IATA Liaison Desk no CGNA Um projeto de parceria colaborativa

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IATA Liaison Desk no CGNA Um projeto de parceria colaborativa"

Transcrição

1 IATA Liaison Desk no CGNA Um projeto de parceria colaborativa IATA Brasil 06 de Agosto de 2014

2 Sobre a IATA A IATA International Air Transport Association é a associação da indústria do comércio global. Fundada em 1945 possui 240 membros e compreende 84% do tráfego regular civil internacional. Nossa missão é representar, liderar e servir a indústria. A IATA entrega Padrões e Soluções para garantir um transporte aéreo seguro e bem-sucedido.

3 Célula de Decisão Colaborativa (CDM) no CGNA Preconizado pela OACI (Doc Manual on Collaborative Air Traffic Flow Management) Busca de soluções colaborativas entre os stakeholders (CGNA, Aeroportos e Empresas Aéreas) envolvendo demanda e capacidade do espaço aéreo.

4 Célula CDM Coordenador CGNA Aeroportos (Bases) CGNA Controle de Manutenção Coordenador no CGNA (Representante) Planejamento de Escala de Voos Planejamento e Alocação de Frota OCC Coordenador (Comissários) Coordinador (Piloto) Despacho Operacional

5 Célula CDM - Importância dos representantes das empresas aéreas no CGNA Antecipação dos impactos em campo tático (MET, ATC, insfraestrutura, atividade militar, etc...). Responsible to manage coordinated airports traffic. Direct link between CGNA and airline s OCC. Coordinated Airport is defined by CGNA as the one where 100% of Operational the operational deals with capacity local is ATCs reached are facilitated and therefore a slot sequence is required. Permite decisões mais rápidas, eficientes e seguras. Fluxo de informações dinâmico: Link direto das unidades do CGNA com OCCs das empresas aéreas. Interação direta com pessoas influentes no sistema. Facilitação de negociações com stakeholders. Impacto no planejamento estratégico.

6 Célula CDM - Importância dos representantes das empresas aéreas IATA no CGNA Representação 100% do tráfego internacional no Brasil: 49 empresas de bandeira estrangeira. Responsible to manage coordinated airports traffic. Direct link between CGNA and airline s OCC. Coordinated Airport is defined by CGNA as the one where 100% of Operational the operational deals with capacity local is ATCs reached are facilitated and therefore a slot sequence is required. Facilitação da coordenação em grandes eventos. Rio +20, Copa das Confederações. JMJ Copa do Mundo Olimpíadas 2016.

7 IATA Liasion Desk Modelo Proposto Integração também com o IATA/FAA Liasion Desk (Washington - EUA).

8 IATA Liasion Desk Estação de Trabalho Ferramentas para acompanhamento dos tráfegos providas pelo CGNA.

9 IATA Liasion Desk Operações Cobertura de Operações: 02APR a 31JUL (121 dias) Abril e Maio - 12h x 7dias Junho e Julho - 24h x 7 dias Mão de Obra: Empresa terceirizada. 2 ou 4 turnos de 6 horas. Português e Inglês fluente. Fomação aeronáutica: DOV, Ex-Coordenador ou Piloto.

10 Rotina dos Coordenadores Briefing diário com pessoal do CGNA: 1300Z - situação atual e futura referente a MET, ATC, NOTAMs, impraticabilidades e atividade militar. Responsible to manage coordinated airports traffic. Briefing diário com Empresas Aéreas: Coordinated Airport is defined by CGNA as the one where 1500/2200Z 100% - Previsão of the operational 12h (MET/INFRA/ATC) capacity is reached and therefore a slot sequence is required. 2230Z - Teleconferência. Monitoramento em tempo real de atividades com impacto nas operações: Informação repassadas às empresas para tomada de decisão colaborativa. Debriefing e alinhamento semanal com a IATA.

11 ITOP Comunicação com Operadores Sistema de troca de informações gratuito à todas as empresas membro. Informações operacionais úteis em portal. Comunicação via chat direto com as Centrais de Despacho dos Operadores. Sistema de Alertas operacionais via . https://cgna-iata.passur.com

12 ITOP Alertas Feb 27 Mar 1,

13 ITOP On line chat Feb 27 Mar 1,

14 Alertas 742 alertas operacionais emitidos. (Média de 7 por dia). Alimentadores principais no processo de tomada de decisão das empresas aéreas. Procedimentos especiais durante a Operação Copa do Mundo tratados com Niveis 3 e 4. Feb 27 Mar 1,

15 Eventos Atuação em 256 eventos operacionais onde 206 (80.6%) produziram efeitos positivos interações no chat. 699 eventos relacionados a coordenação de slots referentes a atrasos com menos de 12h. (Operação Copa do Mundo). TODAS as coordenações de slots durante a Copa do Mundo (aeroportos e CGNA) foram bem sucedidas. Feb 27 Mar 1,

16 Resultados Economias estimadas para a indústria após os 121 dias de operação: 33,105 minutos no solo reduzidos. 15,057 minutos em voo reduzidos. 2,030 toneladas de combustível salvos. 6,415 toneladas de CO2 salvos. Feb 27 Mar 1,

17 Segredo do Sucesso Após o Jogo Final (13/JUL) DECEA: Priorização das decolagens. Rwy10 e Rwy15 intependentes. Duas TWRs. Sequencia de acionamento. Prioridade a voos regulares e internacionais (ótimo!). Infraero GIG : Coordenação de pátio. ANAC : Gestão de slots. Aviação Geral : Hangaragem a Céu Aberto. Resultado : Impacto aceitável na Aviação Comercial! Tempo de taxi máximo observado 30 min. CDM! Obrigado! Feb 27 Mar 1,

18 Sumário A representação da IATA na Célula de Decisão Colaborativa do CGNA permitiu membros coordenar suas operações de maneira eficiente durante o periodo da Copa do Mundo, onde a infrestrutura e espaço aéreo foram demandados ao extremo. Pela primeira vez no Brasil resultados tangíveis foram medidos e demonstraram os reais benefícios do processo CDM no sistema de gerenciamento de fluxo de tráfego aéreo. O uso do ITOP como ferramenta de comunicação promoveu grande celeridade no fluxo de informações táticas suportando as tomadas de decisão das empresas aéreas.

19 Obrigado! Feb 27 Mar 1,

20 Represent, lead and serve the industry. José Alexandre.T.G. Fregnani Assistant Director Safety & Flight Operations IATA Brazil Tel:

OBJETIVO SUBORDINAÇÃO MISSÃO ÁREA DE ATUAÇÃO ESTRUTURA ROTEIRO ESTRUTURA OPERACIONAL ATIVIDADES EFETIVO VALORES

OBJETIVO SUBORDINAÇÃO MISSÃO ÁREA DE ATUAÇÃO ESTRUTURA ROTEIRO ESTRUTURA OPERACIONAL ATIVIDADES EFETIVO VALORES 19 AGO 2014 19 AGO 2014 OBJETIVO SUBORDINAÇÃO MISSÃO ÁREA DE ATUAÇÃO ESTRUTURA ROTEIRO ESTRUTURA OPERACIONAL ATIVIDADES EFETIVO VALORES OBJETIVO Compreender os principais aspectos relativos ao CGNA, com

Leia mais

Segurança Operacional no Brasil

Segurança Operacional no Brasil Rio de Janeiro, 28 de abril de 2014 Segurança Operacional no Brasil O futuro já chegou Carlos Eduardo Pellegrino Diretor de Operações de Aeronaves Estrutura Governamental Presidência CONAC Conselho Nacional

Leia mais

PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO PLCO ROTINAS DE TRABALHO DO PLCO

PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO PLCO ROTINAS DE TRABALHO DO PLCO CGNA PLCO PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO PLCO ROTINAS DE TRABALHO DO PLCO OBJETIVO Conhecer a rotina de trabalho da Subseção de Planejamento e Coordenação Estratégico - PLCO. ROTEIRO 1. Finalidade do PLCO

Leia mais

Formação e Capacitação de Pessoas na Infraero

Formação e Capacitação de Pessoas na Infraero Formação e Capacitação de Pessoas na Infraero Desafios, Necessidades e Perspectivas da Formação e Capacitação de Recursos Humanos na Área Aeronáutica (Senado Federal Comissão de Serviços de Infraestrutura)

Leia mais

MANUAL DA AVIAÇÃO Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016

MANUAL DA AVIAÇÃO Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016 MANUAL DA AVIAÇÃO Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016 Pela primeira vez, o setor de aviação está lançando todas as diretrizes operacionais com mais de 300 dias de antecedência, o que contribui decisivamente

Leia mais

* Subcomissão Permanente CMACOPOLIM. Carlos Eduardo M.S. Pellegrino Brasília, 07 de junho de 2011

* Subcomissão Permanente CMACOPOLIM. Carlos Eduardo M.S. Pellegrino Brasília, 07 de junho de 2011 Apresentação ao Senado Federal Audiência Pública Conjunta das Comissões de * Serviços de Infraestrutura * Desenvolvimento Regional e Turismo * Assuntos Econômicos * Meio Mi Ambiente, Df Defesa do Consumidor

Leia mais

Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea

Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea CGNA CGNA Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea ICA 100-22 SERVIÇO DE GERENCIAMENTO DE FLUXO SERVIÇO DE GERENCIAMENTO DE FLUXO DE TRÁFEGO AÉREO ICA 100-22 SERVIÇO DE GERENCIAMENTO DE FLUXO DE TRÁFEGO

Leia mais

OBJETIVO IDENTIFICAR OS CONCEITOS DE GERENCIAMENTO DE FLUXO DE TRÁFEGO AÉREO PUBLICADOS NO AIP-BRASIL

OBJETIVO IDENTIFICAR OS CONCEITOS DE GERENCIAMENTO DE FLUXO DE TRÁFEGO AÉREO PUBLICADOS NO AIP-BRASIL CGNA AIP-BRASIL OBJETIVO IDENTIFICAR OS CONCEITOS DE GERENCIAMENTO DE FLUXO DE TRÁFEGO AÉREO PUBLICADOS NO AIP-BRASIL 2 ROTEIRO O AIP BRASIL CONCEITOS REGRAS GERAIS REGRAS ESPECÍFICAS 3 Documento básico

Leia mais

Gestão de Processos Estratégicos

Gestão de Processos Estratégicos Gestão de Processos Estratégicos Fevereiro/2014 DEFINIÇÕES Rede de Desenvolvimento Integrado Arranjos que estimulam e proporcionam um comportamento (em rede) cooperativo entre agentes governamentais e

Leia mais

OPERAÇÃO DE VANT ASPECTOS RELACIONADOS COM A SEGURANÇA OPERACIONAL

OPERAÇÃO DE VANT ASPECTOS RELACIONADOS COM A SEGURANÇA OPERACIONAL OPERAÇÃO DE VANT ASPECTOS RELACIONADOS COM A SEGURANÇA OPERACIONAL Luiz Munaretto - - - - - - - - - - Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 330 de 1112 - - -

Leia mais

DECLARAÇÃO DA CAPACIDADE OPERACIONAL SBGR TEMPORADA W14 26/10/14 a 28/03/2015

DECLARAÇÃO DA CAPACIDADE OPERACIONAL SBGR TEMPORADA W14 26/10/14 a 28/03/2015 DECLARAÇÃO DA CAPACIDADE OPERACIONAL SBGR TEMPORADA W14 26/10/14 a 28/03/2015 25 de Abril de 2014 1. PISTA DE POUSO E DECOLAGEM (*) CAPACIDADE DE PISTA Período Hora (LT) Capacidade (mov/hora) 26/10/2014

Leia mais

Temporada de Verão IATA 2012. Malha de S12. Reunião de orientação com as empresas Aeroporto Internacional de Guarulhos 13 de setembro de 2011

Temporada de Verão IATA 2012. Malha de S12. Reunião de orientação com as empresas Aeroporto Internacional de Guarulhos 13 de setembro de 2011 Temporada de Verão IATA 2012 Malha de S12 Reunião de orientação com as empresas Aeroporto Internacional de Guarulhos 13 de setembro de 2011 ROTEIRO Introdução Calendário de atividades Orientações gerais

Leia mais

Gerenciamento de Riscos em Projetos de Aerolevantamentos Etapa Captura de Dados (SAE Serviço Aéreo Especializado)

Gerenciamento de Riscos em Projetos de Aerolevantamentos Etapa Captura de Dados (SAE Serviço Aéreo Especializado) Gerenciamento de Riscos em Projetos de Aerolevantamentos Etapa Captura de Dados (SAE Serviço Aéreo Especializado) O Gerenciamento de Riscos é uma das áreas contidas no Gerenciamento de Projetos, e uma

Leia mais

SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL. RESOLUÇÃO No- 316, DE 9 DE MAIO DE 2014

SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL. RESOLUÇÃO No- 316, DE 9 DE MAIO DE 2014 SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO No- 316, DE 9 DE MAIO DE 2014 Dispõe sobre o Regime Especial da Copa do Mundo FIFA 2014 e dá outras providências. A DIRETORIA DA

Leia mais

A visão da IATA sobre a crise do transporte aéreo no Brasil e propostas de soluções imediatas

A visão da IATA sobre a crise do transporte aéreo no Brasil e propostas de soluções imediatas A visão da IATA sobre a crise do transporte aéreo no Brasil e propostas de soluções imediatas 15 de Agosto 2007 Índice 1.- Introdução 3 2.- IATA: quem somos 3 3.- Segurança Operacional do Transporte Aéreo

Leia mais

OBJETIVO. Apresentar o papel da Unidade de Gerenciamento do Espaço Aéreo (ASMU) na atividade de gerenciamento de fluxo

OBJETIVO. Apresentar o papel da Unidade de Gerenciamento do Espaço Aéreo (ASMU) na atividade de gerenciamento de fluxo CGNA OBJETIVO Apresentar o papel da Unidade de Gerenciamento do Espaço Aéreo (ASMU) na atividade de gerenciamento de fluxo ROTEIRO A EVOLUÇÃO DO ASM ANÁLISE DO ESPAÇO AÉREO UNIDADE DE GERENCIAMENTO DO

Leia mais

CGNA CURSO ATFM ICAO 24/11/2014

CGNA CURSO ATFM ICAO 24/11/2014 CGNA CURSO ATFM ICAO 24/11/2014 Objetivo Apresentar a ICA 100-22 (Serviço de Gerenciamento de Fluxo de Tráfego Aéreo) aos alunos do Curso Internacional de Gerenciamento de Fluxo de Tráfego Aéreo

Leia mais

AIS Serviço de Informação Aeronáutica

AIS Serviço de Informação Aeronáutica AIS Serviço de Informação Aeronáutica ATFM 2S SAI JADER Visão Geral dos Componentes do SIGMA e o projeto de centralização do Plano de Voo PLN_C (Centralizador) PLN_R (Repetitivo - RPL) PLN_A (Terminal

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES. Visão Estratégica do Governo do Estado sobre o uso dos Aeroportos do Galeão e Santos Dumont

SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES. Visão Estratégica do Governo do Estado sobre o uso dos Aeroportos do Galeão e Santos Dumont Visão Estratégica do Governo do Estado sobre o uso dos Aeroportos do Galeão e Santos Dumont Delmo Pinho - março, 2009 Cenário Atual da Aviação Mundial 1.167 aeronaves imobilizadas; Número total de jatos

Leia mais

Regulação da Infraestrutura Aeroportuária

Regulação da Infraestrutura Aeroportuária Regulação da Infraestrutura Aeroportuária Walter Américo da Costa Souza Superintendente de Desenvolvimento Aeroportuário INFRAERO Sistema de Aviação Civil Indústria Aeronáutica Transporte Aéreo Aeroportos

Leia mais

787 Panorama do Airplane Health Management. Copyright 2013 Boeing. All rights reserved. 1

787 Panorama do Airplane Health Management. Copyright 2013 Boeing. All rights reserved. 1 787 Panorama do Airplane Health Management 1 Bem-vindo ao Airplane Health Management Definição de Airplane Health Management (AHM) A importância do AHM Recursos oferecidos Operations Control Center O AHM

Leia mais

MÓDULO 6 - CAPACIDADE DO LADO AÉREO Cláudio Jorge Pinto Alves (versão: 14/05/2014)

MÓDULO 6 - CAPACIDADE DO LADO AÉREO Cláudio Jorge Pinto Alves (versão: 14/05/2014) MÓDULO 6 - CAPACIDADE DO LADO AÉREO Cláudio Jorge Pinto Alves (versão: 14/05/2014) 1 - INTRODUÇÃO De 1970 a 2010 observou-se um aumento de 7% ao ano no movimento de passageiros e prevê-se, para o período

Leia mais

FLY CENTER ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL

FLY CENTER ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL Saudações a todos Devido as mudanças ocorridas no sistema de aviação civil segue em anexo as questões alteradas na matéria de SISTEMA DE AVIAÇÃO CIVIL INTERNACIONAL E SISTEMA DE AVIAÇÃO CIVIL BRASILEIRO.

Leia mais

Promover a segurança e a excelência do sistema de aviação civil, de forma a contribuir para o desenvolvimento do País e o bem-estar da sociedade

Promover a segurança e a excelência do sistema de aviação civil, de forma a contribuir para o desenvolvimento do País e o bem-estar da sociedade Promover a segurança e a excelência do sistema de aviação civil, de forma a contribuir para o desenvolvimento do País e o bem-estar da sociedade brasileira Identificar os compromissos da ANAC relacionados

Leia mais

Empresas aéreas continuam a melhorar a rentabilidade Margem de lucro líquida de 5,1% para 2016

Empresas aéreas continuam a melhorar a rentabilidade Margem de lucro líquida de 5,1% para 2016 COMUNICADO No: 58 Empresas aéreas continuam a melhorar a rentabilidade Margem de lucro líquida de 5,1% para 2016 10 de dezembro de 2015 (Genebra) - A International Air Transport Association (IATA) anunciou

Leia mais

Infraestrutura Aeroportuária: Desafios e Perspectivas

Infraestrutura Aeroportuária: Desafios e Perspectivas Infraestrutura Aeroportuária: Desafios e Perspectivas 8 de dezembro de 2011 SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL INFRAERO ANAC Ministério da Defesa DECEA AVIAÇÃO CIVIL PANORAMA INVESTIMENTOS CONCESSÕES INFRAERO

Leia mais

2º Simpósio Internacional de Confiabilidade e Gestão de Segurança Operacional. 09 a 11 de novembro de 2010

2º Simpósio Internacional de Confiabilidade e Gestão de Segurança Operacional. 09 a 11 de novembro de 2010 2º Simpósio Internacional de Confiabilidade e Gestão de 17 a 19 de novembro de 2009 Segurança Operacional 09 a 11 de novembro de 2010 GERÊNCIA-GERAL GERAL DE ANÁLISE E PESQUISA DA SEGURANÇA OPERACIONAL

Leia mais

Conferência Internacional

Conferência Internacional Conferência Internacional Lisboa Maio de 2008 A INFRAERO Brazil Airport Administration 8 Superintendências Regionais 8 Regional Superintendences 67Aeroportos, (32 Internacionais) 67 Airports, 32 Internationals

Leia mais

03.05.11 SIMULAÇÃO. Arq. Giovanna Ronzani Borille, M.Sc. (ronzani@ita.br)

03.05.11 SIMULAÇÃO. Arq. Giovanna Ronzani Borille, M.Sc. (ronzani@ita.br) 03.05.11 SIMULAÇÃO Arq. Giovanna Ronzani Borille, M.Sc. (ronzani@ita.br) roteiro da aula TEORIA PRÁTICA LAB conceitos Algumas definições SIMULAÇÃO: técnica de solução de um problema análise de um modelo

Leia mais

Diretor Financeiro, Associação Brasileira dos Produtores de Pinhão Manso (ABPPM) Diretor, Curcas Diesel Brasil (CDB)

Diretor Financeiro, Associação Brasileira dos Produtores de Pinhão Manso (ABPPM) Diretor, Curcas Diesel Brasil (CDB) Bioquerosene Rafael Abud Diretor Financeiro, Associação Brasileira dos Produtores de Pinhão Manso (ABPPM) Diretor, Curcas Diesel Brasil (CDB) Brasília, 11 de maio de 2010 Brazilian Biokerosene Platform

Leia mais

Certificação da FAA: um profundo compromisso com a segurança

Certificação da FAA: um profundo compromisso com a segurança Informativo Boeing Commercial Airplanes P.O. Box 3707 MC 03-XW Seattle, Washington 98124-2207 www.boeing.com Certificação da FAA: um profundo compromisso com a segurança A Boeing projeta e fabrica aeronaves

Leia mais

PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR

PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERA- CIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR ANTECEDENTES A Organização de Aviação Civil Internacional

Leia mais

Integração na Coleta de dados de Segurança Operacional Gerência Executiva de Segurança Operacional

Integração na Coleta de dados de Segurança Operacional Gerência Executiva de Segurança Operacional Integração na Coleta de dados de Segurança Operacional Gerência Executiva de Segurança Operacional O QUE SOMOS? Nome: Alexsandro Silva Função: Gerente de Qualidade Operacional Atividades: Responsável pelo

Leia mais

HISTÓRICO DO SMS NO BRASIL. Evolução 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008

HISTÓRICO DO SMS NO BRASIL. Evolução 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 HISTÓRICO DO SMS NO BRASIL Evolução 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 OBJETIVO Conhecer a evolução do pensamento sobre Gerenciamento

Leia mais

DECLARAÇÃO DA CAPACIDADE OPERACIONAL SBGR TEMPORADA S15 29/03/15 a 24/10/2015

DECLARAÇÃO DA CAPACIDADE OPERACIONAL SBGR TEMPORADA S15 29/03/15 a 24/10/2015 DECLARAÇÃO DA CAPACIDADE OPERACIONAL SBGR TEMPORADA S15 29/03/15 a 24/10/2015 01 de Outubro de 2014 1. TERMINAIS DE PASSAGEIROS CAPACIDADE ESTÁTICA TERMINAL DE PASSAGEIROS (PAX/HORA) INTERNACIONAL TERMINAL

Leia mais

Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais

Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais 1 PROGRAMA CAS: CERTIFICAÇÃO AEROAGRÍCOLA SUSTENTÁVEL CIRCULAR CAS 01/2015 INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA OBTENÇÃO DO CAS Nível III O CAS Nível III (Certificação da conformidade de equipamentos,

Leia mais

2º Simpósio Internacional de Confiabilidade e Gestão de Segurança Operacional. 09 a 11 de novembro de 2010

2º Simpósio Internacional de Confiabilidade e Gestão de Segurança Operacional. 09 a 11 de novembro de 2010 2º Simpósio Internacional de Confiabilidade e Gestão de 17 a 19 de novembro de 2009 Segurança Operacional 09 a 11 de novembro de 2010 Segurança Acima de Tudo Ferramentas de Segurança Operacional Histórico

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-22 SERVIÇO DE GERENCIAMENTO DE FLUXO DE TRÁFEGO AÉREO 2010 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO

Leia mais

COMO MANTER AERONAVES VOANDO COM CONFIABILIDADE? Eng. Luiz Fernando Salomão Gerente de Engenharia de Sistemas Fluído-Mecânicos -

COMO MANTER AERONAVES VOANDO COM CONFIABILIDADE? Eng. Luiz Fernando Salomão Gerente de Engenharia de Sistemas Fluído-Mecânicos - COMO MANTER AERONAVES VOANDO COM Eng. Luiz Fernando Salomão Gerente de Engenharia de Sistemas Fluído-Mecânicos - - A VEM - A VARIG ENGENHARIA E MANUTENÇÃO - VEM é uma empresa especializada em manutenção

Leia mais

BRASIL CERTIFICAÇÃO DE AERÓDROMOS

BRASIL CERTIFICAÇÃO DE AERÓDROMOS BRASIL CERTIFICAÇÃO DE AERÓDROMOS ROTEIRO SITUAÇÃO DA REDE AEROPORTUÁRIA. PROVISÕES DO CÓDIGO BRASILEIRO DE AERONÁUTICA E NORMAS. SISTEMA DE AVIAÇÃO CIVIL. DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVL. PASSOS DA HOMOLOGAÇÃO

Leia mais

AEROPORTO INTERNACIONAL SALGADO FILHO Jorge Herdina Superintendente. INFRAESTRUTURA E OPERAÇÕES PROJETOS ESTRATÉGICOS e PLANEJAMENTO DE INVESTIMENTO

AEROPORTO INTERNACIONAL SALGADO FILHO Jorge Herdina Superintendente. INFRAESTRUTURA E OPERAÇÕES PROJETOS ESTRATÉGICOS e PLANEJAMENTO DE INVESTIMENTO AEROPORTO INTERNACIONAL SALGADO FILHO Jorge Herdina Superintendente INFRAESTRUTURA E OPERAÇÕES PROJETOS ESTRATÉGICOS e PLANEJAMENTO DE INVESTIMENTO OBJETIVO Divulgar os Projetos Estratégicos do Aeroporto

Leia mais

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO)

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO) EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 CONCESSÃO PARA AMPLIAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃO DOS AEROPORTOS INTERNACIONAIS BRASÍLIA CAMPINAS GUARULHOS EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA

Leia mais

Relatório de Estágio

Relatório de Estágio INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL-AERONÁUTICA Relatório de Estágio São Paulo, 26 de agosto de 2011 Aluna: Michelle Moreira FOLHA DE APROVAÇÃO Relatório Final de Estágio Curricular

Leia mais

Análise das implicações da implementação do "Emission trading scheme" no transporte aéreo: caso TAP. AIRDEV Seminar 20th October 2011

Análise das implicações da implementação do Emission trading scheme no transporte aéreo: caso TAP. AIRDEV Seminar 20th October 2011 AIRDEV Seminar 20th October 2011 Realizada por: Pedro Augusto Gomes Machado dos Santos Estrutura da apresentação 1. Introdução 2. Estado da arte 2.1. Impactes da aviação 2.2. Emission Trading Scheme 3.

Leia mais

MANUAL DE PLANEJAMENTO DO SETOR DE AVIAÇÃO CIVIL COPA DO MUNDO 2014. Comitê Técnico de Operações Especiais CONAERO

MANUAL DE PLANEJAMENTO DO SETOR DE AVIAÇÃO CIVIL COPA DO MUNDO 2014. Comitê Técnico de Operações Especiais CONAERO MANUAL DE PLANEJAMENTO DO SETOR DE AVIAÇÃO CIVIL COPA DO MUNDO 2014 Comitê Técnico de Operações Especiais CONAERO ORGANIZAÇÃO DO SETOR CONAERO Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias -Decisões

Leia mais

TEMPORÁRIA SOBRE A AVIAÇÃO CIVIL SENADO FEDERAL ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA ANAC ASA

TEMPORÁRIA SOBRE A AVIAÇÃO CIVIL SENADO FEDERAL ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA ANAC ASA AUDIÊNCIA PÚBLICA DA SUBCOMISSÃO TEMPORÁRIA SOBRE A AVIAÇÃO CIVIL SENADO FEDERAL ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA ANAC ASA 1 OBJETIVO Apresentar a visão dos servidores da ANAC a respeito da instituição em

Leia mais

Prof. Guido Carim Júnior

Prof. Guido Carim Júnior Sistema de Gestão da Segurança Operacional (SGSO) : fundamentos e requisitos Prof. Guido Carim Júnior 28 de maio de 2010 Objetivo Apresentar os fundamentos de um sistema de gestão (de segurança) como meio

Leia mais

Grupo de Colaboração Internacional para o Gerenciamento da Segurança Operacional (SM ICG) Termo de Referência

Grupo de Colaboração Internacional para o Gerenciamento da Segurança Operacional (SM ICG) Termo de Referência Grupo de Colaboração Internacional para o Gerenciamento da Segurança Operacional (SM ICG) Termo de Referência 25 Janeiro 2012 Aprovação do Termo de Referência Graeme Harris Diretor, Aviação Civil Autoridade

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL NOTA TÉCNICA

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL NOTA TÉCNICA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL NOTA TÉCNICA ASSUNTO: Coordenação de aeroportos, alocação inicial de slots e aplicação ao Aeroporto Santos Dumont (SBRJ). 1. OBJETIVO A presente nota técnica tem como

Leia mais

Glossário da Aviação Brasileira

Glossário da Aviação Brasileira Glossário da Aviação Brasileira Caro colaborador, Criamos esse glossário especialmente para você! Organizamos em um único documento diversos termos da aviação brasileira e outras siglas que você utilizará

Leia mais

Gerenciamento da Segurança Operacional GSO. Conceitos

Gerenciamento da Segurança Operacional GSO. Conceitos Gerenciamento da Segurança Operacional GSO Conceitos 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 1 Objetivos Identificar conceitos de gerenciamento

Leia mais

Programação. De 24 a 27 de novembro de 2015 São Paulo - SP

Programação. De 24 a 27 de novembro de 2015 São Paulo - SP Programação De 24 a 27 de novembro de 2015 São Paulo - SP PROGRAMAÇÃO - III Semana de Qualidade da Informação do Transporte Aéreo Dia 24/11/2015, terça-feira Cerimônia de Abertura 09:00 10:00 Credenciamento

Leia mais

PROGRAMA MOSA MAINTENANCE OPERATIONS SAFETY AUDIT (PROGRAMA DE OBSERVAÇÕES DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO)

PROGRAMA MOSA MAINTENANCE OPERATIONS SAFETY AUDIT (PROGRAMA DE OBSERVAÇÕES DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO) PROGRAMA MOSA MAINTENANCE OPERATIONS SAFETY AUDIT (PROGRAMA DE OBSERVAÇÕES DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO) - - - - - - - - - - Anais do 4º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2011) Direitos Reservados - Página

Leia mais

Gases de Efeito Estufa na Aviação Civil

Gases de Efeito Estufa na Aviação Civil Relatório de Emissões Relatório Nacional de Emissões de Gases de Efeito Estufa na Aviação Civil Alexandre Filizola NEPA/SAR São José dos Campos, Junho de 2010 Objetivo Apresentar o trabalho que tem sido

Leia mais

Voar sobre cidade...

Voar sobre cidade... Voar sobre cidade... ...e quando precisamos? Ee q -Quais desses serviços você quer abrir mão? -Polícia -Bombeiro -Tv/rádio/trânsito - roubo veículos - transporte público - transporte privado... e quando

Leia mais

Comunicação e colaboração na execução do Plano Estratégico

Comunicação e colaboração na execução do Plano Estratégico Comunicação e colaboração na execução do Plano Estratégico Apresentação A Secretaria de Planejamento e Gestão Estratégica SEPG apoia a Presidência nas demandas relativas ao planejamento institucional,

Leia mais

DIA DA AVIAÇÃO CIVIL: INVESTIMENTOS URGENTES. Senhor Presidente, comemoramos o Dia Internacional da Aviação Civil. A

DIA DA AVIAÇÃO CIVIL: INVESTIMENTOS URGENTES. Senhor Presidente, comemoramos o Dia Internacional da Aviação Civil. A Discurso proferido pelo deputado GERALDO RESENDE (PMDB/MS), em sessão no dia 14/12/2011. DIA DA AVIAÇÃO CIVIL: INVESTIMENTOS URGENTES Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, No dia sete de dezembro,

Leia mais

Fornecemos soluções aeronáuticas inteligentes, para que você e sua empresa possam operar sempre com excelência, segurança e rentabilidade.

Fornecemos soluções aeronáuticas inteligentes, para que você e sua empresa possam operar sempre com excelência, segurança e rentabilidade. Idealizada para ser a melhor em seu ramo de atuação, a SkyBound é formada por consultores com sólida formação prática e acadêmica, profundo conhecimento aeronáutico e grande experiência em suas respectivas

Leia mais

CURSO DE CAPACIDADE DE PISTA

CURSO DE CAPACIDADE DE PISTA CGNA CURSO DE CAPACIDADE DE PISTA ASMU 2011 CGNA TEORIA DE CAPACIDADE DE PISTA ASMU 2011 OBJETIVO Apresentar a audiência a evolução histórica do Cálculo de Capacidade de Pista no Brasil, bem como os aspectos

Leia mais

C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL

C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL INSTITUTO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL, I.P. C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL INFORMAÇÃO AERONÁUTICA Aeroporto da Portela / 1749-034 Lisboa Telefone: 218423502 / Fax:

Leia mais

Universidade Federal de Itajubá EPR 806 Sistemas de Informação

Universidade Federal de Itajubá EPR 806 Sistemas de Informação Tipos de Sistemas de Informação Sistemas sob a Perspectiva de Grupos Usuários Sistemas de apoio ao executivo (SAE); Universidade Federal de Itajubá EPR 806 Sistemas de Informação Segundo semestre de 2012

Leia mais

Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República. 10 de novembro de 2011

Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República. 10 de novembro de 2011 Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República 10 de novembro de 2011 Secretaria de Aviação Civil INFRAERO ANAC Ministério da Defesa DECEA PANORAMA Passageiros- quilômetros transportados no Brasil,

Leia mais

1. APRESENTAÇÃO. 1.1. Objetivo Geral

1. APRESENTAÇÃO. 1.1. Objetivo Geral PRÁTICA 1) TÍTULO FEEDBACK DE INTERAÇÕES CLIENTES E GESTORES REDES SOCIAIS 2) DESCRIÇÃO DA PRÁTICA - limite de 8 (oito) páginas: 1. APRESENTAÇÃO O Serviço de Monitoramento em Redes Sociais da Infraero,

Leia mais

Aviação em Debate Os desafios do Setor. Visão da OACI. Franklin Hoyer Regional Director, ICAO-SAM Regional Office

Aviação em Debate Os desafios do Setor. Visão da OACI. Franklin Hoyer Regional Director, ICAO-SAM Regional Office Aviação em Debate Os desafios do Setor Visão da OACI Franklin Hoyer Regional Director, ICAO-SAM Regional Office Brasília, 26 de março de 2015 OACI Criada em 1944 Normas e Métodos Recomendados (SARPs) para

Leia mais

INDRA SOLUÇÕES DE AEROPORTOS

INDRA SOLUÇÕES DE AEROPORTOS TRÁFEGO E TRANSPORTE INDRA SOLUÇÕES DE AEROPORTOS Integração de valor com mais de 1.000 instalações em 90 países indra.es Indra fornece um eficiente suporte às complexas operações dos aeroportos As soluções

Leia mais

CRESCE BRASIL COPA 2014 Aeroportos: Desafios, preparativos, legados DARIO RAIS LOPES

CRESCE BRASIL COPA 2014 Aeroportos: Desafios, preparativos, legados DARIO RAIS LOPES CRESCE BRASIL COPA 2014 Aeroportos: Desafios, preparativos, legados DARIO RAIS LOPES Roteiro Visão oficial Preparativos e pontos de atenção Impacto do tráfego nos aeroportos Gerenciamento da demanda Antes

Leia mais

Universidade de Brasília UnB Faculdade de Tecnologia FT Departamento de Engenharia Civil e Ambiental ENC Programa de Pós-Graduação em Transportes PPGT Análise de Modelos de Previsão de Demanda do Transporte

Leia mais

O Sistema DCERTA como ferramenta de apoio à fiscalização

O Sistema DCERTA como ferramenta de apoio à fiscalização N 05 31 de maio de 2011 O Boletim Eletrônico de Capacitação é um informativo publicado quinzenalmente no portal da ANAC na internet e na intranet. O objetivo é divulgar as ações de capacitação que irão

Leia mais

Programa de Gestão Técnica de Contas

Programa de Gestão Técnica de Contas Programa de Gestão Técnica de Contas Para ajudar os clientes da D2L a maximizar seu investimento na plataforma Brightspace, oferecemos uma experiência de suporte avançada que ultrapassa os benefícios

Leia mais

SEMINÁRIO SOBRE SEGURANÇA E EFICÁCIA DE HELIPONTOS. Visão geral sobre a operação de helicópteros no espaço aéreo brasileiro

SEMINÁRIO SOBRE SEGURANÇA E EFICÁCIA DE HELIPONTOS. Visão geral sobre a operação de helicópteros no espaço aéreo brasileiro SEMINÁRIO SOBRE SEGURANÇA E EFICÁCIA DE HELIPONTOS Visão geral sobre a operação de helicópteros no espaço aéreo brasileiro ROTEIRO Operação em Plataformas Petrolíferas Corredores de Helicópteros Procedimentos

Leia mais

SEGURANÇA E AGILIDADE EM TODAS AS SUAS ENTREGAS

SEGURANÇA E AGILIDADE EM TODAS AS SUAS ENTREGAS SEGURANÇA E AGILIDADE EM TODAS AS SUAS ENTREGAS TNT EFICIÊNCIA EM TRANSPORTES A TNT, uma das líderes mundiais em transporte expresso, possui hoje a maior rede de distribuição expressa rodoviária de toda

Leia mais

DÉDALO Ferramenta de Apoio à Gestão de Empresas Aéreas

DÉDALO Ferramenta de Apoio à Gestão de Empresas Aéreas DÉDALO Ferramenta de Apoio à Gestão de Empresas Aéreas DÉDALO é um sistema de informações especialista, concebido e desenvolvido para automatizar, integrar e dar suporte aos principais processos utilizados

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR-900.50/SAR-SSO Revisão 00

MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR-900.50/SAR-SSO Revisão 00 MANUAL DE PROCEDIMENTOS MPR-900.50/SAR-SSO Revisão 00 Assunto: Aprovado por: Revogação: Conteúdo em ambiente de compartilhamento SharePoint dos Operadores Aéreos Portaria n o 860, de 7 de maio de 2012,

Leia mais

AÇÃO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL: Belo Horizonte Dezembro de 2012

AÇÃO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL: Belo Horizonte Dezembro de 2012 AÇÃO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL: Belo Horizonte Dezembro de 2012 A implantação do SGSO nos Aeroclubes e Escolas de Aviação Civil Objetivos Esclarecer sobre o processo de confecção do Manual de Gerenciamento

Leia mais

Fórum de Logística Perspectivas para 2014 25/02/2014

Fórum de Logística Perspectivas para 2014 25/02/2014 Fórum de Logística Perspectivas para 2014 25/02/2014 David Barioni Neto Mar/10 a Jun/11: Presidente Executivo (CEO) da Facility Group S.A. Nov/07 a Out/09: Presidente Executivo (CEO) da TAM Linhas Aéreas

Leia mais

DIMETRA IP Compact. uma solução TETRA completa e compacta

DIMETRA IP Compact. uma solução TETRA completa e compacta DIMETRA IP Compact uma solução TETRA completa e compacta MOTOROLA - SEU PARCEIRO DE TECNOLOGIA CONFIÁVEL E ATUANTE Uma herança que dá orgulho As soluções TETRA da Motorola alavancam mais de 75 anos de

Leia mais

O QUE QUEREMOS DA AVIAÇÃO BRASILEIRA SE NÃO TEMOS SEQUER UM PROJETO DE ENSINO AERONÁUTICO?

O QUE QUEREMOS DA AVIAÇÃO BRASILEIRA SE NÃO TEMOS SEQUER UM PROJETO DE ENSINO AERONÁUTICO? O QUE QUEREMOS DA AVIAÇÃO BRASILEIRA SE NÃO TEMOS SEQUER UM PROJETO DE ENSINO AERONÁUTICO? NÃO HÁ SETOR ECONÔMICO O COMPETITIVO QUE QUEREMOS NO MUNDO DA AVIAÇÃO QUE BRASILEIRA NÃO CONTE QUANDO COM ENSINO

Leia mais

Governança de TI. Focos: Altas doses de Negociação Educação dos dirigentes das áreas de negócios

Governança de TI. Focos: Altas doses de Negociação Educação dos dirigentes das áreas de negócios Governança de TI Parte 3 Modelo de Governança v2 Prof. Luís Fernando Garcia LUIS@GARCIA.PRO.BR Modelo de Governança de TI Modelo adaptação para qualquer tipo de organização Componentes do modelo construídos/adaptados

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL PROPOSTA DE RESOLUÇÃO QUE DISCIPLINA O ENVIO DE INFORMAÇÕES ANTECIPADAS SOBRE PASSAGEIROS E REGISTRO DE IDENTIFICAÇÃO DE PASSAGEIROS. JUSTIFICATIVA 1 APRESENTAÇÃO A presente

Leia mais

É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus A (H1N1).

É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus A (H1N1). INFLUENZA (GRIPE) SUÍNA INFLUENZA SUÍNA É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus A (H1N1). Assim como a gripe comum, a influenza suína é transmitida, principalmente, por meio de tosse, espirro

Leia mais

Gerenciamento de Níveis de Serviço

Gerenciamento de Níveis de Serviço Gerenciamento de Níveis de Serviço O processo de Gerenciamento de Níveis de Serviço fornece o contato entre a organização de TI e o cliente, para garantir que a organização de TI conhece os serviços que

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS IS Nº 129-001 Aprovação: Portaria nº 1143/SPO, de 10 de maio de 2016. Assunto: Procedimentos relativos a operação de empresas estrangeiras de transporte aéreo público no Brasil.

Leia mais

Projeto TRANSFORMAR. No Contexto Varejo há que se trocar a turbina durante o voo, logo:

Projeto TRANSFORMAR. No Contexto Varejo há que se trocar a turbina durante o voo, logo: 1 Projeto TRANSFORMAR Levando em consideração que as PERDAS podem ser provenientes de diversas fontes, sejam elas OPERACIONAIS, OBSOLESCÊNCIA, FURTO ou INCONSISTÊNCIA DE DADOS, o Supermercados Russi adotou

Leia mais

Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil

Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Novo cenário da mobilidade urbana Plano de Mobilidade Urbana:

Leia mais

Modelo do gerenciamento de projeto proposto

Modelo do gerenciamento de projeto proposto Modelo do gerenciamento de projeto proposto Estágio 1 Compreensão do ambiente de projeto O ambiente de projeto Definição do projeto Estágio 2 Mudanças Planejamento do projeto Estágio 3 Ações corretivas

Leia mais

Gerenciamento de Serviços em TI com ITIL. Gerenciamento de Serviços de TI com ITIL

Gerenciamento de Serviços em TI com ITIL. Gerenciamento de Serviços de TI com ITIL Gerenciamento de Serviços de TI com ITIL A Filosofia do Gerenciamento de Serviços em TI Avanços tecnológicos; Negócios totalmente dependentes da TI; Qualidade, quantidade e a disponibilidade (infra-estrutura

Leia mais

2. A AGÊNCIA POSSUI QUANTOS FUNCIONÁRIOS? a) QUANTOS FUNCIONÁRIOS TRABALHAM NO ATENDIMENTO DO DEPARTAMENTO DE EVENTOS?

2. A AGÊNCIA POSSUI QUANTOS FUNCIONÁRIOS? a) QUANTOS FUNCIONÁRIOS TRABALHAM NO ATENDIMENTO DO DEPARTAMENTO DE EVENTOS? I. DADOS GERAIS: NOME DA EMPRESA TELEFONE FAX E-MAIL ENDEREÇO NOME DO TITULAR DA AGÊNCIA TEL. CELULAR GERENTE / COORDENADOR RESPONSÁVEL PELO EVENTO TELEFONE CELULAR II. INFORMAÇÕES TÉCNICAS: 1. A AGÊNCIA

Leia mais

PORTARIA ANAC Nº 2457/SPO, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014.

PORTARIA ANAC Nº 2457/SPO, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014. PORTARIA ANAC Nº 2457/SPO, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014. Define e torna pública a qualificação dos instrutores dos cursos de PPA, PPH, PCA, PCH, PLA-A, PLA-H, INVA, IFR, PAGA, PAGH, CMV, -CEL, -GMP, -AVI e

Leia mais

Alexandre Mendes Costa

Alexandre Mendes Costa Alexandre Mendes Costa De: Charter_Cgna [charter@cgna.gov.br] Enviado em: terça-feira, 25 de maio de 2010 08:41 Para: Operacoes nao Regulares - GOPD Cc: medeiros; jorgejav@cgna.gov.br Assunto: Fw: cancelamento

Leia mais

COBIT. Governança de TI. Juvenal Santana, PMP tecproit.com.br

COBIT. Governança de TI. Juvenal Santana, PMP tecproit.com.br COBIT Governança de TI Juvenal Santana, PMP tecproit.com.br Sobre mim Juvenal Santana Gerente de Projetos PMP; Cobit Certified; ITIL Certified; OOAD Certified; 9+ anos de experiência em TI; Especialista

Leia mais

CONCEITOS. Professor Wagner Rabello Jr

CONCEITOS. Professor Wagner Rabello Jr CONCEITOS PLANEJAMENTO OPERACIONAL Para realizar objetivos, é preciso definir quais atividades devem ser executadas e quais recursos são necessários para a execução das atividades. O processo de definir

Leia mais

Centro de Operações para governos mais inteligentes

Centro de Operações para governos mais inteligentes Centro de Operações para governos mais inteligentes Ricardo C. Mansano IBM Brazil - Smarter Cities Sales Manager Maio- 2014 Os problemas enfrentado pelos governantes não são atuais. Centro São Paulo década

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL I - 235/CENIPA/2013 OCORRÊNCIA: AERONAVE: MODELO: DATA: INCIDENTE A6-EWI B-777-21HLR 04SET2013 ADVERTÊNCIA

Leia mais

Faculdade de Ciência da Informação Disciplina: Projeto de Implementação de Sistemas Arquivísticos Profa. Lillian Alvares

Faculdade de Ciência da Informação Disciplina: Projeto de Implementação de Sistemas Arquivísticos Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Disciplina: Projeto de Implementação de Sistemas Arquivísticos Profa. Lillian Alvares Gerência de Projetos Oferece uma visão integrada de todos

Leia mais

Objetivos da Apresentação; Introdução; Proposta de criação do BIAC: O que um BIAC faz?

Objetivos da Apresentação; Introdução; Proposta de criação do BIAC: O que um BIAC faz? Proposta de Criação e Gerenciamento do documento Boletim Informativo de Aeronavegabilidade Continuada BIAC Ph.D. Eng. Renato Crucello Passos Grupo de Aeronavegabilidade Continuada PAC Agência Nacional

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

CHOQUE DE GESTÃO DE TI Referência estadual quando o assunto é Infraestrutura e Segurança, a Subsecretaria de TI da Prefeitura Municipal de Vila Velha

CHOQUE DE GESTÃO DE TI Referência estadual quando o assunto é Infraestrutura e Segurança, a Subsecretaria de TI da Prefeitura Municipal de Vila Velha CHOQUE DE GESTÃO DE TI Referência estadual quando o assunto é Infraestrutura e Segurança, a Subsecretaria de TI da Prefeitura Municipal de Vila Velha (ES) provocou uma revolução em seu ambiente ao estabelecer

Leia mais