MÓDULO 9 Custos e desperdícios de (não) ter Qualidade
|
|
|
- Rosa Gesser Santiago
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MÓDULO 9 Custos e desperdícios de (não) ter Qualidade Quando se diz que um produto tem qualidade fica subentendido, muitas vezes, que se trata de um produto com alto valor agregado, ou seja, um produto caro. Mas o que será mais caro: um produto com ou sem qualidade? Essa questão é usualmente levantada pelas empresas, principalmente em tempos de alta competição por preços. Os concorrentes, com menores custos, lançam seus produtos em mercados onde o alto custo de produção é um duro fato que as empresas têm que enfrentar e procurar minimizá lo. Então, como uma reação em cadeia, as empresas com maiores custos, abrem mão de sua qualidade com outros produtos para competir em termos de preços através de estratégias de posicionamento de mercado. Através dessa postura, a empresa mantém duas ou mais linhas de produtos onde a qualidade fica subentendida diante da diferenciação de preços entre as diversas linhas. A consciência da adoção de uma postura estratégica em relação ao controle de custos e desperdícios nas atividades fabris é fundamental para que as empresas alcancem o sucesso pretendido. As organizações que conseguem melhorar continuamente seus produtos e serviços, bem como seus processos, agindo de forma rápida em direção à racionalização e tecnologia, têm mais propensão a diferenciar se de seus concorrentes. Alguns autores afirmam que estratégias são ações tomadas pela organização que a direcionam a um processo de mudança natural que é inerente a um mercado competitivo regido por regras de concorrência, onde cabe à organização modificá las em seu favor. Independentemente do mercado onde atua a organização, existem cinco forças que estão englobadas nas regras de concorrência: o ingresso de novos concorrentes, a ameaça de produtos substitutos, a pressão de fornecedores, a negociação com compradores e a rivalidade entre concorrentes. Logo, entende se que competir em um mercado significa ser capaz de minimizar os efeitos da entrada de novos concorrentes, superar a rivalidade dos concorrentes, manter e ganhar fatias de mercado, além de ser capaz de reduzir o poder de barganha de consumidores e fornecedores. Dentro desse contexto, Porter (1990) estabelece três estratégias para as empresas obterem vantagens competitivas, independente de seu ramo de atuação: Liderança de mercado via custos: produzir com custos inferiores aos do mercado. Liderança de mercado via diferenciação: proporcionar um diferencial em seus produtos/serviços que sejam perceptíveis, como: qualidade, prazo, flexibilidade, beleza, cheiro, etc. Liderança de mercado via enfoque: selecionar um segmento para atendimento exclusivo com uma estratégia focalizada em custos ou na diferenciação. Pelo exposto, percebe se que a variável custo foi elevada ao status de alternativa estratégica, mesmo se a empresa optar por ter uma posição de líder de mercado via diferenciação ou via enfoque, não pode deixar de considerar essa variável. A nova equação que formula os preços no mercado brasileiro e mundial demonstra, que as variáveis a ser consideradas, envolvem os custos e a redução de desperdícios. Hoje, o empresário tem o preço de seu produto calculado por leis que se contrapõe ao antigo modelo, que privilegiava os interesses de empresários e
2 acionistas: o lucro. O lucro, atualmente, é obtido a partir da diferença entre o preço final do produto, o qual é ditado pelo mercado, e seu custo de produção. Dessa forma o processo produtivo é o grande responsável pela formulação de preços, pois é onde podem ocorrer perdas, o que aumentam os custos. Portanto, a sua racionalização dos processos é imprescindível Custos da Qualidade Embora, ainda exista o pensamento de que a busca pela melhoria da qualidade acarreta aumento de custos, já é possível desmistificá lo, pois, na verdade, trata se de um investimento e não de um custo, onde economias e lucros podem ser auferidos com a adoção de programas de qualidade. Nesse sentido, é interessante para as empresas investirem na Gestão da Qualidade, pois mesmo que ocorra um aumento momentâneo dos custos no início da implantação, a médio prazo, o retorno é garantido, desde que todos estejam envolvidos no processo. Os custos da qualidade podem ser divididos em duas macro categorias: custos de controle e custos das falhas dos controles. E em seguida subdividas cada uma das macro categorias em duas: custos de prevenção e de avaliação (referente aos custos de controle) e custos de falhas internas e falhas externas (referente aos custos de falhas de controle). Na verdade, se esses custos forem bem gerenciados, a empresa terá um aumento de sua produtividade e ganhos relativos à medida em que ocorrerá o aumento da qualidade, podendo, inclusive, prever erros no futuro. a) Custos de prevenção Como o próprio nome indica, são os custos associados à prevenção de erros e são diretamente proporcionais ao aumento da qualidade, pois a melhoria de qualidade implica em consumo de tempo, de esforço e de dinheiro. Como custos de prevenção têm se: os custos de desenvolvimento do processo e do produto, os custos de capacitação da mão de obra e os custos de apoio à produção. b) Custos de avaliação A avaliação da qualidade tem como principal objetivo identificar problemas que possam ocorrer durante o processo de produção. Assim, os custos de avaliação refletem a necessidade da organização em avaliar o nível de qualidade ao longo do processo produtivo. Os custos de avaliação englobam todos os custos associados a auditorias de qualidade, inspeção e controle estatístico. Logo, quanto maior o nível de qualidade, menor a necessidade de inspeções e auditorias, o que acarreta a redução dos custos de avaliação.
3 c) Custos de falhas internas São os erros detectados durante a operação interna de produção. Nessa categoria são incluídos: problemas com peças e/ou materiais refugados ou recondicionados, a perda de tempo durante o processo de produção, bem como a falta de preparo e/ou motivação dos agentes envolvidos para solucionar os erros ocorridos. Logo, é necessária a identificação dos erros internos mediante um controle rígido dos fatores de produção utilizados no processo e do tempo que os agentes produtivos utilizam para desempenhar as suas funções. Nesse sentido, a especialização e a qualificação dos agentes envolvidos são imprescindíveis, pois à medida que a qualidade da produção aumenta inclusive com a qualificação da mão de obra os custos de falhas internas reduzem. A perda de produção é usualmente calculada com base no custo da matéria prima. Considerando: d i = média de unidades com defeitos produzidas na operação i, n = número de operações no processo produtivo, M = número de unidades a produzir sem defeitos, B = média de unidades de matéria prima requeridas para a produção. A saída da primeira operação é representada pela fórmula B(1 d 1 ), cuja quantidade é posteriormente processada na segunda operação que produz d 2 com defeitos e é expressa pela fórmula B(1 d 2 ) e assim sucessivamente. Logo, assumindo que as unidades com defeito passam por todas as operações sem haver qualquer inspeção para detectar as falhas e levando em conta que a saída do processo produtivo é representada por M, chega se à seguinte fórmula: Com base nesta fórmula, calcula se a quantidade de matéria prima a utilizar no processo de produção (B) de forma a produzir a quantidade necessária sem defeito (M) levando em conta as possíveis falhas (d 1, d 2,..., d n ). Dessa forma, percebe se que havendo um aumento da demanda de unidades a processar, mesmo tendo conhecimento das perdas existentes no processo, uma maior quantidade de matéria prima será necessária, além de mãode obra, o que eleva os custos associados ao uso de recursos físicos e humanos, quando comparada a uma produção com uma quantidade mínima de perdas. Exemplo: Considere um processo produtivo composto por 5 operações seqüenciais onde a proporção de defeitos é respectivamente de 0.01, 0.02, 0.03, 0.05 e Quantas unidades de matéria prima devem ser processadas para originar 100 unidades sem qualquer defeito? Aplicando a fórmula tem se: B x (1 0.01) x (1 0.02) x (1 0.03) x (1 0.05) x (1 0.07) = 100 B x 0,99 x 0,98 x 0,97 x 0,95 x 0,93 = 100 B = 100 / 0, B = 120,27
4 Ou seja, em torno de 120 unidades de matéria prima devem ser processadas para produzir 100 unidades sem defeito. d) Custos de falhas externas São custos relacionados à percepção do defeito pelo consumidor quando o produto ou serviço chega a suas mãos, após a sua entrega. Nesse caso, o consumidor é afetado em relação à confiança que tem no produto ou serviço e, consequentemente, na empresa. Uma outra possibilidade de haver esse custo é quando a empresa disponibiliza ao mercado um produto sem as características ideais ou prometidas, divergindo quanto ao peso ou quanto ao tamanho,etc., acarretando a sua substituição. Graficamente, é possível demonstrar o inter relacionamento dos custos da qualidade. Percebe se que à medida que aumentam os esforços para a qualidade, os custos das falhas, tanto internas como externas, tendem a diminuir continuamente Desperdícios na produção Atualmente, as organizações inseridas em um cenário de constante procura pela competitividade, o que conseqüência do processo de globalização, buscam melhores condições para inserções estáveis e permanentes no mercado. O alcance desses objetivos requer, como prioridade, que as empresas identifiquem e adotem controles para eliminar os desperdícios que ocorrem durante o processo produtivo. A excelência operacional é conseqüência dos esforços da organização em combater o desperdício e em incentivar a melhoria contínua (Kaizen 1 ) dos processos. O gráfico a seguir ilustra a correlação entre eliminação de desperdícios e o Kaizen. 1 Kaizen: palavra japosena que tem como significa literal melhoria contínua ou aprimoramento contínuo.
5 A Toyota foi a empresa precursora na introdução do princípio Kaizen, que implica no uso de técnicas e instrumentos para controle e redução dos desperdícios em sua linha de produção. E ainda hoje o utiliza. Foram identificados pelos gerentes da Toyota sete formas de desperdício: superprodução, transporte, tempo de espera, movimentação, estoque, produtos defeituosos e processos. A explanação de cada um desses fatores pode ser visto na apresentação deste módulo Produção enxuta A produção enxuta, conhecida como lean production, é uma nova denominação dos sistemas de produção, também de origem japonesa, criada a partir da necessidade que as empresas tinham de produzir pequenas quantidades de numerosos modelos para atender uma demanda crescente. Apesar de sua complexidade, as inovações propostas por essa filosofia são resumidas a três pontos: A transformação de inputs em outputs passa ser orientada através de um fluxo de materiais e informações; A análise do processo de produção passa a ser feita por um sistema orientado por dois eixos: processos (fluxo de materiais) x operações (fluxo de operários); Nova consideração sob o ponto de vista do cliente (interno e externo) sobre valor agregado ao produto. Atividades que não agregam valor ao produto passam a ser encaradas como perdas, como: transporte, estoque, tempo de espera, inspeção e retrabalho. A maior mudança proporcionada por essa filosofia foi desviar o foco da fabricação das economias de escala para economias de tempo. Todos os funcionários passam a ser verificadores da qualidade, sendo responsáveis pela identificação dos erros e suas correções. Contrariamente à filosofia americana de criar um departamento de qualidade, a Toyota, uma das usuárias dessa filosofia, interrompe toda a linha de produção ao detectar um defeito em alguma etapa. Uma das principais ferramentas utilizadas pela produção enxuta para evitar o desperdício é o sistema Just in time (JIT), o qual é detalhado na apresentação deste módulo Gestão de perdas
6 A gestão de perdas é uma metodologia voltada para o uso otimizado dos ativos da empresa, através da eliminação de perdas. Ela é caracterizada pela transformação de perdas em oportunidades de ganhos, promovendo reduções de custos e assegurando uma maior competitividade à empresa. Perceber as diferenças entre a condição ideal e a condição real, em todos os ativos da organização, permite que a gestão de perdas estabeleça metas para recuperação, o que irá assegurar maior capacidade produtiva a um investimento mínimo. Orientada pelo learning organization, essa metodologia possibilita que a empresa aprenda continuamente, recrutando forças para competir e sobreviver em um mercado competitivo onde a velocidade de respostas aos problemas e o zero defeito não são mais do que pré requisitos para o sucesso. Embasada em valores e conceitos tradicionais, a metodologia da gestão de perdas, tem três princípios: o que não agrega valor é perda, a interação entre empresa e empregados e a busca por resultados. Cada um desses princípios pode ser visto na apresentação deste módulo.
FORÇAS COMPETITIVAS DE PORTER
FORÇAS COMPETITIVAS DE PORTER Professor Flávio Toledo www.masterjuris.com.br Forças Competitivas Toda empresa está inserida num ambiente composto por um conjunto de forças competitivas que determinam o
Administração Estratégica
Administração Estratégica É o conjunto de decisões de longo prazo, que envolve o comprometimento de recursos organizacionais para ação concreta sobre o ambiente competitivo, visando o desempenho da organização
KANBAN. Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos
KANBAN Aula de Luiz Eduardo Guarino de Vasconcelos Lean O Sistema Toyota de Produção, também chamado de Produção enxuta ou Lean Manufacturing, surgiu no Japão, na fábrica de automóveis Toyota, logo após
04 Parte III - Planejamento e Controle
04 Parte III - Planejamento e Controle Recursos a serem Transformados Materiais Informações Consumidores Ambiente Estratégia da produção Objetivos estratégicos da produção Papel e posição competitiva da
APLICAÇÃO DE CONCEITOS DO LEAN MANUFACTURING E DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO PARA MELHORIAS NO PROCESSO DE PRODUÇÃO
APLICAÇÃO DE CONCEITOS DO LEAN MANUFACTURING E DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO PARA MELHORIAS NO PROCESSO DE PRODUÇÃO Dalila Regina Fernandes 1, Sérgio Augusto Rodrigues 2 1 Discente do curso de Produção Industrial
Processo e Agentes da Gestão da Qualidade
Gestão da Qualidade Processo e Agentes da Gestão da Qualidade Fernanda Villar Corrêa Vídeos - Empresa como Sistema - Gestão da Qualidade como Subsistema - Envolvem métodos de produção, avaliação
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva Profa. Ellen Francine ICMC/USP Agenda Vantagem Competitiva Modelo das Forças Competitivas de Porter SIs e Vantagem Competitiva Modelo de Cadeia de Valor Empresarial
AMBIENTE COMPETITIVO
Objetivo AMBIENTE COMPETITIVO Entender como as forças ambientais influenciam a competitividade das empresas. Ser capaz de analisar o ambiente competitivo e formular estratégias empresariais Sumário Ambiente
Técnicas Industriais Japonesas. Fernando Deschamps
Técnicas Industriais Japonesas Fernando Deschamps [email protected] Técnicas Industriais Japonesas QUALIDADE, DESPERDÍCIO E VARIABILIDADE Bibliografia recomendada CORREA, H.L.; CORREA, C.A. Administração
Gestão da Qualidade 1
Gestão da Qualidade 1 Gestão da Qualidade Total (TQM) 2 QUALIDADE TOTAL GARANTIA DA QUALIDADE CONTROLE DA QUALIDADE INSPEÇÃO PROCESSO PREVENÇÃO PESSOAS 3 Oito princípios de Gestão da Qualidade Foco no
Gestão de Negócios (4)
Gestão de Negócios (4) Introdução à Gestão Estratégica Prof. Dr. Hernan E. Contreras Alday Estratégia A estratégia pode ser definida como a determinação das metas e de objetivos básicos a longo prazo de
A Gestão Estratégica para transformação de ações em resultados na administração de materiais.
1 A Gestão Estratégica para transformação de ações em resultados na administração de materiais. Renata Rodrigues de Lima RESUMO Este artigo tem o objetivo abordar a administração de materiais, sua importância
Podemos concluir que, em última análise, todas elas se reduzem a dois factores essenciais:
4. As Estratégias Possíveis 4.1 Introdução Como vimos anteriormente, compete à Estratégia identificar os factoreschave de negócio em que possa estar baseada a vantagem competitiva da empresa, para assim
Vantagem competitiva e Sistemas de Informação
Vantagem competitiva e Sistemas de Informação VANTAGEM COMPETITIVA GESTÃO DA INFORMAÇÃO Qual o valor da informação para uma organização? Quais os objetivos de uma organização? O que pode mudar em uma organização
Os papéis estratégicos dos sistemas de informação
Os papéis estratégicos dos Parte 3 Aula 6 Fundamentos de SI Prof. Walteno Martins Parreira Jr Introdução aos sistemas de informação Os podem alterar a forma como as organizações competem em seus mercados,
JUST IN TIME. O JIT visa atender a demanda instantantaneamente, com qualidade perfeita e sem desperdícios. SLACK. AJPaglia 1 GS&L
O JIT visa atender a demanda instantantaneamente, com qualidade perfeita e sem desperdícios. 1 O just in time é uma abordagem disciplinada, que visa aprimorar a produtividade global e eliminar os desperdícios.
Prof. Linduarte Vieira da Silva Filho
Unidade II SISTEMA DE QUALIDADE Prof. Linduarte Vieira da Silva Filho Sistemas e Ferramentas de Gestão da Qualidade Estudaremos neste módulo técnicas e metodologias trabalhadas na área da administração
Material para avaliação. Professor Douglas Pereira da Silva
Material para avaliação Gestão de Negócios Professor Douglas Pereira da Silva 5 Forças de Porter DPS Gestão Negócios ADM 2016.2 2 Condições de fatores de produção De acordo com Porter, as condições dos
Vantagem Estratégica
Vantagem Estratégica Objetivos do Módulo 2: 1. Identificar diversas estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem ser usadas para enfrentar as forças competitivas encontradas por uma empresa.
Just in Time e Kanban. Prof.ª Rosana Abbud
Just in Time e anban Prof.ª Rosana Abbud Just in Time Just in Time SURGIMENTO Japão Década de 70 Toyota Motor CONCEITO Administração Qualidade Organização Cada processo deve ser abastecido com os itens
Parte I Administração de Produção e Operações fundamentos estratégicos, 1
Sumário Prefácio, xv Agradecimentos, xxi Parte I Administração de Produção e Operações fundamentos estratégicos, 1 1 Introdução e Evolução Histórica da Gestão de Produção e Operações, 3 1.1 Introdução,
TEMA: O que é o Lean? 19/12/2016 Rev02
Lean Manufacturing Menos desperdício, mais produtividade. TEMA: O que é o Lean? O que é o Lean? Lean é uma filosofia de gestão inspirada em práticas e resultados do Sistema Toyota. Se você nem imagina
ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS MICHAEL PORTER. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E EMPRESARIAL AULA 10 Prof. João Maurício G. Boaventura
ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS MICHAEL PORTER PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E EMPRESARIAL AULA 10 Prof. João Maurício G. Boaventura ESTRATÉGIA COMPETITVA É a busca de uma posição competitiva favorável e sustentável
Sumário OBJETIVO DO CAPÍTULO. Parte I Administração de Produção e Operações fundamentos estratégicos, 1. Prefácio, xiii Agradecimentos, xvii
OBJETIVO DO CAPÍTULO Prefácio, xiii Agradecimentos, xvii Parte I Administração de Produção e Operações fundamentos estratégicos, 1 1 Introdução e Evolução Histórica da Gestão de Produção e Operações, 3
Introdução à Qualidade
Introdução à Qualidade Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT 1 Introdução A Gerência da Qualidade quando focada na busca pela Qualidade Total possibilita a empresa dirigir seus esforços para: Melhorar de
Reflexões: O maior desperdício é fazer eficientemente aquilo que não é necessário (que não agrega valor)
. 1 Reflexões: O maior desperdício é fazer eficientemente aquilo que não é necessário (que não agrega valor) Não gerencie seus negócios no terceiro milênio com um sistema de contabilidade de custos dos
Reflexões: O maior desperdício é fazer eficientemente aquilo que não é necessário (que não agrega valor)
. 1 Reflexões: O maior desperdício é fazer eficientemente aquilo que não é necessário (que não agrega valor) Não gerencie seus negócios no terceiro milênio com um sistema de contabilidade de custos dos
Posicionamento estratégico Marcos Henrique Fortes
Posicionamento estratégico Marcos Henrique Fortes Objetivos da aula 11 A aula 11/16 tem como objetivos apresentar e explorar os seguintes tópicos: 1) Posicionamento estratégico - Liderança no custo total
ADM. Professor Douglas Pereira da Silva. DPS Planejamento Estratégico
ADM Planejamento estratégico Professor Douglas Pereira da Silva 1 Professor Douglas Pereira da Silva Bacharel em Administração com ênfase em Marketing. Pós Graduado em Gestão Estratégica de Negócios. Pós
Manual de Ecodesign InEDIC
Manual de Ecodesign InEDIC Ferramenta 4: A ferramenta da análise do mercado fornece uma abordagem prática aos conceitos teóricos explicados no capítulo 5. Com o objetivo de determinar o potencial do mercado
ADMINISTRAÇÃO GERAL. Gestão Estratégica. Estratégias Competitivas de Porter Parte 1. Prof.ª Karen Estefan Dutra
ADMINISTRAÇÃO GERAL Gestão Estratégica Parte 1 Prof.ª Karen Estefan Dutra Segundo Porter, qualquer setor, seja nacional ou internacional, que produz um serviço ou um produto, é "manipulado" por cinco forças
Gestão Estratégica. Aula 5 Estratégia Competitiva. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira
Gestão Estratégica Aula 5 Estratégia Competitiva Prof. Dr. Marco Antonio Pereira [email protected] Leitura INDISPENSÁVEL para Próxima Aula MODELO ADAPTADO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO APLICADO À MICROEMPRESAS:
Balanced Scorecard. Sistemas de Informação. Baseado em material do Prof. Dr. Adilson de Oliveira
Balanced Scorecard Sistemas de Informação Baseado em material do Prof. Dr. Adilson de Oliveira 1 GESTÃO DA QUALIDADE GESTÃO DE PROCESSOS GESTÃO FINANCEIRA GESTÃO DA INOVAÇÃO GESTÃO DE PESSOAS GESTÃO DO
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva Profa. Simone Souza Capítulo 3, L&L Agenda Vantagem Competitiva Modelo das Forças Competitivas de Porter SIs e Vantagem Competitiva Modelo de Cadeia de Valor
Gestão Estratégica A BATALHA DE KURSK. Aula 6 Estratégia Competitiva. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira
Gestão Estratégica Aula 6 Estratégia Competitiva Prof. Dr. Marco Antonio Pereira [email protected] A BATALHA DE KURSK 1 Modelo de Porter As 5 forças Competitivas Estratégias Genéricas Propósito da Empresa
ADM. Professor Douglas Pereira da Silva. DPS Gestão Negócios ADM
ADM Gestão de Negócios Professor Douglas Pereira da Silva 1 A constituição do talento humano Conhecimento SABER Aprender a aprender Aprender continuadamente Aumentar o conhecimento Habilidade SABER FAZER
Aumentando a Produtividade e Reduzindo os Custos da Fábrica. Antonio Cabral
Aumentando a Produtividade e Reduzindo os Custos da Fábrica Antonio Cabral [email protected] Roteiro Desafio; Sistemas; O custo e o valor do controle de processo; Mapeamento; Principais indicadores usados
Clovis Alvarenga-Netto
Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia de Produção Materiais e processos de produção IV Maio/2009 Prof. Clovis Alvarenga Netto Aula 10 Planejamento, programação e controle da produção e estoques
Just in Time e Kanban. Prof.ª Rosana Abbud
Just in Time e anban Prof.ª Rosana Abbud Just in Time Just in Time SURGIMENTO Japão Década de 70 Toyota Motor CONCEITO Administração Qualidade Organização Cada processo deve ser abastecido com os itens
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva
Sistemas de Informação e Vantagem Competitiva Profa. Simone Souza Capítulo 3, L&L Introdução Em vários setores empresas se saem melhor do que outras Por que? Como identificar suas estratégias? Como os
Classificação dos Sistemas de Informação
Sistemas de Informação Classificação dos Sistemas de Informação O que veremos? Estaremos examinando o tipo de sistema de apoio à decisão. E, também, o tipo de sistema de informação estratégico. É o sistema
Prof.º Marcelo Mora
ANÁLISE DAS 5 FORÇAS COMPETITIVAS NA INDÚSTRIA Análise Estrutural da Indústria ENTRANTES POTENCIAIS Ameaças de novos entrantes Poder de negociação dos fornecedores FORNECEDORES Concorrentes na Indústria
TÓPICOS AVANÇADOS EM ADMINISTRAÇÃO
TÓPICOS AVANÇADOS EM ADMINISTRAÇÃO PARADIGMAS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Dr. João Luiz de Souza Lima PARADIGMAS DA ADMINISTRAÇÃO Mudanças na era organizacional. Velhas organizações dão lugar a novas. Revolução
Planejamento Estratégico
Planejamento Estratégico Unidade 3: Formulação da estratégia e posicionamento 1 SEÇÃO 3.1 ESTRATÉGIAS GENÉRICAS 2 Relembrando - SWOT A análise do ambiente externo permite que a organização identifique
ADM 250 capítulo 15 - Slack, Chambers e Johnston
ADM 250 capítulo 15 - Slack, Chambers e Johnston 20030917 Adm250 Administração da Produção 1 Planejamento e Controle Recursos de entrada a serem transformados Materiais Informação Consumidores AMBIENTE
setor da construção civil Construção Civil, Cliente Final
O setor da construção civil está em um momento de transição com as empresas sofrendo crescentes pressões do mercado em busca de menores custos, melhorias em qualidade e flexibilidade no atendimento das
Marcelo Ferreira. Consultor de Lean Printing Manufatura Enxuta da Indústria Gráfica
Especialista do Segmento Gráfico Marcelo Ferreira Consultor de Lean Printing Manufatura Enxuta da Indústria Gráfica Conhecimentos práticos e teóricos de toda a cadeia produtiva, administrativa e de custeio
VANTAGEM COMPETITIVA
Universidade Federal de Santa Maria Centro de Tecnologia Programa de Pós-GraduaP Graduação em Engenharia de Produção VANTAGEM COMPETITIVA Disciplina: Inovação e estratégia empresarial para competitividade
Sistema de Produção Lean Gestão da Produção
UDESC/DEPS Sistema de Produção Lean Gestão da Produção Prof. Silene Seibel, Dra. [email protected] Obje6vos da Disciplina Cap 1: Compreender como a redução do lead+me impacta na lucra6vidade da empresa.
PCP Planejamento de Controle da Produção. Aula 04 14/3/2011. Planejamento Estratégico da Produção. Planejamento Estratégico da Produção
Para que serve o Planejamento Estratégico? PCP Planejamento de Controle da Aula 04 Profº. Ronaldo Oliveira [email protected] O planejamento estratégico busca maximizar os resultados das operações
Processos Foco no cliente
Módulo 3 Módulo 3 Processos foco no cliente, Dificuldades e benefícios em se trabalhar com processos, Necessidade da administração estratégica, Visão empresarial: missão, visão, valores e objetivos Todos
Conquistando Vantagem Competitiva com os Sistemas de Informação
Capítulo 3 Conquistando Vantagem Competitiva com os Sistemas de Informação 3.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Demonstrar como o modelo das cinco forças competitivas de Porter ajuda as empresas
Ambiente externo e interno. Prof. Doutora Maria José Sousa
Ambiente externo e interno 1 Prof. Doutora Maria José Sousa Ambiente Externo e Interno A estratégia global de uma empresa deve ponderar a interacção entre a envolvente externa (macro-ambiente e ambiente
Vantagem competitiva e valor acrescentado
Vantagem competitiva e valor acrescentado Vantagem competitiva: estratégias genéricas e valências desenvolvimento de uma estratégia de empresa integração adicionando valor Sistemas de informação estratégicos
ANÁLISE DO AMBIENTE: METODOLOGIA DE FORMULAÇÃO
ANÁLISE DO AMBIENTE: METODOLOGIA DE FORMULAÇÃO Nesta ambiente em que mudanças ocorrem com altíssima velocidade, perceber tendências, visualizando as mudanças antes que elas ocorram, passa a ter um valor
06/04/2016. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais. - Aula 04 - e) consumo médio mensal, tempo de reposição e estoque mínimo
Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais - Aula 04 - EXTRA 1. (CESPE / TRT 8ª Região / 2016) O gráfico de dente de serra é uma ferramenta utilizada na administração de material para avaliar a
Profª Mônica Suely G. de Araujo
Profª Mônica Suely G. de Araujo Desempenho Características Confiabilidade Reputação 2 1 Durabilidade Utilidade Resposta Estética 3 Projeto Conformidade Capabi lidade Atendi mento ao Cliente Cultura da
Planejamento Estratégico
Planejamento Estratégico SWOT Porter Roberto César 1 17:09 Análise SWOT Esta análise mostra a situação de uma empresa em um determinado momento, ela é feita de forma integrada levando em consideração os
a) As ações estratégicas competitivas básicas podem ajudar a empresa a enfrentar as forças competitivas. Entre elas:
SISTEMAS DE INFORMAÇÕES NAS ORGANIZAÇÕES 1 Vantagem Estratégica: Competindo com a TI Fundamentos da Vantagem Estratégica Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de
Gestão por Processos. Prof. Luciel Henrique de Oliveira 1
Novos Modelos de Empresa Aula 3 Gestão por Processos Prof. Luciel Henrique de Oliveira [email protected] 1 O que são processos nas empresas? Fornecedores Atividade ou Conjunto de Atividades Input
Sistema da Gestão da Qualidade. Agradecimentos ao Prof. Robson Gama pela criação da apresentação original
Sistema da Gestão da Qualidade Agradecimentos ao Prof. Robson Gama pela criação da apresentação original 1 CONCEITO QUALIDADE O que é Qualidade? 2 Qualidade Conjunto de características de um objeto ou
INTRODUÇÃO À PROCESSOS
INTRODUÇÃO À PROCESSOS Na aula de hoje iremos aprender... O que é um processo Quais os tipos de processos A hierarquia de um processo Como representar graficamente um processo Como a qualidade do processo
AULA 2. Analise do ambiente. Planejamento estratégico
Analise do ambiente AULA 2 ASSUNTO: Análise do ambiente é o processo de monitoramento do ambiente organizacional para identificar as oportunidades e os riscos atuais e futuros que podem vir a influenciar
AULA 6 ASSUNTO: VALORES ORGANIZACIONAIS. AMBIENTE ORGANIZACIONAL ANÁLISE SWOT
AULA 6 ASSUNTO: VALORES ORGANIZACIONAIS. AMBIENTE ORGANIZACIONAL ANÁLISE SWOT PROF. Carlos Alberto OBJETIVOS ORGANIZACIONAIS A NATUREZA DOS OBJETIVOS ORGANIZACIONAIS Objetivo organizacional é uma meta
Unidade II FORMAÇÃO DE PREÇOS DE VENDA. Prof. Me. Livaldo Dos Santos
Unidade II FORMAÇÃO DE PREÇOS DE VENDA Prof. Me. Livaldo Dos Santos Objetivos Estudar preços e concorrência o macroambiente o ambiente setorial Analisar a estrutura de mercado determinação da capacidade
Planejamento Estratégico Análise: Externa, Variáveis Ambientais. Unidade 05 Material Complementar
O Ambiente Organizacional O ambiente organizacional é composto de fatores ou elementos externos e internos que lhe influencia, o funcionamento. Tipos de Ambiente Basicamente, há três subambientes que compõem
2ª Parte Competindo com a Tecnologia de Informação
2ª Parte Competindo com a Tecnologia de Informação Objectivos de Aprendizagem Identificar várias estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar Tecnologias da Informação para confrontar
Modelo de Gestão para Excelência Foco em Lean
Modelo de Gestão para Excelência Foco em Lean A maior finalidade de um sistema produtivo é estabelecer um alinhamento entre a CAPACIDADE e a DEMANDA atual e futura que proporcione maiores resultados para
A terceira onda de Toffler
A terceira onda de Toffler A velha riqueza das empresas Máquinas, edificações, dinheiro, recursos Poder de baixo nível A nova riqueza das empresas Cultura de aprendizagem, inovação e melhoria Pessoas,
Abordagens teóricas recentes da Administração: O sistema japonês. Prof. Dr. Jorge Caldeira
Abordagens teóricas recentes da Administração: O sistema japonês Prof. Dr. Jorge Caldeira Objetivos da aula - Compreender as diferenças entre os modelos tradicionais e o modelo japonês de administração;
Logística E gerenciamento da cadeia de abastecimento
Logística E gerenciamento da cadeia de abastecimento Conceitos básicos Logística e Varejo Entendendo a cadeia de abastecimento integrada OBJETIVOS Os conceitos, definições e importância da cadeia de abastecimento;
Avaliação de Empresas EAC0570
Avaliação de Empresas EAC0570 ANÁLISE ESTRATÉGICA O Processo de Avaliação de Empresas Objetivo da avaliação estratégica Por que a análise estratégica é importante? A estratégia direciona as ações de uma
Benchmarking e Boas Práticas na EFAPEL
EMPRESA FABRIL DE PRODUTOS ELÉCTRICOS, SA Benchmarking e Boas Práticas na EFAPEL Carlos Ramos Gestão de Operações [email protected] A EFAPEL no Mundo Exportamos para mais de 40 países da Europa, Ásia,
Gestão de Micro e Pequenas Empresas
Gestão de Micro e Pequenas Empresas Planejamento Estratégico Professor: Charles Leite Para que serve o planejamento estratégico? Chance maior sucesso na decisão. Sua aplicação faz com que elabore um portfólio
Engenharia da Qualidade I Aula 3
Engenharia da Qualidade I Aula 3 A Gestão pela Qualidade Total Prof. Geronimo Virginio Tagliaferro Visão sistêmica de processos Os processos de uma empresa são genericamente classificados como processos
O aumento da produtividade com o uso do Value Stream Mapping
O aumento da produtividade com o uso do Value Stream Mapping Por Rodrigo Valillo Pensar Lean pode significar um aumento da capacidade produtiva, fazendo com que a necessidade de se investir em novos equipamentos
1
Unidade 01 Conceitos: Planejamento - Estratégia é uma técnica administrativa que, através da análise do ambiente de uma organização, cria a consciência das suas oportunidades e ameaças, dos seus pontos
Sem fronteiras para o conhecimento. Pacote Formação Especialista em Lean Manufacturing
1 Sem fronteiras para o conhecimento Pacote Formação Especialista em Lean Manufacturing 2 Seja um Especialista Lean Manufacturing O pacote de Formação de Especialista em Lean Manufacturing une a filosofia
PROGRAMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL JIT JUST-IN-TIME PROCESSOS OPERACIONAIS.
PROCESSOS OPERACIONAIS JIT JUST-IN-TIME O sistema Just in time, denominado JIT, foi desenvolvido no início da década de 50 na Toyota Motors Company, no Japão, como método para aumentar a produtividade,
Modelo de Forças Competitivas de Porter
Modelo de Forças Competitivas de Porter O modelo de forças competitivas de Porter pressupõe a existência de cinco forças para a análise da competitividade dos setores da economia. O modelo também pode
Sistemas de Informação Gerenciais
Sistemas de Informação Gerenciais Seção 1.2 Conceitos e perspectivas em SI Seção 1.3 Classificação dos SI 1 EMPRESA E TECNOLOGIA 2 Contexto Já perceberam que as empresas no mundo moderno estão relacionadas
SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO
SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO HISTÓRIA Toyoda Sakichi 1867/1930 fundador da Toyota Motor Company Toyoda Kiichiró 1894/1952 primeiro presidente da Toyota e pai do carro de passageiros japonês TaiichiOhno criadordosistemajustintime.
GESTÃO PELA QUALIDADE TOTAL (TQM)
GESTÃO PELA QUALIDADE TOTAL (TQM) TOTAL QUALITY MANAGEMENT (TQM) Evolução da Qualidade 2 1 1ª Etapa -Inspecção Surge com a Revolução Industrial, com a passagem de uma economia predominante agrícola para
Resumo Aula-tema 08: O Panorama Econômico e Social e Indicadores Quantitativos e Qualitativos
Resumo Aula-tema 08: O Panorama Econômico e Social e Indicadores Quantitativos e Qualitativos É preciso que o pequeno empreendedor reflita sobre a importância das declarações estratégicas e de algumas
Análise Estratégica. Fontes: PORTER, TAVARES, 2000.
Análise Estratégica Fontes: PORTER, 1998. TAVARES, 2000. 1. Análise Macroambiental Deve ser orientada pela definição do negócio, visão e missão para análise mais focada. Pode mostrar inadequação do negócio,
29/10/2013 EMPREENDEDORISMO. A Busca de Financiamento. Tipos de Financiamento - Divisão
EMPREENDEDORISMO Tema 5 Colocando o Plano de Negócios em Prática: a busca de financiamento Profa. Ma. Renata M. G. Dalpiaz A Busca de Financiamento Muitos empreendedores se queixam de que obter financiamento
GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS NÍVEL DE SERVIÇO E ESTRATÉGIA LOGÍSTICA. Prof. Dr. Daniel Caetano
GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS NÍVEL DE SERVIÇO E ESTRATÉGIA LOGÍSTICA Prof. Dr. Daniel Caetano 2016-1 Objetivos Avaliar diferentes perspectivas de medição de nível de serviço Entender a importância do
