EXTRANETS DE PROJETO: LIMITAÇÕES E NECESSIDADES DE AVANÇO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EXTRANETS DE PROJETO: LIMITAÇÕES E NECESSIDADES DE AVANÇO"

Transcrição

1 IV WBGPPCE 2004 Workshop Brasileiro de Gestão do Processo de Projeto na Construção de Edifícios EXTRANETS DE PROJETO: LIMITAÇÕES E NECESSIDADES DE AVANÇO MANZIONE, Leonardo, Eng. Civil, Mestrando Escola Politécnica da USP, depto. de Construção Civil, Avenida Prof. Almeida Prado, trav. 2, n o 83 - CEP São Paulo SP, MELHADO, Silvio, Prof. Dr. Professor Associado, Escola Politécnica da USP, depto. de Construção Civil, Avenida Prof. Almeida Prado, trav. 2, n o 83 - CEP São Paulo SP, RESUMO A Construção Civil vem adotando nos últimos anos de forma crescente, o uso de Extranets de projeto. A complexidade dos projetos tem exigido o concurso de equipes com cada vez mais especialistas além da necessidade de uma Coordenação de Projetos. Cada projeto envolve por um curto período de tempo, muitas disciplinas colaborando entre si. O fluxo de informações é crescente e surge a necessidade de tecnologias que permitam a integração e a organização destas informações que muitas vezes são incompletas, fragmentadas ou inconsistentes. As Extranets vem tendo uso crescente nos últimos anos nos ambientes de projeto e se estima que terão seu uso cada vez mais ampliado para as outras etapas da vida de um empreendimento e irão envolver cada vez mais profissionais diferentes dentro ou fora das empresas. O objetivo deste artigo é mostrar, a partir de um estudo de caso, alguns problemas que vem sendo encontrados na implementação de Extranets em empreendimentos residenciais com equipes interdisciplinares. São detectados problemas com origem na limitação da ferramenta ou na inadequação de práticas de trabalho por equipes de projeto. Ao final, são propostas algumas diretrizes para a superação destas barreiras. PALAVRAS-CHAVES Extranets, projeto, coordenação. 1. INTRODUÇÃO O crescimento do uso das Extranets de projeto vem sendo acompanhado por problemas relacionados ao gerenciamento do fluxo das informações cada vez mais complexas nos projetos. O estudo procura pesquisar causas de problemas originadas em: limitações dos modelos adotados no projeto das ferramentas eletrônicas; dificuldades das empresas em lidar com a Tecnologia de Informação; barreiras nas empresas para o trabalho cooperativo. É feita uma revisão de conceitos sobre o tema procurando estabelecer um referencial teórico e é apresentado um estudo de caso envolvendo a implementação de uma Extranet em um projeto residencial de alto padrão. Ao final serão tabulados resultados do estudo sob a ótica dos usuários projetistas e da coordenação do projeto se buscando estabelecer algumas diretrizes para a superação dos limites atuais. 2. CONCEITO DE EXTRANET Segundo SOIBELMAN (2000), uma Extranet (ou extended Internet) pode ser definida como uma rede de computadores que usa a tecnologia da Internet para conectar empresas com seus fornecedores, clientes e outras empresas que compartilham objetivos comuns. A comunicação no projeto se desenvolve na Extranet através de e_mails ou transferência de arquivos e as possibilidades de acesso para cada membro são individualizadas e controladas.

2 Ainda segundo este autor, a Extranet fica conectada a um sistema gerenciador de banco de dados com a função de gerenciar toda a informação a ser processada na execução do empreendimento. A complexidade da implementação de Extranets vem pelo que fato que além de suprir as necessidades técnicas de arquivamento e gestão de documentos eletrônicos elas são também suporte para processos interorganizacionais. 3. NATUREZA DAS DEMANDAS REQUERIDAS E A ADEQUAÇÃO DAS FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO As ferramentas de Extranet precisam atender simultaneamente a requisitos de COMUNICAÇÃO, E GESTÃO DE PROCESSOS. ISATTO (2004) comenta que elas devem reunir tanto características que favoreçam ao trabalho cooperativo, como também apoiem a gestão de tais processos, proporcionando a coordenação das ações de seus membros. As aplicações de apoio à gestão de processos podem ser analisadas pelo grau de estruturação do processo envolvido e pela ênfase, se na informação ou no processo. (ISATTO, 2004). As ferramentas atuais se caracterizam como repositórios de documentos eletrônicos, isto é, são centradas no armazenamento da informação e possuem poucos atributos que facilitem a gestão de processos não repetitivos e semi-estruturados como o de Projeto. A bibliografia consultada aponta para uma demanda de sistemas com características para atender a um workflow adaptativo, isto é, tenham flexibilidade para lidar com processos semi-estruturados e permitam também o controle da informação. SOIBELMAN (2000) faz sérias críticas à forma como estas aplicações foram concebidas, baseadas na automação de processos manuais já existentes para a troca de informações entre membros de um empreendimento, com o auxílio da Internet. Este autor afirma que o potencial de utilização destas aplicações está extremamente limitado e constata que a maioria dos problemas ocorridos está relacionados com os seguintes fatores: a. falta de adequação da ferramenta ao caráter interorganizacional na troca de informação; b. ausência de tecnologias eficientes para indexação e busca de informações; c. não utilização de modelos eficientes para armazenamento e distribuição da informação. 3.1 Interfaces na Comunicação As interfaces nas comunicações dentro de um ambiente de projeto, podem segundo ANUMBA et al. (1997) ser classificadas em três modos distintos: a. pessoa para pessoa b. pessoa para computador c. computador para - computador Estes autores relacionam também as naturezas destas interfaces de comunicação: a. intra ou interdisciplinares entre ferramentas eletrônicas; b. entre cada membro do projeto e sua própria ferramenta de projeto; c. entre os membros da equipe do projeto; d. entre cada disciplina e o modelo comum de projeto; e. através dos diferentes estágios do ciclo de vida do produto; f. entre a equipe de projeto e terceiros. 4. ESTUDO DE CASO O caso estudado é o de um empreendimento residencial, com m² de área construída, caracterizado como um condomínio horizontal com quatro casas de alto luxo, em bairro nobre da cidade de São Paulo. 2

3 Neste empreendimento atuam duas empresas em sociedade. Empresa A A empresa A é Incorporadora e Construtora, de fundação recente e desenvolve empreendimentos para diferentes nichos de mercado: desde alto padrão (o caso estudado), empreendimentos habitacionais em alvenaria estrutural até obras comerciais de terceiros como restaurantes e agências de veículos. A empresa não possui setores técnicos específicos para cuidar de projetos, e adota uma estrutura tradicional, bastante hierarquizada, concentrando todas as atribuições tanto de natureza operacional como de natureza técnica na figura do Coordenador de Obras. Este agente acaba assumindo responsabilidades sem o devido preparo técnico e sem suporte de estrutura organizacional, tendo uma atuação bastante reativa e cheia de improvisos, mais conhecida na prática como apagador de incêndios. A percepção da importância do Projeto é recente para a empresa A e foi motivada por sérios problemas de falta de compatibilidade de projetos ocorridos em empreendimento similar, que motivaram a contratação de uma coordenação terceirizada. A empresa desconhecia também a figura do Coordenador de Projetos. Portanto a cultura quanto ao processo de projeto é bastante recente e ainda está em formação dentro da empresa. O empreendimento possui também um sócio, uma outra empresa de Incorporações. Empresa B A empresa B é bastante experiente como Incorporadora no mercado de São Paulo. Ela tem uma atuação focada exclusivamente nos aspectos de aparência do produto o que dificulta o desenvolvimento dos aspectos construtivos do projeto. Esta empresa já tinha experiência com o desenvolvimento e coordenação de projeto. Porém a cultura quanto ao uso da tecnologia de informação é muito pequena, o que dificultou o uso da comunicação eletrônica com este agente, mais acostumado às formas tradicionais como telefone e fax. As características e a sofisticação do produto aliadas às necessidades técnicas requereram o concurso de treze empresas além de um coordenador do projeto. A pesquisa para este estudo de caso, foi feita a partir de um questionário distribuído entre os integrantes da equipe de projeto. Além disto, existem observações da vivência do autor, que participou do empreendimento como Coordenador do Projeto. A tabela 1 abaixo relaciona os agentes envolvidos, o uso de terceirização e tempo de uso de Extranets. Tabela 1 Caracterização dos Agentes Especialidade Atua com terceirizados: Sim (S), Não (N) Tempo de uso do sistema: Primeiro uso (P), < 1 ano ou < 1 ano Arquitetura criação 1 S P Arquitetura desenvolvimento 2 S P Estrutura N >1 Fundações S >1 Hidráulica N <1 1 O arquiteto deste projeto somente cuidou da criação e se envolvia pouco com os problemas originados na concepção, que eram delegados à equipe de desenvolvimento. 2 A equipe de desenvolvimento cuidou da produção dos desenhos, porém tinha baixa qualificação técnica para dar solução aos problemas originados na concepção. 3

4 Elétrica N <1 Ar condicionado S P Aspiração N <1 Automação N P Segurança N <1 Impermeabilização N >1 Telhado N P Caixilhos N >1 Coordenação do Projeto N >1 Construtor n.a. P Incorporador n.a. P Considerações quanto à ferramenta sob o ponto de vista dos USUÁRIOS Os seguintes aspectos foram abordados no questionário e abaixo se relaciona as principais conclusões sob o ponto de vista dos usuários: Tabela 2: Considerações de aspecto geral CONSIDERAÇÕES DE ASPECTO GERAL Dificuldades na implantação Etapas do projeto onde a ferramenta é utilizada A maioria das empresas apontou como dificuldade principal a cultura organizacional existente e em segundo lugar dificuldade com a interface da ferramenta. A ferramenta é utilizada em todas as etapas do processo com exceção das etapas de criação e desenhos de vendas. O ponto negativo é a falta de conhecimento prévio da equipe do material de vendas o que pode ser causa potencial de problemas futuros com os clientes finais. Modalidade de acesso a Internet Operação do sistema Com exceção da empresa de ar condicionado que utiliza acesso discado, todas as empresas se utilizam de acesso por banda larga. Na maioria dos casos a operação do sistema é feita por pessoa não especializada (secretárias) ou sem responsabilidade no projeto (estagiários). O modelo predominante é centralizado, embora a maioria dos escritórios trabalhe em rede, uma só pessoa fica encarregada de baixar e enviar arquivos e receber ou 4

5 enviar mensagens. Uso do sistema pelo titular do escritório de projeto Terceirização Tráfego e armazenagem O titular do escritório de projetos na maioria dos casos não utiliza o sistema e em alguns casos não utiliza o computador para as atividades de projeto sendo necessária a intermediação de cadistas (profissionais que surgiram em substituição aos antigos desenhistas de prancheta numa alusão que o CAD em muitos casos é utilizado apenas como prancheta eletrônica ). No caso das empresas que terceirizam serviços de desenho, os terceirizados não possuem senhas para acesso ao sistema o que deve gerar comunicações paralelas para envio de arquivos por e mail e sem o controle de versões e revisões proporcionado pelo sistema. Sem exceções, a confiabilidade no tráfego e na armazenagem das informações é bastante elevada. Tabela 3: aspectos positivos ASPECTOS POSITIVOS RELATADOS Agilidade Tempo de desenvolvimento do projeto Diminuição de erros Integração com a Coordenação Rastreabilidade dos arquivos Controle de gastos com cópias Em todos os casos pesquisados, houve reconhecimento de aumento parcial na agilidade do processo. Na maioria dos casos houve reconhecimento de pequena melhora no tempo total de desenvolvimento do projeto. Houve percepção de redução de erros de projeto em função de um melhor controle de versões dos arquivos. A integração entre a coordenação e a equipe teve aumento com o uso da ferramenta. Melhora grande neste item. O sistema permite a identificação dos solicitantes, em todos os casos foi informada redução da quantidade de cópias. Tabela 4: aspectos negativos ASPECTOS NEGATIVOS RELATADOS Volume de informação gerada no processo Muitas empresas reclamaram do volume excessivo de informações causadas pela notificação do cadastro de arquivos de terceiros. 5

6 Percepção da ferramenta: armazenagem de arquivos e/ou gestão do processo. Suporte técnico e treinamento A maioria das empresas reconheceu a competência e a segurança da ferramenta como repositório de arquivos, o uso da ferramenta para apoio a gestão não foi percebida. A maioria das empresas achou o suporte técnico satisfatório, algumas reclamaram da interface e da ausência de mecanismos de help mais fáceis. 4.2 Considerações quanto à ferramenta sob o ponto de vista da COORDENAÇÃO Tabela 5: aspectos negativos, ponto de vista da coordenação ASPECTOS NEGATIVOS RELATADOS Comunicações paralelas Cadastro de trabalhos em andamento Uso de programas anti spam Dificuldade de comunicação com os titulares dos escritórios Ausência de mecanismos de busca e indexação na ferramenta Ausência de mecanismos para verificação da integridade dos arquivos Deficiências no controle de revisões A coordenação detectou durante o trabalho a existência de dois canais de comunicação: o oficial e formal via sistema e o não oficial e informal via telefone, fax, e_mail. Este aspecto se extende também ao cliente. Mesmo com a possibilidade de bloqueio dos arquivos para uso de terceiros, houve grande resistência em cadastrar arquivos de trabalhos em andamento para evitar o acesso da coordenação a estes trabalhos. Uma das empresas utiliza anti spam e relatou dificuldades em configurá-lo para permitir acesso das mensagens do sistema, como conseqüência houve necessidade de intervenção da coordenação via telefone para orientações. Como os mesmo acessam o sistema indiretamente, via secretária, as comunicações entre a coordenação e projetistas quando necessitavam de respostas rápidas, precisaram ser feitas por telefone. A ferramenta de busca existente permite apenas listar arquivos, no máximo é possível se pesquisar por palavra chave. O refinamento da pesquisa para aspectos relativos a conteúdos, comentários é comprometido. Existiram algumas queixas de arquivos cadastrados corrompidos e que precisaram ser substituídos. Caso a ferramenta fizesse esta verificação estes problemas seriam evitados. O sistema permite que o mesmo arquivo seja cadastrado com o mesmo nome e número de revisão por mais de uma vez pelo autor. Embora o sistema alerte a coordenação disto, o que exigirá ações diretas, o autor do projeto poderá cadastrar um arquivo e posteriormente efetuar revisões cadastrando-o 6

7 novamente com o mesmo número de revisão. Dificuldade em estabelecer com a equipe o uso da pasta de Markup Embora a ferramenta contemple uma pasta específica para a armazenagem de arquivos de Markup, a totalidade das empresas não conhecia o uso desta ferramenta do CAD o que dificultou bastante o registro de comentários sobre os arquivos. A ferramenta não tem mecanismos para detectar o conteúdo dos arquivos. Mecanismos de auditoria fracos Ausência de visualizadores Desta maneira a detecção da revisões de arquivos se torna manual e dependente da informação vir do projetista. O nome original do arquivo pode ser alterado no cadastro: desta maneira podem ocorrer múltiplos cadastros de um mesmo arquivo além de cadastros de arquivos com o conteúdo trocado. O sistema não permite auditoria de conteúdos nem da natureza das revisões. A ferramenta em estudo não possuem visualizadores do conteúdo ( viewers ), o motivo alegado pelo proprietário do sistema está na lentidão destas ferramentas no ambiente da Web. A ferramenta não auxilia no controle do prazo do projeto A ferramenta não auxilia na estruturação do processo do projeto Interface Por ser um processo semi-estruturado, o projeto irá requerer caso por caso um estudo dos problemas técnicos e um planejamento prévio do fluxo das atividades. A ferramenta não auxilia na estruturação e estudo deste fluxo, sendo necessárias outras ferramentas auxiliares. A interface é memorizada após o uso freqüente, embora seja não seja amigável e tenha muitas funções escondidas. A elaboração de relatórios customizados é difícil exige o uso de linguagem codificada. A visualização da estrutura dos diretórios de arquivos não tem analogia com a utilizada no Windows o que dificulta bastante o conhecimento geral do conteúdo. Tabela 6: aspectos positivos: ponto de vista da coordenação ASPECTOS POSITIVOS RELATADOS É possível se controlar a conclusão das etapas sob a responsabilidade de cada projetista a partir da data de registro do cadastramento dos arquivos 7

8 Regras para nomenclatura de arquivos Datas de inserção de documentos não podem ser alteradas Os arquivos cadastrados não podem ser deletados Liberação de cópias com versões controladas É diminuída a necessidade de armazenagem de arquivos em disco É possível a criação de máscaras com regras para o nome dos arquivos o que auxilia na identificação do conteúdo. Embora o conteúdo possa sofrer modificação e mesmo assim o nome do arquivo possa ser mantido, as datas de inserção não podem ser alteradas o que facilita o controle das ações. Somente a coordenação tem essa permissão, o que possibilita a rastreabilidade e o histórico das versões dos arquivos. O sistema é bastante eficaz e permite o controle de cópias enviadas para a obra ou fornecedores. Como os arquivos ficam armazenados no servidor Web, não existe necessidade de espaço em disco para armazenagem de arquivos durante a fase de projeto nem a necessidade de backups periódicos. Garantia de acesso ao arquivo na mais recente versão A coordenação consegue acompanhar quando as mudanças ocorrem e assim monitora a evolução do projeto 5. CONCLUSÕES O estudo procurou pesquisar as principais limitações e necessidades de avanço no uso de Extranets. O presente artigo está limitado a apenas um estudo de caso e a uma única ferramenta, porém as evidências apontam para a necessidade de mais estudos, abrangendo outros casos, outras estruturas organizacionais envolvidas e explorando outros segmentos de mercado. Além disso, as ferramentas estão em constante evolução, além do surgimento de novas, o que indica a necessidade de estudos comparativos entre ferramentas. Estudos interessantes também podem ser feitos com equipes atuando em lugares geograficamente distantes. Nestes casos também se recomendariam estudos sobre a utilização de softwares de comunicação em tempo real como o Microsoft Messenger ou o uso de Vídeo Conferências. A utilização de Extranets é relativamente recente na construção civil e o seu desenvolvimento e superação de barreiras está diretamente associado com o amadurecimento do setor, o reconhecimento cada vez mais crescente da necessidade da Coordenação de Projetos e a evolução da cultura do uso da tecnologia da informação. Estas evidências detectadas no presente artigo podem se constituir em algumas diretrizes para os seguintes agentes: FERRAMENTA (desenvolvedores de softwares) Mudança de paradigma, a ferramenta deve deixar de apenas automatizar processos manuais e passar a gerenciar o conteúdo e a estruturar o processo do projeto. Desta forma, estas ferramentas deixarão gradativamente a condição de repositórios de arquivos para transformarem-se em sistemas inteligentes, de workflow adaptativo mais adequadas às características de processos semi-estruturados como o de projeto. Procurar browsers e plug-ins mais amigáveis para o usuário e possibilitar o trabalho off-line. 8

9 Implementação de maiores recursos na ferramenta que permitam o reconhecimento do conteúdo e consequentemente auxiliem no processo de revisões e na criação de um verdadeiro banco de dados do projeto. USUÁRIOS Necessidade da superação de barreiras e busca por um trabalho menos hierarquizado e mais colaborativo. As empresas de projeto deverão investir mais no treinamento de seus funcionários visando a superação das barreiras de conhecimento que impedem a plena utilização das ferramentas e da tecnologia da informação. Necessidade do desenvolvimento de trabalhos mais integrados e coordenados. Modelagem cada vez mais eficiente dos processos de projeto por parte dos coordenadores e gerentes do processo de projeto possibilitando identificar com maior precisão as parcelas de trabalho de cada projetista e o timing correto de sua inserção no projeto. Aproximação dos titulares dos escritórios às ferramentas computacionais e ao uso da comunicação eletrônica, buscando formas de comunicação mais eficientes além das tradicionais como reuniões e telefone. Os agentes que patrocinam o processo devem procurar incentivar o uso das Extranets pois a utilização crescente trará como conseqüência a maior conscientização dos usuários, o aumento de seu nível de exigência e a conseqüente busca de melhorias por parte dos desenvolvedores. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANUMBA, C. J.; BARON, G.; EVBUOMWAN, N.F.O. Communications issues in concurrent life-cycle design and construction. B.T. Technology Journal. Vol.15, No. 1, Janeiro ISATTO, Eduardo L.; FORMOSO, Carlos T.. A implementação e administração de extranets em empreendimentos complexos de construção.in: ENTAC, 10 o, São Paulo, SP, Anais. Artigo técnico. SOIBELMAN, Lucio; CALDAS, Carlos H.S.. O uso de extranets no gerenciamento de projetos : o exemplo norte americano. In: ENTAC, 8º, Salvador, Anais. Artigo técnico. 9

O e-docs foi testado e homologado pela Microsoft via certificadora internacional Verisign.

O e-docs foi testado e homologado pela Microsoft via certificadora internacional Verisign. O e-docs Uma ferramenta com interface intuitiva, simples e dinâmica para você que necessita: Centralizar e estruturar o conhecimento corporativo. Manter a flexibilidade necessária para a colaboração. Permite

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DAS EMPRESAS DE PROJETO DE ARQUITETURA

QUALIFICAÇÃO DAS EMPRESAS DE PROJETO DE ARQUITETURA QUALIFICAÇÃO DAS EMPRESAS DE PROJETO DE ARQUITETURA Silvio Burrattino MELHADO Engenheiro Civil, Professor da Escola Politécnica da USP. Av. Prof. Almeida Prado, travessa 2, n 271, CEP 05508-900 São Paulo

Leia mais

EXTRANETS DE PROJETO: SITUAÇÃO ATUAL E NECESSIDADES DE EVOLUÇÃO

EXTRANETS DE PROJETO: SITUAÇÃO ATUAL E NECESSIDADES DE EVOLUÇÃO São Paulo, 7 e 8 de Abril de 2005. EXTRANETS DE PROJETO: SITUAÇÃO ATUAL E NECESSIDADES DE EVOLUÇÃO MANZIONE, LEONARDO. (1); MELHADO, SILVIO B. (2) 1. EngenheiroCivil / Mestrando Escola Politécnica da USP.

Leia mais

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE Pág.: 1 de 6 1. OBJETIVO Realizar o gerenciamento dos projetos desde o seu planejamento, desenvolvimento, recebimento, análise crítica, controle e distribuição nas obras. 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Manual

Leia mais

gestão eletrônica do sistema da qualidade: uma ferramenta para o Coordenador da Qualidade A gestão eletrônica QUALIDADE QUALIDADE PROJETOS SAC

gestão eletrônica do sistema da qualidade: uma ferramenta para o Coordenador da Qualidade A gestão eletrônica QUALIDADE QUALIDADE PROJETOS SAC TECNOLOGIA WEB QUALIDADE SAC 1 QUALIDADE A gestão eletrônica gestão eletrônica do sistema da qualidade: uma ferramenta para o Coordenador da 2 1 Apresentação do Sistema O AUTODOC é um software para Web

Leia mais

COORDENAÇÃO DE PROJETOS - ESTUDO COMPARATIVO ENTRE PROCEDIMENTOS DE GERÊNCIA DE DOCUMENTOS: SISTEMA CONVENCIONAL X SISTEMA EXTRANET

COORDENAÇÃO DE PROJETOS - ESTUDO COMPARATIVO ENTRE PROCEDIMENTOS DE GERÊNCIA DE DOCUMENTOS: SISTEMA CONVENCIONAL X SISTEMA EXTRANET COORDENAÇÃO DE PROJETOS - ESTUDO COMPARATIVO ENTRE PROCEDIMENTOS DE GERÊNCIA DE DOCUMENTOS: SISTEMA CONVENCIONAL X SISTEMA EXTRANET Rosana PICORAL M.Sc. PROPAR/UFRGS, Arq., Prof. da FAU/PUCRS e FENG/PUCRS.

Leia mais

A plataforma online mais completa e funcional para Gestão de Projetos e Obras no setor da Arquitetura, Engenharia e Construção.

A plataforma online mais completa e funcional para Gestão de Projetos e Obras no setor da Arquitetura, Engenharia e Construção. A plataforma online mais completa e funcional para Gestão de Projetos e Obras no setor da Arquitetura, Engenharia e Construção. Resolve os problemas de integração e comunicação entre as equipes de projeto

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Comunidades de Prática Grupos informais e interdisciplinares de pessoas unidas em torno de um interesse

Leia mais

Integração de Ferramentas de Apoio a Processos Outubro 2010 GUSTAVO VAZ NASCIMENTO

Integração de Ferramentas de Apoio a Processos Outubro 2010 GUSTAVO VAZ NASCIMENTO Integração de Ferramentas de Apoio a Processos Outubro 2010 GUSTAVO VAZ NASCIMENTO AGENDA AGENDA 1. Sobre a Shift 2. Integração de ferramentas de apoio 1. SCMBug Integração entre SCM Tools e ferramentas

Leia mais

CAMINHOS. PARA A GESTÃO PARA OS PROFISSIONAIS PARA A TECNOLOGIA

CAMINHOS. PARA A GESTÃO PARA OS PROFISSIONAIS PARA A TECNOLOGIA CAMINHOS. PARA A GESTÃO PARA OS PROFISSIONAIS PARA A TECNOLOGIA Alguns conceitos GESTÃO PROFISSIONAIS TECNOLOGIA 2D Gestão de Informação documental (digital 2D ou impressa) ESCRITORIO DE ARQUITETURA EMPRESA

Leia mais

Contrato de Serviço (SLA) para [Cliente] por [Provedor]

Contrato de Serviço (SLA) para [Cliente] por [Provedor] Contrato de Serviço (SLA) para [Cliente] por [Provedor] Data Gerador do documento: Gerente de Negociação: Versões Versão Data Revisão Autor Aprovação (Ao assinar abaixo, o cliente concorda com todos os

Leia mais

BRAlarmExpert. Software para Gerenciamento de Alarmes. BENEFÍCIOS obtidos com a utilização do BRAlarmExpert:

BRAlarmExpert. Software para Gerenciamento de Alarmes. BENEFÍCIOS obtidos com a utilização do BRAlarmExpert: BRAlarmExpert Software para Gerenciamento de Alarmes A TriSolutions conta com um produto diferenciado para gerenciamento de alarmes que é totalmente flexível e amigável. O software BRAlarmExpert é uma

Leia mais

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE Um estudo sobre os aspectos de desenvolvimento e distribuição do SIE Fernando Pires Barbosa¹, Equipe Técnica do SIE¹ ¹Centro de Processamento de Dados, Universidade Federal de Santa Maria fernando.barbosa@cpd.ufsm.br

Leia mais

Gestão de Armazenamento

Gestão de Armazenamento Gestão de Armazenamento 1. Introdução As organizações estão se deparando com o desafio de gerenciar com eficiência uma quantidade extraordinária de dados comerciais gerados por aplicativos e transações

Leia mais

Agenda. A Empresa História Visão Conceito dos produtos

Agenda. A Empresa História Visão Conceito dos produtos Agenda A Empresa História Visão Conceito dos produtos Produto Conceito Benefícios Vantagens: Criação Utilização Gestão Segurança Integração Mobilidade Clientes A empresa WF História Em 1998, uma ideia

Leia mais

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma

Leia mais

Na medida em que se cria um produto, o sistema de software, que será usado e mantido, nos aproximamos da engenharia.

Na medida em que se cria um produto, o sistema de software, que será usado e mantido, nos aproximamos da engenharia. 1 Introdução aos Sistemas de Informação 2002 Aula 4 - Desenvolvimento de software e seus paradigmas Paradigmas de Desenvolvimento de Software Pode-se considerar 3 tipos de paradigmas que norteiam a atividade

Leia mais

Net View & Panda ManagedOfficeProtection Mais que antivírus, solução em segurança.

Net View & Panda ManagedOfficeProtection Mais que antivírus, solução em segurança. Net View & Panda ManagedOfficeProtection Mais que antivírus, solução em segurança. Net View & Panda Managed Office Protection É fato, tanto pequenas e médias e grandes empresas enfrentam os mesmos riscos

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

Gestão eletrônica do cadastro de corretora de valores

Gestão eletrônica do cadastro de corretora de valores Gestão eletrônica do cadastro de corretora de valores 1. INTRODUÇÃO As corretoras de valores devem armazenar todos os documentos cadastrais de seus clientes para ter acesso a esse material quando necessário.

Leia mais

Eficiência na manutenção de dados mestres referentes a clientes, fornecedores, materiais e preços

Eficiência na manutenção de dados mestres referentes a clientes, fornecedores, materiais e preços da solução SAP SAP ERP SAP Data Maintenance for ERP by Vistex Objetivos Eficiência na manutenção de dados mestres referentes a clientes, fornecedores, materiais e preços Entregar a manutenção de dados

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Princípios da Teoria de Sistemas 1 Grupos diferentes dentro de uma organização necessitam

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Estudo de Viabilidade PGE: Plastic Gestor Empresarial Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Recife, janeiro de 2013 Sumário 1. Motivação... 1 2. Introdução: O Problema Indentificado... 2

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Sistemas de Informação Sistemas de Apoio às Operações Sistemas

Leia mais

Especificação Suplementar

Especificação Suplementar Especificação Suplementar Versão Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 29/10/2014 2.0 2.1 funcionalidade e segurança de M. Vinícius acesso 30/10/2014

Leia mais

O USO DE SOFTWARE PARA CONTROLE DE VERSÕES COMO FERRAMENTA DE APOIO À PRODUÇÃO DE MATERIAIS INSTRUCIONAIS DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - EaD

O USO DE SOFTWARE PARA CONTROLE DE VERSÕES COMO FERRAMENTA DE APOIO À PRODUÇÃO DE MATERIAIS INSTRUCIONAIS DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - EaD O USO DE SOFTWARE PARA CONTROLE DE VERSÕES COMO FERRAMENTA DE APOIO À PRODUÇÃO DE MATERIAIS INSTRUCIONAIS DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - EaD VITÓRIA ES 04 2010 José Mário Costa Junior Ifes - jcjunior@ifes.edu.br

Leia mais

Nome da Empresa Sistema digitalizado no almoxarifado do EMI

Nome da Empresa Sistema digitalizado no almoxarifado do EMI Nome da Empresa Documento Visão Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 23/02/2015 1.0 Início do projeto Anderson, Eduardo, Jessica, Sabrina, Samuel 25/02/2015 1.1 Correções Anderson e Eduardo

Leia mais

Integração de Projetos na Fase de Engenharia

Integração de Projetos na Fase de Engenharia 1 Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação MBA Gestão de Projetos Turma 19 20 de Dezembro 2014 Integração de Projetos na Fase de Engenharia Josie de Fátima Alves Almeida Engenheira Civil josiealmeida@bol.com.br

Leia mais

Lacerda e Franze obtém economia significativa em custos de impressão com ECM/GED da SML Brasil

Lacerda e Franze obtém economia significativa em custos de impressão com ECM/GED da SML Brasil lacerda e franze Escritório de Advocacia Lacerda e Franze obtém economia significativa em custos de impressão com ECM/GED da SML Brasil CLIENTE Lacerda e Franze Advogados Associados V I S Ã O G E R A L

Leia mais

Implementação de Teletrabalho por meio de equipes virtuais. Setembro/2006

Implementação de Teletrabalho por meio de equipes virtuais. Setembro/2006 Implementação de Teletrabalho por meio de equipes virtuais Setembro/2006 Objetivo Nesta apresentação vamos discutir o teletrabalho através de equipes virtuais, ou seja, como realizar trabalhos através

Leia mais

Tecnologia da Informação UNIDADE 3:Estrutura organizacional de TI

Tecnologia da Informação UNIDADE 3:Estrutura organizacional de TI Tecnologia da Informação UNIDADE 3:Estrutura organizacional de TI * A segurança da informação está relacionada com proteção de um conjunto de dados, no sentido de preservar o valor que possuem para a organização.

Leia mais

Gestão da comunicação para projetos na área da construção civil

Gestão da comunicação para projetos na área da construção civil Gestão da comunicação para projetos na área da construção civil Objetivo Desenvolver um mecanismo para gestão da comunicação entre os clientes e executores de projetos na área da construção civil. Objetivos

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais

Sistemas de Informações Gerenciais Sistemas de Informações Gerenciais Intranets, Extranets e a Internet Uma intranet Sites é uma na rede Internet interna a uma organização que utiliza tecnologias da Internet para fornecer um ambiente do

Leia mais

Unidade IV SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Prof. Daniel Arthur Gennari Junior

Unidade IV SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Prof. Daniel Arthur Gennari Junior Unidade IV SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Daniel Arthur Gennari Junior Sobre esta aula Sistema de informação nos negócios Sistemas de informação no apoio ao processo de tomada de decisão Sistemas colaborativos

Leia mais

Seu dia é mais inteligente

Seu dia é mais inteligente Seu dia é mais inteligente O 2007 Microsoft Office system é uma plataforma de soluções inteligentes para tarefas operacionais, estratégicas e organizacionais. O conjunto de aplicativos e servidores e a

Leia mais

Ref.: Política de uso de Internet e correio eletrônico

Ref.: Política de uso de Internet e correio eletrônico Ref.: Política de uso de Internet e correio eletrônico Introdução A PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL-CHILE, através de seu setor de Tecnologia da Informação, tem como objetivo o provimento de um serviço de qualidade,

Leia mais

Software de gerenciamento de trabalho

Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho GoalPost O software de gerenciamento de trabalho (LMS) GoalPost da Intelligrated fornece informações sob demanda para medir,

Leia mais

Contrato de Serviço (SLA) Para Hipermercados Extra Por Esperança_TI S.A

Contrato de Serviço (SLA) Para Hipermercados Extra Por Esperança_TI S.A Esperança_TI S.A S/A Contrato de Serviço (SLA) Para Hipermercados Extra Por Esperança_TI S.A 25/11/2014 Gerador do documento: Gerente de Negociação: Marcos Alves de Oliveira Marcos Antônio de Morais Aprovação

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

KeeP Desenvolvimento e Tecnologia

KeeP Desenvolvimento e Tecnologia KeeP Desenvolvimento e Tecnologia Transformar Necessidade em Realidade! KeeP Integrando Soluções: Conectando pessoas, processos e dados. KeeP-Backup Nós da KeeP desenvolvemos uma solução de backup/clonagem

Leia mais

Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança

Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança Questionário básico de Segurança da Informação com o objetivo de ser um primeiro instrumento para você avaliar, em nível gerencial, a efetividade

Leia mais

1. DESCRIÇÃO DO SIE Sistema de Informações para o Ensino

1. DESCRIÇÃO DO SIE Sistema de Informações para o Ensino 1. DESCRIÇÃO DO SIE Sistema de Informações para o Ensino O SIE é um sistema aplicativo integrado, projetado segundo uma arquitetura multicamadas, cuja concepção funcional privilegiou as exigências da Legislação

Leia mais

DMS Documento de Modelagem de Sistema. Versão: 1.4

DMS Documento de Modelagem de Sistema. Versão: 1.4 DMS Documento de Modelagem de Sistema Versão: 1.4 VERANEIO Gibson Macedo Denis Carvalho Matheus Pedro Ingrid Cavalcanti Rafael Ribeiro Tabela de Revisões Versão Principais Autores da Versão Data de Término

Leia mais

Administration Kit. Parte de Kaspersky Business Space Security Kaspersky Enterprise Space Security Kaspersky Total Space Security

Administration Kit. Parte de Kaspersky Business Space Security Kaspersky Enterprise Space Security Kaspersky Total Space Security Administration Kit Parte de Kaspersky Business Space Security Kaspersky Enterprise Space Security Kaspersky Total Space Security O Kaspersky Administration Kit é uma ferramenta de administração centralizada

Leia mais

Melhores práticas para gerenciamento de suporte a serviços de TI

Melhores práticas para gerenciamento de suporte a serviços de TI Melhores práticas para gerenciamento de suporte a serviços de TI Adriano Olimpio Tonelli Redes & Cia 1. Introdução A crescente dependência entre os negócios das organizações e a TI e o conseqüente aumento

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI Elaborado e adaptado por: Prof.Mestra Rosimeire Ayres Sistemas Colaborativos Empresariais (ECS) Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 Revisão:14 Folha:1 de17 SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO... 3 2.1 POLÍTICA DA QUALIDADE... 3 2.2 OBJETIVOS DA QUALIDADE... 4 2.3 ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA PARA A QUALIDADE...

Leia mais

Glossário Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart.

Glossário Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart. Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart. Versão 1.6 15/08/2013 Visão Resumida Data Criação 15/08/2013 Versão Documento 1.6 Projeto Responsáveis

Leia mais

CDSOFT GerConstrução O SOFWARE DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO. CDSOFT Tecnologia

CDSOFT GerConstrução O SOFWARE DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO. CDSOFT Tecnologia CDSOFT GerConstrução O SOFWARE DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO. O GerConstrução é um software de Gestão Empresarial (ERP) especializado em soluções para processos e negócios da Indústria da Construção Civil.

Leia mais

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Tecnologia da Informação. O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Casos de Sucesso. Cliente. Deloitte Touche Tohmatsu Consultores LTDA

Casos de Sucesso. Cliente. Deloitte Touche Tohmatsu Consultores LTDA Casos de Sucesso Cliente Deloitte Touche Tohmatsu Consultores LTDA Deloitte Touche Tohmatsu Consultores LTDA Perfil da empresa A Deloitte é uma das maiores empresas do mundo na prestação de serviços profissionais

Leia mais

Planejando uma política de segurança da informação

Planejando uma política de segurança da informação Planejando uma política de segurança da informação Para que se possa planejar uma política de segurança da informação em uma empresa é necessário levantar os Riscos, as Ameaças e as Vulnerabilidades de

Leia mais

ABB reduz custos operacionais e centraliza informações contábeis e fiscais com a implementação de solução de ECM/GED da SML Brasil

ABB reduz custos operacionais e centraliza informações contábeis e fiscais com a implementação de solução de ECM/GED da SML Brasil Indústria ABB reduz custos operacionais e centraliza informações contábeis e fiscais com a implementação de solução de ECM/GED da SML Brasil CLIENTE V I S Ã O G E R A L Asea Brown Boveri ABB Site: www.new.abb.com/br

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

Relato da Iniciativa

Relato da Iniciativa 1 Relato da Iniciativa 5.1 Nome da iniciativa ou projeto Novo portal institucional da Prefeitura de Vitória (www.vitoria.es.gov.br) 5.2 Caracterização da situação anterior A Prefeitura de Vitória está

Leia mais

Floricultura Beija-Flor

Floricultura Beija-Flor Floricultura Beija-Flor PLANO DE GERENCIAMENTO DE RECURSOS HUMANOS Preparado Samily Rocha Gois e Francisco Luiz Sobrinho Versão: 101.1 por Aprovado por Samily Rocha Gois Data: 27/11/2012 1.

Leia mais

TEORIA GERAL DE SISTEMAS

TEORIA GERAL DE SISTEMAS TEORIA GERAL DE SISTEMAS Vulnerabilidade dos sistemas e uso indevido Vulnerabilidade do software Softwares comerciais contém falhas que criam vulnerabilidades na segurança Bugs escondidos (defeitos no

Leia mais

Conceitos e Aplicações Sobre Pastas Públicas com o MDaemon 6.0

Conceitos e Aplicações Sobre Pastas Públicas com o MDaemon 6.0 Conceitos e Aplicações Sobre Pastas Públicas com o MDaemon 6.0 Alt-N Technologies, Ltd 1179 Corporate Drive West, #103 Arlington, TX 76006 Tel: (817) 652-0204 2002 Alt-N Technologies. Todos os Direitos

Leia mais

ARCO - Associação Recreativa dos Correios. Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Plano de Desenvolvimento de Software Versão <1.

ARCO - Associação Recreativa dos Correios. Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Plano de Desenvolvimento de Software Versão <1. ARCO - Associação Recreativa dos Correios Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Versão Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor Página

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

Fundamentos de Gestão de TI

Fundamentos de Gestão de TI Fundamentos de Gestão de TI Tópico V Transição de Serviço (ITIL V3) José Teixeira de Carvalho Neto transição de serviço transição de serviço Objetivo: orientar e coordenar o desenvolvimento e a implantação

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

Tecnologia da Informação UNIDADE 3

Tecnologia da Informação UNIDADE 3 Tecnologia da Informação UNIDADE 3 *Definição * A segurança da informação está relacionada com proteção de um conjunto de dados, no sentido de preservar o valor que possuem para a organização. *Definição

Leia mais

DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DOS PROCESSOS DE PROJETOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA: ESTUDO DE CASO EM EMPRESAS DE SÃO CARLOS-SP

DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DOS PROCESSOS DE PROJETOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA: ESTUDO DE CASO EM EMPRESAS DE SÃO CARLOS-SP DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DOS PROCESSOS DE PROJETOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA: ESTUDO DE CASO EM EMPRESAS DE SÃO CARLOS-SP Raquel Ragonesi Permonian (UFSCAR) raquelrpermonian@hotmail.com Jose da Costa Marques

Leia mais

Sistemas Colaborativos Simulado

Sistemas Colaborativos Simulado Verdadeiro ou Falso Sistemas Colaborativos Simulado 1. Todos os tipos de organizações estão se unindo a empresas de tecnologia na implementação de uma ampla classe de usos de redes intranet. Algumas das

Leia mais

FRAMEWORK DE DESENVOLVIMENTO LOTUS NOTES

FRAMEWORK DE DESENVOLVIMENTO LOTUS NOTES LEADWORK TECNOLOGIA E TREINAMENTO FRAMEWORK DE DESENVOLVIMENTO LOTUS NOTES Flexibilidade Acesso via Client Notes, via Web e via Mobile. Nossas soluções podem ser oferecidas com acesso via Client Notes,

Leia mais

FORMULÁRIO RELATO DA INICIATIVA INOVADORA 1

FORMULÁRIO RELATO DA INICIATIVA INOVADORA 1 FORMULÁRIO RELATO DA INICIATIVA INOVADORA 1 Nome da iniciativa inovadora: Programa de Auditoria Eletrônica - PAE Responsável pela Iniciativa inovadora: Edson Flávio de Almeida Pessôa 3 Relato da Iniciativa

Leia mais

Solução de correio eletrônico com Software Livre implantada no CEFET-MG, vantagens e adaptações

Solução de correio eletrônico com Software Livre implantada no CEFET-MG, vantagens e adaptações Solução de correio eletrônico com Software Livre implantada no CEFET-MG, vantagens e adaptações Clever de Oliveira Júnior*, Paulo E. M. Almeida* *Departamento de Recursos em Informática Centro Federal

Leia mais

Desenvolvimento de Soluções de e-business. Objetivos do Capítulo

Desenvolvimento de Soluções de e-business. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Utilizar o processo de desenvolvimento de sistemas delineado neste capítulo e o modelo de componentes de SI, do Capítulo 1, como estrutura de solução de problemas de sistemas de informação.

Leia mais

Governança de TI com COBIT, ITIL e BSC

Governança de TI com COBIT, ITIL e BSC {aula #2} Parte 1 Governança de TI com melhores práticas COBIT, ITIL e BSC www.etcnologia.com.br Rildo F Santos rildo.santos@etecnologia.com.br twitter: @rildosan (11) 9123-5358 skype: rildo.f.santos (11)

Leia mais

Bases Tecnológicas. Habilidade. Cronograma / Dia e Mês. Procedimentos Didáticos. 24/01 a 11/06. Aulas teóricas e prática em laboratório.

Bases Tecnológicas. Habilidade. Cronograma / Dia e Mês. Procedimentos Didáticos. 24/01 a 11/06. Aulas teóricas e prática em laboratório. Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: Monsenhor Antonio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio

Leia mais

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação. Prof a.:lillian Alvares

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação. Prof a.:lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Prof a.:lillian Alvares Fóruns óu s/ Listas de discussão Espaços para discutir, homogeneizar e compartilhar informações, idéias

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

Escola Politécnica da USP MBA EPUSP em Gestão e Engenharia do Produto EP-018 O Produto Internet e suas Aplicações Professor: Márcio Lobo Netto Aluno:

Escola Politécnica da USP MBA EPUSP em Gestão e Engenharia do Produto EP-018 O Produto Internet e suas Aplicações Professor: Márcio Lobo Netto Aluno: Escola Politécnica da USP MBA EPUSP em Gestão e Engenharia do Produto EP-018 O Produto Internet e suas Aplicações Professor: Márcio Lobo Netto Aluno: Giovanni Pietro Vallone Cocco Portais Corporativos

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PROCEDIMENTO

GESTÃO DE PROJETOS PROCEDIMENTO GESTÃO DE OJETOS OCEDIMENTO OCEDIMENTO Nº01 VESÃO: 00 Folha 1. OBJETIVO Orientar a condução do processo de Gestão (desenvolvimento e coordenação) de projetos, estabelecendo condições, características e

Leia mais

Aula 03 - Redes e Conectividade. Prof. Hugo V. L. Souza

Aula 03 - Redes e Conectividade. Prof. Hugo V. L. Souza Aula 03 - Redes e Conectividade Prof. Hugo V. L. Souza Agenda Introdução as Redes de Computadores Fundamentos das redes de alta velocidades e a internet Redes locais e privadas - LANs Redes locais sem

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS O PODER DA INFORMAÇÃO Tem PODER quem toma DECISÃO Toma DECISÃO correta quem tem SABEDORIA Tem SABEDORIA quem usa CONHECIMENTO Tem CONHECIMENTO quem possui INFORMAÇÃO (Sem

Leia mais

IBM Rational Requirements Composer

IBM Rational Requirements Composer IBM Requirements Composer Aprimore os resultados do projeto por meio da melhor definição e gerenciamento de requisitos Destaques Obter maior agilidade, foco no cliente, qualidade e menor tempo de lançamento

Leia mais

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao»

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Proposta Comercial Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Data 14 de setembro de 2012 Preparado para: «Nome» «Sobrenome» 1. Objetivo

Leia mais

FAT32 ou NTFS, qual o melhor?

FAT32 ou NTFS, qual o melhor? FAT32 ou NTFS, qual o melhor? Entenda quais as principais diferenças entre eles e qual a melhor escolha O que é um sistema de arquivos? O conceito mais importante sobre este assunto, sem sombra de dúvidas,

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICAS CORPORATIVAS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICAS CORPORATIVAS 8 - Política de segurança da informação 8.1 Introdução A informação é um ativo que possui grande valor para a COOPERFEMSA, devendo ser adequadamente utilizada e protegida contra ameaças e riscos. A adoção

Leia mais

Tecnologia e Sistemas de Informações

Tecnologia e Sistemas de Informações Universidade Federal do Vale do São Francisco Tecnologia e Sistemas de Informações Prof. Ricardo Argenton Ramos Aula 3 Componentes de SIs Pessoas SI Organiz. Unidades que exercem diferentes funções, tais

Leia mais

ESCOPO DE SERVIÇOS PARA COORDENAÇÃO DE PROJETOS

ESCOPO DE SERVIÇOS PARA COORDENAÇÃO DE PROJETOS IV WBGPPCE 2004 Workshop Brasileiro de Gestão do Processo de Projeto na Construção de Edifícios ESCOPO DE SERVIÇOS PARA COORDENAÇÃO DE PROJETOS MELHADO, Silvio, Doutor e Livre-Docente, Professor Associado

Leia mais

Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software

Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software Análise e Projeto de Sistemas Análise e Projeto de Sistemas Contextualização ENGENHARIA DE SOFTWARE ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO Perspectiva Histórica Engenharia de Software 1940:

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Dimensões de análise dos SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução n Os sistemas de informação são combinações das formas de trabalho, informações, pessoas

Leia mais

Consistência da Base Cadastral e Controle da Qualidade dos Dados de Faturamento

Consistência da Base Cadastral e Controle da Qualidade dos Dados de Faturamento XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Consistência da Base Cadastral e Controle da Qualidade dos Dados de Faturamento Carlos

Leia mais

Gravador Digital SUPER MONITOR Descrição Geral

Gravador Digital SUPER MONITOR Descrição Geral Gravador Digital SUPER MONITOR Descrição Geral Documento confidencial Reprodução proibida 1 Introdução Em um mundo onde as informações fluem cada vez mais rápido e a comunicação se torna cada vez mais

Leia mais

Via Prática Firewall Box Gateway O acesso à Internet

Via Prática Firewall Box Gateway O acesso à Internet FIREWALL BOX Via Prática Firewall Box Gateway O acesso à Internet Via Prática Firewall Box Gateway pode tornar sua rede mais confiável, otimizar sua largura de banda e ajudar você a controlar o que está

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA TÍTULO: Termo de Referência para contratação de ferramenta case de AD. GECOQ Gerência de Controle e Qualidade 1/9

TERMO DE REFERÊNCIA TÍTULO: Termo de Referência para contratação de ferramenta case de AD. GECOQ Gerência de Controle e Qualidade 1/9 TÍTULO: ASSUNTO: GESTOR: TERMO DE REFERÊNCIA Termo de Referência para contratação de ferramenta case de AD DITEC/GECOQ Gerência de Controle e Qualidade ELABORAÇÃO: PERÍODO: GECOQ Gerência de Controle e

Leia mais

Serviço fone@rnp: descrição geral

Serviço fone@rnp: descrição geral Serviço fone@rnp: descrição geral Este documento descreve o serviço de Voz sobre IP da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa. RNP/REF/0347 Versão Final Sumário 1. Apresentação... 3 2. Definições... 3 3. Benefícios

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA EM GERENCIAMENTO DE INTEGRAÇÃO DE PROJETOS TÉCNICOS NUMA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO CIVIL

RELATO DE EXPERIÊNCIA EM GERENCIAMENTO DE INTEGRAÇÃO DE PROJETOS TÉCNICOS NUMA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO CIVIL RELATO DE EXPERIÊNCIA EM GERENCIAMENTO DE INTEGRAÇÃO DE PROJETOS TÉCNICOS NUMA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO CIVIL Áurea Araujo Bruel, Msc candidate Engenheira Civil, Mestranda do PPGCC/UFPR e-mail aabruel@yahoo.com.br

Leia mais

Autor(es) BARBARA STEFANI RANIERI. Orientador(es) LUIZ EDUARDO GALVÃO MARTINS, ANDERSON BELGAMO. Apoio Financeiro PIBIC/CNPQ. 1.

Autor(es) BARBARA STEFANI RANIERI. Orientador(es) LUIZ EDUARDO GALVÃO MARTINS, ANDERSON BELGAMO. Apoio Financeiro PIBIC/CNPQ. 1. 19 Congresso de Iniciação Científica ESPECIFICAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE UMA FERRAMENTA AUTOMATIZADA DE APOIO AO GERSE: GUIA DE ELICITAÇÃO DE REQUISITOS PARA SISTEMAS EMBARCADOS Autor(es) BARBARA STEFANI

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário

Ministério do Desenvolvimento Agrário Capítulo 1 Ministério do Desenvolvimento Agrário Instituição: Sítio: Caso: Responsável: Palavras- Chave: Ministério do Desenvolvimento Agrário www.mda.gov.br Plano de Migração para Software Livre Paulo

Leia mais

Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP com foco nas tecnologias de software livre / código aberto

Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP com foco nas tecnologias de software livre / código aberto UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina CTC Centro Tecnológico INE Departamento de Informática e Estatística INE5631 Projetos I Prof. Renato Cislaghi Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP

Leia mais

REPROJETO DA ORGANIZAÇÃO COM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

REPROJETO DA ORGANIZAÇÃO COM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Capítulo 12 REPROJETO DA ORGANIZAÇÃO COM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 12.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS De que forma o desenvolvimento de um novo sistema poderia mudar a maneira de uma organização trabalhar?

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Número do Recibo:83500042

Número do Recibo:83500042 1 de 21 06/06/2012 18:25 Número do Recibo:83500042 Data de Preenchimento do Questionário: 06/06/2012. Comitête Gestor de Informática do Judiciário - Recibo de Preenchimento do Questionário: GOVERNANÇA

Leia mais