Romeu Garbin Filho - Expoprag 2010

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2 CONTROLE INTEGRADO DE PRAGAS

3 Meta Busca a eficiência do controle com o menor risco de reinfestações e contaminações através de ações múltiplas e conjuntas sempre com o menor uso de pesticidas

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5 Por ser seguro, podemos aplicá-lo em: Indústria de Alimentos; Hospitais; Unidades de Armazenagem e Distribuição; Fornecedores de Matérias Primas e Embalagens; Centros de conveniência, Shoppings, Supermercados; Residências.

6 O que nos dá essa segurança

7 O Controle é apoiado hoje Legislação RDC 52/ IN 141/ Lei 9605 / RDC275/ MA368/ MS 326/ MS1428/ CVS 5 / CVS 9/ CMESP2004/ Sistemas APPCC / BPF / 5S / PPHO Auditores AIB / YAM / SGS / ANFAL / ABICAP

8 Definição O Controle Integrado de Pragas é a aplicação de todas as medidas técnicas legais: PREVENTIVAS Quando evitam o acesso ou nidificação no ambiente; CORRETIVAS Quando corrigem falhas de higiene, manutenção ou hábitos; CURATIVAS Intervenções químicas.

9 O que temos de saber para implantar O que vamos Controlar Que Métodos usaremos no Controle Quais produtos tem registro para esse controle Quais as características do local Se há legislação especifica Se algum órgão auditará o local do controle

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11 Onde devemos aplicar o Controle:

12 Conhecendo o que controlar

13 Pragas quem são

14 PRAGAS Todo e qualquer organismo vivo seja ele animal, vegetal ou microbiológico gico, que esteja interferindo no processo normal de um ambiente.

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16 Pragas o que são: São organismos que promovem os três tipos de contaminações que podem por em risco a segurança de um produto,, a saúde de uma comunidade e a de um patrimonio.

17 Contaminações Físicas

18 Contaminações Químicas

19 Contaminações Biologicas

20 Contaminações

21 Tipos de Infestação

22 Ativa Infestam o local sem o auxilio ou interferência do homem na busca por alimento ou abrigo.

23 Passiva

24 Passiva Quando ocorrem falhas e as levamos para o interior de fábricas, residências e etc.

25 DIFICULDADES PARA A IMPLEMENTAÇÃO

26 Credibilidade

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28 Maior medo do consumidor

29 Despreparo dos controladores

30 Mito do mercado

31 Falta de Informações das necessidades dos clientes

32 Falta de Informações sobre o serviço

33 Prioridade Normalmente só somos chamados quando o consumidor tentou de tudo

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35 Adaptabilidade Construções inadequadas; Localização; Impossibilidades estruturais; Cultura do local.

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38 Implantação:

39 Inspeção ou Auditoria Inicial Realizada para encontrar todas as nãoconformidades que interferem ou influirão no resultado do controle.

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41 Inspeção ou Auditoria identificam: Local (Setor, Equipamento, Departamento); Não-Conformidade; Relações da Não-Conformidade com o Controle de Pragas; Todas as correções a serem feitas.

42 Não conformidades podem ser falhas: Estruturais

43 Não conformidades podem ser falhas: Comportamentais

44 Inspeção ou Auditoria levantará: Pontos de vulnerabilidade; Pontos de alojamentos da pragas; Focos pré-existentes; Locais críticos; Áreas críticas.

45 Local: Sala de resfriamento de carcaças Não Conformidade: Ralo sem sifonamento com resíduos de processo. Ação Corretiva: Diminuir o intervalo das higienizações e instalar ralos com caixa de contenção de sólidos e sifonados.

46 Indicam também locais críticos quanto: A manutenção das pragas; Contaminações de produtos, materiais primas, etc.; Processo.

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48 As áreas críticas surgem por: Deposição de alimentos; Dificuldade ou impossibilidade para higienização; Construções inadequadas (lay-out ou equipamento); Procedimentos (hábito ou cultura local)

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50 Ações complementares

51 Controles Físicos e Mecânicos Servem para evitar o acesso e dar proteção às áreas ou produtos. Os métodos preventivos são tidos ainda hoje, como os que mais oneram o controle, mas ao longo do tempo serão os mais eficazes.

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53 Controle Físico Modificam o ambiente, ou seja, maior ou menor luminosidade, vento, temperatura, umidade, etc.

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55 Controle Mecânico Eliminam-se condições de acesso, abrigo, aninhamento, pouso, ou seja, são as barreiras mecânicas.

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57 CUIDADOS A instalação de qualquer equipamento, sem que se conheça as suas especificações e manutenções necessárias não auxiliará no controle.

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59 Controle Biológico Usados principalmente como métodos de se analisar a eficiência dos controles aplicados ou o grau de uma infestação.

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61 Controle Químico

62 Legislação Só se utilizará pesticida quando nenhum outro método preventivo, corretivo ou educacional puder ser aplicado.

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64 Legislação A ANVISA só autoriza o uso de produtos que estejam em conformidade com a RDC 236 de 9/11/2005 e em seus rótulos devem constar todas as informações necessárias para seu uso.

65 Registro do Serviço Devem conter no mínimo as informações exigidas na RDC 52 Dependendo das informações contidas tornam-se o histórico no caso de unidades industriais tratadas.

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67 Visitas de monitoramento ou condução para serviços permanentes

68 Realizadas para: Sazonalizar as pragas; Aferir os controles aplicados; Determinar as intervenções; Formar o histórico do local.

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