O MERCADO BRASILEIRO PARA PAPEL UTILIZADO NA FABRICAÇÃO DE PAPEL HIGIÊNICO/TOUCADOR EQUATORIANO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O MERCADO BRASILEIRO PARA PAPEL UTILIZADO NA FABRICAÇÃO DE PAPEL HIGIÊNICO/TOUCADOR EQUATORIANO"

Transcrição

1 O MERCADO BRASILEIRO PARA PAPEL UTILIZADO NA FABRICAÇÃO DE PAPEL HIGIÊNICO/TOUCADOR EQUATORIANO Identificação do produto Como definido na Tarifa Externa Comum (TEC) 1, o papel utilizado na fabricação de papel higiênico/toucador compreende os seguintes códigos na Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM): pasta de celulose e mantas de fibras de celulose; e outros. No grupo de papel utilizado na fabricação de papel higiênico/toucador, incluem-se lenços de maquilagem, toalhas e de outros artigos semelhantes para uso doméstico. Incluem-se, ainda, pasta de celulose e mantas de fibras de celulose, mesmo encrespados, plissados, gofrados, estampados, perfurados, coloridos à superfície, decorados ou impressos, em rolos ou em folhas. O item abrange duas categorias de produtos: Os papéis dos tipos utilizados para fabricação de papéis higiênicos e de toucador, lenços de maquilagem, toalhas (inclusive de mãos), e de outros artigos semelhantes para uso doméstico, de higiene ou de toucador; e A pasta ( ouate ) de celulose e as mantas de fibras de celulose. A pasta ( ouate ) de celulose é constituída por uma manta de fibras de celulose de formação aberta, com uma frisagem superior a 35%, em que o peso anterior à frisagem pode atingir 20 g/m2 (por camada); é constituída por uma ou várias camadas. As mantas de fibras de celulose, designadas tissues, são formadas por uma manta de fibras de celulose, de formação fechada, com uma frisagem máxima de 35%, em que o peso anterior à frisagem pode atingir 20 g/m2 (por camada). O tissue pode ser constituído por uma ou várias camadas. 2 Características gerais do mercado Conforme estudo elaborado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Papéis para Fins Sanitários 3, cerca de 6% do volume de papéis produzidos no mundo são do tipo tissue, utilizados para fins sanitários. São apresentados em folhas ou rolos e empregados nos domicílios, empresas e instituições para a absorção ou remoção de umidade, matérias graxas e sujeira. Ainda, segundo o estudo do BNDES, a taxa de aumento no consumo de papel tissue foi superior àquelas apresentadas para o papel-cartão e para o papel de imprensa, atrás somente daqueles destinados à embalagem e à escrita/impressão. Do total do papel tissue produzido no mundo, 76% são utilizados para a fabricação de papel higiênico; 18% para toalhas; 4% para guardanapos; e 2% para fabricação de lenços.

2 A produção mundial de papel para uso doméstico e sanitário foi da ordem de 23,1 milhões de toneladas métricas em Desse montante, os Estados Unidos foram responsáveis por 28,1%, seguidos pela China (16,0%); Japão (7,4%); Itália (6,1%); e Alemanha (4,8%) 4. O Brasil garantiu o 10º lugar entre os principais produtores, com aproximadamente 3% do total mundial. A produção equatoriana foi de cerca de 13 toneladas métricas, correspondendo a 0,04% da produção mundial. No ranking dos principais produtores, o Equador ocupou a 58ª posição. 5 País Produção mundial de papel para uso doméstico e sanitário, 2004 Milhões de toneladas métricas Part.% Estados Unidos 6,5 28,1% China 3,7 16,0% Japão 1,7 7,4% Itália 1,4 6,1% Alemanha 1,1 4,8% Subtotal 14,4 62,3% Outros países 8,7 37,7% Total 23,1 100,0% Fonte: FAO/Faostat. No que se refere ao comércio mundial do produto, de acordo com estatísticas da UNCTAD/ITC/Trademap 6, observa-se significativo crescimento médio entre 2000 e 2004, da ordem de 9% ao ano. Os mercados norteamericano e europeu dominaram o setor, tanto nas exportações como nas importações, totalizando, em conjunto, mais de 65% do volume comercializado. As exportações mundiais 7 apresentaram crescimento significativo, atingindo US$ 2,1 bilhões em Regionalmente, os principais exportadores, em 2004, foram os países europeus, responsáveis por cerca de 64% das vendas. Em seguida, posicionaram-se: América (22%); Ásia (12%); e Oceania (2%). Nesse ano, foram listados 102 países exportadores, porém somente 22 apresentaram participação no total igual ou maior do que 1%. Os principais mercados vendedores foram: Alemanha (13,8% do total); Itália (12,5%); Suécia (7,6%); Estados Unidos (7,5%); Canadá (7,2%); França (6,7%); Luxemburgo (3,6%) e Espanha (3,0%). O Brasil posicionou-se como o 16º principal exportador, com fatia de mercado em torno de 1,5%, na frente do Equador, que ocupou, nesse mesmo ano, o 45º lugar, com 0,3% do mercado. Pelo lado das importações mundiais 8, o incremento médio ocorrido no volume comercializado entre 2000 e 2004 foi da ordem de 7,9% ao ano passando de 1,4 milhão de toneladas para 1,9 milhão de toneladas. Já em valores, no mesmo período, verifica-se que o crescimento foi mais expressivo, de 10,7% ao ano, em média, quando as compras passaram de US$ 1,4 bilhão para US$ 2,1 bilhões. Os países europeus são também os maiores importadores mundiais, absorvendo cerca de 58% das vendas globais em Destacaram-se em 2

3 seguida a América (23%), a Ásia (12%) e a Oceania (5%). Individualmente a Alemanha, que é a principal exportadora, também figurou como principal vendedora do produto, abastecendo mais de 11% do mercado. Em 2004, os principais países compradores foram: Alemanha (11,4% do total); Estados Unidos (11,2%); Reino Unido (8,9%); França (7,3%); Espanha (6,8%); Itália (4,1%); Canadá (3,7%); México (3,5%); e Austrália (3,2%). O Brasil absorveu cerca de 0,2% do total importado pelo mundo, posicionando-se no 53º lugar entre os maiores importadores. 9 Exportadores mundiais, 2004 Importadores mundiais, 2004 Países Part.% Países Part.% Alemanha 13,8% Alemanha 11,4% Itália 12,5% Estados Unidos 11,2% Suécia 7,6% Reino Unido 8,9% Estados Unidos 7,5% França 7,3% Canadá 7,2% Espanha 6,8% França 6,7% Itália 4,1% Luxemburgo 3,6% Canadá 3,7% Espanha 3,0% México 3,5% México 2,8% Austrália 3,2% Reino Unido 2,6% Bélgica 2,7% Indonésia 2,5% Polônia 2,3% Finlândia 2,4% Hungria 2,0% Subtotal 72,1% Subtotal 66,9% Outros países 27,9% Outros países 33,1% Total 100,0% Total 100,0% Fonte: UNCTAD/ITC/Trademap. Perfil do mercado brasileiro A produção brasileira de papel de uso doméstico e sanitário ( tissue ), em 2004, segundo a FAO 10, foi em torno de 732 mil toneladas métricas, das quais cerca de 5,9% foram exportadas 11. O consumo aparente da posição , (medido pela contabilização da produção + importação exportação) foi de aproximadamente 690 mil toneladas, em O consumidor doméstico é responsável por 85% das vendas totais, ficando as empresas e instituições com 15%. No entanto, essa demanda de empresas/instituições vem apresentando crescimento superior àquele apresentado na demanda doméstica ao longo dos anos. As principais regiões consumidoras de papel tissue são as zonas urbanas, destacando-se a grande São Paulo e a grande Rio de Janeiro, que, juntas, absorvem cerca de 27% do total. No que se refere ao consumo brasileiro por tipo de papel, nota-se que o tissue responde por 7% e detém o quinto lugar, conforme discriminado a seguir: 12 embalagem (35%); escrita/impressão (30%); cartão (13%); imprensa (12%); sanitários tissue (7%); e 3

4 outros (3%). Quanto ao comércio exterior brasileiro 13 do produto, constata-se o movimento, nos últimos 10 anos, de aproximadamente US$ 21,7 milhões, em média, conferindo crescimento da ordem de 8,4% ao ano. Em valores, as transações comerciais passaram de US$ 19,1 milhões em 1996, para US$ 39,5 milhões em O Brasil é exportador líquido de papel para fabricação de papel higiênico ou de toucador e papel tissue. As exportações brasileiras mostraram crescimento médio da ordem de 5,4% ao ano, evoluindo de US$ 20,6 milhões, em 1996, para US$ 33,1 milhões, em No intervalo de 1996 a 2000, as vendas brasileiras foram marcadas por oscilações, sendo que, a partir de 2001, experimentaram expressivo crescimento, de até 82% por ano. Comércio exterior brasileiro de papel para fabricação de papel higiênico e de toucador, (US$ mil) Ano Exportações Importações Saldo Fonte: MDIC/SECEX/Aliceweb. Ainda de acordo com as estatísticas do AliceWeb 14, o saldo da balança comercial do produto, no decênio de , apresentou-se superavitário em todo o intervalo. Entre 2003 e 2005, houve uma diminuição gradativa do saldo, face à expansão ocorrida nos valores importados. Em 2005, foi contabilizado superávit da ordem de US$ 26,6 milhões. Perfil das importações 15 As importações brasileiras do produto, nos últimos 10 anos, mostraram crescimento médio anual de 3,9% e, em valores, passaram de US$ 4,6 milhões, em 1996, para US$ 6,5 milhões, em Nota-se que, nesse período, as compras brasileiras apresentaram-se instáveis, com altas taxas de decréscimo, mas a partir de 2001, foram verificados crescimentos gradativos, chegando a 2005 com expansão de 62,1%. Em volume, os desembarques do produto no Brasil cresceram, em média, 6,5% ao ano, passando de 4,1 mil toneladas em 1996, para 7,2 mil toneladas, em

5 Principais países fornecedores 16 O universo dos fornecedores ao mercado brasileiro de papel para fabricação de papel higiênico ou de toucador e de papel tissue tem-se limitado a poucos países. Em 2005, por exemplo, 11 mercados foram responsáveis pela totalidade importada, destacando-se, dentre esses, os países da América do Sul e os Estados Unidos, que, juntos, foram responsáveis por mais de 90% das compras brasileiras do produto. Quanto ao comportamento da origem da importação brasileira, a análise das estatísticas demonstra o processo de instabilidade apresentado no mercado fornecedor nos últimos dez anos. Até 1996, os países da América do Sul respondiam por mais de 90% das compras. Entretanto, foi iniciada a partir daí uma tendência declinante dos valores comercializados, atingindo em 2003 apenas 0,9% do total. No biênio de , as compras brasileiras provenientes dos países sul-americanos voltaram a experimentar aumentos, cujas participações no total foram elevadas para 5% e 6%, respectivamente. Comportamento oposto apresentaram as importações originárias do mercado norte-americano. A participação do país no total das compras brasileiras passou de 0,8% em 1996, para 92,2% em Contudo, entre 2004 e 2005, foi verificada forte redução nas importações provenientes daquele país, e a participação no total diminuiu gradativamente, atingindo 59%, em Vale salientar a redução ocorrida nas compras da Argentina e da Venezuela. No caso argentino, a participação no total das compras em 1996 foi da ordem de 54,3%, caindo para 2,4% em A Venezuela, por sua vez, após registrar participação de 39,9% no total importado pelo Brasil em 1996, não apresentou números significativos no resto do período. Em 2004, os principais mercados exportadores ao Brasil foram: Estados Unidos (59% do total); Chile (27%); Países Baixos (5,8%); Paraguai (3,7%); Argentina (2,4%); Espanha (1,2%); e Japão (0,7%). Não foram contabilizadas, nos últimos 10 anos, importações brasileiras originárias do Equador. Importações brasileiras de papel para fabricação de papel higiênico e de toucador, por país, (US$ mil) País Valor Part.% Valor Part.% Valor Part.% Estados Unidos , , ,0 Chile 0 0, , ,0 Países Baixos 0 0, , ,8 Paraguai 0 0,0 23 0, ,7 Argentina 27 0,9 20 0, ,4 Espanha 2 0,1 27 0,7 80 1,2 Japão 30 1,0 20 0,5 47 0,7 Subtotal , , ,9 Outros países 181 5,9 27 0,7 5 0,1 Total , , ,0 Fonte: MDIC/SECEX/Aliceweb. 5

6 Questões logísticas 17 Os modais de transporte utilizados na importação brasileira de papel para fabricação de papel higiênico ou de toucador e de papel tissue, em 2005, foram os seguintes: marítimo (93,1% do total); rodoviário (6,1%) e aéreo (0,8%). A carga marítima foi desembarcada nos portos de Santos-SP (71% do total) e de Manaus (29%). As mercadorias transportadas por via rodoviária utilizaram as rodovias de Foz do Iguaçu (61% do total) e de São Borja-RS (39%). Por último, o desembarque via aérea no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-RJ foi de cerca de 92% do total e o restante distribuído entre o Aeroporto Internacional de São Paulo-SP, o Internacional de Campinas-SP, o de Manuas-AM, o de Curitiba- PR e o de Belém-PA. Tratamento tarifário 18 O Imposto de Importação (II) incidente nas compras brasileiras de papel para a fabricação de papel higiênico ou de toucador é de 12%. O produto é tributado, também, pelo Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), imposto de competência estadual, cuja alíquota varia, normalmente, de 0 a 25%, em função da essencialidade ou seletividade do produto, podendo ultrapassar esse percentual em alguns casos, por exemplo, de serviços de telecomunicação (30%). Incidem, ainda, sobre a mercadoria, as tarifas referentes aos Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público - PIS/PASEP - (1,65%) e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins - (7,6%), além do Imposto sobre Produtos Industrializados IPI (5%). No âmbito do MERCOSUL, o Brasil concede preferências tarifárias a alguns países da América do Sul. É o caso, por exemplo, do Equador com margem de preferência de 61% na subposição Ou seja, o produto equatoriano entra no Brasil com Imposto de Importação de 4,7%. Na subposição , a preferência concedida ao Equador é de 80%, ou seja, o II incidente no subitem é de 2,4%. Tratamento administrativo 19 A importação brasileira de papel para fabricação de papel higiênico e de toucador não está sujeita a controle prévio ou ao cumprimento de condições especiais e terão a dispensa do licenciamento pelo SISCOMEX, quando do preenchimento da Declaração de Importação. Empresas equatorianas exportadoras Empresários brasileiros interessadas em fazer negócios com o Equador poderão ter acesso a informações no sítio de promoção comercial desse país, Corporación de Promoción de Exportaciones e Inversiones del Ecuador CORPEI (http://www.ecuadorexporta.org). 6

7 Empresas brasileiras importadoras 20 Ciente da importância de apresentar diretório importador para produtos da demanda brasileira, o Ministério das Relações Exteriores (MRE), em parceria com a Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex), lançou em 2006, no âmbito do Programa de Substituição Competitiva de Importações (PSCI), o Catálogo de Importadores Brasileiros (CIB). O catálogo foi produzido a partir de informações obtidas diretamente das empresas importadoras, em atendimento a consulta específica da Funcex. Trata-se de uma iniciativa pioneira e que vem ao encontro das tradicionais demandas da comunidade empresarial sul-americana. O CIB, disponível em formato eletrônico e na BrazilTradeNet ( PSCI ), traz dados completos de empresas importadoras e permite consulta tanto por código quanto por nome da empresa importadora. É possível, ainda, realizar a consulta por faixas de valor importado. Tendo em vista a necessidade de facilitar as consultas, foi adotada a nomenclatura do Sistema Harmonizado (SH), em nível de seis dígitos (SH 6). As empresas relacionadas no catálogo representaram mais de 80% do volume importado pelo País anualmente. O CIB está disponível em português, espanhol e inglês. Entretanto, conforme salientado, as listagens do CIB não são exaustivas. Compreendem apenas as empresas que se dispuseram a responder questionário encaminhado pela Funcex, a respeito do perfil importador das firmas brasileiras. No que tange ao papel para fabricação de papel higiênico ou de toucador e pastas de celulose, o CIB apresenta quatro empresas brasileiras importadoras, cujos dados completos poderão ser obtidos diretamente no Catálogo: Fouad Center Exportadora de Manufaturados Ltda. Fax: Kimberly Clark Kenko Ind. e Com. Ltda. Fax: Procter e Gamble do Brasil S.A. Fax: Santher Fábrica de Papel Santa Therezinha S.A. Fax: Ainda com referência ao universo de empresas importadoras do produto em questão, cumpre esclarecer que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil (MDIC) dispõe de relação completa das empresas brasileiras importadoras do Equador. Tal relação, contudo, não permite realizar as consultas utilizando como variável o código dos produtos. O endereço eletrônico da Secretaria de Comércio Exterior do MDIC é: sticas/empexpimp_importadoras.php 7

8 Endereços úteis Dentre outros, poderão ser de interesse os seguintes endereços das representações diplomáticas do Equador no Brasil e das brasileiras no Equador, cujos dados completos encontram-se disponíveis no sítio do Ministério das Relações Exteriores (http://www.mre.gov.br): Embaixada do Equador em Brasília - DF SHIS - QL 10 - Conjunto 8 - Casa Brasília - DF Telefones: (061) / 5660 / 3480 Fax: (061) Expediente: segunda a sexta-feira de 9h00 às 15h00 Consulado do Equador em Recife - PE Av. Boa Viagem 4298, Sala 01 Boa Viagem Recife - PE Tel.: (81) Embaixada do Brasil em Quito Edifício España Av. Amazonas 1429 Y Colon - Pisos 9º y 10º Caixa postal Quito - Equador Telefones: (5932) / 3115 / 3141 / 3142 Fax: (5932) Sítio: Outros endereços Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) (http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/inicial/index.php) Ministério das Relações Exteriores (http://www.mre.gov.br/) BrazilTradeNet (http://www.braziltradenet.gov.br/) Receita Federal (http://www.receita.fazenda.gov.br) 8

9 1 Tarifa Externa Comum TecWin 2006 Acesso em 20/06/06. A Tarifa Externa Comum (TEC) foi implantada no Brasil pelo Decreto 1343/94. A TecWin é a versão eletrônica da TEC, que contempla o tratamento tarifário e administrativo aplicado às importações brasileiras. É atualizada diariamente via internet e está disponível em 2 Idem. 3 Acesso em 23/06/ Banco de dados da FAO. Acesso em 23/06/06. 5 Idem. 6 O Trademap é uma ferramenta de análise de mercados, cobrindo produtos e 180 países. É desenvolvido pela Seção de Análise de Mercados do International Trade Centre (ITC), da UNCTAD/OMC. Disponível na BrazilTradeNet (www.braziltradenet.gov.br) Acesso em 21/06/06. O Trademap também está disponível, em inglês, no sítio do ITC (www.intracen.org). 7 Idem. 8 Acesso em 23/06/06. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mantém o sistema AliceWeb. O AliceWeb disponibiliza estatísticas, em meio eletrônico, das importações e exportações brasileiras, por produtos e países de destino. Para tanto, utiliza o Sistema Harmonizado de Designação e de Codificação de Mercadorias, ou simplesmente Sistema Harmonizado (SH). 8 Idem. 9 Idem. 10 Idem. 11 Acesso em 23/06/06. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mantém o sistema AliceWeb. O AliceWeb disponibiliza estatísticas, em meio eletrônico, das importações e exportações brasileiras, por produtos e países de destino. Para tanto, utiliza o Sistema Harmonizado de Designação e de Codificação de Mercadorias, ou simplesmente Sistema Harmonizado (SH) Estudo Mercado do Papel Acesso em 23/06/ AliceWeb Acesso em 26/06/ Idem. 15 Idem. 16 Idem. 17 Idem. 18 TecWin Acesso em 26/06/06 19 Idem. 20 Catálogo de Importadores Brasileiros CIB. Disponível na BrazilTradeNet/PSCI. Acesso em 27/06/06. Brasília, junho de

O MERCADO BRASILEIRO PARA PARTES DE MÁQUINAS DE SONDAGEM OU DE PERFURAÇÃO BOLIVIANAS

O MERCADO BRASILEIRO PARA PARTES DE MÁQUINAS DE SONDAGEM OU DE PERFURAÇÃO BOLIVIANAS O MERCADO BRASILEIRO PARA PARTES DE MÁQUINAS DE SONDAGEM OU DE PERFURAÇÃO BOLIVIANAS Identificação do produto Partes de máquinas de sondagem ou de perfuração, das posições 8430.41 (autopropulsadas: máquinas

Leia mais

O MERCADO BRASILEIRO PARA SULFATO DE POTÁSSIO ORIGINÁRIO DO CHILE

O MERCADO BRASILEIRO PARA SULFATO DE POTÁSSIO ORIGINÁRIO DO CHILE O MERCADO BRASILEIRO PARA SULFATO DE POTÁSSIO ORIGINÁRIO DO CHILE Identificação do Produto A subposição 3104.30 compreende os fertilizantes potássicos. Especificamente, o produto está assim classificado:

Leia mais

O MERCADO BRASILEIRO PARA PAPEL JORNAL CHILENO

O MERCADO BRASILEIRO PARA PAPEL JORNAL CHILENO O MERCADO BRASILEIRO PARA PAPEL JORNAL CHILENO Identificação do Produto A subposição 4801.00 compreende o papel jornal, em rolos ou em folhas. O produto em exame está classificado no item 4801.00.10 papel

Leia mais

MERCADO BRASILEIRO PARA GELATINAS E SEUS DERIVADOS EQUATORIANOS

MERCADO BRASILEIRO PARA GELATINAS E SEUS DERIVADOS EQUATORIANOS MERCADO BRASILEIRO PARA GELATINAS E SEUS DERIVADOS EQUATORIANOS Identificação do produto Gelatinas (incluídas as apresentadas em folhas de forma quadrada ou retangular, mesmo trabalhadas na superfície

Leia mais

O MERCADO BRASILEIRO PARA GARRAFÕES, GARRAFAS, FRASCOS E ARTIGOS SEMELHANTES DE PLÁSTICO PERUANOS

O MERCADO BRASILEIRO PARA GARRAFÕES, GARRAFAS, FRASCOS E ARTIGOS SEMELHANTES DE PLÁSTICO PERUANOS O MERCADO BRASILEIRO PARA GARRAFÕES, GARRAFAS, FRASCOS E ARTIGOS SEMELHANTES DE PLÁSTICO PERUANOS Identificação do produto Garrafões, garrafas, frascos e artigos semelhantes de plástico, conforme informações

Leia mais

O MERCADO BRASILEIRO DE PNEUS PARA AUTOMÓVEIS, ORIGINÁRIOS DO CHILE

O MERCADO BRASILEIRO DE PNEUS PARA AUTOMÓVEIS, ORIGINÁRIOS DO CHILE O MERCADO BRASILEIRO DE PNEUS PARA AUTOMÓVEIS, Identificação do Produto ORIGINÁRIOS DO CHILE Os pneus aos quais o estudo se refere são classificados, na Tarifa Externa Comum (TEC), no subitem 4011.10.00.

Leia mais

O MERCADO BRASILEIRO PARA MÓVEIS DE MADEIRA BOLIVIANOS

O MERCADO BRASILEIRO PARA MÓVEIS DE MADEIRA BOLIVIANOS O MERCADO BRASILEIRO PARA MÓVEIS DE MADEIRA BOLIVIANOS Identificação do produto Tal como definido na Tarifa Externa Comum (TEC) 1, os móveis de madeira compreendem os seguintes códigos da Nomenclatura

Leia mais

O MERCADO BRASILEIRO DE PNEUS PARA CAMINHÕES E ÔNIBUS, ORIGINÁRIOS DA COLÔMBIA

O MERCADO BRASILEIRO DE PNEUS PARA CAMINHÕES E ÔNIBUS, ORIGINÁRIOS DA COLÔMBIA O MERCADO BRASILEIRO DE PNEUS PARA CAMINHÕES E ÔNIBUS, Identificação do Produto ORIGINÁRIOS DA COLÔMBIA O estudo contempla o subitem 4011.20.10 - pneumáticos novos de borracha, dos tipos utilizados em

Leia mais

Programa de Substituição Competitiva de Importações (PSCI) PERFIL DE PRODUTO

Programa de Substituição Competitiva de Importações (PSCI) PERFIL DE PRODUTO Programa de Substituição Competitiva de Importações (PSCI) PERFIL DE PRODUTO O MERCADO BRASILEIRO PARA CAVALAS, CAVALINHAS E SARDAS PERUANAS (NCM 0303.74.00) agosto de 2008 2 O MERCADO BRASILEIRO PARA

Leia mais

1.2 Papel e Celulose. Diagnóstico

1.2 Papel e Celulose. Diagnóstico 1.2 Papel e Celulose Diagnóstico A indústria de papel e celulose é caracterizada pelo alto grau de investimento e pela longa maturação. A escala de produção das fábricas de pastas celulósicas é, em geral,

Leia mais

PAPÉIS PARA FINS SANITÁRIOS. Angela Regina Pires Macedo Elizabete Tojal Leite*

PAPÉIS PARA FINS SANITÁRIOS. Angela Regina Pires Macedo Elizabete Tojal Leite* PAPÉIS PARA FINS SANITÁRIOS Angela Regina Pires Macedo Elizabete Tojal Leite* *Respectivamente, gerente e contadora da Gerência Setorial de Produtos Florestais do BNDES. As autoras agradecem a colaboração

Leia mais

PERFIL DO MERCADO BRASILEIRO PARA ALHOS FRESCOS OU REFRIGERADOS, ORIGINÁRIOS DA ARGENTINA

PERFIL DO MERCADO BRASILEIRO PARA ALHOS FRESCOS OU REFRIGERADOS, ORIGINÁRIOS DA ARGENTINA PERFIL DO MERCADO BRASILEIRO PARA ALHOS FRESCOS OU Identificação do Produto REFRIGERADOS, ORIGINÁRIOS DA ARGENTINA Com base na Tarifa Externa Comum (TEC), o estudo contempla o subitem 0703.20.90 (outros

Leia mais

17ª TRANSPOSUL FEIRA E CONGRESSO DE TRANSPORTE E LOGÍSTICA

17ª TRANSPOSUL FEIRA E CONGRESSO DE TRANSPORTE E LOGÍSTICA 17ª TRANSPOSUL FEIRA E CONGRESSO DE TRANSPORTE E LOGÍSTICA PALESTRA FALTA DE COMPETITIVIDADE DO BRASIL FRENTE AO MERCADO EXTERNO JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO Porto Alegre, 24 de JUNHO de 2015 2 - TEORIAS No

Leia mais

Cada grupo irá explorar os blocos econômicos que serão definidos em sala de aula.

Cada grupo irá explorar os blocos econômicos que serão definidos em sala de aula. Trabalho 01 dividido em 2 partes 1ª Parte Cada grupo irá explorar os blocos econômicos que serão definidos em sala de aula. 2ª Parte Perguntas que serão expostas após a apresentação da 1ª Parte, e que

Leia mais

Anuário Estatístico de Turismo - 2012

Anuário Estatístico de Turismo - 2012 Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Ministério do Turismo Anuário Estatístico de Turismo - 2012 Volume 39 Ano base 2011 Sumário I Turismo receptivo 1. Chegadas de turistas ao Brasil - 2010-2011

Leia mais

Estudo dos países da América Latina e América Central

Estudo dos países da América Latina e América Central Empresa têxtil E M P R E S A T Ê X T I L Estudo dos países da América Latina e América Central Produtos considerados: 6003.33.00/6006.31.00/6006.21.00/6006.22.00/6006.23.00/6006.42.00 1. Exportações brasileiras

Leia mais

&203/(;2$872027,92 EVOLUÇÃO DO COMÉRCIO EXTERIOR DO COMPLEXO AUTOMOTIVO. Angela M. Medeiros M. Santos João Renildo Jornada Gonçalves*

&203/(;2$872027,92 EVOLUÇÃO DO COMÉRCIO EXTERIOR DO COMPLEXO AUTOMOTIVO. Angela M. Medeiros M. Santos João Renildo Jornada Gonçalves* EVOLUÇÃO DO COMÉRCIO EXTERIOR DO COMPLEXO AUTOMOTIVO Angela M. Medeiros M. Santos João Renildo Jornada Gonçalves* * Respectivamente, gerente e economista da Gerência Setorial de Indústria Automobilística

Leia mais

NEGOCIOS INTERNACIONAIS EXPORTAÇÕES

NEGOCIOS INTERNACIONAIS EXPORTAÇÕES NEGOCIOS INTERNACIONAIS EXPORTAÇÕES MSc.RICARDO LOZANO PANORAMA DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS US$ bilhões Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Exportações Brasileiras 256 243 198

Leia mais

Grupo 3 - Cadeias em que oportunidades e ameaças são localizadas e ou se anulam

Grupo 3 - Cadeias em que oportunidades e ameaças são localizadas e ou se anulam Grupo 3 - Cadeias em que oportunidades e ameaças são localizadas e ou se anulam 3.1 Cosméticos Diagnóstico Os países desenvolvidos dominam o mercado mundial do setor de cosméticos, perfumaria e artigos

Leia mais

Anuário Estatístico de Turismo - 2013

Anuário Estatístico de Turismo - 2013 Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Ministério do Turismo Anuário Estatístico de Turismo - 2013 Volume 40 Ano base 2012 Guia de leitura Guia de leitura O Guia de Leitura tem o propósito de orientar

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2013

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2013 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2013 As exportações em março apresentaram aumento de +27,85% em relação a fevereiro. O valor exportado superou novamente a marca de US$ 1 bilhão, atingindo

Leia mais

O MERCADO BRASILEIRO PARA RODAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS ORIGINÁRIAS DA VENEZUELA

O MERCADO BRASILEIRO PARA RODAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS ORIGINÁRIAS DA VENEZUELA O MERCADO BRASILEIRO PARA RODAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS ORIGINÁRIAS DA VENEZUELA Identificação do Produto Com base na Tarifa Externa Comum (TEC) 1, o estudo contempla o subitem 8708.70.90 (outras rodas,

Leia mais

Comércio (Países Centrais e Periféricos)

Comércio (Países Centrais e Periféricos) Comércio (Países Centrais e Periféricos) Considera-se a atividade comercial, uma atividade de alto grau de importância para o desenvolver de uma nação, isso se dá pela desigualdade entre o nível de desenvolvimento

Leia mais

Disciplina: Comércio Internacional

Disciplina: Comércio Internacional COORDENADORIA DE TRANSPORTES Sumário 2 Disciplina: Comércio Internacional CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE COMÉRCIO INTERNACIONAL Exportação e Importação Conceitos Cambiais, Aduaneiros e Comerciais Formas de

Leia mais

CONTEXTO & PERSPECTIVA Boletim de Análise Conjuntural do Mercado de Flores e Plantas Ornamentais no Brasil Março 2011

CONTEXTO & PERSPECTIVA Boletim de Análise Conjuntural do Mercado de Flores e Plantas Ornamentais no Brasil Março 2011 CONTEXTO & PERSPECTIVA Boletim de Análise Conjuntural do Mercado de Flores e Plantas Ornamentais no Brasil Março 2011 2010: BALANÇO DO COMÉRCIO EXTERIOR DA FLORICULTURA BRASILEIRA Antonio Hélio Junqueira

Leia mais

VALOR E PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO E PAÍS DE DESTINO

VALOR E PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO E PAÍS DE DESTINO VALOR E PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO E PAÍS DE DESTINO 1 - CHINA 2 - ESTADOS UNIDOS 2014 34.292 84,4 4.668 11,5 1.625 4,0 6.370 23,6 5.361 19,8 13.667 50,6 2013 38.973 84,7 5.458 11,9

Leia mais

Comércio exterior. Dados gerais e do capítulo 30 da NCM relacionados ao comércio exterior do Brasil e do Estado de São Paulo.

Comércio exterior. Dados gerais e do capítulo 30 da NCM relacionados ao comércio exterior do Brasil e do Estado de São Paulo. Comércio exterior Dados gerais e do capítulo 30 da NCM relacionados ao comércio exterior do Brasil e do Estado de São Paulo. Janeiro 2015 Sindusfarma Gerência de Regulação de Mercados Índice Brasil...

Leia mais

3.2 Madeira e Móveis. Diagnóstico

3.2 Madeira e Móveis. Diagnóstico 3.2 Madeira e Móveis Diagnóstico Durante a década de 90, a cadeia produtiva de madeira e móveis sofreu grandes transformações em todo o mundo com conseqüentes ganhos de produtividade, a partir da introdução

Leia mais

Mercado em Foco: Chile

Mercado em Foco: Chile Mercado em Foco: Chile EXPOMIN, 2014 Breve estudo com informações sobre as perspectivas de negócios da economia do Chile. Apresentamos também uma análise do comércio exterior de máquinas e equipamentos

Leia mais

FÓRUM ESTADÃO BRASIL COMPETITIVO COMÉRCIO EXTERIOR

FÓRUM ESTADÃO BRASIL COMPETITIVO COMÉRCIO EXTERIOR FÓRUM ESTADÃO BRASIL COMPETITIVO COMÉRCIO EXTERIOR PAINEL 1 COMO AUMENTAR A PARTICIPAÇÃO DO PAÍS NO COMÉRCIO INTERNACIONAL E A COMPETITIVIDADE DOS PRODUTOS BRASILEIROS JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO São Paulo,

Leia mais

Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR

Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS NO AGRONEGÓCIO EM 1. RESULTADO

Leia mais

ARGENTINA Comércio Exterior

ARGENTINA Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC ARGENTINA Comércio Exterior Agosto de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Comentários gerais. consultoria em sistemas e processos em TI, que, com uma receita de R$ 5,6 bilhões, participou com 14,1% do total; e

Comentários gerais. consultoria em sistemas e processos em TI, que, com uma receita de R$ 5,6 bilhões, participou com 14,1% do total; e Comentários gerais Pesquisa de Serviços de Tecnologia da Informação - PSTI A investigou, em 2009, 1 799 empresas de TI com 20 ou mais Pessoas Ocupadas constantes do cadastro de empresas do IBGE e os produtos

Leia mais

2. COMO IMPORTAR 1 PLANEJAMENTO 2 CONTATOS COM POTENCIAIS FORNECEDORES 3 IDENTIFICAR NCM, TRATAMENTO ADMINISTRATIVO E TRIBUTÁRIO.

2. COMO IMPORTAR 1 PLANEJAMENTO 2 CONTATOS COM POTENCIAIS FORNECEDORES 3 IDENTIFICAR NCM, TRATAMENTO ADMINISTRATIVO E TRIBUTÁRIO. 1 2 2. COMO IMPORTAR 2.1. FLUXOGRAMA DE IMPORTAÇÃO 1 PLANEJAMENTO A fase de planejamento das importações é geralmente parte integrante do planejamento geral da empresa para atender sua necessidade de máquinas,

Leia mais

Brasil como maior exportador mundial de carne bovina: conquistas e desafios

Brasil como maior exportador mundial de carne bovina: conquistas e desafios Brasil como maior exportador mundial de carne bovina: conquistas e desafios João Ricardo Albanez Superintendente de Política e Economia Agrícola, Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de

Leia mais

O MERCADO BRASILEIRO PARA PÊRAS FRESCAS CHILENAS

O MERCADO BRASILEIRO PARA PÊRAS FRESCAS CHILENAS O MERCADO BRASILEIRO PARA PÊRAS FRESCAS CHILENAS Identificação do Produto As pêras frescas são classificadas, na nomenclatura brasileira, no item 0808.20.10. As estatísticas internacionais apresentam o

Leia mais

Receita Bruta Total em 12 meses (em R$) Alíquota IRPJ CSLL COFINS Pis/Pasep INSS ICMS IPI

Receita Bruta Total em 12 meses (em R$) Alíquota IRPJ CSLL COFINS Pis/Pasep INSS ICMS IPI Anexo II Partilha do Simples Nacional - Indústria Seção I: Receitas decorrentes da venda de mercadorias por elas industrializadas não sujeitas a substituição tributária, exceto as receitas decorrentes

Leia mais

Anuário Estatístico de Turismo - 2015

Anuário Estatístico de Turismo - 2015 Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Ministério do Turismo Anuário Estatístico de Turismo - 2015 Volume 42 Ano base 2014 Sumário I Turismo receptivo 1. Chegadas de turistas ao Brasil - 2013-2014

Leia mais

CONHECENDO O CHILE ATRAVÉS DE SEU SETOR SERVIÇOS. www.prochile.gob.cl

CONHECENDO O CHILE ATRAVÉS DE SEU SETOR SERVIÇOS. www.prochile.gob.cl CONHECENDO O CHILE ATRAVÉS DE SEU SETOR SERVIÇOS www.prochile.gob.cl O Chile surpreende pela sua variada geografia. Suas montanhas, vales, desertos, florestas e milhares de quilômetros de costa, o beneficiam

Leia mais

O MERCADO BRASILEIRO PARA ARROZ ORIGINÁRIO DO SURINAME

O MERCADO BRASILEIRO PARA ARROZ ORIGINÁRIO DO SURINAME O MERCADO BRASILEIRO PARA ARROZ ORIGINÁRIO DO SURINAME Identificação do Produto Com base na Tarifa Externa Comum (TEC), o estudo contempla, principalmente, o subitem 1006.20.20 arroz ( cargo ou castanho)

Leia mais

CIRCULAR N o 25, DE 4 DE MAIO DE 2009 (publicada no D.O.U. de 05/05/2009)

CIRCULAR N o 25, DE 4 DE MAIO DE 2009 (publicada no D.O.U. de 05/05/2009) MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR CIRCULAR N o 25, DE 4 DE MAIO DE 2009 (publicada no D.O.U. de 05/05/2009) O SECRETÁRIO DE COMÉRCIO EXTERIOR

Leia mais

IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO

IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO Instituições de Direito Profª Doutora Ideli Raimundo Di Tizio p 41 IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO O imposto de importação é de competência da União, é também conhecido como tarifa aduaneira. Sua função é predominantemente

Leia mais

2.3 Transformados Plásticos. Diagnóstico

2.3 Transformados Plásticos. Diagnóstico 2.3 Transformados Plásticos Diagnóstico A indústria de plásticos vem movendo-se ao redor do mundo buscando oportunidades nos mercados emergentes de alto crescimento. O setor é dominado por um grande número

Leia mais

ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 Gerência Setorial 3 Minério de Ferro 1. Reservas e Mercado Mundial

ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 Gerência Setorial 3 Minério de Ferro 1. Reservas e Mercado Mundial ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 Gerência Setorial 3 Minério de Ferro 1. Reservas e Mercado Mundial O minério de ferro é abundante no mundo, porém as jazidas concentram-se em poucos países, sendo que apenas

Leia mais

Comércio Exterior BOLETIM. Ribeirão Preto/SP Prof. Dr. Luciano Nakabashi Marcos Hitoshi Endo e Marina Cassiano Ribeiro

Comércio Exterior BOLETIM. Ribeirão Preto/SP Prof. Dr. Luciano Nakabashi Marcos Hitoshi Endo e Marina Cassiano Ribeiro Em fevereiro de 215, o Brasil apresentou um déficit na balança comercial de, aproximadamente, US$ 2,8 bilhões. No acumulado dos últimos 12 meses, o montante é um déficit de US$ 3,8 bilhões (Figura 1),

Leia mais

CONHECENDO O CHILE ATRAVÉS DE SEU SETOR INDÚSTRIAS. www.prochile.gob.cl

CONHECENDO O CHILE ATRAVÉS DE SEU SETOR INDÚSTRIAS. www.prochile.gob.cl CONHECENDO O CHILE ATRAVÉS DE SEU SETOR INDÚSTRIAS www.prochile.gob.cl O Chile surpreende pela sua variada geografia. Suas montanhas, vales, desertos, florestas e milhares de quilômetros de costa, o beneficiam

Leia mais

Capítulo 03 Mercados regionais

Capítulo 03 Mercados regionais Capítulo 03 Mercados regionais As organizações decidem atuar no mercado global quando sabem que o crescimento externo será maior do que o interno. Nesse sentido, a China é um dos mercados para onde as

Leia mais

PANORAMA DO MERCADO Asiático

PANORAMA DO MERCADO Asiático Boletim PANORAMA DO MERCADO Asiático Edição nº 1 Julho/2015 Coordenação Geral de Mercados Americanos/Asiático - CGMA Diretoria de Mercados Internacionais - DMINT Apresentação A série Boletim Panorama dos

Leia mais

BRASIL: SUPERANDO A CRISE

BRASIL: SUPERANDO A CRISE BRASIL: SUPERANDO A CRISE Min. GUIDO MANTEGA Setembro de 2009 1 DEIXANDO A CRISE PARA TRÁS A quebra do Lehman Brothers explicitava a maior crise dos últimos 80 anos Um ano depois o Brasil é um dos primeiros

Leia mais

O Brasil adoptou, em 1 de Janeiro de 1995, a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM),

O Brasil adoptou, em 1 de Janeiro de 1995, a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), Tratamento tributário i e administrativo na importação 68 O Brasil adoptou, em 1 de Janeiro de 1995, a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), baseada no Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de

Leia mais

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia e Comércio / Integração Regional Jéssica Naime 09 de setembro de 2005 Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia

Leia mais

BLOCOS ECONÔMICOS. O Comércio multilateral e os blocos regionais

BLOCOS ECONÔMICOS. O Comércio multilateral e os blocos regionais BLOCOS ECONÔMICOS O Comércio multilateral e os blocos regionais A formação de Blocos Econômicos se tornou essencial para o fortalecimento e expansão econômica no mundo globalizado. Quais os principais

Leia mais

I - Resultado mensal: 60,82%, acum. ano: 66,55% acum. 12 meses: 68,50%

I - Resultado mensal: 60,82%, acum. ano: 66,55% acum. 12 meses: 68,50% dez/12 fev/13 abr/13 jun/13 ago/13 out/13 dez/12 fev/13 abr/13 jun/13 ago/13 out/13-870 -953-919 -937-1.015-601 -623-714 -780-780 -860-266 Novembro de edição n. 28 I - Resultado mensal: 60,82%, acum. ano:

Leia mais

BANGLADESH Comércio Exterior

BANGLADESH Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC BANGLADESH Comércio Exterior Fevereiro de 2015 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

UNIÃO EUROPEIA Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil

UNIÃO EUROPEIA Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC UNIÃO EUROPEIA Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil

Leia mais

VANUATU Comércio Exterior

VANUATU Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC VANUATU Comércio Exterior Abril de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Exportações no período acumulado de janeiro até março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul.

Exportações no período acumulado de janeiro até março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul. Este relatório tem por objetivo apresentar os principais números referentes ao comércio internacional do agronegócio do Rio Grande do Sul no mês de março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do

Leia mais

PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior

PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior Outubro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Pontes ao Sul: Argentina Brasil Laços com o Rio Grande do Sul. Consulado Geral da República Argentina em Porto Alegre Novembro 2015

Pontes ao Sul: Argentina Brasil Laços com o Rio Grande do Sul. Consulado Geral da República Argentina em Porto Alegre Novembro 2015 Pontes ao Sul: Argentina Brasil Laços com o Rio Grande do Sul Consulado Geral da República Argentina em Porto Alegre Novembro 2015 Vantagens e oportunidades da Argentina Alguns dados estruturais Com mais

Leia mais

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro - 2º Congresso Florestal do Tocantins - André Luiz Campos de Andrade, Me. Gerente Executivo de Economia e Mercados do Serviço Florestal

Leia mais

Resumo dos resultados da enquete CNI

Resumo dos resultados da enquete CNI Resumo dos resultados da enquete CNI Brasil - México: Interesse empresarial para ampliação do acordo bilateral Março 2015 Amostra da pesquisa No total foram recebidos 45 questionários de associações sendo

Leia mais

PANORAMA DO SETOR. Evolução do setor 2. Crescimento do setor x crescimento da economia 3. Comparativo de índices de preços 4. Comércio Exterior 5

PANORAMA DO SETOR. Evolução do setor 2. Crescimento do setor x crescimento da economia 3. Comparativo de índices de preços 4. Comércio Exterior 5 PANORAMA DO SETOR Evolução do setor 2 Crescimento do setor x crescimento da economia 3 Comparativo de índices de preços 4 Comércio Exterior 5 Perfil Empresarial 8 Mercado Brasileiro 11 Canais de distribuição

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012 As exportações em maio apresentaram aumento de +39,13% em relação a abril, continuando a superar a marca de US$ 1 bilhão, agora pela décima-sexta vez

Leia mais

Celulose de Mercado BNDES. ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 Gerência Setorial 1

Celulose de Mercado BNDES. ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 Gerência Setorial 1 1 BNDES FINAME BNDESPAR ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 Gerência Setorial 1 Celulose de Mercado Ao longo de 1999 e parte do ano 2000 os preços da celulose foram crescentes, num cenário de demanda aquecida

Leia mais

200 4 Anuário Estatístico

200 4 Anuário Estatístico 2004 Anuário Estatístico REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Presidente MINISTÉRIO DO TURISMO WALFRIDO SILVINO DOS MARES GUIA Ministro INSTITUTO BRASILEIRO DE TURISMO EMBRATUR EDUARDO

Leia mais

Um puro sangue da raça Quarto de Milha custa entre R$ 6 mil e R$ 20 mil e uma simples cobertura de um reprodutor de elite pode valer R$ 20 mil

Um puro sangue da raça Quarto de Milha custa entre R$ 6 mil e R$ 20 mil e uma simples cobertura de um reprodutor de elite pode valer R$ 20 mil Um puro sangue da raça Quarto de Milha custa entre R$ 6 mil e R$ 20 mil e uma simples cobertura de um reprodutor de elite pode valer R$ 20 mil 18_Animal Business-Brasil O Brasil e as biotecnologias reprodutivas

Leia mais

Dados do Setor. Março - 2014

Dados do Setor. Março - 2014 Dados do Setor Março - 2014 Índice Dados do Setor 3 Maiores Produtores Mundiais de Celulose e Papel 2012 4 Distribuição Geográfica das Florestas Plantadas Brasileiras 5 Área de Florestas Plantadas no Mundo

Leia mais

PAPÉIS DE IMPRIMIR E ESCREVER REVESTIDOS

PAPÉIS DE IMPRIMIR E ESCREVER REVESTIDOS PAPÉIS DE IMPRIMIR E ESCREVER REVESTIDOS 1 - Produção e Consumo Mundiais de Papel, de Papéis de Imprimir e Escrever e de Papéis de Imprimir e Escrever Revestidos 1.1 - Produção e Consumo Mundiais de Papel

Leia mais

Geografia 03 Tabata Sato

Geografia 03 Tabata Sato Geografia 03 Tabata Sato IDH Varia de 0 a 1, quanto mais se aproxima de 1 maior o IDH de um país. Blocos Econômicos Economia Globalizada Processo de Regionalização Tendência à formação de blocos econômicos

Leia mais

Sede Nacional Sede N a N ci c o i nal l - SP

Sede Nacional Sede N a N ci c o i nal l - SP Brasil: Potência ou Colônia? Uma reflexão necessária... Sede Nacional Sede Nacional -SP Fundação: 1937- origem em um sindicato têxtil; Possui 1.500 empresas associadas e representa 4,5 mil empresas; O

Leia mais

3 O Cimento no Brasil. 10 Características da Indústria Cimenteira. 12 O Cimento no Custo da Construção. 13 Carga Tributária. 15 Panorama Internacional

3 O Cimento no Brasil. 10 Características da Indústria Cimenteira. 12 O Cimento no Custo da Construção. 13 Carga Tributária. 15 Panorama Internacional 3 O Cimento no Brasil 3 Processo produtivo 4 Histórico 5 Indústria 6 Produção 7 Consumo 8 Produção e consumo aparente regional 9 Vendas internas e exportação 10 Características da Indústria Cimenteira

Leia mais

Boletim de Estatísticas de Comércio Exterior do Setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos

Boletim de Estatísticas de Comércio Exterior do Setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos 1 Departamento de Comércio Exterior 19 de outubro de 2015 Boletim de Estatísticas de Comércio Exterior do Setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos BECE ABIHPEC 008/2015 2 ÍNDICE Notas explicativas...03

Leia mais

Alguns aspectos da importação de alho pelo Brasil

Alguns aspectos da importação de alho pelo Brasil Alguns aspectos da importação de alho pelo Brasil Mariano César Marques* O Brasil é um importador líquido de alho; suas exportações, além de esporádicas, são pequenas. Existem dois tipos de importação:

Leia mais

1.3 Cítricos. Diagnóstico

1.3 Cítricos. Diagnóstico 1.3 Cítricos Diagnóstico A cadeia de cítricos contempla as frutas in natura, a produção de sucos (concentrados, reconstituídos, pasteurizados e frescos) e de óleos essenciais e pellets de polpa seca os

Leia mais

BRASIL Comércio Exterior

BRASIL Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC BRASIL Comércio Exterior Novembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Novembro 2012

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Novembro 2012 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Novembro 2012 As exportações em novembro apresentaram diminuição de 27,64% em relação a outubro. Continuam a superar a marca de US$ 1 bilhão, agora pela vigésima-segunda

Leia mais

1.a. Atividades principais concepção, produção, desenvolvimento e distribuição de bens duráveis e produtos profissionais. São três as suas divisões:

1.a. Atividades principais concepção, produção, desenvolvimento e distribuição de bens duráveis e produtos profissionais. São três as suas divisões: Electrolux AB 1. Principais Características Matriz: Electrolux AB Localização: Estocolmo, Suécia Ano de fundação: 1901 Internet: www.electrolux.com Faturamento (2000): US$ 11.537 mi Empregados (2000):

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio. Balança Comercial do Agronegócio Março/2015

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio. Balança Comercial do Agronegócio Março/2015 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Balança Comercial do Agronegócio Março/2015 I Resultados do mês (comparativo Mar/2015 Mar/2014)

Leia mais

Sede Nacional Sede N a N ci c o i nal l - SP

Sede Nacional Sede N a N ci c o i nal l - SP Sede Nacional Sede Nacional - SP Fundação: 1937 - origem em um sindicato de máquinas têxteis; Possui 1.500 empresas associadas e representa 4,5 mil empresas; O setor representado pela ABIMAQ gera mais

Leia mais

II Seminário O Comércio Exterior e a Indústria - FIEP. Redução de Custos no Comércio Exterior

II Seminário O Comércio Exterior e a Indústria - FIEP. Redução de Custos no Comércio Exterior II Seminário O Comércio Exterior e a Indústria - FIEP PALESTRA Redução de Custos no Comércio Exterior Fábio Martins Faria Curitiba, 29 de outubro de 2014 1 - REALIDADE BRASIL: PAÍS EXPORTADOR DE PESO 2

Leia mais

MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE FLORIANÓPOLIS, 11/12/2014

MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE FLORIANÓPOLIS, 11/12/2014 MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE FLORIANÓPOLIS, 11/12/2014 MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE FLORIANÓPOLIS, 11/12/2014 Focos estratégicos Diversificação e agregação de

Leia mais

Mercado internacional da carne bovina: a visão da indústria

Mercado internacional da carne bovina: a visão da indústria VII Seminário ABMR&A da Cadeia Produtiva de Carne Bovina Feicorte 2007 Mercado internacional da carne bovina: a visão da indústria Médica Veterinária Andréa Veríssimo M. Appl. Sc. Farm Management Lincoln

Leia mais

IMPORTAÇÕES Definição e Tratamento Administrativo

IMPORTAÇÕES Definição e Tratamento Administrativo IMPORTAÇÕES Definição e Tratamento Administrativo CURSO: Administração DISCIPLINA: Logística Internacional FONTES: DIAS, Reinaldo; RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. São Paulo: Atlas,

Leia mais

O papel da AICEP na Internacionalização das Empresas Portuguesas

O papel da AICEP na Internacionalização das Empresas Portuguesas O papel da AICEP na Internacionalização das Empresas Portuguesas Porto, 28 de Janeiro de 2014 Índice 1. Enquadramento 2. A aicep Portugal Global 3. Produtos e serviços AICEP Enquadramento Enquadramento

Leia mais

Panorama Mundial (2013)

Panorama Mundial (2013) Panorama Mundial (2013) Produção mundial alcançou US$ 444 bilhões em 2013; Mesmo com os efeitos da crise internacional, registra 85% de crescimento desde 2004, a uma taxa média de 7% ao ano; 54% da produção

Leia mais

O MERCADO DE TRIGO. O balanço mundial de trigo, ao longo das safras analisadas, é visualizado na

O MERCADO DE TRIGO. O balanço mundial de trigo, ao longo das safras analisadas, é visualizado na O MERCADO DE TRIGO 1. INTRODUÇÃO O Brasil é o maior importador mundial de trigo e a sua dependência se torna acentuada à medida que os estoques públicos e privados se reduzem. A safra 2007/08 apresenta-se

Leia mais

REINO UNIDO Comércio Exterior

REINO UNIDO Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC REINO UNIDO Comércio Exterior Setembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Análise de Mercado do Sistema OCB

Análise de Mercado do Sistema OCB Análise de Mercado do Sistema OCB SUMÁRIO EXECUTIVO Mercado de Trigo nº 019 - Abril/2008 Equipe da Gerência de Mercados - GEMERC: Autor: Marcos Antonio Matos - Técnico de Mercado Coordenação: Evandro Scheid

Leia mais

Priorização de Mercados Potenciais ABEXA

Priorização de Mercados Potenciais ABEXA Priorização de Mercados Potenciais ABEXA Associação Brasileira de Exportação de Artesanato Biênio 2014/2015 Elaborado pela: Unidade de Inteligência Comercial - ic@apexbrasil.com.br Apex-Brasil Tel: +55

Leia mais

Como a JETRO poderá apoiar os exportadores brasileiros

Como a JETRO poderá apoiar os exportadores brasileiros Como a JETRO poderá apoiar os exportadores brasileiros Teiji Sakurai Realização :, SÃO PAULO O que é a JETRO? Órgão oficial de comércio exterior do Japão 1951 Osaka Oficialmente JETRO em 1958 76 escritórios

Leia mais

IV ENAServ - Encontro Nacional de Comércio Exterior de Serviços. São Paulo, 25 de junho de 2013

IV ENAServ - Encontro Nacional de Comércio Exterior de Serviços. São Paulo, 25 de junho de 2013 2013 IV ENAServ - Encontro Nacional de Comércio Exterior de Serviços São Paulo, 25 de junho de 2013 BALANÇA BRASILEIRA DE COMÉRCIO EXTERIOR DE SERVIÇOS* - US$ Bilhões 2011 2012 Δ% 2012/2011 Exportações

Leia mais

Blocos Econômicos. MERCOSUL e ALCA. Charles Achcar Chelala

Blocos Econômicos. MERCOSUL e ALCA. Charles Achcar Chelala Blocos Econômicos MERCOSUL e ALCA Charles Achcar Chelala Blocos Econômicos Tendência recente, com origens na década de 50, com a CEE Comunidade Econômica Européia Em 2007 fez 50 anos Objetivos Fortalecer

Leia mais

ESPANHA DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS

ESPANHA DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS ESPANHA

Leia mais

SURINAME Comércio Exterior

SURINAME Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC SURINAME Comércio Exterior Novembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

nº 3 Novembro 2009 MERCADOS O VINHO NOS E.U.A. BREVE CARACTERIZAÇÃO DO SECTOR

nº 3 Novembro 2009 MERCADOS O VINHO NOS E.U.A. BREVE CARACTERIZAÇÃO DO SECTOR nº 3 Novembro 29 MERCADOS O VINHO NOS E.U.A. BREVE CARACTERIZAÇÃO DO SECTOR O VINHO NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA BREVE CARACTERIZAÇÃO DO SECTOR Índice 1. INTRODUÇÃO 2 2. PRODUÇÃO 3 3. EXPORTAÇÃO 5 4.

Leia mais

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP CONSELHO SUPERIOR DE COMÉRCIO EXTERIOR DA FIESP - COSCEX PALESTRA AS DIFICULDADES DO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO NA ARGENTINA, VENEZUELA, EUA E

Leia mais

Perfil Exportador do Setor Brasileiro de Calçados de Couro

Perfil Exportador do Setor Brasileiro de Calçados de Couro Perfil Exportador do Setor Brasileiro de Calçados de Couro 2013 Apex-Brasil Maurício Borges PRESIDENTE José Ricardo Santana DIRETOR DE NEGÓCIOS Tatiana Martins Porto DIRETORA DE GESTÃO CORPORATIVA Marcos

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio. Balança Comercial do Agronegócio Junho/2012

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio. Balança Comercial do Agronegócio Junho/2012 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Balança Comercial do Agronegócio Junho/2012 I - Resultados do mês Em junho de 2012 as exportações

Leia mais