A PADRONIZAÇÃO DAS ROTINAS ADMINISTRATIVAS RUMO À CERTIFICAÇÃO DE QUALIDADE O CASO ROCHAZ INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A PADRONIZAÇÃO DAS ROTINAS ADMINISTRATIVAS RUMO À CERTIFICAÇÃO DE QUALIDADE O CASO ROCHAZ INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA."

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES DEPARTAMENTO DE LETRAS A PADRONIZAÇÃO DAS ROTINAS ADMINISTRATIVAS RUMO À CERTIFICAÇÃO DE QUALIDADE O CASO ROCHAZ INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. LEANICE MARIA PERUZZO GUIO VIÇOSA - MG Agosto de 2006

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES DEPARTAMENTO DE LETRAS A PADRONIZAÇÃO DAS ROTINAS ADMINISTRATIVAS RUMO À CERTIFICAÇÃO DE QUALIDADE O CASO ROCHAZ INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. Monografia apresentada ao Departamento de Letras da Universidade Federal de Viçosa, como parte das exigências do curso de Secretariado Executivo Trilíngüe, tendo como orientador o Professor Sérgio Augusto Pereira Monteiro do Departamento de Administração. LEANICE MARIA PERUZZO GUIO VIÇOSA - MG Agosto de 2006 ii

3 Leanice Maria Peruzzo Guio A PADRONIZAÇÃO DAS ROTINAS ADMINISTRATIVAS RUMO À CERTIFICAÇÃO DE QUALIDADE O CASO ROCHAZ INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. Monografia apresentada ao Departamento de Letras da Universidade Federal de Viçosa, como parte das exigências do curso de Secretariado Executivo Trilíngüe. Aprovada em de agosto de Profª. Débora Carneiro Zuin DLA/UFV Examinadora Prof. Odemir Vieira Baêta DLA/UFV Examinador Prof. Sérgio Augusto Pereira Monteiro DAD/UFV Orientador Viçosa, MG Agosto de 2006 Nota: iii

4 AGRADECIMENTOS Agradeço a todas as pessoas que me ajudaram a realizar este trabalho, em especial à equipe da Rochaz Indústria e Comércio Ltda, que me acolheu com muito carinho e atenção no período que lá estive e à equipe da Pró-Reitoria de Planejamento e Orçamento, especialmente ao Gustavo, Zélia e Leiza. Meu sincero agradecimento também ao meu orientador, Professor Sérgio Augusto Pereira Monteiro, que me incentivou a realizar o trabalho na área da qualidade e padronização das rotinas administrativas, agradeço sua dedicação e atenção. Ao Dirceu pela paciência, estímulo e compreensão; à minha família, especialmente ao meu irmão Leandro, pelo carinho; a Deus, pela força e perseverança e a todos aqueles, que de foram indireta e mesmo não presentes, me ajudaram a concluir esse trabalho tão importante para mim. iv

5 LISTA DE FIGURAS E GRÁFICOS Figura 1 Tabela Resumo 5 s...22 Figura 2 - Estrutura Organizacional...35 Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico v

6 SUMÁRIO 1 - APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS METODOLOGIA Instrumentos de Coleta de Dados Entrevistas Questionários Observação Pessoal Observação de Ambiente e Análise Descrição do Ambiente Administrativo FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Rotina Processos Tipos de Processos Método O Programa de Qualidade 5 s O Programa de Qualidade 6-Sigma NBR ISO POR QUE PADRONIZAR AS ROTINAS ADMINISTRATIVAS? A Importância da Certificação de Qualidade IDENTIFICAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO Missão Visão Histórico Estrutura Organizacional RESULTADOS Falta de Cooperação das Áreas Envolvidas Falta de Padronização nos Formulários Exercício de Múltiplas Funções Centralização Falta de Racionalização no Arquivo e na Guarda de Documentos Falta de Avaliação Crítica das Etapas dos Processos Falta de Harmonização e Padronização do Ambiente de Trabalho CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS Questionários Política de Qualidade Institucional Rochaz Indústria e Comércio Ltda Estrutura Organizacional Rochaz Indústria e Comércio Ltda APÊNDICES Entrevista Sugestão de Descrição Cargos Sugestão de Procedimento Operacional Sugestão de Organograma vi

7 1.1 - INTRODUÇÃO 1 - APRESENTAÇÃO As empresas são como organismos vivos e sua relação com o ambiente - no qual atuam torna-se cada vez mais presente na administração. As empresas precisam constantemente se adequar a este ambiente para continuarem ativas e operando, de forma satisfatória, pois se, para a administração interna, preparar-se e planejar ações é vital, preparar-se para as reações externas - do meio ambiente, dos concorrentes e clientes - é fundamental e constitui-se uma prioridade. A teoria dos sistemas muda a maneira de encarar as organizações, porque as vê como parte de um ambiente que há constante troca de energia e informações. A teoria dos sistemas abertos dos professores Daniel Katz e Robert Kahn, colocou o meio ambiente no centro das discussões, possibilitando o entendimento das partes, ou subsistemas. (CRUZ, 2002, p. 31) Assim como os sistemas, também as empresas necessitam de constante interação e troca de informações com o meio ambiente para sua sobrevivência. Os constantes feedbacks, tendências, elogios, críticas e necessidades do mercado tornam impulsionadores e indicadores de mudança. Dessa forma, as empresas preocupadas com melhoria de processos, melhorias no atendimento de especificações e satisfação do cliente, e também aquelas que implementam ações para tais mudanças permanecerão presentes no mercado como organizações de sucesso, e, conseqüentemente, não estarão fadadas ao fracasso. A visão sistêmica da

8 organização constitui-se basicamente em entender a organização como sendo um sistema integrado, inclusive à sociedade, com seus anseios e necessidades. Recentemente têm-se observado grandes transformações na área organizacional, oriundas da globalização, abertura de fronteiras, exigências dos clientes e crescente importância da expressão qualidade em todos os processos realizados pelas empresas. Neste contexto, não apenas as grandes organizações, mas também as pequenas e micro buscam melhorar seus processos e superar o conceito de organizações voltadas somente para as funções de trabalho e produção e essas empresas, ao invés de simplesmente fazerem caixas para satisfazer sócios ou acionistas, agora vivem também a chamada busca pela excelência, busca da qualidade, racionalização, fortalecimento, abertura de novos mercados, competitividade e ainda o aumento da lucratividade. De acordo com CRUZ (2002, p. 194), o conceito de qualidade não era preocupação para as organizações. Até alguns anos depois da Segunda Guerra Mundial, até por volta de 1962, principalmente nos Estados Unidos, que possuía uma economia estável e não passava por problemas físicos gerados pela guerra devastadora, não havia outra atenção senão consumir os bens produzidos. Entretanto, os países arrasados pelo conflito tinham muita dificuldade em competir e seus produtos não eram considerados bons, como foi o caso do Japão. Surge neste cenário o Dr. Edwards Deming, estudioso e estatístico americano que é convidado para ir até o Oriente ensinar aos japoneses como melhorar a qualidade de seu sistema de produção e os produtos, embora na América do Norte seu nome ainda fosse desconhecido. Foi somente em 1980, por meio de um documentário, que a rede de televisão americana BBC exibiu no dia 24 de junho, que a América tomou conhecimento de Edwards Deming, CRUZ (2002 p. 196). A partir daí a expressão qualidade passa a ser empregada no contexto empresarial de produção e prestação de serviços. Hoje, as empresas além de buscar a melhoria de seus processos, contam também com as entidades e organizações especializadas em certificá-las e enquadralas como possuidoras de todos requisitos necessários às empresas voltadas e preocupadas com si mesmas, que possuem a expressão qualidade integrada em toda a estrutura organizacional. Essas entidades como a Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, juntamente com a International Organization for Standardization ISO, ou Organização Internacional para Padronização servem, 8

9 primeiramente como guia para que as empresas tenham uma referência e uma norma a seguir, um guia para a empresa olhar para si mesma de maneira holística e servem também, de maneira não menos importante, para ostentar e fazer seu próprio marketing no mercado competitivo. No Brasil a norma ISO, com sua série 9000 é desejada por muitas organizações e ter sua certificação aprovada significa que a organização conseguiu se adequar às exigências conseguiu inovar, mudou sua maneira de gerir e teve todos seus processos voltados para a qualidade, quer sejam processo ligado às atividadesfins ou atividades-meio. Dessa forma, também as atividades meio, como rotinas administrativas e seus processos, constituem-se indispensáveis ao bom funcionamento e administração da empresa e quando estas não possuem uma racionalização e padronização acabam por prejudicar toda a gestão e eficiência da organização tornando-se um desafio adequálas também às empresas que possuem como meta principal a gestão da qualidade e a certificação de qualidade JUSTIFICATIVA Em decorrência da grande competitividade gerada pelas transformações mundiais, e das mudanças que se operam todos os dias, as empresas necessitam estar atentas às essas inovações e procurar adaptar-se a elas na tentativa de manter-se operantes frente à acirrada concorrência. Ultimamente a falta de qualidade constitui-se num dos grandes obstáculos para o crescimento de empresas de qualquer setor e quando se fala de gestão da qualidade imediatamente vêm à mente melhoria de processos, abertura de novas fronteiras, redução de custos, menos morosidade, maior competitividade, diminuição de defeitos, e, acima de tudo, a satisfação do cliente. Assim, a certificação de qualidade tem se tornado uma constante no meio empresarial e se faz necessária na busca de alternativas e medidas para tornar as rotinas administrativas e os processos mais eficientes e menos morosos, e, em contrapartida, com redução, ou apresentação nula de defeitos ou o retrabalho. A padronização de rotinas, e, conseqüentemente, certificação de qualidade, lembrando que o termo qualidade total, segundo OLIVEIRA (2006, p. 183) é a capacidade de um produto ou serviço de satisfazer ou suplantar as necessidades, 9

10 exigências e expectativas dos clientes externo e interno das empresas, torna as empresas mais competitivas e mais rentáveis. A gestão da qualidade permite que as organizações revejam seus conceitos, sua forma de trabalhar, produzir e gerir e busquem a qualidade de forma integrada, tendo assim, a certificação de qualidade, como conseqüência natural de seu novo estilo de trabalho. Dessa forma, este trabalho justifica-se numa tentativa de conhecer melhor as transformações que as certificações de qualidade estão, de todo, proporcionando às empresas, bem como provar que a morosidade, ocasionada pela falta de padronização das rotinas causam ineficiência nos processos. Intui-se propor padronização de formulários utilizados nas rotinas administrativas, manualização (manuais de normas e procedimentos, manual de formulários, manual de qualidade e manual de redação) e um programa de gestão de qualidade para a empresa Rochaz Indústria e Comércio Ltda 10

11 2 - OBJETIVOS O objetivo geral deste trabalho é, por meio de um estudo de caso, identificar e descrever as principais dificuldades encontradas para a realização de rotinas administrativas em um ambiente informatizado e focar a contribuição de normatização e padronização de rotinas para a diminuição de morosidade e erros, gerando qualidade na realização destas. Pretende-se, também, chegar a uma conclusão da aplicação da qualidade e sua importância nas atividades administrativas na visão da empresa estudada, bem como de seus colaboradores. Como objetivos específicos pretende-se: ƒanalisar os processos de cinco setores administrativos da empresa Rochaz Indústria e Comércio Ltda: administrativo-financeiro, compras, vendas, P&D e contabilidade; ƒidentificar as principais dificuldades, eventuais morosidades nos processos, pontos fortes por meio de entrevistas com os colaboradores que trabalham nestes setores, bem como obter suas sugestões para possíveis melhorias; ƒpropor soluções para os problemas detectados por meio da implantação de um programa de qualidade nos setores analisados; ƒpropor a implementação de mecanismos que visem a agilidade, a padronização e a melhoraria das rotinas administrativas e seus processos, com a formulação de um manual de normas e procedimentos, manual de formulários e manual de qualidade. 11

12 3 - METODOLOGIA Este trabalho constitui-se de revisão literária, acrescentado-se o método diagnóstico, que objetivou descrever processos e esclarecimentos de situações de uma realidade organizacional. O processo de diagnóstico busca compreender a dinâmica da empresa, identificando e orientando situações sobre questões relevantes de áreas analisadas neste caso da área administrativa - visando seu desenvolvimento. Conhecer uma organização significa compreendê-la em todos seus aspectos, além de considerar suas variáveis a partir do seu negócio e área de atuação, sua situação atual e suas necessidades de mudanças. Assim, foi realizado um estudo de caso em uma empresa do ramo de fabricação de equipamentos para extração de rochas ornamentais, conforme descrita anteriormente. O presente trabalho pode ser dividido em duas etapas. A primeira constitui-se de revisão bibliográfica, onde foram consultados autores que abordam os temas relevantes ao estudo, bem como consulta à internet, buscando informações que pudessem enriquecer o trabalho. A segunda etapa foi prática, onde procurou-se vivenciar o dia-a-dia da empresa; estudando-a analiticamente e, posteriormente de forma propositiva, ou sejam, propor sugestões para os possíveis problemas encontrados. 12

13 O estudo de caso foi realizado in loco, primeiramente, no período de 2 a 12/5/2006 e, posteriormente de 17 a 21/7/2006, em horário integral das atividades da empresa. Antes do início do estudo foram realizadas visitas e reuniões com a administração da empresa, para apresentação do projeto de estudo de caso, além de contatos via telefone e . Ressalta-se que a empresa encontra-se atualmente conscientizada sobre a importância da implantação de um programa de qualidade para a melhoria contínua de seus processos e está contando com o suporte do Sebrae Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas para a difusão da cultura da qualidade na empresa e mobilização e a equipe se reúne semanalmente com a equipe designada para o comitê da qualidade. Dessa forma, durante o período de observação das atividades da empresa acompanhou-se duas reuniões da empresa com consultores do Sebrae Instrumentos de Coleta de Dados Na análise das rotinas e processos administrativos da Rochaz Ind. e Com. Ltda. foram utilizados os seguintes instrumentos: entrevistas, questionários, observação pessoal e análise de rotinas e processos. O início do estudo de caso se deu, primeiramente, com uma reunião com o gestor administrativo, para apresentação dos questionários a serem utilizados, bem como forma de observar o ambiente de trabalho, sem atrapalhar ou causar mal estar perante os colaboradores de cada setor. Assim, realizou-se uma apresentação em cada setor a ser estudado, explicando seus objetivos e metodologia utilizada entrevistas, junto com a observação pessoal e do ambiente, aplicação de questionários e posterior análise Entrevistas As entrevistas foram utilizadas abordando e descrevendo tarefas (o que é feito), como é feito, passo a passo, quem as realiza e como são realizados seus respectivos registros, totalizando 17 pessoas da área administrativa. Questionou-se também quais atividades são realizadas diariamente e quais podem ser realizadas 13

14 esporadicamente, além da necessidade de esforço físico, concentração, nível de conhecimento e nome designado ao processo. (ANEXO 12.1). Foram entrevistados colaboradores das unidades de contabilidade, administração, financeiro, compras, vendas e pesquisa e desenvolvimento Questionários Os 17 colaboradores responderam aos questionários sobre estudo organizacional e métodos de trabalho utilizados nas mesmas unidades em que houve a entrevista, com o objetivo de responderem acerca da organização como um todo, quais os problemas existentes, padronização ou não de atividades, conhecimento sobre objetivos e importância de seu setor na empresa, bem como aspectos e comentários do que poderia ser melhorado. (ANEXO 11.1) Observação Pessoal Esta técnica de análise objetivou constatar se as atividades descritas nas entrevistas eram, de fato, realizadas da forma explicitada, ou seja, se eram realizadas como descritas anteriormente Observação de Ambiente e Análise Após a realização das entrevistas e observação pessoal realizou-se a observação do ambiente bem como análise de processos, objetivando sua melhoria. Alguns dos principais processos realizados nas unidades são: 1 - Compras: solicitação de orçamento, análise de orçamento, pedido de compra e lançamento do pedido de compra no sistema. 2 - Contabilidade: apuração registro de freqüência, cálculo de horas extras, emissão de folha de pagamento, lançamento de folha pagamento no sistema, cálculo de férias, solicitação exames demissionais e admissionais, emissão aviso prévio, emissão de férias, apuração, cálculo e emissão de guias de recolhimento de impostos. 2 - Financeiro: emissão de relatórios de contas a pagar e receber, emissão relatório de fluxo de caixa, pagamento de despesas e demais compromissos, lançamento de pagamento e baixas no sistema, emissão de cheques, pagamento a colaboradores e transferências de valores por meio do sistema. 14

15 3 - Vendas: atendimento a clientes, emissão de orçamentos, emissão de contratos de vendas, recebimento de solicitação de visitas a clientes, emissão de relatórios de visitas, emissão de relatórios de comissão de vendedores, emissão de relatórios de vendas, lançamento de vendas no sistema e relatório de quilometragem e despesas em viagens. 4 - Pesquisa e Desenvolvimento: impressão de relação de insumos e matériasprimas, elaboração e desenho de equipamentos, análise de projetos de equipamentos, pesquisa de novos possíveis fornecedores, realização de testes dimensionais, emissão de formulários de acompanhamento de testes, análise de peças e acessórios e impressão de desenhos e projetos. 5 - Administrativo: emissão de documentos fiscais, atendimento a clientes, atendimento telefônico, emissão e análise de planilhas e relatórios, admissão, demissão e treinamento de pessoas, supervisão de pessoas, arquivamento e guarda de documentos, assinaturas de contratos e documentos, elaboração de planilhas de custos e de planejamento estratégico Descrição do Ambiente Administrativo A área administrativa da empresa situa-se anexa ao parque fabril, no segundo pavimento, possui ampla visão das atividades da indústria e possui proteção acústica. São cinco salas funcionais, recepção, copa e dois banheiros. As salas representam, respectivamente, sala da diretoria executiva, sala do diretor presidente, sala de expediente, onde atuam vendedores, assistentes de vendas e, esporadicamente, coordenadores de outras áreas da empresa, tais como extração e assistência técnica. Uma outra sala de expediente é a maior de todas e comporta maior número de colaboradores, além de sala do microcomputador, servidor e seus periféricos. Nesta sala de expediente atuam respectivamente: gestor administrativo, comprador, recepcionista/telefonista, auxiliar administrativo/faturamento, auxiliar administrativo/financeiro, auxiliar em contabilidade e auxiliar administrativo. A sala do gestor de produção também é utilizada como sala de reuniões e sala de treinamento, uma vez que possui recursos disponíveis para tais atividades. Na sala de pesquisa e desenvolvimento atuam três colaboradores desenhista técnico, coordenador de pesquisa e desenvolvimento e consultor de engenharia, além de atuar, não diariamente, o engenheiro mecânico responsável. 15

16 4.1 - Rotina 4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Rotina era o termo utilizado pelos analistas de O&M para descrever passo a passo como as pessoas interagiam dentro das empresas ou entre elas e os clientes. Genericamente, seria para identificar um conjunto de ações que tinham como principal preocupação o fluxo de papelada dentro das organizações CRUZ (2002, p. 114). Rotinas administrativas são os procedimentos diversos de uma empresa que envolve os processos e métodos. No estudo das rotinas, a seqüência mais comum, das etapas necessárias é a seguinte: escolher a rotina a ser trabalhada, coletar dados e desenhar a rotina. Para CAMPOS (2002, p. 71) A rotina é estabelecida pela administração da empresa para as pessoas que executam as tarefas do dia-a-dia Processos A expressão processo, para CRUZ (2002, p. 84) é a forma pela qual um conjunto de atividades cria, trabalha ou transforma insumos (entradas) agregandolhes valor, com a finalidade de produzir bens ou serviços, com qualidade, para serem entregues a clientes (saídas), sejam eles internos ou externos. Já JURAN (1992, p. 197) define processo da seguinte forma: 16

17 Nós definimos processo como uma série sistemática de ações direcionadas para a consecução de uma meta. A definição genérica aplica-se a um processo em todas as funções, relacionadas com a fabricação ou não. Também inclui as forças humanas assim como as instalações físicas. D ASCENÇÃO (2001, p. 56) define processo como um conjunto de causas (que provoca um ou mais efeitos). Uma organização, portanto, pode ser definida como processo, se considerarmos que para produzir um bem ou serviço (efeitos) existem vários componentes (causas) que contribuem para a realização desses efeitos.sob esse aspecto o autor afirma que o processo se estudado pelo diagrama de Ishikawa, constitui-se dos seguintes itens: matéria-prima, máquinas, medidas, meio ambiente, mão-de-obra e método. Para OLIVEIRA (2006, p. 8) define processo como um conjunto estruturado de atividades seqüenciais que apresentam relação lógica entre si, com a finalidade de atender e, preferencialmente, suplantar as necessidades e as expectativas dos clientes externos e internos da empresa Tipos de Processos Para CERQUEIRA NETO (1994, p. 70) são três tipos de processos que uma organização apresenta: processos primários são aqueles que tocam o cliente. Qualquer falha o cliente logo identifica; processos de apoio são os que colaboram com os processos primários na obtenção do sucesso junto aos clientes; processos gerenciais são aqueles que existem para coordenar as atividades de apoio e dos processos primários e processos industriais são aqueles que realizam atividades de transformação de matéria-prima em novos produtos. Para OLIVEIRA (2006, p. 183) existe também o processo de melhoria contínua, que tem duas sustentações básicas: a primeira de tornar os processos administrativos cada vez mais capazes de gerar produtos e serviços que atendam às crescentes exigências do cliente externo e interno e a segunda, de ajustar continuamente os padrões de qualidade. 17

18 4.3 - Método Método, para D ASCENÇÃO (2001, p. 58) é o caminho para se chegar a um ponto além do caminho. Assim, método de trabalho é a maneira pela qual as ações dos processos devem ser realizadas para que se alcance o resultado planejado, esperado. A partir das explicações anteriores, parte-se para definições da análise de processos. Analisar os processos requer documentá-los como objeto de estudo e dividi-lo em duas fases. Na primeira fase, faz-se o levantamento do processo, conhecendo cada atividade que dele faça parte. Na segunda etapa, deve-se documentar, através de um formulário apropriado, cada uma destas atividades. Para que se faça um levantamento dos processos utilizados nas empresas utiliza-se, basicamente, três técnicas: entrevista, questionário, ou coleta de dados e observação direta. Há que se levar em conta que cada técnica possui suas vantagens e possui também desvantagens. Na entrevista, um dos métodos mais utilizados, pode-se facilmente conhecer e entender o que se faz em cada atividade, pois o entrevistado se expressa livremente; se bem conduzida, propicia um clima de interação entre o entrevistado e entrevistador; o entrevistado pode fazer críticas e comentários que não faria à frente de outras pessoas; o entrevistador conhece peculiaridades da empresa, possíveis zonas de conflito, ligações informais, além de outras informações que podem auxiliar e permite, ainda, ao entrevistador conhecer a opinião pessoal de cada pessoa, sem que a presença dos outros possa influenciá-lo. Segundo CRUZ (2002, p. 90), Como em tudo que fazemos, existem pontos positivos e pontos negativos quando se usa a entrevista para levantar informações. Assim, os pontos negativos são: se houver falta de agilidade e praticidade do entrevistador pode-se ter dificuldades na tarefa de coleta de dados; o entrevistador deve manter-se neutro aos possíveis desabafos ou crises emocionais por parte do entrevistado; o entrevistador deve distinguir o que é ansiedade do que é necessidade; o entrevistador deve atentar e tomar cuidado ao ouvir expressões como eu acho, eu penso, em seu lugar eu faria..., eu faria... etc. A coleta de dados, ou questionário, para D ASCENÇÃO (2001, p. 98.) é definido de forma genérica, consiste em uma série de questões ou perguntas formuladas previamente, podendo ser utilizado com ou sem a presença das pessoas 18

19 envolvidas, ou seja, presencial ou a distância. O questionário, assim como a entrevista apresenta pontos positivos e negativos como a seguir. As vantagens de se utilizar o questionário são: ƒo entrevistado pode refletir sobre aquilo que vai responder, uma vez que as respostas são escritas; ƒpermite ao entrevistador ganhar tempo parta realizar outras tarefas enquanto o entrevistado responde ao questionário; ƒpermite ao entrevistador obter melhores respostas, uma vez que o entrevistado terá mais tempo para refletir; e ƒem alguns casos é possível conseguir que algumas pessoas colaborem com a coleta de dados, visto que as respostas ficarão arquivadas por escrito dando-lhes maior segurança. Já pontos negativos do questionário são: ƒmuitas pessoas não gostam de escrever e tampouco de responder a questionamentos, dessa forma o número de pessoas dispostas a responder aos questionamentos pode ser muito menor do que as não dispostas; ƒo entrevistador corre o risco de receber questionários com informações pouco verdadeiras, por isso, tem-se que tomar cuidado com os questionários sem assinaturas e não recebê-los anônimos. A última técnica para levantamento do processo é a observação de campo que consiste na verificação in loco do que acontece no ambiente que se desenvolve o processo em estudo, de forma sistemática e planejada. De acordo com C. SELLTIZ (1974) apud D ASCENÇÃO (2001, p. 103), a observação se torna científica à medida que serve a um objetivo formulado de pesquisa, é sistematicamente planejada, registrada e ligada a proporções mais gerais, uma vez que pode ser apresentada como conjunto de curiosidades interessantes, além de ser submetida a verificações e controles de validade e precisão. A observação direta apresenta as seguintes vantagens: ƒpermite verificação e registro pessoal dos fatores que influenciam e sofrem influência do processo tais como: as relações interpessoais, comportamento das pessoas que ali trabalham, interdependência ou dependência dos processos; ƒpermite estudo in loco do fluxo do processo, sendo possível detectar pontos críticos e possíveis gargalos ; 19

20 ƒnão depende da capacidade de responder bem aos questionamentos ou elaborá-los; ƒnão interrompe o trabalho das pessoas envolvidas no processo; ƒpermite ao observador fazer comparação e observação de informações obtidas em outras técnicas (questionário e entrevista); e ƒcompleta o levantamento realizado com outras técnicas. Desvantagens: ƒo simples fato de ter uma ou mais pessoas no local de trabalho inibe os colaboradores de agirem normalmente; ƒa observação direta depende, ou está limitada ao tempo de trabalho das pessoas, o que exige habilidade e concentração nas observações; ƒfatos imprevisíveis podem prejudicar a observação direta; e ƒo lapso de tempo entre a ocorrência de um acontecimento e a atenção do observador pode ser rápido e comprometer o respectivo registro. Vale ressaltar ainda a importância das fases de todos os processos, os quais se dividem nas seguintes etapas: implantação, treinamento, desenvolvimento e controle. Controle é visto na administração com vários significados, quer seja de coerção, regulamentação ou até mesmo como própria função administrativa. Na função de coerção o controle atua no sentido de coibir e prevenir possíveis erros nos processos; na função de regulação o controle mantém o fluxo de funcionamento de um determinado processo e detecta possíveis irregularidades e assim proporciona a regulação e, na função administrativa, completa o ciclo de planejamento, organização, direção e controle. A finalidade do controle para as organizações é assegurar que todos os procedimentos sejam realizados de acordo com o planejamento e que os resultados sejam satisfatórios, de acordo com os objetivos pré-estabelecidos. Por isso a palavra controle está atualmente tão ligada à palavra qualidade e a expressão controle de qualidade tornou-se uma constante no meio empresarial. Tratar-se-á a seguir do tema qualidade. Para JURAN & GRYNA (1991, p. 11), a palavra qualidade possui múltiplos significados e dentre esses significados os mais importantes são: a qualidade consiste nas características do produto que vão ao encontro das necessidades dos clientes e dessa forma proporcionam a satisfação do cliente. Há ainda a definição de qualidade como: a ausência de falhas. 20

21 Qualidade é um conjunto de atividades através das quais se atinge a adequação do produto ou do serviço ao uso, não importando em que parte da organização estas atividades são executadas. (JURAN, 1991, p. 16 apud PALADINI, 1995, p. 44) Para PALADINI (1995, p ),... a qualidade deve ser gerada a partir do processo produtivo... a gestão da qualidade no processo pode ser definida, de forma sucinta, como o direcionamento de todas as ações do processo produtivo para o pleno atendimento do cliente. Com o advento da qualidade iniciada no Japão e sua divulgação, o termo qualidade passou a ser conhecido também como requisito de equiparação das empresas e ganhou normatização, ou seja, foram criadas várias normas e procedimentos para garantir a qualidade e acabaram por se tornar mundialmente conhecidas. A mais divulgada e amplamente utilizada é a norma ISO 9000, ressaltando-se que muitas outras metodologias surgiram antes desta e acabaram por cair no esquecimento ou sucumbiram às mudanças constantes da modernidade. Porém, antes que argumente sobre a ISO e suas vantagens, há que comentar também sobre outros programas de qualidade como o Programa 5 S e o 6-Sigma O Programa de Qualidade 5 S O programa de qualidade 5 S é utilizado desde a década de 1960 e teve como primeiros usuários os japoneses. De acordo com COLENGHI (2003, p. 170), o modelo é muito simples, foi um dos elementos facilitadores para a recuperação da economia daquele país, sendo base para implantação dos sistemas de qualidade... Vale ressaltar ainda o fator cultural, ou seja, a disciplina daquele povo, ligada ao contexto pós-guerra, que fez da necessidade um exemplo para o mundo todo. O Programa 5 S visa, principalmente, a criação de condições dignas de trabalho por toda a empresa. Sua caracterização exige, e ao mesmo tempo facilita a participação interna de todos os colaboradores. As empresas que o têm aplicado, principalmente no Japão, concluíram que o programa 5 S é a base para a introdução de qualquer programa de modernização. Acreditar nesse método, que tem ajudado a revolucionar empresas japonesas, é muito importante para as empresas, pois uma vez aplicado com persistência e convencimento, seus resultados são surpreendentes: mudam a empresa radicalmente. 21

Sensibilizando para Organização e Limpeza

Sensibilizando para Organização e Limpeza Sensibilizando para Organização e Limpeza Engº JULIO TADEU ALENCAR e-mail: jtalencar@sebraesp.com. @sebraesp.com.br Ver-03/04 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo O QUE PODEMOS FAZER

Leia mais

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011 Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade Julho/2011 GESPÚBLICA Perfil do Facilitador Servidor de carreira que tenha credibilidade Bom relacionamento interpessoal Acesso a alta administração

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Deming (William Edwards Deming)

Deming (William Edwards Deming) Abordagens dos principais autores relativas ao Gerenciamento da Qualidade. Objetivo: Estabelecer base teórica para o estudo da Gestão da Qualidade Procura-se descrever, a seguir, as principais contribuições

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

FTAD. Formação Técnica em Administração de Empresas. Gestão da Qualidade

FTAD. Formação Técnica em Administração de Empresas. Gestão da Qualidade FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Gestão da Qualidade Aula 5 O PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO Objetivo: Compreender os requisitos para obtenção de Certificados no Sistema Brasileiro de Certificação

Leia mais

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng.

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng. 01. O QUE SIGNIFICA A SIGLA ISO? É a federação mundial dos organismos de normalização, fundada em 1947 e contanto atualmente com 156 países membros. A ABNT é representante oficial da ISO no Brasil e participou

Leia mais

Programa de qualidade 5s 5 Sensos

Programa de qualidade 5s 5 Sensos Programa de qualidade 5s 5 Sensos 5s no Brasil No Brasil foi lançado em1991.o Brasil é o país campeão mundial de desperdícios,estatísticas comprovam que o desperdício está incorporado na cultura nacional.

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Gerência da Qualidade

Gerência da Qualidade Gerência da Qualidade Curso de Engenharia de Produção e Transportes PPGEP / UFRGS ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Temas Abordados Qualidade Ferramentas da Qualidade 5 Sensos PDCA/MASP Os Recursos Humanos e o TQM

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S. Introdução. Para que serve?

HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S. Introdução. Para que serve? HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S Introdução Basicamente consiste na determinação de organizar o local de trabalho, mantêlo arrumado e em ordem, limpo, mantendo as condições padronizadas e a disciplina necessárias

Leia mais

OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING

OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING 1. Estabelecer a constância de propósitos para a melhoria dos bens e serviços A alta administração deve demonstrar constantemente seu comprometimento com os objetivos

Leia mais

Origem do nome do programa 5S

Origem do nome do programa 5S Os Cinco Sensos PPGEP / UFRGS ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Origem do nome do programa 5S 5S s vem de cinco palavras japonesas que começam por S : SEIRI senso de utilização, seleção, descarte. SEITON senso de

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, mara@cnpma.embrapa.br RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma

Leia mais

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Resumo O presente case mostra como ocorreu o processo de implantação do Departamento Comercial em

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

1.Maior produtividade pela redução da perda de tempo procurando por objetos. - Só ficam no ambiente os objetos necessários e ao alcance da mão;

1.Maior produtividade pela redução da perda de tempo procurando por objetos. - Só ficam no ambiente os objetos necessários e ao alcance da mão; Sistema 5 S's Conceito: O Método "5S" foi a base da implantação do Sistema de Qualidade Total nas empresas. Surgiu no Japão, nas décadas de 50 e 60, após a Segunda Guerra Mundial, quando o país vivia a

Leia mais

Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas...

Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas... APRESENTAÇÃO O incremento da competitividade é um fator decisivo para a maior inserção das Micro e Pequenas Empresas (MPE), em mercados externos cada vez mais globalizados. Internamente, as MPE estão inseridas

Leia mais

Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação

Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação Benefícios! Quais são? Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação de condições e atos inseguros

Leia mais

Treinamentos Técnicos de Engenharia de Manutenção. JWB Engenharia

Treinamentos Técnicos de Engenharia de Manutenção. JWB Engenharia Treinamentos Técnicos de Engenharia de Manutenção Palestrante: Eng. José Wagner Braidotti Junior - Treinamentos 1) Indicadores de Desempenho da Manutenção Benchmarking 16 horas 2) 5 S Base para a Manutenção

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE Atualizado em 03/12/2015 GESTÃO DA QUALIDADE As ideias principais que baseiam o significado atual da qualidade são, basicamente, as seguintes: Atender às expectativas,

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

Treinamento Gestão da Qualidade - Cartilha

Treinamento Gestão da Qualidade - Cartilha Treinamento Gestão da Qualidade - Cartilha Apresentação A AGM está se estruturando nos princípios da Qualidade Total e nos requisitos da Norma NBR ISO 9001:2000, implantando em nossas operações o SGQ Sistema

Leia mais

LeanFoxSoluções em Gestão e Processos Industriais Ltda. 25 de junho Mogi das Cruzes

LeanFoxSoluções em Gestão e Processos Industriais Ltda. 25 de junho Mogi das Cruzes 25 de junho Mogi das Cruzes - Gestão Fabril: - Implantação de Melhorias e Sistemas de Gestão; - Estruturação e Desenvolvimento de Equipes; - Mentoring de Gestores para a Produtividade e Qualidade. - Otimização

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA

CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA REVISÃO DOS DADOS 04 RELAÇÃO DE CARGOS Auxiliar de Montagem Montador Supervisor de Produção Técnico de Programação da Produção Coordenador de Produção IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

O que é ISO 9001:2000?

O que é ISO 9001:2000? O que é ISO 9001:2000? Um guia passo a passo para a ISO 9001:2000 SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Conteúdo * SISTEMAS DA QUALIDADE ISO 9001:2000 E PDCA... 1 * OITO PRINCÍPIOS DE GESTÃO DA QUALIDADE...

Leia mais

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ANA LAURA CANASSA BASSETO (UTFPR) alcanassa@hotmail.com Caroline Marqueti Sathler (UTFPR)

Leia mais

PROGRAMA 5S: COMBINAÇÕES FUNDAMENTAIS PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES RESUMO

PROGRAMA 5S: COMBINAÇÕES FUNDAMENTAIS PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES RESUMO PROGRAMA 5S: COMBINAÇÕES FUNDAMENTAIS PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES Francislaine Pereira de Souza, Unisalesiano de Lins, e-mail: francislaine_ps@hotmail.com Janaina Fanali Daniel, Unisalesiano de Lins,

Leia mais

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE:

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE: 1 - INTRODUÇÃO Neste trabalho iremos enfocar a função do controle na administração. Trataremos do controle como a quarta função administrativa, a qual depende do planejamento, da Organização e da Direção

Leia mais

Sistemas de Gestão da Qualidade. Introdução. Engenharia de Produção Gestão Estratégica da Qualidade. Tema Sistemas de Gestão da Qualidade

Sistemas de Gestão da Qualidade. Introdução. Engenharia de Produção Gestão Estratégica da Qualidade. Tema Sistemas de Gestão da Qualidade Tema Sistemas de Gestão da Qualidade Projeto Curso Disciplina Tema Professor Pós-graduação Engenharia de Produção Gestão Estratégica da Qualidade Sistemas de Gestão da Qualidade Elton Ivan Schneider Introdução

Leia mais

9001:2000 - EPS - UFSC)

9001:2000 - EPS - UFSC) Implantação de um sistema de gestão da qualidade conforme a norma ISO 9001:2000 numa pequena empresa de base tecnológica, estudo de caso: Solar Instrumentação, Monitoração e Controle Ltda. Gustavo Slongo

Leia mais

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Simplificar e padronizar os processos internos, incrementando o atendimento ao usuário. Especificamente o projeto tem o objetivo de: Permitir

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental

Sistema de Gestão Ambiental Objetivos da Aula Sistema de Gestão Ambiental 1. Sistemas de gestão ambiental em pequenas empresas Universidade Federal do Espírito Santo UFES Centro Tecnológico Curso de Especialização em Gestão Ambiental

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

Qual a diferença entre gestão por processos e gestão de processos?

Qual a diferença entre gestão por processos e gestão de processos? Qual a diferença entre gestão por processos e gestão de processos? Gestão de processos significa que há processos sendo monitorados, mantidos sob controle e que estão funcionando conforme foi planejado.

Leia mais

MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000)

MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000) MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000) Ao longo do tempo as organizações sempre buscaram, ainda que empiricamente, caminhos para sua sobrevivência, manutenção e crescimento no mercado competitivo.

Leia mais

Formulário de Avaliação de Desempenho

Formulário de Avaliação de Desempenho Formulário de Avaliação de Desempenho Objetivos da Avaliação de Desempenho: A avaliação de desempenho será um processo anual e sistemático que, enquanto processo de aferição individual do mérito do funcionário

Leia mais

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex...

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... (/artigos /carreira/comopermanecercalmosob-pressao /89522/) Carreira Como permanecer calmo sob pressão (/artigos/carreira/como-permanecer-calmosob-pressao/89522/)

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

A GESTÃO DA PRODUÇÃO EM UM ALMOXARIFADO DE UM CANTEIRO DE OBRAS.

A GESTÃO DA PRODUÇÃO EM UM ALMOXARIFADO DE UM CANTEIRO DE OBRAS. A GESTÃO DA PRODUÇÃO EM UM ALMOXARIFADO DE UM CANTEIRO DE OBRAS. Marcelo ARAUJO (1); Luís Felipe SANTOS (2); Diego SOUSA (3); Wemerton Luis EVANGELISTA (4). 1Graduando do Curso Superior Tecnológico em

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

Prof Elly Astrid Vedam

Prof Elly Astrid Vedam Prof Elly Astrid Vedam Despertar e saber lidar com os mecanismos de liderança e se preparar para a gestão de pequenos e médios negócios; Identificar conflitos no ambiente de seu negócio, calculando e avaliando

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV MANUAL DA QUALIDADE Manual da Qualidade - MQ Página 1 de 15 ÍNDICE MANUAL DA QUALIDADE 1 INTRODUÇÃO...3 1.1 EMPRESA...3 1.2 HISTÓRICO...3 1.3 MISSÃO...4 1.4 VISÃO...4 1.5 FILOSOFIA...4 1.6 VALORES...5

Leia mais

A GESTÃO DA QUALIDADE COMO DIFERENCIAL NO DESENVOLVIMENTO DAS EMPRESAS

A GESTÃO DA QUALIDADE COMO DIFERENCIAL NO DESENVOLVIMENTO DAS EMPRESAS A GESTÃO DA QUALIDADE COMO DIFERENCIAL NO DESENVOLVIMENTO DAS EMPRESAS Laís da Silva Oliveira (G-UEM) Jéssica Moraes Andreossi (G-UEM) José Braz Hercos Junior Resumo O estudo de caso mostra a implantação

Leia mais

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 Narjara Bárbara Xavier Silva 2 Patrícia Morais da Silva 3 Resumo O presente trabalho é resultado do Projeto de Extensão da Universidade Federal da

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio

Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio Nome Desarrollo de Sistemas de Gobierno y Gestión en Empresas de Propiedad Familiar en el Perú Objetivo Contribuir

Leia mais

Política de Logística de Suprimento

Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração

Leia mais

Experiência: Sistema PIER e Gestão por Resultados (Painel de Indicadores Estratégicos)

Experiência: Sistema PIER e Gestão por Resultados (Painel de Indicadores Estratégicos) Experiência: Sistema PIER e Gestão por Resultados (Painel de Indicadores Estratégicos) SERPRO - Serviço Federal de Processamento de Dados Ministério da Fazenda Responsável: Adinilson Martins da Silva Técnico

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

Projetos. Projeto Busca Pela Excelência em Serviços Prestados aos Consumidores IV (Projeto PROCON IV)

Projetos. Projeto Busca Pela Excelência em Serviços Prestados aos Consumidores IV (Projeto PROCON IV) Projetos Projeto Busca Pela Excelência em Serviços Prestados aos Consumidores IV (Projeto PROCON IV) O Projeto PROCON está reiniciando. Em sua 4ª edição, o Projeto promete continuar evoluindo e atingindo

Leia mais

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2.1 IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO Um ponto muito importante na administração é a sua fina relação com objetivos, decisões e recursos, como é ilustrado na Figura 2.1. Conforme

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

Bases para um Sistema Integrado de Gestão voltado para o alto desempenho Irene Szyszka

Bases para um Sistema Integrado de Gestão voltado para o alto desempenho Irene Szyszka Bases para um Sistema Integrado de Gestão voltado para o alto desempenho Irene Szyszka PGQP - Direitos Reservados 1 A Concorrência PGQP - Direitos Reservados 2 O negócio, o mercado e a sociedade Pressão

Leia mais

Pesquisa de Clima tornou-se uma ação estratégica de Gestão de Pessoas

Pesquisa de Clima tornou-se uma ação estratégica de Gestão de Pessoas Pesquisa de Clima tornou-se uma ação estratégica de Gestão de Pessoas Boas propostas são essenciais para que uma gestão tenha êxito, mas para que isso ocorra é fundamental que os dirigentes organizacionais

Leia mais

PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO

PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO ESPÍRITO SANTO FACASTELO Faculdade De Castelo Curso de Administração Disciplina: Qualidade e Produtividade PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO 1 Profa.: Sharinna

Leia mais

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades 1. DESCRIÇÕES DO CARGO - ESPECIALISTA EM DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA NUCLEAR E DEFESA a) Descrição Sumária Geral Desenvolver, projetar, fabricar,

Leia mais

Sistema de gestão de segurança e saúde no trabalho em uma empresa de fabricação de sucos e polpas de frutas

Sistema de gestão de segurança e saúde no trabalho em uma empresa de fabricação de sucos e polpas de frutas Sistema de gestão de segurança e saúde no trabalho em uma empresa de fabricação de sucos e polpas de frutas Cristiane Kelly F. da Silva(UFPB) criskfsilva@yahoo.com.br Derylene da Fonseca Ferreira (UFPB)

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

O R I G E N S JAPÃO DO PÓS-GUERRA KAORU ISHIKAWA. Treinamento

O R I G E N S JAPÃO DO PÓS-GUERRA KAORU ISHIKAWA. Treinamento O R I G E N S 1 9 5 0 JAPÃO DO PÓS-GUERRA KAORU ISHIKAWA O B J E T I V O S Preparar uma empresa, ou qualquer espaço físico para uma intervenção de melhoria no ambiente. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ü Melhorar

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014 Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 Este relatório baseia-se nas respostas apresentadas no Inventário de Análise Pessoal comportamentos observados através questionário

Leia mais

ISO 9001. As três primeiras seções fornecem informações gerais sobre a norma, enquanto as cinco últimas centram-se na sua implementação.

ISO 9001. As três primeiras seções fornecem informações gerais sobre a norma, enquanto as cinco últimas centram-se na sua implementação. ISO 9001 A ISO 9001 é um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) standard que exige que uma dada organização satisfaça as suas próprias exigências e as dos seus clientes e reguladores. Baseia-se numa metodologia

Leia mais

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL Alessandro Siqueira Tetznerl (1) : Engº. Civil - Pontifícia Universidade Católica de Campinas com pós-graduação em Gestão de Negócios

Leia mais

Unidade IV PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. Prof. Léo Noronha

Unidade IV PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. Prof. Léo Noronha Unidade IV PROCESSOS ORGANIZACIONAIS Prof. Léo Noronha As normas podem ser separadas em dois grandes grupos Normas de produtos ou serviços; Normas de sistemas de gestão. Estas definem os processos administrativos

Leia mais

XXII Congresso de Pós-graduação da UFLA 14 a 18 de outubro de 2013

XXII Congresso de Pós-graduação da UFLA 14 a 18 de outubro de 2013 ANÁLISE DO AMBIENTE DE TRABALHO MEDIANTE EMPREGO DA FERRAMENTA 10S THAMIRIS MARIA GARCIA SILVEIRA 1, SIMONE ROCHA RESENDE 2, HERALDO COLOM- BO JÚNIOR 3, ANDRÉ KAZUO KOBAYASHI 4, ALEXANDRE DE PAULA PERES

Leia mais

O IMPACTO DA UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE PROJETOS NAS EMPRESAS

O IMPACTO DA UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE PROJETOS NAS EMPRESAS O IMPACTO DA UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE PROJETOS NAS EMPRESAS Nadia Al-Bdywoui (nadia_alb@hotmail.com) Cássia Ribeiro Sola (cassiaribs@yahoo.com.br) Resumo: Com a constante

Leia mais

Gestão da qualidade. Prof. André Jun Nishizawa

Gestão da qualidade. Prof. André Jun Nishizawa Gestão da qualidade Prof. Conceitos O que é qualidade? Como seu conceito se alterou ao longo do tempo? O que é gestão da qualidade e como foi sua evolução? Quem foram os principais gurus da qualidade e

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Como implementar a norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 em um laboratório

Como implementar a norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 em um laboratório Como implementar a norma ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 em um laboratório Para obter a acreditação o laboratório deve implementar um sistema de gestão da qualidade com especial atenção para os aspectos da

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

Treinamentos Técnicos de Engenharia de Manutenção. JWB Engenharia

Treinamentos Técnicos de Engenharia de Manutenção. JWB Engenharia Treinamentos de de Manutenção Treinamentos Técnicos de de Manutenção Treinamentos de de Manutenção Treinamentos 1) Indicadores de Desempenho da Manutenção Benchmarking 16 horas 2) 5 S Base para a Manutenção

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo:

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo: Perguntas e respostas sobre gestão por processos 1. Gestão por processos, por que usar? Num mundo globalizado com mercado extremamente competitivo, onde o cliente se encontra cada vez mais exigente e conhecedor

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. O que são palestras

Leia mais

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Não há mais dúvidas de que para as funções da administração - planejamento, organização, liderança e controle

Leia mais

Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015

Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015 Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015 As 15 Melhores Práticas em Gestão de Pessoas no Pará VIII Edição 1 Pesquisa Prazer em Trabalhar Ano VI Parceria Gestor Consultoria e Caderno Negócios Diário do Pará A

Leia mais

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento M A N U A L TREINAMENTO 1. Introdução A velocidade das mudanças tecnológicas, o aumento da diversidade nos locais de trabalho e a acentuada mobilidade dos trabalhadores atuais são aspectos do mundo contemporâneo

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 3 METODOLOGIA DA PESQUISA O objetivo principal deste estudo, conforme mencionado anteriormente, é identificar, por meio da percepção de consultores, os fatores críticos de sucesso para a implementação

Leia mais

Teoria e Prática. Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009. Rosaldo de Jesus Nocêra, PMP, PMI-SP, MCTS. do PMBOK do PMI. Acompanha o livro:

Teoria e Prática. Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009. Rosaldo de Jesus Nocêra, PMP, PMI-SP, MCTS. do PMBOK do PMI. Acompanha o livro: Gerenciamento de Projetos Teoria e Prática Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009 do PMBOK do PMI Acompanha o livro: l CD com mais de 70 formulários exemplos indicados pelo PMI e outros desenvolvidos

Leia mais

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Avaliação de: Sr. Mario Exemplo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Leia mais

FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA

FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA 04) O que é uma Norma Aquilo que se estabelece como base ou medida para a realização

Leia mais

TPM Planejamento, organização, administração

TPM Planejamento, organização, administração TPM Planejamento, organização, administração A UU L AL A Durante muito tempo as indústrias funcionaram com o sistema de manutenção corretiva. Com isso, ocorriam desperdícios, retrabalhos, perda de tempo

Leia mais

Gestão da qualidade. Prof. André Jun Nishizawa

Gestão da qualidade. Prof. André Jun Nishizawa Gestão da qualidade Prof. Conceitos O que é qualidade? Como seu conceito se alterou ao longo do tempo? O que é gestão da qualidade e como foi sua evolução? Quem foram os principais gurus da qualidade e

Leia mais

QUALIDADE II. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves 09/08/2012. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves

QUALIDADE II. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves 09/08/2012. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves QUALIDADE II Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor

Leia mais

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável Felipe de Oliveira Fernandes Vivemos em um mundo que está constantemente se modificando. O desenvolvimento de novas tecnologias

Leia mais

SIMPROS 2001. Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos

SIMPROS 2001. Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos Adilson Sérgio Nicoletti Blumenau, SC - setembro de 2001 Conteúdo Apresentação

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA MOTIVACIONAL

PESQUISA DE CLIMA MOTIVACIONAL PESQUISA DE CLIMA MOTIVACIONAL Relatório e Análise 2005 Introdução: ``Para que a Construtora Mello Azevedo atinja seus objetivos é necessário que a equipe tenha uma atitude vencedora, busque sempre resultados

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (D.O 01 revisão 05, de 22 de março de 2011) 2 SUMÁRIO PARTE I INTRODUÇÃO

Leia mais

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br POR QUE ESCREVEMOS ESTE E-BOOK? Nosso objetivo com este e-book é mostrar como a Gestão de Processos

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL. Modelo da Série NBR ISO 9000

GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL. Modelo da Série NBR ISO 9000 GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL Modelo da Série NBR ISO 9000 Modelo da Série NBR ISO 9000 A Garantia da Qualidade requer uma ação coordenada de todo sistema produtivo da empresa, do fornecedor de insumos de

Leia mais

5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação

5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação 5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação Introdução Década de 50 Japão tenta se reerguer da derrota sofrida na Segunda Grande. Profissionais dos Estados Unidos vão ao Japão a ensinar como

Leia mais

Conceitos. Conceitos. Histórico. Histórico. Disciplina: Gestão de Qualidade ISSO FATEC - IPATINGA

Conceitos. Conceitos. Histórico. Histórico. Disciplina: Gestão de Qualidade ISSO FATEC - IPATINGA Disciplina: FATEC - IPATINGA Gestão de ISSO TQC - Controle da Total Vicente Falconi Campos ISO 9001 ISO 14001 OHSAS 18001 Prof.: Marcelo Gomes Franco Conceitos TQC - Total Quality Control Controle da Total

Leia mais