DAVI BARRETO E FERNANDO GRAEFF

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DAVI BARRETO E FERNANDO GRAEFF"

Transcrição

1 OS TRECHOS EM FONTE NA COR VERMELHA SÃO AS NOVIDADES ACRESCENTADAS PELO AUTOR. CAPÍTULO QUANDO A AUDITORIA INDEPENDENTE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS É NECESSÁRIA? Vimos que a auditoria tornou se necessária para o correto funcionamento das atividades econômicas de hoje e que, apesar de já termos uma boa intuição sobre o assunto, ainda não falamos, explicitamente, sobre os motivos que levam a contratação do auditor. O primeiro e mais óbvio motivo são as determinações existentes na legislação brasileira. Vejamos algumas situações em que as empresas são legalmente obrigadas a serem auditadas: a Lei no 6.404/76 (lei das sociedades anônimas por ações) estabelece que as companhias abertas devem ser auditadas por auditores independentes registrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM); a Lei no /07, que alterou a lei das S.A., estabelece que as empresas de grande porte 1, ainda que não constituídas sob a forma de sociedade por ações, devem ser auditadas por auditores independentes registrados na CVM; o Banco Central determina que as instituições financeiras sejam auditadas por auditores independentes; a CVM, por meio da Instrução no 247/96, obrigou que as demonstrações consolidadas de controladoras e controladas sejam submetidas à auditoria independente; e a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) por intermédio da Res. CNSP 2 nº 118/04, determinou que as demonstrações contábeis, inclusive as notas explicativas das sociedades supervisionadas (sociedades seguradoras, de capitalização, resseguradoras locais e entidades abertas de previdência complementar) devem ser auditadas por auditor independente. Dentro desse contexto, surge o conceito de entidades de interesse do público, que, segundo as normas 3 de auditoria, são definidas como: as companhias de capital aberto; e qualquer outra entidade que: o o seja definida como de interesse do público por lei ou regulamento; ou que demande auditoria conduzida de acordo com os mesmos requerimentos de independência que se aplicam à auditoria de companhias abertas (ex.: entidades de grande porte). Enfim, as entidades de interesse do público, como o próprio nome denota, atendem um interesse especial da sociedade e, dessa forma, demandam um tratamento diferenciado das normas de auditoria independente, seja devido à natureza do negócio, ao porte, ao número de empregados etc. 1 2 As empresas de grande porte são aquelas que tenham, no exercício anterior, ativo total superior a R$ 240 milhões ou receita bruta anual superior a R$ 300 milhões. Conselho Nacional de Seguros Privados. 3 Resolução CFC nº 1.311/10: NBC PA 290 Independência Trabalhos de Auditoria e Revisão.

2 Além das obrigações legais, existem outros motivos que podem levar uma empresa a se submeter a uma auditoria externa, entre eles citamos: (...) CAPÍTULO COMPETÊNCIA TÉCNICO PROFISSIONAL 4 O auditor independente das demonstrações contábeis, assim como qualquer outro profissional, necessita de competências técnicas para exercer o seu trabalho. Quando falamos nessas competências, a primeira coisa que nos vem em mente é o conhecimento específico exigido desse profissional: contabilidade. Em outras palavras, o auditor deve possuir conhecimento atualizado dos Princípios de Contabilidade 5 e das Normas Brasileiras de Contabilidade, bem como das técnicas contábeis, especialmente na área de auditoria, e da legislação inerente à sua profissão. Por esse motivo a auditoria das demonstrações contábeis deve ser exercida por bacharel em Ciências Contábeis (contadores propriamente ditos). Contudo, é necessário que esse profissional vá além dos conhecimentos relativos à sua formação acadêmica e conheça as atividades específicas da entidade auditada, ou seja, conceitos e técnicas administrativas e a legislação específica aplicável. Ora, um profissional incumbido de auditar, por exemplo, as demonstrações contábeis de uma grande empresa do setor de petróleo, provavelmente necessita de conhecimentos específicos da área para realizar seu trabalho. Pois somente assim será possível compreender e identificar as transações realizadas, seus impactos na contabilidade da instituição e, consequentemente, seus efeitos nas demonstrações contábeis. (...) 6.2. INDEPENDÊNCIA 6 Outro ponto importante, quando tratamos das normas profissionais do auditor, refere se à sua independência, condição fundamental e óbvia para o exercício da atividade de auditoria independente das demonstrações contábeis. Podemos definir independência como o estado no qual as obrigações ou os interesses do auditor são, suficientemente, isentos dos interesses das entidades auditadas para permitir que os serviços sejam prestados com objetividade. Em suma, é a capacidade de julgar e atuar com integridade e objetividade, permitindo a emissão de relatórios imparciais em relação à entidade auditada, aos acionistas, aos sócios, aos quotistas, aos cooperados e a todas as demais partes que possam estar relacionadas com o seu trabalho. Nesse sentido, o auditor deve ser independente, não podendo se deixar influenciar por preconceitos ou quaisquer outros elementos materiais ou afetivos que resultem perda, efetiva ou aparente, de sua independência. Ou seja, deve evitar fatos e circunstâncias que passem a percepção de que sua integridade, objetividade ou ceticismo profissional estejam comprometidos. Dessa forma, a independência do auditor compreende independência de pensamento (não sofrer influências que comprometam o julgamento profissional) e a aparência de independência (evitar fatos e Item 1.1 da Resolução CFC nº 821/1997: NBC P 1 Normas Profissionais de Auditor Independente. Resolução CFC nº 1.282/2010 Atualiza e consolida dispositivos da Resolução CFC nº 750/1993, que dispõe sobre os Princípios Fundamentais de Contabilidade. Resolução CFC nº 1.311/2010: NBC PA 290 Independência Trabalhos de Auditoria e Revisão.

3 circunstâncias que levantem suspeitas sobre a integridade, a objetividade ou o ceticismo profissional da firma ou de algum membro da equipe de auditoria). A independência em relação ao cliente de auditoria é requerida desde o início dos trabalhos do auditor até a emissão do seu relatório (denominado período de contratação), assim como durante o período coberto pelas demonstrações contábeis em análise. É importante observar que há uma série de ameaças à independência do auditor. No dia a dia de uma auditoria, ele se depara com diversas situações que podem comprometer a integridade e a objetividade do seu trabalho. Não se pode esquecer que o auditor é um ser humano e, como tal, está sujeito a uma série de influências internas e externas. De acordo com as normas profissionais de auditoria, a independência pode ser afetada por ameaças de interesse próprio, autorrevisão, defesa de interesses do cliente, familiaridade e intimidação. Ameaça de interesse próprio: ocorre quando o auditor pode auferir benefícios financeiros na entidade auditada, ou outro conflito de interesse próprio com essa entidade. Ameaça de autorrevisão: ocorre quando o auditor era, anteriormente, administrador ou diretor da entidade auditada, ou era um funcionário cujo cargo lhe permitia exercer influência direta e importante sobre o objeto do trabalho de auditoria. Ameaça de defesa de interesses do cliente: ocorre quando o auditor defende ou parece defender a posição ou a opinião da entidade auditada (cliente), a ponto de poder comprometer ou dar a impressão de comprometer a objetividade. Ameaça de familiaridade: ocorre quando, em virtude de um relacionamento estreito com uma entidade auditada, com seus administradores, com diretores ou com funcionários, o auditor passa a se identificar, demasiadamente, com os interesses da entidade. Ameaça de intimidação: ocorre quando o auditor encontra obstáculos para agir objetivamente e com ceticismo profissional, devido a ameaças, reais ou percebidas, por parte de administradores, diretores ou funcionários de uma entidade. Sempre que for identificada qualquer uma dessas ameaças, exceto aquelas consideradas insignificantes, devem ser definidas e aplicadas salvaguardas adequadas para eliminar ou reduzir a um nível aceitável essa ameaça, por meio de um processo decisório devidamente documentado. A natureza dessas salvaguardas pode mudar conforme cada caso, contudo, o auditor sempre deve ter em mente que precisa, antes de tudo, aparentar independência. É certo que, em alguns casos, não há salvaguarda capaz de eliminar ou reduzir as ameaças e, nesses casos, o auditor será impedido de executar o trabalho. Note que é impossível definir todas as situações que criam ameaças à independência e especificar as exatas medidas apropriadas. Assim, sempre se deve considerar o que um terceiro bem informado, tendo conhecimento de todas as informações pertinentes, incluindo as salvaguardas aplicadas, concluiria, numa avaliação razoável, ser inaceitável. Ao decidir sobre a aceitação ou a continuação do trabalho, ou se uma pessoa específica pode ser membro da equipe de auditoria, o auditor deve identificar e avaliar as ameaças à independência. Se as ameaças à independência são significativas, deve se avaliar se há salvaguardas disponíveis capazes de eliminar ou reduzir essas ameaças a um nível aceitável. Diante de todo o exposto, é preciso identificar quais situações caracterizam a perda de independência do auditor em relação à entidade auditada. Os principais fatores que podem levar à perda de independência são: 1. interesses financeiros diretos ou indiretos relativos à entidade auditada; 2. operações de créditos e garantias com a entidade auditada; 3. relacionamentos comerciais com a entidade auditada; 4. relacionamentos familiares e pessoais com a entidade auditada;

4 5. emprego em cliente de auditoria; 6. outros serviços prestados pelas firmas de auditoria independente; 7. rotação dos líderes de equipe de auditoria; 8. incompatibilidade ou inconsistência do valor dos honorários; e 9. aceitação de presentes e brindes. Os exemplos de perda de independência citados não são exaustivos. Assim sendo, outras situações podem ensejar o conflito de interesses e a perda de independência Interesses financeiros Interesses financeiros são a propriedade de títulos, os valores mobiliários ou quaisquer outros tipos de investimentos adquiridos ou mantidos pela entidade de auditoria, seus sócios, membros da equipe de auditoria ou membros imediatos da família destas pessoas, relativamente à entidade auditada, suas controladas ou integrantes de um mesmo grupo econômico. Podemos dividi los em diretos e indiretos, sendo que os primeiros são aqueles sobre os quais o detentor tem controle direto sobre o investimento (seja em ações, debêntures ou em outros títulos e valores mobiliários) ou a capacidade de influenciar suas decisões de investimento, enquanto que os interesses indiretos são aqueles sobre os quais o detentor não tem controle algum sobre o investimento. Em outras palavras, os interesses financeiros indiretos estão relacionados a investimentos em empresas ou outras entidades, por planos de investimento global, sucessão, fideicomisso, fundo comum de investimento ou entidade financeira sobre os quais a pessoa não detém o controle nem exerce influência significativa (ex.: fundo de ações administrado por um banco). Dessa forma, a relevância de interesse financeiro indireto deve ser sempre considerada em cada caso. Sejam esses interesses diretos ou indiretos, sempre que existirem, caracterizam a perda de independência do auditor. Assim, se um membro da equipe de auditoria, um familiar imediato dessa pessoa, ou a firma de auditoria, tiver interesse financeiro direto ou indireto relevante no cliente de auditoria, a ameaça de interesse próprio criada é tão significativa que nenhuma salvaguarda pode reduzir a ameaça a um nível aceitável. Portanto, nenhuma dessas pessoas deve ter interesse financeiro direto ou indireto relevante na entidade auditada. As normas do CFC citam outros casos de interesse financeiro. O quadro abaixo traz alguns deles: Se houver interesse financeiro de familiar próximo de um membro da equipe de auditoria. O que fazer? A ameaça deve ser avaliada e salvaguardas aplicadas quando necessárias para eliminá la ou reduzi la a um nível aceitável, como: alienação, pelo familiar próximo, assim que possível, de todo o interesse financeiro direto ou de parte suficiente do interesse financeiro indireto de modo que não seja mais relevante; revisão, por outro auditor, do trabalho realizado pelo membro da equipe de auditoria; retirada da pessoa da equipe de auditoria.... de membro da equipe, de familiar imediato, ou da firma em entidade que seja Não há salvaguarda capaz de reduzir a ameaça a um nível aceitável.

5 controladora do cliente de auditoria (relevante para a controladora).... de outros sócios do escritório de auditoria, ou de seus familiares imediatos. Não há salvaguarda capaz de reduzir a ameaça a um nível aceitável Operações de créditos e garantias O auditor e seus familiares não podem ter operações relevantes de créditos ou garantia de operações de créditos com as entidades auditadas. Dessa forma, vamos supor, por exemplo, que a empresa da esposa do auditor independente possua um empréstimo de R$ 5 milhões com um banco que contratou esse auditor para prestar serviços de auditoria independente. Isso representa uma séria ameaça à independência desse profissional. Assim, se o empréstimo ou a garantia não é concedido segundo procedimentos, prazos e condições de financiamento normais, seria criada ameaça de interesse próprio tão significativa que nenhuma salvaguarda poderia reduzir a ameaça a um nível aceitável. Consequentemente, o membro da equipe de auditoria, seu familiar imediato ou firma não devem aceitar empréstimos e garantias nessas situações. Contudo, como sempre, bom senso é necessário e nem todas as operações de crédito são vetadas, desde que sejam sempre realizadas dentro dos requisitos e das condições oferecidos a terceiros. Um empréstimo ou uma garantia de empréstimo concedido por um banco ou instituição semelhante não cria ameaça à independência se for concedido segundo procedimentos, prazos e condições de financiamento normais. Exemplos incluem financiamentos residenciais, cheque especial, financiamentos de automóveis e saldos de cartão de crédito. No entanto, é preciso dedicar atenção especial aos casos de transações relevantes, mesmo se realizadas com instituições financeiras em condições normais. Nessas hipóteses, pode haver ameaças à independência do auditor que demandem salvaguardas como submeter o trabalho à revisão por outro auditor independente. Finalmente, é preciso salientar que existe uma situação em que a ameaça à independência é tão significante que nenhuma salvaguarda pode ser aplicada: caso o auditor ou membro da equipe de auditoria conceda empréstimo a uma entidade auditada que não seja banco ou instituição semelhante, ou mesmo garanta um empréstimo tomado por essa entidade. Nesse caso, a menos que o empréstimo ou a garantia seja irrelevante para as duas partes envolvidas, a única solução é recusar o trabalho. (...) Relacionamentos familiares e pessoais Relacionamentos familiares e pessoais entre membro da equipe de auditoria e conselheiro/diretor/certos empregados (dependendo de sua função) do cliente de auditoria podem criar ameaças de interesse próprio, familiaridade ou intimidação. A existência e a importância de quaisquer ameaças dependem de diversos fatores, incluindo as responsabilidades individuais na equipe de auditoria, a função do familiar ou outra pessoa no cliente e a proximidade do relacionamento. Ou seja, o auditor pode perder sua independência sempre que tiver relacionamento com pessoas que: exercem influência significativa sobre as políticas operacionais, financeiras ou contábeis, como presidente, diretor, administrador, gerente geral de uma entidade auditada; exercem influência nas demonstrações contábeis da entidade auditada, como controller, gerente de contabilidade, contador; e

6 são consideradas sensíveis sob o ponto de vista da auditoria, como cargos com atribuições de monitoramento dos controles internos (ex.: tesoureiro, auditor interno, gerente de compras/vendas etc.). Finalmente, se uma pessoa próxima ao auditor não pode ser alguém com influência significativa sobre as políticas operacionais, financeiras ou contábeis da entidade auditada, logicamente, o próprio auditor também não poderá sê lo. Portanto, se o auditor atuar também como diretor, membro do conselho de administração, conselho fiscal ou executivo da entidade auditada, a ameaça criada à perda de independência é de tal magnitude que não existe salvaguarda ou ação a ser aplicada que possa impedir o conflito de interesse. E, neste caso, a realização do trabalho deve ser recusada Emprego em cliente de auditoria A independência do auditor pode ser comprometida se um diretor, administrador ou empregado da entidade auditada já tiver ocupado a posição de membro da equipe de auditoria ou sócio da entidade de auditoria. Se este ex auditor ainda mantiver uma relação significativa com a firma de auditoria, a ameaça à independência é tão significativa que nenhuma salvaguarda pode resolver a situação. Portanto, a independência é considerada comprometida, a menos que: a pessoa não tenha direito a nenhum benefício ou pagamento, e qualquer valor devido para a pessoa não seja relevante para a firma de auditoria; a pessoa não continue a participar ou não aparenta participar dos negócios e atividades profissionais da firma de auditoria. Assim, quando não existe mais nenhuma relação significativa entre a firma e a pessoa, a existência e a importância de quaisquer ameaças de familiaridade ou de intimidação relacionadas ao ex auditor contratado pelo cliente dependem de fatores como: cargo que a pessoa assumiu no cliente; envolvimento que a pessoa terá com a equipe de auditoria; tempo decorrido desde que a pessoa deixou de ser membro da equipe de auditoria ou sócio da firma; cargo anterior que a pessoa tinha na equipe de auditoria ou firma, por exemplo, se a pessoa era responsável por manter o contato regular com a administração ou com os responsáveis pela governança do cliente. O auditor, após avaliar os fatores acima citados, deve tomar ações visando salvaguardar sua independência, tais como modificar o plano de auditoria, designar membros com experiência superior àquela do profissional que se transferiu para a entidade auditada para sua equipe de auditoria, envolver outro profissional que não seja membro da equipe de auditoria para revisar o trabalho realizado, ou ampliar o nível de controle de qualidade do trabalho. Também é criada ameaça à independência, quando um sócio ou membro da equipe de auditoria estiver em processo de negociação para ingressar na entidade auditada. Segundo as normas de auditoria, as políticas e os procedimentos da firma devem requerer que os membros de equipe de auditoria notifiquem ao entrarem em negociações sobre trabalho com o cliente. Ao receber essa notificação, a importância da ameaça deve ser avaliada e as salvaguardas, aplicadas, incluindo: retirada da pessoa da equipe de auditoria;

7 revisão de quaisquer julgamentos significativos efetuados por essa pessoa enquanto esteve na equipe. Por fim, é importante ressaltar que, no caso de entidades de interesse do público (vide definição no capítulo 2), para que não haja comprometimento da independência, é necessário que a entidade auditada tenha emitido demonstrações contábeis cobrindo um período de no mínimo 12 meses que não tenham sido objeto de auditoria em que o ex auditor participou Serviço recente em cliente de auditoria Existe também a possibilidade do caminho inverso: ex funcionários da empresa auditada que atuam como auditores. Assim, membros da entidade de auditoria que anteriormente estavam ligados à entidade auditada (ex.: administradores, executivos ou empregados) também promovem a perda de independência da entidade de auditoria. Isso se aplica, particularmente, no caso em que o profissional tenha que avaliar, por exemplo, elementos das demonstrações contábeis que ele mesmo tenha elaborado, ou ajudado a elaborar, enquanto atuava na empresa auditada. Portanto, dependendo de quando o membro da equipe de auditoria atuou na entidade, há duas possibilidades a serem analisadas: Durante o período coberto pela auditoria: a ameaça à perda de independência é tão significativa que nenhuma salvaguarda pode reduzi la a um nível aceitável. Consequentemente, tais indivíduos não devem ser designados como membros da equipe de auditoria. Antes do período coberto pelo relatório de auditoria: pode haver ameaças de interesse próprio, de autorrevisão ou de familiaridade. Por exemplo, essas ameaças seriam criadas se uma decisão tomada ou um trabalho executado pelo indivíduo no período imediatamente anterior, enquanto empregado pela entidade auditada está para ser analisado como parte da auditoria no período corrente. A significância dessas ameaças depende de fatores como a posição que o indivíduo ocupava na entidade auditada e ocupa na entidade de auditoria, bem como o lapso de tempo decorrido desde que o indivíduo desvinculou se da entidade auditada Outros serviços prestados pelas firmas de auditoria independente Os auditores independentes prestam, usualmente, outros serviços para as entidades auditadas, compatíveis com seu nível de conhecimento e capacitação. Como, muitas vezes, possuem um bom entendimento do negócio e contribuem com conhecimento e capacitação em outras áreas, os auditores são bastante valorizados e podem oferecer serviços como: avaliação de empresas e reavaliação de ativos; assistência tributária, fiscal e parafiscal; auditoria interna à entidade auditada; consultoria de sistema de informação; apoio em litígios, perícia judicial ou extrajudicial; finanças corporativas e assemelhados; seleção de executivos; e registro (escrituração) contábil. A prestação desses outros serviços, entretanto, pode criar ameaças à independência do auditor,

8 sendo que os princípios básicos que devem fundamentar qualquer regra de independência do auditor são: 1. o auditor não deve auditar o seu próprio trabalho; 2. o auditor não deve exercer funções gerenciais na entidade auditada; e 3. o auditor não deve promover interesses da entidade auditada. Dessa forma, é necessário sempre avaliar se a realização desses outros serviços pode vir a criar conflitos de interesses e, por conseguinte, possível perda de independência. Nesse sentido, o auditor ou firma de auditoria não pode prestar serviços considerados como de responsabilidade da administração, ou seja, atividades que conduzem e orientam a entidade, incluindo a tomada de decisões significativas sobre a aquisição, a distribuição e o controle de recursos humanos, financeiros, físicos e intangíveis. Assim, serviços que envolvem a responsabilidade da administração criam ameaças tão significativas que nenhuma salvaguarda pode reduzir as ameaças a um nível aceitável. Para uma atividade ser considerada como de responsabilidade da administração depende das circunstâncias, e essa avaliação requer o exercício de julgamento. Exemplos de atividades que seriam geralmente consideradas responsabilidade da administração incluem: estabelecer políticas e orientação estratégica; orientar e assumir a responsabilidade pelas ações dos empregados da entidade; autorizar transações; decidir quais recomendações da firma ou de outros terceiros implementar; assumir a responsabilidade pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável; e assumir a responsabilidade por planejar, implementar e manter o controle interno. Serviços contábeis e de escrituração contábil A administração (da entidade) é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com a estrutura de relatórios financeiros aplicável. Assim, a prestação de serviços contábeis e de escrituração contábil a um cliente de auditoria, como elaboração de registros contábeis ou demonstrações contábeis, cria ameaça de autorrevisão quando o auditor posteriormente audita as demonstrações contábeis. O auditor, no entanto, pode prestar serviços relacionados à elaboração de registros contábeis e demonstrações contábeis, que sejam rotineiros ou de natureza mecânica, desde que qualquer ameaça de autorrevisão criada seja reduzida a um nível aceitável. Exemplos desses serviços incluem: prestação de serviços de folha de pagamento baseados em dados originados pelo cliente; registro de transações para as quais o cliente determinou ou aprovou a classificação contábil adequada; lançamento de transações codificadas pelo cliente na razão geral; registro de lançamentos aprovados pelo cliente no balancete; elaboração de demonstrações contábeis com base em informações no balancete. Em todos os casos, a importância de qualquer ameaça deve ser avaliada, e salvaguardas devem ser aplicadas quando necessárias, como não utilizar membro da equipe de auditoria na realização desses serviços ou utilizar um sócio ou um membro sênior com apropriada especialização, que não seja

9 membro da equipe de auditoria, para revisar o trabalho executado. No caso específico de entidades de interesse do público, a firma não deve prestar serviços contábeis e de escrituração contábil, mesmo aqueles de natureza rotineira ou mecânica, exceto: em situações de emergência 7 ; ou se os serviços envolverem aspectos irrelevantes das demonstrações contábeis e forem executados por pessoal que não é membro da equipe de auditoria. Serviços de auditoria interna Como foi dito, exemplos de outros serviços a serem prestados por firmas de auditoria independente são os de auditoria interna, decorrentes da terceirização desse departamento da empresa. Estes serviços, contudo, podem ser considerados como de responsabilidade da administração, gerar conflitos de interesse e, por conseguinte, perda de independência do auditor. Nesse caso, para que não seja caracterizada essa perda de independência é necessário que seja assegurado que: o cliente designa profissional apropriado e qualificado, de preferência da alta administração, para ser responsável todo o tempo pelas atividades de auditoria interna e reconhecer a responsabilidade por planejar, implementar e manter o controle interno; a administração ou os responsáveis pela governança do cliente revisam, avaliam e aprovam o escopo, o risco e a frequência dos serviços de auditoria interna; a administração do cliente avalia a adequação dos serviços de auditoria interna e as constatações resultantes de sua execução; a administração do cliente avalia e determina quais recomendações resultantes dos serviços de auditoria interna implementam e administram o processo de implementação; a administração do cliente comunica aos responsáveis pela governança as constatações e recomendações significativas resultantes dos serviços de auditoria interna. No caso específico de entidades de interesse do público, não se deve prestar serviços de auditoria interna referentes à parte significativa dos controles internos sobre relatórios financeiros; e referentes a sistemas contábeis financeiros que geram informações significativas para os registros contábeis do cliente Rotação dos líderes de equipe de auditoria O tempo que o profissional faz parte da equipe de auditoria e a sua função dentro dessa equipe podem ser fatores que venham a influenciar a objetividade e o ceticismo do auditor. Manter inalterada, por muito tempo, a liderança de uma equipe é desaconselhável isso viola o princípio da alternância do poder. A importância das ameaças depende de fatores como: tempo que a pessoa tem sido membro da equipe de auditoria; papel da pessoa na equipe de auditoria; estrutura da firma; natureza do trabalho de auditoria; se a equipe gerencial do cliente foi alterada; e se a natureza ou a complexidade dos assuntos contábeis e de relatório do cliente 7 quando é impraticável para o cliente de auditoria efetuar tais serviços ou contratar outras firmas, como nos casos em que somente a firma tem os recursos e o conhecimento necessário sobre os sistemas e os procedimentos do cliente para auxiliá-lo na elaboração tempestiva de seus registros contábeis e suas demonstrações contábeis.

10 mudou etc. Para mitigar essas ameaças, algumas salvaguardas podem ser aplicadas, como a rotação do pessoal sênior na equipe de auditoria; a revisão, por outro auditor (não membro da equipe de auditoria do trabalho do pessoal sênior); e revisões de qualidade interna ou externa independentes e regulares do trabalho. No ca so específico de entidades de interesse do público, a NBC PA determina as seguintes medidas: rotação do pessoal de liderança da equipe de auditoria a intervalos menores ou iguais a cinco anos consecutivos; e intervalo mínimo de dois anos para o retorno do pessoal de liderança à equipe. Durante esse período de dois anos, a pessoa não deve participar da auditoria da entidade, efetuar controle de qualidade para o trabalho, consultar a equipe de trabalho ou o cliente sobre assuntos técnicos ou específicos do setor, transações ou eventos ou de outra forma influenciar diretamente o resultado do trabalho. Embora a norma exija a rotação de liderança acima descrita, há previsão de certo grau de flexibilidade em relação ao momento de rotação em determinadas circunstâncias. Em raros casos, devido a circunstâncias imprevistas fora do controle da firma, pode ser permitido um ano adicional na equipe de auditoria desde que a ameaça à independência possa ser eliminada ou reduzida a um nível aceitável mediante a aplicação de salvaguardas. Por exemplo, o sócio chave da auditoria pode permanecer na equipe de auditoria por até um ano a mais, devido a eventos imprevistos que não permitem a rotação requerida, como no caso de doença séria do sócio designado para o trabalho. No caso de pequenas firmas de auditoria, que não dispõem de uma quantidade de profissionais suficiente para realizar essa alternância, ou no caso de auditores pessoas físicas, a rotação de liderança pode ser inviável. Nesses casos, se um órgão regulador independente previu a isenção da rotação de sócios nessas circunstâncias, a pessoa pode continuar atuando na entidade por mais cinco anos, de acordo com esse regulamento, desde que esse órgão regulador independente tenha especificado salvaguardas alternativas que são aplicadas, como a revisão externa independente regular Incompatibilidade ou inconsistência do valor dos honorários (...)

AUDITORIA CONTÁBIL. as normas são para controlar a qualidade do. os procedimentos de auditoria descrevem as

AUDITORIA CONTÁBIL. as normas são para controlar a qualidade do. os procedimentos de auditoria descrevem as Normas de Auditoria as normas são para controlar a qualidade do exame e do relatório; os procedimentos de auditoria descrevem as tarefas realmente cumpridas pelo auditor, na realização do exame. 2 CONCEITO

Leia mais

NBC PG 100 APLICAÇÃO GERAL AOS PROFISSIONAIS DA CONTABILIDADE

NBC PG 100 APLICAÇÃO GERAL AOS PROFISSIONAIS DA CONTABILIDADE NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE NBC PG 100, DE 24 DE JANEIRO DE 2014 Dispõe sobre a NBC PG 100 Aplicação Geral aos Profissionais da Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, considerando o

Leia mais

Então... Estrutura do Relatório. Estrutura do Relatório Compõe-se, basicamente, de quatro partes: Estrutura do Relatório

Então... Estrutura do Relatório. Estrutura do Relatório Compõe-se, basicamente, de quatro partes: Estrutura do Relatório Objetivos do Auditor Independente: Formar uma opinião sobre as demonstrações contábeis com base na avaliação das conclusões atingidas pela evidência de auditoria obtida; e Expressar claramente essa opinião

Leia mais

Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Ferramentas da Contabilidade. Termos Equivalentes. Auditoria de Demonstrações Contábeis

Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Ferramentas da Contabilidade. Termos Equivalentes. Auditoria de Demonstrações Contábeis Ferramentas da Contabilidade Escrituração Contabilidade de Custos Análise das Demonstrações Contábeis Auditoria Tipos de Auditoria Contábil ou Financeira ou Independente ou Externa ou Auditoria das Demonstrações

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 118, DE 2004.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 118, DE 2004. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 118, DE 2004. Dispõe sobre a prestação de serviços de auditoria independente para as sociedades seguradoras, de capitalização

Leia mais

NBC TA 500 - DISPOSIÇÕES. RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.217, de 03.12.2009

NBC TA 500 - DISPOSIÇÕES. RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.217, de 03.12.2009 NBC TA 500 - DISPOSIÇÕES RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.217, de 03.12.2009 Aprova a NBC TA 500 Evidência de Auditoria. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO

Leia mais

a importância de um sistema de auditoria independente como suporte indispensável ao órgão regulador;

a importância de um sistema de auditoria independente como suporte indispensável ao órgão regulador; 1) INTRODUÇÃO Ref.: Instrução CVM Nº 308, de 14 de maio de 1999, que dispõe sobre o registro e o exercício da atividade de auditoria independente no âmbito do mercado de valores mobiliários, define os

Leia mais

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Em vigor a partir de 01/04/2016 RINA Via Corsica 12 16128 Genova - Itália tel. +39 010 53851 fax +39 010 5351000 website : www.rina.org Normas

Leia mais

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE NBC TSC 4410, DE 30 DE AGOSTO DE 2013

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE NBC TSC 4410, DE 30 DE AGOSTO DE 2013 NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE NBC TSC 4410, DE 30 DE AGOSTO DE 2013 Dispõe sobre trabalho de compilação de informações contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições

Leia mais

1.1 O Certificado de Sistemas de Gestão da Qualidade SAS é um certificado de conformidade com a norma brasileira:

1.1 O Certificado de Sistemas de Gestão da Qualidade SAS é um certificado de conformidade com a norma brasileira: Documento analisado criticamente e aprovado quanto à sua adequação. * Revisão geral para atendimento à NBR ISO/IEC 17021-1:2015. Responsável: Carlos Henrique R. Figueiredo Diretor de Certificação 1 - Objetivo

Leia mais

CAPÍTULO XI FINANÇAS

CAPÍTULO XI FINANÇAS CAPÍTULO XI FINANÇAS A. INVESTIMENTO DOS FUNDOS DA ASSOCIAÇÃO As decisões referentes aos investimentos da associação deverão tomar como base as declarações sobre normas de investimentos para o Fundo Geral

Leia mais

ética Programa de Integridade Última atualização em: Circular Bancoob 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Página: 1/15

ética Programa de Integridade Última atualização em: Circular Bancoob 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Página: 1/15 ética Programa de Integridade 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Última atualização em: Circular Bancoob Página: 1/15 Índice Título 1: Apresentação... 3 Título 2: Risco da prática de atos lesivos contra

Leia mais

Assunto: Esclarecimentos relacionados à atuação do auditor no âmbito do mercado de valores mobiliários

Assunto: Esclarecimentos relacionados à atuação do auditor no âmbito do mercado de valores mobiliários COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Rua Sete de Setembro, 111/2-5º e 23-34º Andares Centro Rio de Janeiro - RJ CEP: 20050-901 Brasil Tel.: (21) 3554-8686 - www.cvm.gov.br OFÍCIO-CIRCULAR/CVM/SNC/GNA/n.º 01/2016

Leia mais

TRX Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A.

TRX Securitizadora de Créditos Imobiliários S.A. Balanços patrimoniais em 31 de dezembro (Em Reais) (reclassificado) (reclassificado) Ativo Nota 2012 2011 Passivo Nota 2012 2011 Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 4 61.664 207.743 Fornecedores

Leia mais

Material de apoio. Aula 05 Normas brasileiras de contabilidade Normas técnicas de auditoria independente

Material de apoio. Aula 05 Normas brasileiras de contabilidade Normas técnicas de auditoria independente Material de apoio Aula 05 Normas brasileiras de contabilidade Normas técnicas de auditoria independente Normas de auditoria que entraram em vigor no Brasil, em 2010 O CFC emitiu novas normas de auditoria

Leia mais

Este Caderno contém 34 questões de Conhecimentos Específicos: quatro discursivas e trinta de múltipla escolha, respectivamente.

Este Caderno contém 34 questões de Conhecimentos Específicos: quatro discursivas e trinta de múltipla escolha, respectivamente. Leia estas instruções: 1 2 3 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. Caso se identifique em qualquer outro local deste

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX. Contabilistas NBC T 13.2 Aprovação

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX. Contabilistas NBC T 13.2 Aprovação VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX Contabilistas NBC T 13.2 Aprovação Orientador Empresarial RESOLUÇÃO CFC 1.021, DE 18 DE MARÇO DE 2005 - DOU 22.04.2005 (Íntegra) Aprova

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PRODAF

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PRODAF TERMO DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PRODAF Introdução 1. O Estado do Piauí celebrou com o Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID, em 22 de outubro de 2010, o Contrato

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. 1.1. Gestões a serem auditadas: Contábil, Financeira, Patrimonial, Administrativa.

TERMO DE REFERÊNCIA. 1.1. Gestões a serem auditadas: Contábil, Financeira, Patrimonial, Administrativa. GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO FUNDAÇÃO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO TERMO DE REFERÊNCIA 1 DO OBJETO 1.1. Contratação de empresa

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA APOSTILA DE ESTUDO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Marcelo Cauduro de Castro - Mestre mccastro@terra.com.br MINI CURRÍCULO: Marcelo Cauduro de Castro é Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Federal

Leia mais

A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 12 para NBC TI 01.

A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 12 para NBC TI 01. A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 12 para NBC TI 01. RESOLUÇÃO CFC Nº 986/03 Aprova a NBC TI 01 Da Auditoria Interna. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE,

Leia mais

Aprovada a NBC T 19.18 Adoção Inicial da Lei n. 11.638/07 e da Medida Provisória n. 449/08

Aprovada a NBC T 19.18 Adoção Inicial da Lei n. 11.638/07 e da Medida Provisória n. 449/08 Aprovada a NBC T 19.18 Adoção Inicial da Lei n. 11.638/07 e da Medida Provisória n. 449/08 O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que o

Leia mais

Relatório dos auditores independentes. Demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2014 e 2013

Relatório dos auditores independentes. Demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Relatório dos auditores independentes Demonstrações contábeis MAA/MFD/YTV 2547/15 Demonstrações contábeis Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis Balanços patrimoniais

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS CONTÁBEIS

GLOSSÁRIO DE TERMOS CONTÁBEIS GLOSSÁRIO DE TERMOS CONTÁBEIS AMORTIZAÇÃO: Representa a conta que registra a diminuição do valor dos bens intangíveis registrados no ativo permanente, é a perda de valor de capital aplicado na aquisição

Leia mais

Demonstrações Financeiras Centro de Apoio Sócio Ambiental. 31 de dezembro de 2012 e 2011 com Relatório dos Auditores Independentes

Demonstrações Financeiras Centro de Apoio Sócio Ambiental. 31 de dezembro de 2012 e 2011 com Relatório dos Auditores Independentes Demonstrações Financeiras Centro de Apoio Sócio Ambiental com Relatório dos Auditores Independentes Demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 Índice Relatório dos auditores independentes sobre as

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES 1

TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES 1 Os Estados contratantes, TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES 1 Desejosos de contribuir para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, Desejosos de aperfeiçoar a proteção legal das invenções,

Leia mais

Manual de Instruções Gerais (MIG) Risco Operacional

Manual de Instruções Gerais (MIG) Risco Operacional 1/74 Título 1 Apresentação... 3 Título 2 Gerenciamento do Risco Operacional... 4 1 Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional 4 1 Considerações Gerais... 4 2 Estrutura Organizacional... 5 3 Responsabilidades...

Leia mais

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 276:2011) - OTS NORMA Nº NIT-DICOR-011 APROVADA EM MAR/2013 Nº 01/46 SUMÁRIO

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

PLANO DE GERÊNCIAMENTO DE RISCOS

PLANO DE GERÊNCIAMENTO DE RISCOS 1 PLANO DE GERÊNCIAMENTO DE RISCOS Versão 1.1 Rua Pedro Ribeiro, 85 - Matriz, Vitória de Santo Antão - PE, 55612-275 Pernambuco Brasil (81) 3523-0012 www.qualistec.com.br suporte@qualistec.com.br 2 Histórico

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 227, DE 2010.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 227, DE 2010. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 227, DE 2010. Dispõe sobre o capital mínimo requerido para autorização e funcionamento e sobre planos corretivo e de recuperação

Leia mais

AFRF. Auditoria. Teoria e Exercícios Prof. Alzira. Turma 02. Data de impressão: 30/03/10

AFRF. Auditoria. Teoria e Exercícios Prof. Alzira. Turma 02. Data de impressão: 30/03/10 AFRF Turma 02 Teoria e Exercícios Prof. Alzira Data de impressão: 30/03/10 ELABORAÇÃO E PRODUÇÃO: UMA PARCERIA Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.BR/CURITIBA MATERIAL DIDÁTICO

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 821/97 Aprova a NBC P 1 Normas Profissionais de Auditor Independente com alterações e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais

Leia mais

2013.02 AUDITORIA INTERNA. Prof. Esp. Ailton Nóbrega. www.profailtonnobrega@gmail.com. www.profailtonnobrega.blogspot.com.br

2013.02 AUDITORIA INTERNA. Prof. Esp. Ailton Nóbrega. www.profailtonnobrega@gmail.com. www.profailtonnobrega.blogspot.com.br 2013.02 AUDITORIA INTERNA Prof. Esp. Ailton Nóbrega www.profailtonnobrega@gmail.com www.profailtonnobrega.blogspot.com.br 01. APRESENTAÇÃO Buscando complementar as informações trabalhadas em sala de aula

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15. Combinação de Negócios

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15. Combinação de Negócios COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 15 Combinação de Negócios Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 3 Índice OBJETIVO 1 ALCANCE 2 IDENTIFICAÇÃO DE COMBINAÇÃO

Leia mais

Quadro Comparativo das Alterações Propostas ao Estatuto da CAIXA DE ASSISTÊNCIA E PREVIDÊNCIA FÁBIO DE ARAUJO MOTTA - CASFAM.

Quadro Comparativo das Alterações Propostas ao Estatuto da CAIXA DE ASSISTÊNCIA E PREVIDÊNCIA FÁBIO DE ARAUJO MOTTA - CASFAM. Quadro Comparativo das Alterações Propostas ao Estatuto da CAIXA DE ASSISTÊNCIA E PREVIDÊNCIA FÁBIO DE ARAUJO MOTTA - CASFAM 1 Estatuto CASFAM CAPITULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E OBJETO CAPITULO I

Leia mais

Por que sua organização deve implementar a ABR - Auditoria Baseada em Riscos

Por que sua organização deve implementar a ABR - Auditoria Baseada em Riscos Março de 2010 UM NOVO PARADIGMA PARA AS AUDITORIAS INTERNAS Por que sua organização deve implementar a ABR - Auditoria Baseada em Riscos por Francesco De Cicco 1 O foco do trabalho dos auditores internos

Leia mais

C o n s o l i d a ç ã o

C o n s o l i d a ç ã o Comparações entre Práticas Contábeis IAS 22 e 27 SIC 12 e 33 Pontos-chave para comparar diferenças ARB 51, APB 18, SFAS 94, 125 e 140 EITFs 90-15, 96-16, 96-20, Topic D-14, 96-21, 97-2, C51 FIN 46R D i

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas ATIVO 2014 2013 Explicativas CIRCULANTE 11.363 8.987 Disponibilidades 30 37 Relações Interfinanceiras / Aplicações R.F. 4 8.069 6.136 Operações de Crédito

Leia mais

Boletimj. Manual de Procedimentos. Temática Contábil e Balanços. Auditoria. Contabilidade Geral. Veja nos Próximos Fascículos. Fascículo N o 19/2014

Boletimj. Manual de Procedimentos. Temática Contábil e Balanços. Auditoria. Contabilidade Geral. Veja nos Próximos Fascículos. Fascículo N o 19/2014 Boletimj Manual de Procedimentos Fascículo N o 19/2014 // Auditoria Implicações práticas e particularidades da utilização do trabalho do auditor interno.... 01 // Contabilidade Geral Perdas decorrentes

Leia mais

POLÍTICA DO BANCO SOBRE A AUDITORIA DE PROJETOS E ENTIDADES. (Documento AF-100) Washington, DC. Consultas: (202) 623-1617 y 2235 dev-fmr@iadb.

POLÍTICA DO BANCO SOBRE A AUDITORIA DE PROJETOS E ENTIDADES. (Documento AF-100) Washington, DC. Consultas: (202) 623-1617 y 2235 dev-fmr@iadb. Banco Interamericano de Desenvolvimento POLÍTICA DO BANCO SOBRE A AUDITORIA DE PROJETOS E ENTIDADES (Documento AF-100) Washington, DC. Consultas: (202) 623-1617 y 2235 dev-fmr@iadb.org 1 Í N D I C E Página

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº 402, DE 27 DE JANEIRO DE 2004

INSTRUÇÃO Nº 402, DE 27 DE JANEIRO DE 2004 Ministério da Fazenda Comissão de Valores Mobiliários INSTRUÇÃO Nº 402, DE 27 DE JANEIRO DE 2004 Estabelece normas e procedimentos para a organização e o funcionamento das corretoras de mercadorias. O

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO

Leia mais

Auditoria da função de gestão de riscos operacionais* 1 de Agosto 2007. *connectedthinking

Auditoria da função de gestão de riscos operacionais* 1 de Agosto 2007. *connectedthinking Auditoria da função de gestão de riscos operacionais* 1 de Agosto 2007 *connectedthinking Conteúdo Introdução Parte I - Auditoria específica (complementar) na área de risco operacional Parte II - Contexto

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas ATIVO Explicativas CIRCULANTE 63.224 47.422 Disponibilidades 423 429 Relações Interfinanceiras / Aplicações R.F. 4 31.991 23.380 Relações Interdependências

Leia mais

Código de Ética e Conduta

Código de Ética e Conduta Código de Ética e Conduta 2015 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DA ALIANSCE I. Abrangência A Aliansce, todas as sociedades, direta ou indiretamente por ela controladas ou sob mesmo controle, e os Shopping Centers

Leia mais

Embratel Participações S.A.

Embratel Participações S.A. Embratel Participações S.A. Laudo de avaliação de acervo líquido formado por determinados ativos e passivos apurados por meio dos livros contábeis para efeito de cisão Em 30 de setembro de 2014 Índice

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES 1. Os termos e expressões relacionados abaixo, quando utilizados nesta Política, terão o seguinte significado: 1.1.

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Consórcio Intermunicipal do Vale do Jacuí CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DO VALE DO JACUÍ (CI/JACUÍ) CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Estado do Rio Grande do Sul Consórcio Intermunicipal do Vale do Jacuí CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DO VALE DO JACUÍ (CI/JACUÍ) CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DO VALE DO JACUÍ (CI/JACUÍ) CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO RESOLUÇÃO CA Nº 11/2015 Altera o Anexo I das Resoluções CA 005/2008 e 06/2013 a fim de adequá-los à nova redação do Estatuto

Leia mais

QUESTÃO DE REVISÃO. a) controle. b) detecção. c) distorção inerente. d) relevante

QUESTÃO DE REVISÃO. a) controle. b) detecção. c) distorção inerente. d) relevante TURMA 6º CCN CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS AUDITORIA CONTÁBIL PROF.º: AILTON NÓBREGA QUESTÃO DE REVISÃO 01. O planejamento adequado, a designação apropriada de pessoal

Leia mais

ESTATUTO FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL BRASLIGHT

ESTATUTO FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL BRASLIGHT ESTATUTO FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL BRASLIGHT ESTATUTO FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL BRASLIGHT ÍNDICE CAPÍTULO I - Da Denominação, Sede e Foro... 4 CAPÍTULO II - Dos Objetivos... 4 CAPÍTULO III - Do

Leia mais

Guia de Orientação. Conselho Federal de Contabilidade Cadastro Nacional de Auditores Independentes

Guia de Orientação. Conselho Federal de Contabilidade Cadastro Nacional de Auditores Independentes Conselho Federal de Contabilidade Cadastro Nacional de Auditores Independentes Guia de Orientação 1 ÍNDICE 1. DO CADASTRO NACIONAL DE AUDITORES INDEPENDENTES 1.1. Como teve origem o CNAI? 5 1.2. Quem vai

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE QUEIROZ GALVÃO EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO S.A.

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE QUEIROZ GALVÃO EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO S.A. POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE QUEIROZ GALVÃO EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO S.A. I. PROPÓSITO, ABRAGÊNCIA E ESCOPO A presente Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante da QGEP tem como propósito

Leia mais

Comitês do Banco BMG. Comitês Existentes

Comitês do Banco BMG. Comitês Existentes Comitês do Banco BMG Introdução Os Comitês representam coletivamente os interesses do Banco BMG, nos diversos segmentos de sua organização. É política do Banco BMG, manter o controle permanente de seus

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Nota. Explicativa

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Nota. Explicativa BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) ATIVO Nota Explicativa CIRCULANTE 39.755 68.651 Disponibilidades 522 542 Relações Interf./Aplicações R.F. 5 13.018 27.570 Relações Interdependências 6-1.733 Operações

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.649, DE 11 DE MARÇO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.649, DE 11 DE MARÇO DE 2013 CIRCULAR Nº 3.649, DE 11 DE MARÇO DE 2013 Dispõe sobre os procedimentos para instrução de processos de constituição, autorização para funcionamento, alterações de controle societário, reorganização societária,

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/2011 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 31/03/2011 - CEMEPE INVESTIMENTOS SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Fluxo de Caixa 5 Demonstração das Mutações

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Aprovada pelo Conselho de Administração em 03 de maio de 2012 1. INTRODUÇÃO Esta Política de Negociação estabelece diretrizes e procedimentos a serem observados

Leia mais

Inepar Telecomunicações S.A. Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2008 e 2007

Inepar Telecomunicações S.A. Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2008 e 2007 80 Inepar Telecomunicações S.A. Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2008 e 2007 Parecer dos Auditores Independentes 81 Aos Acionistas da Inepar Telecomunicações S.A Curitiba - PR 1. Examinamos

Leia mais

NORMA DE TREINAMENTO (NOR-352)

NORMA DE TREINAMENTO (NOR-352) COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DOS VALES DO SÃO FRANCISCO E DO PARNAÍBA Vinculada ao Ministério da Integração Nacional - MI NORMA DE TREINAMENTO (NOR-352) FOR-101/01 MANUAL DE RECURSOS HUMANOS CÓDIGO: 350

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Nota

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Nota BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Nota ATIVO Explicativa CIRCULANTE 19.098 15.444 Disponibilidades 98 90 Relações Interf. / Aplicações R.F. 5 13.053 9.797 Operações de Crédito 6 5.760 5.518 Outros

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO Aprovada em Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 29 de agosto

Leia mais

ESTRUTURA COMPLETA GERENCIAMENTO OPERACIONAL

ESTRUTURA COMPLETA GERENCIAMENTO OPERACIONAL ESTRUTURA COMPLETA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL O Conselho de Administração é o responsável pela Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional das cooperativas do Sicoob, a qual é composta da

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Capítulo I DO OBJETO

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Capítulo I DO OBJETO MINUTA DE RESOLUÇÃO Dispõe sobre a atividade de corretagem de resseguros, e dá outras providências. A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP, no uso da atribuição que lhe confere o art. 34, inciso

Leia mais

Estrutura do Parecer. Parecer de Auditoria. Exigências Legais para o Parecer. Exigências Legais para o Parecer. Tipos de Parecer. Parecer Sem Ressalva

Estrutura do Parecer. Parecer de Auditoria. Exigências Legais para o Parecer. Exigências Legais para o Parecer. Tipos de Parecer. Parecer Sem Ressalva Parecer de Auditoria Definição: Parecer do(s) Auditor(es) Independente(s) é o documento mediante o qual o Auditor expressa a sua opinião, clara e objetivamente, sobre as demonstrações contábeis auditadas.

Leia mais

AUDITORIA CONTÁBIL. Os problemas de Controle Interno encontram-se em todas as áreas das empresas modernas.

AUDITORIA CONTÁBIL. Os problemas de Controle Interno encontram-se em todas as áreas das empresas modernas. Controle Interno Os problemas de Controle Interno encontram-se em todas as áreas das empresas modernas. Exemplo: vendas, fabricação, compras. Quando exercido adequadamente sobre uma das funções acima,

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil)

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas ATIVO 2014 Explicativas CIRCULANTE 4.414 Disponibilidades 26 Relações Interfinanceiras / Aplicações R.F. 4 2.566 Operações de Crédito 5 1.800 Outros Créditos

Leia mais

OS3 SOLUÇÕES EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LTDA 2010

OS3 SOLUÇÕES EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LTDA 2010 Telefone: (19) 3119-7246 E-mail: contato@os3ti.com www.os3ti.com 1 CONDIÇÕES GERAIS DE SERVIÇOS Telefone: (19) 3119-7246 E-mail: contato@os3ti.com www.os3ti.com 2 1. DISPOSIÇÕES GERAIS (a) A menos se de

Leia mais

Ferramentas da Contabilidade. Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Objetivo da Auditoria Contábil

Ferramentas da Contabilidade. Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Objetivo da Auditoria Contábil Ferramentas da Contabilidade Tipos de Auditoria Escrituração Contabilidade de Custos Análise das Demonstrações Contábeis Auditoria * Balanço Patrimonial -- BP, BP, Demonstração do do Resultado do do Exercício

Leia mais

[TEXT OF COVER LETTER TO SR INFO NOTE FOR BORROWERS]

[TEXT OF COVER LETTER TO SR INFO NOTE FOR BORROWERS] Prezado/a Senhor/a, [TEXT OF COVER LETTER TO SR INFO NOTE FOR BORROWERS] Temos o prazer de passar a suas mãos a Nota Informativa anexa sobre reformas do regime de sanções do Banco aprovadas pelos Diretores

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA INTERNA. 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos procedimentos de auditoria interna

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA INTERNA. 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos procedimentos de auditoria interna 025 1/8 Sumário 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Documentos complementares 4 Definições 5 Procedimento 6. Formulários 7. Anexo A 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos

Leia mais

Art. 1º Aprovar o Regulamento para Designação de Organismos de Avaliação da Conformidade, em anexo.

Art. 1º Aprovar o Regulamento para Designação de Organismos de Avaliação da Conformidade, em anexo. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR-MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria nº 087, de 03 de maio de 2002. O PRESIDENTE DO INSTITUTO

Leia mais

AULA 6: IMPOSTO DE RENDA

AULA 6: IMPOSTO DE RENDA AULA 6: IMPOSTO DE RENDA Pessoal inicialmente desculpe pelo atraso no envio deste capítulo. Como já coloquei no quadro de avisos estava em Brasília e não consegui trabalhar com o material enquanto na capital.

Leia mais

BB Capitalização S.A.

BB Capitalização S.A. BB Capitalização S.A. CNPJ 07.681.872/0001-01 Demonstrações Contábeis Intermediárias Semestre findo em 30.06.2014 Contadoria Gesub - Gerência de Subsidiárias Subsi V - Divisão de Subsidiárias V RELATÓRIO

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Notas ATIVO 2014 2013 Explicativas CIRCULANTE 39.466 27.437 Disponibilidades 221 196 Relações Interf. / Aplicações R.F. 5 27.920 18.274 Operações de Crédito 6 11.138

Leia mais

Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados

Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO CORRETORA DE VALORES S.A. Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados Outubro de 2013 Regras

Leia mais

MELHORES PRÁTICAS DA OCDE

MELHORES PRÁTICAS DA OCDE MELHORES PRÁTICAS DA OCDE PARA A TRANSPARÊNCIA ORÇAMENTÁRIA INTRODUÇÃO A relação entre a boa governança e melhores resultados econômicos e sociais é cada vez mais reconhecida. A transparência abertura

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06. Operações de Arrendamento Mercantil

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06. Operações de Arrendamento Mercantil COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 Operações de Arrendamento Mercantil Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 17 (IASB) PRONUNCIAMENTO Índice Item OBJETIVO

Leia mais

O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos.

O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos. POLÍTICA DE COMPLIANCE INTRODUÇÃO O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos. Visto isso, a REAG INVESTIMENTOS

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE DA RAÍZEN ENERGIA S.A.

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE DA RAÍZEN ENERGIA S.A. POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE DA RAÍZEN ENERGIA S.A. 1. OBJETIVO 1.1. O objetivo da presente Política de Divulgação é estabelecer as regras e procedimentos a serem adotados pela Raízen

Leia mais

DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410

DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410 DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410 POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS (aprovada na RCA de 12.08.2009 e alterada nas RCA s de 14.06.2010, 04.11.2011 e 22.04.2014)

Leia mais

PRINCÍPIOS DE CONTABILIDADE

PRINCÍPIOS DE CONTABILIDADE PRINCÍPIOS DE CONTABILIDADE 1. Introdução No dia 28 de maio de 2010 houve uma atualização na Resolução CFC 750/93 para a Resolução CFC 1282/10, com o intuito de assegurar a aplicação correta das normas

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 245, de 22 de maio de 2015. O PRESIDENTE

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA CCX CARVÃO DA COLÔMBIA S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA CCX CARVÃO DA COLÔMBIA S.A. 1. Objetivo A presente Política de Negociação de es Mobiliários de emissão da CCX Carvão da Colômbia S.A. ( Política e Companhia, respectivamente) tem por objetivo estabelecer as regras e procedimentos

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.322/11

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.322/11 A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração deste Comunicado de CT 09 para CTA 04 e de outras normas citadas: de NBC T 19.16 para NBC TG 11; de NBC T 19.27 para NBC TG 26; e de CT 07 para

Leia mais

SEGUROS, RESSEGUROS E PREVIDÊNCIA

SEGUROS, RESSEGUROS E PREVIDÊNCIA SEGUROS, RESSEGUROS E PREVIDÊNCIA 1/3/2016 Em 15 de dezembro de 2015, foram publicadas normas de grande relevância para a indústria de seguros e resseguros, as quais trazem mudanças nas regras de constituição,

Leia mais

ANEXO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 02 (R2)

ANEXO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 02 (R2) COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Deliberação CVM nº 640, de 7 de outubro de 2010 (Pág. 57) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 02(R2) do Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC sobre efeitos das mudanças

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Nota

BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Nota BALANÇO PATRIMONIAL (Valores em R$ mil) Nota ATIVO Explicativa CIRCULANTE 48.622 31.823 Disponibilidades 684 478 Relações Interf./Aplicações R.F. 5 24.600 15.766 Operações de Crédito 6 22.641 15.395 Outros

Leia mais

AULA EXTRA: Resumo de Auditoria para ISS-Cuiabá.

AULA EXTRA: Resumo de Auditoria para ISS-Cuiabá. AULA EXTRA: Resumo de Auditoria para ISS-Cuiabá. Olá pessoal! Segue resumo de Auditoria para a prova de ISS-Cuiabá, que será aplicada amanhã (27/03). Abraços e boa prova a todos. 1. Auditar é testar a

Leia mais

Relatório de Gestão de Riscos - Circular 3477/2009 Dez/12. Aspectos Qualitativos

Relatório de Gestão de Riscos - Circular 3477/2009 Dez/12. Aspectos Qualitativos 1 Relatório de Gestão de Riscos - Circular 3477/2009 Dez/12 Aspectos Qualitativos I - Introdução O objetivo deste relatório é divulgar informações referentes à gestão de risco, ao Patrimônio de Referência

Leia mais

ABNT NBR ISO/IEC 17021

ABNT NBR ISO/IEC 17021 NORMA BRASILEIRA ABNT NBR ISO/IEC 17021 Primeira edição 19.03.2007 Válida a partir de 19.04.2007 Versão corrigida 03.09.2007 Avaliação de conformidade Requisitos para organismos que fornecem auditoria

Leia mais

Relatório da Administração

Relatório da Administração Ecosol Petrolina Relatório da Administração 1. Identidade organizacional Missão: Fortalecer e estimular a interação solidária entre agricultores e cooperativas através do crédito orientado e da educação

Leia mais

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS BREVE ESTUDO SOBRE DUAS AREAS ATUANTES DO CONTADOR, AUDITOR E PERITO CONTÁBIL.

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS BREVE ESTUDO SOBRE DUAS AREAS ATUANTES DO CONTADOR, AUDITOR E PERITO CONTÁBIL. 1 CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS BREVE ESTUDO SOBRE DUAS AREAS ATUANTES DO CONTADOR, AUDITOR E PERITO CONTÁBIL. BELO HORIZONTE 2011 2 1 INTRODUÇÃO Com o grande crescimento da economia no Brasil, a contabilidade

Leia mais

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave ISO14004 uma diretriz ISO 14004:2004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Prof.Dr.Daniel Bertoli Gonçalves FACENS 1 Seu propósito geral é auxiliar as

Leia mais

CAPÍTULO II COMITÊS DA DIRETORIA A. COMITÊ CONSULTIVO PARA ANALISAR OS CANDIDATOS AO CARGO DE VICE-PRESIDENTE

CAPÍTULO II COMITÊS DA DIRETORIA A. COMITÊ CONSULTIVO PARA ANALISAR OS CANDIDATOS AO CARGO DE VICE-PRESIDENTE CAPÍTULO II COMITÊS DA DIRETORIA A. COMITÊ CONSULTIVO PARA ANALISAR OS CANDIDATOS AO CARGO DE VICE-PRESIDENTE 1. Objetivo - O objetivo do comitê é avaliar potenciais candidatos à vice-presidente internacional

Leia mais

Padrões de Conduta de Negócios

Padrões de Conduta de Negócios Padrões de Conduta de Negócios A integridade da Dana está em suas mãos A importância destes padrões A Dana Holding Corporation e todas as suas subsidiárias devem conduzir os negócios de uma forma ética

Leia mais

COMPROMISSO HONESTIDADE PARCERIA TRANSPARÊNCIA CÓDIGO DE ÉTICA INTEGRIDADE VALORES RESPEITO SUCESSO. Versão 01-13

COMPROMISSO HONESTIDADE PARCERIA TRANSPARÊNCIA CÓDIGO DE ÉTICA INTEGRIDADE VALORES RESPEITO SUCESSO. Versão 01-13 COMPROMISSO HONESTIDADE PARCERIA TRANSPARÊNCIA CÓDIGO DE ÉTICA INTEGRIDADE VALORES RESPEITO SUCESSO Versão 01-13 1 C Ó D I G O D E É T I C A Introdução A ÉTICA é o ideal de conduta humana, desenvolvido

Leia mais

Ecoporto Holding S.A. (Anteriormente Denominada Ecoporto Holding Ltda.)

Ecoporto Holding S.A. (Anteriormente Denominada Ecoporto Holding Ltda.) Ecoporto Holding S.A. (Anteriormente Denominada Ecoporto Holding Ltda.) Demonstrações Financeiras Referentes ao Exercício Findo em 31 de Dezembro de 2011 e Relatório dos Auditores Independentes sobre as

Leia mais

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO

REGRAS E PARÂMETROS DE ATUAÇÃO A OLIVEIRA FRANCO SOCIEDADE CORRETORA DE VALORES E CÂMBIO LTDA, em atenção ao quanto disposto na Instrução CVM n. 505, de 27/09/2011, define por este documento, suas regras e parâmetros relativos ao recebimento,

Leia mais