Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais

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1 1 PROGRAMA CAS: CERTIFICAÇÃO AEROAGRÍCOLA SUSTENTÁVEL CIRCULAR CAS 01/2015 INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA OBTENÇÃO DO CAS Nível III O CAS Nível III (Certificação da conformidade de equipamentos, instalações e procedimentos) já está disponível para as empresas interessadas que já possuem o Nível II. Para aderir ao CAS Nível III basta que a empresa siga o roteiro abaixo: 1. ADESÃO Para aderir ao CAS Nível III o responsável pela empresa deve fazer o download do arquivo CAS Nivel III - Regulamento e termo de adesao.pdf que está disponível no site do CAS: Link: O documento apresenta as diretrizes gerais do CAS Nível III e possui um espaço para a assinatura do proponente. Basta assinar e remeter o documento digitalizado para a equipe CAS para que possamos dar início ao processo. Ao assinar o termo de adesão a empresa declara concordar com os termos e o regulamento, e por esta razão passa imediatamente a fazer parte da Certificação em Nível III. 2. PAGAMENTO DA TAXA DE CERTIFICAÇÃO DE NÍVEL III Após recebermos o termo de adesão assinado, a FEPAF fará a remessa do boleto de pagamento da taxa de certificação. Os custos da certificação estão descritos no documento CAS - Custos da certificacao.pdf, disponível no mesmo link. 3. PROCEDIMENTOS PARA IMPLANTAÇÃO DO NÍVEL III NA EMPRESA 3.1. Período de adequação A empresa terá um período de no mínimo 90 dias para adequar suas atividades aos conceitos de boas práticas preconizados na Certificação CAS Nível III. Entretanto, considerando esta primeira safra com a certificação de Nível III a campo, a equipe CAS oferecerá um tempo maior para esta adequação. Assim, as auditorias nas empresas para confirmação da certificação de Nível III somente deverão ser realizadas a partir de março de 2016.

2 2 A primeira providência a ser tomada pela empresa é informar à equipe do CAS quais serão as aeronaves que estarão aptas a cumprir os requisitos da Certificação de Nível III. Assim, os certificados de Nível III serão emitidos para cada empresa especificando quais aeronaves (prefixos) estão incluídos no Nível III. Após receber esta informação a equipe do CAS fará a emissão e remessa do certificado (arquivo PDF via ), assim como dos adesivos de Nível III correspondentes para as aeronaves incluídas Detalhamento dos requisitos Para permanecer no CAS Nível III a empresa deve estar atenta aos seguintes requisitos: a) Possuir certificados vigentes nos Níveis I e II; b) Possuir instalações e equipamentos em bom estado, que permitam aplicações com qualidade e que estejam em conformidade com a legislação vigente: Pátio de descontaminação conforme normas vigentes; Sistema de abastecimento de calda em bom estado; Equipamentos de pulverização em bom estado (manômetro, barra, bicos, atomizadores e distribuidores de sólidos). c) Possuir sistemas de navegação, controle eletrônico, registro e rastreamento que possibilitem: Monitoramento e registro das aplicações com informações técnicas (volume de calda, altura voo, condições climáticas no local, etc.); Explicação: as aeronaves deverão ser equipadas com altímetro laser (ou dispositivo similar) para registro das informações de altura de voo, assim como deverão possuir fluxômetro para registro dos volumes de calda aplicados. A operação dever ser organizada de forma que a frente de trabalho tenha disponível equipamentos para monitoramento e registro das condições climáticas nos locais de aplicação (pelo menos um anemômetro e termohigrômetro). Não serão aceitos dados de estações climáticas que não estejam no mesmo local onde a aplicação esteja sendo feita. Geração de mapas em formatos que sejam compatíveis com Google Earth (arquivos KML ou similares), indicando as áreas aplicadas e o posicionamento das faixas de segurança, em conformidade com a legislação vigente e de acordo com os critérios de Boas Práticas abordados no Curso da Certificação CAS Nível II;

3 3 Explicação: os mapas de registro das aplicações deverão ser gerados em arquivos que possam ser posteriormente sobrepostos com imagens de satélite (Google Earth), para que se possa verificar o atendimento aos conceitos de boas práticas. Nestes mapas devem ser identificadas claramente as faixas de segurança resguardadas, de acordo com a legislação vigente. Rastreamento das aeronaves por GPS (a partir de 2017); Explicação: somente a partir de 2017 deverá ser implementada a rotina de rastreamento das aeronaves via satélite, no mesmo modelo de rastreamento 24 h utilizado para frotas veiculares. Entretanto, esse procedimento dependerá da existência de opção de rastreador que seja homologado para as aeronaves em questão. Controle da aplicação com acionamento automatizado das barras, visando a contenção da aplicação nas faixas de segurança e nas áreas de restrição (a partir de 2017). Explicação: somente a partir de 2017 deverá ser implementada a exigência de que as aeronaves sejam equipadas com sistemas automatizados para acionamento da pulverização (barra de acionamento automático). Entretanto, esse procedimento dependerá da existência de opção de equipamento que seja homologado para as aeronaves em questão. d) Realizar todos os procedimentos de planejamento e execução das aplicações em conformidade com a legislação vigente e de acordo com os critérios de Boas Práticas abordados no Curso da Certificação CAS Nível II: Demarcação da direção predominante do vento, com informações climáticas atualizadas no dia da aplicação nas ordens de serviço; Explicação: o documento que representa a Ordem de Serviço (OS), ou documento análogo com outra denominação, deverá ser entregue antes da aplicação ao técnico responsável contendo indicação clara da direção predominante do vento ao longo das horas do dia, com informações atualizadas na data da aplicação. Sugere-se a consulta aos websites de previsão do tempo no momento da preparação da OS. Esta informação deve ser claramente repassada pelo técnico ao piloto antes do início dos trabalhos, de forma que se possa realizar o

4 4 planejamento da segurança da operação quanto à minimização dos riscos de acidentes de deriva. Demarcação das faixas de segurança nas ordens de serviço; Explicação: a Ordem de Serviço (OS) deverá ser entregue ao técnico responsável antes da aplicação contendo indicação clara do posicionamento adequado da faixa de segurança a ser resguardada dos possíveis alvos de deriva, de acordo com a legislação vigente e os conceitos de boas práticas na aplicação aérea, de acordo com a Certificação CAS Nível II. Esta informação deve ser claramente repassada pelo técnico ao piloto antes do início dos trabalhos, de forma que se possa realizar o planejamento da segurança da operação quanto à minimização dos riscos de acidentes de deriva. Análise dos riscos de deriva e dos possíveis alvos de deriva nas áreas de entorno, em cada local de aplicação (preenchimento de formulário padrão fornecido pelo CAS); Explicação: o formulário padrão de análise de risco de deriva (arquivo Formulario Nivel III Analise de risco de deriva.pdf ), enviado por às empresas inscritas no CAS Nível III, deverá ser preenchido pelo técnico responsável antes de cada aplicação. Este procedimento deverá ser a base para a definição das faixas de segurança alocadas nas OS. Este formulário deverá ser arquivado junto com a OS após as aplicações. Registro das ações quanto aos sistemas de alerta para as áreas de risco e para os possíveis alvos da deriva (preenchimento de formulário padrão fornecido pelo CAS); Explicação: o formulário padrão de atendimento aos sistemas de alerta (arquivo Formulario Nivel III Sistemas de alerta.pdf ), enviado por às empresas inscritas no CAS Nível III, deverá ser preenchido pelo técnico responsável antes de cada aplicação, quando na região de realização dos trabalhos houver algum sistema de alerta implementado (por exemplo, alerta aos apicultores da

5 5 região). Este formulário deverá ser arquivado junto com a OS após as aplicações. Manutenção pelo período mínimo de 12 meses de um banco de dados com registros do planejamento da operação (ordens de serviço), dos relatórios de execução, dos mapas e dos formulários com as análises de risco e as providências quanto aos sistemas de alerta. Explicação: esta documentação será a base para as auditorias de boas práticas que serão implementadas a partir de março de 2016, com vistas à confirmação das empresas no Nível III. Durante as auditorias, esses documentos serão solicitados por amostragem aleatória, visando a verificação do cumprimento das boas práticas nas aplicações aéreas Ajustes e adaptação dos procedimentos do CAS Nível III de acordo com as rotinas operacionais de cada empresa É de conhecimento da equipe CAS que as rotinas operacionais de cada empresa podem diferir caso a caso. Nesta primeira safra do CAS Nível III será de suma importância a participação das próprias empresas na adaptação dos conceitos de boas práticas à rotina operacional de cada modelo de negócio. À parte da documentação usual exigida na legislação, cada empresa possui suas rotinas gerenciais, que podem ou não apresentar sinergia com as rotinas do CAS Nível III. Para que esse processo seja o mais eficiente possível, todas as sugestões que possam ser enviadas para a equipe CAS no sentido de otimizar o trabalho e tornar mais eficiente a coleta de dados serão extremamente bem-vindas. Solicitamos, portanto, que todos enviem comentários e sugestões para que possamos otimizar e simplificar os processos, sempre tendo em mente que as boas práticas existem para o benefício de todos os operadores da aviação agrícola. Botucatu, 20 de outubro de 2015 Equipe CAS

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