XXIII ENANGRAD. Gestão de Processos e Qualidade (GPQ) A CONTRIBUIÇÃO DA GESTÃO DE ESTOQUE PARA A MELHORIA DO PROCESSO INDUSTRIAL. Tiago Sote Ribeiro

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1 XXIII ENANGRAD Gestão de Processos e Qualidade (GPQ) A CONTRIBUIÇÃO DA GESTÃO DE ESTOQUE PARA A MELHORIA DO PROCESSO INDUSTRIAL Tiago Sote Ribeiro Farana de Oliveira Mariano Mônica de Oliveira Costa Fabrício Afonso de Souza Bento Gonçalves, 2012

2 Área Temática e Código GESTÃO DE PROCESSOS DE QUALIDADE - GPQ A CONTRIBUIÇÃO DA GESTÃO DE ESTOQUE PARA A MELHORIA DO PROCESSO INDUSTRIAL

3 RESUMO A Gestão de Estoque é um meio eficaz para a administração reduzir custos e gerar recursos. O avanço tecnológico e a competitividade fazem do gestor responsável por equilibrar e alcançar lucratividade por meio de estudos no setor de produção e suprimentos. Uma relevante alternativa é a redução do estoque sem comprometer o processo produtivo da empresa. Neste sentido, gerou-se o problema de pesquisa o qual indagou até que ponto a gestão qualificada de estoque gera benefícios às indústrias. Objetivou-se que as industriais devem analisar os prováveis benefícios gerados pela gestão de estoque e verificar a real necessidade de produção, para que se possa investir em estoque de forma consciente, sem que haja desperdícios ou ociosidade. A metodologia empregou método descritivo por meio de estudo de caso aliado a entrevista na empresa Gulozitos Alimentos Ltda. Atualmente os sistemas de informações, assumem um papel fundamental para auxiliar a gestão de estoque, com melhor controle, integrando as informações de forma criteriosa. Os resultados alcançados demonstram às organizações industriais que a gestão de estoque pode ser um diferencial que contribui diretamente para a formação de resultados positivos, sugerindo ainda que distintas formas de controle de estoque sejam alicerçadas a um adequado sistema de informação integrado. Palavras-chave: Gestão de estoque, Sistema de Informação, Economia de recursos. ABSTRACT Inventory Management is an effective way to reduce administration costs and generate resources. Technological progress and competitiveness are the manager responsible for balancing and achieving profitability through studies in manufacturing and supplies. An important alternative is the reduction of inventory without compromising the company's production process. In this sense, there has been a research problem which asked to what extent the qualified inventory s management generates benefits to industries. The objective of the industry should consider the likely benefits generated by the inventory management and verify the actual need for production, so that we can invest in stock in a conscious way, without waste or idleness. The methodology used descriptive method by means of case study together with an interview at the company Gulozitos Aliments Ltda. Currently, information systems play a key role to assist inventory management, better control, integrating the information wisely. Results show that the industrial organizations to inventory management can be a differentiator that contributes directly to the formation of positive results, suggesting further that different forms of inventory control are grounded to a proper integrated information system. Keywords: Inventory Management, Information Systems, Resources saving.

4 1 INTRODUÇÃO Diante de novas tecnologias inseridas no mercado atual, as indústrias tentam cada vez mais se projetarem de forma mais competitiva em torno de uma acirrada concorrência. Um método que se diferencia e está sendo decisivo na tomada de decisões e se destaca entre vários outros é o gerenciamento de estoques (DIAS, 2005). Segundo Moura (2004) ter estoques no passado era considerado uma estratégia de mercado que visava assegurar preços, faltas ocasionais, etc., porém atualmente é um indicador de custo que preocupa administradores com visão mais ampla do processo da Gestão de Estoques. A gerência de estoque inserida no setor industrial se torna um ponto estratégico e de extrema importância nas organizações, a partir do momento que se implanta um bom processo de controle de estoques, fica evidente um melhor aproveitamento das informações geradas pelo gestor de estoques. Quando se trata de matéria prima e material secundário, o trabalho desenvolvido para gerenciá-los, faz com que as indústrias elaborem métodos e busquem alternativas para diferenciar seus preços das outras empresas (BALLOU, 1995). A redução de custo dentro do contexto atual torna-se um ponto crucial para a permanência das organizações no mercado de trabalho, no entanto, a gestão de estoques se transforma em uma poderosa ferramenta que auxilia na organização e obtenção de informações que geram benefícios para a empresa (DIAS, 2005). Sendo assim o principal objetivo deste trabalho é verificar e demonstrar quais as prováveis benfeitorias realizadas por uma qualificada gestão de estoque nas organizações industriais, conceituando algumas definições acerca do contexto de gestão de estoque, a fim de apontar as dificuldades existentes na falta da gestão de estoque, e sugerir alguns métodos de sistema de controle de estoque, analisar a interferência da mão-de-obra no sistema de gestão de estoque, e descrever o processo de armazenagem. Os estoques existem com finalidade de atender a produção mediante a evolução de mercado. A matéria prima, objeto da produção, sempre alicerçada com um bom sistema de controle, cumpre seus objetivos e com finalidade de não acumular custos a ponto de interferir negativamente no processo de comercialização. Assim elaborou-se a seguinte questão: até que ponto a gestão de estoque pode contribuir para que as indústrias desempenhem suas atividades operacionais de forma correta utilizando um sistema de informação eficiente, visando um retorno financeiro positivo nos seus resultados? A gestão de controle de estoque demonstra sua relevância dentro do contexto industrial, onde ocorrem várias etapas até o alcance de um produto final, desde a compra até sua aplicação para obter o produto acabado. A implantação de um ERP (Enterprise Resource Planning) que integraria todo o sistema para um melhor aprimoramento do controle do estoque, está cada vez mais sendo utilizado pelas grandes indústrias, como método que atende as suas necessidades num grau mais elevado de informações, transformando dados em informações relevantes que são utilizados pelos departamentos administrativos para tomada de decisões (ARNOLD, 1999). Atualmente, torna-se cada vez mais difícil alcançar os objetivos devido a um alto nível de competitividade entre as empresas, fazendo com que as organizações desenvolvam diferenciados métodos para conseguirem a qualidade dos produtos de forma que a tornem sólida e fidelize seus clientes. O benefício alcançado por uma boa gestão de estoque reflete dentro das demonstrações contábeis, fazendo com que o estabelecimento industrial obtenha resultados positivos. Uma indústria sem um controle de estoque alinhado corretamente pode sofrer perdas e danos que afetariam o processo em seu estágio final, onde o produto acabado não atingindo a qualidade exigida para concorrência num mercado acirrado. Para que isso ocorra, uma boa gerência exigirá no controle de estoques uma qualificada mão-de-obra alicerçada de um bom sistema de informação gerando relatórios que contribuirão para uma gestão eficiente. Com base no contexto acima, a contribuição da gestão de estoque abordadas neste trabalho, possibilitou demonstrar métodos de sistema de controle que possam ser utilizados, juntamente com o avanço da tecnologia, em todo processo industrial para uma maximização dos resultados. 1 REFERENCIAL TEÓRICO

5 2.1 CONCEITOS E DEFINIÇÕES DE GESTÃO DE ESTOQUE Atualmente, cada vez mais as indústrias estão buscando a redução dos custos nos seus níveis de estoque. Conforme Wanke (1999), isto ocorre por três principais motivos: elevado custo de oportunidade de capital, diversidade crescente no número de produtos, e foco gerencial na redução de custo com estoque. Bowersox (2000) salienta que sem um estoque adequado a atividade de marketing poderá detectar perdas de vendas e declínio da satisfação dos clientes. O planejamento de estoque também tem papel para a produção. Faltas de matérias-primas podem parar linhas de produção ou alterar programações da produção, o que, por sua vez, aumenta os custos e possibilidade de falta de um produto acabado. O estoque excessivo também gera problemas: aumenta os custos e reduz a lucratividade, em razão de armazenagem mais longa, imobilização de capital de giro, deterioração, custos de seguro e obsolescência. Existem inúmeras vantagens em se manter estoques conforme afirma Ballou (1995): Incentivo à economia de produção havendo estoques, a produção ocorre em grande escala e isso faz com que os custos fixos sejam diluídos, diminuindo o custo de produção; Economia de escala nas compras e no transporte comprando-se quantidade maior consegue-se desconto no transporte e se tem maior poder de barganha; Proteção contra alterações no preço quando há previsão de aumento nos preços a empresa pode adquirir quantidade maior e se proteger das oscilações do mercado; Proteção contra oscilações na demanda ou tempo de ressuprimento a empresa pode manter estoques de segurança se protegendo contra falhas no suprimento; Proteção contra contingências os estoques podem ajudar a empresa em caso de greve, incêndio ou qualquer outro acidente que possa ocorrer. Por outro lado, manter estoques ocasiona aumento dos custos, conforme relata Ching (1999): Custo de manter estoques para se manter os estoques por determinado tempo, são gerados vários custos como: custos de impostos, custos de seguros contra incêndio e roubo, custos de armazenagem, custos de deteriorização, obsolescência, perda e roubo, entre outros; Custo de pedir são custos associados à aquisição de mercadorias para estocagem como: custos de preenchimento do pedido, custo de transmissão de informações e custos de pessoal diretamente ligado à função; Custo de falta ocorre quando há insatisfação do cliente por não ter um pedido prontamente atendido, ou ainda, quando há uma interrupção na produção por falta de matéria-prima. A gestão de estoque constitui-se numa série de ações que possibilitam aos administradores investigar se os estoques estão sendo bem armazenados para que se possa ser utilizados de forma correta e ágil, se estão bem controlados e manuseados, como define Vendrame (2008). De acordo com Messias (1978) os principais tipos de estoque encontrados em uma empresa industrial são: matérias-primas, produtos em processo de elaboração, produtos acabados e peças de manutenção. O sistema de controle de estoque gera algumas vantagens como: maior disponibilidade de capital para outras aplicações (estoque alto significa dinheiro parado); redução dos custos de armazenagem que faz com que se reduz o número de itens em estoque; redução dos custos de paradas de máquina por falta de material; redução dos riscos de perdas por deterioração e obsolescência (MESSIAS, 1978). A gestão de estoques é responsável por definir qual a quantidade mínima que cada material deve permanecer em estoque para que se possa efetuar o pedido de compra, processar o pedido junto ao fornecedor e para que haja o transporte, desembarque e disponibilização para uso na empresa. Assim como, também, deve definir qual a quantidade máxima de cada um desses materiais e sua permanência em estoque, evitando grandes investimentos, prejudicando a lucratividade da empresa (CHING, 1999). Conforme Moura (2004):

6 [...] outra vantagem da gestão eficiente é possibilitar ajustes eficazes em seu processo, resultante em redução de custo e economia nas aquisições. O estoque tem efeito impactante no êxito das empresas. Um dos motivos é o alto volume de dinheiro empregado. Segundo Corrêa (2001), estoque é um elemento gerencial fundamental na administração das empresas, que buscam a todo o tempo, tentar baixar seus custos reduzindo seus estoques, solucionando vários problemas, e assim chegar a um consenso de que realmente precisa-se de estoque para trabalhar, sem comprometer os seus processos, ou seja, manter estoques suficientes para suprir sua demanda de produção sem ter que deixar capital imobilizado em estoque que não possui muito giro. A gestão de estoques deverá conciliar da melhor maneira a operacionalidade das organizações, tendo como meta, objetivo principal a maximização do lucro sobre o capital investido merecendo a atenção do gestor da empresa (DIAS, 1993). 2.2 DIFICULDADES EXISTENTES NA GESTÃO DE ESTOQUE Para Pozo (2002) algumas das principais dificuldades enfrentadas são: falta de matéria primas e perdas de produtos durante a industrialização. A falta de matéria prima é conseqüência de não realizarem conferência na chegada dos produtos, e de não trabalharem com estoque de segurança e até mesmo de não realizar um controle de estoque eficaz que não deixe acabar o material para industrialização. Estoque de segurança é uma quantidade mínima ideal de material que tem que existir no estoque com o objetivo de cobrir as possíveis oscilações da demanda de produção, que pode ser: eventuais atrasos de mercadoria pelos fornecedores, rejeição do lote de compra ou variação na demanda do produto. A falta de mercadorias acarreta custos para a empresa, causando morosidade no processo industrial, fazendo com que ela deixe de ganhar e perca clientes (POZO, 2002). De acordo com Dias (1993, p.52), os custos da falta de estoque ou custo de Ruptura podem ser determinados da seguinte maneira: Por meio de lucros cessantes, devidos a incapacidade de fornecer - perdas de lucros com cancelamento de pedidos; Por meio de custos adicionais, causados por fornecimentos em substituição com material de terceiros; Por meio de custos causados pelo não-cumprimento dos prazos contratuais como multas, prejuízos, bloqueio de reajuste; e Por meio de quebra de imagem da empresa e, em conseqüência, beneficiando o concorrente. Um dos principais problemas enfrentados na gestão de estoque é focar na busca de garantir a máxima disponibilidade de produto, com o menor de estoque possível. A gestão de estoques entende que quantidade de estoque parada é capital imobilizado. Para que o controle de estoque não conviva com falta de mercadorias, devem ser considerados fatores que possam reduzir ou eliminar este custo como, por exemplo, tempo de ressuprimento, lote econômico de compras (LEC), estoque mínimo e estoque máximo (TUBINO, 2000). 2.3 SISTEMAS DE CONTROLE DE ESTOQUES Ao se comparar um sistema de informação com uma gestão de estoque manual, nota-se que a função de diminuir os gastos com estoque e evitar a falta de mercadorias será alcançada com o método de sistema, pois manualmente seria difícil, não por falta de eficiência da mão-de-obra, mas pela complexidade das atividades. Portanto, atualmente, diversos sistemas informatizados circulam no mercado para que se alcance esses objetivos. (BERTAGLIA, 2006). Para O Brien (2004) os sistemas de controles de estoques processam dados, que refletem em mudanças nos produtos em estoque. Depois que os dados sobre os pedidos dos clientes são recebidos do sistema de processamento de pedidos, o sistema de controle de estoque registra e gera uma ordem de produção e, prepara os devidos itens para a industrialização. Com esses dados processados o sistema informatizado pode informar a situação dos materiais que precisam ser comprados pela empresa, agilizando assim o custo de pedido e controlando de uma forma mais precisa o processo de gestão de estoque.

7 Segundo Viana (2002), qualquer que seja o método, é fundamental a plena observância das rotinas em prática a fim de se evitar problemas de controle, com conseqüências no inventário, que reproduzam em prejuízos para a empresa. Segundo Moreira (1999, p. 470): Um sistema de controle e estoque é fundamentalmente um conjunto de regras e procedimentos que permite responder a algumas perguntas e tomar decisões sobre os estoques. Onde ele deve responder quando e quanto se deve adquirir de cada mercadoria, chamados funções básicas do sistema não sendo únicas. De acordo com os dados apresentados, Tavares (2000) conclui ressaltando que a organização que estiver disposta a vencer nos negócios, terá por obrigação, a estar apta, a saber, utilizar as informações e toda tecnologia que envolve um sistema de informação como arma estratégica a seu favor, para conquistar ainda mais espaço no mercado MRP (Material Requirement Planning-Planejamento das Necessidades de Capital) O MRP tem como objetivo inicial a necessidade de estruturar os materiais e, logo depois, também aplicado para atender toda a gestão empresarial, foi substituído pelo MRP II (Manufacturing Resource Planning - Planejamento de Recursos de Fabricação) no qual veio a se formar os atuais modernos sistemas integrados ERP (Enterprise Resource Planning - Sistema Integrado de Gestão Empresarial) (FORTES, 2001). Corrêa e Gianesi (2001, p. 137) explicam que: O objetivo do MRP é ajudar a produzir e comprar apenas o necessário, visando eliminar estoques, gerando uma serie de encontros marcados entre componentes de um mesmo nível, para operações de fabricação ou montagem. Os modernos sistemas ERP são desenvolvidos para responder instantaneamente o surgimento de novas necessidades não previstas e também capazes de reduzir o tempo de resposta ao mercado. As transações podem facilmente mudar ou expandir sem romper com as atividades em curso. Vollmann (2008) afirma que: O termo ERP pode ter vários significados diferente dependendo do ponto de vista do administrador. O ERP representa uma abordagem de software amplo par suportar as decisões concorrentes com o planejamento e controle dos negócios. São tipicamente muito eficientes em manusear as muitas transações que documentam as atividades da empresa. Com a implantação de um sistema ERP um importante benefício pode ser alcançado. Rompem-se os paradigmas na empresa de pensar sempre em módulo, função, cada pessoa executando somente uma sua determinada função. Os funcionários passam a pensar além do seu departamento, cooperando para atingir os objetivos em conjunto uma vez que as informações passam a servir de base para outras informações, integração (PADOVEZE, 2003) Sistema ABC Uns dos métodos mais utilizados para controle de estoques é o sistema de Curva ABC. Conforme DIAS (1993), esta classificação dos itens é determinada pela sua relevância em relação ao controle de estoque, ou seja, para os itens de maior valor o grau é o máximo, classe A, para os itens com menor valor o grau é mínimo, classe B e C. Segundo Dias (1997, p. 85): A curva ABC é um importante instrumento para o administrador ela permite identificar aqueles itens que justificam atenção e tratamento adequado

8 quanto a sua administração. Obtém se a curva ABC através da ordenação dos itens a sua importância relativa. Conforme Arnold (1999) a aplicação do sistema ABC dentro de uma organização industrial pode ser altamente relevante, pois a maioria das empresas o utiliza para manter um controle de estoque mais eficiente e com melhor qualidade para definir o custo dos seus produtos com maior precisão. Além de administrar bem seu estoque, este sistema separa seus itens de acordo com sua importância relativa, estabelecendo regras de decisão sobre os itens do estoque, de modo que toda a organização desempenhe suas atividades operacionais de controle de estoque de modo que gere resultados satisfatórios, positivos. De acordo com Ballou (1995, p. 97): A curva ABC deriva da observação dos perfis de produtos em muitas empresas que a maior parte das vendas é gerada por relativamente poucos produtos da linha comercializada e do principio conhecido como curva de Paretto. Ballou (1995) afirma ainda que o sistema da curva ABC tem sido muito utilizado nas indústrias para gestão estoques, tanto para definição de políticas de vendas como principalmente para a programação da produção e uma série de outras situações ocorridas dentro da empresa. Na Classe A 20% dos itens correspondem a 80% do valor. Os principais itens em estoque é de alta prioridade, (matéria prima principal). A Classe B 30% dos itens corresponde a 15% do valor. Itens que ainda são considerados economicamente preciosos, como o material secundário (ingredientes de produção e material de embalagem). E na Classe C 50% dos itens correspondem a 5% do valor, produtos como peças de reposição e manutenção de máquinas (DIAS, 1997). Curva ABC: Porcentagem de valor versus Porcentagem de itens. Fonte: ARNOLD (1999, p. 287) E através desta ferramenta de suporte que a gestão de estoque pode enumerar alguns requisitos de extrema relevância que auxiliam diretamente e pode ser úteis dentro do cenário industrial, são eles: reduzir o custo do estoque, diminuir a falta de itens no processo industrial, reduzirem as despesas de transporte, aumentar a disponibilidade dos itens para manutenção (MOREIRA, 1999) Kanban O sistema Kanban é uma pratica muito utilizada na produção de varias indústrias, uma vez que a produção deve ser realizada o máximo possível de acordo com o pedido do cliente e não em relação ao consumo, tendo como fundamento básico manter um fluxo continuo dos produtos que estão sendo manufaturados. A palavra Kanban, de origem japonesa, significa cartão ou etiqueta e

9 tem como função deixar os materiais que serão utilizados no processo operacional no momento certo e na quantidade certa, um subsistema do Just in time (JIT) (SLACK, 1999). Conforme Tubino (2000, p. 194): O sistema Kanban foi desenvolvido com o objetivo de tornar simples e rápidas as atividades de programação, controle e acompanhamento de sistema de produção em lotes. Ele busca movimentar e fornecer os itens dentro da produção apenas nas quantidades necessárias e momento necessário. Quadro comparativo entre o método Kanban e os métodos tradicionais METODOS TRADICIONAIS METODO KANBAN Examinam a relação entre a qualidade de Reduz o estoque, pois qualquer estoque estoque e custo aumenta o custo Determinam a quantidade ideal de estoque A linha pára toda vez que acontecem os problemas O estoque balanceia a linha normalmente Requer soluções de melhoramento Não são solicitados melhoramentos Evita a reincidência dos problemas, diminui o tempo de preparação e melhora as operações Com muito estoque não há melhoramentos O custo não baixa Fonte: Moura (1994) Com menos estoque, aparecem os problemas e os melhoramentos O custo baixa Slack (1999) relata que o sistema Kanban é um tipo de controle que orienta as empresas a suprir a quantidade de materiais na hora certa da produção com um monitoramento fácil que necessita somente da observação dos funcionários para repor os materiais Sistema das Revisões Periódicas No sistema das revisões periódicas é considerado um estoque de segurança, informando a quantidade do material a ser adquirido para suprir a demanda de produção do próximo período. A continuidade do processo de compras é pré-fixada, ou seja, o processo de compras mantém ciclos de tempos iguais conforme Dias (2005, p.127) explana: A dificuldade deste método á a determinação do período entre revisões; diversos aspectos devem ser analisados, sendo que: uma periodicidade baixa entre as revisões acarreta um baixo estoque médio alto e como conseqüência um aumento no custo de estocagem; uma periodicidade alta entre as revisões acarreta um baixo estoque médio e como conseqüência um aumento no custo de pedido e risco de ruptura. Neste método o nível de estoques é revisto em intervalos de tempo fixos (semanalmente, mensalmente, semestralmente) levando em consideração o estoque mínimo ou estoque de segurança, e a cada revisão um pedido é feito de modo a recompor o nível de estoque a um nível almejado (ARNOLD, 1999). 2.4 A INTERFERÊNCIA DA MÃO-DE-OBRA NA GESTÃO DE ESTOQUE Um ponto que assume um papel importante é o fator recursos humanos, onde as empresas antes de implantarem um sistema de controle de estoque, devem preparar as pessoas que diretamente irão trabalhar com o estoque, para que só assim o sistema opere de forma correta e traga resultados positivos para a empresa (GOLDBERG, 1995).

10 A meta desta atividade é a alocação otimizada dos recursos disponíveis. Uma empresa tem a sua disposição os seguintes recursos: matéria-prima, equipamentos e mão-de-obra. (LUBBEN, 1989, p. 48). Segundo Mauro (1997), fica a critério da empresa prestar toda assistência possível a fim de aumentar o grau de conhecimento do seu pessoal dando oportunidades, fornecendo cursos, palestras, gratificações como participação nos lucros, ou ate mesmo um simples agradecimento por ser eficiente, aumentando sua auto-estima, para que sua produção seja ainda maior. Manter um constante desenvolvimento e preparo da sua equipe, se torna um fator altamente relevante para que se tenha qualidade e estimule o funcionário a desempenhar bem a sua função. Para Andrade (1998): As pessoas devem receber capacitação inicial quando entram na empresa, para conhecer sua realidade, organização e política, devendo participar ainda de um programa de capacitação e treinamento para aprimorar seu nível de conhecimento e habilidade. A relação gestão de estoque e capacidade humana gera benefícios para o processo industrial. Para satisfação das necessidades humanas, é possível implantar um ERP que atenda as funções com rapidez, exigibilidade e qualidade, resultando em colaboradores satisfeitos que irão render ainda mais, reduzindo custo, dando a empresa maior condição de atender seus consumidores (MAURO, 1997). 2.5 PROCESSO DE ARMAZENAGEM Viana (2002) explana que o processo de armazenagem é estabelecido quando se tem os materiais estocados de forma organizada utilizando ao máximo o espaço físico disponível, proporcionando uma locomoção mais rápida e fácil desde o recebimento até a expedição dos produtos. Conforme Viana (2002) o objetivo da armazenagem é possibilitar aos usuários estocarem bem seus produtos e matérias prima, fazendo com que eles fiquem em segurança, e que sua movimentação seja fácil e rápida, sem perdas ou danos. Portanto, cada matéria prima ou outro material dentro dos armazéns é, em outras palavras, dinheiro imobilizado que foi investido pela organização. Segundo Viana (2002, p ), alguns cuidados essenciais devem ser observados: Determinação local, em recinto aberto ou não; Definição adequada do layout; Definição de uma política de preservação, com embalagens plenamente convenientes aos materiais; Ordens, arrumação e limpeza, de forma constante; Segurança patrimonial, contra furtos, incêndio etc. O processo de armazenagem não compreende simplesmente armazenar materiais, como também outros fatores como espaço, estrutura, movimentação dentre outros. De acordo com Lopes, Souza, Moraes (2006), estes cuidados devem ser observados, pois geram custos, e muitos gestores não preocupam com o custo de armazenagem, considerando apenas o custo de material. Ao se aperfeiçoar a armazenagem, obtém-se: (BOWERSOX, 2000) Maximizar utilização do espaço; Efetiva utilização dos recursos disponíveis (mão-de-obra e equipamentos); Pronto acesso a todos os itens (seletividade); Maximiza proteção aos itens estocados; Boa organização; Satisfação das necessidades dos clientes. Pozo (2002) ressalta que uma qualificada gestão de armazenagem significa atender os clientes com agilidade e eficácia, obtendo um menor custo em decorrência do tempo e também um elevado nível de serviço.

11 2.6 LOTE ECONÔMICO DE COMPRAS (LEC) Lote econômico de compra (LEC) é a quantidade ideal de material a ser adquirida em cada operação de reposição de estoque, onde o custo de aquisição e o custo de estocagem atingem um ponto de equilíbrio, gerando o mínimo de estoque para que os custos reduzam e tragam vantagens para as empresas (VIANA, 2002). Para uma melhor compreensão dos argumentos citados acima, segue abaixo um exemplo detalhado do cálculo de elaboração do LEC de acordo com Dias (1993 pag. 68). O consumo de determinada peça é de unidades por ano. O custo de armazenagem por peça e por ano é de R$ 1,90 e o custo de pedido é de R$ 500,00. O preço unitário de compra é de R$ 2,00. Q = quantidade do lote C = consumo do item B = custo de pedido I = custo de armazenagem LEC= [(2x500x20000)/1,90]¹/² LEC=3245 peças por pedido De acordo com os dados apresentados acima, pode-se analisar que com a quantidade de 3245 unidades no LEC, obtém um ponto de equilíbrio entre os custos de armazenagem e os custos de pedido. Ou seja, com 3245 unidades se tem um estoque não muito elevado a ponto de aumentar o custo de armazenagem e reduzir o custo de pedido e nem um saldo de estoque baixo, a ponto de reduzir o custo de armazenagem e elevar o custo de pedido com a rotatividade do estoque (DIAS, 1993). Segundo Pozo (2002), quando temos estoque-reserva, se for aumentado a quantidade de material a ser comprado, aumenta-se o estoque e conseqüentemente o custo de manutenção de armazenagem. Pozo (2002) ainda afirma, por outro lado, aumentando-se as quantidades de lote de compra, diminui-se os custos de pedido de compra, o custo por unidade comprada, de mão-de-obra e manuseio. O resultado é que teremos dois focos de forças nos afetando, ou seja, uma acumulando estoques para facilidade de atendimento, porém com custos críticos e outra com estoques baixo em face desses custos. O LEC é a quantidade que equilibra o custo do pedido e o custo de armazenagem. 3 METODOLOGIA 3.1 CLASSIFICAÇÃO DA PESQUISA A pesquisa apresentada pode ser definida como pesquisa aplicada, pois tem como objetivo, gerar diversos conhecimentos para aplicar nas soluções do problema abordado, no qual é apontar quais os benefícios gerados pela gestão de estoque. Também considerada como pesquisa descritiva já que visa descrever as características por meio de observação, análise e descrições através de entrevistas (GIL, 1996). O conhecimento científico segundo Fachin (2003, p.11) preocupa-se com: A abordagem sistemática dos fenômenos (objetos), tendo em vista seus termos racionais que implicam noções básicas de causa e efeito. Difere do conhecimento empírico pela maneira como se processa e pelos instrumentos metodológicos que utiliza. Para atender ao objetivo geral que é analisar e demonstrar quais as benfeitorias geradas por uma boa gestão de estoque foi realizado o método de pesquisa qualitativa, executada por meio de estudo de caso na empresa Gulozitos Alimentos Ltda., segundo Fachin (2003, p.81), é caracterizada pelos seus atributos e relaciona aspectos não somente mensuráveis, mas também definidos descritivamente. A pesquisa qualitativa se baseia em dados descritivos onde o pesquisador interage diretamente com os dados de estudo e não em números ou comprovações tangíveis.

12 3.2 TÉCNICAS PARA COLETA DE DADOS Nesta pesquisa foram levantadas informações através de métodos que atendam à necessidade da pesquisa com técnicas de pesquisa bibliográfica, e segundo Marconi e Lakatos (1992, p.43): A pesquisa identifica-se como bibliográfica por ser considerado um procedimento formal com método de pensamento reflexivo que requer um tratamento científico e se constitui no caminho para se conhecer a realidade ou descobrir verdades parciais. O levantamento de dados foi analisado e posto para discussão a fim de tentar responder ao problema e esclarecer e almejar o objetivo definido. No entanto para este tipo de trabalho será utilizada a técnica de entrevista, elaborando varias perguntas, possibilitando identificar os pontos negativos e positivos e os procedimentos adotados no controle de estoque pela empresa Gulozitos Alimentos Ltda CARACTERIZAÇÃO DA AMOSTRA PESQUISADA Para uma melhor compreensão dos dados apresentados, é fundamental ressaltar que a pesquisa foi realizada com um estudo de caso da empresa Gulozitos Alimentos Ltda. localizada e fundada na cidade de Manhuaçu - MG no ano de 1986, atuante no mercado de salgadinhos de milho e trigo, pipoca doce, refresco em pó e preparado solido para gelar, com uma linha diversificada de produtos que conquistam diferentes tipos de consumidores em vários estados. Conta com aproximadamente 650 funcionários, se tornando atualmente uma das principais indústrias de extrusão de salgadinhos de milho do Brasil. A análise aqui apresentada retrata uma pesquisa aplicada na empresa industrial Gulozitos Alimentos Ltda., onde foram coletados dados através de entrevista com o funcionário responsável do setor de Almoxarifado, Leandro Carlos Coelho, e que tem por objetivo demonstrar os conhecimentos adquiridos e utilizá-los para dissolver os problemas encontrados relacionados ao controle de estoques nas empresas industriais. Para Gil (1996, p. 90): A coleta de dados nos levantamentos é utilizada as técnicas de interrogação: o questionário, a entrevista e o formulário. Por questionário entende-se um o conjunto de questões que são respondidas por escrito pelo pesquisado. Entrevista, por sua vez pode ser entendida como a técnica que envolve duas pessoas numa situação face a face e em que uma delas formula questões e a outra responde. Formulário, por fim, pode ser definido como a técnica de coleta de dados em que o pesquisador formula questões previamente elaboradas e anota as respostas. Sendo assim a coleta de dados fora realizada através de um estudo de caso, realizando uma entrevista com o propósito de responder aos questionamentos da pesquisa que é saber até que ponto a gestão de estoque contribui na melhoria do processo industrial. 4 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS DADOS Para atender aos objetivos deste estudo, a pesquisa trata especificamente do caso da empresa Gulozitos Alimentos, onde fora realizada uma entrevista com o funcionário que coordena atualmente a gestão de estoque. A entrevista iniciou perguntando ao gestor de estoque qual seriam os benefícios gerados pelo controle de estoque da empresa, no qual o entrevistado relatou que a gestão de estoque atua no controle de quantidade dos materiais principalmente matéria prima, não deixando que acabe determinado item, e conseqüentemente não paralisando o processo produtivo. Demonstrar através de relatórios, aos gestores da empresa, quais os itens de maior demanda para que o setor de compras possa programar a quantidade devida (LEC) a comprar e atender a produção, deixar o estoque com um nível mínimo possível de materiais reduzindo assim o custo de armazenagem, demonstrar quais

13 os maquinários que atualmente consomem um maior número de peças de reposição para que seja reavaliado posteriormente, dentre outros. De acordo com Moura (2004), estoque tem efeito impactante e que a gestão eficiente gera redução de custos, ou seja, se a gestão de estoque da Gulozitos trabalhar corretamente alinhada, poderá certamente usufruir de benefícios gerados pela redução de custos. Considerando um alto avanço tecnológico nos sistemas que geram as informações, foi perguntado qual seria a relação de um sistema de informação integrado com uma boa gestão de estoque. O encarregado de estoque responde falando que uma gestão de estoque eficiente necessita de um bom sistema de informação, e no contexto atual onde encontramos e pelo volume de informações que geramos para todos os setores da fábrica, implantar um sistema onde todos terão acesso a diversas informações, tornará o controle de estoque mais ágil e facilitará a movimentação das informações. O impacto da gestão de estoque dentro da contabilidade também foi questionado, e como resposta o entrevistado enfatiza que se as informações da gestão de estoque estiverem devidamente corretas, a contabilidade poderá utilizar estes dados para apurarem o custo real do produto acabado, diminuir a discrepância nos cálculos dos impostos, uma vez que os produtos estejam cadastrados e ligados corretamente aos centros de custo e dinamizar as informações do setor de produção com a parte contábil. Ressaltando que a melhoria só será gerada se haver com um sincronismo de informações entre os setores da empresa. Redução de custos, objetividade e clareza ao transmitir informações, integração das informações do processo produtivo para a contabilidade, foi a relato referente à pergunta sobre quais os principais pontos almejados pela gestão de estoque da Gulozitos. De acordo com Corrêa (2001), a administração das empresas busca a todo o tempo reduzir os estoques para tentar baixar seus custos e assim diminuir os erros no processo industrial. Foi questionado se a implantação do sistema de informação integrada trouxe algum tipo de dificuldade, e logo o entrevistado diz que realmente gera, por um determinado período, readaptação e aprendizagem, no qual são encontradas dificuldades de assimilação. O sistema implantado gera uma serie de burocracias, que retardam alguns procedimentos, a troco de se ter uma informação mais detalhada que refletirá dentro da contabilidade, ou seja, o trabalho será realizado não somente para um melhoramento do controle de estoque, mas principalmente para melhorar as demonstrações contábeis. O entrevistado cita algumas das principais dificuldades enfrentadas que causam impacto negativo na sua atual gestão. São eles: falta de apoio da contabilidade e até mesmo por parte dos diretores em determinadas situações, descentralização das áreas de estocagem, inconsistência nas informações geradas pelo setor de produção, preenchimento de riquezas de detalhes no novo sistema implantado causando morosidade do trabalho e o numero reduzido de funcionários que limita a execução de varias atividades. Relacionando o método de controle de estoque antigo e o atual, o encarregado da gestão de estoque cita que deixará de realizar muitos trabalhos manuais, para poder manipular o novo sistema de informação que automatizará o processo de controle de estoque. Os progressos serão enormes e só para ilustrar, há uma ferramenta neste sistema que se chama Análise de Reposição. O produto que estiver ligado a esta análise, terá seu estoque mínimo e máximo estipulado e de acordo com sua movimentação o próprio sistema vai gerar uma solicitação para compra se o seu saldo atingir o saldo mínimo, sem que haja um custo de pedido. A respeito da visão da diretoria sobre a gestão de estoque como ferramenta que pode ser usada para tomada de decisões, o entrevistado expressa que a visão da diretoria da Gulozitos vem se transformando atualmente. Sabendo que existe um mercado acirrado, os gestores utilizam cada vez mais as informações geradas pelo controle de estoque para atender e sempre tentar aumentar sua demanda, trabalhando com um mínimo de custo possível. O gestor de estoque opina sobre a atual posição da diretoria sobre a gestão de estoque. Atualmente os gestores se preocupam mais com a redução de custos, e sabendo que estoque alto é sinônimo de capital imobilizado, exige um esforço maior dos funcionários ligados diretamente ao controle de estoque para que executem os controles de forma mais correta a fim de obter resultados positivos. Seguindo o mesmo raciocínio da diretoria que é redução de custos, o contador atualmente está mais presente devido à implantação do novo sistema, pois sabe que as informações geradas serão imediatamente direcionadas para a contabilidade. A partir do relato de que as informações do ERP resultarão em redução de custo, se tem uma noção de como o controle de estoque está se tornando um indicativo altamente relevante para tomada de decisões.

14 Perguntou-se ao entrevistado há quanto tempo trabalha com estoque e se possui algum tipo de curso ou especialização na área de gestão de estoque, sendo relatado que trabalha diretamente com estoque já há quatro anos, e como gestor de estoque há um ano. Não possui nenhum curso especifico em gestão de estoque, apenas a experiência do tempo trabalhado. Nota-se que o exercício da função se faz corretamente, mas fica evidente que existe certo despreparo, e insegurança, em relação ao dia a dia do trabalho do entrevistado e sua equipe que lhe acompanha. A Gulozitos sempre está capacitando seus funcionários através de cursos, palestras e outros eventos, mas específico na gestão de estoque ainda não fora realizado nenhum tipo de trabalho, complementa o entrevistado. Foi perguntado também se o controle de estoque é totalmente informatizado ou não, se não, quais os planejamentos para que esta informatização seja implantada. O encarregado afirma que o controle de estoque ainda possui métodos manuais como contagem diária de matéria prima e utilização de planilhas. Com a aquisição do sistema de informação integrado, a Gulozitos pretende sim informatizar cem por cento não só as informações da gestão de estoque, como todos os setores. Essa informatização se torna fundamental não só para a Gulozitos, mas sim para todas as indústrias de médio e grande porte, pois possibilita a integração das informações. Para um melhoramento nas atividades operacionais da empresa, o entrevistado comenta se as informações geradas pelo controle de estoque condizem com a realidade da empresa. Diretamente sim, o Almoxarifado que é responsável pela gestão de estoque, tem um papel fundamental no processo operacional, uma vez que gera informações que são utilizadas por todos os setores da empresa. Finalizando a entrevista perguntou-se ao gestor de estoque qual a real situação da sua equipe em relação ao novo sistema de informação. A resposta é que ainda falta a utilização de alguns campos do modulo gestão de estoque do sistema e que possivelmente irão precisar de treinamentos e prática para desenvolvê-las nas atividades estabelecidas. Seria também de grande valia, a participação dos funcionários em cursos ligados a área, possibilitando um maior nível de conhecimento e utilizando este conhecimento para um melhoramento da operacionalidade da gestão de estoque. Por meio da entrevista com o encarregado do almoxarifado da Gulozitos foi identificado que a gestão de estoque, se torna fundamental no que diz respeito a redução de custo e exige dos gestores da empresa uma maior atenção, pois os benefícios são muitos, se existir um controle dos estoques eficiente. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS A presente pesquisa teve por objetivo demonstrar e analisar quais as benfeitorias geradas por uma boa gestão de estoque. Depois de realizada a pesquisa, percebe-se a contribuição da gestão de estoque é altamente essencial em uma empresa industrial. O volume de informações e a demanda de serviço fazem do controle de estoque um meio de demonstrar aos administradores da empresa quais os benefícios gerados por uma competente gestão. A pesquisa constituiu a demonstrar de forma mais especifica os tipos de controle de estoque existentes, para que assim a Gulozitos possa buscar melhorias na sua gestão, para que futuramente não tenha perdas e nem prejuízos tanto em seus materiais e matérias prima quanto financeiramente. Para atender o objetivo geral proposto, foi necessário constatar que com o avanço tecnológico, as empresas tendem a migrar para sistemas que possam dinamizar o controle de estoque e sincronizar suas informações para com o restante da empresa. Dos métodos apresentados, pode-se dar ênfase ao sistema integrado ERP, onde abrange todos os setores da empresa facilitando a transição das informações. Isto foi alcançado a partir de um extenso levantamento bibliográfico embasado na coleta de dados da pesquisa, se expressa de forma objetiva e clara, a posição e o grau de relevância do controle de estoque dentro de uma organização. Nota-se que a redução de custo gera resultados positivos diretamente dentro das demonstrações contábeis. Desta forma considera-se que o presente estudo atinge ao objetivo de pesquisa proposto, até que ponto da contribuição da gestão de estoque possa gerar benefícios, e enfatiza a implantação de um sistema integrado que possa administrar os estoques de forma conjunta e objetiva. E através deste resultado pôde-se avaliar a importância da gestão dos estoques, por meios de conceitos emitidos, e que está se tornando em uma ferramenta que será decisiva para um avanço dentro do mercado de trabalho.

15 6 REFERÊNCIAS ARNOLD, J. R. Tony. Administração de Materiais. 1. ed. São Paulo: Atlas, BALLOU, R. H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição física. São Paulo. Atlas, BERTAGLIA, Paulo. Logística: E gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo: Saraiva, BOWERSOX, Donald J. Logística: O processo de integração da cadeia de suprimentos. São Paulo: Atlas, CHING, Y.H. Administração de Materiais. São Paulo: Atlas, CORREA, Henrique I. GIANESI, Irineu G. Planejamento, Programação e Controle da Produção. 4. ed. São Paulo: Atlas, DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: uma abordagem logística. 4. ed. São Paulo: Atlas, DIAS, Marco Aurélio P. Administração de Materiais: princípios, conceitos e gestão. São Paulo. Atlas, FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, FORTES, R.R.S. Impactos do aumento da complexidade do veículo na cadeia logística: no caso da FIET automóveis S.A p. Tese (Mestrado em Engenharia de Produção). UFSC, Florianópolis, GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, GOLDBERG, Marco. Ferramenta eficaz para a qualidade total. São Paulo: Makron Book, LAKATOS, Eva Maria. MARCONI, Marina de Andrada. Metodologia do Trabalho Cientifico. 4. ed. São Paulo: Atlas, LOPES, A. S.; SOUZA, E. R.; MORAES, M. L. Gestão estratégica de Recursos Materiais: um enfoque pratico. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, LUBBEN, Richard T. Just-In-Time: uma estratégia avançada de produção. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, MAURO, Luciano Raízes. Qualidade simples e total. Rio de Janeiro: Quality Mark, MESSIAS, S. B.; Manual de Administração de Materiais, São Paulo, 1978,Ed.Atlas S.A. MOREIRA, Daniel Augusto Administração da Produção e operações. 4. ed. São Paulo: Pioneira, MOURA, C. E. Gestão de Estoques. Rio de Janeiro: Ciência Moderna Ltda., O BRIEN, J. A. Sistemas de informações e as decisões gerencias na era da Internet. 9.ed. São Paulo: Saraiva, PADOVEZE, C. L. Controladoria Estratégica e Operacional. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, POZO, HAMILTON. Administração de recursos materiais e patrimoniais. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2002.

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