Matriz do fórum. Turma: B - Abril 2012
|
|
|
- Rodrigo Ribeiro de Oliveira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Matriz do fórum Aluno: Pedro Henrique Fiori Travain Disciplina: Estratégias de Empresas EEEAD TO220 O412 EEEAD Turma: B - Abril 2012 Ambos os trabalhos estão muito bem redigidos, com uma estrutura de raciocínio boa e fizeram boas ligações entre os temas estudados e o tema do Cirque du Soleil. Por serem trabalhos bem elaborados não foi difícil achar idéias compatíveis, encontrei idéias diferentes interessantes e bastante relevantes. TRABALHO 1 Trabalho do aluno: Lucas de Alencar Pinto Macedo Tópico 1 Ideias compatíveis com as suas Ideia 1: Cinco Forças de Porter Ameaça de novos entrantes " O Cirque du Soleil buscou a implementação de uma série de barreiras contra a ameaça de novos entrantes. Visando a satisfação constante do cliente se preocupou com a inovação e a qualidade de cada uma das apresentações o que tornou esse entretenimento num espetáculo único praticamente extinguindo essa ameaça. O Cirque implantou ao longo dos mais de 20 anos de experiência algumas barreiras de qualidade e excelência. Ao investir em inovação o grupo antecipou a necessidade dos clientes e captou os clientes de maior valor (CMV). Ideia 2: Estratégia Competitiva No caso do Cirque du Soleil fica bem evidente a escolha da estratégia pela diferenciação e o investimento de recursos de forma coerente nessa estratégia. Os dois principais tipos de estratégias competitivas são: diferenciação pelo preço ou pela qualidade. Assim como mencionei em meu trabalho, o Cirque aplicou a estratégia da qualidade, trazendo para seu grupo os melhores artistas do mundo, figurinistas experientes, artesãos, estilistas, desenvolveram novos produtos, etc. 1
2 Tópico 2 Ideias diferentes das suas Ideia 1: Cadeia de Valor O Cirque du Soleil faz o controle de todo o processo de sua cadeia de valor. Ou seja, o Circo como empresa recebe os insumos dos fornecedores transformando-os em resultados, ou seja, os belíssimos espetáculos que são adquiridos pelos compradores (platéia). Um fato curioso e que contribui bastante para o sucesso, é que como em toda organização, eles não tem o domínio completo de certas atividades, ou seja, eles criaram parcerias e transformaram uma eventual fraqueza em mais um ponto forte. O autor teve um ponto de vista interessante sobre como o Cirque transformou seus pontos fracos em pontos fortes, a parceria com os fornecedores nos pontos específicos onde o grupo não possui domínio ou interesse estratégico. Ideia 2: Cinco Forças de Porter Poder de negociação dos clientes É pensando dessa forma que o Cirque du Soleil conseguiu implementar uma forte e consistente barreira de mudança para os clientes. Uma visão que o autor do trabalho teve foi observar a barreira de mudança para os clientes. Ao pensar em trocar de fornecedor (Cirque), o cliente procura um espetáculo à altura em termos de qualidade. O Cirque adotou uma barreira de qualidade, pois os clientes não conseguem achar facilmente outros espetáculos que saciem suas necessidades. 2
3 Tópico 3 Ideias refutadas Ideia 1: Cinco Forças de Porter - Rivalidade entre os concorrentes No caso do Cirque du Soleil, ele atua num ramo de entretenimento altamente específico, já que não é somente um circo, é um verdadeiro espetáculo. Devido às suas características peculiares, ele assume praticamente um monopólio dessa indústria o que dificulta consideravelmente a ação dos concorrentes. O Cirque tem grande importância no mercado do entretenimento, mas está longe de ser um monopólio. Existem outros grandes espetáculos que optaram pela estratégia da diferenciação da qualidade, entre eles estão balés, teatros, e não apenas circos. Ideia 2: Cinco Forças de Porter Força dos fornecedores O Cirque du Soleil atua como uma instituição já consolidada, com uma clientela bastante numerosa e fiel nos quatros cantos do mundo e sem concorrentes à altura no mercado. Dessa forma o poder de barganha dos fornecedores fica comprometido. Ao elaborar meu trabalho tinha uma visão bastante parecida sobre o poder de barganha dos fornecedores, mas ao observar os comentários dos colegas no fórum e a avaliação do meu trabalho pela colega Mara Afetian tive outra percepção. O Cirque trabalha com os melhores artistas do mundo, melhores estilistas, figurinistas, dançarinos, artesãos, contorcionistas e demais profissionais. Seus fornecedores são diferenciados e possuem produtos de qualidade excepcional. Todos estes fatores e a busca pela excelência de sua equipe e parceiros faz com que uma quantidade reduzida de profissionais seja capaz de atender às necessidades do grupo. Sendo assim, os fornecedores do Cirque du Soleil tem um alto poder de barganha. 3
4 TRABALHO 2 Trabalho do aluno: MOISÉS COSTA DA CONCEIÇÃO Tópico 1 Ideias compatíveis com as suas Ideia 1: Cinco Forças de Porter Ameaça de novos entrantes As empresas que mantém um forte relacionamento com os clientes, impedem que eventuais concorrentes ganhem esses, como isso não era percebido pelos modelos de circos tradicionais, o Cirque Du Soleil conseguiu impor um novo modelo de apresentação circense, estabelecendo barreiras a novos entrantes. O Cirque du Soleil através da diferenciação de seu produto através da qualidade criou uma barreira de entrada para novos concorrentes, captando os clientes de maior valor. Ideia 2: Estratégias Competitivas O Cirque Du Soleil demonstra utilizar a estratégia de diferenciação. As duas principais estratégias competitivas são através do preço ou qualidade. O Cirque, investindo em inovação e qualidade conseguiu um produto diferenciado e único, trazendo a magia ao espectador. 4
5 Tópico 2 Ideias diferentes das suas Ideia 1: Cinco Forças de Porter Poder de negociação dos consumidores O poder de barganha dos consumidores depende da barreira de mudanças que um cliente tem para migrar para outro fornecedor, por exemplo: poucos compradores, importância dos compradores, existência de substitutos e outros. Nos espetáculos do Cirque Du Soleil, em função da qualidade e das constantes inovações, se tornam únicos, neutralizando até certo ponto o poder de barganha dos assistentes, garantindo uma vantagem competitiva. O Cirque di Soleil criou uma barreira de mudança para os consumidores ao investir em inovação. Devido à qualidade diferenciada, pouca quantidade de concorrentes e produtos substitutos é criada uma barreira, pois trocar de fornecedor torna-se inviável para o cliente. Ideia 2: Cadeia de Valor Os temas são únicos; a trilha sonora é desenvolvida pelo própria equipe e os espetáculos utilizam música ao vivo; o elenco é selecionado por olheiros em todo mundo, sendo realizado seletivas duas vezes ao ano em Montreal, existindo ainda aulas de formação e treinamento antes de iniciar os espetáculos... Apesar de não estar explícito no trabalho, o autor deixa claro que a cadeia de valor de um produto está além dos processos internos da empresa, mas também dos fornecedores, fazendo uma ligação entre as cadeias de valores do Cirque e dos fornecedores. 5
6 Tópico 3 Ideias refutadas Ideia 1: Cinco Forças de Porter - Poder de barganha dos fornecedores As empresas que conhecem seus clientes, ou pelo menos a demanda, conseguem melhores negociações com seus fornecedores. O Cirque Du Soleil trata seus fornecedores como parceiros e evita que estes barganhem em seus negócios, são, portanto aliados na busca de seus objetivos individuais, que é também a rentabilidade. Assim como no trabalho do Lucas de Alencar, o Moisés Costa da Conceição avaliou o poder de barganha dos fornecedores como baixo devido à parceria com os fornecedores. A princípio também tinha esta opinião, até ler a avaliação da Mara Afetian sobre meu trabalho. O Cirque trabalha com os melhores profissionais do mundo e com os melhores fornecedores do mundo, artistas, coreógrafos, figurinistas, estilistas, etc. Encontrar profissionais e empresas a altura do Cirque não é uma tarefa fácil, e devido à pouca disponibilidade destes profissionais existe a valorização e o aumento do poder de negociação dos fornecedores. Ideia 2: Cinco Forças de Porter Rivalidade entre as Empresas Em geral as empresas do setor de circo se apresentavam como uma companhia de um dono, existência de um apresentador/locutor, apresentações com animais, cenário de um picadeiro, sonoplastia mecânica, figurinos e apresentações quase que repetitivas e equivalentes. O Cirque Du Soleil, superou esse modelo de forma inovadora, se tornando referencia no mundo, tendo o monopólio do mercado. O autor alega que o Cirque tem monopólio do mercado, no entanto o Cirque está longe de ter o monopólio, pois a indústria do entretenimento tem outros espetáculos de qualidade que concorrem diretamente com o Cirque, como teatros e balés. 6
Matriz do fórum. Turma: B - Abril 2012
Matriz do fórum Aluno: Mara Christine Burr Afetian Disciplina: Estratégias de Empresas EEEAD TO220 O412 EEEAD Turma: B - Abril 2012 Registre, abaixo, sua opinião sobre os dois trabalhos elaborados por
Prof.º Marcelo Mora
ANÁLISE DAS 5 FORÇAS COMPETITIVAS NA INDÚSTRIA Análise Estrutural da Indústria ENTRANTES POTENCIAIS Ameaças de novos entrantes Poder de negociação dos fornecedores FORNECEDORES Concorrentes na Indústria
FORÇAS COMPETITIVAS DE PORTER
FORÇAS COMPETITIVAS DE PORTER Professor Flávio Toledo www.masterjuris.com.br Forças Competitivas Toda empresa está inserida num ambiente composto por um conjunto de forças competitivas que determinam o
ADMINISTRAÇÃO GERAL. Gestão Estratégica. Estratégias Competitivas de Porter Parte 1. Prof.ª Karen Estefan Dutra
ADMINISTRAÇÃO GERAL Gestão Estratégica Parte 1 Prof.ª Karen Estefan Dutra Segundo Porter, qualquer setor, seja nacional ou internacional, que produz um serviço ou um produto, é "manipulado" por cinco forças
Gestão Estratégica A BATALHA DE KURSK. Aula 6 Estratégia Competitiva. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira
Gestão Estratégica Aula 6 Estratégia Competitiva Prof. Dr. Marco Antonio Pereira [email protected] A BATALHA DE KURSK 1 Modelo de Porter As 5 forças Competitivas Estratégias Genéricas Propósito da Empresa
Gestão Estratégica. Aula 5 Estratégia Competitiva. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira
Gestão Estratégica Aula 5 Estratégia Competitiva Prof. Dr. Marco Antonio Pereira [email protected] Leitura INDISPENSÁVEL para Próxima Aula MODELO ADAPTADO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO APLICADO À MICROEMPRESAS:
Avaliação de Empresas EAC0570
Avaliação de Empresas EAC0570 ANÁLISE ESTRATÉGICA O Processo de Avaliação de Empresas Objetivo da avaliação estratégica Por que a análise estratégica é importante? A estratégia direciona as ações de uma
AMBIENTE COMPETITIVO
Objetivo AMBIENTE COMPETITIVO Entender como as forças ambientais influenciam a competitividade das empresas. Ser capaz de analisar o ambiente competitivo e formular estratégias empresariais Sumário Ambiente
Os papéis estratégicos dos sistemas de informação
Os papéis estratégicos dos Parte 3 Aula 6 Fundamentos de SI Prof. Walteno Martins Parreira Jr Introdução aos sistemas de informação Os podem alterar a forma como as organizações competem em seus mercados,
DRAFT. Gestão Estratégica CONCURSO PETROBRAS. Questões Resolvidas ENGENHEIRO(A) DE PRODUÇÃO JÚNIOR ENGENHEIRO(A) JÚNIOR - ÁREA: PRODUÇÃO
CONCURSO PETROBRAS ENGENHEIRO(A) DE PRODUÇÃO JÚNIOR ENGENHEIRO(A) JÚNIOR - ÁREA: PRODUÇÃO Gestão Estratégica Questões Resolvidas QUESTÕES RETIRADAS DE PROVAS DA BANCA CESGRANRIO Produzido por Exatas Concursos
Exercício (1): MIX DE MARKETING Aguarde instruções do professor para preenchimento de cada coluna: POLÍTICA
(espaço reservado para o professor) Cidade-UF: Data: Turma: Seu nome: Título profissional, ano de formatura, faculdade/universidade: Atual ocupação: Ramo de negócios da empresa principais produtos: Exercício
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva Profa. Ellen Francine ICMC/USP Agenda Vantagem Competitiva Modelo das Forças Competitivas de Porter SIs e Vantagem Competitiva Modelo de Cadeia de Valor Empresarial
Estudo da concorrência: Análise das 5 forças de PORTER
Estudo da concorrência: Análise das 5 forças de PORTER UNIBAN Instituto de Comunicação Curso de Tecnologia em Marketing Unidade Tatuapé SP Disciplina Estratégias de Marketing Prof. Me. Francisco Leite
AULA 2. Analise do ambiente. Planejamento estratégico
Analise do ambiente AULA 2 ASSUNTO: Análise do ambiente é o processo de monitoramento do ambiente organizacional para identificar as oportunidades e os riscos atuais e futuros que podem vir a influenciar
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva Profa. Simone Souza Capítulo 3, L&L Agenda Vantagem Competitiva Modelo das Forças Competitivas de Porter SIs e Vantagem Competitiva Modelo de Cadeia de Valor
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva Profa. Simone Souza Capítulo 3, L&L Introdução Em vários setores empresas se saem melhor do que outras Por que? Como identificar suas estratégias? Como os
Ensinando Estratégia utilizando um Estudo de Caso
MÓDULO 1 Ensinando Estratégia utilizando um Estudo de Caso Unidade de Ensino: Análise da Estratégia O Modelo de Porter Análise Estratégica Declaração de Visão e Missão do Negócio Análise do Ambiente Externo
ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS Estratégia do Oceano Azul. Prof. Carlos Henrique Prim
ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS Estratégia do Oceano Azul Prof. Carlos Henrique Prim Estratégias Empresariais Oceanos Azuis versus Oceanos Vermelho (novos setores) (setores tradicionais) Estratégias Empresariais
Três Etapas para criar um Negócio. Capítulo 6. Matriz de Planejamento. Benchmarking. Capítulo 7. Blog do Leo leonardoaugustin.
Três Etapas para criar um Negócio Capítulo 6 Identificar a Oportunidade do Negócio Desenvolver o Conceito do negócio Implantar o Empreendiment o Identificação de Oportunidades Fórmulas para Identificar
Planejamento Estratégico
Planejamento Estratégico SWOT Porter Roberto César 1 17:09 Análise SWOT Esta análise mostra a situação de uma empresa em um determinado momento, ela é feita de forma integrada levando em consideração os
Análise do Ambiente Externo: Macroambiente e Modelo de Porter Ampliado. Prof. Moacir Miranda
Análise do Ambiente Externo: Macroambiente e Modelo de Porter Ampliado Prof. Moacir Miranda Moacir de Miranda Oliveira Junior Livre Docente, Doutor e Mestre em Administração pela FEA-USP. Professor da
Vantagem competitiva e Sistemas de Informação
Vantagem competitiva e Sistemas de Informação VANTAGEM COMPETITIVA GESTÃO DA INFORMAÇÃO Qual o valor da informação para uma organização? Quais os objetivos de uma organização? O que pode mudar em uma organização
VANTAGEM COMPETITIVA
Universidade Federal de Santa Maria Centro de Tecnologia Programa de Pós-GraduaP Graduação em Engenharia de Produção VANTAGEM COMPETITIVA Disciplina: Inovação e estratégia empresarial para competitividade
Análise Estratégica. Fontes: PORTER, TAVARES, 2000.
Análise Estratégica Fontes: PORTER, 1998. TAVARES, 2000. 1. Análise Macroambiental Deve ser orientada pela definição do negócio, visão e missão para análise mais focada. Pode mostrar inadequação do negócio,
Aula 3- Forças Competitivas
Aula 3- Forças Competitivas Professora Bruna Panzarini Michael Porter Autor de teorias e de livros sobre estratégias e competitividade, Michael Eugene Porter nasceu em Michigan em 1947. Professor na Harvard
Conquistando Vantagem Competitiva com os Sistemas de Informação
Capítulo 3 Conquistando Vantagem Competitiva com os Sistemas de Informação 3.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Demonstrar como o modelo das cinco forças competitivas de Porter ajuda as empresas
Resumo Aula-tema 08: O Panorama Econômico e Social e Indicadores Quantitativos e Qualitativos
Resumo Aula-tema 08: O Panorama Econômico e Social e Indicadores Quantitativos e Qualitativos É preciso que o pequeno empreendedor reflita sobre a importância das declarações estratégicas e de algumas
Criando estratégias diferenciadas e novos mercados. Professor: Wellington Aleixo
Criando estratégias diferenciadas e novos mercados Professor: Wellington Aleixo 2 Motivação 3 Dois mundos... 4 Oceano Vermelho Concorrência Feroz Demanda estacionada Comoditização Diminuição de Lucros
Ambiente externo e interno. Prof. Doutora Maria José Sousa
Ambiente externo e interno 1 Prof. Doutora Maria José Sousa Ambiente Externo e Interno A estratégia global de uma empresa deve ponderar a interacção entre a envolvente externa (macro-ambiente e ambiente
Introdução. Sucesso organizacional + Ambiente de Mudança. Adotar uma ESTRATÉGIA. Criar vantagem competitiva sustentada
Introdução Sucesso organizacional + Ambiente de Mudança Adotar uma ESTRATÉGIA Criar vantagem competitiva sustentada Elemento unificador que dá coerência e direcção às decisões individuais da empresa Introdução
ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS MICHAEL PORTER. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E EMPRESARIAL AULA 10 Prof. João Maurício G. Boaventura
ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS MICHAEL PORTER PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E EMPRESARIAL AULA 10 Prof. João Maurício G. Boaventura ESTRATÉGIA COMPETITVA É a busca de uma posição competitiva favorável e sustentável
O Papel do Macroambiente
O Papel do Macroambiente Ambiente Político e Legal Competidores Potenciais Ambiente Tecnológico Poder dos Fornecedores Rivalidade entre os os Competidores Poder dos Compradores Ambiente Demográfico Ambiente
Planejamento Estratégico
Planejamento Estratégico Fonte: Maximiano (2009) Autor Palavras Chave Mintzberg Ansoff Futuro. Decisão. Resultados. Programação. Negócio Atual. Tendências. Decisão. Concorrência. Produtos e serviços. MAXIMIANO
Manual de Ecodesign InEDIC
Manual de Ecodesign InEDIC Ferramenta 4: A ferramenta da análise do mercado fornece uma abordagem prática aos conceitos teóricos explicados no capítulo 5. Com o objetivo de determinar o potencial do mercado
UNIVERSO CASUO VAI COLORIR O CHEVROLET HALL, EM ÚNICA APRESENTAÇÃO
UNIVERSO CASUO VAI COLORIR O CHEVROLET HALL, EM ÚNICA APRESENTAÇÃO Enviado por VIANELLO ASSESSORIA DE IMPRENSA 16-Nov-2015 PQN - O Portal da Comunicação VIANELLO ASSESSORIA DE IMPRENSA - 16/11/15 Dos palcos
Aula 7 Questões Estratégicas; Estratégias e Ações Estratégicas; Planejamento Estratégico na Tecnologia da Informação Prof.
Aula 7 Questões Estratégicas; Estratégias e Ações Estratégicas; Planejamento Estratégico na Tecnologia da Informação Prof. Marlon Marcon Estratégia A palavra estratégia vem do grego strategos e está intimamente
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS DE MARKETING
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS DE MARKETING SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DE MARKETING Sistemas de informação que têm por finalidade facilitar as relações da organização com seus clientes atuais e
ANÁLISE DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL (INTERNO E EXTERNO)
ANÁLISE DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL (INTERNO E EXTERNO) AMBIENTE ORGANIZACIONAL É o conjunto de todos os fatores, tanto internos como externos, que podem influenciar o progresso obtido por meio da realização
Ambiente de Marketing
Ambiente de Marketing Mercado: Mercado deve ser definido com base na existência de uma necessidade; Se não há necessidade, não há mercado; Condições básicas para que exista um mercado: Que o consumidor
Posicionamento estratégico Marcos Henrique Fortes
Posicionamento estratégico Marcos Henrique Fortes Objetivos da aula 11 A aula 11/16 tem como objetivos apresentar e explorar os seguintes tópicos: 1) Posicionamento estratégico - Liderança no custo total
A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL
PPGEP UFSM Inovação e Estratégia para a Competitividade Prof. Dr. Julio Cezar Mairesse Siluk W. CHAN KIM RENÉE MAUBORGNE A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL Como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante
Os projetos são frequentemente utilizados como meio de atingir o plano estratégico de uma organização.
Disciplina: Gestão de Projetos Prof. Luis Fernando Marques 1 Projetos e planejamento estratégico Os projetos são frequentemente utilizados como meio de atingir o plano estratégico de uma organização. 2
CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação
CEA439 - Gestão da Janniele Aparecida Posicionamento Estratégico Segundo Michael Porter Uma empresa precisa seguir seis princípios fundamentais para estabelecer e manter um posicionamento estratégico diferenciado.
Gestão de Micro e Pequenas Empresas
Gestão de Micro e Pequenas Empresas Planejamento Estratégico Professor: Charles Leite Para que serve o planejamento estratégico? Chance maior sucesso na decisão. Sua aplicação faz com que elabore um portfólio
O Papel Estratégico do Sistema de Informação. Sistemas de Informação Estratégicos
CBSI Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação O Papel Estratégico do Sistema de Informação Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira [email protected] www.ufpa.br/srbo Tópicos Especiais em Sistemas de
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Prof. Me. Lucas S. Macoris
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Prof. Me. Lucas S. Macoris PLANO DE AULA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NA SAÚDE Aula 1 Boas Vindas e Introdução à Estratégia Aula 2 Análise de Conjuntura Aula 3 Elaboração e Análise
PROJETO EVOLUA LENDO ALCIMAR FRANÇA OUTUBRO 2016
PROJETO EVOLUA LENDO ALCIMAR FRANÇA OUTUBRO 2016 PROJETO EVOLUA LENDO ESTRAGÉGIA DO OCEANO AZUL INSEAD Instituto Europeu de Administração W. CHAN KIM RENÉE MAUBORGNE Como Criar Novos Mercados e Tornar
MERCADO, CLIENTES E CONCORRENTES
MERCADO, CLIENTES E CONCORRENTES CLIENTE A definição do negócio deve partir de fora para dentro e do ponto de vista do cliente e não do produto/serviço que você pretende oferecer. mercado consumidor
FORMAS DE CONCORRÊNCIA E ESTRATÉGIAS
ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL (EAE 508) Prof. Dr. Eduardo Luzio [email protected] Blog: h:p:/eduardoluzio.wordpress.com 2S2015 FORMAS DE CONCORRÊNCIA E ESTRATÉGIAS 1 Outras formas de Concorrência Mercados híbridos
ADM. Professor Douglas Pereira da Silva. DPS Planejamento Estratégico
ADM Planejamento estratégico Professor Douglas Pereira da Silva 1 Professor Douglas Pereira da Silva Bacharel em Administração com ênfase em Marketing. Pós Graduado em Gestão Estratégica de Negócios. Pós
MONOPÓLIO COMPETIÇÃO MONOPOLÍSTICA OLIGOPÓLIO
O QUE É UM MERCADO? Mercados MERCADO AGRÍCOLA Odilio Odilio Sepulcri Sepulcri Área geograficamente definida onde compradores e vendedores interagem e determinam o preço de um produto ou de um conjunto
Ambiente das organizações
Ambiente das organizações 1 2 FATORES AMBIENTAIS CENTRAL DE COOPERATIVAS APÍCOLAS DO SEMI-ÁRIDO BRASILEIROS O QUE É A CASA APIS? Central de Cooperativas Apícolas do Semi-Árido Brasileiro; Fundada em 2005,
2ª Parte Competindo com a Tecnologia de Informação
2ª Parte Competindo com a Tecnologia de Informação Objectivos de Aprendizagem Identificar várias estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar Tecnologias da Informação para confrontar
Estratégia Empresarial Análise Estratégica
Estratégia Empresarial Análise Estratégica Análise do Meio Envolvente (análise externa): Análise do meio envolvente contextual; Análise do meio envolvente transaccional; Análise da atractividade e estrutura
Definição da Estratégia Iniciativas Risco Priorização e seleção. Processo Estratégico 11 Forças Spend Analysis - Kraljic - Entendimento do cliente
Definição da Estratégia Iniciativas Risco Priorização e seleção Processo Estratégico 11 Forças Spend Analysis - Kraljic - Entendimento do cliente Inteligência em Compras Planejamento - Coleta - Análise
Administração de Sistemas de Informação. Aula 5- Desafios Gerenciais da Tecnologia da Informação.
Aula 5- Desafios Gerenciais da Tecnologia da Informação. Conteúdo Programático desta aula Perceber o ambiente em transformação contínua e a necessidade de que a TI seja encarada na organização como um
Material para avaliação. Professor Douglas Pereira da Silva
Material para avaliação Gestão de Negócios Professor Douglas Pereira da Silva 5 Forças de Porter DPS Gestão Negócios ADM 2016.2 2 Condições de fatores de produção De acordo com Porter, as condições dos
ADM. Professor Douglas Pereira da Silva. DPS Gestão Negócios ADM
ADM Gestão de Negócios Professor Douglas Pereira da Silva 1 A constituição do talento humano Conhecimento SABER Aprender a aprender Aprender continuadamente Aumentar o conhecimento Habilidade SABER FAZER
Fatores Macroambientais / Atores da Rede de Valor Intensidade Fatores Macroambientais / Atores da Rede de Valor Intensidade
5 Discussão Nesse capítulo é realizado um confronto dos resultados da análise tradicional com os da análise relacional, no nível da indústria, ou seja, dos resultados obtidos do passo 2 e do passo 7 da
Material para Avaliação. Planejamento Estratégico 1º Bimestre
Material para Avaliação Planejamento Estratégico 1º Bimestre 5 Forças de Porter DPS Tópicos de ADM 2018.1 2 Condições de fatores de produção De acordo com Porter, as condições dos fatores de produção representam
Administração e Economia para Engenharia
Administração e Economia para Engenharia Aula 3.4: Introdução à microeconomia diegofernandes.weebly.com Emiliano Silva 1 Microeconomia Trata Entidades individuais Consumidores Empresas Trabalhadores Como
ANÁLISE ESTRATÉGICA. Análise SWOT
ANÁLISE ESTRATÉGICA Análise SWOT 1 SWOT Integra o planejamento estratégico. Ferramenta utilizada pós definição da visão, missão e valores da organização. Pode ser feita por indivíduos ou por equipes. Inicia-se
AULA 3 ADMINISTRAÇÃO
Sistemas de Informações AULA 3 ADMINISTRAÇÃO Prof. Walteno Martins Parreira Jr [email protected] [email protected] www.waltenomartins.com.br Objetivos da unidade Introduzir o conceitos
GIO- Gestão das Informações Organizacionais
Capítulo 4 Sistema de informações e vantagem competitiva Por: Umberto Nanini Informações gerenciais e operacionais; Tipos de sistemas de informações gerenciais; A evolução dos sistemas integrados de gestão;
Gestão Estratégica de Pessoas
Gestão de Pessoas Gestão Estratégica de Pessoas Responsável pelo Conteúdo: Profa. Ms. Gisele de Lima Fernandes Revisão Textual: Profa. Esp. Alessandra Fabiana Cavalcante Unidade Gestão Estratégica de
Quem somos e o quê fazemos?
Quem somos e o quê fazemos? Uma entidade sem fins lucrativos dedicada a pensar estrategicamente o setor, conduzindo programas direcionados ao desenvolvimento tecnológico das empresas e a sua inserção no
Modelo de Forças Competitivas de Porter
Modelo de Forças Competitivas de Porter O modelo de forças competitivas de Porter pressupõe a existência de cinco forças para a análise da competitividade dos setores da economia. O modelo também pode
Economia ESTRUTURAS DE MERCADO. Prof. Me. Diego Fernandes
Economia ESTRUTURAS DE MERCADO 1 Leitura Leitura do capítulo 7 (p. 165-203) do livro: Introdução à Economia do Marco Antonio S. Vasconcellos, 2012 - livro online disponível no site da biblioteca. Para
FEA USP. EAD376 - Economia da Estratégia. Análise de Ambiente Interno e Posicionamento para a Vantagem Competitiva
FEA USP EAD376 - Economia da Estratégia Análise de Ambiente Interno e Posicionamento para a Vantagem Competitiva Ref:Besanko et al. A Economia da Estratégia. Capitulo 13; Prof. Dr. James T. C. Wright Planejamento
UNI 2 UNI N ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS FUNDAMENTOS. Análise das questões críticas. Alternativas de estratégias gerais. Análise das forças competitivas
Atingir objetivos vários caminhos estratégias UNI 2 UNI 1 UNI 3 UNI N ESTRATÉGIAS FUNCIONAIS ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS FUNDAMENTOS Fundamentos Análise das questões críticas Estratégias
MBA GESTÃO COMERCIAL
MBA GESTÃO COMERCIAL Gestão do Pipeline Projeção de Vendas MBA GESTÃO COMERCIAL ABERTURA Estratégia e Inteligência Universo Competitiva Suspects Geração e Qualificação de Leads Prospects Argumentação para
ADMINISTRAÇÃO. Processo de planejar, organizar, dirigir e controlar recursos a fim de alcançar os objetivos da organização
ADMINISTRAÇÃO Processo de planejar, organizar, dirigir e controlar recursos a fim de alcançar os objetivos da organização Planejamento Organização Direção Controle Definir a missão Formular objetivos Definir
Professor: Sergio Enabe. 2o. Semestre Estratégia
INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO CURSO: Administração SÉRIE: 6º/5º semestres TURNO: Diurno/ Noturno DISCIPLINA: Planejamento Operacional: RH e Finanças Professor: Sergio Enabe Estratégia 2o.
ANÁLISE DO AMBIENTE: METODOLOGIA DE FORMULAÇÃO
ANÁLISE DO AMBIENTE: METODOLOGIA DE FORMULAÇÃO Nesta ambiente em que mudanças ocorrem com altíssima velocidade, perceber tendências, visualizando as mudanças antes que elas ocorram, passa a ter um valor
Administração e Planejamento Estratégico: Uma introdução
Planejamento Administração e Planejamento Estratégico: Uma introdução Planejamento é a prática que as pessoas e organizações usam para administrar suas relações com o futuro. Maximiano 2000 Situação Estratégica
FEA USP EAD376 - Economia da Estratégia. Sustentando a Vantagem Competitiva
FEA USP EAD376 - Economia da Estratégia Sustentando a Vantagem Competitiva Ref:Besanko et al. A Economia da Estratégia, Capt. 14, e Hitt, Administração Estratégica, cap 12 Prof. Dr. James Terence Coulter
EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO 2013
EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO 2013 Plano de Negócios (Max 20 pág. sem anexos) Dados gerais do projeto 1. Resumo do Projeto; Descrever de maneira sucinta do que se trata o projeto. 2. Objetivo do Projeto;
Podemos concluir que, em última análise, todas elas se reduzem a dois factores essenciais:
4. As Estratégias Possíveis 4.1 Introdução Como vimos anteriormente, compete à Estratégia identificar os factoreschave de negócio em que possa estar baseada a vantagem competitiva da empresa, para assim
ANEXO I MODELO DE PLANO DE NEGÓCIOS
ANEXO I MODELO DE PLANO DE NEGÓCIOS 1. Resumo Executivo (Síntese das principais informações que constam em seu PN. É a principal seção do Plano de Negócios, pois através dele é que o leitor decidirá se
LLM Marketing de serviços jurídicos
LLM Marketing de serviços jurídicos Planejamento estratégico + Posicionamento de Mercado Aula 02 Wolney Pereira Agenda 1) Projeto de marketing 2) Conceituação de estratégia 3) Processo de planejamento
Administração. Análise SWOT. Professor Rafael Ravazolo.
Administração Análise SWOT Professor Rafael Ravazolo www.acasadoconcurseiro.com.br Administração Aula XX ANÁLISE SWOT A Análise SWOT (ou Matriz SWOT) é uma ferramenta e diagnóstico estratégico que consiste
O meio envolvente. Identificar partes interessadas ( stakeholders ) e sua influência Acções do gestor. Amílcar Ramos: ISCTE-Business School
O meio envolvente O contexto externo da gestão Meio envolvente Competitivo (Imediato) análise das 5 forças de Michael Porter Meio envolvente Geral análise PESTAL Definir complexidade e mudança Identificar
Fórum de Custos. Planejamento Estratégico: Diretrizes Essenciais pa Sucesso Organizacional. Jader Pires
Fórum de Custos Planejamento Estratégico: Diretrizes Essenciais pa Sucesso Organizacional Jader Pires Diretor Superintendente Santa Casa de Araraquara Santa Casa de Araraquara 776 funcionários 197 médicos
Capítulo 3 - L&L SI, 1º. 2013
Capítulo 3 - L&L SI, 1º. 2013 Sumário Como SIs impactam Organizações e Empresas Comerciais Impactos econômicos: De forma geral, TI muda os custos relativos de capital e de informação. Diminuição dos custos
