GESTÃO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO EM HOSPITAIS DE MARINGÁ-PR

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GESTÃO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO EM HOSPITAIS DE MARINGÁ-PR"

Transcrição

1 GESTÃO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO EM HOSPITAIS DE MARINGÁ-PR Heloise Manica Paris Teieira 1 ; Renato Balancieri 1 ; Maria Madalena Dias 1 ; Antonio José Balloni 2 1 Universidade Estadual de Maringá (UEM) Centro de Tecnologia Departamento de Informática (DIN) 2 Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer/Campinas/SP/Brasil Resumo Este relatório apresenta os resultados obtidos na aplicação do Questionário Prospectivo QP em três hospitais da cidade de Maringá-PR. As entrevistas foram conduzidas por professores do Departamento de Informática da Universidade Estadual de Maringá em parceria com o Projeto GESITI/DGE-CTI - Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer. A metodologia utilizada foi a pesquisa quantitativo-qualitativa, por meio de estudo de casos múltiplos, utilizando questionário fornecido pelo Projeto GESITI. O estudo apontou que os hospitais conhecem os recursos de TI modernos, porém encontram dificuldades em implantá-los devido ao alto custo dos equipamentos e softwares e também na falta de recursos humanos preparados para utilizá-los. 1. Introdução Com o aumento na demanda de atendimento nos hospitais surge a necessidade de melhorias na organização das atividades dos profissionais e gestores em saúde. Como em outras áreas, Tecnologia da Informação (TI) é inserida no setor de saúde em busca de auiliar a tomada de decisão médica, melhorar a comunicação entre profissionais, a organização e gestão de recursos. O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, (CTI/MCTI- Campinas-SP) desenvolve um projeto de pesquisa, denominado Projeto GESITI/Hospitalar (Projeto GESITI/Hospitalar 2012), envolvendo dezenas de universidades brasileiras e várias internacionais. O projeto de pesquisa GESITI/Hospitalar busca mapear o conhecimento na área de gestão de

2 sistemas (SI) e tecnologias da informação (TI) em hospitais, visando identificar suas necessidades e demandas, prospectar desdobramentos, realizar publicações e, principalmente, gerar um Relatório de Pesquisa Integrado (RPI) com foco de, também, um Report Research Roadmap (RRR) (GESITI, 2012). Segundo (GESITI, 2012) esse RPI/RRR será uma importante fonte de conhecimento que deverá ser utilizado como suporte às tomadas de decisões pelo gestor público ou privado interessados no tema. Maringá possui mil habit (Fonte: IBGE 2010) e situa-se geograficamente no Norte do Paraná. Para colaborar com o projeto GESITI/Hospitalar, três professores voluntários do Departamento de Informática (DIN) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) conduziram a aplicação do Questionário Prospectivo QP (BALLONI, 2012) em três hospitais da cidade. 2. Metodologia Esta pesquisa se caracteriza como qualitativa e eploratória. Após firmado o Termo de Cooperação voluntário entre a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e o Projeto GESITI/DGE do CTI/MCTI, foi realizado um breve estudo do questionário original, denominado Questionário Prospectivo - QP (BALLONI, 2012), contendo mais de 100 questões fechadas e interrelacionadas. Numa primeira fase foram realizados contatos com gestores e diretores dos hospitais para acesso e permissão para realizar as pesquisas nos hospitais. Entre os seis hospitais (público e privado) contatados, somente três concordaram em participar. Em seguida foi conduzida a aplicação do questionário por entrevista direta aos responsáveis pelos recursos de TI dos hospitais (diretores do hospital, profissionais de informática ou gerentes administrativos relacionados com a área de informática). A pesquisa de campo na cidade de Maringá-PR foi

3 de responsabilidade da equipe de três professores do Departamento de Informática da Universidade Estadual de Maringá. Finalmente, as informações obtidas foram organizadas e analisadas e os resultados são apresentados na próima seção conforme os seguintes grupos de perguntas do questionário: recursos humanos; gestão estratégica; pesquisa e desenvolvimento; inovação tecnológica; competitividade hospitalar e colaboração para vantagem estratégica; equipamentos de tecnologia da informação nos hospitais; comércio eletrônico; telemedicina; relacionamento com os clientes; prototipagem rápida na saúde; gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. 3. Resultados Obtidos e Análise Os hospitais particip foram identificados pelas letras A, B e C. A abrangência do Hospital A é estadual, enquanto que B e C é regional. Sobre as manifestações de preocupações do cliente, o Hospital A as atende por meio de um profissional de psicologia que apoia familiares e pacientes e também compila formulários de sugestões e reclamações que são enviados. O Hospital B atende por meio de uma recepção que está apta a responder as dúvidas dos clientes. O Hospital C respondeu que não atende este quesito Recursos humanos Hospital A Os dois diretores (um financeiro e um superintendência) do hospital A são pós graduados em Medicina. O Hospital A possui 89 funcionários com ensino fundamental, 261 com ensino médio e 64 com nível de formação superior, sendo 3 administradores, 1 engenheiro, 1 economista, 40 enfermeiros e 19 com formação em outras áreas. Possui mais de 11 médicos colaboradores.

4 Este Hospital não oferece cursos de qualificação aos funcionários. A partir da pesquisa de necessidades junto às lideranças, possui programa de treinamento para gestores (programa de desenvolvimento gerencial) e plano de educação continuada para enfermeiros. Adicionalmente este hospital oferece um centro de estudos para todos os profissionais em que cada semana um tema é discutido. Mais de 50% dos colaboradores (profissionais supervisores, profissionais da administração e profissionais dos principais processos) tem sido treinados nos últimos anos. As formas adotadas para promover a capacitação ou atualização das pessoas no hospital são: aquisição de publicações especializadas, assinatura de periódicos especializados e participação em eventos nacionais. A avaliação de desempenho das pessoas da organização é feita de forma sistemática. Hospital B O Hospital B possui quatro diretores: um geral, dois administrativo e um clínico. O represente do recursos humanos do Hospital B informou que não é permitido fornecer demais informações solicitadas no questionário. Hospital C O Hospital C possui um diretor geral, um administrativo, um clínico e outras três diretorias (Diretoria Médica, Diretoria de Enfermagem, Diretoria Administrativa, Diretoria de Análise Clínica e Farmácia Hospitalar e Diretoria do Hemocentro). O Hospital possui 7 administradores, 159 médicos efetivos mais 35 temporários, um analista de sistema, 77 enfermeiros efetivos mais 9 temporários e 58 outros funcionários (fonoaudiólogo, fisioterapeuta, bioquímicos, entre outros). Este hospital oferece cursos de qualificação aos funcionários, sendo os mesmos definidos tendo como base sugestões das equipes de trabalho. Nos últimos 2 anos, a proporção média de colaboradores que tem sido treinada está acima de 50%. As formas adotadas para promover a capacitação ou atualização das pessoas no hospital são: acesso livre à internet, aquisição de publicações especializadas, assinatura de periódicos especializados, educação

5 à distância, incentivo a mestrado, incentivo a cursos de pós-graduação e participação em eventos nacionais. Atualmente, o Hospital C conta com 39 funcionários com ensino fundamental, 310 com ensino médio e 595 de nível superior. A avaliação de desempenho desses funcionários é feita periodicamente Gestão estratégica A seguir estão relatadas as questões relativas à gestão estratégica em cada um dos hospitais analisados. Hospital A O Hospital A afirmou possuir um plano estratégico e plano de negócio formalmente definido, conhecido pela diretoria, gerência e supervisão. Este plano é revisado numa periodicidade de 6 a 12 meses. Com relação ao grau de envolvimento da organização no planejamento estratégico, eiste um grupo de planejamento que prepara e a liderança eecutiva aprova. Também utiliza dados de mercado, clientes, concorrência e da organização. Os elementos a partir dos quais as estratégias são criadas são: análise de cenários, grau de satisfação de clientes, demanda atual e potencial, benchmarking e missão e competências reconhecidas. Na determinação das estratégias, é alto o grau de do Cliente e também dos recursos (capacitação, motivação, disponibilidade etc.). O acompanhamento das estratégias formuladas é feito por meio de um cronograma e análise dos resultados esperados e obtidos. Não são usadas ferramentas como o balanced scorecard/kpi. É de conhecimento do hospital as novas tecnologias relacionadas ao seu negócio por meio de revistas, participação em feiras e congressos, consultorias, benchmarking e Internet. Segundo o respondente, a inovação tecnológica poderia ajudar o hospital aumentando a produtividade, melhorando a qualidade e a imagem do hospital. Os planos estratégico e de negócio do hospital prevêem investimentos para a introdução de inovação tecnológica de produtos e processos.

6 Hospital B O Hospital B possui um plano estratégico e plano de negócio formalmente definido, conhecido pela diretoria, gerência e supervisão. Este plano é revisado numa periodicidade de 6 a 12 meses. Todos participam na organização do planejamento estratégico. Os elementos a partir dos quais as estratégias são criadas são: análise de cenários, grau de satisfação de clientes, demanda atual e potencial. O grau de do cliente na determinação das estratégias é alto, enquanto que em relação aos recursos esse grau é médio. O acompanhamento das estratégias formuladas é feito por meio de planos de ações, projetos para soluções de problemas internos e controle de orçamento financeiro. Não são usadas ferramentas como o balanced scorecard/kpi. É de conhecimento do hospital as novas tecnologias relacionadas ao seu negócio por meio de revistas, participação em feiras e congressos, por viagens ao eterior e Internet. Segundo o respondente, a inovação tecnológica poderia ajudar o hospital aumentando a produtividade, melhorando a qualidade, a imagem do hospital e a etração de informação. Os planos estratégico e de negócio do hospital prevêem investimentos para a introdução de inovação tecnológica de produtos e processos. Hospital C Como os demais, o Hospital C possui um plano estratégico que é de conhecimento das diretorias, gerências e supervisão. A periodicidade desse plano é acima de 24 meses, estando envolvidos a liderança eecutiva e os líderes de processos no planejamento estratégico. A estratégias desse plano são criadas a partir dos seguintes elementos: análise de cenários, concorrência (ameaças e oportunidades), grau de satisfação de clientes, demanda atual e potencial, e missão e competências reconhecidas. O grau de do cliente na determinação das estratégias é médio, enquanto que em relação aos recursos esse grau é alto. Não eiste acompanhamento das estratégias formuladas.

7 Não são usadas ferramentas como o Balanced Scorecard no Hospital C, no entanto, é de conhecimento do hospital as novas tecnologias relacionadas ao seu negócio por meio de participação em feiras e congressos e pelos represent comerciais. De acordo com a pessoa que respondeu o questionário, a inovação tecnológica poderia ajudar o hospital aumentando a produtividade e melhorando a qualidade e a imagem do hospital. Os planos estratégico e de negócio do hospital prevêem investimentos para a introdução de inovação tecnológica de produtos e processos Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) As questões abordadas neste tópico compreenderam o trabalho criativo, empreendido de forma sistemática, com o objetivo de aumentar o acervo de conhecimentos e o uso desses conhecimentos para desenvolver novas aplicações, tais como produtos ou processos novos ou tecnologicamente aprimorados. O período considerado foi de 2010 a Neste tópico, o Hospital A declarou realizar atividades de pesquisa e desenvolvimento e as considera tão importante quanto a aquisição de conhecimentos eternos. O Hospital B apesar de também considerar alta a, relata que tais atividades ocorreram ocasionalmente. O Hospital C também declarou que realiza atividades de pesquisa e desenvolvimento, mas essas atividades são ocasionais e de baia. Também foi baia a dada na aquisição de outros conhecimentos eternos realizados durante o período considerado nessa pesquisa Inovação Tecnológica Neste tópico foram abordadas questões referentes a introdução de novas tecnologias que possibilitam melhorar produtos e processos. Foi identificado que nos três hospitais a diretoria acredita e compreende que o uso intensivo de TI é visto como um fator de agregação de valor e disseminação rápida de informação que contribui para melhoria do desempenho do hospital.

8 Todos relataram que apesar da TI agregar valor aos serviços prestados pelo Hospital, encontram dificuldades financeiras para realizar investimentos. O Hospital A destaca como dificuldade a escassez de recursos, já o B a necessidade de renovação da estrutura tecnológica (hardware e software) e o C as dificuldades em estruturas básicas de TI como a de falta equipamentos. Em relação à qualificação e quantidade de pessoas para empreender a implantação de TI, os Hospitais A e B consideram suficientes enquanto o C insuficiente. Todos estão qualificando seus servidores para implantação de TI e possuem mecanismos de monitoramento de elementos do ambiente eterno (novas TI, interesses e estratégias de concorrentes). As formas de monitoramento eterno indicadas foram as seguintes: monitoramento realizado pelo pessoal de TI (hospital A e B); reuniões com represent do setor (A); participação em feiras, congressos e eventos (B e C); e participação em Redes de Inovação (B). Outra forma de monitoramento destacada pelo hospital C é por convênio com instituições governamentais. Os elementos do ambiente eterno monitorados com a utilização de TI pelo hospital A são tecnologias de interesse e atuação dos concorrentes enquanto o hospital B foca na satisfação de clientes. O Hospital C não realiza monitoramento usando TI. Nos últimos 3 anos, o Hospital A tem investido mais de 4% em tecnologia e pretende manter este percentual em Neste mesmo período, o Hospital B investiu menos de 1% e pretende manter este percentual em O Hospital C investiu menos de 1%, porém pretende aumentar o investimento para 2 a 3% no próimo ano. As áreas que receberam investimentos nos Hospitais entrevistados são ilustradas no Quadro 1. Hospital A Hospital B Hospital C Administração/Gestão Operações Sistemas de Almoarifado ERP CRM EAD Telemedicina

9 Outras Quadro 1. Áreas em que os Hospitais prevêem maior investimento para introdução de inovação tecnológica Os fornecedores de produtos e serviços inovadores são principalmente as pequenas e médias empresas nacionais (Hospitais A, B, C). As grandes empresas nacionais privadas são fornecedores dos hospitais A e B e apenas o Hospital A informou ter como fornecedor grandes empresas estrangeiras. O Hospital C possui produtos e serviços inovadores desenvolvidos por seus funcionários e encontra-se em fase de implantação um software para automatização completa dos processos do hospital. Esse software está sendo desenvolvido pela CELEPAR, que é o órgão do governo do Estado do Paraná responsável pela área de TI. Os três hospitais afirmam que a maior dificuldade para inovação tecnológica é falta de verba. O hospital C possui parceria com entidades públicas para o desenvolvimento de inovação tecnológica. O Hospital A não tem inovação tecnológica, mas está disposto a participar de um esforço conjunto para a inovação. O Hospital B não soube informar. Todos afirmaram conhecer financiamentos, linhas de crédito ou incentivo governamental para investimentos em inovação, entretanto, apenas o Hospital B já as utilizou. Os três hospitais consideram como prioridade automatizar a gestão e bases de dados para armazenar informações dos clientes. O Hospital A acrescenta a utilização de mapas digitais e o C a informatização. Os Hospitais A e B não possuem certificação de qualidade baseada na ISO 9000 ou similar e apenas o Hemocentro do Hospital C está certificado (validade até 16/03/2014). O Hospital A informou não metodologia de gestão da qualidade, enquanto B e C afirmam ter programa de idéias, sugestões e similares. Em relação à cooperação para inovação (período de 2010 e 2012), foi possível observar que os três hospitais consideram ter alta, entretanto apenas o Hospital C esteve envolvido em arranjos cooperativos com

10 outra organização (Universidade e Instituto de Pesquisa) com vistas a desenvolver atividades inovativas de P&D. A dada aos fatores que prejudicaram as atividades inovativas dos Hospitais são apresentadas no Quadro 2. Fatores Hospital A Hospital B Hospital C Riscos econômicos ecessivos Alta Média Não relevante Falta de pessoal qualificado Não relevante Média Alta Dificuldade para se adequar a padrões, normas e regulamentações Não relevante Não sabe Média Escassez de fontes apropriadas de financiamento Alta Baia Alta Falta de informação sobre mercados Não relevante Baia Alta Escassez de serviços técnicos eternos adequado Não relevante Não relevante Média Elevados custos da inovação Alta Baia Alta Falta de informação sobre tecnologia Baia Baia Não relevante Fraca resposta dos consumidores quanto a novos produtos Alta Não relevante Não relevante Rigidez organizacional Não relevante Baia Média Escassas possibilidades de cooperação com outras empresas/instituições Não relevante Baia Baia Centralização da atividade inovativa em outro hospital Não relevante Não relevante Baia Quadro 2. Importância dos fatores que prejudicaram as atividades inovativas do Hospital 3.5. Competitividade hospitalar & colaboração para vantagem estratégica Sobre a colaboração nos hospitais, os Hospitais A e B consideraram como fator mais importante a necessidade de reduzir custos enquanto o C a necessidade de gerar receitas. Os Hospitais A e B consideram a eficiência dos processos e procedimentos hospitalares o principal desafio que os hospitais estarão enfrentando no século XXI. Para a mesma questão o Hospital C considerou questões de governança corporativa. Todos eles responderam que nem sempre os projetos desenvolvidos pelos hospitais estão de fato alinhados à sua estratégia. Para aumentar a competitividade, o Hospital A considerou como importante: a necessidade de reduzir os custos com aplicativos, sempre aplicativos de última geração, benchmarking, aumentar a disponibilidade

11 de recursos financeiros para o core business, contar com recursos ilimitados de processamento e armazenagem, administrar os recursos de TI de forma centralizada e aumentar a independência de hardwares. Já o Hospital B considerou: a necessidade de reduzir os custos com servidores e aplicativos, aumentar a agilidade e fleibilidade para gerenciar mudanças e sempre aplicativos de última geração. O Hospital C assinalou: reduzir as perdas por ociosidade; aumentar a agilidade e fleibilidade para gerenciar mudanças, aumentar a disponibilidade de recursos financeiros para o core business, contar com recursos ilimitados de processamento e armazenagem, administrar os recursos de TI de forma centralizada, aumentar a independência de hardwares, reduzir as despesas de capital e aumentar a segurança dos dados Equipamentos de tecnologia da informação nos hospitais Este grupo de questões abordaram a aquisição de máquinas, equipamentos, hardware, especificamente comprados para a implementação de produtos ou processos novos ou tecnologicamente aperfeiçoados. No período de 2010 a 2012, os três hospitais consideraram alta a da aquisição de máquinas e equipamentos. O Quadro 3 apresenta informações sobre equipamentos de TI eistentes nos hospitais. Hospital A Hospital B Hospital C Computadores Computadores com acesso a Internet Computadores com acesso a rede local * Computadores com multimídia 5 0 * Impressora Laser Impressora Jato de Tinta Impressora Matricial Outro tipo de Impressora (térmica, cera) 18 * * * Não sabe informar Quadro 3. Equipamentos de TI Os aplicativos de escritório utilizados pelo Hospital A são do grupo Open Office e no Hospital B e C são do grupo Microsoft Office. O Hospital B também utiliza a ferramenta Corel Draw.

12 Os três hospitais possuem programas aplicativos (softwares) na área de gestão empresarial e gestão hospitalar, sendo que apenas o do Hospital C é de desenvolvimento próprio. Detalhes deste tipo de software são apresentados no Quadro 4. Hospital A Hospital B Hospital C Nome do Software WPD MV2000 SHI MV Nome da Empresa Desenvolvedora AGFA Sistemas HUM Número de Módulos Terminais Implantados * Número de usuários * Custo R$ ,00 * * Desenvolvimento Modalidade de aquisição Venda Locação Próprio Data de inicio de uso Ano / /2010 INFORMIX POSTGREE/PHP Sistema de BD e linguagem utilizada (IBM) / DELPHI ORACLE e Java Script Quadro 4. Aplicativos na área de gestão empresarial e gestão hospitalar * Não informou Na área de gestão integrada o Hospital A possui o software denominado WPD e os demais não possuem aplicativos nesta área. Para as áreas de Contabilidade, Recursos Humanos e Compra/Venda, os Hospitais A e B possuem programas aplicativos (softwares) rodando, já o Hospital C não possui nenhum aplicativo para essas áreas. Detalhes sobre estes programas são apresentados no Quadro 5. Aplicativos Hospital A Hospital B Hospital C Contabilidade Nome LEDGER MV2000 SIAF Empresa Desenvolvedora Publisoft MV CELEPAR Número de Módulos 5 1 * Terminais Implantados Número de usuários Custo R$ 1.500,00 * * Modalidade de aquisição Locação Locação * Data de inicio de uso Ano 2002 * * Sistema de BD e Linguagem utilizada SQLServer / Clarion Oracle Recursos Humanos Nome PHOLHA Ronda PRH e SHI Empresa Desenvolvedora Futura Inform. Senior Sistemas UEM Número de Módulos 1 1 * Terminais Implantados Número de usuários Custo R$ 360,00 * * Modalidade de aquisição Locação Locação *

13 Data de inicio de uso Ano /2004 * Sistema de BD e Linguagem utilizada Firebird / Delphi Oracle DB2 Compra/Venda Nome WPD MV2000 GESCOMP Empresa Desenvolvedora AGFA MV UEM Número de Módulos 12 1 * Terminais Implantados Número de usuários Custo R$ ,00 * * Modalidade de aquisição Venda Locação * Data de inicio de uso Ano /2004 * INFORMIX (IBM) / DB2 e Sistema de BD e Linguagem utilizada DELPHI Oracle JAVA * Não informou Quadro 5. Aplicativos na área de Contabilidade, Recursos Humanos e Compra/Venda Na área de controle de estoques o Hospital A possui o software denominado WPD e os demais não possuem aplicativos nesta área. Na área de gestão de ativos, os Hospitais A e B possuem um programa aplicativo enquanto o Hospital C não possui. Detalhes sobre estes programas são apresentados no Quadro 6. Aplicativos Hospital A Hospital B Hospital C Nome LEDGER MV Empresa Desenvolvedora Publisoft MV Sistemas - Número de Módulos Terminais Implantados Número de usuários Custo R$ 1.500,00 * - Modalidade de aquisição Locação Locação - Data de inicio de uso Ano / Sistema de BD e Linguagem utilizada SQLServer / Clarion Oracle - Quadro 6. Aplicativos na área de Gestão de Ativos * Não informou Os Hospitais A e B utilizam programas aplicativos (softwares) na área de composição de custos e determinação de preços, já o Hospital C não utiliza. O Hospital B afirmou que eiste uma base central de dados (Data Warehouse) no próprio hospital, os demais não possuem. Nos três hospitais a estrutura da base de dados é centralizada e há utilização de um software de Gestão de Base de Dados (DBMS), entre eles: Informi (Hospital A), Oracle (Hospital B) e PG Admin e DB2 (Hospital C). Os

14 departamentos que utilizam as Bases de Dados nos três hospitais são ilustrados no Quadro 7. Hospital A Hospital B Hospital C Administrativo Financeiro Fiscal Recursos Humanos Hotelaria (leitos/admissão/alta) Urgência/Pronto Socorro Centro Cirúrgico Laboratório Clínico Comunicação/Marketing Comercial Controle de Estoques Registro Médico (software integrado) Ambulatórios Apoio ancilar (lavanderia, esterilização) Centro diagnóstico Outros Quadro 7. Departamentos que utilizam as Bases de Dados Nos três hospitais são utilizados os Sistemas Operacionais Windows e Linu. Dentre os serviços e outsourcing (terceirização), os hospitais utilizam-se dos seguintes: serviços de telecomunicações (Hospital A), serviços de segurança (Hospital B), serviços de impressão (Hospital A, B e C) e aplicações (Hospital A). Todos os Hospitais responderam que não sabem qual é a previsão (período) dos próimos investimentos para serviços e ourtsourcing. Com relação aos dispositivos de armazenamento, todos os hospitais utilizam-se do RAID (Conjunto Redundante de Discos Independentes), além deste, o Hospital A utiliza-se do Disaster Recovery e o Hospital B utiliza-se do DWH (Data Warehouse). Sobre a previsão (período) dos próimos investimentos para dispositivos de armazenamento, o Hospital B informou que acontecerá até os próimos 3 meses, os demais não sabiam informar. Para a área de Redes de Computadores, as tecnologias utilizadas são ilustradas no Quadro 8. Hospital A Hospital B Hospital C Redes sem fio LAN Redes P2P

15 Acesso remoto / wi-fi VPN Serviços de segurança de rede Sistema de gerenciamento de rede Serviços de rede Switches Roteadores Nenhum dos itens acima Quadro 8. Tecnologias de Redes de Computadores Os Hospitais A e B informaram que não sabem qual é a previsão (período) dos próimos investimentos para tecnologias de redes. No Hospital C a previsão é de 6 a 12 meses. As tecnologias de Segurança utilizadas nos hospitais são: Software Antivírus (Hospitais A, B e C), Segurança com logon único (Hospital B), Software de segurança de redes (Hospitais B e C) e Software de firewall (Hospitais A e C). O Hospital C possui, também, sistema de detecção de intruso. Sobre a previsão (período) dos próimos investimentos para Segurança, o Hospital A informou que acontecerá entre 3 a 6 meses, no Hospital C a previsão é de 6 a 12 meses e o Hospital B não sabia informar. No Quadro 9 são apresentadas as tecnologias de Telecomunicações que são utilizadas pelos Hospitais. Hospital A Hospital B Hospital C Videoconferência / ]Teleconferência / Web conferência IP PBX (PABX IB) WAN Banda Larga / DSL VOIP Aplicativos móveis Acesso Remoto/ Mobilidade Outros Nenhum dos itens acima Quadro 9. Tecnologias de Telecomunicações O Hospital C informou que a previsão (período) dos próimos investimentos para telecomunicações acontecerão entre 6 a 12 meses, os demais não sabiam informar.

16 Os Hospitais A e C elaboram ou possuem alguma política e/ou plano de ação com enfoque em segurança da informação de forma sistemática. O Hospital B não elabora. Os três hospitais utilizam soluções de gestão de TI (os detalhes são ilustrados no Quadro 10), e informaram que não sabem a previsão (período) dos próimos investimentos para esta área. Hospital A Hospital B Hospital C ERP CRM SGBD Collaboration Groupware BPM/BPO Supply Chain Management Sistema de apoio a decisão Balanced Scorecards Business Intelligence/ Data Mining Sistemas de Gerenciamento de Integração de Aplicativos Softwares Financeiros Softwares de gerenciamento Softwares de logística/remessa Gerenciamento de BD Softwares de RH Softwares de gerenciamento patrimonial Aplicativos suítes para PC Outros Nenhum dos itens acima Quadro 10. Soluções de Gestão de TI 3.7. Comércio Eletrônico Este grupo de questões abordaram as informações gerais sobre Tecnologia de Comunicação e de Informação (TCI). Os três hospitais utilizam computadores pessoais, estações de trabalho ou terminais. O Quadro 11 apresenta a utilização ou planejamento de utilização de TCI em diversas áreas. Hospital A Hospital B Hospital C Redes de Redes de Utiliza desde 2001 ou Computadores Computadores Utiliza desde Intranet Intranet Redes de Computadores Planeja em

17 Planeja nos próimos 5 anos WAP - - Intranet Etranet Etranet WAP Etranet Quadro 11. Utilização ou Planejamento de utilização de TCI Os três hospitais utilizam firewall para proteger sua rede interna. Com relação ao número de servidores de rede, o Hospital A possui 3 servidores, o Hospital B possui 1 servidor e o Hospital C possui 5 servidores. Dentre o percentual do total de empregados em rotina normal de trabalho, 10% a 20% (Hospital B), 20% a 30% (Hospital C) e 70 a 80% (Hospital A), utilizam computador pessoal, estação de trabalho ou terminal. Com relação ao número de computadores pessoais conectados à Internet: 10% a 20% (Hospital B), 80% a 90% (Hospital A) e 100% (Hospital C). O próimo grupo de questões abordou o uso da Internet nos hospitais, sendo que os três utilizam a Internet desde 2001 ou e possuem um site institucional. O Quadro 12 apresenta os tipos de coneões eternas à Internet no ano de Modem Rádio ISDN XDSL Outra coneão menor do que 2 Mbps Outra coneão maior do que 2 Mbps Não Sei Hospital A Hospital B Hospital C Quadro 12. Tipos de coneões eternas à Internet O Quadro 13 ilustra o propósito com que os hospitais utilizam ou planejam a Internet nas atividades gerais, atividades relacionadas à compra de bens e/ou serviços e as atividades relacionadas à venda de bens e/ou serviços. Hospital A Hospital B Hospital C Atividades Gerais Busca de informações Monitorar o mercado Comunicação com autoridades públicas Banco e serviços financeiros Informação sobre recrutamento

18 Atividades de compra de bens Busca de informações em sites na Internet Recebimento de produtos digitais Recebimento de produtos digitais gratuitos Obtenção de serviços pós-venda Atividades de venda de bens Marketing de produtos do hospital Facilidade para enquetes/contato Página customizada para clientes Fácil acesso a catálogos de produtos Entrega de produtos digitais Capacidade de prover transações seguras Integração com back end systems Prover assistência pós-venda Planeja para os pró. 5 anos Planeja para os pró. 5 anos Utiliza desde 2008 Utiliza desde 2008 Utiliza desde 2008 Utiliza desde 2008 Utiliza desde 2008 Utiliza desde 2008 Utiliza desde 2008 Utiliza desde 2008 Utiliza desde 2008 Quadro 13. Propósito de utilização da Internet No que diz respeito ao comércio eletrônico via Internet, apenas o Hospital A comprou produtos ou contratou serviços via Internet em 2012, não necessariamente realizando o pagamento on-line. Os demais hospitais não realizaram compras ou contração de serviços. O Hospital C não utiliza esse tipo de sistema. Ainda na área de comércio eletrônico via Internet, para o Hospital A, 80% a 90% das compras foram realizadas via Internet, sendo que o pagamento dos produtos adquiridos não foi on-line. Também na compra de produtos ou serviços via mercados eletrônicos especializados na Internet, o percentual do total de compras realizado via esses mercados representou 80% a 90%. O Hospital A considera muito importante os seguintes benefícios esperados com a realização de compras via Internet: 1) reduzir custos; 2) maior acesso e conhecimento de fornecedores; e 3) aumentar a velocidade dos processos de negócios. Para estes benefícios, o Hospital A considera que os resultados alcançados foram modestos.

19 Sobre as vendas via Internet, os três hospitais responderam que não receberam pedidos via Internet em Com relação aos custos com implantação do sistema de Comércio Eletrônico, o Hospital A gastou entre R$ 30 mil e R$ 50 mil reais, o Hospital B gastou mais do que R$ 50 mil reais. Quanto aos custos com operação/manutenção do sistema de Comércio Eletrônico, o Hospital A gastou menos de R$ 10 mil reais, o Hospital B gastou entre R$ 20 mil e R$ 30 mil reais. No Quadro 14 está detalhada a distribuição dos custos em diversos itens (totalizando 100% em implantação e 100% em operação/manutenção). Hospital A Hospital B Implantação Desenvolvimento de site(s) Nenhum gasto 10% Compra do endereço na Internet Nenhum gasto Nenhum gasto Telefone Nenhum gasto Nenhum gasto Hardware Nenhum gasto 30% Software 100% 30% Banco de Dados Nenhum gasto 30% Outros Custos Nenhum gasto Nenhum gasto Operação/Manutenção Manutenção do(s) site(s) 100% 10% Telefone Nenhum gasto 10% Provedor de Hosting do site Nenhum gasto 10% Custos Diretos Nenhum gasto Nenhum gasto Custos para responder a s Nenhum gasto Nenhum gasto Marketing Nenhum gasto Nenhum gasto Banco de Dados Nenhum gasto 70% Outros Custos Nenhum gasto Nenhum gasto Quadro 14. Distribuição de Custos para Implantação e Operação/Manutenção No Hospital A não foi necessária a contratação de funcionários para implantação do sistema de comércio eletrônico, no entanto, foi necessário treinamento. Para o Hospital B, foi necessária contratação e treinamento de funcionários. Para os Hospitais A e B não houve a necessidade de uma plataforma de hardware utilizada para as operações de comércio eletrônico. Para os Hospital A e B, as operações de comércio eletrônico funcionam sobre o sistema operacional Windows e para o Hospital B, também sobre o Linu. O Hospital A utiliza o Bioneo como software de comércio eletrônico, já o Hospital B não possui nenhum software específico.

20 Sobre o agente financeiro utilizado pelo hospital para as transações bancárias, listo os seguintes: Uniprime Banco do Brasil (Hospital A) e Sicoob (Hospital B). Para o Hospital A, não há percentagem pago ao agente financeiro e no caso do Hospital B, não soube informar. Em termos de nível de segurança que o sistema de comércio eletrônico oferece, o Hospital A informou que possui firewall e criptografia. Já o Hospital B não possui. Em termos de perspectivas futuras, os hospitais A e B pretendem epandir a presença na Internet, comprar melhores equipamentos de hardware e comprar softwares mais sofisticados. No Quadro 15 é ilustrada a significância das barreiras para o uso presente ou futuro de TCI nos hospitais A e B (O Hospital C não utiliza). Barreiras para a venda pela Internet Os produtos do hospital não são adaptáveis à venda pela Internet Os clientes não estão prontos para o uso do comércio eletrônico Problemas de segurança em relação a pagamentos Insegurança em relação a contratos, termos de entrega e garantias Custo de desenvolver e manter um sistema de comércio eletrônico Considerações em relação a canais de venda já eistentes Barreiras para o uso da Internet Segurança (hackers, vírus) Tecnologia é muito complicada Gastos com desenvolvimento e manutenção de sites são muito altos Perdeu-se tempo de trabalho devido a má utilização da Internet Gastos com comunicação de dados muito altos Comunicação de dados muito lenta ou instável Não vê benefícios Barreiras para o uso de TCI em geral Gastos com TCI são muito altos Novas versões de softwares surgem com muita frequência Suprimento/Soluções de TCI não suprem as necessidades do hospital Nível de qualificação profissional em relação a TCI muito baio Hospital A Principal barreira Hospital B Principal barreira Sem

GESTÃO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO EM HOSPITAIS DE BOA VISTA-RR

GESTÃO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO EM HOSPITAIS DE BOA VISTA-RR GESTÃO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO EM HOSPITAIS DE BOA VISTA-RR Cleide Maria Fernandes Bezerra1; Jaci Lima da Silva 1 ; Sandra Huzek 1 ; Fábia Micheline Duarte Alves 1 ; Ednalva Castelo 1 ;

Leia mais

GESTÃO DOS SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO EM HOSPITAIS: O CASO DO MUNICÍPIO DE LODRINA / PR

GESTÃO DOS SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO EM HOSPITAIS: O CASO DO MUNICÍPIO DE LODRINA / PR 1 GESTÃO DOS SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO EM HOSPITAIS: O CASO DO MUNICÍPIO DE LODRINA / PR Marcia Regina Camara Gabardo 1, Saulo Fabiano Amâncio Vieira 1, Renato Fabiano Cintra e Antonio José

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO DE PESQUISAS DO PROJETO GESITI HOSPITALAR. PROJETO GESITI/HOSPITALAR.

RELATÓRIO TÉCNICO DE PESQUISAS DO PROJETO GESITI HOSPITALAR. PROJETO GESITI/HOSPITALAR. Diagnóstico acerca da Gestão de Tecnologias da Informação em hospitais de Uberlândia, MG Mirna Tonus 1 Adriana Cristina Omena dos Santos Marlon Wender Pinheiro Costa Tatiana Oliveira Lima Antonio José

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO DE PESQUISAS DO PROJETO GESITI HOSPITALAR. PROJETO GESITI/HOSPITALAR. Relatório:

RELATÓRIO TÉCNICO DE PESQUISAS DO PROJETO GESITI HOSPITALAR. PROJETO GESITI/HOSPITALAR. Relatório: Relatório: PESQUISA HOSPITALAR GESITI / SETREM DOS HOSPITAIS DA REGIÃO FRONTEIRA NOROESTE DO RIO GRANDE DO SUL Ms. Fauzi de Moraes Shubeita, Dr. Antonio Balloni, Ms. Gilberto Souto Caramão, Ms. Estela

Leia mais

Publicado nos Anais do VI Workshop GESITI e Evento Acoplado II GESITI/Saúde. 17/18 Juno de 2010. ISSN: 1807-9350. Relatório:

Publicado nos Anais do VI Workshop GESITI e Evento Acoplado II GESITI/Saúde. 17/18 Juno de 2010. ISSN: 1807-9350. Relatório: Relatório: UMA AVALIAÇÃO DA GESTÃO DOS SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO NOS HOSPITAIS DO MUNICÍPIO DE JAÚ E GARÇA, REGIÃO CENTRO-OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO Paulo Fernando R. de Almeida Prof. Ms.

Leia mais

Publicado nos Anais do VI Workshop GESITI e Evento Acoplado II GESITI/Saúde. 17/18 de Junho de 2010. ISSN: 1807-9350 RELATÓRIO:

Publicado nos Anais do VI Workshop GESITI e Evento Acoplado II GESITI/Saúde. 17/18 de Junho de 2010. ISSN: 1807-9350 RELATÓRIO: Publicado nos Anais do VI Workshop GESITI e Evento Acoplado II GESITI/Saúde. 17/18 de Junho de 2010. ISSN: 1807-9350 RELATÓRIO: PROJETO GESITI/SAÚDE Uma avaliação da gestão em sistemas e tecnologia da

Leia mais

RELATÓRIO DE PESQUISA: Uma Avaliação da GEstão dos SIstemas e Tecnologias de Informação nos Hospitais na Região Metropolitana de São Luís do Maranhão

RELATÓRIO DE PESQUISA: Uma Avaliação da GEstão dos SIstemas e Tecnologias de Informação nos Hospitais na Região Metropolitana de São Luís do Maranhão Publicado nos Anais do VI Workshop GESITI e Evento Acoplado II GESITI/Saúde. 17/18 Juno de 2010. ISSN: 1807-9350 RELATÓRIO DE PESQUISA: Uma Avaliação da GEstão dos SIstemas e Tecnologias de Informação

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

RELATÓRIO DE PESQUISA: Uma Avaliação da GEstão dos SIstemas e Tecnologias de Informação nos Hospitais na Região Metropolitana de São Luís do Maranhão

RELATÓRIO DE PESQUISA: Uma Avaliação da GEstão dos SIstemas e Tecnologias de Informação nos Hospitais na Região Metropolitana de São Luís do Maranhão RELATÓRIO TÉCNICO DE PESQUISAS DO PROJETO GESITI HOSPITALAR. RELATÓRIO DE PESQUISA: Uma Avaliação da GEstão dos SIstemas e Tecnologias de Informação nos Hospitais na Região Metropolitana de São Luís do

Leia mais

Apresentação da Empresa

Apresentação da Empresa Apresentação da Empresa Somos uma empresa especializada em desenvolver e implementar soluções de alto impacto na gestão e competitividade empresarial. Nossa missão é agregar valor aos negócios de nossos

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Soluções em Tecnologia da Informação

Soluções em Tecnologia da Informação Soluções em Tecnologia da Informação Curitiba Paraná Salvador Bahia A DTS Sistemas é uma empresa familiar de Tecnologia da Informação, fundada em 1995, especializada no desenvolvimento de soluções empresariais.

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação Gestão da Tecnologia da Informação A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

Pesquisa realizada com os participantes do 12º Seminário Nacional de Gestão de Projetos. Apresentação

Pesquisa realizada com os participantes do 12º Seminário Nacional de Gestão de Projetos. Apresentação Pesquisa realizada com os participantes do de Apresentação O perfil do profissional de Projetos Pesquisa realizada durante o 12 Seminário Nacional de, ocorrido em 2009, traça um importante perfil do profissional

Leia mais

FÁBRICA DE SOFTWARE FÁBRICA DE PROJETOS DE SOFTWARE FÁBRICA DE PROJETOS FÍSICOS

FÁBRICA DE SOFTWARE FÁBRICA DE PROJETOS DE SOFTWARE FÁBRICA DE PROJETOS FÍSICOS FÁBRICA DE SOFTWARE Quem somos A Fábrica de Software da Compugraf existe desde 1993 e atua em todas as etapas de um projeto: especificação, construção, testes, migração de dados, treinamento e implantação.

Leia mais

Contrato de Suporte End.: Telefones:

Contrato de Suporte End.: Telefones: Contrato de Suporte Contrato de Suporte Desafios das empresas no que se refere à infraestrutura de TI Possuir uma infraestrutura de TI que atenda as necessidades da empresa Obter disponibilidade dos recursos

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PLANO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA Flash Lan House: FOCO NO ALINHAMENTO ENTRE CAPITAL HUMANO E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

Consultoria em TI PARA LIBERDADE, NÃO TEM PORQUÊ. TEM SOLICON.

Consultoria em TI PARA LIBERDADE, NÃO TEM PORQUÊ. TEM SOLICON. Consultoria em TI PARA LIBERDADE, NÃO TEM PORQUÊ. TEM SOLICON. Portifólio Missão Atender as necessidades de nossos clientes e garantir o retorno de seus investimentos, implementando os melhores serviços

Leia mais

Processo de Desenvolvimento de Software

Processo de Desenvolvimento de Software Coordenadoria de Tecnologia da Informação Documentos Formais Processo de Desenvolvimento de Software Sumário 1 Introdução... 03 2 Políticas do Documento de Processo de Desenvolvimento de Software... 04

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Informação no contexto administrativo Graduação em Redes de Computadores Prof. Rodrigo W. Fonseca SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA PELOTAS >SistemasdeInformação SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE INDAIATUBA Rua Claudio Dal Canton, 89 - Cidade Nova II - Indaiatuba -SP - CEP 13334-390 (19) 3885-6700 www.portalpos.com.

FACULDADE ANHANGUERA DE INDAIATUBA Rua Claudio Dal Canton, 89 - Cidade Nova II - Indaiatuba -SP - CEP 13334-390 (19) 3885-6700 www.portalpos.com. A pós-graduação é fundamental para manter-se bem colocado no mercado de trabalho e para aperfeiçoar competências profissionais. Além de enriquecer o currículo, este tipo de especialização ajuda a melhorar

Leia mais

UMA AVALIAÇÃO DA GESTÃO DOS SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO NOS HOSPITAIS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, REGIÃO METROPOLITANA

UMA AVALIAÇÃO DA GESTÃO DOS SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO NOS HOSPITAIS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, REGIÃO METROPOLITANA Relatório: UMA AVALIAÇÃO DA GESTÃO DOS SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO NOS HOSPITAIS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, REGIÃO METROPOLITANA Oliveira, S.B; Balloni, A.J.; G. P. Nogueira, G.P.;Villardi,

Leia mais

Relatório sobre Segurança da Informação nas Empresas RESULTADOS DA AMÉRICA LATINA

Relatório sobre Segurança da Informação nas Empresas RESULTADOS DA AMÉRICA LATINA 2011 Relatório sobre Segurança da Informação nas Empresas RESULTADOS DA AMÉRICA LATINA SUMÁRIO Introdução... 4 Metodologia... 6 Resultado 1: Cibersegurança é importante para os negócios... 8 Resultado

Leia mais

Perfil de investimentos em TI de 550 empresas e organizações em 2010 (Ferramenta de Geração de Leads)

Perfil de investimentos em TI de 550 empresas e organizações em 2010 (Ferramenta de Geração de Leads) Perfil de investimentos em TI de 550 empresas e organizações em 2010 (Ferramenta de Geração de Leads) O ISF entrevistou 1.140 empresas entre os meses de dezembro de 2009 e fevereiro de 2010, com o objetivo

Leia mais

A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS

A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO Gestão e Tecnologia da Informação IFTI1402 T25 A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS Marcelo Eustáquio dos Santos

Leia mais

Atualmente, as organizações de saúde estão reavaliando seus modelos de negócios tendo em vista as regulamentações governamentais, pressões das fontes

Atualmente, as organizações de saúde estão reavaliando seus modelos de negócios tendo em vista as regulamentações governamentais, pressões das fontes Atualmente, as organizações de saúde estão reavaliando seus modelos de negócios tendo em vista as regulamentações governamentais, pressões das fontes pagadoras e a exigência dos pacientes por serviços

Leia mais

RELATÓRIO DA PESQUISA:

RELATÓRIO DA PESQUISA: Publicado nos Anais do VI Workshop GESITI e Evento Acoplado II GESITI/Saúde. 7/8 Juno de. ISSN: 87-95 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA Faculdade de Ciências Contábeis Praça Treze de Maio, 6 Piedade 7- Salvador

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001 INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, Eng. MBA Maio de 2001 Apresentação Existe um consenso entre especialistas das mais diversas áreas de que as organizações bem-sucedidas no século XXI serão

Leia mais

A TCI BPO. Nossos diferenciais competitivos:

A TCI BPO. Nossos diferenciais competitivos: Varejo e-commerce A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores competências e

Leia mais

Fundamentos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação

Fundamentos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação Objetivo da Aula Tecnologia e as Organizações, importância dos sistemas de informação e níveis de atuação dos sistemas de informação Organizações & Tecnologia TECNOLOGIA A razão e a capacidade do homem

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

Unidade II TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Prof. Me. Elvis Pontes

Unidade II TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Prof. Me. Elvis Pontes Unidade II TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Prof. Me. Elvis Pontes Conceitos e Componentes de Software Software (SW) são: os programas de computador; é a parte intangível do computador, representada pelos programas,

Leia mais

Apresentação. I n o v a ç ã o e T e c n o l o g i a a o s e u a l c a n c e.

Apresentação. I n o v a ç ã o e T e c n o l o g i a a o s e u a l c a n c e. I n o v a ç ã o e T e c n o l o g i a a o s e u a l c a n c e. Apresentação A d v a n c e d I n f o r m á t i c a L t d a. w w w. a d v a n c e d i n f o. c o m. b r ( 1 1 ) 2 9 7 6-7044 Quem Somos? A

Leia mais

A TCI BPO. Focada na customização e desenvolvimento de soluções específicas para apoiar e dar suporte à Indústrias, a TCI BPO faz uso do contingente:

A TCI BPO. Focada na customização e desenvolvimento de soluções específicas para apoiar e dar suporte à Indústrias, a TCI BPO faz uso do contingente: Serviços A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores competências e práticas

Leia mais

EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ

EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ O presente edital regulamenta o processo de recrutamento, seleção e ingresso de projetos empresariais na Incubadora

Leia mais

Convergência TIC e Projetos TIC

Convergência TIC e Projetos TIC TLCne-051027-P1 Convergência TIC e Projetos TIC 1 Introdução Você responde essas perguntas com facilidade? Quais os Projetos TIC mais frequentes? Qual a importância de BI para a venda de soluções TIC (TI

Leia mais

Partner Network. www.scriptcase.com.br

Partner Network. www.scriptcase.com.br www.scriptcase.com.br A Rede de Parceiros ScriptCase é uma comunidade que fortalece os nossos representantes em âmbito nacional, possibilitando o acesso a recursos e competências necessários à efetivação

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

DESCRITIVO TÉCNICO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES

DESCRITIVO TÉCNICO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES DESCRITIVO TÉCNICO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES 39 A, por resolução do seu Comitê Técnico, em acordo com o Estatuto e as Regras da Competição, adotou as exigências mínimas que seguem no tocante a esta

Leia mais

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Eng. Dayana B. Costa MSc, Doutoranda e Pesquisadora do NORIE/UFRGS Conteúdo da Manhã Módulo 1 Medição de Desempenho Conceitos Básicos Experiência de Sistemas de

Leia mais

Diretoria de Informática

Diretoria de Informática Diretoria de Informática Estratégia Geral de Tecnologias de Informação para 2013-2015 EGTI 2013-2015 Introdução: Este documento indica quais são os objetivos estratégicos da área de TI do IBGE que subsidiam

Leia mais

LINHA CRIATIVA, Informática & Soluções PORTFOLIO

LINHA CRIATIVA, Informática & Soluções PORTFOLIO LINHA CRIATIVA, Informática & Soluções PORTFOLIO 2015 A LINHA CRIATIVA é uma solução de TI focada em produtos inteligentes e simples, actuando no sector de empresas de médio e pequeno porte, nas áreas

Leia mais

Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura

Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura Termo de Referência para Contratação de Consultoria - TR Modalidade Pessoa Física Vaga Código TR/PF/IICA-005/2010 PCT BRA/09/001 - Acesso e uso da energia elétrica como fator de desenvolvimento de comunidades

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

Avaliação dos Resultados do Planejamento de TI anterior

Avaliação dos Resultados do Planejamento de TI anterior Avaliação dos Resultados do Planejamento de TI anterior O PDTI 2014 / 2015 contém um conjunto de necessidades, que se desdobram em metas e ações. As necessidades elencadas naquele documento foram agrupadas

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

Seminário de Lei de Informática. Francisco Siqueira de Sousa Gerente Comercial

Seminário de Lei de Informática. Francisco Siqueira de Sousa Gerente Comercial Seminário de Lei de Informática Francisco Siqueira de Sousa Gerente Comercial Conteúdo Introdução Casos de Sucesso IMPORTÂNCIA DA LEI Estabelece uma Política de Desenvolvimento Nacional; Estimula a inserção

Leia mais

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF)

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) Maio de 2007 Maria Rachel Barbosa Fundação Trompovsky (Apoio ao NEAD CENTRAN) rachel@centran.eb.br Vanessa Maria

Leia mais

Soluções em Segurança

Soluções em Segurança Desafios das empresas no que se refere a segurança da infraestrutura de TI Dificuldade de entender os riscos aos quais a empresa está exposta na internet Risco de problemas gerados por ameaças externas

Leia mais

Pesquisa realizada com os participantes do 16º Seminário Nacional de Gestão de Projetos APRESENTAÇÃO

Pesquisa realizada com os participantes do 16º Seminário Nacional de Gestão de Projetos APRESENTAÇÃO Pesquisa realizada com os participantes do de APRESENTAÇÃO O perfil do profissional de projetos Pesquisa realizada durante o 16 Seminário Nacional de, ocorrido em Belo Horizonte em Junho de, apresenta

Leia mais

Universidade. Estácio de Sá. Informática e Telecomunicações

Universidade. Estácio de Sá. Informática e Telecomunicações Universidade Estácio de Sá Informática e Telecomunicações A Estácio Hoje reconhecida como a maior instituição particular de ensino superior do país, a Universidade Estácio de Sá iniciou suas atividades

Leia mais

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 Índice 1. Importância do ERP para as organizações...3 2. ERP como fonte de vantagem competitiva...4 3. Desenvolvimento e implantação de sistema de informação...5

Leia mais

Informações sobre oportunidades de trabalho na INTELECTO CONTACT CENTER

Informações sobre oportunidades de trabalho na INTELECTO CONTACT CENTER Informações sobre oportunidades de trabalho na INTELECTO CONTACT CENTER ASSISTENTE DE DEPARTAMENTO PESSOAL Salário a combinar São Bernardo do Campo/SP Atribuições: Atendimento aos clientes, organização

Leia mais

Missão Visão Valores Dedicação aos clientes Foco nos resultados Alto padrão de integridade

Missão Visão Valores Dedicação aos clientes Foco nos resultados Alto padrão de integridade 2014 APRESENTAÇÃO DA EMPRESA QUEM SOMOS Missão Nossa missão é fornecer consultoria especializada e solução inteligente para nossos clientes. Levando satisfação e confiança, gerando assim, uma parceria

Leia mais

Capacitando Profissionais

Capacitando Profissionais Capacitando Profissionais 2014 Setup Treinamentos & Soluções em TI www.setuptreinamentos.com APRE SENTA ÇÃ O A atual realidade do mercado de trabalho, que cada dia intensifica a busca por mão-de-obra qualificada,

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

Processo Aplicado Contabilidade EV Doc

Processo Aplicado Contabilidade EV Doc Processo Aplicado Contabilidade EV Doc EV DOC DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO ELETRÔNICA DE DOCUMENTOS (GED) Digitalize e gerencie de forma simples os documentos e informações de sua empresa utilizando uma plataforma

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Information Technology Infrastructure Library ou Biblioteca de Infraestrutura da Tecnologia da Informação A TI de antes (ou simplesmente informática ),

Leia mais

Gestão de Processos de RH

Gestão de Processos de RH Gestão de Processos de RH A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores competências

Leia mais

TI Aplicada. Aula 02 Áreas e Profissionais de TI. Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http://www.edilms.eti.

TI Aplicada. Aula 02 Áreas e Profissionais de TI. Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http://www.edilms.eti. TI Aplicada Aula 02 Áreas e Profissionais de TI Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos

Leia mais

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao»

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Proposta Comercial Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Data 14 de setembro de 2012 Preparado para: «Nome» «Sobrenome» 1. Objetivo

Leia mais

Nossa Estrutura. 43ª Reunião da Qualidade RS 02 de abril de 2008

Nossa Estrutura. 43ª Reunião da Qualidade RS 02 de abril de 2008 Nossa Estrutura 43ª Reunião da Qualidade RS 02 de abril de 2008 Tecnologia da Informação para o Desempenho da Gestão Estratégica Com case Santa Casa de Porto Alegre por Fábio Frey Matthias Schneider Diretoria

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Ponta Grossa 2012 ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Trabalho elaborado pelo

Leia mais

Introdução a Computação

Introdução a Computação Introdução a Computação Aula 03 Profissões de TI Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos respectivos

Leia mais

PMI-SP PMI-SC PMI-RS PMI PMI-PR PMI-PE

PMI-SP PMI-SC PMI-RS PMI PMI-PR PMI-PE ESTUDO DE BENCHMARKING EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS 2009 Brasil Uma realização dos Chapters Brasileiros do PMI - Project Management Institute PMI-SP PMI-RJ PMI-AM PMI-SC PMI-BA ANEXO 1 PMI-RS PMI PMI-CE

Leia mais

Tecnologias da Informação e da. e Organizacionais

Tecnologias da Informação e da. e Organizacionais Tecnologias da Informação e da Comunicação nos Cenários Econômicos e Organizacionais A evolução tecnológica acompanhando a mudança organizacional Os negócios na era eletrônica O comércio eletrônico Cadeias

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

Relacionamento Clientes

Relacionamento Clientes FENÍCIA CRM & SRM O Fenícia CRM (Customer Relationship Management - Sistema de Gerenciamento do Relacionamento com os Clientes) é uma ferramenta de gestão com foco no cliente, essencial para angariar e

Leia mais

gesacad GESTÃO ACADÊMIDA DE ESCOLAS

gesacad GESTÃO ACADÊMIDA DE ESCOLAS gesacad GESTÃO ACADÊMIDA DE ESCOLAS Mais de uma década de experiência e evolução é o que dá ao sistema uma vasta gama de funcionalidades. Esse conhecimento que faz total diferença para sua empresa. xp+

Leia mais

Desafios da convergência em um mundo totalmente IP. Sidney Longo

Desafios da convergência em um mundo totalmente IP. Sidney Longo Desafios da convergência em um mundo totalmente IP Sidney Longo 13 de abril de 2011 Agenda O CPqD Cenário Roadmap Tecnológico Tendências Tecnológicas Computação em Nuvem Mobilidade e Redes Sociais Multiplos

Leia mais

Política comercial Válida a partir de Novembro de 2015

Política comercial Válida a partir de Novembro de 2015 1 de 5 Política comercial Válida a partir de Novembro de 2015 1. Introdução A mobilidade corporativa deixou de ser uma tendência para fazer parte da ação estratégica das empresas. Hoje, o profissional

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Maximize o desempenho das suas instalações. Gerenciamento Integrado de Facilities - Brasil

Maximize o desempenho das suas instalações. Gerenciamento Integrado de Facilities - Brasil Maximize o desempenho das suas instalações Gerenciamento Integrado de Facilities - Brasil Sua empresa oferece um ambiente de trabalho com instalações eficientes e de qualidade? Como você consegue otimizar

Leia mais

DUAS RODAS DESENVOLVE PORTAL COLABORATIVO E ELIMINA PROCESSOS EM PAPEL. Case de Sucesso

DUAS RODAS DESENVOLVE PORTAL COLABORATIVO E ELIMINA PROCESSOS EM PAPEL. Case de Sucesso DUAS RODAS DESENVOLVE PORTAL COLABORATIVO E ELIMINA PROCESSOS EM PAPEL PERFIL Em 1925, surgiu a primeira fábrica de óleos essenciais do Brasil, em Jaraguá do Sul - SC. A autenticidade, a qualidade de seus

Leia mais

2 INOVAÇÃO NA PROVISÃO DE SERVIÇOS

2 INOVAÇÃO NA PROVISÃO DE SERVIÇOS 1 MELHORIA DA GESTÃO FISCAL DE MÉDIO PRAZO E DO INVESTIMENTO PÚBLICO 1.1 Diagnóstico e Proposição de Melhorias do Marco de Gasto de Médio Prazo 1.1.0 Não há 1.1.0.0 Não há 1.1.0.0.1 Diagnóstico da metodologia

Leia mais

GESTÃO DE T.I. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com

GESTÃO DE T.I. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com GESTÃO DE T.I. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com Conceito Com base nas definições podemos concluir que: Governança de de TI TI busca o compartilhamento de de decisões de de TI TI com os os demais dirigentes

Leia mais

Objetivo Principal. Objetivos Secundários

Objetivo Principal. Objetivos Secundários Objetivo Principal O Personal Med Hospitalar foi resultado de um longo esforço de O&M em hospitais de vários portes e regiões do Brasil. O sistema foi concebido a partir do detalhamento de 176 processos

Leia mais

Interact Solutions Apresentação do SA-Performance Manager. Por: Anderson Pereira Diretor de Negócios Unidade Excellence

Interact Solutions Apresentação do SA-Performance Manager. Por: Anderson Pereira Diretor de Negócios Unidade Excellence Interact Solutions Apresentação do SA-Performance Manager Por: Anderson Pereira Diretor de Negócios Unidade Excellence Interact Group Fundação: agosto / 1999 80 Colaboradores diretos 85 Colaboradores nas

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO PARA 2012

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO PARA 2012 PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO PARA 2012 O planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões presentes (Peter Drucker) 2 I. SUMARIO II. APRESENTAÇÃO III. BASE ESTRATÉGICA

Leia mais

CIGAM SOFTWARE CORPORATIVA LTDA.

CIGAM SOFTWARE CORPORATIVA LTDA. CIGAM SOFTWARE CORPORATIVA LTDA. Raquel Engeroff Neusa Cristina Schnorenberger Novo Hamburgo RS Vídeo Institucional Estratégia Visão Missão Ser uma das 5 maiores empresas de software de gestão empresarial

Leia mais

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens Academia de Tecnologia da IBM White paper de liderança de pensamento Novembro de 2010 Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens 2 Proteção da nuvem: do desenvolvimento da estratégia

Leia mais

PESSOAS COMPROMETIDAS COM PESSOAS

PESSOAS COMPROMETIDAS COM PESSOAS PESSOAS COMPROMETIDAS COM PESSOAS PESSOAS COMPROMETIDAS COM PESSOAS BEM VINDO DISOFT SOLUTIONS A DISOFT é uma empresa de Tecnologia da Informação, com mais de 30 anos no mercado. Nosso posicionamento basedo

Leia mais

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade PROJETO NOVAS FRONTEIRAS PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE QUALITY MANAGEMENT PLAN Preparado por Mara Lúcia Menezes Membro do Time Versão 3 Aprovado por Rodrigo Mendes Lemos Gerente do Projeto 15/11/2010

Leia mais

CRM. Customer Relationship Management

CRM. Customer Relationship Management CRM Customer Relationship Management CRM Uma estratégia de negócio para gerenciar e otimizar o relacionamento com o cliente a longo prazo Mercado CRM Uma ferramenta de CRM é um conjunto de processos e

Leia mais

Net View & Panda ManagedOfficeProtection Mais que antivírus, solução em segurança.

Net View & Panda ManagedOfficeProtection Mais que antivírus, solução em segurança. Net View & Panda ManagedOfficeProtection Mais que antivírus, solução em segurança. Net View & Panda Managed Office Protection É fato, tanto pequenas e médias e grandes empresas enfrentam os mesmos riscos

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TI e Site Backup

Gerenciamento de Serviços de TI e Site Backup Gerenciamento de Serviços de TI e Site Backup ATIVAS encerra o ano como a empresa que mais cresceu no mercado brasileiro de serviços de TI ATIVAS é formalmente apresentada ao mercado CEMIG Telecom adquire

Leia mais

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação UNIFEI Universidade Federal de Itajubá Prof. Dr. Alexandre Ferreira de Pinho 1 Componentes de uma empresa Organizando uma empresa: funções empresariais básicas Funções

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI 1. PI06 TI 1.1. Processos a serem Atendidos pelos APLICATIVOS DESENVOLVIDOS Os seguintes processos do MACROPROCESSO

Leia mais

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação Capítulo 2 E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação 2.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever as principais características das empresas que são importantes

Leia mais

Subáreas. Incubadoras tecnológicas, polos e parques tecnológicos. Formação. Experiência. Conhecimentos. Habilidades

Subáreas. Incubadoras tecnológicas, polos e parques tecnológicos. Formação. Experiência. Conhecimentos. Habilidades Subáreas Incubadoras tecnológicas, polos e parques tecnológicos Design Área: Inovação Perfil Profissional: Instrutor/Consultor Competências Implantação de incubadoras de empresas; Processo de seleção de

Leia mais