UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS. Ricardo Luís Raulik

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS. Ricardo Luís Raulik"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ FACULDADE DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS Ricardo Luís Raulik A INFLUÊNCIA DO COMPORTAMENTO DO COMANDANTE NO TOCANTE A SEGURANÇA DE VÔO Curitiba PR Ano 2008

2 2 Ricardo Luís Raulik A INFLUÊNCIA DO COMPORTAMENTO DO COMANDANTE NO TOCANTE A SEGURANÇA DE VÔO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Graduação: Tecnologia em Pilotagem Comercial de Aeronaves, da Universidade Tuiuti do Paraná Faculdade de Ciências Aeronáuticas, como parte das exigências para a obtenção do título de Piloto Comercial de Aeronaves. Orientadora: Prof.ª Margareth Hasse Curitiba PR Ano 2008

3 3 TERMO DE APROVAÇÃO AUTOR TÍTULO Este Trabalho de Conclusão de Curso foi julgado e aprovado para obtenção do Título de Tecnólogo em...da Faculdade de Ciências Aeronáuticas da Universidade Tuiuti do Paraná. Curitiba, de de 20. Nome do Curso/do Programa Nome do Coordenador Faculdade de Ciências Aeronáuticas Universidade Tuiuti do Paraná Orientador: Prof. Dr. Instituição e Departamento

4 4 AGRADECIMENTOS Gostaria de deixar aqui registrado os meus agradecimentos à Professora Margareth Hasse que contribuiu de forma significativa e relevante para a confecção deste artigo.

5 5 SUMÁRIO AGRADECIMENTOS 4 SUMARIO 5 RESUMO 6 INTRODUÇÃO 7 FIGURAS The Cockpit United Airlines - CRM 11 Fatores circunstanciais em aproximação e pouso 11 Abordagens entre chefe e líder 13 Tabela Grid 17 Profissional Culture 22 QUESTÃO PROBLEMA: O Comportamento 7 OBJETIVOS: Análise 9 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: Conceitos de Liderança 12 Grid / Crm 14 DISCUSSÃO / CONCLUSÕES 22 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 24

6 6 RESUMO Este trabalho aborda aspectos de como o comportamento do comandante e o tratamento dispensado aos subordinados afetam a comunicação entre os tripulantes e, por conseguinte, a segurança de vôo. A análise do comportamento do comandante na relação interpessoal e na comunicação está baseada em conceitos atuais de CRM e estudos realizados por companhias ou empresas aéreas reconhecidamente atuantes no sistema da aviação mundial. Palavras-chave: Comunicação. Equipe. Liderança. CRM.

7 7 1. INTRODUÇÃO Na aviação, como em qualquer outro ramo de trabalho, existem pessoas que apresentam problemas de relacionamento com os colegas de equipe, os quais se manifestam na comunicação dentro da cabine de comando. Esse problema torna-se mais aparente quando o indivíduo ocupa cargos de liderança, já que, pelo status social que detém, podem dar ordens diretas sem levar em consideração se esta foi clara o suficiente para ser executada pelo subordinado (FISCHER U, ORASANU J. 2000). Este trabalho discute o comportamento do comandante no seu papel de líder, e como esse comportamento pode afetar diretamente a segurança de vôo. Em casos extremos, a atitude do comandante favorece o retraimento de todos os membros da tripulação a tal ponto que deixam de lado uma posição assertiva com contribuições relevantes às operações aéreas. Tem por objetivo identificar e remover este elo da corrente que pode levar a uma situação de risco ou até mesmo a um acidente aéreo O COMPORTAMENTO Vôo de check. O comandante checador apresenta-se para o vôo atrasado alegando problemas no trânsito. Não há mais tempo para o brieffing. A tripulação segue para o avião. É conhecido entre os colegas como pessoa complicada. Antes mesmo de fechar a porta, no primeiro contato com a chefe de cabine, ele coloca seus procedimentos (aqueles que deveriam ter sido brifados anteriormente) de maneira no mínimo indelicada. O primeiro elo.

8 8 Na primeira etapa, durante o procedimento de descida, o piloto que estava sendo checado tenta cumprir rigorosamente os padrões propostos pela empresa. O checador surta dizendo que estava inadequado e que seria outro procedimento. A partir daí a confusão instaura-se na cabine. O pouso foi completado da maneira conforme queria o checador. Em solo, ao invés de um debrieffing, cria-se um clima quase que insustentável entre os dois pilotos. O segundo elo. Mas os passageiros estão na porta. O vôo tem que prosseguir. O mecânico entra na cabine questionando se poderia adiantar o abastecimento. O checador olha para o checado delegando a decisão. Como a documentação do vôo ainda não havia chegado, o piloto solicita ao mecânico que aguarde um pouco. O checador manda iniciar. Sem diálogo e sem interação. Agora, o problema não seria mais acertar a operação conforme a rotina do fabricante da aeronave e normas da empresa, e sim como queria o avaliador. Mais um elo. Em um determinado momento, entre etapas, outro comissário passa pelo copiloto e, desculpando-se, informa que não entraria mais na cabine. Algo aconteceu. O quarto elo. A esta altura não existia mais uma tripulação, e sim vários tripulantes. O check pode ser dado como encerrado, pois nada do que se faça daí em diante estará correto. O vôo prossegue de todas as formas, menos normalmente. Em um céu cavok, uma nuvem cumulus-nimbus acompanha o avião. Cobranças infundadas, críticas inconsistentes, demonstrações de falta de conhecimento. Mas ele é o comandante instrutor e checador. Sangue azul.

9 ANÁLISE A situação do vôo de check acima relatada serve para a análise do comportamento do comandante e sua influencia na segurança de vôo que se pretende com este trabalho. Pensando dessa forma, qual o nível de segurança no referido vôo? A tripulação poderia ser chamada de equipe? Havia espaço para a assertividade? Os elos enfraquecidos estavam se unindo rapidamente na formação da corrente que poderia levar a um acidente. São inúmeros casos de investigações sobre erros na aviação onde um dos fatores contribuintes preponderantes foi o humano. O acidente ocorrido no Canadá em março de 1989 (disponível em: acabou por acidentar-se devido ao acúmulo de neve sobre as asas antes da decolagem. Um passageiro, piloto experiente, avisou a aeromoça, mas esta ficou receosa de repassar ao comandante. Em outro evento, acontecido em Manaus-AM, um Brasília EMB-120 (disponível em: inexplicavelmente colidiu contra o solo durante uma espera (CFIT). Os dois pilotos não se falavam. Estudos realizados pela NASA, universidades e empresas aéreas americanas mostram que 70% (HELMREICH R. L. 2000) dos acidentes são atribuídos aos erros humanos cometidos pela tripulação. Pesquisadores concluíram que esses dados indicavam a falta de treinamento na área de gerenciamento, liderança, trabalho em equipe e outros aspectos não relacionados à técnica de pilotagem em si.

10 10 Análises das causas de acidentes e incidentes de aviões a jato entre 1968 e 1976 (COOPER, WHITE & LAUBER, 1980; MURPHY, 1980), realizados por pesquisadores da NASA, concluíram que o erro do piloto refletia falhas na comunicação e coordenação entre a equipe (HELMREICH R. L. 2000). Nos últimos 20 anos, fatores ligados a comunicação interpessoal têm sido implicados em 70% a 80% do acidentes (HELMREICH R. L. 2000).. Visando reduzir o número de acidentes em que este fator estava fortemente envolvido, foi criado em 1979 pela NASA (COOPER, WHITE, & LAUBER, 1980) um programa inicialmente chamado CRM Cockpit Resourse Management e adotado por algumas companhias aéreas americanas e européias. Em pouco tempo o C passou a significar Crew, envolvendo também a tripulação comercial e logo depois Company, englobando mecânicos, despachantes operacionais, escala de vôo e todos aqueles envolvidos nas operações aéreas. É uma filosofia de treinamento que trata de adequar o comportamento efetivo de um piloto, através do reforço de suas habilidades de gerenciar os diversos recursos que dispõem de natureza técnica e de relacionamento entre os membros da tripulação. O CRM é um dos elementos críticos na estratégia organizacional para minimizar e gerenciar o erro humano (CULTURE, ERROR AND CREW RESOURCE MANAGEMENT - ROBERT L. HELMREICH, JOHN A. WILHELM, JAMES R. KLINECT, & ASHLEIGH C. MERRITT). O CRM não diminui a autoridade do comandante. Também não amotina os subordinados. Ele visa apenas à integração de todos com o único fim que é a segurança de vôo. O comandante, para suas tomadas de decisões, precisa ser abastecido com todas as informações e recursos disponíveis. Para isso, é necessário que o canal esteja aberto. As chances de se cometer um erro aumentam significativamente à medida que ele se isola atrás da posição. Com a soberba, o espaço para a assertividade

11 11 daqueles que detêm a informação acaba limitado ou mesmo excluído, levando à complacência. A falta de comunicação gera um bloqueio, violando o conceito CRM. Erros resultam fundamentalmente de problemas de processamento da informação recebida ou adquirida. Podem ser controlados melhorando a qualidade e a pertinência dessa informação. Hábitos interpessoais, tais como educação, caráter, previsibilidade, abertura à comunicação, maturidade, comprometimento, entre outros, são o primeiro passo no desenvolvimento de um perfil adequado e seguro. 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 Acidentes com perda total por milhão de horas voadas 0,1 0 Média da indústria United antes do CRM United pós CRM THE COCKPIT, UNITED AIRLINES, MARÇO E ABRIL DE 1986 (FIG. 1) FATORES CIRCUNSTANCIAIS EM APROXIMAÇÃO E POUSO DADOS FLIGHT SAFETY FOUNDATION (FIG. 2)

12 12 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1. CONCEITOS DE LIDERANÇA Uma vez alguém disse: se algum dia você precisar dizer que é o comandante, é porque em algum momento você deixou de sê-lo. Durante uma jornada, a tarefa mais difícil é gerenciar as inúmeras situações encontradas. E as mais difíceis dentre elas são aquelas que envolvem os fatores humanos. Tripulantes, passageiros, mecânicos, empresa, pressa, metas, problemas familiares, financeiros, stress e fadiga são exemplos de problemas que tendem a aumentar a carga de trabalho sobre a equipe e conseqüentemente degradar o fator emocional. É onde se faz presente o líder, o comandante com a função de manter todos agregados e o bom andamento das operações. Liderança é a influência das idéias e ações sobre o comportamento do grupo. É o processo de conduzir um time para uma meta comum ou ainda a habilidade de motivar e influenciar os liderados para que contribuam, voluntariamente, da melhor forma com os objetivos (STONER & FREEMAN: 1995). Existe uma grande diferença entre liderança adquirida e autoridade designada. A situação ideal é quando essas duas estão combinadas em harmonia.

13 13 CHEFE: tem a visão de que LÍDER: tem a visão de que Administra recursos humanos Precisa ganhar sempre Lidera pessoas Precisa ganhar mais do que perder Tem competência Tem todo o poder Conflitos são aborrecimentos Crises são riscos Pessoas trabalham por dinheiro Conflitos são lições Crises são oportunidades Pessoas trabalham também por dinheiro Tem parceiros Tem subordinados e chefes Quadro 1 ABORDAGENS ENTRE CHEFE E LÍDER (FIG 3) A liderança envolve o trabalho de equipe e a qualidade desta depende do sucesso do relacionamento do líder com o time. A liderança hábil pode ser necessária para compreender e lidar com várias situações (disponível em: Por exemplo, conflitos dentro de uma tripulação complicam a tarefa do líder e pode influenciar tanto a eficiência quanto a segurança. Investigações de acidentes e incidentes com a aeronaves têm demonstrado que as diferenças de personalidade influenciam o comportamento e o desempenho dos membros da tripulação. Os fatores que têm sido demonstrados como afetando o clima emocional no qual o time opera inclui as percepções de segurança, clareza do trabalho e expectativas das tarefas, comunicação de apoio, participação e envolvimento, reconhecimento para a contribuição e liberdade de expressão (MANUAL DO FACILITADOR EM CRM ANAC disponível em: Enquanto o clima ou o ritmo da operação depende, numa grande extensão, da

14 14 atitude e da conduta do comandante, todos os membros da tripulação devem, todavia, estar conscientes da significação de um bom clima de trabalho, e se esforçar para colocar sem prática aqueles comportamentos que conduzem a ele. Nas literaturas, encontramos três tipos de liderança: a autocrática, a democrática e a liberal, esta também chamada de Laissez Faire (WIKIPEDIA.ORG/). A primeira delas, também denominada liderança autoritária ou diretiva, o líder toma decisões individuais, desconsiderando a opinião dos liderados. Na democrática (participativa ou consultiva), no processo decisório existe a participação de todos. É voltado para as pessoas. Por último, a liderança do tipo liberal é baseada no deixai fazer, deixar passar, ou seja, o líder é complascente e se exime das decisões e problemas. (LACOMBE, F.J.M.; HEILBORN, G.L.J. ADMINISTRAÇÃO: PRINCÍPIOS E TENDÊNCIAS - CHIAVENATO, IDALBERTO. INTRODUÇÃO À TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO). Liderar não é uma tarefa simples. Pelo contrário. Liderança exige paciência, disciplina, humildade, respeito e compromisso, pois a organização é um ser vivo, dotado de colaboradores dos mais diferentes tipos. Não é difícil concluir que o líder, neste caso o comandante, dependente das informações a ele trazidas, deve enquadrar-se na democrática, sem contudo eximir-se da responsabilidade da decisão final que será sempre sua GRID CRM Historicamente falando, o treinamento do piloto tem-se concentrado em sua habilidade de pilotar e no conhecimento de sistemas, ignorando ou negligenciando outros fatores como a comunicação entre os tripulantes, a eficiência em compartilhar

15 15 informações e o processo de tomada de decisões. Não obstante o fato de que o piloto ficou liberado de numerosas funções rotineiras de vôo devido à tecnologia embarcada, ele passou a ser exigido mais freqüentemente para exercer habilidades de monitoramento e gerência. O papel do comandante foi ampliado para incluir, além de tarefas rotineiras de comando e eficiência de vôo, muitas outras funções, tais como estabelecimento de metas, gerência de equipe e desenvolvimento pessoal dos membros da tripulação. Estima-se, atualmente, que o mau gerenciamento dos recursos na cabine de comando é um fator causal em 60% dos acidentes fatais com jatos comerciais. (Grid/CRM pág. 07). Vejamos alguns exemplos: Vôo Universal 725 Boeing 727 Chicago O HARE Airport: Durante o brieffing o comandante informa que quer um vôo padrão. Comandante: Complete o check list. Mecânico de vôo: Completo... (O comandante aplica a potência de decolagem) Co-piloto: VR... V2 Comandante: Gear Up (No ponto de redução de potência) Mecânico de vôo: Posso trazer a potência para L.7 de EPR? Comandante: Se eu quisesse uma redução de potência, eu teria pedido. (Grid/CRM pág. 13). O comandante indicou que os padrões operacionais seriam seguidos mas, no entanto rejeitou qualquer tipo de questionamento quanto ao seu desvio do procedimento de abatimento de ruído na decolagem. Situações parecidas ocorrem com demasiada freqüência.

16 16 O GRID (BLAKE, ROBERT; MOUTON, JANE. GRID/CRM GERENCIAMENTO DE RECURSOS NA CABINE DE COMANDO. (RIO DE JANEIRO: CONCISA, 1990.) é um quadro de referência, que tem a finalidade de compreender diferentes abordagens do gerenciamento de recursos e o efeito desses estilos sobre a atuação dos outros membros da tripulação. O objetivo final é compreender de que forma o comportamento de cada tripulante tem influência sobre cada um dos outros membros, assim como a eficiência da cabine de comando de um modo geral. O GRID também sugere formas construtivas de enfrentar conflitos e tensões que podem ocorrer como resultado de formas diferentes e talvez menos eficientes de lidar com os problemas. O quadro GRID possui duas dimensões básicas de referência. A primeira, horizontal, é a orientação para o desempenho, que inclui economia, segurança e o desempenho do vôo propriamente dito. A vertical é a orientação para as pessoas: os indivíduos com quem uma pessoa interage em atividades de trabalho. Nesse contexto, incluem-se os outros membros da tripulação, pessoal de terra, mecânicos, diretores, administradores, etc. Na matriz, as orientações são graduadas de 1 a 9, sendo o nível 1 extremamente baixo e o 9 altíssimo nível de orientação. Essa matriz é usada para descrever atitudes e comportamentos. Os números servem para representar um padrão de comportamento. (BLAKE, ROBERT; MOUTON, JANE)

17 17 1,9 9,9 Orientação para pessoas > 5,5 1,1 9,1 Orientação para desempenho > Quadro 2 GRID/CRM pág. 17 (FIG. 4) Estilo 1,1 O tripulante que segue esta orientação permanece no emprego apenas esperando o dia de se aposentar. O que quer é ir levando. Os membros da tripulação de um comandante 1,1 não se sentem parte da equipe. Quando sentem necessidade de expressar uma idéia, acham muito difícil obter uma resposta que demonstre interesse por parte do superior. Estilo 1,9 Ressalta a extrema importância do bom relacionamento. Busca a aprovação dos outros os envolvendo em divertimentos externos e não pela sua capacitação profissional.

18 18 *Estilo 9,1 É sobre esse estilo de comportamento que se refere primordialmente este artigo. Um piloto que segue esta orientação esforça-se para conseguir desempenho máximo e pouco se interessa pelas atitudes, sentimentos e idéias dos outros membros da tripulação. A autoridade é usada para pressionar e controlar. A delegação de autoridade é feita no mínimo possível. É o exemplo citado anteriormente na introdução deste artigo e no aeroporto de Chicago O Hare. O comandante está seguro de que sabe qual a melhor forma de proceder, e transmite esse estado de espírito de forma imperativa e ríspida. Não ouve inputs e pode até tornar-se agressivo se achar que sua autoridade está em risco. Raramente revela o porquê. Analisemos o caso abaixo: A aeronave está em vôo de cruzeiro a 100 milhas do destino. Etapa do copiloto. Co-piloto Gostaria de começar a descer agora devido a turbulência, ao vento e ao tempo necessário para reduzir para 250 kt. Comandante - Não me agrada este planejamento. Co-piloto (90 milhas) Comandante, seria melhor começar a descer para podermos cumprir as restrições da descida. Comandante Comece a descer com 82 milhas fora de forma a atingir 250 kt a ft e com 40 milhas. Estamos tentando economizar combustível. (Grid/CRM pág. 32).

19 19 Neste exemplo, o comandante rejeita a sugestão do co-piloto sem explicar o porquê. Deixa de responder a preocupação do colega a respeito das condições meteorológicas. Quando o co-piloto tenta trazer de volta o assunto, recebe uma resposta autoritária com instruções específicas, deixando como única alternativa obedecer. Esta orientação pode dar origem a erros de procedimento e tais posições arbitrárias tenderão a reduzir a cooperação. A atitude dos outros passará a ser aquela que se resume na frase: se ele quer fazer tudo sozinho, que o faça. Vôo Universal 798 em aproximação para San Diego Torre Universal 798, autorizado o pouso na pista 27. Vento 270/07. Co-piloto Ciente. Universal 798. Autorizado pouso na pista 27 Co-piloto Comandante, estamos perto demais. Comandante Apenas abaixe o trem de pouso e faça o check list. Vou iniciar a redução agora. Já tenho a pista à vista. Co-piloto Comandante, com certeza não parece vento de proa aqui em cima. Comandante Flaps 2 Co-piloto Nós ainda estamos um pouco velozes para 2. (O comandante estende a mão e coloca os flaps em 2) Co-piloto Se efetuarmos a curva usual ao redor do hospital nós teremos espaço para desacelerar. Comandante Flaps 5. Co-piloto Nós ainda estamos um pouco rápido, mas a velocidade está começando a diminuir. (O comandante estende a mão e coloca os flaps em 5) (O comandante estende a mão e coloca os flaps em 25)

20 20 Co-piloto Estes flaps demoram um tempão para estender sempre que a gente precisa deles. Comandante Especialmente se você demora a comandá-los. Há considerável margem de segurança embutida na speed limit dos flaps e você precisa tirar vantagem disso. (O comandante estica a mão e coloca os flaps em 30) Co-piloto Você vai ouvir o ground warning proximity. A razão de descida é de pés por minuto. Você acha... Ah... Talvez nós devêssemos... (Após tocar além da marca de pés, o Universal 798 consegue parar próximo ao fim da pista graças ao forte emprego dos freios e da reversão). Torre Universal 798. Há fumaça saindo do seu trem de pouso. Você precisa que seja acionada a emergência? (Grid/CRM pág. 37) Nesse evento, se o comandante houvesse sido sensível à opinião do copiloto, por mais simples que fosse o comentário, ele estaria prevenido da complicação gerada por uma aproximação não estabilizada e poderia ter tomado uma ação corretiva. Esse comportamento pode ainda afetar a confiança dos outros membros da tripulação em seu comandante devido à má vontade deste em discutir ou mesmo ouvir problemas por menor que sejam. O estilo 9,1 baseia a liderança numa relação rígida de autoridade-obediência. Poucos se sentem a vontade e a maioria acaba por submeter-se ao seu domínio. Como conseqüência, a criatividade e o comprometimento comum estarão certamente comprometidos. Trata-se, na verdade, de rejeição de uma regra fundamental de segurança de vôo na cabine de comando.

21 21 Estilo 5,5 O indivíduo se ajusta ao sistema e ao ritmo de trabalho que os outros resolvem adotar. Quando surgem divergências, estas são resolvidas na medida do possível por concessões mútuas. Acomodação e ajuste para ambas as partes. Esta abordagem faz com que as pessoas mostrem serviço, o que evita problemas com pessoal. Consegue manter as exigências de desempenho num nível constante, mas não é capaz de otimizar nenhum dos dois aspectos. Estilo 9,9 Tem como base o envolvimento, a participação e o comprometimento. O piloto que segue esta orientação procura estabelecer e apoiar relações de confiança, respeito e compromisso comum, de modo que a operação atinja os mais elevados padrões de segurança e desempenho. Apresenta um posicionamento de ouvir e procurar opiniões, idéias e ações dos outros, estando pronto a mudar de idéia quando sentir-se convencido. Estilo 9+9 Paternalismo. Combina de modo cumulativo a alta preocupação pelo desempenho com a alta preocupação com as pessoas. Nesta orientação o comandante assume a responsabilidade pelos colegas como se estes fossem crianças. O paternalista colhe satisfação por demonstrar grande riqueza de sabedoria e conhecimentos dos quais outros poderão valer-se.

22 22 3. DISCUSSÃO / CONCLUSÕES Após essa breve explanação sobre como o comportamento do tripulante pode influenciar na segurança de vôo, pode-se ter uma idéia sobre a gravidade da situação que, embora rara, está presente no dia a dia do aeronauta. Hoje se sabe que a tripulação é uma equipe que deve andar de maneira coesa e compassada. Um questionamento de um tripulante a outro precisa ser visto como uma preocupação construtiva, não como uma disputa de autoridade. A partir do momento em que existe dúvida ou desconforto sobre um procedimento, esta deve ser exposta e expressada livremente. O comandante, por mais experiente e dono de si que possa ser, está sempre sujeito ao erro ou ao engano. Deve usar sua experiência para ter consciência disso e manter o canal da comunicação aberto, de modo que um possível elo enfraquecido seja prontamente identificado evitando conseqüências desastrosas. Robert L. Helmreich and Ashleigh C. Merritt University of Texas Aerospace Crew Research Project (FIG. 5)

23 23 A liderança e as contribuições provêm de todos os tripulantes. O melhor uso da autoridade é a mobilização de todos os recursos disponíveis. Cabe também às empresas aéreas identificar colaboradores com maior dificuldade em colocar em prática os conceitos de CRM, proporcionado a eles maior treinamento e suporte psicológico. De nada adianta manter aulas de CRM apenas como grade curricular, sem merecida atenção, valor e emprego prático. Os gráficos deixam isso bem claro. A falta deste conceito apresenta-se como um dos principais fatores contribuintes nos acidentes considerados. (THE COCKPIT, UNITED AIRLINES, MARÇO E ABRIL DE 1986 e FATORES CIRCUNSTANCIAIS EM APROXIMAÇÃO E POUSO DADOS FLIGHT SAFETY FOUNDATION). É válido frisar também que o princípio punitivo adotado em certas companhias não traz benefícios, pelo contrário, segue em desacordo com as tendências mundiais e acaba colaborando com a degradação da qualidade das operações, criando um clima ruim e prejudicial de trabalho. Nesse caso, perdem-se ainda valiosas informações da cultura fly safety, quando o tripulante se omite em relatar situações perigosas que poderiam acontecer ou que já tenham acontecido. Um aviador é um profissional altamente preparado e também de alto custo para a organização, portanto merece atenção e não deve ser descartado precipitadamente, sob pena de criar uma desmotivação profissional no grupo.

24 24 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Wikipédia Enciclopédia Livre CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração: edição compacta. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, ISBN LACOMBE, F.J.M.; Heilborn, G.L.J. Administração: princípios e tendências. 1.ed. São Paulo: Saraiva, ISBN BOWDITCH, James L. & BUONO, Anthony F. Elementos de Comportamento Organizacional. Título Original "A Primer on Organization Behavior" São Paulo - Editora Pioneira. BLAKE, Robert; MOUTON, Jane. GRID/CRM Gerenciamento de recursos na cabine de comando. Rio de Janeiro: CONCISA, 1990.

LIDERANÇA, SER OU NÃO SER UM LÍDER?

LIDERANÇA, SER OU NÃO SER UM LÍDER? LIDERANÇA, SER OU NÃO SER UM LÍDER? AILA MORAIS V. DE CARVALHO ALAN CÁSSIO G. EVERTON BENFICA DOS SANTOS MARAISA DE LIMA BARCELOS SHÁDYA AMÁBILLE RAMOS LOPES FACULDADES INTEGRADAS DE TRÊS LAGOAS - AEMS

Leia mais

O TRABALHO EM EQUIPE: a multiplicação do talento humano

O TRABALHO EM EQUIPE: a multiplicação do talento humano UNIVERSIDADE PAULISTA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM O TRABALHO EM EQUIPE: a multiplicação do talento humano Prof. Cassimiro Nogueira Jr Hoje, as lideranças que querem obter sucesso, formam equipes de trabalho

Leia mais

LIDERANÇA. CÊGA, Anderson. Associação Cultural e Educacional de Garça ACEG - Garça andersoncega@yahoo.com.br

LIDERANÇA. CÊGA, Anderson. Associação Cultural e Educacional de Garça ACEG - Garça andersoncega@yahoo.com.br LIDERANÇA CÊGA, Anderson Associação Cultural e Educacional de Garça ACEG - Garça andersoncega@yahoo.com.br TAVARES, Guilherme Associação Cultural e Educacional de Garça ACEG - Garça INTRODUÇÃO Ao longo

Leia mais

Aperf r e f iço ç a o m a ent n o t o Ge G re r nci c al a para Supermercados

Aperf r e f iço ç a o m a ent n o t o Ge G re r nci c al a para Supermercados Aperfeiçoamento Gerencial para Supermercados Liderança Liderança é a habilidade de influenciar pessoas, por meio da comunicação, canalizando seus esforços para a consecução de um determinado objetivo.

Leia mais

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores Sumário Liderança para potenciais e novos gestores conceito Conceito de Liderança Competências do Líder Estilos de Liderança Habilidades Básicas Equipe de alta performance Habilidade com Pessoas Autoestima

Leia mais

ABORDAGENS BÁSICAS SOBRE LIDERANÇA

ABORDAGENS BÁSICAS SOBRE LIDERANÇA ABORDAGENS BÁSICAS SOBRE LIDERANÇA Ref. Básica: ROBBINS, Stephen P. Comportamento Organizacional. 11. ed. SãoPaulo: Pearson PrenticeHall, 2005. ( Cap. 11 ) Prof. Germano G. Reis germanoglufkereis@yahoo.com.br

Leia mais

Sem Mais Desculpas Treinamentos E porque? O que é vender no mundo de hoje O que você verá neste curso:

Sem Mais Desculpas Treinamentos E porque? O que é vender no mundo de hoje O que você verá neste curso: A Sem Mais Desculpas Treinamentos defende um conceito chamado Comportamento Comercial. Acreditamos que todas as pessoas, em todas as funções, necessitam ter uma visão e uma atitude comercial daquilo que

Leia mais

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS Amplitude de Controle Conceito Também denominada amplitude administrativa ou ainda amplitude de supervisão, refere-se ao número de subordinados que um

Leia mais

Organização da Aula. Gestão de Recursos Humanos. Aula 2. Liderança X Gerenciamento. Contextualização. Empreendedor Conflitos.

Organização da Aula. Gestão de Recursos Humanos. Aula 2. Liderança X Gerenciamento. Contextualização. Empreendedor Conflitos. Gestão de Recursos Humanos Aula 2 Profa. Me. Ana Carolina Bustamante Organização da Aula Liderança Competências gerenciais Formação de equipes Empreendedor Liderança X Gerenciamento Conceito e estilos

Leia mais

Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos Humanos e das Comunicações

Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos Humanos e das Comunicações ENAP Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gerência de Projetos - Teoria e Prática Conteúdo para impressão Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos

Leia mais

Prof. Gustavo Nascimento. Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA

Prof. Gustavo Nascimento. Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA Prof. Gustavo Nascimento Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA A liderança e seus conceitos Liderança é a capacidade de influenciar um grupo para que as metas sejam alcançadas Stephen Robbins A definição de liderança

Leia mais

L I D E R A N Ç A (Autoria não conhecida)

L I D E R A N Ç A (Autoria não conhecida) L I D E R A N Ç A (Autoria não conhecida) Liderança é inata? Abordagem Genética - Antigamente acreditava-se que o indivíduo nascia com características, aptidões e valores próprios de um líder. Na moderna

Leia mais

EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO

EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO MÓDULO 15 - Sugestões que podem melhorar a coordenação organizacional O objetivo final da coordenação é obter a sinergia organizacional. Não existem regras mágicas

Leia mais

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Avaliação de: Sr. Mario Exemplo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Leia mais

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO 1 LÍDERES DO SECULO XXI André Oliveira Angela Brasil (Docente Esp. das Faculdades Integradas de Três Lagoas-AEMS) Flávio Lopes Halex Mercante Kleber Alcantara Thiago Souza RESUMO A liderança é um processo

Leia mais

TESTE: RELACIONAMENTO INTERPESSOAL

TESTE: RELACIONAMENTO INTERPESSOAL TESTE: RELACIONAMENTO INTERPESSOAL (JANELA JOHARI) É constituído de 20 situações possíveis de ocorrer dentro de uma empresa, composto por duas afirmativas de resposta em cada. O usuário deve analisar qual

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS

MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS Manual de Aplicação Questionário de Levantamento Organizacional e de Fatores Humanos Brasília, novembro

Leia mais

Conflitos. Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli

Conflitos. Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli Conflitos Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli Conflitos, quem nunca passou por um momento de conflito? A palavra CONFLITO possui uma conotação negativa, sempre imaginamos

Leia mais

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014 Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 Este relatório baseia-se nas respostas apresentadas no Inventário de Análise Pessoal comportamentos observados através questionário

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO

Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO Comunicação empresarial eficiente: Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO Sumário 01 Introdução 02 02 03 A comunicação dentro das empresas nos dias de hoje Como garantir uma comunicação

Leia mais

CONSULTOR CARLOS MARTINS AÇAO EM MARKETING

CONSULTOR CARLOS MARTINS AÇAO EM MARKETING CONSULTOR CARLOS MARTINS CRIA - AÇAO EM MARKETING SUA EMPRESA Copyright Consultor Carlos Martins - Todos os direitos reservados wwwcarlosmartinscombr - consultor@carlosmartinscombr Como conquistar Clientes

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO. Funções administrativas ADMINISTRAÇÃO. Revisão de véspera Técnico INSS ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO. Funções administrativas ADMINISTRAÇÃO. Revisão de véspera Técnico INSS ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO Funções administrativas Revisão de véspera Técnico INSS Planejamento Organização Direção Controle 1 2 Funções administrativas Planejamento: Planejamento é a função administrativa que estabelece os objetivos

Leia mais

Uma resposta às mudanças organizacionais através do trabalho em equipes multifuncionais: um estudo de caso na indústria de fertilizantes

Uma resposta às mudanças organizacionais através do trabalho em equipes multifuncionais: um estudo de caso na indústria de fertilizantes Uma resposta às mudanças organizacionais através do trabalho em equipes multifuncionais: um estudo de caso na indústria de fertilizantes Adriane Hartman (CEFET-PR-PG) adriane.h@terra.com.br Prof. Dr. Dálcio

Leia mais

FACULDADE DE EDUCACAO DE COSTA RICA

FACULDADE DE EDUCACAO DE COSTA RICA FACULDADE DE EDUCACAO DE COSTA RICA DISCIPLINA: MOTIVACAO E ETICA LIDERAR PESSOAS ATRAVÉS DA MOTIVAÇÃO Por que as pessoas se comportam de certos modos? Liderar - é o processo de dirigir e influenciar as

Leia mais

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.psi.uminho.pt/ www.ardh-gi.com Esta apresentação não substitui a leitura

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

PROGRAMA COMPLIANCE VC

PROGRAMA COMPLIANCE VC Seguir as leis e regulamentos é ótimo para você e para todos. Caro Colega, É com satisfação que compartilho esta cartilha do Programa Compliance VC. Elaborado com base no nosso Código de Conduta, Valores

Leia mais

Quem Contratar como Coach?

Quem Contratar como Coach? Quem Contratar como Coach? por Rodrigo Aranha, PCC & CMC Por diversas razões, você tomou a decisão de buscar auxílio, através de um Coach profissional, para tratar uma ou mais questões, sejam elas de caráter

Leia mais

COMPORTAMENTO SEGURO

COMPORTAMENTO SEGURO COMPORTAMENTO SEGURO A experiência demonstra que não é suficiente trabalhar somente com estratégias para se conseguir um ambiente de trabalho seguro. O ideal é que se estabeleça a combinação de estratégias

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

INFORMES SETORIAL Aeronáutica fala sobre a segurança nos céus do Brasil

INFORMES SETORIAL Aeronáutica fala sobre a segurança nos céus do Brasil INFORMES SETORIAL Aeronáutica fala sobre a segurança nos céus do Brasil A reportagem exibida na semana passada mostrava algumas falhas na comunicação entre o avião monomotor em que estava o nosso repórter

Leia mais

Formulário de Avaliação de Desempenho

Formulário de Avaliação de Desempenho Formulário de Avaliação de Desempenho Objetivos da Avaliação de Desempenho: A avaliação de desempenho será um processo anual e sistemático que, enquanto processo de aferição individual do mérito do funcionário

Leia mais

CONTROLE ESTRATÉGICO

CONTROLE ESTRATÉGICO CONTROLE ESTRATÉGICO RESUMO Em organizações controlar significa monitorar, avaliar e melhorar as diversas atividades que ocorrem dentro de uma organização. Controle é fazer com que algo aconteça como foi

Leia mais

GUIA DE SOCIAIS EM REDES BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DO ATENDIMENTO E RELACIONAMENTO MELHORES PRÁTICAS. MELHORES RESULTADOS.

GUIA DE SOCIAIS EM REDES BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DO ATENDIMENTO E RELACIONAMENTO MELHORES PRÁTICAS. MELHORES RESULTADOS. GUIA DE BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DO ATENDIMENTO E RELACIONAMENTO EM REDES SOCIAIS MELHORES PRÁTICAS. MELHORES RESULTADOS. APRESENTAÇÃO OBJETIVO A ABA - Associação Brasileira de Anunciantes, por meio de

Leia mais

A Importância das Competências Comportamentais para Profissionais de Gerenciamento de Projetos. Ivo M. Michalick Vasconcelos, MSc, PMP, PMI-SP

A Importância das Competências Comportamentais para Profissionais de Gerenciamento de Projetos. Ivo M. Michalick Vasconcelos, MSc, PMP, PMI-SP A Importância das Competências Comportamentais para Profissionais de Gerenciamento de Projetos Ivo M. Michalick Vasconcelos, MSc, PMP, PMI-SP Por que projetos falham? Gestão Moderna (anos 90 em diante):

Leia mais

Nova revolução para pequenas empresas. O nascimento de uma nova estratégia de negócios

Nova revolução para pequenas empresas. O nascimento de uma nova estratégia de negócios O DADO DAS EMPRESAS Nova revolução para pequenas empresas O trabalho é uma parte necessária e importante em nossas vidas. Ele pode ser o caminho para que cada trabalhador consiga atingir seu potencial

Leia mais

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex...

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... (/artigos /carreira/comopermanecercalmosob-pressao /89522/) Carreira Como permanecer calmo sob pressão (/artigos/carreira/como-permanecer-calmosob-pressao/89522/)

Leia mais

3. Os erros têm sido cometidos exatamente onde há maior dificuldade...

3. Os erros têm sido cometidos exatamente onde há maior dificuldade... Entrevista com PEDRO MANDELLI Consultor na área de mudança organizacional, Pedro Mandelli é um dos maiores especialistas em desenho e condução de processos de mudança em organizações. É professor da Fundação

Leia mais

2º Simpósio Internacional de Confiabilidade e Gestão de Segurança Operacional. 09 a 11 de novembro de 2010

2º Simpósio Internacional de Confiabilidade e Gestão de Segurança Operacional. 09 a 11 de novembro de 2010 2º Simpósio Internacional de Confiabilidade e Gestão de 17 a 19 de novembro de 2009 Segurança Operacional 09 a 11 de novembro de 2010 Segurança Acima de Tudo Ferramentas de Segurança Operacional Histórico

Leia mais

Aula Nº 9 Gerenciamento de Recursos Humanos em projetos

Aula Nº 9 Gerenciamento de Recursos Humanos em projetos Aula Nº 9 Gerenciamento de Recursos Humanos em projetos Objetivos da Aula: Os objetivos desta aula visam tratar da identificação bem como do estabelecimento de uma estrutura organizacional apropriada ao

Leia mais

Questionário de Avaliação de Maturidadade MMGP Darci Prado QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE MATURIDADE

Questionário de Avaliação de Maturidadade MMGP Darci Prado QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE MATURIDADE MMGP Darci Prado QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE MATURIDADE Extraído do Livro "Gerenciamento de Programas e Projetos nas Organizações" 4ª Edição (a ser lançada) Autor: Darci Prado Editora INDG-Tecs - 1999-2006

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL LIDERANÇA

ADMINISTRAÇÃO GERAL LIDERANÇA ADMINISTRAÇÃO GERAL LIDERANÇA Publicado em 12/10/2015 LIDERANÇA A liderança é um fenômeno que ocorre exclusivamente em grupos sociais. Ela é definida como uma influência interpessoal exercida em dada situação

Leia mais

Nisto poderemos perguntar, por que pensar em liderança: Vejamos alguns pontos de vital importância:

Nisto poderemos perguntar, por que pensar em liderança: Vejamos alguns pontos de vital importância: LIDERANÇA EMPRESARIAL EVIDÊNCIAS DO COACHING COMO ESTRATÉGIA DE SUCESSO Prof. Dr. Edson Marques Oliveira, Doutor em Serviço Social pela Unesp-Franca-SP, mestre em Serviço Social pela PUC-SP e bacharel

Leia mais

COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO

COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO DEFINIÇÕES OPERACIONAIS E INDICADORES COMPORTAMENTAIS Pag. 1 Elaborada por Central Business Abril 2006 para o ABRIL/2006 2 COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06 Questões sobre o tópico Avaliação de Desempenho: objetivos, métodos, vantagens e desvantagens. Olá Pessoal, Espero que estejam gostando dos artigos. Hoje veremos

Leia mais

IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO

IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO 503 IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO Christina Garcia(1); Franciane Formighieri(2); Taciana Tonial(3) & Neimar Follmann(4)(1) Acadêmica do 4º Ano do Curso de

Leia mais

Características da liderança. Estilos de liderança LIDERANÇA. Líder e liderança O LÍDER EFICAZ. Conceito de liderança

Características da liderança. Estilos de liderança LIDERANÇA. Líder e liderança O LÍDER EFICAZ. Conceito de liderança Uninove Sistemas de Informação Teoria Geral da Administração 3º Semestre Prof. Fábio Magalhães Blog da disciplina: http://fabiotga.blogspot.com Semana 04 e liderança Conceito de liderança Segundo Robbins,

Leia mais

Ficha de Avaliação Periódica para Estágio Probatório

Ficha de Avaliação Periódica para Estágio Probatório 1 Ficha de Avaliação Periódica para Estágio Probatório Avaliação I Período de / / a / / Cargo / Emprego: Nº de Matrícula: Nome do Servidor: Secretaria / Setor: Nome do(s) avaliador (es): Avaliador(es)

Leia mais

Gerenciamento da Segurança Operacional GSO. Conceitos

Gerenciamento da Segurança Operacional GSO. Conceitos Gerenciamento da Segurança Operacional GSO Conceitos 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 1 Objetivos Identificar conceitos de gerenciamento

Leia mais

Fatores Críticos de Sucesso em GP

Fatores Críticos de Sucesso em GP Fatores Críticos de Sucesso em GP Paulo Ferrucio, PMP pferrucio@hotmail.com A necessidade das organizações de maior eficiência e velocidade para atender as necessidades do mercado faz com que os projetos

Leia mais

Aula 9. Liderança e Gestão de Equipes

Aula 9. Liderança e Gestão de Equipes Aula 9 Liderança e Gestão de Equipes Profa. Ms. Daniela Cartoni daniela.cartoni@veris.edu.br Trabalho em Equipe Nenhum homem é uma ilha, sozinho em si mesmo; Cada homem é parte do continente, parte do

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Cristina Soares Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Quando decidi realizar meu processo de coaching, eu estava passando por um momento de busca na minha vida.

Leia mais

O PAPEL DO LÍDER. Vejamos no quadro abaixo algumas diferenças básicas entre um líder e um chefe: SITUAÇÃO CHEFE LÍDER

O PAPEL DO LÍDER. Vejamos no quadro abaixo algumas diferenças básicas entre um líder e um chefe: SITUAÇÃO CHEFE LÍDER O PAPEL DO LÍDER O Que é Um Líder? Atualmente, e cada vez mais, as empresas investem nos funcionários, pois acreditam que essa é a melhor forma para a obtenção de bons resultados. Equipes são treinadas,

Leia mais

HISTÓRICO DO SMS NO BRASIL. Evolução 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008

HISTÓRICO DO SMS NO BRASIL. Evolução 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 HISTÓRICO DO SMS NO BRASIL Evolução 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 OBJETIVO Conhecer a evolução do pensamento sobre Gerenciamento

Leia mais

Princípios de Liderança

Princípios de Liderança Princípios de Liderança LIDERANÇA E COACH www.liderancaecoach.com.br / liderancaecoach ÍNDICE Liderança Chefe x Líder O que um líder não deve fazer Dicas para ser um líder de sucesso Para liderar uma equipe

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

DEFINIÇÃO DE ALVO COMO REDUZIR OS ÍNDICES DE ACIDENTES AERONÁUTICOS NO BRASIL?

DEFINIÇÃO DE ALVO COMO REDUZIR OS ÍNDICES DE ACIDENTES AERONÁUTICOS NO BRASIL? DEFINIÇÃO DE ALVO COMO REDUZIR OS ÍNDICES DE ACIDENTES AERONÁUTICOS NO BRASIL? - - - - - - - - - - Anais do 5º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2012) Direitos Reservados - Página 215 de 1112 - - - - -

Leia mais

Implementação de estratégias

Implementação de estratégias Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Implementação de estratégias Agenda: Implementação de Estratégias Visão Corporativa sobre

Leia mais

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra INTRODUÇÃO As organizações vivem em um ambiente em constante transformação que exige respostas rápidas e efetivas, respostas dadas em função das especificidades

Leia mais

Quais são os objetivos dessa Política?

Quais são os objetivos dessa Política? A Conab possui uma Política de Gestão de Desempenho que define procedimentos e regulamenta a prática de avaliação de desempenho dos seus empregados, baseada num Sistema de Gestão de Competências. Esse

Leia mais

Prof Elly Astrid Vedam

Prof Elly Astrid Vedam Prof Elly Astrid Vedam Despertar e saber lidar com os mecanismos de liderança e se preparar para a gestão de pequenos e médios negócios; Identificar conflitos no ambiente de seu negócio, calculando e avaliando

Leia mais

A importância da Liderança no sucesso da implementação Lean

A importância da Liderança no sucesso da implementação Lean A importância da Liderança no sucesso da implementação Lean Paulo Cesar Brito Lauria Muitas empresas têm se lançado na jornada de implementar a filosofia lean nas últimas décadas. No entanto, parece que

Leia mais

Resumo para Identificação das Necessidades dos Clientes

Resumo para Identificação das Necessidades dos Clientes Resumo para Identificação das Necessidades dos Clientes O processo de decisão de compra é feito através da percepção de que os consumidores têm um problema. Então, se movem em direção à resolução. Disto

Leia mais

NOSSO OBJETIVO. GESTÃO DO DESEMPENHO: uma possibilidade de ampliar o negócio da Organização

NOSSO OBJETIVO. GESTÃO DO DESEMPENHO: uma possibilidade de ampliar o negócio da Organização NOSSO OBJETIVO GESTÃO DO DESEMPENHO: uma possibilidade de ampliar o negócio da Organização RHUMO CONSULTORIA EMPRESARIAL Oferecer soluções viáveis em tempo hábil e com qualidade. Essa é a receita que a

Leia mais

JANELA DE JOHARI (RELACIONAMENTO INTERPESSOAL)

JANELA DE JOHARI (RELACIONAMENTO INTERPESSOAL) % ABERTURA JANELA DE JOHARI (RELACIONAMENTO INTERPESSOAL) Esta avaliação é constituída de 20 questões possíveis de ocorrer em uma empresa. Cada questão é composta por duas afirmativas. Você deve analisar

Leia mais

Capítulo II. Treinamento & Desenvolvimento

Capítulo II. Treinamento & Desenvolvimento Capítulo II Treinamento & Desenvolvimento QUESTÃO 01. (SERPRO/2005) A respeito do diagnóstico de necessidades de treinamento e desenvolvimento, julgue os itens seguintes. Avaliação de necessidades de treinamento

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 063/CENIPA/2009

COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 063/CENIPA/2009 COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS RELATÓRIO FINAL A - Nº 063/CENIPA/2009 OCORRÊNCIA AERONAVE MODELO ACIDENTE PP-KBK A-122B DATA 24 JUL 2007 ADVERTÊNCIA

Leia mais

Gestão da Mudança nas Organizações. Leila Oliva

Gestão da Mudança nas Organizações. Leila Oliva Gestão da Mudança nas Organizações Leila Oliva O roteiro Conduzir a mudança e o papel da liderança: Os papeis que vivemos; Jornada emocional da mudança. Conduzir a mudança organizacional: Os 8 passos do

Leia mais

Coaching Executivo: Coaching como instrumento fundamental do Líder

Coaching Executivo: Coaching como instrumento fundamental do Líder Coaching Executivo: Coaching como instrumento fundamental do Líder I Simpósio Coaching - Arte e Ciência CRA-SP 28 de maio de 2013 1 COACH Sentido original da palavra: veículo para transporte de pessoas.

Leia mais

Desenvolvimento Humano

Desenvolvimento Humano ASSESSORIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Desenvolvimento Humano ADVISORY Os desafios transformam-se em fatores motivacionais quando os profissionais se sentem bem preparados para enfrentá-los. E uma equipe

Leia mais

PORTFÓLIO DE CURSOS E COACHING

PORTFÓLIO DE CURSOS E COACHING 11 PORTFÓLIO DE CURSOS E COACHING W W W. C O M U N I C A C A O E M F O C O. C O M. BR SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO QUEM SOMOS... 3 2. CURSOS IN COMPANY 2.1. ORATÓRIA E TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO EM PÚBLICO...

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

Relatório de Competências

Relatório de Competências ANÁLISE CALIPER DO POTENCIAL DE DESEMPENHO PROFISSIONAL Relatório de Competências LOGO CLIENTE CALIPER Avaliação de: Sr. Márcio Modelo Preparada por: Consultora Especializada Caliper e-mail: nome@caliper.com.br

Leia mais

Ana Cláudia Braga Mendonça

Ana Cláudia Braga Mendonça Plano de Cargos e Salários CSJT OCUPAÇÃO DE FUNÇÃO COMISSIONADA E CARGO EM COMISSÃO I - FUNÇÕES COMISSIONADAS (FC-1 - FC-6) 80% > servidores integrantes das Carreiras do Poder Judiciário da União; (Art.3º)

Leia mais

Transforme. Transforme a TI. a empresa. Três imperativos da TI para a transformação da empresa realizada pelo CIO em um mundo dinâmico.

Transforme. Transforme a TI. a empresa. Três imperativos da TI para a transformação da empresa realizada pelo CIO em um mundo dinâmico. TECH DOSSIER Transforme a TI Transforme a empresa Três imperativos da TI para a transformação da empresa realizada pelo CIO em um mundo dinâmico. Consolidar para conduzir a visibilidade da empresa e a

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

CERTIFICAÇÃO ISO PARA EMPRESÁRIOS. Um guia fácil para preparar e certificar sua empresa. Ricardo Pereira

CERTIFICAÇÃO ISO PARA EMPRESÁRIOS. Um guia fácil para preparar e certificar sua empresa. Ricardo Pereira CERTIFICAÇÃO ISO PARA EMPRESÁRIOS Um guia fácil para preparar e certificar sua empresa Ricardo Pereira Antes de começar por Ricardo Pereira Trabalhando na Templum Consultoria eu tive a rara oportunidade

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO E ANÁLISE DE DADOS DE VÔO (PAADV)

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO E ANÁLISE DE DADOS DE VÔO (PAADV) PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO E ANÁLISE DE DADOS DE VÔO (PAADV) 20 DEZ 2004 PORTARIA DE APROVAÇÃO MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL PORTARIA DAC N o 1204/STE, DE 26

Leia mais

Um exemplo prático. Como exemplo, suponha que você é um recémcontratado

Um exemplo prático. Como exemplo, suponha que você é um recémcontratado pessoas do grupo. Não basta simplesmente analisar cada interpretação possível, é preciso analisar quais as conseqüências de nossas possíveis respostas, e é isso que proponho que façamos de forma racional.

Leia mais

Avaliação Confidencial

Avaliação Confidencial Avaliação Confidencial AVALIAÇÃO 360 2 ÍNDICE Introdução 3 A Roda da Liderança 4 Indicadores das Maiores e Menores Notas 7 GAPs 8 Pilares da Estratégia 9 Pilares do Comprometimento 11 Pilares do Coaching

Leia mais

Unidade IV GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres

Unidade IV GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres Unidade IV GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS Professora Ani Torres Visão estratégica Visão estratégica está relacionada com alcançar os objetivos empresariais. Considera: Tipos psicológicos, Motivação:

Leia mais

As cinco disciplinas

As cinco disciplinas As cinco disciplinas por Peter Senge HSM Management julho - agosto 1998 O especialista Peter Senge diz em entrevista exclusiva que os programas de aprendizado podem ser a única fonte sustentável de vantagem

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA - IV REGIÃO (SP)

CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA - IV REGIÃO (SP) CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA - IV REGIÃO (SP) Gerenciando erros humanos em operações químicas Ministrante: Fábio Rubens Soares Engenheiro Químico - Professor FAAP Contatos: frsoares@faap.br Apoio Campinas,

Leia mais

Quem precisa de metas afinal? Por que ter metas?

Quem precisa de metas afinal? Por que ter metas? Metas e Objetivos Muito se confunde a respeito destes dois conceitos quando se faz um planejamento estratégico do negócio. A diferença entre Meta e Objetivo, no entanto, é bastante clara como será apresentada

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DO(A) SERVIDOR(A) AVALIADO(A) IDENTIFICAÇÃO DA CHEFIA IMEDIATA

IDENTIFICAÇÃO DO(A) SERVIDOR(A) AVALIADO(A) IDENTIFICAÇÃO DA CHEFIA IMEDIATA Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas Diretoria de Desenvolvimento de Pessoas Divisão de Acompanhamento Funcional e Formação Permanente Setor de Acompanhamento

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

Estratégias de Liderança Corporativa

Estratégias de Liderança Corporativa Estratégias de Liderança Corporativa Sábio é aquele que reconhece que tem muito a aprender Liderança e as Habilidades para Desenvolver Equipes de Sucesso 2 Liderar é uma arte... Reflexões... Lições...

Leia mais

MOBILIZAR É PRECISO! COMO FAZEMOS? Dr. Dante R Quadros

MOBILIZAR É PRECISO! COMO FAZEMOS? Dr. Dante R Quadros MOBILIZAR É PRECISO! COMO FAZEMOS? Dr. Dante R Quadros AMEAÇAS Gary Hamel SOCIEDADE OUTRAS INSTITUIÇÕES COMPETIÇÃO DESINTERESSE CONFLITOS APATIA ETC. MUDANÇAS Pesquisa da TMI 1. 10% dos empregados andam

Leia mais

Curso ISO 9001:2008 Qualidade em Serviços

Curso ISO 9001:2008 Qualidade em Serviços Curso ISO 9001:2008 Qualidade em Serviços Guia Fundamental para Gestão de Qualidade em Serviços Objetivo Capacitar os participantes a interpretarem os requisitos da Norma ISO 9001:2008, relacionados aos

Leia mais

Enquete. O líder e a liderança

Enquete. O líder e a liderança Enquete O líder e a liderança Muitas vezes, o sucesso ou fracasso das empresas e dos setores são creditados ao desempenho da liderança. Em alguns casos chega-se a demitir o líder, mesmo aquele muito querido,

Leia mais

O ABC da gestão do desempenho

O ABC da gestão do desempenho Por Peter Barth O ABC da gestão do desempenho Uma ferramenta útil e prática para aprimorar o desempenho de pessoas e organizações 32 T&D INTELIGÊNCIA CORPORATIVA ED. 170 / 2011 Peter Barth é psicólogo

Leia mais

Teste a sua Resiliência

Teste a sua Resiliência Teste a sua Resiliência Faça o teste abaixo e descubra o seu grau de resiliência: De acordo com as perguntas abaixo coloque no quadrado em branco os seguintes números abaixo. 3 - Sempre 2 - Frequentemente

Leia mais

Motivação e liderança: um trabalho em equipe nas organizações

Motivação e liderança: um trabalho em equipe nas organizações Motivação e liderança: um trabalho em equipe nas organizações Marcelo Augusto Loenert 1 Introdução As práticas de motivação e liderança estão sendo cada vez mais aplicadas nas organizações. Várias mudanças

Leia mais

Como as empresas podem minimizar os efeitos da crise e manterem-se competitivas?

Como as empresas podem minimizar os efeitos da crise e manterem-se competitivas? Como as empresas podem minimizar os efeitos da crise e manterem-se competitivas? Professor e consultor Álvaro Camargo explica a importância dos processos de aproveitamento de lições aprendidas nas organizações

Leia mais

09/07/2013. Apresenta

09/07/2013. Apresenta Apresenta 1 por Diana Santos 2 Muitos estudos sobre políticas de gestão de pessoas com vistas a melhorar o desempenho dos colaboradores; Durante toda existência humana, as equipes constituíram a forma

Leia mais

Gestão de iniciativas sociais

Gestão de iniciativas sociais Gestão de iniciativas sociais Leia o texto a seguir e entenda o conceito do Trevo e as suas relações com a gestão organizacional. Caso queira ir direto para os textos, clique aqui. http://www.promenino.org.br/ferramentas/trevo/tabid/115/default.aspx

Leia mais

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 3 Criação, Estruturação, Montagem e Gerenciamento de uma Equipe de Projeto

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 3 Criação, Estruturação, Montagem e Gerenciamento de uma Equipe de Projeto Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 3 Criação, Estruturação, Montagem e Gerenciamento de uma Equipe de Projeto Tópicos Abordados Criação, Estruturação e Gerenciamento de uma Equipe de Projeto. O Papel

Leia mais