PRÁTICAS DE PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO: estudo de caso em indústria calçadista

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRÁTICAS DE PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO: estudo de caso em indústria calçadista"

Transcrição

1 546 PRÁTICAS DE PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO: estudo de caso em indústria calçadista Paulo Cezar Silva - FATEC Érica Ap. Araújo - USP Fatec 1. Introdução As indústrias calçadistas do município de Franca/SP assumem uma relevante posição no mercado devido à sua função econômica e social. No entanto, possuem várias carências de cunho administrativo, de maior conhecimento sobre as especificidades de seus processos, do planejamento e controle de seus custos totais, utilização de informações eficazes e em tempo real face às novas tecnologias, métodos e ferramentas de gestão que auxiliem em uma melhor tomada de decisão, falta de mão de obra especializada entre outras (IEMI, 2011). Segundo Barbosa (2004; 2006), o setor calçadista apresenta baixo nível de utilização tecnológico e alto trabalho artesanal, consequentemente mão de obra intensiva na produção de calçados, sem a necessidade de grandes especializações e investimento de capital, o que facilita o desenvolvimento de novas empresas no ramo. O autor destaca que as indústrias calçadistas de Franca/SP, mantêm pouco ou nenhum conhecimento técnico-científico, fortalecem o apego a uma cultura organizacional arraigada no passado, com gestão tradicional focada em práticas obsoletas de planejamento e controle, baixo nível de cooperação e frágeis relações de confiança no interior da cadeia de suprimentos, o que vem agravar as carências presentes no setor. Nesse contexto, o artigo tem o objetivo de caracterizar as práticas de PPCP (Planejamento, Programação e Controle da Produção) utilizados por uma indústria calçadista. Dado a relevância das indústrias calçadistas para o mercado, e tendo presente toda a problemática abordada ao seu envolto, justifica-se investir em estudos, para explorar e ampliar o conhecimento de métodos e ferramentas de gestão, planejamento e controle da produção adotada por estas organizações, para elucidar pontos críticos e identificar oportunidades de melhorias, e assim minimizar ou eliminar algumas de suas carências. Para tanto, utilizou uma abordagem qualitativa exploratória, com estratégia de pesquisa embasada na revisão de literatura, seguida por estudo de caso. A seleção

2 547 do estudo de caso baseou na facilidade de acesso, tempo de existência superior a dez anos e representatividade da indústria calçadista no setor. A coleta de dados foi realizada por entrevista semiestruturada com o responsável da área de PPCP (GIL, 2007; MIGUEL, 2007). A seguir apresenta-se a revisão de literatura, o estudo de caso e considerações finais. 2. Planejamento, Programação e Controle da Produção - PPCP O setor calçadista apresenta-se como um ambiente complexo e instável, ao qual a integração com os fornecedores na cadeia de abastecimento é fundamental a disponibilidade de um sistema de PPCP efetivo, que permita à indústria gerenciar a demanda, os materiais, a capacidade produtiva e a produção. As atividades de PPCP envolvem diversos aspectos táticos e estratégicos, que agregam e integram às áreas de vendas, compras, produção, logística e qualidade. Com o objetivo de definir o que, quanto, quando, como produzir e comprar, além dos recursos a ser utilizados, a capacidade de planejar projetos e estudos relacionados a layout da fábrica, fluxo produtivo, mapeamento de gargalos, ampliação e flexibilidade da capacidade de produção, otimização de setups entre outros (CORRÊA; GIANESI; CAON, 2009; STEVENSON; HENRDRY; KINGSMAN, 2005). Os benefícios do PPCP podem ser observados pelo alcance dos objetivos de redução do lead time de produção, dos custos de estoques (matéria prima, produtos semiacabados e produtos acabados) e de produção (horas extras, ociosidade entre outros), cumprimento de prazos, agilidade e flexibilidade de resposta diante de alterações de demanda etc. (CORRÊA; GIANESI; CAON, 2009; SLACK; CHAMBERS; JOHNSTON, 2009). Nessa seção serão abordadas algumas práticas consideradas como relevantes para o PPCP que auxiliam nas tomadas de decisões, como: Planejamento Hierárquico de Produção (PHP), Manufacturing Resources Planning (MRPII), Just in time (JIT), Teoria das restrições e Constant work-in process - CONWIP (STEVENSON; HENRDRY; KINGSMAN, 2005). 2.1 Planejamento hierárquico da produção O Planejamento Hierárquico de Produção (PHP) visa balancear a demanda com produção ao menor custo possível, sendo útil por se concentrar em uma linha geral com foco em metas e objetivos estratégicos da empresa, sem ater a detalhes.

3 548 Seu horizonte de tempo é projetado entre 6 e 12 meses (pode chegar até a 18 meses), dependendo da atividade industrial (MOREIRA, 2000; RITZMAN; KRAJEWSKI, 2004). Normalmente, o PHP apresenta-se em dois níveis hierárquicos: planejamento agregado e planejamento detalhado. O planejamento agregado referese à demanda e recursos agregados de família de produtos, centros de produção e período mensal, que são detalhados a partir de um modelo de desagregação, o Plano Mestre de Produção - PMP. A realização do PMP precisa de um nível de decisão mais operacional (programar taxas detalhadas e adequadas de produção) que não compõem a prática PHP (CORRÊA; GIANESI; CAON, 2009; STEVENSON; HENRDRY; KINGSMAN, 2005). Segundo Buxey (2005) e Moreira (2000), o planejamento agregado é importante para organizações que produzem para estoque ou com demanda altamente sazonal. Caso contrário, se possui um grau de previsibilidade da demanda e grande repetição dos produtos, o PMP que deve ser executado. Para Tubino (2000) as informações necessárias para o desenvolvimento do planejamento agregado são: conhecer a capacidade dos recursos produtivos para o período analisado; conhecer a demanda esperada para o período; e conhecer os custos relacionados com as várias alternativas (subcontratações, turnos extras, estoques, atrasos em entregas etc.), para elaboração do plano. 2.2 Manufacturing Resources Planning (MRPII) O Manufacturing Resources Planning - MRPII (planejamento dos recursos de manufatura) é uma evolução do MRPI, que amplia seu conceito de cálculo das necessidades ao planejamento dos demais recursos de produção e não apenas dos recursos materiais. Se antes o MRPI preocupava em orientar decisões de o que, quanto e quando produzir e comprar, o MRPII engloba decisões de como produzir, com que recursos (CORRÊA; GIANESI; CAON, 2009). O MRPII é um sistema integrado de planejamento e programação da produção, que utiliza softwares estruturados de forma modular, sendo os principais módulos: planejamento da produção; PMP; cálculo de necessidades de materiais (materials requirements planning - MRPI; cálculo de necessidades de capacidade (capacity requirements planning - CRP); e controle de fábrica (shop floor control - SFC) (CORRÊA; GIANESI; CAON, 2009; SLACK; CHAMBERS; JOHNSTON, 2009). De acordo Corrêa, Gianesi e Caon (2009), os pontos fortes do MRPII podem ser resumidos em: disponibilização de um grande número de informações para os

4 549 diversos setores da empresa; softwares que integram as informações; introdução dos conceitos de demanda dependente; e se bem planejado e alimentado, produz informações muito fidedignas. Já os pontos fracos mais comuns são: complexidade e dificuldade de adaptá-lo às necessidades das empresas; exige um nível elevado de acuracidade dos dados; o sistema assume capacidade infinita em todos os centros produtivos; ausência de um mecanismo eficaz de controle da produção (produção empurrada); e não enfatiza o envolvimento da mão de obra no processo. Para Slack, Chambers e Johnston (2009), e Stevenson, Henrdry e Kingsman (2005), o MRPII não é adequado às necessidades de empresas com produção contra pedido (MTO - make to order), devido às dificuldades de configuração e operação do sistema, sendo que seu planejamento e controle são baseados no princípio de um sistema empurrado. Já o ERP (Enterprise Resource Planning), uma nova geração dos sistemas integrados de gestão, é um sistema que visa à integração de todas as áreas da organização, tais como: gerenciamento do suprimento com fornecedores; planejamento avançado e programação da produção e de outros objetivos de negócios; planejamento de transporte; planejamento da demanda, vendas e gerenciamento das receitas etc. Pode auxiliar as pequenas empresas obterem a integração interna e externa na cadeia de abastecimento (GONÇALVES, 2010; STEVENSON; HENRDRY; KINGSMAN, 2005). 2.3 Just in time (JIT) O Just in time (JIT), visa produzir bens e serviços no momento e na quantidade em que são necessários, sendo um sistema composto pelos seguintes elementos: redução de qualquer tipo de desperdícios (tempos de set up, estoque, movimento, excesso de produção etc.); padronização e flexibilidade de operações; confiabilidade da qualidade; organização de aprendizagem contínua através do kaizen; desenvolvimento de fornecedores; trabalhador multifuncional e desenvolvimento de equipe; layout do posto de trabalho, manutenção produtiva total entre outros (LIKER, 2005; SLACK; CHAMBERS; JOHNSTON, 2009). O JIT também é conhecido como uma prática que evoluiu, dando origem ao sistema de produção enxuta ou lean manufacturing (WOMACK; JONE, 1996). O planejamento e controle JIT é baseado no princípio de um sistema puxado, sendo operacionalizado pelo método kanban. O kanban (movimentação, produção e fornecedor) de maneira simplificada é um cartão utilizado por um estágio cliente,

5 550 para sinalizar seu estágio fornecedor que mais material dever ser enviado (SLACK; CHAMBERS; JOHNSTON, 2009). Os objetivos básicos do sistema kanban são: minimizar estoques em processo ou acabados; reduzir lead time; descentralizar o controle da produção; possibilitar controle visual e envolvimento de todos os funcionários; sincronizar o tempo e quantidade de materiais no local certo entre outros (LIKER, 2005). Stevenson, Henrdry e Kingsman (2005) apresentam a prática JIT-kanban como uma adequação para o sistema de produção MTO, proporcionando benefícios de redução de custos, aprimoramento da qualidade por ser parte da responsabilidade de todos os funcionários da produção, aumenta a flexibilidade de respostas do sistema, a velocidade e a confiabilidade das entregas. 2.4 Teoria das restrições A técnica OPT (Optimized Production Technology) é computadorizada que auxilia a programação de sistemas produtivos, ao ritmo ditado pelos recursos mais fortemente carregados, ou seja, os gargalos (SLACK; CHAMBERS; JOHNSTON, 2009:473). Este conceito ampliou dando origem a Teoria das restrições, que visa à melhoria contínua, avaliação de desempenho (principais indicadores: ganhos, estoques e despesas operacionais) e um módulo de programação e controle da produção com base no gargalo (SPENCER; COX, 1995). Segundo Spencer e Cox (1995) as principais etapas da Teoria das restrições, visando à melhoria contínua são: identificar o recurso gargalo ou crítico do sistema; explorar o potencial deste recurso; subordinar os demais recursos ao recurso gargalo (o processo gargalo dita o ritmo para o restante da produção); afrouxar a restrição que limita o potencial do recurso gargalo; e realizar constantes feedback para identificar novas oportunidades de melhoria. A utilização da Teoria das restrições é por auxiliar a focalização dos gargalos mais críticos, além de minimizar a necessidade de planejamento muito detalhado nos setores não gargalo, reduzindo, por exemplo, o tempo de processamento no MRPII (SLACK; CHAMBERS; JOHNSTON, 2009). 2.5 Constant work-in process - CONWIP O CONWIP (Constant Work-In-Process) é um sistema híbrido de controle da produção, que utiliza um único tipo de cartão para controlar a quantidade total de estoque em processo (WIP), especificando a carga de trabalho. Pode ser considerado puxado pelo final da linha e empurrado do início ao final da linha de

6 551 produção, sendo um sistema mais ágil em resposta às mudanças de demanda e permite a implantação da prática em sistema MTO com características de produção enxuta (SERENO et al., 2011; SPEARMAN; WOODRUFF; HOPP, 1990). Para Hoop e Spearman (2000) o CONWIP pode ser visto como um kanban com cartão único. A diferença entre os dois é que, o CONWIP puxa a carga de trabalho no início da linha e empurra dentro dela (o cartão está relacionado à linha e não ao produto), o kanban puxa os trabalhos entre as estações de produção (cartões vinculado aos produtos e não a linha) e exige mais pontos de controle. 3 Estudo de caso A indústria calçadista pesquisada foi fundada em 1996, produz calçado masculino na linha conforto, com 200 funcionários e produção diária de 800 pares. Os modelos são elaborados visando alta qualidade dos materiais, tais como: couro vacum, tipo floater; acabamento reativo (para queima); forro de couro vacum; sola de borracha em gel, exclusivo sistema anti-impacto e palmilha de gel, sendo uma das maiores referências do segmento calçadista entre outros. O layout da indústria é em linha contínua (esteiras), os maquinários são de alta tecnologia como: máquinas de corte a laser; máquinas de pesponto Lanmax (70% desta atividade são realizadas internamente); e máquinas de montar de alta precisão. Seus sapatos são vendidos no mercado interno e externo. O funcionário entrevistado para caracterizar as práticas de PPCP da indústria em questão, foi o responsável pela a área de PPCP que está na empresa há 17 anos, e conhece detalhes de todo o processo produtivo e objetivos estratégicos. Desta forma foi solicitado que descrevesse como são realizadas as atividades de PPCP dentro da indústria, as práticas e técnicas de gestão utilizadas para auxiliar em uma tomada de decisão mais adequada na área. O gerente relatou que depois de receber os pedidos a área de vendas os cadastram e liberam para área de PPCP, que roda o sistema (software específico para o setor calçadista) e gera a explosão dos materiais necessários (Ordens de Compra - OC, e Ordens de Produção - OP). O PPCP analisa os relatórios e verifica se é necessário realizar alguma mudança na programação, nos maquinários, na adequação da mão de obra, layout para produção de produtos específicos entre outras. Feito isso, emite as OPs e faz um check list de todas as etapas necessárias para executar a produção dos calçados. Em seguida encaminha as OPs a cada processo produtivo: no almoxarifado o funcionário verifica a quantidade e a

7 552 qualidade de cada matéria prima que será utilizada para produção do calçado, sendo sua responsabilidade deixar tudo separado para os processos seguintes (corte, preparação, pesponto, montagem, acabamento e expedição). A etapa de pesponto, segundo o responsável pelo PPCP, é a mais complicada devido à grande variedade de modelos, sendo o processo gargalo na produção. Nesse processo é necessário ter maior acompanhamento e controle, para caso seja necessário tomar a decisão de terceirizar ou gerar horas extras. Finalizado o processo de pesponto o PPCP, verifica se todos os outros componentes (palmilha, solado, calcanheira, caixa individual etc.) já estão à disposição para o processo de montagem. A área de PPCP é responsável em administrar o problema das quantidades de formas para a montagem do sapato. Como a empresa tem um mix muito grande de modelagens, solados e formas, tudo deve ser bem programado para que a esteira tenha um fluxo contínuo, e o setor de expedição não fique ocioso e nem sobrecarregado. Quando os pedidos estão completos na expedição, o setor de logística assume a responsabilidade de colocar os produtos nos clientes. O responsável pelo PPCP salienta que é normal os fornecedores atrasarem as entregas e que isso causa vários transtornos à programação da produção devido às datas de entrega comprometidas com os clientes. Para controlar a produção possuem uma planilha no Excel, que a grosso modo, permite monitorar todas as etapas do processo produtivo, e a realizar correções e ajustes necessários dentro do menor tempo possível. Quando questionado do conhecimento e utilização de práticas de PPCP para auxiliar nas tomadas de decisões, tais como o Planejamento Hierárquico de Produção (PHP), Manufacturing Resources Planning (MRPII), Just in time (JIT), Teoria das restrições e Constant work-in process - CONWIP; disse que a empresa utiliza o MRPI (software que ajuda no cálculo das necessidades de materiais e produtos acabados) e o JIT por produzir sob pedido de vendas. Percebe-se com base no que foi relatado pelo responsável de PPCP, que a indústria calçadista pesquisada não utiliza em sua essência e conceito nenhuma das práticas apresentadas na revisão de literatura. Talvez de maneira tímida o MRP I, para orientar nas decisões de o que e quanto produzir e comprar, subutilizando o quando comprar, pois há constantes atrasos de entrega corroborando que não existe ou não conseguem planejar de forma que os materiais sejam entregues no prazo desejado. Quanto ao JIT, a indústria deve conhecer a filosofia, mas não utiliza

8 553 técnicas e métodos que auxiliem a obter os resultados da produção enxuta. O que não gera nenhuma vantagem competitiva saber o conceito, mas não aplicar na prática do dia a dia. Considerações finais O estudo buscou caracterizar as práticas de planejamento, programação e controle de produção utilizados por uma indústria calçadista, os resultados possibilitaram descrever como são realizadas as atividades de PPCP e destacar, que a empresa pesquisada não usufrui de nenhuma prática considerada relevante a tomada de decisões da área, tais como o Planejamento Hierárquico de Produção (PHP), Manufacturing Resources Planning (MRPII), Just in time (JIT), Teoria das restrições e Constant work-in process CONWIP. O que vem a destacar a importância em investir em pesquisas no setor calçadista para disseminar novas formas de gestão, métodos e técnicas, para aprimorar o processo produtivo, agregar valor aos calçados oferecidos aos clientes e fortalecer o setor perante o mercado global. As práticas de PPCP abordadas no artigo podem ser combinadas no dia a dia das indústrias calçadistas, dando origem aos sistemas híbridos e proporcionando as empresas sistemas de planejamento e controle da produção mais adaptados e flexíveis às suas necessidades. O artigo possibilita uma discussão inicial a ser aprofundada em pesquisas futuras, investindo em estudos qualitativos e quantitativos nas várias camadas da cadeia de suprimentos e relacionamentos da indústria calçadista, para melhor compreensão e aproveitamento de oportunidades de práticas de PPCP que contribuam com o desenvolvimento do setor, consequentemente, da sociedade e do país. Referências BARBOSA, A. S. Empresariado fabril e desenvolvimento econômico: empreendedores, ideologia e capital na indústria do calçado: (Franca, ). São Paulo: Hucitec; Fapesp, BARBOSA, A. S. Empresários no papel (?): problemas de método e interpretação no estudo da dinâmica de agentes econômicos em um setor industrial na periferia das transformações contemporâneas, Acesso em abril CORRÊA, H. L.; GIANESI, I. G. N.; CAON, M. Planejamento, programação e controle da produção: MRPII/ ERP conceitos, uso, e implantação, base para

9 554 SAP, Oracle applications e outros softwares integrados de gestão. São Paulo: Atlas, GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas, GONÇALVES, P. S. Administração de materiais. 3. Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, HOOP, W. J.; SPEARMAN, M. L. Factory physics: foundations of manufacturing management. 2 ed. Boston: McGraw-Hill, IEMI Instituto de Estudos e Marketing Industrial. Estudo sobre o setor coureirocalçadista de Franca e Região. São Paulo: IEMI, LIKER, J. K. O modelo Toyota: 14 princípios de gestão do maior fabricante do mundo. Porto Alegre: Bookman, MIGUEL, P. A. C. Estudo de caso na engenharia de produção: estruturação e recomendações para sua condução. Produção, v. 17, n. 1, p , Jan./Abr., MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. 5. Ed. São Paulo: Pioneira, RITZMAN, L. P.; KRAJEWSKI, L. J. Administração da produção e operações. São Paulo: Pearson Prentice Hall, SERENO, B. et al. Método híbrido CONWIP/Kanban um estudo de caso. Gestão e Produção, v. 18, n. 3, São Carlos, SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. 3. Ed. São Paulo: Atlas, SPEARMAN, M. L.; WOODRUFF, D. L.; HOPP, W. J. CONWIP - a pull alternative to KANBAN. International Journal of Production Research, v.28, n.5, p ,1990. SPENCER; M. S.; COX, J. F. Optimum production technology (OPT) and the Theory of constraints (TOC): analysis and genealogy. International Journal of Production Research, v. 33, n. 6, p , STEVENSON; M.; HENRDRY, L. C.; KINGSMAN, B. G. A review of production planning and control: the applicability of key concepts to the make to order industry. International Journal of Production Research, v. 43, n. 5, p , TUBINO, D. F. Manual de planejamento e controle da produção. 2 ed. São Paulo: Atlas, WOMACK, J. P.; JONES, D. T. Lean thinking: banish waste and create wealth in your corporation. Nova York: Simon & Schuster, 1996.

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Programação e Controle da Produção é um conjunto de funções inter-relacionadas que objetivam comandar o processo produtivo e coordená-lo com os demais setores administrativos

Leia mais

Ortems. Agile Manufacturing Software ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S

Ortems. Agile Manufacturing Software ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S QUEM SOMOS Empresa criada no Brasil no ano de 1996 como joint-venture da SORMA SpA Itália, proprietária de um software ERP para indústrias. Realizou

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS 1. EMENTA Noções básicas de Administração da Produção. Noções básicas sobre a evolução do Pensamento Administrativo. Papel estratégico e objetivos da produção. Estratégia de produção. Projeto em gestão

Leia mais

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior MRP II Introdução A lógica de cálculo das necessidades é conhecida há muito tempo Porém só pode ser utilizada na prática em situações mais complexas a partir dos anos 60 A partir de meados da década de

Leia mais

Planejamento, Programação e Controle da Produção

Planejamento, Programação e Controle da Produção Planejamento, Programação e Controle da Produção Aula 01 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso

Leia mais

MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP. MRP Material Requirement Planning. MRP II Manufacturing Resources Planning

MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP. MRP Material Requirement Planning. MRP II Manufacturing Resources Planning MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP MRP Material Requirement Planning MRP II Manufacturing Resources Planning ERP Enterprise Resource Planning 1 O MRP é um software que auxilia

Leia mais

5.4 Manufacturing Resources Planning

5.4 Manufacturing Resources Planning 5.4 Manufacturing Resources Planning 5.4 Manufacturing Resources Planning O Planejamento dos Recursos de Manufatura (Manufacturing Resourdes Panning, em inglês, ou MRP II) representa um esforço para expandir

Leia mais

LEAD TIME PRODUTIVO: UMA FERRAMENTA PARA OTIMIZAÇÃO DOS CUSTOS PRODUTIVOS

LEAD TIME PRODUTIVO: UMA FERRAMENTA PARA OTIMIZAÇÃO DOS CUSTOS PRODUTIVOS LEAD TIME PRODUTIVO: UMA FERRAMENTA PARA OTIMIZAÇÃO DOS CUSTOS PRODUTIVOS Sandra Mara Matuisk Mattos (DECON/UNICENTRO) smattos@unicentro.br, Juliane Sachser Angnes (DESEC/UNICENTRO), Julianeangnes@gmail.com

Leia mais

Para ser competitivo é fundamental reduzir continuamente o lead time de todos os processos da organização.

Para ser competitivo é fundamental reduzir continuamente o lead time de todos os processos da organização. Cap. II PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO No atual contexto da economia globalizada, a velha estratégia da produção em massa, derivada da economia de escala, já não é mais válida. Hoje as empresas devem possuir

Leia mais

Advanced Planning and Scheduling

Advanced Planning and Scheduling Advanced Planning and Scheduling Por Soraya Oliveira e Raquel Flexa A importância do planejamento Uma cadeia de suprimentos é composta por diversos elos conectados que realizam diferentes processos e atividades

Leia mais

MRP - MATERIAL REQUERIMENT PLANNING (PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAS)

MRP - MATERIAL REQUERIMENT PLANNING (PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAS) MRP - MATERIAL REQUERIMENT PLANNING (PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAS) SILVA M. C. Melo. UFSe (2001) MRP e MRP II O objetivo do conteúdo dessas aulas é enfocar os sistemas MRP e MRPII no processo

Leia mais

ANÁLISE DOS SISTEMAS DE PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

ANÁLISE DOS SISTEMAS DE PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO ANÁLISE DOS SISTEMAS DE PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO Clarissa Fullin Barco (UFSCar)cfbarco@hotmail.comFábio Barbin Villela (UFSCar)fbvillela@yahoo.com.br A inspiração para este estudo vem de uma

Leia mais

O controle de produção usado por empresas madeireiras de pequeno e médio porte da cidade de Ponta Grossa PR

O controle de produção usado por empresas madeireiras de pequeno e médio porte da cidade de Ponta Grossa PR O controle de produção usado por empresas madeireiras de pequeno e médio porte da cidade de Ponta Grossa PR Marcos Aurélio Zoldan (CEFETPR) mazo@pg.cefetpr.br Drª Magda Lauri Gomes Leite (CEFETPR) magda@pg.cefetpr.br

Leia mais

15/09/2011. Historico / Conceito. Lean Production é um programa corporativo ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Evolucao do Conceito LEAN THINKING

15/09/2011. Historico / Conceito. Lean Production é um programa corporativo ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Evolucao do Conceito LEAN THINKING Historico / Conceito Lean : década de 80 James Womack (MIT) Projeto de pesquisa: fabricantes de motores automotivos; ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II Lean Production é um programa corporativo composto por

Leia mais

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Após a Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos da América passaram por um longo período de crescimento. Responsáveis pela reconstrução de muitos

Leia mais

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes.

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Tiago Esteves Terra de Sá (UFOP) tiagoeterra@hotmail.com Resumo: Este trabalho busca apresentar

Leia mais

ERP Entreprise Resource Planning. Fabiano Armellini

ERP Entreprise Resource Planning. Fabiano Armellini ERP Entreprise Resource Planning Fabiano Armellini Overview 1) Introdução 2) Histórico 2.1) MRP 2.2) MRP II 2.3) Do MRP II ao ERP 3) Módulos do ERP 3.1) Módulos de supply chain management 3.2) Módulos

Leia mais

Sistema de Informações da Produção Utilizando o Método Kanban

Sistema de Informações da Produção Utilizando o Método Kanban Ciências da Computação FURB Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Sistema de Informações da Produção Utilizando o Método Kanban Alzir Wagner Orientador: Wilson Pedro Carli Fevereiro de 2008 Roteiro de apresentação

Leia mais

A BUSCA PELA OTIMIZAÇÃO EM PROCESSOS PRODUTIVOS, ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO.

A BUSCA PELA OTIMIZAÇÃO EM PROCESSOS PRODUTIVOS, ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO. 1 A BUSCA PELA OTIMIZAÇÃO EM PROCESSOS PRODUTIVOS, ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO. Aline Carla Herrero Alves Elizabete Alves dos Santos Francisco Cesar Vendrame Jovira Maria Sarraceni Máris

Leia mais

MS715 Planejamento, Programação e Controle da Produção

MS715 Planejamento, Programação e Controle da Produção DISCIPLINA: (considerando que Gestão de Materiais será tratada em outra disciplina - se não, sugere-se uma seção sobre o tema baseada no Capítulo 2 do livro de Corrêa, Gianesi e Caon, 2.001) PROFESSOR:

Leia mais

Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação

Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação Jean Cunningham Quando eu era CFO (Chief Financial Officer) da Lantech (Louisville, KY), ajudei a adaptar o sistema de tecnologia de informação

Leia mais

Sistemas de Administração da Produção. Sistema produtivo. Sistema produtivo. Estimativas de vendas de longo prazo 24/11/2015

Sistemas de Administração da Produção. Sistema produtivo. Sistema produtivo. Estimativas de vendas de longo prazo 24/11/2015 Sistemas de Administração da Produção Segundo Giannesi & Correia (1993) A sobrevivência e o sucesso das organizações dependem da eficiência com a qual produz seus bens e serviços, sendo os custos determinante

Leia mais

Como determinar os sistemas de controle da produção a partir da lei de pareto

Como determinar os sistemas de controle da produção a partir da lei de pareto Como determinar os sistemas de controle da produção a partir da lei de pareto Alessandro Lucas da Silva (EESC-USP) als@sc.usp.br Gilberto Miller Devós Ganga (EESC-USP) gilberto_mdg@yahoo.com.br Roberta

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Sistemas de Informação Sistemas de Apoio às Operações Sistemas

Leia mais

Sumário. 1.3 Identificação dos principais autores em PCR, 15. 1.4 Questões, 15

Sumário. 1.3 Identificação dos principais autores em PCR, 15. 1.4 Questões, 15 Sumário Apresentação, xiii 1 Definições e Conceitos Fundamentais, l 1.1 Sistemas de produção: conceituação, evolução e algumas importantes classificações, l 1.2 O Planejamento e Controle da Produção (PCP),

Leia mais

MAPEAMENTO DA UTILIZAÇÃO DOS SISTEMAS MRP S NAS EMPRESAS DE GRANDE E MÉDIO PORTES DO SETOR METAL-MECÂNICO DO VALE DO ITAJAÍ/SC

MAPEAMENTO DA UTILIZAÇÃO DOS SISTEMAS MRP S NAS EMPRESAS DE GRANDE E MÉDIO PORTES DO SETOR METAL-MECÂNICO DO VALE DO ITAJAÍ/SC ISSN 1984-9354 MAPEAMENTO DA UTILIZAÇÃO DOS SISTEMAS MRP S NAS EMPRESAS DE GRANDE E MÉDIO PORTES DO SETOR METAL-MECÂNICO DO VALE DO ITAJAÍ/SC André Luís Almeida Bastos (FURB/UFSC/UNIFEBE) Henriette Damm

Leia mais

Código da Disciplina: ENEX01427. Semestre Letivo: 1ºSEM/2015

Código da Disciplina: ENEX01427. Semestre Letivo: 1ºSEM/2015 Unidade Universitária: FACULDADE DE COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA Curso: Sistemas de Informação Disciplina: SISTEMAS DE GESTÃO DE FINANÇAS E CUSTOS Etapa: 07 Carga horária: 68 Teóricas, 0 Práticas, 0 EaD Ementa:

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

O SISTEMA LEGADO DE PRODUÇÃO DA FIAT AUTOMÓVEIS

O SISTEMA LEGADO DE PRODUÇÃO DA FIAT AUTOMÓVEIS ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& O SISTEMA LEGADO DE PRODUÇÃO DA FIAT AUTOMÓVEIS

Leia mais

XLVII SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PESQUISA OPERACIONAL

XLVII SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PESQUISA OPERACIONAL UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE Debora Jaensch Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção

Leia mais

1. Introdução. 1.1. A história do ERP

1. Introdução. 1.1. A história do ERP 1. Introdução Podemos definir os sistemas ERP como sistemas de informação integrados na forma de um pacote de software que tem a finalidade de dar suporte à maioria das operações de uma organização. A

Leia mais

MRP Materials Requirements Planning (Planejamento de necessidades de materiais)

MRP Materials Requirements Planning (Planejamento de necessidades de materiais) MRP MRP Materials Requirements Planning (Planejamento de necessidades de materiais) Questões-chaves O Que é MRP? MRP quer dizer planejamento das necessidades de materiais, que são sistemas de demanda dependentes,

Leia mais

SOLMIX Consultoria Empresarial - Fone: 011 99487 7751

SOLMIX Consultoria Empresarial - Fone: 011 99487 7751 Objetivos Nosso Objetivo é Colocar a disposição das empresas, toda nossa Experiência Profissional e metodologia moderna, dinâmica e participativa, para detectar as causas sintomáticas e seus efeitos. Realizar

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA

OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA Izabel C. Zattar, Carlos M. Sacchelli, M. Eng. Instituto Superior de Tecnologia

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI 19/04 Recursos e Tecnologias dos Sistemas de Informação Turma: 01º semestre

Leia mais

ANÁLISE DA APLICAÇÃO DE UM SISTEMA ERP (ENTERPRISE RESOURCE PLANNING) EM UM RESTAURANTE EMPRESARIAL

ANÁLISE DA APLICAÇÃO DE UM SISTEMA ERP (ENTERPRISE RESOURCE PLANNING) EM UM RESTAURANTE EMPRESARIAL ANÁLISE DA APLICAÇÃO DE UM SISTEMA ERP (ENTERPRISE RESOURCE PLANNING) EM UM RESTAURANTE EMPRESARIAL Hélio Batista da Silva Junior (1) ; Paulo Henrique Paulista (2) FEPI- Centro Universitário de Itajubá,

Leia mais

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi Marketing Prof. Angelo Polizzi Gestão de Produção Gestão de Produção Objetivos: Mostrar que produtos (bens e serviços) consumidos, são produzidos em uma ordem lógica, evitando a perda ou falta de insumos

Leia mais

Prof. Msc. Marco Aurélio

Prof. Msc. Marco Aurélio Curso: Administração Disciplina: Administração da Produção MRP MATERIAL REQUERIMENTS PLANNING Prof. Msc. Marco Aurélio Data: 05/03/2012 A históriado MRP começacom o episódiobíblicodaarcade Noé. DEUS DISSE

Leia mais

DEFINIÇÃO DE LEAN MANUFACTURING

DEFINIÇÃO DE LEAN MANUFACTURING MANUFATURA ENXUTA DEFINIÇÃO DE LEAN MANUFACTURING A ORIGEM DA PALAVRA LEAN O termo LEAN foi cunhado originalmente no livro A Máquina que Mudou o Mundo de Womack, Jones e Roos, publicado nos EUA em 1990.

Leia mais

IETEC INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA SISTEMAS DE ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO

IETEC INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA SISTEMAS DE ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO IETEC INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA SISTEMAS DE ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO Eduardo Dias Ferreira Belo Horizonte Agosto 2006 2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 4 1.1 Objetivo... 4 1.1.1 Objetivo Geral... 4 1.1.2

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE CHÃO DE FÁBRICA A PRODUÇÃO COMPETITIVA CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE Foco principal das empresas que competem com

Leia mais

Investigando o Processo Decisório de Implantação de Sistemas de Administração da Produção em Pequenas Empresas: um Estudo de Caso no Segmento Têxtil

Investigando o Processo Decisório de Implantação de Sistemas de Administração da Produção em Pequenas Empresas: um Estudo de Caso no Segmento Têxtil Investigando o Processo Decisório de Implantação de Sistemas de Administração da Produção em Pequenas Empresas: um Estudo de Caso no Segmento Têxtil Giancarlo Nonnemacher giancarlo@aluno.faccat.br FACCAT

Leia mais

O sistema Just-In-Time. Professor: Dannilo Barbosa Guimarães

O sistema Just-In-Time. Professor: Dannilo Barbosa Guimarães O sistema Just-In-Time Professor: Dannilo Barbosa Guimarães Introdução ao JIT O Just-In-Time surgiu no Japão na década de 70 na Toyota Motor Company (Taiichi Ohno). O JIT visa o combate ao desperdício

Leia mais

Artigo publicado. na edição 22. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. maio e junho de 2011

Artigo publicado. na edição 22. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. maio e junho de 2011 Artigo publicado na edição 22 Assine a revista através do nosso site maio e junho de 2011 www.revistamundologistica.com.br :: artigo Lean Manufacturing e os softwares Aps Como aplicar o Lean Manufacturing

Leia mais

Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico

Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico Matheus Castro de Carvalho (matheus_c_carvalho@hotmail.com / CESUPA) Resumo: A aplicação dos conceitos

Leia mais

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS Entendendo o cenário atual As organizações continuam com os mesmos objetivos básicos: Prosperar em seus mercados de atuação

Leia mais

ERP Enterprise Resource Planning

ERP Enterprise Resource Planning ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de Recursos da Empresa Sistema Integrado de Gestão Corporativa Prof. Francisco José Lopes Rodovalho 1 Um breve histórico sobre o surgimento do software ERP

Leia mais

2. Planejamento e Controle da Produção

2. Planejamento e Controle da Produção 15 2. Planejamento e Controle da Produção O mercado torna-se a cada dia mais exigente e o dominio de novas tecnologias, de novos processos ou então sistemas e técnicas, é uma grande preocupação para as

Leia mais

Gerenciamento da produção

Gerenciamento da produção 74 Corte & Conformação de Metais Junho 2013 Gerenciamento da produção Como o correto balanceamento da carga de dobradeiras leva ao aumento da produtividade e redução dos custos (I) Pedro Paulo Lanetzki

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

DIAGNÓSTICO E PROPOSTAS DE MELHORIA DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO: UM ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA METALÚRGICA

DIAGNÓSTICO E PROPOSTAS DE MELHORIA DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO: UM ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA METALÚRGICA DIAGNÓSTICO E PROPOSTAS DE MELHORIA DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO: UM ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA METALÚRGICA DANIEL DARIN BRASILEIRO (UFC) DANIELDARIN@GMAIL.COM Sergio Jose Barbosa

Leia mais

ERP Enterprise Resource Planning. Sistemas Integrados de Gestão

ERP Enterprise Resource Planning. Sistemas Integrados de Gestão ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão ERP O que é S.I. com módulos integrados que dão suporte a diversas áreas operacionais Ex. vendas, gestão de materiais, produção, contabilidade,

Leia mais

Planejamento Agregado Planejamento Agregado.

Planejamento Agregado Planejamento Agregado. ADM II é o processo de balanceamento da produção com a demanda. Visa compatibilizar os recursos produtivos da empresa com a demanda. Normalmente é projetado para horizontes de tempo de 6 a 12 meses. Planejamento

Leia mais

JUST-IN-TIME & KANBAN

JUST-IN-TIME & KANBAN JUST-IN-TIME & KANBAN Prof. Darli Rodrigues Vieira darli@darli.com.br 1 OBJETIVO DA AULA OBJETIVO: EVIDENCIAR O QUE É JUST IN TIME E QUAL É SUA UTILIDADE EM PROJETOS DE OTIMIZAÇÃO DE RECURSOS EM OPERAÇÕES

Leia mais

MRP MRP. Módulo 5 MRP e JIT. Demanda de produtos e serviços. Fornecimento de produtos e serviços

MRP MRP. Módulo 5 MRP e JIT. Demanda de produtos e serviços. Fornecimento de produtos e serviços Módulo 5 MRP e JIT Adm Prod II 1 MRP Fornecimento de produtos e serviços Recursos de produção MRP Decisão de quantidade e momento do fluxo de materiais em condições de demanda dependente Demanda de produtos

Leia mais

Ementa e Cronograma Programático...

Ementa e Cronograma Programático... Prof. Fabrício Rogério Parrilla Ementa e Cronograma Programático... AULA 01 Estratégia de Operações e Planejamento Agregado AULA 02 Planejamento e Controle de Operações AULA 03 Gestão da Demanda e da Capacidade

Leia mais

PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO: O USO DA SIMULAÇÃO DO PREACTOR EM UMA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS

PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO: O USO DA SIMULAÇÃO DO PREACTOR EM UMA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO: O USO DA SIMULAÇÃO DO PREACTOR EM UMA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS DEIVID MARQUES NUNES (UNIMINAS) deivid_ep@hotmail.com

Leia mais

Gerenciamento simultâneo de produção e processo

Gerenciamento simultâneo de produção e processo Gerenciamento simultâneo de produção e processo Leonardo Werncke Oenning - Departamento de Engenharia de Materiais UNESC, wo.leo@hotmail.com Leopoldo Pedro Guimarães Filho UNESC, lpg@unesc.net; Dino Gorini

Leia mais

A TEORIA DAS FILAS COMO FERRAMENTA DE APOIO PARA ÁREA DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO.

A TEORIA DAS FILAS COMO FERRAMENTA DE APOIO PARA ÁREA DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO. A TEORIA DAS FILAS COMO FERRAMENTA DE APOIO PARA ÁREA DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO. José Carlos A. Cordeiro Valesca A. Corrêa Julio M. Filho cordeiro21jcac@gmail.com valesca.correa@unitau.com.br eng.juliomalva@gmail.com

Leia mais

Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Engenharia de Produção e Sistemas Sistemas de Informação (SIN)

Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Engenharia de Produção e Sistemas Sistemas de Informação (SIN) Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Engenharia de Produção e Sistemas Sistemas de Informação (SIN) SISTEMAS COM ERP Profº Adalberto J. Tavares Vieira ERP

Leia mais

GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini. E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br

GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini. E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ERP 2 ERP Planejamento dos Recursos da Empresa 3 CONCEITO DE

Leia mais

A CONSOLIDAÇÃO DOS TRÊS NÍVEIS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO

A CONSOLIDAÇÃO DOS TRÊS NÍVEIS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO A CONSOLIDAÇÃO DOS TRÊS NÍVEIS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO Marcos Donizete de Souza (G-UEM) Priscilla Borgonhoni (UEM) REFERÊNCIA SOUZA, M. D. e BORGONHONI, P. A consolidação dos três níveis

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Administração Disciplina: Administração da Produção e Operações II Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 7º 1 - Ementa (sumário, resumo) Natureza

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE TECNOLOGIA E GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES DO MAGISTÉRIO SUPERIOR Edital nº 05, de

Leia mais

RESUMO INTRODUÇÃO 1 T I E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A GESTÃO EMPRESARIAL

RESUMO INTRODUÇÃO 1 T I E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A GESTÃO EMPRESARIAL TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO Denis Domingos Soares denissoares.caf@hotmail.com Eduardo Ribeiro de Souza eduardo_r.souza@hotmail.com Mariana Fernandes Soares adm.marianafernandes@gmail.com

Leia mais

Tema - Sistemas de Administração da Produção

Tema - Sistemas de Administração da Produção Tema - Sistemas de Administração da Produção Curso Disciplina Tema Professor MBA em Engenharia de Produção Gestão da Produção Sistemas de Administração da Produção John Jackson Buettgen Introdução Neste

Leia mais

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS ISSN 1984-9354 MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Jamile Pereira Cunha Rodrigues (UESC) Resumo Diante do atual cenário competitivo empresarial, as empresas estão buscando

Leia mais

Planejamento e Controle da Produção Cap. 0

Planejamento e Controle da Produção Cap. 0 Planejamento e Controle da Produção Cap. 0 Prof. Silene Seibel, Dra. silene@joinville.udesc.br sileneudesc@gmail.com Sistemas Produtivos O sistema de produção define de que maneira devemos organizar a

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 INTRODUÇÃO SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 Há algum tempo, podemos observar diversas mudanças nas organizações,

Leia mais

GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS

GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL MBA GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS DISCIPLINAS E EMENTAS SINTONIZANDO PERCEPÇÕES E UNIFORMIZANDO A LINGUAGEM

Leia mais

PROGRAMA DE TREINAMENTO

PROGRAMA DE TREINAMENTO Jogo de Empresa POLITRON Tutorial para Uso da Planilha PROGRAMA DE TREINAMENTO EM MRP II Tutorial para o uso da Planilha do POLITRON Direitos Reservados - Reprodução Proibida Janeiro/2001 Versão Demonstrativa

Leia mais

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS CANOAS ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING RENAN ROLIM WALENCZUK Canoas, Agosto de 2014 SUMÁRIO 1 INTODUÇÃO...03 2 ERP (ENTERPRISE

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS RODRIGO OLIVEIRA PIERITZ

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS RODRIGO OLIVEIRA PIERITZ UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS RODRIGO OLIVEIRA PIERITZ APLICAÇÃO PRÁTICA DOS SISTEMAS APS: UM ESTUDO DE CASO

Leia mais

PLANO DE ENSINO-APRENDIZAGEM (PEA)

PLANO DE ENSINO-APRENDIZAGEM (PEA) PLANO DE ENSINO-APRENDIZAGEM (PEA) I. IDENTIFICAÇÃO CURSOS Administração de Empresas PERÍODO 5º SEMESTRE 1 Sem 2012 DISCIPLINA Sistemas de Produção Código: SA063 TURMAS CARGA HORÁRIA 60 horas PROFESSOR(A)

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO Universidade Federal do Rio Grande FURG Universidade Aberta do Brasil UAB Curso - Administração Administração da Produção I Prof.ª MSc. Luciane Schmitt Semana 7 PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO 1 PLANEJAMENTO

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

A introdução de ferramentas APS nos sistemas de Planejamento, Programação e Controle da Produção

A introdução de ferramentas APS nos sistemas de Planejamento, Programação e Controle da Produção A introdução de ferramentas APS nos sistemas de Planejamento, Programação e Controle da Produção Cristhiano Stefani Faé (UFRGS) fae@producao.ufrgs.br Alexandre Erhart (UFRGS) erhart@producao.ufrgs.br Resumo

Leia mais

FACULDADE DE JAGUARIÚNA

FACULDADE DE JAGUARIÚNA Redução de estoques em processos na linha de terminais móveis de pagamento eletrônico Renata da Silva Alves (Eng. De Produção - FAJ) alvesresilva@gmail.com Prof. Me. Eduardo Guilherme Satolo (Eng. De Produção

Leia mais

Planejamento Agregado: na ótica do PCP e da Administração da Produção

Planejamento Agregado: na ótica do PCP e da Administração da Produção Planejamento Agregado: na ótica do PCP e da Administração da Produção Henrique Holowka 1 (EPA, DEP/FECILCAM) henrique_engprod@yahoo.com Isabela Korczovei Lemes 2 (EPA, DEP/FECILCAM) kl.isabela@hotmail.com

Leia mais

COMO MELHORAR O DESEMPENHO DAS LINHAS DE. Edson Donisete da Silva, Carlos Roberto Sponteado Aquarius Software

COMO MELHORAR O DESEMPENHO DAS LINHAS DE. Edson Donisete da Silva, Carlos Roberto Sponteado Aquarius Software COMO MELHORAR O DESEMPENHO DAS LINHAS DE PRODUÇÃO Edson Donisete da Silva, Carlos Roberto Sponteado Aquarius Software Objetivo Apresentar conceitos e ferramentas atuais para melhorar eficiência da produção

Leia mais

ERP Enterprise Resource Planning

ERP Enterprise Resource Planning ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão Evolução dos SI s CRM OPERACIONAL TÁTICO OPERACIONAL ESTRATÉGICO TÁTICO ESTRATÉGICO OPERACIONAL TÁTICO ESTRATÉGICO SIT SIG SAE SAD ES EIS

Leia mais

Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza

Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA Profa. Marinalva R. Barboza Supply Chain Managment - SCM Conceito: Integração dos processos industriais e comerciais, partindo do consumidor final e indo até os fornecedores

Leia mais

Objetivos da Produção

Objetivos da Produção Objetivos da Produção Aula 3 Profª. Ms. Eng. Aline Soares Pereira Sistemas Produtivos I Objetivos da aula 1. Apresentar os objetivos e estratégias da produção 2 Produção: É o processo de obtenção de qualquer

Leia mais

A FILOSOFIA JUST IN TIME COMO OTIMIZAÇÃO DO MÉTODO DE PRODUÇÃO. Palavras-chave: Just in time. Produção. Aumento de produtividade

A FILOSOFIA JUST IN TIME COMO OTIMIZAÇÃO DO MÉTODO DE PRODUÇÃO. Palavras-chave: Just in time. Produção. Aumento de produtividade RESUMO A FILOSOFIA JUST IN TIME COMO OTIMIZAÇÃO DO MÉTODO DE PRODUÇÃO Valério Givisiez Vilete Santos FACE - Faculdade Casa do Estudante Aracruz ES e-mail: vgvsantos@gmail.com.br 04/09/2014 A não existência

Leia mais

LEAN APLICADO À CADEIA DE SUPRIMENTOS

LEAN APLICADO À CADEIA DE SUPRIMENTOS LEAN APLICADO À CADEIA DE SUPRIMENTOS INTRODUÇÃO AO LEAN MANUFACTURING SUPPLY CHAIN (INCLUI LOGÍSTICA) 2 2 INTRODUÇÃO AO LEAN MANUFACTURING 3 INTRODUÇÃO AO LEAN MANUFACTURING Pensar fora da caixa... Lean

Leia mais

A Cadeia de Abastecimentos corresponde ao conjunto de processos necessários para: agregar-lhes valor dentro da visão dos clientes e consumidores e

A Cadeia de Abastecimentos corresponde ao conjunto de processos necessários para: agregar-lhes valor dentro da visão dos clientes e consumidores e A Cadeia de Abastecimentos corresponde ao conjunto de processos necessários para: obter materiais, agregar-lhes valor dentro da visão dos clientes e consumidores e disponibilizar os produtos no local e

Leia mais

ADM 250 capítulo 13 - Slack, Chambers e Johnston

ADM 250 capítulo 13 - Slack, Chambers e Johnston ADM 250 capítulo 13 - Slack, Chambers e Johnston 20030917 Adm250 Administração da Produção 1 Planejamento e Controle Recursos de entrada a serem transformados Materiais Informação Consumidores AMBIENTE

Leia mais

SEJAM BEM VINDOS!!!! 1

SEJAM BEM VINDOS!!!! 1 SEJAM BEM VINDOS!!!! 1 SEJAM BEM VINDOS AO QUARTO SEMESTRE!!! 2 Regras de ouro: Desligue o celular; Evitem ausentar-se da sala Evitem conversas paralelas (sem propósito com o assunto da aula); Dediquem-se

Leia mais

Evolução dos sistemas ERP nas empresas

Evolução dos sistemas ERP nas empresas Evolução dos sistemas ERP nas empresas Aloísio André dos Santos (ITA) aloisio@mec.ita.br João Murta Alves (ITA) murta@mec.ita.br Resumo Os sistemas ERP são considerados uma evolução dos sistemas de administração

Leia mais

O VALOR AGREGADO NO BALANCEAMENTO DE LINHA DE MONTAGEM COM ABORDAGEM DA TEORIA DAS RESTRIÇÕES: ESTUDO DE CASO EM MULTINACIONAL NO BRASIL

O VALOR AGREGADO NO BALANCEAMENTO DE LINHA DE MONTAGEM COM ABORDAGEM DA TEORIA DAS RESTRIÇÕES: ESTUDO DE CASO EM MULTINACIONAL NO BRASIL O VALOR AGREGADO NO BALANCEAMENTO DE LINHA DE MONTAGEM COM ABORDAGEM DA TEORIA DAS RESTRIÇÕES: ESTUDO DE CASO EM MULTINACIONAL NO BRASIL Carlos Navarro Mercado (PPGEP/UFPR) Marcelo Gechele Cleto (PPGEP/UFPR)

Leia mais

Just In Time (JIT) é uma abordagem disciplinada, que visa aprimorar a produtividade global e eliminar desperdícios.

Just In Time (JIT) é uma abordagem disciplinada, que visa aprimorar a produtividade global e eliminar desperdícios. Fascículo 6 Planejamento e controle Just In Time Entendendo o Just In Time Just In Time, cuja tradução para o português resulta em algo não muito claro Apenas a Tempo, corresponde a atividade de produzir

Leia mais

Um Perfil da Área de Administração da Produção no Setor de Autopeças na Região do ABC Paulista.

Um Perfil da Área de Administração da Produção no Setor de Autopeças na Região do ABC Paulista. Um Perfil da Área de Administração da Produção no Setor de Autopeças na Região do ABC Paulista. Autoria: João Evangelista de Andrade RESUMO O presente trabalho tem como objetivo conhecer os diferentes

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

Prof. Silene Seibel, Dra. silene@joinville.udesc.br

Prof. Silene Seibel, Dra. silene@joinville.udesc.br Prof. Silene Seibel, Dra. silene@joinville.udesc.br 1 Projetar sistemas de movimentação e armazenagem de materiais baseados nos princípios lean 2 Aprender a desenhar o fluxo de informações e materiais

Leia mais

Sistemas Integrados ASI - II

Sistemas Integrados ASI - II Sistemas Integrados ASI - II SISTEMAS INTEGRADOS Uma organização de grande porte tem muitos tipos diferentes de Sistemas de Informação que apóiam diferentes funções, níveis organizacionais e processos

Leia mais

Lean manufacturing ou Toyotismo

Lean manufacturing ou Toyotismo ou Toyotismo Gestão da Qualidade Resultados impressionantes 1 Trimestre 2007 Toyota supera GM como líder mundial em vendas Vendas Mundiais 1º Trimestre Nº Carros Toyota 2.348.000 GM 2.260.000 2007 termina

Leia mais

O que se espera de um sistema de administração da produção?

O que se espera de um sistema de administração da produção? O que se espera de um sistema de administração da produção? O que se espera de um sistema de administração da produção? Segundo Corrêa (2001), independente da lógica que utilize, os sistemas da administração

Leia mais

GESTÃO DA PRODUÇÃO E ESTOQUES. George Paulus Pereira Dias

GESTÃO DA PRODUÇÃO E ESTOQUES. George Paulus Pereira Dias GESTÃO DA PRODUÇÃO E ESTOQUES George Paulus Pereira Dias George Paulus Pereira Dias paulus@proage.com.br 1998: Consultor em projetos na área de logística e planejamento com a utilização de técnicas de

Leia mais