Brazilian Journal of Biomotricity ISSN: Universidade Iguaçu Brasil

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1 Brazilian Journal of Biomotricity ISSN: Universidade Iguaçu Brasil Cetolin, Tiago; Foza, Valdeci PERIODIZAÇÃO NO FUTSAL: DESCRIÇÃO DA UTILIZAÇÃO DA METODOLOGIA DE TREINAMENTO BASEADA NAS CARGAS SELETIVAS Brazilian Journal of Biomotricity, vol. 4, núm. 1, marzo, 2010, pp Universidade Iguaçu Itaperuna, Brasil Disponível em: Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto

2 ARTIGO ORIGINAL (ORIGINAL PAPER) PERIODIZAÇÃO NO FUTSAL: DESCRIÇÃO DA UTILIZAÇÃO DA METODOLOGIA DE TREINAMENTO BASEADA NAS CARGAS SELETIVAS PERIODIZATION FUTSAL: DESCRIPTION OF THE USE OF A METHOD OF TRAINING LOADS BASED ON SELECTIVE Tiago Cetolin & Valdeci Foza Faculdade da Serra Gaúcha (FSG) Corresponding author: Tiago Cetolin Rua 21 de Setembro, 540 Bairro Bela Vista CEP: Caxias do Sul, RS, Brasil. Endereço eletrônico: Submitted for publication: Jul 2009 Accepted for publication: Dec 2009 RESUMO CETOLIN, T.; FOZA, V. Periodização no Futsal: descrição da utilização da metodologia de treinamento baseada nas cargas seletivas. Brazilian Journal of Biomotricity, v. 4, n. 1, p 24-31, O treinamento esportivo tem tido evoluções constantes refletidas não somente na preparação dos atletas como também no calendário de competições. Assim, o futsal vem acompanhando essa evolução, onde novas metodologias de planificação de treinamento são apresentadas no intuito de sanar essas dificuldades. Desta forma, o presente estudo tem por objetivo descrever um programa de treinamento elaborado através do método de cargas seletivas em uma equipe de futsal sub-20 e analisar como foi o seu desempenho através de aproveitamento de pontos. Para isso, 20 jovens do gênero masculino de uma equipe de futsal da categoria sub-20 do estado do Rio Grande do Sul, com média de idade de 19±1anos que foram submetidos a uma planificação de treinamentos através de cargas seletivas como proposta originalmente por Gomes (2002). Foi utilizado sobre a descrição sobre o desempenho da equipe foi utilizado os escores de desempenho da equipe nos jogos, através do percentual de aproveitamento da equipe em cada fase do campeonato, bem como a sua colocação na classificação em cada fase. Sendo assim, o aproveitamento de pontos de 73,3% na 1º fase de competições e 91,66% na segunda fase de competições. Dentro das limitações do presente estudo, pode-se sugerir que o treinamento elaborado através do método de cargas seletivas, pode ser uma ferramenta junto à modalidade esportiva de futsal. Palavras-Chave: periodização, futsal, cargas seletivas. ABSTRACT CETOLIN, T.; FOZA, V. Periodization Futsal: description of the use of a method of training loads based on selective. Brazilian Journal of Biomotricity, v. 4, n. 1, p 24-31, The sports training has been constant evolution reflected not only in the preparation of the athletes but also in the calendar of competitions. So, futsal has been following these developments, where new methodologies of planning training are presented in order to remedy these difficulties. Thus, this study aims to describe a training program prepared by the

3 of points. For this, 20 young males of a futsal team of under-20 state of Rio Grande do Sul, with a mean age of 19 ± 1anos submitted to a planning training through selective charges as originally proposed by Gomes (2002). It was used on the description on the performance of the team we used the scores of team performance in games, through the use of percentage of staff in each phase of the competition and their place in the standings in each phase. Thus, the use of points of 73.3% in 1st phase of competitions and 91.66% in the second round of competitions. Within the limitations of this study may suggest that the training prepared by the method of selective charges, can be a tool with the sport of futsal. Key words: periodization, futsal, selective charges. INTRODUÇÃO O treinamento esportivo vem evoluindo de forma significativa nas últimas décadas, gerando modificações e incertezas para os profissionais, quanto ao melhor método para organização das cargas de trabalho. O futsal, conseqüentemente, acompanhou essa evolução, principalmente pela necessidade imposta junto a sua profissionalização, o que provocou uma exigência na performance individual de cada atleta e na complexidade da equipe como um todo. Estes fatos são bem documentados na literatura, baseado nos inúmeros estudos publicados em torno deles (CASTAGNA et al., 2009; BARBERO- ALVAREZ et al., 2008; QUEIROGA et al., 2005; CHAGAS et al., 2005). Este aumento de exigência e complexidade física, técnica e tática acabou se refletindo nas categorias de base, onde apresentam um calendário de competições elevado e com pouco tempo de preparação, dificultando, com isso, a aplicação da periodização clássica, a qual defende um período preparatório e competitivo bem definido (MATVEEV, 1977). Esta forma de periodização se torna dificultada, pois atualmente, o período preparatório e competitivo tende a se fundir, devido ao escasso tempo de preparação para a competição, gerado devido a fatores de natureza financeira. Dentro da perspectiva do sistema clássico proposto por Matveev (1977), o período preparatório tem como base a aquisição da forma esportiva e desenvolvimento das capacidades gerais do sistema orgânico. Portanto, este período busca dar subsídio para as outras atividades que procedem ao treinamento, onde se preconiza aplicação de elevados volumes de treinamento, juntamente com queda na intensidade das atividades. Este procedimento é invertido no período competitivo onde apresenta queda no volume e aumento significativo da intensidade do treinamento (MATVEEV, 1977; ZAKHAROV, 1992). Essa forma de organização ainda é muito difundida em vários esportes individuais e coletivos, porém, vem sendo alvo de críticas, realizadas por inúmeros especialistas do treinamento desportivo (GAMBLE, 2006; TSCHIENE, 1985; VERKHOSHANSKI, 1998; GOMES, 2002). Este fato se dá principalmente pelo motivo de se apresentar atualmente, um quadro competitivo elevado e por demandar maiores períodos de tempo voltados a estímulos de preparação geral, em detrimento de cargas especializadas, o que leva a um comprometimento da transição da adaptação biológica, do período preparatório para o competitivo (GAMBLE, 2006; VERKHOSHANSKI, 1998). Buscando atender tal realidade, principalmente em relação ao calendário do futebol brasileiro, e de uma maior especificidade, foi proposto por Gomes (2002) o método de cargas seletivas, onde a organização das cargas se dá com pouca alteração do volume de treinamento durante o macrociclo. Neste sistema, a ênfase está na alternância das capacidades trabalhadas a cada mês, sempre concentradas em torno das capacidades de velocidade, e provocando uma manutenção crescente da performance, já que o futebol ou o futsal, tem como característica não necessitar de um desenvolvimento máximo, e sim satisfatório das capacidades biomotoras inerentes (GOMES, 2002). Com isso, nas

4 alternando-se a ênfase para o treinamento neuromuscular e posteriormente para o treinamento de velocidade nas suas mais diversas manifestações (GOMES, 2002). Porém, a descrição sobre a utilização desta metodologia de planificação ainda encontrase em fase de desenvolvimento e sua aplicação ainda requer esclarecimentos, sendo assim, o presente estudo tem por objetivo descrever um programa de treinamento elaborado através do método de cargas seletivas em uma equipe de futsal sub-20 e analisar como foi o seu desempenho através de aproveitamento de pontos. MATERIAL E MÉTODOS - Amostra: Participaram do estudo 20 jovens do gênero masculino de uma equipe de futsal da categoria sub-20 do estado do Rio Grande do Sul. Estes atletas apresentavam nível estadual, todos com experiência mínima de prática do futsal não inferior a 03 anos e com experiência em competições de âmbito estadual ou regional, ressaltando ainda, que alguns atletas eram oriundos de equipes profissionais ou tiverem participação em equipes deste nível. As características da amostra estão apresentadas no quadro 1. Quadro 1 - Média e desvio-padrão da idade, massa corporal total e percentual de gordura da amostra. Variável (n=20) Média Desvio-padrão Idade (anos) 19,0 1,0 Massa Corporal Total (Kg) 68,14 7,11 % de gordura 11,51 3,03 Todos os participantes tiveram participação voluntária, onde o termo de consentimento livre e esclarecido foi assinado após terem sido informados dos objetivos, riscos e benefícios envolvidos no estudo, bem como da liberdade de abandonar o estudo a qualquer momento. Os procedimentos foram aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa Circulo/FSG. - Programação do treinamento: As cargas de trabalho, como proposto originalmente por Gomes (2002) foram alternando-se durante os meses de treinamento, como pode ser observado na figura 1, onde se optou por uma periodização dupla, com duração de quatro meses em cada fase. Para o primeiro mês de cada fase, a ênfase do treinamento se baseou sobre a resistência especial e capacidade aeróbica, desenvolvida através de corridas intervaladas, corridas com variação de velocidade e mini-jogos, tal como a adição de treinamentos de flexibilidade e coordenação. Já nos conteúdos de força foi utilizada somente a resistência de força, somando-se ainda a velocidade e potências desenvolvidas através de tiros, computando-se as realizadas nos trabalhos técnicos e táticos. Para o segundo mês, as atividades se voltaram ao treinamento de força e velocidade, centradas na resistência de força, força máxima na musculação e força rápida através de circuitos (corridas tracionadas e pliometria), com progressiva diminuição da aplicação do

5 táticos. No terceiro e no quarto mês, aumentaram-se progressivamente os treinamentos de velocidade de forma isolada, através de tiros de pequena distância, circuitos e tiros de resistência de velocidade. Optou-se por essa estrutura devido à especificidade do futsal a este tipo de solicitação, buscando somar isto às características dos treinamentos técnicos e táticos. O trabalho de força manteve-se estável no terceiro mês e com pequena queda no quarto mês, dando maior ênfase aos trabalhos de força rápida, através principalmente de corridas tracionadas e pliometria. Figura 1 Disposição das cargas de trabalho em cada mês em ambas as fases. Desta forma, ficam exemplificados os percentuais de aplicação das capacidades biomotoras durante os mesociclos. Está exposto no quadro 2. Quadro 2 - Percentuais de aplicação dos conteúdos de treinamento durante o macrociclo. Capacidades Biomotoras 1º mês 2º mês 3º mês 4º mês Resistência Especial/Resistência Aeróbia 25% 15% 10% 10% Velocidade 15% 20% 25% 35% Força 20% 25% 25% 15% Flexibilidade 25% 15% 10% 5% Técnico/Tático 15% 20% 30% 35% O volume do treinamento está apresentado na figura 2. Como proposto originalmente por Gomes (2002), teve pequenas oscilações durante o período, sendo programado conforme o tempo disponível para o treinamento, com seis ou sete sessões semanais de duração

6 treinamento esportivo relacionado ao incremento progressivo da carga e do gradativo aumento da utilização de meios e métodos de caráter especial para a organização do treinamento (MOREIRA et al., 2005). Figura 2 Volume de treinamento mensal em minutos em ambas as fases. O volume de treinamento mensal de cada capacidade biomotora foi distribuído conforme o tempo total disponível para treinamento e os percentuais de aplicação em cada mês como exposto no quadro 2. Desta forma, como exposto no quadro 3, as capacidades biomotoras tiveram alterações nas suas ênfases durante os macrociclos. Quadro 3 - Volume de treinamento mensal de cada capacidade biomotora durante o macrociclo, bem como o tempo total disponível para o treinamento. Capacidades Biomotoras 1º mês 2º mês 3º mês 4º mês Resistência Especial/Resistência Aeróbia Velocidade Força Flexibilidade Técnico/Tático Tempo total mensal Procedimento de Avaliação: Como descrição sobre o desempenho da equipe foi utilizados os escores de desempenho da equipe nos jogos, através do percentual de aproveitamento da equipe em cada fase do campeonato, bem como a sua colocação na classificação em cada fase. Os dados foram tabulados em uma planilha do Excel for Windows XP e posteriormente analisados através da estatística descritiva. RESULTADOS No quadro 4, apresenta a colocação e o percentual de aproveitamento da equipe em cada

7 percentual de aproveitamento da equipe em cada fase do campeonato, bem como a sua colocação na classificação em cada fase. Quadro 4 - Desempenho da equipe nas duas fases de aplicação do treinamento. Fases Nº de jogos P* disputados P* ganhos Aproveitamento (%) Colocação 1º fase ,33 1º 2º fase ,66 1º (*) P = pontos DISCUSSÃO A organização através de cargas seletivas parece adequada a esportes que apresentam período preparatório escasso como o futsal. Esse fator se deve em parte, ao rendimento aeróbio, o qual tem um aumento significativo na sua evolução em torno de um mês e continua elevando-se de forma lenta nos meses posteriores (GOMES, 2002). Nos meses posteriores onde a ênfase dos treinamentos está sobre o aspecto neuromuscular o rendimento aeróbio está continuamente sendo estimulado através dos treinamentos técnico-táticos, principalmente nos de esforços intermitentes de alta intensidade característicos do futsal. Este tipo de trabalho técnico-tático de alta intensidade pode promover o aumento do consumo máximo de oxigênio (FINN, 2001; DUPONT et al., 2004), o que leva a crer que o trabalho técnico tático pode ser utilizado como uma ferramenta de treinamento para aquisição da capacidade aeróbia (COELHO et al., 2008). A capacidade do treinamento técnico-tático em desenvolver valências físicas é observada em atletas de futebol de campo que atuam nas funções de lateral e atacante, pois estes atletas possuem uma maior aplicação de força quando comparados aos demais atletas de outras posições, devido as suas ações no campo, como por exemplo, a utilização de corridas rápidas (RINALDI et al., 2005). Desta forma, a ação do treinamento técnico-tático, desenvolve além da capacidade aeróbia dos atletas, os níveis de força durante o macrociclo, já que o futsal apresenta em suas demandas inúmeras ações envolvendo corridas rápidas e de sprint (CASTAGNA et al., 2009; BARBERO-ALVAREZ et al., 2008). Treinamentos utilizando as características destas ações, juntamente com um acréscimo do treinamento nas capacidades físicas responsáveis pelo desenvolvimento de força, podem provocar adaptações no sistema nervoso, elevando, desta forma, a ativação de unidades motoras, o que provoca uma elevação no recrutamento de fibras musculares de contração rápida, melhorando a ligação com o sistema nervoso central, conduzindo assim, para uma melhora da coordenação e sincronização de todos os grupos musculares durante o desempenho, agindo de forma a aumentar a potência específica, nas ações que são realizadas durante o jogo, melhorando assim o seu desempenho (BOMPA, 2005). Além disso, a utilização de uma periodização dupla pode influenciar positivamente sobre as ações de ordem anaeróbia no segundo macrociclo de 04 meses. Este ponto observado demonstra que os rendimentos anaeróbios e de força explosiva, diferentemente das aeróbias, necessitam de um período maior para observar sua evolução, girando em torno de 04 até 10 meses de estimulação (GOMES, 2002). A possível elevação do desempenho nestes quesitos associa-se a não interrupção do treinamento durante a transição de um

8 macrociclo para o outro, ocorrendo apenas à mudança na ênfase do treinamento, estimulando dessa forma os aspectos anaeróbios nos dois macrociclos, já que em nenhum momento deixaram de fazer parte do conteúdo do treinamento, o que pode ser observado em estudo de Moreira et al. (2005) em jogadoras de basquete de alto rendimento submetidas à aplicação da mesma forma de planificação do presente estudo, durante um mesociclo de treinamento, com predominância de cargas de resistência aeróbia e resistência especial em relação as relacionadas às manifestações de força, encontraram alterações positivas significantes das capacidades de força de salto e velocidade, ressaltando a importância das cargas de trabalho de orientações concomitantes durante todo o macrociclo (GOMES e SOUZA, 2008). Dentro de tais observações, a organização do treinamento através de cargas seletivas, parece se enquadrar ao calendário de uma equipe de futsal sub-20, já que estas apresentam semelhança com o profissional, tanto em calendário como em organização do treinamento. Sobre tal forma de organização, ressalta-se a importância quando na aplicação em atletas de nível superior, já que possibilita maior concentração de cargas com uma orientação específica e menor possibilidade de interação negativa entre outros objetivos do treinamento, buscando assim, uma qualificação durante toda a temporada, e com crescente aumento da performance durante todo o ciclo competitivo (GOMES, 2002). Em adição, tais informações parecem desmistificar o defendido pela periodização clássica e formas de organização de treinamento mais antigas, que defendem que o período preparatório serviria como responsável pela aquisição da forma desportiva, e o período competitivo teria como base somente a manutenção desta forma desportiva adquirida anteriormente, entretanto, se faz necessário ressaltar a importância de respeitar fundamentos básicos da teoria clássica. Ainda assim, por fim, é plausível lembrar que o índice de aproveitamento de pontos é a somatória de inúmeras qualidades nos diferentes aspectos do desempenho do atleta, onde o presente estudo buscou somente retratar a organização das cargas seletivas juntamente a modalidade de futsal. APLICAÇÕES PRÁTICAS Dentro das limitações do presente estudo, pode-se sugerir que o treinamento elaborado através do método de cargas seletivas, pode ser uma ferramenta junto à modalidade esportiva de futsal. Porém, sugerem-se estudos que abordem um macrociclo mais prolongado e com observações das capacidades físicas a cada mês e não somente com escores de desempenho. REFERÊNCIAS BARBERO-ALVAREZ, J. C.; SOTO, V. M.; BARBERO-ALVAREZ, V.; GRANDA-VERA, J. Match analysis and heart rate of futsal players during competition. Journal Sports Science, v. 26, p , BOMPA, T. Treinando atletas de desporto coletivo. São Paulo: Editora Phorte, CASTAGNA, C.; D'OTTAVIO, S.; VERA, J. G.; ALVAREZ, J. C. Match demands of professional futsal: a case study. Journal Science Medicine Sport, v.12, p , CHAGAS, M. H.; LEITE, L. M. F.; UGRINOWITSCH, H.; BENDA, R. N.; MENZEL, H. J.; SOUZA, P. R. C.; MOREIRA, E. A. Associação entre tempo de reação e de movimento

9 2005. COELHO, D. B.; RODRIGUES, V. M; CONDESSA, L. A.; MORTIMER, L. A. C. F.; SOARES, D. D.; SILAMI-GARCIA, E. Intensidade de sessões de treinamento e jogos oficiais de futebol. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, v. 22, p , DUPONT, G.; AKAKPO, K.; BERTHOIN, S. The effect of in-season, high-intensity interval training in soccer players. The Journal of Strength and Conditioning Research, v. 18, p , FINN, C. Effects of high-intensity intermittent training on endurance performance. Sportscience; v. 5, p. 1-3, GAMBLE, P. Periodization of training for team sports athletes. Strength and Conditioning Journal, v. 28, p , GOMES, A. C. Treinamento desportivo: estrutura e periodização. Porto Alegre: Artmed, GOMES, A. C.; SOUZA, J. Futebol: treinamento desportivo de alto rendimento. Porto Alegre: Artmed, MATVEEV, L. El processo del entrenamiento deportivo. Buenos Aires: Editora Stadium; MOREIRA, A., OKANO, A. H., SOUZA, M., OLIVEIRA, P. R., GOMES, A. C. Sistema de cargas seletivas no basquetebol durante um mesociclo de preparação: implicações sobre a velocidade e as diferentes manifestações de força. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, v.13, p. 7-15, QUEIROGA, M. R.; FERREIRA, A. S.; ROMANZINI, M. Perfil antropométrico de atletas de futsal feminino de alto nível competitivo conforme a função tática desempenhada no jogo. Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano, v. 7, p , RINALDI, W.; ARRUDA, M.; SILVA, S. G. Utilização da potência muscular no futebol: um estudo da especificidade em jogadores de diferentes posições. Revista Treinamento Desportivo, v. 5, p , TSCHIENE, P. Li cicio annuale d'allenamento. Scuola dello Sport, v. 4, p , VERKHOSHANSKI, Y. Verso una teoria e metodologia scientifiche dell' allenamento sportivo. Rivista di Cultura Sportiva, v. 8, p , ZAKHAROV, A. Ciência do treinamento desportivo. Rio de Janeiro: Grupo Palestra Sport, 1992.

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