WORLD INVESTMENT REPORT 2013 Cadeias de Valor Global: Investimento e Comércio para o Desenvolvimento

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1 WORLD INVESTMENT REPORT 2013 Cadeias de Valor Global: Investimento e Comércio para o Desenvolvimento Sobeet São Paulo, 26 de junho de 2013 EMBARGO 26 Junho :00 horas Horário de Brasília 1

2 Recuperação dos fluxos de IDE interrompida em 2012 Fluxo global de IDE (bilhões de dólares) Média anual Taxa de crescimento 1,473 2,003 1,816 1, % - 18% 1,652 1,409 1,351 pré-crise Média Houve redução dos fluxos globais de IDE em 2012, a primeira após 3 anos de recuperação ininterrupta. Os fluxos globais de IDE em 2011 ficam abaixo do período pré-crise ( ), com US$1,351 tri. 2

3 Distribuição setorial de projetos de IDE, Projetos IDE, por setor (bilhões de dólares) Valor de projetos greenfield, Valor de cross-border M&As, Serviços % % % Indústria Primário % - 67% % - 33% - 66% Os fluxos de IDE foram reduzidos em todos os três setores de atividade. No setor primário, o mais afetado, destaque negativos nos setores de mineração e petróleo. Na manufatura, destaque negativo nos setores metalúrgico, químicos e de material de transporte. No setor terciário, menos afetado, destaques negativos nos setores de eletricidade e saneamento. 3

4 As economias em desenvolvimento superam as economias desenvolvidas como receptoras de IDE. Fluxos globais de IDE por grupo de economias, (bilhões de dólares) Total global Economias desenvolvidas Economias em transição Economias em desenvolvimento 42% %

5 Queda acentuada do fluxo de IDE para economias desenvolvidas, em especial para a Europa. Economias em desenvolvimento com declínio reduzido de entradas de IDE, com exceção de economias africanas. O Brasil ganhou participação nos ingressos globais de IDE. Esta foi de 4,8% em 2012, ante 1,7% em Os BRICS seguem como destino cada vez mais preferencial de IDE. A participação destes nos fluxos globais de IDE passou para 19,5%, desde 10% em

6 9 dos 20 maiores receptores de IDE são economias em desenvolvimento Top 20 economias de destino de IDE, 2012 (bilhões de dólares) (x) = 2011 ranking 2 China (2) 3 Hong Kong, China (4) 4 Brasil (5) 5 Ilhas Virgens (7) 6 Reino Unido (10) 7 Austrália (6) 8 Cingapura (8) 9 Rússia (9) 10 Canadá (12) 11 Chile (17) 12 Irlanda(32) 13 Luxemburgo (18) 14 Espanha (16) 15 Índia (14) 16 França (13) 17 Indonésia (21) 18 Colômbia (28) 19 Cazaquistão (27) 20 Suécia (38) Economia brasileira passa para a 4ª. posição no ranking dos principais pólos de atração de IDE, desde a 13ª. posição no ranking de Economias em desenvolvimento Economias desenvolvidas Economias em transição 6

7 A economia brasileira ultrapassou nos últimos 4 anos economias européias, como Reino Unido, Alemanha, Holanda e Bélgica e asiáticas, como Cingapura e Índia como pólo de atração de IDE. 31 7

8 Economias em desenvolvimento já são fonte de mais de 30% dos fluxos de IDE global. Economias desenvolvidas Saídas de IDE Global por grupo de economia, (%) 100% 90% 80% Economias em desenvolvimento e economias em transição 70% 60% 50% 40% 30% 20% 88% 65% 35% 10% 0% 12%

9 China sobe do sexto para o terceiro lugar no ranking dos maiores investidores, atrás apenas dos EUA e Japão Top 20 economias investidoras, 2012 (bilhões de dólares) (x) = 2011 ranking 1 EUA (1) 2 Japão (2) 3 China (6) 4 Hong Kong (4) 5 Reino Unido (3) 6 Alemanha (11) 7 Canadá (12) 8 Rússia (7) 9 Suíça (13) 10 Ilhas Virgens (10) 11 França (8) 12 Suécia (17) 13 Córeia do Sul (16) 14 Itália (9) 15 México (28) 16 Cingapura (18) 17 Chile (21) 18 Noruega (19) 19 Irlanda (167) 20 Luxemburgo (30) Economias em desenvolvimento Economias desenvolvidas Economias em transição 329 Das vinte principais origens de IDE no Mundo, oito não são economias desenvolvidas. Entre os países em desenvolvimento, destaque para a ascensão da China, Coréia do Sul, México, Cingapura e Chile como fontes de IDE. 9

10 É crescente a importância de economias em desenvolvimento como origem de IDE. Estas mais do que dobraram sua participação nos fluxos globais de IDE desde O Brasil foi exceção neste movimento de avanço do investimento no exterior por parte das economias em desenvolvimento. Empresas brasileiras reduziram seus investimentos em US$ 3 bi no exterior em 2012 frente a Desde 2009 os investimentos brasileiros diretos encontram-se estagnados. 10

11 Lucro e rentabilidade de ETNs, (US$ bi e percentual) O lucro e a rentabilidade das empresas transnacionais são decrescentes nos últimos 3 anos. Lucro Rentabilidade Fonte: UNCTAD Nota: A rentabilidade é calculada por meio da razão do lucro líquido e total de vendas. Consideradas empresas transnacionais

12 Nas economias em desenvolvimento e em transição as taxas de retorno de IDE vem sendo superiores às encontradas nas economias desenvolvidas. América Latina apresenta tendência de redução das taxas de retorno de seus investimentos. Na África e em economias em transição, recursos naturais, indústrias extrativas contribuem de forma consistente para taxas de retorno mais elevadas

13 Percepção do clima de investimentos globais, (% das respostas) Segundo levantamento de perspectivas de investimento mundial (WIPS), metade dos entrevistados mantêm-se neutros em relação às perspectivas de investimento para Percepção do clima de investimentos melhora de forma significativa apenas em Entre os fatores que afetam o IDE nesta percepção, os mais mencionados foram as evoluções das economias nos BRICS e nos Estados Unidos Pessimistas e muito pessimistas Neutros Otimistas e muito otimistas Fonte: UNCTAD Nota: Pesquisa realizada com base em respostas de 159 empresas transnacionais 13 31

14 Fluxos em 2013 devem manter-se próximos aos de 2012 e podem subir em Fluxo global de IDE e projeção para (bilhões de dólares) Previsão para 2013 é de um fluxo global de IDE próximo ao de 2012, com US$1,45 tri, próximo da média alcançada no período pré-crise. Fluxo global de IDE pode crescer para US$ 1,6 tri em 2014 e US$ 1,8 tri em Permanecem riscos significativos para este cenário de crescimento. 14

15 Principais economias com potencial para recepção de IDE, (% das respostas) De acordo com pesquisa da Unctad sobre atratividade de países para realização de investimentos, das 21 principais economias com potencial para recepção de IDE, 13 são economias em desenvolvimento ou em transição e 10 são asiáticas. O Brasil segue até 2015 na quinta posição no ranking de destinos preferenciais de IDE, ficando atrás de Indonésia, Índia, Estados Unidos e China. Fonte: UNCTAD Nota: Pesquisa realizada com base em respostas de 159 empresas transnacionais 15 31

16 DESTAQUES: Houve redução dos fluxos globais de IDE em 2012, a primeira após 3 anos de recuperação ininterrupta. Os fluxos globais de IDE em 2011 ficam abaixo do período pré-crise ( ), com US$1,351 tri. As economias em desenvolvimento superam as economias desenvolvidas como receptoras de IDE. O Brasil ganhou participação nos ingressos globais de IDE. Esta foi de 4,8% em 2012, ante 1,7% em 2007.Os BRICS seguem como destino cada vez mais preferencial de IDE. A participação destes nos fluxos globais de IDE passou para 19,5%, desde 10% em Economias em desenvolvimento já são fonte de mais de 30% dos fluxos de IDE global. O Brasil foi exceção neste movimento de avanço do investimento no exterior por economias em desenvolvimento. O lucro e a rentabilidade das empresas transnacionais são decrescentes nos últimos 3 anos. América Latina apresenta tendência de redução das taxas de retorno de seus investimentos. A percepção do clima de investimentos melhora em 2014 e 2015, condicionada pela evolução da economia nos BRICS e nos Estados Unidos. A Unctad prevê fluxo global de IDE de US$1,45 tri em 2013, próximo da média alcançada no período pré-crise. Fluxo global de IDE pode crescer para US$ 1,6 tri em 2014 e US$ 1,8 tri em 2015, com riscos para baixo. O Brasil segue até 2015 na quinta posição no ranking de destinos preferenciais de IDE, ficando atrás de Indonésia, Índia, Estados Unidos e China. 16

17 Tel/fax: Site: Visit UNCTAD websites: and 17

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