GUIA PRÁTICO ABONO DE FAMILIA PARA CRIANÇAS E JOVENS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GUIA PRÁTICO ABONO DE FAMILIA PARA CRIANÇAS E JOVENS"

Transcrição

1 Mnul de GUIA PRÁTICO ABONO DE FAMILIA PARA CRIANÇAS E JOVENS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Deprtmento/Gbinete Pág. 1/26

2 FICHA TÉCNICA TÍTULO Gui Prático Abono de fmíli pr crinçs e jovens (4001 V4.20) PROPRIEDADE Instituto d Segurnç Socil, I.P. AUTOR Instituto d Segurnç Socil, I.P. PAGINAÇÃO Gbinete de Comunicção MORADA Ru Ros Arújo, nº Lisbo DATA DE PUBLICAÇÃO Setembro 2010 ISS, I.P. Pág. 2/26

3 ÍNDICE A O que é?... 4 B1 Quem tem direito?... 4 B2 Qul relção dest prestção com outrs que já recebo ou posso vir receber?... 6 C Como posso pedir? C1 Que formulários e documentos tenho de entregr?... 7 D Como funcion est prestção? D1 Qunto e qundo vou receber?... 9 D2 Como posso receber? D3 Quis s minhs obrigções? D4 Por que rzões é suspenso ou cess? E Outr Informção. E1 Legislção Aplicável E2 Glossário Pergunts Frequentes A informção contid neste gui prático não dispens consult d lei. ISS, I.P. Pág. 3/26

4 A O que é? É um vlor em dinheiro, pgo menslmente, pr judr s fmílis no sustento e n educção ds crinçs e jovens. B1 Quem tem direito? Quem tem direito o bono de fmíli Condição de cesso o bono de fmíli Quem recebe bono prtir dos 16 Estudntes (sem deficiênci) Jovens com deficiênci Quem tem direito o bono de fmíli Tods s crinçs e jovens: Residentes em Portugl ou equiprdos residentes (ver Glossário Pessos equiprds residentes) Que não trblhem Cujs fmílis tenhm um rendimento de referênci bixo do vlor limite Not: O vlor receber de bono de fmíli vri conforme os rendimentos e o no que os mesmos dizem respeito. As fmílis, cujos rendimentos em2008 tenhm sido superiores, ,70 tenhm sido ou em 2009 tenhm sido superiores ,40 form colocds no 6.º esclão. Neste esclão o vlor receber de bono de fmíli é 0,00. Pr clculr o rendimento de referênci de um gregdo fmilir são usdos os rendimentos iliquidos recebidos no no nterior o d entreg d declrção de IRS, bem como os restntes rendimentos, previstos igulmente no Decreto-lei n.º 70/2010, de 16 de Junho, uferidos nquele mesmo no (ver com mis detlhe no ponto D1 do presente documento). As crinçs e jovens institucionlizdos recebem pelo 1º esclão. Até os 16 nos. A prtir dos 16 só recebe bono quem estiver estudr ou quem for portdor de deficiênci ver Qudro 1) ISS, I.P. Pág. 4/26

5 Condição de cesso o Abono de Fmíli Apens têm cesso o Abono de Fmíli, os gregdos fmilires cujo vlor totl do ptrimónio mobiliário (depósitos bncários, cções, certificdos de forro ou outros ctivos finnceiros) de todos os elementos do gregdo, sej inferior ,80 no no de 2010 (240 vezes o vlor do Indexnte de Apoios Sociis) Pr um informção mis detlhd sobre condição de recursos, consultr o Gui Prático 8000 Condição de Recursos. Quem recebe bono prtir dos 16 Qudro 1 Quem recebe bono prtir dos 16 nos Idde (Atingid durnte o no lectivo: 01 de Setembro 31 de Agosto) Não estud Básico (té 9º no) ou equivlente Secundário (té 12º no) ou equivlente Superior ou equivlente Jovens sem deficiênci Jovens com deficiênci Não Sim Sim Sim Não Sim, em cso de doenç ou cidente Não Não Sim Sim, em cso de doenç ou cidente Não Não Não Sim Sim Sim, em cso de doenç ou cidente Sim Sim Sim Sim Não Não Não Sim Como se definem os limites de idde? Pr efeitos d tribuição do bono de fmíli, prtir dos 16 nos, é considerd idde do jovem no início do no lectivo (01 de Setembro). Se durnte o no lectivo o jovem tingir o limite de idde, em relção o nível de ensino que se encontr (básico, secundário ou superior), tem direito té o finl do no lectivo que se encontr frequentr. Exemplo: No no lectivo 2009/2010, 01 de Setembro, o jovem tem 18 nos e está inscrito no ensino básico. Complet 19 nos em Jneiro de 2010, pelo que terá direito o bono de fmíli té 31 Agosto de ISS, I.P. Pág. 5/26

6 Estudntes (sem deficiênci) Os jovens dos 16 os 18 nos recebem o bono se estiverem mtriculdos, pelo menos, no ensino básico ou equivlente; Os dos 18 os 21, se estiverem mtriculdos, pelo menos, no ensino secundário ou equivlente; E os dos 21 os 24, se estiverem mtriculdos no ensino superior ou equivlente. Se o estudnte sofrer um cidente ou tiver um doenç que o impeç de pssr de no, pode continur receber o bono: Até os 21, se estiver mtriculdo, pelo menos, no ensino básico ou equivlente;; Até os 24, se estiver mtriculdo, pelo menos, no ensino secundário ou equivlente; Até os 27, se estiver mtriculdo no ensino superior ou equivlente. Csos prticulres Se o jovem terminou o 12º no e não conseguiu entrr n Universidde por terem sido lterds s regrs de cesso o ensino superior, tem direito o bono: no no seguinte, se tiver té 24 nos té fzer 21 nos, desde que termine o 12º no ntes dess idde. Se o jovem não se puder mtriculr no no seguinte por motivos curriculres (isto é, que não são d su responsbilidde), tem direito o bono: té os 18 se estiver fzer disciplins do ensino básico té os 21 se estiver fzer disciplins do ensino secundário té os 24 se estiver fzer disciplins do ensino superior. Jovens com deficiênci Os jovens portdores de deficiênci têm direito o bono de fmíli té os 24 nos. Se estiverem estudr no ensino superior ou equivlente, continum receber o bono té terminrem o seu curso ou fzerem 27 nos. B2 Qul relção dest prestção com outrs que já recebo ou posso vir receber? O jovem não pode cumulr o bono de fmíli com O jovem pode cumulr o bono de fmíli com O jovem não pode cumulr o bono de fmíli com: Subsídio de desemprego ISS, I.P. Pág. 6/26

7 Subsídio socil de desemprego Pensão socil Subsídio Mensl Vitlício Subsidio Socil Prentl O jovem pode cumulr o bono de fmíli com Mjorção do bono de fmíli pr fmílis monoprentis (se crinç ou jovem viver com um único dulto) Mjorção do bono de fmíli dos segundos, terceiros ou mis filhos (pr s crinçs entre os 12 e os 36 meses, se houver mis do que um crinç) Bols de Estudo Bonificção por deficiênci (se crinç ou jovem for portdor dum deficiênci; é necessário fzer um Prov de Deficiênci) Subsídio por frequênci de estbelecimento de educção especil Subsídio por ssistênci de terceir pesso Abono pré-ntl (se jovem estiver grávid) Rendimento socil de inserção Pensão de orfndde Subsídio de funerl C Como posso pedir? C1 Que formulários e documentos tenho de entregr? Pr pedir o bono de fmíli Formulários Documentos necessários Quem pode pedir o bono? Onde se pede? Até qundo se pode pedir? Pr pedir o bono de fmíli Not: Se mãe pediu o bono pré-ntl não é preciso pedir o bono de fmíli. Bst presentr o documento de identificção d crinç nos serviços de tendimento d Segurnç Socil. Formulários RP5045 requerimento de bono de fmíli pr crinçs e jovens RP5045/1 requerimento de bono de fmíli pr crinçs e jovens (continução) ISS, I.P. Pág. 7/26

8 RP5045/2 informções e instruções de preenchimento do requerimento de bono de fmíli pré-ntl e bono de fmíli pr crinçs e jovens Documentos necessários Ciddãos portugueses Ciddãos portugueses residentes em Portugl e ciddãos portugueses que prestem serviço no estrngeiro e que sejm totl ou prcilmente remunerdos pelo estdo português Fotocópis dos seguintes documentos de todos os membros do gregdo fmilir: Documento de identificção válido (pode ser o crtão do ciddão, o bilhete de identidde, certidão do registo civil, o boletim de nscimento ou o pssporte). Crtão de contribuinte Se os membros do gregdo fmilir já estiverem identificdos n Segurnç Socil, não é preciso entregr estes documentos. Ciddãos estrngeiros 1. Não brngidos por cordo interncionl ou legislção comunitári (ver Glossário Pessos equiprds residentes) Documento que comprove que residem leglmente em Portugl 2. Abrngidos por cordo interncionl ou legislção comunitári Pr lém dos ciddãos comunitários e dos Suíços, outros ciddãos estrngeiros, ncionis de píses com os quis Portugl tem cordos interncionis sobre prestções fmilires não precism de presentr estes documentos é como se de ciddãos ncionis se trtsse. Outros csos (não residentes em Portugl) Ver Pergunts Frequentes Assuntos Interncionis Crinç ou jovens portdores de deficiênci Prov de deficiênci (formulário RP5039). Requerimento de bonificção por deficiênci (formulário RP5034) Jovens dos 16 os 24 nos Fotocópi do crtão de estudnte ou documento comprovtivo d mtrícul pssdo pelo estbelecimento de ensino. Se o jovem não se pôde mtriculr, deve presentr declrção do estbelecimento de ensino. Se não pssou de no por doenç ou cidente, deve presentr certificdo médico. ISS, I.P. Pág. 8/26

9 Se o bono for pedido por outr pesso que não sej mãe, o pi ou o próprio jovem Documento que comprove relção d pesso que fz o pedido com crinç ou jovem. Quem pode pedir o bono? Os pis, representntes legis e outros dultos que vivm com crinç ou jovem; A pesso ou entidde que tenh crinç ou jovem à su gurd; O próprio jovem, se for mior de 18 nos. Atenção Se houver mis do que um crinç ou jovem receber bono n mesm fmíli, o pedido deve ser feito sempre pel mesm pesso (um excepção: qundo mãe pede o bono de fmíli junto com o bono pré-ntl (depois do nscimento d crinç), mesmo que o bono dos outros filhos tenh sido pedido pelo pi). Onde se pede? Segurnç Socil Direct - preenche o formulário online e entreg documentção digitlizd Serviços de tendimento d Segurnç Socil present os formulários em ppel e os documentos nele indicdos Até qundo se pode pedir? Nos 6 meses que se seguem o mês em que pssou ter direito o bono de fmíli pr crinçs e jovens. Se não for pedido dentro deste przo, só tem direito receber bono prtir do mês seguinte o d entreg do pedido. D Como funcion est prestção? D1 Qunto e qundo vou receber? Qunto se recebe? Como se clcul o vlor do bono Os 6 esclões do rendimento de referênci Até qundo se recebe? A prtir de qundo se tem direito receber? Quis os rendimentos que são considerdos pr verificção do cumprimento d condição de recursos ISS, I.P. Pág. 9/26

10 Qunto se recebe? Qudro 2 Vlores do bono Esclões (rendimento d fmíli) 1º 2º 3º 4º 5º 6º Por crinç té os 12 meses Fmíli com 1 Por filho crinç Fmíli dos 12 com 2 os 36 filhos meses Fmíli com 3 ou mis filhos Por crinç ou jovem com mis de 36 meses (3 nos) 174,72 144,91 92,29 56,45 33,88 0,00 43,68 36,23 26,54 22,59 11,29 0,00 87,36 72,46 53,08 45,18 22,58 0,00 131,04 108,69 79,62 67,77 33,87 0,00 43,68 36,23 26,54 22,59 11,29 0,00 Tods s crinçs com iddes compreendids entre os 6 e os 16 nos (durnte o no civil em curso), que se encontrem estudr, e que estejm enqudrdos no 1º esclão, recebem, no mês de Setembro, o bono dobrr. Crinçs mis novs recebem mis As crinçs té os 12 meses recebem um vlor mis elevdo. Fmílis com dus ou mis crinçs Nos gregdos fmilires com dus crinçs, s crinçs com mis de 12 meses recebem o bono de fmíli em duplicdo té fzerem 36 meses (3 nos). Nos gregdos fmilires com três ou mis crinçs, s crinçs com mis de 12 meses recebem o bono de fmíli em triplicdo té fzerem 36 meses (3 nos).. Pr um informção mis detlhd sobre mjorção do bono de fmíli, consultr o Gui Prático N08 Mjorção do bono de Fmíli e pré-ntl. ISS, I.P. Pág. 10/26

11 Fmílis com um só dulto (monoprentis) As fmílis monoprentis em que crinç ou crinçs vivem com um único dulto têm direito receber mis 20% de bono de fmíli. Pr um informção mis detlhd sobre mjorção do bono de fmíli, consultr o Gui Prático N08 Mjorção do bono de Fmíli e pré-ntl. Como se clcul o vlor do bono O vlor do bono vri conforme: o nível de rendimentos do gregdo fmilir (esclão) idde d crinç o número de crinçs o número de dultos. Existem seis esclões, os mis bixos recebem mis As fmílis que estão nos cinco primeiros esclões recebem bono, s que estão no sexto esclão não recebem qulquer vlor. As fmílis do 1º esclão são s que têm os rendimentos mis bixos e s que recebem o bono de fmíli mior. Pr sber o esclão é preciso clculr o rendimento de referênci d fmíli 1. Considerr os rendimentos de tods s pessos do gregdo fmilir, nos termos do Decreto-lei n.º 70/2010, de 16 de Junho; 2. Dividir esse vlor pelo número de crinçs e jovens do gregdo que têm direito o bono, mis um. Ou sej, se houver 2 crinçs, divide por 3. Quis os rendimentos que são considerdos pr verificção do cumprimento d condição de recursos 1 - São considerdos no purmento do rendimento mensl do gregdo fmilir, s seguintes ctegoris de rendimentos: Rendimentos de trblho dependente; Rendimentos de trblho independente (empresriis e profissionis); Rendimentos de cpitis (ver ponto 3); Rendimentos prediis (ver ponto 4); Pensões (incluindo s pensões de limentos); Prestções Sociis (tods excepto s prestções por encrgos fmilires, por deficiênci e por dependênci); Bolss de estudo e de formção (excepto o subsídio de limentção, trnsporte e lojmento); Subsídios de rend de cs ou outros poios públicos à hbitção, com crácter regulr;. ISS, I.P. Pág. 11/26

12 2- No cso do gregdo fmilir residir em hbitção socil, é somdo o rendimento mensl do gregdo fmilir: No primeiro no de tribuição d prestção requerid som o vlor de 15,45 No segundo no de tribuição d prestção requerid som o vlor de 30,91 A prtir do terceiro no de tribuição d prestção requerid som o vlor de 46,36 3- Se os elementos do gregdo fmilir tiverem ptrimónio mobiliário (depósitos bncários, cções, certificdos de forro ou outros ctivos finnceiros), consider-se como rendimentos de cpitis o mior dos seguintes vlores: i) O vlor dos rendimentos de cpitis uferidos (juros de depósitos bncários, dividendos de cções ou rendimentos de outros ctivos finnceiros); ii) 5% do vlor totl do ptrimónio mobiliário, em 31 de Dezembro do no nterior (créditos depositdos em conts bncáris, cções, certificdos de forro ou outros ctivos finnceiros). 4 - Se os elementos do gregdo fmilir forem proprietários de imóveis, consider-se como rendimentos prediis, resultnte d som dos seguintes vlores: ) Hbitção permnente (pens se o vlor ptrimonil d hbitção permnente for superior 600 vezes o Indexnte de Apoios Sociis, ou sej, no no de 2010): i) 5% d diferenç entre o vlor ptrimonil d hbitção permnente e (se diferenç for positiv). b) Restntes imóveis, excluindo hbitção permnente. Deve considerr-se o mior dos seguintes vlores: i) O vlor ds rends efectivmente uferids; ii) 5% do somtório do vlor ptrimonil de todos os imóveis (excluindo hbitção permnente). Os 6 esclões do rendimento de referênci Rendimentos de 2008 usdos pr clculr o vlor do bono de fmíli que vi ser pgo de 1 de Jneiro de Dezembro 2010, às crinçs ou jovens que já estão receber bono em 2009 (mnutenção do direito prov de rendimentos efectud em Outubro de 2009). Esclões 1º 2º 3º 4º 5º 6º Rendimento de referênci Até 2.851,87 (inclusive) de 2.851, ,74 De 5.703, ,61 De 8.555, ,35 de , ,70 Acim de ,70 ISS, I.P. Pág. 12/26

13 Rendimentos de 2009 usdos pr clculr o vlor do bono de fmíli pr os pedido feitos em 2010 (requerimentos iniciis presentdos o longo do no de 2010) Esclões 1º 2º 3º 4º 5º 6º Rendimento de referênci Até 2.934,54 (inclusive) de 2.934, ,08 De 5.869, ,62 De 8.803, ,70 de , ,40 Acim de ,40 Até qundo se recebe Crinçs e jovens sem deficiênci Até os 16 nos; A prtir dos 16 só se recebe se estiver estudr Crinçs e jovens com deficiênci Até os 24; A prtir dos 24 só se recebe estiver no ensino superior (té cbr o curso ou completr 27). Qudro 6 Quem recebe bono prtir dos 16 nos Idde (Atingid durnte o no lectivo: 01 de Setembro 31 de Agosto) Não estud Básico (té 9º no) ou equivlente Secundário (té 12º no) ou equivlente Superior ou equivlente Jovens sem deficiênci Jovens com deficiênci Não Sim Sim Sim Não Sim, em cso de doenç ou cidente Não Não Sim Sim, em cso de doenç ou cidente Não Não Não Sim Sim Sim, em cso de doenç ou cidente Sim Sim Sim Sim Não Não Não Sim Como se definem os limites de idde? Pr efeitos d tribuição do bono de fmíli, prtir dos 16 nos, é considerd idde do jovem no início do no lectivo (01 de Setembro). ISS, I.P. Pág. 13/26

14 Se durnte o no lectivo o jovem tingir o limite de idde, em relção o nível de ensino que se encontr (básico, secundário ou superior), tem direito té o finl do no lectivo que se encontr frequentr. Exemplo: No no lectivo 2009/2010, 01 de Setembro, o jovem tem 18 nos e está inscrito no ensino básico. Complet 19 nos em Jneiro de 2010, pelo que terá direito o bono de fmíli té 31 Agosto de A prtir de qundo se tem direito receber? Se pedir Dentro do przo (nos 6 meses que se seguem o mês em que pssou ter direito o bono) For do przo Tem direito o bono de fmíli No 2º mês seguinte àquele em que pssou ter direito (em que nsceu, em que deixou de trblhr e voltou estudr, etc.) A prtir do mês seguinte o d entreg do pedido D2 Como posso receber? Trnsferênci bncári. Cheque não à ordem Not Importnte: A Segurnç Socil lterou o modo de pgmento dos subsídios sociis de crtcheque pr cheque não à ordem O cheque não à ordem: Não pode ser endossdo (pssdo ou trnsmitido) terceiros (qulquer pesso diferente do próprio beneficiário); Só pode ser levntdo pelo próprio ou depositdo num cont do próprio. Pr mior comodidde e segurnç dir o pgmento dos subsídios por trnsferênci bncári. O dinheiro entr directmente n su cont bncári e fic disponível de imedito. A Segurnç Socil grnte um pgmento mis rápido, mis seguro, sem trsos e extrvios. Como derir o pgmento por trnsferênci bncári Pel Internet, no serviço Segurnç Socil Direct: o Aced o site d Segurnç Socil em ISS, I.P. Pág. 14/26

15 o o o o Clique em: Segurnç Socil Direct Aced qui Digite o NISS (Número de Identificção de Segurnç Socil) e Plvr-Chve; No menu Serviços Disponíveis, clique em Alterção de NIB Indique o seu NIB Preenchendo o modelo RP 5046 DGSS, disponível pr impressão n Internet em Formulários, seleccionr Pgmento de Prestções por Depósito em Cont Bncári, clicr em Ver (link directo em ). 1. Junte um dos seguintes documentos comprovtivos do seu NIB Declrção bncári onde conste o seu NIB; Fotocópi d primeir folh d cdernet bncári; Fotocópi de um cheque em brnco. 2. Junte tmbém fotocópi de documento de identificção civil válido que tenh su ssintur (crtão de ciddão, bilhete de identidde, pssporte) pr se verificr utenticidde d ssintur. 3. Envie o formulário e os documentos (NIB e identificção) pelo correio pr o Centro Distritl d Segurnç Socil d su áre de residênci ou entregue-os directmente num dos Serviços de Atendimento o público. Em consulte o mp d rede de serviços de tendimento público. Pode tmbém obter o formulário nos Serviços de Atendimento d Segurnç Socil. D3 Quis s minhs obrigções? Declrr se recebe o mesmo poio Apresentr os documentos pedidos pel Segurnç Socil Declrr no przo de 10 dis s lterções que possm influencir o bono Fzer Prov Escolr obrigtóri prtir dos 16 (24 em cso de deficiênci) Fzer Prov de Rendimentos e composição do gregdo fmilir Declrr se recebe o mesmo poio Declrr no formulário se pediu ou está receber o mesmo tipo de poio de outr entidde, incluindo os tribuídos por entiddes de píses. Apresentr os documentos pedidos pel Segurnç Socil Se lhe for pedido, deve presentr: Declrção de IRS; ISS, I.P. Pág. 15/26

16 Certidão do registo civil, BI, boletim de nscimento, pssporte d crinç ou jovem e d pesso que fz o pedido e ind do gregdo fmilir; Autorizção de residênci, ou situção equiprd, no cso de ciddãos estrngeiros não brngidos por qulquer cordo interncionl; Certificção médic que justifique receber o bono té mis trde; Documento comprovtivo de que pesso que fz o pedido é representnte legl d crinç ou jovem ou de que tem crinç ou jovem à su gurd; Comprovtivo de mtrícul pr provr que continu estudr; Outros documentos solicitdos pelos serviços d Segurnç Socil. Declrr no przo de 10 dis s lterções que possm influencir o bono Se o jovem deixr de estudr Se o jovem começr trblhr Se mudr de cs Se houver lterção d composição e/ou dos rendimentos do gregdo fmilir. O beneficiário/cliente deverá preencher o modelo MOD. GF37-DGSS Comunicção de Alterção de Elementos, disponível no site em formulários. Deverá entregr este formulário em qulquer serviço de tendimento ou envi-lo por crt dirigid o Centro Distritl d áre de residênci, ou pr o Centro Distritl competente (quele que lhe pg o bono). Fzer Prov Escolr obrigtóri prtir dos 16 (24 em cso de deficiênci) Pr um informção mis detlhd consultr o Gui Prático d Prov Escolr A prov escolr, pr lém de ser necessári pr mnutenção do direito o bono de fmíli dos jovens prtir dos 16 nos de idde, vi permitir efectur tribuição oficios d Bols de Estudo Têm de fzer prov Escolr obrigtóri os jovens : A prtir dos 16 Not: A prtir dos 16 no cso de jovens com deficiênci só pr efeito de tribuição d bols de estudo (Pr um informção mis detlhd sobre Bols de Estudo, consultr o Guião 4010 Bols de Estudo) A prtir dos 24 em cso de jovens com deficiênci, só pr efeito de bono de fmíli. Atenção: Não precis de fzer Prov Escolr se se mtriculr no ensino básico ou secundário num escol públic ou privd com contrto de ssocição com o Ministério d Educção; bst indicr o NISS qundo d mtrícul. ISS, I.P. Pág. 16/26

17 Se o jovem não se pôde mtriculr ou se não pssou de no por motivo de cidente ou doenç, deve presentr os documentos que o comprovem (declrção do estbelecimento de ensino ou certificdo médico). Se não fizer Prov Escolr no przo determindo, o bono de fmíli será suspenso logo prtir do mês de Dezembro, ou sej, no 2º mês seguinte o limite do przo. Prov de Rendimentos e composição do gregdo fmilir A prov nul de rendimentos é obrigtóri pr efeitos de determinção do esclão de Abono de Fmíli pr Crinçs e Jovens. É efectud oficiosmente, trvés de troc de informção entre os serviços d Segurnç Socil e d Administrção Fiscl, bem como considerção ds prestções sociis tribuíds pelo Instituto d Segurnç Socil, I.P Entregr declrção de utorizção ou os documentos solicitdos Ns situções em que os serviços de segurnç socil entendm ser necessário verificr os vlores do ptrimónio mobiliário declrdos n Prov de Condição de Recursos ou no Requerimento, podem exigir, em relção o requerente ou qulquer membro do seu gregdo fmilir, um declrção de utorizção pr cesso à informção bncári ou, em lterntiv, presentção dos documentos bncários que sejm considerdos relevntes. D4 Por que rzões é suspenso ou cess? O pgmento do bono de fmíli é suspenso (interrompido) se O bono de fmíli cess (termin) qundo O pgmento do bono de fmíli é suspenso se: Não presentr declrção de IRS qundo lhe é pedid pel Segurnç Socil. Não presentr Prov Escolr no przo estbelecido O jovem está num gru de escolridde inferior os indicdos no Qudro 1. O jovem começr trblhr. O jovem de 16 nos (ou mis) deix de estudr O rendimento de referênci d fmíli ultrpssr o limite do 5º esclão e pssr pr o 6º esclão (ver qudros). O vlor totl do ptrimónio mobiliário (depósitos bncários, cções, certificdos de forro ou outros ctivos finnceiros) de todos os elementos do gregdo ultrpssr o limite de ,80, no no de 2010 (240 vezes o vlor do Indexnte de Apoios Sociis). ISS, I.P. Pág. 17/26

18 Começr receber subsídio socil prentl Qundo lhe for solicitd declrção de utorizção pr cesso informção ptrimonil junto do Bnco de Portugl e não proceder à su entreg, su prestção é suspens e perde o direito à prestção té entregr referid declrção. Se não for entregue declrção de utorizção ou os documentos solicitdos no przo fixdo, o pedido de tribuição d prestção fic suspenso e há perd do direito o vlor ds prestções té à dt d entreg d declrção de utorizção ou dos documentos bncários solicitdos. Se já estiver em curso o pgmento ds prestções sociis qundo for solicitd declrção de utorizção ou os documentos bncários e estes não forem presentdos no przo fixdo, s prestções são suspenss e há perd do direito às mesms té à dt de entreg d declrção de utorizção ou dos documentos bncários solicitdos. Not: Pr retomr o seu pgmento, tem de presentr por escrito nos serviços de tendimento justificção que prove que já não se encontr n situção que originou suspensão. Se Abono de fmili é suspenso (Deix de receber) Não fizer prov escolr no przo estbelecido No mês de Dezembro desse no. Deixr de estudr O jovem começr trblhr O rendimento de referênci d fmíli ultrpssr o limite do 5.º esclão (ver Qudros) Começr receber subsidio socil prentl No mês seguinte quele em que comunic No mês seguinte àquele em que começou trblhr (ver D3 - Quis s minhs obrigções) No mês seguinte à comunicção. A prtir de 1 de Jneiro do no seguinte ou do mês seguinte à comunicção No mês seguinte à comunicção No mês seguinte àquele em que começou receber Subsídio Socil Prentl Pode voltr receber se Apresentr os documentos pedidos pel Segurnç Socil. Fizer Prov Escolr. Deixr de trblhr e voltr estudr. Deixr de receber subsídio socil prentl e voltr estudr ( prtir dos 16 nos) ISS, I.P. Pág. 18/26

19 A situção d fmíli se lterr e o rendimento de referênci voltr estr num dos esclões que dão direito receber bono de fmíli (1º o 5º esclão). Not: Volt receber no mês seguinte à presentção d prov à Segurnç Socil. O bono de fmíli termin qundo: O jovem com deficiênci tinge os 24 nos e não está no ensino superior. O jovem com deficiênci que está no ensino superior tinge os 27 nos ntes de se inicir o no lectivo. O jovem requer subsídio mensl vitlício ou pensão socil de invlidez. A crinç ou jovem morre. A crinç ou jovem não present prov d residênci legl em Portugl. A crinç ou jovem pss residir noutro pís. São prestds flss declrções qunto os elementos necessários pr determinr condição de recursos e lhe tiver sido tribuíd um prestção socil à qul não tinh direito. Como penlizção, não poderá receber durnte 24 meses (dois nos), contr d dt prtir d qul for detectd est situção pelos Serviços d Segurnç Socil, qulquer prestção socil sujeit condição de recursos (não só quel em que prestou flss declrções, ms sim s o Abono Pré-Ntl, o Subsídio Socil de Desemprego, o RSI e os Subsídios Sociis de Prentlidde). E Outr Informção. E1 Legislção Aplicável Portri n.º 598/2010, de 2 Agosto Aprov os modelos de declrção d composição e rendimentos do gregdo fmilir. Decreto-Lei n.º 77/2010, de 16 de Junho - Determin que o pgmento do montnte dicionl do bono de fmíli pss ser pens plicável o 1.º esclão. Decreto-Lei n.º 70/2010, de 16 de Junho - Estbelece s regrs pr determinção d condição de recursos ter em cont n tribuição e mnutenção ds prestções do subsistem de protecção fmilir e do subsistem de solidriedde Portri n.º 1316/2009, de 21 de Outubro Alter Portri n.º 984/2007, de 27 de Agosto, sobre Prov Escolr. ISS, I.P. Pág. 19/26

20 Decreto-Lei nº 2001/2009, de 28 de Agosto Cri bols de estudo e procede à lterção do Decreto-lei n.º 176/2003, de 2 de Agosto, n redcção dd pelos Decretos-Lei nºs 41/2006, de 21 de Fevereiro, 87/2008 de 28 de Mio e 245/2008, de 18 de Dezembro. Portri n.º 511/2009, de 14 de Mio Montntes do bono de fmíli e do subsídio de funerl pr Portri n.º 1514/2008, de 24 de Dezembro Actulizção nul IAS pr 2009 e ds pensões e outrs prestções sociis. Portri n.º 9/2008, de 3 de Jneiro Fix o vlor do IAS pr o no de Lei n.º 4/2007, de 16 de Jneiro Lei de bses d segurnç socil. Portri n.º 458/2006, de 18 de Mio Títulos que permitem equiprção de estrngeiros residentes. Lei n.º 53-B/2006, de 29 de Dezembro Cri o indexnte dos poios sociis e novs regrs de ctulizção ds pensões e outrs prestções sociis do sistem de segurnç socil. Decreto-Lei n.º 176/2003, de 2 de Agosto, n redcção dd pelos Decretos-Lei nºs 41/2006, de 21 de Fevereiro, 87/2008 de 28 de Mio e 245/2008, de 18 de Dezembro Regime jurídico d protecção nos encrgos fmilires. Regulmento (CEE) 1408/71 do Conselho, de 14 de Junho Aplicção dos Regimes d Segurnç Socil os trblhdores sslridos e os membros d su fmíli que se deslocm no interior d comunidde. Regulmento (CEE) 574/72 do Conselho, de 21 de Mrço Estbelece s modliddes de plicção do Regulmento (CEE) 1408/71. E2 Glossário Pessos equiprds residentes São considerdos equiprdos residentes: ISS, I.P. Pág. 20/26

21 Ciddãos estrngeiros não brngidos por cordo interncionl ou legislção comunitári Ciddãos estrngeiros que têm um título de permnênci em Portugl válido. Os títulos possíveis são: título de protecção temporári, títulos de permnênci e respectivs prorrogções (ver cso cso). Pessos residentes Ciddãos ncionis que residm hbitulmente em Portugl. Ciddãos estrngeiros, refugidos e pátrids com título válido de utorizção de residênci válid. Tmbém são considerdos residentes: Portugueses residir no estrngeiro ms que são funcionários públicos trblhr pr o Estdo Português, bem como os membros do seu gregdo fmilir. Portugueses que se encontrm descontr pr segurnç socil portugues e que trblhm em pís com o qul Portugl está vinculdo por cordo de segurnç socil (cordo bilterl ou multilterl) e membros do seu gregdo fmilir. Ciddãos estrngeiros brngidos por cordo interncionl ou legislção comunitári De um modo gerl, todos os ncionis de píses d União Europei (e os membros do seu gregdo fmilir): Alemnh: Áustri; Bélgic; Bulgári; Chipre; Dinmrc; Eslováqui; Eslovéni; Espnh; Estóni; Finlândi; Frnç; Gréci; Hungri; Irlnd; Itáli; Letóni; Lituâni; Luxemburgo; Mlt; Píses Bixos; Polóni; Portugl; Reino Unido; Repúblic Chec; Roméni e Suéci. Os ciddãos d Suiç, Islândi, Norueg e Liechtenstein tmbém form brngidos pel legislção comunitári. Portugl tem ctulmente cordos interncionis reltivos prestções fmilires com o Brsil, Cbo Verde, Mrrocos e Austráli (em relção este último pís pens no que respeit filhos ou equiprdos de pensionists d segurnç socil portugues). Rendimentos de referênci Os rendimentos de referênci dizem-nos em que esclão crinç ou jovem está. Existem seis esclões. As fmílis que estão nos cinco primeiros esclões recebem bono, s que estão no sexto esclão não recebem. As fmílis do 1º esclão são s que têm os rendimentos mis bixos e s que recebem o bono de fmíli mior. Os 6 esclões do rendimento de referênci Rendimentos de 2008 usdos pr clculr o vlor do bono de fmíli que vi ser pgo de 1 de Jneiro de Dezembro 2010, às crinçs ou jovens que já estão receber bono em 2009 (mnutenção do direito prov de rendimentos efectud em Outubro de 2009). ISS, I.P. Pág. 21/26

22 Esclões 1º 2º 3º 4º 5º 6º Rendimento de referênci Até 2.851,87 (inclusive) de 2.851, ,74 De 5.703, ,61 De 8.555, ,35 de , ,70 Acim de ,70 Rendimentos de 2009 usdos pr clculr o vlor do bono de fmíli pr os pedido feitos em 2010 (requerimentos iniciis presentdos o longo do no de 2010) Esclões 1º 2º 3º 4º 5º 6º Rendimento de referênci Até 2.934,54 (inclusive) de 2.934, ,08 De 5.869, ,62 De 8.803, ,70 de , ,40 Acim de ,40 Equivlente (o ensino básico, secundário ou superior) Curso de formção profissionl equivlente esse gru de ensino (ver Pergunts Frequentes Geris) ou estágio necessário pr obter o diplom desse gru de ensino. Pergunts Frequentes Pergunts Frequentes Geris Pergunts Frequentes Determinção de Rendimentos e de Agregdo Fmilir Pergunts Frequentes Assuntos Interncionis Pergunts Frequentes Geris Como é que se determin o nível de ensino que corresponde um curso de formção profissionl? Depende do gru de escolridde necessário pr entrr pr o curso: Se não for preciso ter o 9º no, o curso equivle o ensino básico. Se for preciso ter o 9º no, o curso equivle o ensino secundário. Se for preciso ter o 12º no, o curso equivle o ensino superior. ISS, I.P. Pág. 22/26

23 Os vlores que recebo d Segurnç Socil título de bono de fmíli pr crinçs e jovens devem ser declrdos pr efeitos de IRS? Não, não necessit de declrr, pr efeito de IRS, os vlores recebidos de bono de fmíli pr crinçs e jovens. Pergunts Frequentes Determinção de Rendimentos e de Agregdo Fmilir Quem fz prte do gregdo fmilir? São considerdos elementos do gregdo fmilir, s pessos que vivm em economi comum e que tenhm entre si os seguintes lços: Cônjuge ou pesso com quem viv em união de fcto há mis de dois nos Prentes e fins miores em linh rect e em linh colterl, té o 3º gru: Pis; Sogros; Pdrsto, Mdrst, Filhos, Entedos, Genro, Nor, Avós, Netos, Irmãos, Cunhdos, Tios, Sobrinhos, Bisvós, Bisnetos. Prentes e fins menores em linh rect e linh colterl (não têm limite de Gru de prentesco) Adoptdos restritmente e os menores confidos dministrtivmente ou judicilmente lgum dos elementos do gregdo fmilir Not: O conceito de gregdo fmilir pr verificção d condição de recursos é o proximdo o conceito de gregdo fmilir doméstico (s pessos que vivem n mesm cs) e com lgum relção de prentesco. No entnto, existem excepções. Não são considerds como fzendo prte de um gregdo fmilir pessos que: Tenhm um vínculo contrtul (por exemplo, hospedgem ou luguer de prte de cs) Estejm trblhr pr lguém do gregdo fmilir Estejm em cs por um curto período de tempo Se encontrem no gregdo fmilir contr su vontde por motivo de situção de cocção físic ou psicológic Not 2: As crinçs e jovens colhidos em Centros de colhimento são considerds pessos isolds. Pergunts Frequentes Assuntos Interncionis Se um trblhdor estiver trblhr no estrngeiro e com ele residm o conjuge e os descendentes quem pg o bono de fmíli? ISS, I.P. Pág. 23/26

24 R: Se estiver trblhr num pís d União Europei, Islândi, Norueg, Liechtenstein, Suíç, e ind, Brsil, Mrrocos, Cbo-Verde ou ns ilhs do cnl do Reino Unido, o direito o bono de fmíli é ssegurdo prioritrimente pelo pís onde trblh e descont. Se um trblhdor estiver trblhr no estrngeiro e o cônjuge e descendentes residirem em Portugl, quem é que pg o bono de fmíli? R: Se trblhr em um Estdo d União Europei, Islândi, Norueg, Liechtenstein, Suíç, e ind, Brsil, Mrrocos, Cbo-Verde ou ns ilhs do cnl do Reino Unido à excepção d ilh de Jersey*, mesmo sempre que os fmilires não residm no pís onde o trblhdor está trblhr, o direito às prestções fmilires é ssegurdo prioritrimente pelo pís onde o trblhdor exerce su ctividde profissionl. Só no cso do outro progenitor tmbém trblhr em Portugl é que o direito pss ser ssegurdo prioritrimente, por Portugl. Se for ciddão de outro pís (por exemplo, um ciddão ngolno, com residênci legl em Portugl) e se estiver trblhr n Alemnh ou Áustri, queles píses, poderão exigirlhe que tenh trblhdo ou descontdo, durnte um determindo tempo, em qulquer dos Estdos-membros. Assim, se nteriormente, descontou pr Portugl ou qulquer outro pís d União Europei, Islândi, Norueg, Liechtenstein ou Suíç, deverá solicitr emissão do formulário E 405, que lém de indicr os períodos de descontos indic tmbém últim prestção pg. *Not: só nos cso d pesso estr trblhr e descontr n ilh de Jersey (Reino Unido) é que o bono só é pgo se os desdendentes tmbém lá residirem. O vlor que vou receber é o mesmo que receberi se descontsse pr Portugl? R: Não. O direito o montnte ds prestções receber é o previsto pel legislção do pís pgdor e que pode ser diferente nos vários píses. Se o trblhdor tiver direito prestções fmilires pelo pís onde se encontr trblhr (União Europei, Islândi, Norueg, Liechtenstein ou Suíç), e se por forç d residênci dos descendentes e do exercício de um ctividde profissionl pelo outro progenitor o direito às prestções fmilires dev ser ssegurdo prioritrimente por Portugl, su fmíli receberá, em regr*, o montnte equivlente o vlor mis elevdo ds prestções fmilires previsto pel legislção de um desses Estdos-membros. Nesses csos, o trblhdor deve pedir o pgmento do montnte diferencil (complemento) no outro Estdo-membro em que trblh. *Not: O pgmento de um complemento não está previsto no qudro dos cordos bilteris com o Brsil, Cbo Verde, Mrrocos e ilhs do cnl do Reino Unido. O meu mrido está trblhr em Inglterr e descont pr Segurnç Socil ingles. Temos dois filhos, que vivem comigo em Portugl e recebem s prestções fmilires pel Segurnç Socil portugues. ISS, I.P. Pág. 24/26

25 Como o vlor ds prestções fmilires é mis elevdo em Inglterr, o meu mrido pode pedir que s prestções sejm pgs trvés d Segurnç Socil ingles? R: Não. Se o fmilir tiver direito prestções fmilires no nosso pís - por exemplo mãe descontr pr Segurnç Socil portugues - o beneficiário que se encontr trblhr num pís d União Europei, Islândi, Norueg, Liechtenstein, Suíç, e ind, Brsil, Mrrocos ou Cbo-Verde, pode pedir diferenç do vlor pgo no pís onde se encontr trblhr e o vlor recebido em Portugl (complemento). As instituições comunitáris rticulm-se, nesses csos, pr purr os montntes pgos no Estdo-membro d residênci dos descendentes, utilizndo pr o efeito o formulário modelo E 411; Not: No O formulário modelo E 411 é, tem dois cmpos A e B, e o cmpo A (Pedido de Atestdo) deve vir preenchido pel instituição competente pel tribuição ds prestções fmilires, no Estdo-membro onde o trblhdor exerce su ctividde. O cmpo B (Atestdo) é preenchido pelo Centro Distritl do lugr de residênci, onde é informndo se o beneficiário recebe ou não prestções fmilires e respectivo o vlor ds mesms. O pgmento de um complemento não está previsto no qudro dos cordos bilteris com o Brsil, Cbo Verde, Mrrocos e ilhs do cnl do Reino Unido. A Segurnç Socil frnces pediu o meu mrido um prov reltiv à composição do gregdo fmilir e respectiv residênci, com vist à concessão ds prestções fmilires. Como resido em Portugl com os meus filhos, quem é que pss ess declrção? R: O testdo reltivo à composição do gregdo fmilir é pssdo pel Junt de Freguesi d su áre de residênci, utilizndo pr o efeito o formulário E 401, que depois de devidmente preenchido deve ser envido pr instituição frnces. O meu mrido está trblhr n Bélgic e recebe s prestções fmilires trvés d Segurnç Socil belg. O nosso filho estud e reside comigo em Portugl. A Segurnç Socil belg está pedir um comprovtivo d continução dos estudos, com vist concessão ds prestções fmilires. Quem é que me pss ess declrção? R: O testdo comprovtivo de continução dos estudos deve ser pssdo pelo estbelecimento de ensino onde o seu filho está estudr, utilizndo pr o efeito o formulário E 402, que depois de devidmente preenchido deve ser remetido à instituição belg. O meu mrido é ngolno, trblh n Alemnh e descont pr segurnç socil lemã. Eu e o meu filho residimos leglmente em Portugl e eu não trblho nem desconto em Portugl. ISS, I.P. Pág. 25/26

26 Será que o meu filho tem direito o bono por prte d Alemnh? R: Sim. O seu mrido deve presentr um requerimento de bono n Cix de Fmíli lemã que o brnge. Residindo leglmente em Portugl, poderá beneficir dos Regulmentos Comunitários de segurnç socil em iguldde de trtmento com os ciddãos comunitários. ISS, I.P. Pág. 26/26

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra Serviços de Acção Socil d Universidde de Coimbr Serviço de Pessol e Recursos Humnos O que é o bono de fmíli pr crinçs e jovens? É um poio em dinheiro, pgo menslmente, pr judr s fmílis no sustento e n educção

Leia mais

SERVIÇOS DE ACÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Serviço de Pessoal e Recursos Humanos

SERVIÇOS DE ACÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Serviço de Pessoal e Recursos Humanos SERVIÇOS DE ACÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Serviço de Pessol e Recursos Humnos O que é o bono de fmíli pr crinçs e jovens? É um poio em dinheiro, pgo menslmente, pr judr s fmílis no sustento e

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO MENSAL VITALÍCIO

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO MENSAL VITALÍCIO Manual de GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO MENSAL VITALÍCIO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/10 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Subsídio Mensal Vitalício (4004 v4.16) PROPRIEDADE

Leia mais

GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS INSTITUTO DE EMPREGO DA MADEIRA, IP-RAM

GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS INSTITUTO DE EMPREGO DA MADEIRA, IP-RAM GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS INSTITUTO DE EMPREGO DA MADEIRA IP-RAM Proc. Nº 201 /FE/ Cndidtur o Progrm Formção Emprego (FE) (Portri 190/2014 de 6 de novembro) (O

Leia mais

GUIA PRÁTICO BOLSA DE ESTUDO

GUIA PRÁTICO BOLSA DE ESTUDO Manual de GUIA PRÁTICO BOLSA DE ESTUDO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/11 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Bolsa de Estudo (4010 v1.12) PROPRIEDADE Instituto

Leia mais

Guia Prático Majorações do Abono de Família para Crianças e Jovens e do Abono de Família Pré-natal

Guia Prático Majorações do Abono de Família para Crianças e Jovens e do Abono de Família Pré-natal Manual de GUIA PRÁTICO MAJORAÇÕES DO ABONO DE FAMÍLIA PARA CRIANÇAS E JOVENS E DO ABONO DE FAMÍLIA PRÉ-NATAL (famílias com duas ou mais crianças/famílias monoparentais) INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE FUNERAL

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE FUNERAL Manual de GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE FUNERAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/8 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Subsídio de Funeral (4003 v4.15) PROPRIEDADE Instituto

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE

CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE CAPITULO I VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA FINS INDUSTRIAIS ARTIGO l. A lienção, trvés de vend, reliz-se por negocição direct com os concorrentes sendo o preço d vend fixo, por metro qudrdo, pr um ou mis

Leia mais

Conheça a sua fatura da água!

Conheça a sua fatura da água! Conheç su ftur d águ! Jneiro de 20 FATURA/RECIBO N.º: 27 VALOR 8,7 Euros Município de Reguengos de Monsrz Titulr / Locl Mord ou sítio de leitur/do contdor Loclidde d mord de leitur NIF: Áre NIPC 07 040

Leia mais

CÁLCULO E INSTRUMENTOS FINANCEIROS I (2º ANO)

CÁLCULO E INSTRUMENTOS FINANCEIROS I (2º ANO) GESTÃO DE EMPRESAS CÁLCULO E INSTRUMENTOS FINANCEIROS I (2º ANO) Exercícios Amortizção de Empréstimos EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO Exercício 1 Um empréstimo vi ser reembolsdo trvés de reembolsos nuis, constntes

Leia mais

Nome/Designação Social: Nº Identificação do Registo Nacional de Pessoas Colectivas: Endereço: Concelho: Actividade Principal:

Nome/Designação Social: Nº Identificação do Registo Nacional de Pessoas Colectivas: Endereço: Concelho: Actividade Principal: GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DOS ASSUNTOS SOCIAIS INSTITUTO DE EMPREGO DA MADEIRA IP RAM Cndidtur Progrm Formção/Emprego (FE) (Portri nº 19/2009 de 23 de Fevereiro) A preencher pelo Instituto de

Leia mais

GUIA PRÁTICO ABONO DE FAMILIA PARA CRIANÇAS E JOVENS

GUIA PRÁTICO ABONO DE FAMILIA PARA CRIANÇAS E JOVENS Manual de GUIA PRÁTICO ABONO DE FAMILIA PARA CRIANÇAS E JOVENS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/26 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Abono de família para crianças

Leia mais

U04.6. Câmara Municipal da Amadora. Pág. 1 a. 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009) 01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente.

U04.6. Câmara Municipal da Amadora. Pág. 1 a. 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009) 01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente. Câmr Municipl d Amdor Deprtmento de Administrção U04.6 Urbnísitic EMISSÃO DE LICENÇA ESPECIAL OU COMUNICAÇÃO PRÉVIA PARA OBRAS INACABADAS LISTA DE DOCUMENTOS 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009)

Leia mais

Até que idade se recebe o Abono?

Até que idade se recebe o Abono? O que é o abono de família para crianças e jovens? É um apoio em dinheiro, pago mensalmente, para ajudar as famílias no sustento e na educação das crianças e jovens. Quem tem direito ao abono de família?

Leia mais

PREÇÁRIO Informação de Produtos e Serviços Aviso nº 1/95 do Banco de Portugal

PREÇÁRIO Informação de Produtos e Serviços Aviso nº 1/95 do Banco de Portugal 01-08-09 / Pág. 1/12 CRÉDITO PESSOAL CRÉDITO NO PONTO DE VENDA - PARTICULARES Crédito Lr Txs Representtivs Tx Preferencil Tx Nominl Nominl 7,500% 29,500% 18,3% CRÉDITO NO PONTO DE VENDA - EMPRESAS Crédito

Leia mais

GUIA PRÁTICO ABONO DE FAMILIA PARA CRIANÇAS E JOVENS

GUIA PRÁTICO ABONO DE FAMILIA PARA CRIANÇAS E JOVENS Manual de GUIA PRÁTICO ABONO DE FAMILIA PARA CRIANÇAS E JOVENS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/25 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Abono de família para crianças

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE ASSISTÊNCIA A FILHOS COM DEFICIÊNCIA OU DOENÇA CRÓNICA

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE ASSISTÊNCIA A FILHOS COM DEFICIÊNCIA OU DOENÇA CRÓNICA GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE ASSISTÊNCIA A FILHOS COM DEFICIÊNCIA OU DOENÇA CRÓNICA INSTITUTO DA DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático - Subsídio

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO Manual de GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático -Subsídio para Assistência a Filho

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO POR MORTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO POR MORTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO POR MORTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Subsídio por Morte (7011 v4.13) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P. AUTOR Centro Nacional

Leia mais

GUIA PRÁTICO PENSÃO SOCIAL DE VELHICE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO PENSÃO SOCIAL DE VELHICE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO PENSÃO SOCIAL DE VELHICE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Pensão Social de Velhice (7009 v4.15) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P. AUTOR Centro

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO POR FREQUÊNCIA DE ESTABELECIMENTO DE ENSINO ESPECIAL

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO POR FREQUÊNCIA DE ESTABELECIMENTO DE ENSINO ESPECIAL Manual de GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO POR FREQUÊNCIA DE ESTABELECIMENTO DE ENSINO ESPECIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Subsídio

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO Manual de GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/12 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático -Subsídio para Assistência a Filho

Leia mais

GUIA PRÁTICO BONIFICAÇÃO POR DEFICIÊNCIA

GUIA PRÁTICO BONIFICAÇÃO POR DEFICIÊNCIA Manual de GUIA PRÁTICO BONIFICAÇÃO POR DEFICIÊNCIA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/14 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Bonificação por Deficiência (4002 v4.20)

Leia mais

PROGRAMA SENAC DE GRATUIDADE - PSG 1º EDITAL DE PROCESSO SELETIVO SENAC/AL

PROGRAMA SENAC DE GRATUIDADE - PSG 1º EDITAL DE PROCESSO SELETIVO SENAC/AL PROGRAMA SENAC DE GRATUIDADE - PSG 1º EDITAL DE PROCESSO SELETIVO SENAC/AL 1. DO PROGRAMA 1.1. O PSG destin-se pessos de bix rend cuj rend fmilir mensl per cpit não ultrpsse 2 slários mínimos federis,

Leia mais

Edital de Processo Seletivo Nº 21/2015

Edital de Processo Seletivo Nº 21/2015 Editl de Processo Seletivo Nº 21/2015 O SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL NO ESTADO DO PIAUÍ, SENAC-PI, no uso de sus tribuições regimentis, torn público que estão berts

Leia mais

TEMA CENTRAL: A interface do cuidado de enfermagem com as políticas de atenção ao idoso.

TEMA CENTRAL: A interface do cuidado de enfermagem com as políticas de atenção ao idoso. TERMO DE ADESÃO A POLITICA DE INSCRIÇÃO NOS EVENTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM 9ª. JORNADA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM GERIÁTRICA E GERONTOLÓGICA TEMA CENTRAL: A interfce do cuiddo de enfermgem

Leia mais

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama.

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama. Crtilh Explictiv Segurnç pr quem você m. Bem-vindo, novo prticipnte! É com stisfção que recebemos su desão o Fmíli Previdênci, plno desenhdo pr oferecer um complementção de posentdori num modelo moderno

Leia mais

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES COMPENSATÓRIAS DOS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS, NATAL OU OUTROS SEMELHANTES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES COMPENSATÓRIAS DOS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS, NATAL OU OUTROS SEMELHANTES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES COMPENSATÓRIAS DOS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS, NATAL OU OUTROS SEMELHANTES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Prestações compensatórias dos subsídios

Leia mais

DECRETO Nº 27631. de 22 de abril de 2010.

DECRETO Nº 27631. de 22 de abril de 2010. DECRETO Nº 27631 de 22 de bril de 2010. Regulment Períci Médic e Ocupcionl dos servidores municipis d Prefeitur de Gurulhos. SEBASTIÃO DE ALMEIDA, PREFEITO DA CIDADE DE GUARULHOS, no uso de sus tribuições

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO POR MORTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO POR MORTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO POR MORTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Subsídio por Morte (7011 v4.12) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P. AUTOR Centro Nacional

Leia mais

ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU

ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU 1 ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU EDITAL UFU/PREFE/044/2010 EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA ESTAGIÁRIO(A) A Pró-reitori de Grdução d Universidde Federl de Uberlândi, mprd no rtigo 248 ds Norms de Grdução

Leia mais

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/11 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Prestações de Desemprego Montante Único

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO Manual de GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/11 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático -Subsídio para Assistência a Filho

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE ASSISTÊNCIA A FILHOS COM DEFICIÊNCIA OU DOENÇA CRÓNICA

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE ASSISTÊNCIA A FILHOS COM DEFICIÊNCIA OU DOENÇA CRÓNICA Manual de GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE ASSISTÊNCIA A FILHOS COM DEFICIÊNCIA OU DOENÇA CRÓNICA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/11 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático

Leia mais

Regulamento Promoção Promo Dotz

Regulamento Promoção Promo Dotz Regulmento Promoção Promo Dotz 1. Empres Promotor 1.1 Est promoção é relizd pel CBSM - Compnhi Brsileir de Soluções de Mrketing, dministrdor do Progrm Dotz, com endereço n Ru Joquim Florino n. 533 / 15º

Leia mais

GUIA PRÁTICO PENSÃO DE VIUVEZ INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO PENSÃO DE VIUVEZ INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO PENSÃO DE VIUVEZ INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Pensão de Viuvez (7012 v4.14) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P. AUTOR Centro Nacional de

Leia mais

6.1 Recursos de Curto Prazo ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. Capital de giro. Capital circulante. Recursos aplicados em ativos circulantes (ativos

6.1 Recursos de Curto Prazo ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. Capital de giro. Capital circulante. Recursos aplicados em ativos circulantes (ativos ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 6.1 Recursos de curto przo 6.2 Administrção de disponibiliddes 6.3 Administrção de estoques 6.4 Administrção de conts 6.1 Recursos de Curto Przo Administrção Finnceir e

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO POR ADOÇÃO

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO POR ADOÇÃO GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO POR ADOÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/16 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Subsídio por Adoção (3011 v1.15) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P.

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES CONFIDENCIAIS

FICHA DE INFORMAÇÕES CONFIDENCIAIS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO DO ESTADO DO CEARÁ POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ CONCURSO PÚBLICO PARA INGRESSO NO CARGO DE SOLDADO PM

Leia mais

GUIA PRÁTICO PENSÃO SOCIAL DE VELHICE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO PENSÃO SOCIAL DE VELHICE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO PENSÃO SOCIAL DE VELHICE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Pensão Social de Velhice (7009 v 09) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P. AUTOR Instituto

Leia mais

Liberdade de expressão na mídia: seus prós e contras

Liberdade de expressão na mídia: seus prós e contras Universidde Estdul de Cmpins Fernnd Resende Serrdourd RA: 093739 Disciplin: CS101- Métodos e Técnics de Pesquis Professor: Armndo Vlente Propost de Projeto de Pesquis Liberdde de expressão n mídi: seus

Leia mais

3. Cálculo integral em IR 3.1. Integral Indefinido 3.1.1. Definição, Propriedades e Exemplos

3. Cálculo integral em IR 3.1. Integral Indefinido 3.1.1. Definição, Propriedades e Exemplos 3. Cálculo integrl em IR 3.. Integrl Indefinido 3... Definição, Proprieddes e Exemplos A noção de integrl indefinido prece ssocid à de derivd de um função como se pode verificr prtir d su definição: Definição

Leia mais

GUIA PRÁTICO RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO

GUIA PRÁTICO RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO Manual de GUIA PRÁTICO RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/15 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Rendimento Social de Inserção (8001 v4.23)

Leia mais

Internação WEB BR Distribuidora v20130701.docx. Manual de Internação

Internação WEB BR Distribuidora v20130701.docx. Manual de Internação Mnul de Internção ÍNDICE CARO CREDENCIADO, LEIA COM ATENÇÃO.... 3 FATURAMENTO... 3 PROBLEMAS DE CADASTRO... 3 PENDÊNCIA DO ATENDIMENTO... 3 ACESSANDO O MEDLINK WEB... 4 ADMINISTRAÇÃO DE USUÁRIOS... 5 CRIANDO

Leia mais

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/10 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Prestações de Desemprego Montante Único

Leia mais

II NÚMERO DE VAGAS: As vagas serão oferecidas em cada disciplina optativa de acordo com a disponibilidade institucional do Programa.

II NÚMERO DE VAGAS: As vagas serão oferecidas em cada disciplina optativa de acordo com a disponibilidade institucional do Programa. Av. Fernndo Ferrri, 514 Vitóri ES CEP: 29.075-910 Cmpus de Goibeirs Tel/Fx: +55 (27) 4009-7657 E-mil: ppghis.ufes@hotmil.com http://www.histori.ufes.br/ppghis EDITAL DE SELEÇÃO DE CANDIDATOS A ALUNO ESPECIAL

Leia mais

Finalidade Pessoa Física Residencial

Finalidade Pessoa Física Residencial Gui de Contrtção Finlidde Pesso Físic Residencil Setembro/2013 O correto preenchimento e envio de documentos é ponto importnte n contrtção do Seguro Aluguel ou Finç Loctíci. Elbormos este gui pr judá-lo

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO SOCIAL POR ADOÇÃO

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO SOCIAL POR ADOÇÃO Manual de GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO SOCIAL POR ADOÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/15 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Subsídio Social por adoção (3019 v01.12)

Leia mais

Acoplamento. Tipos de acoplamento. Acoplamento por dados. Acoplamento por imagem. Exemplo. É o grau de dependência entre dois módulos.

Acoplamento. Tipos de acoplamento. Acoplamento por dados. Acoplamento por imagem. Exemplo. É o grau de dependência entre dois módulos. Acoplmento É o gru de dependênci entre dois módulos. Objetivo: minimizr o coplmento grndes sistems devem ser segmentdos em módulos simples A qulidde do projeto será vlid pelo gru de modulrizção do sistem.

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO PARCIAL

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO PARCIAL GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO PARCIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/16 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Subsídio de Desemprego Parcial (6002 v4.11) PROPRIEDADE

Leia mais

01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente. Pág. a. 02. Termo de responsabilidade do técnico pela ocupação da via pública. Pág.

01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente. Pág. a. 02. Termo de responsabilidade do técnico pela ocupação da via pública. Pág. Câmr Municipl d Amdor DAU - Deprtmento de Administrção Urbnístic OCUPAÇÃO DA VIA PÚBLICA 20 Assunto: Ocupção d Vi Públic. MOD. 20/CMA/DAU/2004 FOLHA 00 List de Documentos (Consultr instruções em nexo)

Leia mais

a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295

a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295 Anuiddes equivlentes: $480 + $113 + $149 5 9% 5 VPL A (1, 09) $56, 37 A 5 9% 3,88965 5 9% 5 9% AE = = = = $14, 49 = 3,88965 AE B $140 $620 + $120 + 7 9% 7 VPL B (1, 09) $60, 54 = = = 5, 03295 7 9% 7 9%

Leia mais

GUIA PRÁTICO PROVA ESCOLAR (Abono de Família para Crianças e Jovens e Bolsa de Estudo)

GUIA PRÁTICO PROVA ESCOLAR (Abono de Família para Crianças e Jovens e Bolsa de Estudo) GUIA PRÁTICO PROVA ESCOLAR (Abono de Família para Crianças e Jovens e Bolsa de Estudo) INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/14 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Prova Escolar (Abono de Família

Leia mais

GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE

GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/17 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Pedido de

Leia mais

SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES

SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES E FUNDOS PENSÕES o O Gui de Seguros e tem como objectivo principl esclrecer o leitor, em lingugem simples e cessível, cerc dos conceitos, tipos de contrtos e procedimentos n áre dos seguros e fundos de

Leia mais

GUIA PRÁTICO PORTEIROS DE PRÉDIOS URBANOS E SIMILARES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO PORTEIROS DE PRÉDIOS URBANOS E SIMILARES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO PORTEIROS DE PRÉDIOS URBANOS E SIMILARES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Porteiros de Prédios Urbanos e Similares (2025 V4.12) PROPRIEDADE Instituto da

Leia mais

Simbolicamente, para. e 1. a tem-se

Simbolicamente, para. e 1. a tem-se . Logritmos Inicilmente vmos trtr dos ritmos, um ferrment crid pr uilir no desenvolvimento de cálculos e que o longo do tempo mostrou-se um modelo dequdo pr vários fenômenos ns ciêncis em gerl. Os ritmos

Leia mais

1.8 Não será permitida a inscrição simultânea em mais de 2 (dois) componentes curriculares a serem lecionados no mesmo período.

1.8 Não será permitida a inscrição simultânea em mais de 2 (dois) componentes curriculares a serem lecionados no mesmo período. VISO PÚBLICO Nº 04/UNOESC-R/2015 O Reitor d Universidde do Oeste de Snt Ctrin Unoesc, Unoesc Virtul, entidde educcionl, crid pel Lei Municipl nº 545/68 e estruturd de direito privdo, sem fins lucrtivos,

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO SOCIAL PARENTAL

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO SOCIAL PARENTAL Manual de GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO SOCIAL PARENTAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/17 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Subsídio Social Parental (3020 v1.12) PROPRIEDADE

Leia mais

Mod. 65 - Emp. - Julho 2015

Mod. 65 - Emp. - Julho 2015 Mod. 65 - Emp. - Julho 2015 1 6 CARTÃO DE CRÉDITO EMPRESA UNICRE Condições Geris de Utilizção, Direitos e Deveres ds Prtes Elbords de cordo com o Aviso nº 11/2001 de 20/11 do Bnco de Portugl, o Regulmento

Leia mais

IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE AS TRANSMISSÕES ONEROSAS DE IMÓVEIS - (IMT) DECLARAÇÃO PARA LIQUIDAÇÃO OFICIOSA Modelo 1 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO

IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE AS TRANSMISSÕES ONEROSAS DE IMÓVEIS - (IMT) DECLARAÇÃO PARA LIQUIDAÇÃO OFICIOSA Modelo 1 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE AS TRANSMISSÕES ONEROSAS DE IMÓVEIS - (IMT) DECLARAÇÃO PARA LIQUIDAÇÃO OFICIOSA Modelo 1 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DECLARAÇÃO MODELO 1 Est declrção destin-se solicitr liquidção

Leia mais

GUIA PRÁTICO PROVA ESCOLAR (Abono de Família para Crianças e Jovens e Bolsa de Estudo)

GUIA PRÁTICO PROVA ESCOLAR (Abono de Família para Crianças e Jovens e Bolsa de Estudo) Manual de GUIA PRÁTICO PROVA ESCOLAR (Abono de Família para Crianças e Jovens e Bolsa de Estudo) INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/20 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático

Leia mais

GUIA PRÁTICO BENEFICIÁRIOS DE ACORDOS INTERNACIONAIS VÍTIMAS DE ACIDENTE DE TRABALHO OU DE DOENÇA PROFISSIONAL

GUIA PRÁTICO BENEFICIÁRIOS DE ACORDOS INTERNACIONAIS VÍTIMAS DE ACIDENTE DE TRABALHO OU DE DOENÇA PROFISSIONAL GUIA PRÁTICO BENEFICIÁRIOS DE ACORDOS INTERNACIONAIS VÍTIMAS DE ACIDENTE DE TRABALHO OU DE DOENÇA PROFISSIONAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/10 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Beneficiários

Leia mais

GUIA PRÁTICO SERVIÇO DE VERIFICAÇÃO DE INCAPACIDADE PERMANENTE

GUIA PRÁTICO SERVIÇO DE VERIFICAÇÃO DE INCAPACIDADE PERMANENTE Manual de GUIA PRÁTICO SERVIÇO DE VERIFICAÇÃO DE INCAPACIDADE PERMANENTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/9 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Serviço de Verificação

Leia mais

GUIA PRÁTICO FUNDO DE GARANTIA SALARIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO FUNDO DE GARANTIA SALARIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO FUNDO DE GARANTIA SALARIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Fundo de Garantia Salarial (2003 v4.05) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P. AUTOR

Leia mais

NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS:

NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS: NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS: Acesso a cuidados de saúde programados na União Europeia, Espaço Económico Europeu e Suiça. Procedimentos para a emissão do Documento

Leia mais

PROGRAMA BOLSA DE ESTUDOS 2016

PROGRAMA BOLSA DE ESTUDOS 2016 PROGRAMA BOLSA DE ESTUDOS 2016 DAS INFORMAÇÕES GERAIS O presente editl destin-se regulr renovção de Bolss de Estudos Assistenciis, pelo Liceu Slesino Noss Senhor Auxilidor, pr uso do beneficio no no letivo

Leia mais

GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - PRESTAÇÕES POR MORTE

GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - PRESTAÇÕES POR MORTE GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - PRESTAÇÕES POR MORTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/11 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Doença Profissional Prestações por Morte (N13 v4.07) PROPRIEDADE

Leia mais

GUIA PRÁTICO COMPLEMENTO POR DEPENDÊNCIA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO COMPLEMENTO POR DEPENDÊNCIA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO COMPLEMENTO POR DEPENDÊNCIA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Complemento por Dependência (7013 v4.23) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P. AUTOR

Leia mais

GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO CARTÃO EUROPEU DE SEGURO DE DOENÇA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Cartão Europeu de Seguro de Doença (N39 - v4.07) PROPRIEDADE Instituto da Segurança

Leia mais

I - Celebração, Modificação e Cessação do Contrato 1.

I - Celebração, Modificação e Cessação do Contrato 1. 1 6 CARTÃO DE CRÉDITO PARTICULAR SOC. COMERCIAL C. SANTOS Montepio Crédito - Instituição Finnceir de Crédito, S.A. Condições Geris de Utilizção, Direitos e Deveres ds Prtes Elbords de cordo com o Aviso

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO SOCIAL DE DESEMPREGO, INICIAL OU SUBSEQUENTE AO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO SOCIAL DE DESEMPREGO, INICIAL OU SUBSEQUENTE AO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO SOCIAL DE DESEMPREGO, INICIAL OU SUBSEQUENTE AO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/36 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático

Leia mais

GUIA PRÁTICO PENSÃO POR VELHICE

GUIA PRÁTICO PENSÃO POR VELHICE Manual de GUIA PRÁTICO PENSÃO POR VELHICE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/16 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Pensão por Velhice (7001 v4.04) PROPRIEDADE Instituto

Leia mais

TARIFÁRIO 2016 Operadora Nacional SEMPRE PERTO DE VOCÊ

TARIFÁRIO 2016 Operadora Nacional SEMPRE PERTO DE VOCÊ TARIFÁRIO 2016 Operdor Ncionl SEMPRE PERTO DE VOCÊ 24 HOTÉIS PORTUGAL E BRASIL LAZER E NEGÓCIOS CIDADE, PRAIA E CAMPO Os Hotéis Vil Glé Brsil Rio de Jneiro VILA GALÉ RIO DE JANEIRO 292 qurtos 2 resturntes

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE TECNOLOGIA - COPPE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE TECNOLOGIA - COPPE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE TECNOLOGIA - COPPE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA EDITAL COPPE-PEE/PÓS nº 01/2009 - PROCESSO SELETIVO DE INGRESSO NO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - PRESTAÇÕES POR MORTE

GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - PRESTAÇÕES POR MORTE GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - PRESTAÇÕES POR MORTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/11 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Doença Profissional Prestações por Morte (N13 v4.06) PROPRIEDADE

Leia mais

Questionário. Base de Dados dos Recursos Humanos da Área Jurídica da Administração Pública da Região Administrativa Especial de Macau

Questionário. Base de Dados dos Recursos Humanos da Área Jurídica da Administração Pública da Região Administrativa Especial de Macau Registo inicil Actulizção de ddos Direcção dos Serviços d Reform Jurídic e do Direito Interncionl Questionário Bse de Ddos dos Recursos Humnos d Áre Jurídic d Administrção Públic d Região Administrtiv

Leia mais

HBL15 Trabalhar na Irlanda do Norte: Subsídio de Alojamento Um folhetim informativo do Executivo de Alojamento para Trabalhadores Migrantes

HBL15 Trabalhar na Irlanda do Norte: Subsídio de Alojamento Um folhetim informativo do Executivo de Alojamento para Trabalhadores Migrantes HBL15 Trabalhar na Irlanda do Norte: Subsídio de Alojamento Um folhetim informativo do Executivo de Alojamento para Trabalhadores Migrantes Este folheto explica as regras que se aplicam ao Benefício de

Leia mais

EDITAL/SEE Nº 002/2014

EDITAL/SEE Nº 002/2014 EDITAL/SEE Nº 002/2014 PROCESSO DE SELEÇÃO SIMPLIFICADA PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE MONITOR/A PROFESSOR/A INDÍGENA DO ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO PARA AS ESCOLAS INDÍGENAS DA REDE ESTADUAL DE

Leia mais

GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE

GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/20 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Pedido de

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE RENDA DE CASA

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE RENDA DE CASA Manual de GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE RENDA DE CASA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/12 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Subsídio de Renda de Casa (4008 v4.12) PROPRIEDADE

Leia mais

4.1. Modalidades de Pagamento 4.2. Pagamento do Incentivo relativo às Operações de Locação Financeira 4.3. Garantias Bancárias

4.1. Modalidades de Pagamento 4.2. Pagamento do Incentivo relativo às Operações de Locação Financeira 4.3. Garantias Bancárias UNIÃO EUROPEIA Fundos Estruturis SIME Gui do Beneficiário (Portri n.º 262/2004, de 11 de Mrço) - Introdução 1. Notificção e Contrtção dos Incentivos. 1.1. Notificção 1.2. Contrtção 1.3. Elementos Adicionis,

Leia mais

EDITAL DO PROGRAMA DE BOLSA DE ESTUDO 2015

EDITAL DO PROGRAMA DE BOLSA DE ESTUDO 2015 EDITAL DO PROGRAMA DE BOLSA DE ESTUDO 2015 A Diretor do Colégio Noss Senhor do Perpétuo Socorro no exercício ds tribuições que lhe conferem o seu Regimento Escolr, - considerndo o que determin Lei 12.101/2009,

Leia mais

E D I T A L N º 0 3 / 2 0 1 5

E D I T A L N º 0 3 / 2 0 1 5 E D I T A L N º 0 3 / 2 0 1 5 A FACULDADE DE TECNOLOGIA MACHADO DE ASSIS FAMA, trvés d Comissão do Processo Seletivo COPS, comunic os interessdos bertur ds inscrições o PROCESSO SELETIVO pr ingresso nos

Leia mais

PEDIDO DE INFORMAÇÕES RELATIVAS AO DIREITO ÀS PRESTAÇÕES FAMILIARES NO ESTADO DE RESIDÊNCIA DOS FAMILIARES

PEDIDO DE INFORMAÇÕES RELATIVAS AO DIREITO ÀS PRESTAÇÕES FAMILIARES NO ESTADO DE RESIDÊNCIA DOS FAMILIARES A COMISSÃO ADMINISTRATIVA PARA A SEGURANÇA SOCIAL DOS TRABALHADORES MIGRANTES Ver «Instruções» na página 4 E 411 ( 1 ) PEDIDO DE INFORMAÇÕES RELATIVAS AO DIREITO ÀS PRESTAÇÕES FAMILIARES NO ESTADO DE RESIDÊNCIA

Leia mais

GUIA PRÁTICO RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO

GUIA PRÁTICO RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO GUIA PRÁTICO RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/20 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Rendimento Social de Inserção (8001 v4.38) PROPRIEDADE Instituto da Segurança

Leia mais

GUIA PRÁTICO INCAPACIDADE TEMPORÁRIA POR DOENÇA PROFISSIONAL

GUIA PRÁTICO INCAPACIDADE TEMPORÁRIA POR DOENÇA PROFISSIONAL GUIA PRÁTICO INCAPACIDADE TEMPORÁRIA POR DOENÇA PROFISSIONAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/10 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Incapacidade Temporária por Doença Profissional (N07

Leia mais

GUIA PRÁTICO FUNDO DE GARANTIA DE ALIMENTOS DEVIDOS A MENORES PENSÃO DE ALIMENTOS DEVIDOS A MENORES

GUIA PRÁTICO FUNDO DE GARANTIA DE ALIMENTOS DEVIDOS A MENORES PENSÃO DE ALIMENTOS DEVIDOS A MENORES Manual de GUIA PRÁTICO FUNDO DE GARANTIA DE ALIMENTOS DEVIDOS A MENORES PENSÃO DE ALIMENTOS DEVIDOS A MENORES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/11 FICHA TÉCNICA

Leia mais

CONSULTE A LISTA DE CONVÊNIOS PARTICIPANTES DA PROMOÇÃO

CONSULTE A LISTA DE CONVÊNIOS PARTICIPANTES DA PROMOÇÃO CONSULTE A LISTA DE CONVÊNIOS PARTICIPANTES DA PROMOÇÃO Fundção d UFPR (Desenvolvimento d Ciênci, tecnologi e d cultur) - FUNPAR Fundo Previdenciário do Município de Pulist Governo do Estdo d Príb Governo

Leia mais

1 de 8. Ofertas n.º 2842

1 de 8. Ofertas n.º 2842 1 de 8 Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Atividdes Lúdico Expressivs Ligção d Escol com o Meio

Leia mais

ESMAFE/PR Escola da Magistratura Federal do Paraná

ESMAFE/PR Escola da Magistratura Federal do Paraná ESMAFE/PR Escol d Mgistrtur Federl do Prná Curso Regulr Preprtório pr Crreir d Mgistrtur Federl com opção de Pós-Grdução ltu sensu em Direito Público em prceri com UniBrsil - Fculddes Integrds do Brsil

Leia mais

DC3 - Tratamento Contabilístico dos Contratos de Construção (1) Directriz Contabilística n.º 3

DC3 - Tratamento Contabilístico dos Contratos de Construção (1) Directriz Contabilística n.º 3 Mnul do Revisor Oficil de Conts DC3 - Trtmento Contbilístico dos Contrtos de Construção (1) Directriz Contbilístic n.º 3 Dezembro de 1991 1. Est directriz plic-se os contrtos de construção que stisfçm

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UERJ CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENFERMAGEM CLÍNICA EDITAL 2017

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UERJ CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENFERMAGEM CLÍNICA EDITAL 2017 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UERJ CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENFERMAGEM CLÍNICA EDITAL 2017 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENFERMAGEM CLÍNICA TURMA 2017

Leia mais

Ter formação mínima em nível superior comprovada que atenda a formação acadêmica ou formação ou vinculação em programa de

Ter formação mínima em nível superior comprovada que atenda a formação acadêmica ou formação ou vinculação em programa de ANEXO II EDITAL Nº 04/2014 2 º PRORROGAÇÃO PARA VAGAS REMANESCENTES QUADRO DE VAGAS REMANESCENTES PARA O PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO DE PROFESSORES PESQUISADORES FORMADORES ÁREA DA PESQUISA EMENTA EIXO

Leia mais

a FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO

a FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO Cristin Antunes Mnuel Bispo Pul Guindeir FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO Escol Turm N.º Dt Grupo I Documento I É um serviço de tendimento telefónico de Trigem, Aconselhmento e Encminhmento, Assistênci

Leia mais

Guia do Estudante Erasmus - Período de Estudos

Guia do Estudante Erasmus - Período de Estudos ESTE ANO VOU CONHECER NOVAS PESSOAS ESTE ANO VOU ALARGAR CONHECIMENTOS ESTE ANO VOU FALAR OUTRA LÍNGUA ESTE ANO VOU ADQUIRIR NOVAS COMPETÊNCIAS ESTE ANO VOU VIAJAR ESTE ANO VOU SER ERASMUS Guia do Estudante

Leia mais

EDITAL 001/2013 - EADUnC

EDITAL 001/2013 - EADUnC EDITAL 001/2013 - EADUnC O Reitor d Universidde do Contestdo-UnC, de cordo com o disposto no Regimento, fz sber, trvés do presente Editl, que estrão berts inscrições e mtriculs pr ingresso nos Cursos de

Leia mais

CUIDADOS DE SAÚDE PARA PENSIONISTAS DE UM ESTADO-MEMBRO DA UNIÃO EUROPEIA, ESPAÇO ECONÓMICO EUROPEU OU DA SUÍÇA QUE VENHAM RESIDIR PARA PORTUGAL

CUIDADOS DE SAÚDE PARA PENSIONISTAS DE UM ESTADO-MEMBRO DA UNIÃO EUROPEIA, ESPAÇO ECONÓMICO EUROPEU OU DA SUÍÇA QUE VENHAM RESIDIR PARA PORTUGAL CUIDADOS DE SAÚDE PARA PENSIONISTAS DE UM ESTADO-MEMBRO DA UNIÃO EUROPEIA, ESPAÇO ECONÓMICO EUROPEU OU DA SUÍÇA QUE VENHAM RESIDIR PARA PORTUGAL abril 2015 Ficha Técnica Autor Direção-Geral da Segurança

Leia mais