Aula 01. Conceitos Básicos de Farmacologia

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aula 01. Conceitos Básicos de Farmacologia"

Transcrição

1 Aula 01 Conceitos Básicos de Farmacologia Vocês sabem definir Farmacologia? Podemos definir a Farmacologia como ciência que estuda a ação das substancias químicas, estruturalmente definidas e denominadas fármacos, num organismo vivo (LARINI, 2008). Antes de iniciarmos nossos estudos é necessário que vocês compreendam a importância do estudo da Farmacologia para o profissional fisioterapeuta. A Farmacologia consiste no estudo da ação das substâncias químicas promovida nos compartimentos dos sistemas biológicos. Como consequência, para completo entendimento destas ações, a estrutura química da molécula deve ser definida e deve-se ter o conhecimento das características físico-químicas, da absorção, distribuição, metabolização e excreção das moléculas (RANG et al., 2004; LARINI, 2008). Ela é uma disciplina integrante de diversas áreas da Saúde e que engloba o conhecimento de outras disciplinas, como Microbiologia, Patologia, Bioquímica, Genética, Fisiologia, dentre algumas e é de suma importância para o fisioterapeuta para que o mesmo possa obter maior êxito na reabilitação do paciente, quando o mesmo está fazendo uso conjunto de medicamentos com a intervenção da fisioterapia. Para continuarmos nossos estudos é necessário que vocês aprendam alguns conceitos básicos. Iniciemos, então! Como em outras áreas, nesta há terminologias fundamentais e que são utilizadas comumente pelos diversos autores. Desta forma, na sequência deste texto serão apresentados alguns destes termos para o conhecimento inicial de vocês. Fármaco: é a substância química, estruturalmente definida, utilizada para a prevenção ou tratamento de patologias. No Quadro 1.1 são mostrados exemplos de fármacos e alguns nomes comerciais do medicamento (WILLIAMS, LENKE, 2002). 11

2 Droga: é a substância de origem natural (vegetal, animal ou mineral) da qual é possível se extrair e isolar um ou mais princípios ativos. Desta forma, as substâncias sintéticas biologicamente ativas não são consideradas drogas. Medicamento: é o produto final administrado ao paciente, o qual contém o fármaco e outras substâncias adjuvantes. Consiste na especialidade farmacêutica contendo o fármaco, o qual apresentará atividade no organismo como comprimido, cápsula, solução, creme, dentre algumas. As associações medicamentosas consistem no medicamento que apresenta dois fármacos ou mais. Quadro 1.1 Apresentação de alguns fármacos e seus nomes comerciais disponíveis no mercado nacional. Fármaco Nome comercial do medicamento ranitidina Antak, Logat, Zylium diclofenaco Cataflam, Voltaren, Biofenac, Diclofen tenoxicam Tilatil paracetamol Tylenol, Acetofen, Dôrico, Sonridor Efeitos colaterais: representam os sinais e sintomas que ocorrem nas doses terapêuticas recomendadas, estando relacionados às propriedades farmacológicas do fármaco. Conclui-se, portanto, que o efeito colateral é previsível durante a administração dos fármacos. Assim, a escopolamina, a qual é um antiespasmódico devido às suas ações anticolinérgicas, ocasiona retenção urinária como efeito colateral. Reação adversa: consiste em resposta nociva, indesejada e não intencional do organismo frente ao fármaco administrado em doses terapêuticas. Os antiinflamatórios não esteróides, como é o caso do diclofenaco, mesmo administrados em doses terapêuticas promovem hemorragia gástrica. Posologia: trata-se da substância ativa prescrita pelo médico em quantidade por administração, a via pela qual o medicamento será administrado e frequência. A Figura 1.1 ilustra um exemplo hipotético de receita médica prescrita contendo a posologia do medicamento. 12

3 Figura 1.1 Modelo de prescrição médica contendo posologia. A flecha indica onde consta a posologia para o medicamento 1, ou seja, a substância, a quantidade em gramas ou miligramas, a quantidade por administração e a sua frequência ao dia, neste caso. Via de administração: a dose eficaz de um fármaco pode variar de acordo com a forma farmacêutica e a via de administração. Medicamentos administrados por via intravenosa vão, completa e diretamente, à circulação sistêmica. Já os medicamentos administrados pela via oral, raramente são absorvidos completamente devido às diversas barreiras fisiológicas, físicas e químicas, as quais devem ser consideradas, tanto em relação ao organismo, como relacionadas ao fármaco. Há várias vias utilizadas para a administração de medicamentos no organismo humano, como via oral, via sublingual, via tópica, via transdérmica, via retal, via vaginal, via parenteral, dentre algumas (Quadro 1.2) (ALLEN JR. et al., 2007; LARINI, 2008). Quadro 1.2 Algumas vias de administração de medicamentos. Termo Local Oral Boca, gastrintestinal Sublingual Sob a língua Parenteral Intravenosa Intra-cardíaca Intradérmica Subcutânea Intramuscular Veia Coração Pele Sob a pele Músculo Tópica Superfície da pele Transdérmica Superfície da pele Ocular Olho Nasal Nariz Auricular Orelha Pulmonar Pulmão Os efeitos locais são obtidos por meio da aplicação direta do medicamento no local de administração, como pele, nariz, orelha ou olho. Em contrapartida, os efeitos sistêmicos resultam da entrada do fármaco na circulação sistêmica e distribuição até o local de ação. A velocidade e o grau de absorção de um fármaco são variáveis, dependendo da via pela qual ele é administração. Desta forma, quando se deseja desenvolver medicamentos com um mesmo ativo, porém administrados por vias diferentes, como pela via oral e outro pela via retal, tem-se dois medicamentos diferentes, embora seja utilizado o mesmo fármaco nos dois medicamentos. O Quadro 1.3 demonstra este aspecto para a nitroglicerina formulada em diferentes formas farmacêuticas. 13

4 Quadro 1.3 Concentração e cinética da nitroglicerina em várias formas farmacêuticas. Forma Farmacêutica Dose Usual (mg) Início de Ação (min) Pico de Ação (min) Sublingual 0,3 0, Oral 6,5 19, Pomada (2%) 0, Adesivo transdérmico A ação de fármacos no organismo depende, basicamente, de três etapas distintas: 1- Fase Farmacêutica: consiste na fase de disponibilidade farmacêutica do fármaco ao organismo. As características físico-químicas do fármaco, bem como da forma farmacêutica são determinantes nesta fase para que o fármaco desempenhe seu efeito biológico. Desta forma, características como o tamanho da partícula, solubilidade do fármaco no meio fisiológico, técnicas empregadas para produção do medicamento, podem ocasionar variações consideráveis na biodisponiblidade. Assim, um estudo utilizando o ibuprofeno como fármaco antiinflamatório, quando administrado aos pacientes pela via oral através de comprimidos de 400 mg, proporciona concentração máxima no plasma de 35 g/ml, enquanto quando administrado por via oral através de cápsulas moles, na mesma dose de 400 mg, proporciona pico de concentração no plasma de 58 g/ml (LARINI, 2008). 2- Fase Farmacocinética: compreende a absorção, a distribuição, o metabolismo ou biotransformação e a excreção do fármaco e de seus subprodutos de biotransformação do organismo (BRUNTON et al., 2010). 3- Fase Farmacodinâmica: esta fase estuda os processos que envolvem a interação do fármaco e/ ou subprodutos nos locais de ação do organismo (BRUNTON et al., 2010). A Figura 1.2 resume as três fases imprescindíveis para que um fármaco formulado em um medicamento exerça seu efeito biológico. 14 Figura 1.2 Fases importantes para a ação de fármacos.

5 Finalizamos a aula de hoje reforçando a importância da farmacologia no dia a dia do fisioterapeuta. Vejamos... Um paciente poli traumatizado, em recuperação pós-operatória necessitará para sua recuperação de tratamento medicamentoso e fisioterapia. Você não acha importante saber como o medicamento age, a melhor forma de administração, quais as influências exercidaspara a ação do medicamento visando o êxito do tratamento total do paciente? Para que vocês possam compreender as classes de fármacos e a atuação de cada uma delas no organismo humano é necessário que dominem os conceitos descritos anteriormente. bibliográficas. É importante reforçar o aprendizado lendo as bibliografias indicadas nas referencias Bom estudo e até a nossa próxima aula! Referências Bibliográficas ALLEN JR., L.V.; POPOVICH, N.G.; ANSEL, H.C. Formas farmacêuticas e sistemas de liberação de fármacos. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2007, 776 p. BRUNTON, L. et al. Goodman & Gilman: manual de farmacologia e terapêutica. Porto Alegre: AMGH, p. LARINI, L. Fármacos & medicamentos. Porto Alegre: Artmed, p. RANG, H.P. et al. Farmacologia. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, p. WILLIAMS, D.A.; LEMKE, T.L. Foye s principles of medicinal chemistry. 5.ed. Baltimore: Lippincott Williams & Wilkins, 2002, 1114 p. 15

Farmacologia Aspectos gerais

Farmacologia Aspectos gerais PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Pró-Reitoria de Graduação Departamento de Biologia Farmacologia Aspectos gerais Prof. Raimundo Jr, M.Sc Bibliografia Básica: SILVA, P. Farmacologia. 6ª ed. Rio

Leia mais

Turma Fisioterapia - 2º Termo. Profa. Dra. Milena Araújo Tonon Corrêa

Turma Fisioterapia - 2º Termo. Profa. Dra. Milena Araújo Tonon Corrêa Turma Fisioterapia - 2º Termo Profa. Dra. Milena Araújo Tonon Corrêa Administração Absorção Fármaco na circulação sistêmica A absorção, a distribuição, o metabolismo e a excreção de um fármaco envolvem

Leia mais

Biofarmácia. Farmacotécnica

Biofarmácia. Farmacotécnica Biofarmácia Prof. Luis Antonio Paludetti Agradecimentos especiais aos Professores Robson M. Gama e André Rolim Babii pela criação de parte das transparências desta apresentação 1/26 Farmacotécnica Disciplina

Leia mais

Farmacologia. Vias de Administração e Formas Farmacêuticas. Vias de Administração. Enteral (oral) tubo digestivo. Parenteral - Injetaveis

Farmacologia. Vias de Administração e Formas Farmacêuticas. Vias de Administração. Enteral (oral) tubo digestivo. Parenteral - Injetaveis Farmacologia e Enteral (oral) tubo digestivo Parenteral - Injetaveis Prof. Herval de Lacerda Bonfante Departamento de Farmacologia Oral V (vantagens) - mais conveniente, econômica e segura D (desvantagens)

Leia mais

Turma Fisioterapia - 2º Termo. Profa. Dra. Milena Araújo Tonon Corrêa

Turma Fisioterapia - 2º Termo. Profa. Dra. Milena Araújo Tonon Corrêa Turma Fisioterapia - 2º Termo Profa. Dra. Milena Araújo Tonon Corrêa Administração Absorção Fármaco na circulação sistêmica Distribuído Biotransformado Excretado Farmacocinética : O que o organismo faz

Leia mais

Introdução ao estudos da farmacologia Formas farmacêuticas Vias de administração

Introdução ao estudos da farmacologia Formas farmacêuticas Vias de administração DROGA ORGANISMO Introdução ao estudos da farmacologia Formas farmacêuticas Vias de administração FARMACOCINÉTICA Absorção Distribuição Biotransformação Eliminação FARMACODINÂMICA Local de ação Mecanismo

Leia mais

atendente de FARMÁCIA Prof. Dr. Luis Antonio Cezar Junior Farmacêutico Bioquímico

atendente de FARMÁCIA Prof. Dr. Luis Antonio Cezar Junior Farmacêutico Bioquímico atendente de FARMÁCIA Prof. Dr. Luis Antonio Cezar Junior Farmacêutico Bioquímico atendente de FARMÁCIA VIAS DE ADMINISTRAÇÃO E FORMAS FARMACÊUTICAS VIAS DE ADMINISTRAÇÃO Introdução o que são VIAS DE ADMINISTRAÇÃO?

Leia mais

Farmacologia. Farmacologia. Estuda os aspectos bioquímicos e fisiológicos dos. efeitos dos fármacos. É dividida em duas áreas principais:

Farmacologia. Farmacologia. Estuda os aspectos bioquímicos e fisiológicos dos. efeitos dos fármacos. É dividida em duas áreas principais: Farmacologia Farmacologia Estuda os aspectos bioquímicos e fisiológicos dos efeitos dos fármacos Prof. Carlos Cezar I. S. Ovalle É dividida em duas áreas principais: Farmacocinética Farmacodinâmica 1 Farmacocinética

Leia mais

PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia.

PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia. PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia fernandabrito@vm.uff.br Pharmakon FARMACOLOGIA Logos Ciência que estuda a ação dos compostos biologicamente ativos no organismos e areação do organismo a estes

Leia mais

19/01/2011. Bases Farmacológicas. Agenda. Agenda. Curso de Formação Jan, Marcio Toledo FARMACOLOGIA MEDICAMENTOS FARMACOCINÉTICA FARMACODINÂMICA

19/01/2011. Bases Farmacológicas. Agenda. Agenda. Curso de Formação Jan, Marcio Toledo FARMACOLOGIA MEDICAMENTOS FARMACOCINÉTICA FARMACODINÂMICA Bases Farmacológicas Marcio Toledo Curso de Formação Jan, 2011 Agenda FARMACOLOGIA MEDICAMENTOS FARMACOCINÉTICA FARMACODINÂMICA 2 Agenda FARMACOLOGIA MEDICAMENTOS FARMACOCINÉTICA FARMACODINÂMICA 3 1 Farmacologia

Leia mais

PLANO DE ENSINO semestre DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA SEMESTRE 2011/2 Nome da disciplina ODT 7111 Terapêutica Medicamentosa I

PLANO DE ENSINO semestre DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA SEMESTRE 2011/2 Nome da disciplina ODT 7111 Terapêutica Medicamentosa I UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA COORDENADORIA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA Campus Prof. João David Ferreira Lima CEP 88040-900 Trindade

Leia mais

ANEXO 4 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE MEDICINA E CIRURGIA

ANEXO 4 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE MEDICINA E CIRURGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO: MEDICINA DEPARTAMENTO: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS DISCIPLINA: FARMACOLOGIA I CARGA HORÁRIA: 60 HORAS CRÉDITOS: 03 CÓDIGO: SCF00019 PROFESSOR: PRÉ-REQUISITOS: FISIOLOGIA

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 PLANO DE CURSO

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 PLANO DE CURSO CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: FARMACOLOGIA BÁSICA Código: ENF-109 Pré-requisito: ENF-103 Bioquímica Período

Leia mais

Fármaco Qualquer substância alterar função de 20/05/2013. Estudo da interação de drogas com

Fármaco Qualquer substância alterar função de 20/05/2013. Estudo da interação de drogas com Farmacologia Prof. Herval de Lacerda Bonfante Departamento de Farmacologia Pharmakon Logos Estudo dos fármacos Estudo da interação de drogas com organismos vivos Propriedades dos medicamentos e seus efeitos

Leia mais

TOXICOLOGIA -TOXICOCINÉTICA. Profa. Verônica Rodrigues

TOXICOLOGIA -TOXICOCINÉTICA. Profa. Verônica Rodrigues TOXICOLOGIA -TOXICOCINÉTICA Profa. Verônica Rodrigues FARMACÊUTICA INDUSTRIAL - UFRJ MESTRE EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS - UFRJ EX-DOCENTE - UNIPLI EX-PERITA LEGISTA - TOXICOLOGISTA - PCERJ PESQUISADORA EM

Leia mais

ESTUDO DA FARMACOLOGIA

ESTUDO DA FARMACOLOGIA NESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA "JÚLIO DE MESQUITA FILHO UNESP ESTUDO DA FARMACOLOGIA A Terapêutica é um torrencial de Drogas das quais não se sabe nada em um paciente de que se sabe menos ainda. Voltaire(1694-1778)

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS EM TOXICOLOGIA

CONCEITOS BÁSICOS EM TOXICOLOGIA CONCEITOS BÁSICOS EM TOXICOLOGIA Conceitos básicos TOXICOLOGIA: Agente tóxico Organismo vivo efeito nocivo 1 Transdisciplinaridade Patologia Saúde Pública Química Física Estatística TOXICOLOGIA Farmacologia

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec PROF MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município:TUPÃ Eixo Tecnológico:AMBIENTE E SAÚDE Habilitação Profissional: TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM TÉCNICO EM FARMÁCIA

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS AULA 1. Renata Loretti Ribeiro Ana Gabriela Trujilho Cancian Enfermeira

ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS AULA 1. Renata Loretti Ribeiro Ana Gabriela Trujilho Cancian Enfermeira ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS AULA 1 Renata Loretti Ribeiro Ana Gabriela Trujilho Cancian Enfermeira INTRODUÇÃO É uma das maiores responsabilidades atribuídas ao profissional de enfermagem. Qualquer erro,

Leia mais

Curso Técnico em Zootecnia

Curso Técnico em Zootecnia Curso Técnico em Zootecnia Aula: 01/01 SUB TEMA: INTRODUÇÃO À Professor: Vitor Hugo SUB TEMA: HISTÓRIA DA HÁ MUITO TEMPO MAIS DE 5 MIL ANOS PROCURAM-SE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS COM O OBJETIVO DE CURAR AS MAIS

Leia mais

domingo, 10 de abril de 2011 FARMACOCINÉTICA

domingo, 10 de abril de 2011 FARMACOCINÉTICA FARMACOCINÉTICA FARMACOCINÉTICA Estuda o caminho percorrido pelo medicamento no organismo, desde a sua administração até a sua eliminação. Pode ser definida como o estudo quantitativo dos processos de

Leia mais

INTRODUÇÃO À FARMACOLOGIA

INTRODUÇÃO À FARMACOLOGIA INTRODUÇÃO À FARMACOLOGIA História da Farmacologia Pharmakon (grego) veneno (substância terapêutica) (129-200) Galeno 1o. a considerar a teoria das doenças (1493-1541) Paracelsus conhecia os ingredientes

Leia mais

FARMACOLOGIA BÁSICA: UMA ABORDAGEM INTEGRADA. Coordenador: Dr. Luiz Anastácio Alves -

FARMACOLOGIA BÁSICA: UMA ABORDAGEM INTEGRADA. Coordenador: Dr. Luiz Anastácio Alves - FARMACOLOGIA BÁSICA: UMA ABORDAGEM INTEGRADA Coordenador: Dr. Luiz Anastácio Alves - alveslaa@ioc.fiocruz.br Professores: Anael Viana - anael@ioc.fiocruz.br André Bonavitta - andrebonavita@gmail.com Fidalgo

Leia mais

PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia.

PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia. PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia fernandabrito@vm.uff.br DISTRIBUIÇÃO DE FÁRMACOS Sítio-Alvo Reservatórios V. Oral V. sublingual V. Subcutânea V. Intramuscular Inalatória Intravenosa Forma

Leia mais

AULA 2 A FORMAÇÃO FARMACÊUTICA

AULA 2 A FORMAÇÃO FARMACÊUTICA FACULDADE CATÓLICA RAINHA DO SERTÃO CURSO DE FARMÁCIA DISCIPLINA: INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PROFESSOR: MÁRCIO BATISTA AULA 2 A FORMAÇÃO FARMACÊUTICA A FORMAÇÃO FARMACÊUTICA A RESOLUÇÃO CNE/CES

Leia mais

E - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA

E - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA 1 E - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA FARMÁCIA HOSPITALAR E CLÍNICA - InCor Titulação: Aprimoramento e Especialização Supervisora: Drª. Sonia Lucena Cipriano Características: (duração 12 meses) Dirigido a farmacêuticos,

Leia mais

FARMACOTÉCNICA. Glauce Desmarais

FARMACOTÉCNICA. Glauce Desmarais FARMACOTÉCNICA INTRODUÇÃO À FARMACOTÉCNICA Tópicos abordados: Definições em Farmacotécnica. Classificação dos Medicamentos. Legislação vigente. POSIÇÃO DA FARMACOTÉCNICA ENTRE AS CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS

Leia mais

Conceitos importantes. Farmacocinética

Conceitos importantes. Farmacocinética Conceitos importantes Farmacocinética Fatores Farmacocinéticos que Afetam o Efeito de Fármacos 1) Absorção 2) Distribuição 3) Eliminação Metabolização e Excreção Etapas entre a administração oral de um

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE 1 Disciplina: FARMACOGNOSIA ENEX00947 Estudo das drogas de origem vegetal e animal. História, tratamento, conservação, identificação, avaliação e emprego das drogas, notadamente os polissacarídeos, glicosídeos

Leia mais

Turma Nutrição - 4º Termo. Profa. Dra. Milena Araújo Tonon Corrêa

Turma Nutrição - 4º Termo. Profa. Dra. Milena Araújo Tonon Corrêa Turma Nutrição - 4º Termo Profa. Dra. Milena Araújo Tonon Corrêa Administração Absorção Fármaco na circulação sistêmica Distribuído Biotransformado Excretado Farmacocinética : O que o organismo faz sobre

Leia mais

ANASEPTIL. (sulfato de polimixina B + sulfato de neomicina + bacitracina zíncica + óxido de zinco + peróxido de zinco)

ANASEPTIL. (sulfato de polimixina B + sulfato de neomicina + bacitracina zíncica + óxido de zinco + peróxido de zinco) ANASEPTIL (sulfato de polimixina B + sulfato de neomicina + bacitracina zíncica + óxido de zinco + peróxido de zinco) Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A. Pó 5000UI + 5,0mg + 500UI + 635,3mg

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA FARMACOLOGIA DISCIPLINA DE FARMACOLOGIA

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA FARMACOLOGIA DISCIPLINA DE FARMACOLOGIA INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA FARMACOLOGIA DISCIPLINA DE FARMACOLOGIA O QUE É FARMACOLOGIA? Palavra de origem grega Φαρµακολογίας FARMAKON LOGOS DROGA ESTUDO FARMACOLOGIA É a ciência ou disciplina que estuda

Leia mais

Objetivos. Farmacocinética. Farmacocinética. Princípios Farmacocinéticos

Objetivos. Farmacocinética. Farmacocinética. Princípios Farmacocinéticos Objetivos Princípios Farmacocinéticos Marcos Moreira Absorção, distribuição, metabolismo e excreção de fármacos. Metabolismo de primeira passagem. Meia-vida plasmática. Concentração no estado de equilíbrio.

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Dr. Francisco Nogueira de Lima Código: 059 Município: Casa Branca Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança Habilitação Profissional: Técnica de Nível

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PRÓREITORIA DE GRADUAÇÃO Dados de Identificação Campus: Uruguaiana Curso: Farmácia Componente Curricular: Química Farmacêutica I Código: UR

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA PLANO DE ENSINO IDENTIFICAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA PLANO DE ENSINO IDENTIFICAÇÃO Autorizada pelo Decreto Federal N o 77.496 de 7/04/76 Reconhecida pela Portaria Ministerial N o 874/86 de 9//86 PLANO DE ENSINO Semestre: 0 IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DISCIPLINA PRÉ-REQUISITOS SAU 966 Farmacologia

Leia mais

Porto Alegre/RS

Porto Alegre/RS UNIDADE DE PESQUISA CLÍNICA Centro de Medicina Reprodutiva Carlos Isaia Filho LTDA. A Pesquisa Clinica e suas Fases Carlos Isaia Filho Unidade de Pesquisa Clínica CMR Da Molécula ao Mercado. Aproximadamente

Leia mais

Terramicina com sulfato de polimixina B. cloridrato de oxitetraciclina, sulfato de polimixina B. Pomada Tópica

Terramicina com sulfato de polimixina B. cloridrato de oxitetraciclina, sulfato de polimixina B. Pomada Tópica Terramicina com sulfato de polimixina B cloridrato de oxitetraciclina, sulfato de polimixina B Pomada Tópica PARTE I IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO Nome: Terramicina com sulfato de polimixina B - pomada tópica.

Leia mais

Núcleo Temático: Processos clínicos em Psicologia Disciplina: PSICOFARMACOLOGIA

Núcleo Temático: Processos clínicos em Psicologia Disciplina: PSICOFARMACOLOGIA Unidade Universitária: CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Curso: PSICOLOGIA Núcleo Temático: Processos clínicos em Psicologia Disciplina: PSICOFARMACOLOGIA Código da Disciplina: 0802657-2 Professor(es):

Leia mais

Turma Nutrição - 4º Termo. Profa. Dra. Milena Araújo Tonon Corrêa

Turma Nutrição - 4º Termo. Profa. Dra. Milena Araújo Tonon Corrêa Turma Nutrição - 4º Termo Profa. Dra. Milena Araújo Tonon Corrêa Dacarb (Dacarbazina) Motilium (Domperidona) Imovane(zopiclona) Esta disciplina tem por finalidade ensinar os princípios que regem o mecanismo

Leia mais

EMENTAS DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM FARMÁCIA CLÍNICA EM INFECTOLOGIA EAD

EMENTAS DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM FARMÁCIA CLÍNICA EM INFECTOLOGIA EAD S DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM FARMÁCIA CLÍNICA EM INFECTOLOGIA EAD DISCIPLINA: Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica Histórico da farmácia clínica, áreas de atuação da farmácia clínica, situação

Leia mais

Tem a finalidade de tornar a droga que foi. mais solúveis para que assim possam ser. facilmente eliminadas pelos rins. BIOTRANSFORMAÇÃO DE DROGAS

Tem a finalidade de tornar a droga que foi. mais solúveis para que assim possam ser. facilmente eliminadas pelos rins. BIOTRANSFORMAÇÃO DE DROGAS 1 Tem a finalidade de tornar a droga que foi absorvida e distribuída em substâncias mais solúveis para que assim possam ser BIOTRANSFORMAÇÃO DE DROGAS facilmente eliminadas pelos rins. Se não houvesse

Leia mais

PROCTO-GLYVENOL tribenosídeo + lidocaína

PROCTO-GLYVENOL tribenosídeo + lidocaína MODELO DE TEXTO DE BULA PROCTO-GLYVENOL tribenosídeo + lidocaína TRATAMENTO LOCAL DAS HEMORRÓIDAS Formas farmacêuticas, via de administração e apresentações: Supositórios. Embalagens com 5 ou 10 supositórios.

Leia mais

terapêutica e da prescrição em Pediatria

terapêutica e da prescrição em Pediatria da terapêutica e da prescrição em Pediatria Universidade de Itaúna Faculdade de Medicina Saúde da Criança e do Adolescente III Prof. Roberto Gomes Chaves A prescrição para as crianças as é muito mais complicada

Leia mais

BIODISPONIBILIDADE E BIOEQUIVALÊNCIA DE MEDICAMENTOS Conceitos. Sílvia Storpirtis

BIODISPONIBILIDADE E BIOEQUIVALÊNCIA DE MEDICAMENTOS Conceitos. Sílvia Storpirtis BIODISPONIBILIDADE E BIOEQUIVALÊNCIA DE MEDICAMENTOS Conceitos Sílvia Storpirtis Professora Associada da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (FCF-USP) Conteúdo Biodisponibilidade

Leia mais

Cada 11,60 mg de diclofenac dietilamónio corresponde a 10,00 mg de diclofenac.

Cada 11,60 mg de diclofenac dietilamónio corresponde a 10,00 mg de diclofenac. RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. NOME DO MEDICAMENTO Frenalgil 10 mg/g gel 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada 11,60 mg de diclofenac dietilamónio corresponde a 10,00 mg de diclofenac.

Leia mais

F - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA. F 17 - FARMÁCIA HOSPITALAR E CLÍNICA - InCor. Titulação: Aprimoramento

F - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA. F 17 - FARMÁCIA HOSPITALAR E CLÍNICA - InCor. Titulação: Aprimoramento F - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA F 17 - FARMÁCIA HOSPITALAR E CLÍNICA - InCor Titulação: Aprimoramento Supervisor: Dra Ana Carolina Colmanetti Nogueira Garcia Características: (duração 12 meses) Dirigido

Leia mais

Administração de medicamentos em ruminantes: algumas considerações

Administração de medicamentos em ruminantes: algumas considerações Administração de medicamentos em ruminantes: algumas considerações Rubens Alves Pereira Farmacêutico Industrial Mestre em Biotecnologia Doutorando em Veterinária Objetivo Abordar alguns aspectos muitas

Leia mais

Origem dos Fármacos Desde os tempos antigos, os povos do mundo tinham uma ampla coleção de produtos naturais para fins medicinais;

Origem dos Fármacos Desde os tempos antigos, os povos do mundo tinham uma ampla coleção de produtos naturais para fins medicinais; Faculdade Maurício de Nassau Disciplina Síntese e Planejamento de Fármacos Curso de Farmácia Prof. Cleiton Diniz Barros 2011 Origem dos Fármacos Desde os tempos antigos, os povos do mundo tinham uma ampla

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA - IMPERATRIZ. CURSO: ENFERMAGEM PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA - IMPERATRIZ. CURSO: ENFERMAGEM PLANO DE ENSINO UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, SAÚDE E TECNOLOGIA - IMPERATRIZ. CURSO DE ENFERMAGEM PLANO DE ENSINO DISICIPLINA FARMACOLOGIA Período 4º PROFESSOR (a) Carga Horária: 90 Dr.

Leia mais

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Solução oral. Embalagem contendo um frasco com 120 ml. Acompanhado do copo de medida.

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Solução oral. Embalagem contendo um frasco com 120 ml. Acompanhado do copo de medida. Hixilerg cloridrato de hidroxizina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Solução oral. Embalagem contendo um frasco com 120 ml. Acompanhado do copo de medida. USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO Cada

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES

CADERNO DE ATIVIDADES ELABORADO POR: SIMONE MANTUAN MARCIANO ENFERMEIRA DOCENTE Página 1 Conteúdo CÁLCULO DE DILUIÇÃO SIMPLES ( VIA ORAL E ENDOVENOSA... 3 CÁLCULO COM PENICILINA CRISTALINA... 4 EXERCÍCIOS UTILIZANDO PORCENTAGEM...

Leia mais

Conselho Federal de Farmácia (CFF) Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos (Cebrim/CFF)

Conselho Federal de Farmácia (CFF) Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos (Cebrim/CFF) Nota Técnica n.º 01/2014 Data de elaboração: 26 de fevereiro de 2014. Tartarato de metoprolol e succinato de metoprolol apresentam diferenças farmacocinéticas, não sendo possível a intercambialidade entre

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. DENOMINAÇÂO DO MEDICAMENTO Procto-Glyvenol 50 mg/g + 20 mg/g Creme rectal 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada grama de Procto-Glyvenol creme rectal

Leia mais

ÁREA: FARMÁCIA QUÍMICA INDUSTRIAL E FARMACÊUTICA

ÁREA: FARMÁCIA QUÍMICA INDUSTRIAL E FARMACÊUTICA RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-FÁRMÁCIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: FARMÁCIA QUÍMICA

Leia mais

Da Administração Oral. Ao Efeito Terapêutico

Da Administração Oral. Ao Efeito Terapêutico Medicamento Da Administração Oral Administração Ao Efeito Terapêutico Desintegração Desagregação Dissolução ETAPA BIOFARMACÊUTICA Fármaco em solução Absorção Distribuição Eliminação FARMACOCINÉTICA Fármaco

Leia mais

GLICONATO DE CÁLCIO. Blau Farmacêutica S.A. Solução Injetável 100 mg/ml. Blau Farmacêutica S/A.

GLICONATO DE CÁLCIO. Blau Farmacêutica S.A. Solução Injetável 100 mg/ml. Blau Farmacêutica S/A. GLICONATO DE CÁLCIO Solução Injetável 100 mg/ml MODELO DE BULA PACIENTE RDC 47/09 gliconato de cálcio APRESENTAÇÃO Solução injetável contendo 100 mg de gliconato de cálcio + 5,023 mg de sacarato de cálcio

Leia mais

Posologia: A posologia habitual corresponde à ingestão de uma cápsula, três vezes por dia, no momento das principais refeições.

Posologia: A posologia habitual corresponde à ingestão de uma cápsula, três vezes por dia, no momento das principais refeições. RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. NOME DO MEDICAMENTO Venosmil 200 mg cápsula 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Composição por cápsula: Substância ativa: Cada cápsula contém 200 mg de

Leia mais

GLYCOPHOS glicerofosfato de sódio 216 mg/ml. Forma farmacêutica:solução injetável

GLYCOPHOS glicerofosfato de sódio 216 mg/ml. Forma farmacêutica:solução injetável GLYCOPHOS glicerofosfato de sódio 216 mg/ml Forma farmacêutica:solução injetável MODELO DE BULA GLYCOPHOS glicerofosfato de sódio Forma farmacêutica e apresentações: Solução injetável. GLYCOPHOS (glicerofosfato

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA 2016 Sociedade de Anestesiologia do Distrito Federal 3ª ETAPA

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA 2016 Sociedade de Anestesiologia do Distrito Federal 3ª ETAPA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA 2016 Sociedade de Anestesiologia do Distrito Federal 3ª ETAPA PROGRAMA - ME 1 (2/8/2016) PONTO 10 - Fisiologia do Sistema Respiratório I 10.1. Funções respiratórias e não

Leia mais

Zyrtec. dicloridrato de cetirizina. Formas farmacêuticas, vias de administração e apresentações comercializadas

Zyrtec. dicloridrato de cetirizina. Formas farmacêuticas, vias de administração e apresentações comercializadas Zyrtec dicloridrato de cetirizina I ) Identificação do medicamento Formas farmacêuticas, vias de administração e apresentações comercializadas Zyrtec Comprimidos: cartucho contendo comprimidos revestidos,

Leia mais

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO

CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO Componente Curricular: Farmacologia Código: Fisio 117 Pré-requisito: -------- Período Letivo: 2016.1 Professor: Matheus Santos Marques Titulação: Especialista CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado plea Portaria

Leia mais

MEMORIOL. Comprimidos revestidos

MEMORIOL. Comprimidos revestidos MEMORIOL Comprimidos revestidos MEMORIOL B6 200 glutamina glutamato de cálcio fosfato de ditetraetilamônio cloridrato de piridoxina APRESENTAÇÕES Comprimidos revestidos cartucho com 20. VIA ORAL USO ADULTO

Leia mais

TECNOLOGIA FARMACÊUTICA II Prof. Anderson Carniel PREPARAÇÕES NASAIS

TECNOLOGIA FARMACÊUTICA II Prof. Anderson Carniel PREPARAÇÕES NASAIS PREPARAÇÕES NASAIS Maioria das preparações intranasais contém agentes adrenérgicos, devido sua ação vasoativa (descongestiona a mucosa nasal) Grande parte se encontra na forma de solução, sendo administrada

Leia mais

1 o. Semestre de CALENDÁRIO e PROGRAMA FARMACOLOGIA BÁSICA. BMF-0313 CIÊNCIAS BIOMÉDICAS - 1º Semestre de 2015

1 o. Semestre de CALENDÁRIO e PROGRAMA FARMACOLOGIA BÁSICA. BMF-0313 CIÊNCIAS BIOMÉDICAS - 1º Semestre de 2015 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS BMF 0313: FARMACOLOGIA BÁSICA CIÊNCIAS BIOMÉDICAS 1 o. Semestre de 2015 CALENDÁRIO e PROGRAMA FARMACOLOGIA BÁSICA BMF-0313 CIÊNCIAS BIOMÉDICAS

Leia mais

MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO

MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Bacrocin mupirocina MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Pomada com 2% de mupirocina (20 mg/g): Embalagem com uma bisnaga de 15 g. USO TÓPICO USO

Leia mais

TERRAMICINA cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B. Pomada Oftálmica

TERRAMICINA cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B. Pomada Oftálmica TERRAMICINA cloridrato de oxitetraciclina e sulfato de polimixina B Pomada Oftálmica I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: Terramicina Nome genérico: cloridrato de oxitetraciclina e sulfato

Leia mais

THIABENA UCI-FARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA. POMADA DERMATOLÓGICA. 50 mg/g

THIABENA UCI-FARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA. POMADA DERMATOLÓGICA. 50 mg/g THIABENA UCI-FARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA. POMADA DERMATOLÓGICA 50 mg/g I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Thiabena tiabendazol FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO THIABENA POMADA DERMATOLÓGICA: Embalagem

Leia mais

SUPER CAL MAG. BIOWELL AMERICA LTDA Comprimidos 333 mg mg

SUPER CAL MAG. BIOWELL AMERICA LTDA Comprimidos 333 mg mg SUPER CAL MAG BIOWELL AMERICA LTDA Comprimidos 333 mg + 167 mg IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO SUPER CAL MAG carbonato de cálcio, óxido de magnésio. APRESENTAÇÕES Comprimidos em frasco plástico com 100 comprimidos

Leia mais

Clenil A dipropionato de beclometasona

Clenil A dipropionato de beclometasona Clenil A dipropionato de beclometasona Forma Farmacêutica e Apresentação: Suspensão para aerossolterapia. Embalagens com 10 flaconetes contendo 2 ml cada. USO ADULTO E PEDIÁTRICO Composição: Cada 1 ml

Leia mais

tudo sobre MEDICAMENTOS Identificando Medicamentos Campanha de valorização dos medicamentos genéricos Volume 3

tudo sobre MEDICAMENTOS Identificando Medicamentos Campanha de valorização dos medicamentos genéricos Volume 3 tudo sobre MEDICAMENTOS Campanha de valorização dos medicamentos genéricos Volume 3 Identificando Medicamentos 1. É referência, genérico ou similar? Entender o que é cada uma dessas categorias é mais simples

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Página 1 de 9 1. Nome do medicamento veterinário, AVISTERIL 0,1 mg de progesterona para pombos 2. Composição qualitativa e quantitativa Progesterona

Leia mais

Coordenador: Professor Doutor Jair Guilherme dos Santos Junior CONSIDERAÇÕES GERAIS OBJETIVOS GERAIS OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Coordenador: Professor Doutor Jair Guilherme dos Santos Junior CONSIDERAÇÕES GERAIS OBJETIVOS GERAIS OBJETIVOS ESPECÍFICOS FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA SANTA CASA DE SÃO PAULO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PROGRAMA DE DISCIPLINA: FARMACOLOGIA III Ano Letivo: 2012 - Série: 4º ano Carga

Leia mais

Turma(s): A11, A12, A13, A14, A21, A22, A23, A24, B11, B12, B13, B14, B21, B22, B23, B24

Turma(s): A11, A12, A13, A14, A21, A22, A23, A24, B11, B12, B13, B14, B21, B22, B23, B24 AULA n.º: 1 Dia 27-09-2016 das 14:00 às 17:00 Ana Leonor Alves Ribeiro Apresentação: disciplina, docente, avaliação, programa, bibliografia. I - FARMACOLOGIA GERAL: 1. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA FARMACOLOGIA

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 20 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Finadyne 50 mg/ml solução injetável para bovinos, equinos e suinos. 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Leia mais

Material desenvolvido de acordo com a RDC Nº 58, DE 10 DE OUTUBRO DE 2014.

Material desenvolvido de acordo com a RDC Nº 58, DE 10 DE OUTUBRO DE 2014. INTERCAMBIALIDADE 1. O que são medicamentos referência, similar e genérico? É todo medicamento originador, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente. Todo medicamento referência

Leia mais

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: FARMACOLOGIA APLICADA À ODONTOLOGIA Código da Disciplina: ODO122 Curso: Odontologia Semestre de oferta da disciplina:

Leia mais

tudo sobre MEDICAMENTOS Identificando Medicamentos Campanha de valorização dos medicamentos genéricos Volume 3

tudo sobre MEDICAMENTOS Identificando Medicamentos Campanha de valorização dos medicamentos genéricos Volume 3 tudo sobre MEDICAMENTOS Campanha de valorização dos medicamentos genéricos Volume 3 Identificando Medicamentos 1. É referência, genérico ou similar? Entender o que é cada uma dessas categorias é mais simples

Leia mais

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Bacrocin mupirocina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Pomada com 2% de mupirocina (20 mg/g): Embalagem com uma bisnaga de 15 g. USO TÓPICO USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO Cada grama de Bacrocin pomada

Leia mais

Objetivos. Princípios Gerais da Farmacologia. φαρμακολογία. Farmacologia

Objetivos. Princípios Gerais da Farmacologia. φαρμακολογία. Farmacologia Objetivos Princípios Gerais da Farmacologia Marcos Moreira Papel dos fármacos. Tipos de medicamentos. Divisões da farmacologia. Conceitos fundamentais. Como os fármacos funcionam. Uso racional dos medicamentos.

Leia mais

Alívio da inflamação e da dor em doenças músculo-esqueléticas agudas e crónicas em cães.

Alívio da inflamação e da dor em doenças músculo-esqueléticas agudas e crónicas em cães. 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Metacam 1 mg comprimidos para mastigar para cães Metacam 2,5 mg comprimidos para mastigar para cães 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Um comprimido para mastigar

Leia mais

BACTRONEO. (mupirocina)

BACTRONEO. (mupirocina) BACTRONEO (mupirocina) Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Pomada Dermatológica 20mg/g I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: BACTRONEO mupirocina APRESENTAÇÕES Pomada dermatológica com 2% de mupirocina

Leia mais

Programa de Pós-Graduação em Química IQ USP Exame de Capacidade 1º Semestre de Prova de Conhecimentos Gerais em Química

Programa de Pós-Graduação em Química IQ USP Exame de Capacidade 1º Semestre de Prova de Conhecimentos Gerais em Química Programa de Pós-Graduação em Química IQ USP Exame de Capacidade 1º Semestre de 2014 Prova de Conhecimentos Gerais em Química Nome do candidato: Instruções: Escreva seu nome de forma legível no espaço acima.

Leia mais

OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA ENZIMAS E INIBIDORES ENZIMÁTICOS

OBJETIVOS BIBLIOGRAFIA ENZIMAS E INIBIDORES ENZIMÁTICOS OBJETIVOS Enzimas: Funções, Nomenclatura e Propriedades Fundamentos da Cinética Enzimática Cinética Enzimática: Michaelis-Menten Ensaios Cinéticos: Padronização e Validação Parâmetros Cinéticos: vo, KM,

Leia mais

LORATADINA Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Xarope 1mg/mL

LORATADINA Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Xarope 1mg/mL LORATADINA Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Xarope 1mg/mL I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: LORATADINA Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÃO Xarope de 1mg/mL em embalagens

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Ensino Técnico Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: AMBIENTE E SAÚDE Habilitação Profissional: Qualificação Técnica de Nível Médio

Leia mais

Hidroclorotiazida. Diurético - tiazídico.

Hidroclorotiazida. Diurético - tiazídico. Hidroclorotiazida Diurético - tiazídico Índice 1. Definição 2. Indicação 3. Posologia 4. Contraindicação 5. Interação medicamentosa 1. Definição A Hidroclorotiazida age diretamente sobre os rins atuando

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO. Cada cápsula contém 5,9 mg de cloridrato de flunarizina (eq. a 5 mg de flunarizina)

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO. Cada cápsula contém 5,9 mg de cloridrato de flunarizina (eq. a 5 mg de flunarizina) RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. DENOMINAÇÃO DO MEDICAMENTO SIBELIUM 5 mg cápsulas SIBELIUM 10 mg comprimidos 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada cápsula contém 5,9 mg de cloridrato

Leia mais

ARGIROL ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA

ARGIROL ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA ARGIROL ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Solução Oftálmica Estéril de vitelinato de prata (100 mg/ml), contendo frasco plástico conta-gotas de 5 ml APRESENTAÇÕES Solução Oftálmica Estéril Frasco plástico

Leia mais

TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA EM ODONTOPEDIATRIA

TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA EM ODONTOPEDIATRIA TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA EM ODONTOPEDIATRIA PROCEDIMENTOS OPERATÓRIOS Profa. Dra. Mariana Braga Isabela Floriano CASCATA DA DOR E INFLAMAÇÃO AINES E o ANTIBIÓTICO?? Prostaglandinas Prostaciclinas Tromboxanas

Leia mais

Classificando as crises epilépticas para a programação terapêutica Farmacocinética dos fármacos antiepilépticos... 35

Classificando as crises epilépticas para a programação terapêutica Farmacocinética dos fármacos antiepilépticos... 35 Índice Parte 1 - Bases para a terapêutica com fármacos antiepilépticos Classificando as crises epilépticas para a programação terapêutica... 19 Classificação das Crises Epilépticas (1981)... 20 Classificação

Leia mais

FÁRMACOS USADOS EM AMINAIS DE LABORATÓRIO ANESTÉSICOS E ANALGÉSICOS

FÁRMACOS USADOS EM AMINAIS DE LABORATÓRIO ANESTÉSICOS E ANALGÉSICOS 20 CAPÍTULO 5 Hugo Caire de Castro Faria Neto & Belmira Ferreira dos Santos FÁRMACOS USADOS EM AMINAIS DE LABORATÓRIO ANESTÉSICOS E ANALGÉSICOS CONSIDERAÇÕES GERAIS: Nestas últimas décadas, a anestesia

Leia mais

A QUIMICA E OS MEDICAMENTOS

A QUIMICA E OS MEDICAMENTOS A QUIMICA E OS MEDICAMENTOS Bolsista: Julia Eisenhardt de Mello O corpo humano poderia ser chamado de corpo químico. Na realidade qualquer material do universo poderia ser chamado de material químico.

Leia mais

CURSO: Farmácia PROFESSOR (A): Me. Erika Lizette S. UNIDADE CURRICULAR:

CURSO: Farmácia PROFESSOR (A): Me. Erika Lizette S. UNIDADE CURRICULAR: CURSO: Farmácia PROFESSOR (A): Me. Erika Lizette S. UNIDADE CURRICULAR: Farmacotécnica I CARGA HORÁRIA: 40 horas/aula PERÍODO: 3º semestre TURNO: Quinta-feira noite(2 horário) Farmacotécnica 1 O programa

Leia mais

Eres Pó, 9.1mg/g Pó Hidrossolúvel Oral.

Eres Pó, 9.1mg/g Pó Hidrossolúvel Oral. 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Eres Pó, 9.1mg/g Pó Hidrossolúvel Oral. 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada g contém: Substância Activa: Bromexina (Cloridrato) 9.1 mg Para lista completa de

Leia mais

RUA H, N 0 02, GALPÃO III - SANTO ANTONIO DE JESUS - BA CEP CNPJ: / FONE: (0XX)

RUA H, N 0 02, GALPÃO III - SANTO ANTONIO DE JESUS - BA CEP CNPJ: / FONE: (0XX) VITER C ácido ascórbico APRESENTAÇÃO Linha Farma: Cartucho contendo frasco com 20 ml. FORMA FARMACÊUTICA Solução oral USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO Cada ml da solução oral contém: Ácido Ascórbico...200

Leia mais

Regulador Xavier Nº 1

Regulador Xavier Nº 1 Regulador Xavier Nº 1 Laboratório Hepacholan S/A Solução oral Cloreto de Cálcio Di-hidratado 0,04 g/ml + associações Bula ao profissional de saúde REGULADOR XAVIER Nº 1 I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO:

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 14 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Vetalgin 500 mg/ml solução injetável para bovinos, suínos, equinos e cães 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Leia mais

Panotil sulfato de polimixina B - sulfato de neomicina acetato de fludrocortisona - cloridrato de lidocaína

Panotil sulfato de polimixina B - sulfato de neomicina acetato de fludrocortisona - cloridrato de lidocaína Panotil sulfato de polimixina B - sulfato de neomicina acetato de fludrocortisona - cloridrato de lidocaína SOLUÇÃO OTOLÓGICA Forma farmacêutica e apresentação Solução otológica: frasco contendo 8 ml com

Leia mais

FOLIFOLIN (ácido fólico)

FOLIFOLIN (ácido fólico) FOLIFOLIN (ácido fólico) EMS S/A Comprimido 5 mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Folifolin ácido fólico APRESENTAÇÃO Comprimido de 5 mg: Embalagem com 4, 10, 20, 30, 40,60 e 500 comprimidos. USO ORAL

Leia mais