Produção Enxuta. Lean Manufacturing

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Produção Enxuta. Lean Manufacturing"

Transcrição

1 Produção Enxuta Lean Manufacturing

2 Produção Enxuta Principais ferramentas

3 Ferramentas do STP 5S; SMED ; Gestão Visual; Poka-Yoke; TPM Kanban; Kaizen; VSM

4 Casa do STP

5 5 Sensos Filosofia cujo objetivo é organizar, limpar, desenvolver e manter um ambiente de trabalho produtivo e com qualidade de vida.

6 5 Sensos O Programa 5S foi desenvolvido no Japão logo após o final da Segunda Guerra; Trata-se de uma filosofia de trabalho que pretende superar antigos hábitos; O método visa obter um local de trabalho ordenado, limpo e saudável, ideal para a implantação de um sistema de Gestão da Qualidade na empresa;

7 5 Sensos O Método "5S" foi base da implantação do Sistema de Qualidade Total nas empresas japonesas; Espanha e Inglaterra adotaram metodologias equivalentes, porém com nomes diferentes como Housekeeping ; Os cinco conceitos foram introduzidos no Brasil posteriormente, em 1991, pela Fundação Cristiano Ottoni.

8 5 Sensos Um lugar para tudo, e tudo em seu lugar, limpo e pronto para uso!

9 5 Sensos

10 5 Sensos

11 5 Sensos 1. SEIRI: Senso de Utilização 2. SEITON: Senso de Organização 3. SEISO: Senso de Limpeza 4. SEIKETSU: Senso de Padronização 5. SHITSUKE: Senso de Autodisciplina

12 5 Sensos Total de peças a ser entregue: De 1 a 49 Sequência correta! Prazo: 20 segundos Obs: Desempenho será medido pelo menor valor do grupo A B C

13 1º S - SEIRI - Senso de Utilização O que é realmente útil?

14 1º S - SEIRI - Senso de Utilização

15 1º S - SEIRI - Senso de Utilização Ter senso de utilização é definir o que é útil e o que não é útil. Aquilo que não for útil deve ser descartado ou reaproveitado. ÁREA CATEGORIA RED TAG NÚMERO DA TAG 1.Matéria-prima 5.Fornecedores 9.Livros/revistas 2.WIP 6.Equipamentos 10.Outros 3.Produto acabado 7.Móveis 8.Material de 4.Ferramentas escritório TAG DATE Feito por NOME DO ITEM QUANTIDADE JUSTIFICATIVA PARA O ITEM CLASSIFICADO AÇÃO REQUERIDA PARA OBJETO COM RED TAG 1.Descartar 2.Amazenamento na célula 3.Armazenamento a longo prazo 4.Reduzir inventário 5.Vender/transferir de área 6.Outro s AÇÃO TOMADA ÁREA LOCALIZADOR DA RED TAG DATA NÚMERO DA TAG

16 1º S - SEIRI - Senso de Utilização Classificar os objetos : O que é usado sempre ou quase sempre : colocar próximo ao local de trabalho; O que é usado raramente, mas necessário: colocar separado, em local determinado; O que for desnecessário: deve ser reformado, vendido ou eliminado, pois ocupa espaço necessário e atrapalha o trabalho;

17 1º S - SEIRI - Senso de Utilização Vantagens: Reduz a necessidade e gastos com espaço, estoque, armazenamento, transporte e seguros. Facilita o transporte interno, o arranjo físico, o controle de produção; Evita a compra de materiais e componentes em duplicidade e também os danos a materiais ou produtos armazenados;

18 2º S - SEITON - Senso de Ordenação Cada coisa no seu devido lugar!

19 2º S - SEITON - Senso de Ordenação

20 2º S - SEITON - Senso de Ordenação

21 2º S - SEITON - Senso de Ordenação Definir locais apropriados para cada item de modo a facilitar o acesso a ele, seu uso e manuseio e sua localização. Ou seja, cada coisa em seu devido lugar.

22 2º S - SEITON - Senso de Ordenação Nesta fase é importante: Padronizar as nomenclaturas; Usar rótulos e cores vivas para identificar os objetos, seguindo um padrão; Guardar objetos diferentes em locais diferentes; Expor visualmente os pontos críticos, tais como extintores de incêndio, locais de alta voltagem, partes de máquinas que exijam atenção, etc;

23 2º S - SEITON - Senso de Ordenação Determinar o local de armazenamento de cada objeto Onde for possível, eliminar as portas; Não deixar objetos ou móveis no meio do caminho, atrapalhando a locomoção no local.

24 2º S - SEITON - Senso de Ordenação Vantagens: Menor tempo de busca do que é preciso para operar, ler, enviar, etc.; Menor necessidade de controles de estoque e produção; Facilita transporte interno, controle de documentos, arquivos ou pastas, além de facilitar a execução do trabalho no prazo;

25 2º S - SEITON - Senso de Ordenação Vantagens: Evita a compra de materiais e componentes desnecessários ou repetidos ou danos a materiais ou produtos armazenados; Maior racionalização do trabalho, menor cansaço físico e mental, melhor ambiente; Melhor disposição dos móveis e equipamentos; Facilitação da limpeza do local de trabalho.

26 3º S - SEISO - Senso de Limpeza Sujou, limpou!

27 3º S - SEISO - Senso de Limpeza

28 3º S - SEISO - Senso de Limpeza Ter senso de limpeza é eliminar a sujeira ou objetos estranhos para manter o ambiente limpo. O ato de não sujar é tão importante quanto limpar. As fontes da sujeira devem ser eliminadas sempre que possível.

29 3º S - SEISO - Senso de Limpeza É importante que o pessoal tenha consciência e habitue-se a: Procurar limpar os equipamentos após o seu uso, para que o próximo a usar encontre-o limpo; Aprender a não sujar e eliminar as causas da sujeira; Definir responsáveis por cada área e sua respectiva função; Manter os equipamentos e ferramentas sempre na melhor condição de uso possível; Após usar um aparelho, deixá-lo limpo e organizado para o próximo utilitário;

30 3º S - SEISO - Senso de Limpeza Cuidar para que se mantenha limpo o local de trabalho; Não jogar lixo ou papel no chão; Dar destino adequado ao lixo, quando houver. O mais importante não é o ato de limpar, mas o ato de não sujar!

31 3º S - SEISO - Senso de Limpeza Vantagens: O desenvolvimento do senso de limpeza proporciona: Maior produtividade das pessoas, máquinas e materiais, evitando o retrabalho; Evita perdas e danos de materiais e produtos.

32 4.º S - SEIKETSU - Senso de Padronização Fazer o que foi definido!

33 4.º S - SEIKETSU - Senso de Padronização

34 4.º S - SEIKETSU - Senso de Padronização

35 4.º S - SEIKETSU - Senso de Padronização Padronização é transformar o ambiente atual no ambiente ideal, GARANTINDO condições favoráveis de saúde, segurança, higiene e bem-estar para todos.

36 4º S - SEIKETSU - Senso de Saúde e Higiene O pessoal deve ter consciência da importância desta fase, tomando um conjunto de medidas: Ter os 3 S's previamente implantados; Capacitar o pessoal para avaliem se os conceitos estão sendo aplicados realmente e corretamente; Eliminar as condições inseguras de trabalho, evitando acidentes ou manuseios perigosos; Humanizar o local de trabalho numa convivência harmônica;

37 4º S - SEIKETSU - Senso de Saúde e Higiene Difundir material educativo sobre a saúde e higiene; Respeitar os colegas como pessoas e como profissionais; Colaborar, sempre que possível, com o trabalho do colega; Cumprir horários; Não fumar em locais impróprios.

38 4.º S - SEIKETSU - Senso de Saúde e Higiene Vantagens: Melhor segurança e desempenho do pessoal; Prevenção de danos à saúde dos que convivem no ambiente; Melhor imagem da empresa internamente e externamente; Elevação do nível de satisfação e motivação do pessoal para com o trabalho.

39 5º S - SHITSUKE - Senso de Autodisciplina Fazer bem feito. SEMPRE!

40 5º S - SHITSUKE - Senso de Autodisciplina Praticar e repetir até que essa disciplina torne-se um modo de vida. 5S deve ser um objetivo pessoal; Respeitar e cumprir o estabelecido; Dar o exemplo; Tanto a gestão quanto as operações têm a responsabilidade de sustentar 5S; Fazer do 5S um hábito.

41 5º S - SHITSUKE - Senso de Autodisciplina É necessário: ATITUDE e COMPROMETIMENTO

42 5º S - SHITSUKE - Senso de Autodisciplina O senso de Autodisciplina é a transformação de conceitos em hábitos. Autodisciplina é a chave para o sucesso duradouro do Programa 5S.

43 5º S - SHITSUKE - Senso de Autodisciplina Atitudes importantes: Usar a criatividade no trabalho, nas atividades; Melhorar a comunicação entre o pessoal no trabalho; Compartilhar visão e valores, harmonizando as metas; Treinar o pessoal com paciência e persistência, conscientizando-os para os 5S's ; De tempos em tempos aplicar os 5S's para avaliar os avanços.

44 5º S - SHITSUKE - Senso de Autodisciplina Com o tempo, a implantação do programa traz benefícios: Reduz a necessidade constante de controle. Facilita a execução de toda e qualquer tarefa/operação; Evita perdas oriundas de trabalho, tempo, utensílios, etc.; Traz previsibilidade do resultado final de qualquer operação; Os produtos ficam dentro dos requisitos de qualidade, reduzindo a necessidade de controles, pressões, etc;

45 5 S Implantação 5S

46 Implantação 5S 1ª etapa: Equipe de implantação Formada por 3 pessoas, no mínimo, de diferentes setores da instituição e 1 pessoa da alta administração. A equipe tem que ter disponibilidade para conduzir o processo, orientar, esclarecer dúvidas e fazer visitas rotineiras de acompanhamento.

47 Implantação 5S 2ª etapa: Planejamento Equipe de implantação pode elaborar um cronograma, um plano de orientação, determinar as ferramentas que serão utilizadas e dividir as atividades. As tarefas e as responsabilidades devem ser distribuídas e todos devem se comprometer com os prazos de cumprimento.

48 Implantação 5S 3ª etapa: Fotos e registros É importante registrar a situação atual da organização, em todas as áreas, especialmente onde forem percebidas necessidades de melhoria. Posteriormente, a equipe deve se reunir e discutir as falhas, as ações corretivas, dar sugestões de melhoria baseadas nas fotos. É importante a opinião de cada um, principalmente por que pertencem a áreas diferentes na empresa.

49 Implantação 5S 4ª etapa: Reunião A equipe pode convidar o pessoal da instituição para uma reunião, compartilhar os dados e mostrar o compromisso e a disposição para implantar o método. Nesta reunião, a equipe pode iniciar o trabalho de conscientização do pessoal, da importância do programa 5S para a melhoria do trabalho.

50 Implantação 5S 5ª Etapa: Implantação As responsabilidades são divididas de acordo com as áreas de trabalho, bem como os mapas de acompanhamento do trabalho. Em cada fase, o pessoal envolvido deve se reunir para definir as atividades, esclarecer as dúvidas, citar exemplos, etc. A interação da equipe com o pessoal envolvido é importante, para que não fiquem dúvidas a respeito do programa e para que tudo corra bem na fase seguinte.

51 Implantação 5S 6ª Etapa: Acompanhamento A equipe organizadora planeja e se organiza para fazer visitas nas áreas de implantação com pelo menos um membro da equipe organizadora supervisionando a visita. Os pontos positivos e negativos devem ser apontados, pois o pessoal deve ser motivado a seguir as orientações. O ideal é que a equipe faça um mapa de acompanhamento mensal para verificar os benefícios, os resultados, as mudanças. É essencial que todos sigam o programa, desde os gerentes e diretores aos técnicos de apoio.

52 Custo da Implementação O custo para a implantação do programa não é alto; De acordo depoimentos de instituições não houve dificuldades para o custeio ou necessidades de compra excessiva de itens; Quanto mais rápido o pessoal se mobilizar para implantar o programa e se dedicar, menores serão tempo e gastos para implantar

53 Auditorias 1 S de cada vez 5ºS: Auditorias internas

54 Auditorias

55 Auditorias

56 Auditorias

57 Auditorias

58 Auditorias

59 Auditorias

60 Auditorias

61 Trabalho Cada grupo deve escolher uma área para aplicar os 5 sensos (5S). A aplicação deve ser registrada com fotos (antes e depois). Explique o que foi feito em cada etapa(senso) e conclua o trabalho explicando os benefícios da aplicação do 5S.

62 Produção Enxuta GESTÃO VISUAL & POKA YOKE

63 Gestão Visual Pode ser definida como: Um sistema de planejamento, controle e melhoria contínua que integra ferramentas visuais simples que possibilitam que se entenda, através de uma rápida olhada, a situação atual e que apoia o trabalho padrão da liderança para garantir a aderência dos processos aos padrões e viabilizar as melhorias permanentes.

64 Gestão Visual Uma das ferramentas mais importantes de apoio ao trabalho da liderança lean é a Gestão Visual; A Gestão Visual permite a todos saberem como andam as coisas, sem precisar perguntar a ninguém ou ligar um único computador;

65 Gestão Visual A Gestão Visual deve permitir que todos possam ver e entender a mesma coisa, tornando a situação transparente, além de priorizar o que realmente é necessário; Deve ser mantido pelos que realmente fazem o trabalho de forma a verificar anomalias.

66 Gestão Visual Gestão Visual não é poluição visual, ou seja, a disposição de uma diversidade de informações históricas em quadros e painéis expostos como papel de parede.

67 Gestão Visual A Gestão Visual deve possibilitar entender e enxergar as anormalidades o mais próximo possível do local e momento em que acontecem e saber o que está sendo feito para corrigi-las. Ideal?

68 Gestão Visual Gestão Visual refere-se ainda aos métodos e práticas que permitem realizar o vá ver diretamente no local onde as coisas realmente acontecem com os seus próprios olhos.

69 Gestão Visual Mas o que a liderança vai ver no gemba? Situações anormais tais como trabalho fora do padrão, estoques fora do padrão, níveis de entrega fora do padrão, custos fora do padrão, nível de acidentes fora do padrão, etc. E com isso identificar os gaps e desvios e estabelecer as ações corretivas.

70 Gestão Visual Por exemplo, em uma fábrica pode-se acompanhar o quadro horário de produção para saber se há atrasos e quais os problemas. Líder da equipe a cada hora; Supervisor a cada meio dia; Gerente diariamente; Diretor semanalmente.

71 Gestão Visual Pode se ter um quadro geral que mostre os principais indicadores como qualidade, 5S, custos, entregas, etc.; Básico para todos os operadores e em local de fácil acesso a todos; Ou ainda, podem existir Andons para acionar a cadeia de ajuda, fundamental para os lideres das equipes e supervisores.

72 Andon Forma de gestão à vista das ocorrências e resultados do local de trabalho, apresentando nas formas de quadros, sinalizadores sonoros ou visuais.

73 Andon O operador tem a possibilidade de parar a linha, através de algum dispositivo sinalizando a necessidade de ajuda de técnicos, engenheiros e demais profissionais para resolução de um determinado problema.

74 Gestão Visual Em áreas administrativas a Gestão Visual é igualmente importante; Por exemplo, a área de Compras pode expor a chegada de materiais, a colocação de pedidos, a existência de atrasos, estoques de matérias primas acima ou abaixo do padrão estabelecido, uma avaliação semana do desempenho dos fornecedores em entrega, colocada em local adequado, etc.

75 Gestão Visual A Gestão Visual não é a forma pela qual a liderança exerce um controle mais próximo e forte ou gerencia no nível micro. O vá ver permite ao líder lean realizar o seu papel na cadeia de ajuda, ou seja, contribuir para que as pessoas entendam e resolvam os problemas reais.

76 Gestão Visual O papel do líder lean, em seu trabalho diário de resolver problemas, realizar o planejamento, implementar melhorias e desenvolver pessoas deve ser apoiado por uma Gestão Visual adequada; A Gestão Visual deve ajudar a mudar comportamentos e contribuir para transformar o papel e estilo da liderança.

77 Dispositivo visual 4 tipos, conforme o grau de controle exercido: Sugerem comportamento Indicadores visuais: a informação é simplesmente mostrada e a aderência ao seu conteúdo é voluntária; Sinais visuais: esse dispositivo primeiro captura a atenção e depois entrega a mensagem;

78 Indicadores Visuais

79 Dispositivo visual Sugerem comportamento: Indicadores visuais: a informação é simplesmente mostrada e a aderência ao seu conteúdo é voluntária; Sinais visuais: esse dispositivo primeiro captura a atenção e depois entrega a mensagem;

80 Sinais Visuais

81 Dispositivo visual Garantem um comportamento Controles visuais: cruza o limite do opcional para o obrigatório; Garantias visuais: É projetado para fazer com que somente a coisa certa ocorra.

82 Controles Visuais

83 Dispositivo visual Garantem um comportamento Controles visuais: cruza o limite do opcional para o obrigatório; Garantias visuais: É projetado para fazer com que somente a coisa certa ocorra.

84 Garantias Visuais

85 Gerenciamento Visual

86 Gerenciamento Visual Nível 1 : Compartilhar Informações Fazer displays visuais de todas as informações que podem ser úteis para atividades e metas das pessoas relacionadas à área. Ex: Número de defeitos/peças produzidas Retrabalho/peças produzidas Dados de produção/produção real

87 Gerenciamento Visual Nível 2 : Estabelecer compartilhar padrões Fazer o ambiente trabalhar sozinho como um controle. Ex: Escolher limites de tamanho e altura, sinais, cores

88 Gerenciamento Visual Nível 3 : Implementar alarmes Informar anormalidades Ex: Sinais sonoros

89 Gerenciamento Visual Nível 4 : Prevenir recorrência de defeitos A anormalidade(peça defeituosa) é detectada assim que ela ocorre e é separada ou rejeitada antes que seja encaminhada ao processo seguinte Ex:

90 Gerenciamento Visual Nível 5: Sistema a prova de erros (Error-proofing) Um dispositivo de error proofing (Poka Yoke) é instalado para assegurar que a anormalidade ou defeito não ocorra novamente. Geralmente é necessário reprojetar o equipamento.

91 Gerenciamento Visual

92 Objetivos: Gerenciamento Visual 1. Compartilhar informações 2. Alertar para anormalidades 3. Ajudar a restaurar rapidamente 4. Estimular prevenção 5. Eliminar desperdício 6. Dar autonomia ao operador 7. Promover melhoria contínua 8. Zero defeito

93 Poka-Yoke É um dispositivo a prova de erros destinado a evitar a ocorrência de defeitos em processos de fabricação e/ou na utilização de produtos;

94 Poka-Yoke Este conceito foi desenvolvido primeiramente por Shigeo Shingo, a partir do princípio do não-custo ; Segundo Shingo, inspeção sucessiva, auto-inspeção e inspeção da fonte podem ser todas alcançadas através do uso de métodos Poka-yoke; O Poka-yoke possibilita a inspeção 100% através de controle físico ou mecânico;

95 Poka-Yoke

96 Poka-Yoke Causa Falha Prevenção: Identificar a causa e prevenir a ocorrência da falha Detecção: Eliminar a falha/defeito no ponto de ocorrência prevenindo sua propagação

97 Poka-Yoke Quanto às funções de regulagem do Poka-yoke há duas maneiras onde ele pode ser usado para corrigir erros: Método de Controle: Quando o Poka-yoke é ativado, a máquina ou linha de processamento para, de forma que o problema possa ser corrigido. Método de advertência: Quando o Poka-yoke é ativado um alarme soa ou uma luz sinaliza, visando alertar o trabalhador.

98 Poka-Yoke O Poka-yoke de controle é o dispositivo corretivo mais poderoso, porque paralisa o processo até que a condição causadora do defeito tenha sido corrigida; O Poka-yoke de advertência permite que o processo que está gerando o defeito continue, caso os trabalhadores não atendam ao aviso;

99 Poka-Yoke Poka-Yoke Alerta Controle Desligamento

100 Poka-Yoke Alerta: Sinaliza a ocorrência de anormalidades para o operador por meio de sinais luminosos ou sonoros. Ex: Alarmes de incêndio são ativados por sensores quando a temperatura está acima do normal

101 Poka-Yoke Controle: corrige uma falha ou impede que produtos defeituosos prossigam á próxima etapa do processamento. Ex: Sistema de identificação de spam

102 Poka-Yoke Desligamento: Se houver qualquer sinal de anormalidades o sistema interrompe ou bloqueia o processo. Ex: Alguns aparelhos domésticos possuem um dispositivo que o desliga quando a tampa está aberta.

103 Poka-Yoke EXERCÍCIO 1. Cite 3 exemplos de dispositivos Poka-Yoke para cada tipo de função regulagem. 2. Classifique os exemplos posteriores em: Detecção Prevenção Alerta Controle Desligar

104 Poka-Yoke EXERCÍCIO Combinar a cor dos parafusos com a cor de seus respectivos dispositivos.

105 Poka-Yoke EXERCÍCIO Dispositivo instalado para impedir que os produtos com altura menor que a especificada passem para próxima etapa.

106 Poka-Yoke EXERCÍCIO Fechar o arquivo sem salvar as modificações. Quando um arquivo é fechado e há modificações não salvas, uma janela é aberta perguntando se o usuário que ou não salvar as alterações

107 Poka-Yoke EXERCÍCIO Um botão instalado para identificar peças erradas. Se uma peça é posicionada na posição incorreta, o botão será acionado e não permitirá que a máquina funcione.

5S s Introdução a Engenharia de Produção Prof. Evandro Bittencourt

5S s Introdução a Engenharia de Produção Prof. Evandro Bittencourt 5S s Introdução a Engenharia de Produção Prof. Evandro Bittencourt Usado para solucionar os problemas comportamentais nas empresas, principalmente para formar uma cultura de combate ao desperdício, à desordem,

Leia mais

1.Maior produtividade pela redução da perda de tempo procurando por objetos. - Só ficam no ambiente os objetos necessários e ao alcance da mão;

1.Maior produtividade pela redução da perda de tempo procurando por objetos. - Só ficam no ambiente os objetos necessários e ao alcance da mão; Sistema 5 S's Conceito: O Método "5S" foi a base da implantação do Sistema de Qualidade Total nas empresas. Surgiu no Japão, nas décadas de 50 e 60, após a Segunda Guerra Mundial, quando o país vivia a

Leia mais

FACULDADE PEDRO II INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO LOGÍSTICA

FACULDADE PEDRO II INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO LOGÍSTICA FACULDADE PEDRO II INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO LOGÍSTICA 5S ADRIANA VIEIRA ARCANJO ANDRADE GIOVANE DA SILVA GUILHERME CHAVES KENYA OLIVEIRA WEVERTON DE OLIVEIRA Professor: Elielson

Leia mais

Gerenciamento da Qualidade

Gerenciamento da Qualidade Gerenciamento da Qualidade Processos da Qualidade (JURAN) Planejamento Execução Monitoramento e Controle Planejar a qualidade Realizar a garantia da qualidade Realizar o controle da qualidade Inclui os

Leia mais

Prática desenvolvida no Japão com o objetivo de desenvolver padrões de limpeza e organização, para proporcionar bem estar a todos.

Prática desenvolvida no Japão com o objetivo de desenvolver padrões de limpeza e organização, para proporcionar bem estar a todos. O QUE É O 5S? Prática desenvolvida no Japão com o objetivo de desenvolver padrões de limpeza e organização, para proporcionar bem estar a todos. TAMBÉM É CONHECIDO COMO HOUSE KEEPING 2 QUAIS SÃO OS SIGNIFICADOS

Leia mais

Gestão da Qualidade 10/04/2011. Os 5 S. Histórico dos 5S. Histórico dos 5S

Gestão da Qualidade 10/04/2011. Os 5 S. Histórico dos 5S. Histórico dos 5S Gestão da Qualidade Os 5 S Histórico dos 5S A gestão da Qualidade é primordial para o estabelecimento e sobrevivência de uma instituição e para viabilizar o controle de atividades,informações e documentos.

Leia mais

CENTREIND CENTRO DE TREINAMENTO INDUSTRIAL

CENTREIND CENTRO DE TREINAMENTO INDUSTRIAL Programa 5S Base da implantação da qualidade total nas organizações. Introdução: É possível eliminar o desperdício (tudo que gera custo extra), em cinco fases, com base no programa 5S, surgido no Japão

Leia mais

PROGRAMA NO AMBIENTE DA QUALIDADE

PROGRAMA NO AMBIENTE DA QUALIDADE PROGRAMA NO AMBIENTE DA QUALIDADE QUALIDADE COMEÇA COM 5S 5S = Filosofia de mudança comportamental baseada em cinco princípios básicos, cujas palavras sinônimas (em Japonês) se pronunciam com o som de

Leia mais

MÓDULO 16 Programa 5S da Qualidade

MÓDULO 16 Programa 5S da Qualidade MÓDULO 16 Programa 5S da Qualidade Desenvolvido no Japão, pós Segunda Guerra Mundial, o Programa 5S (conhecido também como Housekeeping) era um método utilizado pelos pais para ensinar a seus filhos os

Leia mais

José Adalto Pires de Oliveira Junior Orientadora: profª. Mariana Bandeira. São Luis 2013

José Adalto Pires de Oliveira Junior Orientadora: profª. Mariana Bandeira. São Luis 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAS - CCSO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO José Adalto Pires de Oliveira Junior Orientadora: profª. Mariana Bandeira São Luis 2013 GESTÃO DA QUALIDADE: Plano

Leia mais

DIA DA BERMUDA - 2011. Arrumando a nossa casa

DIA DA BERMUDA - 2011. Arrumando a nossa casa DIA DA BERMUDA - 2011 Arrumando a nossa casa 2 Entenda o que são os 5S Para praticar o Dia da Bermuda, primeiro você precisa entender o que são os 5S... Princípios dos 5S 3 O conceito de 5S tem como base

Leia mais

MÉTODO 5S: UMA ABORDAGEM INTRODUTÓRIA

MÉTODO 5S: UMA ABORDAGEM INTRODUTÓRIA MÉTODO 5S: UMA ABORDAGEM INTRODUTÓRIA ARENA, Karina de Oliveira 1 ; BUGLIA, Patrícia Rodrigues 1 ; PEREIRA, Mariane Francine Pereira 1 ; TAMAE, Rodrigo Yoshio 2 1-Acadêmicos do curso de Administração de

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Equipe UNAFIN

APRESENTAÇÃO. Equipe UNAFIN APRESENTAÇÃO O Programa 8 S, Mudança e Qualidade de Vida, está sendo implantado na Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí, pela UNAFIN (Unidade Administrativa Financeira) para aumentar a qualidade e

Leia mais

5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação

5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação 5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação Introdução Década de 50 Japão tenta se reerguer da derrota sofrida na Segunda Grande. Profissionais dos Estados Unidos vão ao Japão a ensinar como

Leia mais

Sensibilizando para Organização e Limpeza

Sensibilizando para Organização e Limpeza Sensibilizando para Organização e Limpeza Engº JULIO TADEU ALENCAR e-mail: jtalencar@sebraesp.com. @sebraesp.com.br Ver-03/04 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo O QUE PODEMOS FAZER

Leia mais

Trabalho aplicado ao 5S

Trabalho aplicado ao 5S Trabalho aplicado ao S Equipe: Cristiano Fábio Paulino Se você continuar a fazer sempre o que fez, continuará obtendo sempre o que obteve. Para conseguir um resultado diferente você terá de fazer algo

Leia mais

INOVAR e AGIR. O 5s na Seção de Comunicações

INOVAR e AGIR. O 5s na Seção de Comunicações INOVAR e AGIR O 5s na Seção de Comunicações Karina Ferreira Rocha Castilho maio /2010 De tudo, ficaram três coisas: A certeza de que estamos sempre começando... A certeza de que precisamos continuar...

Leia mais

HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S. Introdução. Para que serve?

HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S. Introdução. Para que serve? HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S Introdução Basicamente consiste na determinação de organizar o local de trabalho, mantêlo arrumado e em ordem, limpo, mantendo as condições padronizadas e a disciplina necessárias

Leia mais

Origem do nome do programa 5S

Origem do nome do programa 5S Os Cinco Sensos PPGEP / UFRGS ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Origem do nome do programa 5S 5S s vem de cinco palavras japonesas que começam por S : SEIRI senso de utilização, seleção, descarte. SEITON senso de

Leia mais

Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação

Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação Benefícios! Quais são? Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação de condições e atos inseguros

Leia mais

O Programa 5S ORIGEM. Serviu de base para a implantação dos programas de qualidade total naquele país. Surgiu no Japão no fim dos anos 60

O Programa 5S ORIGEM. Serviu de base para a implantação dos programas de qualidade total naquele país. Surgiu no Japão no fim dos anos 60 O Programa 5S ESCOLA POLITÉCNICA André Gilmar Hélio Surgiu no Japão no fim dos anos 60 Serviu de base para a implantação dos programas de qualidade total naquele país ORIGEM 5S para lembrar as 5 palavras

Leia mais

FORMAÇÃO PRÁTICA LEAN

FORMAÇÃO PRÁTICA LEAN TREINAMENTOS PRESENCIAIS PRÁTICOS FORMAÇÃO PRÁTICA LEAN Oportunidade ideal para gerar resultados reais na sua carreira e empresa. Capacitação com implementação prática de projeto KPO Fevereiro 2016 Informações

Leia mais

CURSO ONLINE OS 8S s ADMINISTRATIVOS

CURSO ONLINE OS 8S s ADMINISTRATIVOS 1 CURSO ONLINE OS 8S s ADMINISTRATIVOS 2 ESSE CURSO FOI CRIADO E É PROMOVIDO PELA INSTITUIÇÃO Todos os Direitos Reservados 3 Bem Vindo ao Curso! _Seiri _Seiton _Seiso _Seiketsu _Shitsuke _Shido _Sitsuyaki

Leia mais

PDF created with pdffactory trial version www.pdffactory.com

PDF created with pdffactory trial version www.pdffactory.com Programa 8S Promovendo a Qualidade de Vida O R I G E N S 1 9 5 0 JAPÃO DO PÓS GUERRA KAORU ISHIKAWA O B J E T I V O S melhorar a qualidade de vida dos funcionários, transformando o ambiente da empresa,

Leia mais

Gestão da qualidade na Biblioteca Monteiro Lobato de Guarulhos

Gestão da qualidade na Biblioteca Monteiro Lobato de Guarulhos Gestão da qualidade na Biblioteca Monteiro Lobato de Guarulhos O Sistema Municipal de Bibliotecas de Guarulhos possui 11 bibliotecas, sendo 11 da Secretaria de Cultura e 1 espaço troca livros. Atendemos

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO MANUAL 5 SENSOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO MANUAL 5 SENSOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO MANUAL 5 SENSOS MANUAL 5 SENSOS Ref.: MSGQ-001/09-0 Revisão: 00 Emissão: Setembro Qtde. Pág.: 09 1. INTRODUÇÃO O programa 5S tem como principais objetivos mudar comportamentos,

Leia mais

Projeto interdisciplinar para a eficiência - 5S APAE. Programa de Qualidade Total. "O 5S é uma atividade para ser praticada eternamente por todos"

Projeto interdisciplinar para a eficiência - 5S APAE. Programa de Qualidade Total. O 5S é uma atividade para ser praticada eternamente por todos Projeto interdisciplinar para a eficiência - 5S 5 S APAE Programa de Qualidade Total "O 5S é uma atividade para ser praticada eternamente por todos" APRESENTAÇÃO O mundo do trabalho se apresenta cada vez

Leia mais

SISTEMA 5S PRATICANDO OS 5S NO SEU LOCAL DE TRABALHO

SISTEMA 5S PRATICANDO OS 5S NO SEU LOCAL DE TRABALHO PRATICANDO OS 5S NO SEU LOCAL DE TRABALHO APRESENTANDO OS 5S s VOCÊ ESTÁ ENTRANDO EM CONTATO COM UM SISTEMA DE EDUCAÇÃO E TREINAMENTO, CRIADO NO JAPÃO POR TAKASHI OSDA, QUE BUSCA A QUALIDADE TOTAL DE UMA

Leia mais

Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico

Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico Matheus Castro de Carvalho (matheus_c_carvalho@hotmail.com / CESUPA) Resumo: A aplicação dos conceitos

Leia mais

Pontuação 0 5 10 15-03 ou mais itens no local de trabalho sem providências de descarte. - 02 itens no local de trabalho sem providências de descarte.

Pontuação 0 5 10 15-03 ou mais itens no local de trabalho sem providências de descarte. - 02 itens no local de trabalho sem providências de descarte. Ficha Auditoria do Programa 5S SENSO DE UTILIZAÇÃO/DESCARTE SEIRI - Separar o útil do inútil, eliminando o snecessário. Consiste em ixar no ambiente trabalho apenas o material útil, scartando ou stinando

Leia mais

O R I G E N S JAPÃO DO PÓS-GUERRA KAORU ISHIKAWA. Treinamento

O R I G E N S JAPÃO DO PÓS-GUERRA KAORU ISHIKAWA. Treinamento O R I G E N S 1 9 5 0 JAPÃO DO PÓS-GUERRA KAORU ISHIKAWA O B J E T I V O S Preparar uma empresa, ou qualquer espaço físico para uma intervenção de melhoria no ambiente. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ü Melhorar

Leia mais

DEFINIÇÃO DE LEAN MANUFACTURING

DEFINIÇÃO DE LEAN MANUFACTURING MANUFATURA ENXUTA DEFINIÇÃO DE LEAN MANUFACTURING A ORIGEM DA PALAVRA LEAN O termo LEAN foi cunhado originalmente no livro A Máquina que Mudou o Mundo de Womack, Jones e Roos, publicado nos EUA em 1990.

Leia mais

Apostila elaborada por: Teorema Consultoria e Assessoria - São Paulo

Apostila elaborada por: Teorema Consultoria e Assessoria - São Paulo Apostila elaborada por: Teorema Consultoria e Assessoria São Paulo Assunto Assunto Página Página Introdução Introdução...... 01 01 Os Os Cinco Cinco s s...... 02 02 Seiri Seiri Utilização Utilização......

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE. Palavras-chave: Qualidade. Gestão da Qualidade. Definições da Qualidade.

GESTÃO DA QUALIDADE. Palavras-chave: Qualidade. Gestão da Qualidade. Definições da Qualidade. GESTÃO DA QUALIDADE Luiz Antonio Bertoli de Oliveira Prof. Pablo Rodrigo Bes Oliveira Centro Universitário Leonardo Da Vinci UNIASSELVI Bacharelado em Administração (ADG 0257)- Módulo I 08/11/2012 RESUMO

Leia mais

Proposta de avaliação de desempenho através dos custos da qualidade em sistemas de gestão da qualidade certificados

Proposta de avaliação de desempenho através dos custos da qualidade em sistemas de gestão da qualidade certificados Proposta de avaliação de desempenho através dos custos da qualidade em sistemas de gestão da qualidade certificados Ana Carolina Oliveira Santos Carlos Eduardo Sanches Da Silva Resumo: O sistema de custos

Leia mais

Gestão Aplicada I. Professor: Venicio Paulo Mourão Saldanha E-mail: veniciopaulo@gmail.com / Site: www.veniciopaulo.com

Gestão Aplicada I. Professor: Venicio Paulo Mourão Saldanha E-mail: veniciopaulo@gmail.com / Site: www.veniciopaulo.com Gestão Aplicada I Professor: Venicio Paulo Mourão Saldanha E-mail: veniciopaulo@gmail.com / Site: www.veniciopaulo.com Formação e ficha profissional: Graduado em Analises e Desenvolvimento de Sistemas

Leia mais

Título: Programa 5S s em uma Empresa Júnior: da melhoria do ambiente físico ao cuidado com as pessoas Categoria: Projeto Interno Temática: Qualidade

Título: Programa 5S s em uma Empresa Júnior: da melhoria do ambiente físico ao cuidado com as pessoas Categoria: Projeto Interno Temática: Qualidade Título: Programa 5S s em uma Empresa Júnior: da melhoria do ambiente físico ao cuidado com as pessoas Categoria: Projeto Interno Temática: Qualidade Resumo Manter um ambiente de trabalho adequado à realização

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE Atualizado em 03/12/2015 GESTÃO DA QUALIDADE As ideias principais que baseiam o significado atual da qualidade são, basicamente, as seguintes: Atender às expectativas,

Leia mais

APLICAÇÃO DOS 5 S EM OPERADORES LOGÍSTICOS

APLICAÇÃO DOS 5 S EM OPERADORES LOGÍSTICOS APLICAÇÃO DOS 5 S EM OPERADORES LOGÍSTICOS RESUMO Williana de Souza Costa 1 Bruno de Araújo Santos 2 Carlos Alberto dos Santos Júnior 3 Jean Karlos Gouveia Januário 4 Natália dos Santos Pessoa 5 Osmar

Leia mais

GESTÃO CIDADÃO CONSCIENTE

GESTÃO CIDADÃO CONSCIENTE GESTÃO CIDADÃO CONSCIENTE Missão Valores Visão Trata-se da área de significado, dando sentido a tudo o que é feito, respondendo à pergunta: por que é feito isso? 6 C AS FERRAMENTAS PARA GESTÃO CIDADÃO

Leia mais

Projeto ANTT Sustentável

Projeto ANTT Sustentável PROGRAMA DE MELHORIA DE GESTÃO DA ANTT - PROMEG/ANTT Projeto ANTT Sustentável SENSIBILIZAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE & DESENVOLVIMENTO DOS 5 S Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe aonde ir. Sêneca

Leia mais

5S - 5 sensos da qualidade

5S - 5 sensos da qualidade 5S - 5 sensos da qualidade É um processo com cinco grandes passos que ajudam a organizar melhor trabalho. É um programa que busca tornar o dia a dia na empresa mais tranqüilo, através de : cuidados com

Leia mais

Programa 5 S. A partir de agora, conheça o programa que mudará para melhor a sua vida no trabalho.

Programa 5 S. A partir de agora, conheça o programa que mudará para melhor a sua vida no trabalho. Programa 5 S A partir de agora, conheça o programa que mudará para melhor a sua vida no trabalho. Com este programa, a qualidade e a segurança será colocada em prática e seu ambiente vai ficar mais alegre

Leia mais

A Base para a Qualidade Total

A Base para a Qualidade Total A Base para a Qualidade Total 1 HISTÓRIA Foi concebido por Kaoru Ishikawa em 1950, no Japão pós-guerra; Surgiu com a necessidade de por ordem na grande confusão a que ficou reduzido o país após a derrota

Leia mais

Novembro de 2005 O Método 5 S

Novembro de 2005 O Método 5 S NoveNNnmbro Novembro de 2005 N O Método 5 S Diretor-Presidente Dirceu Raposo de Mello Diretores Cláudio Maierovitch Pessanha Henriques Franklin Rubinstein Victor Hugo Costa Travassos da Rosa Gerente-Geral

Leia mais

MANUAL DOS 5S [CLT Valuebased Services 2016] Página 0

MANUAL DOS 5S [CLT Valuebased Services 2016] Página 0 MANUAL DOS 5S [CLT Valuebased Services 2016] Página 0 MANUAL DOS 5S João Paulo Pinto. CLT VALUEBASED SYSTEMS Lda. www.cltservices.net Cidade do Porto, Maio de 2016. Aos meus meninos lindos, Tiago e Beatriz

Leia mais

FUNDAMENTOS DA EMPRESA ENXUTA

FUNDAMENTOS DA EMPRESA ENXUTA FUNDAMENTOS DA EMPRESA ENXUTA Prof. Darli Rodrigues Vieira darli@darli.com.br O QUE ESTÁ POR TRÁS DA IDÉIA DE EMPRESA ENXUTA? ELIMINAÇÃO DE TODO TIPO DE DESPERDÍCIO NO SUPPLY VELOCIDADE FLEXIBILIDADE QUALIDADE

Leia mais

Analista de Sistemas S. J. Rio Preto SP 2009

Analista de Sistemas S. J. Rio Preto SP 2009 O que é o Programa 5Ss? O Programa 5Ss é uma filosofia de trabalho que busca promover a disciplina na empresa através de consciência e responsabilidade de todos, de forma a tornar o ambiente de trabalho

Leia mais

O PROGRAMA 5S COMO BASE PARA A GESTÃO DA QUALIDADE NO HOSPITAL GERAL UNIMED PONTA GROSSA / PR

O PROGRAMA 5S COMO BASE PARA A GESTÃO DA QUALIDADE NO HOSPITAL GERAL UNIMED PONTA GROSSA / PR O PROGRAMA 5S COMO BASE PARA A GESTÃO DA QUALIDADE NO HOSPITAL GERAL UNIMED PONTA GROSSA / PR Hospital Geral Unimed Ponta Grossa/PR Inaugurado em novembro/2007. Média e baixa complexidade. 98 leitos.

Leia mais

CAMINHADA PARA A EXCELÊNCIA

CAMINHADA PARA A EXCELÊNCIA CAMINHADA PARA A EXCELÊNCIA 1ª FASE ENTENDENDO O SEU TRABALHO 2ª FASE ARRUMANDO A CASA 3ª FASE AJUSTANDO A MÁQUINA 4ª FASE CAMINHANDO PARA O FUTURO ENTENDA O SEU TRABALHO ARRUME A CASA PADRONIZE ELIMINE

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO

Leia mais

ETRO ento S2i LABM PROGRAMA 5S a de Treinam Program

ETRO ento S2i LABM PROGRAMA 5S a de Treinam Program PROGRAMA 5S Agenda Objetivos do Programa 5S Origem do 5S Senso de Descarte Senso de Ordenação Senso de Limpeza Senso de Saúde Senso de Disciplina 2 Agenda Objetivos do Programa 5S Origem do 5S Senso de

Leia mais

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com /

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / andre.belini@ifsp.edu.br MATÉRIA: QUALIDADE DE SOFTWARE Aula N : 03 Tema:

Leia mais

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes 1 SÉRIE PRODUTIVIDADE MELHORIA CONTÍNUA / KAIZEN CONCEITOS FUNDAMENTAIS Conceituar Melhoria Contínua e sua importância no contexto

Leia mais

MÓDULO 2 Operacionalização

MÓDULO 2 Operacionalização MÓDULO 2 Operacionalização OBJETIVO GERAL: Demonstrar a operacionalização dos 5S s. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Os cinco sensos 2. Operacionalização dos 5S s 3. Benefícios dos 5S s Desafio 1 RESULTADO TAREFA

Leia mais

5S: METODOLOGIA E IMPLANTAÇÃO. 5S: Methodology and Implantation

5S: METODOLOGIA E IMPLANTAÇÃO. 5S: Methodology and Implantation 5S: METODOLOGIA E IMPLANTAÇÃO 5S: Methodology and Implantation Adriano da Silva CATUNDA Faculdade Politécnica de Campinas Júlio MARIANO Faculdade Politécnica de Campinas Pamela Regina Barbosa da SILVA

Leia mais

PROGRAMA 5S E OS DESPERDÍCIOS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO APLICADOS EM UMA PLANTA DE PRÉ-TRATAMENTO DE REEE

PROGRAMA 5S E OS DESPERDÍCIOS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO APLICADOS EM UMA PLANTA DE PRÉ-TRATAMENTO DE REEE PROGRAMA 5S E OS DESPERDÍCIOS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO APLICADOS EM UMA PLANTA DE PRÉ-TRATAMENTO DE REEE RESUMO Claudia Adriana Kohl (*), Cristine Santos de Souza da Silva, Caroline Lobato de Lima

Leia mais

processos de qualidade como um todo. Este conceito, muitas vezes como parte de uma iniciativa mais ampla "gestão enxuta", muitas organizações abraçam

processos de qualidade como um todo. Este conceito, muitas vezes como parte de uma iniciativa mais ampla gestão enxuta, muitas organizações abraçam 2 1 FILOSOFIA KAIZEN Segundo IMAI, MASAAKI (1996) KAIZEN é uma palavra japonesa que traduzida significa melhoria continua, que colabora em melhorias sequenciais na empresa como um todo, envolvendo todos

Leia mais

Programa 5S s UDESC/CCT/GQL

Programa 5S s UDESC/CCT/GQL Programa 5S s UDESC/CCT/GQL Prof. Alan Schmitt 1 Estágios de LIMPEZA Limpeza pode ser entendida como inspeção, para encontrar e eliminar problemas que possam se apresentar Limpeza Geral Limpar tudo Varrer

Leia mais

Gestão visual e Manutenção

Gestão visual e Manutenção 10º Congresso da Manutenção Associação Portuguesa de Manutenção Industrial Figueira da Foz, 19 e 20 de Novembro de 2009 Gestão visual e Manutenção Não é fácil gerir tanta informação 2 Tem a certeza? Os

Leia mais

ITIL v3 - Operação de Serviço - Parte 1

ITIL v3 - Operação de Serviço - Parte 1 ITIL v3 - Operação de Serviço - Parte 1 É na Operação de Serviço que se coordena e realiza as atividades e processos necessários para fornecer e gerenciar serviços em níveis acordados com o usuário e clientes

Leia mais

POLÍTICA DE SAÚDE E SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA

POLÍTICA DE SAÚDE E SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA POLÍTICA DE SAÚDE E SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA Política de SAÚDE E SEGURANÇA Política de SAÚDE E SEGURANÇA A saúde e a segurança dos nossos funcionários fazem

Leia mais

Procedimento Sistêmico Nome do procedimento: Tratar Não Conformidade, Incidentes e Acidentes Data da Revisão 18/01/12

Procedimento Sistêmico Nome do procedimento: Tratar Não Conformidade, Incidentes e Acidentes Data da Revisão 18/01/12 1/ 11 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento Adequação de seu conteúdo para sistema ISO 9001:2008 e alteração de nomenclatura. 01 Deixa de ser chamado de PO (Procedimento Operacional)

Leia mais

1. INTRODUÇÃO. Engº Agrº Arnaldo Cavalcanti de Rezende 1

1. INTRODUÇÃO. Engº Agrº Arnaldo Cavalcanti de Rezende 1 BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (GMP) E ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE (HCCPP) EM UNIDADES DE ARMAZENAMENTO DE GRÃOS E PRODUTOS PROCESSADOS Engº Agrº Arnaldo Cavalcanti de Rezende 1 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Guia de utilização da notação BPMN

Guia de utilização da notação BPMN 1 Guia de utilização da notação BPMN Agosto 2011 2 Sumário de Informações do Documento Documento: Guia_de_utilização_da_notação_BPMN.odt Número de páginas: 31 Versão Data Mudanças Autor 1.0 15/09/11 Criação

Leia mais

5S EM ESCRITÓRIOS E NA VIDA PESSOAL

5S EM ESCRITÓRIOS E NA VIDA PESSOAL Cópia não controlada 5S EM ESCRITÓRIOS E NA VIDA PESSOAL Nos ambientes administrativos, como escritórios, ainda há uma resistência das pessoas em praticar o 5S por desconhecimento da metodologia e dos

Leia mais

COLETOR DE SEGURANÇA

COLETOR DE SEGURANÇA COLETOR DE SEGURANÇA 2 Resumo O Coletor de Segurança é a mais nova ferramenta utilizada pelas equipes de manutenção de vagões para registrar os desvios de segurança e meio ambiente no Máximo (Sistema de

Leia mais

Manual do Painel Aceno Digital A3000/A6000. www.acenodigital.com.br. Rua Porto Alegre, 212 Jd. Agari 43 3027-2255 Cep: 86.

Manual do Painel Aceno Digital A3000/A6000. www.acenodigital.com.br. Rua Porto Alegre, 212 Jd. Agari 43 3027-2255 Cep: 86. Manual do Painel Aceno Digital A3000/A6000 Manual do Painel Aceno Digital A3000/A6000 Este manual apresenta o funcionamento e os procedimentos de configuração e instalação dos painéis Aceno Digital, modelos

Leia mais

Como evitar erros utilizando o Poka-Yoke

Como evitar erros utilizando o Poka-Yoke Seis Sigma Como evitar erros utilizando o Poka-Yoke O Poka-Yoke é uma importante ferramenta na etapa Control do método DMAIC do Lean Seis Sigma. Por Cristina Werkema O Poka-Yoke termo japonês que significa

Leia mais

Apresentação do programa 5S

Apresentação do programa 5S Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência PIBID 2011 Ciências da Natureza Apresentação do programa 5S Dia 04 de janeiro de 2012 Local: Escola Elisa Ferrari Valls Horário: 09h O "Programa

Leia mais

Diagnóstico de melhorias baseado na metodologia 5S: estudo de caso realizado em uma fábrica de ração

Diagnóstico de melhorias baseado na metodologia 5S: estudo de caso realizado em uma fábrica de ração Diagnóstico de melhorias baseado na metodologia 5S: estudo de caso realizado em uma fábrica de ração Suelem Correia Garcia 1, Lohanne Oliveira Rodrigues 1, Rutiele Tamara Januário Rodrigues 1, Camilla

Leia mais

PROGRAMA 5S. Programa 58: qualidade nao FL - FOL. 0571 \ \11\1\ \\11\ 1\\\\ 1\1\1 \1\1\ 1\\\ \\11I\ \\1\ \11\ 15495-1

PROGRAMA 5S. Programa 58: qualidade nao FL - FOL. 0571 \ \11\1\ \\11\ 1\\\\ 1\1\1 \1\1\ 1\\\ \\11I\ \\1\ \11\ 15495-1 FOl. 0571 t.~empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária-EMBRAPA Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo-CNPMS PROGRAMA 5S Programa 58: qualidade nao FL - FOL. 0571 \ \11\1\ \\11\ 1\\\\ 1\1\1 \1\1\

Leia mais

Termo de Garantia. Extinção da Garantia

Termo de Garantia. Extinção da Garantia OBS IMPORTANTE: Você esta adquirindo um produto de segurança. Verifique com o Engenheiro responsável da obra, se ele atende as necessidades para o local onde será Instalado, pois todo o equipamento de

Leia mais

Manual de Instruções

Manual de Instruções Manual de Instruções (Linha Exclusive Thermomatic) Exclusive III Obrigado por escolher a série dos desumidificadores Exclusive da Thermomatic. Para garantir o uso correto das operações, por favor, leia

Leia mais

LEAN OFFICE - ELIMINANDO OS DESPERDÍCIOS NAS ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS

LEAN OFFICE - ELIMINANDO OS DESPERDÍCIOS NAS ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS LEAN OFFICE - ELIMINANDO OS DESPERDÍCIOS NAS ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS 1. Por que adotar o Lean Office? Parabéns! Você já conseguiu estabelecer o fluxo contínuo em suas atividades do chão de fábrica.

Leia mais

S1 Seiri Separar o desnecessário. Resultado esperado Um local de trabalho desimpedido. Definição Remover objectos não essenciais do local de trabalho

S1 Seiri Separar o desnecessário. Resultado esperado Um local de trabalho desimpedido. Definição Remover objectos não essenciais do local de trabalho S1 Seiri Separar o desnecessário Remover objectos não essenciais do local de trabalho 1. Tirar fotografias à área onde se inicia o projecto 5S; 2. Rever os critérios para separar os objectos desnecessários;

Leia mais

Disciplina: Gestão da Qualidade Prof. Patricio Vasconcelos. Curso de Administração 5º periodo - Turmas A e B 2º Bimestre

Disciplina: Gestão da Qualidade Prof. Patricio Vasconcelos. Curso de Administração 5º periodo - Turmas A e B 2º Bimestre Disciplina: Gestão da Qualidade Prof. Patricio Vasconcelos Curso de Administração 5º periodo - Turmas A e B 2º Bimestre Pode-se criar um ambiente de qualidade em torno de si, usando as mãos para agir,

Leia mais

5S s NO CANTEIRO DE OBRA DE UM CONJUNTO HABITACIONAL Edinaldo Favareto Gonzalez (1); Antônio Edésio Jungles (2) RESUMO

5S s NO CANTEIRO DE OBRA DE UM CONJUNTO HABITACIONAL Edinaldo Favareto Gonzalez (1); Antônio Edésio Jungles (2) RESUMO 5S s NO CANTEIRO DE OBRA DE UM CONJUNTO HABITACIONAL Edinaldo Favareto Gonzalez (1); Antônio Edésio Jungles (2) (1) Universidade Federal de Santa Catarina - Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE LIXO O CASO DE IJUÍ/RS 1

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE LIXO O CASO DE IJUÍ/RS 1 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE LIXO O CASO DE IJUÍ/RS 1 Juliana Carla Persich 2, Sérgio Luís Allebrandt 3. 1 Estudo

Leia mais

Por que usar o Poka-Yoke no Lean Seis Sigma?

Por que usar o Poka-Yoke no Lean Seis Sigma? Por que usar o Poka-Yoke no Lean Seis Sigma? Por Cristina Werkema O Poka-Yoke termo japonês que significa à prova de erros (error proofing ou mistake proofing) consiste em um conjunto de procedimentos

Leia mais

1 - Considerações gerais 03 A - Introdução 03 A1 - Direitos 03 A2 - Garantia 04 A3 - Uso apropriado 04. 2 - Início de trabalho 05 A - Testes 05

1 - Considerações gerais 03 A - Introdução 03 A1 - Direitos 03 A2 - Garantia 04 A3 - Uso apropriado 04. 2 - Início de trabalho 05 A - Testes 05 Sumário 1 - Considerações gerais 03 A - Introdução 03 A1 - Direitos 03 A2 - Garantia 04 A3 - Uso apropriado 04 2 - Início de trabalho 05 A - Testes 05 3 - Características do produto 06 4 - Funcionamento

Leia mais

Estudo do Layout Ricardo A. Cassel Áreas de Decisão na Produção

Estudo do Layout Ricardo A. Cassel Áreas de Decisão na Produção Estudo do Layout Ricardo A. Cassel Áreas de Decisão na Produção Áreas de decisão Instalações Capacidade de Produção Tecnologia Integração Vertical Organização Recursos Humanos Qualidade Planejamento e

Leia mais

Introdução. Escritório de projetos

Introdução. Escritório de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é um documento formal que descreve normas,

Leia mais

Propriedade Intelectual da Simples Soluções Slide 0

Propriedade Intelectual da Simples Soluções Slide 0 Propriedade Intelectual da Simples Soluções Slide 0 Antes de começar, algumas informações de ordem administrativa... 1. Roteiro / Intervalos 2. Ligações Telefônicas (Celulares,...) 3. Questionário de Avaliação

Leia mais

Controle da Qualidade do Almoxarifado 1/15

Controle da Qualidade do Almoxarifado 1/15 Controle da Qualidade do Almoxarifado 1/15 Indicadores de desempenho na Gestão de Materiais Estabelecimento de padrões: Para avaliar indicadores, é necessário ter padrões. Na fase de implantação pode haver

Leia mais

Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos

Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos Manual Elaborado por PEDRO PAULO TRIGO VALERY Considerações Gerais Estocar e administrar um almoxarifado de medicamentos não é como estocar alimentos apesar

Leia mais

Indicadores de Desempenho Conteúdo

Indicadores de Desempenho Conteúdo Indicadores de Desempenho Conteúdo Importância da avaliação para a sobrevivência e sustentabilidade da organização O uso de indicadores como ferramentas básicas para a gestão da organização Indicadores

Leia mais

SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008

SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS PROJETO PEDAGÓGICO I OBJETIVOS

Leia mais

Edição 01/08. Apresentações: Nome Atividade desenvolvida Tempo de experiência profissional Nome do Hospital Cidade

Edição 01/08. Apresentações: Nome Atividade desenvolvida Tempo de experiência profissional Nome do Hospital Cidade Edição 01/08 MÓDULO 5S`s Apresentações: Nome Atividade desenvolvida Tempo de experiência profissional Nome do Hospital Cidade 1 Conteúdo Programático do Módulo 5S Conteúdo Origem do 5S Objetivos do 5S

Leia mais

MANUAL DE NORMAS GERAIS E DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO

MANUAL DE NORMAS GERAIS E DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO FACULDADES INTEGRADAS DO EXTREMO SUL DA BAHIA Credenciada pela Portaria Ministerial nº 1.727 de 13/06/2002 D. O.U. 14/06/2002 MANUAL DE NORMAS GERAIS E DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO Eunápolis BA 2009 1.

Leia mais

MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL (TPM) COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DA EFICIÊNCIA GLOBAL DE EQUIPAMENTO (OEE)

MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL (TPM) COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DA EFICIÊNCIA GLOBAL DE EQUIPAMENTO (OEE) MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL (TPM) COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DA EFICIÊNCIA GLOBAL DE EQUIPAMENTO (OEE) Layla Duana dos Santos Silva (UFG ) layladuana@hotmail.com Andre Alves de Resende (UFG ) aaresende@gmail.com

Leia mais

MANUAL PURIFICADOR DE AR

MANUAL PURIFICADOR DE AR 1 MANUAL PURIFICADOR DE AR Parede / Portátil Ambientes Públicos *fotos meramente ilustrativas. atendimento@oxipower.com.br 1 2 MANUAL DE INSTRUÇÕES PURIFICADORES DE AR Modelos Parede e Portátil versão

Leia mais

TPM. Manutenção Produtiva Total ou Total Productive Maintenance

TPM. Manutenção Produtiva Total ou Total Productive Maintenance TPM Manutenção Produtiva Total ou Total Productive Maintenance ORIGEM DA TPM Durante muito tempo as indústrias funcionaram com o sistema de manutenção corretiva. Com isso, ocorriam: Desperdícios; Retrabalhos;

Leia mais

GUIA PRÁTICO DO PROGRAMA 5S

GUIA PRÁTICO DO PROGRAMA 5S Avalie o Nível da Gestão 5S em sua Área de Trabalho Itens Avaliados 01. Existem objetos e recursos sem serventia na sua área de trabalho? 02. Existe desperdício observável, de qualquer espécie, em sua

Leia mais

ANÁLISE DA APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DO 5S EM UMA ORGANIZAÇÃO PÚBLICA - PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAJUBÁ-MG

ANÁLISE DA APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DO 5S EM UMA ORGANIZAÇÃO PÚBLICA - PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAJUBÁ-MG ANÁLISE DA APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DO 5S EM UMA ORGANIZAÇÃO PÚBLICA - PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAJUBÁ-MG Vinicius Reno de Paula (UNIFEI) viniciusrp1702@yahoo.com.br Ricardo Antonio Lopes Maioli (UNIFEI)

Leia mais

Procedimento de Operação Padrão REVISÃO N o : 01 PÁG: 1 de 6

Procedimento de Operação Padrão REVISÃO N o : 01 PÁG: 1 de 6 1 OBJETIVO PÁG: 1 de 6 Estabelecer os princípios básicos para o uso de protetores auditivos na CP SOLUÇÕES. Facilitar a administração de todas as etapas para atender ao disposto no PCA Programa de Conservação

Leia mais

Implementação do programa 5S, como elemento do lean administrativo, no almoxarifado da FCM/UNICAMP

Implementação do programa 5S, como elemento do lean administrativo, no almoxarifado da FCM/UNICAMP Implementação do programa 5S, como elemento do lean administrativo, no almoxarifado da FCM/UNICAMP Adalberto da Cruz Lima (UFPA) aclima@fem.unicamp.br Paulo Corrêa Lima (UNICAMP) plima@fem.unicamp.br Resumo:

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO PÁGINA: 1/11 OBJETIVO DEFINIR O MÉTODO DE FUNCIONAMENTO DA, VISANDO MANTER AS MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, FERRAMENTAS E AS INSTALAÇÕES DA. DE FORMA A GARANTIR A QUALIDADE DO PRODUTO DENTRO DO ESPECIFICADO

Leia mais

Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos

Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos Variável: Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos Participantes do Aprofundamento da Variável: Coordenador: Mário Vinícius Bueno Cerâmica Betel - Uruaçu-Go Colaboradores: Juarez Rodrigues dos

Leia mais