Métodos de Apreciação de Riscos de Máquinas e Equipamentos Usados no Brasil

Save this PDF as:
Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Métodos de Apreciação de Riscos de Máquinas e Equipamentos Usados no Brasil"

Transcrição

1 Métodos de Apreciação de Riscos de Máquinas e Equipamentos Usados no Brasil 30 de outubro de 2014 Brasília - DF Eng João Baptista Beck Pinto

2 Metodologias de Apreciação de Riscos

3 ELEMENTOS DO RISCO Risco Relacionado ao perigo considerado É função da Gravidade do dano Que será resultado do perigo considerado e Probabilidade de ocorrência do dano Exposição de pessoas a perigos A ocorrência de eventos perigosos Possibilidade de evitar ou limitar o dano

4 Início A apreciação de riscos, de maneira geral, é um processo composto por uma série de etapas que permite, de forma sistemática, analisar e avaliar os riscos associados à máquina. Outros riscos gerados? Sim Não Determinação dos limites da máquina Identificação dos perigos Estimativa de riscos Avaliação dos riscos O risco foi reduzido adequadamente? Sim Análise de risco Apreciação de risco Fim Não Processo de redução de riscos

5 NR-12 Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos Os sistemas de segurança devem ser selecionados e instalados de modo a atender aos seguintes requisitos: a) ter categoria de segurança conforme prévia análise de riscos prevista nas normas técnicas oficiais vigentes;

6

7

8 Possibilidade de se evitar ou limitar o dano A possibilidade de se evitar ou limitar um dano influencia na probabilidade de ocorrência do dano. Fatores a serem levados em conta ao se estimar a possibilidade de se evitar ou limitar danos são, entre outros, o seguintes: a) diferentes pessoas que possam estar expostas ao(s) perigo(s), por exemplo, qualificados, não qualificados. b) quão rapidamente a situação perigosa pode levar ao dano, por exemplo, subitamente, rapidamente, lentamente. c

9 c) grau de ciência do risco, por exemplo, por meio de informações de caráter geral, em especial, contidas nas instruções de uso, pela observação direta, através de sinais de alerta e dispositivos indicadores, em particular, dispostos na própria na máquina. d) a capacidade humana de evitar ou limitar o dano (por exemplo, reflexo, agilidade, possibilidade de fuga); e) a experiência prática e conhecimento, por exemplo, das máquinas, de máquinas semelhantes, nenhuma experiência

10 LISTA DE PERIGOS

11

12 Gravidade da Lesão Freq./tempo de exposição ao perigo Possibilidade de evitar o dano SEMINÁRIO AVALIAÇÃO DE RISCOS NBR CATEGORIA DE SEGURANÇA S1 B S2 F1 F2 P1 P2 P1 P2 Gravidade da Lesão S1: Lesão leve (normalmente reversível) S2: Ferimento sério (normalmente irreversível) incluindo morte Frequência e/ou tempo na área de perigo F1: Raro a relativamente frequente e/ou baixo tempo de exposição F2: Frequente a contínuo e/ou tempo de exposição longo Possibilidade de se evitar o dano P1: Possível sob condições específicas P2: Quase nunca possível

13 8.2.3 Possibilidade de evitar o perigo P Quando um perigo aparece, e importante saber se ele pode ser reconhecido e quando pode ser evitado, antes de levar a um acidente. Por exemplo, uma importante consideração e se o perigo pode ser diretamente identificado por suas características físicas ou por meios técnicos, por exemplo, indicadores. Outro aspecto importante que influencia a seleção do parâmetro P inclui, por exemplo: operação com ou sem supervisão; operação por especialistas ou por não profissionais; velocidade com que o perigo aparece, por exemplo, rapidamente ou lentamente; possibilidades de se evitar o perigo, por exemplo, por fuga ou por intervenção de terceiros; experiências praticas de segurança relativas ao processo.

14 CATEGORIA DE SEGURANÇA Categoria 3: quando o comportamento de sistema permite que: a) quando ocorrer o defeito isolado, a função de segurança sempre seja cumprida; b) alguns, mas não todos, defeitos sejam detectados; e c) o acúmulo de defeitos não detectados leve à perda da função de segurança. Categoria 4: quando as partes dos sistemas de comando relacionadas à segurança devem ser projetadas de tal forma que: a) uma falha isolada em qualquer dessas partes relacionadas à segurança não leve à perda das funções de segurança, e b) a falha isolada seja detectada antes ou durante a próxima atuação sobre a função de segurança, como, por exemplo, imediatamente, ao ligar o comando, ao final do ciclo de operação da máquina. Se essa detecção não for possível, o acúmulo de defeitos não deve levar à perda das funções de segurança.

15 CATEGORIA DE SEGURANÇA Categoria 2: Quando o comportamento de sistema de categoria 2 permite que: a ocorrência de um defeito leve à perda da função de segurança entre as verificações; a perda da função de segurança é detectada pela verificação. As partes de sistemas de comando relacionadas à segurança devem ser projetadas de tal forma que sejam verificadas em intervalos adequados pelo sistema de comando da máquina. A verificação das funções de segurança deve ser efetuada: na partida da máquina e antes do início de qualquer situação de perigo, e periodicamente durante a operação, se a avaliação do risco e o tipo de operação mostrarem que isso é necessário.

16 HRN HAZARD RATING NUMBER HRN = LO x FE x DPH x NP, onde a estimativa de risco é feita, considerando-se: Probabilidade de Ocorrência do Dano ( LO) Frequência de Exposição ao Risco (FE), Gravidade da Possível Lesão (DPH); e Número de Pessoas Expostas (NP). Classificação HRN: HRN Risco Descrição 0-1 Raro Apresenta um nível de risco muito pequeno Nenhuma ação requerida Baixo Apresenta um nível de risco a ser avaliado Nenhuma ação requerida Atenção Apresenta riscos em potencial Melhoria recomendada Alto 500+ Inaceitável Oferece possíveis riscos, necessitam que sejam utilizadas medidas de controle de segurança urgentemente. É inaceitável manter a operação do equipamento na situação que se encobtra Necessária ação de melhoria Necessária ação de melhoria

17 HRN HAZARD RATING NUMBER Probabilidade de Ocorrência do Dano ( LO) Pontuação 15: Certo (sem dúvida); Esperado 10: Muito provável (esperado); Pontuação 8: Provável (sem surpresas); Pontuação 5: Alguma chance (pode acontecer); Pontuação 2: Possível (mas não usual); Pontuação 1,5: Improvável (embora concebível); Pontuação 1: Altamente improvável (mas pode ocorrer); Pontuação 0,03: Quase Impossível (pode ocorrer em circunstâncias extremas).

18 HRN HAZARD RATING NUMBER Frequência de Exposição (FE): Pontuação 5: Constantemente; Pontuação 4: Em termos de hora; Pontuação 2,5: Diariamente; Pontuação 1,5: Semanalmente; Pontuação 1: Mensalmente; Pontuação 0,5: Anualmente.

19 HRN HAZARD RATING NUMBER Gravidade da Possível Lesão (DPH) Pontuação 15: Morte; Pontuação 12: Enfermidade permanente ou crítica Pontuação 8: Perda de 2 membros / olhos ou doença grave (irreversível); Pontuação 4: Perda de 1 membro / olho ou doença grave (temporária); Pontuação 2: Fratura - ossos importantes ou doença leve (permanente); Pontuação 1: Fratura - ossos menores ou doença leve (temporária); Pontuação 0,5: Laceração / Corte / Efeito leve na saúde; Pontuação 0,1: Arranhão / Contusão / Escoriação. Número de Pessoas Expostas (NP): Pontuação 12: Mais de 50 pessoas; Pontuação 8: pessoas; Pontuação 4: 8-15 pessoas; Pontuação 2: 3-7 pessoas; Pontuação 1: 1-2 pessoas.

20 HRN HAZARD RATING NUMBER Item Descrição Perigo LO FE DPH NP HRN 1 Perigo Elétrico - Máquina aterrada, não foi apresentado relatório de medição da resistência de aterramento; Armários elétricos mantidos fechados. O armário elétrico geral da célula não possui sinalização de perigo de choque elétrico e restrição de acesso a pessoas não autorizadas. O armário elétrico da prensa possui sinalização de choque elétrico e restrição de aceso a pessoas não autorizadas em italiano. Outros armários elétricos junto as máquinas e não apresentam a sinalização apropriada. As interfaces de operação operam em tensão de 24 volts Perigos Mecânicos: Contato com superfícies aquecidas. Superfícies externas do forno dosador, calha de condução do alumínio fundido do forno até a injetora. As superfícies estão sinalizadas 8 4 0,5 1 16

21 CONCLUSÃO - A legislação brasileira requer que os sistemas de segurança de máquinas e equipamentos atendam a categoria de segurança requerida defina através de análise de risco; - A análise de risco deve seguir a previsão de normas técnicas oficiais vigentes; - A norma técnica oficial vigente que apresenta metodologia de apreciação de risco que define a categoria de segurança requerida é a NBR 14153; - A metodologia é apresentada na NBR como guia informativo.

22 MUITO OBRIGADO

Segurança Operacional em Máquinas e Equipamentos

Segurança Operacional em Máquinas e Equipamentos Segurança Operacional em Máquinas e Equipamentos Manfred Peter Johann Gerente de Vendas da WEG Automação A crescente conscientização da necessidade de avaliação dos riscos na operação de uma máquina ou

Leia mais

PALESTRA NR 12: Suas alterações e as mudanças de paradigmas. Eng. Almir Buganza. Grupo Rumo Engenharia 18/11/2014

PALESTRA NR 12: Suas alterações e as mudanças de paradigmas. Eng. Almir Buganza. Grupo Rumo Engenharia 18/11/2014 PALESTRA NR 12: Suas alterações e as mudanças de paradigmas Eng. Almir Buganza Grupo Rumo Engenharia 18/11/2014 Engenheiro Eletricista e de Segurança do Trabalho CREA 5060267355. Sócio do Grupo Rumo Engenharia

Leia mais

Rafael Galupo e Souza

Rafael Galupo e Souza Eng. Rafael Galupo Rafael Galupo e Souza Engenharia de produção mecânico Especialização em Eng. de Segurança do Trabalho MBA em Gestão Empresarial Perícia Trabalhista e Insalubridade Auditor e consultor

Leia mais

NR 12 SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

NR 12 SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS NR 12 SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS NÚCLEO DE SEGURANÇA DO TRABALHO Giovane Motta de Castro Engenheiro de Segurança do Trabalho Coordenador do Núcleo de Segurança do Trabalho SENAI RS

Leia mais

Controle de Parada de Emergência Usando o Pacote do Controlador de Segurança SmartGuard 600

Controle de Parada de Emergência Usando o Pacote do Controlador de Segurança SmartGuard 600 Exemplo de Aplicação de Segurança Controle de Parada de Emergência Usando o Pacote do Controlador de Segurança SmartGuard 600 Exemplo de Rede de Segurança habilitada Classificação de Segurança: Categoria

Leia mais

PROPOSTA DE MODIFICAÇÃO DA NR-12 ANEXO VIII- PRENSAS E SIMILARES. Análise Realizada pela Empresa/Entidade: Pessoa para Contato: e-mail:

PROPOSTA DE MODIFICAÇÃO DA NR-12 ANEXO VIII- PRENSAS E SIMILARES. Análise Realizada pela Empresa/Entidade: Pessoa para Contato: e-mail: PROPOSTA DE MODIFICAÇÃO DA NR-12 ANEXO VIII- PRENSAS E SIMILARES Análise Realizada pela Empresa/Entidade: Pessoa para Contato: e-mail: Texto Proposto Comentário Nossa Proposta Justificativa Técnica Dobradeiras

Leia mais

Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos

Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos Variável: Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos Participantes do Aprofundamento da Variável: Coordenador: Mário Vinícius Bueno Cerâmica Betel - Uruaçu-Go Colaboradores: Juarez Rodrigues dos

Leia mais

Acidentes do Trabalho

Acidentes do Trabalho 01 coletanea de acidentes.mp4 Consequências dos acidentes por mínimas que eles sejam, sempre requerem cuidados especiais no tocante à readaptação do homem ao trabalho e, num sentido mais amplo, dependendo

Leia mais

LAUDO TÉCNICO ESPECÍFICO

LAUDO TÉCNICO ESPECÍFICO LAUDO TÉCNICO ESPECÍFICO Conforme NR-10 ACME S.A Ind. Com. 1 de 9 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Identificação do Responsável pela Execução do Serviço. Nome: Empresa: Registro: Local de Execução do Serviço.

Leia mais

Motivos para você ter um servidor

Motivos para você ter um servidor Motivos para você ter um servidor Com a centralização de dados em um servidor, você poderá gerenciar melhor informações comerciais críticas. Você pode proteger seus dados tornando o backup mais fácil.

Leia mais

EMPRESAS CONTRATADAS Como manter com elas um relacionamento efetivo

EMPRESAS CONTRATADAS Como manter com elas um relacionamento efetivo EMPRESAS CONTRATADAS Como manter com elas um relacionamento efetivo O treinamento de trabalhadores, voltado para a conscientização sobre os perigos existentes em suas áreas de trabalho, reduz ao mínimo

Leia mais

MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA SISTEMAS DE SEGURANÇA 4 BARREIRAS ÓTICAS

MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA SISTEMAS DE SEGURANÇA 4 BARREIRAS ÓTICAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA SISTEMAS DE SEGURANÇA 4 BARREIRAS ÓTICAS INTRODUÇÃO Este trabalho é uma compilação de informações sobre várias formas de proteções em máquinas e equipamentos. A Norma Regulamentadora

Leia mais

Instalações elétricas provisórias na construção civil

Instalações elétricas provisórias na construção civil Instalações elétricas provisórias na construção civil São Paulo, 12 de agosto de 2014 NBR-5410 NR-18 10.1. Objetivo e campo de aplicação 10.2. Medidas de controle 10.3. Segurança no projeto 10.4. Segurança

Leia mais

Teste de Software Parte 1. Prof. Jonas Potros

Teste de Software Parte 1. Prof. Jonas Potros Teste de Software Parte 1 Prof. Jonas Potros Cronograma Verificação e Validação Teste de Software: Definição e Conceitos Técnicas de Teste Fases de Teste Processo de Teste Automatização do Processo de

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES. Obrigado por adquirir a escova elétrica corporal e facial D-Clean Plus. Este manual deve ser guardado para consultas futuras.

MANUAL DE INSTRUÇÕES. Obrigado por adquirir a escova elétrica corporal e facial D-Clean Plus. Este manual deve ser guardado para consultas futuras. MANUAL DE INSTRUÇÕES Obrigado por adquirir a escova elétrica corporal e facial D-Clean Plus. Este manual deve ser guardado para consultas futuras. 2 Esse produto contém: Aparelho 3 escovas (facial normal,

Leia mais

Artigo Técnico: Startup de Elevadores

Artigo Técnico: Startup de Elevadores Artigo Técnico: Startup de Elevadores Problemas enfrentados no início de operação de elevadores instalados em edifícios existentes modernização ou substituição dos equipamentos em edificações habitadas.

Leia mais

GERADORES DE EMERGÊNCIA ACCIONADOS POR MOTORES DE COMBUSTÃO

GERADORES DE EMERGÊNCIA ACCIONADOS POR MOTORES DE COMBUSTÃO República de Angola Ministério da Energia e Águas GERADORES DE EMERGÊNCIA ACCIONADOS POR MOTORES DE COMBUSTÃO Guia de recomendações e orientações para a operação e a manutenção Emissão: MINEA/DNEE Dezembro

Leia mais

Qualidade e Comportamento do Produto em Pós-venda

Qualidade e Comportamento do Produto em Pós-venda Qualidade e Comportamento do Produto em Pós-venda Sandro Mioni Moreira ( UNIMEP ) smmoreir@unimep.br Jurandir Jones Nardini ( UNIMEP) jnardini@unimep.br Resumo O objetivo deste artigo é informar técnicas

Leia mais

AULA 6 Esquemas Elétricos Básicos das Subestações Elétricas

AULA 6 Esquemas Elétricos Básicos das Subestações Elétricas CONSIDERAÇÕES INICIAIS AULA 6 Esquemas Elétricos Básicos das Subestações Elétricas Quando planejamos construir uma subestação, o aspecto de maior importância está na escolha (e, conseqüentemente, da definição)

Leia mais

Avaliação de Desempenho de Sistemas

Avaliação de Desempenho de Sistemas Avaliação de Desempenho de Sistemas Introdução a Avaliação de Desempenho de Sistemas Prof. Othon M. N. Batista othonb@yahoo.com Roteiro Definição de Sistema Exemplo de Sistema: Agência Bancária Questões

Leia mais

TR Tanque Flash. 1. Termo de garantia. 2. Informações gerais de segurança. 3. Informações de segurança específicas do produto

TR Tanque Flash. 1. Termo de garantia. 2. Informações gerais de segurança. 3. Informações de segurança específicas do produto 1.753.000.080 IM-D176-01 BR Rev.00 TR Tanque Flash Manual de Instalação e Manutenção 1. Termo de garantia 2. Informações gerais de segurança 3. Informações de segurança específicas do produto 4. Informações

Leia mais

Diretrizes para determinação de intervalos de comprovação para equipamentos de medição.

Diretrizes para determinação de intervalos de comprovação para equipamentos de medição. Diretrizes para determinação de intervalos de comprovação para equipamentos de medição. De acordo com a Norma NBR 1001, um grande número de fatores influência a freqüência de calibração. Os mais importantes,

Leia mais

NR10 - Instalações e Serviços em Eletricidade: é nesta norma que estão contidos itens voltados para iluminação.

NR10 - Instalações e Serviços em Eletricidade: é nesta norma que estão contidos itens voltados para iluminação. NR10 - Instalações e Serviços em Eletricidade: é nesta norma que estão contidos itens voltados para iluminação. Das normas NR 10 são citadas abaixo as normas voltadas para a iluminação: 10.2.3.3. Os postos

Leia mais

7 perguntas para fazer a qualquer fornecedor de automação de força de vendas

7 perguntas para fazer a qualquer fornecedor de automação de força de vendas 7 perguntas para fazer a qualquer fornecedor de automação de força de vendas 1. O fornecedor é totalmente focado no desenvolvimento de soluções móveis? Por que devo perguntar isso? Buscando diversificar

Leia mais

ENTRADA EM ESPAÇOS CONFINADOS

ENTRADA EM ESPAÇOS CONFINADOS ENTRADA EM ESPAÇOS CONFINADOS Uma vez concluída a avaliação de um trabalho em espaço confinado é necessário que se avalie também os perigos e se desenvolva um programa para que ele seja realizado com sucesso.

Leia mais

I - PROCESSO DO DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA. Os primeiros passos da equipe devem ser dados para a obtenção de informações sobre o que determina a

I - PROCESSO DO DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA. Os primeiros passos da equipe devem ser dados para a obtenção de informações sobre o que determina a A aplicação de uma competente estratégia pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento de um programa de proteção contra quedas, bem como justificar o tempo investido em sua elaboração e administração.

Leia mais

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto Processos de gerenciamento de projetos em um projeto O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de cumprir seus requisitos.

Leia mais

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 8 Aspectos de segurança CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 6 páginas SUMÁRIO 18 Aspectos de segurança

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO

Leia mais

Aula 17 Projetos de Melhorias

Aula 17 Projetos de Melhorias Projetos de Melhorias de Equipamentos e Instalações: A competitividade crescente dos últimos anos do desenvolvimento industrial foi marcada pela grande evolução dos processos produtivos das indústrias.

Leia mais

SEGURANÇA DE MÁQUINAS

SEGURANÇA DE MÁQUINAS SEGURANÇA DE MÁQUINAS SITUAÇÃO PERIGOSA: Toda a situação em que uma pessoa é exposta a um ou mais riscos ou fenómenos perigosos Zona perigosa Toda a zona interior e/ou ao redor de uma máquina, na qual

Leia mais

A Importância dos Projetos de Sistemas de Proteções Coletivas Engº José Carlos de Arruda Sampaio

A Importância dos Projetos de Sistemas de Proteções Coletivas Engº José Carlos de Arruda Sampaio A Importância dos Projetos de Sistemas de Proteções Coletivas Engº José Carlos de Arruda Sampaio Ciclo de Vida do Empreendimento: Todos os empreendimentos tem um ciclo de vida - têm um início, um crescimento

Leia mais

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 149 (Novembro/Dezembro de 2003) KÉRAMICA n.º 264 (Janeiro/Fevereiro de 2004)

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 149 (Novembro/Dezembro de 2003) KÉRAMICA n.º 264 (Janeiro/Fevereiro de 2004) TÍTULO: Atmosferas explosivas risco de explosão AUTORIA: Paula Mendes PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 149 (Novembro/Dezembro de 2003) KÉRAMICA n.º 264 (Janeiro/Fevereiro de 2004) INTRODUÇÃO A protecção contra

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO Esteira Massageadora 10 motores

MANUAL DO USUÁRIO Esteira Massageadora 10 motores MANUAL DO USUÁRIO Esteira Massageadora 10 motores E-1500RM - Manual Esteira Massageadora 10 Motores.indd 1 E-1500RM - Manual Esteira Massageadora 10 Motores.indd 2 Sumário 1. CUIDADOS 2. LIMPEZA 3. MODO

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de Potência. Versão: 5

Manual Técnico. Transformadores de Potência. Versão: 5 Manual Técnico Transformadores de Potência Versão: 5 Índice 2 8 Página 1 1 INTRODUÇÃO Este manual fornece instruções referentes ao recebimento, instalação e manutenção dos transformadores de potência a

Leia mais

Gerência de Projetos Prof. Késsia Rita da Costa Marchi 3ª Série kessia@unipar.br

Gerência de Projetos Prof. Késsia Rita da Costa Marchi 3ª Série kessia@unipar.br Gerência de Projetos Prof. Késsia Rita da Costa Marchi 3ª Série kessia@unipar.br Motivações Gerenciamento de projetos, vem sendo desenvolvido como disciplina desde a década de 60; Nasceu na indústria bélica

Leia mais

NR 12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

NR 12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS NR 12 - SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Portaria n.º 197, de 17 de dezembro de 2010 17 de outubro 2011 Eng João Baptista Beck Pinto REVISÃO NR-12 Art. 2º Criar a Comissão Nacional Tripartite

Leia mais

LAUDO TÉCNICO DO ENSAIO DA PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO DE UM MOTOR DE INDUÇÃO

LAUDO TÉCNICO DO ENSAIO DA PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO DE UM MOTOR DE INDUÇÃO Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Elétrica LAUDO TÉCNICO DO ENSAIO DA PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO DE UM MOTOR DE INDUÇÃO Fernando A. Ishida Tharik Honda Luan Felipe

Leia mais

- Instalações de máquinas conforme especificação do fabricante. - Máquinas móveis, mínimo dois rodízios com trava.

- Instalações de máquinas conforme especificação do fabricante. - Máquinas móveis, mínimo dois rodízios com trava. NR 12 NR 12 NR 12 NR 12 NR 12 NR 12 NR 12 NR 12 NR 12 NR 12 Máquinas devidamente fixadas (conforme instruções do fabricante (manual em português)) Piso limpo e livres de objetos - Instalações de máquinas

Leia mais

Termos e Condições dos Tours e Locações

Termos e Condições dos Tours e Locações Termos e Condições dos Tours e Locações Os Termos e Condições são destinadas a regular o contrato a ser firmado entre a Ruta 40 Motorcycle Adventures e o CLIENTE que irá participar do Tour e/ou locar uma

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS Versão : 31 de dezembro de 2008 CONTEÚDO 1. INTRODUÇÃO...3 2. ORGANIZAÇÃO DA GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL...3

Leia mais

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos SENAC Pós-Graduação em Segurança da Informação: Análise de Riscos Parte 2 Leandro Loss, Dr. Eng. loss@gsigma.ufsc.br http://www.gsigma.ufsc.br/~loss Roteiro Introdução Conceitos básicos Riscos Tipos de

Leia mais

MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA SISTEMAS DE SEGURANÇA 3 PROTEÇÕES MECÂNICAS MÓVEIS

MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA SISTEMAS DE SEGURANÇA 3 PROTEÇÕES MECÂNICAS MÓVEIS MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA SISTEMAS DE SEGURANÇA 3 PROTEÇÕES MECÂNICAS MÓVEIS INTRODUÇÃO Este trabalho é uma compilação de informações sobre várias formas de proteções em máquinas e equipamentos. A Norma

Leia mais

cloridrato de pioglitazona EMS S/A comprimido 15 mg/ 30 mg / 45 mg

cloridrato de pioglitazona EMS S/A comprimido 15 mg/ 30 mg / 45 mg cloridrato de pioglitazona EMS S/A comprimido 15 mg/ 30 mg / 45 mg I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO cloridrato de pioglitazona medicamento genérico Lei n 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES: cloridrato de pioglitazona

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE ESTRUTURAL DAS INSTALAÇÕES TERRESTRES DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL (RTSGI)

REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE ESTRUTURAL DAS INSTALAÇÕES TERRESTRES DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL (RTSGI) REGULAMENTO TÉCNICO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA INTEGRIDADE ESTRUTURAL DAS INSTALAÇÕES TERRESTRES DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL (RTSGI) ÍNDICE CAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES GERAIS 1. Introdução...

Leia mais

LAUDO TÉCNICO DOS DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA INDUSTRIA DE MÁQUINAS ERPS LTDA MÁQUINA DE MONTAR BICOS MODELO: MAP 21 N 9210258

LAUDO TÉCNICO DOS DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA INDUSTRIA DE MÁQUINAS ERPS LTDA MÁQUINA DE MONTAR BICOS MODELO: MAP 21 N 9210258 LAUDO APENAS PARA FINS DE CONSULTA. HAVENDO NECESSIDADE SOLICITAR CÓPIA FÍSICA LAUDO TÉCNICO DOS DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA INDUSTRIA DE MÁQUINAS ERPS LTDA MÁQUINA DE MONTAR BICOS N 9210258 Novo Hamburgo

Leia mais

9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES:

9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES: 9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES: 9.1 OTIMIZAÇÃO E MONITORAMENTO DA OPERAÇÃO DOS TRANSFORMADORES Os transformadores são máquinas estáticas que transferem energia elétrica de um circuito para outro, mantendo

Leia mais

Objetivos. Teoria de Filas. Teoria de Filas

Objetivos. Teoria de Filas. Teoria de Filas Objetivos Teoria de Filas Michel J. Anzanello, PhD anzanello@producao.ufrgs.br 2 Teoria de Filas Filas estão presentes em toda a parte; Exemplos evidentes de fila podem ser verificados em bancos, lanchonetes,

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo PLANO DE CURSO. Área Profissional: Saúde

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo PLANO DE CURSO. Área Profissional: Saúde Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo PLANO DE CURSO Área Profissional: Saúde Qualificação: Operador de Ponte Rolante SÃO PAULO Março 2004 Plano de Curso de Qualificação

Leia mais

Seminário Anual 2013 A NP ISO/IEC 27001:2013 e a certificação de Sistemas de Gestão da Segurança de Informação

Seminário Anual 2013 A NP ISO/IEC 27001:2013 e a certificação de Sistemas de Gestão da Segurança de Informação Seminário Anual 2013 A NP ISO/IEC 27001:2013 e a certificação de Sistemas de Gestão da Segurança de Informação Sub-título da Apresentação Data Seminário Anual 2013 A NP ISO/IEC 27001:2013 e a certificação

Leia mais

Informações importantes sobre o produto. Informações de segu rança

Informações importantes sobre o produto. Informações de segu rança Informações importantes sobre o produto DESCARTE DE PILHAS E BATERIAS Este produto contém bateria de alimentação integrada(não removível pelo usuário)que só deve ser substituída por profissionais qualificados.

Leia mais

ISO/IEC 17050-1. Avaliação da conformidade Declaração de conformidade do fornecedor Parte 1: Requisitos gerais

ISO/IEC 17050-1. Avaliação da conformidade Declaração de conformidade do fornecedor Parte 1: Requisitos gerais QSP Informe Reservado Nº 42 Janeiro/2005 ISO/IEC 17050-1 Avaliação da conformidade Declaração de conformidade do fornecedor Parte 1: Requisitos gerais Tradução livre especialmente preparada para os Associados

Leia mais

Gerencie adequadamente os custos da sua frota

Gerencie adequadamente os custos da sua frota Gerencie adequadamente os custos da sua frota O que é gestão de Frota? De acordo com definição encontrada no livro Gerenciamento de Transporte e Frota, o termo gestão de frota representa a atividade de

Leia mais

Guia de utilização da notação BPMN

Guia de utilização da notação BPMN 1 Guia de utilização da notação BPMN Agosto 2011 2 Sumário de Informações do Documento Documento: Guia_de_utilização_da_notação_BPMN.odt Número de páginas: 31 Versão Data Mudanças Autor 1.0 15/09/11 Criação

Leia mais

Blindar ou não blindar?

Blindar ou não blindar? ATERRAMENTO Blindar ou não blindar? 56 RTI MAR 2008 Paulo Marin, da Paulo Marin Consultoria Existem diversas técnicas para minimizar os efeitos da interferência eletromagnética sobre a transmissão de sinais

Leia mais

INFRA-ESTRUTURA PARA INSTALAÇÃO, ATIVAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE EILD

INFRA-ESTRUTURA PARA INSTALAÇÃO, ATIVAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE EILD ANEXO 5 Contrato de Fornecimento de Serviços de Exploração Industrial de Linhas Dedicadas EILD entre a BRASIL e a OPERADORA INFRA-ESTRUTURA PARA INSTALAÇÃO, ATIVAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE EILD Página 1 de 7

Leia mais

6. Pronunciamento Técnico CPC 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro

6. Pronunciamento Técnico CPC 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro TÍTULO : PLANO CONTÁBIL DAS INSTITUIÇÕES DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - COSIF 1 6. Pronunciamento Técnico CPC 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro 1. Aplicação 1- As instituições

Leia mais

revelando tudo ZHA Zurich Hazard Analysis Análise de Riscos Zurich Engenharia de Riscos Soluções Diferenciadas

revelando tudo ZHA Zurich Hazard Analysis Análise de Riscos Zurich Engenharia de Riscos Soluções Diferenciadas revelando tudo ZHA Zurich Hazard Analysis Engenharia de Riscos Soluções Diferenciadas Ferramenta de gerenciamento de riscos voltada a facilitar a sistemática de identificação, avaliação e redução de perigos

Leia mais

agility made possible

agility made possible RESUMO DA SOLUÇÃO Utilitário ConfigXpress no CA IdentityMinder a minha solução de gerenciamento de identidades pode se adaptar rapidamente aos requisitos e processos de negócio em constante mudança? agility

Leia mais

7. Avaliação da Integridade Estrutural de um Guincho Hidráulico Gerenciamento do Risco

7. Avaliação da Integridade Estrutural de um Guincho Hidráulico Gerenciamento do Risco 7. Avaliação da Integridade Estrutural de um Guincho Hidráulico Gerenciamento do Risco A classificação das Probabilidades, consequências e riscos de falha em níveis (classificação qualitativa) permite

Leia mais

; CONSOLI, M. A. ; NEVES,

; CONSOLI, M. A. ; NEVES, ARTIGO EM REVISTA Publicado em: PAIVA, Hélio Afonso Braga de ; CONSOLI, M. A. ; NEVES, Marcos Fava. Oportunidades em Compras. AgroRevenda, São Paulo, v. 11, p. 12-14, 15 nov. 2006. Oportunidades em compras

Leia mais

Todas as figuras deste manual são ilustrativas. Manual de Instruções. Coifas. Piramidal Inox 60 e 90 cm

Todas as figuras deste manual são ilustrativas. Manual de Instruções. Coifas. Piramidal Inox 60 e 90 cm Manual de Instruções Coifas Piramidal Inox 60 e 90 cm Todas as figuras deste manual são ilustrativas 1 - Informações Úteis 11 - Certificado de Garantia Leia atentamente esse manual de instruções e desfrute

Leia mais

PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO. Material elaborado pelo Professor Edison T Rego

PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO. Material elaborado pelo Professor Edison T Rego PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO Material elaborado pelo Professor Edison T Rego SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES Extintores Sistema de proteção mais simples e mais usado Tem como objetivo: Armazenar os agentes

Leia mais

POR QUE UM PROBLEMA EM MEU MOTOR MUITAS VEZES AFETA O FUNCIONAMENTO DA MINHA TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA?

POR QUE UM PROBLEMA EM MEU MOTOR MUITAS VEZES AFETA O FUNCIONAMENTO DA MINHA TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA? POR QUE UM PROBLEMA EM MEU MOTOR MUITAS VEZES AFETA O FUNCIONAMENTO DA MINHA TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA? De repente, minha transmissão não está mais funcionando direito... E eu acabei de revisá-la estes dias!

Leia mais

Prof. Msc. Fernando Oliveira Boechat

Prof. Msc. Fernando Oliveira Boechat Prof. Msc. Fernando Oliveira Boechat Prof. Fernando Oliveira Boechat 1 Controle de Processos: Objetivos Gerar as informações necessárias ao desenvolvimento dos novos produtos; Fornecer os subsídios necessários

Leia mais

Behavior Based Safety

Behavior Based Safety Behavior Based Safety Auditorias Gestão de HSE Projetos Consultoria Saúde Ocupacional Gestão de HSE Consultoria Gestão de HSE Gestão Saúde Ocupacional Segurança Veicular Gestão Palestras Behavior Based

Leia mais

31.5.2008 Jornal Oficial da União Europeia L 141/5

31.5.2008 Jornal Oficial da União Europeia L 141/5 31.5.2008 Jornal Oficial da União Europeia L 141/5 REGULAMENTO (CE) N. o 482/2008 DA COMISSÃO de 30 de Maio de 2008 que estabelece um sistema de garantia de segurança do software, a aplicar pelos prestadores

Leia mais

w w w. p h i l c o. c o m. b r 03/14 708-09-05 775579 REV.3 MANUAL DE INSTRUÇÕES www.philco.com.br/faleconosco.aspx

w w w. p h i l c o. c o m. b r 03/14 708-09-05 775579 REV.3 MANUAL DE INSTRUÇÕES www.philco.com.br/faleconosco.aspx w w w. p h i l c o. c o m. b r 03/14 708-09-05 775579 REV.3 MANUAL DE INSTRUÇÕES www.philco.com.br/faleconosco.aspx ATENÇÃO Parabéns pela escolha de um produto da linha Philco Para garantir o melhor desempenho

Leia mais

MANUAL DE CONDIÇÕES E VANTAGENS PARA INVESTIMENTO E USO DO SISTEMA ELÉTRICO:

MANUAL DE CONDIÇÕES E VANTAGENS PARA INVESTIMENTO E USO DO SISTEMA ELÉTRICO: 1/23 MANUAL DE CONDIÇÕES E VANTAGENS PARA INVESTIMENTO E USO DO SISTEMA ELÉTRICO: FULLTECH TECNOLOGIA E AUTOMAÇÃO Rua:Avelino Manoel Avrela, 1640 Bairro Cruzeiro, Caxias do Sul RS Fone: (54) 3029.0573/8133.5639

Leia mais

É importante que nos atenhamos a alguns aspectos importantes sobre banco de dados:

É importante que nos atenhamos a alguns aspectos importantes sobre banco de dados: Módulo 16 CONCEITOS DE BANCO DE DADOS Quando nos referimos a um computador como máquina, observamos as suas características em armazenar e gerenciar informações, além dessas características, existem outras

Leia mais

Abordagem simples aos modos de falha com recurso a um software de organização e gestão da manutenção

Abordagem simples aos modos de falha com recurso a um software de organização e gestão da manutenção Abordagem simples aos modos de falha com recurso a um software de organização e gestão da manutenção Marcelo Batista (1), José Fernandes (1) e Alexandre Veríssimo (1) mbatista@manwinwin.com; jcasimiro@navaltik.com;

Leia mais

CAPÍTULO 4 Interface USB

CAPÍTULO 4 Interface USB Interfaces e Periféricos 29 CAPÍTULO 4 Interface USB Introdução Todo computador comprado atualmente possui uma ou mais portas (conectores) USB. Estas portas USB permitem que se conecte desde mouses até

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO - SGI (MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO) Procedimento PREPARAÇÃO E RESPOSTA A EMERGENCIA

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO - SGI (MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO) Procedimento PREPARAÇÃO E RESPOSTA A EMERGENCIA SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO - SGI (MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO) Procedimento PREPARAÇÃO E RESPOSTA A EMERGENCIA PR.11 Revisão: 00 Página 1 de 4 1. OBJETIVO Estabelecer e manter planos

Leia mais

AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA EM AUDITORIA PARTE ll

AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA EM AUDITORIA PARTE ll AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA EM AUDITORIA PARTE ll! Os parâmetros para decisão do auditor.! Tipos de planos de amostragem estatística em auditoria. Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br) Administrador de Empresas

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÃO. COMPOSIÇÃO DO TRANSMISSOR (Figura 1) DIVISÃO DESTE MANUAL. Este manual está dividido em duas partes:

MANUAL DE OPERAÇÃO. COMPOSIÇÃO DO TRANSMISSOR (Figura 1) DIVISÃO DESTE MANUAL. Este manual está dividido em duas partes: MANUAL DE OPERAÇÃO INTRODUÇÃO: O FLASH PRESENÇA MOTO foi desenvolvido especialmente para a utilização em Motos, porque o mercado necessita de um aparelho versátil, de pequenas dimensões e completo, que

Leia mais

DDoS: como funciona um ataque distribuído por negação de serviço

DDoS: como funciona um ataque distribuído por negação de serviço DDoS: como funciona um ataque distribuído por negação de serviço Entenda como aconteceu a queda dos servidores dos sites do governo brasileiro Por Fabio Jordão em 24 de Junho de 2011 Está repercutindo

Leia mais

c. Técnica de Estrutura de Controle Teste do Caminho Básico

c. Técnica de Estrutura de Controle Teste do Caminho Básico 1) Defina: a. Fluxo de controle A análise de fluxo de controle é a técnica estática em que o fluxo de controle através de um programa é analisado, quer com um gráfico, quer com uma ferramenta de fluxo

Leia mais

INVESTIGAÇÕES EM TECNOVIGILÂNCIA

INVESTIGAÇÕES EM TECNOVIGILÂNCIA INVESTIGAÇÕES EM TECNOVIGILÂNCIA A principal finalidade da investigação de acidentes e / ou das reações adversas relacionados aos produtos de saúde, em especial no caso da Tecnovigilância, os equipamentos,

Leia mais

Trata-se do processo de planejamento, identificação, análise e planejamento de respostas e controle de riscos.

Trata-se do processo de planejamento, identificação, análise e planejamento de respostas e controle de riscos. Aula 22 1 2 Trata-se do processo de planejamento, identificação, análise e planejamento de respostas e controle de riscos. O objetivo deste processo é aumentar a possibilidade de eventos positivos e reduzir

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO Nº 161, DE 23 DE JUNHO DE 2004

MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO Nº 161, DE 23 DE JUNHO DE 2004 MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO Nº 161, DE 23 DE JUNHO DE 2004 DOU de 24/06/2004 (nº 120, Seção 1, pág. 83) Proíbe a instalação de novas máquinas

Leia mais

5. Implementação de clientes no programa VMI

5. Implementação de clientes no programa VMI 5. Implementação de clientes no programa VMI 5.1. Requerimentos Mínimos Globais para Participação no Programa VMI A equipe de Distribuição de Combustíveis Global tem a intenção de aumentar o volume de

Leia mais

Política de Gerenciamento de Risco de Crédito, Mercado e Operacional

Política de Gerenciamento de Risco de Crédito, Mercado e Operacional Crédito, Mercado e em: 30/12/2015 Política de Gerenciamento de Risco de Processos Página 2 de 9 SUMÁRIO 1- Definição... 3 2- Projeções de Perdas... 4 3- Classificação e Mitigação do Risco... 5 4- Estrutura...

Leia mais

DAVI BARRETO E FERNANDO GRAEFF

DAVI BARRETO E FERNANDO GRAEFF OS TRECHOS EM FONTE NA COR VERMELHA SÃO AS NOVIDADES ACRESCENTADAS PELO AUTOR. CAPÍTULO 2 2.1. QUANDO A AUDITORIA INDEPENDENTE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS É NECESSÁRIA? Vimos que a auditoria tornou se

Leia mais

1) Entendendo a eletricidade

1) Entendendo a eletricidade 1) Entendendo a eletricidade 1 2) Circuitos Modelix 2 3) Utilizando o Sistema Esquemático Modelix-G (Modelix-Grafix) 6 4) Fazendo montagens com os Circuitos Modelix 7 5) Exercícios para treinar 8 Objetivo:

Leia mais

Jato suave e concentrado; Chuveiro com chave seletora para ajuste da temperatura (4 temperaturas); Inovação tecnológica;

Jato suave e concentrado; Chuveiro com chave seletora para ajuste da temperatura (4 temperaturas); Inovação tecnológica; 1 1. INFORMAÇÕES GERAIS Função O Chuveiro tem como função principal fornecer água com vazão adequada à higiene pessoal. Aplicação Utilizado para higiene pessoal em banheiros ou áreas externas como piscinas.

Leia mais

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com /

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / andre.belini@ifsp.edu.br MATÉRIA: SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Aula N : 15 Tema:

Leia mais

Processos de Gerenciamento de Projetos. Planejamento e Controle de Projetos 5 TADS FSR. Processos

Processos de Gerenciamento de Projetos. Planejamento e Controle de Projetos 5 TADS FSR. Processos Processos de Gerenciamento de Projetos Planejamento e Controle de Projetos 5 TADS FSR Prof. Esp. André Luís Belini 2 Processos O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimento, habilidades, ferramentas

Leia mais

Segurança Elétrica em. Prof. Ernesto F. F. Ramírez

Segurança Elétrica em. Prof. Ernesto F. F. Ramírez Segurança Elétrica em Ambiente Hospitalar Prof. Ernesto F. F. Ramírez Choque Elétrico Intensidade da corrente circulação de corrente elétrica através do organismo humano Percurso da corrente Duração do

Leia mais

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção O QUE ESPERAR DO SVE Programa Juventude em Acção KIT INFORMATIVO Parte 1 Maio de 2011 Introdução Este documento destina-se a voluntários e promotores envolvidos no SVE. Fornece informações claras a voluntários

Leia mais

RESTAURANTE POPULAR MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES DE ÁGUA QUENTE

RESTAURANTE POPULAR MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES DE ÁGUA QUENTE PREFEITURA MUNICIPAL DE SINOP ESTADO DE MATO GROSSO RESTAURANTE POPULAR MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES DE ÁGUA QUENTE SINOP MT 1. Projeto As instalações de água quente foram projetadas e executadas de

Leia mais

ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Prof. MARCELO COSTELLA FRANCIELI DALCANTON ISO 9001- INTRODUÇÃO Conjunto de normas e diretrizes internacionais para sistemas de gestão da qualidade; Desenvolve

Leia mais

Projetor 1 unidade Cabo de Força 1 unidade Chave do interruptor do Laser 2 unidade Manual do Usuário 1 unidade Certificado de garantia 1 unidade

Projetor 1 unidade Cabo de Força 1 unidade Chave do interruptor do Laser 2 unidade Manual do Usuário 1 unidade Certificado de garantia 1 unidade Instruções Gerais Obrigado por adquirir o Projetor de Laser STU-DJ 120G. Para segurança e melhor operação, leia este manual cuidadosamente antes de utilizar o projetor, para que não ocorra algum dano pessoal

Leia mais

Ponte rolante: como escolher

Ponte rolante: como escolher Ponte rolante: como escolher Vários fatores devem ser analisados antes de se optar por um modelo A decisão sobre a escolha do tipo de ponte rolante é altamente influenciada pelo local onde ela deve ser

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO AQUECEDOR ECOLÓGICO DE PAINEL ECOTERMIC AQC700

MANUAL DO USUÁRIO AQUECEDOR ECOLÓGICO DE PAINEL ECOTERMIC AQC700 MANUAL DO USUÁRIO AQUECEDOR ECOLÓGICO DE PAINEL ECOTERMIC AQC700 Obrigado por adquirir o Aquecedor Ecológico de Painel ecotermic Cadence, AQC700, um produto de alta tecnologia, seguro e eficiente. É muito

Leia mais

O DIMENSIONAMENTO DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS Misturadoras e redutoras de pressão

O DIMENSIONAMENTO DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS Misturadoras e redutoras de pressão Parte 1/2 FOCO TÉCNICO O DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS Misturadoras e redutoras de pressão CRITÉRIOS DE CÁLCULO DO CAUDAL DE PROJETO O principal objetivo do dimensionamento de uma rede hídrica é assegurar,

Leia mais

Fundo Brasileiro para a Biodiversidade FUNBIO

Fundo Brasileiro para a Biodiversidade FUNBIO N ú m e r o P-24 POLÍTICA DE SALVAGUARDAS AMBIENTAIS E SOCIAIS DO FUNBIO Fundo Brasileiro para a Biodiversidade FUNBIO POLÍTICA DE SALVAGUARDAS AMBIENTAIS E SOCIAIS DO FUNBIO FUNBIO Fundo Brasileiro para

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO - IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP A PROGRAMAÇÃO

Leia mais

Conheça a NBR ISO/IEC 27002

Conheça a NBR ISO/IEC 27002 Conheça a NBR ISO/IEC 27002 A norma NBR ISO/IEC 27002 Código de Prática para a Gestão de Segurança da Informação, que tem como objetivo estabelecer diretrizes e princípios gerais para iniciar, implementar,

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR DATASUS Maio 2013 Arquivo: Política de Gestão de Riscos Modelo: DOC-PGR Pág.: 1/12 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO...3 1.1. Justificativa...3 1.2. Objetivo...3 1.3. Aplicabilidade...4

Leia mais