CLASSIFICAÇÃO SITUAÇÃO CLÍNICA. Sangramento gastrointestinal Pequenos Traumas NÍVEL V

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CLASSIFICAÇÃO SITUAÇÃO CLÍNICA. Sangramento gastrointestinal Pequenos Traumas NÍVEL V"

Transcrição

1 EMERGÊNCIA

2 Triagem de Enfermagem A crescente demanda pelos Serviços de Emergência tornam a Classificação de Risco necessária para minimizar os efeitos do aumento do número de atendimentos e diferentes graus de complexidade dos pacientes. A Classificação de Risco é um processo dinâmico de identificação dos pacientes que necessitam de tratamento imediato, de acordo com o potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento. A prioridade da assistência médica e de enfermagem será feita categorizando os pacientes nos seguintes níveis:escala Canadense- Canadian Triage and Acuity Scala (CTAS)

3 NÍVEIS NÍVEL I NÍVEL II NÍVEL III NÍVEL IV Triagem de Enfermagem CLASSIFICAÇÃO SITUAÇÃO CLÍNICA Condições que ameaçam a vida e requerem intervenções imediatas e agressivas. Condições que representam risco potencial de vida e requerem intervenção médica rápida. Condições que podem potencialmente evoluir para um problema sério e que necessite de intervenção de emergência. Condições relacionadas à idade do paciente,desconforto ou potencial para piora do paciente Parada Cariorespiratória TCE Sangramento gastrointestinal Pequenos Traumas NÍVEL V Condições Agudas, não urgentes Dor de Garganta

4 NÍVEL I- EMERGÊNCIA Pacientes encaminhados diretamente à Sala de suporte avançado de vida. ( emergência) que necessitam de atendimento médico e de enfermagem imediatos: Situação /Queixa Politraumatizado grave; Trauma Crânio Encefálico grave; Estado de coma; Comprometimentos da Coluna Vertebral; Desconforto respiratório grave; Dor no peito associado a falta de ar e cianose; Perfurações no peito, abdômem e cabeça;

5 NÍVEL I- EMERGÊNCIA (Continuação) Crises convulsivas ( inclusive pós crise); Intoxicações exógenas; Reações alérgicas; Tentativas de suicídio; Complicações de diabetes; Queimaduras; Parada cardiorrespiratória.

6 NÍVEL II- EMERGÊNCIA Há muitas condições e sinais perigosos de alerta, chamadas Bandeiras Vermelhas, que deverão ser levados em consideração pois podem representar condições em que o paciente poderá piorar repentinamente: Acidentes com veículos motorizados acima de 35 Km/h; Forças de desaceleração tais como quedas ou em explosões; Perda de consciência, mesmo que momentânea, após acidente; Negação violenta das óbvias injúrias graves com pensamentos de fugas e alterações de discurso e ocasionalmente, com respostas inapropriadas;

7 BANDEIRAS VERMELHAS Fraturas da 1.ª e 2.ª costela; Fraturas 9.ª, 10.ª, 11a. costela ou mais de três costelas; Possível aspiração; Possível contusão pulmonar; Óbitos no local da ocorrência;

8 NÍVEL III- URGÊNCIA Pacientes que necessitam de atendimento médico e de enfermagem o mais rápido possível, porém não correm risco imediato de vida. Deverão ser encaminhados diretamente à Sala de Consulta de Enfermagem.. Situação/Queixa: Cefaléia intensa; Dor torácica intensa; Antecedentes com problemas respiratórios, cardiovasculares e metabólicos ( diabetes); Desmaios; Alterações de Sinais Vitais em paciente sintomático; Hemorragias; História de Convulsão;

9 NÍVEL III- URGÊNCIA Dor abdominal intensa; Crise asmática; Sangramento vaginal com dor abdominal; Náuseas /Vômitos e diarréia persistentes; Trauma cranioencefálico leve; Desmaios; Febre alta ( 39/40.º C); Diminuição do nível de consciência.

10 NÍVEL IV-Encaminhamentos Rápidos Pacientes em condições não agudas porém encaminhados com prioridade ao atendimento médico: Idade superior a 60 anos; Gestantes com complicações da gravidez; Pacientes escoltados; Pacientes doadores de sangue; Deficiente físicos; Retorno com período inferior a 24 horas;

11 NÍVEL IV- Encaminhamentos Rápidos Impossibilidade de deambulação; Vítimas de abuso sexual; Estados de pânico, overdose; Intercorrências ortopédicas ( entorse, suspeita de fraturas, luxações); Pacientes com ferimentos deverão ser encaminhados diretamente para a sala de sutura.

12 NÍVEL IV- Não Urgência Demais condições não agudas (não enquadradas nas situações/ queixas acima ) e serão atendidas pelo Pronto Atendimento por ordem de chegada.

13 AVALIAÇÃO DE ENFERMAGEM O uso de protocolos facilitará a tomada de decisões e visam oferecer informações sobre avaliação dos pacientes, procedimentos diagnósticos auxiliares bem como, agilizar as intervenções médicas e de enfermagem que se fizerem necessárias, ou seja : QPD : Queixa principal e duração; Antecedente mórbido e medicamentoso; Sinais vitais e exame físico sumário; Exames de apoios; Conduta : Classificação de risco;

14 AVALIAÇÃO DE ENFERMAGEM (continuação) As avaliações deverão ser feitas de forma sistemática e sumária contendo: Situação/Queixa/ Duração ( QPD ); Breve Histórico (relatadas pelo próprio paciente, familiares ou testemunhas); Antecedentes mórbidos e faminliares relacionados a queixa; Uso de Medicações; Verificação de Sinais Vitais; Exame Físico Sumário buscando sinais objetivos levantados através inspeção, palpação e ausculta (conforme protocolo descrito a seguir.); Realização de exames diagnósticos auxiliares: Exames de Urina,Glicemia, Eletrocardiograma, Oximetria e Monitorização Cardíaca, (conforme algoritmos pré-estabelecidos.

15 AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA Situação / Queixa: : O paciente queixa-se de: Cefaléia; Tontura / fraqueza; Problemas de coordenação motora ; desmaios ; Trauma cranioencefálico leve; diminuição no nível de consciência; Confusão mental Convulsão; Paraestesias e paralisias de parte do corpo; Distúrbios visuais (diplopia, escotomas, hemianopsias,etc);

16 AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA (continuação) História passada de: Convulsão; Pressão Arterial alta; Acidente Vascular Cerebral; Trauma cranioencefálico; Trauma raquimedular; Meningite; Encefalite Alcoolismo;

17 AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA Drogas Defeitos congênitos Medicamentos em uso (continuação) O paciente deverá ser avaliado em relação: Nível de consciência : Consciente e orientado Consciente desorientado Confusão mental Inquieto Discurso: Claro Incoerente e desconexo Dificuldade de falar

18 AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA (continuação) Responsivo ao nome, sacudir, estímulos dolorosos apropriados ou desapropriados Pupilas : fotorreagentes,iso e anisocoria, miose, midríase, ptose palpebra Movimento ocular para cima e para baixo/ esquerda e direita Habilidade em movimentar membros superiores e membros inferiores Força muscular Paraestesias Dificuldade de engolir, desvio de rima Tremores Convulsões Verificação dos Sinais Vitais: : PA, Pulso Respiração e Temperatura

19 AVALIAÇÃO CÁRDIO- RESPIRATÓRIA Situação/Queixa: : pacientes com queixas de: tosse produtiva ou não; dificuldades de respirar; resfriado recente; dor torácica intensa ( ver mnemônico de avaliação ); fadiga; edema de extremidades; Taquicardia; Síncope;

20 AVALIAÇÃO CÁRDIO- RESPIRATÓRIA(continuação) História passada de: Asma /Bronquite; Alergias; Enfisema; Tuberculose; Trauma de tórax; Problemas cardíacos; Antecedentes com problemas cardíacos; Tabagismo;

21 AVALIAÇÃO CÁRDIO- RESPIRATÓRIA(continuação) Mnemônico para avaliação da dor torácica: PQRST P- O que provocou a dor? O que piora ou melhora? Q- Qual a qualidade da dor? Faça com que o paciente descreva a dor, isto é, em pontada, contínua, ao respirar, etc R- A dor tem aspectos de radiação?? Onde a dor está localizada? S- Até que ponto a dor é severa?? Faça com que o paciente classifique a dor numa escala de 1 a 10. T- Por quanto tempo o paciente está sentido a dor? O que foi tomado para diminuir a dor?

22 AVALIAÇÃO CÁRDIO- RESPIRATÓRIA(continuação) Associar história médica passada de: : doença cardíaca ou pulmonar anterior, hipertensão, diabetes e medicamentos atuais Sinais Vitais: : Verifique PA e P. Observe hipotensão, hipertensão, pulso irregular, ritmo respiratório, cianose, perfusão periférica Procedimentos diagnósticos : Monitorização Cardíaca e Eletrocardiograma, Oximetria

23 AVALIAÇÃO CÁRDIO- RESPIRATÓRIA(continuação) Encaminhamento para Área Vermelha: dor torácica ou abdômem superior acompanhada de náuseas, sudorese, palidez dor torácica com alteração hemodinâmica dor torácica e PA sistólica supeior ou igual 180, PAD igual ou superios a 120 pulso arrítmico ou FC superior a 120 bpm taquidispnéia, cianose, cornagem, estridor ( ruídos respiratórios) FR menor que 10 ou superior a 22

24 AVALIAÇÃO DA DOR ABDOMINAL AGUDA A dor abdominal aguda é uma queixa comum, caracterizando-se como sintoma de uma série de doenças e disfunções. Obtenha a descrição da dor no que se refere a: Localização precisa Aparecimento Duração Qualidade Severidade Manobras provocativas ou paliativas Sintomas associados: febre, vômitos, diarréia, disúria, secreção vaginal, sangramento Em mulheres em idade fértil considerar a história menstrual e tipo de anticoncepção

25 AVALIAÇÃO DA DOR ABDOMINAL AGUDA(continuação) Relacione a dor com: Ingestão de medicamentos ( particularmente antiinflamatórios e aspirina); Náuseas e vômitos; Ingestão de alimentos ( colicistite, úlcera); Sangramentos; Disúria/ urgência urinária/ urina turva/ hematúria/ sensibilidade supra púbica ; Observe: Palidez, cianose, icterícia ou sinais de choque; Posição do paciente ( ex. cólica renal o paciente se contorse ); Distensão, movimento da parede abdominal, presença de ascites; Apalpe levemente atentando para resistências, massas, flacidez e cicatrizes;

26 Sinais Vitais: hiperventilação ou taquicardia; Pressão Arterial; Temperatura AVALIAÇÃO DA DOR ABDOMINAL AGUDA(continuação) Procedimentos diagnósticos: Análise de urina Eletrocardiograma ( pacientes com história de riscos cardíacos) Encaminhamentos para área Vermelha: Dor mais alteração hemodinâmica ; PAS menor que 90 ou maior que 180 / FC maior que 120 e menor que 50 / PAS >=180; Dor mais dispnéia intensa; Dispnéia intensa; Vômitos incoersíveis, hemetêmese.

27 AVALIAÇÃO DA SAÚDE MENTAL Uma avaliação rápida da Saúde Mental consiste na avaliação dos seguintes aspectos: Aparência; Comportamento; Discurso; pensamento, conteúdo e fluxo; Humor; Percepção; capacidade cognitiva; história de dependência química;

28 Aparência: AVALIAÇÃO DA SAÚDE MENTAL(continuação) arrumada ou suja; desleixado, desarrumado; roupas apropriadas ou não; movimentos extraoculares;

29 AVALIAÇÃO DA SAÚDE MENTAL(continuação) Comportamento: Estranho; ameaçador ou violento; fazendo caretas ou tremores; dificuldades para deambular agitação ;

30 AVALIAÇÃO DA SAÚDE Pensamentos: Suicida; Ilusional; MENTAL(continuação) Preocupação com o corpo; Preocupação religiosa.

31 Discurso: AVALIAÇÃO DA SAÚDE MENTAL(continuação) Velocidade Tom quantidade Humor: Triste Alto Bravo com medo sofrendo

32 AVALIAÇÃO DA SAÚDE MENTAL(continuação) Capacidade cognitiva: Orientado Memória função intelectual insight ou julgamento Percepção: baseado na realidade Ilusões alucinações

33 AVALIAÇÃO DA SAÚDE MENTAL(continuação) Agitação Psicomotora: História de Dependência Química Antecedentes Psiquiátricos

34 E por hoje é só!

PROTOCOLO DO ACOLHIMENTO COM AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DO HOSPITAL REGIONAL DO VALE DO RIBEIRA

PROTOCOLO DO ACOLHIMENTO COM AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DO HOSPITAL REGIONAL DO VALE DO RIBEIRA 1/16 AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO NA PORTA DE ENTRADA DA URGÊNCIA E EMERGÊNCIA DO HOSPITAL REGIONAL DO VALE DO RIBEIRA Equipe do Acolhimento Enfermeiros: JOSIA S DA SILVA LUCIENE DIAS DE LIMA PRISCILA

Leia mais

ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO. O conceito de Acolhimento. Justificativa. Claudia Abbês e Altair Massaro

ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO. O conceito de Acolhimento. Justificativa. Claudia Abbês e Altair Massaro ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO Claudia Abbês e Altair Massaro O conceito de Acolhimento O acolhimento é uma ação tecno-assistencial que pressupõe a mudança da relação profissional / usuário através

Leia mais

ACOLHIMENTO COM AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO: UM PARADIGMA ÉTICO-ESTÉTICO NO FAZER EM SAÚDE.

ACOLHIMENTO COM AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO: UM PARADIGMA ÉTICO-ESTÉTICO NO FAZER EM SAÚDE. Título: ACOLHIMENTO COM AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO: UM PARADIGMA ÉTICO- ESTÉTICO NO FAZER EM SAÚDE. Autor: Claudia Abbês e Altair Massaro. Referência: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva.

Leia mais

Agrotóxicos. O que são? Como são classificados? Quais os sintomas de cada grupo químico?

Agrotóxicos. O que são? Como são classificados? Quais os sintomas de cada grupo químico? Dica de Bolso Agrotóxicos O que são? Como são classificados? Quais os sintomas de cada grupo químico? 12 1 O QUE SÃO AGROTÓXICOS? Agrotóxicos, também chamados de pesticidas, praguicidas, biocidas, fitossanitários,

Leia mais

As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função

As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função respiratória é prioritária em qualquer situação de intercorrência clínica. O paciente

Leia mais

21/6/2011 EMERGÊNCIAS CLÍNICAS CARDIOVASCULARES EMERGÊNCIAS CLÍNICAS INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO (IAM) SINAIS E SINTOMAS DE IAM

21/6/2011 EMERGÊNCIAS CLÍNICAS CARDIOVASCULARES EMERGÊNCIAS CLÍNICAS INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO (IAM) SINAIS E SINTOMAS DE IAM EMERGÊNCIAS CLÍNICAS EMERGÊNCIAS CLÍNICAS CARDIOVASCULARES Infarto agudo do miocárdio; Insuficiência cardíaca congestiva; Acidente vascular cerebral; Hipertensão. EDUARDO LUIZ INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO

Leia mais

ÍNDICE. Foto: João Borges. 2 Hospital Universitário Cajuru - 100% SUS

ÍNDICE. Foto: João Borges. 2 Hospital Universitário Cajuru - 100% SUS ÍNDICE Apresentação...03 Hospital Universitário Cajuru...04 Estrutura...04 Especialidades Atendidas...05 Diferenças entre atendimento de urgência, emergência e eletivo...06 Protocolo de Atendimento...07

Leia mais

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas Pós Operatório Cirurgias Torácicas Tipos de Lesão Lesões Diretas fratura de costelas, coluna vertebral ou da cintura escapular, hérnia diafragmática, ruptura do esôfago, contusão ou laceração pulmonar.

Leia mais

CARTILHADAPNH MINISTÉRIO DA SAÚDE ACOLHIMENTO AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO RISCO. Brasília DF 2004

CARTILHADAPNH MINISTÉRIO DA SAÚDE ACOLHIMENTO AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO RISCO. Brasília DF 2004 CARTILHADAPNH MINISTÉRIO DA SAÚDE ACOLHIMENTO com AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO de RISCO Brasília DF 2004 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria-Executiva Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização HumanizaSUS

Leia mais

Protocolo de atendimento inicial ao trauma. José Marques de Oliveira Neto Secretário do CREMESE

Protocolo de atendimento inicial ao trauma. José Marques de Oliveira Neto Secretário do CREMESE Protocolo de atendimento inicial ao trauma José Marques de Oliveira Neto Secretário do CREMESE TRIAGEM Significa seleção, estratificação de risco Protocolo de Classificação de Risco para priorização dos

Leia mais

Insuficiência respiratória aguda. Prof. Claudia Witzel

Insuficiência respiratória aguda. Prof. Claudia Witzel Insuficiência respiratória aguda O que é!!!!! IR aguda Incapacidade do sistema respiratório de desempenhar suas duas principais funções: - Captação de oxigênio para o sangue arterial - Remoção de gás carbônico

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Especialização Profissional Técnica

Leia mais

DENGUE. Médico. Treinamento Rápido em Serviços de Saúde. Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac

DENGUE. Médico. Treinamento Rápido em Serviços de Saúde. Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac DENGUE Treinamento Rápido em Serviços de Saúde Médico 2015 Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac O Brasil e o estado de São Paulo têm registrado grandes epidemias de dengue nos últimos

Leia mais

Classificação de Risco &

Classificação de Risco & Enfermagem em Trauma e Emergência Classificação de Risco & Protocolo de Manchester Tiziane Rogério UNIVERSO Objetivo: Compreender e aplicar o Acolhimento com Classificação de Risco e o Protocolo de Manchester.

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO - PNEUMONIA

ESTUDO DIRIGIDO - PNEUMONIA ESTUDO DIRIGIDO - PNEUMONIA Leia os dois casos clínicos abaixo e as perguntas que fizemos sobre eles. Mas não comece a responder ainda. Depois de analisar bem os dois casos, abra o texto Pneumonia Diretriz

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DIRETORIA DE ATENÇÃO À SAÚDE COORDENAÇÃO DAS URGÊNCIAS

PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DIRETORIA DE ATENÇÃO À SAÚDE COORDENAÇÃO DAS URGÊNCIAS PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIÂNIA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DIRETORIA DE ATENÇÃO À SAÚDE COORDENAÇÃO DAS URGÊNCIAS MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA O ACOLHIMENTO COM AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO Versão

Leia mais

DENGUE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS

DENGUE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS DENGUE AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE SINAIS/SINTOMAS SINAIS/SINTOMAS CLÁSSICOS CLÁSSICOS MANIFESTAÇÕES MANIFESTAÇÕES HEMORRÁGICAS HEMORRÁGICAS SINAIS SINAIS DE DE ALERTA ALERTA SINAIS SINAIS DE DE CHOQUE CHOQUE

Leia mais

CONDUTAS: EDEMA AGUDO DE PULMÃO

CONDUTAS: EDEMA AGUDO DE PULMÃO Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Programa de Educação Tutorial PET Medicina CONDUTAS: EDEMA AGUDO DE PULMÃO Paulo Marcelo Pontes Gomes de Matos OBJETIVOS Conhecer o que é Edema Agudo

Leia mais

GESTOS QUE SALVAM Departamento de Formação em Emergência Médica janeiro de 2014

GESTOS QUE SALVAM Departamento de Formação em Emergência Médica janeiro de 2014 GESTOS QUE SALVAM Departamento de Formação em Emergência Médica janeiro de 2014 Gestos que Salvam O que fazer? EM CASO DE EMERGÊNCIA O QUE FAZER Número Europeu de Emergência LIGAR PARA O NÚMERO EUROPEU

Leia mais

OBSTETRÍCIA NOVOS CAMINHOS PARA A TRIAGEM Diogo Bruno

OBSTETRÍCIA NOVOS CAMINHOS PARA A TRIAGEM Diogo Bruno OBSTETRÍCIA NOVOS CAMINHOS PARA A TRIAGEM Diogo Bruno O longo caminho da Triagem de Manchester 1996: 1.ª edição inglesa 2003: 1.ª edição portuguesa 2006: 2.ª edição inglesa 2010: 2.ª edição portuguesa

Leia mais

CARDIOLOGIA ORIENTAÇÃO P/ ENCAMINHAMENTO À ESPECIALIDADE

CARDIOLOGIA ORIENTAÇÃO P/ ENCAMINHAMENTO À ESPECIALIDADE CARDIOLOGIA ORIENTAÇÃO P/ ENCAMINHAMENTO À ESPECIALIDADE DOR TORÁCICA CARDÍACA LOCAL: Precordio c/ ou s/ irradiação Pescoço (face anterior) MSE (interno) FORMA: Opressão Queimação Mal Estar FATORES DESENCADEANTES:

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec: Rodrigues de Abreu Código: 135 Município: Bauru Eixo Tecnológico: Segurança Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM SEGURNAÇA

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA O ACOLHIMENTO COM AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA O ACOLHIMENTO COM AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO SOCIEDADE QUIXADAENSE DE PROTEÇÃO E ASSISTÊNCIA À MATERNIDADE E À INFÂNCIA HOSPITAL MATERNIDADE JESUS MARIA JOSÉ Av. Francisco Almeida Pinheiro 2268 Fone (0**88) 3412-0681 Caixa Postal 82 CEP 63.900-000

Leia mais

INTOXICAÇÃO EXOGÉNA POR AGROTÓXICOS

INTOXICAÇÃO EXOGÉNA POR AGROTÓXICOS INTOXICAÇÃO EXOGÉNA POR AGROTÓXICOS CEREST ESTADUAL Enfª do Trabalho: Thaysa Zago CLASSIFICAÇÃO Inseticidas ou praguicidas: combatem insetos; Fungicidas: atingem os fungos; Herbicidas: matam as plantas

Leia mais

PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA. Policial BM Espínola

PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA. Policial BM Espínola PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA Policial BM Espínola LEMBRE-SE Antes de administrar cuidados de emergência, é preciso garantir condições de SEGURANÇA primeiramente

Leia mais

ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO AGO/13

ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO AGO/13 A emergência do Hospital Cristo Redentor é referência para atendimento ao trauma e neurocirurgia, atendendo sob os preceitos de acolhimento com classificação de risco. A classificação de risco deve se

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

APOSTILA PRIMEIROS SOCORROS À CRIANÇA NA ESCOLA

APOSTILA PRIMEIROS SOCORROS À CRIANÇA NA ESCOLA APOSTILA PRIMEIROS SOCORROS À CRIANÇA NA ESCOLA Dra. Maria Beatriz Silveira Schmitt Silva Coordenadora do SAMU do Vale do Itajaí Coordenadora Médica do SOS Unimed Blumenau Setembro/2010 Revisado em Fevereiro

Leia mais

Guia de Orientação a concussão para o público geral

Guia de Orientação a concussão para o público geral FATOS DE UMA CONCUSSÃO A concussão é uma lesão cerebral. Todas as concussões são graves. Os abalos podem ocorrer sem perda de consciência. Todo atleta com os sintomas de uma lesão na cabeça deve ser removido

Leia mais

Sonhar. ...Desistir dos sonhos é abrir mão da felicidade porque quem não persegue seus objetivos está condenado a fracassar 100% das vezes...

Sonhar. ...Desistir dos sonhos é abrir mão da felicidade porque quem não persegue seus objetivos está condenado a fracassar 100% das vezes... Enfa. Adriana Monteiro 10/09/2015 Sonhar...Desistir dos sonhos é abrir mão da felicidade porque quem não persegue seus objetivos está condenado a fracassar 100% das vezes... Augusto Cury O Resgate Aquático

Leia mais

Punção Venosa Periférica CONCEITO

Punção Venosa Periférica CONCEITO Punção Venosa Periférica CONCEITO É a criação de um acesso venoso periférico a fim de administrar soluções ou drogas diretamente na corrente sanguínea, para se obter uma ação imediata do medicamento. Preparar

Leia mais

Choque incapaz perda de sangue

Choque incapaz perda de sangue Choque Profª Karin O bom samaritano Para ser um socorrista é necessário ser um bom samaritano, isto é, aquele que presta socorro voluntariamente, por amor ao seu semelhante. Para tanto é necessário três

Leia mais

Gestos que Salvam Vidas..

Gestos que Salvam Vidas.. Gestos que Salvam Vidas.. O que é o SBV (suporte básico de vida)? Conjunto de medidas utilizadas para restabelecer a vida de uma vitima em paragem cardio-respiratória. Com o objectivo de recuperar a vitima

Leia mais

AULA 11: CRISE HIPERTENSIVA

AULA 11: CRISE HIPERTENSIVA AULA 11: CRISE HIPERTENSIVA 1- INTRODUÇÃO No Brasil a doença cardiovascular ocupa o primeiro lugar entre as causas de óbito, isto implica um enorme custo financeiro e social. Assim, a prevenção e o tratamento

Leia mais

DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL

DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL As doenças do coração são muito freqüentes em pacientes com insuficiência renal. Assim, um cuidado especial deve ser tomado, principalmente, na prevenção e no controle

Leia mais

Actualizado em 28-09-2009* Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações

Actualizado em 28-09-2009* Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações 1. Introdução A evolução da epidemia causada pelo vírus da gripe pandémica (H1N1) 2009 implica que as medidas sejam adaptadas

Leia mais

Emergência e urgência nos atendimentos (aula 2)

Emergência e urgência nos atendimentos (aula 2) Emergência e urgência nos atendimentos (aula 2) Emergências em cães e gatos Envenenamentos e intoxicações (inseticidas, venenos para roedores, produtos de limpeza, medicações, chocolates, etc) Escoriações

Leia mais

PROTOCOLO DE ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) RIO CLARO SP

PROTOCOLO DE ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) RIO CLARO SP PROTOCOLO DE ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) RIO CLARO SP ENG. PALMÍNIO ALTIMARI FILHO PREFEITO DE RIO CLARO Vice-Prefeita: Olga Lopes Salomão Dr. MARCO AURÉLIO MESTRINEL

Leia mais

Pós operatório em Transplantes

Pós operatório em Transplantes Pós operatório em Transplantes Resumo Histórico Inicio dos programas de transplante Dec. 60 Retorno dos programas Déc 80 Receptor: Rapaz de 18 anos Doador: criança de 9 meses * Não se tem informações

Leia mais

Necessidades humanas básicas: oxigenação. Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo

Necessidades humanas básicas: oxigenação. Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo Necessidades humanas básicas: oxigenação Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo Revisão Revisão O Fatores que afetam a oxigenação Fisiológicos; Desenvolvimento; Estilo de vida; Ambiental. Fisiológicos

Leia mais

DECLARAÇÃO PESSOAL DE SAÚDE

DECLARAÇÃO PESSOAL DE SAÚDE 1 A presente declaração, deverá ser preenchida de próprio punho, pelo proponente, de forma clara e objetiva, respondendo SIM ou NÃO, conforme o caso. MUITO IMPORTANTE Chamamos a atenção de V.S.a. para

Leia mais

Recebimento de pacientes na SRPA

Recebimento de pacientes na SRPA CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E Recebimento de pacientes na SRPA O circulante do CC conduz o paciente para a SRPA; 1.Após a chegada do paciente

Leia mais

Tylex 7,5 mg / 30 mg comprimidos paracetamol, fosfato de codeína

Tylex 7,5 mg / 30 mg comprimidos paracetamol, fosfato de codeína 1 IDENTIFICAÇÃO MEDICAMENTO DO Tylex 7,5 mg / 30 mg comprimidos paracetamol, fosfato de codeína APRESENTAÇÕES Comprimidos de 7,5 mg de fosfato de codeína e 500 mg de paracetamol em embalagens com 12 comprimidos

Leia mais

Leia sem moderação. Alcoolismo

Leia sem moderação. Alcoolismo Leia sem moderação. Alcoolismo ALCOOLISMO O alcoolismo é uma doença grave causada pela ingestão contínua de bebidas alcoólicas. A pessoa torna-se prisioneira do ato de beber, sofrendo conseqüências sociais,

Leia mais

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 A Dengue A dengue é uma doença infecciosa de origem viral, febril, aguda, que apesar de não ter medicamento específico exige

Leia mais

TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM)

TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM) Protocolo: Nº 63 Elaborado por: Manoel Emiliano Última revisão: 30/08/2011 Revisores: Samantha Vieira Maria Clara Mayrink TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM) DEFINIÇÃO: O Trauma Raquimedular (TRM) constitui o conjunto

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 PARECER CONSULTA CRM-MT Nº 07/2014 DATA DA ENTRADA: 07 de janeiro de 2014 INTERESSADA: Sra. M. C. da S. CONSELHEIRA CONSULTORA: Dra Hildenete Monteiro Fortes ASSUNTO: classificação

Leia mais

- Miocardiopatias. - Arritmias. - Hipervolemia. Não cardiogênicas. - Endotoxemia; - Infecção Pulmonar; - Broncoaspiração; - Anafilaxia; - Etc..

- Miocardiopatias. - Arritmias. - Hipervolemia. Não cardiogênicas. - Endotoxemia; - Infecção Pulmonar; - Broncoaspiração; - Anafilaxia; - Etc.. AULA 13: EAP (EDEMA AGUDO DE PULMÃO) 1- INTRODUÇÃO O edema agudo de pulmão é uma grave situação clinica, de muito sofrimento, com sensação de morte iminente e que exige atendimento médico urgente. 2- CONCEITO

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Área de Conhecimento: Saúde e segurança do trabalho. Componente Curricular: Suporte Emergencial

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM. Nome: Prontuário: Data da consulta: / / Sexo : ( ) M ( ) F Escolaridade: Estado civil: Endereço:

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM. Nome: Prontuário: Data da consulta: / / Sexo : ( ) M ( ) F Escolaridade: Estado civil: Endereço: DISCIPLINA: CONHECIMENTO E OS MÉTODOS DE CUIDAR EM ENFERMAGEM CAMPO DE ESTÁGIO: HOSPITAL PRECEPTORA DE ESTÁGIO: SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM 1. IDENTIFICAÇÃO: Nome: Prontuário: Data da consulta:

Leia mais

21/6/2011. eduardoluizaph@yahoo.com.br

21/6/2011. eduardoluizaph@yahoo.com.br A imagem não pode ser exibida. Talvez o computador não tenha memória suficiente para abrir a imagem ou talvez ela esteja corrompida. Reinicie o computador e abra o arquivo novamente. Se ainda assim aparecer

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS Complicações Cirúrgicas CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS 1. Complicações Circulatórias Hemorragias: é a perda de sangue

Leia mais

PRIMEIROS SOCORROS. RECURSOS HUMANOS - PH/PHA Data: 28/03/2000 PESSOAS: NOSSA MELHOR ENERGIA

PRIMEIROS SOCORROS. RECURSOS HUMANOS - PH/PHA Data: 28/03/2000 PESSOAS: NOSSA MELHOR ENERGIA PRIMEIROS SOCORROS CONCEITO TRATAMENTO IMEDIATO E PROVISÓRIO CARACTERÍSTICAS DO SOCORRISTA CONHECIMENTO INICATIVA CONFIANÇA CRIATIVIDADE CALMA SOLIDARIEDADE ESTADO DE CHOQUE HIPOTENSÃO COM ACENTUADA BAIXA

Leia mais

CURSO NACIONAL DE ATUALIZAÇÃO EM EMERGÊNCIAS CLÍNICAS

CURSO NACIONAL DE ATUALIZAÇÃO EM EMERGÊNCIAS CLÍNICAS CURSO NACIONAL DE ATUALIZAÇÃO EM EMERGÊNCIAS CLÍNICAS www.emergenciasclinicas.com.br HISTÓRICO DO EVENTO Em virtude da carência no ensino de urgências e emergências em algumas Faculdades de Medicina de

Leia mais

REAÇÃO ALÉRGICA AO CONTRASTE IODADO

REAÇÃO ALÉRGICA AO CONTRASTE IODADO 1 de 7 PROTOCOLO Data de Emissão: Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial RN, IA 1 Objetivo: Identificar, qualificar e principalmente evitar qualquer tipo

Leia mais

Arritmias Cardíacas e Morte Súbita

Arritmias Cardíacas e Morte Súbita Arritmias Cardíacas e Morte Súbita SOBRAC Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas www.sobrac.org (Marco Paulo Tomaz Barbosa) Qual o órgão mais importante do corpo humano? Claro que EU sou o mais Importante!!!

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antonio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico em Enfermagem

Leia mais

TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016. Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda

TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016. Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016 Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda DENGUE O Brasil têm registrado grandes epidemias de dengue nos últimos 10 anos com aumento

Leia mais

O Nicorette Goma para mascar medicamentosa de 2 mg ou 4 mg. apresenta-se sob a forma farmacêutica de goma para mascar medicamentosa.

O Nicorette Goma para mascar medicamentosa de 2 mg ou 4 mg. apresenta-se sob a forma farmacêutica de goma para mascar medicamentosa. FOLHETO INFORMATIVO Leia atentamente este folheto antes de tomar o medicamento - Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o ler novamente. - Caso tenha dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Leia mais

PROTOCOLO DE REGULAÇÃO DE UTI

PROTOCOLO DE REGULAÇÃO DE UTI PROTOCOLO DE REGULAÇÃO DE UTI PROTOCOLO D EREGULAÇÃO DE UTI Introdução A Política Nacional de Regulação traz como responsabilidade das três esferas do governo, em seu âmbito administrativo, o exercício

Leia mais

FACULDADES UNIDAS DO NORTE DE MINAS FUNORTE

FACULDADES UNIDAS DO NORTE DE MINAS FUNORTE 1º PERÍODO MODULOS TEÓRICA PRATICA TOTAL TOTAL Módulo 0:Introdução ao Curso Médico 80 h 08 h - 88 h Módulo I: Atenção à Família e a Comunidade Módulo II: Concepção e Embriogênese Módulo III: Nutrição e

Leia mais

2. HIPERTENSÃO ARTERIAL

2. HIPERTENSÃO ARTERIAL TESTE ERGOMETRICO O teste ergométrico serve para a avaliação ampla do funcionamento cardiovascular, quando submetido a esforço físico gradualmente crescente, em esteira rolante. São observados os sintomas,

Leia mais

Risperidona, Clozapina, Quetiapina, Ziprasidona e Olanzapina

Risperidona, Clozapina, Quetiapina, Ziprasidona e Olanzapina Termo de Esclarecimento e Responsabilidade Risperidona, Clozapina, Quetiapina, Ziprasidona e Olanzapina Eu, ( nome do(a) paciente), abaixo identificado(a) e firmado(a), declaro ter sido informado(a) claramente

Leia mais

Síndrome coronária aguda Resumo de diretriz NHG M80 (dezembro 2012)

Síndrome coronária aguda Resumo de diretriz NHG M80 (dezembro 2012) Síndrome coronária aguda Resumo de diretriz NHG M80 (dezembro 2012) Frans Rutten, Carel Bakx, Madeleine Bruins Slot, Bernadette van Casteren, Con Derks, Ravee Rambharose, Jako Burgers, Tjerk Wiersma, Paul

Leia mais

RETIFICAÇÕES DIVERSAS

RETIFICAÇÕES DIVERSAS Circular 340/2014 São Paulo, 10 de Junho de 2014. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) RETIFICAÇÕES DIVERSAS Diário Oficial da União Nº 109, Seção 1, terça-feira, 10 de junho de 2014 Prezados Senhores, Segue para

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

COMA. Recuperação da Consciência. Morte Encefálica

COMA. Recuperação da Consciência. Morte Encefálica Avaliação do Paciente Neurológico Dra. Viviane Cordeiro Veiga Unidades de Terapia Intensiva Neurológica Hospital Beneficência Portuguesa Alterações do nível de consciência Sonolência: indivíduos que despertam

Leia mais

diclofenaco sódico Merck S/A Cápsulas 100 mg

diclofenaco sódico Merck S/A Cápsulas 100 mg diclofenaco sódico Merck S/A Cápsulas 100 mg diclofenaco sódico Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Embalagens contendo 10 cápsulas. USO ORAL - USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada cápsula contém:

Leia mais

Protocolo de Monitorização Neurológica

Protocolo de Monitorização Neurológica Cuidados Intensivos de Enfermagem no Paciente Vítima de Trauma Elaine Morais Gerente de Unidades de Terapia Intensiva Unidade São Joaquim Protocolo de Monitorização Neurológica Investigação neurológica:

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS EMERGÊNCIAS MÉDICAS E REMOÇÃO

CONDIÇÕES GERAIS EMERGÊNCIAS MÉDICAS E REMOÇÃO CONDIÇÕES GERAIS EMERGÊNCIAS MÉDICAS E REMOÇÃO Através do presente instrumento ficam estabelecidas as condições gerais do regulamento SOS emergências médicas, serviço disponibilizado pela CASUFES e que

Leia mais

6/1/2014 DEFINIÇÃO CHOQUE CARDIOGÊNICO. Perfusão sanguínea

6/1/2014 DEFINIÇÃO CHOQUE CARDIOGÊNICO. Perfusão sanguínea DEFINIÇÃO CHOQUE CARDIOGÊNICO Lilian Caram Petrus, MV, Msc Equipe Pet Cor de Cardiologia Doutoranda FMVZ-USP Vice- Presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia Veterinária Estado de baixa perfusão

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 88 Município: Garça Eixo Tecnológico: Segurança Habilitação Profissional: Técnico em Segurança do Trabalho Qualificação:

Leia mais

GUIA DE PRIMEIROS SOCORROS

GUIA DE PRIMEIROS SOCORROS GUIA DE PRIMEIROS SOCORROS PREVENT SENIOR Sumário 1. PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA (PCR)...1 1.1. Apresentação... 1 1.2. Causas... 1 1.3. Sintomas... 2 1.4. Como agir... 2 2. QUEDAS...2 2.1. Apresentação...

Leia mais

Corpo de Bombeiros. São Paulo

Corpo de Bombeiros. São Paulo Corpo de Bombeiros São Paulo NOÇÕES DE PRIMEIROS SOCORROS Acionamento do serviço de emergência Antes de iniciar qualquer procedimento, garanta sua segurança e acione o serviço de emergência. 193 192 Fonte:

Leia mais

Hipert r en e são ã A rteri r a i l

Hipert r en e são ã A rteri r a i l Hipertensão Arterial O que é a Pressão Arterial? Coração Bombeia sangue Orgãos do corpo O sangue é levado pelas artérias Fornece oxigénio e nutrientes Quando o sangue é bombeado gera uma pressão nas paredes

Leia mais

PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO)

PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO) DADOS DO PACIENTE PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO) Iniciais: Registro: Sexo: ( ) Feminino ( ) Masculino Data de nascimento: / /

Leia mais

OBJETIVOS Ao final da aula os participantes deverão. Definir:

OBJETIVOS Ao final da aula os participantes deverão. Definir: FRATURAS OBJETIVOS Ao final da aula os participantes deverão Definir: * Fratura,luxação e entorse; * Citar 4 sinais ou sintomas que indicam tais lesões; * Citar 2 importantes razões para efetuar a imobilização;

Leia mais

PACIENTE GRAVE IDENTIFICAÇÃO E TRATAMENTO TREINAMENTO

PACIENTE GRAVE IDENTIFICAÇÃO E TRATAMENTO TREINAMENTO TREINAMENTO A maioria das PCRs intra-hospitalares são evitáveis (~ 85%) Até 70% são secundárias a insuficiência respiratória ou deterioração neurológica. Porque as PCRs não são evitadas? Atraso diagnóstico

Leia mais

Azatioprina, Ciclosporina, Micofenolato de Mofetila, Micofenolato de Sódio, Sirolimo,Tacrolimo, Everolimo e Imunoglobulina Humana

Azatioprina, Ciclosporina, Micofenolato de Mofetila, Micofenolato de Sódio, Sirolimo,Tacrolimo, Everolimo e Imunoglobulina Humana Termo de Esclarecimento e Responsabilidade Azatioprina, Ciclosporina, Micofenolato de Mofetila, Micofenolato de Sódio, Sirolimo,Tacrolimo, Everolimo e Imunoglobulina Humana Eu, (nome do(a) paciente), declaro

Leia mais

O que fazer. Gesso e fraturas.

O que fazer. Gesso e fraturas. DOUTOR,POSSO VOAR? (extraído de http://www.orkut.com.br/main#commmsgs?cmm=17111880&tid=5625830708854803828, em 15/05/2012) Posso viajar de avião se estou com conjuntivite ou depois de me recuperar de um

Leia mais

EXAME NACIONAL DE REVALIDAÇÃO D E D I P L O M A S M É D I C O S EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR ESTRANGEIRAS.

EXAME NACIONAL DE REVALIDAÇÃO D E D I P L O M A S M É D I C O S EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR ESTRANGEIRAS. D E D I P L O M A S M É D I C O S EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR ESTRANGEIRAS Prova Discursiva LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 1. Verifique se, além deste caderno, você recebeu

Leia mais

ACIDENTES POR ANIMAIS PEÇONHENTOS

ACIDENTES POR ANIMAIS PEÇONHENTOS Protocolo: Nº 81 Elaborado por: Manoel Emiliano Última revisão: 06/09/2011 Revisores: Samantha Vieira Maria Clara Mayrink ACIDENTES POR ANIMAIS PEÇONHENTOS DEFINIÇÃO: Animais peçonhentos são animais que

Leia mais

PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR

PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR SUMÁRIO 01. Apresentação 02. Definições de Termos 03. Síntese Histórica 04. Causas de Acidentes 05. Estatísticas de Acidentes 06. Prioridades

Leia mais

Fluxo de Assistência ao paciente com suspeita de Dengue na Rede de Saúde de Joinville

Fluxo de Assistência ao paciente com suspeita de Dengue na Rede de Saúde de Joinville Fluxo de Assistência ao paciente com suspeita de Dengue na Rede de Saúde de Joinville Caso Suspeito de Dengue Paciente com doença febril aguda, com duração máxima de sete dias, acompanhada de pelo menos

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013

Plano de Trabalho Docente 2013 Plano de Trabalho Docente 2013 Especialização Profissional Técnica de Nível Médio Etec PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: AMBIENTE e SAÚDE Habilitação Profissional:

Leia mais

Termo de Responsabilidade

Termo de Responsabilidade GERÊNCIA DE SAÚDE E PREVENÇÃO - GESPRE EXAME ADMISSIONAL Termo de Responsabilidade (Deverá ser preenchido pelo candidato com letra de forma legível) Eu, [nome completo do candidato] CPF n.º RG n.º. Candidato(a)

Leia mais

TYLALGIN CAF. Geolab Indústria Farmacêutica S/A Comprimido Revestido 500mg + 65mg

TYLALGIN CAF. Geolab Indústria Farmacêutica S/A Comprimido Revestido 500mg + 65mg TYLALGIN CAF Geolab Indústria Farmacêutica S/A Comprimido Revestido 500mg + 65mg MODELO DE BULA PARA O PACIENTE Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento.

Leia mais

Vertigem na emergência. Dra. Cristiana Borges Pereira

Vertigem na emergência. Dra. Cristiana Borges Pereira Vertigem na emergência Dra. Cristiana Borges Pereira Dra. Cristiana Borges Pereira Doutorado FMUSP Tratamento domiciliar da vertigem de posicionamento paroxística benigna Responsável pelo ambulatório de

Leia mais

PLANO INSTRUCIONAL. Carga Horária 1:00

PLANO INSTRUCIONAL. Carga Horária 1:00 PLANO INSTRUCIONAL Ação/Atividade: PROMOÇÃO SOCIAL/ PRIMEIROS SOCORROS Carga Horária: 20 HORAS Nº MÍNIMO DE PESSOAS: 12 PESSOAS Nº MÁXIMO: 15 PESSOAS IDADE MINIMA: 16 ANOS Objetivo Geral: PROPORCIONAR

Leia mais

Doenças do Sistema Circulatório

Doenças do Sistema Circulatório Doenças do Sistema Circulatório Dados Mundiais: Mortes por grupos de causas - 2000 Total de Mortes: 55.694.000 Causas Externas ( 9.1%) Doenças Não Transmissíveis (59.0%) Doenças transmissíveis, mortalidade

Leia mais

Guia para o doente Informação de segurança sobre o seu tratamento com Xalkori (crizotinib)

Guia para o doente Informação de segurança sobre o seu tratamento com Xalkori (crizotinib) Este medicamento está sujeito a monitorização adicional. Guia para o doente Informação de segurança sobre o seu tratamento com Xalkori (crizotinib) Este guia destina-se a doentes a quem tenha sido receitado

Leia mais

INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA (IRC) Os Rins e suas funções.

INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA (IRC) Os Rins e suas funções. INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA (IRC) Os Rins e suas funções. Possuímos dois rins que têm cor vermelho-escura, forma de grão de feijão e medem cerca de 12 cm em uma pessoa adulta.localizam-se na parte posterior

Leia mais

ANEXO 2: Exemplos de questões e percentual de erro dos participantes

ANEXO 2: Exemplos de questões e percentual de erro dos participantes ANEXO 2: Exemplos de questões e percentual de erro dos participantes Situação/problema Criança com desidratação e diarreia Um menino com 6 anos de idade e com peso de 18 kg, desenvolve quadro de desidratação

Leia mais

PROTOCOLO DE ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) HOSPITAIS MUNICIPAIS/ SÃO LUíS/MA

PROTOCOLO DE ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) HOSPITAIS MUNICIPAIS/ SÃO LUíS/MA PROTOCOLO DE ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) HOSPITAIS MUNICIPAIS/ SÃO LUíS/MA João Castelo Ribeiro Gonçalves PREFEITO DE SÃO LUíS Dr. Gutemberg Fernandes de Araújo

Leia mais

SINAIS OCULARES de MEDICINA GERAL(SISTEMICOS) / SINAIS OCULARES LOCAIS

SINAIS OCULARES de MEDICINA GERAL(SISTEMICOS) / SINAIS OCULARES LOCAIS SINAIS OCULARES de MEDICINA GERAL(SISTEMICOS) / SINAIS OCULARES LOCAIS SEMIOLOGIA DOS OLHOS. Sinais e sintomas: Pupilares. Aparelho neuromuscular dos olhos. Fundo de olho. Manifestações: a) cardiovasculares

Leia mais