Carlos Massaru Watanabe/ Marcos Gennaro Engenheiros Agrônomos

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1 DEDETIZAÇÃO Carlos Massaru Watanabe/ Marcos Gennaro Engenheiros Agrônomos

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3 TRATAMENTO DOMISSANITARIO: MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS Carlos Massaru Watanabe Engenheiro Agrônomo

4 Pragas Interesse Agrícola Interesse Florestal Interesse Veterinário Interesse urbano e em Saúde Publica Vetores Pragas urbanas

5 Pragas Urbanas e Vetores Riscos e Danos a Saúde Prejuízos econômicos Incomodo psicológico

6 Fatores que influenciam na instalação e no aumento populacional de vetores e pragas urbanas ( 4 As)

7 Alimento

8 Água

9 Abrigo

10 Acesso

11 Principais Pragas e Vetores Baratas Roedores Cupins Moscas Formigas Mosquitos Pombos Pragas de grãos armazenados

12 Uso indiscriminado de praguicidas Risco de contaminação ambiental Risco de intoxicações Níveis ilegais de resíduos Diminuição de espécies não alvo Problema de resistência na espécie alvo

13 Inicio do Manejo Integrado de Pragas 1946 primeiro caso registrado de resistência por DDT Final da década de 50 Professores da Universidade da California publicam trabalho sobre conceitos de Controle Integrado de Pragas Controle Integrado de Pragas Controle biológico natural Controle químico Pesquisadores australianos publicam trabalho sobre conceitos de Manejo Integrado de Pragas Manejo Integrado de Pragas Princípios ecológicos, econômicos e sociais, visando interferir o mínimo no agroecossistema

14 Manejo Integrado de Pragas A FAO (orgão de agricultura das Nações Unidas), considera desde a metade dos anos 60, o Manejo (Controle) Integrado de Pragas, como sendo a melhor opção para o controle de pragas. O Controle Integrado de Pragas passa a ser adotado como estratégia no controle de Vetores e Pragas Urbanas (década de 90).

15 O que é o Manejo Integrado de Pragas? Integração das diversas estratégias de Integração das diversas estratégias de controle disponíveis, visando a diminuição das populações de espécies pragas, mantendo o uso de praguicidas em níveis economicamente justificáveis e seguro para a saúde humana e o meio ambiente.

16 O Manejo Integrado de Pragas consiste em: Conhecer a biologia e comportamento das pragas alvo

17 Ferramentas Físicas Eliminação de frestas e fendas Utilização de barreiras físicas Vedação de entradas Remoção de lixo e entulho Cuidados com a sujidade Alteração de temperatura Atmosferas modificadas

18 Ferramentas Mecânicas Mecânicas Utilização de armadilhas para captura

19 Ferramentas Biológicas Consiste em utilizar organismos vivos (bactérias, fungos, vírus, insetos,etc), para controlar as pragas. Muito utilizado na agricultura Pouco utilizado em áreas urbanas

20 Ferramentas Químicas Utilização de pesticidas domissanitários Escolha da melhor formulação Escolha da melhor técnica de aplicação

21 Ferramentas Educacionais

22 Fases de implementação de um programa de Manejo Integrado de Pragas

23 Avaliação inicial Inspeção prévia visando avaliar: Condições de estrutura da área a ser tratada Condições de higiene ambiental Planejamento dos procedimentos mais adequados Pragas alvo instaladas ou transitórias Métodos de controle a serem adotados e pontos de amostragem

24 Treinamento Conscientização das pessoas envolvidas, sobre a necessidade do controle de pragas Todos deverão estar comprometidos com a Todos deverão estar comprometidos com a participação dentro do Programa de Controle de Pragas

25 Amostragens Introdução de mecanismos eficientes para coleta de dados sobre a ocorrência de pragas Instalação de armadilhas para avaliação da Instalação de armadilhas para avaliação da presença de pragas nas instalações

26 Tratamentos Físicos Mecânicos Biológicos Químicos utilização de desinfestantes domissanitários, com registro no Ministério da Saúde

27 Avaliação dos resultados Avaliar periodicamente se os procedimentos utilizados para o controle de pragas, estão sendo eficaz Fazer as correções necessárias, através de mudanças de estratégias.

28 Empresas Especializadas no Controle de Vetores e Pragas Urbanas Resolução RDC 18 Revogada pela RDC 52 Portaria CVS 09 Estão habilitadas a realizar o serviço de controle de Vetores e Pragas Urbanas, a empresas que possuírem: Registro junto a vigilância sanitária municipal ou estadual Registro junto a Feema Rio de Janeiro Somente poderão ser utilizados produtos com registro no MS Técnico responsável pelas atividades desenvolvidas Biólogo Eng. Agrônomo, Eng. Florestal, Méd. Veterinário, Químico, Farmacêutico,

29 Sitophilus oryzae, S. zeamais (L.) Principal praga dos cereais armazenados e de produtos acabados (macarrão, biscoitos, etc.) Ocorrência: Encontrado em todos os continentes. Ciclo de vida: 25 dias, sob condições ótimas de 30 o C e 70% de umidade relativa (14% de umidade do grão). Biologia: 1. Ovos: São colocados nos cereais armazenados, ou no caso dos produtos acabados após sua manufatura. 2. Larvas: São imóveis e muito vorazes, alimentam-se e desenvolvem-se no próprio grão ou produto acabado. 3. Adultos: Podem voar, alimentam-se de cereais e produtos acabados, podem viver por até 06 meses, possuem 4 pontos na parte traseira.

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31 Sitophilus granarius (L.) Ocorrência: Encontrado em todos os continentes, preferência por climas temperados (Sul do Brasil). Ciclo de vida: 40 dias, sob condições ótimas de 26 o C e 65% de umidade relativa (14% de umidade do grão). O tempo de desenvolvimento do ovo ao adulto pode varia de 28 a 108 dias, dependendo da temp., 36 dias a 24 o C e 209 dias a 12 o C. Biologia: 1. Ovos: São colocados nos cereais armazenados, ou no caso dos produtos acabados após sua manufatura até 300 ovos por fêmea. 2. Larvas: Desenvolvem-se no próprio grão ou produto acabado, podendo sobreviver até 10 semanas em temp. mínima de 5 o C. 3. Adultos: Não podem voar.

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33 Tribolium castaneum (Herbst) Ocorrência: Encontrado em todos os continentes, importante praga dos cereais armazenados e de produtos acabados derivados de farinha (macarrão, biscoitos, etc.). Ciclo de vida: 26 dias, sob condições ótimas de 35 o C e 70% de umidade relativa. Biologia: 1. Ovos: São colocados nos locais infestados por vários meses até 450 ovos por fêmea. 2. Larvas: São móveis e preferem alimentar-se de resíduos e grãos partidos (Farináceos). 3. Adultos: Podem voar, alimentam-se de farináceos, apresentam vida longa.

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35 Stegobium paniceum (L.) Ocorrência: Encontrado em climas tropicais e subtropicais, ataca produtos acabados como massas,pães e também especiarias. Ciclo de vida: 40 dias, sob condições ótimas de 30 o C e 80% de umidade relativa, pode sobreviver em temperaturas de 15 o C e umidade de 35%. Biologia: 1. Muito semelhante ao L. serricone. 2. Ovos: São colocados aleatoriamente aproximadamente 60 ovos por fêmea. 3. Larvas: São móveis, podendo penetrar em produtos empacotados a procura de alimentos. 4. Adultos: Não se alimentam e não voam, tem vida curta maximo de 100dias.

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46 Ações necessárias para o Controle Integrado de Pragas: n n n n n Monitoramento geral das áreas de produção e armazenagem, com acompanhamento das armadilhas de feromônio, quando houver, (medidas preventivas). Acompanhamento pormenorizado dos recebimentos de matéria prima. Todas as devoluções passam por tratamento preventivo (expurgo), para não infestação da planta. Inspeção dos caminhões que transportam as produtos acabados. Realizar controles químicos respeitando as dosagens e tempo de exposição.

47 O Controle Integrado de Pragas atualmente é o sistema mais seguro e eficaz, mas depende de um grande comprometimento de todos os envolvidos.

48 Rua Diogo Quadros, 73 Chácara Santo Antonio São Paulo - SP Fone/fax:

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