APRESENTAÇÃO. e Segurança, Educação e Administrativa. a premiação para as práticas reconhecidas

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5 APRESENTAÇÃO Uma boa ideia pode nos ocorrer em um instante inusitado, num momento cotidiano ou inesperado, mas quase nunca ao acaso. O acaso é fruto da sorte, do acontecimento incerto para quem não faz acontecer. Diferente daquele clique, daquela luz que parece acender de repente em nossa mente. Essa luz, chamada inspiração, surge da vontade, da curiosidade, do olhar apurado para observar o cotidiano de forma peculiar e ainda criar novas possibilidades. Na Fundação São Francisco Xavier não é diferente. A cada dia encontramos colaboradores que lidam com processos que necessitam de aperfeiçoamento, determinados a fazer a diferença, em um ambiente propício à disseminação e aplicação de ideias eficazes para os processos organizacionais. O programa Práticas que Transformam ilustra bem essa iniciativa. Sua essência está na valorização da criatividade e inventividade dos colaboradores que lidam diretamente com processos, que promovem ações com resultados comprovados e que trazem melhorias para a instituição. O objetivo é estimular a produtividade e disseminar conhecimentos em equipe, sempre apostando nas competências e habilidades individuais dos colaboradores. Por meio desse trabalho, é possível demonstrar que nem sempre o aprimoramento das atividades depende de altos investimentos e que a simplicidade pode ser a chave de grandes resultados. Em três anos de programa, as ações inscritas foram avaliadas por segmentos e em momentos distintos. A cada trimestre foram escolhidos os destaques nas categorias Saúde e Segurança, Educação e Administrativa. E, ao final de cada ano, a premiação para as práticas reconhecidas pelos melhores resultados. Neste caderno você conhecerá algumas dessas iniciativas e os benefícios gerados aos colaboradores, clientes e à instituição. Nosso desejo é que o programa Práticas que Transformam continue sendo fonte para se compartilhar oportunidades grandiosas dentro e fora da Fundação São Francisco Xavier, fazendo do conhecimento uma ferramenta institucional permanente. Mais do que boas soluções, aqui está uma amostra de ideias inovadoras aplicáveis, capazes de continuar a inspirar outras e outras práticas que transformam nossa realidade. Um forte abraço, Luís Márcio Araújo Ramos Diretor-Executivo da FSFX e Usisaúde 5

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7 ÍNDICE HISTÓRICO DE BONS RESULTADOS PRÁTICAS DA SAÚDE FISGA CAIXA CARRINHO MULTIUSO NO CTRS PALESTRAS DE ORIENTAÇÃO SOBRE OS CUIDADOS E PREVENÇÕES NO TRATAMENTO DO CÂNCER DILUIDOR DE ÁCIDO PERACÉTICO USO DO MEDICAMENTO SILDENAFIL NO TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO PULMONAR PERSISTENTE DO RECÉM-NASCIDO (HPPRN) PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS ADAPTAÇÃO DE AMBULÂNCIA TIPO A (SUPORTE BÁSICO) PARA TIPO D (SUPORTE AVANÇADO) RETROFIT E AUTOMAÇÃO DAS LAVADORAS DO HOSPITAL MÁRCIO CUNHA MELHORIA DA EFICIÊNCIA COM GANHOS DE PRODUTIVIDADE DAS SECADORAS DE ROUPAS IMPERMEABILIZAÇÃO DE PISOS DOS APARTAMENTOS DA UNIDADE II DO HMC IMPLEMENTAÇÃO DE NOVA METODOLOGIA ORÇAMENTÁRIA QUEBRA DE PARADIGMAS NA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DA FSFX REDUÇÃO DE CUSTOS APÓS ANÁLISE DO CONTRATO PARA COLETA, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS DO GRUPO D PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO PROJETO CUIDAR SARAU LITERÁRIO PROJETO GAIA 7

8 HISTÓRICO DE BONS RESULTADOS O programa Práticas que Transformam foi criado em 2010, e já acumula resultados suficientes para demonstrar que sua implantação tem valido a pena. Nesse período, foram inscritas 106 práticas, que seguem aplicadas e em pleno desenvolvimento por diversos colaboradores no dia a dia da instituição. Práticas são ações simples, criativas, inovadoras e com resultados comprovados. São criadas e executadas por nossos colaboradores, estagiários, profissionais pró-labore e equipes de trabalho, com o objetivo de melhorar continuamente os processos, fortalecer os resultados e gerar aprendizado coletivo. E todo esse esforço é reconhecido. A cada período 1, os autores dos trabalhos finalistas de cada uma das três categorias - administrativa, saúde e segurança, e educação - são homenageados com troféus e medalhas e, ao final de cada ano, a melhor prática entre as finalistas recebe premiação em dinheiro. Mais que uma recompensa, o prêmio valoriza a inovação e o trabalho em equipe aplicados em uma solução, que poderá ser incorporada por outros setores, outras unidades de negócio da FSFX e até mesmo outras instituições públicas ou privadas. OBJETIVOS DO PRÁTICAS Motivar o benchmarking interno e externo, a fim de estimular a adaptação de novos conceitos à realidade e à cultura das unidades. Contribuir com o desempenho das equipes e otimizar o uso de recursos institucionais e públicos. Reconhecer seus colaboradores, inclusive estagiários, prólabore e equipes de trabalho. Estimular a melhoria contínua de seus processos. Promover o aprendizado organizacional. Fortalecer resultados. 1 O ciclo do programa é anual, com pré-seleções períodicas (trimestrais ou semestrais, variando com as regras do regulamento) que concorrem ao reconhecimento final. Exclusivamente em 2010, por ter iniciado o programa em agosto, apenas uma prática foi reconhecida. 2 É a busca das melhores práticas de mercado que conduzem ao desempenho superior. É visto como um processo positivo e proativo por meio do qual uma empresa examina como outra realiza uma função específica, a fim de melhor realizar a mesma função ou outra semelhante. A esse processo de comparação de desempenho dá-se o nome de benchmarking. 8

9 Tatiane Weitzel Gomes Serafim Professora de Educação Infantil e Ensino Fund. I - Colégio São Francisco Xavier - Kátia Regina Campos Venâncio Auxiliar Administrativa - Usisaúde - Thamila Drumond de Alvarenga Lima - Cirurgiã-dentista - Centro de Odontologia Integrada - Rodrigo Antônio Francisco Martins - Técnico de Segurança do Trabalho - Superintendência de Segurança do Trabalho, Saúde Ocupacional e Meio Ambiente FLUXO DE AVALIAÇÃO E PREMIAÇÃO Aberto a inscrições de todos os colaboradores, inclusive estagiários, profissionais pró-labore ou equipes de trabalho, e sem limite de práticas com resultados comprovados enviadas por participante, de 2010 a 2012 o programa reconheceu e premiou práticas que geraram resultados em três diferentes áreas: Práticas da Saúde e Segurança, abrangendo ações com foco na assistência ao paciente ou ao colaborador, seja na área Hospitalar, Saúde Suplementar, Odontológica ou Ocupacional. Práticas da Educação, compreendendo ações voltadas para os processos do ensino regular ou de educação corporativa. Práticas Administrativas, incluindo ações relacionadas à organização e otimização das rotinas de trabalho. FOCO DO PROGRAMA As práticas são focadas em mudanças que geraram resultados na estrutura da organização, nos processos ou para os clientes. Estrutura organizacional: Práticas relacionadas à melhoria do ambiente organizacional por meio da intervenção e modificação na organização do trabalho e do próprio ambiente, conforto, segurança, saúde ocupacional e bem-estar, trazendo consigo, como efeito secundário, a melhoria da segurança, a diminuição do retrabalho e a otimização de custos. Processos principais: Práticas relacionadas à melhoria das operações. Dizem respeito à otimização e melhoria do trabalho, com o desenvolvimento e incorporação de novas e melhores formas de fazer, visando a resolução de lacunas (problemas), a otimização de custos e a ampliação da produtividade, sem, contudo, perder em qualidade nos serviços realizados/prestados. Clientes: Práticas que trazem consigo um conjunto de resultados que se traduz no maior bem-estar dos clientes da FSFX e Usisaúde. Dizem respeito à humanização do tratamento, qualidade de vida e satisfação nas relações entre a instituição e seus clientes. As práticas são focadas em mudanças que geraram resultados na estrutura da organização, nos processos ou para os clientes. 9

10 1 a ETAPA Avaliação pelo Comitê Externo (Pré-Seleção) Avaliação de todas as práticas inscritas seguindo os critérios do GUTIB (1) e análise do conteúdo registrado no formulário de inscrição, por um Comitê Externo (2), composto por 3 profissionais. Discrepâncias significativas (3) entre as pontuações atribuídas à mesma prática pelos avaliadores e participantes tem o veredicto final pelo Comitê Interno (4). 2 a ETAPA Definição do finalista do período avaliado pelo Comitê Interno A coordenação do programa calcula a pontuação total do GUTIB (do inscrito e dos integrantes do Comitê Externo). A coordenação encaminha ao Comitê Interno as 3 práticas melhor(es) de cada segmento para definição do finalista do período avaliado. Os finalistas apresentam suas práticas durante a Oficina de Líderes (5). 3 a ETAPA Definição do ganhador do ano pelo Comitê Interno O Comitê Interno analisa as práticas finalistas dos períodos de avaliação, por segmento, e define o ganhador do ano. Este ganhador receberá em definitivo o troféu do Ciclo e a premiação. (1) Ver significado da sigla na página 11. (2) O Comitê Externo é formado por convidados, preferencialmente profissionais do segmento de instituições regionais. (3) Neste programa, entende-se como discrepância significativa o desvio padrão maior ou igual a 3. (4) O Comitê Interno será formado por colaboradores da FSFX e Usisaúde indicados pela Diretoria Executiva. (5) As Oficinas de Líderes são encontros gerenciais, trimestrais, com foco no acompanhamento dos resultados, na integração das Unidades de Negócio e no aprendizado organizacional. 10

11 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO (GUTIB) O programa Práticas que Transformam conta com um Comitê Interno, formado por colaboradores da FSFX e Usisaúde indicados pela Diretoria Executiva, e um Comitê Externo, composto por profissionais externos convidados. São eles os responsáveis por avaliar todas as práticas inscritas, seguindo critérios baseados na Gravidade, Urgência, Tendência, Impacto e Benchmarking (GUTIB). Gravidade: A prática é avaliada pela gravidade do impacto na segurança dos processos (técnicos ou administrativos), na imagem institucional, no cumprimento da legislação e dos compromissos estratégicos firmados pela FSFX e Usisaúde. As notas variam de 1 a 3, em que a gravidade em 1 é Baixa, em 2 é Grave e em 3 é Muito Grave. Urgência: A prática é avaliada em relação ao grau de urgência com que precisam ser enfrentadas as situações. As notas variam de 1 a 3, em que a urgência em 1 é Pouca, em 2 é Urgente e em 3 é Muito Urgente. Tendência: A prática é avaliada em relação à tendência de crescimento das situações. As notas variam de 1 a 3, em que a tendência em 1 é Baixa, em 2 é Média e em 3 é Alta. Impacto: A prática é avaliada quanto ao seu impacto positivo e à extensão desse impacto na imagem institucional, na qualidade do serviço, na humanização do atendimento, na racionalização de recursos, no cumprimento dos compromissos firmados, entre outros. As notas variam de 1 a 3, em que o impacto em 1 é Baixo, em 2 é Médio e em 3 é Alto. Benchmarking: Avalia a prática quanto à facilidade com que ela pode ser replicada e quanto à sua aplicabilidade em outras unidades. As notas variam de 1 a 5, em que 1 é Baixo, 3 é Médio e 5 é Alto. Ao final, as notas atribuídas ao GUTIB são somadas e as práticas são classificadas, conforme abaixo: PONTUAÇÃO (SOMATÓRIO) Maior ou igual a 48 Menor ou igual a 47 Ideias, dúvidas e reclamações Os comitês são responsáveis por avaliar todas as práticas inscritas, seguindo critérios baseados na Gravidade, Urgência, Tendência, Impacto e Benchmarking (GUTIB). CLASSIFICAÇÃO A - Melhores Práticas B - Boas Práticas C - Desclassificadas 11

12 COMITÊ EXTERNO - INTEGRANTES Marcus Vinícius Cotrim Árabe Engenheiro Metalúrgico e Mestre em Metalurgia Física pela UFMG. Engenheiro de Qualidade (CQE) certificado pela American Society for Quality (ASQ) desde Atua com assessoria/aconselhamento a empresas em prêmios de Qualidade (nacional, mineiro e regional) e como avaliador no prêmio ABRADEE/ETHOS Responsabilidade Social em Trabalhou como Especialista Técnico na Acesita/ArcelorMittal Inox Brasil ( ), tendo como principais realizações: coordenação do Sistema de Gestão da Qualidade e Projetos de Melhoria Contínua, além de programas (implantação de políticas, redução de custos, TPM, TCO, benchmarking e outros); liderança da Equipe de BW - Coordenação de Gestão da Informação na implementação de 3 / SAP-R; liderança de planejamento estratégico e investimentos industriais; coordenação do Controle Estatístico de Processo e Certificação ISO, além de pesquisa operacional. Márcia Barroso Psicóloga Clínica e Organizacional pela PUC-MG. MBA em Gestão Empresarial pela FGV. Especialização em Psicologia Organizacional e do Trabalho. Mais de 25 anos de experiência como psicóloga organizacional, professora e coordenadora de cursos acadêmicos e de especialização. Consultora empresarial, instrutora e palestrante na área comportamental. Sócia- -proprietária da Podium Consultoria em Recursos Humanos. Paulo Rogério C. de Oliveira Engenheiro Mecânico pela PUC- -MG, MBA em Gestão Empresarial pela FGV, Especialista de Qualidade Pleno na Usiminas, professor do curso de Engenharia de Produção da Faculdade Pitágoras/Ipatinga. Certified Reliability Engineer (CRE), Certified Quality Engineer (CQE) e Certified Quality Auditor (CQA) pela American Society for Quality. É certificado e atua como auditor líder em Sistema de Gestão Integrada (Qualidade, Meio Ambiente e Segurança). Participou do desenvolvimento de diversos projetos de melhoria da qualidade em processos e produtos, assistência técnica nas áreas de sistemas de medição, indicadores de desempenho e manutenção na Siderúrgica del Orinoco (SIDOR) Venezuela. Autor dos módulos Coletar e Sumarizar Dados, Capabilidade e Desempenho do Processo do livro Certificação em Engenharia da Qualidade, Curso Completo - Preparação para o exame ASQ/CQE" - Fundac/Q&G Editora - BH Eduardo Ramos Ferraz Farmacêutico-bioquímico, consultor Anvisa na RDC 302:2005, auditor da Det Norske Veritas (DNV) ISO, ONA e NIAHO e especialista em Gestão de Riscos. Márcio Wagner V. de Souza Engenheiro. Atua na Garantia da Qualidade da Usiminas. Márcia Rodrigues Moreira Licenciada em História e Geografia. Pós-graduada em História do Brasil, Pedagogia Empresarial, Tecnologia da Educação e Didática do Ensino Superior. Na Rede Pitágoras, acumula funções de coordenadora do curso de Pedagogia, campus Ipatinga, instrutora das equipes de Lideranças e palestrante. Assessora pedagógica do Colégio Notre Dame de Lourdes Cuiabá/Mato Grosso. Professora universitária. É também palestrante do Sesi Nacional e da Coach Brasil. Maria do Carmo Paixão Rausch Médica pela UFMG, especialista em Pediatria e Epidemiologia. Conduziu a implantação da Programação Pactuada e Integrada Assistencial de 2003 a 2006 e coordenou a Central de Regulação Assistencial de Leitos de Minas Gerais de 2005 a Atualmente, é membro e diretora do Grupo Brasileiro de Acolhimento com Classificação de Risco. Célia Naves Graduada em Administração pela UFLA. Pós-graduada em Gestão e Tecnologia da Qualidade pelo CEFET-MG. Atualmente atua como auditora líder das normas ISO 9001 e ONA na DNV e como instrutora do curso de Formação de Avaliadores ONA. Também presta consultoria para implantação de sistemas de gestão da qualidade baseados nas normas ISO, ONA e Boas Práticas de Fabricação. É professora de cursos de pós-graduação de disciplinas da área da Qualidade. 12

13 Silvio Custódio de Souza Júnior Psicólogo Organizacional e do Trabalho, formado pela UFMG. Pós-graduado em Gestão Estratégica de Pessoas e especialista em Didática do Ensino Superior. Coaching, membro fundador da ICF (International Coach Federation) capítulo São Paulo. Professor universitário. Consultor do Sebrae-MG. Sócio e consultor da Coach gestão de talentos, com mais de 10 anos de experiência em consultorias e treinamentos nas áreas de Gestão de Pessoas e Gestão da Qualidade. Hernani Victor Engenheiro de Produção. Especialista em Gestão da Qualidade, atua há dez anos com implementação de Sistemas de Gestão de Qualidade, MASP, 5S e CCQ. Possui certificados como Auditor Líder ISO 9001 e ISO e é capacitado nos métodos de Gestão da Excelência, tendo atuado como avaliador no Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ), avaliador sênior no Prêmio Mineiro da Qualidade (PMQ), avaliador sênior e instrutor das bancas examinadoras do Prêmio Regional de Qualidade Vale do Aço (PRQ VA), examinador líder da estadual e líder da etapa Brasil do MPE Micro e Pequenas Empresas, além de avaliador de congressos estaduais de CCQ pela União Brasileira para a Qualidade (UBQ). Antônio Lourenço Engenheiro Civil pela UFMG, MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Mestre em Administração pela FUMEC. Trabalhou na Vale na área de Planejamento de Mina; foi consultor e instrutor na Fundação Christiano Ottoni (FCO) e Fundação de Desenvolvimento Gerencial (FDG atual INDG). Conduz a Tecsystem: gestão empresarial - especializada em assessorar grandes grupos empresariais em Estratégia, Cenários de Negócios, Balanced Scorecard e projetos especiais para otimização de resultados. Anatércia Muniz M. Hoffmann Graduada em Enfermagem e Obstetrícia pela UFMG. Especialista em Gestão e Tecnologia da Qualidade pelo CEFETE-MG e em Epidemiologia e Controle de Infecção Hospitalar pela PUC/MG. Mestre em Enfermagem pela Escola de Enfermagem da UFMG (Epidemiologia do uso do cateter venoso central em unidade de terapia intensiva neonatal). Doutorado em Ciências da Saúde, Infectologia e Medicina Tropical pela Faculdade de Medicina da UFMG (Linha de pesquisa: Controle Epidemiológico e Gestão de Qualidade Hospitalar ). Auditora da Det Norske Veritas (DNV) ISO 9000 e ONA. Raquel Hatem Enfermeira chefe do Serviço de Diálise do Hospital Felício Rocho, de Belo Horizonte, e auditora externa pela DNV no processo de Acreditação Hospitalar. Lêudson Lopes da Silveira Tem em sua formação acadêmica o curso MBA Executivo em Gestão Empresarial pela Fundação Getulio Vargas, Especialista em Gestão Estratégica de Pessoas pela Fundação João Pinheiro e Licenciatura em Letras. Atuou na área de Recursos Humanos da Usiminas por 34 anos, como instrutor na formação de menores aprendizes, instrutor de treinamento comportamental, Analista de planejamento de Recursos Humanos e Planejamento de Desenvolvimento de Pessoal. Atualmente atua como Coordenador Administrativo da Conveniada da Fundação Getulio Vargas para Ipatinga e região desde junho de Julio César Alvin Engenheiro, professor, especialista em gestão, auditor da qualidade pela ABCQ e ASQ. Diretor acadêmico da UNIPAC, Consultor da META CON- SULTORIA S/C e conferencista. Participou da realização de mais de 30 auditorias em sistemas de gestão da qualidade, coordenou o MBA nas áreas de educação e saúde e o núcleo de Pós-graduação da UNIPAC, atuou como assessor de desenvolvimento da Fundação São Francisco Xavier e participou da implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade nas áreas de saúde e educação. 13

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15 PRÁTICAS DA SAÚDE 15

16 FISGA CAIXA CICLO 2010 O dispositivo evita que o colaborador tenha contato direto com a caixa coletora de material perfurocortante, reduzindo o risco de acidentes e doenças ocupacionais. Redução do risco de acidentes e doenças ocupacionais Em ambientes hospitalares, a utilização, o manuseio e o descarte de agulhas e outros materiais classificados como perfurocortantes são frequentes pelas equipes de assistência. E tão importante quanto a correta utilização desse material é o seu transporte nas caixas coletoras, a fim de preservar a segurança de quem as recolhe. Contudo, a possibilidade e até mesmo a ocorrência de acidentes com colaboradores encarregados por esta função alertaram uma equipe de colaboradores sobre o perigo. E ainda os inspiraram para a criação de uma nova prática a ser utilizada no dia a dia. O Fisga Caixa é um suporte metálico feito de material reaproveitado, com função semelhante a uma espécie de extensão do braço humano, que serve para pegar as caixas coletoras de materiais perfurocortantes do carro de transporte e colocá-las dentro do Abrigo de Resíduos Grupos A e E. Cleonice Mendes Medeiros Souza Auxiliar de Conservação e Limpeza A partir da curiosidade, do olhar apurado e da capacidade criativa dos co- 16

17 FATOR PESSOAL OUTROS BATIDA CONTRA OBSTÁCULOS 4% 9% laboradores Flávio Rodrigues da Silva (Segurança do Trabalho), Thiago de Souza Pereira (Higienização Hospitalar), Gilberto Leôncio Berbet Neto (Higienização Hospitalar), Paulo Roberto Moreira (Manutenção e Reparos) e Wanderson Alves de Oliveira (Manutenção e Reparos), o dispositivo elimina o contato direto do colaborador com o material a ser carregado, além de evitar que este tenha que abaixar dentro do carro para pegar as caixas no fundo. Assim, com uma engrenagem mecânica, regulável, basta fisgar as caixas com as hastes, uma medida que gera mais conforto e segurança, além de prevenir acidentes e doenças ocupacionais. QUEDA 17% 13% TORÇÃO Causas Acidentes Higienização % 9% PRENSAMENTO 39% PERFUROCORTANTES Atualizado em 17/12/2010 Total de Acidentes FSFX: 117 Total de Acidentes Higienização: 23 (representa 20% dos acidentes da FSFX) DESENVOLVIMENTO Análise do acidente. Confecção do material. Treinamento prático (DDS - Diálogo Diário de Segurança) com os colaboradores da Higienização Hospitalar. Implantação do Fisga Caixa na Unidade I do Hospital Márcio Cunha. Aprimoramento e implantação do Fisga Caixa na Unidade II do Hospital Márcio Cunha. RESULTADOS OBTIDOS Prevenção de acidentes e doenças osteomusculares. Redução do risco de acidentes com materiais perfurocortantes para esta atividade. Melhor conforto para o colaborador na execução da atividade. Criação de dispositivo com reaproveitamento de materiais (baixo custo). Informar os trabalhadores sobre os meios para prevenir e limitar tais riscos e as medidas adotadas pela empresa (NR1 Ministério do Trabalho, item 1.7, alínea c, inciso II). LIÇÕES APRENDIDAS Solução de melhoria da qualidade e segurança dos colaboradores sem aumento de custos e alinhada ao programa Otimizar para Sustentar 3, cumprindo as recomendações de segurança das análises de acidentes e com apoio da gerência. É possível apreender desta prática, aparentemente simples, a importância de buscarmos a cada dia formas de aprimorarmos não só nas práticas de trabalho, mas também nas práticas de vida e no trato com as pessoas. 3 O Otimizar para Sustentar é um programa da Fundação São Francisco Xavier e Usisaúde que envolve todos os colaboradores e profissionais parceiros. Seus objetivos são evitar desperdícios, otimizar custos e despesas, contribuir com a preservação ambiental e melhorar os resultados institucionais. 17

18 Gilberto Leôncio Berbet Neto Instrumentista de Manutenção Thiago de Souza Pereira Supervisor de Conservação e Limpeza 18 Wanderson Alves de Oliveira Eletricista de Manutenção

19 A empatia com os colegas de trabalho, principalmente nas horas mais difíceis, nos permite fazer grandes coisas. Nossa lição aprendida é que pequenas atitudes podem fazer uma grande diferença. Thiago de Souza Pereira Supervisor de Conservação e Limpeza PRÊMIO PROTEÇÃO BRASIL 2011 O projeto Fisga Caixa, eleito pelo Práticas que Transformam como o ganhador entre os apresentados em 2010, foi escolhido pelo Prêmio Proteção Brasil 2011 como o melhor case brasileiro na categoria Ações Corretivas em Saúde e Segurança no Trabalho. Os autores da ideia foram convidados a apresentar o trabalho no 7º Seminário Proteção Brasil - Aprenda Com as Empresas Que Fazem Melhor, nos dias 10 e 11 de agosto de 2011, no Expo Center Norte, em São Paulo, paralelamente à Feira Expo Proteção Além do troféu recebido pela conquista durante o evento, o projeto foi publicado na Revista Proteção. O Prêmio Proteção Brasil de Saúde e Segurança do Trabalho visa reconhecer o esforço de empresas, instituições e profissionais na melhoria do ambiente de trabalho dos brasileiros, além de divulgar à sociedade as ações bem-sucedidas de melhoria nas condições de saúde e segurança do trabalho. 19

20 CARRINHO MULTIUSO NO CTRS (CENTRO DE TERAPIA RENAL SUBSTITUTIVA) CICLO 2011 CICLO 2011 Instrumento de trabalho adaptado e com quatro rodas, capaz de transportar os materiais necessários à assistência dos pacientes submetidos ao tratamento por hemodiálise. A assistência aos pacientes submetidos ao tratamento por hemodiálise exige diversos cuidados realizados a todo momento pelas equipes de Enfermagem. Em se tratando do Centro de Terapia Renal Substitutiva (CTRS) do Hospital Márcio Cunha, referência para toda a região Leste de Minas Gerais e por onde passam por semana 250 pacientes, em média, para realizar sessões de até quatro horas, o trabalho desses profissionais exige uma preocupação ainda maior quanto a agilidade e ergonomia. Parte do esforço desse trabalho era gasto no deslocamento frequente do colaborador para buscar os materiais necessários à assistência aos pacientes nos armários dos Postos de Enfermagem, gerando maior trabalho, tempo e mobilização de outros profissionais. Havia ainda outro impacto negativo: o grande consumo de luvas descartáveis. Durante o atendimento, por exemplo, para evitar contaminação nos Postos de Enfermagem, era preciso que o colaborador descartasse suas luvas para buscar algum material nos armários e, em seguida, vestir novas luvas para dar continuidade aos trabalhos com o paciente. Pensando em reverter esse quadro, as colaboradoras Leyse Cristina Oliveira, Renata Alves Madeira, Sandra Felipa Souza, Marceli Marques Santos e Edna Pedroso Rocha de Pádua criaram um carrinho multiuso como instrumento de trabalho adaptado, capaz de transportar tais materiais e de fácil movimentação entre as poltronas que acomodam os pacientes durante as sessões de diálise. Aumento de 3,5% no número de atendimentos na unidade Empurrados por essa boa ideia vieram também os resultados positivos, como disponibilização de maior tempo do colaborador para a assistência, atendimento mais ágil e humanizado e um ambiente mais harmônico. Além disso, houve também a redução nos gastos com materiais, como luvas descartáveis, mesmo com o aumento de 3,5% no número de atendimentos na unidade. 20

21 A prática fortalece na equipe maior senso de organização e disposição de materiais em um mesmo local, melhorando a qualidade da assistência ao paciente. Atendimento rápido, seguro e humanizado, com redução do risco de acidente." Edna Pedroso Rocha de Pádua Gerente do Centro de Terapia Renal Substitutiva R$ GASTO TOTAL COM LUVAS 8.000, , , , , , , ,00 31,13% JAN FEV MAR ABR , , , , , , , ,44 Redução 2.336, , , ,28 NÚMERO DE SESSÕES ANO JAN FEV MAR ABR ,3% Sandra Felipa G. Souza Técnica de Enfermagem Renata Alves R. Madeira Técnica de Enfermagem Edna Pedroso Rocha de Pádua Gerente do CTRS Leyse Cristina S. Oliveira Auxiliar de Enfermagem Marceli Marques S. Santos Técnica de Enfermagem 21

22 DESENVOLVIMENTO Aquisição de 12 carrinhos, sendo 01 carrinho para atender 04 pacientes por turno. Adaptação do suporte de descarpack no carrinho. Redução de 40 para 12 bandejas utilizadas no auxílio ao procedimento. Padronização dos materiais por número de sessões programadas no dia. Apresentação e orientação da utilização do carrinho aos colaboradores. RESULTADOS OBTIDOS Otimização dos processos dialíticos, com a centralização dos materiais necessários aos procedimentos por sessão de diálise. Maior segurança aos pacientes, considerando que os colaboradores estão disponíveis para assistência em tempo integral. Maior segurança aos colaboradores, com fácil acesso ao descarte de perfurocortante. Controle de custos. LIÇÕES APRENDIDAS Elevar a praticidade e a segurança nas atividades garante à equipe do CTRS uma assistência mais presente e de maior qualidade ao paciente. A prática fortalece na equipe maior senso de organização e disposição dos materiais em um mesmo local. O carrinho possibilita que o suporte de descarpack esteja perto do profissional, o que reduz consideravelmente o risco de acidente com perfurocortante. Foi uma maravilha! O serviço está mais organizado e as meninas não precisam ficar pedindo ajuda para a colega quando o material acaba. Eu me sinto mais assistido. Parabéns para quem colocou esta ideia em prática. Rui Barbosa 64 anos, paciente que faz hemodiálise há dois anos e meio 22

23 PALESTRAS DE ORIENTAÇÃO SOBRE OS CUIDADOS E PREVENÇÕES NO TRATAMENTO DO CÂNCER CICLO 2011 Abordando temas relevantes sobre a doença, as palestras são destindas a pacientes e acompanhantes da Unidade de Oncologia do HMC Os mitos e os medos de uma doença temida e inesperada assusta muitas pessoas quando ouvem falar sobre câncer. Além de estar entre as principais causas de morte da humanidade, a doença ainda traz à lembrança de muitos a representação de diagnóstico difícil, sofrimento e morte do paciente. Opinião esta compartilhada, principalmente, devido à falta de informações corretas sobre o assunto. Na tentativa de reverter esse quadro, a Unidade de Oncologia do Hospital Márcio Cunha investe na orientação e na desmistificação sobre o câncer. Em uma de suas práticas, uma equipe multidisciplinar formada pela assistente social Alcione Cruz Camilo e a farmacêutica Nelma Lagares Pinto, em toda última sexta-feira de cada mês, realiza palestras de orientação sobre os cuidados e prevenções no tratamento do câncer. A prática já acontece há três anos. O trabalho é direcionado a pacientes que estejam iniciando os procedimentos de quimioterapia ou radioterapia, aos familiares e aos acompanhantes, a fim de que recebam explicações sobre a doença, tirem suas dúvidas e sintam-se acolhidos pela instituição durante o tratamento. Isso é fundamental para elevar a autoestima dos participantes em um momento difícil, evidenciando que, em sua maioria, os casos de câncer podem ser curados e tratados adequadamente em sua fase inicial. É importante ressaltar que prevenção em câncer é reduzir a possibilidade do aparecimento de qualquer tipo da doença. Para tanto, as abordagens de temas como definição da doença, os cuidados com a medicação, tabagismo, alcoolismo, entre outros assuntos, são sugeridas pelos próprios participantes. Os encontros duram cerca de uma hora, com participação média de 30 pessoas por apresentação. 23

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