Gestão estratégica da tecnologia de informação em uma instituição de ensino como diferencial competitivo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão estratégica da tecnologia de informação em uma instituição de ensino como diferencial competitivo"

Transcrição

1 Gestão estratégica da tecnologia de informação em uma instituição de ensino como diferencial competitivo Resumo Autoria: Zacarias Gonçalves de Oliveira Junior, Dagmar Silva Pinto de Castro O presente estudo busca analisar o impacto da gestão estratégica da tecnologia de informação na Universidade Metodista em São Paulo através de um estudo de caso. Realizando um resgate histórico de autores da estratégia como Mintzberg, Ahlstrand, Lampel, Wenerfelt, Porter e Ansoff dentre outros. Tem-se como pano de fundo as principais teorias de gestão estratégica, os conceitos envolvendo a tecnologia da informação enquanto recurso propiciador da geração da informação e sua gestão. Os pontos levantados no estudo de caso revelam que a gestão estratégica aliada às tecnologias de informação pode trazer às corporações um diferencial competitivo no que diz respeito à otimização dos recursos, redução de custos e agilidade no processo de tomada de decisão. Os dados apresentados referem-se ao ano de 2000 e 2001, momento em que foi implantado o sistema de otimização na gestão do espaço físico da instituição em questão. A experiência obteve sucesso e ocorreu a transferência da tecnologia desse conhecimento ao Instituto Metodista em Porto Alegre (IPA) e Universidade Metodista em Piracicaba (UNIMEP) que passaram a utilizar o mesmo sistema a partir do ano 2005 e 2006 respectivamente. 1

2 I Introdução A intensificação do uso das novas tecnologias de informação e comunicação (NTICs), está afetando as formas como os indivíduos e grupos se organizam e relacionam. Diferentes equipamentos pocket pcs, telefones celulares, televisores digitais, computadores e todos os seus periféricos... transformam a maneira como as pessoas agem e se relacionam socialmente. Novas demandas profissionais surgem e desaparecem em ciclos cada vez mais breves. Flexibilidade profissional, velocidade tecnológica, múltiplos tempos e espaços vivenciais, desterritorialização do conhecimento, reterritorialização das interações e comunicações pessoais nos novos espaços virtuais são algumas das características percebidas em nosso atual contexto. De acordo com Castells (2003, p. 39, 40) a revolução tecnológica (NTICs) iniciou o processo de remodelagem da base material da sociedade num ritmo muito acelerado. O próprio capitalismo passa por um processo de profunda reestruturação caracterizado por maior flexibilidade de gerenciamento; descentralização das empresas e sua organização em redes tanto internamente quanto em suas relações com outras empresas; (...) aumento da concorrência econômica global em um contexto de progressiva diferenciação dos cenários geográficos e culturais para a acumulação e a gestão do capital. (...) testemunhamos a integração global dos mercados financeiros; o desenvolvimento da região do pacífico asiático como o novo centro industrial global dominante; a difícil unificação econômica da Europa. (...) observamos a liberação paralela de forças produtivas consideráveis da revolução informacional e a consolidação de buracos negros de miséria humana na economia global. O filósofo Edgar Morin afirma que: É extraordinário hoje, que os computadores possam ser utilizados em atividades extremamente diversificadas. Assim, as suas computações podem dirigir atividades práticas (manipulações robóticas), atividades organizadoras (controle da gestão de uma empresa) e atividades propriamente cognitivas, como perceber (reconhecimento de formas), diagnosticar (por exemplo, uma doença) e raciocinar (através da linguagem e idéias). i Somando-se a este contexto, alguns autores da administração (Peter Drucker, Peter Senge, Karl Sveiby) indicam que o principal ativo de uma organização é o conhecimento, que diferentemente de um estoque financeiro ou recurso natural, não é tão facilmente compreendido, classificado e medido. Uma de suas características fundamentais, porém, é o fato desse recurso (conhecimento) ser altamente reutilizável, ou seja, quanto mais utilizado e difundido, maior seu valor. Com isso, as pessoas passaram a configurar-se como uma força direta de produção. Esse contexto, denominado por alguns autores como Sociedade Pós-Industrial, Sociedade baseada em Conhecimento e Economia baseada no Conhecimento, tem como aspecto adicional a difusão das novas tecnologias com grande rapidez, e de forma globalizada, no período compreendido entre meados da década de 70 e a década de 90 do século XX, através da aplicação imediata no próprio desenvolvimento da tecnologia gerada. Sveiby em seu artigo Welcome to the Knowledge Organisation ii destaca que estamos rumo a um novo contexto, ainda paradoxal, que parece ser intangível e caótico, individual e global, pequeno e grande, mecânico e humano, tudo ao mesmo tempo. Independente de reconhecer ao certo se a sociedade está caminhando para mudar seu paradigma, algumas evidências são percebidas, entre elas está a importância da 2

3 informação e do conhecimento, como fatores a serem gerenciados para se alcançar o diferencial competitivo. Na concepção de Terra (2000), os desafios e a complexidade dessa nova era começam pelas próprias tentativas de quantificar ou medir o recurso conhecimento. Ao contrário dos estoques financeiros, de recursos naturais ou mesmo de mão-de-obra não qualificada, o valor econômico do recurso conhecimento não é tão facilmente compreendido, classificado e medido. Uma de suas características mais fundamentais, porém, é o fato desse recurso ser altamente reutilizável, ou seja, quanto mais utilizado e difundido, maior seu valor. Com isso, as pessoas passaram a configurar-se como uma força direta de produção e não apenas um elemento de decisão no sistema produtivo, onde as suas idéias, a sua expertise, criatividade, conhecimento e habilidade para resolver problemas passaram a ser expressos na forma de bens, serviços, produção material e intelectual. E, mais ainda, os computadores, sistemas de comunicação, decodificação e programação genética foram transformados em verdadeiros amplificadores e extensões da mente humana. Para tanto, nosso propósito será o de apresentar um estudo de caso numa instituição de ensino superior confessional (METODISTA) que experimentou ao longo destes últimos 5 anos o uso intensivo das novas tecnologias de informação e comunicação como instrumento estratégico em sua governança corporativa. A análise do estudo de caso apresenta uma situação onde houve a necessidade de fazer uso estratégico da informação na gestão do espaço físico que, se não corresponde ao principal desafio na gestão educacional, tem grande relevância do ponto de vista de alocação dos ambientes utilizados para o desenvolvimento do ensino-aprendizagem, fato este que culminou com uma redução significativa do seu custo operacional e ampliou sua vantagem competitiva a partir da otimização dos seus processos. Neste aspecto, refletiremos sobre o papel da gestão estratégica e o uso da tecnologia de informação como atores que possibilitarão o estabelecimento de uma fundamentação para o entendimento do estudo de caso analisado. I.1 Gestão estratégica Para a compreensão do processo de estratégia, Mintzberg, Ahlstrand e Lampel (2000) afirmam ter revisado nos últimos anos perto de publicações e que crescem a cada dia, o que comprova a extensão dos estudos e pesquisas sobre o tema. Mesmo com a vasta literatura o tema não se esgota no campo do aprendizado organizacional. A palavra chave do aprendizado organizacional pode ser "adaptação", pois, em princípio, é possível discutir tudo o que foi escrito a respeito de administração. Mintzberg et al. (2000) afirmam que aquilo que os biólogos escreveram a respeito da adaptação das espécies (por exemplo, "equilíbrio interrompido") pode ter relevância para a compreensão da estratégia como posição de mercado; aquilo que os historiadores concluem a respeito de períodos no desenvolvimento das sociedades (tais como "revolução") pode ajudar a explicar diferentes estágios nos desenvolvimentos organizacionais. A mecânica quântica, objeto de estudo dos físicos e a teoria do caos de matemáticos podem dar uma idéia de como as organizações mudam. Outras áreas como: psicologia, sociologia e antropologia têm dado contribuições relevantes na compreensão do fenômeno da estratégia organizacional e teorias administrativas. A produção literária sobre o tema cresce numa velocidade similar a da velocidade de mudança das organizações nos últimos tempos, em decorrência de novas tecnologias, sobretudo da Tecnologia da Informação - TI. O cuidado que deve ser levado em consideração é que na literatura de Administração atual, há uma supervalorização de alguns conceitos, no sentido de o atual ser o melhor ou como registram Mintzberg et al. (2000) "...o mais quente". 3

4 A gestão estratégica (do conhecimento) se refere ao empenho da organização em formular as estratégias que irão guiar o caminho da organização, considerando para isso não somente o processo formal de elaboração das estratégias, mas um processo que leva em consideração a identificação dos conhecimentos essenciais para a empresa, o processo de aprendizagem individual e organizacional, bem como o aproveitamento das competências individuais e organizacionais, visando a criação de vantagem competitiva. Para Oliveira Junior (2001), "o desafio em descobrir as formas pelas quais as empresas desenvolvem e mantêm sua competitividade em suas respectivas indústrias é o principal ponto de pesquisa na teoria em administração estratégica. A abordagem da análise da indústria tem sido a mais freqüentemente utilizada para a definição dos aspectos a serem considerados no desenvolvimento de uma estratégia competitiva. Essa abordagem constitui uma contribuição valiosa e extremamente útil para o campo da administração estratégica." No artigo "A Vantagem competitiva das nações", Porter (1993) afirma que "em um mundo de crescente competição global, as nações tornam-se mais importantes. À medida que a base da competição se voltou mais e mais para a criação e assimilação do conhecimento, o papel da nação cresceu. A vantagem competitiva é criada e sustentada por meio de um processo altamente localizado. Diferenças de valores, culturas, estruturas econômicas, instituições e histórias entre as nações contribuem para o sucesso competitivo. Há diferenças marcantes nos padrões de competitividade em cada país; nenhuma ação conseguirá ser competitiva em todos ou mesmo na maioria dos setores industriais. Finalmente, as nações têm sucesso em certos setores industriais porque seu ambiente interno é o mais avançado, dinâmico e desafiador." Nos últimos anos, uma abordagem para a estratégia que combina ambas à análise interna e externa da organização tem emergido e sua premissa básica é que os recursos internos à organização comandam o desempenho da empresa. Essa abordagem é conhecida como "visão da empresa baseada em recursos" (WENERFELT, 1984; PRAHALAD E HAMEL, 1990, dentre outros). Essa abordagem propõe que os recursos internos à empresa sejam os principais determinantes de sua competitividade, em oposição à abordagem da análise da indústria, na qual o principal determinante da competitividade da empresa é sua posição na indústria. (PORTER, 1993) Cavalcanti (2003) acrescenta que é importante atentar para a necessidade de um recurso que seja difícil de imitar, transferir, comprar, vender ou substituir e possua uma integração sistêmica com outros recursos da empresa - é portanto a principal contribuição da visão da empresa baseada em recursos para o desenvolvimento e sustentação de uma vantagem competitiva. Os recursos podem ser tangíveis ou intangíveis e algumas vezes, é difícil a identificação de qual deles estamos nos referindo, mas recursos ou ativos invisíveis como o conhecimento organizacional, segundo Schoemaker não podem ser negociados ou facilmente replicados por competidores, na medida em que estão fortemente enraizados na história e na cultura da organização. Tais ativos são acumulados lentamente ao longo do tempo. Quanto mais específico à organização for o ativo, mais durável ele será e mais difícil será para os competidores imitá-lo. Quanto mais duráveis forem os ativos, menor será o investimento requerido para contrabalançar sua depreciação, o que pode conferir ao conhecimento organizacional o status de ativo estratégico. Em relação à perspectiva da estratégia empresarial, Fleury e Oliveira Junior (2001), afirmam que "os nexos entre competitividade e gestão do conhecimento têm sido objeto de atenção crescente. A perspectiva hegemônica em administração estratégica tem-se debruçado sobre a análise do ambiente em que a empresa está inserida e em como a empresa deve-se posicionar em relação às forças desse ambiente competitivo, o que se pode chamar de abordagem de fora para dentro". 4

5 A abordagem baseada em recursos e, mais especificamente, o desenvolvimento de recursos intangíveis partem dos trabalhos de Hamel e Prahalad. Para Fleury e Oliveira Junior (2001), na "visão da empresa baseada em recursos" esses recursos podem ser pensados como um ponto forte ou um ponto fraco da empresa, ou como aqueles ativos tangíveis ou intangíveis que estão associados à organização. Alguns exemplos de recursos, sob essa perspectiva, são: nome da marca, conhecimento tecnológico desenvolvido na empresa, emprego de pessoal qualificado, rede de negócios, infra-estrutura, procedimentos eficientes e capital. A visão da empresa baseada em recursos a percebe como um conjunto de recursos capazes de maximizar valor por meio do desenvolvimento ótimo dos mesmos e capacidades existentes, debruçando-se ao mesmo tempo sobre a tarefa de desenvolver os recursos que vão constituir a base para o futuro da empresa. De acordo com Stewart (2002), "qualquer estratégia precisa de uma proposição de valor único (algo que os clientes queiram...), uma fonte de controle (que eu domino e é inacessível aos concorrentes...), e um modelo de lucro (um bom indicador, como parte integrante)." Além disso, o autor sugere que "as estratégias baseadas no conhecimento precisam de algo mais. Elas devem ser construídas sobre os pilares da economia do conhecimento: concentração de conhecimento cada vez maior nos produtos, serviços e funções; primado dos ativos intelectuais sobre os ativos físicos; e ênfase na gestão do conhecimento." No complexo ambiente político, institucional e econômico dos dias de hoje, as empresas que procuraram competitividade adotam uma postura de aprendizagem intensiva e permanente, enquanto buscam a identificação de estratégias que maximizem a probabilidade de sobreviver e prosperar (FLEURY, 2001). Em 1965, Igor Ansoff propôs uma matriz de quatro estratégias que se tornaram bastante conhecidas - penetração de mercado, desenvolvimento de produto, desenvolvimento de mercado e diversificação. Em 1980, Michael Porter introduziu o que se tornou a lista mais conhecida de estratégias genéricas: liderança em custos, diferenciação e enfoque. Porém, segundo Mintzberg e Quinn (2001), a lista de Porter também era incompleta, pois "enquanto Ansoff enfocava as extensões de estratégia de negócios, Porter dava destaque à identificação de estratégia de negócios em primeiro lugar." Mintzberg e Quinn (2001) propõem então que "as famílias de estratégias" sejam divididas em cinco grupos gerais, onde esses grupos são apresentados como uma hierarquia lógica, embora deva ser enfatizado que as estratégias não se desenvolvem necessariamente desta forma, sendo eles: 1. Localizando a essência do negócio; 2. Distinguindo a essência do negócio; 3. Desenvolvendo a essência do negócio; 4. Estendendo a essência do negócio e 5. Reconfigurando a essência do negócio. Dando seqüência a este trabalho, Mintzberg (2001) aperfeiçoou o processo de estratégia, que foi aproveitado e desenvolvido em uma tese de doutorado (Fortes, 1995) considerando quatro mapas estratégicos principais. Os mapas trazem diversas ações estratégicas que podem estar sendo ou foram utilizadas pelas empresas ordenadas do que seria mais fraco para o mais forte, ou seja, apresentam as estratégias de forma gradativa - da menos radical para a mais radical dentro de cada posicionamento, quais sejam: sobrevivência (possui pontos fracos e ameaças ambientais), manutenção (possui pontos fortes mas ameaçada), crescimento (possui pontos fracos mas com ambiente de oportunidades) e desenvolvimento (possui pontos fortes com ambiente de oportunidades). Uma empresa pode planejar ações de sobrevivência para o presente momento e pensar em manutenção logo em seguida, e no futuro a médio e longo prazo, em crescimento. O difícil, porque não dizer, muito difícil, é estar em uma postura de sobrevivência e sair para postura de desenvolvimento. 5

6 Ressalte-se que as organizações podem ter suas unidades e áreas de negócios em postura estratégica diferente. I.2 Tecnologias de informação A gestão estratégica da organização se tornará concreta pela empresa a partir do uso de ambientes, recursos e tecnologias específicas que possibilitem a sua execução. Neste sentido, o uso da Tecnologia de Informação (TI) merece uma abordagem no que diz respeito ao seu papel enquanto recurso propiciador tanto da geração da informação quanto da sua gestão, possibilitando às corporações a tomada de decisão. A TI pode ser conceituada como recursos tecnológicos e computacionais para guarda, geração e uso da informação e está fundamentada nos seguintes componentes: hardware e seus dispositivos e periféricos; softwares e seus recursos; sistemas de telecomunicações; gestão de dados e informações iii. É muito útil para apoiar o processo de gestão estratégica da informação e do conhecimento nas organizações, dentre elas: groupware, gestão eletrônica de documentos (GED), Internet, Intranet, Extranet e sistemas de informação. Para Rezende e Pereira (2002), as principais TI aplicadas à geração de informações oportunas dos sistemas de informação são: Executive Information System (EIS); Enterprise Resource Planning (ERP); Sistema de Apoio a Decisões (SAD); Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados (SGBD); Data Warehouse (DW); Inteligência Artificial (IA); Sistemas Especialistas (SE); Data Mining (DM); Database Marketing (DBM); recursos de Internet; automação de escritórios; On-Line Analytic Processing (OLAP) e On-Line Transaction Processing (OLTP). Além das TI acima mencionadas, existem outras que são mais direcionadas à geração e gestão de sistemas de informação e conhecimento, destacando-se: ferramentas baseadas na Internet e Portais; mapas de conhecimento; gerenciamento eletrônico de documentos (GED); groupware; workflow; automação de processos; bases inteligentes de conhecimento; sistemas especialistas; softwares de Business Inteligence; sistemas de apoio à inovação e produtos (CARVALHO apud REZENDE; PEREIRA, 2002). Algumas ferramentas para a análise de informações estratégicas nas empresas são utilizadas no mercado atualmente, tais como: Workflow; Data Mining; Data Warehouse; Data Mart, também conhecido como Warehouse Departamental, é uma abordagem descentralizada do conceito de Data Warehouse; CRM (Costumer Relationship Management); Internet - TCP/IP (Transfer Control Protocol/Internet Protocol); Intranet; Extranet; OLAP (On-Line Analitical Processing); softwares especialistas utilizados para pesquisa operacional e otimização de recursos (infraestrutura). II ESTUDO DE CASO A instituição de ensino analisada (Universidade Metodista de São Paulo) possui 15 Faculdades, 33 cursos, 800 docentes, 1000 funcionários técnico-administrativos e mais de alunos. Possui uma história de mais de 60 anos, com a instalação da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista em São Bernardo do Campo - em 1938, onde tem como mantenedor o Instituto Metodista de Ensino Superior (IMS). A Metodista (como é conhecida) está entre as mais conceituadas instituições de Ensino Superior do país, ocupando uma posição privilegiada no cenário educacional brasileiro. Como uma escola confessional e de caráter comunitário, ou seja, tem as ações voltadas à comunidade, a Metodista tem como principal objetivo a formação cidadã (consciência social que faça diferença na sociedade), com uma educação com visão de mundo mais solidária, desde a educação infantil até a Universidade. 6

7 Dentro desta perspectiva cidadã, em 2004 foram oferecidos mais de 125 mil atendimentos clínicos, 97 projetos de pesquisa em andamento, 9838 alunos assistidos com bolsas de estudo e mais de 900 jovens envolvidos com a Escola de Esporte, deixando-os longe das ruas. II. 1 Estrutura organizacional Dentro de sua estrutura organizacional, o IMS (mantenedor da Universidade Metodista) abrange a Diretoria de Tecnologia e Informação (DTI), responsável por toda a tecnologia da informação das instituições mantidas (Universidade: campus Rudge Ramos, Vergueiro, Planalto, Guaratinguetá, Itapeva e Colégios: São Bernardo, Bertioga e Itapeva), conforme organograma simplicado (figura 1) a seguir. IMS Organograma Simplificado Direção Geral Comitê Gestor Tecnologia Diretoria de Tecnologia e Informação GTI GTA GTR Universidade Metodista de São Paulo Colégios Unidade I, II e III Mantidas Daví Nelson Betts Figura 1 A DTI tem como missão ajudar a definir, desenvolver, implantar, promover e manter uma infra-estrutura de tecnologia e informação de alta qualidade que contribua para que a instituição seja reconhecida por serviços de excelência e relevância social nas áreas de ensino, pesquisa e extensão. Em sua visão busca ser promotora e provedora de infra-estrutura de informação e tecnologia educacional inovadora e de alta qualidade. A DTI é composta por três gerências: GTI (Gerência de Tecnologia de Informação que responde por toda a questão do desenvolvimento e integração de sistemas, projetos tecnológicos e sistemas especialistas); GTR (Gerência de Telecomunicações e Redes que cuida da segurança digital, redes, internet, servidores e telefonia) e GTA (Gerência de Tecnologia Aplicada que responde pelo suporte técnico, manutenção hardware e software, laboratórios de informática, salas multimídia, estúdios 7

8 de rádio e televisão). Além disso, a DTI se relaciona com o Comitê Gestor de Tecnologia (CGT), representado pelas diretorias da mantenedora e por diretores das Faculdades, que tem como responsabilidade discutir e propor as principais diretrizes tecnológicas para a instituição. II.2 Desafios Até o ano 2000, a universidade recebia os horários disponíveis dos docentes de cada Faculdade, de maneira que cada turma possuía uma sala específica. Com o aumento da quantidade de alunos que passou de para nesta época, a gestão do espaço físico (laboratórios de informática e as salas de aulas) tornou-se a grande questão estratégica pois, caso a instituição não encontrasse uma solução para a otimização do seu espaço, haveria a necessidade de investimento significativo para promover os espaços suficientes para os alunos, com um pequeno detalhe: toda a possível nova construção deveria ser feita em 45 dias, ou seja, existia a inviabilidade de tempo. Somando-se a esta questão, outro fator que possibilitou a busca por alternativas inovadoras foram os choques de horários disponíveis dos docentes por laboratórios específicos. Nesta época cada Faculdade administrava seu espaço físico. Ou seja, no final do 2º semestre de 2000 a universidade enfrentou o seguinte cenário: havia a necessidade de criação de seis novas salas de aula de 80 alunos, cinco laboratórios de informática de 40 PCs e mais de 2700 disciplinas oferecidas por semana para serem atendidas. II.3 Gestão estratégica da Tecnologia de Informação no contexto educacional No 2º semestre de 2000 foi designado um grupo de trabalho pela reitoria com o objetivo de trazer estudos que sinalizassem alternativas na gestão do espaço físico. A proposta inicial foi de um software de pesquisa operacional, que possibilitasse encontrar a solução mais adequada dentro das variáveis construídas por cada Faculdade (docente, disciplina e espaço necessário). Para tanto, cinco faculdades (Faculdade de Comunicação Multimídia, Faculdade de Propaganda, Publicidade e Turismo, Faculdade de Jornalismo e Relações Públicas, Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas e Faculdade de Administração) foram envolvidas no programa piloto. A adoção ou uso de um software exigiu mudanças organizacionais, ou seja, nova cultura envolvendo todos os seguimentos da instituição de ensino (coordenação de cursos, direção, docentes, discentes, funcionários) para acolher a novidade estratégica. Neste sentido, algumas políticas foram implementadas para que o uso da tecnologia pudesse ter efeito: 1) Horário coletivo: toda a estrutura da instituição passa a ser compartilhada, ou seja, não mais existiria salas específicas (salas multimídias, laboratórios e salas comuns) para Faculdades, mas um uso itinerante e otimizado dos espaços; 2) Administração dos espaços: a mantenedora passou a realizar a gestão de todos os espaços físicos, isto é, não haveria mais alocação de sala de aula por Faculdade; 3) Como desdobramento do item anterior, foi criada uma área na instituição denominada de Assessoria de Espaço Físico, que responderia pela gestão dos espaços (salas multimídia, salas comuns, laboratórios de informática). Estas políticas possibilitaram que a instituição trabalhasse a gestão de mudança com uma visão de otimização de recursos, onde as faculdades passaram a entender os espaços e recursos tecnológicos como pertencentes a todos e não mais somente a um 8

9 único curso. Além disso, a instituição passou a ter um controle centralizado da administração dos espaços, facilitando assim a tomada de decisão. O fluxo de informação para a gestão do espaço ilustra o processo adotado na preparação da melhor solução em termos de espaço físico, conforme figura 2: FACULDADE/ CURSO necessidade ASSESSORIA ESPAÇO FÍSICO Entrada das informações: docente/ disciplina/ local SISTEMA ADESOFT Envio da solução SISTEMA ACADÊMICO (DTI) horário/sala dos docentes Figura 2 Secretaria acadêmica Preparação dos laboratórios Outras áreas No processo ilustrado acima, toda solicitação e/ou necessidade referente ao espaço físico é planejado para o semestre (20 semanas) pelas Faculdades/Cursos e enviado à Assessoria de Espaço Físico iv. Esta área administra as informações (disciplina, local, docente) no sistema, que por sua vez interage com o ambiente acadêmico de maneira que as diversas áreas institucionais também recebam a informação (melhor solução apontada pelo sistema). Como desdobramento, a Faculdade/Curso requisitante da solução recebe a informação (retorno) das salas e horários disponíveis e, os demais setores administrativos ficam com a responsabilidade do preparo e configuração dos ambientes (por exemplo: instalação de softwares específicos nos laboratórios, informação para o aluno no Portal, divulgação via correio eletrônico), bem como o atendimento e orientação ao aluno. A seguir, a figura 3 apresenta a lógica utilizada para a infra-estrutura dos servidores e base de dados do otimizador. ADE Optimizer ADE Java Client JDBC ADE ServerJava R M I ORACLE Database ADE API Java Beans Server JavaBeans XML ADE Servlet and JSP Server HTTP ADE Web Client Figura 3 Daví Nelson Betts 9

10 II.4 Sistema O software adotado para a realização das soluções da gestão do espaço físico foi o programa francês ADESOFT (ADE ENTERPRISE), que tem como principal característica a otimização de recursos, contemplando a análise, construção, simulação, colaboração e a gestão do ambiente v. No estudo analisado, foram trabalhadas quatro variáveis (turmas, recursos, docentes e espaço físico) visando o atendimento de uma atividade específica. Conforme entrevista dada pelo prof. Dr. Daví Nelson Betts (Diretor de Tecnologia e Informação), o otimizador (ADESOFT) recebeu as informações dos sistemas legados e integrados (docentes, turmas, espaço físico e recursos) e através de cálculos algorítmicos encontrou a melhor solução, gerando em sua saída informações (estratégicas) para as diversas áreas da instituição, desde a publicação da matriz horária no Portal do aluno até a folha de pagamento do docente conforme figura 4, a seguir. Sistemas Legados Publicação de informações Cadastros Docentes Turmas Espaço físico Recursos OTIMIZADOR Saídas Alocação otimizada de espaço físico e laboratórios Geração de matriz horária Sistemas Integrados Centros de custos Folha de pagamento Figura 4 Daví Nelson Betts II.V Otimização De acordo com Ministério da Ciência e Tecnologia vi, quando tratamos da otimização, estamos falando do processo que visa o melhor curso de ação entre um conjunto de alternativas. Como desdobramento, temos o impacto da otimização na produtividade que pode aplicar-se em dois níveis: a) em uma visão restrita, onde corresponde a maximização dos resultados através da otimização dos recursos utilizados. Tem relação direta entre o output (saída) e o input (entrada). Neste caso a produtividade pode ser medida de forma monofatorial (parcial) através de fatores de produção como matéria-prima, combustível, equipamentos, trabalho, terra, capital, etc. Entretanto, em geral, quando falamos em produtividade, geralmente estamos nos referindo à produtividade do trabalho; 10

11 b) Em uma visão ampla, a produtividade continua sendo a relação entre o output/input, porém considerando vários outros fatores econômicos, sociais e de meio ambiente. A definição ampla de produtividade para o BLS Bureau Labor Statistics, dos Estados Unidos pode ser traduzida da seguinte forma: "Produtividade é um dos maiores determinantes do padrão de vida, desde que os aumentos de produtividade gerem aumento real de renda e estabilidade de preço. A medição da produtividade é um importante elemento na avaliação da eficiência, tanto no nível interno como em comparações internacionais". Segundo Goldratt (1997) a produtividade é o ato de fazer uma empresa ficar mais próxima de sua meta. Todas as ações que fazem com que a empresa fique mais próxima de sua meta são produtivas. II.6 Solução encontrada Com a nova política implementada (horário coletivo e administração centralizada dos recursos), e a adoção do software para a gestão do espaço físico, nenhuma sala de aula foi construída no ano de 2001, somente dois laboratórios de informática foram montados em espaço resultante da otimização, com uma taxa de ocupação de 99,2% do espaço físico para os laboratórios no período noturno, fato que gerou uma economia de aproximadamente R$ ,00 em investimentos. O microcomputador utilizado foi um Pentium III 800Mhz com 256MB de memória RAM, que após todos os dados estarem digitados no sistema e após negociação junto às coordenações de curso para horários que docentes não haviam sinalizado, realizou o cálculo da solução em torno de um minuto e meio. Hoje a universidade continua utilizando o software como ferramenta estratégica na sua gestão de espaço físico e, segundo dados obtidos junto à Assessoria de Espaço Físico pelo prof. Sérgio Batista, temos para a graduação nos campi Rudge Ramos, Vergueiro e Planalto a seguinte taxa de ocupação dos espaços: Taxa de ocupação (2005): Campus Rudge Ramos Sala Turnos multimídia Laboratório Sala de aula (*) informática 40 al. 60 al. 80 al. 90 al. 100 al. Manhã 50% 60% 10% 90% 70% 40% 20% Tarde 20% 30% 0% 30% 50% 10% 5% Noite 100% 90% 80% 90% 100% 95% 100% (*) Sala multimídia é uma sala de aula com recursos tecnológicos contendo projetor multimídia, tela de projeção, sistema de sonorização e computador. Taxa de ocupação (2005): Campus Vergueiro Turnos Sala multimídia Laboratório Sala de aula informática 80 al. 70 al. 50 al. 40 al. Manhã 100% 10% 100% 100% 50% 0% Tarde 100% 0% 50% 100% 0% 0% Noite 100% 50% 100% 100% 70% 30% 11

12 Taxa de ocupação (2005): Campus Planalto Turnos Sala multimídia Laboratório Sala de aula informática 80 al. 60 al. 50 al. Manhã 100% 30% 90% 100% 80% Tarde 30% 10% 20% 10% 0% Noite 100% 30% 100% 100% 60% Além disso, a projeção dos cenários de uso dos espaços é realizada com um ano de antecedência. III CONSIDERAÇÕES FINAIS O uso da tecnologia da informação no contexto educacional cada dia mais se torna uma realidade, principalmente se considerarmos o contexto atual em que a concorrência acirrada e a necessidade por uma gestão otimizada de recursos possibilitam não somente um diferencial, mas requerem uma exigência por parte das instituições de ensino que desejam prevalecer no seu segmento. No caso em estudo, verificou-se que a tecnologia em si não traz benefício algum, e sim o seu uso aliado à gestão estratégica que pode fazer diferença. Um detalhe significativo deste estudo é que o software utilizado foi desenvolvido para gerenciar recursos, sendo utilizado intensamente por empresas aéreas e de grande porte. No entanto, a instituição de ensino conseguiu visualizar na ferramenta a possibilidade de uso voltado para um dos aspectos do seu negócio que é gerenciar a complexidade de recursos voltados para o processo ensino-aprendizagem, que envolve desde o horário disponível do docente, sala de aula, laboratório, instalação de softwares nos laboratórios, sala multimídia, turma, disciplina até a geração da folha de pagamento em relação às horas-aula designada para cada docente da instituição. Como resultado do processo de mudança cultural e com o uso da tecnologia da informação, se obteve uma redução de custo da ordem de R$ ,00 (hum milhão e cem mil reais) não sendo necessário a utilização do investimento na construção de um novo edifício para acomodar as demandas existentes, mas em outros projetos. A experiência obteve sucesso e permitiu a transferência da tecnologia de conhecimento para outras instituições da Rede Metodista, como por exemplo: IPA e UNIMEP que passaram a utilizar o mesmo sistema a partir do ano 2005 e 2006 respectivamente. Como proposta de aprofundamento deste estudo, se sugere a análise detalhada das experiências da Metodista, IPA e UNIMEP somada ao estudo de outras tecnologias utilizadas no contexto educacional que podem elucidar o processo estratégico do uso da TI. 12

13 NOTAS i. MORIN, Edgar. O método: o conhecimento do conhecimento. Rio Grande do Sul. Editora Sulina, p. 45. ii. iii. Revista de Ciência da Informação - v.4 n.3 jun/03. iv. O processo implicou especialmente sensibilização dos docentes para mudança de cultura, pois o Plano de Ensino e cronograma das aulas são organizados com antecedência de três meses para o semestre subseqüente. Rompendo com um comportamento recorrente de alguns docentes que reservavam laboratórios para uso no decorrer do semestre sem um prévio planejamento. As salas não podiam ser realocadas impedindo o uso por outro docente. Era comum a utilização das salas para aulas cuja metodologia não requeria o uso da tecnologia. v. vi. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BUKOWITZ, Wendi R. WILLIAMS, Ruth L. Manual de gestão do conhecimento. Porto Alegre: Bookman, CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede: a era da informação. São Paulo. Editora Paz e Terra, CAVALCANTI, Marly (org) Gestão Estratégica de negócios: evolução, cenários, diagnóstico e ação. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, FLEURY, Maria Tereza Leme. OLIVEIRA JR, Moacir de Miranda. Gestão estratégica do conhecimento: integrando aprendizagem, conhecimento e competências. São Paulo: Atlas, MARCIAL, Elaine Coutinho & GRUMBACH, Raul Jose dos Santos. Cenários prospectivos. Rio de Janeiro: Editora FGV, MINTZBERG, Henry, QUINN, James Brian. O Processo da estratégia. 3a.ed. Porto Alegre: Bookman, MINTZBERG, H. Ahlstrand, B. & Lampel, J. (2000), Safari de estratégia. Porto Alegre: Bookman, OLIVEIRA Jr. Moacir de Miranda e FLEURY, Maria Tereza Lema. Compartilhando Conhecimento em Negócios Internacionais: um estudo de caso na indústria de propaganda. In: Anais I Encontro Nacional de Estudos Organizacionais, PORTER, M. Competitive Strategy, Free Press, Como as forças competitivas moldam a estratégia. Harvard Business Review. Março-abril de In: MONTGOMERY, Cynthia A. PORTER, Michael E. (org.) Estratégia: a busca da vantagem competitiva. Rio de Janeiro: Campus, A vantagem competitiva das nações. Rio de Janeiro: Campus, REVISTA DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO - v.4 n.3 jun/03. STEWART, Thomas A. Capital intelectual. A nova vantagem competitiva das empresas. 6a. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1998., A riqueza do conhecimento: o capital intelectual e a nova organização. Rio de Janeiro: Campus,

14 TERRA, José C.C. Gestão do Conhecimento: O grande desafio empresarial - Uma abordagem baseada no aprendizado e na criatividade. São Paulo: Negócio Editora,

15 ANEXOS Variáveis envolvidas no processo de otimização Aula alocada no laboratório (ed. Delta, sala 215) Visão semanal do laboratório 15

16 i ii iii iii iii iii iv v vi Visualização do sistema por ocupação e carga de trabalho, dentre outros Visualização das aulas alocadas por docente 16

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1 Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii Parte I - Empresa e Sistemas, 1 1 SISTEMA EMPRESA, 3 1.1 Teoria geral de sistemas, 3 1.1.1 Introdução e pressupostos, 3 1.1.2 Premissas

Leia mais

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação. Prof a.:lillian Alvares

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação. Prof a.:lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Prof a.:lillian Alvares Fóruns óu s/ Listas de discussão Espaços para discutir, homogeneizar e compartilhar informações, idéias

Leia mais

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Prof a Lillian Alvares

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Prof a Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares Fóruns Comunidades de Prática Mapeamento do Conhecimento Portal Intranet Extranet Banco de Competências Memória Organizacional

Leia mais

GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS

GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS Graduação PROCESSOS GERENCIAIS 1.675 HORAS Prepara os estudantes para o empreendedorismo e para a gestão empresarial. Com foco nas tendências

Leia mais

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec Capital Intelectual O Grande Desafio das Organizações José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago Novatec 1 Tudo começa com o conhecimento A gestão do conhecimento é um assunto multidisciplinar

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Comunidades de Prática Grupos informais e interdisciplinares de pessoas unidas em torno de um interesse

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

Planejamento de sistemas de informação.

Planejamento de sistemas de informação. Planejamento de sistemas de informação. O planejamento de sistemas de informação e da tecnologia da informação é o processo de identificação das aplicações baseadas em computadores para apoiar a organização

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DO CONHECIMENTO NAS PEQUENAS ORGANIZAÇÕES: UM MODELO DE ABORDAGEM ABRAHAM B. SICSÚ

GESTÃO ESTRATÉGICA DO CONHECIMENTO NAS PEQUENAS ORGANIZAÇÕES: UM MODELO DE ABORDAGEM ABRAHAM B. SICSÚ GESTÃO ESTRATÉGICA DO CONHECIMENTO NAS PEQUENAS ORGANIZAÇÕES: UM MODELO DE ABORDAGEM ABRAHAM B. SICSÚ 1 Contextualizando a Apresentação Gestão do Conhecimento, primeira abordagem: TI + Tecnologias Organizacionais

Leia mais

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto CURRÍCULO DO PROFESSOR Administradora com mestrado e doutorado em engenharia de produção

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Variáveis Ambientais e Diagnóstico Estratégico (Análise SWOT)

Estratégias em Tecnologia da Informação. Variáveis Ambientais e Diagnóstico Estratégico (Análise SWOT) Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 5 Variáveis Ambientais e Diagnóstico Estratégico (Análise SWOT) Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina

Leia mais

Administração de CPD Chief Information Office

Administração de CPD Chief Information Office Administração de CPD Chief Information Office Cássio D. B. Pinheiro pinheiro.cassio@ig.com.br cassio.orgfree.com Objetivos Apresentar os principais conceitos e elementos relacionados ao profissional de

Leia mais

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI Objetivos Assegurar que os esforços despendidos na área de informática sejam consistentes com as estratégias, políticas e objetivos da organização como um todo; Proporcionar uma estrutura de serviços na

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani BI Business Intelligence A inteligência Empresarial, ou Business Intelligence, é um termo do Gartner Group. O conceito surgiu na década de 80 e descreve

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: MONSENHOR ANTONIO MAGLIANO Código: 088 Município: GARÇA SP Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: TÉCNICA EM NÍVEL MÉDIO

Leia mais

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS Vanice Ferreira 12 de junho de 2012 GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais DE QUE PROCESSOS ESTAMOS FALANDO? GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento Profa. Marta Valentim Marília 2014 Modelos,

Leia mais

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional Carlos Henrique Cangussu Discente do 3º ano do curso de Administração FITL/AEMS Marcelo da Silva Silvestre Discente do 3º ano do

Leia mais

Quality se destaca no mercado de sistemas de gestão para escolas

Quality se destaca no mercado de sistemas de gestão para escolas Quality se destaca no mercado de sistemas de gestão para escolas As características de gestão escolar e de empresas de outros segmentos são diferentes. Percebendo a falta de um sistema que atendesse as

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

TÓPICOS ESPECIAIS EM GESTÃO DE RH. Prof. Felipe Kovags Aula 02 (20-09-2011)

TÓPICOS ESPECIAIS EM GESTÃO DE RH. Prof. Felipe Kovags Aula 02 (20-09-2011) TÓPICOS ESPECIAIS EM GESTÃO DE RH Prof. Felipe Kovags Aula 02 (20-09-2011) 1 ERA DOS TALENTOS SEGUNDO PETER DRUCKER, O PAI DA ADMINISTRAÇÃO MODERNA, ESTAMOS NO INÍCIO DA ERA DOS TALENTOS. FORÇA FÍSICA,

Leia mais

www.jrsantiago.com.br

www.jrsantiago.com.br www.jrsantiago.com.br Gestão do Conhecimento em Projetos José Renato Santiago Cenário Corporativo Muitas empresas gastam parte significativa de seu tempo no planejamento e desenvolvimento de atividades,

Leia mais

3. Estratégia e Planejamento

3. Estratégia e Planejamento 3. Estratégia e Planejamento Conteúdo 1. Conceito de Estratégia 2. Vantagem Competitiva 3 Estratégias Competitivas 4. Planejamento 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Administração de Pequenas Empresas

Leia mais

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro Educação a Distância Os mesmos professores. A mesma aula. O mesmo diploma. A única diferença é a sala de aula que fica em suas

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Capítulo 13: Tecnologia da Informação. Prof.: Roberto Franciscatto

Capítulo 13: Tecnologia da Informação. Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 13: Tecnologia da Informação Prof.: Roberto Franciscatto Introdução Uma informação é um arranjo de dados (nomes, palavras, números, sons, imagens) capazes de dar forma ou sentido a algo do interesse

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CST em Marketing 4ª Série Gestão do Relacionamento com os Consumidores A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensino-aprendizagem desenvolvido por

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE INFORMÁTICA CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CÓDIGO MATRIZ CURRICULAR: 109P1NB

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE INFORMÁTICA CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CÓDIGO MATRIZ CURRICULAR: 109P1NB UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE INFORMÁTICA CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CÓDIGO MATRIZ CURRICULAR: 109P1NB PLANO DE DISCIPLINA ANO LETIVO: 2011 2º SEMESTRE DADOS DA DISCIPLINA CÓDIGO DISC

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EVOLUÇÃO DA COMPETIÇÃO NOS NEGÓCIOS 1. Revolução industrial: Surgimento das primeiras organizações e como consequência, a competição pelo mercado de commodities. 2.

Leia mais

Estratégia como fator de Competitividade. Resumo

Estratégia como fator de Competitividade. Resumo Estratégia como fator de Competitividade Autora: Claryce Barros Santos Resumo Em meio à variabilidade de processos organizacionais a estratégia surge como ferramenta crucial nas organizações. O presente

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.)

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Resenha Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Patrícia Morais da Silva 1 Superar as expectativas do mercado atendendo de forma satisfatória as demandas dos clientes

Leia mais

Apresentação da disciplina e proposta didática Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza

Apresentação da disciplina e proposta didática Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Apresentação da disciplina e proposta didática Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Este documento está sujeito a copyright. Todos os direitos estão reservados para o todo ou quaisquer partes do documento, em

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS Fortaleza Ce Agosto 2009 Liádina Camargo Lima Universidade de Fortaleza liadina@unifor.br Categoria C Métodos

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado.

Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado. TECNICAS E TECNOLOGIAS DE APOIO CRM Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado. Empresas já não podem confiar em mercados já conquistados. Fusões e aquisições

Leia mais

Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares

Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares Tecnologia e Gestão O principal papel da Tecnologia da Informação na Gestão do Conhecimento consiste em: Ampliar o alcance

Leia mais

Apresentação Institucional. Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida

Apresentação Institucional. Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida Apresentação Institucional Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida A empresa que evolui para o seu crescimento A VCN Virtual Communication Network, é uma integradora de Soluções Convergentes

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Turismo. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h

Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Turismo. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h Administração Geral / 100h O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BÁSICO DESTA DISCIPLINA CONTEMPLA... Administração, conceitos e aplicações organizações níveis organizacionais responsabilidades Escola Clássica história

Leia mais

Sistemas de Informação Gerenciais

Sistemas de Informação Gerenciais Faculdade Pitágoras de Uberlândia Pós-graduação Sistemas de Informação Gerenciais Terceira aula Prof. Me. Walteno Martins Parreira Júnior www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com Maio -2013 Governança

Leia mais

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Bacharelado em Administração Disciplina: Estratégia empresarial Professor: Salomão David Vergne Cardoso E-mail: vergne07@gmail.com Código: Carga Horária:

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CURSO TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL Série do Curso: 4ª SÉRIE Nome da Disciplina: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem

Leia mais

Capítulo 6 Resolução de problemas com sistemas de informação

Capítulo 6 Resolução de problemas com sistemas de informação Capítulo 6 Resolução de problemas com sistemas de informação RESUMO DO CAPÍTULO Este capítulo trata do processo de resolução de problemas empresariais, pensamento crítico e etapas do processo de tomada

Leia mais

componentes e fatores condicionantes Modelo de Gestão de Pessoas: definição, elementos Glaucia Falcone Fonseca

componentes e fatores condicionantes Modelo de Gestão de Pessoas: definição, elementos Glaucia Falcone Fonseca Modelo de Gestão de Pessoas: definição, elementos componentes e fatores condicionantes Glaucia Falcone Fonseca Nos dias de hoje, em todas as organizações, seja ela voltada para serviços, ramo industrial

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

Introdução a Computação

Introdução a Computação Introdução a Computação Aula 03 Profissões de TI Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos respectivos

Leia mais

PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO

PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL MBA e Pós-Graduação Cursos inovadores e alinhados às tendências globais Nossos cursos seguem modelos globais e inovadores de educação. Os professores

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM É COM GRANDE PRAZER QUE GOSTARÍAMOS DE OFICIALIZAR A PARTICIPAÇÃO DE PAUL HARMON NO 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE BPM!! No ano passado discutimos Gestão

Leia mais

Usada originalmente na área militar, esta palavra hoje é bastante usada na área de negócios.

Usada originalmente na área militar, esta palavra hoje é bastante usada na área de negócios. Usada originalmente na área militar, esta palavra hoje é bastante usada na área de negócios. A palavra vem do grego strátegos, que significa "a arte do general". Arte militar de escolher onde, quando e

Leia mais

FUNÇÕES MOTORAS (Produtos e Serviços)

FUNÇÕES MOTORAS (Produtos e Serviços) FUNÇÕES MOTORAS (Produtos e Serviços) 1. MÉTODO MENTOR - Modelagem Estratégica Totalmente Orientada para Resultados Figura 1: Método MENTOR da Intellectum. Fonte: autor, 2007 O método MENTOR (vide o texto

Leia mais

Estrutura do Curso. Planejamento Estratégico

Estrutura do Curso. Planejamento Estratégico Estrutura do Curso (Prof. Mauricio Neves) INTRODUÇÃO À ESTRATÉGIA EMPRESARIAL (Unidade I) MODELO PORTER: TÉCNICAS ANALÍTICAS (Unidade II) ESTRATÉGIA BASEADA EM RECURSOS, (Unidade IV) Planejamento Estratégico

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM EAD: Benefícios da modalidade e-learning.

EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM EAD: Benefícios da modalidade e-learning. EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM EAD: Benefícios da modalidade e-learning. Autor(a): Gliner Dias Alencar Coautor(es): Joaquim Nogueira Ferraz Filho, Marcelo Ferreira de Lima, Lucas Correia de Andrade, Alessandra

Leia mais

USO DA COMUNICAÇÃO ALINHADA A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO

USO DA COMUNICAÇÃO ALINHADA A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO USO DA COMUNICAÇÃO ALINHADA A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO Alexandra Lemos Ferraz 1 Evandro Oliveira da Silva 2 Edimar Luiz Bevilaqua 3 Fernando Nobre gomes da silva 4 Matheus Trindade

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Dados de Identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Inovação, Conhecimento & Sustentabilidade

Inovação, Conhecimento & Sustentabilidade Inovação, Conhecimento & Sustentabilidade José Renato S. Santiago Júnior Para Pensar a Respeito... A Inovação tem se tornado um dos principais fatores de geração de riqueza e valor das organizações; Atualmente

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 42-CEPE/UNICENTRO, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2012. Aprova o Curso de Especialização MBA em Gestão Estratégica de Organizações, modalidade regular, a ser ministrado no Campus Santa Cruz, da UNICENTRO.

Leia mais

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES t COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES Joaquim Domingos Maciel Faculdade Sumaré joaquim.mackim@gmail.com RESUMO: Este artigo pretende alertar estudantes e profissionais para a compreensão

Leia mais

UMA PROPOSTA INOVADORA PARA ENSINAR EMPREENDEDORISMO AOS JOVENS

UMA PROPOSTA INOVADORA PARA ENSINAR EMPREENDEDORISMO AOS JOVENS UMA PROPOSTA INOVADORA PARA ENSINAR EMPREENDEDORISMO AOS JOVENS www.empreende.com.br emp@empreende.com.br FAZENDO ACONTECER Programa de ensino de empreendedorismo inovador em nível mundial, desenvolvido

Leia mais

Processos Técnicos - Aulas 4 e 5

Processos Técnicos - Aulas 4 e 5 Processos Técnicos - Aulas 4 e 5 Trabalho / PEM Tema: Frameworks Públicos Grupo: equipe do TCC Entrega: versão digital, 1ª semana de Abril (de 31/03 a 04/04), no e-mail do professor (rodrigues.yuri@yahoo.com.br)

Leia mais

Figura 1 - Processo de transformação de dados em informação. Fonte: (STAIR e REYNOLDS, 2008, p. 6, adaptado).

Figura 1 - Processo de transformação de dados em informação. Fonte: (STAIR e REYNOLDS, 2008, p. 6, adaptado). Tecnologia da Informação (TI) A tecnologia é o meio, o modo pelo qual os dados são transformados e organizados para a sua utilização (LAUDON; LAUDON, 1999). Os dados podem ser considerados como fatos básicos,

Leia mais

CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 1 CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2011.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 ARQUITETURA DE COMPUTADORES... 4 02 FILOSOFIA... 4 03 FUNDAMENTOS MATEMÁTICOS PARA COMPUTAÇÃO...

Leia mais

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning Curso e- Learning Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

Alinhamento entre Estratégia e Processos

Alinhamento entre Estratégia e Processos Fabíola Azevedo Grijó Superintendente Estratégia e Governança São Paulo, 05/06/13 Alinhamento entre Estratégia e Processos Agenda Seguros Unimed Modelo de Gestão Integrada Kaplan & Norton Sistema de Gestão

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais

Sistemas de Informações Gerenciais Sistemas de Informações Gerenciais 2 www.nbs.com.br Soluções eficazes em Gestão de Negócios. Nossa Visão Ser referência em consultoria de desenvolvimento e implementação de estratégias, governança, melhoria

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ PLANO DE ENSINO - 2º SEMESTRE 2011 Disciplina ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS Professor MSC. ADOLFO FRANCESCO DE OLIVEIRA COLARES Carga Horária Semanal Curso ADMINISTRAÇÃO Carga Horária

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a.

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a. Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a. Lillian Alvares Tecnologia e Gestão O principal papel da Tecnologia

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Business Intelligence (BI)

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Business Intelligence (BI) Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Business Intelligence (BI) Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Business Intelligence Inteligência Competitiva tem por fornecer conhecimento

Leia mais

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Fóruns / Listas de discussão Espaços para discutir, homogeneizar e compartilhar informações, idéias e experiências que

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Estratégias e Mudanças

Estratégias em Tecnologia da Informação. Estratégias e Mudanças Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 3 Estratégias e Mudanças Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura da bibliografia

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Marketing

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Marketing Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Marketing Apresentação Em uma economia globalizada e extremamente competitiva, torna-se cada vez mais imprescindível a visão estratégica

Leia mais

MBA em Marketing Estratégico

MBA em Marketing Estratégico MBA em Marketing Estratégico Público - alvo O MBA em Marketing Estratégico é indicado para profissionais com experiência profissional mínima de três anos, com formação universitária em qualquer área e

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 350-GR/UNICENTRO, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013. Aprova, ad referendum do CEPE, o Curso de Especialização em MBA em Gestão Estratégica de Organizações, modalidade regular, a ser ministrado no

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Resumo: A finalidade desse documento é apresentar o projeto de planejamento

Leia mais

Universidade Anhembi Morumbi On-line. Os mesmos professores. A mesma aula. O mesmo diploma. Tudo a um clique de você.

Universidade Anhembi Morumbi On-line. Os mesmos professores. A mesma aula. O mesmo diploma. Tudo a um clique de você. Universidade Anhembi Morumbi On-line. Os mesmos professores. A mesma aula. O mesmo diploma. Tudo a um clique de você. Educação a Distância Anhembi Morumbi Agora você pode estudar em uma universidade internacional

Leia mais

Dataprev Aumenta a Eficiência na Entrega de Projetos em 40% com CA Clarity on Premise

Dataprev Aumenta a Eficiência na Entrega de Projetos em 40% com CA Clarity on Premise CUSTOMER SUCCESS STORY Dezembro 2013 Dataprev Aumenta a Eficiência na Entrega de Projetos em 40% com CA Clarity on Premise PERFIL DO CLIENTE Indústria: Setor público Companhia: Dataprev Empregados: 3.000+

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias Coordenação Acadêmica: Maria Elizabeth Pupe Johann 1 OBJETIVOS: Objetivo Geral: - Promover o desenvolvimento

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais