assistente Social/Saúde) Sônia Forte (Assistente Social/SDUMA) Marli

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ Plano Plurianual 2004-2007

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ Plano Plurianual 2004-2007 Programa: SOCIAL INTEGRADA R$ 7.558.141,00 Assessorar a gestão das organizações sociais e implantar ações sociais integradas Incremento no número de Organizações Comunitárias apoiadas pelo Governo do Estado

Leia mais

Brasília, 18.11.2010

Brasília, 18.11.2010 Brasília, 18.11.2010 1 COREMEC (2006) Comitê de Regulação e Fiscalização dos Mercados Financeiro, de Capitais, de Seguros, de Previdência e Capitalização. Grupo de Trabalho: setor privado (membros auxiliares

Leia mais

INSTITUTO FACES DO BRASIL - PLANO DE AÇÃO 2006 DESAFIO 1: CONTRIBUIR PARA A CONSTRUCAO DO SISTEMA PÚBLICO DE CJES NO BRASIL

INSTITUTO FACES DO BRASIL - PLANO DE AÇÃO 2006 DESAFIO 1: CONTRIBUIR PARA A CONSTRUCAO DO SISTEMA PÚBLICO DE CJES NO BRASIL DESAFIO 1: CONTRIBUIR PARA A CONSTRUCAO DO SISTEMA PÚBLICO DE CJES NO BRASIL Faces protocolou no Conselho Nac. de Ecosol e demais órgãos competentes, a nova versão dos P&C's, e, o documento Sistema de

Leia mais

AÇÕES PARA DINAMIZAR O FUNCIONAMENTO DAS ASSOCIAÇÕES E COOPERATIVAS RURAIS

AÇÕES PARA DINAMIZAR O FUNCIONAMENTO DAS ASSOCIAÇÕES E COOPERATIVAS RURAIS AÇÕES PARA DINAMIZAR O FUNCIONAMENTO DAS ASSOCIAÇÕES E COOPERATIVAS RURAIS Objetivo Consolidar os resultados positivos alcançados pelas associações rurais, assistidas pela EMATER e dinamizar as suas ações,

Leia mais

PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE SAÚDE - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS"

PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE SAÚDE - A SANTA MARIA QUE QUEREMOS 1 - Apoiar a construção coletiva e implementação do Plano Realizar a Conferência com uma ampla participação da comunidade Sugerir propostas não contempladas na proposta do Plano Conferência Municipal de

Leia mais

Observando os Rios. Programa de Educação Ambiental e Mobilização para Gestão em Recursos Hídricos, desenvolvido pela Fundação SOS Mata Atlântica

Observando os Rios. Programa de Educação Ambiental e Mobilização para Gestão em Recursos Hídricos, desenvolvido pela Fundação SOS Mata Atlântica Observando os Rios Programa de Educação Ambiental e Mobilização para Gestão em Recursos Hídricos, desenvolvido pela Fundação SOS Mata Atlântica OBJETIVO: Capacitar cidadãos, usuários de água, sociedade

Leia mais

GESTÃO EFICIENTE 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO 2 JUSTIFICATIVA

GESTÃO EFICIENTE 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO 2 JUSTIFICATIVA GESTÃO EFICIENTE 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Promover eficiência na gestão de recursos para assegurar a realização da Estratégia, a partir de uma política organizacional de planejamento e execução

Leia mais

Associação de Reguladores de Energia dos Países de Língua Oficial Portuguesa

Associação de Reguladores de Energia dos Países de Língua Oficial Portuguesa II Conferência RELOP Associação de Reguladores de Energia dos Países de Língua Oficial Portuguesa AES SUL - Concessionária de Distribuição de Energia Elétrica da Região Sul do Brasil Estratégias Empresariais:

Leia mais

Consórcios públicos de regulação do saneamento básico

Consórcios públicos de regulação do saneamento básico Consórcios públicos de regulação do saneamento básico Formas de prestação de serviços públicos Centralizada Órgão da Adm. Pública Prestação de serviço público Direta Indireta Descentralizada Terceirização

Leia mais

Prêmio Itaú-Unicef Fundamentos da edição 2007. Ações Socioeducativas

Prêmio Itaú-Unicef Fundamentos da edição 2007. Ações Socioeducativas Fundamentos da edição 2007 Ações Socioeducativas I - conjuguem educação e proteção social como meio de assegurar o direito ao desenvolvimento integral de crianças e adolescentes de 6 a 18 anos em condições

Leia mais

Programa de Educação Ambiental

Programa de Educação Ambiental Programa de Educação Ambiental Programa Saber Faz Bem Sensibilizar professores e alunos de escolas municipais, estaduais e particulares, e moradores bairros periféricos sobre a necessidade da preservação

Leia mais

Criação e Implantação de um Núcleo de Inteligência Competitiva Setorial para o Setor de Farmácias de Manipulação e Homeopatia.

Criação e Implantação de um Núcleo de Inteligência Competitiva Setorial para o Setor de Farmácias de Manipulação e Homeopatia. Criação e Implantação de um Núcleo de Inteligência Competitiva Setorial para o Setor de Farmácias de Manipulação e Homeopatia Elisabeth Gomes 6º Conferencia Anual de Inteligência Competitiva IBC São Paulo

Leia mais

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR...o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff Julho/2014 0 APRESENTAÇÃO Se fôssemos traduzir o Plano de Governo 2015-2018

Leia mais

Workshop Saneamento Básico Fiesp. Planos Municipais de Saneamento Básico O apoio técnico e financeiro da Funasa

Workshop Saneamento Básico Fiesp. Planos Municipais de Saneamento Básico O apoio técnico e financeiro da Funasa Workshop Saneamento Básico Fiesp Planos Municipais de Saneamento Básico O apoio técnico e financeiro da Funasa Presidente da Funasa Henrique Pires São Paulo, 28 de outubro de 2015 Fundação Nacional de

Leia mais

PROJETO OUVIDORIA VAI À ESCOLA

PROJETO OUVIDORIA VAI À ESCOLA PROJETO OUVIDORIA VAI À ESCOLA SALVADOR 2012 GOVERNADOR Jaques Wagner VICE-GOVERNADOR Otto Alencar SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO Osvaldo Barreto Filho SUB-SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO Aderbal de Castro Meira Filho

Leia mais

Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro. O Estado do Rio de Janeiro atende ao 3º maior

Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro. O Estado do Rio de Janeiro atende ao 3º maior Apresentação: Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro Órgão integrante da Justiça Eleitoral O Estado do Rio de Janeiro atende ao 3º maior eleitorado do país (11.563.483 eleitores) 249 Cartórios Eleitorais

Leia mais

Seminário do Projeto DESAFIO Recife 19 de agosto

Seminário do Projeto DESAFIO Recife 19 de agosto Seminário do Projeto DESAFIO Recife 19 de agosto Democratização da Política de Serviços de Saneamento Básico por meio de Inovações Sociotécnicas. Lições para enfrentar os desafios. Escala Discussão fundamentada

Leia mais

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais Secretaria Nacional de Programas Urbanos CONCEITOS Área Urbana Central Bairro ou um conjunto de bairros consolidados com significativo acervo edificado

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRO REDONDO PLANO PLURIANUAL 2014/2017 ANEXO I - PROGRAMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL

PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRO REDONDO PLANO PLURIANUAL 2014/2017 ANEXO I - PROGRAMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRO REDONDO PLANO PLURIANUAL 2014/2017 ANEXO I - PROGRAMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL PROGRAMA: 0070- Gestão do SUS do Município OBJETIVO: Gerir e controlar

Leia mais

Implantação dos Requisitos Acreditação RN 277 (ANS)

Implantação dos Requisitos Acreditação RN 277 (ANS) Implantação dos Requisitos Acreditação RN 277 (ANS) Debates GVSaúde Acreditação Operadoras de Planos de Saúde Helton Marcondes Coordenação de Processos e Qualidade - GEPP Roteiro Unimed-BH em Números;

Leia mais

Missão Institucional da REMEQ-PB Promover a difusão de conhecimentos científicos e tecnológicos nas áreas de metrologia e qualidade, apoiando o desenvolvimento de pessoal e de infra-estrutura laboratorial,

Leia mais

BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE

BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA TERRITÓRIOS RIOS DA CIDADANIA Objetivos Os Territórios TERRITÓRIOS RIOS Os Territórios Rurais se caracterizam por: conjunto

Leia mais

PLANO DE DIRETRIZES E METAS DA AMOSC 2015

PLANO DE DIRETRIZES E METAS DA AMOSC 2015 PLANO DE DIRETRIZES E METAS DA AMOSC 2015 DIRETORIA EXECUTIVA/SECRETARIA EXECUTIVA Anexo 6 EIXOS DE ATUAÇÃO Representação Política Desenvolvimento Regional Assessoria Técnica Capacitação Processos Internos

Leia mais

Iniciativa de Água Potável e Saneamento

Iniciativa de Água Potável e Saneamento Banco Interamericano de Desenvolvimento Iniciativa de Água Potável e Saneamento Recife - PE, 11 de junho de 2007 Desde 1990 América Latina realizou avanços na provisão de água e saneamento... Coberturas

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

Políticas Públicas operadas pela EMATER/RS-ASCAR no RS

Políticas Públicas operadas pela EMATER/RS-ASCAR no RS Políticas Públicas operadas pela EMATER/RS-ASCAR no RS Crédito Rural - Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar - (Pronaf) Assessoria Técnica, Social e Ambiental (ATES) Assistência Técnica

Leia mais

CONSERVADOR DAS ÁGUAS LEI MUNICIPAL 2.100/2005

CONSERVADOR DAS ÁGUAS LEI MUNICIPAL 2.100/2005 CONSERVADOR DAS ÁGUAS LEI MUNICIPAL 2.100/2005 EXTREMA EXTREMO SUL DE MINAS. SERRA DA MANTIQUEIRA. 480 KM BH E 100 KM DA CIDADE DE SP. POPULAÇÃO 24.800 HABITANTES. CONTINUIDADE ADMINISTRATIVA DE 20 ANOS

Leia mais

Materializando o Direito à Água e aos Serviços de Saneamento Básico: Seminário de Pesquisa e Debate Projeto DESAFIO (www.desafioglobal.

Materializando o Direito à Água e aos Serviços de Saneamento Básico: Seminário de Pesquisa e Debate Projeto DESAFIO (www.desafioglobal. Materializando o Direito à Água e aos Serviços de Saneamento Básico: Seminário de Pesquisa e Debate Projeto DESAFIO (www.desafioglobal.org) Marcondes Sobreira. CAGECE Brasília, 9 de setembro de 2015 MATERIALIZANDO

Leia mais

Elaboração dos Planos de Saneamento Básico 13/12/2010. Nossa Realidade. Nossa Realidade. Nova Organização da Prestação de Serviços

Elaboração dos Planos de Saneamento Básico 13/12/2010. Nossa Realidade. Nossa Realidade. Nova Organização da Prestação de Serviços 13/12/2010 Quem somos Da união das indústrias Amanco, Braskem, Solvay Indulpa e Tigre, foi criado em julho de 2007, o Instituto Trata Brasil, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, para

Leia mais

A Política Pública da Medição Individualizada de Água em Condomínios

A Política Pública da Medição Individualizada de Água em Condomínios A Política Pública da Medição Individualizada de Água em Condomínios Eduardo Felipe Cavalcanti Especialista em Recursos Hídricos Agência Nacional de Águas Brasília/DF - Brasil Por que é uma boa política

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Meta e Estratégias. Meta

EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Meta e Estratégias. Meta EDUCAÇÃO AMBIENTAL Meta e Estratégias Meta Universalizar a educação socioambiental em todos os níveis e modalidades de ensino, como uma prática inter, multi e transdisciplinar, contínua e permanente nos

Leia mais

GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas. Adaptação em Gestão das Águas

GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas. Adaptação em Gestão das Águas GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas Adaptação em Gestão das Águas Meta e objetivos da sessão Meta considerar como a adaptação às mudanças climáticas pode ser incorporada na gestão

Leia mais

Reciclagem e Valorização de Resíduos Sólidos - Meio Ambiente e Sustentabilidade

Reciclagem e Valorização de Resíduos Sólidos - Meio Ambiente e Sustentabilidade SEMINÁRIO Reciclagem e Valorização de Resíduos Sólidos - Meio Ambiente e Sustentabilidade Universidade de São Paulo Escola Politécnica Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais 27 de maio de

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE Coordenação Regional de santa Catarina ATENÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE Coordenação Regional de santa Catarina ATENÇÃO ATENÇÃO Apresentação do Seminário A Lei da Política Nacional do Saneamento Básico (lei 11.445/07) e o Inquérito Civil Público Estadual 04/04/PGJ/MPSC, realizado nos dias 30 e 31 de outubro de 2008. Arquivos

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria do Meio Ambiente Secretaria da Agricultura e Abastecimento Dezembro de 2005 COBERTURA FLORESTAL (Inventário Florestal,

Leia mais

PROJETO ALTERNATIVO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E SOLIDÁRIO - PADRSS

PROJETO ALTERNATIVO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E SOLIDÁRIO - PADRSS SISTEMA CONTAG DE ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO SEC. DE POLÍTICA AGRÍCOLA - CONTAG - 1 PROJETO ALTERNATIVO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E SOLIDÁRIO - PADRSS SISTEMA CONTAG DE ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO

Leia mais

PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016

PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 Pilares do PSPA CRÉDITO PROMOÇÃO PROMOÇÃO DO DO CONSUMO PESQUEIRO PSPA INFRAESTRUTURA ASSISTÊNCIA TÉCNICA COMERCIALI

Leia mais

FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza

FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza FOME ZERO O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza Seminário Internacional sobre Seguro de Emergência e Seguro Agrícola Porto Alegre, RS -- Brasil 29 de junho a 2 de julho de 2005 Alguns

Leia mais

1ª Retificação do Edital Nº 024/2015

1ª Retificação do Edital Nº 024/2015 1ª Retificação do Edital Nº 024/2015 O Diretor Geral do Câmpus Juiz de Fora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais (IF Sudeste MG), no uso de suas atribuições

Leia mais

Gestão de Recursos Hídricos no Complexo da Penitenciária Feminina de Santana

Gestão de Recursos Hídricos no Complexo da Penitenciária Feminina de Santana Gestão de Recursos Hídricos no Complexo da Penitenciária Feminina de Santana Autor Edson Geraldo Vitorino de Souza SABESP Superintendência de Gestão de Empreendimentos da Metropolitana Disponibilidade

Leia mais

PLANEJAMENTO DA GESTÃO DE RSU

PLANEJAMENTO DA GESTÃO DE RSU PLANEJAMENTO DA GESTÃO DE RSU copyright A criatividade com visão de longo prazo Planejamento da Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos 27/08/2015 1 SUMÁRIO 1 ENQUADRAMENTO LEGAL 2 PLANO DE GESTÃO INTEGRADA

Leia mais

PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA. Banco Mundial

PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA. Banco Mundial PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA POR QUE O PROJETO Decisão Estratégica do Governo do Estado da Bahia Necessidade de avançar na erradicação da pobreza rural Existência de

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA POLÍTICA ESTADUAL DE APOIO AO COOPERATIVISMO

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA POLÍTICA ESTADUAL DE APOIO AO COOPERATIVISMO LEI N. 1.598, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2004 Institui a Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa do Estado do Acre decreta

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

Gestão Operacional Total

Gestão Operacional Total Gestão Operacional Total Melhoria da Imagem perante aos Clientes e Mercado Melhoria de Produtos e Processos Preservação dos Recursos Hídricos Roberto Teruya Aurélio Fiorindo Filho Alessandra Pavaneli Sorza

Leia mais

No presente estudo foram consideradas as seguintes premissas:

No presente estudo foram consideradas as seguintes premissas: 11. ANÁLISE DE VIABILIDADE ECONÔMICA O presente capítulo consiste da avaliação econômica do Plano Estadual de Recursos Hídricos. Esta avaliação objetiva quantificar e demonstrar os impactos da implementação

Leia mais

Implantação do Programa de vigilância à saúde dos trabalhadores do HGRS.

Implantação do Programa de vigilância à saúde dos trabalhadores do HGRS. Curso de Atualização Semipresencial Gestão das Condições De Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde 1. TÍTULO Implantação do Programa de vigilância à saúde dos trabalhadores do HGRS. Daniele da Silva

Leia mais

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+ CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA

Leia mais

Rio de Janeiro (RJ), 31 de Agosto de 2012. Heverthon Jeronimo da Rocha Gerente Técnico de Meio Ambienta - URBANA

Rio de Janeiro (RJ), 31 de Agosto de 2012. Heverthon Jeronimo da Rocha Gerente Técnico de Meio Ambienta - URBANA Rio de Janeiro (RJ), 31 de Agosto de 2012. Heverthon Jeronimo da Rocha Gerente Técnico de Meio Ambienta - URBANA Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Município de Natal Área 170,298

Leia mais

Capacitando, assessorando e financiando pequenos empreendimentos solidários a Obra Kolping experimenta um caminho entre empréstimos em condições

Capacitando, assessorando e financiando pequenos empreendimentos solidários a Obra Kolping experimenta um caminho entre empréstimos em condições Programa Fundo Solidário Construído para garantir inclusão socioeconômica Capacitando, assessorando e financiando pequenos empreendimentos solidários a Obra Kolping experimenta um caminho entre empréstimos

Leia mais

Ministério da Cultura

Ministério da Cultura SISTEMA NACIONAL DE CULTURA Processo de articulação, gestão, comunicação e de promoção conjunta de políticas públicas de cultura, mediante a pactuação federativa. Objetivo Geral do SNC Implementar políticas

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA DE EUNÁPOLIS

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA DE EUNÁPOLIS PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA DE EUNÁPOLIS Eunápolis, Julho/2013 1. CONTEXTUALIZAÇÃO Eunápolis possui a terceira maior população do Extremo Sul da Bahia estimada em 102 mil habitantes, sendo

Leia mais

GESTÃO DE EMPRESAS PARCEIRAS NA CELPA

GESTÃO DE EMPRESAS PARCEIRAS NA CELPA XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil GESTÃO DE EMPRESAS PARCEIRAS NA CELPA Severo Ferreira Sampaio Gelson Nunes Felfili

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável de Pólo Turístico Ribeirão Branco - SP

Desenvolvimento Sustentável de Pólo Turístico Ribeirão Branco - SP Desenvolvimento Sustentável de Pólo Turístico Ribeirão Branco - SP NOVA CAMPINA 1 Objetivo para potencializar o desenvolvimento sustentável de Pólos Turísticos Fortalecimento e integração dos elos da Cadeia

Leia mais

1 Qualificar os serviços de Abastecimento de água potável

1 Qualificar os serviços de Abastecimento de água potável nos núcleos rurais com mais de 10 economias nas áreas quilombolas nas áreas indígenas Planilha de Objetivos, Indicadores e Ações Viabilizadoras GT Saneamento A Santa Maria que queremos Visão: "Que até

Leia mais

Ações de Educação Ambiental do INEA com foco em recursos hídricos. Gerência de Educação Ambiental (GEAM/DIGAT/INEA)

Ações de Educação Ambiental do INEA com foco em recursos hídricos. Gerência de Educação Ambiental (GEAM/DIGAT/INEA) Ações de Educação Ambiental do INEA com foco em recursos hídricos Gerência de Educação Ambiental (GEAM/DIGAT/INEA) Ações: Agenda Água na Escola (SEA); Cartilha de atividades de sensibilização, pesquisa

Leia mais

CONTROLE DO GASTO PÚBLICO, DESDE AS PEQUENAS COMPRAS

CONTROLE DO GASTO PÚBLICO, DESDE AS PEQUENAS COMPRAS CONTROLE DO GASTO PÚBLICO, DESDE AS PEQUENAS COMPRAS Maria Leila Casagrande Angeliki Natsoulis Cestari Ana Paula P. Delfino Motta II Congresso Consad de Gestão Pública Painel 32: Qualidade do gasto público

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL Nº 254/2014

EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL Nº 254/2014 EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL Nº 254/2014 O Presidente do Instituto Pauline Reichstul-IPR, torna público que receberá inscrições para o processo seletivo de pessoal para atuação no projeto Ações Integradas

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA RESOLUÇÃO COEMA N 116, DE 03 DE JULHO DE 2014. Dispõe sobre as atividades de impacto ambiental

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Cozinha Escola Borda Viva

Mostra de Projetos 2011. Cozinha Escola Borda Viva Mostra de Projetos 2011 Cozinha Escola Borda Viva Mostra Local de: São José dos Pinhais Categoria do projeto: I - Projetos em implantação, com resultados parciais Nome da Instituição/Empresa: Associação

Leia mais

PREFEITURA DE XINGUARA

PREFEITURA DE XINGUARA 50/000-20 Anexo IV - Programas, Metas e Ações - (PPA Inicial) Página de 5 Programa: 000 AÇÃO LEGISLATIVA Manutenção da CMX através do apoio financeiro às atividades legislativas, custeio de despesas administrativas,

Leia mais

GESTÃO DO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA: AÇÕES IMEDIATAS APÓS A TRANSFERÊNCIA DOS ATIVOS

GESTÃO DO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA: AÇÕES IMEDIATAS APÓS A TRANSFERÊNCIA DOS ATIVOS GESTÃO DO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA: AÇÕES IMEDIATAS APÓS A TRANSFERÊNCIA DOS ATIVOS ILUMEXPO 2015 4ª Exposição e Fórum de Gestão de Iluminação Pública Luciana Hamada / Junho 2015 IBAM, MUNICÍPIO E

Leia mais