SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES

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1 E FUNDOS PENSÕES o O Gui de Seguros e tem como objectivo principl esclrecer o leitor, em lingugem simples e cessível, cerc dos conceitos, tipos de contrtos e procedimentos n áre dos seguros e fundos de pensões. Seguro de Responsbilil dde Civil Procur-se trnsmitir informção básic sobre seguros e fundos de pensões, judndo o consumidor compreender o essencil sobre ests mtéris e presentndo, de um modo prático, os procedimentos inerentes às váris fses de um contrto de seguro ou d prticipção num fundo de pensões. Import lertr pr circunstânci de que o presente Gui tem, principlmente, um função informtiv pr s dúvids mis frequentes, não dispensndo consult d legislção em vigor.

2 E FUNDOS PENSÕES o O (ISP) é utoridde ncionl responsável pel regulção e supervisão, quer prudencil quer comportmentl, d ctividde segurdor, ressegurdor, de fundos de pensões e d medição de seguros. - Principis tribuições - Supervisão prudencil ds empress de seguros - Supervisão prudencil dos fundos de pensões Seguro de Responsbilil dde Civil 1 /73 Est missão é ssegurd trvés d promoção d estbilidde e solidez finnceir de tods s entiddes sob su supervisão, bem como d grnti d mnutenção de elevdos pdrões de condut por prte dos operdores. O ISP é um pesso colectiv de direito público, dotdo de utonomi dministrtiv e finnceir. As sus receits provêm, essencilmente, de um tx pg pels entiddes sujeits à su supervisão. - Supervisão d condut de mercdo - Apoio os Consumidores O ISP tem por missão grntir o bom funcionmento do mercdo segurdor e fundos de pensões em Portugl, de form contribuir pr grnti d protecção dos tomdores de seguros, pessos segurs, prticipntes e beneficiários. Principis tribuições No qudro ds responsbiliddes que lhe estão tribuíds, destcm-se, pel su importânci, s seguintes: Função normtiv, que consiste n elborção de norms regul-mentres e colborção n feitur de diploms legis que regulm o cesso e exercício d ctividde segurdor e dos fundos de pensões. Função de supervisão, que consiste n monitorizção dos operdores (empress de seguros, empress de resseguros, medidores de seguros e socieddes gestors de fundos de pensões) e fisclizção do cumprimento d legislção e regulmentos que regem o sector. Supervisão prudencil ds empress de seguros O ISP efectu supervisão ds empress de seguros trvés de inspecções e d recolh de informções, pr vlir dequção de diversos spectos do seu funcionmento, nomedmente: o gru de dequção ds provisões técnics que s empress de seguros constituem pr fzer fce às responsbiliddes ctuis e futurs decorrentes de contrtos que celebrm com os tomdores de seguros; o tipo e segurnç dos investimentos que relizm, considerndo, nomedmente, s disposições legis plicáveis os ctivos representtivos ds provisões técnics; o nível de solvênci, que se trduz n existênci de cpcidde finnceir pr stisfzer os seus compromissos, incluindo mrgem de segurnç necessári pr fzer fce contecimentos dversos menos prováveis; existênci de procedimentos propridos um gestão sã e prudente.

3 E FUNDOS PENSÕES Supervisão prudencil dos fundos de pensões A intervenção do ISP neste âmbito pss pel verificção dos seguintes spectos: o conformidde legl dos contrtos constitutivos e dos contrtos de gestão desse tipo de fundos; - Principis tribuições dequção dos montntes e d composição dos ctivos dos fundos de pensões, conforme s vlições cturiis, s regrs legis e s disposições dos correspondentes plnos de pensões; - Supervisão prudencil ds empress de seguros existênci de procedimentos que permitm um gestão dequd dos fundos de pensões por prte ds respectivs entiddes gestors. - Supervisão prudencil dos fundos de pensões - Supervisão d condut de mercdo - Apoio os Consumidores Seguro de Responsbilil dde Civil Supervisão d condut de mercdo No âmbito d supervisão comportmentl, o ISP fiscliz os pro-cedimentos doptdos pelos operdores, no sentido de verificr, pr lém do cumprimento ds disposições legis, que os seus pdrões de condut estão de cordo com s melhores prátics, nomedmente no que se refere: à informção que s empress de seguros, s entiddes gestors de fundos de pensões e os medidores de seguros estão obrigdos publicr ou disponibilizr os tomdores de seguros, os segurdos ou os beneficiários dos produtos que comercilizm; os procedimentos doptdos n regulrizção de sinistros, em gerl, e os respectivos przos definidos n lei pr o seguro utomóvel, em prticulr; à conformidde legl d estrutur técnic e jurídic dos produtos colocdos à disposição do consumidor e d form como estes são comercilizdos, quer directmente, quer trvés de um medidor de seguros. Pr lém d nálise dos csos individuis que lhe são reportdos, o ISP tem ssumido, pr s questões mis trnsversis, divulgção de entendimentos o mercdo segurdor e fundos de pensões (medição de seguros incluíd), no sentido de grntir um plicção dequd e uniforme por prte ds entiddes sujeits à su supervisão ns áres nlisds. Apoio os Consumidores 2 /73 O ISP dispõe de um Serviço de Apoio os Consumidores especilmente vocciondo pr prestr esclrecimentos sobre os tems relciondos com ctividde segurdor e os fundos de pensões (medição de seguros incluíd), fornecendo orientções geris, por exemplo, sobre s condições contrtuis mis importntes ou ind sobre os direitos e obrigções decorrentes dos contrtos. A este Serviço compete ind nlisr e dr precer sobre s reclmções que lhe sejm presentds por prticulres, não resolvids noutrs instâncis, reltivmente às entiddes sujeits à supervisão do ISP. O, pr lém de procurr contribuir pr resolução ds situções presentds, utiliz s informções recolhids trvés ds reclmções pr vlir de form mis globl condut ds empress. Sempre que existem indícios de comportmentos que não estão conformes com legislção em vigor ou de prátics que podem ser melhords, o ISP intervém junto ds empress pr grntir o bom funcionmento do mercdo.

4 E FUNDOS PENSÕES O contrto de seguro é um cordo trvés do qul o segurdor ssume cobertur de determindos riscos, comprometendo-se stisfzer s indemnizções ou pgr o cpitl seguro em cso de ocorrênci de sinistro, nos termos corddos. - Antes do Contrto - Como se celebr um contrto de seguro - Prémio - Sinistro Em contrprtid, pesso ou entidde que celebr o seguro (o tomdor do seguro) fic obrigd pgr o segurdor o prémio correspondente, ou sej, o custo do seguro. A prestção do que ficou corddo no contrto pode ser efectud à pesso ou entidde no interesse do qul o seguro é celebrdo (o segurdo) ou de terceiro designdo pelo tomdor do seguro (o beneficiário) ou ind um terceir pesso ou entidde que tenh sofrido prejuízos que o segurdo dev indemnizr o terceiro lesdo. Os seguros podem ser obrigtórios (qundo respectiv celebrção é exigid por lei) ou fculttivos (qundo é opção do tomdor do seguro celebrá-lo ou não). O que distingue os seguros de dnos dos seguros de pessos? Os seguros podem cobrir riscos reltivos coiss, bens imteriis, créditos e outros direitos ptrimoniis (seguros de dnos) ou riscos reltivos à vid, à súde e à integridde físic de um pesso (seguros de pessos). Entre os seguros de dnos destcm-se: Seguro de responsbilidde civil, que cobre o risco de surgir um obrigção de indemnizr terceiros por dnos cusdos pelo segurdo, por pessos por quem este é responsável (por exemplo, filhos menores) ou por nimis ou bens que tem à su gurd. Seguro de incêndio, que cobre os dnos sofridos pelos bens identificdos no contrto de seguro, qundo resultm de um incêndio. Este seguro é obrigtório pr os edifícios em propriedde horizontl, normlmente chmdos condomínios. Entre os seguros de pessos destcm-se: Seguro de vid, que grnte o pgmento d prestção cordd no cso de morte de um pesso segur (seguro em cso de morte) ou no cso de pesso segur se encontrr viv no fim do contrto (seguro em cso de vid). Seguro de cidentes, que grnte prestção cordd no cso de verificção de lesão corporl, invlidez ou morte d pesso segur resultnte de um cidente (por exemplo, de trblho). Seguro de súde, que grnte prestção cordd referente cuiddos de súde. 3 /73

5 E FUNDOS PENSÕES Qul diferenç entre seguros individuis e seguros de grupo? Os seguros individuis cobrem os riscos referentes um únic pesso, um gregdo fmilir ou um conjunto de pessos que vivm em economi comum. Os seguros de grupo são contrtos trvés dos quis o segurdor cobre riscos de um conjunto de pessos ligds o tomdor do seguro por um relção distint do seguro (por exemplo, seguro de súde do conjunto dos trblhdores de um empres). - Antes do Contrto - Como se celebr um contrto de seguro - Prémio - Sinistro Os seguros de grupo podem ser contributivos ou não contributivos. Serão contributivos se os segurdos suportrem o pgmento de prte ou d totlidde do prémio e não contributivos se o prémio for totlmente suportdo pelo tomdor do seguro (por exemplo, seguro de súde oferecido os trblhdores, que são os segurdos, pel empres em que trblhm, que é tomdor do seguro). Antes do Contrto O que é e pr que serve propost de seguro? A propost de seguro é o documento trvés do qul o tomdor do seguro express su vontde de celebrr um contrto de seguro e inform o segurdor do risco que pretende segurr. É o primeiro psso pr se celebrr um contrto de seguro. O modelo d propost, normlmente presentdo em impresso fornecido pelo segurdor, pode vrir de um segurdor pr outro e pode ser presentdo em formto electrónico (por exemplo, no sítio n Internet do segurdor). Depois de receber propost preenchid e ssind pelo tomdor do seguro, o segurdor pode ceitr ou recusr o contrto de seguro. Se ceitr, emite pólice de seguro, que é o documento que contém o que foi corddo pels prtes, nomedmente s condições do contrto celebrdo entre o tomdor do seguro e o segurdor. De que modo o segurdor é informdo sobre o risco cobrir? A propost de seguro deve ser preenchid n totlidde e sem inexctidões, porque serve de bse o contrto de seguro. 4 É prtir do que é declrdo n propost de seguro que o segurdor vli o risco e decide se ceit cobri-lo. É tmbém com bse ness informção que o segurdor clcul o prémio pgr. Pr isso, pode pedir mis informções pr lém ds que são solicitds n propost. O tomdor do seguro e o segurdo devem comunicr todos os fctos que conheçm, sem omitir informção que sej significtiv pr o segurdor vlir o risco cobrir. Qundo propost contém um questionário, pr lém de responder de form complet e verddeir tods s questões, o tomdor do seguro e o segurdo devem crescentr s informções relevntes pr nálise do risco, ind que s mesms não lhes sejm directmente pedids no questionário. Durnte vigênci do contrto de seguro, tods s lterções do risco devem ser comunicds o segurdor (por exemplo, no seguro utomóvel, lterção d residênci ou do condutor hbitul do veículo). /73

6 E FUNDOS PENSÕES O que contece se não se informr de um modo correcto e completo o segurdor sobre o risco cobrir? Se o erro ou omissão for propositdo Se o tomdor do seguro ou o segurdo não informrem, inten-cionlmente, de form correct e complet o segurdor, o contrto pode ser nuldo. Nesse cso, o segurdor não é obrigdo cobrir o sinistro que ocorre ntes de ter tido conhecimento dess situção ou nos três meses seguintes esse conhecimento. - Antes do Contrto - Como se celebr um contrto de seguro - Prémio - Sinistro Se o erro ou omissão for negligente (não intencionl) Se o tomdor do seguro ou o segurdo não for cuiddoso n declrção do risco, fzendo- de form incorrect ou incomplet, ms sem que o erro ou omissão sej intencionl, o segurdor pode: propor um lterção do contrto, no przo de três meses contr d dt em que tomou conhecimento que informção sobre o risco não estv correct; fzer cessr o contrto, se provr que nunc celebr contrtos pr cobrir os riscos que não form comunicdos ou que o form incorrectmente. Se ntes d cessção ou lterção do contrto ocorrer um sinistro cuj verificção ou consequêncis tenhm sido influencids pelo fcto omitido ou incorrecto, o segurdor deve cobri-lo de form proporcionl à diferenç entre o prémio pgo e o que seri devido se o segurdor conhecesse de form complet e exct o risco, ou sej: se o prémio pgo representr 50% do prémio que deveri ser pgo cso não tivesse existido o erro ou omissão, o segurdor pens é responsável por 50% d prestção convenciond. Se o segurdor provr que não celebr contrtos pr cobrir o risco não comunicdo ou comunicdo incorrectmente, não é obrigdo cobrir o sinistro (tem pens de devolver o prémio já pgo). Quis são s principis informções que o segurdor deve prestr? O segurdor deve informr e esclrecer o tomdor do seguro cerc ds condições do contrto, nomedmente sobre: su denominção e esttuto legl (por exemplo, se é um sociedde nónim, etc.); o risco que vi cobrir, o vlor totl do prémio, possíveis grvmentos (umentos) e bónus (reduções) desse prémio em função d inexistênci ou existênci de sinistros, s forms de pgmento e s consequêncis de flt de pgmento; o que o seguro não cobre (s exclusões e limitções d cobertur); o vlor mínimo pr o cpitl seguro, nos seguros obrigtórios; durção do contrto e s regrs pr o renovr e fzer cessr; o modo de efectur reclmções, os meios de protecção jurídic existentes e utoridde responsável pel supervisão. 5 /73

7 E FUNDOS PENSÕES Como devem os segurdores prestr informções? As informções que o segurdor está obrigdo prestr devem ser fornecids por escrito, de form clr e, em regr, em português, ntes de o tomdor do seguro celebrr o contrto. A propost de seguro deve mencionr que, ntes de celebrr o contrto, o segurdor prestou o tomdor do seguro tods s informções obrigtóris. - Antes do Contrto - Como se celebr um contrto de seguro - Prémio - Sinistro Se complexidde d cobertur, o montnte do prémio do seguro e o cpitl seguro o justificrem, o segurdor deve esclrecer o tomdor do seguro, ntes d celebrção do contrto, sobre quis dos seus seguros são propridos pr s necessidde identificds. Pr isso, o segurdor deve: responder tods s questões do tomdor do seguro; chmr tenção do tomdor do seguro sobre o que vi ser coberto e como (nomedmente qunto os seguintes spectos: exclusões, períodos de crênci, forms de o segurdor fzer cessr o contrto, etc.); O dever especil de esclrecimento do segurdor não se plic seguros de grndes riscos nem contrtos celebrdos por intermédio de um medidor de seguros, reltivmente os quis existem deveres de informção e esclrecimento específicos. O que contece se o segurdor não cumprir os seus deveres de informção? Se o segurdor não cumprir os seus deveres de informção, pode vir ter de indemnizr o tomdor do seguro por eventuis dnos cusdos. Nests situções, o tomdor do seguro tem o direito resolver o contrto (ou sej, solicitr su cessção), excepto se flt de informção do segurdor não tiver fectdo su decisão de contrtr o seguro ou cobertur do seguro já tiver sido cciond por terceiros. O tomdor do seguro dispõe de 30 dis contr d dt em que recebeu pólice pr resolver o contrto, com efeitos desde o seu início, tendo direito à devolução d totlidde do prémio pgo. 6 O que é o dever especil de esclrecimento do segurdor? /73 O mesmo contece se s condições d pólice não estiverem de cordo com s informções prestds ntes d celebrção do contrto. Como se celebr um contrto de seguro O contrto de seguro pode ser celebrdo por simples cordo entre o segurdor e o tomdor do seguro, sem necessidde de formliddes nem ssintur. No entnto, propost de seguro é usulmente feit trvés do preenchimento pelo tomdor do seguro de um formulário já existente pr esse efeito.

8 E FUNDOS PENSÕES Qundo o segurdor ceit propost, deve formlizr o contrto trvés de um documento escrito, dtdo e ssindo, que se design pólice de seguro. A pólice inclui s condições do contrto de seguro cordds entre s prtes (geris, especiis, se s houver, e prticulres). - Antes do Contrto O que são s condições geris, especiis e prticulres? - Como se celebr um contrto de seguro Condições geris Conjunto de cláusuls contrtuis previmente elbords e presentds pelo segurdor. Incluem os spectos básicos do contrto seguro, normlmente comuns pr riscos com crcterístics semelhntes. Definem, por exemplo, s coberturs e exclusões geris e os direitos e obrigções ds prtes. - Prémio Condições especiis Conjunto de cláusuls que complementm ou especificm s condições geris. As condições especiis (normlmente coberturs dicionis), que sejm relmente contrtds, encontrm-se identificds ns condições prticulres. Condições prticulres Conjunto de cláusuls que dptm o contrto à situção concret de um tomdor do seguro. - Sinistro Identificm, nomedmente, s coberturs constntes ds condições especiis que form escolhids, os vlores do cpitl seguro que form corddos, s frnquis que s prtes estbelecerm, os beneficiários, s crcterístics relevntes d pesso ou bem seguros e dt do início do contrto. O que deve constr d pólice? No mínimo, d pólice devem constr: indicção «pólice» e identificção dos documentos que compõem; identificção complet ds prtes envolvids no contrto; nturez do seguro, os riscos cobertos, durção do contrto e os píses onde é válido; os direitos e s obrigções do segurdor, do tomdor do seguro, do segurdo e do beneficiário; o vlor máximo que o segurdor pg se o contrto de seguro for cciondo, mesmo que o prejuízo sej superior (cpitl seguro) ou form como será determindo; o vlor totl do prémio; o conteúdo d prestção do segurdor em cso de sinistro ou form como será determind; lei plicável o contrto e s condições de rbitrgem em cso de conflito com o segurdor. 7 /73

9 E FUNDOS PENSÕES A pólice deve ter escrits em letrs destcds e de mior dimensão que s restntes: s cláusuls que definm s situções em que o contrto pode ser invliddo, renovdo, suspenso ou cessdo por inicitiv de qulquer ds prtes; s cláusuls que definem o que está e o que não está coberto pelo seguro; - Antes do Contrto - Como se celebr um contrto de seguro - Prémio s cláusuls que definem przos pr o tomdor do seguro ou o beneficiário visr o segurdor (por exemplo, sobre se pretende ou não renovr o contrto). Se o contrto de seguro for objecto de publicidde feit pelo segurdor, não pode conter condições que contrriem o que foi nuncido, menos que se verifique um dests situções: s condições do contrto são mis fvoráveis o tomdor do seguro ou o beneficiário do que s nuncids n publicidde; decorreu, pelo menos, um no desde o fim d emissão dess publicidde e relizção do contrto; - Sinistro própri publicidde indic um período durnte o qul s condições se plicm e o contrto é celebrdo for desse período. Qundo e como deve ser emitid e entregue pólice? O segurdor deve entregr pólice o tomdor do seguro no momento em que o contrto é celebrdo ou enviá-l posteriormente: 8 /73 no przo de 14 dis, no cso dos seguros de riscos de mss, menos que hj um justificção pr ser envid mis trde; no przo combindo entre s prtes, no cso dos seguros de grndes riscos. A pólice pode ser entregue em ppel ou, se o tomdor do seguro concordr, em suporte electrónico durdouro, que lhe permit gurdá-l e ceder-lhe fcilmente (por exemplo, um ficheiro envido por correio electrónico). O tomdor do seguro pode exigir entreg d pólice de seguro qulquer momento, mesmo depois de o contrto cessr. O que contece se o segurdor não entregr pólice no przo previsto? Se houver trso n entreg d pólice, o segurdor só pode plicr cláusuls que estejm num documento escrito e ssindo pelo tomdor do seguro ou que lhe tenh sido entregue nteriormente. Depois de terminr o przo pr entreg e enqunto pólice não lhe for entregue, o tomdor do seguro pode resolver (fzer cessr) o contrto e tem direito à devolução d totlidde do prémio pgo.

10 E FUNDOS PENSÕES Qundo é que se consider celebrdo o contrto de seguro? O contrto de seguro consider-se celebrdo qundo o segurdor ceit propost do tomdor do seguro ou segurdo. Normlmente, o segurdor confirm que ceitou propost trvés d emissão d pólice ou de um certificdo de seguro. No cso de um contrto de seguro individul em que o tomdor é um pesso singulr (e não, por exemplo, um empres), o segurdor tem 14 dis contr d dt em que recebe propost de seguro pr dr um respost. Se o não fizer, o contrto conclui-se utomticmente de cordo com propost feit, desde que est sej: - Antes do Contrto - Como se celebr um contrto de seguro - Prémio elborr num impresso do próprio segurdor; correctmente preenchid; compnhd dos documentos indicdos pelo segurdor; entregue no locl indicdo pelo segurdor. - Sinistro Qul durção de um contrto de seguro? A durção do contrto é o período de tempo durnte o qul estão cobertos os riscos indicdos no contrto de seguro. A durção do contrto é decidid pels prtes. Slvo se s prtes cor-drem outr durção, o contrto de seguro produz efeitos por um no prtir ds 0 hors do di seguinte o d su celebrção. Excepto se houver cordo em contrário, os contrtos de seguro feitos pr um no prorrogm-se sucessivmente no fim do contrto, por novos períodos de um no. Os contrtos de seguro celebrdos pr menos ou mis do que um no não se prorrogm no fim do contrto. Qundo um contrto de seguro é prorrogdo, consider-se que se trt do mesmo contrto. Como se pode fzer cessr um contrto de seguro? Um contrto de seguro pode cessr por revogção, cducidde, denúnci ou resolução. O que é revogção? A revogção é o modo de cessr o contrto por cordo entre s prtes. 9 /73 O segurdor e o tomdor do seguro podem, qulquer momento, concordr em cessr o contrto de seguro. Se o tomdor do seguro e o segurdo identificdos n pólice não forem o mesmo, revogção do contrto tem de ser utorizd pelo segurdo.

11 E FUNDOS PENSÕES O que é cducidde? Um contrto cess por cducidde qundo cheg o finl do seu período de vigênci, excepto se for utomticmente prorrogdo (ou sej, se o contrto continur em vigor porque s prtes ssim o decidirm). - Antes do Contrto O que é denúnci? A denúnci é o modo de cessr o contrto pr evitr su prorrogção. - Como se celebr um contrto de seguro A denúnci deve ser feit por escrito e envid o destintário: - Prémio pr miori dos seguros, no mínimo 30 dis ntes d dt de prorrogção do contrto; - Sinistro pr os seguros com durção indetermind ou com um período inicil de durção igul ou superior cinco nos, no mínimo 90 dis ntes d dt de fim do contrto. O que é resolução? A resolução ocorre qundo o contrto cess por inicitiv de um ds prtes. Hvendo just cus, qulquer um ds prtes pode fzer cessr o contrto de seguro qulquer momento. É possível desistir do contrto de seguro sem just cus (direito de livre resolução)? Se o tomdor do seguro for um pesso singulr, pode fzer cessr o contrto por livre resolução (sem ter de invocr um motivo pr tl) ns seguintes situções: Tipo de seguro 10 /73 Przo pr cessr o contrto por livre resolução Seguros de vid, de cidentes pessois e de súde com um durção igul ou superior seis meses, excepto se se trtr de um seguro de grupo 30 dis seguir à dt d recepção d pólice Seguros clssificdos como instrumentos de cptção de forro estruturdos (ICAE) 30 dis seguir à dt d recepção d pólice Restntes seguros contrtdos à distânci (por exemplo, por telefone ou Internet), excepto se se trtr de um seguro com przo inferior um mês ou de um seguro de vigem ou bggem 14 dis seguir à dt d recepção d pólice

12 E FUNDOS PENSÕES Os przos nteriores podem tmbém contr-se prtir d dt de celebrção do contrto, desde que o tomdor do seguro disponh em suporte durdouro, ness dt, de tods s informções sobre o seguro que devm constr d pólice. A resolução do contrto deve ser comunicd por escrito. - Antes do Contrto O que contece qundo um contrto de seguro cess por livre resolução? Qundo um contrto cess por livre resolução, o segurdor pode ter direito: - Como se celebr um contrto de seguro o vlor do prémio reltivo o tempo decorrido, n medid em que tenh coberto o risco té à dt de resolução do contrto; - Prémio o vlor ds despess rzoáveis que tenh efectudo com exmes médicos do tomdor do seguro ou segurdo, qundo estes deverim ser pgos pelo tomdor do seguro; - Sinistro os custos de desinvestimento que comprovdmente tenh suportdo. No cso d livre resolução de um seguro contrtdo à distânci (n Internet ou por telefone), o segurdor só tem direito estes vlores se cobertur se tiver inicido durnte o przo fixdo pr resolver o contrto. Prémio O prémio é o preço do seguro, que inclui: os custos d cobertur do risco; os custos de quisição e gestão do contrto e de cobrnç; os encrgos relciondos com emissão d pólice. Ao prémio somm-se os impostos e txs pgr pelo tomdor do seguro. 11 /73 Qundo se deve pgr o prémio? O prémio deve ser pgo n dt em que se celebr o contrto, excepto se for cordd outr dt. Cso o prémio inicil não sej pgo n totlidde, s prestções seguintes devem ser pgs ns dts estbelecids no contrto. O mesmo contece com os prémios nuis seguintes e s respectivs prestções.

13 E FUNDOS PENSÕES O que contece se não se pgr o prémio? N miori dos seguros, os riscos não ficm cobertos enqunto não for pgo o prémio. Qundo o prémio inicil, ou su primeir prestção, não é pgo n dt devid, o contrto resolve-se (cess) utomticmente. Nest situção, consider-se que o contrto terminou logo n dt em que foi celebrdo. Isto é, pode não chegr hver cobertur dos riscos. - Antes do Contrto Qundo os prémios nuis seguintes, ou su primeir prestção, não são pgos n dt devid, o contrto não é prorrogdo. - Como se celebr um contrto de seguro Se o seguro cessr ntes do período de durção corddo, o prémio é devolvido? - Prémio - Sinistro Qundo o contrto cess ntes do período inicilmente corddo, em regr, o tomdor do seguro tem direito à devolução de prte do prémio já pgo. O vlor devolvido será proporcionl o tempo que flt pr terminr o przo do contrto, excepto se s prtes cordrem outro método. Sinistro O sinistro é um evento ou série de eventos resultntes de um cus cpz de ccionr s grntis de um ou mis contrtos de seguro. Em cso de sinistro, o que se deve fzer? O tomdor do seguro, o segurdo ou o beneficiário devem informr o segurdor qundo ocorre um sinistro. Devem fzê-lo dentro do przo fixdo no contrto ou, cso não tenh sido fixdo um przo, nos oito dis seguir o di em que tiverm conhecimento do sinistro. A comunicção do sinistro design-se prticipção. A prticipção deve conter tods s informções importntes pr nálise do sinistro e vlição dos prejuízos, como s sus cuss, dt e o locl do contecimento e os prejuízos sofridos. O tomdor do seguro, o segurdo ou o beneficiário devem trnsmitir o segurdor tods s informções que este solicite sobre o sinistro e s sus consequêncis. Em cso de sinistro, quis são s obrigções do segurdor? Depois do sinistro, o segurdor lev cbo um conjunto de cções pr: confirmr que ocorreu o sinistro; nlisr s sus cuss, circunstâncis e consequêncis; decidir se vi reprr os dnos ou compensr os prejuízos resultntes do sinistro; decidir qul o vlor d compensção. 12 /73 O segurdor tem obrigção de reprr o dno ou pgr quem for devido, d form como ficou corddo no contrto. A prestção do segurdor pode ser em dinheiro ou em bens ou serviços (por exemplo, pode corresponder à reprção de um bem dnificdo).

14 E FUNDOS PENSÕES O contrto de seguro de grupo cobre riscos de um conjunto de pessos ligds o tomdor do seguro por um relção distint d do seguro (por exemplo, um seguro de súde em que um empres é tomdor do seguro e os seus trblhdores s pessos segurs). O seguro de grupo envolve dois momentos: qundo se reliz o contrto entre o segurdor e o tomdor do seguro; qundo os segurdos derem o contrto de seguro. Seguros contributivos e não contributivos: quem pg o prémio? Seguro de Responsbilil dde Civil 13 /73 O seguro de grupo pode ser contributivo ou não contributivo. Tnto num como noutro, quem tem obrigção de pgr o prémio o segurdor é o tomdor do seguro. O seguro de grupo é contributivo qundo o contrto estbelece que os segurdos suportm totlidde ou prte do prémio. Normlmente, os segurdos pgm o prémio o tomdor do seguro, ms pode ser corddo que os segurdos pguem directmente su prte do prémio o segurdor. O seguro de grupo é não contributivo qundo só o tomdor do seguro suport o prémio. Existem condições especiis de desão um seguro de grupo contributivo? Nos csos em que o tomdor do seguro é simultnemente medidor de seguros que represent o segurdor, pesso que pretende derir envi propost de desão o tomdor do seguro, que entreg o segurdor. Se no przo de 30 dis o segurdor não comunicr o proponente que su propost não foi ceite ou que são necessáris mis informções pr vlir o risco, propost de desão consider-se ceite. Se o segurdor já tiver pedido mis esclrecimentos pr vlir o risco e não comunicr o proponente, no przo de 30 dis contr d recepção desss informções, que su propost não foi ceite, propost de desão consider-se ceite. No momento d entreg, o segurdor ou o tomdor do seguro de grupo contributivo devem fornecer o proponente um cópi d su propost e dos documentos que tenhm presentdo com elementos essenciis à vlição do risco, com indicção d dt em que form recebidos. O tomdor do seguro de grupo contributivo é responsável, pernte o segurdor, pelos dnos cusdos pel flt de entreg d propost ou dos documentos com informções essenciis à vlição do risco ou pel su entreg trsd.

15 E FUNDOS PENSÕES Quem deve cumprir os deveres de informção o segurdo? É o tomdor do seguro quem tem o dever de informr os segurdos sobre s coberturs e exclusões, s obrigções e os direitos em cso de sinistro e s lterções o contrto. Est informção deve bser-se num modelo elbordo pelo segurdor. Por outro ldo, o segurdor deve responder os pedidos de informção feitos pelos segurdos, fornecendo-lhes tudo o que necessitem pr compreender o contrto. Nos contrtos de seguro de grupo contributivos, o tomdor do seguro deve prestr os segurdos tods s informções que um tomdor de um seguro individul teri direito (ver págins 5 e 6) e cso sej simultnemente beneficiário do mesmo (o que contece frequentemente no cso dos seguros de vid ssocidos o crédito à hbitção), deve informr os segurdos do montnte ds remunerções que lhe sejm devids pel su intervenção no contrto, bem como proporção desss remunerções fce o vlor do prémio que o segurdo suport. Qunto tempo dur um contrto de seguro de grupo? Seguro de Responsbilil dde Civil 14 /73 Como nos contrtos de seguro em gerl, durção do contrto é decidid pels prtes. Num seguro de grupo, normlmente o contrto dur enqunto o segurdo pertencer o grupo (por exemplo, enqunto trblhr pr um determind empres). O contrto de seguro de grupo pode terminr como os contrtos de seguro em gerl por revogção, cducidde, denúnci ou resolução (ver págins 9 11). O contrto de seguro de grupo pode cessr por decisão do tomdor do seguro, podendo ind o segurdo fzer cessr respectiv desão.

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