Maria Tereza Silveira Böhme

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1 Maria Tereza Silveira Böhme

2 Início e desenvolvimento Objetivos Fundamentos teóricos Programas canadense e alemão de TLP Realidade brasileira Produção científica do GEPETIJ Dissertações de mestrado, teses de doutorado e de livre docência Livros publicados Artigos publicados Projetos desenvolvidos atualmente

3

4 Final do doutorado na Alemanha 1993 Tese sobre o Desenvolvimento da aptidão física de crianças e adolescentes brasileiros - relações entre desempenho físico e constituição física A pesquisa sobre Talento esportivo na Alemanha na época interesse sobre o tema

5 Publicação de 2 artigos sobre Talento esportivo: Böhme MTS. Talento esportivo I : aspectos teóricos. Revista Paulista de Educação Física. 1994; 2: Böhme MTS. Talento esportivo II: determinação de talentos esportivos. Revista Paulista de Educação Física. 1995; 2: Início da disciplina de pós graduação no curso de Pós Graduação em Educação Física da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (EEFEUSP) denominada Detecção, Seleção e Promoção de Talentos Esportivos

6 Desenvolvimento do Projeto de pesquisa Determinação de Critérios de desempenho de talentos esportivos junto ao projeto Esporte Talento (1996 a 2000) oficializado junto ao Departamento de Esporte da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo o Grupo de Estudos e Pesquisa em Esporte Infanto Juvenil - GEPETIJ Final de instituído o Laboratório de Treinamento Esportivo de Crianças e Adolescentes LATECA do qual o GEPETIJ faz parte desde então

7 Grupo de Estudos e Pesquisa em Treinamento Infanto-Juvenil

8 Estudar e pesquisar os problemas referentes ao treinamento infantojuvenil e ao processo de detecção, seleção e promoção de talentos esportivos, com referência a diferentes aspectos do conhecimento.

9 Crescimento, maturação biológica e desempenho esportivo Desenvolvimento e treinabilidade das diferentes capacidades motoras condicionais e coordenativas Elaboração dos referenciais dos diferentes componentes do desempenho esportivo de acordo com a idade, sexo e modalidade esportiva Organização e administração do esporte infanto-juvenil Aspectos psico-sócio-culturais Aspectos técnicos e cognitivos nas diversas modalidades esportivas

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11 O GEPETIJ desenvolve seu trabalho com fundamento: No conceito e estrutura de Treinamento a Longo Prazo (TLP) No modelo de desempenho esportivo para o TLP e no conceito operacional de talento esportivo proposto por MARTIN et al. (1999) Nos modelos de desenvolvimento de talento esportivo propostos por BLOOM (1985), CSIKSZENTMIHALYI (1997), ERICCSON (1993), HOHMANN et al. (2002), MARTINDALE et al. (2005) Nos Programas canadense e alemão de TLP No modelo SPLISS dos pilares para o desenvolvimento do esporte de alto rendimento (DE BOSSCHER et al., 2008)

12 estrutural Crescimento Adaptação Desenvolvimento biológico Maturação Aprendizagem funcional IDADES CRONOLÓGICA E BIOLÓGICA Adaptado de Martin et. al (1999)

13 Contrução de desempenho esportivo na perspectiva de treinamento a longo prazo Concepções de promoção esportiva e estrutura de organização do sistema de TLP na sociedade Desenvolvimento infanto juvenil; capacidade de desempenho e treinabilidade Sistema de competição adequado à idade e formação

14 Jovens atletas com seus meios ambientes privado e social Definição dos objetivos do sistema de TLP Estruturas de promoção Estruturas de organização Sistema de Treinamento

15 Capacidade de desempenho esportivo Capacidade de aprendizagem de habilidades e técnicas Capacidades coordenativas Capacidades de velocidade Capacidades de força Capacidades de flexibilidade Capacidades de resistência Capacidade de competição na modalidade esportiva específica Pressupostos individuais de desempenho Psico-cognitivos Neuro-musculares Orgânico-energéticos Constitucionais Solicitações de desempenho Treinamento Competições De acordo com os objetivos da etapa do TLP

16 Potencial de desenvolvimento Potencial de promoção Potencial de desempenho Reserva de desempenho Desempenho competitivo final Motivação / vontade Constituição corporal Técnica e coordenação Condição Desempenho competitivo atual Sistemas de suporte (escola, família, clube, federação, etc.) Treinamento (prática deliberada) Idade biológica Pressupostos pessoais de desempenho Desempenho competitivo inicial Estado de desempenho Condições contextuais de desempenho

17

18 Criado pelo Governo Instituições escolares x clubes x centros de treinamento O sistema canadense é baseado no desenvolvimento do esporte a longo prazo - Canadian Sport for Life

19 1) Os 10 anos de treinamento 2) Os movimentos fundamentais 3) Especialização 4) Idade de desenvolvimento 5) Treinabilidade 6) Desenvolvimento físico, mental, cognitivo e emocional 7) Sistema alinhado e integrado

20

21 Prazer/aprendizagem correta das habilidades/participação INÍCIO ATIVO Meninos e Meninas (0-6 anos) Jogos/ participação de vários esportes/adaptação MOVIMENTOS FUNDAMENTAIS Meninos (6-9 anos) e Meninas (6-8 anos) Força/ competição diferenciada / 3 esportes APRENDENDO PARA TREINAR Meninos (9-12 anos)e Meninas (8-11 anos)

22 TREINANDO PARA TREINAR Meninos (12-16 anos) e Meninas (11-15 anos) Capacidades condicionais/ 60% treinamento/ 2 esportes TREINANDO PARA COMPETIR Meninos (16-23 anos +/-) e Meninas (15-21 anos +/-) Intensidade alta/ treinamento específico/1 único esporte

23 TREINANDO PARA VENCER Periodização simples, dubla, tripla e múltipla/ 25% de treinamento VIDA ATIVA Transição para um vida ativa TODAS AS IDADES

24 ETAPAS DO TREINAMENTO A LONGO PRAZO 1º NÍVEL: FORMAÇÃO BÁSICA GERAL 2º NÍVEL: TREINAMENTO ESPECÍFICO 1ª etapa: treinamento de iniciantes 2ª etapa: treinamento de síntese 3ª etapa: treinamento de transição 3ºNÍVEL: TREINAMENTO DE ALTO NÍVEL

25

26 Etapa Anos de treinamento Treinamento Treinamento Treinamento Treinamento de básico de síntese de transição alto nível Plano de perspectiva Concepção básica para a modalidade esportiva Planos plurianuais para cada etapa Diretrizes básicas Diretrizes básicas Diretrizes básicas Diretrizes básicas Planos anuais Macrociclos Mesociclos Microciclos Etapas período preparatório período competitivo período de transição Meses Semanas Planos para cada treinamento diário

27 TÊNIS JUDÔ NATAÇÃO GINÁSTICA ARTÍSTICA Categoria até 10 anos (f) Categoria 11 e 12 anos (c,f) Categoria 13 e 14 anos (c,f) Categoria 15 e 16 anos (c,f) Categoria 17 e 18 anos (c,f) Mirim 8 e 7 anos (f)* Pré-mirim 5 a 8 anos(f) Infantil 9 e 10 anos Mirim I e II 9 e 10 (f)* anos(c,f) Infanto-juvenil 11 e 12 anos (f)* Pré-juvenil 13 e 14 anos (c,f)* Juvenil 15 e 16 anos (c,f) Adulto 16 a 19 anos (c,f) Petiz I e II 11 e 12 anos(c,f) Infantil I e II 13 e 14 anos(c,f) Juvenil I e II 15 e 16 anos(c,f) Júnior I e II 17 e 18/19 anos(c,f) c Categorias consideradas pela Confederação f Categorias consideradas pela Federação Paulista * Confederação ou federação propõe adaptações na competição Mirim 6 a 8 anos(f)* Pré-infantil 9 e 10 anos(c,f)* Infantil 11 e 12 anos(c,f)* Juvenil-13, 14 e 15 anos(c,f)* ATLETISMO Pré-mirim - 11 e 12 anos(c)* Mirim - 13 e 14 anos(c)* Menores - 15, 16 e 17 anos(c,f)* Juvenis - 18 e 19 anos(c,f)*

28 BASQUETEBOL VOLEIBOL HANDEBOL FUTSAL FUTEBOL Sub 7 6 e 7 anos(f)* Sub 9 8 e 9 anos(f)* Pré-mini 12 anos(f)* Pré-mirim 10/13(f)* Mirim 11/12 anos(f)* Sub e 11 anos(f)* Mini 13 anos(f)* Mirim 14 anos(f)* Mirim 14 anos(f)* Infantil 13/14 ano(c,f)* Infantil 15 anos(c,f) Infantil 15 anos(f)* Infanto 16 anos(c,f) Infanto 16/17 anos(c,f) Cadete 15/16 anos(c,f)* Cadete 17 anos(c,f) Juvenil 18/19 anos(c,f) Juvenil 17/18 anos(c,f) Juvenil 18/19 anos(c,f) Júnior 19 a 21 anos(c,f) c Categorias consideradas pela Confederação f Categorias consideradas pela Federação Paulista * Confederação ou federação propõe adaptações Sub e 13 anos(f)* Sub e 15 anos(c,f)* Sub e 17 anos (c,f) Sub 20 18,19 e 20 anos(c,f) Sub e 11 anos(f)* Sub e 13 anos(f)* Sub e 15 anos(f)* Sub e 17 anos(f)* Júnior 18,19 e 20 anos(f)

29 Os fatores determinantes no sucesso internacional do esporte de alto rendimento podem ser divididos em três níveis: Micronível: corresponde ao atleta individualmente e suas condições ambientais mais próximas (treinamento, família, escola, trabalho); Micro Nível Desempenho Individual Ambientes Pessoais Fatores que não podem ser influenciados Fatores facilmente influenciados por políticas para o esporte Sucesso Individual Sucesso Nacional Mesonível: engloba as políticas para a área (modalidade); Macronível: contexto social e cultural da população. Fatores facilmente influenciados por políticas para o esporte Fatores que não podem ser influenciados Sucesso Nacional De Bosscher et al. (2008)

30 Entidades governamentais Mídia e patrocínio para o esporte Pilar 9 Pesquisa científica. Pilar 8 Competições nacionais e internacionais. Pilar 7 Desenvolvimento e suporte para técnicos. Pilar 6 Instalações esportivas Pilar 5 Suporte para atletas e pós-carreira Pilar 4 Identificação de talentos e Sistema de Desenvolvimento Pilar 3 Participação e esporte de base Pilar 1 Suporte Financeiro Pilar 2 Organização e estrutura de políticas para o esporte Uma abordagem integrada das políticas de desenvolvimento

31 Papel dos governos federal, estaduais e municipais elaboração e implementação de políticas na área esportiva de forma integrada com envolvimento de todos os atores escolas, ONGs, clubes, federações, ligas e confederações Necessidade das confederações/federações discutirem e proporem diretrizes de TLP para as suas respectivas modalidades Elaboração e implementação de TLP para cada modalidade esportiva/grupo de modalidades Melhoria da comunicação e relação entre as entidades envolvidas no processo de formação esportiva a longo prazo Escolas Clubes ONGs - Federações Ligas Confederações Responsabilidade das entidades esportivas capacitarem os seus profissionais envolvidos com TLP

32

33 13 Dissertações de mestrado: Voleibol masculino, Voleibol feminino, GRD, Handebol, Tênis, Iniciação esportiva em São Paulo, Natação, Basquetebol, Práticas esportivas escolares e Qualidade de programas de detecção, seleção e promoção de talentos esportivos em natação 4 Teses de doutorado: Judô, Natação, Voleibol e Futsal 1 Tese de Livre docência Aptidão física de jovens atletas mulheres

34 49 Artigos científicos 3 Livros 20 Capítulos de livro 131 Resumos publicados em anais de congressos

35 3 Dissertações de mestrado: qualidade de programas de detecção, seleção e promoção de talentos esportivos em judô e maratona aquática; validação de testes para medir capacidades coordenativas de escolares paulistanos 3 Doutorados: voleibol, judô e práticas esportivas escolares Consórcio SPLISS Sports Policies Leading to Sport Success - Competitiveness of Nations in Elite Sport An international comparison of the sport Policy factors Leading to International Sporting Success ( )

36

37 1. Ter prazer e divertimento 2. Melhorar suas habilidades 3. Fazer algo em que seja bom 4. Ficar em forma 5. Ter novos amigos

38 6. Fazer exercício 7. Fazer parte de um time 8. Divertir-se através da competição 9. Aprender novas habilidades 10.Para ganhar

39

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