3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos Indicadores operacionais Indicadores financeiros.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros."

Transcrição

1

2 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores financeiros 16 - Como implantar outras métricas que importam? 19 - Conclusão 21 - Sobre a CM Tecnologia

3 INTRODUÇÃO Ao escolher um hospital para receber atendimento, qualquer paciente leva em consideração a relação entre a qualidade da assistência à saúde e o intervalo de tempo para a prestação do serviço. Afinal, ninguém quer ficar sentado por horas e horas em uma sala de espera aguardando uma consulta médica, muito menos sair do consultório sem ter uma solução para seus problemas de saúde. Nesse cenário, para oferecer uma assistência médica de alta qualidade no menor tempo possível, é preciso contar com uma gestão hospitalar realmente eficiente. Mas como consegui-la? Existem algumas métricas fundamentais relacionadas a fatores clínicos, operacionais e financeiros da instituição que, quando bem gerenciadas, garantem serviços de saúde de excelente qualidade, Assim, como consequência mais que natural desse processo, a satisfação dos pacientes aumenta. E cliente satisfeito é sinal de gestor igualmente satisfeito! E é exatamente sobre essas valiosas métricas que vamos falar neste e-book. Após a leitura, você conhecerá alguns dos indicadores mais importantes para se obter uma gestão hospitalar eficiente, garantindo a satisfação dos pacientes e o sucesso de seu hospital. Então boa leitura! 3

4 QUAIS SÃO AS MÉTRICAS para alcançar uma boa gestão hospitalar? 4

5 Com o aumento do número de hospitais, de tecnologias na área da saúde e da complexidade relacionada às doenças, a qualidade dos serviços se torna um pré-requisito fundamental para manter a competitividade nesse setor. Entretanto, a qualidade só é realmente atingida quando as características da instituição de saúde conseguem satisfazer todas as necessidades de seus pacientes. Para tanto, é imprescindível contar com uma gestão hospitalar competente. Atualmente, o bom uso e o devido controle da informação são os grandes diferenciais de um hospital verdadeiramente competitivo, além de serem sinais de uma gestão hospitalar realmente eficiente. Nesse contexto, as métricas ou os indicadores são fortíssimas aliadas dos gestores na obtenção dos dados relativos à performance e à qualidade de um hospital. Para manter a competência da gestão hospitalar, garantindo a lucratividade e a qualidade da assistência prestada, é necessário que se faça um controle constante dos dados obtidos com o uso desses indicadores. Nesse ponto, a tecnologia da informação é simplesmente essencial, uma vez que existem ótimos softwares desenvolvidos com o objetivo de facilitar o manejo dos dados e o respectivo diagnóstico das métricas. Mas, afinal, o que são esses indicadores e quais devem ser utilizados para alcançar uma boa gestão? Pois as métricas hospitalares são variáveis que avaliam, por meio de méto- 5

6 dos estatísticos, a situação atual e o comportamento dos critérios fundamentais de qualidade e lucratividade das instituições de saúde. Podem ser usadas para analisar tendências, acompanhar mudanças e verificar resultados, sugerindo e planejando ações de melhoria. Cada hospital deve ter métricas específicas, que estejam alinhadas com o tipo de serviço prestado e com o perfil dos pacientes atendidos. Entretanto, existem alguns índices globais, fundamentais para a obtenção de uma gestão hospitalar otimizada independentemente do porte ou das minúcias do negócio, os quais estão relacionados a três grandes grupos estratégicos de gestão: clínico, operacional e financeiro. Conheça as principais características de cada um deles agora mesmo! o aumento do número de hospitais, de tecnologias na área da saúde e da complexidade relacionada às doenças, a qualidade dos serviços se torna um pré-requisito fundamental para manter a competitividade nesse setor. Entretanto, a qualidade só é realmente atingida quando as características da instituição de saúde conseguem satisfazer todas as necessidades de seus pacientes. Para tanto, é imprescindível contar com uma gestão hospitalar competente. Atualmente, o bom uso e o devido controle da informação são os grandes diferenciais de um hospital verdadeiramente competitivo, além de serem sinais de uma gestão hospitalar realmente eficiente. Nesse contexto, as métricas ou os indicadores são fortíssimas aliadas dos gestores na obtenção dos dados relativos à performance e à qualidade 6

7 de um hospital. Para manter a competência da gestão hospitalar, garantindo a lucratividade e a qualidade da assistência prestada, é necessário que se faça um controle constante dos dados obtidos com o uso desses indicadores. Nesse ponto, a tecnologia da informação é simplesmente essencial, uma vez que existem ótimos softwares desenvolvidos com o objetivo de facilitar o manejo dos dados e o respectivo diagnóstico das métricas. Mas, afinal, o que são esses indicadores e quais devem ser utilizados para alcançar uma boa gestão? Pois as métricas hospitalares são variáveis que avaliam, por meio de métodos estatísticos, a situação atual e o comportamento dos critérios fundamentais de qualidade e lucratividade das instituições de saúde. Podem ser usadas para analisar tendências, acompanhar mudanças e verificar resultados, sugerindo e planejando ações de melhoria. Cada hospital deve ter métricas específicas, que estejam alinhadas com o tipo de serviço prestado e com o perfil dos pacientes atendidos. Entretanto, existem alguns índices globais, fundamentais para a obtenção de uma gestão hospitalar otimizada independentemente do porte ou das minúcias do negócio, os quais estão relacionados a três grandes grupos estratégicos de gestão: clínico, operacional e financeiro. Conheça as principais características de cada um deles agora mesmo! 7

8 Indicadores clínicos Os indicadores clínicos avaliam critérios de qualidade relacionados à performance assistencial, englobando infraestruturas, processos e resultados dos serviços de saúde oferecidos pelo hospital. Existem 4 indicadores extremamente importantes nesse grupo: taxa de mortalidade, incidência de úlcera por pressão, índice de quedas e número de eventos adversos devido a falhas na identificação do paciente. Vejamos um por um: morrem durante a internação hospitalar. Utilizando os resultados da taxa de mortalidade hospitalar, os gestores podem comparar a mortalidade de seu hospital com aquela do seu respectivo país e/ou Estado, sugerindo ações para sua redução. Além disso, esse indicador pode ser utilizado para o acompanhamento dos resultados de ações de melhoria do cuidado médico. Taxa de mortalidade hospitalar A taxa de mortalidade hospitalar é definida como sendo a relação entre os números observados e os esperados de óbitos entre os pacientes internados na instituição. Esse indicador mede, portanto, a proporção de pacientes que Os resultados obtidos com o uso desse indicador podem ser melhorados a partir da realização de reuniões periódicas entre os profissionais das equipes de saúde. Durante esses encontros, devem ser avaliados os pontos críticos do cuidado e planejadas ações estratégicas para reverter o 8

9 quadro. Incidência de úlcera por pressão Esse indicador é definido como a relação entre o surgimento de novos casos de pacientes com úlcera por pressão escara e o número de pacientes sob risco de desenvolvê-la. Como as úlceras por pressão podem surgir devido a uma falha no manejo dos pacientes internados, a métrica avalia a qualidade do cuidado prestado aos pacientes. utilização desse indicador auxilia no planejamento de ações que promovam a qualidade da assistência à saúde, aumentando a qualidade de vida dos pacientes e reduzindo custos. Uma forma de reduzir a incidência de escaras é a adoção de um protocolo de prevenção de úlceras por pressão, além do adequado e frequente treinamento da equipe de saúde para o devido conhecimento e a correta execução do protocolo. As úlceras de pressão causam um grande impacto na saúde dos pacientes e na gestão hospitalar, pois prolongam o tempo de internação, aumentam a chance de ocorrência de infecções e os custos gerais da instituição. Portanto, a Índice de quedas Esse indicador é definido pela relação entre o número de quedas e o número de pacientes por dia do hospital. A queda é um dos principais eventos adversos relacionados 9

10 ao cuidado no contexto hospitalar e, por isso, avalia a qualidade da assistência à saúde. As quedas impactam negativamente a qualidade de vida do paciente e podem aumentar o tempo de internação e os custos para o hospital. Assim, utilizando essa métrica, é possível planejar ações de promoção da segurança, reduzindo os custos hospitalares e aumentando a satisfação de seus pacientes. Entre as ações que podem ser adotas para diminuir o índice de quedas estão o desenvolvimento de ferramentas de identificação e classificação dos pacientes que possuem fatores de risco para quedas e a implementação de protocolos de redução de quedas. Eventos adversos por falhas de identificação Como o próprio nome já diz, esse indicador é definido pelo número total de eventos adversos devido às falhas na identificação do paciente ocorridas em todo o ambiente hospitalar. Como esses eventos adversos podem colocar a saúde dos pacientes em risco, avaliam a segurança do cuidado à saúde do hospital. Um paciente identificado incorretamente pode receber tratamentos e medicamentos incorretos, o que causa um enorme impacto à sua saúde e à sua terapia. Como erros de identificação podem ocorrer durante todo o tempo de internação do paciente, os eventos adversos podem auxiliar na detecção de pontos críticos do processo. 10

11 Nesse caso, elaborar uma ferramenta segura de identificação do paciente como a simples utilização de pulseiras classificatórias auxilia na redução do número de eventos adversos devido a possíveis falhas de identificação. 10

12 Indicadores operacionais Os indicadores operacionais avaliam fatores relacionados à eficiência logística do hospital, que podem gerar algum impacto sobre a produtividade e sobre a satisfação tanto de seus colaboradores como dos próprios pacientes. Entre os indicadores operacionais mais relevantes estão o tempo médio de permanência, a taxa de ocupação hospitalar, a satisfação do paciente e a eficiência administrativa. Confira: Tempo médio de permanência O tempo médio de permanência é definido pela relação entre o total de pacientes por dia e o número de pacientes que recebem alta em um determinado período. Esse indicador permite avaliar, portanto, o tempo médio de internação e a eficiência do cuidado hospitalar. O tempo de permanência tem impacto sobre o custo hospitalar e sobre a saúde de seus pacientes. Uma média de internação curta reduz os custos do hospital e previne a ocorrência de complicações e infecções hospitalares, entretanto, também pode indicar alta precoce, o que pode prejudicar a recuperação dos pacientes e levar a readmissões hospitalares. Essa métrica pode ser significativamente otimizada a partir da adoção de planos de cuidado com atenção realmente centrada no paciente, sempre levando em consideração 11

13 suas características individuais, sem generalizações. Taxa de ocupação hospitalar A taxa de ocupação hospitalar é a relação entre o número de pacientes por dia e a quantidade de leitos, ambulatórios e postos de atendimento em um determinado período. Esse indicador está relacionado ao intervalo de substituição e à média de permanência hospitalar, avaliando o grau de utilização dos leitos e das vagas disponíveis em um hospital. Ou seja, o índice mede a disponibilidade e a gestão dos recursos hospitalares. Como são considerados recursos caros, devem ser adequadamente geridos e racionalmente utilizados. Altas taxas de ocupação hospitalar aumentam o número de eventos adversos e os custos globais do hospital, enquanto baixas taxas indicam utilização ineficiente de recursos e igualmente baixa satisfação por parte dos pacientes. Entre as ações que otimizam esse indicador estão a criação de um grupo especializado na gestão dessas facilidades e o planejamento da alta hospitalar pela equipe de saúde durante o período de internação. Satisfação do paciente Por meio desse indicador é possível avaliar a satisfação do paciente em relação à eficiência e à resolutividade da assistência prestada pela equipe de saúde durante todo o processo, desde a admissão, passando pela internação e chagando à alta hospitalar. 12

14 Para melhorar a satisfação dos pacientes, podem ser adotadas estratégias relacionadas ao tempo de espera, à diversidade de formas de pagamento, à marcação das consultas e dos exames, à qualidade do cuidado dos médicos e enfermeiros e até à qualidade das refeições oferecidas. reúnem informações em um só lugar e geram relatórios de dados detalhados. Eficiência administrativa A avaliação dessa métrica visa reduzir custos ao mesmo tempo em que aumenta a eficiência e a satisfação das equipes. Quer saber como isso é possível? Simples: por meio da automatização financeira, da otimização do agendamento de consultas e exames e do uso de um sistema CRM, ações que permitem enxugar as equipes enquanto alavancam sua produtividade, pois 13

15 Indicadores financeiros Esses indicadores avaliam aspectos relacionados às questões financeiras, como a receita, o pagamento dos colaboradores e a lucratividade. Por meio dessa análise, passa a ser possível identificar pontos de grande impacto financeiro e promover estratégias de melhoria, aumentando a lucratividade do hospital. Entre os indicadores financeiros, tem-se a margem operacional, o ebitda e o retorno sobre o patrimônio líquido. Veja: Margem operacional A margem operacional é definida pela relação entre o lucro operacional e a receita líquida do hospital. Esse indicador avalia a eficiência operacional da instituição, ou seja, a rentabilidade ou o lucro obtido a partir de seus serviços. Uma de suas principais finalidades é medir a capacidade do hospital de cobrir suas despesas com suas receitas operacionais, sendo que quanto maior é seu valor, maior também é a estabilidade financeira da instituição. Para o otimizar essa métrica, é preciso contar com uma gestão hospitalar com foco na diminuição de gastos e no uso correto dos recursos disponíveis, obviamente sem reduzir a qualidade da assistência prestada à saúde. Ebitda O ebitda avalia a quantidade de recursos gerados pelo 14

16 hospital, levando em consideração apenas suas atividades operacionais e retirando os impostos e efeitos financeiros. Esse indicador pode ser utilizado para medir e acompanhar a produtividade do hospital, além de comparar sua eficiência com a de outras instituições de saúde. Uma gestão hospitalar eficiente e a contratação de profissionais qualificados são ações essenciais para aumentar a geração de recursos e, consequentemente, a produtividade do hospital. investimento próprio ou com a aplicação de dinheiro de acionistas no hospital. Utilizando o retorno sobre o patrimônio líquido é possível comparar a rentabilidade do hospital com a de outras instituições de saúde do mercado, além de avaliar o retorno anual obtido pelos acionistas. Retorno sobre o patrimônio líquido O retorno sobre o patrimônio líquido é definido pela relação entre o lucro e o patrimônio líquidos da instituição. Esse índice avalia a rentabilidade gerada com algum 15

17 COMO IMPLANTAR outras métricas que importam? 16

18 Como implementar outras métricas que importam? Além das métricas fundamentais da gestão hospitalar, outros indicadores podem ser implementados para otimizar a lucratividade da instituição e aumentar a qualidade da assistência à saúde. É importante salientar que os índices escolhidos para gerir um hospital devem estar alinhados à sua missão, a seus serviços e ao perfil de seus pacientes. Mas por onde começar? Definidos esses pontos, passa-se para a análise das ações facilmente implementáveis, ou seja, que poderão ser cumpridas considerando-se os recursos, a infraestrutura e a quantidade de profissionais do hospital. Dessa maneira, os resultados serão atingidos mais rapidamente, o que possibilita a adoção de novas estratégias e o aumento contínuo da qualidade e da lucratividade da instituição. Determinando prioridades Antes de implementar novas métricas, é importante construir um panorama geral do hospital, identificando os pontos em que sejam necessárias intervenções mais urgentes como a redução do índice de infecção hospitalar ou de erros de medicação, por exemplo. Observando a legislação São vários os parâmetros hospitalares que devem estar de acordo com a legislação brasileira vigente para as instituições de saúde. Por isso, é extremamente importante criar indicadores que avaliem a adequação a essas leis, evitando incorrer em multas emitidas pela vigilância sanitária. 17

19 Como implementar outras métricas que importam? Definindo objetivos e metas Outra maneira de se estabelecer métricas para a gestão hospitalar é definindo objetivos e metas para o hospital. Há algum novo serviço que se deseja implantar? Existe um novo procedimento que precisa ser oferecido pelo hospital? A fixação dessas metas ajudará na escolha de indicadores para avaliar sua devida implementação. Entre elas estão: Exatidão: baixa possibilidade de erro; Validade: eficiência em medir o parâmetro; Simplicidade: facilidade de ser entendido, aplicado e analisado; Compatibilidade: deve ser compatível com os métodos de coleta disponíveis. Assegurando métricas consistentes Ao definir e escolher as métricas para seu hospital, é importante assegurar que elas sejam consistentes, ou seja, que permitirão a obtenção de dados de qualidade, que reflitam o parâmetro a ser avaliado. Para isso, existem algumas características essenciais a todos os indicadores. 18

20 CONCLUSÃO 19

21 Conclusão Ficou mais que claro que a utilização da informação é essencial para manter a competitividade das instituições de saúde, assegurando a qualidade da assistência e aumentando sua lucratividade. Para coletar, controlar e utilizar esses dados são utilizados indicadores de gestão hospitalar relacionados aos três pontos estratégicos da administração de uma instituição de saúde: clínicos, financeiros e operacionais. Nesse cenário, a tecnologia da informação é uma grande aliada, uma vez que existem atualmente softwares que auxiliam na definição de indicadores, na coleta, análise e no devido monitoramento de seus dados. Esses programas agilizam o tratamento das análises, aumentam a qualidade dos resultados e otimizam o trabalho dos gestores hospitalares. Por isso, não deixe de utilizar a tecnologia a favor dos negócios! 20

22 SOBRE A CM TECNOLOGIA 21

23 Sobre a CM Tecnologia A CM Tecnologia é uma empresa da área de TI que oferece produtos inovadores para instituições de saúde que desejam aumentar a satisfação de seus pacientes. A empresa é especialista em softwares para a marcação de consultas, exames e outros procedimentos. Ao utilizar esses softwares, as instituições surpreendem e fidelizam os seus pacientes por meio da prestação de um atendimento extremamente eficiente. Com softwares intuitivos e plataformas on-line, a empresa busca melhorar o atendimento aos pacientes e, ao mesmo tempo, reduzir em até 60% o custo operacional com call centers, aumentando a eficiência e os resultados de clínicas, hospitais e laboratórios de todo o Brasil. Por meio desses softwares, as empresas obtêm melhorias nas mais diversas áreas, desde o atendimento ao paciente até os resultados de faturamento. A CM é destinada a quem pretende conquistar novos pacientes e mercados, melhorar indicadores e alcançar as metas da sua empresa. Quer saber um pouco mais sobre como esses softwares podem aumentar a eficiência da sua organização? Então acesse o nosso blog e envie suas dúvidas! CONHEÇA A CM TECNOLOGIA 22

COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR?

COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR? COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR? Descubra os benefícios que podem ser encontrados ao se adaptar as novas tendências de mercado ebook GRÁTIS Como o investimento em TI pode

Leia mais

POR QUE UTILIZAR BUSINESS INTELLIGENCE NO CALL CENTER

POR QUE UTILIZAR BUSINESS INTELLIGENCE NO CALL CENTER POR QUE UTILIZAR BUSINESS INTELLIGENCE NO CALL CENTER ÍNDICE Por que utilizar Business Intelligence no call center? Introdução Business Intelligence na área de saúde Por que usar Business Intelligence

Leia mais

ÍNDICE. Eficiência no atendimento em clínicas e hospitais -EBOOK- 3 - Introdução. 4 - O que os clientes esperam de um bom atendimento

ÍNDICE. Eficiência no atendimento em clínicas e hospitais -EBOOK- 3 - Introdução. 4 - O que os clientes esperam de um bom atendimento Eficiência no em clínicas e hospitais ÍNDICE 3 - Introdução 4 - O que os clientes esperam de um bom 6-5 dicas para gerar eficiência no -EBOOK- Produzido por CM Tecnologia 11 - Conclusão 12 - Sobre a CM

Leia mais

PRIMEIROS PASSOS PARA A OTIMIZAÇÃO DO CALL CENTER EM CLÍNICAS E HOSPITAIS. Descubra como otimizar os Call Centers na área de saúde

PRIMEIROS PASSOS PARA A OTIMIZAÇÃO DO CALL CENTER EM CLÍNICAS E HOSPITAIS. Descubra como otimizar os Call Centers na área de saúde ebook GRÁTIS PRIMEIROS PASSOS PARA A OTIMIZAÇÃO DO CALL CENTER EM CLÍNICAS E HOSPITAIS Descubra como otimizar os Call Centers na área de saúde Primeiros passos para a otimização do call center em clínicas

Leia mais

As 6 Práticas Essenciais de Marketing para Clínicas de Exames

As 6 Práticas Essenciais de Marketing para Clínicas de Exames As 6 Práticas Essenciais de Marketing para Clínicas de Exames Introdução Fique atento aos padrões do CFM ÍNDICE As 6 práticas essenciais de marketing para clínicas de exames Aposte em uma consultoria de

Leia mais

BOAS PRÁTICAS NO DIA A DIA DAS CLÍNICAS DE IMAGEM

BOAS PRÁTICAS NO DIA A DIA DAS CLÍNICAS DE IMAGEM BOAS PRÁTICAS NO DIA A DIA DAS CLÍNICAS DE IMAGEM Introdução ÍNDICE Boas práticas no dia a dia das clínicas de imagem A Importância de se estar conectado às tendências As melhores práticas no mercado de

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

CRM. Customer Relationship Management

CRM. Customer Relationship Management CRM Customer Relationship Management CRM Uma estratégia de negócio para gerenciar e otimizar o relacionamento com o cliente a longo prazo Mercado CRM Uma ferramenta de CRM é um conjunto de processos e

Leia mais

BOAS PRÁTICAS. para humanizar o atendimento e gerar fidelização em Clínicas e Hospitais. Boas práticas para humanizar o atendimento

BOAS PRÁTICAS. para humanizar o atendimento e gerar fidelização em Clínicas e Hospitais. Boas práticas para humanizar o atendimento BOAS PRÁTICAS para humanizar o atendimento e gerar fidelização em Clínicas e Hospitais ÍNDICE Introdução 3 Explique e difunda a importância do termo 4 A humanização e o ambiente físico 6 Aperfeiçoamento

Leia mais

22 DICAS para REDUZIR O TMA DO CALL CENTER. em Clínicas de Imagem

22 DICAS para REDUZIR O TMA DO CALL CENTER. em Clínicas de Imagem para REDUZIR O TMA DO CALL CENTER em Clínicas de Imagem Objetivo Um atendimento eficiente e personalizado é um dos principais fatores que o cliente leva em consideração ao iniciar um processo de fidelização

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

Manutenção de Ambientes de Saúde

Manutenção de Ambientes de Saúde Manutenção de Ambientes de Saúde Investir para gastar menos no ambiente de saúde Remendar, improvisar, dar um jeitinho, deixar para o último minuto. Nada disso funciona em ambientes de saúde. Essas soluções

Leia mais

2. Quais os objetivos do Programa Nacional de Segurança do Paciente?

2. Quais os objetivos do Programa Nacional de Segurança do Paciente? O tema Segurança do Paciente vem sendo desenvolvido sistematicamente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) desde sua criação, cooperando com a missão da Vigilância Sanitária de proteger

Leia mais

9 ESTRATÉGIAS DE MARKETING PARA ATRAIR MAIS CLIENTES E DIMINUIR AS FALTAS

9 ESTRATÉGIAS DE MARKETING PARA ATRAIR MAIS CLIENTES E DIMINUIR AS FALTAS 9 ESTRATÉGIAS DE MARKETING PARA ATRAIR MAIS CLIENTES E DIMINUIR AS FALTAS Índice ÍNDICE 9 Estratégias de Marketing para atrair mais clientes e diminuir as faltas Quais os motivos mais comuns das faltas?

Leia mais

Gestão dos Pequenos Negócios

Gestão dos Pequenos Negócios Gestão dos Pequenos Negócios x Rangel Miranda Gerente Regional do Sebrae Porto Velho, RO, 20 de outubro de 2015 A Conjuntura Atual Queda na produção industrial Desemprego Alta dos juros Restrição ao crédito

Leia mais

Gestão estratégica em processos de mudanças

Gestão estratégica em processos de mudanças Gestão estratégica em processos de mudanças REVISÃO DOS MACRO PONTOS DO PROJETO 1a. ETAPA: BASE PARA IMPLANTAÇÃO DE UM MODELO DE GESTÃO DE PERFORMANCE PROFISSIONAL, que compreenderá o processo de Análise

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648 Página: 1/4 1- OBJETIVO Definir estratégias para garantir a segurança do paciente, visando minimizar os riscos durante os processos associados aos cuidados de saúde através da implementação de boas práticas

Leia mais

Média de Permanência Geral

Média de Permanência Geral Média de Permanência Geral V1.02 Janeiro de 2013 1. Sigla E-EFI-05 Sumário: Sigla Nome Conceituação Domínio 2. Nome Média de Permanência Geral 3. Conceituação Representa o tempo médio em dias que os pacientes

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

Unidade IV ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Profa. Lérida Malagueta

Unidade IV ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Profa. Lérida Malagueta Unidade IV ESTRATÉGIA COMPETITIVA Profa. Lérida Malagueta Estratégia competitiva Já conhecemos os conceitos sobre a teoria da decisão estratégica e de como competem e cooperam: Os decisores As empresas

Leia mais

qualidade do cuidado em saúde A segurança

qualidade do cuidado em saúde A segurança A Segurança nos serviços de saúde é um problema tão grande e as causas tão diversas e complexas que não é mais possível não separar as práticas da Qualidade e as práticas da Segurança. A qualidade do cuidado

Leia mais

Dr. Massanori Shibata Jr. SEGURANÇA DO PACIENTE

Dr. Massanori Shibata Jr. SEGURANÇA DO PACIENTE Dr. Massanori Shibata Jr. SEGURANÇA DO PACIENTE POR QUE? Porqueo paciente é colocado sob risco durante uma intervenção feita para melhorar sua saúde! Porque causam-se danos ao paciente durante os cuidados

Leia mais

Gestão estratégica por KPIs 1

Gestão estratégica por KPIs 1 Gestão estratégica por KPIs 1 Sumário Introdução 03 Por que usar indicadores na gestão 05 Dado, informação ou indicadores? 07 KPI: Os indicadores chave de desempenho 09 KPIs do PMO Conclusão Sobre a Project

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul GESTÃO FINANCEIRA para ficar no azul índice 03 Introdução 04 Capítulo 1 O que é gestão financeira? 06 Capítulo 2 Gestão financeira e tomada de decisões 11 13 18 Capítulo 3 Como projetar seu fluxo financeiro

Leia mais

INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP

INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP Complexo Hospitalar - Hospital Filantrópico - Área 69.000 m² - 10 prédios - 1.143 leitos - 101 leitos de UTI NHE (VEH / GRSH / CCIH) COMISSÕES

Leia mais

Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS

Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS São Paulo - 18 de junho de 2013 GERPS/GGISE/DIDES/ANS Agenda Cenário Atual da Qualidade no Setor. Programas de Qualificação dos Prestadores de

Leia mais

Perfil. Nossa estratégia de crescimento reside na excelência operacional, na inovação, no desenvolvimento do produto e no foco no cliente.

Perfil. Nossa estratégia de crescimento reside na excelência operacional, na inovação, no desenvolvimento do produto e no foco no cliente. Institucional Perfil A ARTSOFT SISTEMAS é uma empresa Brasileira, fundada em 1986, especializada no desenvolvimento de soluções em sistemas integrados de gestão empresarial ERP, customizáveis de acordo

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução O que são

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Padrão Nível 1 Uso seguro e racional de medicamentos Dimensões da qualidade Aceitabilidade, adequação e integralidade Assistência Farmacêutica

Leia mais

MBA em Gestão de Tecnologia da Informação. Governança de TI - Aula 2. Lincoln Herbert Teixeira lincolnherbert@gmail.com

MBA em Gestão de Tecnologia da Informação. Governança de TI - Aula 2. Lincoln Herbert Teixeira lincolnherbert@gmail.com MBA em Gestão de Tecnologia da Informação Governança de TI - Aula 2 Lincoln Herbert Teixeira lincolnherbert@gmail.com Projetos Altos investimentos em TI - importante que tenhamos processos eficazes para

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013.

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013. ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE

Leia mais

TRANSFORME SEU ATENDIMENTO EM UM FORTE ALIADO PARA FIDELIZAR CLIENTES

TRANSFORME SEU ATENDIMENTO EM UM FORTE ALIADO PARA FIDELIZAR CLIENTES TRANSFORME SEU ATENDIMENTO EM UM FORTE ALIADO PARA FIDELIZAR CLIENTES Os benefícios e as ferramentas para ter ÍNDICE Transforme seu atendimento em um forte aliado para fidelizar clientes clientes fidelizados

Leia mais

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Ultrapassando barreiras e superando adversidades. Ser um gestor de pessoas não é tarefa fácil. Existem vários perfis de gestores espalhados pelas organizações,

Leia mais

BENEFÍCIOS COM A SMALL

BENEFÍCIOS COM A SMALL BENEFÍCIOS COM A SMALL 2012. Small Consultoria Avenida Engenheiro Caetano Álvares, 530 Casa Verde, São Paulo S.P. Tel. 11 2869.9699 / 11 2638.5372 Todos os direitos reservados. A IDEIA Dentre os exemplos

Leia mais

ITIL na Prática. Quais são os fatores críticos de sucesso para obter valor a partir de um Service Desk? Conhecimento em Tecnologia da Informação

ITIL na Prática. Quais são os fatores críticos de sucesso para obter valor a partir de um Service Desk? Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação ITIL na Prática Quais são os fatores críticos de sucesso para obter valor a partir de um Service Desk? Conhecimento em Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

Governança de T.I. Professor: Ernesto Junior E-mail: egpjunior@gmail.com

Governança de T.I. Professor: Ernesto Junior E-mail: egpjunior@gmail.com Governança de T.I Professor: Ernesto Junior E-mail: egpjunior@gmail.com Information Technology Infrastructure Library ITIL ITIL é um acrônimo de Information Technology Infraestruture Library. Criado em

Leia mais

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras Por Marcelo Bandeira Leite Santos 13/07/2009 Resumo: Este artigo tem como tema o Customer Relationship Management (CRM) e sua importância como

Leia mais

Cruz Vermelha Brasileira

Cruz Vermelha Brasileira Cruz Vermelha Brasileira Modelo de Gestão 5As MOVIMENTO INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA E DO CRESCENTE VERMELHO CENÁRIO INSTITUCIONAL Hospital de Campanha ARC Hospital de Campanha Atendimento Pré Hospitalar

Leia mais

"Acreditação: Valeu a pena investir na Certificação de Qualidade?" Centro Integrado de Atenção a Saúde CIAS Unimed Vitória - ES

Acreditação: Valeu a pena investir na Certificação de Qualidade? Centro Integrado de Atenção a Saúde CIAS Unimed Vitória - ES "Acreditação: Valeu a pena investir na Certificação de Qualidade?" Centro Integrado de Atenção a Saúde CIAS Unimed Vitória - ES AGENDA Programação do Evento - Histórico do Centro Integrado de Atenção a

Leia mais

2. O que informatizar?

2. O que informatizar? A INFORMÁTICA NO CONSULTÓRIO MÉDICO No fascículo anterior, comentamos como a gestão de custos, mesmo sendo feita de maneira simplista, auxilia o consultório a controlar e avaliar seus resultados, permitindo

Leia mais

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI Prof. Fernando Rodrigues Quando se trabalha com projetos, é necessária a utilização de técnicas e ferramentas que nos auxiliem a estudálos, entendê-los e controlá-los.

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

Programa de Acreditação Internacional. Gestão da Qualidade e Segurança

Programa de Acreditação Internacional. Gestão da Qualidade e Segurança 2012 Programa de Acreditação Internacional Gestão da Qualidade e Segurança Responda rapidamente: Os serviços prestados pela sua instituição têm qualidade e segurança satisfatórias??? Por Quê???? QUALIDADE?

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

O desafio é A Segurança do Paciente

O desafio é A Segurança do Paciente O desafio é A Segurança do Paciente CAISM - Fevereiro de 2011: Implantação do Segundo Desafio Global Cirurgias Seguras Salvam Vidas Profª Drª Roseli Calil Enfº Adilton Dorival Leite Conhecendo um pouco

Leia mais

Metas de desempenho, indicadores e prazos. de execução

Metas de desempenho, indicadores e prazos. de execução Metas de desempenho, indicadores e prazos de execução HOSITAL UNIVERSITÁRIO GETÚLIO VARGAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS NOVEMBRO DE 2013 1 SUMÁRIO 1. Indicadores... 3 2. Quadro de Indicadores de

Leia mais

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Requisitos necessários a todos as subseções

Leia mais

Incentivo à qualidade como estratégia da Unimed-BH. Helton Freitas Diretor-presidente

Incentivo à qualidade como estratégia da Unimed-BH. Helton Freitas Diretor-presidente Incentivo à qualidade como estratégia da Unimed-BH Helton Freitas Diretor-presidente Agenda P P P P A Unimed-BH no mercado Qualificação da Rede Prestadora DRG Certificação e acreditação da Operadora A

Leia mais

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br POR QUE ESCREVEMOS ESTE E-BOOK? Nosso objetivo com este e-book é mostrar como a Gestão de Processos

Leia mais

COMO OTIMIZAR AS ATIVIDADES EM SEU CONSULTÓRIO

COMO OTIMIZAR AS ATIVIDADES EM SEU CONSULTÓRIO GUIA DEFINITIVO DE COMO OTIMIZAR AS ATIVIDADES EM SEU CONSULTÓRIO 10 DICAS DE COMO ORGANIZAR O DIA A DIA DE SEU CONSULTÓRIO INTRODUÇÃO O dia a dia de clínicas e consultórios, se não for organizado, pode

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

Dinamizar e Implementar a Estratégia Gabriel Silva

Dinamizar e Implementar a Estratégia Gabriel Silva Dinamizar e Implementar a Estratégia Gabriel Silva Tempos de Mudança Mercados Tecnologia Pessoas Papel do Estado Escassez de Recursos Úteis no Longo Prazo Desdobramento dos Recursos 1 Missão Porque é que

Leia mais

Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH. CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde

Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH. CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde Quem somos Por que inovar Qualificação da rede Adoção do DRG Acreditação da Operadora Inovação

Leia mais

Portfólio de Serviços

Portfólio de Serviços Portfólio de Serviços Consultoria de resultados MOTIVAÇÃO EM GERAR Somos uma consultoria de resultados! Entregamos muito mais que relatórios. Entregamos melhorias na gestão, proporcionando aumento dos

Leia mais

Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde

Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde Rede Sentinela Desde 2011, 192 hospitais da Rede Sentinela monitoram

Leia mais

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex...

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... (/artigos /carreira/comopermanecercalmosob-pressao /89522/) Carreira Como permanecer calmo sob pressão (/artigos/carreira/como-permanecer-calmosob-pressao/89522/)

Leia mais

RESULTADOS. Consultoria de resultados MOTIVAÇÃO EM GERAR. aumento dos resultados financeiros, pois nossos contratos

RESULTADOS. Consultoria de resultados MOTIVAÇÃO EM GERAR. aumento dos resultados financeiros, pois nossos contratos Consultoria de resultados MOTIVAÇÃO EM GERAR RESULTADOS Somos uma consultoria de resultados! Entregamos muito mais que relatórios. Entregamos melhorias na gestão, proporcionando aumento dos resultados

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS QUE TODO EXECUTIVO FINANCEIRO GOSTARIA DE FAZER SOBRE ANÁLISE ECONÔMICA

PERGUNTAS E RESPOSTAS QUE TODO EXECUTIVO FINANCEIRO GOSTARIA DE FAZER SOBRE ANÁLISE ECONÔMICA CAVALCANTE & PERGUNTAS E RESPOSTAS QUE TODO EXECUTIVO FINANCEIRO GOSTARIA DE FAZER SOBRE ANÁLISE ECONÔMICA! O conceito de econômico e financeiro! Como concluir com base em indicadores! Construção de índices

Leia mais

A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil. Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS

A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil. Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS Avanços (tecnológico e científico) na Saúde Maior conhecimento sobre os determinantes de saúde

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 3 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 6 Matrícula 8 Cronograma de Aulas Pág. 9 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM EXCELÊNCIA OPERACIONAL

Leia mais

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 Índice 1. Importância do ERP para as organizações...3 2. ERP como fonte de vantagem competitiva...4 3. Desenvolvimento e implantação de sistema de informação...5

Leia mais

CONSULTORIA MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO

CONSULTORIA MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO CONTEÚDO 1 APRESENTAÇÃO 2 PÁGINA 4 3 4 PÁGINA 9 PÁGINA 5 PÁGINA 3 APRESENTAÇÃO 1 O cenário de inovação e incertezas do século 21 posiciona o trabalho

Leia mais

Como a automação de marketing pode aumentar suas vendas

Como a automação de marketing pode aumentar suas vendas edição 04 Guia do inbound marketing Como a automação de marketing pode aumentar suas vendas Como a automação de marketing pode aumentar suas vendas Há um tempo atrás o departamento de marketing era conhecido

Leia mais

Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 1 Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Nome fantasia: Projeto de volta prá casa Instituições: Núcleo de Epidemiologia do Serviço de Saúde Comunitária da Gerência de saúde Comunitária

Leia mais

Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING

Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING 1 ÍNDICE 03 04 06 07 09 Introdução Menos custos e mais controle Operação customizada à necessidade da empresa Atendimento: o grande diferencial Conclusão Quando

Leia mais

Comunicação institucional clara, rigorosa e transparente com o mercado. Business Case

Comunicação institucional clara, rigorosa e transparente com o mercado. Business Case Comunicação institucional clara, rigorosa e transparente com o mercado Business Case 2013 AGENDA ENQUADRAMENTO COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL CLARA, RIGOROSA E TRANSPARENTE COM O MERCADO ENQUADRAMENTO Na economia

Leia mais

AUDITORIA EM ATENÇÃO DOMICILIAR: O IMPACTO DO GERENCIAMENTO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS NA REDUÇÃO DE CUSTOS ASSISTENCIAIS 1 RESUMO

AUDITORIA EM ATENÇÃO DOMICILIAR: O IMPACTO DO GERENCIAMENTO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS NA REDUÇÃO DE CUSTOS ASSISTENCIAIS 1 RESUMO AUDITORIA EM ATENÇÃO DOMICILIAR: O IMPACTO DO GERENCIAMENTO DE CONDIÇÕES CRÔNICAS NA S ASSISTENCIAIS 1 Quartiero,L. 2 1 Monografia de conclusão de Especialização em Auditoria em Saúde - FACISA 2 Enfermeira,

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Ações do Ministério da Saúde no âmbito da Farmácia Hospitalar

Ações do Ministério da Saúde no âmbito da Farmácia Hospitalar Ações do Ministério da Saúde no âmbito da Farmácia Hospitalar Panorama das ações do Ministério da Saúde no âmbito da Farmácia Hospitalar Portaria N 4.283 de 30 de dezembro de 2010 - Diretrizes para ações

Leia mais

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA ABRAMGE-RS Dr. Francisco Santa Helena Presidente da ABRAMGE-RS Sistema ABRAMGE 3.36 milhões de internações; 281.1 milhões de exames e procedimentos ambulatoriais; 16.8

Leia mais

10 Dicas para uma implantação

10 Dicas para uma implantação 10 Dicas para uma implantação de Cloud Computing bem-sucedida. Um guia simples para quem está avaliando mudar para A Computação em Nuvem. Confira 10 dicas de como adotar a Cloud Computing com sucesso.

Leia mais

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS ANA BEATRIZ DALRI BRIOSO¹, DAYANE GRAZIELE FANELLI¹, GRAZIELA BALDASSO¹, LAURIANE CARDOSO DA SILVA¹, JULIANO VARANDAS GROPPO². 1 Alunos do 8º semestre

Leia mais

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES Introdução A questão dos recursos humanos na área de Tecnologia da Informação é assunto de preocupação permanente no Colégio de

Leia mais

3 Indicadores de Resultados da gestão comercial. Série Indicadores Essenciais Volume 3

3 Indicadores de Resultados da gestão comercial. Série Indicadores Essenciais Volume 3 3 Indicadores de Resultados da gestão comercial Série Indicadores Essenciais Volume 3 Gestão Comercial de Alta Performance Clique abaixo e saiba como podemos colaborar com o desenvolvimento de sua equipe.

Leia mais

Como obter resultados em TI com gestão e governança efetivas direcionadas a estratégia do negócio?

Como obter resultados em TI com gestão e governança efetivas direcionadas a estratégia do negócio? Como obter resultados em TI com gestão e governança efetivas direcionadas a estratégia do negócio? A Tecnologia da Informação vem evoluindo constantemente, e as empresas seja qual for seu porte estão cada

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR Regulamento do Programa de Assistência Domiciliar aprovado pelo Conselho REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMILICIAR CAPITULO I DEFINIÇÕES GERAIS

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

Aumente sua velocidade e flexibilidade com a implantação da nuvem gerenciada de software da SAP

Aumente sua velocidade e flexibilidade com a implantação da nuvem gerenciada de software da SAP Parceiros de serviços em nuvem gerenciada Aumente sua velocidade e flexibilidade com a implantação da nuvem gerenciada de software da SAP Implemente a versão mais recente do software da SAP de classe mundial,

Leia mais

CONCEITOS E MÉTODOS PARA GESTÃO DE SAÚDE POPULACIONAL

CONCEITOS E MÉTODOS PARA GESTÃO DE SAÚDE POPULACIONAL CONCEITOS E MÉTODOS PARA GESTÃO DE SAÚDE POPULACIONAL ÍNDICE 1. Introdução... 2. Definição do programa de gestão de saúde populacional... 3. Princípios do programa... 4. Recursos do programa... 5. Estrutura

Leia mais

Cirurgia Segura: O que muda após a RDC n 36/2013? Adriana Oliveira Abril - 2014

Cirurgia Segura: O que muda após a RDC n 36/2013? Adriana Oliveira Abril - 2014 Cirurgia Segura: O que muda após a RDC n 36/2013? Adriana Oliveira Abril - 2014 Aspectos a serem abordados: Reflexões sobre: O contexto da Aliança Mundial para Segurança do Paciente. Panorama da Regulamentação

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Belo Horizonte 2011 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Leia mais

Produtos ehealth. Desenvolvimento de negócios ehealth Diretoria P&S Verticais

Produtos ehealth. Desenvolvimento de negócios ehealth Diretoria P&S Verticais Produtos ehealth Desenvolvimento de negócios ehealth Diretoria P&S Verticais 1 Participação da Telefônica Vivo nas Instituições de Saúde TIC TIC TIC TIC Telemedicina TIC Telemedicina Desenvolvimento de

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

Gestão de Sistemas de Informação II Introdução ao COBIT

Gestão de Sistemas de Informação II Introdução ao COBIT Gestão de Sistemas de Informação II Introdução ao COBIT Professor Samuel Graeff prof.samuel@uniuv.edu.br COBIT O que e? COBIT significa Control Objectives for Information and related Technology - Objetivos

Leia mais

Planejamento do fluxo de caixa para um crescimento sustentado

Planejamento do fluxo de caixa para um crescimento sustentado Planejamento do fluxo de caixa para um crescimento sustentado Planejamento Performance Dashboard Plano de ação Relatórios Indicadores O Forecast de fluxo de caixa prevê o caixa líquido da empresa em um

Leia mais

Sigla do Indicador. TDIHCVC UTI Adulto. TDIHCVC UTI Pediátrica. TDIHCVC UTI Neonatal. TCVC UTI Adulto

Sigla do Indicador. TDIHCVC UTI Adulto. TDIHCVC UTI Pediátrica. TDIHCVC UTI Neonatal. TCVC UTI Adulto Sigla do Indicador Domínio do Indicador Taxa de densidade de incidência de infecção de corrente sanguínea associada a cateter venoso central (CVC) na UTI Adulto TDIHCVC UTI Adulto SEGURANÇA Taxa de densidade

Leia mais

Disciplina: Administração de Departamento de TI. Professor: Aldo Rocha. Aula I - 11/08/2011

Disciplina: Administração de Departamento de TI. Professor: Aldo Rocha. Aula I - 11/08/2011 Disciplina: Administração de Departamento de TI Professor: Aldo Rocha Aula I - 11/08/2011 Gerenciamento de Serviços TI 1.Introdução; 2. Panorama Atual; 3. Necessidade do alinhamento de TI a estratégia

Leia mais

Aplicação da Metodologia BPM Case SOCOR Jacqueline Furtado Portella

Aplicação da Metodologia BPM Case SOCOR Jacqueline Furtado Portella Aplicação da Metodologia BPM Case SOCOR Jacqueline Furtado Portella Gestora Hospitalar Especialista em Gestão em Saúde Gestora de Processos de Negócio Junho/2013 Agenda I) O contexto do Hospital Socor

Leia mais

LMA, Solução em Sistemas

LMA, Solução em Sistemas LMA, Solução em Sistemas Ao longo dos anos os sistemas para gestão empresarial se tornaram fundamentais, e por meio dessa ferramenta as empresas aperfeiçoam os processos e os integram para uma gestão mais

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

Desempenho da Fase Analítica. Fernando de Almeida Berlitz

Desempenho da Fase Analítica. Fernando de Almeida Berlitz Indicadores de Desempenho da Fase Analítica Fernando de Almeida Berlitz Ishikawa Estratégia e Medição PARA QUEM NÃO SABE PARA ONDE VAI, QUALQUER CAMINHO OS SERVE... Processos PROCESSOS Não existe um produto

Leia mais

Objetivo Principal. Objetivos Secundários

Objetivo Principal. Objetivos Secundários Objetivo Principal O Personal Med Hospitalar foi resultado de um longo esforço de O&M em hospitais de vários portes e regiões do Brasil. O sistema foi concebido a partir do detalhamento de 176 processos

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL 2014

NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL 2014 NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL 2014 WORKSHOPS CH DATA HORÁRIO INVESTIMENTO CONTEÚDO 1. Evolução e conceito de geomarketing. 2. Técnicas de geoprocessamento. Geomarketing : Tomada de Decisão no Varejo

Leia mais

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO.

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Workshop para empreendedores e empresários do Paranoá DF. SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Dias 06 e 13 de Dezembro Hotel Bela Vista Paranoá Das 08:00 às 18:00 horas Finanças: Aprenda a controlar

Leia mais

Código de prática para a gestão da segurança da informação

Código de prática para a gestão da segurança da informação Código de prática para a gestão da segurança da informação Edição e Produção: Fabiano Rabaneda Advogado, professor da Universidade Federal do Mato Grosso. Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia

Leia mais

Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto. O Guia para prever o retorno do investimento do PPM

Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto. O Guia para prever o retorno do investimento do PPM Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto O Guia para prever o retorno do investimento do PPM Tech-Clarity, Inc. 2008 Sumário Introdução à questão... 3 Cálculo dos benefícios do Gerenciamento

Leia mais