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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE GESTÃO DE ATIVIDADES DE PRODUÇÃO EM AMBIENTE DE TI DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL DOCUMENTO PROTEGIDO PELA LEI DE DIREITO AUTORAL Por: Elisabeth Lumena Becker Orientador Professor Cleber Gonzaga Brasília Agosto/2008

2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO A VEZ DO MESTRE 2 GESTÃO DE ATIVIDADES DE PRODUÇÃO EM AMBIENTE DE TI DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Apresentação de monografia à Universidade Candido Mendes como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Gestão Estratégica e Qualidade. Por: Elisabeth Lumena Becker

3 AGRADECIMENTOS 3 Primeiro a Deus pela graça concedida; aos meus familiares e amigos e a todos os professores, que contribuíram direta ou indiretamente para a realização deste trabalho, incentivando e apoiando meu desenvolvimento pessoal e acadêmico.

4 4 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho a Deus por minha filha Ana Maria e por minha vida, a minha mãe Sonia Thereza (em memória) pelo eterno incentivo ao estudo e também ao meu pai Edison (em memória) por me preparar para a vida. A todos aqueles que direta ou indiretamente colaboraram na coleta, seleção e organização de fatos e propostas de solução que culminaram com este trabalho.

5 5 RESUMO A tecnologia da informação possui um papel vital nas organizações e o gerenciamento dos serviços de TI passa a ser uma ferramenta estratégica para que uma empresa possa alcançar uma melhor visibilidade dos seus negócios, controle das operações e eficiência operacional. O Brasil possui um papel de destaque no cenário mundial pelos investimentos que as empresas estão fazendo tanto na melhoria de seus sistemas de gerenciamento de TI quanto na busca contínua de alinhamento estratégico de TI com os negócios. Com isso este trabalho ilustra uma consolidação e análise de dados coletados, principalmente de empresas fornecedoras da área de Tecnologia da Caixa Econômica Federal, para composição das necessidades oriundas da atual conjuntura de governança do ambiente e serviços de tecnologia - a gestão a cargo de funcionários cuja falta de qualificação agrega sutil vulnerabilidade à empresa - o que requer aperfeiçoar os conhecimentos no universo do planejamento, controle, desenvolvimento e ação, bem como agregar recursos humanos qualificados.

6 6 METODOLOGIA A metodologia utilizada será a investigação empírica do ambiente de produção da REROPBR Representação de Operações Tecnológicas da Caixa Econômica Federal, onde atualmente atuo como especialista. Esta pesquisa visa, através de da análise do documento técnico elaborado pela Caixa Econômica Federal para o processo licitatório da gestão de TI apontando as necessidades teórico-práticas para evolução da absorção de atividades de planejamento e análise da produção de sistemas, bem como coletar informações quanto às necessidades para atingir a meta. Como complemento da pesquisa será realizada coleta de dados que se desenvolverá principalmente em sítios tecnológicos de hardware e software de fornecedores da empresa. A Caixa Econômica Federal pretende otimizar sua governança em TI e absorver algumas atividades atualmente terceirizadas. O objetivo é reassumir a inteligência da manutenção do processo produtivo que se perdeu com a terceirização. O trabalho visa mensurar e identificar fatores que forneçam subsídios para incorporar as tendências atuais da gestão de TI na Caixa Econômica Federal, bem como contribuir na definição de estratégias mais adequadas ao objetivo atual da empresa.

7 SUMÁRIO 7 INTRODUÇÃO 8 CAPÍTULO I - TI da Caixa Econômica Federal 10 CAPÍTULO II - Aspectos Técnicos de Gestão da Mudança da TI na Caixa Econômica Federal 12 CAPÍTULO III - Resultados da Gestão de TI 50 CONCLUSÃO 55 BIBLIOGRAFIA 56 GLOSSÁRIO 58 ÍNDICE 60 ÍNDICE DE FIGURAS 622 FOLHA DE AVALIAÇÃO 62

8 INTRODUÇÃO 8 O planejamento e a gestão em um ambiente de TI representam a potencialização das possibilidades de lucro para uma organização. Aliás, com a globalização a prosperidade de uma empresa depende da forma pela qual as decisões são tomadas. A instantaneidade das informações e a rapidez de acesso a dados mostram que o conhecimento é o grande ativo no mundo atual. Por isso, a Caixa Econômica Federal, como outras grandes empresas no mundo, estão investindo cada vez mais em tecnologias de informação, visando principalmente à tempestividade no compartilhamento de informações. O advento da era da informação nas últimas décadas tornou obsoleto muitas das premissas fundamentais da concorrência, vislumbramos uma época em que para obter vantagens competitivas sustentáveis é necessária a rápida alocação de novas tecnologias e, portanto, investir em pessoal especializado para operar e agenciar tal tecnologia na mesma velocidade das mudanças que se referem a esta. Conforme o modelo atual de terceirização, as atividades do contingente de recursos humanos da Caixa Econômica Federal, são basicamente de gestão de TI, voltadas para o acompanhamento e direcionamento de tarefas, isto é, as demandas são recebidas e redirecionadas para equipe terceirizada responsável pela execução. Visando otimizar a sistemática de governança de seu ambiente e serviços de tecnologia a Caixa Econômica Federal, aproveitando-se do encerramento do atual contrato de terceirização de serviços, deu ênfase no processo licitatório para o novo contrato de terceirização, à questão da transferência de conhecimentos na vigência do novo contrato (um ano). Para

9 9 tanto solicitou a suas representações que efetuassem plano de absorção das atividades previstas no edital de concorrência numero 035/2006 CPL/BR (Comissão Permanente de Licitação/Brasília). Tal medida tem como principal objetivo, o aprimoramento do seu quadro de pessoal, eliminando dessa forma a possibilidade de surgimento de eventuais pontos de vulnerabilidade no trato da informação. Nesse contexto, a Caixa Econômica Federal vem intensificando os seus esforços no sentido de absorver a inteligência das atividades desenvolvidas nas Representações de Operações Tecnológicas; e, através da presente monografia, nos deteremos mais especificamente nas atividades de produção da Representação de Brasília. O capitulo I consiste na descrição do objetivo deste trabalho. No capitulo II foi montado roteiro para elaboração do trabalho contendo as diretrizes adotadas para sua consecução, bem como estão descritas as atividades que devem ser absorvidas em função da concorrência da Caixa Econômica Federal numero 035/2006 CPL/BR, divide as atividades por nível de conhecimento e classifica-as em função da absorção. Este capítulo além de enfocar os requisitos matérias e humanos desejáveis para absorção das atividades anteriormente elencadas, enfatizando a importância de treinamentos para capacitação dos recursos humanos necessários, sugere uma metodologia para a absorção, bem como uma alternativa integrada as condições atuais da Caixa Econômica Federal. O capítulo III apresenta metodologia para mensurar o conhecimento adquirido no decorrer do prazo de absorção, bem como avaliar o sucesso do planejamento efetuado nas condições propostas.

10 CAPÍTULO I TI da Caixa Econômica Federal 10 Na Caixa Econômica Federal, é possível observar uma imensa gama de sistemas de informação, voltados para a área financeira, controle de produtos e procedimentos, recursos humanos, informações gerenciais, etc. De um modo geral, eles facilitam a tomada de decisão e ajudam a controlar os diferentes processos desenvolvidos na organização, bem como contribuem de forma bastante positiva para a evolução da mesma. Este capítulo consiste na simples descrição do objetivo deste trabalho, cujo foco é o atual direcionamento de gestão da Caixa Econômica Federal visando otimizar a sistemática de governança de seu ambiente de TI. De uma maneira geral busca identificar, analisar e avaliar os recursos humanos e materiais necessários para absorção de atividades, diante de alterações na postura da área de TI. Este trabalho tem a pretensão de mostrar que o processo de melhoria e mudança inicia-se com gestão, treinamento e recursos humanos qualificados ao desenvolvimento das atividades, necessitando um conjunto de técnicas e procedimentos, que passa pelo recrutamento para atrair candidatos potencialmente qualificados, treinamento adequado ao desenvolvimento das competências profissionais e aprimoramento individual, planejamento, organização, acompanhamento e monitoração da metodologia aplicada visando evitar falhas e caso existam, corrigi-las em tempo hábil, sem prejudicar a meta desejada. Tem como objetivo principal, apresentar ações idealizadas para prover a absorção, por parte dos empregados CAIXA da Supervisão de Planejamento e

11 11 Análise de Produção da REROPBR, do know-how dos técnicos da empresa terceirizada vencedora do Novo Contrato de Terceirização. Esta transferência de conhecimento está prevista no Objeto 3 do Edital, sendo descrita no Anexo I C, do mesmo. Consta que a Contratada será responsável pelas ações voltadas ao desenvolvimento de competências, técnicas ou não, para assimilação das atividades pelos empregados da CAIXA, devendo esta assimilação estar concluída ao final do período de vigência do contrato (1 ano).

12 CAPÍTULO II Aspectos Técnicos de Gestão da Mudança da TI na Caixa Econômica Federal 12 Por meio do Plano Estratégico, uma organização irá determinar o caminho a seguir para atingir seus objetivos de melhoria da qualidade, atendendo os princípios preceituados na sua Missão. Este capítulo trata da descrição do planejamento efetuado pára consecução do trabalho apresentando as ações idealizadas para prover a absorção, por parte de empregados da Caixa Econômica Federal, mais especificamente da Supervisão de Planejamento e Análise de Produção da Representação de Operações de Brasília - REROPBR, do know-how dos técnicos da empresa terceirizada vencedora do Novo Contrato de Terceirização. A maioria das organizações já empreendeu projetos e esforços de planejamento estratégico sem, contudo, conseguir alcançar os objetivos desejados, exatamente por tratarem sua iniciativa como projeto e não como processo e, como não entendem o planejamento estratégico como processo, carecem da visão que lhes permitiria conceber os métodos para a execução do plano. O sucesso de uma organização não é alcançado por meio de uma brilhante estratégia. É alcançado por meio de uma brilhante execução da estratégia. Na verdade, a execução da estratégia é mais importante do que a estratégia em si. Robert Kaplan & David Norton

13 13 Segundo Kaplan e Norton, criadores da metodologia de medição e avaliação do desempenho conhecida como Balanced Scorecard, 90% das organizações não implementam seus planos estratégicos. Para que se compreenda melhor esta situação, apresenta-se a seguir o ciclo PDCA (Plan- Do-Check-Act), o mais importante conceito da gestão pela qualidade, para um processo de planejamento estratégico. O giro do ciclo não tem fim, já que se trata de um processo de aprendizagem contínua. Este ciclo é ilustrado a seguir: Figura 1 - Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) Diretrizes adotadas para o planejamento estratégico: Com base nas atividades previstas para serem executadas pela Contratada no ambiente de produção, descritas no Anexo I C do Edital, observamos a existência de atividades não realizadas pelo pessoal CAIXA, tanto por falta de conhecimentos específicos para a sua realização quanto por falta de contingente necessário (LNP). Salientamos que poucas atividades são parcialmente executadas pelo contingente CAIXA. Isso forma o escopo do que deverá ser a absorção integral por funcionários CAIXA ao fim do contrato, a princípio de um ano.

14 14 A metodologia utilizada estabelece condições que deverão ser observadas para viabilizar esta absorção, incluindo o que se prevê como necessário, em termos de recursos humanos e materiais. Para que haja a transferência efetiva de ações e de conhecimentos da Contratada para a CAIXA, seria condição sine qua non o incremento de funcionários para atender as novas demandas de produção, bem como os treinamentos para qualificação necessária. Entretanto a aplicação da teoria à prática na atual conjuntura da CAIXA, poderia inviabilizar a absorção no prazo esperado. Neste sentido elaboramos alternativa à metodologia sugerida, onde treinamentos seriam substituídos por WORKSHOP s e FÒRUNS TÉCNICOS e a absorção se daria com os recursos existentes. Visando atingir aos objetivos, foi elaborado método de absorção intercalando acompanhamento, treinamentos, WORKSHOP s ou FÒRUNS TÉCNICOS necessários à capacitação, execução com acompanhamento in loco e a distância. As atividades foram classificadas e divididas em três: planejamento, produção e acompanhamento, visando facilitar o enquadramento aos treinamentos necessários ao desempenho de cada grupo de atividades. Foram criados critérios para apontar se a pretendida absorção ocorreu de fato e em que grau, ou seja, os objetos que caracterizam se o funcionário CAIXA está apto ou não a desempenhar as novas atividades (comprovação teórica e prática). Neste caso também se estabeleceu à correlação escalar entre o sucesso ou não do empregado na avaliação e o grau que se pode atribuir a isso em termos de transferência de conhecimento.

15 15 Foi feito cronograma de acompanhamento da transferência que se expressa pela execução dos eventos citados acima Atividades Objeto da Absorção Neste capítulo são relacionadas as atividades descritas no item 9.4 do anexo I C do edital de concorrência numero 035/2006 CPL/BR da Caixa Econômica Federal. Na referida concorrência os serviços contratados são descritos como atividades de controle, qualidade e conformidade no âmbito das Representações de Operações Tecnológicas, compreendendo implementação dos processos de governança de ambiente e serviços de tecnologia, realizadas pela Caixa Econômica federal e empresas contratadas, desempenhando atividades de planejamento, transferência de conhecimento, controle e qualidade, envolvendo as diversas plataformas de tecnologia utilizadas e sistemas de informação processados pela Caixa Econômica Federal. Os serviços deverão ser realizados pela contratada, responsável pelas ações voltadas ao desenvolvimento de competências, técnicas ou não, para assimilação das atividades pelos empregados da Caixa Econômica Federal. Portanto o grande objetivo do contrato será a preparação da Caixa Econômica Federal para assimilar as atividades ao final do seu período de vigência (um ano). Conforme o modelo atual de terceirização, as atividades do contingente CAIXA são basicamente de acompanhamento e direcionamento de tarefas, isto é, as demandas são recebidas e redirecionadas para equipe terceirizada responsável pela execução. Visando auxiliar na visualização da situação atual dividimos as atividades não realizadas por falta de conhecimento das atividades

16 16 parcialmente realizadas, onde podemos supor um conhecimento superficial das mesmas. Tal levantamento evidenciou grande necessidade de capacitação técnica para consecução da nova estruturação. Então para absorção de conhecimentos pelos empregados e visando facilitar a implantação, os serviços foram classificados em três grupos pelo tipo de atividade a ser executada: voltadas para planejamento, voltadas para produção e voltadas para acompanhamento. A análise das atividades, por sua peculiaridade, evidenciou alta complexidade, bem como alto nível de impacto, motivo pelo qual tais argumentos acabaram sendo desconsiderados para referida classificação. Portanto foram adotados critérios de acordo com o nível do treinamento para know how necessário à execução de determinado tipo de atividade. Com base nessa classificação os treinamentos foram direcionados de acordo com a atividade a ser executada. Entenda-se que esta subdivisão é apenas para facilitar e direcionar os treinamentos necessários Atividades específicas da supervisão de planejamento e análise de produção previstas no edital As atividades descritas no item 9.4 do anexo I C do edital de concorrência numero 035/2006 CPL/BR da Caixa Econômica Federal são as listadas a seguir. Acompanhar e atuar, conforme o caso, na resolução dos problemas ocorridos nos sistemas em produção;

17 17 Acompanhar execuções de processamentos batch, on-line e de scripts automatizados dos sistemas aplicativos no ambiente de TI da CAIXA; Analisar demandas e sugerir a necessidades de recursos tecnológicos; Analisar os pareceres emitidos pelos técnicos e propor ações de correção; Avaliar possíveis impactos quando da implantação de novas aplicações nos ambientes operacionais já estabelecidos, sugerindo os ajustes necessários; Copiar JOB da produção, módulos, SYSINS, adequar PROCEDURES e efetuar as customizações necessárias; Criar e/ou manter rotinas de apoio aos processos em produção; Disponibilizar os sistemas nos horários e prazos programados nos ambientes de TI da CAIXA (produção); Divulgar o planejamento das rotinas de produção; Efetuar análise de impacto de sistemas e propor prazos e alternativas; Elaborar e analisar relatórios de análise de performance e desempenho de aplicações e novas implementações, com emissão de pareceres; Elaborar e controlar os BACK-UP dos sistemas aplicativos, dos sistemas operacionais e demais BACK-UP da instalação; Elaborar e implementar processos de automatização de rotinas; Elaborar, documentar e implementar as rotinas de produção dos sistemas aplicativos nas ferramentas de automação; Elaborar, documentar e implementar novos aplicativos e/ou fases operativas no ambiente de produção; Elaborar, documentar e implementar novos fluxos produtivos e/ou rotinas eventuais; Elaborar, documentar e implementar rotinas de produção a serem executadas;

18 18 Elaborar, documentar e implementar rotinas de recuperação e reinício de processos; Executar padrões de gerenciamento de arquivos; Identificar situações e padrões para as necessidades de recuperação ou reinício de processos; Identificar, propor e implementar indicadores para o dimensionamento do custo na utilização de recursos; Implementar e documentar novos fluxos produtivos e/ou rotinas eventuais para validação e testes nos ambientes; Implementar e orientar padrões de gerenciamento de arquivos; Implementar medidas para correção de quaisquer incidentes/problemas ou deficiências observadas na produção de sistemas; Implementar novos fluxos produtivos e/ou rotinas eventuais; Implementar procedimentos de alocação e hierarquia de STORAGE; Implementar rotinas e processos referentes às implementações e manutenções de sistemas; Interagir tecnicamente com o responsável pela rotina ou pelo sistema onde existir pendência para a correção; Participar da elaboração cronograma de implantação e manutenção de sistemas e acordo de nível operacional; Prover suporte as implantações a sistemas aplicativos; Recuperar processos em ambiente de TI da CAIXA (homologação, desenvolvimento e produção) de acordo com a documentação disponibilizada; Verificar o atendimento quanto ao cumprimento das normas de padronização dos sistemas;

19 2.2.2 Atividades as quais a supervisão de planejamento e análise de produção necessitará de absorção de conhecimento 19 Conforme o modelo atual de terceirização, as atividades do contingente CAIXA são basicamente de gestão de TI, acompanhamento e direcionamento de tarefas, isto é, as demandas são recebidas e redirecionadas para equipe terceirizada responsável pela execução. Visando auxiliar na visualização da situação atual dividimos as atividades não realizadas por falta de conhecimento das atividades parcialmente realizadas, onde podemos supor um conhecimento superficial das mesmas Atividades não realizadas por falta de conhecimento Analisar demandas e sugerir as necessidades de recursos tecnológicos; Avaliar possíveis impactos quando da implantação de novas aplicações nos ambientes operacionais já estabelecidos, sugerindo os ajustes necessários; Copiar JOB da produção, módulos, SYSINS, adequar PROCEDURES e efetuar as customizações necessárias; Criar e/ou manter rotinas de apoio aos processos em produção; Disponibilizar os sistemas nos horários e prazos programados nos ambientes de TI da CAIXA (produção); Efetuar análise de impacto de sistemas e propor prazos e alternativas; Elaborar e analisar relatórios de análise de performance e desempenho de aplicações e novas implementações, com emissão de pareceres;

20 20 Elaborar e controlar os BACK-UP dos sistemas aplicativos, dos sistemas operacionais e demais BACK-UP da instalação; Elaborar e implementar processos de automatização de rotinas; Elaborar, documentar e implementar as rotinas de produção dos sistemas aplicativos nas ferramentas de automação; Elaborar, documentar e implementar novos fluxos produtivos e/ou rotinas eventuais; Elaborar, documentar e implementar rotinas de produção a serem executadas; Elaborar, documentar e implementar rotinas de recuperação e reinício de processos; Executar padrões de gerenciamento de arquivos; Identificar, propor e implementar indicadores para o dimensionamento do custo na utilização de recursos; Implementar e documentar novos fluxos produtivos e/ou rotinas eventuais para validação e testes nos ambientes; Implementar e orientar padrões de gerenciamento de arquivos; Implementar novos fluxos produtivos e/ou rotinas eventuais; Implementar procedimentos de alocação e hierarquia de STORAGE; Implementar rotinas e processos referentes às implementações e manutenções de sistemas; Prover suporte as implantações a sistemas aplicativos; Recuperar processos em ambiente de TI da CAIXA (homologação, desenvolvimento e produção) de acordo com a documentação disponibilizada Atividades parcialmente realizadas (gestão) Acompanhar e atuar, conforme o caso, na resolução dos problemas ocorridos nos sistemas em produção;

21 21 Acompanhar execuções de processamentos batch, on-line e de scripts automatizados dos sistemas aplicativos no ambiente de TI da CAIXA; Analisar os pareceres emitidos pelos técnicos e propor ações de correção; Divulgar o planejamento das rotinas de produção; Elaborar, documentar e implementar novos aplicativos e/ou fases operativas no ambiente de produção; Identificar situações e padrões para as necessidades de recuperação ou reinício de processos; Implementar medidas para correção de quaisquer incidentes/problemas ou deficiências observadas na produção de sistemas; Interagir tecnicamente com o responsável pela rotina ou pelo sistema onde existir pendência para a correção; Participar da elaboração cronograma de implantação e manutenção de sistemas e acordo de nível operacional; Verificar o atendimento quanto ao cumprimento das normas de padronização dos sistemas. 2.3 Classificação das atividades da supervisão de planejamento e análise de produção para o novo modelo Considerando a nova estruturação para absorção de conhecimentos pelos empregados e visando facilitar a implantação, os serviços foram classificados em três grupos pelo tipo de atividade a ser executada. A análise das atividades de produção, por sua peculiaridade, evidenciou alta complexidade, bem como alto nível de impacto, motivo pelo qual tais argumentos acabaram sendo desconsiderados para referida classificação.

22 22 Portanto foram adotados critérios de acordo com o nível do treinamento para know how necessário à execução de determinado tipo de atividade. Com base nessa classificação os treinamentos foram direcionados de acordo com a atividade a ser executada. Entenda-se que esta subdivisão é apenas para facilitar e direcionar os treinamentos necessários Atividades voltadas para o planejamento Executar padrões de gerenciamento de arquivos. Implementar e orientar padrões de gerenciamento de arquivos. Implementar procedimentos de alocação e hierarquia de STORAGE. Analisar demandas e sugerir as necessidades de recursos tecnológicos. Identificar, propor e implementar indicadores para o dimensionamento do custo na utilização dos recursos. Implementar novos fluxos produtivos e/ou rotinas eventuais. Avaliar possíveis impactos quando da implantação de novas aplicações nos ambientes operacionais já estabelecidos, sugerindo os ajustes necessários. Efetuar análise de impacto de sistemas e propor prazos e alternativas. Elaborar, documentar e implementar rotinas de produção a serem executadas. Implementar rotinas e processos referentes às implementações e manutenções de sistemas. Prover suporte as implementações a sistemas aplicativos. Recuperar processos em ambiente de TI da CAIXA (homologação, desenvolvimento e produção) de acordo com a documentação disponibilizada.

23 Atividades voltadas para a produção Copiar JOB da produção, módulos, SYSINS, adequar PROCEDURES e efetuar as customizações necessárias. Disponibilizar os sistemas nos horários e prazos programados nos ambientes de TI da CAIXA (produção). Analisar os pareceres emitidos pelos técnicos e propor ações de correção. Participar da elaboração de cronograma de implantação e manutenção de sistemas e acordo de nível operacional. Criar e/ou manter rotinas de apoio aos processos em produção. Elaborar e analisar relatórios de análise de performance e desempenho de aplicações e novas implementações com emissão de pareceres. Elaborar, documentar e implementar as rotinas de produção dos sistemas aplicativos nas ferramentas de automação. Elaborar, documentar e implementar novos aplicativos e/ou fases operativas no ambiente de produção. Elaborar, documentar e implementar novos fluxos produtivos e/ou rotinas eventuais. Implementar e documentar novos fluxos produtivos e/ou rotinas eventuais para validação e testes nos ambientes. Elaborar e implementar processos de automatização de rotinas. Elaborar, documentar e implementar rotinas de recuperação e reinício de processos. Interagir tecnicamente com o responsável pela rotina ou pelo sistema onde existir pendência para a correção.

24 2.3.3 Atividades voltadas para o acompanhamento 24 Acompanhar e atuar, conforme o caso, na resolução dos problemas ocorridos nos sistemas em produção. Acompanhar execuções de processamentos batch, on-line e de scripts automatizados dos sistemas aplicativos no ambiente de TI da CAIXA. Divulgar o planejamento das rotinas de produção. Elaborar e controlar os BACKUP dos sistemas aplicativos, dos sistemas operacionais e demais BACKUP da instalação. Verificar o atendimento quanto ao cumprimento das normas de padronização dos sistemas. Identificar situações e padrões para as necessidades de recuperação ou reinício de processos. Implementar medidas para correção de quaisquer incidentes/problemas ou deficiências observadas na produção de sistemas. 2.4 Requisitos Desejáveis Para Absorção A aprendizagem organizacional é o foco dos processos de gestão contemporâneos. Diversos autores teorizam que as empresas atualmente são vistas como instituições de aprendizagem, onde o conhecimento é parte fundamental no processo. Teorias e práticas de sucesso em treinamentos existem em diversos livros além de artigos onde encontramos citações de que se a empresa percebe e comprova que o treinamento é um poderoso instrumento de alavancagem de negócios e resultados, um diferencial competitivo e uma necessidade constante para aperfeiçoamento e reciclagem dos seus colaboradores, com certeza ela vai tratar as ações de treinamento com mais

25 25 seriedade e como um investimento estratégico e prioritário, principalmente se está em processo de mudança organizacional. Peter Senge, entre outros autores, desenvolve trabalhos sobre a gestão do comportamento organizacional, especialmente na concepção de "organizações de aprendizagem" ou Learning Organization. Tem pesquisado a possibilidade de aplicação de conceitos, idéias e práticas nos mais variados tipos de organizações, sobre formação profissional, educação continuada, treinamento e desenvolvimento. S. Hoyler, no "Manual de Relações Industriais" (1970), já dizia: "treinamento é um investimento empresarial destinado a capacitar uma equipe de trabalho a reduzir ou eliminar a diferença entre o atual desempenho e os objetivos e realizações propostos. Em outras palavras e num sentido mais amplo, o treinamento é um esforço dirigido no sentido de equipe, com a finalidade de fazer a mesma atingir o mais economicamente possível os objetivos da empresa". Com esta visão que são pontuados, como requisito extremamente desejável à absorção das atividades pelo contingente da Caixa Econômica Federal, os treinamentos elencados neste capítulo, ou mesmo, alternativas aos treinamentos. Para o total sucesso do investimento, treinamentos devem ser compostos por parte teórica e parte prática, bem como manter o foco em produção.

26 26 Este capítulo enfoca as necessidades de treinamento para capacitação dos recursos humanos existentes, bem como a necessidade de recursos para a absorção de todas as tarefas. Para obter os treinamentos necessários as pesquisas se desenvolveram principalmente em sítios tecnológicos de hardware e software utilizados pela representação da Caixa Econômica Federal Treinamentos desejáveis Como requisito desejável à absorção das atividades, os treinamentos devem ser compostos por parte teórica e parte prática, bem como ter foco em produção. A entidade credenciada deverá avaliar o nível de conhecimento do empregado, bem como as atividades a serem assimiladas em relação aos cursos necessários para sua capacitação. Os treinamentos deverão ser formados por turmas que representem no máximo 33% dos recursos humanos CAIXA disponível em cada supervisão e/ou conforme nível de conhecimento necessário Treinamentos para plataforma intermediário-aberta Os treinamentos necessários para atender as necessidades da plataforma intermediária Windows e Sun foram pesquisados nos respectivos sites e dispostos em planilhas. As planilhas relacionam o curso recomendado à respectiva subdivisão de atividades, conforme a classificação do capítulo anterior (item 2.2)

27 27 atividades voltadas para o planejamento (PLA), atividades voltadas para a produção (PRD) e atividades voltadas para o acompanhamento (ACO) -, bem como especificam a duração de cada curso, conforme pesquisa ao sitio do fornecedor. MICROSOFT - SALA DE AULA CURSOS PLA PRD ACO DURAÇÃO (DIAS) Managing a Microsoft WindowsServer 2003 Environment x x 5 Managing and Maintaining a Microsoft Windows Server 2003 Environment x x 5 Managing and Maintaining a Microsoft Windows Server 2003 Environment x x x 8 Managing a Microsoft Windows Server 2003 Environment (5 day) x 5 Implementing Windows Server 2003 Network Infrastructure: Network Hosts x Microsoft SQL Server 2000 Administration - Installing, Configuring, and Administering SQL Server 2000 Enterprise Edition ALS SQL Server 2000 System Administration - Administering a Microsoft SQL Server 2000 Database (5 days) x x x x 5 Microsoft Official Hands-On-Labs 2234: Aplicação das diretrizes de x x 1 segurança da Microsoft Figura 2 Treinamentos da plataforma intermediário-aberta em sala de aula Fonte:Microsoft MICROSOFT - CURSOS ON-LINE IT ACADEMY CURSOS PLA PRD ACO Course 2277: Implementing, Managing, and Maintaining a Microsoft Windows Server 2003 Network Infrastructure: Network Services Course 2279: Planning, Implementing, and Maintaining a Microsoft Windows Server 2003 Active Directory Infrastructure DURAÇÃO (DIAS) x 5 x 5 Course 2282: Designing a Microsoft Windows Server 2003 Active Directory and Network Infrastructure x 5 Building Microsoft Content Management Server 2002 Solutions x x 4 Microsoft SQL Server 2000: Database Design x x Microsoft SQL Server 2000: Querying with Transact-SQL x x 2 Microsoft SQL Server 2000: System Administration x Figura 3 Treinamentos da plataforma intermediário-aberta on line Fonte:Microsoft

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