NORMA CONTROLE DO PARQUE DE INFORMÁTICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NORMA CONTROLE DO PARQUE DE INFORMÁTICA"

Transcrição

1 CONTROLE DO PARQUE DE INFORMÁTICA Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 1 de 13

2 SUMÁRIO SUMÁRIO 2 1. INTRODUÇÃO 3 2. FINALIDADE 3 3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 4. PADRONIZAÇÃO DOS RECURSOS DE T.I AQUISIÇÃO DE HARDWARE E SOFTWARE 5 6. ATUALIZAÇÃO DO PARQUE DE MICROINFORMÁTICA 7 7. UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES 8 8. USO DE NOTEBOOK USO DO ESPAÇO NOS DISCOS DOS SERVIDORES 12 Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 2 de 13

3 1. INTRODUÇÃO O grande número de recursos de Tecnologia da Informação (equipamentos e programas) existentes no TCE/MS torna necessário a sua padronização e definição clara de seus mecanismos de controle, de maneira a resguardar o patrimônio do TCE/MS. 2. FINALIDADE Estabelecer as regras e procedimentos para o adequado gerenciamento do parque de informática do TCE/MS 3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Este documento tem aplicação no TCE/MS, em todos as suas áreas. Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 3 de 13

4 4. PADRONIZAÇÃO DOS RECURSOS DE T.I Definição dos termos: a) Estação de Trabalho Padrão: É o equipamento usado pelo usuário para desempenhar suas tarefas, definido como padrão de acordo com o estágio tecnológico que o TCE/MS deseja alcançar na área de TI. b) Software Padrão: É o conjunto de programas e aplicativos usados na estação de trabalho, definido como padrão de acordo com o estágio tecnológico que o TCE/MS deseja alcançar na área de TI incluindo: Editores de texto Sistemas Operacionais de estações de trabalho Emuladores de Terminal Softwares de E.R.P. Planilhas Eletrônicas Bancos de dados locais Antivírus Browsers Correio Interno Banco de dados - cliente/servidor - desenvolvido In-house Banco de dados - cliente/servidor - adquiridos Editoração eletrônica Data Warehouse Outros 4.2. Homologação da Estação de Trabalho e do Software Padrão: Cabe à Área de TI, após realizar análises e testes, fazer a homologação de produtos de informática para uso no TCE/MS, acompanhando a constante evolução tecnológica do setor, procurando manter a padronização e evitando a existência de produtos diferentes com a mesma função. Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 4 de 13

5 5. AQUISIÇÃO DE HARDWARE E SOFTWARE 5.1. Diretrizes: a) Centralizar todas as solicitações de aquisições de Hardware e Software na Área de TI. b) Condicionar as aquisições de Software e Hardware à sua prévia adequação aos padrões homologados Procedimentos: Condições prévias para aquisição de Hardware e Software a) A Área de TI deverá homologar os produtos de informática e telecomunicações, e os fornecedores desses produtos, de modo a garantir a sua padronização, adequação dos custos aos benefícios oferecidos, redução dos custos de manutenção, qualidade, aquisição em fornecedores de confiança, e a garantia de entrega e de manutenção. b) As áreas interessadas na aquisição de recursos de informática ou telecomunicações poderão, a qualquer momento, solicitar à Área de TI a elaboração de orçamento, A Área de TI tem prazo de duas (2) semanas para responder à solicitação, informando os custos para os recursos solicitados Hardware e Software para Projetos Especiais, Novos Sistemas ou Aplicações, ou Atualização de Projetos e de atividades das diversas áreas do TCE/MS a) Cabe à área interessada formalizar à Área de TI as quantidades e todas as características do Hardware e Software previstos e as datas em que deverão estar disponíveis. b) Cabe à Área de TI solicitar ao Patrimônio ou a Presidência do TCE/MS a aquisição e disponibilização dos produtos ( Software, Hardware ) previstos nas datas agendadas. Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 5 de 13

6 Hardware e Software padrão para as atividades técnico-administrativas em geral a) Cabe à Área de TI subsidiar as áreas no diagnóstico das suas necessidades de atualização e / ou complementação do parque de microinformática. b) Cabe à área interessada encaminhar à Área de TI os pedidos de aquisição de Hardware e Software para atividades técnico-administrativas em geral, nas datas previstas para elaboração do orçamento. c) Cabe ao comitê designado pelo TCE/MS para análise e aprovação do orçamento, a aceitação, rejeição ou alteração dos pedidos encaminhados pelas áreas, com base em diagnósticos efetuados pela Área de TI, e de acordo com prioridades negociadas no referido Comitê. d) Cabe à Área de TI solicitar à aquisição e disponibilização dos produtos ( Software, Hardware ) previstos, dentro dos limites do orçamento aprovado Hardware e Software não previstos em orçamento a) Cabe à área interessada, na hipótese de necessidade de adquirir algum produto ou serviço de microinformática não previsto em orçamento, solicitar à Área de TI uma avaliação do impacto no Hardware, Software, Rede, Segurança e outras características que venham a comprometer ou influenciar o desempenho, a qualidade e a disponibilidade dos serviços prestados. Se o produto ou serviço não for padrão do TCE/MS deverá ser previamente homologado pela Área de TI. b) Cabe à Área de TI informar à área origem dos pedidos de Hardware e/ou Software, a necessidade de adição de verbas para adequação do parque de informática aos produtos solicitados. c) Cabe à Área de TI encaminhar o pedido para obter aprovação e aquisição a Presidência. Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 6 de 13

7 6. ATUALIZAÇÃO DO PARQUE DE MICROINFORMÁTICA 6.1. Diretrizes: a) Renovar os equipamentos de microinformática conforme políticas específicas para o setor, submetidas previamente à Presidência b) Adotar prioritariamente o remanejamento como forma de adequação do parque de microinformática às necessidades dos usuários. c) Usar upgrades de disco e memória como forma de adequação apenas em casos específicos, de comprovada necessidade. d) Optar pelo prolongamento da vida útil do Hardware através da centralização do processamento via Software, sempre que a solução atenda as necessidades do usuário Procedimentos Atualização anual do Parque de Microinformática a) Cabe à Área de TI providenciar a renovação anual dos recursos de Hardware e Software de Microinformática, conforme políticas específicas para cada grupo de recursos, por ocasião da proposta orcamentária anual. b) Revisar anualmente as políticas específicas para cada grupo de recursos, submetendoas à Presidência, tendo em conta as necessidade do TCE/MS e o estágio tecnológico do setor e do mercado. c) As verbas para essa renovação deverão estar aprovadas no Orçamento do TCE/MS Remanejamento de equipamentos Cabe à Área de TI providenciar o remanejamento dos equipamentos visando a adequação do parque de microinformática. Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 7 de 13

8 7. UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES 7.1. Diretriz: a) Centralizar na Área de TI todo o controle e liberação dos Softwares instalados no TCE/MS Procedimentos Softwares e aplicativos em uso e permitidos no TCE/MS a) Somente podem ser utilizados: Softwares homologados pela Área de TI se adquiridos dentro dos prazos de sua licença de uso, quando houver Contrato delimitando tais datas; Desenvolvidos no TCE/MS pela Área de TI. Freeware, desde que padronizados ou homologados pelo TCE/MS. Softwares recebidos de fornecedor autorizado como doação ou para teste, desde que homologados pela Área de TI e possua um documento assinado pelo fornecedor que comprove esta condição Controle do uso de Softwares e Dados a) Cabe à Área de TI adquirir as novas licenças de Softwares e controlar o Cadastro dos Softwares existentes no Órgão. b) Os termos de licença de uso de Software coorporativos ou específicos das áreas e suas mídias devem ser guardados pela Área de TI. No caso de ausência do mesmo, deverá existir um documento (Empenho) que comprove a legalidade do Software. c) Cabe às áreas usuárias comunicar à Área de TI a existência de Softwares não padrão adquiridos anteriormente a esta política. d) É proibido o uso ou guarda de jogos, programas de entretenimento ou arquivos com Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 8 de 13

9 imagens gráficas (fotos) não pertinentes ao negócio do TCE/MS. e) É terminantemente proibida a cópia de programas de propriedade do TCE/MS, exceção feita a cópias para backup, que devem ser guardadas em local apropriado, desde que autorizadas pela Área de TI. f) Cabe à Área de TI definir e padronizar a estrutura de diretórios (pastas) da Rede de Dados do TCE/MS. As áreas usuárias devem arquivar seus documentos e manter seus arquivos seguindo os padrões de estrutura e arquivamento definidos Instalação de Softwares no TCE/MS a) Cabe à área interessada solicitar à Área de TI a instalação de Software padrão do TCE/MS. A solicitação deverá ser feita através de documento, contendo os motivos que justificam a instalação do mesmo. b) Havendo licenças disponíveis, a Área de TI instalará o Software solicitado. c) Caso não haja licenças disponíveis para o Software, deverá ser seguida a política de Aquisição de Hardware e Software. d) No caso de Softwares aplicativos que acessem bases de dados que necessitem de autorização, esta deverá ser concedida previamente pela área responsável pelo sistema. e) Cabe à Área de TI instalar, em todos os equipamentos que entregar aos usuários, os Softwares padrões do TCE/MS necessários às atividades que eles desempenham, além dos Softwares específicos. Também serão instalados agentes de gerenciamento. f) A desinstalação de Software só poderá ser feita pela Área de TI Instalação de Softwares em Terceiros a) A instalação de Software deverá ser solicitada pelo Diretor responsável pelo terceiro. b) Só podem ser instalados Softwares desenvolvidos In-house que sejam realmente necessários aos requerentes, e dentro do contexto de negócio do TCE/MS. c) Cabe à Área de TI analisar o pedido e dar seu parecer. Caso o parecer seja positivo, a Área de TI fará a instalação. d) Nos casos de terceiros que, trabalhando fora das instalações do TCE/MS, necessitem de acesso ao seu ambiente, o Diretor responsável pelo serviço deverá solicitar a instalação e configuração do ambiente no equipamento do prestador de serviço, que será realizada pela Área de TI. e) No caso de instalação, a Superintendência de Informática e Telecomunicações repassará os custos da instalação à área solicitante. f) No caso de Softwares não previstos nesta norma, eles deverão ser adquiridos pelos Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 9 de 13

10 terceiros, às suas próprias custas Uso indevido de Softwares e Hardware a) É proibido o uso ou guarda de arquivos e programas obtidos ilegalmente constituindo-se crime previsto na Lei de Software nº 9.609/98, de 19 de fevereiro de b) No caso de penalidade imposta por decisão administrativa ou judicial, as despesas daí decorrentes serão de responsabilidade da área do TCE/MS onde ocorrer a infração. Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 10 de 13

11 8. USO DE NOTEBOOK 8.1. Diretriz: Terá direito a Notebook, de modo exclusivo e permanente: a) O Presidente, Conselheiros e Auditores; b) Servidores, em casos específicos aprovados pelo Diretor da área Terá ainda direito a Notebook, de modo eventual e durante o período de necessidade, o usuário que: a) Participar de reuniões de caráter estratégico fora do TCE/MS; b) For expositor de palestras com temas ligados ao TCE/MS; c) Participar de treinamentos em que o uso destes equipamentos for pré-requisito; d) Necessitar intervir via Rede em algum dos sistemas ou aplicativos do TCE/MS; e) Necessitar intervir em equipamentos eletro-eletrônicos em locais de difícil acesso ou com falta de estrutura de informática, em períodos pré-determinados Procedimentos para solicitar empréstimo: a) A solicitação de empréstimo deverá ser feita através do Help Desk. b) No recebimento do equipamento o usuário deverá preencher uma ficha de empréstimo, informando a necessidade do uso e data de devolução. Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 11 de 13

12 9. USO DO ESPAÇO NOS DISCOS DOS SERVIDORES 9.1. Diretrizes: a) Centralizar os arquivos corporativos, gerados pelas áreas usuárias, nos servidores de arquivos da rede. b) Não permitir que arquivos não vinculados ao negócio do TCE/MS sejam armazenados nos servidores e trafeguem pela rede de dados. c) Centralizar na Área de TI todo o controle de acesso aos servidores de arquivos, bem como a administração e gerenciamento dos mesmos Procedimentos: Nos servidores de arquivos em rede devem ser armazenados dados do TCE/MS. Esses dados são armazenados de forma compartilhada, utilizando a estrutura de armazenamento, detalhada a seguir neste capítulo. Existem outras áreas no servidor de arquivos (compartilhamentos, ou diretórios) que podem ser utilizadas, conforme descrito a seguir: Manter o Diretório GLOBAL a) O Diretório GLOBAL abriga arquivos que podem ser lidos por todo o TCE/MS. b) É composto de pastas que são criadas mediante solicitação da área usuária. c) A área usuária define um responsável (dono) para a pasta, que terá autonomia de indicar os usuários que terão acesso de gravação na pasta. d) O nome da pasta deve refletir o assunto ali armazenado. e) O nome da pasta e a sua cota são definidos em conjunto pela Área de TI e a área usuária Manter o Diretório SISTEMAS a) O Diretório SISTEMAS abriga arquivos que somente podem ser acessados (leitura e/ou gravação) por usuários e/ou áreas usuárias pré-definidas. b) É composto de pastas que são criadas mediante solicitação da área usuária. c) A área usuária define um responsável (dono) para a pasta que terá autonomia de indicar os usuários que terão acesso de gravação na pasta e a relação de usuários que terão acesso somente de leitura na pasta. Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 12 de 13

13 d) O nome da pasta deve refletir o assunto ali armazenado. e) O nome da pasta e a sua cota são definidos em conjunto pela Área de TI e a área usuária. Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 13 de 13

Diretrizes Gerais para uso dos recursos de Tecnologia da Informação

Diretrizes Gerais para uso dos recursos de Tecnologia da Informação DIRETRIZES GERAIS PARA USO DOS RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 1 de 6 SUMÁRIO SUMÁRIO 2 1. INTRODUÇÃO 3 2. FINALIDADE 3 3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 4. DIRETRIZES GERAIS

Leia mais

NORMA ATENDIMENTO AOS USUÁRIOS DE T.I.

NORMA ATENDIMENTO AOS USUÁRIOS DE T.I. ATENDIMENTO AOS USUÁRIOS DE T.I. Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 1 de 8 SUMÁRIO SUMÁRIO 2 1. INTRODUÇÃO 3 2. FINALIDADE 3 3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 4. ATENDIMENTO AOS USUÁRIOS DE T.I. 4 4.1. Diretrizes:

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010. Regulamenta a utilização dos serviços corporativos disponíveis na rede de computadores da ANAC. A DIRETORA-PRESIDENTE

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC Código: NO01 Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região Comitê de Segurança da Informação Secretaria de Tecnologia da Informação Núcleo de Segurança da Informação Revisão: 00 Vigência:20/04/2012 Classificação:

Leia mais

PORTARIA Nº 7876. O PREFEITO DE JUIZ DE FORA, no uso das atribuições que lhe confere a Legislação vigente,

PORTARIA Nº 7876. O PREFEITO DE JUIZ DE FORA, no uso das atribuições que lhe confere a Legislação vigente, PORTARIA Nº 7876 Dispõe sobre a Norma PSI/N.0001 - Utilização da Estação de Trabalho, nos termos dos arts. 20 e 24, da Resolução nº 041/2010-SPDE. O PREFEITO DE JUIZ DE FORA, no uso das atribuições que

Leia mais

Manutenir os equipamentos de informática do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJERJ) que não pertencem a contrato de garantia.

Manutenir os equipamentos de informática do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJERJ) que não pertencem a contrato de garantia. Proposto por: Equipe da Divisão de Equipamentos de TI (DIETI) Analisado por: Departamento de Suporte e Atendimento (DEATE) Aprovado por: Diretor Geral da Diretoria Geral de Tecnologia da Informação (DGTEC)

Leia mais

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica.

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica. Classificação: RESOLUÇÃO Código: RP.2007.077 Data de Emissão: 01/08/2007 O DIRETOR PRESIDENTE da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia - PRODEB, no uso de suas atribuições e considerando

Leia mais

Regulamento do Laboratório de Informática FACOS - MARQUÊS

Regulamento do Laboratório de Informática FACOS - MARQUÊS Regulamento do Laboratório de Informática FACOS - MARQUÊS Art. 1º A missão do Laboratório de Informática da FACOS/Marquês é buscar a excelência no atendimento aos seus usuários. seguintes: informática.

Leia mais

POLÍTICA DE ATENDIMENTO AOS USUÁRIOS DE T.I.

POLÍTICA DE ATENDIMENTO AOS USUÁRIOS DE T.I. POLÍTICA DE ATENDIMENTO AOS USUÁRIOS DE T.I. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3. ATENDIMENTO AOS USUÁRIOS DE T.I. 3.1.1. Diretrizes 3.1.2. Responsabilidades 4. SERVIÇOS 4.1.1. Reparos efetuados

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO BASEADO NA NORMA ABNT 21:204.01-010 A Política de segurança da informação, na empresa Agiliza Promotora de Vendas, aplica-se a todos os funcionários, prestadores de

Leia mais

GERENCIAR ATENDIMENTO A EQUIPAMENTOS DE TI 1 OBJETIVO

GERENCIAR ATENDIMENTO A EQUIPAMENTOS DE TI 1 OBJETIVO Proposto por: Equipe da Divisão de Equipamentos de TI (DIETI) Analisado por: Departamento de Suporte e Atendimento (DEATE) Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria-Geral de Tecnologia da Informação (DGTEC)

Leia mais

Este Manual aplica-se a todos os Usuário de T.I. do Ministério Público de Goiás. ATIVIDADE AUTORIDADE RESPONSABILIDADE Manter o Manual Atualizado

Este Manual aplica-se a todos os Usuário de T.I. do Ministério Público de Goiás. ATIVIDADE AUTORIDADE RESPONSABILIDADE Manter o Manual Atualizado Versão 01 - Página 1/8 1 Objetivo Orientar o usuário de T.I. a solicitar atendimento. Mostrar o fluxo da solicitação. Apresentar a Superintendência 2 Aplicação Este Manual aplica-se a todos os Usuário

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS

SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PO - PSI 1ª 1/9 ÍNDICE 1. OBJETIVO... 2 2. ALCANCE... 2 3. ÁREA GESTORA... 2 4. CONCEITOS/CRITÉRIOS GERAIS... 2 5. DIRETRIZES... 3 6. RESPONSABILIDADES... 3 6.1 Todos

Leia mais

PORTARIA TRT 18ª GP/SGP Nº 034/2012 O DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e

PORTARIA TRT 18ª GP/SGP Nº 034/2012 O DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e PORTARIA TRT 18ª GP/SGP Nº 034/2012 O DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regulamentares, e tendo em vista o que consta do Processo

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (modelo )

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (modelo ) POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (modelo ) A Política de segurança da informação, na A EMPRESA, aplica-se a todos os funcionários, prestadores de serviços, sistemas e serviços, incluindo trabalhos executados

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Coordenadoria do Campus de Ribeirão Preto Seção Técnica de Informática. Política de Informática CCRP

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Coordenadoria do Campus de Ribeirão Preto Seção Técnica de Informática. Política de Informática CCRP Política de Informática CCRP Índice 1. DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 2. ESPECIFICAÇÃO E AQUISIÇÃO DE NOVOS EQUIPAMENTOS... 2 3. INSTALAÇÃO DE SOFTWARES... 2 4. DESENVOLVIMENTO, MANUTENÇÃO E BACKUP DE SISTEMAS

Leia mais

PRESTAR MANUTENÇÃO E SUPORTE A HARDWARE

PRESTAR MANUTENÇÃO E SUPORTE A HARDWARE Proposto por: Equipe da Divisão de Equipamentos de TI (DIETI) Analisado por: Diretor do Departamento de Suporte e Atendimento (DEATE) Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria-Geral de Tecnologia da Informação

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS DIVISÃO DE GESTÃO DA QUALIDADE

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS DIVISÃO DE GESTÃO DA QUALIDADE PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS DIVISÃO DE GESTÃO DA QUALIDADE Sistema de Gestão da Qualidade PROCEDIMENTO P. TJAM 56 PROJUDI Revisado por: Breno Figueiredo Corado DVTIC/PROJUDI

Leia mais

Hospedagem Virtualizada

Hospedagem Virtualizada Conheça também Desenvolvimento de sistemas Soluções de Segurança Soluções com o DNA da Administração Pública Há 43 anos no mercado, a Prodesp tem um profundo conhecimento da administração pública e também

Leia mais

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Título I Dos laboratórios de Informática Capítulo I - Da Organização Artigo 1º A área de Help Desk de TI executa a organização dos laboratórios de Informática

Leia mais

Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC

Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC 1. Diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação Coordenar

Leia mais

Manual de Normas e Procedimentos de Segurança da Informação

Manual de Normas e Procedimentos de Segurança da Informação Manual de Normas e Procedimentos de Segurança da Informação Objetivo: Definir responsabilidades e orientar a conduta dos profissionais e usuários de informática da FECAP na utilização dos recursos computacionais,

Leia mais

Termo de Referência. (Storage) do ambiente de Migração, composta pelo do subsistema de disco IBM DS8300.

Termo de Referência. (Storage) do ambiente de Migração, composta pelo do subsistema de disco IBM DS8300. Termo de Referência Expansão da solução s de armazenamento (Storage) do ambiente de Migração, composta pelo do subsistema de disco IBM DS8300. Termo de Referência Expansão da solução de armazenamento do

Leia mais

AVALIAÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA DO QUADRO DE SERVIDORES DA COTEC

AVALIAÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA DO QUADRO DE SERVIDORES DA COTEC MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA Coordenação-Geral de Administração e Tecnologia da Informação Coordenação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE RIO VERDE NORMATIZAÇÃO DE USO DOS RECURSOS COMPUTACIONAIS DO CEFET RIO VERDE

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE RIO VERDE NORMATIZAÇÃO DE USO DOS RECURSOS COMPUTACIONAIS DO CEFET RIO VERDE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE RIO VERDE NORMATIZAÇÃO DE USO DOS RECURSOS COMPUTACIONAIS DO CEFET RIO VERDE Capítulo I DAS DEFINIÇÕES Art. 1º Para os fins desta Norma,

Leia mais

Laboratórios de Informática Regulamento

Laboratórios de Informática Regulamento 1 Laboratórios de Informática Regulamento Pagina 1/10 Sumário DA CONSTITUIÇÃO...3 DA ADMINISTRAÇÃO...4 DA UTILIZAÇÃO...5 DISPOSIÇÕES GERAIS...10 Pagina 2/10 REGULAMENTO INTERNO DA CONTISTUIÇÃO Art. 1 -

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO BASEADO NA NORMA ABNT 21:204.01-010 A Política de segurança da informação, na FK EQUIPAMENTOS, aplica-se a todos os funcionários, prestadores de serviços, sistemas e

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO PORTARIA Nº 59, DE 14 DE MARÇO DE 2008. Dispõe sobre alterações no Manual de Atribuições da Seção Judiciária do Paraná e estabelece outras providências. O VICE-PRESIDENTE, NO EXERCÍCIO DA PRESIDÊNCIA DO

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE PRÁTICAS EM ADMINISTRAÇÃO E ESCRITÓRIO MULTIMÍDIA DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ADMINISTRAÇÃO - UNIR - CACOAL

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE PRÁTICAS EM ADMINISTRAÇÃO E ESCRITÓRIO MULTIMÍDIA DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ADMINISTRAÇÃO - UNIR - CACOAL REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE PRÁTICAS EM ADMINISTRAÇÃO E ESCRITÓRIO MULTIMÍDIA DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ADMINISTRAÇÃO - UNIR - CACOAL TÍTULO I - DO LABORATÓRIO DIDÁTICO CAPÍTULO I - DA ORGANIZAÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE REDE E EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA

REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE REDE E EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA INSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSE REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE REDE E EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA O Campus Passo Fundo do Instituto Federal Sul-rio-grandense, através do Centro de Informática,

Leia mais

SUPERINTENDENCIA DE VAPT VUPT E ATENDIMENTO AO PÚBLICO INSTRUÇÃO DE TRABALHO CENTRAL DE ATENDIMENTO HELP DESK

SUPERINTENDENCIA DE VAPT VUPT E ATENDIMENTO AO PÚBLICO INSTRUÇÃO DE TRABALHO CENTRAL DE ATENDIMENTO HELP DESK Sistema de Gestão do Programa Vapt Vupt SUPERINTENDENCIA DE VAPT VUPT E ATENDIMENTO AO PÚBLICO INSTRUÇÃO DE TRABALHO CENTRAL DE ATENDIMENTO HELP DESK Responsável: Alyne Rodrigues Borges Cópia Controlada

Leia mais

Normas e Procedimentos de Utilização da Rede

Normas e Procedimentos de Utilização da Rede Normas e Procedimentos de Utilização da Rede Setor Laboratório de TI Objetivo O objetivo maior do estabelecimento desta política é garantir a prestação de um serviço de rede de boa qualidade aos nossos

Leia mais

Autores: Regina Mainente Ricardo Pereira da Silva Superintendente Controlador Interno Ano de 2015

Autores: Regina Mainente  Ricardo Pereira da Silva Superintendente Controlador Interno Ano de 2015 Autores: Regina Mainente Superintendente Ricardo Pereira da Silva Controlador Interno Ano de 2015 Índice 1. Apresentação... 03 2. Introdução... 04 3. Para que serve a Segurança da Informação... 05 4. Pilares

Leia mais

Manual de Instalação

Manual de Instalação Manual de Instalação Sumário 1. Sobre este documento...3 2. Suporte técnico...3 3. Requisitos de hardware...3 3.1. Estação...3 3.2. Servidor...4 4. Instalação...4 4.1. Instalação do Group Folha no servidor...6

Leia mais

MANUAL DE NORMAS DA EMBRAPA

MANUAL DE NORMAS DA EMBRAPA Sumário 1. Objetivo 2. Campo de aplicação 3. Documentos de Referência 4. Definições 5. Condições gerais 6. Condições de Acesso aos Recursos 7. Autenticação de Usuários 8. Recursos de Hardware e Software

Leia mais

Manual de Instalação Corporate

Manual de Instalação Corporate Manual de Instalação Corporate Sumário 1. Sobre este documento...3 2. Suporte técnico...3 3. Requisitos de hardware...3 3.1. Estação...3 3.2. Servidor...4 4. Instalação...4 4.1. Instalação do Imobiliária21

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 1. DOS HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO 1.1 O Laboratório de informática pode ser utilizado das 7:30 às 22:30

Leia mais

Proteger a informação de uma ameaça inclui evitar o seu corrompimento, o seu acesso às pessoas não autorizadas e seu furto ou deleção indevida.

Proteger a informação de uma ameaça inclui evitar o seu corrompimento, o seu acesso às pessoas não autorizadas e seu furto ou deleção indevida. Segurança da Informação é a proteção das informações contra os vários tipos de ameaças as quais estão expostas, para garantir a continuidade do negócio, minimizar o risco ao negócio, maximizar o retorno

Leia mais

MENSAGEM PREGÃO ELETRÔNICO N. 052/2010 ESCLARECIMENTO 4

MENSAGEM PREGÃO ELETRÔNICO N. 052/2010 ESCLARECIMENTO 4 MENSAGEM Assunto: Esclarecimento 4 Referência: Pregão Eletrônico n. 052/2010 Data: 19/11/2010 Objeto: Contratação de serviços técnicos especializados de atendimento remoto e presencial a usuários de tecnologia

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS CÂMPUS SANTA HELENA DE GOIÁS REGULAMENTO DA UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS CÂMPUS SANTA HELENA DE GOIÁS REGULAMENTO DA UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS CÂMPUS SANTA HELENA DE GOIÁS REGULAMENTO DA UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA JUNHO 2014 2 COMISSÃO DE ELABORAÇÃO Adriano Ferraz da Costa Edmar Augusto Yokome Filipe

Leia mais

Estabelecer critérios e procedimentos para o atendimento às solicitações de alterações de layout.

Estabelecer critérios e procedimentos para o atendimento às solicitações de alterações de layout. Proposto por: Serviço de Projetos de Arquitetura, de Estrutura e de Instalações (SEPRO) Analisado por: Departamento de Planejamento de Obras (DEPLA) Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria Geral de Engenharia

Leia mais

Não há documentação de referência para o processo.

Não há documentação de referência para o processo. Código: MAN-SADM-004 Versão: 00 Data de Aprovação: 24/05/2010 Elaborado por: Coordenadoria de Serviços Gerais Aprovado por: Secretaria Administrativa 1 Objetivo Estabelecer os critérios e os procedimentos

Leia mais

NORMAS PARA UTILIZAÇÃO DA REDE SETUR

NORMAS PARA UTILIZAÇÃO DA REDE SETUR NORMAS PARA UTILIZAÇÃO DA REDE SETUR GETAD/TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1-OBJETIVO Esta norma estabelece os critérios e procedimentos relacionados à utilização da REDE SETUR por todos os servidores, estagiários

Leia mais

REGULAMENTO DE USO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA FESPSP

REGULAMENTO DE USO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA FESPSP Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo REGULAMENTO DE USO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA FESPSP ELABORADO POR: APROVADO POR: Jacqueline de Carvalho (Gerente de TI) Almiro Heitor (Diretor

Leia mais

Serviços do Prodasen. Estrutura de atendimento... 5. Central de Atendimento... 6. Gerente de Relacionamento... 7. Infra-estrutra de Rede...

Serviços do Prodasen. Estrutura de atendimento... 5. Central de Atendimento... 6. Gerente de Relacionamento... 7. Infra-estrutra de Rede... Serviços do Prodasen Estrutura de atendimento... 5 Central de Atendimento... 6 Gerente de Relacionamento... 7 Infra-estrutra de Rede... 9 Gestão de Equimentos... 9 Serviços de apoio... 10 Outros serviços...

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

Tópico 28 e 29 Política de Segurança da Informação. Política de Segurança da Informação

Tópico 28 e 29 Política de Segurança da Informação. Política de Segurança da Informação Tópico 28 e 29 Política de Segurança da Informação Política de segurança da Informação. Metodologia de levantamento da política de segurança. Objetivos e responsabilidades sobre a implementação. Métodos

Leia mais

SUMÁRIO. Elaborado por: Revisado por: Aprovado por: Coordenação de Qualidade e Meio Ambiente. Gerência Suprimentos e Logística

SUMÁRIO. Elaborado por: Revisado por: Aprovado por: Coordenação de Qualidade e Meio Ambiente. Gerência Suprimentos e Logística Suprimentos e Logística Pág. 1 de 14 SUMÁRIO 1 OBJETIVO... 2 2 ABRANGÊNCIA / NÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO... 2 3 SIGLAS UTILIZADAS... 2 4 GLOSSÁRIO / CONCEITOS... 2 5 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA... 3 6 CONTEÚDO...

Leia mais

REGULAMENTO DO USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DO IESUR INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RONDÔNIA

REGULAMENTO DO USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DO IESUR INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RONDÔNIA REGULAMENTO DO USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DO IESUR INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RONDÔNIA Tem o presente regulamento a função de nortear as ações e procedimentos necessários ao bom funcionamento

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Grupo PETRA S.A. Departamento de Tecnologia da Informação POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Início da Vigência: 01/Maio/2010 Propriedade do Grupo PETRA S.A. 1. INTRODUÇÃO Este documento foi elaborado

Leia mais

Regulamento do uso do Laboratório de Informática da Faculdade de Amambai-MS para o Curso de Ciências Contábeis

Regulamento do uso do Laboratório de Informática da Faculdade de Amambai-MS para o Curso de Ciências Contábeis Regulamento do uso do Laboratório de Informática da Faculdade de Amambai-MS para o Curso de Ciências Contábeis Amambai-MS 2010 Regulamento do uso do laboratório de informática da Faculdade de Amambai para

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Página 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes básicas pertinentes ao tratamento e manutenção de acervos arquivísticos ou bibliográficos, sejam administrativos, técnicos ou especializados nas instalações

Leia mais

Portaria n. 1017, de 13 de maio de 2008.

Portaria n. 1017, de 13 de maio de 2008. O Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região, no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO a necessidade de estabelecer diretrizes e padrões para garantir um ambiente tecnológico controlado

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DATA: 25/01/2016 VERSÃO 2.0 VERSÃO 2 25/01/2016 ÁLVARO BARBOSA SUMÁRIO I. INTRODUÇÃO... 3 II. PAPÉIS E RESPONSABILIDADES... 4 II.1 - COMITÊ EXECUTIVO... 4 II.2 - CONTROLES

Leia mais

ATO Nº 195/2011. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

ATO Nº 195/2011. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, ATO Nº 195/2011 Institui a Norma de Segurança dos Recursos de Tecnologia da Informação - NSRTI, do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO,

Leia mais

Leia com cuidado e procure respeitá-la!

Leia com cuidado e procure respeitá-la! Páginas: 1 de 5 Leia com cuidado e procure respeitá-la! Introdução: A Tecnologia da Informação, TI, está cada dia mais presente nas empresas, mudando radicalmente os hábitos e a maneira de comunicação,

Leia mais

A ESCOLHA DE SISTEMA PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS. A decisão de automatizar

A ESCOLHA DE SISTEMA PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS. A decisão de automatizar A ESCOLHA DE SISTEMA PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS A decisão de automatizar 1 A decisão de automatizar Deve identificar os seguintes aspectos: Cultura, missão, objetivos da instituição; Características

Leia mais

Importância do GED. Implantação de um Sistema de GED

Importância do GED. Implantação de um Sistema de GED Implantação de um Sistema de GED Gerenciamento Eletrônico de Documentos Importância do GED O GED tem uma importante contribuição na tarefa da gestão eficiente da informação; É a chave para a melhoria da

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 080/2014, DE 25 DE JUNHO DE 2014 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG

RESOLUÇÃO Nº 080/2014, DE 25 DE JUNHO DE 2014 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG RESOLUÇÃO Nº 080/2014, DE 25 DE JUNHO DE 2014 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG O Conselho Universitário da UNIFAL-MG, no uso de suas atribuições regimentais e estatutárias,

Leia mais

1. OBJETIVO. 2. REFERÊNCIA Normas e Portarias do Padrão de Atendimento Vapt Vupt NR-17 Anexo II / MTE

1. OBJETIVO. 2. REFERÊNCIA Normas e Portarias do Padrão de Atendimento Vapt Vupt NR-17 Anexo II / MTE Sistema de Gestão do Programa Vapt Vupt SUPERINTENDENCIA DE GESTÃO DO VAPT VUPT INSTRUÇÃO DE TRABALHO TELEMAN - HELP DESK Responsável: Humberto Gomes Arruda Cópia Controlada - Revisão 03 de 17/06/2015

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa RESOLUÇÃO DE MESA Nº 839/2008 (publicada no DOAL nº 9263, de 28 de maio de 2008) Dispõe sobre as normas e procedimentos

Leia mais

Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento dos sistemas e demais aplicações informatizadas do TJAC.

Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento dos sistemas e demais aplicações informatizadas do TJAC. Código: MAP-DITEC-001 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerência de Sistemas Aprovado por: Diretoria de Tecnologia da Informação 1 OBJETIVO Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento

Leia mais

EXPLORITAS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA LTDA MANUAL DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

EXPLORITAS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA LTDA MANUAL DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO EXPLORITAS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA LTDA MANUAL DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Janeiro 2016 O NÃO CUMPRIMENTO DESTE MANUAL PODERÁ RESULTAR EM AÇÕES DISCIPLINARES APROPRIADAS, INCLUINDO ADVERTÊNCIAS, QUE PODERÃO

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 001/2013-IPPLAN ANEXO 2 ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS

CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 001/2013-IPPLAN ANEXO 2 ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS PREFEITURA MUNICIPAL CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 001/2013-IPPLAN ANEXO 2 ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS Cargo de Nível Médio Agente Administrativo Contribuir com o correto fluxo de atividades, informações e materiais

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS PARTE II POLÍTICAS CORPORATIVAS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS PARTE II POLÍTICAS CORPORATIVAS 1 Política de segurança da informação 1.1 Introdução A informação é um ativo que possui grande valor para a COGEM, devendo ser adequadamente utilizada e protegida contra ameaças e riscos. A adoção de políticas

Leia mais

ARTEC FACULDADE DE IMPERATRIZ

ARTEC FACULDADE DE IMPERATRIZ POLÍTICA DE USO DE EQUIPAMENTO DE INFORMATICA Objetivo: Definir responsabilidades e orientar a conduta dos técnicos administrativos, alunos e professores da FACIMP na utilização dos recursos computacionais,

Leia mais

3 Política institucional de segurança da informação da Cooperativa Crédito Mutuo dos Praças e Oficiais da PMESP Cooperacs - SP

3 Política institucional de segurança da informação da Cooperativa Crédito Mutuo dos Praças e Oficiais da PMESP Cooperacs - SP Título : Política institucional de segurança da informação. Capítulo : Índice Seção : Capítulo Seção Item Descrição 3 Política institucional de segurança da informação da Cooperativa Crédito Mutuo dos

Leia mais

MEDCLIN Software de Clínica Médica

MEDCLIN Software de Clínica Médica MEDCLIN Software de Clínica Médica WWW.ASASSOFTWARES.COM.BR Índice 1 Informações Básicas... 1 1.1 Sair da aplicação... 1 1.2 Travar aplicação... 1 1.3 Menu Diversos -> 5.1 Licenciamento do Sistema... 1

Leia mais

FACULDADE CARLOS GOMES

FACULDADE CARLOS GOMES FACULDADE CARLOS GOMES MANTIDA PELA ARTE E MÚSICA LTDA. POLÍTICA DE USO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA FACULDADE CARLOS GOMES POLÍTICA DE USO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA E DA REDE Artigo 1º. Artigo 2º.

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC 1786/2015 - Quinta-feira, 06 de Agosto de 2015 Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região 1 FL. 2 Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região Comitê de Segurança da Informação Secretaria de Tecnologia

Leia mais

FLUXO 360 TERMOS E CONDIÇO ES

FLUXO 360 TERMOS E CONDIÇO ES FLUXO 360 TERMOS E CONDIÇO ES CADASTRO DE CLIENTES Recebimento de equipamentos somente com cadastro completo; O cadastro do e-mail é obrigatório; É de responsabilidade do cliente manter seus dados sempre

Leia mais

GOVBR- UEM-MARINGA PREFEITURA MUNICIPAL DE PEROLA

GOVBR- UEM-MARINGA PREFEITURA MUNICIPAL DE PEROLA GERENCIAMENTO DE PROJETOS PRONIM, IMPLANTAÇÃO SQL SERVER GOVBR- UEM-MARINGA PREFEITURA MUNICIPAL DE PEROLA Cliente GOVBR, UEM-MARINGA / Prefeitura Municipal de PEROLA Data 10/09/2015 Versão 1.0 Objeto:

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL COORDENAÇÃO-GERAL DE SISTEMAS E TI SIAFI GERENCIAL MANUAL DE IMPLANTAÇÃO

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL COORDENAÇÃO-GERAL DE SISTEMAS E TI SIAFI GERENCIAL MANUAL DE IMPLANTAÇÃO MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL COORDENAÇÃO-GERAL DE SISTEMAS E TI SIAFI GERENCIAL MANUAL DE IMPLANTAÇÃO VERSÃO 02 JUNHO DE 2003 1. Introdução. O Sistema Integrado de Administração

Leia mais

PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA HOMOLOGAÇÃO DE SOFTWARE HOUSES COM PRODUTOS E APLICAÇÕES DE EDI NO PADRÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA BRASILEIRA

PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA HOMOLOGAÇÃO DE SOFTWARE HOUSES COM PRODUTOS E APLICAÇÕES DE EDI NO PADRÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA BRASILEIRA PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA HOMOLOGAÇÃO DE SOFTWARE HOUSES COM PRODUTOS E APLICAÇÕES DE EDI NO PADRÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA BRASILEIRA Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho da Comissão de Normas

Leia mais

ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada.

ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada. Proposto por: Divisão de Equipamento em Garantia (DIGAR) Analisado por: Departamento de Produção (DEPRO) Aprovado por: Diretor-Geral da Diretoria Geral de Tecnologia da Informação (DGTEC) 1 OBJETIVO Estabelecer

Leia mais

CONTRATO DE FORNECIMENTO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE PARA REVENDAS

CONTRATO DE FORNECIMENTO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE PARA REVENDAS CONTRATO DE FORNECIMENTO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE PARA REVENDAS FORNECEDOR: WORKSOFT INFORMÁTICA LTDA., pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ/MF sob nº. 08.707.221/0001-06, com sede

Leia mais

SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO DE SISTEMAS

SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO DE SISTEMAS SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO DE SISTEMAS Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 1 de 9 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 3 2. FINALIDADE 3 3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 4. RESPONSABILIDADES 3 5. DIRETRIZES GERAIS 4 6. CLASSIFICAÇÃO

Leia mais

Manual de Instalação

Manual de Instalação Manual de Instalação Sumário 1. Sobre este documento... 3 2. Suporte técnico... 3 3. Requisitos de hardware... 4 3.1. Estação... 4 3.2. Servidor... 4 4. Instalação... 5 4.1. Instalação no servidor... 5

Leia mais

O Prefeito Constitucional de Picuí/PB, usando de suas atribuições legais,

O Prefeito Constitucional de Picuí/PB, usando de suas atribuições legais, DECRETO Nº 012, de 05 de agosto de 2009. DISPÕE SOBRE O USO DOS SERVIÇOS DE ACESSO À INTERNET AOS ÓRGÃOS E DEPARTAMENTOS QUE INTEGRAM A ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL DE PICUÍ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito

Leia mais

Organização de arquivos e pastas

Organização de arquivos e pastas Organização de arquivos e pastas Pasta compara-se a uma gaveta de arquivo. É um contêiner no qual é possível armazenar arquivos. As pastas podem conter diversas subpastas. Definir a melhor forma de armazenamento

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Página 1 de 6 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes básicas pertinentes ao atendimento aos clientes mantenedores de documentos nas instalações internas da PRÓ-MEMORIA. 2. APLICAÇÃO Este procedimento aplica-se

Leia mais

COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011

COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011 SERVIÇOS BÁSICOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA (COTEC) ABRIL/2011 Rua do Rouxinol, N 115 / Salvador Bahia CEP: 41.720-052 Telefone: (71) 3186-0001. Email: cotec@ifbaiano.edu.br

Leia mais

DTI DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

DTI DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DTI DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESPÍRITO SANTO 1 OBJETIVO: 1.1 A presente

Leia mais

REGULAMENTO PARA USO DA REDE CORPORATIVA DE COMPUTADORES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS (UFPelNet)

REGULAMENTO PARA USO DA REDE CORPORATIVA DE COMPUTADORES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS (UFPelNet) REGULAMENTO PARA USO DA REDE CORPORATIVA DE COMPUTADORES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS (UFPelNet) A Universidade Federal de Pelotas (UFPel), através de seu Comitê de Tecnologia da Informação (PORTARIA

Leia mais

Ficha técnica do material. Políticas de Backup 1

Ficha técnica do material. Políticas de Backup 1 Ficha técnica do material Autor: Humberto Celeste Innarelli Origem: Apostila Preservação de Documentos Digitais Páginas: 24 a 28 Mês/Ano: 12/2003 Entidade promotora do curso: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

Leia mais

Processo Manutenção de Computadores

Processo Manutenção de Computadores Dono do Guilherme Ferreira Lúcio Lemes Aprovado por Chefe de Departamento Analisado criticamente por Chefe de Departamento Substituto: Ednardo Melo de Farias Junior 1 OBJETIVOS Este processo consiste em

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO PRESIDÊNCIA PORTARIA CNMP-PRESI N.030, DE 07 DE ABRIL DE 2010.

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO PRESIDÊNCIA PORTARIA CNMP-PRESI N.030, DE 07 DE ABRIL DE 2010. CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO PRESIDÊNCIA PORTARIA CNMP-PRESI N.030, DE 07 DE ABRIL DE 2010. Dispõe sobre critérios de uso e segurança dos recursos de Tecnologia da Informação do Conselho Nacional

Leia mais

MANUAL DE ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES

MANUAL DE ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS DO ESPÍRITO SANTO ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES DAS UNIDADES GESTORAS E OPERACIONAIS GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO MANUAL DE ATRIBUIÇÕES E

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA

POLÍTICA DE SEGURANÇA POLÍTICA DE SEGURANÇA GADE SOLUTION Tatiana Lúcia Santana GADE SOLUTION 1. Conceituação: A informação é um dos principais patrimônios do mundo dos negócios. Um fluxo de informação de qualidade é capaz

Leia mais

Centro de Processamento de Dados REGULAMENTO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS E DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DA ORGANIZAÇÃO

Centro de Processamento de Dados REGULAMENTO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS E DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DA ORGANIZAÇÃO REGULAMENTO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS E DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DA ORGANIZAÇÃO Art. 1º O centro de processamento de dados (CPD), ao qual o laboratório de Informática e Laboratório de Gestão

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE ATIVOS DE TI GERENCIAMENTO DE LIBERAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO DE ATIVOS DE TI GERENCIAMENTO DE LIBERAÇÃO 1 ADMINISTRAÇÃO DE ATIVOS DE TI GERENCIAMENTO DE LIBERAÇÃO 2 INTRODUÇÃO A cada dia que passa, cresce a pressão pela liberação para uso de novas tecnologias disponibilizadas pela área de TI, sob o argumento

Leia mais

REGULAMENTO DO USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA UNISSA

REGULAMENTO DO USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA UNISSA REGULAMENTO DO USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA UNISSA Tem o presente regulamento a função de nortear as ações e procedimentos necessários ao bom funcionamento dos laboratórios de informática, bem como

Leia mais

ASSISTÊNCIA HELP DESK REMOTO Manual do Associado OS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA SÃO PRESTADOS PELA USS SOLUÇÕES GERENCIADAS S.A. CNPJ: 01.979.

ASSISTÊNCIA HELP DESK REMOTO Manual do Associado OS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA SÃO PRESTADOS PELA USS SOLUÇÕES GERENCIADAS S.A. CNPJ: 01.979. ASSISTÊNCIA HELP DESK REMOTO Manual do Associado OS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA SÃO PRESTADOS PELA USS SOLUÇÕES GERENCIADAS S.A. CNPJ: 01.979.936/0001-79 ASSISTÊNCIA HELP DESK REMOTO Ao necessitar de algum

Leia mais

REGIMENTO DOS LABORATÓRIOS MULTIUSUÁRIOS DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (RESOLUÇÃO CCS 102/2011)

REGIMENTO DOS LABORATÓRIOS MULTIUSUÁRIOS DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (RESOLUÇÃO CCS 102/2011) REGIMENTO DOS LABORATÓRIOS MULTIUSUÁRIOS DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (RESOLUÇÃO CCS 102/2011) CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO E FINALIDADES Art.1º- Os Laboratórios

Leia mais

Política da Segurança da Informação

Política da Segurança da Informação Política da Segurança da Informação POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DA BM&FBOVESPA 1. INTRODUÇÃO A informação é um ativo que possui grande valor para a BM&FBOVESPA, devendo ser adequadamente utilizada

Leia mais

Ricardo Scheurer Sonda Supermercado

Ricardo Scheurer Sonda Supermercado Tema: Apresentador: Plano Diretor de Tecnologia da Informação Ricardo Scheurer Sonda Supermercado Objetivo desta palestra será resolver as seguintes questões: Porque fazer um PDTI? Quais os benefícios

Leia mais

GUIA DE MELHORES PRATICAS NA AREA DE TI

GUIA DE MELHORES PRATICAS NA AREA DE TI GUIA DE MELHORES PRATICAS NA AREA DE TI Ambiente Windows Small Business Rev 10501 DATA : 5 / 07/ 2007 Pag : 1 de7 1) Servidores a) Hardware o Servidor Alocado em Rack Fechado em ambiente reservado e refrigerado

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Diretoria Executiva Aprovação: DD-494-0001/2012 Revisão 05 Vigência a partir de 25/09/2012 1. Introdução Os processos e atividades de negócio são suportados, cada vez

Leia mais