Necessidades humanas básicas: oxigenação. Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo

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1 Necessidades humanas básicas: oxigenação Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo

2 Revisão

3 Revisão O

4 Fatores que afetam a oxigenação Fisiológicos; Desenvolvimento; Estilo de vida; Ambiental.

5 Fisiológicos Capacidade reduzida de carrear oxigênio; Concentração reduzida de oxigênio inspirado; Hipovolemia; Taxa metabólica aumentada; Condições que afetam a expansibilidade da parede torácica: gravidez, obesidade, anormalidade musculoesqueléticas, trauma, doenças neuromusculares, alterações do sistema nervoso central, influência de doença crônica.

6 Fisiológicos Alterações no funcionamento cardíaco: distúrbios na condução, débito cardíaco alterado por insuficiência cardíaca esquerda e direita, função valvar prejudicada, isquemia miocárdica angina e infarto agudo do miocárdio; Alterações no funcionamento respiratório: hiperventilação, hipoventilação, atelectasia, hipóxia.

7 Estilo de vida Nutrição; Exercício; Tabagismo; Abuso de substâncias; Estresse.

8 Ambientais Áreas urbanizadas; Ocupacional.

9 Avaliação do funcionamento respiratório Dados que indicam satisfação das necessidades de O2: Respiração normal 12 a 20 ipm Ritmo regular sem esforço respiratório Sons pulmonares normais Expansão torácica normal

10 Avaliação do funcionamento respiratório Dados que indicam capacidade de atender as necessidades de O2: Ausência de tosse, ausência de dispnéia em atividades normais, ausência de dor ventilatóriodependente Temperatura corporal e cor da pele normais Capacidade de falar num ritmo normal Pulso regular 60 a 90 bpm Cliente orientado

11 Avaliação do funcionamento respiratório Dados que indicam oxigenação inadequada dos tecidos: Respiração acima de 18 e abaixo de 12 ipm nos adultos Respiração laboriosa (retração intercostal, batimento de asa do nariz), Respiração irregular, dispnéia Agitação, inquietação, prostração, convulsão e coma Taquicardia (precoce), bradicardia, hipotensão e parada cardíaca Cianose ou palidez cutânea Tosse persistente, expectoração

12 OXIGENIOTERAPIA Podem se empregar vários sistemas mas sempre umidificados para evitar que as mucosas ressequem.

13 OXIGENIOTERAPIA Consiste na administração de oxigênio numa concentração superior à encontrada na atmosfera (21%) aumentando a concentração do O2 no ar inspirado. PRADO e GILBECKE, 2002

14 TIPOS DE OXIGENOTERAPIA (Baixo fluxo)

15 Empregam-se cateteres de plástico descartáveis que permitam uma maior higiene e maleáveis para que não lesionem as mucosas nasal e faríngea. CATETER NASAL

16 CATETER NASAL Para a sua colocação lubrifica-se o cateter e mede-se a distância da orelha ao nariz introduzindo com suavidade o referido comprimento na fossa nasal correspondente.

17 CATETER NASAL É preferível que o cateter tenha vários orifícios laterais situados distalmente para que o jorro de oxigênio não atinja apenas um ponto de mucosa e evitando assim a sua irritação.

18 Este procedimento pode proporcionar ao paciente uma concentração de oxigênio de 40% no ar inspirado com um volume de 6l/min. CATETER NASAL

19 ÓCULOS DE OXIGÊNIO Possui semelhante utilidade

20 TIPOS DE OXIGENOTERAPIA (Médio e Alto fluxo)

21 Fluxo de O2 Vs. Concentração Ofertada: - 1 L/min = 25% - 2 L/min = 29% - 3 L/min = 33% - 4 L/min = 37% - 5 L/min = 41% - 6 L/min = 45%

22 MÁSCARA DE OXIGENIOTERAPIA (médio) Deve-se adaptar-se corretamente ao nariz e boca do paciente.

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24 Existem vários modelos, alguns utilizando o sistema de Venturi para mistura de aroxigênio. MÁSCARA DE OXIGENIOTERAPIA VENTURI (baixo/médio e alto)

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27 INTUBAÇÃO ENDOTRAQUEAL É um procedimento que consiste em substituir durante certo tempo as vias respiratórias superiores do paciente por um tubo de borracha ou plástico provido de um balão que se insufla a partir do exterior permitindo o ajuste do tubo ao trecho que ocupa.

28 INTUBAÇÃO ENDOTRAQUEAL AMBÚ

29 INTUBAÇÃO ENDOTRAQUEAL laminas de laringoscópio

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32 INTUBAÇÃO ENDOTRAQUEAL

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34 VENTILAÇÃO MECÂNICA NÃO INVASIVA

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36 Aspiração

37 O exame é realizado respirando-se pela boca através de um tubo conectado a um aparelho chamado espirômetro que é capaz de registrar o volume e a velocidade do ar respirado. Tem o bjetivo de avaliar função pulmonar Espirometria

38 PROCEDIMENTO 1. Informar o paciente. 2. Lavar as mãos e colocar luvas descartáveis.

39 PROCEDIMENTO 3. Verificar a saída de oxigênio.

40 PROCEDIMENTO 4. Colocar água destilada no reservatório do manômetro-fluxômetro.

41 PROCEDIMENTO 5. Ajustar a concentração de oxigênio.

42 PROCEDIMENTO 6. Colocar máscara, cateter ou conectar tubo no respirador. 7. Colocar o paciente em posição confortável.

43 PROCEDIMENTO 8. Recolher o material. 9. Lavar as mãos. 10. Registrar na folha de anotações de enfermagem, aprazar e checar os horários na prescrição médica.

44 EFEITOS SECUNDÁRIOS DA OXIGENIOTERAPIA A oxigenioterapia pode reduzir o estímulo respiratório do dióxido de carbono produzir uma depressão respiratório.

45 EFEITOS SECUNDÁRIOS DA OXIGENIOTERAPIA A elevada concentração de oxigênio causa espasmos retinianos podendo provocar cegueira.

46 EFEITOS SECUNDÁRIOS DA OXIGENIOTERAPIA Quando se administra oxigênio devese ter cuidados especiais com a boca; o O2 seca e irrita as mucosas, motivo pelo qual é muito importante aumentar a ingestão de líquidos; não se deve administrar O2 puro não umedecido.

47 RECOMENDAÇÕES DO SCHIH 1. Trocar sistemas de umidificadores, névoas, cateter nasal e nebulizadores a cada 24 horas. 2. Sistema de ventilação mecânica (invasiva e não invasiva) troca quando houver sujidade ou a cada 30 dias.

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50 OBRIGADA!!

51 Questões Cite três sinais ou sintomas de um indivíduo com problemas na oxigenação? Quais são as principais causas dos problemas relacionados à oxigenação? Quais as categorias de fluxo de oxigenoterapia?

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