XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO"

Transcrição

1 XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. MONITORAMENTO AMBIENTAL, FONTES DE INFORMAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO ESTRATÉGICA: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO E COMPARATIVO COM PEQUENOS EMPREENDEDORES DO SETOR VAREJISTA Paulo Henrique de Oliveira (CEPEAD/UFMG) Carlos Alberto Gonçalves (CEPEAD/UFMG) Danilo de Oliveira Sampaio (CEPEAD/UFMG) Leonardo Pinheiro Deboçã (CEPEAD/UFMG) Edmar Aderson Mendes de Paula (Pitágoras) O monitoramento ambiental não deve ser privilégio de grandes organizações, que mantem equipes especializadas nessa atividade. Nos pequenos mundos dos negócios o fenômeno está presente e tem grande significado no desenho da estratégia da firrma. Esse trabalho apresenta os resultados de uma análise comparativa do grau de dependência para a tomada de decisão estratégica tendo como estudo de campo os pequenos empreendedores em seus mundos pequenos do setor varejista instalados nas proximidades do shopping popular Oiapoque e na região do Barro Preto, em Belo Horizonte. O trabalho utiliza-se de duas pesquisas exploratórias realizadas por um dos autores no primeiro semestre de 008, o que possibilitou a mensuração do grau de dependência informacional dos decisores dos varejos pesquisados em relação a determinadas fontes de informações. Os resultados apontaram para a necessidade de monitoramento contínuo e sistemático do ambiente competitivo, com o objetivo de selecionar as fontes de informações adequadas para a tomada de decisão estratégica das organizações. Em termos de dependência informacional, fontes pessoais como: clientes; profissionais do próprio estabelecimento e dos concorrentes; amigos; parentes; e familiares apresentaram resultados expressivos, o que não aconteceu com fontes impessoais como os relatórios governamentais, jornais setoriais e revistas especializadas.

2 Palavras-chaves: Tomada de Decisão Estratégica; Pequenos Empreendedores do Varejo; Comportamento Informacional; e Análise Comparativa.

3 . Introdução O crescimento da competição, em praticamente todos os setores da economia nacional e mundial, tem proporcionado oportunidades e ameaças crescentes para os pequenos varejos brasileiros neste início de século, haja vista os reflexos da crise financeira global sobre os mercados consumidores. Para muitos autores, dentre eles D Aveni (995), Hitt et al (003) e Barney e Hesterly (007), o século XXI chega determinado por incertezas, onde a sobrevivência e o crescimento das organizações, nos mercados em que atuam ao longo do tempo, dependerão, dentre outras coisas, das suas capacidades em se ajustarem com maior rapidez e eficácia às crescentes mudanças impostas por seus ambientes competitivos em crescente transformação. Para tanto, os responsáveis pela tomada de decisão precisam contar com informações completas, precisas, confiáveis, rápidas e oportunas sobre os fatos, eventos, tendências e relacionamentos que acontecem em seus ambientes de negócios (AGUILAR, 97; AUSTER; CHOO, 993; FULD, 995; TYSON, 998; PRESCOTT, 00; MILLER, 00). Especificamente para o setor varejista de Belo Horizonte (pequenos varejos), provavelmente o crescimento da competição, intensificado pela crescente entrada de empresas estrangeiras na capital mineira, por exemplo, tem delineado cenários cada vez mais complexos, dinâmicos e imprevisíveis para os pequenos empreendedores deste setor de atividade, o que tem aumentado os riscos de falhas das decisões tomadas e a sobrevivência ou o sucesso dos respectivos empreendimentos ao longo do tempo. Nesta perspectiva, este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa exploratória realizada junto a pequenos empreendedores do setor varejista de Belo Horizonte instalados na região do Barro Preto (importante pólo da moda mineira) e nas mediações do shopping popular Oiapoque, os quais foram intencionalmente selecionados. Os dados foram coletados através de questionários estruturados no primeiro semestre de 008 e analisados através de técnicas da estatística descritiva. Espera-se com esta pesquisa contribuir para um melhor entendimento do comportamento informacional de pequenos empreendedores varejistas instalados em duas importantes áreas comerciais de Belo Horizonte. Nesta pesquisa entende-se por pequenos empreendedores os micro e pequenos empresários que trabalham com a venda de calçados, roupas e produtos alimentícios em geral.. Aspectos Teóricos Neste tópico, expõe-se uma breve revisão sobre ambiente de negócios, considerações sobre monitoramento ambiental, e, também, discorre-se sobre relações entre fontes de informação e tomada de decisão. Importa ressaltar a pretensão com estes sub-tópicos quanto a um delineamento conceitual suficiente em termos de aporte teórico a dar sustentação à pesquisa empreendida.. Ambiente de negócios: uma breve revisão A relação ambiente-organização ganhou destaque nos meios acadêmicos e empresariais a partir dos estudos realizados por autores como Aguilar (97), Duncan (97), Burns e Stalker (9), Lawrence e Lorsch (97) e Chandler (9) que, em meados do século passado, estudaram os impactos do ambiente externo sobre o modo de como as organizações funcionavam e eram administradas. Nesses estudos, temas como sistema aberto, visão sistêmica, monitoramento e incerteza ambientais, estratégia empresarial, diferenciação, 3

4 Ambiente Específico XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO integração e tecnologia foram amplamente debatidos, o que gerou oportunidades interessantes de pesquisas sobre os temas em questão na atualidade. De uma maneira geral, para se compreender as relações de dependência existentes entre ambiente e organização torna-se necessário aceitar e entender as organizações como sistemas abertos em constante relação de troca de recursos, informações e energias com os seus ambientes (BERTALANFFI, 975; DUNCAN, 97). Nesta perspectiva, Nadler, Gerstein e Shaw (993), por exemplo, argumentam que o ambiente pode afetar o funcionamento de uma organização de três maneiras distintas: (i) através da exigência de novos produtos ou serviços; (ii) através de limitações à ação organizacional como escassez de capital ou de tecnologia; e (iii) através da oferta de oportunidades a serem exploradas pela organização. Em termos estruturais, grande parte dos teóricos organizacionais tem utilizado duas dimensões para descrever o ambiente externo de uma organização: o ambiente de ação direta representado pelos elementos mais próximos que podem influenciar e serem influenciados diretamente pela organização, quando esta busca atingir os seus objetivos e o ambiente de ação indireta, representado por fatores não controlados diretamente pela organização, devendo ser, portanto, constantemente monitorados. A Figura apresenta os principais elementos do ambiente externo de uma organização. Fatores Ecológicos Fatores Políticos Fatores Econômicos Ambiente Geral Fatores Tecnológicos Fatores Sociais Fornecedores Instituições Financeiras Governos Locais Clientes Concorrentes Grupos Especiais Empresa (Tomada de Decisão Estratégica) Fonte: adaptado de Duncan (97); Mintzberg (003) e Hitt et al (003) Figura Estrutura do ambiente externo de uma organização Conforme apresentado na Figura, o ambiente específico, também conhecido como ambiente de tarefas ou de ação direta, é aquele composto por fatores ou elementos que podem afetar direta e rapidamente o modo como as organizações funcionam ou são administradas. Hitt et al (003, p. 5), por exemplo, classificam essa dimensão ambiental como um conjunto de fatores ameaça de novos entrantes, fornecedores e poder de barganha de compradores, produtos substitutos e o grau de intensidade da rivalidade entre concorrentes que exerce 4

5 influência direta sobre a empresa, suas ações e reações competitivas. Nesta definição percebem-se claramente os componentes do modelo de Cinco Forças proposto por Porter (980). Nesta mesma perspectiva, Daft (00) argumenta que o ambiente específico é aquele que está mais próximo da organização e inclui setores que transacionam no dia a dia com a organização e influencia diretamente suas operações básicas e o seu desempenho. Para este autor, esta dimensão ambiental geralmente é constituída de instituições financeiras, ONG s, governos locais, concorrentes, fornecedores e clientes. Schermerhorn (007), por sua vez, chama atenção para o fato de que o ambiente específico é distinto para cada organização, pois não existem ambientes específicos iguais, sejam as organizações atuantes em um mesmo setor ou não. Para Mintzberg (003), o ambiente externo de uma organização ainda pode ser compreendido através da análise de quatro dimensões básicas: (a) estabilidade: o ambiente de uma organização pode variar do estável até o dinâmico. Uma variedade de fatores pode tornar o ambiente dinâmico, como por exemplo, governos instáveis, mudanças imprevisíveis nas estratégias dos concorrentes e na economia ou pelas demandas da sociedade. É importante ressaltar que dinâmico nesse contexto significa imprevisível, e não variável, pois, variabilidade pode ser previsível; (b) complexidade: o ambiente de uma organização pode variar desde o simples até o complexo. A dimensão complexidade afeta a estrutura através do entendimento do trabalho a ser feito; (c) diversidade de mercados: os mercados de uma organização podem variar de um integrado (ou homogêneo) até um diversificado (ou heterogêneo). A diversidade de mercado pode resultar de ampla faixa de clientes, de produtos e serviços, ou de áreas geográficas, nas quais os resultados são comercializados. A diversidade de mercado afeta a estrutura através da diversidade do trabalho a ser feito; e (d) hostilidade: o ambiente de uma organização pode variar de magnânimo a hostil. A hostilidade é influenciada pela competição, pelas relações das organizações com sindicatos, governo e outros grupos externos, e pela sua disponibilidade de recursos. Certamente, os ambientes hostis são caracteristicamente dinâmicos, no entanto, a hostilidade externa tem efeito sobre a organização através da velocidade da resposta necessária. Essas dimensões configuram um aspecto interessante na análise sistêmica da organização. Seja qual for a dimensão, a organização deve buscar estratégias que promovam um ajuste eficiente e eficaz entre os seus componentes e as variáveis ambientais (MINTZBERG, 003). Desta maneira, para serem eficientes e eficazes, as organizações precisam enfrentar e administrar a incerteza ambiental. Incerteza significa que os tomadores de decisão não dispõem de informações suficientes sobre os fatores ambientais e encontram dificuldades na previsão de mudanças externas (BUCHKO, 994). A incerteza aumenta o risco de falha das respostas organizacionais tornando difícil o cálculo dos custos e das probabilidades relacionadas com cada alternativa de decisão (DAFT, 00).. Monitoramento ambiental Monitoramento ambiental (environmental scanning) tem sido normalmente definido na literatura como o processo de aquisição e uso da informação sobre fatos, eventos, tendências e relacionamentos existentes entre as variáveis do ambiente externo que afetam direta ou indiretamente o desempenho organizacional ao longo do tempo. Autores como Aguilar (97), Auster e Choo (993) têm contribuído significativamente para o entendimento e o desenvolvimento desse ramo do conhecimento, fornecendo insights significativos para uma melhor tomada de decisão através da compreensão do ambiente com os quais as organizações 5

6 realizam as suas atividades de troca de insumos, energias e informações por bens e serviços, através da agregação de valor e sua posterior disponibilização ao mercado consumidor. Sutton (988), por exemplo, argumenta que o mapeamento do ambiente propicia à organização uma melhor compreensão dos movimentos das forças externas, além de fornecer as informações necessárias para que as organizações respondam efetivamente a essas mudanças na tentativa de assegurar uma melhor e permanente posição nos mercados em que atuam. Para este autor, as organizações monitoram seus ambientes a fim de evitar surpresas, para identificar ameaças e oportunidades, obter vantagens competitivas e dar suporte aos processos de inteligência competitiva, planejamento e administração estratégica de curto e longo prazos. Para tanto, torna-se necessário entender e mensurar as relações sociais recíprocas existentes entre as organizações e os atores que compõem o seu ambiente de negócios (GULATI, 988). Recentemente, autores como Gulati (988), Pololny e Page (998) utilizaram o termo mundos pequenos para expressar a importância das redes sociais no campo da estratégia, as quais partem da premissa de que a estrutura das relações sociais existentes entre atores na economia é desenvolvida a partir das relações ou influências recíprocas existentes entre os atores (NOHRIA, 99). Na teoria dos mundos pequenos, dois conceitos fundamentais devem ser utilizados para caracterizar um mundo pequeno: a distância (path length) e o coeficiente de agrupamento (clustering coefficient). De acordo com Lazzarini (007, p. 5-7), distância é o menor número de laços necessários para conectar, direta ou indiretamente, um ator a outro na rede. O agrupamento por sua vez é baseado na rede local de um determinado proprietário e mede o grau de conectividade dos atores com os quais aquele proprietário é conectado. Em termos processuais, Moresi (00) indica cinco passos para um processo de monitoração ambiental. Segundo este autor, na etapa inicial, a organização deve procurar por recursos de informação. Em seguida a organização deve selecionar os recursos de informação que sejam monitoráveis e identificar os critérios de monitoração. Após a escolha dos critérios, parte-se para a atividade de monitoração propriamente dita e, por último, os responsáveis pelo processo de monitoração ambiental devem projetar um sistema de controle para a determinação das ações especiais ou corretivas a serem tomadas face aos resultados indesejáveis alcançados por esse processo. Desta forma, para um processo de monitoramento eficaz, torna-se necessário identificar as necessidades de informações no contexto decisório da organização e de onde elas serão obtidas (HAMBRICK, 98). A escolha adequada de fontes de informação é fator crítico para a eficiência e a eficácia das decisões tomadas (MORESI, 00)..3 Fontes de informação e a tomada de decisão organizacional Para Choo (003) a tomada de decisão nas organizações requer informações capazes de reduzir o nível de incerteza. Segundo este autor, a informação pode reduzir a incerteza no processo decisório de três maneiras principais: estruturando uma situação de escolha; definindo preferências e selecionando regras e, por último, fornecendo informações sobre as alternativas viáveis e suas possíveis conseqüências. O Quadro apresenta a importância da informação na tomada de decisões. Tomada de Decisões Necessidade de informação Busca de Informação Uso da informação Determinar a estrutura e os limites do problema. Guiada por princípios heurísticos e hábitos. Limitações no processamento da

7 Esclarecer preferências e adequação da regra. Informações sobre alternativas, resultados, preferências. Busca motivada por problema. Critérios para uma solução satisfatória. informação. Estruturado por rotinas e regras. Muitos problemas competem por atenção. Fonte: adaptado de Choo (003, p 303) Quadro Necessidades, busca e uso da informação na tomada de decisões Choo (003) ainda adverte que a disponibilidade e acessibilidade da informação são influenciadas por muitos aspectos institucionais, em especial, as estruturas organizacionais que regulam o fluxo de informação e os sistemas de incentivo que atribuem valor e preferência à consecução de certos objetivos e informações. Para este autor, a hierarquia e a especialização são meios tradicionais pelos quais as organizações aumentam a sua capacidade de processar informações com o objetivo de satisfazer os requisitos de desempenho (CHOO, 003). No que se refere ao tema fontes de informações é consenso entre os teóricos desta vertente do conhecimento de que existe uma infinidade de classificações e estudos sobre este assunto na literatura, especialmente entre aquelas ligadas à Ciência da Informação. Pereira e Barbosa (008), por exemplo, utilizaram o seguinte esquema de classificação em uma pesquisa realizada com 04 consultores, conforme apresentado na Figura. Fontes de Informações (categorias de classificação) Origem Relacionamento (ou proximidade) Mídia Internas Externas Pessoais Impessoais Eletrônicas Não-eletrônicas Fonte: adaptado de Pereira e Barbosa (008, p.95) Figura Categorização das fontes de informação Pereira e Barbosa (008) chamam as fontes pessoais de informal ou não estruturadas e as fontes impessoais de formais ou estruturadas, as quais são importantes para a busca de informações relevantes de caráter documental ou formal. Ainda segundo esses autores, são exemplos de mídias eletrônicas a internet, a mídia eletrônica propriamente dita, CD-ROMs, disquetes e base de dados on-line. Por outro lado, as mídias não-eletrônicas são aquelas informações que estão documentadas em papéis, como por exemplo, nos relatório, memorando e outros documentos organizacionais. Na tentativa de categorização das fontes de informação, Daft e Lengel (98) também classificaram as fontes de informação em interna e externa. Segundo estes autores, algumas fontes de informações externas podem ser os periódicos e jornais da área comercial, amigos na indústria, clientes entre outros. Internamente, as fontes citadas pelos autores foram as 7

8 reuniões formais e não agendadas e os passeios pela empresa, entre outras. Borges (995) complementa os estudos desses autores ao apresentar algumas das principais fontes de informações que poderão ser utilizadas pelas organizações, como por exemplo, as suas equipes de vendas e de engenharia, os fornecedores, as agências de publicidade, os próprios concorrentes, como também, as associações comerciais e as empresas de pesquisas mercadológicas, entre outras. Em relação ao processo de busca de informação, Wilson (000) apud Pereira e Barbosa (008) apresenta dois sub-conceitos para explicar o comportamento de busca informacional. O primeiro deles relata que o comportamento de busca por informações é uma conseqüência de satisfazer uma necessidade e/ou objetivo. O segundo conceito se refere ao termo pesquisa informacional, o qual representa o nível micro do comportamento do pesquisador em interações mentais, intelectuais envolvendo julgamentos da relevância do dado ou informação recuperada em diversos tipos de sistemas de informação (WILSON, 000 apud PEREIRA e BARBOSA, 008, pp ). Assim, pode-se dizer que uma informação é útil ou importante para a organização quando ela tem impacto no alcance dos objetivos e metas organizacionais. Choo (003), nesta mesma linha de raciocínio, também reflete sobre a importância da informação para o desempenho organizacional. Para este autor, toda informação deve atender a um ou vários objetivos organizacionais, podendo ser agrupadas em três campos ou arenas: a primeira delas aborda a necessidade de interpretação da informação para dar significado ao que está acontecendo com a empresa em um determinado ambiente; na segunda o autor ressalta a importância da informação para gerar novos conhecimentos e, por último, a organização processa e analisa a informação para a orientação de seus processos de tomada de decisão. Essas três arenas são interdependentes e dão sentido ao conceito de visão holística do uso da informação (CHOO, 003). Ao se tratar dos temas informação e tomada de decisão, é importante analisar as barreiras que podem ocorrer na comunicação da informação. Starec et al (005), por exemplo, advertem que essas barreiras não são estáticas e nem fixas, elas são móveis e perpassam todas as áreas, podendo ser encontradas separadas ou de forma simultânea. Dentre as principais barreiras apontadas por esses autores têm-se: a má comunicação derivada da falta de diálogo constante; a cultura organizacional, a qual deve respaldar o fluxo informacional, estimulando e dando acesso à informação; a falta de competência das pessoas e a dependência tecnológica como barreira à comunicação da informação. Para os autores, o valor da tecnologia da informação depende da informação e do papel desempenhado por ela nas organizações e que a logística da organização deve ser pensada para que a informação possa fluir por todos os setores envolvidos, circulando livremente pela organização para que forneça os insumos necessários para uma tomada de decisão cada vez mais eficaz. Davenport (00) apud Starec et al (005, p.54) advertem, porém, de que informação e conhecimento são criações humanas e nunca seremos capazes de administrá-los se não levarmos em consideração que as pessoas desempenham um papel fundamental nesse processo. Como analisado, percebe-se que a informação é um importante recurso para a organização, especialmente para o processo de tomada de decisão. Para reduzir riscos e incertezas é importante que a organização esteja sempre atenta às barreiras que possam interferir no processo de comunicação da informação. Desta forma, estar atento à cultura organizacional às competências das pessoas, a um melhor processo de comunicação com total suporte das tecnologias da informação e da comunicação parece ajudar a melhorar o fluxo informacional 8

9 dentro da organização, proporcionando melhores condições para uma tomada de decisão cada vez mais eficiente e eficaz. Finalmente, como se pôde perceber, a seleção e o uso apropriado de fontes de informações podem ajudar os executivos a tomarem melhores decisões estratégicas. Manter um processo de monitoramento contínuo do ambiente competitivo pode ajudar as organizações a evitarem ou reduzirem ameaças e surpresas desagradáveis, como também, possibilitar a descoberta e a obtenção de novas oportunidades de negócios, condições essenciais para a sobrevivência e o crescimento organizacional nos mercados em que atuam em tempos de grande hostilidade e turbulência competitiva. 3. Procedimentos Metodológicos Para a consecução do objetivo central desta pesquisa foram utilizadas duas pesquisas exploratórias no primeiro semestre de 008. Teve-se como amostra principal os pequenos varejistas instalados nas mediações do shopping popular Oiapoque e na região do Barro Preto em Belo Horizonte, importante pólo da moda mineira. Buscou-se levantar dados sobre o comportamento informacional dos pequenos empreendedores e mensurar o grau de dependência informacional dos mesmos em relação à determinadas fontes de informações para a tomada de decisão estratégica, conforme demonstrado pelos Quadros, 3 e 4. Fontes de Informação Freqüência de Uso Grau de Importância n. Fonte: Oliveira (009, p. 9) Quadro Escala para mensurar o Grau de Dependência Valor Grau Muito Baixa Média Baixa 3 Baixa 4 Média 5 Média Alta Muito Alta Fonte: Oliveira (009, p. 9) Quadro 3 Escala para mensurar a freqüência de uso das fontes de informação Escala Muito baixa Média Baixa Baixa Média Média Alta Muito Alta Freqüência de uso por unidade de tempo De A até B vezes em T (unidade de tempo) De B + a C vezes em T (unidade de tempo) De C + a D vezes em T (unidade de tempo) De D + a E vezes em T (unidade de tempo) De E + a F vezes em T (unidade de tempo) De F + a G vezes em T (unidade de tempo) Fonte: Oliveira (009, p. 9) 9

10 Quadro 4 Escala para mensurar a freqüência de uso da fonte de informação no processo decisório IMPORTÂNCIA Baixa Alta Dependência Moderada - Alta Dependência Baixa Dependência Alta Dependência Moderada - Baixa Baixa FREQUÊNCIA DE USO Alta Fonte: Oliveira (009, p. 8) FIGURA 3 Graus de Dependência com relação ao uso e importância das fontes de informações A escolha da pesquisa exploratória para ambos os estudos derivou-se da necessidade de obter insights significativos para a realização de futuras pesquisas sobre os temas em análise e maior familiaridade com o problema em questão. Collins e Hussey (005, p.4), por exemplo, argumentam que o foco principal de uma pesquisa exploratória é obter insights e familiaridade com a área do assunto para investigações mais rigorosas num estágio posterior. [...] Os dados compilados costumam ser quantitativos e técnicas estatísticas são geralmente utilizadas para resumir as informações. Para a seleção da amostra, em ambos os casos, optou-se por uma escolha intencional e nãoprobabilística, levando-se em consideração aspectos como aparência do local, fluxo de clientes, disponibilidade do empreendedor para preenchimento dos questionários e número de competidores instalados nas proximidades do empreendimento. Na coleta de dados foi utilizado um questionário com perguntas fechadas, o qual foi aplicado a oito empreendedores instalados nas mediações do shopping popular Oiapoque e nove empreendedores instalados na região do Barro Preto. Neste questionário, temas como fontes de informação, freqüência de uso, importância e grau de dependência em relação à tomada de decisão estratégica foram considerados. Por ser uma amostra relativamente pequena, os questionários foram aplicados pessoalmente pelos pesquisadores nos meses de abril e maio de 008. É importante destacar que, para esta pesquisa, foi considerado especificamente o ambiente competitivo dos empreendimentos pesquisados, o qual foi composto exclusivamente pelos seus concorrentes diretos e indiretos, o que não descarta a importância de se considerar as influências das demais variáveis ambientais em pesquisas futuras, como por exemplo, as variáveis políticas, econômicas, sociais e tecnológicas que compõem o macro ambiente organizacional. Finalmente, para a análise dos dados foram utilizadas técnicas estatísticas (descritiva) para verificar a freqüência de uso das fontes de informação pelos empreendedores e o grau de dependência dos mesmos com relação a determinadas fontes de informação para a tomada de decisão estratégica. 4. Análise dos Dados 0

11 Frequência de Uso Grau de Importância XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO Para mensurar o grau de dependência informacional dos empreendedores foram consideradas duas variáveis principais: freqüência de uso da fonte de informação, conforme demonstrado pelos Quadros 3 e 4 e a importância da mesma para a tomada de decisão estratégica, conforme demonstrado no Quadro. Nesta pesquisa parte-se do pressuposto de que quanto maior for o uso de uma determinada fonte de informação e quanto mais importante for essa fonte de informação para a tomada de decisão estratégica, maior será o grau de dependência do empreendedor com relação a esta determinada fonte de informação (ver Figura 3). 4. Frequência de uso e importância das fontes de informações para a tomada de decisão estratégica empreendedores da região do Barro Preto A Figura 4 apresenta os dados relativos à frequência de uso das fontes de informações pelos empreendedores instalados na região do Barro Preto e importância dada as mesmas para a tomada de decisão estratégica. Pela análise da Figura 4 percebe-se que as fontes clientes, amigos, parentes e conhecidos e funcionários da própria empresa foram as fontes de informações que apresentaram os melhores resultados, evidenciando-se o alto grau de dependência informacional dos empreendedores da região em relação às mesmas para a tomada de decisão estratégica. Por outro lado, jornal, rádio, revistas especializadas e participações em feiras e eventos, apesar da grande importância, são fontes pouco acessadas ou utilizadas por esses empreendedores. Por último, as demais fontes não apresentaram resultados expressivos. Utilizando-se a classificação proposta por Pereira e Barbosa (008) pode-se observar que as fontes pessoais foram as que mais se destacaram. Isso talvez possa ser explicado pela facilidade de acesso e disponibilidade de tais fontes de informações Estudos Setoriais do Governo Especialistas do Setor Fornecedores Amigos, Parentes, Conhecidos Participação em Feiras e Eventos Fontes de Informação Funcionários de Outras Empresas (não concorrentes) Funcionários dos Concorrentes Televisão Rádio Jornais Impressos Revistas Especializadas Funcionários Empresa Clientes Frequência de Uso Importância

12 Frequência de Uso Importância XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO Figura 4 Gráfico de frequência de uso e importância das fontes de informação para tomada de decisão estratégica (n = 8 empreendedores da região do Barro Preto) 4.. Frequência de uso e importância das fontes de informações para a tomada de decisão estratégica empreendedores da região do Oiapoque Pela análise do Figura 5 pode-se observar que percebe-se que as fontes clientes, funcionários da própria empresa, jornais impressos, rádio,televisão, funcionários dos concorrentes e fornecedores foram as fontes de informações que apresentaram os melhores resultados, evidenciando-se o alto grau de dependência informacional dos empreendedores da região em relação às mesmas para a tomada de decisão estratégica. As demais fontes não apresentaram resultados expressivos. É importante destacar que, ao comparar os dados apresentados pelas Figuras 4 e 5 percebe-se que as fontes de informações amigos, parentes e conhecidos, participações em feiras e eventos, revistas especializadas, jornais impressos, funcionários dos concorrentes e fornecedores apresentaram resultados bastante diferentes. Estas distorções talvez possam ser explicadas pelo ramo de atividade e o tipo de concorrência enfrentado pelos respectivos empreendedores Estudos Setoriais do Governo Funcionários dos Concorrentes Especialistas do Setor Fornecedores Funcionários de Outras Empresas (não concorrentes) Fontes de Informação Televisão Rádio Jornais Impressos Revistas Especializadas Funcionários da Empresa Amigos, Parentes, Conhecidos Participação em Feiras e Eventos Clientes Frequência de Uso Importância Figura 5 Gráfico de frequência de uso e importância das fontes de informação na tomada de decisão estratégica (n = 9 empreendedores da região do Oiapoque)

13 5. Considerações Finais Este artigo analisou o grau de dependência informacional de dezessete empreendedores instalados em dois importantes centros comerciais de Belo Horizonte: 8 empreendedores da região do Barro Preto e 9 empreendedores instalados nas mediações do shopping popular Oiapoque. O método de Análise do Grau de Dependência Informacional foi utilizado para mensurar e comparar o grau de dependência informacional dos respectivos empreendedores. A partir da análise dos dados obtidos em ambas as regiões pode-se concluir que: (a) clientes, funcionários da própria empresa, rádio e televisão foram as fontes de informações que apresentaram graus elevados de dependência informacional por parte dos empreendedores de ambas as regiões para a tomada de decisão estratégica; (b) estudos setoriais do governo, especialistas do setor, funcionários e outras empresas não concorrentes foram as fontes de informações que apresentaram os menores graus de dependência informacional para a tomada de decisão estratégica; e (c) as demais fontes apresentaram resultados bastante divergentes entre os empreendedores de ambas as regiões pesquisadas. As principais limitações encontradas nesta pesquisa são decorrentes da utilização de uma escala qualitativa para mensurar as percepções dos empreendedores em relação à importância das fontes de informações para a tomada de decisão estratégica, o que pode ter conferido um grau elevado de subjetividade às respostas fornecidas e nas análises realizadas e ao tamanho reduzido da amostra, o que não permite fazer inferências estatisticamente confiáveis para os demais empreendedores varejistas de Belo Horizonte. Por ser um estudo de caráter exploratório sugere-se para futuras pesquisas sobre o tema em questão o uso de escalas mais objetivas, a seleção de uma amostra estatisticamente capaz de generalizar os resultados para o resto dos elementos da população, a análise dos fatores psicológicos e sociológicos envolvidos na seleção e uso das fontes de informações e a correlação das variáveis ramo de negócio, nível de concorrência e grau de incerteza ambiental com a freqüência de uso das fontes de informações para a tomada de decisão estratégica. Referências AGUILAR, F. J. Scanning the business environment. New York: The Macmillan Company, 97 AUSTER, E.; CHOO, C. W. Environmental Scanning by CEOs in Two Canadian Industries. Journal of the American Society for Information Science, v. 44, n. 4, p , 993. BARBOSA, R. R. Monitoração ambiental: uma visão interdisciplinar, Revista de Administração, v. 3, n. 4, p. 4-53, out./dez BARBOSA, R. R. Inteligência empresarial: uma avaliação de fontes de informação sobre o ambiente organizacional externo. Datagrama Zero - Revista de Ciência da Informação v.3 n., dezembro de 00. BARNEY, J.; HESTERLY, W. S. Administração estratégica e vantagem competitive. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 007. BERTALANFFY, L. V. Teoria Geral dos Sistemas. Petrópolis: Editora Vozes, 975. BORGES, M. E. N. A informação como recurso gerencial das organizações na sociedade do conhecimento. Ciência da Informação, v.4, n., 995. BUCHKO, A. A. Conceptualization and Measurement of Environmental Uncertainty: An Assessment of the Miles and Snow Perceived Environmental Uncertainty Scale. Academy of Management Journal, v. 37, n., p , 994. BURNS, T.; STALKER, G. M. The management of innovation. London: Tavistock, 9. CHANDLER, A. Strategy and Structure. MIT Press, Cambrige, MA, 9. 3

14 CHOO, C. W. Information management for the intelligent organization. Medford, NJ: Information Today, 995. CHOO, C. W. A organização do conhecimento: como as organizações usam a informação para criar significado, construir conhecimento e tomar decisões. São Paulo: Senac, 003. COLLINS, J. e HUSSEY, R. Pesquisa em Administração. ª ed. Porto Alegre: Bookman, 005 DAFT, R. L. Organizações: teorias e projetos, São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 00. DAFT, R.; LENGEL, R. Organizational information requirements, media richness and structural design. Management Science, v. 3, n. 4, p , May 98. D'AVENI, R. Hipercompetição. Rio de Janeiro: Campus, 995. DAVENPORT, T. H. Ecologia da informação. In: STAREC, C., GOMES, E.B.P., BEZERRA, J. (orgs). Gestão estratégica da informação e inteligência competitiva. São Paulo: Saraiva, 005. DAVENPORT, T. H., PRUSAK, L. Conhecimento empresarial. Rio de Janeiro: Campus, 998. DRUCKER, P. F. The information executives truly need. Harvard Business Review, Jan./Feb DUNCAN, R. Characteristics of organizational environments and perceived environmental uncertainty. Administrative Science Quarterly, v. 7, n. 3, p , 97. FULD, L. M. The new competitor intelligence: the complete resource for finding, analyzing, and using information about your competitors. New York: John Wiley & Sons, 995. GULATI, R. Alliances and networks. Strategic Management Journal, 9(4), 998. HAMBRICK, D. C. Environmental scanning and organizational strategy. Strategic Management Journal, v. 3, n., p , 98. HAMEL, G; PRAHALAD, C. K. Competing for the Future: Breakthrough Strategies for Seizing Control of Your Industry and Creating. Harvard Business School Press, Boston, MA, 994. HITT, M. A.; IRELAND, R. D.; HOSKISSON, R. E. Administração Estratégica. São Paulo: Bookman, 003. KOTLER, P. Administração de Marketing: Análise, Planejamento, Implementação e Controle. 0a. Ed. São Paulo: Atlas, 000. LAWRENCE, P. R., LORSCH, J. W. Organization and environment: managing differentiation and integration. Boston, MA: Harvard University Press, 97. LAZZARINI, S. G. Mudar tudo para não mudar nada: análise da dinâmica de redes de proprietários no Brasil como 'mundos pequenos'. RAE Eletrônica, v., p., 007. MINTZBERG, H., KUEN, J. B. O Processo da Estratégia. 3a. Ed., Porto Alegre: Bookman, 00. MINTZBERG, H. Criando organizações eficazes.. ed. São Paulo: Atlas, 003. MORESI, E. A D. Inteligência Organizacional: um referencial integrado. Ciência da Informação, Brasília, v. 30, n., p. 35-4, mai./ago. 00. NADLER, D. A., GESTEIN, M. S., SHAW, R. B. Arquitetura organizacional: a chave para a mudança empresarial. Rio de Janeiro: Campus, 993. NOHRIA, N. Is a network perspective a useful way of studying organizations? In: NOHRIA, N. & ECCLES, R. G. (Ed.). Networks and organizations: structure, form, and action. Boston, Massachusetts: Harvard Business School Press, 99, p. - NONAKA, I.; TAKEUCHI, H.. Criação do conhecimento na empresa. Rio de Janeiro: Campus, 997. OLIVEIRA, P. H.; JOAO, H. F. C. E.; MONDLANE, N. S. A. Contexto competitivo, monitoramento ambiental e tomada de decisão estratégica: o caso dos micro e pequenos varejos da região do Barro Preto em Belo Horizonte. Ciência da Informação, v. 37, p. 0-, 008. OLIVEIRA, P. H.; OLIVEIRA, F. H. R. ; PAULA NETO, W. Monitoramento ambiental e fontes de informação para a tomada de decisão estratégica: o caso dos varejos formais instalados nas mediações do shopping popular Oiapoque em Belo Horizonte. Ciência da Informação, v. 37, p ,

15 OLIVEIRA, P. H. Proposta de uma metodologia para mensurar o nível de dependência do tomador de decisão em relação às fontes de informações: o caso dos pequenos varejos da região do Barro Preto em Belo Horizonte. Perspectivas em Ciência da Informação, v.4, n., p.09-, jan./abr PEREIRA, F.C.M., BARBOSA, R.R. Uso de fontes de informação por consultores empresariais: um estudo junto ao mercado de consultoria de Belo Horizonte. Perspectivas em Ciências da Informação, v.3, n., p.95-, jan./abr., 008. PODOLNY, J.; PAGE, K. Networks forms of organization. Annual Reviews Sociological. Nº 4, p. 57-7, 998. PORTER, M. Competitive strategy: techniques for analyzing industries and competitors. New York, NY: The Free Press, 980. PORTER, M. Estratégias competitivas essenciais. Rio de Janeiro: Campus, 999. SENGE, P. M. A quinta disciplina. Arte, teoria e prática da organização de aprendizagem. São Paulo: Best Seller, 999. STAREC, C; GOMES, E.B.P; BEZERRA, J. (orgs).gestão estratégica da informação e inteligência competitiva. São Paulo: Saraiva, 005. SUTTON, H. Competitive intelligence (Conference Board Research Report n. 93). New York: The Conference Board,

Mapeando e mensurando o grau de dependência informacional interna dos profissionais de inteligência de

Mapeando e mensurando o grau de dependência informacional interna dos profissionais de inteligência de Mapeando e mensurando o grau de dependência informacional interna dos profissionais de inteligência de Paulo Henrique de Oliveira Carlos Alberto Gonçalves Edmar Aderson Mendes de Paula Professor do Instituto

Leia mais

Monitoração Ambiental e Uso de Fontes de Informação no Setor de Saúde: Estudo de Caso de uma Cooperativa Médica 1

Monitoração Ambiental e Uso de Fontes de Informação no Setor de Saúde: Estudo de Caso de uma Cooperativa Médica 1 Monitoração Ambiental e Uso de Fontes de Informação no Setor de Saúde: Estudo de Caso de uma Cooperativa Médica 1 Cristiana Elisa Aguiar Ribeiro (UFMG) Jaime Sadao Yamassaki Bastos (IBMEC-MG) Resumo: Este

Leia mais

A PRODUÇÃO CIENTÍFICA SOBRE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA E VANTAGEM COMPETITIVA:

A PRODUÇÃO CIENTÍFICA SOBRE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA E VANTAGEM COMPETITIVA: A PRODUÇÃO CIENTÍFICA SOBRE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA E VANTAGEM COMPETITIVA: UMA ANÁLISE DAS PUBLICAÇÕES NO ENANPAD ENTRE OS ANOS DE 010 014. Ronaldo Maciel Guimarães 1. RESUMO Como o mercado vem sofrendo

Leia mais

3. Estratégia e Planejamento

3. Estratégia e Planejamento 3. Estratégia e Planejamento Conteúdo 1. Conceito de Estratégia 2. Vantagem Competitiva 3 Estratégias Competitivas 4. Planejamento 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Administração de Pequenas Empresas

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento.

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Por PAULA FRANCO Diante de um cenário empresarial extremamente acirrado, possuir a competência atitude

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COMO REFERÊNCIA PARA A GESTÃO DA EAD

A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COMO REFERÊNCIA PARA A GESTÃO DA EAD 1 A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COMO REFERÊNCIA PARA A GESTÃO DA EAD São Luís MA Maio/2012 Categoria: C Setor Educacional: 3 Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: D / Meso: H / Micro: M Natureza:

Leia mais

cada fator e seus componentes.

cada fator e seus componentes. 5 CONCLUSÃO Conforme mencionado nas seções anteriores, o objetivo deste trabalho foi o de identificar quais são os fatores críticos de sucesso na gestão de um hospital privado e propor um modelo de gestão

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

Análise do Ambiente estudo aprofundado

Análise do Ambiente estudo aprofundado Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Análise do Ambiente estudo aprofundado Agenda: ANÁLISE DO AMBIENTE Fundamentos Ambientes

Leia mais

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento 1 2 Planejamento Estratégico: conceitos e evolução; administração e pensamento estratégico Profª Ms Simone Carvalho simonecarvalho@usp.br Profa. Ms. Simone Carvalho Conteúdo 3 1. Origens e Surgimento 4

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

Ambientes e fluxos de informação: transversalidades. Profa. Dra. Marta Valentim

Ambientes e fluxos de informação: transversalidades. Profa. Dra. Marta Valentim Ambientes e fluxos de informação: transversalidades Profa. Dra. Marta Valentim Brasília / Brasil 2013 Introdução As transformações políticas, econômicas, tecnológicas, sociais e culturais, tem impactado

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta.

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta. Pesquisa IMAM/CEPEAD descreve os níveis de maturidade dos logísticos de empresas associadas Marcos Paulo Valadares de Oliveira e Dr. Marcelo Bronzo Ladeira O Grupo IMAM, em conjunto com o Centro de Pós-Graduação

Leia mais

A coleta de informações no processo de benchmarking: principais fontes utilizadas e dificuldades

A coleta de informações no processo de benchmarking: principais fontes utilizadas e dificuldades A coleta de informações no processo de benchmarking: principais fontes utilizadas e dificuldades Emiliane Januário (USP) emiliane90@hotmail.com Luiz César Ribeiro Carpinetti (USP) carpinet@prod.eesc.sc.usp.br

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. Sistema de Informação de Marketing: ferramenta de construção da vantagem competitiva em organizações 03/09/2008

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. Sistema de Informação de Marketing: ferramenta de construção da vantagem competitiva em organizações 03/09/2008 Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Professor: Fernando Zaidan Disciplina: Arquitetura da Informática e Automação MBA Gestão em Tecnologia da Informaçao Sistema de Informação de Marketing: ferramenta de

Leia mais

O CLIENTE COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PARA INOVAÇÃO: INTEGRAÇÃO ENTRE AS DIMENSÕES CLIENTES E RELACIONAMENTO

O CLIENTE COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PARA INOVAÇÃO: INTEGRAÇÃO ENTRE AS DIMENSÕES CLIENTES E RELACIONAMENTO O CLIENTE COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PARA INOVAÇÃO: INTEGRAÇÃO ENTRE AS DIMENSÕES CLIENTES E RELACIONAMENTO Aliny Francielly de Oliveira Formada em Administração, atuante nos segmentos comércio varejista

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Análise externa Roberto César 1 A análise externa tem por finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA DE MARKETING PARA GESTORES DE NEGÓCIO

A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA DE MARKETING PARA GESTORES DE NEGÓCIO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA DE MARKETING PARA GESTORES DE NEGÓCIO Mariana Ferreira Soares, Priscila Petrusca Messias Gomes Silva e Marcos Alexandre de Melo Barros. Faculdade Senac de Pernambuco. E-mail:

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani BI Business Intelligence A inteligência Empresarial, ou Business Intelligence, é um termo do Gartner Group. O conceito surgiu na década de 80 e descreve

Leia mais

Vantagens Competitivas (de Michael Porter)

Vantagens Competitivas (de Michael Porter) Vantagens Competitivas (de Michael Porter) CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTE: SOARES, Claudio César. Introdução ao Comércio Exterior Fundamentos Teóricos do Comércio Internacional.

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Parecer Analítico sobre Regras Regulatórias nº 83/COGEN/SEAE/MF

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Parecer Analítico sobre Regras Regulatórias nº 83/COGEN/SEAE/MF MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Analítico sobre Regras Regulatórias nº 83/COGEN/SEAE/MF Brasília, 10 de agosto de 2012. Assunto: Contribuição à Consulta Pública nº

Leia mais

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL ZAROS, Raíssa Anselmo. Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG E-mail: raissa_zaros@hotmail.com LIMA, Sílvia Aparecida Pereira

Leia mais

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES t COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES Joaquim Domingos Maciel Faculdade Sumaré joaquim.mackim@gmail.com RESUMO: Este artigo pretende alertar estudantes e profissionais para a compreensão

Leia mais

VALORIZAÇÃO DO CONHECIMENTO ADQUIRIDO E DESENVOLVIDO NO RAMO DE CONFECÇÕES EM JARAGUÁ

VALORIZAÇÃO DO CONHECIMENTO ADQUIRIDO E DESENVOLVIDO NO RAMO DE CONFECÇÕES EM JARAGUÁ VALORIZAÇÃO DO CONHECIMENTO ADQUIRIDO E DESENVOLVIDO NO RAMO DE CONFECÇÕES EM JARAGUÁ Verônica Cordeiro Rocha Agente Local de Inovação atuante na região do interior da cidade de Jaraguá e Ceres do Programa

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

Usada originalmente na área militar, esta palavra hoje é bastante usada na área de negócios.

Usada originalmente na área militar, esta palavra hoje é bastante usada na área de negócios. Usada originalmente na área militar, esta palavra hoje é bastante usada na área de negócios. A palavra vem do grego strátegos, que significa "a arte do general". Arte militar de escolher onde, quando e

Leia mais

Palavras-chave: Inteligência competitiva. Fontes de informação. Comportamento informacional. Gestão da informação. Gestão do conhecimento.

Palavras-chave: Inteligência competitiva. Fontes de informação. Comportamento informacional. Gestão da informação. Gestão do conhecimento. USO DE FONTES DE INFORMAÇÃO PARA A INTELIGÊNCIA COMPETITIVA: um estudo da influência do porte das empresas sobre o comportamento informacional USE OF INFORMATION SOURCES FOR COMPETITIVE INTELLIGENCE: the

Leia mais

2. Provas presenciais avaliação presencial das duas disciplinas cursadas, visando testar os conhecimentos obtidos nas atividades on-line;

2. Provas presenciais avaliação presencial das duas disciplinas cursadas, visando testar os conhecimentos obtidos nas atividades on-line; Encontro Presencial Introdução ao Marketing e Marketing de Serviços Caro aluno, Conheça as três atividades distintas que ocorrerão durante o Encontro Presencial... 1. Revisão estudo, orientado pelo Professor-Tutor,

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA GERAL. Módulo I Sociologia da saúde 30 h. Módulo IV Epidemiologia e Estatística vital 30 h

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA GERAL. Módulo I Sociologia da saúde 30 h. Módulo IV Epidemiologia e Estatística vital 30 h CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA GERAL Módulos Disciplinas Carga Horária Módulo I Sociologia da saúde 30 h Módulo II Economia da saúde 30 h Módulo III Legislação em saúde 30 h

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo é descrita a metodologia da presente pesquisa, abordandose o tipo de pesquisa realizada, os critérios para a seleção dos sujeitos, os procedimentos para a coleta, o tratamento

Leia mais

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA Há muito se discute que o mercado de farmácias é ambiente competitivo e que a atividade vem exigindo profissionalismo para a administração de seus processos, recursos e pessoal.

Leia mais

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.)

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Resenha Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Patrícia Morais da Silva 1 Superar as expectativas do mercado atendendo de forma satisfatória as demandas dos clientes

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I I PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA BIBLIOGRAFIA: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de

Leia mais

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE GEduc 2012 - Novos Rumos para a Gestão Educacional Pág 1 Temas Pressupostos teórico-metodológicos As necessidades

Leia mais

FACULDADE ESTÁCIO MONTESSORI DE IBIÚNA ESTÁCIO FMI SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

FACULDADE ESTÁCIO MONTESSORI DE IBIÚNA ESTÁCIO FMI SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: ADMINISTRAÇÃO - BACHARELADO MISSÃO DO CURSO Formar profissionais de elevado nível de consciência crítica, competência técnica empreendedora, engajamento

Leia mais

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 Análise de Tendências e Inovação Estratégica Levar o aluno a compreender os conceitos e as ferramentas de inteligência preditiva e inovação estratégica. Analisar dentro

Leia mais

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO Profa. Leonor Cordeiro Brandão Relembrando Vimos alguns conceitos importantes: O que são dados; O que é informação; Quando uma informação se transforma em conhecimento;

Leia mais

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios UNIMEP MBA em Gestão e Negócios Módulo: Sistemas de Informações Gerenciais Aula 4 TI com foco nos Negócios: Áreas envolvidas (Parte II) Flávio I. Callegari www.flaviocallegari.pro.br O perfil do profissional

Leia mais

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Resumo: A finalidade desse documento é apresentar o projeto de planejamento

Leia mais

MARKETING EMENTAS DO CURSO 1º P COMPLEMENTOS DE MATEMÁTICA PARA CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO COMPORTAMENTO HUMANOS NAS ORGANIZAÇÕES

MARKETING EMENTAS DO CURSO 1º P COMPLEMENTOS DE MATEMÁTICA PARA CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO COMPORTAMENTO HUMANOS NAS ORGANIZAÇÕES MARKETING EMENTAS DO CURSO 1º P COMPLEMENTOS DE MATEMÁTICA PARA CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO Números Reais; Expressões Algébricas; Equação do 1º grau; Equação do 2º grau; Logaritmos; Conjuntos; Funções;

Leia mais

Capítulo 7. As Informações e o Processo de Tomada de Decisão do Gestor Público

Capítulo 7. As Informações e o Processo de Tomada de Decisão do Gestor Público Capítulo 7 As Informações e o Processo de Tomada de Decisão do Gestor Público Pós Graduação Gestão Pública Administração de Marketing Conteúdo - Capítulo 7 Imagem e conhecimento do mercado: A imagem da

Leia mais

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO (Extraído e traduzido do livro de HILL, Charles; JONES, Gareth. Strategic Management: an integrated approach, Apêndice A3. Boston: Houghton Mifflin Company, 1998.) O propósito

Leia mais

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Ana Carolina Trindade e-mail: carolinatrindade93@hotmail.com Karen

Leia mais

Inteligência Organizacional, Inteligência Empresarial, Inteligência Competitiva, Infra-estrutura de BI mas qual é a diferença?

Inteligência Organizacional, Inteligência Empresarial, Inteligência Competitiva, Infra-estrutura de BI mas qual é a diferença? Inteligência Organizacional, Inteligência Empresarial, Inteligência Competitiva, Infra-estrutura de BI mas qual é a diferença? * Daniela Ramos Teixeira A Inteligência vem ganhando seguidores cada vez mais

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

Marketing. Aula 04. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

Marketing. Aula 04. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Marketing Aula 04 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos multimídia e

Leia mais

O Supply Chain Evoluiu?

O Supply Chain Evoluiu? O Supply Chain Evoluiu? Apresentação - 24º Simpósio de Supply Chain & Logística 0 A percepção de estagnação do Supply Chain influenciada pela volatilidade do ambiente econômico nos motivou a entender sua

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO DICIONÁRIO

PESQUISA-AÇÃO DICIONÁRIO PESQUISA-AÇÃO Forma de pesquisa interativa que visa compreender as causas de uma situação e produzir mudanças. O foco está em resolver algum problema encontrado por indivíduos ou por grupos, sejam eles

Leia mais

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 INTRODUÇÃO Sobre o Relatório O relatório anual é uma avaliação do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da FDC sobre as práticas

Leia mais

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS REDES DE PEQUENAS EMPRESAS As micro, pequenas e médias empresas, em decorrência da globalização e suas imposições,vêm buscando alcançar vantagem competitiva para sua sobrevivência no mercado. CONTEXTO

Leia mais

O APORTE DOS ARQUIVOS PARA A GESTÃO DO CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL

O APORTE DOS ARQUIVOS PARA A GESTÃO DO CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL O APORTE DOS ARQUIVOS PARA A GESTÃO DO CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL Marilene Lobo Abreu Barbosa 21 de outubro de 2013 Arquivos, bibliotecas e museus Foram os primeiros sistemas de informação e, inicialmente,

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Coordenadoria Geral de Pós-Graduação Lato Sensu

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Coordenadoria Geral de Pós-Graduação Lato Sensu PORTFÓLIO ESPECIALIZAÇÃO / MBA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Sumário ÁREA: CIÊNCIAS DA SAÚDE... 2 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO: PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO... 2 ÁREA: COMUNICAÇÃO E LETRAS...

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS Gilmar da Silva, Tatiane Serrano dos Santos * Professora: Adriana Toledo * RESUMO: Este artigo avalia o Sistema de Informação Gerencial

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CURSO TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL Série do Curso: 4ª SÉRIE Nome da Disciplina: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani Data Warehouse - Conceitos Hoje em dia uma organização precisa utilizar toda informação disponível para criar e manter vantagem competitiva. Sai na

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 43 3 METODOLOGIA DA PESQUISA Medeiros (2005) esclarece que a pesquisa científica tem por objetivo maior contribuir para o desenvolvimento humano. Para isso, conta com métodos adequados que devem ser planejados

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE INFORMÁTICA CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CÓDIGO MATRIZ CURRICULAR: 109P1NB

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE INFORMÁTICA CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CÓDIGO MATRIZ CURRICULAR: 109P1NB UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE INFORMÁTICA CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CÓDIGO MATRIZ CURRICULAR: 109P1NB PLANO DE DISCIPLINA ANO LETIVO: 2011 2º SEMESTRE DADOS DA DISCIPLINA CÓDIGO DISC

Leia mais

ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ

ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ INTRODUÇÃO Estratégia é hoje uma das palavras mais utilizadas

Leia mais

Análise Estratégica. BA Brazil - palestra

Análise Estratégica. BA Brazil - palestra Análise Estratégica 12 novembro 2015 Fundação Vanzolini Ruy Aguiar da Silva Leme (1925-1997) Engenheiro civil pela Poli-USP - Professor-assistente (1949-1953) e interino (1953) - Primeiro chefe do Departamento

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

LOGÍSTICA EMENTAS DO CURSO

LOGÍSTICA EMENTAS DO CURSO LOGÍSTICA EMENTAS DO CURSO 1º P TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITA Técnicas de leitura, interpretação e produção de textos, expressão oral e apresentação de trabalhos acadêmicos, argumentação científica.

Leia mais

Gestão Estratégica de Marketing

Gestão Estratégica de Marketing Gestão Estratégica de Marketing A Evolução do seu Marketing Slide 1 O Marketing como Vantagem Competitiva Atualmente, uma das principais dificuldades das empresas é construir vantagens competitivas sustentáveis;

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS CATALÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM GESTÃO ORGANIZACIONAL. Ementário

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS CATALÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM GESTÃO ORGANIZACIONAL. Ementário SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS CATALÃO MESTRADO PROFISSIONAL EM GESTÃO ORGANIZACIONAL Ementário Metodologia de Pesquisa 64 horas Introdução; Paradigmas da investigação social.

Leia mais

Inteligência Competitiva: Relações com a Gestão do Conhecimento e Prospecção Científica e Tecnológica. Centro de Gestão e Estudos Estratégicos

Inteligência Competitiva: Relações com a Gestão do Conhecimento e Prospecção Científica e Tecnológica. Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Inteligência Competitiva: Relações com a Gestão do Conhecimento e Prospecção Científica e Tecnológica Jornada de Prospectiva e Gestão de Conhecimento Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Dezembro 2002

Leia mais

SUSTENTABILIDADE NA LOGÍSTICA REVERSA: ANÁLISE EMPÍRICA DE MULTIPLOS CASOS

SUSTENTABILIDADE NA LOGÍSTICA REVERSA: ANÁLISE EMPÍRICA DE MULTIPLOS CASOS 181 SUSTENTABILIDADE NA LOGÍSTICA REVERSA: ANÁLISE EMPÍRICA DE MULTIPLOS CASOS Valdecir Cahoni Rodrigues 1, Alvaro Costa Jardim Neto 2, Nilmaer Souza da Silva 1 1 Universidade do Oeste Paulista UNOESTE.

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS Coordenação de Documentação e Informação INOVAÇÃO E GERENCIAMENTO DE PROCESSOS: UMA ANÁLISE BASEADA NA GESTÃO DO CONHECIMENTO

TRABALHOS TÉCNICOS Coordenação de Documentação e Informação INOVAÇÃO E GERENCIAMENTO DE PROCESSOS: UMA ANÁLISE BASEADA NA GESTÃO DO CONHECIMENTO TRABALHOS TÉCNICOS Coordenação de Documentação e Informação INOVAÇÃO E GERENCIAMENTO DE PROCESSOS: UMA ANÁLISE BASEADA NA GESTÃO DO CONHECIMENTO INTRODUÇÃO Os processos empresariais são fluxos de valor

Leia mais

GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO

GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 109 GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO Claudinei Higino da Silva,

Leia mais

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação O artigo fala sobre os vários aspectos e desafios que devem ser levados em consideração quando se deseja transformar ou fortalecer uma cultura organizacional, visando a implementação de uma cultura duradoura

Leia mais

ASSUNTO DO MATERIAL DIDÁTICO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET

ASSUNTO DO MATERIAL DIDÁTICO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET AULA 05 ASSUNTO DO MATERIAL DIDÁTICO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET JAMES A. O BRIEN MÓDULO 01 Páginas 26 à 30 1 AULA 05 DESAFIOS GERENCIAIS DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

PROJETO CONSULTORIA ORGANIZACIONAL CONVÊNIO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DA UFG/CAC E UNICON

PROJETO CONSULTORIA ORGANIZACIONAL CONVÊNIO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DA UFG/CAC E UNICON PROJETO CONSULTORIA ORGANIZACIONAL CONVÊNIO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DA UFG/CAC E UNICON COSTA, Heloisa Machado da¹; SOARES, Julio Cesar Valandro². Palavras-chave: Consultoria, Melhoria, Confecções,

Leia mais

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico.

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. TENDÊNCIAS NO COMÉRCIO ELETRÔNICO Atualmente, muitos negócios são realizados de forma eletrônica não sendo necessário sair de casa para fazer compras

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

Pós Graduação em Comunicação Organizacional Integrada

Pós Graduação em Comunicação Organizacional Integrada Público - alvo Pós Graduação em Organizacional Integrada Indicado para profissionais de comunicação organizacional, relações públicas, assessores de comunicação, gestores de comunicação, bem como para

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

TÍTULO: MARKETING NA ÁREA DE SEGUROS E A PENETRAÇÃO DE SEGUROS MASSIFICADOS NAS CLASSES C E D.

TÍTULO: MARKETING NA ÁREA DE SEGUROS E A PENETRAÇÃO DE SEGUROS MASSIFICADOS NAS CLASSES C E D. Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: MARKETING NA ÁREA DE SEGUROS E A PENETRAÇÃO DE SEGUROS MASSIFICADOS NAS CLASSES C E D. CATEGORIA:

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

INFORMAÇÃO ORGÂNICA COMO INSUMO DO PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO EMPRESARIAL

INFORMAÇÃO ORGÂNICA COMO INSUMO DO PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO EMPRESARIAL INFORMAÇÃO ORGÂNICA COMO INSUMO DO PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO EMPRESARIAL 1 LOUSADA, Mariana marianalousada@hotmail.com 2 VALENTIM, Marta Lígia Pomim valentim@marilia.unesp.br Resumo: O foco desta pesquisa

Leia mais

A Computação e as Classificações da Ciência

A Computação e as Classificações da Ciência A Computação e as Classificações da Ciência Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Classificações da Ciência A Computação

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO 1 MESTRADO: EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO A) DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DAS LINHAS 1 e 2: Estudos Organizacionais e Sociedade e Marketing e Cadeias

Leia mais

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos SENAC Pós-Graduação em Segurança da Informação: Análise de Riscos Parte 2 Leandro Loss, Dr. Eng. loss@gsigma.ufsc.br http://www.gsigma.ufsc.br/~loss Roteiro Introdução Conceitos básicos Riscos Tipos de

Leia mais

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO Umberto Sales Mazzei Bruno Vieira Bertoncini PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO

Leia mais

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ Acadêmica de Administração Geral na Faculdade Metropolitana de Maringá /PR - 2005 RESUMO: A atividade comercial

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO 1 EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO MESTRADO: A) DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DAS LINHAS 1 e 2: Organizações e Estratégia e Empreendedorismo e Mercado

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÕES, ADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÕES, ADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÕES, ADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIA 1 OBJETIVOS 1. O que os administradores precisam saber sobre organizações para montar e usar sistemas de informação com sucesso? 2. Que

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

OBSERVATÓRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO. Palavras-chave: Gestão da Informação. Gestão do conhecimento. OGI. Google alertas. Biblioteconomia.

OBSERVATÓRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO. Palavras-chave: Gestão da Informação. Gestão do conhecimento. OGI. Google alertas. Biblioteconomia. XIV Encontro Regional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação - Região Sul - Florianópolis - 28 de abril a 01 de maio de 2012 RESUMO OBSERVATÓRIO DE

Leia mais