Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa. Teste prático de Imunologia (2º ano) 2014/2015

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa. Teste prático de Imunologia (2º ano) 2014/2015"

Transcrição

1 Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa Teste prático de Imunologia (2º ano) 2014/2015 Nome: nº pauta Turma (Dia/Hora) Cotação de cada pergunta certa: 0,5 valores; Cada pergunta errada desconta 0,1 valores na cotação final. Fazer um círculo à volta da resposta escolhida. PERGUNTAS 1 - Combinar cada termo (1, 2, 3) com a definição correta (A, B, C): 1. Afinidade; 2. Avidez; 3. Reatividade cruzada. A. A força da ligação entre uma imunoglobulina polimérica, contendo múltiplos anticorpos, e um ou mais antigénios de um agente patogénico. B. A capacidade dos anticorpos reagir com antigénios que não são os que inicialmente causaram a sua produção. C. A força da ligação entre um único anticorpo e um antigénio. A) 1. A.; 2. C.; 3. B. B) 1. B.; 2. A.; 3. C C) 1. A.; 2. B.; 3. C. D) 1. C.; 2. A.; 3. B. 2 - Numa reacção serológica na qual o antigénio e o anticorpo são ambos solúveis, quando misturados formam um complexo insolúvel que pode ser detectado macroscopicamente. Que tipo de ensaio é este? A) Precipitação B) Aglutinação C) Floculação D) Neutralização

2 3 - O que á zona de equivalência na interacção antigénio/anticorpo? A) Zona em que a precipitação óptima ocorre porque o número de locais polivalentes de Ag e Ab são aproximadamente iguais. B) Zona em que a aglutinação ocorre porque a concentração de hemácias é igual à de antigénio. C) Zona em que a temperatura permite uma boa ligação entre o anticorpo e o antigénio D) Zona em que o número de anticorpos permite ver a precipitação. 4 Qual destas condições pode ser adversa para uma reacção de eletroimunodifusão? A) Diminuição da força da corrente eléctrica. B) Alteração do ph do tampão. C) Alteração da força iónica do tampão. D) Todas as anteriores. 5 A electroforese seguida de difusão do anticorpo para fora dos poços, é a base do seguinte ensaio: A) Electroforese por imunofixação B) Imunoelectroforese C) Difusão dupla D) Ensaio dos Rockets 6 - Reacções de precipitação incluem todas as seguintes, EXCETO: A) Imunodifusão dupla B) ElectroImunodifusão C) Imunoelectroforese D) Fixação de anticorpos 7 - Uma amostra de antigénio e uma preparação de anticorpo testadas por imunodifusão revelaram três bandas, indicando que: A) Havia mais de um antígenio B) O anticorpo era impuro C) A temperatura era demasiado elevada D) Havia só um anticorpo e um antigénio

3 8 A Imunoelectroforese é uma técnica concebida para separar os componentes da mistura, e utiliza a electroforese: A) Antes da reacção com o anticorpo B) Antes da reacção com o antigénio C) Após reacção com o anticorpo D) Após a reacção com o antigénio 9 No ensaio dos rockets, o comprimento da precipitação é: A) Proporcional à quantidade de anticorpo em cada poço B) Inversamente proporcional à quantidade de anticorpo em cada poço C) Inversamente proporcional à quantidade de antigénio em cada poço D) Proporcional à quantidade de antigénio em cada poço 10 - Qual das seguintes ligações não participa na formação de complexos antigénio-anticorpo? A) Ligações hidrofóbicas B) Ligações covalentes C) Forças de Van der Waals D) Ligações de hidrogénio 11 Numa difusão dupla: A) Apenas é permitido migrar o antigénio no gel B) Apenas é permitido migrar anticorpo no gel C) Nem o anticorpo nem o antigénio irão migrar no gel D) Tanto o antigénio como o anticorpo irão migrar no gel 12 - Qual dos seguintes elementos serviria como veículo num teste de aglutinação? A) Soro humano B) Glóbulos brancos C) Eritrócitos D) Anticorpos 13- Uma das principais diferenças entre as reacções de aglutinação e precipitação é: A) O teste de aglutinação utiliza um antigénio solúvel, enquanto o teste de precipitação usa um antigénio insolúvel. B) O teste de aglutinação utiliza um antigénio na superfície de partículas, enquanto o teste de precipitação usa um antigénio solúvel. C) Aglutinação não exige zona de equivalência ao passo que a precipitação exige. D) A precipitação e aglutinação não requerem zona de equivalência.

4 14 - Uma vez que a aglutinação é muito mais sensível do que a técnica de precipitação, aglutinação passiva é utilizada para converter um sistema de precipitação num ensaio mais sensível. Como é feito? A) Ligar quimicamente o antigénio solúvel a partículas inertes, como eritrócitos, bactérias ou esferas de látex. B) Ligar quimicamente o antigénio solúvel a anticorpos. C) Ligar quimicamente o antigénio solúvel a células dendríticas. D) Ligar quimicamente o antigénio solúvel a partículas de vírus Qual o tipo de reação que existe quando os anticorpos se ligam aos receptores de superfície de um vírus, bloqueando assim a ligação viral às células? A) Opsonização B) Neutralização C) Aglutinação D) Inibição 16 - Num teste serológico o título de anticorpos de um doente para o HIV-1 foi de 16. Qual o significado deste valor? A) Um título de 16 indica que 1:16 era a maior diluição do soro que demonstrou uma reacção detectável com antigénio. B) Um título de 16 indica que 1:16 era a menor diluição do soro que demonstrou uma reacção detectável com antigénio. C) Um título de 16 indica 1:16 foi a reação do soro do vírus. D) Um título de 16 indica a relação de 1:16 com o antigénio presente na amostra Como se pode fazer a titulação dum soro? A) Preparar uma diluição em série da solução de Ac e adicionar um volume igual de suspensão de Ag para cada diluição. B) Preparar uma diluição em série da solução de Ag e adicionar um volume igual de tampão para cada diluição C) Preparar uma concentração em série da solução de Ac e adicionar um volume igual de suspensão de Ag para cada diluição D) Preparar uma diluição em série do plasma e adicionar um volume igual de Ac para cada diluição.

5 18 - Numa diluição em série (1:2, 1:4, 1:8, 1:16, 1:32, 1:64) não foi detectada nenhuma aglutinação no tubo com diluição de 1:64. O que é o título do anticorpo? A) 32 B) 16 C) 64 D) Não pode ser determinado. 19 Se quisesse fazer uma solução de 5 ml de soro com uma diluição de 1:20, qual o volume de soro inicial necessário? A) 0.25 ml B) 2 ml C) 0.5 ml D) 1 ml 20 - O teste de Coombs é utilizado nas seguintes situações clínicas: A) Teste de incompatibilidade de grupo sanguíneo. B) Doença hemolítica do recém-nascido. C) A anemia hemolítica auto-imune. D) Todas as alternativas anteriores Qual das seguintes reacções detecta antigénio ou anticorpo por reação colorimétrica? A) Testes de precipitação B) Testes de fixação do complemento C) ELISA D) Testes de aglutinação 22 Num ELISA indireto, a ordem que os reagentes devem ser adicionados é: A) B) C) D) (1- Anticorpo conjugado; 2-antigénio conhecido; 3- soro do doente; 4 substrato)

6 23 Num ensaio imunoenzimático: A) O anticorpo é ligado a uma enzima, que catalisa a reacção B) Substrato da reacção é convertido para um produto final colorido C) Antigénio ou anticorpo pode ser detectado quantitativamente com extrema sensibilidade. D) Todas as anteriores 24 - A maior desvantagem do ELISA directo é: A) A reactividade cruzada do anticorpo secundário é eliminada B) A reactividade cruzada pode ocorrer com o anticorpo secundário, resultando num sinal não específico C) Conjugar anticorpos primários com enzimas, o que é demorado e caro D) Apenas um anticorpo e menos passos são utilizados 25 - O imunoensaio competitivo pode ser utilizado: A) Para detectar quantidades muito pequenas de antigénio. B) Para detectar anticorpos associados com alergias (IgE) C) Ambos (a) e (b) D) Para detectar vestígios de drogas Um resultado positivo em ELISA sanduíche indica que o soro do paciente contém: A) Anticorpo específico B) Antigénio específico C) Citoquinas D) Nenhuma das anteriores 27 - O que aconteceria se o soro do doente fosse omisso do ELISA, mas todas as outras etapas fossem iguais? A) Anti-Ig humana conjugado não iria ligar-se e seria removida nas lavagens B) Os valores de absorvência seriam praticamente os mesmos que o controlo do ensaio C) C. Ambos (a) e (b) D) Anti-Ig humana conjugado ligar-se-ia de forma não específica à placa de ELISA 28 Num ELISA indirecto, o que aconteceria se o anticorpo anti-humano Ig-conjugado não fosse lavado antes do substrato ser adicionado? A) O ELISA não apresentava coloração quando o substrato fosse adicionado B) O ELISA iria desenvolver-se normalmente C) Todos os poços mostrariam uniformemente o desenvolvimento de cor devido à presença de conjugado anti-humano não ligado e em excesso D) Nenhuma das anteriores

7 29 - O teste de imunofluorescência é um processo citoquímico pelo qual o antigénio pode ser detectado dentro de tecidos. O princípio do teste é: A) A partir da conjugação ou acoplamento de anticorpos com um composto fluorescente. (Fluorocromo). B) Quando activado pela luz UV, o fluorócromo emite uma luz visível, que é característica do fluorocrómo utilizado. C) Quando activado por luz visível, o fluorócromo emite uma luz UB que é característica do fluorocrómo utilizados D) A e B apenas 30 - Num citómetro de fluxo: A) A quantidade da luz do laser que se dispersa para os lados das células dá informação relativa ao tamanho das células, à rugosidade da superfície das células e complexidade interna. B) A quantidade de luz visível que é dispersa para os lados das células dá informação relativa ao tamanho das células, a rugosidade da superfície das células e complexidade interna. C) As células podem ser separadas por diferenças na sua velocidade de fluxo através de um tubo muito estreito D) Nenhuma das anteriores Um imunoensaio foi realizado da seguinte maneira: O antigénio é ligado a um suporte sólido. O soro do doente é adicionado e o poço é lavado. São adicionados os anticorpos antiimunoglobulina humana marcados com enzima. O poço é lavado e substrato de enzima é adicionado e a actividade enzimática é determinada. Qual o nome deste imunoensaio? A) ELISA Sandwich B) ELISA Competitivo C) ELISA Indirecto D) ELISA Homogéneo 32 O soro é igual ao plasma menos. A) Fibrina B) Fibrinogénio C) Factores de coagulação D) Plaquetas

8 33 - Durante o processo de isolamento do plasma a partir de uma amostra de sangue, a centrifugação é realizada para sedimentar: A) Eritrócitos B) Proteínas do soro C) Linfócitos D) Macrófagos 34 - Citómetro de fluxo pode ser usado: A) Para contar diferentes subpopulações de linfócitos T em imunodeficiências virais e conhecer o prognóstico do estado de doença B) Para a detecção de anticorpos em pessoas infectadas. C) Para detectar vírus da imunodeficiência nos tecidos de doentes infectados. D) Nenhuma das anteriores. 35- Os parâmetros medidos na citometria de fluxo para o diagnóstico de doenças malignas hematológicas incluem todas as seguintes características, EXCETO: A) Ângulo direto dispersão da luz do laser B) Ângulo lateral de dispersão da luz do laser C) Anticorpo ligado superfície por fluorescência D) Nenhuma das anteriores 36 - O laser direto (Forward angle) de dispersão é proporcional: A) Tamanho da célula B) Complexidade nuclear / Complexidade citoplasmática C) Número de núcleos na célula D) Presença de marcadores proteicos na superfície celular

9 37 Para o dot-plot apresentado, diga qual a interpretação verdadeira: Doente A Doente B A) Quadrante esquerdo superior indica os linfócitos B B) Quadrante direito superior indica linfócitos T C) O doente A não tem linfócitos B D) Existem mais linfócitos B que T no doente B 38 Referente ao quadro anterior e para o doente A, qual a interpretação incorrecta: A) Quadrante esquerdo em baixo indica as células NK B) Quadrante direito em baixo indica os macrófagos C) Existem mais linfócitos T que células NK D) Existem mais linfócitos T citotóxicos que linfócitos B 39 - No quadro anterior, uma subpopulação de células do quadrante inferior direito foi colocada em contacto com IL-2. Qual o ensaio que utilizaria para quantificar este efeito? A) Ensaio de ELISA com antigénio CD8 B) Ensaio de citotoxicidade com Cr 51 C) Ensaio de proliferação celular com Timidina Tritiada (3[H]) D) Citometria de fluxo para detectar CD3 na superfície celular 40 Para o gráfico apresentado nesta pergunta, qual a população celular R1, R2 e R3, respectivamente? A) Neutrófilos, monócitos, macrofagos B) Linfócitos, monócitos, neutrófilos C) Células NK, neutrófilos, linfócitos D) Neutrólifos, linfócitos, monócitos

Imunoensaios no laboratório clínico

Imunoensaios no laboratório clínico Imunoensaios no laboratório clínico Onde pesquisamos Ag e Ac?? Imunoensaios detecção e quantificação de antígeno e anticorpo: Doenças infecciosas: diagnóstico da doença diferenciação da fase da doença

Leia mais

Imunidade Humoral. Células efectoras: Linfócitos B. (Imunoglobulinas)

Imunidade Humoral. Células efectoras: Linfócitos B. (Imunoglobulinas) Imunidade Humoral Células efectoras: Linfócitos B (Imunoglobulinas) Determinantes antigénicos Também conhecidos como epítopos, são porções do antigénio que reúnem aspectos físicos e químicos que favorecem

Leia mais

Ensaios imunes. Profª Heide Baida

Ensaios imunes. Profª Heide Baida Ensaios imunes Profª Heide Baida Introdução A produção de anticorpos, parte fundamental da resposta imune adaptativa e que compõem o que chamamos de resposta imune humoral, é o tipo de resposta específica

Leia mais

Ms. Romeu Moreira dos Santos

Ms. Romeu Moreira dos Santos Ms. Romeu Moreira dos Santos IMUNOVIR 2016 2015 INTRODUÇÃO As respostas imunes são úteis de dois modos para diagnosticar uma doença: Inicialmente Acs específicos podem ser utilizados para detectar ou identificar

Leia mais

Partículas sujeitas à análise: célula eucariótica; organelas citoplasmáticas; cromossomos; células agregadas (ex: células tumorais); bactérias;

Partículas sujeitas à análise: célula eucariótica; organelas citoplasmáticas; cromossomos; células agregadas (ex: células tumorais); bactérias; O QUE É: Processo no qual células, ou outras partículas biológicas, são forçadas a passar, num filete único, por sensores que são capazes de analisar as características físicas ou químicas das células

Leia mais

Aplicações de anticorpos em métodos diagnósticos

Aplicações de anticorpos em métodos diagnósticos Aula Prática Demonstrativa: Aplicações de anticorpos em métodos diagnósticos Introdução Profa. Cristina MED- 2017 Detecção de anticorpos (diagnóstico sorológico) Exemplo: detecção de anticorpos em jovem

Leia mais

Interação Antígeno Anticorpo. Profª Heide Baida

Interação Antígeno Anticorpo. Profª Heide Baida Interação Antígeno Anticorpo Profª Heide Baida Introdução T CD4+ memória MØ Resposta imune Ag Linfócito T CD4+ T CD4+ efetor * * * * * * * * * citocinas * * Linfócito B anticorpos B memória B Efetor (plasmócito)

Leia mais

REAÇÃO DE SOROAGLUTINAÇÃO

REAÇÃO DE SOROAGLUTINAÇÃO REAÇÃO DE SOROAGLUTINAÇÃO As reações de aglutinação são reações de floculação celular em que o antígeno é constituído por suspensão homogênea de células. Estas células podem ser bactérias, hemácias etc,

Leia mais

FISIOLOGIA ANIMAL II

FISIOLOGIA ANIMAL II DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE COIMBRA FISIOLOGIA ANIMAL II AULA 5 Teste ELISA para o VIH PAULO SANTOS 2006 1 OBJECTIVOS Consolidar conhecimentos relativos

Leia mais

Métodos imunológicos na avaliação da resposta à vacinação.

Métodos imunológicos na avaliação da resposta à vacinação. Métodos imunológicos na avaliação da resposta à vacinação. Patrícia Neves Laboratório de Tecnologia Imunológica VDTEC/Biomanguinhos Proteção vacinal A identificação de marcadores imunológicos que se correlacionem

Leia mais

Métodos de Pesquisa e Diagnóstico dos Vírus

Métodos de Pesquisa e Diagnóstico dos Vírus Métodos de Pesquisa e Diagnóstico dos Vírus Estratégias Isolamento em sistemas vivos Pesquisa de antígeno viral Pesquisa de anticorpos Pesquisa do ácido nucléico viral (DNA ou RNA) Pré requisitos para

Leia mais

PLANO DE ENSINO EMENTA

PLANO DE ENSINO EMENTA PLANO DE ENSINO DADOS DA DISCIPLINA Nome da Disciplina: Imunologia Curso: Farmácia Termo: 3º Carga Horária Semanal (h/a): 4 Carga Horária Semestral (h/a): 75 Teórica: 2 Prática: 2 Total: 4 Teórica: 30

Leia mais

FACULDADE META IMUNOLOGIA CLÍNICA. Profª MSc. Karolina Sabino.

FACULDADE META IMUNOLOGIA CLÍNICA. Profª MSc. Karolina Sabino. FACULDADE META IMUNOLOGIA CLÍNICA Profª MSc. Karolina Sabino. RIO BRANCO 2015 1 QUIMIOLUMINESCÊNCIA Fenômeno em que se obtém energia luminosa a partir de uma reação química; Opção de ensaio com elevada

Leia mais

Parâmetros de Validação dos Testes Sorológicos

Parâmetros de Validação dos Testes Sorológicos Resumo Parâmetros de Validação e Testes Sorológicos Não-Marcados Os testes sorológicos não-marcados se baseiam na interação entre antígenos e anticorpos e com base nisto, podem ser classificados como:

Leia mais

Detecção de IL-1 por ELISA sanduíche. Andréa Calado

Detecção de IL-1 por ELISA sanduíche. Andréa Calado Detecção de IL-1 por ELISA sanduíche Andréa Calado andreabelfort@hotmail.com ELISA O teste identifica e quantifica Ag ou Ac, utilizando um dos dois conjugados com enzimas; PRINCIPAIS TIPOS: INDIRETO:

Leia mais

Electroforese de proteínas plasmáticas

Electroforese de proteínas plasmáticas 6ª aula prática Electroforese de proteínas plasmáticas 1º Ano, Turma 6 Bioquímica I FMUC Objectivos Análise qualitativa de proteínas plasmáticas (separação por electroforese) Compreender a utilidade deste

Leia mais

Reações Ag-Ac. Testes Sorológicos / Técnicas de Imunodiagnóstico 03/06/2015 INTERAÇÕES ANTÍGENO-ANTICORPO

Reações Ag-Ac. Testes Sorológicos / Técnicas de Imunodiagnóstico 03/06/2015 INTERAÇÕES ANTÍGENO-ANTICORPO Reações Ag-Ac INTERAÇÕES ANTÍGENO-ANTICORPO Testes Sorológicos / Técnicas de Imunodiagnóstico Prof. Helio José Montassier Detecção, quantificação e caracterização de anticorpos (Acs) ou de antígenos (Ags)

Leia mais

Imunocromatografia e Dot-ELISA. Responsável Prof. Helio J. Montassier

Imunocromatografia e Dot-ELISA. Responsável Prof. Helio J. Montassier Imunocromatografia e Dot-ELISA Responsável Prof. Helio J. Montassier IMUNOCROMATOGRAFIA A imunocromatografia é uma técnica que começou a ser desenvolvida nos anos 60, sendo primeiro criada para o estudo

Leia mais

Aula: Histologia II. Sangue e linfa. Funções de hemácias, plaquetas e leucócitos.

Aula: Histologia II. Sangue e linfa. Funções de hemácias, plaquetas e leucócitos. Sangue e linfa. Funções de hemácias, plaquetas e leucócitos. PROFESSORA: Brenda Braga DATA: 10/04/2014 7. Tecidos Conjuntivos de Transporte 7.1. Sangue Centrifugação 55 % Plasma 45 % Elementos figurados

Leia mais

IMUNO-HEMATOLOGIA R E A G E N T E Q U I P O S COAGULAÇÃO AUTOIMUNIDADE VHS BIOLOGIA MOLECULAR HEMATOLOGIA

IMUNO-HEMATOLOGIA R E A G E N T E Q U I P O S COAGULAÇÃO AUTOIMUNIDADE VHS BIOLOGIA MOLECULAR HEMATOLOGIA IMUNO-HMATOLOGIA N G A R N T S COAGULAÇÃO VHS AUTOIMUNIDAD Q U I P A M HMATOLOGIA BIOLOGIA MOLCULAR Reagentes e equipamentos para metodologias de aglutinação em coluna, fluxo lateral e convencional em

Leia mais

4ª Ficha de Trabalho para Avaliação Biologia (12º ano)

4ª Ficha de Trabalho para Avaliação Biologia (12º ano) 4ª Ficha de Trabalho para Avaliação Biologia (12º ano) Ano Lectivo: 2008/2009 Nome: Nº Turma: CT Curso: CH-CT Data: 06/03/2009 Docente: Catarina Reis NOTA: Todas as Respostas são obrigatoriamente dadas

Leia mais

Imunologia. Introdução ao Sistema Imune. Lairton Souza Borja. Módulo Imunopatológico I (MED B21)

Imunologia. Introdução ao Sistema Imune. Lairton Souza Borja. Módulo Imunopatológico I (MED B21) Imunologia Introdução ao Sistema Imune Módulo Imunopatológico I (MED B21) Lairton Souza Borja Objetivos 1. O que é o sistema imune (SI) 2. Revisão dos componentes do SI 3. Resposta imune inata 4. Inflamação

Leia mais

2. Aplicabilidade: Bioquímicos/biomédicos do setor de imunologia

2. Aplicabilidade: Bioquímicos/biomédicos do setor de imunologia 1. Sinonímia: HIV triagem, HIV teste rápido. 2. Aplicabilidade: Bioquímicos/biomédicos do setor de imunologia 3. Aplicação clínica Utilizado para investigar a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana.

Leia mais

HBsAg Quantitativo Sistema ARCHITECT / Abbott (Clareamento do HBsAg)

HBsAg Quantitativo Sistema ARCHITECT / Abbott (Clareamento do HBsAg) HBsAg Quantitativo Sistema ARCHITECT / Abbott (Clareamento do HBsAg) USO PRETENDIDO O ensaio HBsAg é um imunoensaio de micropartículas por quimioluminescência (CMIA) para a determinação quantitativa do

Leia mais

Disciplina Biologia Celular

Disciplina Biologia Celular Disciplina Biologia Celular Profª Cristina Lacerda Soares Petrarolha Silva Curso de Biotecnologia FISMA / FEA Aula 3: Tecnologia da Biologia Celular Parte II Bio Cel Profª Cristina 1 1- Citoquímica Estudo

Leia mais

Sistema Imunitário. Prof. Ana Rita Rainho. 1

Sistema Imunitário. Prof. Ana Rita Rainho.  1 Prof. Ana Rita Rainho www.biogeolearning.com 1 www.biogeolearning.com 2 Cocos. Streptococcus sobrinus a crescer na superfície de um dente Vibriões. Vibrio cholerae Espirilos. Campylobacter jejuni Bacilos.

Leia mais

PROTEÍNAS Professores: Manoela e Marco Aurélio 2017

PROTEÍNAS Professores: Manoela e Marco Aurélio 2017 PROTEÍNAS Professores: Manoela e Marco Aurélio 2017 Bioquímica Celular Elementos químicos da matéria viva Principais substâncias presentes na matéria viva Proteínas - Nutriente construtor (função plástica)

Leia mais

TECIDO HEMATOPOIÉTICO E SANGUÍNEO

TECIDO HEMATOPOIÉTICO E SANGUÍNEO TECIDO HEMATOPOIÉTICO E SANGUÍNEO CARACTERÍSTICAS Denomina-se hematopoiese o processo de formação dos elementos figurados do sangue; A hematopoiese antes do nascimento ocorre no saco vitelínico do embrião

Leia mais

Disciplina de Imunologia 2013 UNESP/FCAV-Jaboticabal. Msc: Ketherson Rodrigues Silva (Médico Veterinário) Orientador: Prof. Dr. Hélio José Montassier

Disciplina de Imunologia 2013 UNESP/FCAV-Jaboticabal. Msc: Ketherson Rodrigues Silva (Médico Veterinário) Orientador: Prof. Dr. Hélio José Montassier Disciplina de Imunologia 2013 UNESP/FCAV-Jaboticabal Msc: Ketherson Rodrigues Silva (Médico Veterinário) Orientador: Prof. Dr. Hélio José Montassier Antes de entrar no laboratório, o estudante deverá vestir

Leia mais

TECIDO HEMATOPOIETICO E SANGUÍNEO

TECIDO HEMATOPOIETICO E SANGUÍNEO TECIDO HEMATOPOIETICO E SANGUÍNEO CARACTERÍSTICAS O sangue é o único tecido conjuntivo líquido do copo; Funções: + Transporte (O 2, CO 2, nutrientes, resíduos, hormônios); + Regulação (ph, temperatura,

Leia mais

Actividade prática: Constrói os teus Kits de Genética!

Actividade prática: Constrói os teus Kits de Genética! Actividade prática: Constrói os teus Kits de Genética! Mais uma vez vais vestir a tua bata de cientista e investigador e preparar o teu dia a dia no laboratório. Hoje é um dia especial, vais receber a

Leia mais

Interação Ag-AC Testes sorológicos primário e secundário. Disciplina: Imunologia Discente: Priscila Diniz Lopes Docente: Hélio J.

Interação Ag-AC Testes sorológicos primário e secundário. Disciplina: Imunologia Discente: Priscila Diniz Lopes Docente: Hélio J. Interação Ag-AC Testes sorológicos primário e secundário Disciplina: Imunologia Discente: Priscila Diniz Lopes Docente: Hélio J. Montassier 2016 Antígeno e anticorpo Anticorpos: formas secretadas dos receptores

Leia mais

IMUNOGENÉTICA. Sistemas Sangüíneos Eritrocitários

IMUNOGENÉTICA. Sistemas Sangüíneos Eritrocitários IMUNOGENÉTICA Sistemas Sangüíneos Eritrocitários CONCEITOS GERAIS Antígenos (Ag): substância (geralmente proteína) capaz de induzir resposta imune específica Pode ser expresso geneticamente na superfície

Leia mais

Sangue e Sistema Imunitário. Isabel Alcobia IHBD-FM/IMM

Sangue e Sistema Imunitário. Isabel Alcobia IHBD-FM/IMM Sangue e Sistema Imunitário Isabel Alcobia IHBD-FM/IMM halcobia@medicina.ulisboa.pt Anatomia e Histologia Mestrado Integrado de Engenharia Biomédica 2016/2017 Células hematopoiéticas Sangue Medula óssea

Leia mais

MÉTODOS DE ESTUDO DE BACTÉRIAS BUCAIS

MÉTODOS DE ESTUDO DE BACTÉRIAS BUCAIS LABORATÓRIO DE ANAERÓBIOS http://www.icb.usp.br/bmm/mariojac MÉTODOS DE ESTUDO DE BACTÉRIAS BUCAIS Prof. Dr. Mario J. Avila-Campos Para que isolar microrganismos? - Conhecer os diferentes tipos microbianos

Leia mais

Estrutura e função dos anticorpos. Alessandra Barone

Estrutura e função dos anticorpos. Alessandra Barone Estrutura e função dos anticorpos Alessandra Barone Estrutura e função dos anticorpos Anticorpos Glicoproteínas produzidas e excretadas por plasmócitos derivadas dos linfócitos B após exposição a antígenos

Leia mais

BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 14 HISTOLOGIA ANIMAL: TECIDOS ADIPOSO, HEMATOPOIÉTICO E SANGUÍNEO

BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 14 HISTOLOGIA ANIMAL: TECIDOS ADIPOSO, HEMATOPOIÉTICO E SANGUÍNEO BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 14 HISTOLOGIA ANIMAL: TECIDOS ADIPOSO, HEMATOPOIÉTICO E SANGUÍNEO Célula mesenquimatosa indiferenciada Núcleo Lipoblasto Mitocôndria gotas de gordura as gotas de gordura coalescem

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS (CIPHARMA) IMUNO-HEMATOLOGIA. Doutoranda Débora Faria Silva

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS (CIPHARMA) IMUNO-HEMATOLOGIA. Doutoranda Débora Faria Silva UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS (CIPHARMA) IMUNO-HEMATOLOGIA Doutoranda Débora Faria Silva Prof. Drª Simone Aparecida Rezende Maio/ 2016 Produtos

Leia mais

Carlos Sinogas Imunologia 2016/17

Carlos Sinogas Imunologia 2016/17 Teoria de Paul-Ehrlich (1900) Características da resposta imune Especificidade Discriminação entre diferente moléculas e resposta apenas às relevantes Adaptabilidade Capacidade de resposta a entidades

Leia mais

Objectivo: Separar uma proteína das restantes no extracto celular. Estratégia: Existem inúmeras técnicas de purificação disponíveis.

Objectivo: Separar uma proteína das restantes no extracto celular. Estratégia: Existem inúmeras técnicas de purificação disponíveis. Objectivo: Separar uma proteína das restantes no extracto celular Estratégia: Existem inúmeras técnicas de purificação disponíveis. O procedimento exacto e a ordem dos métodos a aplicar dependem do tipo

Leia mais

Antígenos e Imunoglobulinas

Antígenos e Imunoglobulinas Curso: farmácia Componente curricular: Imunologia Antígenos e Imunoglobulinas DEYSIANE OLIVEIRA BRANDÃO Antígenos (Ag) São estruturas solúveis ou particuladas reconhecidas pelo organismo como estranha

Leia mais

Receptores de Antígeno no Sistema Imune Adaptativo

Receptores de Antígeno no Sistema Imune Adaptativo Receptores de Antígeno no Sistema Imune Adaptativo Captura e apresentação dos Ag microbianos ativação dos linfócitos: ocorre após ligação do Ag a receptores: Linfócito B: Ac ligados à membrana Linfócito

Leia mais

Disciplina: Imunologia Tema: Imunologia Iniciando o Conteúdo

Disciplina: Imunologia Tema: Imunologia Iniciando o Conteúdo Disciplina: Imunologia Tema: Imunologia Iniciando o Conteúdo Os microrganismos patogênicos são capazes de provocar doenças? A principal função do sistema imunológico é, prevenir ou limitar infecções causadas

Leia mais

Células do Sistema Imune

Células do Sistema Imune Células Células do Sistema Imune Linfócitos NK Células Dendríticas Macrófagos e Monócitos Neutrófilos Eosinófilos Mastócitos Basófilos 1 2 Linfócitos São as únicas células com receptores específicos para

Leia mais

ScanGel NEUTRAL Cards Cards

ScanGel NEUTRAL Cards Cards ScanGel NEUTRAL 86429 48 Cards 86430 1080 Cards GEL NEUTRO Grupo ABO, despiste de Ac irregulares, compatibilidade IVD Todos os produtos fabricados e comercializados pela empresa Bio-Rad são submetidos

Leia mais

Resposta imune a vírus. Regis Mariano de Andrade/Cleonice Alves de Melo Bento Médico Infectologista (FIOCRUZ)/Professora de Imunologia(UNIRIO)

Resposta imune a vírus. Regis Mariano de Andrade/Cleonice Alves de Melo Bento Médico Infectologista (FIOCRUZ)/Professora de Imunologia(UNIRIO) Resposta imune a vírus Regis Mariano de Andrade/Cleonice Alves de Melo Bento Médico Infectologista (FIOCRUZ)/Professora de Imunologia(UNIRIO) Conceitos básicos sobre vírus Tamanho: 30 300nm Estrutura:

Leia mais

FUNDAMENTOS DE CITOMETRIA DE FLUXO. Dayane Alves Costa Priscilla Ramos Costa Programa de Alergia e Imunopatologia- LIM 60 USP

FUNDAMENTOS DE CITOMETRIA DE FLUXO. Dayane Alves Costa Priscilla Ramos Costa Programa de Alergia e Imunopatologia- LIM 60 USP FUNDAMENTOS DE CITOMETRIA DE FLUXO Dayane Alves Costa Priscilla Ramos Costa Programa de Alergia e Imunopatologia- LIM 6 USP CITOMETRIA DE FLUXO CITO METRIA DE FLUXO CÉLULA MEDIDA MOVIMENTO Caracterização

Leia mais

Universidade Federal Fluminense Resposta do hospedeiro às infecções virais

Universidade Federal Fluminense Resposta do hospedeiro às infecções virais Universidade Federal Fluminense Resposta do hospedeiro às infecções virais Disciplina de Virologia Departamento de Microbiologia e Parasitologia (MIP) Mecanismos de resposta inespecífica Barreiras anatômicas

Leia mais

PAULO EDUARDO BRANDÃO, PhD DEPARTAMENTO DE MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA E SAÚDE ANIMAL FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA UNIVERSIDADE

PAULO EDUARDO BRANDÃO, PhD DEPARTAMENTO DE MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA E SAÚDE ANIMAL FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA UNIVERSIDADE PAULO EDUARDO BRANDÃO, PhD DEPARTAMENTO DE MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA E SAÚDE ANIMAL FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO 1. DEFINIÇÃO 2. PRINCÍPIO 3. APLICAÇÕES

Leia mais

O SANGUE HUMANO. Professora Catarina

O SANGUE HUMANO. Professora Catarina O SANGUE HUMANO Professora Catarina SANGUE Principais funções: Transportar O 2 e nutrientes a todas as células do corpo; Recolher CO 2 e excreções; Transportar hormônios; Proteger o corpo contra a invasão

Leia mais

Escola Secundária Dr. Manuel Gomes de Almeida

Escola Secundária Dr. Manuel Gomes de Almeida Escola Secundária Dr. Manuel Gomes de Almeida Ficha de trabalho de Biologia - 12º Ano Sistema Imunitário Nome: N º: Turma: Data: Professor: Encarregado(a) de Educação: 1. Para cada uma das seguintes questões,

Leia mais

ScanGel Monoclonal ABO/RH1/RH Cards Cards

ScanGel Monoclonal ABO/RH1/RH Cards Cards ScanGel Monoclonal ABO/RH1/RH1 86494 48 Cards 86444 288 Cards GEL FORMULADO COM REAGENTES MONOCLONAIS DE ORIGEM MURINA OU HUMANA Prova directa ABO. Determinação dos Ag RH1 IVD Todos os produtos fabricados

Leia mais

Método : HPLC (Cromatografia Líquida de Alta Performance) por troca Iônica. Material: Sangue Edta

Método : HPLC (Cromatografia Líquida de Alta Performance) por troca Iônica. Material: Sangue Edta GLICOSE Resultado: 77 mg/dl 70 a 99 mg/dl Método: Enzimático Material: Soro Resultado(s) Anterior(es) Em 28/04/12: 90 HEMOGLOBINA GLICADA Resultado HbA1c: 5,0 % Não diabéticos: De 4 a 6% Bom controle :

Leia mais

Diagnóstico Laboratorial de Infecções Virais. Profa. Claudia Vitral

Diagnóstico Laboratorial de Infecções Virais. Profa. Claudia Vitral Diagnóstico Laboratorial de Infecções Virais Profa. Claudia Vitral Importância do diagnóstico laboratorial virológico Determinar a etiologia e acompanhar o curso de uma infecção viral Avaliar a eficácia

Leia mais

UNISALESIANO. Profª Tatiani

UNISALESIANO. Profª Tatiani UNISALESIANO Profª Tatiani CARACTERÍSTICAS FÍSICO- QUÍMICAS DO SANGUE O sangue constitui o líquido corporal que se encontra dentro dos vasos sanguíneos e que através do sistema circulatório participa da

Leia mais

Sessão 1: Os Princípios e as Técnicas da Biologia Molecular do Séc XXI

Sessão 1: Os Princípios e as Técnicas da Biologia Molecular do Séc XXI Sessão 1: Os Princípios e as Técnicas da Biologia Molecular do Séc XXI Menu do dia: -DNA RNA proteína - Sequenciação de genomas (Clonagem, electroforese em gel) - Transcritoma (Microarrays) - Organismos

Leia mais

O sangue e seus constituintes. Juliana Aquino. O sangue executa tantas funções que, sem ele, de nada valeria a complexa organização do corpo humano

O sangue e seus constituintes. Juliana Aquino. O sangue executa tantas funções que, sem ele, de nada valeria a complexa organização do corpo humano O sangue e seus constituintes Juliana Aquino O sangue executa tantas funções que, sem ele, de nada valeria a complexa organização do corpo humano O sangue e seus constituintes É através da circulação sanguínea

Leia mais

Resposta Imunológica humoral. Alessandra Barone

Resposta Imunológica humoral. Alessandra Barone Resposta Imunológica humoral Alessandra Barone Estimulada por antígenos extracelulares Mediada por anticorpos produzidos por plasmócitos. Linfócito B Resposta T independente: Estimulada diretamente por

Leia mais

Imunidade adaptativa (adquirida / específica):

Imunidade adaptativa (adquirida / específica): Prof. Thais Almeida Imunidade inata (natural / nativa): defesa de primeira linha impede infecção do hospedeiro podendo eliminar o patógeno Imunidade adaptativa (adquirida / específica): após contato inicial

Leia mais

Métodos sorológicos de Diagnóstico e Pesquisa. Reação Ag-Ac in vitro

Métodos sorológicos de Diagnóstico e Pesquisa. Reação Ag-Ac in vitro Métodos sorológicos de Diagnóstico e Pesquisa Reação Ag-Ac in vitro Testes sorológicos Uso de soro ou outros fluidos biológicos de paciente p/ diagnóstico laboratorial Demonstração de anticorpos específicos

Leia mais

Os ana no Diagnóstico Laboratorial das Doenças Autoimunes. Maria José Rego de Sousa

Os ana no Diagnóstico Laboratorial das Doenças Autoimunes. Maria José Rego de Sousa Os ana no Diagnóstico Laboratorial das Doenças Autoimunes Maria José Rego de Sousa indice capítulo 1 Introdução... 7 capítulo 2 Nota histórica... 8 capítulo 3 Princípio do teste de imunofluorescência...

Leia mais

Anticorpos. Antígenos. Imunologia SISTEMAS DE GRUPOS SANGUINEOS. Tipos de Anticorpos. Imunohematologia 02/11/2010. Definição:

Anticorpos. Antígenos. Imunologia SISTEMAS DE GRUPOS SANGUINEOS. Tipos de Anticorpos. Imunohematologia 02/11/2010. Definição: Imunologia SISTEMAS DE GRUPOS SANGUINEOS Sistemas ABO / Rh Reação Ag + Ac AgAc Estabilidade da reação antígeno - anticorpo Existência de especificidade Condições físico-químicas apropriadas Potência do

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DAS FRAÇÕES GAMA-GLOBULINA E IgG POR IMUNOELETROFORESE. Doutoranda Priscila Diniz Lopes

CARACTERIZAÇÃO DAS FRAÇÕES GAMA-GLOBULINA E IgG POR IMUNOELETROFORESE. Doutoranda Priscila Diniz Lopes CARACTERIZAÇÃO DAS FRAÇÕES GAMA-GLOBULINA E IgG POR IMUNOELETROFORESE Doutoranda Priscila Diniz Lopes DEFINIÇÕES Eletroforese é um termo amplo que se refere à migração de todos os solutos ou partículas

Leia mais

Química Analítica Ambiental II

Química Analítica Ambiental II Química Analítica Ambiental II Prof. Morun Bernardino Neto, DSc ESPECTROFOTOMETRIA II INSTRUMENTOS E APLICAÇÕES BREVE REVISÃO O gráfico abaixo mostra o espectro de absorção de um protetor solar que absorve

Leia mais

O SISTEMA IMUNITÁRIO

O SISTEMA IMUNITÁRIO O SISTEMA IMUNITÁRIO Orgãos do Sistema Immunitário Nódulos linfáticos Timo Baço Medula Óssea ORIGEM DOS DIFERENTES COMPONENTES CELULARES Medula Óssea Linfócitos T Osso Células NK Células progenitoras linfoides

Leia mais

COMPLEXO PRINCIPAL DE HISTOCOMPATIBILIDADE - MHC. Profa Valeska Portela Lima

COMPLEXO PRINCIPAL DE HISTOCOMPATIBILIDADE - MHC. Profa Valeska Portela Lima COMPLEXO PRINCIPAL DE HISTOCOMPATIBILIDADE - MHC Profa Valeska Portela Lima Introdução Todas as espécies possuem um conjunto de genes denominado MHC, cujos produtos são de importância para o reconhecimento

Leia mais

Defesa não Especifica. Realizado por: Ricardo Neves

Defesa não Especifica. Realizado por: Ricardo Neves Defesa não Especifica Realizado por: Ricardo Neves Como se defende o nosso corpo das doenças? Vacinas? Como são feitas? Como funcionam? http://www.theimmunology.com/animations/vaccine.htm Constituição

Leia mais

mundo inteiro com uma variedade de aplicações como clonagem, genotipagem e sequenciamento.

mundo inteiro com uma variedade de aplicações como clonagem, genotipagem e sequenciamento. mundo inteiro com uma variedade de aplicações como clonagem, genotipagem e sequenciamento. necessária para que você possa alcançar o melhor desempenho nesta técnica. AGAROSE A agarose é um polissacarídeo

Leia mais

São macromoléculas com alto peso molecular, formadas por unidades denominadas aminoácidos (aa), ligados entre si através de ligações peptídicas.

São macromoléculas com alto peso molecular, formadas por unidades denominadas aminoácidos (aa), ligados entre si através de ligações peptídicas. AS PROTEÍNAS São macromoléculas com alto peso molecular, formadas por unidades denominadas aminoácidos (aa), ligados entre si através de ligações peptídicas. Mais de 100 aa Menos de 100 aa polipeptídeo

Leia mais

Contagem eletrônica automatizada realizada em equipamento Sysmex XE-D 2100 Roche.

Contagem eletrônica automatizada realizada em equipamento Sysmex XE-D 2100 Roche. HEMOGRAMA COMPLETO ERITROGRAMA Eritrócitos : 3,24 milhões/mm3 3,9-5,03 Hemoglobina : 11,2 g/dl 12,0-15,5 Hematócrito : 32,8 % 34,9-44,5 VCM : 101,2 fl 81,6-98,3 HCM : 34,6 pg 26,0-34,0 CHCM : 34,1 % 31,0-36,0

Leia mais

Imunidade adaptativa celular

Imunidade adaptativa celular Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Pós-graduação em Imunologia Básica e Aplicada Disciplina RIM 5757 Integração Imunologia Básica-Clínica Imunidade adaptativa celular Cássia

Leia mais

Reações de Hipersensibilidade

Reações de Hipersensibilidade UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA Reações de Hipersensibilidade Conceito Todos os distúrbios causados pela resposta imune são chamados de doenças de Hipersensibilidade Prof. Gilson C.Macedo Classificação

Leia mais

Ativação de linfócitos B mecanismos efetores da resposta Humoral Estrutura e função de imunoglobulinas

Ativação de linfócitos B mecanismos efetores da resposta Humoral Estrutura e função de imunoglobulinas Ativação de linfócitos B mecanismos efetores da resposta Humoral Estrutura e função de imunoglobulinas Estrutura de uma molécula de anticorpo Imunoglobulinas. São glicoproteínas heterodiméricas e bifuncionais

Leia mais

Departamento de Bioquímica Instituto de Química USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316N Professores. Carlos T. Hotta Ronaldo B.

Departamento de Bioquímica Instituto de Química USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316N Professores. Carlos T. Hotta Ronaldo B. Departamento de Bioquímica Instituto de Química USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316N 2016 Professores Carlos T. Hotta Ronaldo B. Quaggio 1 1. Um extrato de proteínas foi obtido a partir da

Leia mais

Aspectos Moleculares da Inflamação:

Aspectos Moleculares da Inflamação: Patologia Molecular Lucas Brandão Aspectos Moleculares da Inflamação: os mediadores químicos inflamatórios Inflamação São uma série de eventos programados que permitem com que Leucócitos e outras proteínas

Leia mais

Docente: Disciplina: Curso: Ano: Regime: Categoria: Horário Semanal: Enquadramento e Objectivos da Disciplina: Sistema de avaliação:

Docente: Disciplina: Curso: Ano: Regime: Categoria: Horário Semanal: Enquadramento e Objectivos da Disciplina: Sistema de avaliação: Docente: Cristina Almeida Disciplina: Técnicas de Hematologia I Curso: Licenciatura em Análises Clínicas e Saúde Pública Ano: 2º Regime: Semestral (S1) Categoria: Nuclear Horário Semanal: Seis horas (2

Leia mais

Imunologia. Diferenciar as células e os mecanismos efetores do Sistema imune adquirido do sistema imune inato. AULA 02: Sistema imune adquirido

Imunologia. Diferenciar as células e os mecanismos efetores do Sistema imune adquirido do sistema imune inato. AULA 02: Sistema imune adquirido Imunologia AULA 02: Sistema imune adquirido Professor Luiz Felipe Leomil Coelho Departamento de Ciências Biológicas E-mail: coelho@unifal-mg.edu.br OBJETIVO Diferenciar as células e os mecanismos efetores

Leia mais

Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra Ano Lectivo 2011/2012. Unidade Curricular de BIOQUÍMICA I Mestrado Integrado em MEDICINA 1º Ano

Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra Ano Lectivo 2011/2012. Unidade Curricular de BIOQUÍMICA I Mestrado Integrado em MEDICINA 1º Ano Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra Ano Lectivo 2011/2012 Unidade Curricular de BIOQUÍMICA I Mestrado Integrado em MEDICINA 1º Ano ENSINO PRÁTICO E TEORICO-PRÁTICO 1ª AULA PRÁTICA 1. Composição

Leia mais

Sangue e Sistema Linfoide

Sangue e Sistema Linfoide Sangue e Sistema Linfoide Objetivos da aula os estudantes deverão ser capazes de... Listar os componentes celulares (fração celular) e não celulares (fração fluida) do sangue e relatar sua morfologia e

Leia mais

O sistema imune é composto por células e substâncias solúveis.

O sistema imune é composto por células e substâncias solúveis. Definição: estudo do sistema imune (SI) e dos mecanismos que os seres humanos e outros animais usam para defender seus corpos da invasão de microorganimos Eficiente no combate a microorganismos invasores.

Leia mais

Imunologia 2ª parte. Aplicações práticas (alguns exemplos) Técnicas laboratoriais para diagnóstico e monitorização. das imunodeficiências primárias:

Imunologia 2ª parte. Aplicações práticas (alguns exemplos) Técnicas laboratoriais para diagnóstico e monitorização. das imunodeficiências primárias: Imunologia 2ª parte Aplicações práticas (alguns exemplos) Técnicas laboratoriais para diagnóstico e monitorização da doença alérgica das imunodeficiências primárias: Testes que avaliam os componentes humoral

Leia mais

Universidade de Évora ICAAM Laboratório de Microbiologia do Solo 18/07/ /07/2011

Universidade de Évora ICAAM Laboratório de Microbiologia do Solo 18/07/ /07/2011 Universidade de Évora ICAAM Laboratório de Microbiologia do Solo Ana Neves José Neto 18/07/2011-22/07/2011 Responsável: Solange Oliveira Investigadoras: Marta Laranjo Ana Alexandre Rizóbios são bactérias

Leia mais

Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra Ano Lectivo 2009/2010. Unidade Curricular de BIOQUÍMICA II Mestrado Integrado em MEDICINA 1º Ano

Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra Ano Lectivo 2009/2010. Unidade Curricular de BIOQUÍMICA II Mestrado Integrado em MEDICINA 1º Ano Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra Ano Lectivo 2009/2010 Unidade Curricular de BIOQUÍMICA II Mestrado Integrado em MEDICINA 1º Ano ENSINO PRÁTICO E TEORICO-PRÁTICO 7ª AULA PRÁTICA Determinação

Leia mais

31/10/2013 HEMOGRAMA. Prof. Dr. Carlos Cezar I. S. Ovalle. Introdução. Simplicidade. Baixo custo. Automático ou manual.

31/10/2013 HEMOGRAMA. Prof. Dr. Carlos Cezar I. S. Ovalle. Introdução. Simplicidade. Baixo custo. Automático ou manual. 3//3 HEMOGRAMA Prof. Dr. Carlos Cezar I. S. Ovalle Introdução Simplicidade Baixo custo Automático ou manual Muita informação 3//3 Introdução Componentes celulares eritrócitos plaquetas linfócitos leucócitos

Leia mais

Avaliação da Capacidade para Frequência do Ensino Superior de Candidatos Maiores de 23 anos

Avaliação da Capacidade para Frequência do Ensino Superior de Candidatos Maiores de 23 anos Avaliação da Capacidade para Frequência do Ensino Superior de Candidatos Maiores de 23 anos 2016 QUÍMICA Conteúdos Programáticos MATERIAIS - Origem - Constituição e composição dos materiais: - Constituição

Leia mais

Faculdade de Medicina. Bioquímica I

Faculdade de Medicina. Bioquímica I Faculdade de Medicina Bioquímica I Aprofundar conhecimentos acerca da composição química do sangue Determinar o Hematócrito INTRODUÇÃO O sangue é constituído por plasma e células sanguíneas, de entre as

Leia mais

Introdução. Sangue. Tecido líquido Elementos figurados. Plasma. Glóbulos Sanguíneos. Matriz Extracelular. Glóbulos Vermelhos. Plasma.

Introdução. Sangue. Tecido líquido Elementos figurados. Plasma. Glóbulos Sanguíneos. Matriz Extracelular. Glóbulos Vermelhos. Plasma. Introdução Sangue Tecido líquido Elementos figurados Glóbulos Sanguíneos Plasma Matriz Extracelular Plasma Glóbulos Vermelhos Capilar Plaquetas Glóbulos Brancos http://www.sobiologia.com.br/conteudos/histologia/epitelio16.php

Leia mais

Programas de Controlo de Qualidade Externo UK NEQAS GRUPAGEM SANGUÍNEA

Programas de Controlo de Qualidade Externo UK NEQAS GRUPAGEM SANGUÍNEA Programas de Controlo de Qualidade Externo UK NEQAS GRUPAGEM SANGUÍNEA Programas Disponíveis Programa Analito/Aspectos avaliados Nº de distribuições por ano Nº de amostras por distribuição R Todos os aspectos

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Unidade Universitária CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Curso: Farmácia Disciplina: Imunologia Básica Código da Disciplina 02014890 Professor(es) Yoshimi Imoto Yamamoto Etapa 4ª. Carga horária:

Leia mais

TECIDO SANGUÍNEO Livro 4 Frente A Pág 22

TECIDO SANGUÍNEO Livro 4 Frente A Pág 22 1) FUNÇÕES ØTransporte (gases, nutrientes, hormônios e excretas); ØDefesa do organismo; ØManutenção da temperatura corpórea; TECIDO SANGUÍNEO Livro 4 Frente A Pág 22 2) ORIGEM 2) ORIGEM Ø O processo de

Leia mais

Microscopia de fluorescência e suas aplicações. Unidade Curricular: Neurofisiologia Ciências Biomédicas 1º ciclo, 3º ano 1º Semestre 2015/2016

Microscopia de fluorescência e suas aplicações. Unidade Curricular: Neurofisiologia Ciências Biomédicas 1º ciclo, 3º ano 1º Semestre 2015/2016 Microscopia de fluorescência e suas aplicações Unidade Curricular: Neurofisiologia Ciências Biomédicas 1º ciclo, 3º ano 1º Semestre 2015/2016 Microscopia de fluorescência e suas aplicações Atividade prática

Leia mais

CRISTALOGRAFIA DE PROTEÍNAS Crescimento de cristais

CRISTALOGRAFIA DE PROTEÍNAS Crescimento de cristais Crescimento de cristais Referências: Crystallization of Nucleic Acids and Proteins. A Practical Approach. Second Edition. Edited by A.Ducruix e R.Giegé.Oxford University Press. 1999. Protein Crystallization:

Leia mais

Roteiro. Métodos diagnósticos: conceitos gerais. Download da aula e links. Introdução. Fases de um programa sanitário. Parâmetros. PCR ou ELISA?

Roteiro. Métodos diagnósticos: conceitos gerais. Download da aula e links. Introdução. Fases de um programa sanitário. Parâmetros. PCR ou ELISA? Roteiro Métodos diagnósticos: conceitos gerais. Apresentação de conceitos e suas inter relações. Reação de Elisa e PCR como exemplos. Prof. Dr. Fábio Gregori Laboratório de Biologia Molecular Aplicada

Leia mais

Tópicos de Imunologia Celular e Molecular (Parte 2)

Tópicos de Imunologia Celular e Molecular (Parte 2) IMUNOLOGIA BÁSICA Tópicos de Imunologia Celular e Molecular (Parte 2) Prof. M. Sc. Paulo Galdino Os três outros tipos de hipersensibilidade ( II, III e IV) têm em comum uma reação exagerada do sistema

Leia mais

Diagnóstico de infecções virais

Diagnóstico de infecções virais UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE CIÊNCIAS BÁSICAS DA SAÚDE LABORATÓRIO DE VIROLOGIA Diagnóstico de infecções virais Equipe de Virologia UFRGS & IPVDF www.ufrgs.br/labvir Diagnóstico

Leia mais

Zika/Dengue TRIO ECO Teste

Zika/Dengue TRIO ECO Teste Zika/Dengue TRIO ECO Teste Porque precisamos utilizar o TRIO Zika/Dengue Ab/Ag ECO Teste? A homologia da proteína do vírus Zika e Dengue está entre 53-58%, de modo que o teste sorológico Zika pode apresentar

Leia mais

Hematopoese. Prof. Archangelo P. Fernandes Profa. Alessandra Barone

Hematopoese. Prof. Archangelo P. Fernandes Profa. Alessandra Barone Hematopoese Prof. Archangelo P. Fernandes Profa. Alessandra Barone www.profbio.com.br Sangue Tecido fluido circulante, formado por uma fase sólida de células diferenciadas e por uma fase líquida denominada

Leia mais

QUÍMICA 12º ANO ACTIVIDADE DE PROJECTO CONSTRUÇÃO DE UMA PILHA PROPOSTA DA METODOLOGIA 2010/ º Período

QUÍMICA 12º ANO ACTIVIDADE DE PROJECTO CONSTRUÇÃO DE UMA PILHA PROPOSTA DA METODOLOGIA 2010/ º Período QUÍMICA 12º ANO ACTIVIDADE DE PROJECTO CONSTRUÇÃO DE UMA PILHA PROPOSTA DA METODOLOGIA Henrique Fernandes, número 9 Ricardo Cunha, número 20 Jéssica Lopes, número 26 Professor Ângelo Fernandes Turma B

Leia mais