Avaliação de Desempenho de Sistemas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Avaliação de Desempenho de Sistemas"

Transcrição

1 Avaliação de Desempenho de Sistemas Introdução a Avaliação de Desempenho de Sistemas Prof. Othon M. N. Batista

2 Roteiro Definição de Sistema Exemplo de Sistema: Agência Bancária Questões Sobre o Sistema de Agência Bancária Definição de Desempenho Definição de Avaliação de Desempenho 2

3 Roteiro Métricas de Desempenho de um Carro Métricas de Desempenho de um Agência Bancária Métricas de Desempenho de um Sistema Computacional Classificação das Métricas de Desempenho Técnicas de Avaliação de Desempenho Medição Métodos Analíticos Simulação Modelagem 3

4 Definição de Sistema Sistema é um conjunto de objetos, como pessoas ou máquinas, por exemplo, que atuam e interagem com a intenção de alcançar um objetivo ou um propósito lógico (Taylor, 1970) 4

5 Exemplo de Sistema: Agência Bancária Alguns objetos do sistema: Caixa computador; operador do caixa; clientes; Objetivo desse sistema é o atendimento ao cliente: saques, depósitos; transferências, extratos; pagamento de contas; O que seria uma boa agência bancária? Rápido atendimento; filas pequena; muitos caixas. 5

6 Exemplo de Sistema: Agência Bancária Caixa Grande quantidade de caixas: filas pequenas rápido atendimento Grande quantidade de caixas é caro!!! Caixa O mais interessante é maximizar o custo benefício Para isso é necessário fazer um dimensionamento do nº ideal de operadores de caixa 6

7 Questões Sobre o Sistema de Agência Bancária Caixa 1. Quantos caixas são necessários para garantir um tempo de espera máximo de 15 minutos? O que pode influenciar essa medida de desempenho? Caixa nível de satisfação; tipo de serviço requisitado; quantidade de clientes; ganhos por produtividade; experiência. Assumindo uma determinada taxa de chegada de clientes, quantos clientes em média são atendidos por hora em uma agência bancária com somente 3 caixas no modelo de fila única? 7

8 Definição de Desempenho Desempenho conforme dois dicionários: Aurélio: Conjunto de características ou de possibilidades de atuação de uma aeronave, tais como velocidade de cruzeiro, velocidade de pouso, capacidade de carga, autonomia de vôo, etc. Houaiss: Desempenho: Maneira como atua ou se comporta alguém ou algo, avaliada em termos de eficiência, de rendimento. Performance: conjunto de índices aferidos experimentalmente que define o alcance ideal de algo; desempenho ótimo 8

9 Definição de Avaliação de Desempenho Avaliação de desempenho de sistemas é o estudo de sistemas com o objetivo de: entender melhor o comportamento do sistema; Quantos clientes são atendidos por hora? dimensionar, otimizar os recursos, maximizar custo benefício; Quantos caixas são necessário para um bom* atendimento dos clientes? comparar técnicas de gerenciamento de recursos. Qual o melhor horário e esquema de almoço para os operadores de caixa? É mais eficiente ter um nº maior de caixas pela manhã ou pela tarde? 9

10 Métricas de desempenho de um Carro Velocidade máxima Aceleração (tempo para ir de 0 a 100 km/h) Espaço de frenagem a uma dada velocidade X 10

11 Métricas de Desempenho de um Agência Bancária Taxa de atendimento de clientes Taxa em que os clientes são atendidos (servidos) pelos caixas do banco. Utilização Fração do tempo em que o caixa permanece ocupado atendendo os clientes do banco Tempo de resposta Tempo decorrido entre o momento que o cliente entra na fila do caixa até o momento que ele termina de ser atendido. 11

12 Métricas de Desempenho de um Agência Bancária Taxa de atendimento de clientes Caixa Quantos clientes um caixa atende por hora? O que pode influenciar essa medida de desempenho? Caixa nível de satisfação; tipo de serviço requisitado; quantidade de clientes; ganhos por produtividade; experiência. Quantos clientes todos os caixas juntos atendem por hora? 12

13 Métricas de Desempenho de um Agência Bancária Tempo de resposta Qual o intervalo de tempo que um cliente precisa para ser atendido? No caso da figura são 35 minutos. Saída 14:45 Caixa O que pode influenciar essa medida de desempenho? Quantidade de clientes que desejam atendimento Quantidade de caixas do banco Chegada 14:10 13

14 Métricas de Desempenho de um Sistema Computacional Vazão ou Throughput Taxa na qual os pedidos são atendidos (servidos) pelo sistema. Taxa de Utilização Fração do tempo em que o recurso permanece ocupado atendendo os pedidos dos usuários Tempo de Resposta tempo decorrido entre o pedido e o início/conclusão da realização do serviço. 14

15 Classificação das Métricas de Desempenho requisição Velocidade corretamente tempo de resposta, vazão e taxa de utilização Sistema atendida não incorretamente Confiabilidade probabilidade de erro intervalo entre erros atendida Disponibilidade duração da falha intervalo entre falhas 15

16 Técnicas de Avaliação de Desempenho Tradicionalmente, três são as técnicas de avaliação de desempenho: medição; modelagem analítica; simulação. 16

17 Medição Para efetuarmos medições (como benchmarks) é preciso termos à disposição ao menos um protótipo do sistema. Normalmente é difícil comparar alternativas. Nem sempre um instrumento de medição é simples. 17

18 Modelagem Analítica Teoria das filas. Filas associadas a recursos. Caracterização: processo de chegada; processo de atendimento; quantidade de servidores; tamanho máximo da fila; política de atendimento da fila. 18

19 Modelagem Analítica Técnica aproximada. Aproxima a realidade por um modelo analítico. Se o modelo for simples e a aproximação boa, é possível avaliar facilmente compromissos entre alternativas 19

20 Simulação Simulação de eventos discretos. Cada evento (ex.: chegada de usuário, término de serviço, etc.) é tratado quando do instante de sua ocorrência. Em geral, é possível construir um modelo muito mais próximo da realidade do que com a teoria das filas. 20

21 Critérios para Seleção da Técnica de Avaliação de Desempenho Critério Modelagem Simulação Medição analítica Estágio Qualquer Qualquer Protótipo Tempo Pouco Médio Variado necessário Ferramentas Analistas Linguagens de Instrumentação Programação Precisão Pouca Moderada Variada Custo Baixo Médio Alto 21

22 Técnicas para Avaliação de Desempenho de Sistemas Medição Realização de medidas utilizando um sistema real ou protótipo Normalmente é difícil comparar alternativas Modelagem Analítica Uso de modelos matemáticos que correspondam ao sistema real É uma técnica aproximada Algumas vezes muito limitada. Simulação Uso de modelos implementados em linguagens de programação Simula o comportamento de um sistema real Em geral, é possível construir um modelo muito próximo da realidade. 22

23 Modelo do Sistema Entradas Saídas 23

24 Modelo do Sistema A modelagem de um sistema é a representação, geralmente simplificada, de um sistema (real) através de relações lógicas e matemáticas com o objetivo de estudar e entender o comportamento desse sistema. A modelagem pressupõe um processo de criação e descrição, envolvendo um determinado grau de abstração que, na maioria das vezes, acarreta numa série de simplificações sobre a organização e o funcionamento do sistema 24

25 Modelo do Sistema Há a necessidade de conhecer bem o sistema que se deseja modelar. O modelo deve ser definido conforme as medidas de desempenho desejadas. Por exemplo: quantos são os caixas para o tempo de atendimento médio ser de 15min? 25

26 Modelo do Sistema Problema A modelagem perfeita de um sistema implica na caracterização de um sistema a partir de um número muito grande (ilimitado) de variáveis Solução Definir quais as medidas de desempenho de interesse Selecionar um conjunto limitado de variáveis de caracterização do sistema Por exemplo: para estudar desempenho (nº de clientes atendidos por hora) de uma agência bancária, o Nº de aparelhos de ar condicionado não é necessariamente relevante 26

27 Cosiderações Tópicos estudados: definições de sistema, desempenho e avaliação de desempenho; exemplos de sistemas e métricas de desempenho; técnicas de avaliação de desempenho: medição, métodos analíticos e simulação; modelagem. 27

Avaliação de Desempenho de Sistemas. Conceitos Básicos de Sistemas e Modelos

Avaliação de Desempenho de Sistemas. Conceitos Básicos de Sistemas e Modelos Avaliação de Desempenho de Sistemas Conceitos Básicos de Sistemas e Modelos O que é Desempenho? Webster s? The manner in which a mechanism performs. Aurélio: Conjunto de características ou de possibilidades

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Mário Meireles Teixeira Departamento de Informática, UFMA mario@deinf.ufma.br Introdução 2 Desempenho: quantidade de serviços prestados / tempo decorrido desde o início dos serviços

Leia mais

COS767 - Modelagem e Análise Aula 2 - Simulação. Algoritmo para simular uma fila Medidas de interesse

COS767 - Modelagem e Análise Aula 2 - Simulação. Algoritmo para simular uma fila Medidas de interesse COS767 - Modelagem e Análise Aula 2 - Simulação Algoritmo para simular uma fila Medidas de interesse Simulação O que é uma simulação? realização da evolução de um sistema estocástico no tempo Como caracterizar

Leia mais

Introdução à Simulação

Introdução à Simulação Introdução à Simulação O que é simulação? Wikipedia: Simulação é a imitação de alguma coisa real ou processo. O ato de simular algo geralmente consiste em representar certas características e/ou comportamentos

Leia mais

MODELAGEM E SIMULAÇÃO

MODELAGEM E SIMULAÇÃO MODELAGEM E SIMULAÇÃO Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Terminologia Básica Utilizada em de Sistemas Terminologia Básica Uma série de termos

Leia mais

7. Avaliação da Integridade Estrutural de um Guincho Hidráulico Gerenciamento do Risco

7. Avaliação da Integridade Estrutural de um Guincho Hidráulico Gerenciamento do Risco 7. Avaliação da Integridade Estrutural de um Guincho Hidráulico Gerenciamento do Risco A classificação das Probabilidades, consequências e riscos de falha em níveis (classificação qualitativa) permite

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES HISTÓRICO E CONCEITOS

REDES DE COMPUTADORES HISTÓRICO E CONCEITOS REDES DE COMPUTADORES HISTÓRICO E CONCEITOS BREVE HISTÓRICO A década de 60 Surgiram os primeiros terminais interativos, e os usuários podiam acessar o computador central através de linhas de comunicação.

Leia mais

Teoria de Filas Aula 15

Teoria de Filas Aula 15 Teoria de Filas Aula 15 Aula de hoje Correção Prova Aula Passada Prova Little, medidas de interesse em filas Medidas de Desempenho em Filas K Utilização: fração de tempo que o servidor está ocupado Tempo

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DA SIMULAÇÃO EM GESTÃO HOSPITALAR: APLICAÇÃO DE UM MODELO COMPUTACIONAL EM UM CENTRO DE IMOBILIZAÇÕES ORTOPÉDICAS

A UTILIZAÇÃO DA SIMULAÇÃO EM GESTÃO HOSPITALAR: APLICAÇÃO DE UM MODELO COMPUTACIONAL EM UM CENTRO DE IMOBILIZAÇÕES ORTOPÉDICAS A UTILIZAÇÃO DA SIMULAÇÃO EM GESTÃO HOSPITALAR: APLICAÇÃO DE UM MODELO COMPUTACIONAL EM UM CENTRO DE IMOBILIZAÇÕES ORTOPÉDICAS André Monteiro Klen (UFOP) Klen@bol.com.br Irce Fernandes Gomes Guimarães

Leia mais

Avaliação de Desempenho em Sistemas de Computação e Comunicação

Avaliação de Desempenho em Sistemas de Computação e Comunicação Avaliação de Desempenho em Sistemas de Computação e Comunicação Universidade Federal do Espírito Santo - UFES Departamento de Informática - DI Laboratório de Pesquisas em Redes Multimidia - LPRM UFES Objetivos

Leia mais

Introdução. Uso do disco Vantagens Desvantagens Baixo custo, facilidade de manutenção do software e do hardware, simetria e flexibilidade

Introdução. Uso do disco Vantagens Desvantagens Baixo custo, facilidade de manutenção do software e do hardware, simetria e flexibilidade Introdução É sabido que os processos rodam em processadores. Nos sistemas tradicionais existe somente um único processador, de forma que não há dúvida a respeito de como ele deve ser usado. Em um sistema

Leia mais

Índice de conteúdos. Índice de conteúdos. Capítulo 6. Modelação e Simulação de Sistemas...1. 1.A simulação de sistemas...1. 1.1.Definição...

Índice de conteúdos. Índice de conteúdos. Capítulo 6. Modelação e Simulação de Sistemas...1. 1.A simulação de sistemas...1. 1.1.Definição... Índice de conteúdos Índice de conteúdos Capítulo 6. Modelação e Simulação de Sistemas...1 1.A simulação de sistemas...1 1.1.Definição...1 1.2.As razões de usar modelos de simulação...2 2.Modelos de simulação...4

Leia mais

Avaliação de Desempenho de Sistemas

Avaliação de Desempenho de Sistemas Avaliação de Desempenho de Sistemas Modelo de Filas M/M/1 e M/M/m Prof. Othon Batista othonb@yahoo.com Modelo de Filas Nas aulas anteriores vimos a necessidade de se utilizar uma distribuição para representar

Leia mais

4 ESTUDO DA DINÂMICA DE UM PROJETO

4 ESTUDO DA DINÂMICA DE UM PROJETO 4 ESTUDO DA DINÂMICA DE UM PROJETO Neste capítulo, apresentaremos o estudo da dinâmica da gestão de projetos, demonstrando como os principais autores de Dinâmica de Sistemas apresentam sua aplicações em

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇOS DE REDE

ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇOS DE REDE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇOS DE REDE Introdução O administrador de redes geovanegriesang@ifsul.edu.br www.geovanegriesang.com Gerenciamento de redes Gerenciamento de rede é o ato de iniciar, monitorar e modificar

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - MÓDULO 2 - ANÁLISE DE REQUISITOS DE SOFTWARE APLICATIVO 1. INTRODUÇÃO Entender os requisitos de um problema está entre as tarefas mais difíceis na construção de um software. Na maioria das vezes o cliente

Leia mais

Simulação de Fluxo em Ambientes Industriais e Não Industriais

Simulação de Fluxo em Ambientes Industriais e Não Industriais Simulação de Fluxo em Ambientes Industriais e Não Industriais 5 de Novembro de 2012 2012. Siemens Product Lifecycle Management Protection Software notice Inc. / Copyright All rights reserved. notice Agenda

Leia mais

Casos de uso Objetivo:

Casos de uso Objetivo: Casos de uso Objetivo: Auxiliar a comunicação entre os analistas e o cliente. Descreve um cenário que mostra as funcionalidades do sistema do ponto de vista do usuário. O cliente deve ver no diagrama de

Leia mais

Desenvolvimento de Sistemas Tolerantes a Falhas

Desenvolvimento de Sistemas Tolerantes a Falhas Confiança de software Desenvolvimento de Sistemas Tolerantes a Falhas Em geral, os usuários de um sistema de software esperam ele seja confiável Para aplicações não-críticas, podem estar dispostos a aceitar

Leia mais

Gerência do Processador

Gerência do Processador Andrique Amorim www.andrix.com.br professor@andrix.com.br Gerência do Processador Gerência do Processador No gerenciamento dos processos serão definidas as propriedades dos processos em execução, e a maneira

Leia mais

Modelagem e Simulação

Modelagem e Simulação AULA 8 Modelagem e Simulação Modelagem Processo de construção de um modelo; Capacitar o pesquisador para prever o efeito de mudanças no sistema; Deve ser próximo da realidade; Não deve ser complexo. Tipos

Leia mais

Engenharia de Software. Tema 1. Introdução à Engenharia de Software Profa. Susana M. Iglesias

Engenharia de Software. Tema 1. Introdução à Engenharia de Software Profa. Susana M. Iglesias Engenharia de Software Tema 1. Introdução à Engenharia de Software Profa. Susana M. Iglesias Sistemas Computacionais Automatiza ou apóia a realização de atividades humanas (processamento da informação)

Leia mais

Desempenho (Parte I): Compreensão e Avaliação

Desempenho (Parte I): Compreensão e Avaliação Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina FACAPE Desempenho (Parte I): Compreensão e Avaliação Prof. Sergio Petrolina/PE 1 Tópicos 1 -Desempenho 2 -Avaliando e Compreendendo o Desempenho 3

Leia mais

Diretrizes para determinação de intervalos de comprovação para equipamentos de medição.

Diretrizes para determinação de intervalos de comprovação para equipamentos de medição. Diretrizes para determinação de intervalos de comprovação para equipamentos de medição. De acordo com a Norma NBR 1001, um grande número de fatores influência a freqüência de calibração. Os mais importantes,

Leia mais

Evolução da cooperação em populações modeladas por autômatos celulares com o uso de teoria de jogos

Evolução da cooperação em populações modeladas por autômatos celulares com o uso de teoria de jogos Geração de modelos de redes com verificação dos parâmetros topológicos Prof. Pedro Schimit - schimit@uninove.br Muitas coisas podem ser modeladas a partir de modelos de redes (ou grafos). A maneira como

Leia mais

Revisão da Literatura Tema 2. Mestranda: Arléte Kelm Wiesner

Revisão da Literatura Tema 2. Mestranda: Arléte Kelm Wiesner Revisão da Literatura Tema 2 Mestranda: Arléte Kelm Wiesner Sistema Termo utilizado em muitas situações Prado (2014) afirma que: Sistema é uma agregação de objetos que têm alguma interação ou interdependência.

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção Curso de Engenharia de Produção Noções de Engenharia de Produção Histórico: - Um dos registros mais antigos de produção gerenciada data de cerca de 5.000 a.c.: monges sumérios já contabilizavam seus estoques,

Leia mais

A Gerência em Redes de Computadores

A Gerência em Redes de Computadores A Gerência em Redes de Computadores Gerência de Redes Redes Ferramenta fundamental Tecnicamente: constante expansão, tanto fisicamente como em complexidade. O que o usuário espera da rede? Disponibilidade

Leia mais

Avaliação de Desempenho

Avaliação de Desempenho Universidade de São Paulo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Departamento de Sistemas de Computação Avaliação de Desempenho 4a. Aula Técnicas de Avaliação de Desempenho Modelagem Marcos

Leia mais

Sistema de Reserva de Laboratório Trabalho Semestral 2014.2. Versão 1.0

Sistema de Reserva de Laboratório Trabalho Semestral 2014.2. Versão 1.0 Sistema de Reserva de Laboratório Trabalho Semestral 2014.2 Versão 1.0 Conteúdo 1. Histórico 1 1.1 Solicitantes 1 1.2 Equipe envolvida 1 2. Conhecedor de domínio e descrição de usuário 1 2.1 Sumário dos

Leia mais

MODELAGEM E SIMULAÇÃO. Professor: Adriano Benigno Moreira

MODELAGEM E SIMULAÇÃO. Professor: Adriano Benigno Moreira MODELAGEM E SIMULAÇÃO Professor: Adriano Benigno Moreira Variáveis de Estado As variáveis cujos valores determinam o estado de um sistema são conhecidas como variáveis de estado. Quando a execução de um

Leia mais

Sistemas Inteligentes. Aula: Agentes Inteligentes Flávia Barros & Patricia Tedesco

Sistemas Inteligentes. Aula: Agentes Inteligentes Flávia Barros & Patricia Tedesco Sistemas Inteligentes Aula: Agentes Inteligentes Flávia Barros & Patricia Tedesco 1 Ao final desta aula a gente deve... Entender o que é um Agente Racional (inteligente)? Distinguir entre os vários tipos

Leia mais

BANCO DE DADOS I. Prof. Antonio Miguel Faustini Zarth antonio.zarth@ifms.edu.br

BANCO DE DADOS I. Prof. Antonio Miguel Faustini Zarth antonio.zarth@ifms.edu.br BANCO DE DADOS I Prof. Antonio Miguel Faustini Zarth antonio.zarth@ifms.edu.br Tópicos Conceitos preliminares Definição de um Sistema Gerenciador de Banco de Dados Níveis de Abstração de dados CONCEITOS

Leia mais

Componentes em Esquema de Tolerância a Faltas Adaptativa

Componentes em Esquema de Tolerância a Faltas Adaptativa Grupo de Pesquisa Área de Informática Componentes em Esquema de Tolerância a Faltas Adaptativa Prof. Dr. Fábio Favarim favarim@utfpr.edu.br Roteiro da Apresentação Introdução Tolerância a Faltas (TF) Tolerância

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS. 2º TRIMESTRE Patrícia Lucas

SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS. 2º TRIMESTRE Patrícia Lucas SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS 2º TRIMESTRE Patrícia Lucas O QUE SÃO SISTEMAS OPERACIONAIS? Um sistema operacional é um conjunto de rotinas executado pelo processador, de forma semelhante

Leia mais

Modelo de simulação de um processo de requisições em um servidor web de alta disponibilidade

Modelo de simulação de um processo de requisições em um servidor web de alta disponibilidade Modelo de simulação de um processo de requisições em um servidor web de alta disponibilidade Tiago de Azevedo Santos tiago@iff.edu.br João José de Assis Rangel joao@ucam-campos.br RESUMO Este trabalho

Leia mais

Protótipo de Dimensionamento de Frota. ilab Sistemas Especialistas

Protótipo de Dimensionamento de Frota. ilab Sistemas Especialistas Tópicos da apresentação Objetivo da aplicação Configuração de frentes Configuração de turnos Configuração de caminhões Configuração de transporte Cálculo de ciclo Restrições consideradas Modelo de otimização

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES

ARQUITETURA DE COMPUTADORES ARQUITETURA DE COMPUTADORES Desempenho Prof Daves Martins Msc Computação de Alto Desempenho Email: daves.martins@ifsudestemg.edu.br Fundamentos de Organização de Computadores Desempenho Avaliação de Desempenho

Leia mais

Sistemas de Gestão de Estoques

Sistemas de Gestão de Estoques CONCEITOS BÁSICOSB Prof. João Carlos Gabriel - Aula 3 1 CONCEITOS BÁSICOSB PP = Ponto de pedido ou ponto de ressuprimento ou ponto de reposição é o instante (a quantidade) no qual se faz um pedido de compra

Leia mais

DESENVOLVENDO O SISTEMA

DESENVOLVENDO O SISTEMA DESENVOLVENDO O SISTEMA Declaração da Necessidade O primeiro passo do processo de análise de sistema envolve a identificação da necessidade [Pressman-95]. Normalmente o analista reúne-se com o usuário

Leia mais

Banco de Dados Orientado a Objetos

Banco de Dados Orientado a Objetos Banco de Dados Orientado a Objetos MODELAGEM, ANÁLISE, PROJETO e CLASSIFICAÇÃO Interação combinando lógica, através de objetos que contém os dados. Estes divididos conforme seus tipos e métodos (classe),

Leia mais

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 8 Aspectos de segurança CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 6 páginas SUMÁRIO 18 Aspectos de segurança

Leia mais

Simulação Transiente

Simulação Transiente Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho de Sistemas Professores: Paulo Maciel Ricardo Massa Alunos: Jackson Nunes Marco Eugênio Araújo Dezembro de 2014 1 Sumário O que é Simulação? Áreas de Aplicação

Leia mais

Banco de Dados I. Construindo modelos de dados confiáveis

Banco de Dados I. Construindo modelos de dados confiáveis Banco de Dados I Construindo modelos de dados confiáveis SILBERSCHATZ et al, Sistemas de Banco de Dados Editora Campus, Rio de Janeiro, 2006, 3ª impressão. DATE, C J., Introdução a sistemas de banco de

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Redes de Computadores Redes de Computadores 2 1 Responsável pela movimentação dos dados, de maneira eficiente e confiável, entre processos (usuários) em execução nos equipamentos

Leia mais

Impactos da Manutenção no Desempenho de uma Edificação

Impactos da Manutenção no Desempenho de uma Edificação João Alves Pacheco - Diretor de Engenharia As definições a seguir foram obtidos da NBR 5462:1994 Confiabilidade e mantenabilidade, com o objetivo de estabelecer uma base conceitual e terminológica comum

Leia mais

Principais Responsabilidades:

Principais Responsabilidades: DESENHO DE CARGO E TAREFAS DO DESENVOLVEDOR WEB Conhecimento dos sistemas gerenciadores de banco (MySQL), modelagem de dados, inglês técnico. Conhecimento em plataformas e metodologias de desenvolvimento

Leia mais

Sistema de Gerenciamento da Manutenção SGM Cia. Vale do Rio Doce CVRD

Sistema de Gerenciamento da Manutenção SGM Cia. Vale do Rio Doce CVRD Sistema de Gerenciamento da Manutenção SGM Cia. Vale do Rio Doce CVRD VISÃO DA MANUTENÇÃO DA CVRD Ser considerada referência pelos resultados da gestão de manutenção, reconhecida pela excelência de suas

Leia mais

Trabalho Computacional

Trabalho Computacional Universidade Federal do Espírito Santo Departamento de Informática Profª Claudia Boeres Teoria dos Grafos - 2014/2 Trabalho Computacional 1. Objetivo Estudo e implementação de algoritmos para resolução

Leia mais

Gerenciamento de Requisitos Gerenciamento de Requisitos

Gerenciamento de Requisitos Gerenciamento de Requisitos Gerenciamento de Requisitos Objetivos da disciplina Descrever o processo de Gerenciamento e Engenharia de Requisitos para projetos Treinar alunos no Gerenciamento de Requisitos Apresentar estudos de caso

Leia mais

Lista 01: Introdução à Probabilidade

Lista 01: Introdução à Probabilidade INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA DIVISÃO DE ENGENHARIA MECÂNICA-AERONÁUTICA MB-210: Probabilidade e Estatística Lista 01: Introdução à Probabilidade Prof. Denise Beatriz Ferrari denise@ita.br 2 o Sem/2013

Leia mais

MODELAGEM DE SISTEMAS

MODELAGEM DE SISTEMAS MODELAGEM DE SISTEMAS Diagramas de Casos de Uso Profa. Rosemary Melo Diagrama de Casos de Uso Modelagem de Sistemas Apresenta uma visão externa geral das funções ou serviços que o sistema deverá oferecer

Leia mais

MPU Administração de Recursos Materiais Parte 02 Janilson Santos

MPU Administração de Recursos Materiais Parte 02 Janilson Santos MPU Administração de Recursos Materiais Parte 02 Janilson Santos 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. 1. Ponto de Pedido PP = (D x TR) + ES Onde: D = Demanda do

Leia mais

Agrupamento de escolas de Coruche. CURSO PROFISSIONAL Ano lectivo 2013/2014

Agrupamento de escolas de Coruche. CURSO PROFISSIONAL Ano lectivo 2013/2014 Agrupamento de escolas de Coruche CURSO PROFISSIONAL Ano lectivo 2013/2014 Técnico de Apoio à Gestão Desportiva Componente de formação: Sócio-cultural: Português Língua estrangeira I, II ou III (b) Área

Leia mais

COMO SIMULAR PROJEÇOES FINANCEIRAS ATRAVÉS DO METODO DE MONTE CARLO

COMO SIMULAR PROJEÇOES FINANCEIRAS ATRAVÉS DO METODO DE MONTE CARLO COMO SIMULAR PROJEÇOES FINANCEIRAS ATRAVÉS! O que é o método de simulação de Monte Carlo?! Como utilizar números aleatórios para testar uma simulação financeira?! Como gerar números aleatórios pelo Excel?!

Leia mais

Prof. Antonio Almeida de Barros Jr. Prof. Antonio Almeida de Barros Junior

Prof. Antonio Almeida de Barros Jr. Prof. Antonio Almeida de Barros Junior Prof. Antonio Almeida de Barros Jr. Introdução Dados Informações Banco de Dados Conceitos Básicos em Bancos de Dados Definição BD - Banco de Dados SGBD - Sistema de Gerenciamento de BD Programa de Aplicação

Leia mais

Metodologia de Desenvolvimento de Software. Prof. M.Sc. Sílvio Bacalá Jr

Metodologia de Desenvolvimento de Software. Prof. M.Sc. Sílvio Bacalá Jr Metodologia de Desenvolvimento de Software Prof. M.Sc. Sílvio Bacalá Jr Objetivos Discutir aspectos de Engenharia de Software Aplicar um método de desenvolvimento para especificação e projeto de software

Leia mais

Gestão de Operações II Teoria das Filas

Gestão de Operações II Teoria das Filas Gestão de Operações II Teoria das Filas Prof Marcio Cardoso Machado Filas O que é uma fila de espera? É um ou mais clientes esperando pelo atendimento O que são clientes? Pessoas (ex.: caixas de supermercado,

Leia mais

Qualidades. Atributos de Qualidade. Atributos de Qualidade. Categorias de Qualidades. Arquitecturas de Software

Qualidades. Atributos de Qualidade. Atributos de Qualidade. Categorias de Qualidades. Arquitecturas de Software Arquitecturas de Software Atributos de Qualidade António Rito Silva Rito.Silva@inesc-id.pt Qualidades Nenhuma qualidade pode ser maximizada num sistema sem sacrificar uma outra qualidade ou qualidades

Leia mais

Administração da Produção I

Administração da Produção I Administração da Produção I Manutenção Manutenção Manutenção: Termo usado para abordar a forma pela qual organizações tentam evitar as falhas cuidando de suas instalações físicas. É uma parte importante

Leia mais

6. Resultados obtidos

6. Resultados obtidos 6. Resultados obtidos 6.1 O Balanced corecard final Utilizando a metodologia descrita no capítulo 5, foi desenvolvido o Balanced corecard da Calçados yrabel Ltda. Para facilitar o entendimento deste trabalho,

Leia mais

Introdução a Teoria das Filas

Introdução a Teoria das Filas DISC. : PESQUISA OPERACIONAL II Introdução a Teoria das Filas Prof. Mestre José Eduardo Rossilho de Figueiredo Introdução a Teoria das Filas Introdução As Filas de todo dia. Como se forma uma Fila. Administrando

Leia mais

Instruções. Formulário de Gerenciamento de Estágio Probatório

Instruções. Formulário de Gerenciamento de Estágio Probatório Instruções Formulário de Gerenciamento de Estágio Probatório 1. O instrumento de gerenciamento do estágio probatório está dividido em Dimensões (constituídas por Fatores) e Comportamentos, de acordo com

Leia mais

Gerencie adequadamente os custos da sua frota

Gerencie adequadamente os custos da sua frota Gerencie adequadamente os custos da sua frota O que é gestão de Frota? De acordo com definição encontrada no livro Gerenciamento de Transporte e Frota, o termo gestão de frota representa a atividade de

Leia mais

Conjunto de todos os resultados possíveis de um experimento aleatório.

Conjunto de todos os resultados possíveis de um experimento aleatório. VII Probabilidades Em todos os fenômenos estudados pela Estatística, os resultados, mesmo nas mesmas condições de experimentação, variam de uma observação para outra, dificultando a previsão de um resultado

Leia mais

Escalonamento de processos

Escalonamento de processos Escalonamento de processos Adriano J. Holanda http://holanda.xyz 24/8/2015 Conceitos básicos Políticas Processos limitados por E/S x processador E/S processos limitados por E/S gastam a maior parte do

Leia mais

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1.2 Aspectos Gerais

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1.2 Aspectos Gerais Sistemas Operacionais Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 1.2 Aspectos Gerais Estrutura do Sistema Operacional Principais Funções do Sistema Operacional Tratamento de interrupções e exceções Criação e

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EM REDES DE COMPUTADORES UTILIZANDO TEORIA DE FILAS 1

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EM REDES DE COMPUTADORES UTILIZANDO TEORIA DE FILAS 1 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EM REDES DE COMPUTADORES UTILIZANDO TEORIA DE FILAS 1 Anderson Luis Marchi 2 ; Tiago Boechel 3 ; Juliano Tonizetti Brignoli 4 INTRODUÇÃO A comunicação é uma das maiores necessidades

Leia mais

GERENCIAMENTO DO PROCESSADOR. Prof. Maicon A. Sartin

GERENCIAMENTO DO PROCESSADOR. Prof. Maicon A. Sartin GERENCIAMENTO DO PROCESSADOR Prof. Maicon A. Sartin Introdução Em sistema multiprogramáveis a UCP é compartilhada entre diversos processos Existem critérios para determinar a ordem de escolha para a execução

Leia mais

Administração da Produção I

Administração da Produção I Administração da Produção I Manutenção Manutenção Manutenção: Termo usado para abordar a forma pela qual organizações tentam evitar as falhas cuidando de suas instalações físicas. É uma parte importante

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1 ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1 Índice 1. Introdução...3 1.1. O que é um Computador?... 3 1.2. Máquinas Multiníveis... 3 2 1. INTRODUÇÃO 1.1 O QUE É UM COMPUTADOR? Para estudarmos como um computador

Leia mais

Dados. Qualquer elemento (aspecto, fato, medida etc.) representativo, disponível e coletável na realidade. fatos no estado bruto, conforme Platão;

Dados. Qualquer elemento (aspecto, fato, medida etc.) representativo, disponível e coletável na realidade. fatos no estado bruto, conforme Platão; Dados Os Dados são os fatos em sua forma primária, como observamos no mundo. Qualquer elemento (aspecto, fato, medida etc.) representativo, disponível e coletável na realidade. fatos no estado bruto, conforme

Leia mais

Desempenho de Operações. EAD 0763 Aula 2 Livro Texto Cap.2 Leonardo Gomes

Desempenho de Operações. EAD 0763 Aula 2 Livro Texto Cap.2 Leonardo Gomes Desempenho de Operações EAD 0763 Aula 2 Livro Texto Cap.2 Leonardo Gomes Agenda da aula 1 Desempenho de operações 2 Estudo de caso Capítulo 2- Desempenho de Operações Desempenho de operações Como avaliar

Leia mais

Comparação SDs X Scs

Comparação SDs X Scs Prof. Alexandre Lima Sistemas Distribuídos Cap 9 1/7 Comparação SDs X Scs Distribuição inerente Economia Velocidade Confiabilidade Crescimento incremental Descrição Algumas aplicações envolvem máquinas

Leia mais

Profs. Deja e Andrei

Profs. Deja e Andrei Disciplina Sistemas Distribuídos e de Tempo Real Profs. Deja e Andrei Sistemas Distribuídos 1 Conceitos e Projetos de Sistemas Distribuídos Objetivos: Apresentar uma visão geral de processamento distribuído,

Leia mais

Sumário. Deadlock. Definição. Recursos. M. Sc. Luiz Alberto lasf.bel@gmail.com

Sumário. Deadlock. Definição. Recursos. M. Sc. Luiz Alberto lasf.bel@gmail.com Sumário Condições para Ocorrência de Modelagem de Evitando deadlock Algoritmo do banqueiro M. Sc. Luiz Alberto lasf.bel@gmail.com Aula - SO 1 Definição Um conjunto de N processos está em deadlock quando

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA STI Nº 01/2011 Versão: 01 Publicação: DJE nº de / /2011 Unidade Responsável: Coordenadoria de Tecnologia da Informação - CTI I FINALIDADE Instituir a Metodologia

Leia mais

ERGONOMIA. Prof. Ruy Alexandre Generoso

ERGONOMIA. Prof. Ruy Alexandre Generoso ERGONOMIA Prof. Ruy Alexandre Generoso Ergonomia de Software - Definição É a ciência que estuda o conforto, a utilização, a organização e a documentação do software. Tem como objetivo facilitar e otimizar

Leia mais

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1 Introdução

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1 Introdução Sistemas Operacionais Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 1 Introdução Conceituação Um Sistema Operacional tem como função principal gerenciar os componentes de hardware (processadores, memória principal,

Leia mais

Modelos de Sistemas Distribuídos. . Requerimentos de Projeto para Arquiteturas Distribuídas

Modelos de Sistemas Distribuídos. . Requerimentos de Projeto para Arquiteturas Distribuídas Modelos de Sistemas Distribuídos. Introdução. Modelos is. Requerimentos de Projeto para s Distribuídas 1 Introdução Introdução. Existem 2 conjuntos de modelos de sistemas distribuídos: -> Conjunto dos

Leia mais

5.1 Modelo de uma rede óptica com conversores de comprimento de onda

5.1 Modelo de uma rede óptica com conversores de comprimento de onda 5 Trabalho Realizado Na seção 2.3, estabeleceu-se que uma das alternativas sub-ótimas de alocação de conversores de comprimento de onda em redes parciais é fazer uso de simulações para gerar estatísticas

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM DINAMÔMETRO PARA MOTORES ELÉTRICOS EMPREGADOS EM VEÍCULOS EM ESCALA, COM MEDIDA DE DIRETA DE TORQUE E CARGA VARIÁVEL

DESENVOLVIMENTO DE UM DINAMÔMETRO PARA MOTORES ELÉTRICOS EMPREGADOS EM VEÍCULOS EM ESCALA, COM MEDIDA DE DIRETA DE TORQUE E CARGA VARIÁVEL DESENVOLVIMENTO DE UM DINAMÔMETRO PARA MOTORES ELÉTRICOS EMPREGADOS EM VEÍCULOS EM ESCALA, COM MEDIDA DE DIRETA DE TORQUE E CARGA VARIÁVEL Aluno: Vivian Suzano Orientador: Mauro Speranza Neto 1. Introdução

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS GABINETE DO REITOR PRÓ-REITORIA DE INFRAESTRUTURA NÚCLEO DE TRANSPORTE

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS GABINETE DO REITOR PRÓ-REITORIA DE INFRAESTRUTURA NÚCLEO DE TRANSPORTE Memorando Circular nº 001/2013 Pelotas, 13 de junho de 2013. Do: Núcleo de Transporte Ao: Gabinete do Reitor, Pró-Reitorias, Unidades Acadêmicas e Administrativas, Órgãos Suplementares Procedimento padrão

Leia mais

1. LICENCIAMENTO 2. SUPORTE TÉCNICO

1. LICENCIAMENTO 2. SUPORTE TÉCNICO 1. LICENCIAMENTO 1.1. Todos os componentes da solução devem estar licenciados em nome da CONTRATANTE pelo período de 36 (trinta e seis) meses; 1.2. A solução deve prover suporte técnico 8 (oito) horas

Leia mais

APLICAÇÃO DA TEORIA DAS FILAS NO SISTEMA DE ATENDIMENTO DE UMA EMPRESA DO RAMO ALIMENTÍCIO

APLICAÇÃO DA TEORIA DAS FILAS NO SISTEMA DE ATENDIMENTO DE UMA EMPRESA DO RAMO ALIMENTÍCIO APLICAÇÃO DA TEORIA DAS FILAS NO SISTEMA DE ATENDIMENTO DE UMA EMPRESA DO RAMO ALIMENTÍCIO Ana Victoria da Costa Almeida (anavictoriaalmeida@yahoo.com.br / UEPA) Kelvin Cravo Custódio (kelvim_scb9@hotmail.com

Leia mais

UDESC DCC TADS DISCIPLINA : PESQUISA OPERACIONAL QUINTA LISTA DE EXERCÍCIOS

UDESC DCC TADS DISCIPLINA : PESQUISA OPERACIONAL QUINTA LISTA DE EXERCÍCIOS UDESC DCC TADS DISCIPLINA : PESQUISA OPERACIONAL QUINTA LISTA DE EXERCÍCIOS 1.) Clientes chegam a uma barbearia, de um único barbeiro, com uma duração média entre chegadas de 20 minutos. O barbeiro gasta

Leia mais

Capítulo 4 Gerência do Processador. O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano. Isaac Newton

Capítulo 4 Gerência do Processador. O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano. Isaac Newton Universidade Federal de Itajubá UNIFEI Instituto de Engenharia de Sistemas e Tecnologias da Informação IESTI CCO 004 Sistemas Operacionais Prof. Edmilson Marmo Moreira 4.1 Introdução Capítulo 4 Gerência

Leia mais

CNEC FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI

CNEC FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI CNEC FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO SICOCC Grupo: Flávio T. M. de Toledo Márcio P. Quagliato Mateus P. Quagliato RA: 2003D025 RA: 2003D021 RA: 2003D022 Profº: Vitor Brandi

Leia mais

Fundamentos de Modelagem de Sistemas

Fundamentos de Modelagem de Sistemas EA 044 Planejamento e Análise de Sistemas de Produção Fundamentos de Modelagem de Sistemas ProfFernandoGomide Fundamentos de Modelagem Introdução à modelagem e decisão Definição de modelos Modelagem e

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS LIDERANÇA DO PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE. Projeto de Resolução nº, de 2015. (Do Sr. Chico Alencar)

CÂMARA DOS DEPUTADOS LIDERANÇA DO PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE. Projeto de Resolução nº, de 2015. (Do Sr. Chico Alencar) CÂMARA DOS DEPUTADOS LIDERANÇA DO PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE Projeto de Resolução nº, de 2015. (Do Sr. Chico Alencar) Estabelece boas práticas de gestão e uso de Energia Elétrica e de Água na Câmara

Leia mais

Motivos para você ter um servidor

Motivos para você ter um servidor Motivos para você ter um servidor Com a centralização de dados em um servidor, você poderá gerenciar melhor informações comerciais críticas. Você pode proteger seus dados tornando o backup mais fácil.

Leia mais

Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW

Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW Ciclo de Vida Aula 2 Revisão 1 Processo de Desenvolvimento de Software 1 O Processo de desenvolvimento de software é um conjunto de atividades, parcialmente ordenadas, com a finalidade de obter um produto

Leia mais

SIMPROS 2007 02/01/2008. VIII Simpósio Internacional de Melhoria de Processo de Software. Análise da Correlação entre Métricas de Tamanho, Apoio:

SIMPROS 2007 02/01/2008. VIII Simpósio Internacional de Melhoria de Processo de Software. Análise da Correlação entre Métricas de Tamanho, Apoio: Análise da Correlação entre Métricas de Tamanho, Complexidade de Código, Complexidade Funcional e Defeitos de Software Waldo Luis de Lucca wllucca@gmail.com Carolina Fontana carolinacacal@gmail.com Novembro

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais GERÊNCIA DO PROCESSADOR MACHADO/MAIA: CAPÍTULO 08 Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional Gerenciamento do Processador A gerência do processador pode ser considerada a atividade

Leia mais

Instalação licença Network SOLIDWORKS 2016

Instalação licença Network SOLIDWORKS 2016 Instalação licença Network SOLIDWORKS 2016 Como funciona a Versão NetWork: A instalação Network segue um padrão um pouco diferenciado da Licença Standalone, para esta instalação precisamos primeiramente

Leia mais

PRODUTOS SUSTENTÁVEIS

PRODUTOS SUSTENTÁVEIS PRODUTOS SUSTENTÁVEIS ObjETIVOS A ThyssenKrupp Elevadores, em sintonia com as tendências mundiais em transporte vertical, está focada em sua responsabilidade socioambiental. Por isso, desenvolve produtos

Leia mais

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO I NSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUI SAS EDUCACI ONAI S ANÍ SIO TEI XEIRA P ORTARIA Nº 150, DE 5 DE SETEMBRO DE 2008

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO I NSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUI SAS EDUCACI ONAI S ANÍ SIO TEI XEIRA P ORTARIA Nº 150, DE 5 DE SETEMBRO DE 2008 MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO I NSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUI SAS EDUCACI ONAI S ANÍ SIO TEI XEIRA P ORTARIA Nº 150, DE 5 DE SETEMBRO DE 2008 O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas

Leia mais

Módulo 4 DISPONIBILIDADE E CONFIABILIDADE DE ATIVOS DE TRANSPORTES

Módulo 4 DISPONIBILIDADE E CONFIABILIDADE DE ATIVOS DE TRANSPORTES Módulo 4 DISPONIBILIDADE E CONFIABILIDADE DE ATIVOS DE TRANSPORTES Análise da Vida Útil do Ativo MAXIMIZAR o Tempo de Operação dos equipamentos pela contenção das causas fundamentais das falhas. Qualificar

Leia mais

Introdução Ciclo de vida tradicional de desenvolvimento Prototipagem Pacotes de software Desenvolvimento de 4ª geração Terceirização

Introdução Ciclo de vida tradicional de desenvolvimento Prototipagem Pacotes de software Desenvolvimento de 4ª geração Terceirização Prof. Ricardo José Pfitscher Material elaborado com base em: José Luiz Mendes Gerson Volney Lagemann Introdução Ciclo de vida tradicional de desenvolvimento Prototipagem Pacotes de software Desenvolvimento

Leia mais