OPERAÇÃO DE VANT ASPECTOS RELACIONADOS COM A SEGURANÇA OPERACIONAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OPERAÇÃO DE VANT ASPECTOS RELACIONADOS COM A SEGURANÇA OPERACIONAL"

Transcrição

1 OPERAÇÃO DE VANT ASPECTOS RELACIONADOS COM A SEGURANÇA OPERACIONAL Luiz Munaretto Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 330 de

2 Engenheiro Eletricista Instrutor da Aviação de Caça Piloto de Provas Instrutor do Curso de Ensaios em Voo Possui quinze anos de experiência em Ensaios em Voo Foi INSPAC Piloto Foi Vice-Diretor do IAE/CTA e Diretor do IFI/CTA Foi Chefe da Divisão de Homologação Aeronáutica do IFI/CTA Possui experiência em atividades e projetos internacionais Conferencista no CENIPA e no Instituto de Logística de Aeronáutica (ILA), da Força Aérea Brasileira (FAB) Possui Certificação PMP Atualmente é Gerente de Programas e especialista em VANT da DCA-BR e Coordenador de Certificação da XMOBOTS Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 331 de

3 Apresentar os aspectos de segurança envolvidos com a operação de VANT (Veículo Aéreo Não-Tripulado), de uma forma geral e particularizada para o Brasil Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 332 de

4 I. Introdução II. Os pilares III. Outros aspectos de segurança IV. Regulamentação de VANT no Brasil V. Regulamentação de VANT no exterior VI. Conclusão Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 333 de

5 Novas aplicações ARP X Autônomo (VANT) Novos paradigmas Operação (tamanho,tipos de decolagem e recuperação) Tráfego aéreo Pulverização de fabricantes e operadores Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 334 de

6 Novos paradigmas Operação (tamanho,tipos de decolagem e recuperação) Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 335 de

7 SAFETY CONSIDERATIONS FOR OPERATION OF UNMANNED AERIAL VEHICLES IN THE NATIONAL AIRSPACE SYSTEM Roland E. Weibel and R. John Hansman Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 336 de

8 Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 337 de

9 O Projeto; Os Fatores Humanos; A Operação; A Aeronavegabilidade Continuada; O Tráfego Aéreo; A infraestrutura aeronáutica Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 338 de

10 O Projeto Desenvolver uma aeronave Corrida contra o tempo e redução de custos Tendência a sobrepujar o planejamento e aplicação de metodologias de desenvolvimento a engenharia de sistemas. Processo de Desenvolvimento Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 339 de

11 O Projeto - Processo de Desenvolvimento - Modelo V Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 340 de

12 O Projeto - Processo de Desenvolvimento - Modelo Cascata Análise dos requisitos Especificação Design Implementação Feedback Testes Manutenção Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 341 de

13 O Projeto - Processo de Desenvolvimento - Modelo Espiral Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 342 de

14 O Projeto - Requisitos Requisitos de cliente Desempenho, funcionalidade e custos. Requisitos técnicos Comunicações (data link, entre os envolvidos na operação) e perda dela; Estação de controle; Confiabilidade; De certificação Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 343 de

15 O Projeto - Comunicações Entre os envolvidos diretamente na operação (piloto, mecânicos, comandante da missão etc); Com os órgãos ATC (Ait Trafic Control ) - telefone, VHF (Very High Frequency), Transponder, Satélite); Data Link dados de controle e monitoramento da plataforma; Data Link dados de missão (sensores térmicos, radar e óticos, sistema de armas). Limitações das bandas de frequencia alocadas para VANT Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 344 de

16 O Projeto - Estação de Controle Estação Remota de Pilotagem Planejamento Monitoramento Controle do VANT Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 345 de

17 O Projeto - Confiabilidade Probabilidade de um item (motor, sistemas em geral, aeronave) vai desempenhar uma função requerida, sob condições especificadas, sem falha por período de tempo especificado. Considerar também o data link a estação de solo e os sistemas de missão. Funcionalidade x confiabilidade Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 346 de

18 Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV Helios 2012) Prototype Direitos Reservados Página Junho 347 de

19 Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 348 de

20 O Projeto - Certificação Plano de Certificação - devem ser estabelecidos os requisitos a serem cumpridos da plataforma e de seus sistemas (norma de referência ). Padrões aceitáveis para ensaios em voo, de funcionalidade, ambientais, de desenvolvimento de software e de hardware complexo, de análise de segurança de sistemas. Quando certificar???? Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 349 de

21 FATORES HUMANOS O inter-relacionamento entre todos os envolvidos na operação (piloto, mecânicos, comandante da missão, tráfego aéreo) A interface homem máquina (piloto/estação de controle; mecânico/plataforma) Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 350 de

22 FATORES HUMANOS Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 351 de

23 OPERAÇÃO organização habilitada; determinação de responsabilidades; documentação operacional ; habilitação dos seus operadores (piloto, comandante de missão) segundo critérios estabelecidos. integração com outros elementos (manutenção, trafego aéreo, meteorologia, transporte etc) SGSO Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 352 de

24 27TH INTERNATIONAL CONGRESS OF THE AERONAUTICAL SCIENCES M uhammad Assim, Nadeem Ehsan, Khalid Rafique - Center for Advanced Studies in Engineering, Islamabad, Pakistan Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 353 de

25 AERONAVEGABILIDADE CONTINUADA manter durante a operação os padrões de segurança estabelecidos no projeto (e na certificação, quando for o caso). Isto inclui todos os procedimentos, documentação e registros de manutenção e o treinamento associado da equipe de manutenção Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 354 de

26 TRÁFEGO AÉREO espaço segregado e de baixa densidade populacional aumenta a segurança de voo. demandas operacionais requerem o sobrevoo do VANT de cidades, áreas terminais, aerovias etc., operando de forma integrada com as demais aeronaves (Olímpiadas, Jogos Olímpicos, Ocupação de favelas, etc). No Brasil, no momento, os VANTs operam em área segregada Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 355 de

27 TRÁFEGO AÉREO C-130 HERCULES - 914th Airlift Wing - Afghanistan Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 356 de

28 O Projeto; Os Fatores Humanos; A Operação; A Aeronavegabilidade Continuada; O Tráfego Aéreo; A infraestrutura aeroportuária Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 357 de

29 O Projeto; Os Fatores Humanos; A Operação; A Aeronavegabilidade Continuada; O Tráfego Aéreo; A infraestrutura aeroportuária Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 358 de

30 O Projeto; Os Fatores Humanos; A Operação; A Aeronavegabilidade Continuada; O Tráfego Aéreo; A infraestrutura aeroportuária Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 359 de

31 O Projeto; Os Fatores Humanos; A Operação; A Aeronavegabilidade Continuada; O Tráfego Aéreo; A infraestrutura aeroportuária Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 360 de

32 O Projeto; Os Fatores Humanos; A Operação; A Aeronavegabilidade Continuada; O Tráfego Aéreo; A infraestrutura aeroportuária Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 361 de

33 INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES Quando? com que critérios? Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 362 de

34 UTILIZAÇÃO PARA CRIMES Drogas Celulares Terrorismo Presidente Venceslau: Anais do 5º 7 Simpósio celulares de Segurança e algumas de Voo (SSV 2012) serras, Direitos 30/05/2012 Reservados - Página 363 de

35 CONTROLE DOS VANT EXISTENTES E EM OPERAÇÃO VANT DE PEQUENO TAMANHO INFRAESTRUTURA AERONÁUTICA POUSO EM PISTA ALTERNATIVA Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 364 de

36 DECEA AIC 21/10, 23 SEP NOTAM (Notice to Airmen ) ANAC - Decisão nº 127, 29 de novembro de 2011, Operação aérea de Aeronave Remotamente Pilotada do Departamento de Polícia Federal. ANAC - Instrução Suplementar sobre Emissão de Certificado de Autorização de Voo Experimental para Sistemas de Veículo Aéreo Não Tripulado, maio de consulta pública Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 365 de

37 OPERAÇÕES MILITARES E GOVERNAMENTAIS EM GERAL Regras especificas de de Certificação do projeto (ex: STANAG 4671 ) e de Tráfego Aéreo. OPERAÇÃO CIVIL Iniciativas tímidas, exceto na Austrália (CASA, AC 101-1(0) JULY 2002) Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 366 de

38 A inserção do VANTs requer que novos processos sejam criados. Abordagem global dos aspectos envolvidos (certificação, de operação, de aeronavegabilidade continuada e de tráfego aéreo). Iniciativas tímidas para a integração Na parte de uso governamental soluções ad hoc são estabelecidas Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 367 de

39 Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 368 de

40 I. Introdução II. Os pilares III. Outros aspectos de segurança IV. Regulamentação de VANT no brasil V. Regulamentação de VANT no exterior VI. Conclusão Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 369 de

41 Apresentar os aspectos de segurança envolvidos com a operação de VANT (Veículo Aéreo Não-Tripulado), de uma forma geral e particularizada para o Brasil Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 370 de

42 OBRIGADO Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 371 de

As informações contidas neste material são de autoria da DCA BR, sendo vedada a sua reprodução total ou parcial.

As informações contidas neste material são de autoria da DCA BR, sendo vedada a sua reprodução total ou parcial. ASPECTOS OPERACIONAIS PARA A REDUÇÃO DE EMISSÕES Luiz Aberto Munaretto Instrutor da Aviação de Caça. Piloto de Provas. Possui quinze (15) anos de experiência em Ensaios em Vôo. Engenheiro Eletricista UNIVAP.

Leia mais

Clique para editar os estilos do texto mestre

Clique para editar os estilos do texto mestre Clique para editar os estilos do texto mestre Segundo nível Terceiro nível Quarto nível» Quinto nível Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica VANT NO BRASIL - MERCADO

Leia mais

MAIORES INFORMAÇÕES NOS SITES: www.decea.gov.br www.cgna.gov.br www.anac.gov.br

MAIORES INFORMAÇÕES NOS SITES: www.decea.gov.br www.cgna.gov.br www.anac.gov.br Guiia prráttiico de consulltta sobrre as alltterrações do espaço aérreo parra a Riio+20.. Deparrttamentto de Conttrrolle do Espaço Aérreo ESTE GUIA TEM APENAS A FUNÇÃO DE ILUSTRAR E APRESENTAR, RESUMIDAMENTE,

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º, DE 2015. (Do Senhor Otavio Leite)

PROJETO DE LEI N.º, DE 2015. (Do Senhor Otavio Leite) PROJETO DE LEI N.º, DE 2015 (Do Senhor Otavio Leite) Estabelece regras sobre o licenciamento e operação de veículos aéreos não tripulados (VANT s) e aeronaves remotamente pilotadas (ARP s), bem como os

Leia mais

HISTÓRICO DO SMS NO BRASIL. Evolução 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008

HISTÓRICO DO SMS NO BRASIL. Evolução 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 HISTÓRICO DO SMS NO BRASIL Evolução 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 OBJETIVO Conhecer a evolução do pensamento sobre Gerenciamento

Leia mais

DEFINIÇÃO DE ALVO COMO REDUZIR OS ÍNDICES DE ACIDENTES AERONÁUTICOS NO BRASIL?

DEFINIÇÃO DE ALVO COMO REDUZIR OS ÍNDICES DE ACIDENTES AERONÁUTICOS NO BRASIL? DEFINIÇÃO DE ALVO COMO REDUZIR OS ÍNDICES DE ACIDENTES AERONÁUTICOS NO BRASIL? - - - - - - - - - - Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 215 de 1112 - - - - -

Leia mais

TEL: (5521) 21016320 AFTN: SBRJYGYC FAX: (21) 21016198 VEÍCULOS AÉREOS NÃO TRIPULADOS

TEL: (5521) 21016320 AFTN: SBRJYGYC FAX: (21) 21016198 VEÍCULOS AÉREOS NÃO TRIPULADOS BRASIL DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES AV GENERAL JUSTO, 160 2º AND. - CASTELO 20021-130-RIO DE JANEIRO RJ AIC N 21/10 23 SEP 2010 TEL: (5521) 21016320 AFTN: SBRJYGYC

Leia mais

Gerenciamento de Riscos em Projetos de Aerolevantamentos Etapa Captura de Dados (SAE Serviço Aéreo Especializado)

Gerenciamento de Riscos em Projetos de Aerolevantamentos Etapa Captura de Dados (SAE Serviço Aéreo Especializado) Gerenciamento de Riscos em Projetos de Aerolevantamentos Etapa Captura de Dados (SAE Serviço Aéreo Especializado) O Gerenciamento de Riscos é uma das áreas contidas no Gerenciamento de Projetos, e uma

Leia mais

PROVA OBJETIVA. 8 A CLAC é um organismo internacional subordinado à OACI. 9 As recomendações e resoluções estabelecidas pela CLAC são

PROVA OBJETIVA. 8 A CLAC é um organismo internacional subordinado à OACI. 9 As recomendações e resoluções estabelecidas pela CLAC são De acordo com o comando a que cada um dos itens a seguir se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com o

Leia mais

Segurança Operacional no Brasil

Segurança Operacional no Brasil Rio de Janeiro, 28 de abril de 2014 Segurança Operacional no Brasil O futuro já chegou Carlos Eduardo Pellegrino Diretor de Operações de Aeronaves Estrutura Governamental Presidência CONAC Conselho Nacional

Leia mais

Realização. Apoio. Patrocínio

Realização. Apoio. Patrocínio Realização Apoio Patrocínio Seminário Internacional de VANT 2010 VANT Quem Opera? Cel Av R1 Alexandre Lessa Destaques das Palestras da Conferência Anual de Treinamento e Simulação em VANT em Londres,

Leia mais

Gerenciamento da Segurança Operacional GSO. Conceitos

Gerenciamento da Segurança Operacional GSO. Conceitos Gerenciamento da Segurança Operacional GSO Conceitos 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 1 Objetivos Identificar conceitos de gerenciamento

Leia mais

PROGRAMA MOSA MAINTENANCE OPERATIONS SAFETY AUDIT (PROGRAMA DE OBSERVAÇÕES DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO)

PROGRAMA MOSA MAINTENANCE OPERATIONS SAFETY AUDIT (PROGRAMA DE OBSERVAÇÕES DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO) PROGRAMA MOSA MAINTENANCE OPERATIONS SAFETY AUDIT (PROGRAMA DE OBSERVAÇÕES DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO) - - - - - - - - - - Anais do 4º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2011) Direitos Reservados - Página

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS IS N o 91-002 Aprovação: Portaria nº 2471/SPO, de 17 de setembro de 2015. Assunto: Uso de informação aeronáutica em formato digital - Electronic Flight Bag (EFB). Origem: SPO 1.

Leia mais

CRONOGRAMA DE CURSOS PREVISTOS PAC-2014 Ordenados pelas Áreas de Conhecimento do MPOG CARGA HORÁRIA

CRONOGRAMA DE CURSOS PREVISTOS PAC-2014 Ordenados pelas Áreas de Conhecimento do MPOG CARGA HORÁRIA AUDITORIA SISTEMA DE GESTÃO EM QUALIDADE E FORMAÇÃO DE AUDITOR CURSO PRESENCIAL 40 10/03/2014 14/03/2014 RIO DE JANEIRO/RJ INTERNO ANAC AUDITORIA FORMAÇÃO DE AUDITORES EM SGSO CURSO PRESENCIAL 80 07/04/2014

Leia mais

PROPOSTA DE EDIÇÃO DO REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL (RBAC) 140 CERTIFICAÇÃO E REQUISITOS OPERACIONAIS: ESCOLAS DE VOO JUSTIFICATIVA

PROPOSTA DE EDIÇÃO DO REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL (RBAC) 140 CERTIFICAÇÃO E REQUISITOS OPERACIONAIS: ESCOLAS DE VOO JUSTIFICATIVA PROPOSTA DE EDIÇÃO DO REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL (RBAC) 140 CERTIFICAÇÃO E REQUISITOS OPERACIONAIS: ESCOLAS DE VOO 1. APRESENTAÇÃO JUSTIFICATIVA 1.1 A presente Justificativa expõe as razões

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS FCA 58-1

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS FCA 58-1 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS FCA 58-1 PANORAMA ESTATÍSTICO DA AVIAÇÃO CIVIL BRASILEIRA EM 212 213 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

Leia mais

Dificuldades em Serviço Resumo de 2010

Dificuldades em Serviço Resumo de 2010 Dificuldades em Serviço Resumo de 2010 Rogério Possi Junior Engenheiro de Aeronavegabilidade Continuada Agência Nacional de Aviação Civil Palavras Chave: Aeronavegabilidade, Dificuldades em Serviço, Segurança

Leia mais

O Sistema DCERTA como ferramenta de apoio à fiscalização

O Sistema DCERTA como ferramenta de apoio à fiscalização N 05 31 de maio de 2011 O Boletim Eletrônico de Capacitação é um informativo publicado quinzenalmente no portal da ANAC na internet e na intranet. O objetivo é divulgar as ações de capacitação que irão

Leia mais

Esfera: 10 Função: 05 - Defesa Nacional Subfunção: 128 - Formação de Recursos Humanos UO: 52201 - Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC

Esfera: 10 Função: 05 - Defesa Nacional Subfunção: 128 - Formação de Recursos Humanos UO: 52201 - Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC Programa 0630 Desenvolvimento da Aviação Civil Numero de Ações 14 Ações Orçamentárias 0B09 Apoio a Aeroclubes e Escolas de Aviação Civil Produto: Entidade apoiada Esfera: 10 Função: 05 - Defesa Nacional

Leia mais

Desafios legais para regulamentação dos VANTs e oportunidades

Desafios legais para regulamentação dos VANTs e oportunidades Desafios legais para regulamentação dos VANTs e oportunidades O que é Micro VANT? µ VANT ou µ RPAs é uma subdivisão de VANTs levando em conta seu peso máximo de decolagem, autonomia operacional, distância

Leia mais

ANAC oferece curso básico de Representação Institucional

ANAC oferece curso básico de Representação Institucional Ano 2 N 24 28 de junho de 2012 ANAC oferece curso básico de Representação Institucional Será realizado no período de 23 a 24 de julho, no Rio de Janeiro, o curso básico de Representação Institucional.

Leia mais

SUMÁRIO SUBPARTE B [RESERVADO] SUBPARTE C [RESERVADO] SUBPARTE D [RESERVADO]

SUMÁRIO SUBPARTE B [RESERVADO] SUBPARTE C [RESERVADO] SUBPARTE D [RESERVADO] REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 121 EMENDA nº 03 Título: REQUISITOS OPERACIONAIS: OPERAÇÕES DOMÉSTICAS, DE BANDEIRA E SUPLEMENTARES Aprovação: Resolução nº 146, de 17 de março de 2010.

Leia mais

Promover a segurança e a excelência do sistema de aviação civil, de forma a contribuir para o desenvolvimento do País e o bem-estar da sociedade

Promover a segurança e a excelência do sistema de aviação civil, de forma a contribuir para o desenvolvimento do País e o bem-estar da sociedade Promover a segurança e a excelência do sistema de aviação civil, de forma a contribuir para o desenvolvimento do País e o bem-estar da sociedade brasileira Identificar os compromissos da ANAC relacionados

Leia mais

Realização. Apoio. Patrocínio

Realização. Apoio. Patrocínio Realização Apoio Patrocínio Ações Indutoras na Área de Defesa MCT/FINEP 4ª CNCTI AÇÕES FINEP NA ÁREA DE VANT Seminário Internacional de Veículos Aéreos Não Tripulados A Missão da FINEP Promover e financiar

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS PANORAMA ESTATÍSTICO DA AVIAÇÃO CIVIL BRASILEIRA PARA A 9 1 Sumário Panorama Atual dos Dados Relativos às

Leia mais

PORTARIA ANAC Nº 2457/SPO, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014.

PORTARIA ANAC Nº 2457/SPO, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014. PORTARIA ANAC Nº 2457/SPO, DE 21 DE OUTUBRO DE 2014. Define e torna pública a qualificação dos instrutores dos cursos de PPA, PPH, PCA, PCH, PLA-A, PLA-H, INVA, IFR, PAGA, PAGH, CMV, -CEL, -GMP, -AVI e

Leia mais

BRASIL DEPARTAMENTO DO CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES AV. GENERAL JUSTO, 160 2º Andar

BRASIL DEPARTAMENTO DO CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES AV. GENERAL JUSTO, 160 2º Andar BRASIL DEPARTAMENTO DO CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES AV. GENERAL JUSTO, 160 2º Andar AIC N 24/13 20021-130 RIO DE JANEIRO RJ 12 DEZ 2013 http://ais.decea.gov.br/ dpln1@decea.gov.br

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 105 EMENDA nº 00

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 105 EMENDA nº 00 REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 105 EMENDA nº 00 Título: Aprovação: SALTOS DE PARAQUEDAS Resolução ANAC nº xxx, de yyyyy de zzzz de 2010. Origem: SSO/GPNO SUMÁRIO SUBPARTE A - GERAL 105.1

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL !" """ SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL PORTARIA N o 034/DGAC, DE 19 DE JANEIRO DE 2000 Aprova a Instrução de Aviação Civil que dispõe sobre alterações em vôos regulares e realização

Leia mais

Utilização de processos de gestão e ferramentas computacionais para melhoria da segurança operacional

Utilização de processos de gestão e ferramentas computacionais para melhoria da segurança operacional Utilização de processos de gestão e ferramentas computacionais para melhoria da segurança operacional GUILHERME ROCHA São José dos Campos - SP INSTITUTO DE PESQUISAS E ENSAIOS EM VOO Agosto 2011 SSV 2011

Leia mais

Anderson Ribeiro Correia. Superintendente de Infraestrutura Aeroportuária

Anderson Ribeiro Correia. Superintendente de Infraestrutura Aeroportuária Superintendência de Infraestrutura Aeroportuária Helipontos em São Paulo: Segurança, Irregularidades e Caminhos para Regularização Anderson Ribeiro Correia Superintendente de Infraestrutura Aeroportuária

Leia mais

SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL. RESOLUÇÃO No- 316, DE 9 DE MAIO DE 2014

SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL. RESOLUÇÃO No- 316, DE 9 DE MAIO DE 2014 SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO No- 316, DE 9 DE MAIO DE 2014 Dispõe sobre o Regime Especial da Copa do Mundo FIFA 2014 e dá outras providências. A DIRETORIA DA

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º, DE 2015. (Do Senhor WILLIAM WOO)

PROJETO DE LEI N.º, DE 2015. (Do Senhor WILLIAM WOO) PROJETO DE LEI N.º, DE 2015 (Do Senhor WILLIAM WOO) Regulamenta a operação e licenciamento das Aeronaves Remotamente Pilotada (ARPs), drones ou multirotores, subcategoria dos Veículos Aéreos não Tripulados

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL -0> RESOLUÇÃO N 030, DE 21 DE MAIO DE 2008.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL -0> RESOLUÇÃO N 030, DE 21 DE MAIO DE 2008. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL -0> RESOLUÇÃO N 030, DE 21 DE MAIO DE 2008. Institui o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil RBAC e a Instrução Suplementar IS, estabelece critérios para a elaboração

Leia mais

Projeto VANT/DNPM Desafios e Novas Fronteiras para uso do VANT em atividades de fiscalização mineral

Projeto VANT/DNPM Desafios e Novas Fronteiras para uso do VANT em atividades de fiscalização mineral Projeto VANT/DNPM Desafios e Novas Fronteiras para uso do VANT em atividades de fiscalização mineral Cristina P. Bicho Coordenadora Projeto VANT/DNPM Departamento Nacional de Produção Mineral São Paulo,

Leia mais

OBJETIVO SUBORDINAÇÃO MISSÃO ÁREA DE ATUAÇÃO ESTRUTURA ROTEIRO ESTRUTURA OPERACIONAL ATIVIDADES EFETIVO VALORES

OBJETIVO SUBORDINAÇÃO MISSÃO ÁREA DE ATUAÇÃO ESTRUTURA ROTEIRO ESTRUTURA OPERACIONAL ATIVIDADES EFETIVO VALORES 19 AGO 2014 19 AGO 2014 OBJETIVO SUBORDINAÇÃO MISSÃO ÁREA DE ATUAÇÃO ESTRUTURA ROTEIRO ESTRUTURA OPERACIONAL ATIVIDADES EFETIVO VALORES OBJETIVO Compreender os principais aspectos relativos ao CGNA, com

Leia mais

Lúcio Ma>as Eng. Diretor Lucio.ma>as@novaterrageo.com.br www.novaterrageo.com.br

Lúcio Ma>as Eng. Diretor Lucio.ma>as@novaterrageo.com.br www.novaterrageo.com.br Lúcio Ma>as Eng. Diretor Lucio.ma>as@novaterrageo.com.br www.novaterrageo.com.br Carlos Jamel Biólogo, Diretor cjamel@novaterrageo.com.br www.novaterrageo.com.br Webinar - A Invasão dos VANTs 13/08/2012

Leia mais

Proposta de alteração do RBAC 135 (Minuta de proposta de alteração do RBAC 135)

Proposta de alteração do RBAC 135 (Minuta de proposta de alteração do RBAC 135) RBAC 135 EMD 03 RBAC 135 EMD 04 para consulta pública SUBPARTE A SUBPARTE A GERAL GERAL 135.1 Aplicabilidade 135.1 Aplicabilidade (a) Este regulamento estabelece regras que regem: (a) Este regulamento

Leia mais

Voar sobre cidade...

Voar sobre cidade... Voar sobre cidade... ...e quando precisamos? Ee q -Quais desses serviços você quer abrir mão? -Polícia -Bombeiro -Tv/rádio/trânsito - roubo veículos - transporte público - transporte privado... e quando

Leia mais

ENGENHARIA AERONÁUTICA AERE. Questão 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Gabarito E A B A D A A C B C B A C D B E A C D D

ENGENHARIA AERONÁUTICA AERE. Questão 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Gabarito E A B A D A A C B C B A C D B E A C D D ENGENHARIA AERONÁUTICA AERE Gabarito B A E C C D A D B B C D B A A B E C E B Gabarito D C E D A E A D B C CERTIFICAÇÃO CERE Gabarito B A E C C D A D B B A A D B C E A C D C Gabarito E B C B D E A B D E

Leia mais

FLY CENTER ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL

FLY CENTER ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL Saudações a todos Devido as mudanças ocorridas no sistema de aviação civil segue em anexo as questões alteradas na matéria de SISTEMA DE AVIAÇÃO CIVIL INTERNACIONAL E SISTEMA DE AVIAÇÃO CIVIL BRASILEIRO.

Leia mais

OBJETIVO IDENTIFICAR OS CONCEITOS DE GERENCIAMENTO DE FLUXO DE TRÁFEGO AÉREO PUBLICADOS NO AIP-BRASIL

OBJETIVO IDENTIFICAR OS CONCEITOS DE GERENCIAMENTO DE FLUXO DE TRÁFEGO AÉREO PUBLICADOS NO AIP-BRASIL CGNA AIP-BRASIL OBJETIVO IDENTIFICAR OS CONCEITOS DE GERENCIAMENTO DE FLUXO DE TRÁFEGO AÉREO PUBLICADOS NO AIP-BRASIL 2 ROTEIRO O AIP BRASIL CONCEITOS REGRAS GERAIS REGRAS ESPECÍFICAS 3 Documento básico

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA PARA IMPLANTAÇÃO DOS VANT CIVIS NO ESPAÇO AÉREO BRASILEIRO: UMA NOVA ABORDAGEM

NORMAS DE SEGURANÇA PARA IMPLANTAÇÃO DOS VANT CIVIS NO ESPAÇO AÉREO BRASILEIRO: UMA NOVA ABORDAGEM 212 Artigo Científico NORMAS DE SEGURANÇA PARA IMPLANTAÇÃO DOS VANT CIVIS NO ESPAÇO AÉREO BRASILEIRO: UMA NOVA ABORDAGEM Artigo submetido em 24/05/2010. Aceito para publicação em 30/11/2010. José Augusto

Leia mais

Drones, modelos, usos e aplicações. Ailson Brito Santos Benedito José Santos Luciano Lisboa

Drones, modelos, usos e aplicações. Ailson Brito Santos Benedito José Santos Luciano Lisboa Drones, modelos, usos e aplicações Ailson Brito Santos Benedito José Santos Luciano Lisboa Apresentação Palestrantes O site de projetos benejsan (www.benejsan.com.br) O Grupo de desenvolvimento de software

Leia mais

Formação e Capacitação de Pessoas na Infraero

Formação e Capacitação de Pessoas na Infraero Formação e Capacitação de Pessoas na Infraero Desafios, Necessidades e Perspectivas da Formação e Capacitação de Recursos Humanos na Área Aeronáutica (Senado Federal Comissão de Serviços de Infraestrutura)

Leia mais

DÉDALO Ferramenta de Apoio à Gestão de Empresas Aéreas

DÉDALO Ferramenta de Apoio à Gestão de Empresas Aéreas DÉDALO Ferramenta de Apoio à Gestão de Empresas Aéreas DÉDALO é um sistema de informações especialista, concebido e desenvolvido para automatizar, integrar e dar suporte aos principais processos utilizados

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Regulamento n.º /2010

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Regulamento n.º /2010 MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Regulamento n.º /2010 Define o Perfil do Administrador Responsável (Accountable Manager) e as Habilitações

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - 032/CENIPA/2013 OCORRÊNCIA: AERONAVE: MODELO: DATA: ACIDENTE PT-OID 310R 26FEV2010 ADVERTÊNCIA Conforme

Leia mais

Piloto Aviador (PILAV)

Piloto Aviador (PILAV) Academia da Força Aérea Mestrado em Ciências Militares Aeronáuticas na especialidade Piloto Aviador (PILAV) PILAV 1ºAno, 1ºSemestre Álgebra Linear MAT Semestral 168 48 32 0 0 0 0 0 6,0 Cálculo Diferencial

Leia mais

AÇÃO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL: Belo Horizonte Dezembro de 2012

AÇÃO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL: Belo Horizonte Dezembro de 2012 AÇÃO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL: Belo Horizonte Dezembro de 2012 A implantação do SGSO nos Aeroclubes e Escolas de Aviação Civil Objetivos Esclarecer sobre o processo de confecção do Manual de Gerenciamento

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 121 EMENDA nº 00

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 121 EMENDA nº 00 REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 121 EMENDA nº 00 Título: REQUISITOS OPERACIONAIS: OPERAÇÕES DOMÉSTICAS, DE BANDEIRA E SUPLEMENTARES Aprovação: Resolução nº 146, de 17 de março de 2010,

Leia mais

PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR

PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERA- CIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR ANTECEDENTES A Organização de Aviação Civil Internacional

Leia mais

VANT O Uso na Agricultura de Precisão

VANT O Uso na Agricultura de Precisão VANT O Uso na Agricultura de Precisão Conceituação De acordo com acircular de Informações Aeronáuticas AIC N21/10, do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), define que: É um veículo aéreo projetado

Leia mais

2º Simpósio Internacional de Confiabilidade e Gestão de Segurança Operacional. 09 a 11 de novembro de 2010

2º Simpósio Internacional de Confiabilidade e Gestão de Segurança Operacional. 09 a 11 de novembro de 2010 2º Simpósio Internacional de Confiabilidade e Gestão de 17 a 19 de novembro de 2009 Segurança Operacional 09 a 11 de novembro de 2010 Norma NBR de Diretrizes para a Integração do SGSO com outros Sistemas

Leia mais

COMO MANTER AERONAVES VOANDO COM CONFIABILIDADE? Eng. Luiz Fernando Salomão Gerente de Engenharia de Sistemas Fluído-Mecânicos -

COMO MANTER AERONAVES VOANDO COM CONFIABILIDADE? Eng. Luiz Fernando Salomão Gerente de Engenharia de Sistemas Fluído-Mecânicos - COMO MANTER AERONAVES VOANDO COM Eng. Luiz Fernando Salomão Gerente de Engenharia de Sistemas Fluído-Mecânicos - - A VEM - A VARIG ENGENHARIA E MANUTENÇÃO - VEM é uma empresa especializada em manutenção

Leia mais

C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL

C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL INFORMAÇÃO AERONÁUTICA Aeroporto da Portela / 1749-034 Lisboa Telefone.: 21 842 35 02 / Fax: 21 841 06 12 E-mail: ais@inac.pt Telex:

Leia mais

A Experiência do LIT / INPE

A Experiência do LIT / INPE A Experiência do LIT / INPE Elaborado por Heyder Hey & Geilson Loureiro 1 O INPE e o MCT MCT Ministério da Ciência e Tecnologia Órgãos da Assistência Direta (Secretaria Executiva, Gabinete, Assessoria

Leia mais

IATA Liaison Desk no CGNA Um projeto de parceria colaborativa

IATA Liaison Desk no CGNA Um projeto de parceria colaborativa IATA Liaison Desk no CGNA Um projeto de parceria colaborativa IATA Brasil 06 de Agosto de 2014 Sobre a IATA A IATA International Air Transport Association é a associação da indústria do comércio global.

Leia mais

O novo requisito 25.1302

O novo requisito 25.1302 O novo requisito 25.1302 Homero Montandon Piloto de Ensaio em Voo Agência Nacional de Aviação Civil Palavras Chave: Segurança de Voo, Erro Humano, Requisito de Aeronavegabilidade, Certificação de Aeronave.

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR - IS IS Nº 43 012 Aprovação: Portaria Nº 786/SAR, de 25 de março de 2013, publicada no Diário Oficial da União de 26 de março de 2013, Seção 1, pág. 2, republicada no Diário Oficial

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 017/CENIPA/2009

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 017/CENIPA/2009 COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 017/CENIPA/2009 OCORRÊNCIA AERONAVE MODELO ACIDENTE PT-EDP EMB 721C DATA 12 MAR 2009 RF A- 017/CENIPA/2009

Leia mais

Esclarecimento à Sociedade

Esclarecimento à Sociedade PRESS RELEASE 21 de julho de 2007 Esclarecimento à Sociedade São Paulo, 21 de julho de 2007 Ainda sob o impacto da tragédia ocorrida na última terça-feira (17), a TAM vem a público mais uma vez para prestar

Leia mais

5º SSV MAJ JOSÉ ANTONIO SAZDJIAN JÚNIOR. Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo. Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial

5º SSV MAJ JOSÉ ANTONIO SAZDJIAN JÚNIOR. Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo. Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo 5º SSV MAJ JOSÉ ANTONIO SAZDJIAN JÚNIOR - - - - - - - - - - Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012)

Leia mais

Sistema de Aeronaves Remotamente Pilotadas Multiplataforma para Inspeção de Linhas de Transmissão

Sistema de Aeronaves Remotamente Pilotadas Multiplataforma para Inspeção de Linhas de Transmissão Sistema de Aeronaves Remotamente Pilotadas Multiplataforma para Inspeção de Linhas de Transmissão Willian Ramires Pires Bezerra Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Chesf Geraldo José Adabo Instituto

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR-IS IS Nº 120-001 Revisão B

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR-IS IS Nº 120-001 Revisão B s INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR-IS IS Nº 120-001 Aprovação: Portaria nº 7, de 2 de janeiro de 2014, publicada no Diário Oficial da União de 3 de janeiro de 2014, Seção 1, página 2. Assunto: Programa de Manutenção

Leia mais

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade PROJETO NOVAS FRONTEIRAS PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE QUALITY MANAGEMENT PLAN Preparado por Mara Lúcia Menezes Membro do Time Versão 3 Aprovado por Rodrigo Mendes Lemos Gerente do Projeto 15/11/2010

Leia mais

SEMINÁRIO SOBRE SEGURANÇA E EFICÁCIA DE HELIPONTOS. Visão geral sobre a operação de helicópteros no espaço aéreo brasileiro

SEMINÁRIO SOBRE SEGURANÇA E EFICÁCIA DE HELIPONTOS. Visão geral sobre a operação de helicópteros no espaço aéreo brasileiro SEMINÁRIO SOBRE SEGURANÇA E EFICÁCIA DE HELIPONTOS Visão geral sobre a operação de helicópteros no espaço aéreo brasileiro ROTEIRO Operação em Plataformas Petrolíferas Corredores de Helicópteros Procedimentos

Leia mais

Fornecemos soluções aeronáuticas inteligentes, para que você e sua empresa possam operar sempre com excelência, segurança e rentabilidade.

Fornecemos soluções aeronáuticas inteligentes, para que você e sua empresa possam operar sempre com excelência, segurança e rentabilidade. Idealizada para ser a melhor em seu ramo de atuação, a SkyBound é formada por consultores com sólida formação prática e acadêmica, profundo conhecimento aeronáutico e grande experiência em suas respectivas

Leia mais

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00 REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00 Título: OPERAÇÃO DE AERONAVES DE ASAS ROTATIVAS COM CARGAS EXTERNAS Aprovação: Resolução ANAC nº 174, de 9 de novembro de 2010, publicada

Leia mais

PARA QUE SERVE O QUADRICOPTERO SIRIUS SD4:

PARA QUE SERVE O QUADRICOPTERO SIRIUS SD4: Skydrones, nova empresa gaucha de aviônica, que atua no desenvolvimento de microvants veículos aéreos não tripulados, testa seu protótipo SIRIUS SD4, com novo sistema de telemetria. O produto estará pronto

Leia mais

Processo de Homologação de Tipo Aeronave, Motor e Hélice

Processo de Homologação de Tipo Aeronave, Motor e Hélice Gerência de Programas Gerência de Engenharia Gerência de Regulamentação Gerência de Inspeção e Produção 01 REUNIÃO DE FAMILIARIZAÇÃO Reunião para estabelecer parceria com o requerente. É uma oportunidade

Leia mais

MANUAL DA AVIAÇÃO Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016

MANUAL DA AVIAÇÃO Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016 MANUAL DA AVIAÇÃO Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016 Pela primeira vez, o setor de aviação está lançando todas as diretrizes operacionais com mais de 300 dias de antecedência, o que contribui decisivamente

Leia mais

Certificação da FAA: um profundo compromisso com a segurança

Certificação da FAA: um profundo compromisso com a segurança Informativo Boeing Commercial Airplanes P.O. Box 3707 MC 03-XW Seattle, Washington 98124-2207 www.boeing.com Certificação da FAA: um profundo compromisso com a segurança A Boeing projeta e fabrica aeronaves

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-40

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-40 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO ICA 100-40 SISTEMAS DE AERONAVES REMOTAMENTE PILOTADAS E O ACESSO AO ESPAÇO AÉREO BRASILEIRO 2015 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA

Leia mais

ANEXO À PORTARIA Nº 2975, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2014. AGENDA REGULATÓRIA DA ANAC PARA O BIÊNIO 2015-2016

ANEXO À PORTARIA Nº 2975, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2014. AGENDA REGULATÓRIA DA ANAC PARA O BIÊNIO 2015-2016 ANEXO À PORTARIA Nº 2975, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2014. AGENDA REGULATÓRIA DA ANAC PARA O BIÊNIO 2015-2016 de Tema Certificação basea em performance para organizações de projeto de aeronaves. Atualização

Leia mais

Veículos aéreos não tripulados: panorama atual e perspectivas para o monitoramento de atividades ilícitas na Amazônia

Veículos aéreos não tripulados: panorama atual e perspectivas para o monitoramento de atividades ilícitas na Amazônia Veículos aéreos não tripulados: panorama atual e perspectivas para o monitoramento de atividades ilícitas na Amazônia Eristelma Teixeira de Jesus Barbosa Silva Centro Gestor e Operacional do Sistema de

Leia mais

INFORMES SETORIAL Aeronáutica fala sobre a segurança nos céus do Brasil

INFORMES SETORIAL Aeronáutica fala sobre a segurança nos céus do Brasil INFORMES SETORIAL Aeronáutica fala sobre a segurança nos céus do Brasil A reportagem exibida na semana passada mostrava algumas falhas na comunicação entre o avião monomotor em que estava o nosso repórter

Leia mais

Inovação no ar NEGÓCIOS

Inovação no ar NEGÓCIOS Inovação no ar Mercado de Veículos Aéreos Não Tripulados está em expansão no Brasil, abrindo espaço para empresas incubadas e graduadas desenvolverem novos produtos e serviços Para vigiar os passos de

Leia mais

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO VII SENABOM Ten Cel BM BRITO Ten Cel BM ANTONIO GRAÇA OPERAÇÕES HELITRANSPORTADAS NO CBMERJ SUMÁRIO Breve histórico Operações helitransportadas Estatística

Leia mais

CIRCULAR DE INFORMAÇÃO

CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - BRASIL GERÊNCIA GERAL DE CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS AERONÁUTICOS CIRCULAR DE INFORMAÇÃO Assunto: CONTROLE DE FORNECEDOR PELO FABRICANTE AERONÁUTICO 1 - OBJETIVO Data:

Leia mais

ORGANIZAÇÕES AÉREAS DE SEGURANÇA PÚBLICA (Coloque o nome de sua Organização)

ORGANIZAÇÕES AÉREAS DE SEGURANÇA PÚBLICA (Coloque o nome de sua Organização) ORGANIZAÇÕES AÉREAS DE SEGURANÇA PÚBLICA (Coloque o nome de sua Organização) MANUAL DE INSTRUÇÃO E PROCEDIMENTOS PARA ESCOLA DE AVIAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES AÉREAS DE SEGURANÇA PÚBLICA (OASP) SÃO PAULO 2014

Leia mais

CERTIFICAÇÃO OPERACIONAL DE AEROPORTOS

CERTIFICAÇÃO OPERACIONAL DE AEROPORTOS CERTIFICAÇÃO OPERACIONAL DE AEROPORTOS Objetivo Descrever o processo de certificação operacional dos aeroportos no Brasil, regido pelo RBAC 139. Roteiro 1. Apresentar as recomendações da OACI e as normas

Leia mais

Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea

Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea CGNA CGNA Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea ICA 100-22 SERVIÇO DE GERENCIAMENTO DE FLUXO SERVIÇO DE GERENCIAMENTO DE FLUXO DE TRÁFEGO AÉREO ICA 100-22 SERVIÇO DE GERENCIAMENTO DE FLUXO DE TRÁFEGO

Leia mais

VANTs: a Revolução nos Levantamentos Aéreos. Eng. Luiz Dalbelo Gerente de Produtos Santiago & Cintra www.santiagoecintra.com.br

VANTs: a Revolução nos Levantamentos Aéreos. Eng. Luiz Dalbelo Gerente de Produtos Santiago & Cintra www.santiagoecintra.com.br VANTs: a Revolução nos Levantamentos Aéreos Eng. Luiz Dalbelo Gerente de Produtos Santiago & Cintra www.santiagoecintra.com.br Necessidade O que é necessário para tomada de decisão. O que o homem pode

Leia mais

Gestão de operações aeroportuárias: Controle do espaço aéreo e auxílios à navegação

Gestão de operações aeroportuárias: Controle do espaço aéreo e auxílios à navegação Gestão de operações aeroportuárias: Controle do espaço aéreo e auxílios à navegação Designação de Aerovias ROTAS CONTINENTAIS: São aerovias traçadas sobre o continente ligando pontos e/ou auxílios de

Leia mais

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO E ANÁLISE DE DADOS DE VÔO (PAADV)

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO E ANÁLISE DE DADOS DE VÔO (PAADV) PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO E ANÁLISE DE DADOS DE VÔO (PAADV) 20 DEZ 2004 PORTARIA DE APROVAÇÃO MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL PORTARIA DAC N o 1204/STE, DE 26

Leia mais

TUDO SEMPRE PODE FICAR MELHOR QUAIS SÃO SEUS DESAFIOS?

TUDO SEMPRE PODE FICAR MELHOR QUAIS SÃO SEUS DESAFIOS? TUDO SEMPRE PODE FICAR MELHOR QUAIS SÃO SEUS DESAFIOS? SOBRE NÓS A VirtualCAE é uma empresa que representa soluções especializadas em CAE (Computer Aided Engineering) atuando na comercialização e desenvolvimento

Leia mais

Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) no contexto do monitoramento agrícola Lúcio André de Castro Jorge

Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) no contexto do monitoramento agrícola Lúcio André de Castro Jorge Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) no contexto do monitoramento agrícola Lúcio André de Castro Jorge lacjorge@gmail.com VANTS NA AGRICULTURA Vantagens sobre aeronaves convencionais e satélites Custo

Leia mais

INSTITUTO PROFESSOR KALAZANS UFABC - UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC

INSTITUTO PROFESSOR KALAZANS UFABC - UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC INSTITUTO PROFESSOR KALAZANS UFABC - UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC CURSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EM DIREITO AERONÁUTICO COM ÊNFASE EM INVESTIGAÇÃO JURÍDICA DE ACIDENTES AERONÁUTICOS E SEGURANÇA DE VOO

Leia mais

Anexo I - Cronograma de Eventos Realizados

Anexo I - Cronograma de Eventos Realizados Anexo I - Cronograma de Eventos Realizados EVENTO DE CAPACITAÇÃO PROGRAMA PERMANENTE DE CAPACITAÇÃO ÁREA DEMANDANTE STATUS DO EVENTO DATA DE INÍCIO (PRESENCIAL) DATA DE TÉRMINO (PRESENCIAL) DATA DE INÍCIO

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE O FLUXO DE TRÁFEGO E A OCORRÊNCIA DE ACIDENTES AERONÁUTICOS

RELAÇÃO ENTRE O FLUXO DE TRÁFEGO E A OCORRÊNCIA DE ACIDENTES AERONÁUTICOS ISSN 1984-9354 RELAÇÃO ENTRE O FLUXO DE TRÁFEGO E A OCORRÊNCIA DE ACIDENTES AERONÁUTICOS Área temática: Logística Cleibson Aparecido Almeida contato@cleibsonalmeida.blog.br Cesar Eduardo Leite cesarl@ucb.br

Leia mais

O porquê de se investir na Confiabilidade Humana Parte 7 Por onde começar?

O porquê de se investir na Confiabilidade Humana Parte 7 Por onde começar? O porquê de se investir na Confiabilidade Humana Parte 7 Por onde começar? Eng. Dr. José L. Lopes Alves INTRODUÇÃO Organizações no ramo industrial, da saúde, de energia, por exemplo, têm investido enormes

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA. Apronto Operacional Copa das Confederações FIFA Brasil 2013

COMANDO DA AERONÁUTICA. Apronto Operacional Copa das Confederações FIFA Brasil 2013 Apronto Operacional Copa das Confederações FIFA Brasil 2013 OBJETIVO Padronizar os procedimentos das aeronaves envolvidas nas atividades aéreas relativas ao Controle do Espaço Aéreo na TMA-RJ, por ocasião

Leia mais

Manual de Fraseologia - Gold Virtual Airlines. Tutorial. Manual de Fraseologia

Manual de Fraseologia - Gold Virtual Airlines. Tutorial. Manual de Fraseologia Manual de Fraseologia 1 Neste tutorial você aprenderá a realizar comunicação com os órgãos de controle de tráfego aéreo. Introdução Após ter realizado seu planejamento de voo e envio do mesmo seguirá com

Leia mais

Aeroportos e sistemas aeroportuários: introdução

Aeroportos e sistemas aeroportuários: introdução Aeroportos e sistemas aeroportuários: introdução Definições e Conceitos AERÓDROMO: Área definida sobre a terra ou água destinada à chegada, partida e movimentação de aeronaves; AERÓDROMO CONTROLADO: Aeródromo

Leia mais

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS

INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS IS Nº 161.55-001 Aprovação: Assunto: Portaria nº 1408/SIA, de 29 de maio de 2013, publicada no Diário Oficial da União nº 103, Seção 1, p. 4, de 31 de maio de 2013. Projeto de

Leia mais