CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE"

Transcrição

1 CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma especificação de uma arquitetura que utiliza vários conceitos novos que, até então, não foram utilizados projetos passados, como o trabalho cooperativo, a capacidade de forçar o fluxo de trabalho, o conhecimento sobre os projetos, a integração pela WEB/Internet e a gestão de processos. O conceito de trabalho cooperativo conforme apresentado no capítulo 2, refere-se à capacidade dos indivíduos participantes da construção de produtos de software de trabalharem de forma integrada e a colaborarem com uma grande equipe na realização dos processos do projeto. Obviamente que esta colaboração é realizada de forma eficiente e rápida para suportar as tomadas de decisões que são necessárias ao longo do projeto. O conceito de ambiente ativo ou a capacidade de forçar o fluxo de trabalho reflete a capacidade do ambiente de participar efetivamente dos processos utilizados, ou seja, há elementos dentro do ambiente que executam ações efetivas para o desenvolvimento, gerenciamento e controle dos produtos de software. Estes elementos que pertencem ao ambiente e que promovem determinadas atividades são chamados neste trabalho, de agentes autônomos. O terceiro conceito refere-se ao ambiente com conhecimento, ou seja, o ambiente deve conhecer os elementos por ele tratados, como por exemplo, os processos e os projetos no quais apóia, a própria organização e suas características, os históricos do desenvolvimento em geral e os indivíduos que interagem com ele. O advento e a utilização da WEB/Internet proporcionaram uma série de mudanças nos hábitos de trabalho das pessoas. É possível identificar várias 99

2 características intrínsecas desta tecnologia que, quando bem empregada, são consideradas como fator determinante para o ambiente apresentada nesta proposta. Primeiro é possível através da WEB/Internet ganhar acesso de qualquer computador instalado na rede mundial de computadores, o que permite alto grau de acessibilidade. Segundo, a padronização da interface permite que uma pessoa comum que conheça apenas um navegador possa interagir com o ambiente, o que promove a facilidade do uso. Terceiro, a facilidade do desdobramento das aplicações para o usuário final através de plataformas computacionais heterogêneas, faz com que se tenha alto grau de portabilidade. Por fim, a Web/Internet permite concentrar um conjunto de facilidades através da criação de um SITE onde pessoas com o mesmo objetivo possam se comunicar, trocar informações e conteúdos realizando em conjunto, uma série de tarefas (integração). A última característica essencial que é considerada para elaboração desta arquitetura é a gestão de processos. A grande maioria dos modelos como o CMM e SPICE, possuem como seu elemento central o processo. Adota-se neste trabalho, também como elemento central, o processo e esperase que o ambiente proposto seja capaz de atender todos os requisitos para a sua gestão. Para a gestão de processo espera-se criar elementos que possibilitem a modelagem, o estabelecimento de um processo padrão, o acompanhamento da execução dos processos e melhorias diversas. A arquitetura do ambiente para atender as necessidades expostas no capítulo anterior e as características necessárias, podem ser agrupadas em três classes de elementos: Elementos responsáveis pelo armazenamento e acesso às informações dos projetos, promovendo o ambiente integrado. Elementos responsáveis pela prestação dos serviços. Elementos responsáveis pela interação do usuário com o ambiente. 100

3 Estes elementos são organizados de modo a refletir esta classificação em três camadas, conforme é apresentado na Figura 4.1. São elas: a camada de armazenamento e acesso às informações de projeto, a camada de serviços e a camada de interação com o usuário. 4.1 A camada de Armazenamento e Acesso Os elementos que compõem esta camada são os elementos responsáveis pelo armazenamento e acesso às informações de projeto. É através do gerenciamento disciplinado que estes elementos permitem a integração do ambiente. Em termos de implementação da arquitetura, estes elementos podem estar em plataformas distribuídas ou centralizadas, mas devem, de qualquer forma, integrar e gerenciar as informações dos projetos. Vários outros fatores devem ser levados em consideração para esta camada: A eficiência de armazenamento e de recuperação da informação seja ela informação de acesso imediato ( on line ) ou informação histórica ( off line ) Permitir que vários usuários possam acessar ao mesmo tempo uma determinada informação do projeto Permitir que uma quantidade grande de informações trafegue simultaneamente pelo ambiente. Garantir a segurança da informação de projeto, permitindo que apenas pessoas autorizadas acessem as informações, sejam elas para simples consulta ou para alteração. Permitir aos usuários acessar às informações de locais diversos, sejam estes acessos realizados no mesmo departamento onde se encontra instalado o ambiente, na organização, ou através de computação móvel. 101

4 Efetivar uma alta disponibilidade das informações de projeto, garantindo seu acesso e manipulação em qualquer instante no tempo. Podendo também esta disponibilidade ser controlada. Permitir a manipulação das informações de forma distribuída no ambiente computacional Recuperação das informações de forma consistente após uma falha do ambiente seja ele de hardware, software uma infra-estrutura física. Aplicativos Aplicativos Navegador ( Browser ) Navegador ( Browser ) Camada de Interação com Usuário - Execução Coordenação Serviço comunicação Assíncrona: Mensagens e Listas Comunicação Síncrona: Quadros de Discussão Agenda compartilhamento temporário Biblioteca Lembrança (Agenda Pessoal) Dicionário (Enciclopédia) Documentação de Escritório Atendimento Usuário Segurança Camada de Serviços Repositório Camada de Armazenamento/Acesso Fig. 4.1 A Arquitetura do Ambiente 4.2 A camada de Serviços Vários elementos são importantes para que os indivíduos trabalhem de forma cooperativa, conforme apresentado no capítulo 2 e na seção anterior. Para o desenvolvimento de software para controle de satélites, vários serviços podem ser prestados pelo ambiente para que possa atender os requisitos especificados. Estes serviços, para cumprirem seus objetivos, utilizam os 102

5 elementos da camada de armazenamento e acesso para obtenção das informações de projeto. São os serviços relacionados ao trabalho cooperativo: coordenação de processos O ambiente de engenharia de software deve apoiar o processo de engenharia de software e seus processos componentes, para tal, deve permitir que os processos sejam modelados, configurados, instanciados, acompanhados e terminados. O serviço de coordenação dispõe dos meios pelos quais os processos são tratados pelo ambiente. Como principal aspecto, este serviço deve garantir que, um processo siga seu fluxo normal de execução dentro do ambiente. O serviço deve, pois, avisar e relatar os participantes do processo em questão sobre o posicionamento do processo ou de ocorrências que o impossibilitam de terminar. comunicação assíncrona: mensagens eletrônicas e Listas de discussão - Para a comunicação assíncrona o ambiente deve prover serviços de trocas de mensagens. As trocas de mensagens devem sempre ter a participação de um remetente e um destinatário. Deve também conter o assunto a ser tratado pelos participantes. Como forma de comunicação básica, as mensagens eletrônicas podem ser utilizadas por todos os participantes do projeto quando habilitados para tal. Um gerente de comunicação é responsabilizado por manter os meios para que os integrantes do projeto possam utilizar o serviço de forma eficiente. Listas de discussão devem também ser criadas para que as equipes possam debater assuntos de interesse geral. Estas listas devem ser preparadas para incluir em seu conteúdo, apenas os indivíduos realmente designados para debater o assunto. Listas podem ser criadas para tratar de assuntos diversos, envolvendo equipes específicas ou todos os indivíduos de um projeto. As listas podem ser criadas, configuradas e destruídas à medida do necessário. Cabe ao 103

6 gerente de comunicação, através dos recursos disponibilizados pelo ambiente, a responsabilidade por manter as listas. comunicação síncrona: quadros de discussão - Para a forma síncrona de comunicação, o ambiente deve propiciar serviços como tele-conferência, vídeo conferência e quadros de discussão. Neste trabalho é adotada como principal elemento da comunicação síncrona o quadro de discussão, pela simplicidade e facilidade de implementação. agenda - Durante as discussões importantes ao projeto, sejam nas reuniões comuns ou nas reuniões de revisões, normalmente são criadas agendas para as reuniões e disseminado o material necessário para que as reuniões possam ser executadas com eficiência. As agendas são importantes, pois mantêm os indivíduos informados sobre o andamento das discussões ao longo do tempo. Os serviços de agenda juntamente com os serviços de comunicação (mensagens e listas de discussão) devem atender os requisitos de reunião. O agendamento eletrônico das reuniões permite a todos os participantes das reuniões acompanharem a programação da reunião consultando o Scheduler. A preparação e as modificações no cronograma devem ser feitas por um gerente responsável por tais tarefas. O serviço de agendamento eletrônico deve também avisar (serviço de comunicação-mensagens) os participantes dos últimos eventos ocorridos ou a acontecer. compartilhamento temporário A autoria cooperativa refere-se à possibilidade de mais de um indivíduo trabalhar na confecção de um mesmo produto de forma simultânea. Para que isto seja efetivado, o ambiente deve ser o meio pelo qual estes produtos possam ser tramitados. Independente do local do armazenamento ou plataforma computacional, o produto deve ser colocado em uma 104

7 determinada área (temporária) para que possa ser acessado. Todas as referências sobre o produto são também disponibilizadas para os participantes da autoria do produto. A palavra chave que descreve este serviço é compartilhamento, o que significa, que em determinado momento, pessoas estarão compartilhando dados ou informações. Algumas soluções de mercado como ferramentas CASE ( Computer Assisted Software Engineering ), permitem a autoria cooperativa através de servidores de bancos de dados. Apesar de produtos de mercado já estarem prontos para utilização, sua integração ao ambiente não é tarefa trivial e acredita-se que na maioria dos casos em que a autoria cooperativa seja necessária, uma solução de integração possa ser adotada, utilizando-se por exemplo produtos para interfaceamento aberto como ODBC ( Open DataBase Conectivity ) ou JDBC ( Open DataBase Conectivity para JAVA ). Serviço de biblioteca Durante a execução de um projeto, muitos documentos técnicos são utilizados. O ambiente deve manter sobre sua responsabilidade estes documentos utilizados como livros, relatórios técnicos, teses, artigos técnicos e anais de eventos. O serviço de Biblioteca deve manter e garantir o acesso às informações das publicações utilizadas no projeto de forma concorrente e consistente. lembrança (agenda pessoal) Muitas vezes os participantes podem solicitar ao ambiente, lembrá-los ou informá-los sobre determinadas ocorrências, seja no tempo ou acontecimento provido pelo serviço de coordenação. Cabe aos serviços de lembrança, permitir que os participantes do projeto possam registrar algo para ser lembrado, e manter seus registros. Este mecanismo pode ser muito útil para a gerência de processo pessoal como 105

8 proposto pelo Personal Software Process - PSP (Humphrey 1995 e1996). segurança Para ter acesso aos serviços prestados pelo ambiente, o participante de um projeto deve possuir uma identificação para o ambiente, ou seja, um controle de acesso deve ser estabelecido para garantir apenas a interação do ambiente com pessoas autorizadas. Além disto, o ambiente deve garantir que informações e produtos não públicos sejam vistas apenas por pessoas autorizadas. Paralelamente ao controle de acesso toda a segurança referente à rede deve ser também oferecida, mas depende da implementação específica, caso da utilização de filtros de rede ( firewall ) e detetores de intrusão. O Serviço de dicionário (Enciclopédia) O serviço de dicionário permite que todos os participantes do projeto possam manter e consultar os termos e conceitos adotados no projeto. Além dos conceitos relacionados diretamente ao projeto, os conceitos e termos relacionados ao próprio ambiente devem também ser descritos. Por exemplo, conceitos como modelo de processo, processos, ambiente de engenharia de software, agentes autônomos devem estar presente na base de dados do dicionário. As definições dos conceitos e termos serão portanto de responsabilidade da instituição (definições globais a todos os projetos) e dos projetos (definições de projeto). Serviço de documentação de escritório Este serviço permite aos participantes do projeto manter e recuperar documentação administrativa do dia a dia. São elementos como, por exemplo, memorandos, circulares internas, solicitações de viagens. Através de uma base de dados de documentos de escritório os projetos podem ter uma forma segura e rápida de tramitarem documentos. O serviço 106

9 de mensagens eletrônicas pode ser utilizado em conjunto com este serviço para avisar um participante de um novo documento disponível. Serviço de atendimento ao usuário - Ombudsman O participante do projeto pode via este serviço, colocar suas críticas, sugestões e dúvidas com relação a qualquer tópico relacionado ao ambiente e ao projeto. Estas críticas devem ser vistas de forma construtiva e de forma a permitir uma melhor adaptação do ambiente às necessidades dos indivíduos participantes do projeto. A Tabela 4.1 apresenta um mapeamento dos requisitos cooperativos para os serviços prestados pelo ambiente. Os outros requisitos apresentados no capítulo 3 (organizacionais, metodologias, etc) não são diretamente atendidos apenas pelos serviços, mas por todos os elementos que compõem a arquitetura lógica e física, por esta razão será apresentada uma discussão no capítulo conclusivo. TABELA 4.1 RELAÇÃO REQUISITO X SERVIÇO PRESTADO (CONTINUA) REQUISITOS COOPERATIVOS Comunicação assíncrona Comunicação síncrona PRINCIPAIS SERVIÇOS DO AMBIENTE Serviço de mensagens eletrônicas e de listas de discussão Serviço de quadros de discussão Apoio à autoria cooperativa coordenação de processos, Serviço de mensagens e Serviço de compartilhamento 107

10 TABELA 4.1 RELAÇÃO REQUISITO X SERVIÇO PRESTADO (CONCLUSÃO) Suporte a Reuniões Serviço de agenda, Serviço de mensagens e de lista, Serviço de compartilhamento, Serviço de coordenação de processos. Suporte a geração de idéias Construção de um vocabulário comum de Projeto Banco de documentos oficiais de projeto Banco de publicações técnicas atendimento ao usuário, Serviço de mensagens, Serviço de compartilhamento dicionário, Serviço de mensagens e listas. biblioteca. biblioteca Suporte a documentação de escritório documentação de escritório, Serviço de mensagens e de lista Apoio ao estabelecimento de um cronograma global Apoio à editoração de sugestões e reclamações Serviço de coordenação, listas, Serviço de compartilhamento, Serviço de atendimento ao usuário 108

11 4.3 A camada de Interação com o Usuário Conforme especificado anteriormente na seção de requisitos, o usuário deverá interagir com o ambiente a partir de qualquer ponto de uma rede de computadores, permitindo seu trabalho remoto e cooperativo. A camada de interação com o usuário ou camada de execução permite que os aplicativos que implementam os serviços sejam executados. Estes aplicativos para executarem em um ambiente de rede distribuído devem possuir recursos locais para isto. Atualmente os navegadores ( browsers ) proporcionam tal facilidade e são capazes de executarem em modo gráfico e ambiente de janelas, permitindo uma forma de interação simples e eficaz. Os navegadores são construídos para diversas plataformas, permitindo que as aplicações sejam executadas em qualquer tipo de plataforma. 109

Sistemas Cooperativos. Professor Alan Alves Oliveira

Sistemas Cooperativos. Professor Alan Alves Oliveira Sistemas Cooperativos Professor Alan Alves Oliveira 1. Sistemas de Informação e Sistemas Cooperativos 2 Sistemas de Informação 3 Sistemas de Informação Sistemas ampamente utilizados em organizações para

Leia mais

4 Um Exemplo de Implementação

4 Um Exemplo de Implementação 4 Um Exemplo de Implementação Neste capítulo será discutida uma implementação baseada na arquitetura proposta. Para tanto, será explicado como a arquitetura proposta se casa com as necessidades da aplicação

Leia mais

1 http://www.google.com

1 http://www.google.com 1 Introdução A computação em grade se caracteriza pelo uso de recursos computacionais distribuídos em várias redes. Os diversos nós contribuem com capacidade de processamento, armazenamento de dados ou

Leia mais

Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1

Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1 1 / 58 - Parte 1 Erick Nilsen Pereira de Souza T017 - Arquitetura e Design de Aplicações Análise e Desenvolvimento de Sistemas Universidade de Fortaleza - UNIFOR 11 de fevereiro de 2015 2 / 58 Agenda Tópicos

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Caracterização de Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Caracterização de Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Caracterização de Sistemas Distribuídos Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA http://www.lsd.deinf.ufma.br

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Introdução

Sistemas Distribuídos. Introdução Sistemas Distribuídos Introdução Definição Processos Um sistema distribuído é um conjunto de computadores independentes, interligados por uma rede de conexão, executando um software distribuído. Executados

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Computação Aula 01-02: Introdução 2o. Semestre / 2014 Prof. Jesus Agenda da Apresentação Definição e surgimento de Sistemas Distribuídos Principais aspectos de Sistemas Distribuídos

Leia mais

MBA Inteligência Competitiva Com ênfase em BI/CPM. Metadados

MBA Inteligência Competitiva Com ênfase em BI/CPM. Metadados MBA Inteligência Competitiva BI/CPM 1 Data Warehousing PÓS-GRADUAÇÃO MBA Inteligência Competitiva Com ênfase em BI/CPM Metadados Andréa Cristina Montefusco (36927) Hermes Abreu Mattos (36768) Robson Pereira

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Processos- Clientes, Servidores, Migração Capítulo 3 Agenda Clientes Interfaces de usuário em rede Sistema X Window Software do lado cliente para

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais

Sistemas de Informações Gerenciais Sistemas de Informações Gerenciais Aula 4 Sistema de Informação SI baseado em computadores Organização, administração e estratégia Professora: Cintia Caetano INTRODUÇÃO Sistemas de Informação são parte

Leia mais

Computer Supported Cooperative Work - CSCW

Computer Supported Cooperative Work - CSCW Computer Supported Cooperative Work - CSCW trabalho cooperativo auxiliado por computador http://www.professores.uff.br/screspo/ CSCW O termo CSCW - Computer Supported Cooperative Work, foi criado oficialmente

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 02 IMPLANTAÇÃO DE 1 (UM)

Leia mais

Projeto de Arquitetura

Projeto de Arquitetura Projeto de Arquitetura Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 1 Objetivos Apresentar projeto de arquitetura e discutir sua importância Explicar as decisões de projeto

Leia mais

CAPÍTULO 7 O SERVIÇO DOS AGENTES

CAPÍTULO 7 O SERVIÇO DOS AGENTES CAPÍTULO 7 O SERVIÇO DOS AGENTES A inteligência... é a capacidade de criar objetos artificiais, especialmente ferramentas para fazer ferramentas. ( Henri Bergson) O serviço dos agentes surge como uma prestação

Leia mais

Documento de Visão do Projeto

Documento de Visão do Projeto Documento de Visão do Projeto 1. Objetivo O propósito deste documento é coletar, analisar e definir as necessidades de alto-nível e características do projeto de software do Módulo Editor de Estruturas

Leia mais

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Projeto de Sistemas Distribuídos Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Agenda Introdução Exemplos de Sistemas Distribuídos Compartilhamento de Recursos e a Web Principais Desafios para a Implementação

Leia mais

ABCTool - Uma Ferramenta para Cooperação Baseada na Arquitetura do Sistema

ABCTool - Uma Ferramenta para Cooperação Baseada na Arquitetura do Sistema ABCTool - Uma Ferramenta para Cooperação Baseada na Arquitetura do Sistema Cynthia Maria Silva de Barros Mestranda do PPGEE-PUC-Minas* cmsbarros@zipmail.com.br Carlos Alberto Marques Pietrobon Professor-Orientador

Leia mais

MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS

MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS Quando falamos em arquitetura, normalmente utilizamos esse termo para referenciar a forma como os aplicativos computacionais são estruturados e os hardwares

Leia mais

BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING

BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING http://www.uniriotec.br/~tanaka/tin0036 tanaka@uniriotec.br Bancos de Dados Distribuídos Conceitos e Arquitetura Vantagens das Arquiteturas C/S (em relação

Leia mais

Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4

Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4 Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4 Aula passada Threads Threads em SDs Processos Clientes Processos Servidores Aula de hoje Clusters de Servidores Migração de Código Comunicação (Cap. 4) Fundamentos

Leia mais

Projeto de Atualização Funcional e Tecnológica do Portal de Periódicos CAPES. Maio -2014

Projeto de Atualização Funcional e Tecnológica do Portal de Periódicos CAPES. Maio -2014 Projeto de Atualização Funcional e Tecnológica do Portal de Periódicos CAPES Maio -2014 Agenda Sobre a Cooperação CAPES x RNP Sobre a RNP O fator inovação Oque foi feito Infraestrutura avançada de servidores

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Aula 4 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Doutoranda em Ciência da Computação - UFU Mestre em Ciência da Computação UFU Bacharel em Ciência da Computação - UFJF Migração de Código Em

Leia mais

Contrato de Serviço (SLA) para [Cliente] por [Provedor]

Contrato de Serviço (SLA) para [Cliente] por [Provedor] Contrato de Serviço (SLA) para [Cliente] por [Provedor] Data Gerador do documento: Gerente de Negociação: Versões Versão Data Revisão Autor Aprovação (Ao assinar abaixo, o cliente concorda com todos os

Leia mais

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Quando se projeta um sistema cuja utilização é destinada a ser feita em ambientes do mundo real, projeções devem ser feitas para que o sistema possa

Leia mais

SEPLAN. Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006.

SEPLAN. Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006. DEFINE a Política de Informática do Estado do Amazonas. O PRESIDENTE DO COMITÊ ESTADUAL DE POLÍTICA DE INFORMÁTICA, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com Última atualização: 20.03.2013 Conceitos Banco de dados distribuídos pode ser entendido como uma coleção de múltiplos bds

Leia mais

Unisant Anna Gestão Empresarial com ERP 2014 Modelagem de Sistemas - UML e MER

Unisant Anna Gestão Empresarial com ERP 2014 Modelagem de Sistemas - UML e MER Objetivo dessa aula é descrever as características e a simbologia dos diagramas UML e MER na modelagem de sistemas de informação de uma forma a permitir a comunicação entre técnicos e gestores. Modelagem

Leia mais

SISTEMA DE BANCO DE DADOS. Banco e Modelagem de dados

SISTEMA DE BANCO DE DADOS. Banco e Modelagem de dados SISTEMA DE BANCO DE DADOS Banco e Modelagem de dados Sumário Conceitos/Autores chave... 3 1. Introdução... 4 2. Arquiteturas de um Sistema Gerenciador... 5 3. Componentes de um Sistema... 8 4. Vantagens

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 5 Servidores de Aplicação

Leia mais

Eduardo Bezerra. Editora Campus/Elsevier

Eduardo Bezerra. Editora Campus/Elsevier Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML 2ª edição Eduardo Bezerra Editora Campus/Elsevier Capítulo 11 Arquitetura do sistema Nada que é visto, é visto de uma vez e por completo. --EUCLIDES

Leia mais

Processos e Threads (partes I e II)

Processos e Threads (partes I e II) Processos e Threads (partes I e II) 1) O que é um processo? É qualquer aplicação executada no processador. Exe: Bloco de notas, ler um dado de um disco, mostrar um texto na tela. Um processo é um programa

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos

Tipos de Sistemas Distribuídos (Sistemas de Informação Distribuída e Pervasivos) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

Documento de Arquitetura

Documento de Arquitetura Documento de Arquitetura A2MEPonto - SISTEMA DE PONTO ELETRÔNICO A2MEPonto - SISTEMA DE PONTO ELETRÔNICO #1 Pág. 1 de 11 HISTÓRICO DE REVISÕES Data Versão Descrição Autor 28/10/2010 1 Elaboração do documento

Leia mais

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos Introdução a Sistemas Distribuídos Definição: "Um sistema distribuído é uma coleção de computadores autônomos conectados por uma rede e equipados com um sistema de software distribuído." "Um sistema distribuído

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

GROUPWARE & CSCW: Conceitos Básicos

GROUPWARE & CSCW: Conceitos Básicos GROUPWARE & CSCW: Conceitos Básicos Cleidson R. B. Souza cdesouza@ufpa.br Dep. Informática Universidade Federal do Pará Roteiro Introdução Motivação Consequências Definição Outras Definições Porque Groupware

Leia mais

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO A atuação do homem no meio ambiente, ao longo da história, fornece provas de suas ações em nome do progresso. Esta evolução tem seu lado positivo, pois abre novos horizontes, novas

Leia mais

Trabalho colaborativo: uma abordagem inicial

Trabalho colaborativo: uma abordagem inicial Trabalho colaborativo: uma abordagem inicial Graciela M. L. Martins Jean Carlo Faustino Centro de Competência em Aplicações (CCA) Outubro de 2005 RNP/PAL/0290 Trabalho 2005 colaborativo: RNP uma abordagem

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Informática / Campus Global

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Informática / Campus Global Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Informática / Campus Global Sistema de Aproveitamento de Disciplinas da Faculdade de Informática da PUCRS: uma sistemática de gerência

Leia mais

Projeto Demoiselle. Para perguntas e respostas, utilizem a lista de discussões de usuários da comunidade: demoiselle-users@lists.sourceforge.

Projeto Demoiselle. Para perguntas e respostas, utilizem a lista de discussões de usuários da comunidade: demoiselle-users@lists.sourceforge. Projeto Demoiselle Para perguntas e respostas, utilizem a lista de discussões de usuários da comunidade: demoiselle-users@lists.sourceforge.net Palestrantes: Antônio Carlos Tiboni Luciana Campos Mota 20/07/2009

Leia mais

Contact Center CPqD. Operação. Manual do Cliente. Versão do produto: 1.0 Edição do documento: 3.0 Março de 2011

Contact Center CPqD. Operação. Manual do Cliente. Versão do produto: 1.0 Edição do documento: 3.0 Março de 2011 Contact Center CPqD Operação Manual do Cliente Versão do produto: 1.0 Edição do documento: 3.0 Março de 2011 Contact Center CPqD Operação Manual do Cliente Versão do produto: 1.0 Edição do documento: 3.0

Leia mais

XDR. Solução para Big Data.

XDR. Solução para Big Data. XDR Solução para Big Data. ObJetivo Principal O volume de informações com os quais as empresas de telecomunicações/internet têm que lidar é muito grande, e está em constante crescimento devido à franca

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUIDOS

SISTEMAS DISTRIBUIDOS 1 2 Caracterização de Sistemas Distribuídos: Os sistemas distribuídos estão em toda parte. A Internet permite que usuários de todo o mundo acessem seus serviços onde quer que possam estar. Cada organização

Leia mais

Pós-graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

APLICAÇÕES EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

APLICAÇÕES EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 6 - ALGORÍTIMOS PARALELOS MPI - Parallel Virtual Machine e PVM - Parallel Virtual Machine 1. INTRODUÇÃO Inicialmente é necessário conceber alguns conceitos para entendimento dos algoritmos paralelos:

Leia mais

Manual do Usuário Microsoft Apps for Symbian

Manual do Usuário Microsoft Apps for Symbian Manual do Usuário Microsoft Apps for Symbian Edição 1.0 2 Sobre os aplicativos da Microsoft Sobre os aplicativos da Microsoft Os aplicativos Microsoft oferecem aplicativos corporativos Microsoft para o

Leia mais

SIMPROC SISTEMA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO E CONTROLE DOCUMENTAL

SIMPROC SISTEMA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO E CONTROLE DOCUMENTAL 1 SIMPROC SISTEMA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO E CONTROLE DOCUMENTAL Toda organização, pública ou privada, independente de seu tamanho, deve constituir uma área para atendimento às demandas dos colaboradores

Leia mais

Alinhamento Prático Ferramenta ARIS Operação Básica

Alinhamento Prático Ferramenta ARIS Operação Básica Alinhamento Prático Ferramenta ARIS Operação Básica AGENDA Ferramenta ARIS Operação do módulo básico ARIS Explorer Estruturação dos componentes Login na base de dados Manipulação de grupos Objetos Conexões

Leia mais

EDITAL CONCORRÊNCIA PÚBLICA N.º 001/2015 PROCESSO ADMINISTRATIVO 009/2015

EDITAL CONCORRÊNCIA PÚBLICA N.º 001/2015 PROCESSO ADMINISTRATIVO 009/2015 Londrina, 07 de outubro de 2015. EDITAL CONCORRÊNCIA PÚBLICA N.º 001/2015 PROCESSO ADMINISTRATIVO 009/2015 OBJETO: Art.1º. Constitui objeto desta licitação a aquisição de 01 (uma) Plataforma de Solução

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Cluster, Grid e computação em nuvem Slide 8 Nielsen C. Damasceno Introdução Inicialmente, os ambientes distribuídos eram formados através de um cluster. Com o avanço das tecnologias

Leia mais

Conceitos. - Sistema de Informação, Estruturas e Classificação. - Dados x Informações. Edson Almeida Junior www.edsonalmeidajunior.com.

Conceitos. - Sistema de Informação, Estruturas e Classificação. - Dados x Informações. Edson Almeida Junior www.edsonalmeidajunior.com. Conceitos - Sistema de Informação, Estruturas e Classificação - Dados x Informações Edson Almeida Junior www.edsonalmeidajunior.com.br Definição de Sistema Uma coleção de objetos unidos por alguma forma

Leia mais

Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor

Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Desenvolvimento de Sistemas Cliente Servidor Prof. Esp. MBA Heuber G. F. Lima Aula 1 Ciclo de Vida Clássico Aonde estamos? Page 2 Análise O que fizemos

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Questões Em uma rede de sobreposição (overlay), mensagens são roteadas de acordo com a topologia da sobreposição. Qual uma importante desvantagem

Leia mais

Relatório apresentado na reunião em Karlsruher Institut für Technologie Karlsruhe, Alemanha

Relatório apresentado na reunião em Karlsruher Institut für Technologie Karlsruhe, Alemanha Relatório apresentado na reunião em Karlsruher Institut für Technologie Karlsruhe, Alemanha Arquitetura da Informação para o Sistema Brasileiro de Inventário de Ciclo de Vida (SICV BRASIL) Everson Andrade

Leia mais

Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços. Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena

Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços. Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena Tópicos Motivação e Objetivos LP e SOA Processo ADESE

Leia mais

IBM Rational Requirements Composer

IBM Rational Requirements Composer IBM Requirements Composer Aprimore os resultados do projeto por meio da melhor definição e gerenciamento de requisitos Destaques Obter maior agilidade, foco no cliente, qualidade e menor tempo de lançamento

Leia mais

Arquitetura de Banco de Dados

Arquitetura de Banco de Dados Arquitetura de Banco de Dados Daniela Barreiro Claro MAT A60 DCC/IM/UFBA Arquitetura de Banco de dados Final de 1972, ANSI/X3/SPARC estabeleceram o relatório final do STUDY GROUP Objetivos do Study Group

Leia mais

Sistema centralizado O Paradigma Cliente/Servidor

Sistema centralizado O Paradigma Cliente/Servidor centralizado O Paradigma Cliente/Servidor Computador central (mainframe) + conjunto de terminais + recursos centralizados recursos mainframe terminais 2 distribuído Relações entre entidades Grupo de computadores

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Processos I: Threads, virtualização e comunicação via protocolos Prof. MSc. Hugo Souza Nesta primeira parte sobre os Processos Distribuídos iremos abordar: Processos e a comunicação

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula 5 PROCESSOS 1. INTRODUÇÃO Em sistemas distribuídos é importante examinar os diferentes tipos de processos e como eles desempenham seu papel. O conceito de um processo é originário do campo de sistemas

Leia mais

Sistemas Colaborativos: Conceito, Característicasdes e Funcionalidades

Sistemas Colaborativos: Conceito, Característicasdes e Funcionalidades Sistemas Colaborativos: Conceito, Característicasdes e Funcionalidades Carla Oliveira (e-mail) é formada pela FATEC - Faculdade de Tecnologia de São Paulo, no curso de Automação de Escritórios e Secretariado.

Leia mais

Modelos de Arquiteturas. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com

Modelos de Arquiteturas. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Modelos de Arquiteturas Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Agenda Introdução Arquitetura de Sistemas Distribuídos Clientes e Servidores Peer-to-Peer Variações Vários Servidores Proxy Código Móvel

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES. Trabalho de Graduação

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES. Trabalho de Graduação DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES Trabalho de Graduação Orientando: Vinicius Stein Dani vsdani@inf.ufsm.br Orientadora: Giliane

Leia mais

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial

Leia mais

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Artigos Técnicos Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Marcelo Salvador, Diretor de Negócios da Elipse Software Ltda. Já faz algum tempo que ouvimos falar do controle e supervisão

Leia mais

Introdução Fatores de Qualidade Garantia de Qualidade Rivisões de Software Conclusão. Qualidade. Plácido A. S. Neto 1

Introdução Fatores de Qualidade Garantia de Qualidade Rivisões de Software Conclusão. Qualidade. Plácido A. S. Neto 1 Qualidade Plácido A. S. Neto 1 1 Gerência Educacional de Tecnologia da Informação Centro Federal de Educação Tecnologia do Rio Grande do Norte 2006.1 - Planejamento e Gerência de Projetos Agenda Introdução

Leia mais

SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS

SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS BANCO DE DADOS Universidade do Estado de Santa Catarina Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Ciência da Computação Prof. Alexandre Veloso de Matos alexandre.matos@udesc.br SISTEMA GERENCIADOR

Leia mais

4 Computação Paralela 4.1. Introdução

4 Computação Paralela 4.1. Introdução 4 Computação Paralela 4.1. Introdução Nos últimos anos observa-se uma tendência cada vez maior do aumento da demanda computacional na resolução de grandes problemas. Exemplos de aplicações que exigem alto

Leia mais

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE Um estudo sobre os aspectos de desenvolvimento e distribuição do SIE Fernando Pires Barbosa¹, Equipe Técnica do SIE¹ ¹Centro de Processamento de Dados, Universidade Federal de Santa Maria fernando.barbosa@cpd.ufsm.br

Leia mais

Gestão e Tecnologia para o Controle de Vendas em uma Pequena e Média Malharia.

Gestão e Tecnologia para o Controle de Vendas em uma Pequena e Média Malharia. Gestão e Tecnologia para o Controle de Vendas em uma Pequena e Média Malharia. Alceu Antonio da Costa alceuacosta@gmail.com FAQ Claudia Cobero claudia.cobero@terra.com.br FAQ Resumo:: O trabalho apresenta

Leia mais

Capítulo 5 INTERNET E NOVAS TECNOLOGIAS

Capítulo 5 INTERNET E NOVAS TECNOLOGIAS Capítulo 5 INTERNET E NOVAS TECNOLOGIAS 5.1 - GEOPROCESSAMENTO E INTERNET...2 5.2 - BIBLIOTECAS DIGITAIS...4 5.2.1 - Introdução...4 5.2.2 - Natureza dos Dados Geográficos...4 5.2.3 - Apresentação dos Dados...5

Leia mais

1. DESCRIÇÃO DO SIE Sistema de Informações para o Ensino

1. DESCRIÇÃO DO SIE Sistema de Informações para o Ensino 1. DESCRIÇÃO DO SIE Sistema de Informações para o Ensino O SIE é um sistema aplicativo integrado, projetado segundo uma arquitetura multicamadas, cuja concepção funcional privilegiou as exigências da Legislação

Leia mais

PANORAMA. O Panorama fornece gerenciamento centralizado de políticas e dispositivos em uma rede de firewalls de próxima geração da Palo Alto Networks.

PANORAMA. O Panorama fornece gerenciamento centralizado de políticas e dispositivos em uma rede de firewalls de próxima geração da Palo Alto Networks. PANORAMA O Panorama fornece gerenciamento centralizado de políticas e dispositivos em uma rede de firewalls de próxima geração da Palo Alto Networks. Exiba um resumo gráfico dos aplicativos na rede, os

Leia mais

Sistemas Cliente-Servidor

Sistemas Cliente-Servidor Sistemas Cliente-Servidor Disciplina Bancos de Dados II (INE 5616 2006-1) Curso de Sistemas de Informação Prof. Renato Fileto INE/CTC/UFSC 1 1 Cliente - Servidor Arquitetura cliente/servidor: Os servidores

Leia mais

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição 15 2 Conceitos relativos a Web services e sua composição A necessidade de flexibilidade na arquitetura das aplicações levou ao modelo orientado a objetos, onde os processos de negócios podem ser representados

Leia mais

Esclarecimento: As versões dos navegadores a serem utilizadas pelo PSIM estão descrito no item 2.4.1.12 do projeto básico.

Esclarecimento: As versões dos navegadores a serem utilizadas pelo PSIM estão descrito no item 2.4.1.12 do projeto básico. 1 Dúvida: Por favor, nos explique alguns casos tipicos de uso para o monitoramento central? Esclarecimento: Recepção e tratamento de eventos provenientes da central de alarme, validação de ocorrências

Leia mais

Fundamentos de Banco de Dados

Fundamentos de Banco de Dados Fundamentos de Banco de Dados SISTEMAS BASEADOS NO PROCESSAMENTO DE ARQUIVOS Sistema A Funcionário Pagamento Cargo Sistema B Funcionário Projeto SISTEMAS GERENCIADORES DE BANCO DE DADOS (SGBD) Sistema

Leia mais

Manual de referência do HP Web Jetadmin Database Connector Plug-in

Manual de referência do HP Web Jetadmin Database Connector Plug-in Manual de referência do HP Web Jetadmin Database Connector Plug-in Aviso sobre direitos autorais 2004 Copyright Hewlett-Packard Development Company, L.P. A reprodução, adaptação ou tradução sem permissão

Leia mais

Engenharia de Sistemas Computacionais

Engenharia de Sistemas Computacionais Engenharia de Sistemas Detalhes no planejamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Curso de Ciência da Computação Engenharia de Software I Prof. Rômulo Nunes de Oliveira Introdução Na aplicação de um sistema

Leia mais

MELHORES PRÁTICAS ALUNO VERSÃO 1.0

MELHORES PRÁTICAS ALUNO VERSÃO 1.0 MELHORES PRÁTICAS ALUNO VERSÃO 1.0 APRESENTANDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Um ambiente virtual de aprendizagem é um sistema para gerenciar cursos a distância que utilizam a Internet, ou para complementar

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Software de Entrada e Saída: Visão Geral Uma das tarefas do Sistema Operacional é simplificar o acesso aos dispositivos de hardware pelos processos

Leia mais

RESUMO DA SOLUÇÃO CA ERwin Modeling. Como eu posso gerenciar a complexidade dos dados e aumentar a agilidade dos negócios?

RESUMO DA SOLUÇÃO CA ERwin Modeling. Como eu posso gerenciar a complexidade dos dados e aumentar a agilidade dos negócios? RESUMO DA SOLUÇÃO CA ERwin Modeling Como eu posso gerenciar a complexidade dos dados e aumentar a agilidade dos negócios? O CA ERwin Modeling fornece uma visão centralizada das principais definições de

Leia mais

Programação para Web Artefato 01. AT5 Conceitos da Internet

Programação para Web Artefato 01. AT5 Conceitos da Internet Programação para Web Artefato 01 AT5 Conceitos da Internet Histórico de revisões Data Versão Descrição Autor 24/10/2014 1.0 Criação da primeira versão HEngholmJr Instrutor Hélio Engholm Jr Livros publicados

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

Thalita Moraes PPGI Novembro 2007

Thalita Moraes PPGI Novembro 2007 Thalita Moraes PPGI Novembro 2007 A capacidade dos portais corporativos em capturar, organizar e compartilhar informação e conhecimento explícito é interessante especialmente para empresas intensivas

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Prof. José Carlos Vaz Baseado em LAUDON, K. & LAUDON, J. Sistemas de Informação Gerenciais. Pearson, 2004 (5a. ed.).

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Prof. José Carlos Vaz Baseado em LAUDON, K. & LAUDON, J. Sistemas de Informação Gerenciais. Pearson, 2004 (5a. ed.). SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. José Carlos Vaz Baseado em LAUDON, K. & LAUDON, J. Sistemas de Informação Gerenciais. Pearson, 2004 (5a. ed.). O que é um sistema de informação? Um conjunto de componentes

Leia mais

Definição de Padrões. Padrões Arquiteturais. Padrões Arquiteturais. Arquiteturas de Referência. Da arquitetura a implementação. Elementos de um Padrão

Definição de Padrões. Padrões Arquiteturais. Padrões Arquiteturais. Arquiteturas de Referência. Da arquitetura a implementação. Elementos de um Padrão DCC / ICEx / UFMG Definição de Padrões Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo Um padrão é uma descrição do problema e a essência da sua solução Documenta boas soluções para problemas recorrentes

Leia mais

14/IN01/DSIC/GSIPR 00 30/JAN/12 1/7

14/IN01/DSIC/GSIPR 00 30/JAN/12 1/7 14/IN01/DSIC/GSIPR 00 30/JAN/12 1/7 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação ORIGEM e Comunicações Departamento de Segurança da Informação e

Leia mais

Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP

Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Departamento de Ciências da Computação e Estatística Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP André

Leia mais

Artur Patitucci Sobroza, Engenheiro Eletricista e Gerente do Produto @aglance da SoftBrasil Automação.

Artur Patitucci Sobroza, Engenheiro Eletricista e Gerente do Produto @aglance da SoftBrasil Automação. Artigos Técnicos Gestão de informações em tempo real Artur Patitucci Sobroza, Engenheiro Eletricista e Gerente do Produto @aglance da SoftBrasil Automação. Conectividade é a palavra do momento. A troca

Leia mais

Administração de Banco de Dados

Administração de Banco de Dados Administração de Banco de Dados Professora conteudista: Cida Atum Sumário Administração de Banco de Dados Unidade I 1 INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS...1 1.1 Histórico...1 1.2 Definições...2 1.3 Importância

Leia mais

Minicurso Computação em Nuvem Prática: Openstack

Minicurso Computação em Nuvem Prática: Openstack Grupo de Pesquisa em Software e Hardware Livre André Rover de Campos Membro Colméia andreroverc@gmail.com Joinville Minicurso Computação em Nuvem Prática: Openstack Roteiro Definições Virtualização Data

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos 1 de 9 Sistemas Distribuídos O que é um sistema distribuído? Um conjunto de computadores autonomos a) interligados por rede b) usando um software para produzir uma facilidade de computação integrada. Qual

Leia mais