O PEQUENO EMPREENDEDOR COMO MOTOR DE DESENVOLVIMENTO

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1 2 INTRODUÇÃO O objeto deste trabalho são as pequenas empresas e as dificuldades que enfrentam para sobreviver no mercado competitivo. O objetivo deste trabalho é mostrar que os conceitos de estratégia competitiva podem contribuir para a redução da taxa de mortalidade de pequenos negócios. O enfoque escolhido concentra-se na capacitação empreendedora de pequenos empresários. A partir de revisão da literatura científica, serão apresentadas as características de empreendedores e as causas de mortalidade de pequenos negócios, procurando associar a necessária capacitação dos pequenos empresários em estratégias competitivas como forma de reduzir a taxa de mortalidade dessas entidades socioeconômicas, cada vez mais importantes para a geração de empregos e distribuição de renda nos países em desenvolvimento, como o Brasil. Esta monografia está organizada da seguinte forma. No capítulo um, apresentam-se as características ideais de empreendedores, assim como preconizados por autores selecionados. No capítulo dois, são discutidos motivos para o desaparecimento de pequenos negócios, sendo evidenciados alguns fatores que contribuem para a mortalidade das mesmas, tais como a incompetência administrativa; a falta de experiência e a falta de clientes. No capítulo três, analisa-se a importância de conceitos de estratégia competitiva, definida como a busca de uma posição favorável em uma indústria, como forma de combater as altas taxas de mortalidade. Esta abordagem, cuja essência consiste em realizar atividades de uma forma diferente ou realizar atividades diferentes das realizadas pelas empresas rivais, visa estabelecer uma posição lucrativa e sustentável diante das forças que determinam a concorrência na indústria. Para concluir, apresentamos uma discussão em torno de como as estratégias podem mitigar os fatores que levaram as PMEs (Pequenas e Médias Empresas) a falirem.

2 3 Capítulo 1 O PEQUENO EMPREENDEDOR COMO MOTOR DE DESENVOLVIMENTO Devido à sua importância para a economia do país, o segmento de Pequenas e Médias Empresas (PME) vem ganhando notoriedade perante a comunidade acadêmica, com forte ênfase na questão empreendedora, este último sendo tema de estudos em diferentes áreas como Economia, Sociologia e Engenharia. Embora não haja consenso sobre suas definições, havendo inclusive certa variância dentre os mais diversos especialistas, corroboramos a idéia de Fillion (1999, p. 12), que aponta que: Empreendedorismo é um dos raros assuntos que atraem especialistas de grande variedade de disciplinas, levando-os a discutir e observar o que outros fazem em disciplinas relacionadas, questionando-se a respeito de como fazem (1). Como o empreendedorismo pode ser visto como um assunto multidisciplinar há diversos olhares para ele. Ou seja, cada especialidade nomeia empreendedor certa habilidade/ competência do sujeito. É neste sentido que podemos evidenciar algumas definições de empreendedor. Por exemplo: Os especialistas em finanças chamam de empreendedores aqueles que são capazes de calcular e medir riscos. Para os especialistas em gerenciamento, empreendedores são organizadores competentes e desembaraçados que desenvolvem linhas mestras ou visões em torno do qual organizam suas atividades. Engenheiros e gerentes de operações vêem os empreendedores como bons distribuidores e coordenadores de recursos, segundo Fillion (1999) (1). De forma simples, Joseph Alois Schumpeter, um dos maiores economistas do século XX, explica que empreender é introduzir uma inovação (2). Pauli e Cruz (2005, p. 2) caracterizam o empreendedor como ator de uma escolha individual e trata-se de uma atitude bem complexa em termos de micro-economia tradicional.

3 4... ao considerarmos uma decisão individual, relativa a realizar ou não um empreendimento,adentra-se num campo bastante complexo, tratado pela microeconomia como o processo de escolha sob incerteza. (3) Em se tratando de incerteza, é fato que o empreendedor é uma pessoa que assume riscos. Uma definição de incerteza, do ponto de vista econômico, é: problemas em que não existe qualquer base científica para um cálculo probabilístico. (KEYNES, 1937) (4). Em uma pesquisa realizada pelo SEBRAE Serviço Brasileiro de apoio às micro e pequenas empresas foi destacada a importância do segmento de PME para o Produto Interno Bruto (PIB) do país. Em se tratando de números, de acordo com a mesma, temos: É um universo de 4,5 milhões de estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços responsáveis por 48% do total da produção nacional, 42% dos salários, 59% dos postos de trabalho e 20% do PIB (SEBRAE, 2001) (5). As pequenas organizações industriais, como parte da comunidade empresarial, contribuem inquestionavelmente para o bem-estar econômico da nação, pois produzem uma parte substancial do total de bens e serviços prestando um serviço complementar às grandes empresas. (MIRANDA, CALLADO; CALLADO, 2003) (6). Seguindo esta mesma linha de raciocínio, Souza apud Miranda, Callado e Callado (2003) salienta a importância das pequenas empresas, baseada nas premissas de que elas: São os amortecedores em épocas de flutuações na atividade econômica. Mantêm o patamar da atividade econômica em certas regiões. Apresentam potencial de assimilação, adaptação e, algumas vezes, geração de novas tecnologias de produto e processo. Contribuem para a descentralização da atividade econômica, em especial na função de complementação às grandes empresas (7).

4 5 Inseridas num contexto onde qualidade e custo são fatores preponderantes, as PMEs brasileiras enfrentam altas taxas de mortalidade. Segundo o dicionário da língua portuguesa, Aurélio, mortalidade é o número ou proporção de óbitos em uma comunidade. Aplicando-se as PMEs, mortalidade seria o encerramento das atividades das mesmas. (67). As taxas de mortalidade são altas nas PMEs, corroborando com a idéia de Solomon apud Miranda (2003) de que as pequenas empresas são como organizações industriais que possuem altas taxas de mortalidade e baixos índices de lucratividade (8).

5 6 Capítulo 2 CAUSAS DA MORTALIDADE DE PEQUENOS NEGÓCIOS Vários são os trabalhos que destacam que existem fatores condicionantes das taxas de sobrevivência e mortalidade de micro e pequenas empresas. Cada qual destaca um fator, sendo que, de alguma forma, o que é sempre exposto é o que é chamado de incompetência administrativa, que perpassa por vários aspectos. Mas, a logística operacional acaba por ser o fator condicionante de sucesso, pois, é o que fornece as bases para a criação, sustentação e o crescimento da atividade empresarial. Segundo pesquisa realizada pelo SEBRAE os fatores condicionantes do sucesso, segundo a logística operacional, seriam a escolha de um bom administrador, o uso de capital próprio, o re-investimento do lucro na empresa, o acesso a novas tecnologias e a terceirização das atividades por meio de empresas (9). Mas o que temos a dizer sobre incompetência administrativa? INCOMPETÊNCIA ADMINISTRATIVA Ao se depararem com o desemprego, alavancados por recursos provenientes de indenizações, FGTS e deslumbrados por histórias de sucesso de empreendedores, muitas pessoas optam por abrir empreendimentos, sem uma devida preocupação com um plano de negócios, planejamento estratégico, tipo de negócio, mercado-alvo e, principalmente, gestão administrativa. Para uma gestão administrativa eficaz, faz-se importante ter conhecimentos ligados à administração financeira e à gestão de recursos humanos (fundamental em qualquer ramo de atividade), elaboração e definição de cargos, criação de normas e procedimentos etc. Pesquisa realizada pelo SEBRAE (1999) seleciona três motivos estariam ligados à (má) gestão administrativa. São eles:

6 7 a) Má gestão de capital de giro; b) Deficiências quanto aos registros financeiros e contábeis; e, c) Incompetência dos gestores (10). As empresas não crescem porque falta um conhecimento mais aprofundado de gestão empresarial. Felippe (2003) afirma: As empresas que não tenham as atividades bem gerenciadas estão fadadas ao fracasso, pois muitas vezes conhecem o ramo de atividades, mas não têm o mínimo conhecimento de gerenciamento empresarial, principalmente quando o negócio inicia seu crescimento (11). Desta forma, deve-se ter noção acerca do que é DRE (Demonstrativo do Resultado do Exercício) apurando custos e receitas, a fim de se achar o ponto de equilíbrio, a margem de lucro sobre vendas, o que possibilitará apropriada gestão de custos. Em relação à gestão de custos, Miranda (2003) revela como estatística que mais da metade das PMEs do setor de confecções não calculam os custos de produção. Ora, é fundamental para qualquer empresa seja, pequena, média ou de grande porte, ter conhecimento sobre seus custos de produção para assim dimensionar exatamente o quanto está sendo gasto em recursos (financeiros, horas trabalhadas, insumos consumidos) e traçar metas de melhoria, objetivando, assim, aperfeiçoar seus recursos. Miranda (2003) enfatiza e conclui: Um sistema de custos bem organizado e apropriado aos objetivos da empresa, que seja preciso e atualizado, mostra à empresa o que está acontecendo, servindo de base para a administração tomar decisões sobre a forma de alocar recursos disponíveis, com o objetivo de otimizar os resultados [...] O correto emprego da contabilidade de custos como ferramenta auxiliar da gestão empresarial pode proporcionar melhores decisões (6). Mas há também outros fatores que contribuem para uma má-gestão, uma incompetência administrativa. São eles:

7 8 - Falta de experiência dos empreendedores iniciantes Segundo Chér apud Felippe (2003) a respeito da necessidade de experiência de empreendedores afirma: A vivência anterior, através de uma experiência, de pelo menos dois anos, é um pré-requisito para se abrir uma empresa (12). Existem dois tipos de empreendedores que vale a pena assinalar: a) empreendedor por oportunidade é aquele tipo de empreendedor motivado pela percepção de uma opção rentável de negócio, segundo um estudo da GEM Global Entrepreneurship Monitor; e, b) empreendedor por necessidade motivada pela falta de alternativa satisfatória de emprego e renda. Talvez o segundo tipo seja um sujeito mais exposto a não obter sua meta, visto que inexperiente carece de conhecimentos básicos de gestão. Dentre as estatísticas, os chamados empreendedores por oportunidade, que identificam um nicho de mercado com boa possibilidade de retorno financeiro, têm menor índice de mortalidade. Segundo Pandolfo e Veloso (2000, p. 89.): identificar uma nova oportunidade de negócio antes de iniciar as atividades e analisar o mercado como forma de verificar a viabilidade econômico-financeira pode ser questão de sobrevivência (13). Embora existam habilidades que são natas ao indivíduo e podem ser aprimoradas com novos conhecimentos, técnicas de liderança e gestão, há a necessidade de um treinamento antes de abrir um negócio: conhecer o mercado (clientela e hábitos dos clientes), ter boa estratégia de vendas (conhecer seus clientes e suas demandas). Segundo pesquisa realizada pelo SEBRAE com as PMEs verificou-se que: Esses fatores refletem a disposição e a capacidade empresarial para comandar o empreendimento permitindo por meio de habilidades naturais descobrir melhores oportunidades de negócios, assumir os riscos envolvidos no investimento de recursos financeiros e humanos na empresa e conduzir os negócios, mesmo diante de adversidades e dificuldades impostas no dia-dia empresarial (SEBRAE-SP) (14).

8 9 Trata-se de investir corretamente nos fatores de produção tais como capital, trabalho especializado, recursos tecnológicos disponíveis, reunindo-os na atividade produtiva ou comercial da empresa para a obtenção de melhores resultados. Mas, pesquisas corroboram a idéia de que a inexperiência como gestor pode se apresentar como um entrave a nova empresa, tornando fundamental que se invista também em sua formação. Durante todo o tempo as empresas se defrontam com a possibilidade de falência, ao passo que, com o decorrer do tempo, isto é minimizado em função da maior experiência adquirida, da credibilidade do mercado, etc. De acordo com Pandolfo e Veloso (2000): Deve-se salientar que durante toda a vida a empresa enfrenta risco de extinção, mas esses tendem a ser minimizados à medida que o tempo de atuação passa. Obviamente que isso ocorre em razão da maior experiência adquirida, da credibilidade do mercado entre outros (13). - Falta de crédito A falta de crédito é um dos maiores entraves enfrentados pelas PMEs. Diz respeito ao acesso ao crédito, seja para começar o negócio, seja para mantê-lo (capital de giro, pagamento de fornecedores, investimentos). Entretanto, as empresas têm como recorrer ao financiamento bancário, ou seja, as instituições financeiras que são regidas pelo BACEN Banco Central do Brasil. Entre suas normas, existe a resolução n. 2682/1999, que determina que as instituições financeiras devam classificar as operações de crédito em detrimento do risco atribuído, variando de 0% para o nível de menor risco (AA) até 100% para o nível de maior risco. Quanto às exigências específicas de garantias em operações de crédito, a resolução n 3258/ manteve a proibição das instituições financeiras ao realizarem operações que não atendam aos princípios de seletividade, garantia liquidez e diversificação de riscos.

9 10 Zica e Martins (2008) afirmam: A relativa dimensão reduzida de crédito destinado as MPEs não pode ser encarada simplesmente como má vontade das instituições em financiar suas atividades. As razões para o não financiamento mais amplo devem ser entendidas e viabilizadas formas de neutralizar ou minimizar as barreiras e estimular a expansão (15). Entre as principais alegações que impedem os bancos de realizar empréstimos à PMEs está a falta de garantia (principal reclamação), seguido de projetos inviáveis e registro no SPC - Sistema de Proteção ao Crédito - e no SERASA (SEBRAE, 20006), pois, existe uma assimetria de informação. Assimetria, segundo Stiglitz e Weeiss apud Zica e Martins (2008), é:... o desequilíbrio de informações entre o proponente de crédito e o ofertante ocorre quando uma das partes envolvidas numa determinada transação possui conhecimento sobre os aspectos concernentes à negociação enquanto a outra parte possui apenas conhecimento parcial. (16) Com isso, corrobora-se a idéia de Zica e Martins (2008, p. 186) que afirmam que quando ocorre o desequilíbrio de informações entre as partes, maximizam-se os riscos da operação (15). Em relação ao crédito, a principal fonte de captação é recorrer a familiares ou amigos, pois, os principais fatores atribuídos a este tipo de empréstimo são a inexistência de burocracia, a apresentação de garantias e flexibilidade no pagamento, além da inexistência de juros e multas (INSTITUTO DE ESTUDOS DO TRABALHO E SOCIEDADE) (17). Por outro lado, recorrer a familiares ou amigos pode levar ao estremecimento das relações entre as partes, em caso de falta de pagamento.

10 11 - Ambiente externo É fato que o mundo passa por um período de turbulência e isto afeta principalmente as PMEs, inclusive às que estão em uma situação mais confortável. De acordo com Cimino (2004): Muitas dessas empresas, inseridas no mercado, possuem procedimentos corretos, lucrativos, e até mesmo estão bastante saudáveis, mas poderiam estar melhor alocadas em seu ramo de atividade ou então em expansão, mas sem perspectivas corretas e suscetíveis a instabilidade do mercado ficam constantemente estagnadas (18). A queda do Produto Interno Bruto Nacional (PIB), em função de crises econômicas, tais como a crise asiática, russa, moratória da dívida Argentina e crise do sub-prime (2008), reflete no ambiente macroeconômico com a redução dos investimentos por parte das empresas, pois, a oscilação cambial, em especial desvalorização do real frente ao dólar, faz com que haja o encarecimento da matériaprima. Além disto, o aumento dos preços, para conter o repique inflacionário, faz com que o Banco Central aumente a taxa de juros (TAXA SELIC), o que encarece os empréstimos e retrai a economia como um todo. Boa parte das PMEs possuem bons índices de lucratividade, mas estão inseridas num contexto de incertezas, ou mais apropriadamente, mundo caracterizado por enorme fluxo de informações que gera um processo de constante mudanças. Ainda segundo a pesquisa 10 ANOS DE MONITORAMENTO E MORTALIDADE DAS EMPRESAS, 2008, SEBRAE, São Paulo (19) a mortalidade declinou à medida que mais PMEs participam de licitações governamentais, estimuladas em grande parte pela promulgação da Lei Geral das Microempresas (20). BRASIL. Lei nº. 123, de 14 de dezembro de Institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte; altera dispositivos das Leis n os e 8.213, ambas de 24 de julho de 1991, da Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada pelo Decreto-Lei n o 5.452, de 1 o de maio de 1943, da Lei n o , de 14 de fevereiro de 2001, da Lei Complementar n o 63, de 11 de janeiro de 1990; e revoga as Leis n os 9.317, de 5 de

11 12 dezembro de 1996, e 9.841, de 5 de outubro de O estudo destaca que a venda para o governo reduz a inadimplência. Face à globalização e formação de blocos regionais, as PMEs precisam se adaptar para poderem sobreviver às novas exigências do mercado, pois, segundo Maria Serli de Morais Pandolfo e Paulo Roberto Veloso (2000):... só sobreviverão nesse novo mercado aquelas empresas que conhecem bem o mercado no qual atuam e se, readequarem no sentido de atender as novas exigências impostas, quais sejam: agilidade de ações, qualidade, preços adequados e, principalmente, ter no cliente foco principal de atuação (Pandolfo e Veloso, 2000, p. 77) (13). A conjuntura econômica, baixo nível de instrução dos empreendedores, falta de absorção de técnicas modernas de administração e de apoio por parte do poder público, são problemas que dificultam a sobrevivência de uma empresa. Mas, acerca da falta de apoio do poder público, as discussões apontam para a necessidade de se reafirmar um maior comprometimento do poder público no sentido de estabelecer políticas econômicas de apoio ao empreendimento de pequeno e médio porte, geralmente, associado à reivindicação de políticas creditícias e tributárias de favorecimento ao setor, ao lado de apoio gerencial. Ainda a respeito do apoio do poder público, afirma Maria Serli de Morais Pandolfo e Paulo Roberto Veloso (2000): É relevante ainda que o setor público apresente um ambiente apropriado à promoção de pequenos empreendimentos como condição para a redução da mortalidade (2000, p. 87) (13). Ainda sobre o ambiente externo, é inegável que as PMEs apresentem barreiras de entrada. Segundo Fagundes e Pondé apud Pauli e Cruz (1998, p.10) a literatura de organização industrial desenvolve uma análise dos fatores determinantes da existência e magnitude das barreiras à entrada que permite classificá-las em quatro tipos básicos (21). São elas, de acordo com o autor: a) Diferenciação do produto, decorrente da presença de elementos que fazem com que os consumidores considerem mais vantajoso adquirir um produto de empresa já existente do que similares oferecidos por novos concorrentes;

12 13 b) Vantagens absolutas de custo resultante do acesso exclusivo a determinados ativos ou recursos; c) Presença de economias de escala derivadas da redução de custos advindas das dimensões da planta ou da firma; e, d) Exigência de investimentos iniciais elevados para viabilizar a instalação de uma nova empresa no mercado. - Escolaridade dos Empreendedores Há estudos que apontam que não só a dedicação exclusiva ao negócio, mas também o perfil do empreendedor, naquilo que tange ao seu nível de escolaridade, pode auxiliar para diminuir a mortalidade de uma empresa. Num estudo realizado de , autores verificam que atualmente há um maior nível de escolaridade dos empreendedores face ao que ocorria há uma década, pois vem crescendo o número de pessoas com segundo grau completo ou nível superior que abrem seus negócios. Há, assim, uma redução de participação de empreendedores que só têm o primeiro grau. Destaca-se aqui também que estudos sobre esse item apontam para uma maior participação em cursos de capacitação empresarial, que favorece as empresas que sobrevivam à mortalidade. - Tipo de Negócio A pesquisa 10 ANOS DE MONITORAMENTO E MORTALIDADE DAS EMPRESAS, 2008, SEBRAE, São Paulo destaca que no setor de comércio, a mortalidade de PMEs é maior ao passo que nos setores de indústria e serviços este índice é menor. Outro aspecto importante diz respeito à diferença entre empresas individuais e empresas do tipo sociedade (dois ou mais sócios), ou familiares. A mortalidade é maior nas empresas individuais porque nas empresas do tipo sociedade o simples fato de ter a presença de um ou mais sócios proporciona melhor

13 14 divisão do trabalho, mais fontes de recursos, melhores decisões, além de melhores avaliações sobre riscos de estratégias adotadas. Destaca-se a escala de operações que é o número de pessoas envolvidas no diadia do negócio. As empresas clientes do SEBRAE-SP possuem, em média, 11,5 pessoas ocupadas, ao passo que, as empresas do mercado têm-se mais ou menos metade de pessoas ocupadas: 6,2 pessoas. A importância desse indicador se dá por dois pontos: melhor divisão do trabalho e economia de escala (redução dos custos médios em decorrência de níveis mais elevados de produtividade). Quanto às empresas familiares há uma questão séria que é apontada pelo autor Julio Cezar da Silva Cimino: a informalidade do seu gerenciamento impossibilita a solução de problemas, inviabiliza recursos e mantém um ambiente de incertezas sobre os caminhos que lhe garantiriam sustentabilidade (2004, p. 54) (18). Esta informalidade diz respeito à incompetência administrativa, que na seqüência de entraves enfrentados pelas PMEs (falta de clientes, de crédito, forte concorrência) acaba por culminar no esquecimento do planejamento estratégico. - Falta de planejamento As pequenas empresas, freqüentemente não possuem afirmações escritas e formais de estratégia ou se possuem estão em termos muitos gerais. A tendência das pequenas empresas é esquivar-se do planejamento, já que isto implica na manipulação de incertezas sobre as quais o gestor, geralmente o proprietário, possui pouco ou nenhum controle. (Schindehutte apud Julio Cezar da Silva Cimino, 2004, p. 54) (30). Na pesquisa 10 ANOS DE MONITORAMENTO E MORTALIDADE DAS EMPRESAS, 2008, SEBRAE, São Paulo se compara dois casos: um de fracasso e outro de sucesso. No caso de sucesso, evidencia-se uma visão empreendedora, pois, o empreendedor identificou uma demanda em uma determinada área geográfica, vontade de aumentar a renda, fez curso de planejamento e gestão empresarial, buscou

14 15 racionalizar impostos (cadastro no SIMPLES federal e estadual), manteve-se atualizado através de palestras e cursos, fez bom uso da propaganda e almeja expandir o negócio. Entre as empresas que encerraram as atividades, há um reconhecimento de que a falta de planejamento prévio contribuiu para a falência. Por conta disto, há duas sugestões que se apresentam na pesquisa 10 ANOS DE MONITORAMENTO E MORTALIDADE DAS EMPRESAS, 2008, SEBRAE, São Paulo. Sugere-se, assim, que se aumente o prazo da elaboração do planejamento de sete meses para doze meses e que no levantamento de informações, chamado de espinha dorsal do plano de negócios, contenha os seguintes itens: a) condições dos fornecedores; b) número de clientes e hábitos de consumo; c) qualificação da mão de obra; d) aspectos legais do negócio; e) localização; f) valor do investimento; g) número de concorrentes. O desemprego é tido como uma constante que barra o crescimento de um novo negócio, pois, a pessoa desempregada encontra-se numa situação de desespero tendo uma necessidade elevada de gerar sustento e isto pode ofuscar um planejamento mais robusto. Assim sendo, faz-se fundamental entender o que é pró-atividade e o seu papel no planejamento de um negócio. Participar de reuniões organizadas por entidades, parceria com outras empresas, vendas para o governo são itens que estão contemplados na pró-atividade. Em conjunto, esta pró-atividade melhora o perfil do empreendedor e em função disso, a mortalidade tende a cair. Isto, é claro, não desconsidera o comportamento do empreendedor, também largamente discutido pelos trabalhos, que aponta para: Crença na sua capacidade; Busca de objetivos, ser persistente;

15 16 Busca de qualidade e eficiência; Contato com clientes e parceiros; Sacrifício pessoal em prol dos objetivos a serem atingidos; Planejamento e monitoração de cada etapa; Busca intensa de informações; Estabelecimento de objetivos e metas; e Se antecipar aos fatos. Todavia, segundo o autor Julio Cezar da Silva Cimino (2004), o Balanced Scorecard (BSC) é um grande passo rumo à profissionalização das pequenas empresas, mas: Um impasse comum para implementação de um BSC é que as pequenas empresas não possuem visão, missão ou estratégias bem definidas o que lhes impossibilita saber seu direcionamento no mercado, a posição real que ocupam e, até mesmo, o grau de comprometimento dos integrantes da empresa com esse processo que depende incondicionalmente do comportamento dos participantes a fim de que haja a compreensão dos mesmos sobre sua participação para a obtenção de resultados e benefícios finais (Cimino, 2004, p. 60) (18). Segundo Flávia Castro (2006) os empreendimentos surgidos no Brasil basicamente derivam ou da oportunidade de colocar em prática todo o conhecimento técnico sobre produto ou processo, ou da idéia de possuir independência funcional (não ter patrão, nem horários a cumprir, ter sobra de recursos financeiros e/ou ser a única alternativa frente ao grande volume de desemprego) (22). O primeiro aspecto, segundo a autora, pode ser considerado como um insight (visão) de que possuindo conhecimento sobre determinado produto e /ou serviço, a pessoa busca abrir uma empresa. O segundo aspecto, e não menos relevante, é a independência ou liberdade proporcionada, em parte, por ser dono do seu negócio. Não há patrão para determinar horários e cumprir tarefas. Para finalizar, vale dizer que, com a elevada taxa de desemprego, pessoas são lançadas ao mercado para buscarem sustento abrindo um negócio.

16 17 Embora ressaltando os aspectos levantados que impulsionam pessoas a abrir negócios, falta analisar outros aspectos concernentes ao empreendimento. De acordo com o SEBRAE, são eles: Plano de Negócio; Planejamento; Ajuda do SEBRAE e/ou consultorias; Acesso ao crédito; e Legalização do negócio. - Problemas Pessoais Pela primeira vez na pesquisa 10 ANOS DE MONITORAMENTO E MORTALIDADE DAS EMPRESAS, 2008, SEBRAE, São Paulo é apontado que problemas pessoais interferem, ainda que minimamente, para o sucesso ou não dos novos empreendedores. O mesmo estudo elenca como problemas pessoais: problemas de saúde, problemas particulares, problemas com os sócios, sucessão empresarial e criminalidade, como fatores que podem dificultar a manutenção de uma empresa. Contudo, neste aspecto, salienta-se a importância de um maior profissionalismo por parte dos empreendedores e separação da vida pessoal dos negócios. - Falta de Clientes Os proprietários de firmas falidas identificam a falta de clientes como principal motivo para o encerramento das atividades. Contudo, voltando então ao estudo, verificamos que outros fatores, além dos citados acima, podem contribuir para o insucesso. São eles:

17 18 Problemas com os sócios: divergências de opiniões que podem gerar brigas e, por fim, o rompimento da sociedade; Problemas legais, caracterizado pela regularização do negócio junto à prefeitura, junta comercial, obtenção de alvará de funcionamento, inscrição do CNPJ na Receita federal; Carga tributária: excesso de impostos, tais como, Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Contribuição sobre Lucro Liquido (CSLL), Programa de Integração Social (PIS-PASEP), Contribuição para Fins Sociais (COFINS) e Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Produtos (ICMS) estadual e o Imposto sobre Serviços (ISS) municipal, além de impostos patronal do Sistema S (SESI, SENAI, SENAC e outros); Falta de lucro: como não há clientes, não há receita para cobrir custos, muito menos para gerar lucro; Forte concorrência, fazendo com que o marketing adquira um papel no aperfeiçoamento de produtos e propaganda, embora alguns micros empreendedores não recorram aos meios formais de publicidade com o argumento de que o investimento não trazer retorno que o justifique. Conclui-se que o fechamento de novos negócios se dá por uma conjugação de fatores e não apenas um fator isolado. Esses fatores podem indicar o estágio final do empreendimento e não necessariamente as efetivas causas do fechamento. É inegável que existe sim uma política para os pequenos negócios. Isto se evidencia em órgãos de apoio como o SEBRAE e na melhora da oferta de crédito e promulgação da Lei Geral das Micro e Pequenas empresas. Contudo, falta um maior acesso dos empreendedores a este cenário, seja por falta de iniciativa do governo ou desconhecimento de informações, corroborando a existir uma assimetria de informações entre aqueles que pretendem abrir um negócio e o seu nível de informação uns possuem pouca ou nenhuma orientação.

18 19 O livro Criação de Novos Negócios dos autores Takeshy Tachizama e Marília de Sant Anna Faria citam, com freqüência, pessoas que recorrem ao SEBRAE dizendo: Quero abrir um negócio. Eu entro com a idéia e o trabalho e o SEBRAE patrocina. Este sujeito não sabe qual é o papel do SEBRAE (23). O impacto que o fechamento de uma empresa representa para o país é enorme, assim como para as pessoas que foram afetadas por este problema. Depressão, frustração e raiva são sentimentos comuns que acometem, principalmente, os empreendedores falidos. Contudo, mesmo tendo suas empresas fechadas, segundo o estudo FATORES CONDICIONANTES E TAXAS DE SOBREVIVÊNCIA E MORTALIDADE NO BRASIL, 2007, Brasília, SEBRAE, 56, há um percentual considerável de empresários que abrem novas empresas, o que evidencia a persistência louvável de enfrentar os problemas se aprimorando em termos de gerenciamento empresarial e logística operacional. Segundo a pesquisa FATORES CONDICIONANTES E TAXAS DE SOBREVIVÊNCIA E MORTALIDADE NO BRASIL, 2007, Brasília, SEBRAE, 56, os empresários acabam por buscar apoio do SEBRAE para, enfim, prosperarem em um novo empreendimento, alavancando, assim a economia, com a geração de emprego e renda. Flávia Castro (2006) faz menção ao enorme índice de fracasso (mortalidade) e questiona: Porque o sucesso de poucos? A resposta é dada a seguir:... o fato que impulsionam os empreendedores a abrir um negócio ainda é a realização de um sonho. Mas, no momento em que as portas desse negócio se abrem e que os problemas começam a surgir: a burocracia, a legislação intensa, a falta de identificação de oportunidades e muitas vezes o desconhecimento de fatores externos ligados ao tipo de negócio, levam muito deles a fracassarem (Castro 2006, p. 3) (22). Então, é de suma importância, para aqueles que entram no mundo dos pequenos negócios, o conhecimento elevado do ramo no qual pretende se lançar. Isto pode ser obtido com leitura de jornais ou revistas econômicas, participação em palestras organizadas por associações de classe e troca de informações com outros postulantes a abertura de pequenos negócios.

19 20 Deve haver comprometimento por parte do novo empreendedor e apoio mútuo entre eles. O lema é: a união faz a força. - Valores Pessoais Empreendedores buscam a realização de um sonho. Segundo Dolabela apud Cimadon, Ruppenthal e Manfrói (2007 p. 2) sonhar e buscar a realização de um sonho são partes fundamentais do conceito de empreendedor (28). Em relação à busca deste sonho, seja ele ser dono do próprio negócio, ausência de chefes e normas de trabalho, realização profissional e/ou financeira, deve se alinhar este sonho com seus valores, características, entendimento do mundo que o cerca, etc. Dolabela apud Cimadon, Ruppenthal e Manfrói (2007 p. 2) afirma que o sonho do empreendedor deve estar relacionado a elementos estruturantes. Ou seja, deve adequar-se a características, preferências, hábitos e habilidades do sonhador, isto é, ser congruente com o sistema de valores e a forma de ser de quem sonha (28). Para Fillion apud Cimadon, Ruppenthal e Manfrói (2007) visão é:... como imagem, projetada no futuro do lugar que o empreendedor deseja que seu produto venha a ocupar no mercado. E, também, uma imagem do tipo de empresa necessária para alcançar esse objetivo. Em suma visão refere-se a onde o empreendedor deseja conduzir seu empreendimento. (Cimadon, Ruppenthal e Manfrói, 2007, p. 2) (25). Da definição de visão de Fillion, deriva-se a Teoria Visionária, segundo o qual as pessoas motivadas a abrir um negócio vão criando, baseadas na sua experiência, idéias de produtos. Tais idéias, a princípio emergem de estado bruto e refletem uma vontade ainda não bem definida (25). Já existe certo consenso entre estudiosos do empreendedorismo se uma pessoa possui ou não características de empreendedor. O que resta é saber qual é o mecanismo de gatilho dessas características. Dolabela e Fillion apud Cimadon, Ruppenthal e Manfrói (2007) corroboram com a teoria da utilização que diz:

20 21...dos tais comportamentos não se deve apenas ao conhecimento e à capacidade de identificar e utilizar racionalmente os comportamentos empreendedores, mas também e, em grande parte, à influência do meio e das características em que essas pessoas estão atuando. (Cimadon, Ruppenthal e Manfrói, 2007, p. 3) (29). Ora, é nítido que o ambiente influencia empreendedores e que este mesmo ambiente poderia ser apropriado ou não ao início de um negócio e seu subseqüente crescimento. Voltando a questão da visão levantada por Fillion apud Cimadon, Ruppenthal e Manfrói (2007, p. 3), este identifica três categorias de visões: emergentes, central e complementares, sendo que estas visões estão em constante estado de reação de forma intensa e constante. Ele afirma: para evoluir de uma categoria para outra, o empreendedor precisa de um alto nível de articulação pessoal, coerência e tenacidade, todos eles importantes para o sucesso ou fracasso da estratégia (26). A visão emergente é, segundo Fillion apud Cimadon, Ruppenthal e Manfrói (2007), formada em torno de idéias e conceitos de produtos e /ou serviços imaginados pelo empreendedor. Essas visões formam um grupo de possibilidades de negócios, deste grupo o empreendedor selecionará um produto ou serviço ao qual dedicará maior atenção e estudo (26). Da visão emergente, chega-se a visão central. Este se transformará no esqueleto sobre o qual a visão central é construída (26). Ou seja, a visão central é resultante de uma ou várias visões emergentes. Esta visão divide-se em externa e interna. A externa permite projetar no futuro o lugar que se pretende ocupar com o produto ou serviço no mercado enquanto que a interna diz respeito ao tipo de organização da qual se necessita para ocupá-lo. Para o sucesso da visão central, deve haver visões complementares, que constituem numa série de atividades de apoio ao desenvolvimento da visão central. Para que a visão do empreendimento se concretize, deve-se: Canalizar as energias numa direção particular; Concentra-se num determinado campo de atividade e num determinado lugar; Adquirir experiência e conhecimento no assunto;

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