OBJETIVOS Ao final da aula os participantes deverão. Definir:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OBJETIVOS Ao final da aula os participantes deverão. Definir:"

Transcrição

1 FRATURAS

2 OBJETIVOS Ao final da aula os participantes deverão Definir: * Fratura,luxação e entorse; * Citar 4 sinais ou sintomas que indicam tais lesões; * Citar 2 importantes razões para efetuar a imobilização; * Realizar prática de imobilizações;

3 FRATURA DEFINIÇÃO: É uma ruptura total ou parcial da estrutura óssea (solução de continuidade no osso)

4 LUXAÇÃO Definição: É quando os ossos das articulações deixam de se tocar ou seja, perdem o contato entre si.

5 Definição: ENTORSE Rompimento ou estiramento do ligamento das articulações, que também pode ser entendido como uma distensão brusca de uma articulação, alem de seu grau normal de amplitude.

6 TIPOS DE FRATURAS:

7 COMPLETA

8 INCOMPLETA

9 ABERTA

10 FECHADA

11 Reconhecimento Deformação (angulação e encurtamento);

12 Reconhecimento Deformação (angulação e encurtamento); Inchaço, hematoma;

13 Reconhecimento Deformação (angulação e encurtamento); Inchaço, hematoma; Ferida (pode existir ou não);

14 Reconhecimento Deformação (angulação e encurtamento); Inchaço, hematoma; Ferida (pode existir ou não); Palidez ou cianose da extremidade;

15 Reconhecimento Deformação (angulação e encurtamento); Inchaço, hematoma; Ferida (pode existir ou não); Palidez ou cianose da extremidade; Diferença de temperatura no membro afetado;

16 Reconhecimento Deformação (angulação e encurtamento); Inchaço, hematoma; Ferida (pode existir ou não); Palidez ou cianose da extremidade; Diferença de temperatura no membro afetado; Crepitação (rangido);

17 Reconhecimento Deformação (angulação e encurtamento); Inchaço, hematoma; Ferida (pode existir ou não); Palidez ou cianose da extremidade; Diferença de temperatura no membro afetado; Crepitação (rangido); Incapacidade funcional.

18 Fraturas de extremidades: - Pesquise a dor;

19 Fraturas de extremidades: - Pesquise a dor; - Incapacidade funcional;

20 Fraturas de extremidades: - Pesquise a dor; - Incapacidade funcional; - Alteração da cor da pele;

21 Fraturas de extremidades: - Pesquise a dor; - Incapacidade funcional; - Alteração da cor da pele; - Observe deformidade ou sangramento.

22 Verifique VRC; Conduta:

23 Verifique VRC; Conduta: Ministre O² se necessário;

24 Conduta: Verifique VRC; Ministre O² se necessário; Nas fraturas alinhadas, imobilize com tala rígida ou inflável;

25 Conduta: Verifique VRC; Ministre O² se necessário; Nas fraturas alinhadas, imobilize com tala rígida ou inflável; Nos deslocamentos, em fraturas expostas e em articulações imobilize na posição encontrada com tala rígida.

26 - A tentativa de alinhar deverá ser feita suavemente, e uma única vez, se houver resistência, imobilize na posição encontrada com tala rígida;

27 - A tentativa de alinhar deverá ser feita suavemente, e uma única vez, se houver resistência, imobilize na posição encontrada com tala rígida; - Use bandagens para imobilizar fraturas ou luxações na clavícula, escápula e cabeça do úmero;

28 - A tentativa de alinhar deverá ser feita suavemente, e uma única vez, se houver resistência, imobilize na posição encontrada com tala rígida; - Use bandagens para imobilizar fraturas ou luxações na clavícula, escápula e cabeça do úmero; - Após a imobilização, continue checando pulso e perfusão capilar;

29 Fratura de fêmur, não tente realinhar, imobilize na posição encontrada com duas talas rígidas, até o nível da cintura pélvica, e transporte em prancha longa.

30

31 FRATURA DE CRÂNIO Ferimento extenso ou profundo na cabeça;

32 FRATURA DE CRÂNIO Ferimento extenso ou profundo na cabeça; Verifique presença de hematoma nas pálpebras (sinal de Guaxinim) e saída de sangue e/ou Líquor pelo nariz e ouvido;

33 FRATURA DE CRÂNIO Ferimento extenso ou profundo na cabeça; Verifique presença de hematoma nas pálpebras (sinal de Guaxinim) e saída de sangue e/ou Líquor pelo nariz e ouvido; Verifique estado neurológico, através de resposta e reação da vítima (AVDN)

34 - Alterações da resposta pupilar;

35 - Alterações da resposta pupilar; - Controle alterações do padrão respiratório;

36 - Alterações da resposta pupilar; - Controle alterações do padrão respiratório; - Sinal característico atrás da orelha (sinal de BATTLE);

37 - Alterações da resposta pupilar; - Controle alterações do padrão respiratório; - Sinal característico atrás da orelha (sinal de BATTLE); - Monitore pulso e pressão arterial.

38 Conduta: Evite manobras que possam agravar possível lesão na coluna;

39 Conduta: Evite manobras que possam agravar possível lesão na coluna; Imobilize coluna cervical;

40 Conduta: Evite manobras que possam agravar possível lesão na coluna; Imobilize coluna cervical; Ministre O²;

41 Conduta: Evite manobras que possam agravar possível lesão na coluna; Imobilize coluna cervical; Ministre O²; Esteja preparado para aspirar ou retirar secreções;

42 Conduta: Evite manobras que possam agravar possível lesão na coluna; Imobilize coluna cervical; Ministre O²; Esteja preparado para aspirar ou retirar secreções; Monitores os sinais vitais;

43 Não obstrua a saída do sangue ou Líquor dos ouvidos e nariz;

44 Não obstrua a saída do sangue ou Líquor dos ouvidos e nariz; Procure socorro adequado.

45

46 Fratura da Pelve: Associe a lesão com o paciente;

47 Fratura da Pelve: Associe a lesão com o paciente; Dor intensa na região à movimentação;

48 Fratura da Pelve: Associe a lesão com o paciente; Dor intensa na região à movimentação; Perda de mobilidade dos membros inferiores (não obrigatório);

49 Fratura da Pelve: Associe a lesão com o paciente; Dor intensa na região à movimentação; Perda de mobilidade dos membros inferiores (não obrigatório); Hematoma localizado (não obrigatório).

50 Conduta: Com a vítima deitada de decúbito dorsal, coloque um cobertor ou outro material disponível, dobrado entre suas pernas (se estiver disponível);

51 Conduta: Com a vítima deitada de decúbito dorsal, coloque um cobertor ou outro material disponível, dobrado entre suas pernas (se estiver disponível); Prenda suas pernas com faixas ou bandagens;

52 Conduta: Com a vítima deitada de decúbito dorsal, coloque um cobertor ou outro material disponível, dobrado entre suas pernas (se estiver disponível); Prenda suas pernas com faixas ou bandagens; Transporte em prancha longa para o hospital.

53 Fratura exposta Controle a hemorragia;

54 Fratura exposta Controle a hemorragia; Não tente recolocar o osso exposto no interior da ferida;

55 Fratura exposta Controle a hemorragia; Não tente recolocar o osso exposto no interior da ferida; Não limpe ou passe qualquer produto na ponta do osso exposto;

56 Fratura exposta Controle a hemorragia; Não tente recolocar o osso exposto no interior da ferida; Não limpe ou passe qualquer produto na ponta do osso exposto; Proteja o ferimento com gaze, ou atadura limpa;

57 Fratura Exposta Imobilize com tala rígida, abrangendo uma articulação acima e outra abaixo;

58 Fratura Exposta Imobilize com tala rígida, abrangendo uma articulação acima e outra abaixo; Em todos os casos, previna o agravamento da contaminação;

59 Fratura Exposta Imobilize com tala rígida, abrangendo uma articulação acima e outra abaixo; Em todos os casos, previna o agravamento da contaminação; Procure socorro adequado.

60

61 Dor local; Tórax instável

62 Tórax instável Dor local; Respiração dificultosa, dor ao respirar;

63 Tórax instável Dor local Respiração dificultosa, dor ao respirar; Tosse com sangue (não obrigatório);

64 Tórax instável Dor local; Respiração dificultosa, dor ao respirar; Tosse com sangue (não obrigatório); Sangue borbulhando da ferida do tórax, em caso de perfuração por fragmento ósseo;

65 Tórax instável Dor local; Respiração dificultosa, dor ao respirar; Tosse com sangue (não obrigatório); Sangue borbulhando da ferida do tórax, em caso de perfuração por fragmento ósseo; Parte afetada não acompanha o movimento do restante do tórax.

66 CONDUTA Estabilize a área solta com o braço da própria vítima, prendendo-o com uma atadura ou bandagem triangular, ou então, prenda a parte do tórax, através de uma compressa volumosa, presa por esparadrapo;

67 CONDUTA Estabilize a área solta com o braço da própria vítima, prendendo-o com uma atadura ou bandagem triangular, ou então, prenda a parte do tórax, através de uma compressa volumosa, presa por esparadrapo; A estabilização não pode causar dor à vítima;

68 CONDUTA Estabilize a área solta com o braço da própria vítima, prendendo-o com uma atadura ou bandagem triangular, ou então, prenda a parte do tórax, através de uma compressa volumosa, presa por esparadrapo; A estabilização não pode causar dor à vítima; Ministre O².

69 Fratura de Coluna Reconhecimento: Associação do tipo de acidente com a possibilidade de lesão (vítima de queda de altura, mergulho no raso, desabamento, considere portadora de trauma de coluna;

70 Fratura de Coluna Reconhecimento: Associação do tipo de acidente com a possibilidade de lesão (vítima de queda de altura, mergulho no raso, desabamento, considere portadora de trauma de coluna; Dor intensa na região posterior do tronco;

71 Reconhecimento Presença de hematoma ou edema na região posterior do tronco;

72 Reconhecimento Presença de hematoma ou edema na região posterior do tronco; Presença de deformação palpável ou visível na coluna;

73 Reconhecimento Presença de hematoma ou edema na região posterior do tronco; Presença de deformação palpável ou visível na coluna; Perda de sensibilidade e ou mobilidade dos membros;

74 Reconhecimento Presença de hematoma ou edema na região posterior do tronco; Presença de deformação palpável ou visível na coluna; Perda de sensibilidade e ou mobilidade dos membros; Priapismo (ereção peniana);

75 Reconhecimento Presença de hematoma ou edema na região posterior do tronco; Presença de deformação palpável ou visível na coluna; Perda de sensibilidade e ou mobilidade dos membros; Priapismo (ereção peniana); Perda de controle da urina e fezes;

76 IMPORTANTE Se o paciente estiver inconsciente; se estiver consciente e for vítima de trauma, ou se não se conhece o mecanismo da lesão, adote as medidas para vítima portadora de lesão na coluna.

77 CONDUTA Mantenha as condições respiratórias (usar O²);

78 CONDUTA Mantenha as condições respiratórias (usar O²); Mantenha a cabeça alinhada com tração e aplique colar cervical;

79 Se a vítima estiver sentada, coloque a prancha curta ou KED, antes de removê-la

80

81

82

83 Se a vítima estiver deitada, coloque prancha longa, antes de removê-la;

84

85

86 BIS... Mantenha as condições respiratórias (usar O²);

87 BIS... Mantenha as condições respiratórias (usar O²); Mantenha a cabeça alinhada com tração e aplique colar cervical;

88 Se a vítima estiver sentada, coloque a prancha curta ou KED, antes de removê-la

89

90

91

92 Se a vítima estive deitada, coloque prancha longa, antes de removê-la;

93

94

95 Controle sinais vitais e Procure socorro adequado.

96 DÚVIDAS?

97 Os objetivos foram alcançados

98 Vamos definir: * Fratura,luxação e entorse;

99 Vamos definir: * Fratura,luxação e entorse; * Citar 4 sinais ou sintomas que indicam tais lesões;

100 Vamos definir: * Fratura,luxação e entorse; * Citar 4 sinais ou sintomas que indicam tais lesões; * Citar 2 importantes razões para efetuar a imobilização;

101 Vamos definir: * Fratura,luxação e entorse; * Citar 4 sinais ou sintomas que indicam tais lesões; * Citar 2 importantes razões para efetuar a imobilização; * Realizar prática de imobilizações;

102

103

FRATURA 21/6/2011. Ruptura total ou parcial de um osso.

FRATURA 21/6/2011. Ruptura total ou parcial de um osso. FRATURA Ruptura total ou parcial de um osso. CLASSES TRAUMATISMOS Fechada (simples): A pele não perfurada pelas extremidades ósseas. foi Aberta (exposta): O osso se quebra, atravessando a pele, ou existe

Leia mais

CAPÍTULO 5 EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR. 2. Classificação dos Equipamentos e Materiais

CAPÍTULO 5 EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR. 2. Classificação dos Equipamentos e Materiais Fig 5.2 Rádio portátil Equipamentos Utilizados no Atendimento Pré-Hospitalar CAPÍTULO 5 EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR 1. Introdução No atendimento a uma situação de emergência é

Leia mais

PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR

PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR SUMÁRIO 01. Apresentação 02. Definições de Termos 03. Síntese Histórica 04. Causas de Acidentes 05. Estatísticas de Acidentes 06. Prioridades

Leia mais

- CURSO PRIMEIROS SOCORROS -

- CURSO PRIMEIROS SOCORROS - - CURSO PRIMEIROS SOCORROS - Copyright -Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada destes materiais, no todo ou em parte, constitui violação do direitos autorais. (Lei nº 9.610). FRATURAS

Leia mais

Choque incapaz perda de sangue

Choque incapaz perda de sangue Choque Profª Karin O bom samaritano Para ser um socorrista é necessário ser um bom samaritano, isto é, aquele que presta socorro voluntariamente, por amor ao seu semelhante. Para tanto é necessário três

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS Complicações Cirúrgicas CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS 1. Complicações Circulatórias Hemorragias: é a perda de sangue

Leia mais

7/4/2011 ABORDAGEM AO PACIENTE TRAUMATIZADO GRAVE: Reconhecer as lesões músculoesqueléticas. Reconhecer a biomecânica do trauma.

7/4/2011 ABORDAGEM AO PACIENTE TRAUMATIZADO GRAVE: Reconhecer as lesões músculoesqueléticas. Reconhecer a biomecânica do trauma. TRAUMATISMOS DOS MEMBROS Atendimento Inicial e Imobilizações ABORDAGEM AO PACIENTE TRAUMATIZADO GRAVE: Manter as prioridades da avalição ABC Não se distrair com lesões músculo-esqueléticas dramáticas que

Leia mais

TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM)

TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM) Protocolo: Nº 63 Elaborado por: Manoel Emiliano Última revisão: 30/08/2011 Revisores: Samantha Vieira Maria Clara Mayrink TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM) DEFINIÇÃO: O Trauma Raquimedular (TRM) constitui o conjunto

Leia mais

http://www.solidariar.hpg.ig.com.br downloads grátis Manual de Primeiros Socorros no Trânsito

http://www.solidariar.hpg.ig.com.br downloads grátis Manual de Primeiros Socorros no Trânsito Introdução Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a utilização das vias públicas é um direito de todos, ou seja, o espaço público pertence a todos de maneira igualitária. Mas a convivência social

Leia mais

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO E CULTURA ESCOLA SUPERIOR DE SARGENTOS CURSO SUPERIOR DE TECNÓLOGO DE

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO E CULTURA ESCOLA SUPERIOR DE SARGENTOS CURSO SUPERIOR DE TECNÓLOGO DE POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO E CULTURA ESCOLA SUPERIOR DE SARGENTOS CURSO SUPERIOR DE TECNÓLOGO DE POLÍCIA OSTENSIVA E PRESERVAÇÃO DA ORDEM PÚBLICA I MATÉRIA 25: PRONTO SOCORRISMO

Leia mais

SUPORTE BÁSICO DE VIDA AHA - 2005

SUPORTE BÁSICO DE VIDA AHA - 2005 SUPORTE BÁSICO DE VIDA AHA - 2005 Dr. Rodrigo de Moraes SISTEMA RESPIRATÓRIO E SISTEMA CIRCULATÓRIO 1 SISTEMA RESPIRATÓRIO PARÂMETROS DE NORMALIDADE E ANORMALIDADE DE RESPIRAÇÕES P/ MIN. IDADE NORMAL ANORMAL

Leia mais

[213] 96. LESÕES MÚSCULO-ESQUELÉTICAS

[213] 96. LESÕES MÚSCULO-ESQUELÉTICAS Parte IV P R O T O C O L O S D E T R A U M A [213] rotina consiste em infundir 20 ml/kg em bolus de solução de Ringer e reavaliar o paciente em seguida. Manter a pressão sistólica entre 90 e 100 mmhg.

Leia mais

Corpo de Bombeiros. São Paulo

Corpo de Bombeiros. São Paulo Corpo de Bombeiros São Paulo NOÇÕES DE PRIMEIROS SOCORROS Acionamento do serviço de emergência Antes de iniciar qualquer procedimento, garanta sua segurança e acione o serviço de emergência. 193 192 Fonte:

Leia mais

Primeiros Socorros. São ações que cada cidadão pode realizar para ajudar alguém que esteja passando por um momento de risco.

Primeiros Socorros. São ações que cada cidadão pode realizar para ajudar alguém que esteja passando por um momento de risco. PRIMEIROS SOCORROS Primeiros Socorros São ações que cada cidadão pode realizar para ajudar alguém que esteja passando por um momento de risco. Há um conjunto de procedimentos de emergências para vítima

Leia mais

O que Fazer em Uma Emergência

O que Fazer em Uma Emergência O que Fazer em Uma Emergência Primeiros Socorros e Emergências Aquáticas Dr David Szpilman Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro Maj BM QOS David Szpilman Em qualquer emergência procure

Leia mais

CURSO DE NOÇÕES BÁSICAS PRIMEIROS SOCORROS

CURSO DE NOÇÕES BÁSICAS PRIMEIROS SOCORROS CURSO DE NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS Núcleo de Educação em Urgência Rua Jaraguá, 858, Bom Retiro São Paulo SP - CEP 01129-000 PABX. 11.3396-1400 1 NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS I- DEFINIÇÕES

Leia mais

Pronto Atendimento no Esporte

Pronto Atendimento no Esporte Centro de Treinamento Autorizado Pronto Atendimento no Esporte Artur Padão Gosling Obter ajuda qualificada Preservar a vida PRIMEIRO ATENDIMENTO Funções do Socorrista Minimizar a dor e o agravamento das

Leia mais

Artroscopia do Cotovelo

Artroscopia do Cotovelo Artroscopia do Cotovelo Dr. Marcello Castiglia Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo Artroscopia é uma procedimento usado pelos ortopedistas para avaliar, diagnosticar e reparar problemas dentro

Leia mais

Última revisão: 08/08/2011 TRACIONADOR DE FÊMUR

Última revisão: 08/08/2011 TRACIONADOR DE FÊMUR Protocolo: Nº 72 Elaborado por: Antônio Osmar Wilhma Castro Ubiratam Lopes Manoel Emiliano Luciana Noronha Última revisão: 08/08/2011 Revisores: Manoel Emiliano Ubiratam Lopes Wilhma Alves Luciana Noronha

Leia mais

MANUAL Atendimento Pré Hospitalar

MANUAL Atendimento Pré Hospitalar WWW.NATSAUDE.UFSC.BR WWW.KRISREISTREINAMENTOS.COM.BR MANUAL Atendimento Pré Hospitalar TRAUMA & CLÍNICO 2014 Desenvolvido por KRIS REIS Instrutor da American Heart Associaton Instrutor do Núcleo de Acidente

Leia mais

Objetivos. Salvar a vida humana. Minimizar a dor. Evitar complicações

Objetivos. Salvar a vida humana. Minimizar a dor. Evitar complicações Primeiros Socorros Objetivos Salvar a vida humana Minimizar a dor Evitar complicações Abordagem na vítima Verificar Sinais Vitais Verificar se há sangramento, fraturas e etc. Informar-se,se possível o

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE PRIMEIROS SOCORROS

CURSO TÉCNICO DE PRIMEIROS SOCORROS UNIÃO DOS ESCOTEIROS DO BRASIL REGIÃO DE SÃO PAULO POLO DE DESENVOLVIMENTO DO ESCOTISMO SÃO PAULO PIRATININGA CURSO TÉCNICO DE PRIMEIROS SOCORROS SÃO PAULO (26 DE MARÇO) 2006 1 Esta apostila é um documento

Leia mais

Primeiros Socorros Básicos

Primeiros Socorros Básicos Primeiros Socorros Básicos Cid Tavares www.forcadeemergencia.com.br Santos - SP DISTRIBUIÇÃO GRATUITA PROMOCIONAL Versão 4.0 2014 Direitos Autorais e Cedidos Reservados. Proibida a reprodução total ou

Leia mais

PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA. Policial BM Espínola

PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA. Policial BM Espínola PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA Policial BM Espínola LEMBRE-SE Antes de administrar cuidados de emergência, é preciso garantir condições de SEGURANÇA primeiramente

Leia mais

4 Primeiros Socorros 4_Primeiros_socorros.indd 77 3/25/09 8:58:22 AM

4 Primeiros Socorros 4_Primeiros_socorros.indd 77 3/25/09 8:58:22 AM 4 Primeiros Socorros 4_Primeiros_socorros.indd 77 3/25/09 8:58:22 AM Capítulo 4 Primeiros Socorros 4.0 Sinais vitais São reflexos ou indícios de mudanças no estado do indivíduo. É um conjunto de sinais

Leia mais

AULA 1 TEÓRICO-PRÁTICA: ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO E METÓDO START. 1.1- Triagem de prioridades na urgência sistema de Manchester.

AULA 1 TEÓRICO-PRÁTICA: ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO E METÓDO START. 1.1- Triagem de prioridades na urgência sistema de Manchester. AULA 1 TEÓRICO-PRÁTICA: ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO E METÓDO START 1- ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO 1.1- Triagem de prioridades na urgência sistema de Manchester. Sistema de triagem inicial

Leia mais

Fraturas, luxações e contusões

Fraturas, luxações e contusões Fraturas, luxações e contusões 1. Fratura É toda solução de continuidade súbita e violenta de um osso. A fratura pode ser fechada quando não houver rompimento da pele, ou aberta (fratura exposta) quando

Leia mais

Lesões Meniscais. O que é um menisco e qual a sua função.

Lesões Meniscais. O que é um menisco e qual a sua função. Lesões Meniscais Introdução O menisco é uma das estruturas mais lesionadas no joelho. A lesão pode ocorrer em qualquer faixa etária. Em pessoas mais jovens, o menisco é bastante resistente e elástico,

Leia mais

1. CONCEITO 2. VALAS E VALÕES ONDAS 3. PREVENÇÃO corrente de retorno (vala)

1. CONCEITO 2. VALAS E VALÕES ONDAS 3. PREVENÇÃO corrente de retorno (vala) POLÍCIA MILITAR DE ALAGOAS DIRETORIA DE ENSINO ACADEMIA DE POLÍCIA MILITAR SENADOR ARNON DE MELLO DIVISÃO TÉCNICA DE ENSINO CURSO POLICIAL DE CAPACITAÇÃO AQUÁTICA SALVAMENTO AQUÁTICO Versão 2014 1. CONCEITO

Leia mais

FERIMENTOS. Classificação dos ferimentos abertos

FERIMENTOS. Classificação dos ferimentos abertos FERIMENTOS Ferimentos são lesões resultantes de agressão sobre as partes moles, provocadas por um agente traumático, acarretando dano tecidual. Podem ser classificados em abertos ou fechados, superficiais

Leia mais

PLANO DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE INCÊNDIO

PLANO DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE INCÊNDIO PLANO DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE INCÊNDIO CONDOMINIO ESPAÇO MÉDICO EMPRESARIAL Telefones em caso de emergências: CORPO DE BOMBEIROS 193 SAMU 192 POLÍCIA MILITAR 190 JF BRIGADA`S JOÃO PAULO: 63 92090197

Leia mais

CURSO SUPERVISOR EM ESPAÇO CONFINADO

CURSO SUPERVISOR EM ESPAÇO CONFINADO FUNCIONAMENTO DO CURSO O curso terá duração de 40 horas/aula, composto pelos seguintes módulos: MÓDULO h/a Entendimento da NR-33 4 Análise de Riscos 4 Permissões de Trabalho e Bloqueio de Energias 4 Proteção

Leia mais

Urgências Ortopédicas em Clínica Pediátrica. Dr. Celso Rizzi Ortopedista Pediátrico do INTO

Urgências Ortopédicas em Clínica Pediátrica. Dr. Celso Rizzi Ortopedista Pediátrico do INTO Urgências Ortopédicas em Clínica Pediátrica Dr. Celso Rizzi Ortopedista Pediátrico do INTO Placa de Crescimento Epífise Metáfise Diáfise Metáfise Placa de Crescimento Epífise Osso Imaturo na Criança Fraturas

Leia mais

APOSTILA PRIMEIROS SOCORROS À CRIANÇA NA ESCOLA

APOSTILA PRIMEIROS SOCORROS À CRIANÇA NA ESCOLA APOSTILA PRIMEIROS SOCORROS À CRIANÇA NA ESCOLA Dra. Maria Beatriz Silveira Schmitt Silva Coordenadora do SAMU do Vale do Itajaí Coordenadora Médica do SOS Unimed Blumenau Setembro/2010 Revisado em Fevereiro

Leia mais

TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM) Enfermeiro Esp. Cleiton José Santana Enfermeira Esp. Renata Morais Alves

TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM) Enfermeiro Esp. Cleiton José Santana Enfermeira Esp. Renata Morais Alves TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM) Enfermeiro Esp. Cleiton José Santana Enfermeira Esp. Renata Morais Alves TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR Traumatismo raquimedular É o trauma de medula espinhal. ANATOMIA Cervical - 7

Leia mais

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas Pós Operatório Cirurgias Torácicas Tipos de Lesão Lesões Diretas fratura de costelas, coluna vertebral ou da cintura escapular, hérnia diafragmática, ruptura do esôfago, contusão ou laceração pulmonar.

Leia mais

CAPÍTULO 10 HEMORRAGIA E CHOQUE

CAPÍTULO 10 HEMORRAGIA E CHOQUE CAPÍTULO 10 HEMORRAGIA E CHOQUE 1. Introdução Para um melhor entendimento dos mecanismos (da hemorragia e do choque) faz-se necessário uma pequena revisão de alguns aspectos conceituais de anatomia e fisiologia

Leia mais

Introdução. O conforto e a Segurança abrangem aspectos físicos, psicossociais e espirituais e. humano.

Introdução. O conforto e a Segurança abrangem aspectos físicos, psicossociais e espirituais e. humano. Introdução O conforto e a Segurança abrangem aspectos físicos, psicossociais e espirituais e constituem necessidades básicas do ser humano. Movimentação do paciente Para que o paciente se sinta confortável

Leia mais

Health Safety Saúde Segurança Meio-Ambiente Instrução T&D EHS OI - 04. Transporte Manual MODIFICAÇÃO

Health Safety Saúde Segurança Meio-Ambiente Instrução T&D EHS OI - 04. Transporte Manual MODIFICAÇÃO Health Safety Saúde Segurança Meio-Ambiente Instrução T&D EHS OI - 04 Transporte Manual T&D Autorizado por: Ahmed BENNOUR VP Performance & Optimisation Aprovado por: Bertrand NEGRELLO VP HSE T&D Preparado

Leia mais

Profa Dra Lilia de Souza Nogueira Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica - EEUSP

Profa Dra Lilia de Souza Nogueira Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica - EEUSP ENC 240 Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso em Cuidados Clínicos e Cirúrgicos Controle da Imobilidade: contusão, entorse, distensão, luxação e fratura Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica -

Leia mais

É uma fratura comum que ocorre em pessoas de todas as idades. Anatomia. Clavícula

É uma fratura comum que ocorre em pessoas de todas as idades. Anatomia. Clavícula Fratura da Clavícula Dr. Marcello Castiglia Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo É uma fratura comum que ocorre em pessoas de todas as idades. Anatomia O osso da clavícula é localizado entre o

Leia mais

BANDAGENS TERAPÊUTICAS NA MTC

BANDAGENS TERAPÊUTICAS NA MTC Escola Brasileira de Medicina Chinesa BANDAGENS TERAPÊUTICAS NA MTC Êmile Cristina Gravalos TIPOS DE BANDAGENS SPORTS TAPING McCONNELL MULLIGAN KINESIO TAPING THERAPEUTIC TAPING DIFERENÇAS BANDAGENS FUNCIONAIS

Leia mais

Primeiros Cuidados. Dicas de uma Alimentação Saudável

Primeiros Cuidados. Dicas de uma Alimentação Saudável Dividindo o ambiente com os seres humanos, os bichos de estimação também precisam de cuidados especiais para não contrair doenças e, se já houver algum problema, evitar a transmissão aos seus donos. Entre

Leia mais

EMERGÊNCIA. Experiência não é o que acontece a você. Éo que você faz com o que acontece a você. EMERGÊNCIAS MÉDICAS EM ODONTOLOGIA

EMERGÊNCIA. Experiência não é o que acontece a você. Éo que você faz com o que acontece a você. EMERGÊNCIAS MÉDICAS EM ODONTOLOGIA EMERGÊNCIAS MÉDICAS EM ODONTOLOGIA Experiência não é o que acontece a você. Éo que você faz com o que acontece a você. Aldous Huxley EMERGÊNCIA Éuma situação crítica, acontecimento perigoso ou dificuldade

Leia mais

PREVENÇÃO DE ACIDENTES NA INFÂNCIA CAUSAS E SOLUÇÕES

PREVENÇÃO DE ACIDENTES NA INFÂNCIA CAUSAS E SOLUÇÕES PREVENÇÃO DE ACIDENTES NA INFÂNCIA CAUSAS E SOLUÇÕES Introdução As crianças pequenas não têm a capacidade para avaliar o perigo, pelo que qualquer objeto que encontram em casa pode transformar-se num brinquedo

Leia mais

PRIMEIROS SOCORROS ACIDENTES

PRIMEIROS SOCORROS ACIDENTES PRIMEIROS SOCORROS ACIDENTES Em quaisquer situações e atividades, pessoas estão expostas a riscos e, portanto, sujeitas a ferimentos e traumatismos causados por acidentes. Acidentes podem ocorrer em qualquer

Leia mais

ENCOSTO SHIATSU COMFORT RM-ES938

ENCOSTO SHIATSU COMFORT RM-ES938 MANUAL DE INSTRUÇÕES ENCOSTO SHIATSU COMFORT RM-ES938 1 Sumário 1. CONHECENDO O SEU APARELHO...3 2. USO CORRETO...3 3. INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA...4 4. DESCRIÇÃO DO APARELHO...5 5. INICIALIZAÇÃO...5 6. OPERAÇÃO...5

Leia mais

AV2. Formulário 2. Autópsia verbal. Criança com um ano de idade ou mais e menos de 10 anos de idade

AV2. Formulário 2. Autópsia verbal. Criança com um ano de idade ou mais e menos de 10 anos de idade MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Análise de Situação de Saúde Formulário 2 Autópsia verbal Criança com um ano de idade ou mais e menos de 10 anos de idade AV2 IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Lesões ligamentares do tornozelo Resumo de diretriz NHG M04 (segunda revisão,agosto 2012)

Lesões ligamentares do tornozelo Resumo de diretriz NHG M04 (segunda revisão,agosto 2012) Lesões ligamentares do tornozelo Resumo de diretriz NHG M04 (segunda revisão,agosto 2012) Janneke Belo, Pieter Buis, Rogier van Rijn, Evelien Sentrop-Snijders, Sicco Steenhuisen, Clara Wilkens, Roeland

Leia mais

INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA (IRC) Os Rins e suas funções.

INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA (IRC) Os Rins e suas funções. INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA (IRC) Os Rins e suas funções. Possuímos dois rins que têm cor vermelho-escura, forma de grão de feijão e medem cerca de 12 cm em uma pessoa adulta.localizam-se na parte posterior

Leia mais

GUIA DO PACIENTE COUGH ASSIST

GUIA DO PACIENTE COUGH ASSIST GUIA DO PACIENTE COUGH ASSIST Envisioning tomorrow. Improving today. SM POR QUE TOSSIMOS? Tossir é uma ocorrência comum que muitas pessoas realizam normalmente. A capacidade de tossir é essencial à vida.

Leia mais

Acidentes domésticos podem ser prevenidos. Entre pediatras e especialistas da área de cuidados com as crianças, é senso comum que, se os responsáveis

Acidentes domésticos podem ser prevenidos. Entre pediatras e especialistas da área de cuidados com as crianças, é senso comum que, se os responsáveis Acidentes domésticos podem ser prevenidos. Entre pediatras e especialistas da área de cuidados com as crianças, é senso comum que, se os responsáveis tivessem mais orientações ou tomassem mais cuidado

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO

NORMAS DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO NORMAS DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO 1. INTRODUÇÃO Toda e qualquer atividade prática a ser desenvolvida dentro de um laboratório apresentam riscos e estão propensas a acidentes. Devemos então utilizar normas

Leia mais

Dicas de Segurança IV

Dicas de Segurança IV Dicas de Segurança IV Noções Básicas de Primeiros Socorros Ressuscitação Cardiopulmonar Também conhecida como respiração boca a boca (aeração). Utilizada em casos de paradas respiratórias. Procedimentos:

Leia mais

Primeiros Socorros Volume I

Primeiros Socorros Volume I Manual Primeiros Socorros Volume I um Manual de Junho de 2008 Rua Braancamp, 52-4º 1250-051 Lisboa Tel. 212476500 geral@oportalsaude.com Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode

Leia mais

Pressão Intracraniana - PIC. Aula 10

Pressão Intracraniana - PIC. Aula 10 Pressão Intracraniana - PIC Aula 10 Definição É a pressão encontrada no interior da caixa craniana. Pressão exercida pelo líquor nas paredes dos ventrículos cerebrais. Quando essa pressão é alterada significa

Leia mais

Conteúdo: Partes do corpo humano. Atividade física eleva a qualidade de vida. Cuidando das articulações. FORTALECENDO SABERES

Conteúdo: Partes do corpo humano. Atividade física eleva a qualidade de vida. Cuidando das articulações. FORTALECENDO SABERES 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I Conteúdo: Partes do corpo humano. Atividade física eleva a qualidade de vida. Cuidando das articulações. 3 CONTEÚDO

Leia mais

Recebimento de pacientes na SRPA

Recebimento de pacientes na SRPA CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E Recebimento de pacientes na SRPA O circulante do CC conduz o paciente para a SRPA; 1.Após a chegada do paciente

Leia mais

OTOPLASTIA (CIRURGIA ESTÉTICA DAS ORELHAS)

OTOPLASTIA (CIRURGIA ESTÉTICA DAS ORELHAS) OTOPLASTIA (CIRURGIA ESTÉTICA DAS ORELHAS) Orelha em abano é um defeito congênito, de característica familiar, geralmente bilateral, cujas alterações consistem em um aumento do ângulo (abertura da orelha)

Leia mais

GESTOS QUE SALVAM Departamento de Formação em Emergência Médica janeiro de 2014

GESTOS QUE SALVAM Departamento de Formação em Emergência Médica janeiro de 2014 GESTOS QUE SALVAM Departamento de Formação em Emergência Médica janeiro de 2014 Gestos que Salvam O que fazer? EM CASO DE EMERGÊNCIA O QUE FAZER Número Europeu de Emergência LIGAR PARA O NÚMERO EUROPEU

Leia mais

Feridas e Curativos. Maior órgão do corpo humano.

Feridas e Curativos. Maior órgão do corpo humano. Feridas e Curativos Enfermeira: Milena Delfino Cabral Freitas Pele Maior órgão do corpo humano. Funções: proteção contra infecções, lesões ou traumas, raios solares e possui importante função no controle

Leia mais

TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc

TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc 1 TRM Traumatismo Raqui- Medular Lesão Traumática da raqui(coluna) e medula espinal resultando algum grau de comprometimento temporário ou

Leia mais

Cartilha de Fisioterapia para Pacientes da Escola de Coluna

Cartilha de Fisioterapia para Pacientes da Escola de Coluna Cartilha de Fisioterapia para Pacientes da Escola de Coluna 4ª\edição 2015 tt Prezado(a) Paciente, Essa cartilha foi elaborada especialmente para você, paciente da Escola de Coluna do Into. Aqui você

Leia mais

ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR APH

ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR APH Protocolo: Nº 01 Elaborado por: Arlen Ramos Wilhma Alves Ubiratam Lopes Última revisão: 03/08/2011 Revisores: Manoel E. Macedo Ubiratam Lopes Wilhma Alves Frederico Willer ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR APH

Leia mais

Gestos que Salvam Vidas..

Gestos que Salvam Vidas.. Gestos que Salvam Vidas.. O que é o SBV (suporte básico de vida)? Conjunto de medidas utilizadas para restabelecer a vida de uma vitima em paragem cardio-respiratória. Com o objectivo de recuperar a vitima

Leia mais

Introdução O bom samaritano Lucas 10:25

Introdução O bom samaritano Lucas 10:25 PRIMEIROS SOCORROS Introdução Os Primeiros Socorros ou socorro básico de urgência são as medidas iniciais e imediatas dedicadas à vítima, fora do ambiente hospitalar, executadas por qualquer pessoa, treinada,

Leia mais

ERGONOMIA. Anatomia e Fisiologia - Limitações do Organismo Humano

ERGONOMIA. Anatomia e Fisiologia - Limitações do Organismo Humano Verificamos um exemplo, da operária, de como é importante para o profissional de Segurança e Higiene do Trabalho conhecer as limitações do corpo humano e como este pode se sobrecarregar, com o intuito

Leia mais

TEXTO DE APOIO DE TRAUMA AQUÁTICO

TEXTO DE APOIO DE TRAUMA AQUÁTICO TEXTO DE APOIO DE TRAUMA AQUÁTICO Alexandre Tadeia www.buzios.org.pt buzios_ansc@hotmail.com Versão nº 1 10 de Junho de 2011 Índice Lesões na Coluna... 4 Tipo de Lesões... 4 Gestão do Acidente... 5 Entrada

Leia mais

PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA E MANOBRAS DE RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR

PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA E MANOBRAS DE RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA E MANOBRAS DE RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR Parada cardíaca ou parada cardiorrespiratória (PCR) é a cessação súbita da circulação sistêmica e da respiração. As principais causas

Leia mais

3. Pressione o cotovelo, com a maior força possível com a outra mão, em direção ao outro ombro. Fique nesta posição por 10 segundos. Repita 3X.

3. Pressione o cotovelo, com a maior força possível com a outra mão, em direção ao outro ombro. Fique nesta posição por 10 segundos. Repita 3X. THIAGO MURILO EXERCÍCIOS PARA DEPOIS DO TÊNIS 1. Em Pé de costas para um canto de parede flexione a sua perna mais forte para frente, alinhe a coluna e leve os braços para trás até apoiar as palmas das

Leia mais

Fraturas e Luxações do Cotovelo em Adultos:

Fraturas e Luxações do Cotovelo em Adultos: Fraturas e Luxações do Cotovelo em Adultos: Fraturas do cotovelo em adultos: l As fraturas correspondem 31.8% dos traumas em cotovelo no adulto; l Freqüência: cabeça do rádio 39,4%; luxação do cotovelo

Leia mais

PRIMEIROS SOCORROS. RECURSOS HUMANOS - PH/PHA Data: 28/03/2000 PESSOAS: NOSSA MELHOR ENERGIA

PRIMEIROS SOCORROS. RECURSOS HUMANOS - PH/PHA Data: 28/03/2000 PESSOAS: NOSSA MELHOR ENERGIA PRIMEIROS SOCORROS CONCEITO TRATAMENTO IMEDIATO E PROVISÓRIO CARACTERÍSTICAS DO SOCORRISTA CONHECIMENTO INICATIVA CONFIANÇA CRIATIVIDADE CALMA SOLIDARIEDADE ESTADO DE CHOQUE HIPOTENSÃO COM ACENTUADA BAIXA

Leia mais

Manual de cuidados pré e pós-operatórios

Manual de cuidados pré e pós-operatórios 1. Anatomia O quadril é uma articulação semelhante a uma bola no pegador de sorvete, onde a cabeça femoral (esférica) é o sorvete e o acetábulo (em forma de taça) é o pegador. Esse tipo de configuração

Leia mais

Punção Venosa Periférica CONCEITO

Punção Venosa Periférica CONCEITO Punção Venosa Periférica CONCEITO É a criação de um acesso venoso periférico a fim de administrar soluções ou drogas diretamente na corrente sanguínea, para se obter uma ação imediata do medicamento. Preparar

Leia mais

Manual de Primeiros Socorros

Manual de Primeiros Socorros Manual de Primeiros Socorros DSE - Departamento de Saúde Escolar Apresentação O Departamento de Saúde Escolar da Rede Educacional Franciscana responsável pela saúde dos alunos e funcionários elaborou este

Leia mais

PROTOCOLO DE SUPORTE BÁSICO DA VIDA 2007

PROTOCOLO DE SUPORTE BÁSICO DA VIDA 2007 ESTADO DE GOIÁS CORPO DE BOMBEIROS MILITAR GRUPO DE SALVAMENTO EM EMERGÊNCIA SISTEMA INTEGRADO DE ATENDIMENTO AO TRAUMA E EMERGÊNCIAS PROTOCOLO DE SUPORTE BÁSICO DA VIDA 2007 1 PREFÁCIO O presente trabalho

Leia mais

Primeiros Socorros. O que fazer imediatamente após acontecer um acidente?

Primeiros Socorros. O que fazer imediatamente após acontecer um acidente? Primeiros Socorros Dicas de Primeiros Socorros Você não precisa ser um socorrista experiente para conseguir ajudar alguém que se machucou no meio da natureza. Mas algumas coisas são fundamentais ter em

Leia mais

PRIMEIROS SOCORROS. Enfª. ROSANE INEZ BARAZETTI SCHIAVO SESMT/UCS

PRIMEIROS SOCORROS. Enfª. ROSANE INEZ BARAZETTI SCHIAVO SESMT/UCS PRIMEIROS SOCORROS Enfª. ROSANE INEZ BARAZETTI SCHIAVO SESMT/UCS SOCORROS AQUELE ATENDIMENTO IMEDIATO E PROVISÓRIO PRESTADO A UMA VITIMA EM SITUAÇÃO DE ACIDENTE. O PRINCIPAL OBJETIVO É MANTER A VITIMA

Leia mais

Fratura da Porção Distal do Úmero

Fratura da Porção Distal do Úmero Fratura da Porção Distal do Úmero Dr. Marcello Castiglia Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo O cotovelo é composto de 3 ossos diferentes que podem quebrar-se diversas maneiras diferentes, e constituem

Leia mais

LESÕES DOS ISQUIOTIBIAIS

LESÕES DOS ISQUIOTIBIAIS LESÕES DOS ISQUIOTIBIAIS INTRODUÇÃO Um grande grupo muscular, que se situa na parte posterior da coxa é chamado de isquiotibiais (IQT), o grupo dos IQT é formado pelos músculos bíceps femoral, semitendíneo

Leia mais

Artroplastia (prótese) total de joelho

Artroplastia (prótese) total de joelho Artroplastia (prótese) total de joelho A prótese do joelho está indicada quando o joelho apresenta quadro de artrite (artrose) moderada à grave ou por ou por limitação de atividades simples, como caminhar

Leia mais

Guia Ourofino de limpeza dos ouvidos de cães e gatos. Seguindo estas dicas, você protege e ainda dá carinho ao seu amigo.

Guia Ourofino de limpeza dos ouvidos de cães e gatos. Seguindo estas dicas, você protege e ainda dá carinho ao seu amigo. Guia Ourofino de limpeza dos ouvidos de cães e gatos. Seguindo estas dicas, você protege e ainda dá carinho ao seu amigo. Manter limpos os ouvidos de cães e gatos, além de contribuir para sua saúde e bem-estar,

Leia mais

REGRAS DE SEGURANÇA E CUIDADOS PARA PREVENIR ACIDENTES NO LABORATÓRIO:

REGRAS DE SEGURANÇA E CUIDADOS PARA PREVENIR ACIDENTES NO LABORATÓRIO: Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Curitiba Diretoria de Graduação e Educação Profissional Departamento Acadêmico de Química e Biologia REGRAS DE SEGURANÇA E CUIDADOS PARA PREVENIR ACIDENTES

Leia mais

BANDAGEM FUNCIONAL. Prof. Thiago Y. Fukuda

BANDAGEM FUNCIONAL. Prof. Thiago Y. Fukuda BANDAGEM FUNCIONAL Prof. Thiago Y. Fukuda INTRODUÇÃO (BANDAGEM) Refere-se à aplicação de algum tipo de fita protetora que adere à pele de determinada articulação. A bandagem quando aplicada corretamente,

Leia mais

NEUROPATIA DIABETICA E DOENÇA ARTERIAL PERIFERICA O QUE AVALIAR E O QUE PROCURAR PÉ DIABÉTICO. Enfermeira Leila Maria Sales Sousa 1.

NEUROPATIA DIABETICA E DOENÇA ARTERIAL PERIFERICA O QUE AVALIAR E O QUE PROCURAR PÉ DIABÉTICO. Enfermeira Leila Maria Sales Sousa 1. NEUROPATIA DIABETICA E DOENÇA ARTERIAL PERIFERICA O QUE AVALIAR E O QUE PROCURAR PÉ DIABÉTICO Enfermeira Leila Maria Sales Sousa 1 O conceito Infecção, ulceração e a destruição dos tecidos profundos com

Leia mais

Niquitin. GlaxoSmithKline. Adesivos Transdérmicos. Nicotina 7, 14 e 21 mg

Niquitin. GlaxoSmithKline. Adesivos Transdérmicos. Nicotina 7, 14 e 21 mg Niquitin GlaxoSmithKline Adesivos Transdérmicos Nicotina 7, 14 e 21 mg NiQuitin nicotina APRESENTAÇÕES Embalagens com 7 adesivos transdérmicos transparente de nicotina (7mg, 14mg ou 21mg) USO TÓPICO -

Leia mais

Introdução: Como o joelho normal funciona:

Introdução: Como o joelho normal funciona: Introdução: Se o seu joelho apresenta dor e sintomas como dificuldade para realizar atividades simples tais como caminhar ou subir escadas, você pode ser portador de uma patologia chamada artrose (desgaste).

Leia mais

Duas coisas importantes que você deve possuir (entre outras é claro):

Duas coisas importantes que você deve possuir (entre outras é claro): Primeiros Socorros Primeiros Socorros são as primeiras providências tomadas no local do acidente. É o atendimento inicial e temporário, até a chegada de um socorro profissional. Para que servem as ações

Leia mais

AVALIAÇÃO DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO Articulação Sinovial Forma de sela Três graus de liberdade Posição de Repouso Posição de aproximação

Leia mais

12/04/2011. O que mata mais rápido em ordem de prioridade é:

12/04/2011. O que mata mais rápido em ordem de prioridade é: Regras Básicas de Primeiros Socorros Análise Primária Prof. Carlos Cezar I. S. Ovalle Frente ao acidente, não se desespere. Não movimente o paciente, salvo quando for absolutamente necessário. Use barreiras:

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João Disciplina: MFT-0377 Métodos de Avaliação Clínica e Funcional Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Leia mais

Resumo de Primeiros Socorros

Resumo de Primeiros Socorros Resumo de Primeiros Socorros Avaliação da Vítima Exame Primário Deve ser realizado rapidamente com o objetivo de se verificar se existe perigo imediato de vida A Airway Via Aérea: Verificar Permeabilidade

Leia mais

CAPÍTULO 28 CATÁSTROFES OU ACIDENTES COM MULTIPLAS VÍTIMAS

CAPÍTULO 28 CATÁSTROFES OU ACIDENTES COM MULTIPLAS VÍTIMAS CAPÍTULO 28 CATÁSTROFES OU ACIDENTES COM MULTIPLAS VÍTIMAS 1. Introdução Pela Organização Mundial de Saúde, catástrofe é um fenômeno ecológico súbito de magnitude suficiente para necessitar de ajuda externa.

Leia mais

O diabetes ocorre em qualquer idade e se caracteriza por um excesso de açúcar no sangue (hiperglicemia). Os principais sintomas são emagrecimento,

O diabetes ocorre em qualquer idade e se caracteriza por um excesso de açúcar no sangue (hiperglicemia). Os principais sintomas são emagrecimento, O diabetes ocorre em qualquer idade e se caracteriza por um excesso de açúcar no sangue (hiperglicemia). Os principais sintomas são emagrecimento, fome e sede constantes, vontade de urinar diversas vezes,

Leia mais

CÓDIGO AZUL (PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA) Início. Enfermagem das Unidades de Internação e CDI. Iniciam Suporte Avançado de Vida

CÓDIGO AZUL (PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA) Início. Enfermagem das Unidades de Internação e CDI. Iniciam Suporte Avançado de Vida Código: PC.PA.005 Data: 23/11/2010 Versão: 1 Página: 1 de 5 DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: CÓDIGO AZUL (PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA) Início Enfermagem das Unidades de Internação e CDI Iniciam Suporte Avançado

Leia mais

cloridrato de pioglitazona EMS S/A comprimido 15 mg/ 30 mg / 45 mg

cloridrato de pioglitazona EMS S/A comprimido 15 mg/ 30 mg / 45 mg cloridrato de pioglitazona EMS S/A comprimido 15 mg/ 30 mg / 45 mg I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO cloridrato de pioglitazona medicamento genérico Lei n 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES: cloridrato de pioglitazona

Leia mais

AVALIAÇÃO CLÍNICA PRECOCE DO EQUILÍBRIO. Versão 2 (15/12/10)

AVALIAÇÃO CLÍNICA PRECOCE DO EQUILÍBRIO. Versão 2 (15/12/10) AVALIAÇÃO CLÍNICA PRECOCE DO EQUILÍBRIO Versão 2 (15/12/10) Tradução Português/Brasil: Ana Paula Bensemann Gontijo, Priscilla R. Pereira Figueiredo, Juliana Starling, Marisa Cotta Mancini (UFMG-2015) Data

Leia mais

Dor no Ombro. Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo. Dr. Marcello Castiglia

Dor no Ombro. Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo. Dr. Marcello Castiglia Dor no Ombro Dr. Marcello Castiglia Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo O que a maioria das pessoas chama de ombro é na verdade um conjunto de articulações que, combinadas aos tendões e músculos

Leia mais

Manual de Operação do Cartucho

Manual de Operação do Cartucho Manual de Operação do Cartucho Índice 1 - Procedimento de inserção do cartucho 3. 2 - Procedimento de remoção do cartucho 5. 3 - Falha de impressão 7. Atenção Leia as instruções contidas neste manual antes

Leia mais

Cartilha de Primeiros - socorros para a Comunidade

Cartilha de Primeiros - socorros para a Comunidade Cartilha de Primeiros - socorros para a Comunidade Dra. Patricia Bover Draganov São Paulo 2007 INDICE Introdução Conteúdo - Hematroma e edema - Hemorragia - Epistaxe - Ferimentos - Queimaduras - Corpos

Leia mais